Afecções cirúrgicas do sistema respiratório de grandes animais   EQUINOS Professor:  Andrigo Barboza Di Nardi Disciplina: ...
<ul><li>Download da apresentação: </li></ul><ul><li>http://www.slideshare.net/NanaBenitez </li></ul>
Principais afecções cirúrgicas <ul><li>Hemiplegia Laringeana </li></ul><ul><li>Condrite Aritenóide </li></ul><ul><li>Desvi...
<ul><li>Paralisia da Laringe / Ruído laríngeo Recorrente </li></ul><ul><ul><li>“ cavalo roncador” </li></ul></ul><ul><li>“...
Hemiplegia Laringeana  Epidemiologia <ul><li>Cavalos de esporte </li></ul><ul><li>Raças maiores </li></ul><ul><li>2~3 anos...
Hemiplegia Laringeana  Etiologia <ul><li>Sequelas de garrotilho </li></ul><ul><ul><li>Linadenopatia </li></ul></ul><ul><ul...
Hemiplegia Laringeana  Fisiopatogenia Axoniopatia distal do nervo laringeo recorrente Do estímulo necessário Para a contra...
Hemiplegia Laringeana  Classificação e Sinais Clínicos <ul><li>De acordo com os sinais clínicos: </li></ul><ul><ul><li>Hem...
Hemiplegia Laringeana  Classificação e Sinais Clínicos <ul><li>De acordo com o comprometimento das estruturas: </li></ul><...
Hemiplegia Laringeana  Diagnóstico <ul><li>Anamnese </li></ul><ul><li>Sinais clínicos </li></ul><ul><li>Exame físico: </li...
Hemiplegia Laringeana  Diagnóstico - Endoscopia Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=CV0vPH75XoI&feature=related ...
Hemiplegia Laringeana  Tratamento <ul><li>Medicamentoso </li></ul><ul><ul><li>Doença base (ATB) </li></ul></ul><ul><li>Cir...
Hemiplegia Laringeana  Tratamento cirúrgico <ul><li>Traqueostomia </li></ul><ul><ul><li>Técnica cirúrgica: </li></ul></ul>...
 
Hemiplegia Laringeana  Tratamento cirúrgico <ul><li>Laringotomia com Ventriculectomia + cordectomia </li></ul><ul><ul><li>...
 
Hemiplegia Laringeana  Tratamento cirúrgico <ul><li>Ventriculectomia + laringoplastia </li></ul><ul><ul><li>Técnica cirúrg...
Hemiplegia Laringeana  Pós operatório <ul><li>Limpar a ferida cirúrgica diariamente </li></ul><ul><li>ATBs tópicos </li></...
Hemiplegia Laringeana  Complicações cirúrgicas <ul><li>Tosse </li></ul><ul><li>Refluxo nasal (?) </li></ul><ul><li>Edema <...
Dúvidas até  aqui?
Condrite aritenóide Introdução <ul><li>Componente da síndrome de disfunção respiratória adquirida </li></ul><ul><li>Cursa ...
Condrite aritenóide Epidemiologia <ul><li>Em fase de treinamento </li></ul><ul><li>Plena atividade </li></ul><ul><li>Raça ...
Condrite aritenóide Etiologia <ul><li>Desconhecida.... </li></ul><ul><ul><li>Sonda nasogástrica...? </li></ul></ul><ul><ul...
Condrite aritenóide Fisiopatogenia Cartilagem  aritenóide Fator  predisponente Condrite  aritenóide Alterações  progressiv...
Condrite aritenóide Sinais clínicos <ul><li>Fase inicial </li></ul><ul><ul><li>Sem sinais respiratorios evidentes </li></u...
Condrite aritenóide Diagnóstico <ul><li>Anamnese  </li></ul><ul><li>Sinais clínicos </li></ul><ul><li>Exame físico </li></...
Condrite aritenóide Diagnóstico - Radiografia <ul><li>Pode mostrar: </li></ul><ul><ul><li>Aumento de densidade </li></ul><...
Condrite aritenóide Diagnóstico - Endoscospia <ul><li>Diagnóstico definitivo! </li></ul><ul><ul><li>Redução do lúmem da la...
