Rota da UE

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    Rota da UE - Presentation Transcript

    1. ALEMANHA
      POEMA-«Livro do amor»
      Johann W. von Goethe
      Escola Secundária de Porto de Mós Prof.:Natércia Arqueiro
      Aluna:Adriana 8E
    2. Alemanha
      Hino nacional da Alemanha
      União, Direito e Liberdadepara a Pátria-mãe Alemanha!Por isso vamos todos batalharfraternamente com coração e mão!União, Direito e Liberdadesão a base da felicidade.Floresça sob o brilho dessa felicidade,Floresça Pátria-Mãe Alemanha!
    3. Johann Wolfgang von Goethe
      • Nasceu em Frankfurt amMain, a 28 de Agosto de 1749.
      • Faleceu em Weimar, 22 de Março de 1832.
      • Foi um escritor alemão, pensador que também se interessou pelo campo da ciência.
      • Foi uma das mais importantes figuras da literatura alemã e do Romantismo europeu, nos finais do século XVIII e inícios do século XIX.
      • Juntamente com FriedrichSchiller foi um dos líderes do movimento literário romântico alemão SturmundDrang.
    4. Livro do amor
      O mais singular livro dos livros É o Livro do Amor; Li-o com toda a atenção: Poucas folhas de alegrias, De dores cadernos inteiros. Apartamento faz uma secção. Reencontro! um breve capítulo, Fragmentário. Volumes de mágoas Alongados de comentários, Infinitos, sem medida. Ó Nisami! — mas no fim Achaste o justo caminho; O insolúvel, quem o resolve? Os amantes que tornam a encontrar-se.
      Tradução de Paulo Quintela
      Johann Wolfgang von Goethe, in "DivãOcidental-Oriental"
    5. Bibliografia
      www.google.com
      www.wikipédia.com
      http://www.citador.pt/poemas.php?op=10&refid=200810060209
    6. Escola Secundária de Porto de Mós
      Áustria
      GeorgTrakl
      «No Outono»
      José
      8ºE
    7. GeorgTrakl
      GeorgTrakl nasceu a 3 de Fevereiro de 1887 em Salzburgo, cidade no noroeste da Áustria.
      Sabe-se que desde a adolescência o poeta consumia ópio e cocaína. Suicidou-se a 3 de Novembro de 1914, em Cracóvia. Trakl tinha apenas 27 anos.
    8. NO OUTONO
      Junto à cerca, os girassóis e seu brilho,
      Doentes sentados ao sol, sem alento.
      No campo, as mulheres cantam no trabalho,
      Ouvem-se ao longe os sinos do convento.
      Os pássaros contam lendas de encantar,
      Ouvem-se ao longe os sinos do convento.
      Há um violino no pátio a gemer.
      E já o vinho escuro vão recolhendo.
      Todos parecem felizes, libertos,
      E já o vinho escuro vão recolhendo.
      Os jazigos dos mortos estão abertos,
      Pintados pelo sol que vai entrando.
      Tradução: João Barrento
    9. Capital :Viena
      Língua oficial: Alemão
      Área   - Total 83.858 km²
      População   - Estimativa de 2007 8.200.691 hab.
      ÁustriaBIBLIOGRAFIA:http://www.culturapara.art.br/opoema/georgtrakl/georgtrakl.htm
    10. Poema da Bélgica
      Maurice Carême
      « O Pássaro »
      Elaborado por : Alice 8ºD
    11. Bélgica
      Capital: Bruxelas
      População:10.379.067 habitantes
      Localização: Europa Ocidental
      Área: 30.528 km²
      Países fronteiriços: Holanda, França, Luxemburgo e Ale- manha
      Moeda: euro
      Dia nacional: 21 de Julho (ascensão do rei Leopoldo ao trono)
    12. Imagens de Bélgica
    13. Maurice Carême
      • Nasceu a 12 de Maio de 1899, em Wavre, na Bélgica.
