ultrasom

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ultrasom

  1. 1. ULTRA-SOM (U.S.)
  2. 2. <ul><li>ULTRA-SOM </li></ul><ul><li>A energia do U.S não pertence ao espectro eletromagnético situando-se no espectro acústico. </li></ul><ul><li>Ultra-som: além do som </li></ul><ul><li>freqüências além da faixa audível normal </li></ul>
  3. 3. <ul><li>Ouvido humano: escuta ondas sonoras que variam de 16 a 20.000 Hz </li></ul><ul><li>U.S. terapêutico: 750.000 3.000.000 Hz </li></ul><ul><li>(0,75 a 3 MHz) </li></ul><ul><li>As freqüências mais comumente utilizadas são: 1 e 3 MHz. </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Dependendo da freqüência das ondas o U.S. é utilizado para: </li></ul><ul><li>Diagnóstico por imagem </li></ul><ul><li>cura terapêutica de tecidos </li></ul><ul><li>destruição de tecidos </li></ul>
  5. 5. Entre outros: - aparelho de sonar sob a água - limpeza de metal
  6. 6. <ul><li>ULTRA-SOM: modalidade de penetração profunda </li></ul><ul><li>Produz alterações nos tecidos por mecanismos térmicos e não-térmicos (mecânicos). </li></ul>
  7. 7. <ul><li>O ultra-som é bastante utilizado devido os seus efeitos de aquecimento profundo mas a sua variedade de efeitos biofisiológicos o torna uma modalidade potencialmente útil podendo incluir: </li></ul><ul><li>Aumento da velocidade de reparo do tecido </li></ul><ul><li>aumento do fluxo sangüíneo </li></ul>
  8. 8. <ul><li>aumento da extensibilidade do tecido </li></ul><ul><li>aumento da velocidade de reparo do tecido e da cura de lesões </li></ul><ul><li>dissolução de depósitos de cálcio </li></ul><ul><li>redução da dor (alteração de condução nervosa) </li></ul>
  9. 9. <ul><li>Redução do espasmo muscular </li></ul><ul><li>alteração da permeabilidade da membrana celular. </li></ul><ul><li>Em contraste à radiação eletromagnética, o U.S. não é capaz de viajar n o vácuo. </li></ul>
  10. 10. <ul><li>Sua velocidade através de diferentes materiais varia consideravelmente: </li></ul><ul><li>ar: 300 m/s </li></ul><ul><li>água doce: 1400 m/s </li></ul><ul><li>água do mar: 1500 m/s </li></ul><ul><li>tecido muscular: 1400 m/s </li></ul><ul><li>tecido adiposo: 1600 m/s </li></ul>
  11. 11. PRODUÇÃO DE ULTRA-SOM <ul><li>O ultra-som é produzido por uma corrente alternada que flui através de um cristal piezoelétrico: </li></ul><ul><li>Quartzo </li></ul><ul><li>titanato de bário </li></ul><ul><li>zirconato de chumbo </li></ul><ul><li>titanato </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Esse cristal fica alojado em um transdutor (converte uma forma de energia em outra). </li></ul><ul><li>Os cristais piezoelétricos produzem cargas elétricas positivas e negativas quando se contraem ou se expandem. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>O efeito piezoelétrico direto: os cristais com propriedades piezoelétricas produzem cargas elétricas positivas e negativas quando são comprimidos ou expandidos. </li></ul>
  14. 14. (0) (0) (+) (-)
  15. 15. <ul><li>O efeito piezoelétrico inverso (indireto) Os mesmos cristais se expandem ou se contraem quando uma corrente elétrica o atravessa. </li></ul>
  16. 16. (+) (-) (+) (-)
  17. 17. <ul><li>O U.S. é produzido por meio do efeito piezoelétrico inverso. A vibração dos cristais causa a produção mecânica de ondas sonoras de alta freqüência. </li></ul>
  18. 18. Efeito piezoelétrico no osso
  19. 19. OSTEOBLASTOS OSTEOCLASTOS ESTRÓGENO Ação direta (apoptose precoce) Ação indireta (impede a produção de citocinas que atraem os osteoblastos Ação das cargas ATIVIDADE FÍSICA Estimula a produção