Condrite aritenóide Tratamento <ul><li>Medicamentoso </li></ul><ul><ul><li>Fases iniciais! </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>...
Condrite aritenóide Tratamento Cirúrgico <ul><li>Aritenoidectomia Subtotal </li></ul><ul><ul><li>Animal anestesiado e intu...
Condrite aritenóide Tratamento Cirúrgico <ul><li>Aritenoidectomia Parcial </li></ul><ul><ul><li>Procedimento semelhante ao...
Fonte: http://www.ibvet.com.br/webtv/ve_a_02.shtml
Condrite aritenóide Pós operatório <ul><li>limpeza diária das feridas com substâncias não irritantes,  </li></ul><ul><li>a...
Condrite aritenóide Complicações Cirúrgicas <ul><li>Imediato  </li></ul><ul><ul><li>Edema </li></ul></ul><ul><ul><li>Tosse...
E agora? Dúvidas??
Desvio dorsal do palato mole Introdução <ul><li>DDPM </li></ul><ul><li>Ventral à epiglote e divide a faringe  </li></ul><u...
Desvio dorsal do palato mole Epidemiologia <ul><li>Cavalos de corrida </li></ul>
Desvio dorsal do palato mole   Etiologia <ul><li>Variada! </li></ul><ul><ul><li>Faringites com hiperplasias linfóides </li...
Desvio dorsal do palato mole   Fisiopatogenia Palato mole Fator  predisponente Desvio do palato mole Tosse + Ruidos  respi...
Desvio dorsal do palato mole   Sinais clínicos <ul><li>Intermitente </li></ul><ul><ul><li>Diminui performance </li></ul></...
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Desvio dorsal do palato mole   Tratamento <ul><li>Medicamentoso / Manejo </li></ul><ul><ul><li>AINES </li></ul></ul><ul><u...
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Desvio dorsal do palato mole   Tratamento Cirúrgico
Desvio dorsal do palato mole   Pós operatório <ul><li>Confinação do animal em estábulo até que a incisão da laringotomia e...
Desvio dorsal do palato mole   Pós operatório
Cuidado ao diagnosticar!!!! “ me parece broncopneumonia”
Dúuuuvidas?
Afecções cirúrgicas do sistema respiratório de grandes animais   BOVINOS Professor:  Andrigo Barboza Di Nardi Disciplina: ...
Sinusite Frontal   <ul><li>O que é? </li></ul><ul><li>Aguda x Crônica </li></ul><ul><li>Sinais </li></ul><ul><li>Agentes  ...
Sinusite Frontal   <ul><li>O que é? </li></ul><ul><li>Aguda x Crônica </li></ul><ul><li>Sinais </li></ul><ul><li>Agentes  ...
Sinusite Frontal   <ul><li>O que é? </li></ul><ul><li>Aguda x Crônica </li></ul><ul><li>Sinais </li></ul><ul><li>Agentes  ...
Sinais   milkpoint.com.br  www.unmsm.edu.pe
Sinusite Frontal   <ul><li>O que é? </li></ul><ul><li>Aguda x Cronica </li></ul><ul><li>Sinais </li></ul><ul><li>Agentes  ...
Agentes  http://microblog.me.uk/wp-content/uploads/Arcanobacterium.jpg Bacterioweb.uni-fcomte.fr medicalsciences.files.wor...
Tratamento cirúrgico <ul><li>Trepanação Sinusal </li></ul><ul><li>Utilização de Drenos </li></ul><ul><li>Pus (bom x ruim) ...
LARINGITE NECRÓTICA (DIFTERIA DOS BEZERROS) <ul><li>O que é? </li></ul><ul><li>Agente  </li></ul><ul><li>Sinais  </li></ul...
LARINGITE NECRÓTICA (DIFTERIA DOS BEZERROS) <ul><li>O que é? </li></ul><ul><li>Agente  </li></ul><ul><li>Sinais  </li></ul...
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LARINGITE NECRÓTICA (DIFTERIA DOS BEZERROS) <ul><li>O que é? </li></ul><ul><li>Agente  </li></ul><ul><li>Sinais   </li></u...