      • Tinha dois irmãos e duas irmãs.
      • Escreveu os seus primeiros poemas, em 1914.
      • Em 1937, o poeta mudou-se para Anderlecht onde passou o resto da sua vida.
      • Foi um aluno brilhante, tendo-se dedicado ao Ensino que deixou, em 1943, para se dedicar inteiramente à literatura.
      • Faleceu em Anderlecht, em 12 de Janeiro de 1978.
      • Em 1975, foi criada a Fundação Maurice Carême, em Bruxelas e em 1980, o Museu Maurice Carême abriu as suas portas.
    14. Poema “O Pássaro”
      Quando ele apanhou o pássarocortou-lhe as asas.O pássaro voou mais alto.Quando voltou a apanhar o pássarocortou-lhe as patas.O pássaro deslizou como uma barca.Furioso, cortou-lhe o bico.O pássaro cantou com o seu coração,como canta uma harpa.Então cortou-lhe o pescoço.E de cada gota de sangueSaiu um pássaro mais brilhante.Nada continua a ser mais caro, ao Poeta, que a liberdade.
      Tradução de António Ramos Rosa
    15. Bibliografia
      www.google.pt
      www.triplov.com/2bienal_poesia/maria_do_sameiro/palavra_aprisionada.htm
    16. Escola SECUNDÁRIA/3 DE Porto de Mós
      Língua Portuguesa
      Bulgária
      Peyo Yávorov
      Feliz é…
      Manuel
      8ºC
    17. Bulgária
    18. Peyo Yávorov
      • Foi um poeta búlgaro simbolista. Ele foi considerado como sendo um dos melhores talentos poéticos da Bulgária.
      • A maioria dos seus poemas são românticos, e dedicou-os a duas mulheres da sua vida - Mina Todorova e Lora Karavelova. Mina morreu de tuberculose.
      • Mais tarde conheceu Lora, mas em 1912 Lora disparou sobre si própria e Yavorov tentou cometer o suicídio, ficando cego.
      • Suícidou-se no Outono de 1914, quando tinha 36 anos de idade.
    19. Feliz é…
      Feliz, feliz é quempode
      virartranquilamente a cabeça
      e contemplar o caminhopercorrido,
      um caminhomesquinho, feliz é, ó Deus!
      Feliz, feliz é quempode
      dobrarhabilmente a coluna vertebral
      a quem um raiometálicoilumina as trevasdavida,
      um raiometálico, feliz é, ó Deus!
      Porém, bem-aventurado é aquelequepode
      nãoencontrarnuncaosfelizes
      e escutar a língua, a nauseabunda
      língua dos homens! Perdoa-me, ó Deus!
      Tradução de – DimíterÁnguelov
      in Rosa do Mundo
    20. BIBLIOGRAFIA:
      in Rosa do Mundo – 2001 Poemaspara o Futuro, Ed. Assírio&Alvim
      www.granosalis.net/2007/01/bulgaria-peyo-yavorov/
    21. Escola Secundária de Porto de MósCHIPRE - DionysiosSolomósHino à Liberdade
      "Poesia são pensamentos que respiram, e palavras que queimam." (Thomas Gray)
      Patrícia 8ºano, turma:E
    22. Chipre
    23. Informações sobre o país:
      Nome nativo: Κύπρος e KýprosNome em inglês: CyprusCapital: Nicósia Regime: República Idioma: Grego, Turco, Inglês ->é uma ilha situada no mar Egeu oriental ao sul da Turquia.
    24. Imagens de Chipre…
    25. A vida de DyonísiosSolomós
      Dionysios,(nascido em 1798).
      O seu pai casou-o um dia antes de morrer, e reconheceu-o como filho, nessa altura.
