“Transformando discurso en práctica: El papel de los Bancos de Desarrollo en la Efectividad de la Agenda Ambiental” - Gabriel Rangel Visconti, BNDES, Brasil
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Seminario BID-BNDES-ALIDE-ABDE ...

Seminario BID-BNDES-ALIDE-ABDE

“La Promoción del Financiamiento Verde en América Latina y el Caribe: intercambio
de experiencias y buenas prácticas en las instituciones financieras de desarrollo”

Fecha: Martes 27 de Agosto de 2013
Lugar: Auditorio del BNDES, Av. República do Chile, 330, Octavo Piso, Rio de Janeiro, Brasil

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  • Speakers are invited to provide a presentation of a maximum of 15 minutes each, using a maximum of 10 slides.
  • Citar agenda do terceiro setor
  • Perda da Biodiversidade: Biodiversidade é a variabilidade de organismos vivos de todas as origens, compreendendo, dentre outros, os ecossistemas terrestres, marinhos e outros ecossistemas aquáticos e os complexos ecológicos de que fazem parte; compreendendo ainda a diversidade dentro de espécies, entre espécies e de ecossistemas (Convenção sobre Diversidade Biológica). A extinção de espécies é um processo natural nos ecossistemas ao longo do tempo, porém as taxas de extinção de espécies que estão sendo apresentadas nos últimos anos demonstram valores nunca vistos em extinções globais históricas, confirmando que ações humanas aceleraram esse processo . Ciclo do nitrogênio e do fósforo: A agricultura moderna é uma fonte importante de poluição ambiental. Na escala planetária, as quantidades de nitrogênio e fósforo aumentaram significativamente por meio de ações humanas, como por exemplo, a utilização de fertilizantes na agricultura, provocando um desequilíbrio nos ciclos globais destes dois elementos, e consequentemente, um desequilíbrio ambiental. Mudança climática: Mudança no estado médio do clima e na sua variabilidade que persiste durante um período prolongado de tempo (décadas ou mais). Mudança climática natural é a provocada pela variabilidade climática natural observada ao longo de períodos comparáveis. As mudanças climáticas acontecem quando são lançados mais gases de efeito estufa (GEEs) do que as florestas e os oceanos são capazes de absorver. Acidificação dos oceanos: Atualmente, os oceanos absorvem mais de 26% do dióxido de carbono emitido pela atividade humana na atmosfera, resultando em elevada acidez dos oceanos (pH reduzido). Destruição do ozônio estratosférico: A etapa inicial do processo de destruição do ozônio estratosférico pelas atividades humanas se dá por meio da emissão de gases contendo cloro e bromo. Por não serem reativos e por não serem rapidamente removidos pela chuva nem pela neve, esses gases ficam acumulados na baixa atmosfera. Quando sobem para a estratosfera sofrem ação da radiação ultravioleta liberando radicais livres que reagem com as moléculas de ozônio produzindo uma molécula de oxigênio (O2) e uma molécula de óxido de cloro (CIO), provocando a destruição do O3. Um único radical livre de cloro é capaz de destruir 100 mil moléculas de ozônio, o que provoca a diminuição da Camada de Ozônio e prejudica a filtração dos raios UV. Mudança do uso da terra: O uso da terra e sua mudança podem atuar como fonte de emissões e, ao mesmo tempo, como sumidouros de carbono. Estima-se que algo em torno de um quinto das emissões globais de carbono sejam derivadas de atividades relacionadas com o uso da terra (desmatamento, queimadas etc).  Uso global de água doce: A água doce é um recurso que se renova a partir da evaporação dos mares. Entretanto, a velocidade da degradação deste recurso é muito superior à velocidade de renovação.  O uso irresponsável dos recursos hídricos e a poluição de rios e lagos está fazendo da água doce potável um bem cada vez mais raro e precioso. Se os atuais padrões de consumo e poluição não mudarem, em 2025, bilhões de pessoas no mundo viverão escassez absoluta de água doce. Poluição química: Causada pela presença de produtos químicos nocivos ou indesejáveis, seus efeitos nocivos podem ser sutis e levarem muito tempo para serem sentidos. Aerossóis atmosféricos: Aerosol ou Aerossol é um conjunto de partículas sólidas ou líquidas suspensas num gás, com alta mobilidade intercontinental. Um dos efeitos indiretos do aerossol sobre o sistema climático é o forçamento radioativo (do inglês radiative forcing), que é um desequilíbrio térmico gerado pela perturbação energética radioativa do aerossol. Alguns aerossóis ocorrem de forma natural (aerossol atmosférico), originados pela vegetação viva, da pulverização da água, dos vulcões, das tempestades de areia ou pó ou de incêndios florestais. Algumas atividades humanas, como o uso de combustíveis fósseis e alteração da superfície terrestre também geram aerossóis (aerossóis antropogênicos), que representam 10% da quantidade total de aerossol presente na atmosfera. Existem aerossóis com elevada capacidade de reflexão, como sulfatos, que contribuem para um resfriamento da atmosfera (forçamento radioativo negativo), enquanto outros possuem elevada capacidade de absorção, contribuindo, portanto, para um aquecimento da atmosfera (forçamento radioativo positivo). A interação destes aerossóis com nuvens, por exemplo, altera a capacidade de reflexão/absorção destas, promovendo uma mudança em suas atividades e duração. 
  • Exemplos do BNDES: Diferenciação de Condições Financeiras: caldeira com maior eficiência para co-geração em usinas sucroenergéticas. Critérios de Financiamento: padrões tecnológicos e limites de emissão para termoelétricas a combustíveis fósseis. III. Instrumentos Financeiros: Fundo Clima e Fundos de Investimento em Participação Acionária; IV. Inovação: Inova Empresa / PAISS
  • Exemplos do BNDES: V. Monitoramento de Efetividade: Quadro Lógico do Fundo Amazônia. VI. Mecanismos de Certificação: ProCopa Turismo incentiva certificação de construção sustentável (Subprograma Hotel Sustentável) e de eficiência energética (Subprograma Hotel Eficiência Energética) VII. Sustainability Scorecards: Questionários dos Guias Socioambientais. VIII. Reporting: Ainda não temos um incentivo para reporting em Relatórios de Sustentabilidade como um todo, mas temos para os inventários de carbono por consequência do Índice Carbono Eficiente.