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LARINGITE NECRÓTICA (DIFTERIA DOS BEZERROS) <ul><li>O que é? </li></ul><ul><li>Agente  </li></ul><ul><li>Sinais  </li></ul...
Tratamento Cirúrgico <ul><li>Traqueolaringostomia  </li></ul><ul><li>Anestesia  </li></ul><ul><li>Pós operatório  </li></ul>
Conclusão <ul><li>O clínico necessita avaliar a necessidade cirúrgica considerando-se a utilização do animal, sua idade (n...
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Afecções Respiratórias Cirúrgicas de Grandes Animais

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Apresentação sobre afecções cirurgicas respiratórias em grandes animais (equinos e bovinos)

Hemiplegia Laringeana,
Condrite Aritenóide,
Desvio dorsal do palato mole,
Sinusite frontal,
Laringite necrótica

Trabalho apresentado na disiplina de Clínica Cirúrgica, na UFT-EMVZ em junho/2010

Slides de equinos: Mariana Benitez
Slides de bovinos: Gabriel Ramos

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Afecções Respiratórias Cirúrgicas de Grandes Animais

  1. 1. Afecções cirúrgicas do sistema respiratório de grandes animais EQUINOS Professor: Andrigo Barboza Di Nardi Disciplina: Clínica Curúrgica Acadêmicos: Débora de Souza Coelho Gabriel Pereira Ramos Jaislane Bastos Braz Maria Cirlene Gomes de Oliveira Mariana Benitez Fini
  2. 2. <ul><li>Download da apresentação: </li></ul><ul><li>http://www.slideshare.net/NanaBenitez </li></ul>
  3. 3. Principais afecções cirúrgicas <ul><li>Hemiplegia Laringeana </li></ul><ul><li>Condrite Aritenóide </li></ul><ul><li>Desvio dorsal do palato mole </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Paralisia da Laringe / Ruído laríngeo Recorrente </li></ul><ul><ul><li>“ cavalo roncador” </li></ul></ul><ul><li>“ Distúrbio em que há paralisia da musculatura laringeana impedindo a abdução (abertura) e a adução (fechamento) eficazes das cartilagens aritenóides.” </li></ul><ul><li> (http://www.abqm.com.br/SecaoTecnica/CavaloRoncador.asp) </li></ul>Hemiplegia Laringeana Introdução Laringe normal
  5. 5. Hemiplegia Laringeana Epidemiologia <ul><li>Cavalos de esporte </li></ul><ul><li>Raças maiores </li></ul><ul><li>2~3 anos de idade </li></ul>
  6. 6. Hemiplegia Laringeana Etiologia <ul><li>Sequelas de garrotilho </li></ul><ul><ul><li>Linadenopatia </li></ul></ul><ul><ul><li>Empiema de bolsas guturais </li></ul></ul><ul><li>Inflamações perivasculares na região </li></ul><ul><li>Micoses nas bolsas guturais </li></ul><ul><li>Abcessos perineurais recorrentes </li></ul><ul><li>Neoplasias no pescoço </li></ul><ul><li>Decorrentes de processos cirúrgicos </li></ul><ul><ul><li>Laringotomia </li></ul></ul><ul><ul><li>Esofagostomia </li></ul></ul><ul><ul><li>Cirurgias na traquéia </li></ul></ul><ul><li>Intoxicações / drogas irritantes </li></ul><ul><li>Deficiência de tiamina </li></ul><ul><li>Idiopática </li></ul>
  7. 7. Hemiplegia Laringeana Fisiopatogenia Axoniopatia distal do nervo laringeo recorrente Do estímulo necessário Para a contração da musculatura (++ m. cricoaritenóideo dorsal) Atrofia neurogênica Completa Parcial (++lado esquerdo) Estreitamento do lúmen Ruidos respiratórios
  8. 8. Hemiplegia Laringeana Classificação e Sinais Clínicos <ul><li>De acordo com os sinais clínicos: </li></ul><ul><ul><li>Hemiparesia sem sinais clínicos </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>77%! </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Hemiparesia com sinais clínicos </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>de performance </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Intolerância ao exercício </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ruído respiratório (++ inspiração) </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Hemiplegia </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Hipóxia </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Hipercapnéia </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Acidose metabólica </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Colapso respiratório </li></ul></ul></ul>
  9. 9. Hemiplegia Laringeana Classificação e Sinais Clínicos <ul><li>De acordo com o comprometimento das estruturas: </li></ul><ul><ul><li>Grau I </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Adução e abdução completas. Discreta assimetria. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Grau II </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Movimentos assimétricos evidentes durante todas as fases da respiração. Abdução completa ao estimular deglutição ou oclusão nasal </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Grau III </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Movimentos assimétricos evidentes durante todas as fases da respiração. Sem abdução completa de forma alguma. </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Grau IV </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Paralisia completa. Slap-test megativo. </li></ul></ul></ul>