    26. O poeta passou a infância em Zakynthos até 1808, sob a supervisão do seu tutor, na abadia Santo Rossi.
    27. Poema…Hino de Chipre
      Hino à Liberdade
      Reconheço-te pelo gume
      Do teu temível gládio;
      Reconheço-te por esse rápido olhar
      Com que fitas o horizonte.
      Saída das ossadas
      Sagradas dos Helenos,
      E pujante da tua antiga bravura,
      Saúdo-te, saúdo-te, Oh Liberdade.
    28. Bibliografia…
      http://www.zanteappartamenti.gr/images/solomos.jpg 
      http://pt.wikipedia.org/wiki/Hino_nacional_do_Chipre
       
      http://pt.wikipedia.org/wiki/Chipre#Hino_nacional 
      http://en.wikipedia.org/wiki/Dionysios_Solomos
    29. Dinamarca
      IngerChristensen
      1935-2009
      « SE ESTOU… »
      Elaborado pela turma:
      8ºE
    30. Imagens da Dinamarca
      • A Dinamarca apenas tem um parque nacional, mas ele é enorme, na Gronelândia.
      • O Parque Nacional North East Greenland, gerido pelo Ministério do Ambiente e da Natureza da Gronelân-dia, é o maior parque do mundo, com 972 000 km2 (375 000 milhas quadradas).
      • Localizado no norte da ilha, alberga espécies selvagens típicas do Ártico, como ursos polares, renas e morsas.
      Parque Natural da Dinamarca
    31. Imagens do Parque Natural da Dinamarca
    32. Animais existentes no parque
      Morsas da Dinamarca
      Renas da Dinamarca
      Ursos Polares da Dinamarca
    33. SE ESTOU…
      Se estou
      Sozinha na neve
      É óbvio
      Que sou um relógio
       
      De outro modo como poderia
      A eternidade deslizar
      Tradução de José Alberto Oliveira
      inRosa do Mundo- 2001 Poemas para o Futuro, Editora Assírio&Alvim
       
    34. Escola Secundária de Porto de Mós
      Língua Portuguesa
      2008/2009
      ESLOVÁQUIA
      JanKostra
      «Dava a última camisa por um poema»
      Professora: Natércia Arqueiro
      Elaborado por: Adriana 8º C
    35. Eslováquia
    36. JanKostra
      (1910 - 1925)
    37. Dava a última camisa por um poema
        Dava a última camisa por um poema.
      Domingo ao fim da tarde só restam cinzas.Todos. Tudo inteiramente consumido. Tudo, o quê?Segunda, sobrava alguma palavra intacta na lareira?Terçatão comprida como um anoquarta, outra vez a esperançaNão, sem poema não se pode viver!Quinta a memória entra em pânicoA pouca claridade que restava anoiteceutambém na sexta as vagonetas com o meu minérioperdem-se no túnelSábado:trabalho em vão!Domingo tudo recomeça e voltava a dara última camisa por um poema
      Tradução de Ernesto Sampaio
      InRosa do Mundo- 2001 Poemas para o futuro
    38. Bibliografia
      InRosa do Mundo- 2001 Poemas para o futuro, Editora Assírio&Alvim
      http://antologia.blogs.sapo.pt/98531.html
      www.google.pt/imagens
    39. Escola Secundária de Porto de Mós
      ESLOVÉNIA
      Ivan Minatti
      «SILÊNCIO»
      Cátia 8ºC
    40. Republika Slovenija
      República da Eslovénia
    41. Hino nacional - Zdravjica
      Capital – Liubliana
      Área total - 20.273 km²
      População - 20082.023.358
      Densidade - 99,6 hab./km² 
      Moeda – Euro €
    42. SILÊNCIO
      Silêncio
      de salgueiro
      sobre um braço de água parada,
      silêncio
      de nuvens imóveis,
      silêncio
      de caminhos intransitivos.
       
      Solidão
      de relvas de Outono,
      solidão
      de pássaros sobre o pântano,
      solidão
      de datas insaciáveis.