  20. 20. <ul><li>Metabolismo ósseo normal </li></ul><ul><li>Equilíbrio entre a ação de osteoblastos e osteoclastos </li></ul><ul><li>Osso íntegro: resistente á fraturas </li></ul>
  21. 21. PERDA DO EQUILÍBRIO GERA: OSTEOPENIA ou OSTEOPOROSE Diminuição da massa Diminuição da massa associada a alterações da geometria óssea elevando o risco de fratura
  22. 22. EFEITO PIEZOELÉTRICO Carga mecânica (atividade física) Energia mecânica gera Micro deformações Micro deformações: energia elétrica negativa E elétrica negativa atrae osteoblasto
  23. 24. TRANSMISSÃO DE ONDAS DE U.S. <ul><li>Devido a elevadas freqüências presentes, o U.S. precisa de um meio denso para percorrer e, portanto, é incapaz de atravessar o ar. O U.S apresenta uma forma de onda senoidal e exibe propriedades de comprimento de onda, freqüência, amplitude e velocidade. </li></ul>
  24. 25. <ul><li>A energia da onda é transferida por uma molécula colidindo com sua vizinha e trocando energia cinética, sem originar um deslocamento verdadeiro de moléculas. </li></ul>
  25. 26. <ul><li>ONDAS LONGITUDINAIS </li></ul><ul><li>As partículas se deslocam paralelamenta à direção do som. </li></ul>
  26. 27. <ul><li>A alternância de pressão alta e baixa exercida pelo feixe de ultra-som resulta em regiões de elevada densidade de partícula (compressão) e de baixa densidade de partícula (rarefação) ao longo do caminho da onda. </li></ul>
  27. 28. COMPRIMEM EXPANDEM
  28. 29. ESSAS FLUTUAÇÕES SÃO CAPAZES DE PRODUZIREM EFEITOS FISIOLÓGICOS.
  29. 30. <ul><li>ONDAS TRANSVERSAIS (Cisalhamento) </li></ul><ul><li>As partículas se deslocam perpendicularmente à direção da onda sonora. </li></ul><ul><li>As ondas transversais não atravessam fluidos e só aparecem no corpo quando o ultra-som encontra um osso. </li></ul>
  30. 31. A ONDA DE ULTRA-SOM <ul><li>Como todas as ondas sonoras, as ondas de ultra-som têm as propriedades de reflexão, refração, penetração e absorção. </li></ul>
  31. 32. REFLEXÃO A reflexão ocorre quando uma onda não consegue atravessar a próxima densidade. Pode ser completa ou parcial. O eco é um exemplo de reflexão composta de energia acústica.
  32. 33. REFRAÇÃO A refração é a curvatura das ondas resultante de uma alteração da velocidade de uma onda que entra em um meio com densidade diferente.
  33. 34. ABSORÇÃO A absorção ocorre através de um meio que recebe a onda e a transforma em energia cinética. Os tecidos podem absorver parte o toda a energia neles introduzida.
  34. 35. <ul><li>Em geral, a energia prefere percorrer uma linha reta. Entretanto, quando percorre um meio, seu trajeto é influenciado pelas alterações da densidade. A energia que atinge uma interface entre duas densidades diferentes pode ser refletida, refratada ou absorvida pelo material, ou pode continuar a atravessar o material, não sendo afetada pela mudança. </li></ul>
  35. 36. <ul><li>FREQÜÊNCIA </li></ul><ul><li>A freqüência de saída de um gerador de ultra-som é medida em megahertz (MHz) e descrita como o número de ondas que ocorrem em 1 segundo. </li></ul><ul><li>A freqüência de saída do ultra-som determina a profundidade de penetração da energia, com uma correlação linear entre a freqüência do ultra-som e a profundidade na qual a energia é absorvida pelo tecido. </li></ul>
  36. 37. <ul><li>Geradores de ultra-som de alta freqüência (3MHz) são empregados para tratamento de tecidos superficiais, pois a energia é rapidamente absorvida. </li></ul><ul><li>O gerador mais utilizado, o de 1 MHz, oferece um ajuste entre a penetração profunda e um aquecimento adequado, em função da freqüência relativamente baixa empregada. </li></ul>