  10. 10. Hemiplegia Laringeana Diagnóstico <ul><li>Anamnese </li></ul><ul><li>Sinais clínicos </li></ul><ul><li>Exame físico: </li></ul><ul><ul><li>Em repouso </li></ul></ul><ul><ul><li>Em exercício </li></ul></ul><ul><ul><li>Após exercício </li></ul></ul><ul><li>Exames complementares </li></ul><ul><ul><li>Endoscopia </li></ul></ul>
  11. 11. Hemiplegia Laringeana Diagnóstico - Endoscopia Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=CV0vPH75XoI&feature=related Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=79UliTNnhQw
  12. 12. Hemiplegia Laringeana Tratamento <ul><li>Medicamentoso </li></ul><ul><ul><li>Doença base (ATB) </li></ul></ul><ul><li>Cirúrgico </li></ul><ul><ul><li>(para animais de grau II +) </li></ul></ul><ul><ul><li>Inúmeras técnicas! </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Traqueostomia - emergência! </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ventriculectomia com cordectomia </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Ventriculectomia + aritenopexia </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Nenhuma 100% eficaz! </li></ul></ul>
  13. 13. Hemiplegia Laringeana Tratamento cirúrgico <ul><li>Traqueostomia </li></ul><ul><ul><li>Técnica cirúrgica: </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Animal em pé, cirurgião do lado D </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Incisão (10cm) nos terços médios e superior do pescoço </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Visualização dos mm. Esternotireóideos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Divulsão dos mm com tesoura ou bisturi </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Visualização dos anéis traqueais </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Estocada com bisturi entre dois anéis + incisão (1cm) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Introdução da sonda </li></ul></ul></ul>
  14. 15. Hemiplegia Laringeana Tratamento cirúrgico <ul><li>Laringotomia com Ventriculectomia + cordectomia </li></ul><ul><ul><li>Técnica cirúrgica (segundo Turner & Mcilwraith, 1990) : </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Animal em decúbito dorsal(++) ou em pé </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Incisão (10cm) na superfície da cartilagem cricóide até a junção das cartilagens tireóides </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Exposição da linha mediana entre os mm. esternotirohióideos </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Divulsão dos mm. e exposição da membrana corticotireóidea, com liberação do tecido adiposo </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Excisão da membrana até penetração da mucosa laríngea, com extensão da porção caudal da cartilagem cricóide até a parte cranial da cartilagem tiróide. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>As asas das cartilagens tiróideas são retraídas (afastador auto estático) </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Identificação do ventrículo laríngeo </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Utilização do extrator para aderir à mucosa. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Extração da mucosa </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Identificação das cordas vocais e extração destas </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>A laringotomia não é suturada </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Risco não justificável </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Cicatrização por segunda intenção </li></ul></ul></ul></ul>
  15. 17. Hemiplegia Laringeana Tratamento cirúrgico <ul><li>Ventriculectomia + laringoplastia </li></ul><ul><ul><li>Técnica cirúrgica </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Semelhante à anterior, porém com o uso de uma prótese laríngea com fio de aço e fios de sutura não absorvíveis </li></ul></ul></ul>
  16. 18. Hemiplegia Laringeana Pós operatório <ul><li>Limpar a ferida cirúrgica diariamente </li></ul><ul><li>ATBs tópicos </li></ul><ul><li>Limpeza correta da sonda traqueal </li></ul><ul><li>Animal confinado por 2~3 semanas </li></ul><ul><li>Volta às atividades normais em 8 semanas! </li></ul>
  17. 19. Hemiplegia Laringeana Complicações cirúrgicas <ul><li>Tosse </li></ul><ul><li>Refluxo nasal (?) </li></ul><ul><li>Edema </li></ul>
  18. 20. Dúvidas até aqui?