       
      Dor
      de sol ensanguentado,
      dor
      de luz na penumbra,
      dor
      do não-vivido.
      Poema
      Tradução de AleksandarJonanovic
      inRosa do Mundo- 2001 Poemas para o Futuro, Editora Assírio&Alvim
    43. Sites e livros:
      WWW.WIKIPEDIA.COM
      WWW.GOOGLE.PT
      LIVRO - Rosa do Mundo- 2001 Poemas para o Futuro, Editora Assírio&Alvim
    44. Escola Secundária de Porto de Mós
      Língua portuguesa
      ESPANHA
      Rafael alberti
      «Se equivocou a pomba»
      Elaborado por: Fábio 8ºE
    45. Espanha
    46. Curiosidades
      Na Espanha, os filmes são todos dobrados, e ver os filmes com legendas é uma excepção. Os filmes são vistos dobrados não só na TV, mas também no cinema e na TV por cabo.
      A famosa paella é a paella valenciana é um prato típico e comum.
      Na maioria das regiões de Espanha é costume levar a aliança de casamento no dedo anular da mão direita e não da mão esquerda como em Portugal.
    47. Curiosidades
      O "Día de Reyes" (Reis Magos, 06 de Janeiro, Feriado Nacional Espanhol) ainda é mais importante que o Natal para as crianças espanholas. Há desfiles pelas cidades com os Reis Magos, vistos por milhares de crianças que esperam ansiosas, pelos seus presentes (ou carvão, para os que se comportaram mal).
      As crianças esperam que os Reis Magos levem os presentes a casa e então deixam pratos com comida para os reis e água para os camelos, para que possam descansar um pouco depois da longa viagem.
      O sobrenome paterno (primer apellido) vem antes do materno (segundo apellido), no nome das pessoas. Por exemplo: Cármen García Fernández. García seria o sobrenome paterno e Fernández  o sobrenome materno. Ou seja, o nome de uma pessoa quase sempre possui três partes: nombre + primer apellido + segundo apellido.
    48. Rafael alberti
      Rafael Alberti (Nasceu em El Puerto de Santa María, em Cádis, na Espanha, a 16 de Dezembro de 1902 –Morreu a 28 de Outubro de 1999).
      Foi um poeta espanhol, membro da chamada Geração de 27. Foi vencedor, em 1925, do prémio Nacional de Literatura Espanhola com seu primeiro livro, Marinero en la Tierra.
    49. SE Equivocou a pomba
      Equivocou-se a pomba.
      Equivocava-se.
      Por ir ao norte, foi ao sul.
      Acreditou que o trigo era água.
      Se equivocava.
      Acreditou que o mar era o céu;
      que a noite, a manhã.
      Se equivocava.
      Que as estrelas, orvalho;
      que o calor; a nevada.
      Se equivocava.
      Que tua saia era tua blusa;
      que teu coração, sua casa.
      Se equivocava.
      ( Ela dormiu na beira
      tu, no topo de um ramo).
      (Tradução de Maria Teresa Almeida Pina)
    50. BiBLIografia
      www.google.pt
      pt.wikipedia.org
      http://blogs.utopia.org.br/poesialatina/category/rafael-alberti/
    51. EstóniaJ.W. Jannsen«Minha Pátria, Meu orgulho e alegria»
    52. Algumas imagens
      • O hino nacional da Estónia tem uma origem comum com o do seu vizinho do norte, a Finlândia.
      • A melodia de ambos os hinos é idêntica e foi escrita por FrederickPacius, de origem Alemã.
      • A letra é da autoria de uma figura proeminente do movimento nacionalista Estónio da viragem do século 19, J.W. Jannsen.
    53. O hino nacional da Estónia
      Minha Pátria, Meu orgulho e alegria
      Minha terra nativa, minha alegria e deslumbre Tão bela és tu, tão brilhante! Pois em lugar algum do mundo, Lugar igual poderá ser encontrado, Tão bem amado, com sentimento profundo, Meu querido país natal!