  37. 39. <ul><li>POTÊNCIA E INTENSIDADE </li></ul><ul><li>Potência: medida em Watts (W) </li></ul><ul><li>Quantidade de energia produzida por um transdutor. </li></ul><ul><li>A intensidade representa a força das ondas sonoras, em uma determinada área, dentro dos tecidos tratados. </li></ul>
  38. 40. <ul><li>Existem 3 medidas importantes de intensidade: </li></ul><ul><li>valor de meia camada </li></ul><ul><li>intensidade média espacial </li></ul><ul><li>intensidade média temporal (tempo) </li></ul>
  39. 41. <ul><li>VALOR DE MEIA CAMADA </li></ul><ul><li>Representa a profundidade em que 50% da energia ultra-sônica foi absorvida pelos tecidos. </li></ul><ul><li>1 W/cm2 perde 50% de sua energia em uma profundidade de 2,3 cm; </li></ul><ul><li>Então, a intensidade do feixe é de 0,5 W/cm2 </li></ul>
  40. 42. <ul><li>Ao dobro dessa profundidade (4,6 cm), a intensidade do ultra-som é reduzida para 0,25 W/cm2. </li></ul><ul><li>Quando se procura atingir tecidos profundos, deve-se considerar o efeito do valor de meia amada junto com os efeitos de penetração de freqüências de saída de 1 e 3 MHz. </li></ul>
  41. 43. <ul><li>INTENSIDADE MÉDIA ESPACIAL (IME) </li></ul><ul><li>Quantidade de energia que passa através de uma área específica. Nesse caso a área da fonte sonora (a área de radiação efetiva). </li></ul><ul><li>A IME fornece a medida da potência por unidade de área da fonte sonora. </li></ul>
  42. 45. <ul><li>Este valor é calculado: </li></ul><ul><li>Potência de saída (watts) </li></ul><ul><li>ARE da fonte do transdutor (cm2) </li></ul><ul><li>Exemplo: Fonte: 10 W </li></ul><ul><li>ARE: 5 cm2 </li></ul><ul><li>IME: 2 W/cm2 </li></ul><ul><li>As doses convencionais de tratamento variam de 0,5 a 5 W/cm2 </li></ul>
  43. 46. <ul><li>INTENSIDA TEMPORAL MÉDIA </li></ul><ul><li>Mede a potência de energia ultra-ônica liberada nos tecidos, em um dado período. </li></ul><ul><li>É significativa na aplicação de ultra-som em pulsos. </li></ul><ul><li>A energia liberada nos tecidos, por unidade de tempo, com ultra-som operando em um ciclo de funcionamento de 50%, é metade da energia liberada por modo contínuo. </li></ul>
  44. 47. <ul><li>Exemplo: </li></ul><ul><li>IEM: 2 W/cm2; </li></ul><ul><li>Ultra-som em pulsos de 50% do ciclo de funcionamento </li></ul><ul><li>A intensidade temporal média do tratamento será de 1 W/cm2 </li></ul><ul><li>(2 W/cm2 x 0,5 = 1 W/cm2) </li></ul>
  45. 48. <ul><li>DURAÇÃO DO TRATAMENTO </li></ul><ul><li>A duração do tratamento depende do tamanho da área a ser tratada, da intensidade de saída e das metas terapêuticas do tratamento. </li></ul><ul><li>A área para um tratamento não deve ser maior que duas ou três vezes a área da superfície da ARE da fonte sonora. </li></ul>
  46. 49. <ul><li>Tempo: número de cabeçotes + 2 </li></ul><ul><li>Exemplo: </li></ul><ul><li>área a ser tratada = 2 cabeçotes </li></ul><ul><li>+ 2 </li></ul><ul><li>Tempo total = 4 minutos </li></ul>
  47. 50. <ul><li>MODOS DE APLICAÇÃO DO U.S. </li></ul><ul><li>Dependendo do tipo de saída, o U.S. é capaz de produzir alterações fisiológicas térmicas e não-térmicas. </li></ul><ul><li>Uma saída contínua (100%) provoca efeitos principalmente térmicos. </li></ul><ul><li>A aplicação em pulsos breves (ex: 20%) – pulsado - produz, efeitos não-térmicos. </li></ul>
  48. 51. Como determinar o modo de aplicação do U.S.? Pulsado ou contínuo?