  19. 21. Condrite aritenóide Introdução <ul><li>Componente da síndrome de disfunção respiratória adquirida </li></ul><ul><li>Cursa com alterações nas cartilagens aritenóides, levando a mal-formações </li></ul><ul><ul><li>Uni ou bilaterais </li></ul></ul><ul><li>Pode ocorrer oclusão do lúmen da laringe </li></ul>
  20. 22. Condrite aritenóide Epidemiologia <ul><li>Em fase de treinamento </li></ul><ul><li>Plena atividade </li></ul><ul><li>Raça </li></ul><ul><li>Sexo </li></ul><ul><li>Idade </li></ul>
  21. 23. Condrite aritenóide Etiologia <ul><li>Desconhecida.... </li></ul><ul><ul><li>Sonda nasogástrica...? </li></ul></ul><ul><ul><li>Intubação endotraqueal...? </li></ul></ul><ul><ul><li>Corpos estranhos....? </li></ul></ul><ul><li>Neuropatia laringeana </li></ul><ul><li>Infecções </li></ul>
  22. 24. Condrite aritenóide Fisiopatogenia Cartilagem aritenóide Fator predisponente Condrite aritenóide Alterações progressivas Deformações Oclusão do lúmen Ruidos respiratórios
  23. 25. Condrite aritenóide Sinais clínicos <ul><li>Fase inicial </li></ul><ul><ul><li>Sem sinais respiratorios evidentes </li></ul></ul><ul><ul><li>Diminuição de performance </li></ul></ul><ul><ul><li>Intolerância ao exercicio </li></ul></ul><ul><li>Fase tardia </li></ul><ul><ul><li>Dispinéia grave </li></ul></ul><ul><ul><li>Ruídos respiratório estertoroso </li></ul></ul>
  24. 26. Condrite aritenóide Diagnóstico <ul><li>Anamnese </li></ul><ul><li>Sinais clínicos </li></ul><ul><li>Exame físico </li></ul><ul><ul><li>Palpação externa da laringe </li></ul></ul><ul><ul><li>Compressão da laringe </li></ul></ul><ul><li>Exames complementares </li></ul><ul><ul><li>Endoscopia </li></ul></ul><ul><ul><li>Raio X </li></ul></ul>
  25. 27. Condrite aritenóide Diagnóstico - Radiografia <ul><li>Pode mostrar: </li></ul><ul><ul><li>Aumento de densidade </li></ul></ul><ul><ul><li>Mineralização por metaplasia das cartilagens </li></ul></ul><ul><ul><li>Contorno ou tamanho anormal dos processos corniculados </li></ul></ul><ul><ul><li>Obliteração do ventrículo laríngeo </li></ul></ul>
  26. 28. Condrite aritenóide Diagnóstico - Endoscospia <ul><li>Diagnóstico definitivo! </li></ul><ul><ul><li>Redução do lúmem da laringe </li></ul></ul><ul><ul><li>Espessamento e deformidade na cartilagem aritenóide e processo corniculado </li></ul></ul><ul><ul><li>Projeção da prega aritenoepiglótica e do arco palato-faríngeo </li></ul></ul><ul><ul><li>Lesões ulcerativas na mucosa </li></ul></ul><ul><ul><li>Tecido de granulação </li></ul></ul><ul><ul><li>Fistulas </li></ul></ul>
  27. 29. Condrite aritenóide Tratamento <ul><li>Medicamentoso </li></ul><ul><ul><li>Fases iniciais! </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>AINES </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>ATB de largo espectro </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Infusões faringeanas com clorexidina TID </li></ul></ul></ul><ul><li>Cirúrgico </li></ul><ul><ul><li>Casos mais graves </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Aritenoidectomia </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Total, parcial ou subtotal </li></ul></ul></ul></ul>
