Trabalho drogas   biologia
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Slides falando sobre Drogas lícitas
ilícitas, exemplos, impactos,
possível legalização da maconha no brasil,

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Trabalho drogas   biologia Trabalho drogas biologia Presentation Transcript

  • DROGASNATÁLIA ARARIPE (@NATALIAARARIPEE) ALUNA DE INFORMÁTICA DA EEEPP MOREIRA DE SOUSA
  • O que são Drogas? Drogas são substancias capazes de alterar o funcionamento do organismohumano. Dependendo da natureza e composição das mesmas elas podem agirem determinados locais ou no organismo como um todo. Toda droga tem seus efeitos, porém eles não se manifestam da mesma maneira em todos os organismos, especialmente porque cada droga tem sua contra-indicação. Há dois grandes grupos de drogas, que não as agrupam segundo as suas características, mas segundo as convenções e exigências sociais. São eles o grupo das drogas são substâncias capazes de produzir alterações nas sensações físicas, psíquicas e emocionais. Sendo assim, energéticos, café, refrigerantes, chocolates, dentre muitos outros alimentos, contêm substâncias que podem ser consideradas drogas poisalteram de alguma maneira as sensações de quem as ingere. Estas, porém, se ingeridas em quantidade moderada não representam nenhuma ameaça para o ser humano. Se, no entanto, são demasiadamente utilizadas por alguém, podem causar uma leve dependência e problemas de saúde futuros. Drogas lícitas e o grupo das drogas ilícitas.
  • Drogas LícitasSão drogas que tem a sua produção e seu uso permitidos por lei, sendoliberadas para comercialização e consumo tais como as bebidas alcoólicase cigarros. Observa-se aqui que o fato de serem liberadas não significa quenão tenham algum tipo de controle governamental bem como nãoprovoquem algum prejuízo à saúde mental, física e social. Isto dependeráde múltiplos fatores tais como quantidade, qualidade e freqüência de uso.As drogas lícitas mais consumidas pela população em geral, são asseguintes: álcool, tabaco, benzodiazepínicos (remédios utilizados parareduzir a ansiedade ou induzir o sono); xaropes (remédios para controlar atosse e que podem ter substâncias como a codeína, um derivado doóptico); descongestionantes nasais (remédios usados para desobstruir onariz) os anorexígenos (medicamentos utilizados para reduzir o apetite econtrolar o peso);Suplementos alimentares(para aumento de energia eforça);e os anabolizantes (hormônios usados para aumentar a massamuscular).
  • Drogas Lícitas Exemplos:Cigarro, Álcool, Medicamentos,e Nicotina (...)
  • Drogas Ilícitasé toda e qualquer substância química proibida por lei. Note-se que algumas drogas, ilícitas em determinados países (como o álcool em determinados estados muçulmanos) sãopermitidas e de uso corrente em países onde o seu uso é aceito culturalmente.
  • Exemplos:Cocaína, Crack, Maconha, LSD, Heroína (...)
  • Impactos:
  • Efeitos Os efeitos pretendidos pode ser: Viajar, quer dizer fugir da realidade, fica excitada, alegre , falante, muda a personalidade, passa a esquecer arealidade, Tudo é nonato e agradável, a dor vai embora. Esquece os momentos que a aborrecem. Pois drogado )a) a vida é diferente. As vezes quer só relatar, que se aprofundar num pensamento, quer esquecer. quer ficar em alfa, etc. Os efeitos prováveis é. Perca da consciência. Da vontade de viver sóbril, fica doente químico (a). Com issopode morrer, ficar louco ir preso (a) álcool também é droga. e o alcoolismo não tem cura. Quem usa droga não usa com alegria no fundo usam para viver e vivem parausar. Não conseguem se libertar sozinho . Existe sempre u aporta alerta para quem precisa de ajuda A.A. alcoólicos anônimos e NA Narcóticos anônimos;Se um a pessoa que usou droga e parou não afaste de apagamento por exemplo faz e esquece. Se ela ficar 5 anos sem usar a doença não regride e se ela tiver caída e voltar usar se for a próxima fase a terminal ela morrerá
  • AMY WINEHOUSE
  • AMY WINEHOUSE
  • (iG em entrevista Carlini)A MACONHA PODE SER LEGALIZADA NO BRASIL? A tese é defendida por Elisaldo Carlini, psicofarmacologista, professor da Faculdade Federal de Medicina de São Paulo, (Unifesp), diretor do Centro Brasileiro de Informações sobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) e membro do comitê de peritos da Organização Mundial da Saúde (OMS) sobre álcool e drogas. Carlini faz parte de um grupo de pesquisadores brasileiros que analisa as propriedades terapêuticas da maconha desde 1960.