      O meu pequeno berço embalou em solo teu, Cujas bênçãos em cada luta me guiaram. Com o meu último suspiro o meu obrigado a ti, Pois verdadeiro à morte eu serei sempre, Oh digno, mais amado e bom, Meu querido, país meu!
      Que Deus no Céu te defenda, Minha própria e amada terra! Seja Ele a tua guarda, seja Ele o teu escudo, Para sempre te abençoe, te guarde E proteja em todos os feitos teus, Minha própria, minha querida terra!
      Tradução de Rodrigo Magalhães
    54. Bibliografia
      www.google.pthttp://www.embest.pt/por/estonia/estado http://www.colegiosaofrancisco.com.br/alfa/estonia/hino-nacional-da-estonia.php www.wikipedia.org
    55. FinLÂndia
      JohanLudvigRuneberg
      HINO NACIONAL - «Nossa Terra »
      Trabalho realizado por :Marco 8º D
    56. Finlândia
    57. JohanLudvig Runeberg
      Johan Ludvig Runeberg (n. 5 de Feve-
      reiro de 1804 em Jakobstad , † 6 de Maio de 1877) foi um poeta finlandês de língua sueca.
      A sua obra épica é considerada a mais grandiosa, excluindo os poemas épicos Kalevala.
      O seu primeiro poema "Nossa Terra" ("Vårt land" em sueco, "Maamme" em finlandês), tornou-se o hino nacional da Finlândia.
      O dia 5 de Fevereiro, dia de seu aniversário, é, desde a decada de 20, o dia nacional de hastear a bandeira.
    58. Poema: Nossa Terra
      Nossa terra, Finlândia, terra de nossos antepassados,
      Ecoe longe, ó verbo de ouro!
      Não há vale ou colina que chegue aos céus
      nem lago que chegue à costa lavada pelas ondas
      que seja mais adorado que nossa terra do Norte,
      amada terra de antepassados.
      Um dia tua flor vai amadurecer,
      para então desabrochar.
      E tua esperança e teu gáudio
      nosso amor levará às distâncias.
      E um dia, terra-mãe, tua canção
      será ainda mais enaltecida.
    59. Bibliografia
      http://pt.wikipedia.org/wiki/Hino_nacional_da_Finl%C3%A2ndia
    60. Escola Secundária de Porto de Mós
      Língua Portuguesa
      Charles Baudelaire
      “O Vampiro”
      França
      Trabalho elaborado por:
      Carlos 8ºD
    61. França
      França
    62. Charles Baudelaire
      Charles Pierre Baudelaire nasceu em Paris a 9 de Abril de 1821 e faleceu em Paris a 31 de Agosto de 1867.
      Foi um poeta e teórico da arte e considerado um dos precursores do Simbolismo.
      A sua obra teórica também influenciou pro-fundamente as artes plásticas do século XIX
    63. “O Vampiro”(tradução de JamilAlmansurHaddad)
      Tu que, como uma punhalada,
      Entraste em meu coração triste;
      Tu que, forte como manada
      De demónios, louca surgiste,
      Para no espírito humilhado
      Encontrar o leito e o ascendente;
      - Infame a que eu estou atado
      Tal como o forçado à corrente,
      Como ao baralho o jogador,
      Como à garrafa o borrachão,
      Como os vermes a podridão,
      - Maldita sejas, como for!
      Implorei ao punhal veloz
      Que me concedesse a alforria,
      Disse após ao veneno atroz
      Que me amparasse a covardia.
      Ah! pobre! o veneno e o punhal
      Disseram-me de ar zombeteiro:
      “Ninguém te livrará afinal
      De teu maldito cativeiro.
      Ah! imbecil – de teu retiro
      Se te livrássemos um dia,
      Teu beijo ressuscitaria
      O cadáver de teu vampiro!”