  28. 30. Condrite aritenóide Tratamento Cirúrgico <ul><li>Aritenoidectomia Subtotal </li></ul><ul><ul><li>Animal anestesiado e intubado em decúbito dorsal. </li></ul></ul><ul><ul><li>Realização de laringotomia. </li></ul></ul><ul><ul><li>Afastamento da mucosa que reveste a cartilagem aritenóide </li></ul></ul><ul><ul><li>Realização de incisão vertical contornando-se o aspecto rostral das cordas vocais e do perímetro do sáculo laringeal </li></ul></ul><ul><ul><li>Divulsão, liberação e remoção do sáculo laringeal </li></ul></ul><ul><ul><li>A incisão é então estendida dorsalmente na superfície medial da aritenóide a partir do sáculo até a linha dorsal média, elipticamente, envolvendo toda a mucosa anteriormente afastada. </li></ul></ul><ul><ul><li>A mucosa é cuidadosamente elevada e o corpo da aritenóide esquerda removido, preservando-se os processos corniculado e muscular </li></ul></ul>
  29. 31. Condrite aritenóide Tratamento Cirúrgico <ul><li>Aritenoidectomia Parcial </li></ul><ul><ul><li>Procedimento semelhante ao anterior, porem com remoção do processo corniculado junto com o corpo da aritenóide </li></ul></ul><ul><ul><li>Sutura da mucosa </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Fio Abs. </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>PSC </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>A ferida cirúrgica de pele e os planos musculares não são suturados </li></ul></ul>
  30. 32. Fonte: http://www.ibvet.com.br/webtv/ve_a_02.shtml
  31. 33. Condrite aritenóide Pós operatório <ul><li>limpeza diária das feridas com substâncias não irritantes, </li></ul><ul><li>aplicação de antiinflamatório não esteróide </li></ul><ul><li>Antibioticoterapia </li></ul><ul><li>O traqueotubo é removido quando, ao obstruir-se o mesmo com a mão, observa-se que a respiração processa-se normalmente </li></ul>Prognóstico reservado em PSI!!
  32. 34. Condrite aritenóide Complicações Cirúrgicas <ul><li>Imediato </li></ul><ul><ul><li>Edema </li></ul></ul><ul><ul><li>Tosse </li></ul></ul><ul><ul><li>Disfagia </li></ul></ul><ul><ul><li>Corrimento nasal </li></ul></ul><ul><li>Mediato </li></ul><ul><ul><li>Distopia rostral do arco palatofaríngeo </li></ul></ul><ul><ul><li>Mineralização das cartilagens laringeais </li></ul></ul>
  33. 35. E agora? Dúvidas??
  34. 36. Desvio dorsal do palato mole Introdução <ul><li>DDPM </li></ul><ul><li>Ventral à epiglote e divide a faringe </li></ul><ul><ul><li>Oral </li></ul></ul><ul><ul><li>Nasal </li></ul></ul><ul><li>Manifestação da síndrome da disfunção faringeana adquirida </li></ul>
  35. 37. Desvio dorsal do palato mole Epidemiologia <ul><li>Cavalos de corrida </li></ul>
  36. 38. Desvio dorsal do palato mole Etiologia <ul><li>Variada! </li></ul><ul><ul><li>Faringites com hiperplasias linfóides </li></ul></ul><ul><ul><li>Neuropatias ou atrofias neurogênicas da musculatura do palato </li></ul></ul><ul><ul><li>Secundárias a enfermidades musculares generalizadas </li></ul></ul><ul><ul><li>Botulismo </li></ul></ul><ul><ul><li>Intoxicações por chumbo </li></ul></ul><ul><ul><li>Micoses das bolsas guturais </li></ul></ul><ul><ul><li>Diâmetro nasofaringeano diminuído </li></ul></ul><ul><ul><li>Distância faringo-epiglótica reduzida </li></ul></ul><ul><ul><li>Epiglote hipoplásica, </li></ul></ul><ul><ul><li>Redução do tônus da musculatura nasofaringeana e da muscultaura que controla a movimentação do aparelho hióide </li></ul></ul>
  37. 39. Desvio dorsal do palato mole Fisiopatogenia Palato mole Fator predisponente Desvio do palato mole Tosse + Ruidos respiratórios Não fisiológico! Aprisionamento da Epiglote Estreitamento das Vias aéreas sup. Falsa via aos alimentos Pneumonia aspirativa Dispineia Colapso respiratório