  • MACONHA É ALTERNATIVA NO TRATAMENTO DE DORLegalizar a maconha para fins terapêuticos representa um avanço para amedicina. A droga é mais uma possibilidade de tratamento para dor em doençascomo câncer, AIDS, esclerose múltipla e glaucoma. A tese é defendida porElisaldo Carlini, psicofarmacologista, professor da Faculdade Federal deMedicina de São Paulo, (Unifesp), diretor do Centro Brasileiro de Informaçõessobre Drogas Psicotrópicas (Cebrid) e membro do comitê de peritos daOrganização Mundial da Saúde (OMS) sobre álcool e drogas.Carlini faz parte de um grupo de pesquisadores brasileiros que analisa aspropriedades terapêuticas da maconha desde 1960. Os estudos foramencabeçados pelo professor Jose Ribeiro do Vale, na Unifesp, e hoje têm focosem diversas partes do País. São Paulo, Santa Catarina e Minas Gerais reúnemos principais defensores da legalização da droga com objetivos medicinais.Após 50 anos de estudo, a proposta é criar uma agência pública queregulamente a plantação, fabricação, e comercialização da maconha e viabilizeo uso medicinal da droga, seja ele como fumo, cápsula ou spray, com controle erigor.Em entrevista ao iG, Carlini, que organiza e participa nesta terça-feira dosimpósio "Por uma Agência Brasileira da Cannabis Medicinal" na Unifesp, relataas experiências bem sucedidas de países que já fazem o uso medicinal dadroga, explica qual será o papel desse novo órgão e defende que o usomedicinal da maconha não provoca dependência química.
  • iG: De que forma a maconha, como medicamento, poderia ser oferecida no Brasil?Carlini: Teremos, no mínimo, três vias de introdução do medicamento: a maconha fumada, adroga via oral - oferecida em cápsula ou comprimido - e a maconha inalada, o spray bucal.iG: Quais os efeitos colaterais da maconha de uso medicinal e os efeitos do uso recreativo?Carlini: Em relação ao uso recreativo, pode dar efeitos severos, como taquicardia, secura naboca e vermelhidão nos olhos. Pode produzir variações que vão da euforia ao mal-estar eà sensação de infelicidade. Não é frequente, mas pode ocorrer. Delírios e alucinaçõestambém são registrados. O uso terapêutico não é desmedido e tem poucas chances deviciar. A maconha é um medicamento bom para combater a náusea e o vômito em pacientescom câncer. Essa utilidade foi descoberta por jovens americanos. Eles tinham leucemia efaziam o tratamento com quimioterapia. Como jovens, queriam se divertir. Vários passarama freqüentar baladas e fumaram a droga. Notaram claramente que a náusea e ovômito, efeitos colaterais do tratamento do câncer, tinham diminuído efetivamente. Osmédicos começaram a pesquisar e desde 1990 prescrevem o uso do Marinol, uma cápsulagelatinosa, que contém o princípio ativo da maconha. Na Inglaterra é comercializado oSativex, produto em forma de spray bucal, que já é exportado para mais de 20 países parauso clinico. O Canadá tem um derivado sintético e na Holanda é utilizada a planta in natura.iG: Qual os efeitos benéficos da droga? Em quais casos o uso poderá ser recomendadopelos médicos?Carlini: Para doenças que provocam dores neuropáticas (sistema nervoso), como a esclerosemúltipla, o efeito é extremamente positivo. Esse tipo de dor não é muito neutralizado pelosanalgésicos existentes. Mesmo a morfina tem um efeito menos intenso. Nesses casos, amaconha tem um efeito extremamente positivo, bastante forte. No século 19 ela erautilizada e considerada uma divindade na neurologia. Na área de sistema nervosocentral, não há nenhum medicamento que não esteja passivo de cuidados redobrados emfunção da toxidade. Efeitos adversos existem. As principais indicações são para conternáuseas e vômitos provocados pelos remédios usados na quimioterapia, em casos decâncer, a caquexia – enfraquecimento extremo, comum para portadores do vírus da AIDS -, além das doenças crônicas como a esclerose múltipla e o glaucoma.