  49. 52. <ul><li>Isso vai depender da avaliação para determinar o estágio de cura, o estágio da inflamação e as metas do tratamento. </li></ul>
  50. 53. AGENTES E MÉTODOS DE ACOPLAMENTO <ul><li>As ondas de ultra-som não podem atravessar o ar, portanto deve ser utilizado um agente de acoplamento para permitir que as ondas passem do transdutor para os tecidos. </li></ul>
  51. 54. Acoplamento direto <ul><li>O transdutor é colocado diretamento sobre a pele, junto com um gel que serve para excluir o ar entre a pele e a fonte sonora. </li></ul><ul><li>os géis acopladores consistem de água destilada e um material inerte e não-refletor, que aumenta a viscosidade da mistura. </li></ul>
  52. 56. Imersão em água <ul><li>Utilizado para tratamento de áreas irregulares. </li></ul><ul><li>A parte do corpo é imersa em uma banheira de água e o cabeçote é colocado na água a aproximadamente 2,5 cm de distância </li></ul>
  53. 58. Método da bexiga <ul><li>Essa técnica emprega um balão cheio de água ou uma bolsa de plástico (bexiga) coberta com um gel acoplador. A bexiga pode se adaptar a área irregulares. </li></ul><ul><li>Antes de ser fechada, todas as bolsas de ar devem ser removidas da bexiga. </li></ul>
  54. 60. OS EFEITOS DO U.S. <ul><li>Mecânico </li></ul><ul><li>Químico ou biológico </li></ul><ul><li>Térmico </li></ul><ul><li>Neural </li></ul>
  55. 61. EFEITO MECÂNICO <ul><li>Micromassagem: </li></ul><ul><li>O U.S. também produz pressões. Quando essas são aplicadas ao corpo, comprimem e liberam o tecido como na massagem, porém em velocidades muito mais rápidas. </li></ul>
  56. 62. EFEITOS QUÍMICOS OU BIOLÓGICOS <ul><li>Melhora da permeabilidade de todas as membranas aos íons sódio e potássio. </li></ul><ul><li>vasodilatação </li></ul><ul><li>analgesia </li></ul><ul><li>alteração do pH tecidual </li></ul>
  57. 63. EFEITOS TÉRMICOS <ul><li>Calor: produzido pela fricção criada pela ondas passando através do tecido. </li></ul><ul><li>Vantagem: calor dirigido. </li></ul>
  58. 64. EFEITOS NEURAIS <ul><li>A pressão sonora produzida pelas ondas de ultra-som faz com que as moléculas grandes desenvolvam uma carga piezoelétrica que, por sua vez, estimule os nervos assim como os músculos. </li></ul>
  59. 65. EFEITOS SOBRE O CICLO DE RESPOSTA À LESÃO <ul><li>Os efeitos da aplicação de U.S. dependem: </li></ul><ul><li>- modo de aplicação (contínuo ou pulsado) </li></ul><ul><li>- da freqüência </li></ul><ul><li>- do tamanho da área a ser tratada </li></ul><ul><li>- dos tecidos tratados (vascularização e densidade). </li></ul>
  60. 66. FLUXO SANGÜÍNEO <ul><li>O U.S. contínuo aumenta o fluxo sangüíneo. </li></ul><ul><li>Outros fatores fisiológicos também podem promover o aumento do fluxo sangüíneo: alteração da permeabilidade da membrana celular e a liberação de histamina na área tratada. </li></ul>
  61. 67. CICATRIZAÇÃO DO TECIDO <ul><li>Acelera a fase inflamatória </li></ul><ul><li>influencia a atividade de macrófagos </li></ul><ul><li>aumenta a adesão de leucócitos nas células endoteliais danificadas </li></ul><ul><li>aplicação durante a fase de proliferação estimula a divisão celular. </li></ul>
  62. 68. ESTIRAMENTO DO TECIDO <ul><li>O efeito térmico de aumento da extensibilidade dos tecidos ricos em colágeno pode ser empregado de forma vantajosa incorporando-se exercícios de amplitude de movimento depois da aplicação de U.S. contínuo. </li></ul>
  63. 69. CONTROLE DA DOR <ul><li>Efeito direto sobre o SNP: influencia na transmissão dos impulsos nervosos elevando o limiar de dor. </li></ul><ul><li>Efeito indireto: redução da dor decorrente das alterações do tecido produzidas em função da aplicação do U.S. </li></ul>