  38. 40. Desvio dorsal do palato mole Sinais clínicos <ul><li>Intermitente </li></ul><ul><ul><li>Diminui performance </li></ul></ul><ul><ul><li>Ruídos ao respirar (expiração!) </li></ul></ul><ul><ul><li>Tosse </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>colapso respiratório </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>† </li></ul></ul></ul></ul><ul><li>Persistente </li></ul><ul><ul><li>Ruído </li></ul></ul><ul><ul><li>Tosse frequente </li></ul></ul><ul><ul><li>Secreção nasal com restos de alimento </li></ul></ul>
  39. 41. Desvio dorsal do palato mole Diagnóstico <ul><li>Anamnese </li></ul><ul><li>Sinais clínicos </li></ul><ul><li>Exame físico </li></ul><ul><ul><li>Em exercício! </li></ul></ul><ul><li>Exames complementares </li></ul><ul><ul><li>Endoscopia </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Intermitente </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>persistente </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Raio X </li></ul></ul>
  40. 42. Desvio dorsal do palato mole Diagnóstico <ul><li>Endoscopia </li></ul>Disponível em: http://www.youtube.com/watch?v=m_8YAMXUfRU&feature=related
  41. 43. Desvio dorsal do palato mole Tratamento <ul><li>Medicamentoso / Manejo </li></ul><ul><ul><li>AINES </li></ul></ul><ul><ul><li>Anti-sépticos orofaríngeos </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>Nebulização BID </li></ul></ul></ul><ul><ul><li>Amarração da língua </li></ul></ul><ul><li>Cirúrgico </li></ul><ul><ul><li>a ressecção parcial do </li></ul></ul><ul><ul><li>palato mole (estafilectomia) </li></ul></ul><ul><ul><li>miectomia do grupo esternotirohióideo </li></ul></ul><ul><ul><li>aumento artificial da epiglote por injeção de teflon nos casos de hipoplasia da epiglote. </li></ul></ul><ul><ul><li>Laser </li></ul></ul>
  42. 44. Desvio dorsal do palato mole Tratamento Cirúrgico <ul><li>Estafilectomia </li></ul><ul><ul><li>Animal anestesiado e intubado em decúbito dorsal. </li></ul></ul><ul><ul><li>Realização de laringotomia. </li></ul></ul><ul><ul><li>Rtirada da sonda para visualização do borda livre palato mole </li></ul></ul><ul><ul><li>Posicionamento de pinças de Allis para agarrar tecido são posicionadas em cada lado do palato mole </li></ul></ul><ul><ul><li>Realização de uma incisão no interior do palato mole (tesoura de Metzenbaum) em direção à linha mediana de modo semicircular, de forma tal que a linha mediana fique distante aproximadamente 1 cm da borda livre central do palato mole. </li></ul></ul><ul><ul><li>Este procedimento é repetido no lado esquerdo do palato mole </li></ul></ul><ul><ul><li>A hemorragia é desprezível e nenhum intento é feito para suturar o palato mole </li></ul></ul><ul><ul><li>A ressecção do palato mole deve ser conservadora! </li></ul></ul><ul><ul><ul><li>É melhor submeter o animal a um segundo procedimento cirúrgico para a ressecção do palato mole adicional do que ressecar tecido excessivo </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Descarga nasal bilateral de muco e do bolo alimentar </li></ul></ul></ul></ul><ul><ul><ul><ul><li>Pneumonia de aspiração </li></ul></ul></ul></ul>
  43. 45. Desvio dorsal do palato mole Tratamento Cirúrgico
  44. 46. Desvio dorsal do palato mole Pós operatório <ul><li>Confinação do animal em estábulo até que a incisão da laringotomia esteja completamente cicatrizada </li></ul><ul><li>Descansar por quatro semanas </li></ul>2/3 dos animais Voltam a correr!