“Transformando discurso en práctica: El papel de los Bancos de Desarrollo en la Efectividad de la Agenda Ambiental” - Gabriel Rangel Visconti, BNDES, Brasil “Transformando discurso en práctica: El papel de los Bancos de Desarrollo en la Efectividad de la Agenda Ambiental” - Gabriel Rangel Visconti, BNDES, Brasil Presentation Transcript

  • Transformando o Discurso em Prática: O Papel dos Bancos de Desenvolvimento na Efetividade da Agenda Ambiental Gabriel Rangel Visconti Superintendente da Área de Meio Ambiente
  • 2 Nas últimas duas décadas a agenda ambiental ganhou protagonismo em nossa sociedade  O aumento da disponibilidade de informações sobre problemas ambientais ocasionou o aumento da consciência da sociedade como um todo para a importância de se promover uma maior preservação do meio ambiente.  Entre os sinais deste movimento estão o aumento do nível de exigência por reguladores ambientais e a incorporação da sustentabilidade enquanto diferencial na concorrência empresarial, além de uma vultuosa proliferação de iniciativas ambientais Multilaterais: Instituições Financeiras: Agenda Empresarial:
  • 3 Porém, tais iniciativas ainda não nos colocaram em uma trajetória de desenvolvimento sustentável Fonte: Rockstrom et al 2009 Os padrões vigentes de produção e consumo demandam recursos naturais em quantidade 50% superior à que a Terra pode recuperá-los, colocando “em cheque” os limites do planeta. View slide
  • 4 E para reverter este processo desafios relevantes devem ser superados  Governança: Enquanto impactos ambientais de caráter local têm sua regulação intensificada a cada dia, no âmbito global a celebração de acordos vinculantes ainda é incipiente.  Crescimento e Meio Ambiente: Países em desenvolvimento precisam promover uma política de desenvolvimento que concilie crescimento econômico, inclusão social e preservação ambiental.  Empresas: Embora haja oportunidades para melhorias em padrões ambientais que também resultam em retorno econômico, em parte dos casos a iniciativa privada vive um trade off entre melhora em padrões ambientais e rentabilidade.  Inovação: O desenvolvimento e difusão de tecnologias ambientalmente mais adequadas é fundamental para viabilizar a transição para um modelo de desenvolvimento sustentável.  Transparência: O consumidor é um importante catalisador de esforços ambientais por governos e empresas, sendo vital, para isto, que haja disponibilidade de informações acerca dos impactos ambientais associados aos diferentes padrões de produção e consumo. View slide
  • 5 I. Diferenciação de Condições Financeiras A disponibilização de instrumentos financeiros com condições mais atrativas do que as disponíveis no mercado podem viabilizar investimentos com externalidades ambientais positivas. II. Critérios de Financiamento Para os setores de alta criticidade ambiental, a utilização de padrões mínimos de sustentabilidade, adicionais à legislação, induz a adoção de melhores práticas ambientais pelo setor privado. III. Instrumentos Financeiros De acordo com as especificidades de cada setor, o desenvolvimento de instrumentos financeiros específicos pode ser necessário para alavancar investimentos que carecem de financiamento. IV. Inovação Para garantir que os investimentos em desenvolvimento tecnológico estejam articulados entre si e alinhados com a agenda de desenvolvimento do país, bancos de desenvolvimento podem promover chamadas de projetos e outros mecanismos para fomentar investimentos em inovação. e os Bancos de Desenvolvimento possuem diferentes instrumentos para elevar a efetividade da agenda ambiental
  • 6 e os Bancos de Desenvolvimento possuem diferentes instrumentos para elevar a efetividade da agenda ambiental V. Monitoramento de Efetividade Com o objetivo de monitorar a contribuição dos projetos financiados para os objetivos para os quais foram concebidos, a utilização de Quadro Lógico com indicadores de efetividade se apresenta como uma ferramenta de grande utilidade. VI. Mecanismos de Certificação A difusão de mecanismos de certificação é importante para disponibilizar ao consumidor mecanismos de aferição da sustentabilidade de produtos verdes. VII. Sustainability Scorecards A utilização de quadros de indicadores ambientais, customizados por setor, é uma importante ferramenta para a avaliação ambiental de projetos financiados. VIII. Reporting Com o objetivo de aumentar a transparência e comparabilidade da atuação ambiental de empresas, iniciativas que padronizem a forma como as empresas apresentam o seu relatório de sustentabilidade devem ser estimuladas.
  • 7 OBRIGADO!