  64. 70. FONOFORESE <ul><li>A energia ultra-sônica pode ser utilizada para liberar medicamentos nos tecidos pelo processo de fonoforese. </li></ul><ul><li>Os efeitos da energia ultra-sônica abrem caminhos que permitem que a medicação se difunda através da pele e penetre mais profundamente nos tecidos. </li></ul>
  65. 71. <ul><li>A medicação que penetra nos tecidos dessa maneira não passa pelo fígado, portanto, diminui a eliminação metabólica das substâncias. </li></ul><ul><li>A combinação de fatores como composição, hidratação, vascularização e espessura da ele, estimula ou evita a difusão de medicamentos através da pele e, portanto, para tecidos mais profundos. </li></ul>
  66. 72. <ul><li>Na aplicação da fonoforese, o substituto do gel acoplador padrão é um gel ou um creme contendo a medicação. </li></ul><ul><li>TABELA DAS SUBSTÂNCIAS APLICADAS POR FONOFORESE. </li></ul>
  67. 73. <ul><li>A eficácia da fonoforese não foi totalmente comprovada e ainda existe controvérsia. </li></ul><ul><li>As seguintes recomendações foram estabelecidas, a fim de fornecer a melhor aplicação de fonoforese: </li></ul><ul><li>- Utilizar apenas meios aprovados de transmissão de ultra-som. </li></ul>
  68. 74. <ul><li>Assegurar-se de que a pele esteja bem úmida; áreas de pele seca devem ser evitadas. </li></ul><ul><li>aplicar o U.S. ou calor úmido ou tricotomizar a área antes do tratamento, para melhorar a capacidade de difusão da medicação através da pele e dentro dos tecidos. </li></ul><ul><li>posicionar a extremidade de forma a estimular a circulação </li></ul>
  69. 75. <ul><li>Utilizar uma saída contínua para maximizar o efeito da fonoforese (a menos que os efeitos térmicos do ultra-som sejam contra-indicados). </li></ul><ul><li>depois do tratamento, cubra a medicação remanescente com um tecido oclusivo. </li></ul>
  70. 76. CICATRIZAÇÃO DE FRATURAS <ul><li>A técnica para a cicatrização de fraturas emprega uma saída de 1,5 MHz, feixe em pulso de baixa intensidade (30 mW/cm2), aplicado durante uma sessão de 20 minutos por dia. </li></ul><ul><li>Porém, estes parâmetros de saída NÃO estão disponíveis nas unidades terapêuticas de ultra-som convencionais. </li></ul>
  71. 77. INDICAÇÕES <ul><li>Contraturas articulares </li></ul><ul><li>Espasmo muscular </li></ul><ul><li>Neuroma </li></ul><ul><li>Tecido cicatricial </li></ul><ul><li>Distúrbios do sistema nervoso simpático </li></ul><ul><li>Pontos-gatilho </li></ul><ul><li>Verrugas </li></ul><ul><li>Espasticidade </li></ul>
  72. 78. <ul><li>Redução pós-aguda de mosite ossificante </li></ul><ul><li>Condições inflamatórias agudas (saída em pulso) </li></ul><ul><li>Condições inflamatórias crônicas (saída em pulso o contínua) </li></ul>
  73. 79. CONTRA INDICAÇÕES <ul><li>Patologias agudas (saída contínua) </li></ul><ul><li>áreas isquêmicas </li></ul><ul><li>tendência à hemorragia </li></ul><ul><li>áreas ao redor dos olhos, coração, crânio ou genitália </li></ul><ul><li>gravidez, quando aplicada sobre áreas pélvicas ou lombares </li></ul>
  74. 80. <ul><li>sobre tumores cancerígenos </li></ul><ul><li>sobre a medula espinhal ou grandes plexos nervosos, em altas doses </li></ul><ul><li>áreas anestesiadas </li></ul><ul><li>sobre locais de fratura, antes que a consolidação esteja completa </li></ul><ul><li>locais de fraturas por tensão </li></ul><ul><li>sobre locais de infecção ativa </li></ul><ul><li>sobre área pélvica ou lombar, em pacientes menstruadas </li></ul><ul><li>áreas cuja circulação esteja prejudicada </li></ul>
  75. 81. PROFUNDIDADE DE PENETRAÇÃO <ul><li>1 MHz: penetra cerca de 5 cm </li></ul><ul><li>3 MHz: penetra menos que 2 cm </li></ul>

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