  45. 47. Desvio dorsal do palato mole Pós operatório
  46. 48. Cuidado ao diagnosticar!!!! “ me parece broncopneumonia”
  47. 49. Dúuuuvidas?
  48. 50. Afecções cirúrgicas do sistema respiratório de grandes animais BOVINOS Professor: Andrigo Barboza Di Nardi Disciplina: Clínica Curúrgica Acadêmicos: Débora de Souza Coelho Gabriel Pereira Ramos Jaislane Bastos Braz Maria Cirlene Gomes de Oliveira Mariana Benitez Fini
  49. 51. Sinusite Frontal <ul><li>O que é? </li></ul><ul><li>Aguda x Crônica </li></ul><ul><li>Sinais </li></ul><ul><li>Agentes </li></ul>
  50. 52. Sinusite Frontal <ul><li>O que é? </li></ul><ul><li>Aguda x Crônica </li></ul><ul><li>Sinais </li></ul><ul><li>Agentes </li></ul>
  51. 53. Sinusite Frontal <ul><li>O que é? </li></ul><ul><li>Aguda x Crônica </li></ul><ul><li>Sinais </li></ul><ul><li>Agentes </li></ul>
  52. 54. Sinais milkpoint.com.br www.unmsm.edu.pe
  53. 55. Sinusite Frontal <ul><li>O que é? </li></ul><ul><li>Aguda x Cronica </li></ul><ul><li>Sinais </li></ul><ul><li>Agentes </li></ul>
  54. 56. Agentes http://microblog.me.uk/wp-content/uploads/Arcanobacterium.jpg Bacterioweb.uni-fcomte.fr medicalsciences.files.wordpress.com Clostridium tetani E. coli Pasteurella motocida Actinomyces pyogenes
  55. 57. Tratamento cirúrgico <ul><li>Trepanação Sinusal </li></ul><ul><li>Utilização de Drenos </li></ul><ul><li>Pus (bom x ruim) </li></ul>
  56. 58. LARINGITE NECRÓTICA (DIFTERIA DOS BEZERROS) <ul><li>O que é? </li></ul><ul><li>Agente </li></ul><ul><li>Sinais </li></ul><ul><li>Agudo x Crônico </li></ul>
  57. 59. LARINGITE NECRÓTICA (DIFTERIA DOS BEZERROS) <ul><li>O que é? </li></ul><ul><li>Agente </li></ul><ul><li>Sinais </li></ul><ul><li>Agudo x Crônico </li></ul>
  58. 60. Agente www.microbiologyatlas.kvl.dk/biologi/images Fusobacterium necrophorum
  59. 61. LARINGITE NECRÓTICA (DIFTERIA DOS BEZERROS) <ul><li>O que é? </li></ul><ul><li>Agente </li></ul><ul><li>Sinais </li></ul><ul><li>Agudo x Crônico </li></ul>
  60. 62. Sinais www.scielo.br/img/revistas/pvb/v23n4/18731f2.jpg
  61. 63. LARINGITE NECRÓTICA (DIFTERIA DOS BEZERROS) <ul><li>O que é? </li></ul><ul><li>Agente </li></ul><ul><li>Sinais </li></ul><ul><li>Agudo x Crônico </li></ul>
  62. 64. Tratamento Cirúrgico <ul><li>Traqueolaringostomia </li></ul><ul><li>Anestesia </li></ul><ul><li>Pós operatório </li></ul>
  63. 65. Conclusão <ul><li>O clínico necessita avaliar a necessidade cirúrgica considerando-se a utilização do animal, sua idade (no caso de animais atletas), as possíveis sequelas e se há ou não risco de vida. O clínico, ao deparar-se com estas patologias, deve analisar cuidadosamente cada caso e discutir com o proprietário sobre os riscos envolvidos e possíveis alternativas de manejo antes de propor tratamento cirúrgico. </li></ul>
  64. 66. Fim.....!
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