  • iG: Muitos hospitais têm usado a acupuntura como um tratamento paralelo àquimioterapia, apresentando bons resultados no trato da dor. Qual seria o efeito diferenciadoda maconha, já que o uso também é recomendando para aliviar a dor?Carlini: A maconha e seus derivados não têm nenhum efeito espetacular. Os efeitos terapêuticosnão fazem milagre nenhum. Queremos legalizar o uso porque significa mais uma opção notratamento. O alcance dos remédios para combater a dor é limitado. Sempre há um númeroconsiderável de pacientes que não reagem. A morfina, por exemplo, que é um dos analgésicosmais poderosos que temos, não tem 100% de eficácia. É fundamental que a medicina contesempre com opções terapêuticas. Isso representa evolução. O objetivo é abrir o leque e saber quetemos essa possibilidade. Tenho recebido e-mails de pacientes de esclerose múltipla que estão setratando com o fumo da maconha e estão se sentindo muito bem. Hoje, no Brasil, a forma de setratar com a maconha é só via fumo, e ainda de baixa qualidade, comprado ilegalmente. É precisomuito cuidado. A maconha adquirida no submundo tem muito estrume de vaca no meio, e éprejudicial ao tratamento. Por isso que precisamos de regulamentação e controle de qualidade naprodução.iG: Como seria feito o uso, a comercialização da droga no Brasil?Carlini: Hoje, já poderíamos ter o uso por compaixão: o médico prescreve o produto que éfabricado na Inglaterra ou nos EUA e o paciente tem o direito por lei de fazer com que o governobrasileiro autorize a importação. Mas a burocracia é infernal. Às vezes o paciente morre antes deconseguir o medicamento. A idéia que está no nascedouro é com base na exigência da ONU(Organização das Nações Unidas): se um país vai produzir maconha para uso medicinal, ou algumderivado da droga, o que será plantado precisará de um controle rigoroso. Esse é o papel daAgência Nacional da Cannabis Medicinal (ainda não autorizada). É fundamental que sejadelimitada a área para o plantio. Essa terra deve ser propriedade do governo, do Ministério dasaúde, como ocorre na Holanda. O papel da Agência é controlar a produção, a venda damaconha, seja ela sintetizada ou em forma de cigarro. Para comercializar o fumo, o governo teráque plantar a maconha. No caso de produzir medicamentos sintetizados, será preciso contratarlaboratórios que extraiam o princípio ativo e produzam o remédio.
  • iG: O senhor é a favor da legalização da maconha?Carlini: Não sou de forma alguma a favor da legalização das drogas. Eu sou, na realidade, afavor de uma discussão ampla do que a sociedade quer em relação a isso. Não vejo razãopara permitir a legalização de nenhuma droga. Como professor de medicina, sempre pregoque todo medicamento deve ser prescrito da menor forma possível, com muita parcimônia.É uma substância química que esta sendo dada, seja ela qual for. O desvio do uso médico é oque gera problema. A maconha não representa mal nenhum do ponto de vista terapêutico.Os riscos são os mesmos apresentados por qualquer outro medicamento. É preciso levar emconta as reações adversas e as vantagens terapêuticas. Colocar na balança e ver qual o riscoe o beneficio. Se o risco prevalecer, o medicamento não deve ser usado. Agora, se obeneficio for maior, como é o caso da maconha, não há motivos para não ser prescrito.iG: O uso do medicamento, ou a recomendação do próprio cigarro não podem viciar?Carlini: Tudo pode gerar dependência. Na maconha o vício é muito menor, ela não tempoder indutor forte. Está escrito na literatura médica casos de dependência de cenoura.Ninguém sabe os motivos, mas esse relato existe desde 1920. Dependência é uma coisa queocorre com qualquer droga quando há o uso recreativo. No uso médico esse risco é raro.Não temos nenhum relato em que o uso terapêutico provocou dependência química.iG: A venda do cigarro autorizado será mais cara que o fumo já existente. O governopassará a concorrer com a droga vendida ilegalmente. Teremos a pirataria da maconha?Carlini: A maconha do governo será mais cara mesmo, pois será um produto de altíssimaqualidade. Comprar um produto falsificado é um risco a saúde, mas é também uma opção.Teremos a pirataria da maconha, sim. Isso, na realidade, já existe. No México e na AméricaCentral é comum o uso de inseticida na maconha. Não há controle nenhum do plantio. Adroga foi vendida e provocou um problema enorme de saúde pública. Precisamos tergarantias de qualidade. Quem vai usar para fins medicamentosos, seguramente estarádisposto a gastar. O controle da comercialização, ao meu ver, deverá ser feito pela portaria344, onde se controla produtos que causam dependência. O médico prescreve receita enotificação da receita. Será papel da Anivsa fiscalizar a prescrição e evitar o uso desmedido.
  • iG: Brasil está preparado para ter uma agência? A comunidade medica saberá fazer o uso controladodessa droga?Carlini: Falta controle e educação dos farmacêuticos, educadores, médicos e da própria sociedade. Masse esperarmos o panorama ideal, vamos retroceder no tempo. Temos que educar para saber lidar com oprogresso, não devemos fugir dele. O controle apenas não basta, é preciso ensinar a sociedade. É papeldo governo viabilizar um ampla campanha de saúde pública e informar sobre os efeitos danosos do usonão médico maconha. O País está evoluindo, o Ministério da Saúde tem boas leis. A ANVISA (AgênciaNacional de Vigilância Sanitária) também tem feito um trabalho bom de controle e fiscalização. O abusode medicamentos lícitos é maior do que os ilícitos: 25% dos brasileiros revelam que já tomaram algolícito de forma inapropriada. Se não houver controle, a comercialização ilegal ocorrerá com a maconha.Mas esse risco não pode impedir que o tratamento seja oferecido à população.iG: Em quanto tempo a agencia poderá ser criada? A mudança de governo poderá comprometer aaprovação desse projeto?Carlini: A idéia já está comprada pelo Ministério da Saúde e pelo CONAD (Conselho Nacional de Políticassobre Drogas). Mas é difícil estipular um prazo. No mundo ideal, em menos de um ano eu gostaria queconseguíssemos a aprovação da agência, mas não tenho expectativa nenhuma de quando isso vaiocorrer. Não sei o que vai acontecer com a mudança de governo com após as eleições. O PT (Partido dosTrabalhadores) tem dado espaço aos nossos trabalhos. Isso nos leva a crer que no caso da vitória dacandidata Dilma Rousseff, teremos continuidade dos trabalhos. Se o candidato do PSDB, JoséSerra, vencer não vemos dificuldades. Uma das lideranças do Partido, o ex-presidente FernandoHenrique Cardoso, é a favor da legalização. Acho que os dois cenários são favoráveis.iG: Quais os próximos passos para a aprovação?Carlini: Vamos tentar na próxima reunião do CONAD fazer com que analisem e discutam o projeto. Pedirpra a ANVISA colocar na pauta e debater o registro desses medicamentos. Queremos também qua aCoordenação de Saúde Mental acelere os programas educacionais sobre o mau uso da maconha. Essessão os próximos passos para chegarmos a até a criação da Agência.
  • Fonte: CRIADO POR Wikipédia – Yahoo @NATALIAARARIPEE POR FAVOR NÃO RETIREM OS Disponível em: CRÉDITOS, PLÁGIO É CRIME.chronicandtext.blogspotcom