    64. Fontes de informação:
      http://6eme.wordpress.com/2007/10/11/o-vampiro-charles-baudelaire/
      http://images.google.pt/images?sourceid=navclient&hl=pt-BR&rlz=1T4TSEA_pt-BRPT314PT315&q=charles+baudelaire&um=1&ie=UTF-8&sa=N&tab=wi
      http://pt.wikipedia.org/wiki/Charles_Baudelaire
    65. GréciaOdysséasElýtis«Insónia »
      Mariana 8ºC
    66. Grécia
      Localização: Península da Peloponeso
      Habitantes: 11 milhões
      Capital: Atenas
    67. OdysséasElýtis
      • Nascido a 2 Novembro de 1911 na ilha de Creta.
      • Estudou Direito na Universidade de Atenas, mas não se formou.
      • Seu principal trabalho, escrito durante quatorze anos e publicado em 1959, é AxionEsti .
      • Faleceu a 18 Março de 1996.
    68. Abro a minha boca e o mar se regozija
      E leva as minhas palavras a suas escuras grutas
      E às suas focas pequenas as murmura
      Nas noites em que choram os tormentos do homem.
      Abro as minhas veias e enrubram-se os meus sonhos
      Transformam-se em arcos para os bairros dos meninos
      E em lençóis para as raparigas que velam
      Para ouvir às ocultas os prodígios do amor.
      Aturde-me a madressilva e desço ao meu jardim
      E enterro os cadáveres dos meus mortos secretos
      E às estrelas traídas que eram suas
      Corto o cordão dourado pra caírem no abismo
      O ferro enferruja e eu castigo o seu século
      Eu que já experimentei a dor de mil pontas
      Com violetas e narcisos a nova
      Faca vou preparar que convém aos Heróis.
      Desnudo o meu peito e os ventos se desatam
      E vão varrer as ruínas e as almas destruídas
      Das espessas nuvens limpam a terra
      Pra que surjam à luz os Prados encantados.
      InsóniaTradução de Manuel de Resende
    69. Bibliografia
      www.google.com
      www.wikipédia.com
      http://antologiadoesquecimento.blogspot.com/2005/10/abro-minha-boca-e-o-mar-se-regozija-e.html
      bibliotecariodebabel.com/.../livro-de-joao-fazenda-e-pedro-brito-editado-em-franca/ -
    70. A Magia da Poesia
      Holanda
      JudithHerzberg- «Coragem»
    71. Holanda
      A Holanda é considerada o país das surpresas, das tulipas, das bicicletas, dos moinhos de ventos, da tolerância e da beleza.
      As suas principais atracções concentram-se nas maravilhosas paisagens floridas, nos seus inúmeros diques, na sua arquitectura típica, que mistura diferentes estilos e épocas, e no seu povo alegre e elegante.
      A sede governamental da Holanda é Haia. O porto de Roterdão é um belo atractivo turístico e sua capital, Amesterdão, é deslumbrante e inesquecível.
      Amesterdão é considerada a Veneza do Norte da Europa por ter 160 canais cobertos por 1281 pontes. As fachadas dos prédios tipicamente holandeses do século XVII podem ser contempladas da margem destes canais que percorrem a cidade ou reflectidas na água.
    72. Conhecer a Holanda
    73. Judith Herzberg
      - Nasceu em Amesterdão em 1934.
      - Começou a publicar poesia no início dos anos 40.
      - É também autora de ensaios, argumentos cinematográficos, peças de teatro e várias traduções.
      - Recebeu vários prémios e tem peças traduzidas em alemão, inglês, português, francês e italiano.
      - Disse uma vez: “Evito afirmações moralistas nas minhas peças. Tento que o público possa experimentar a mesma confusão que eu, quando observo a realidade.
    74. A noite deixou-me outra vez transtornada
      Lentamente a manhã enche-se
      De palavras que eu sei de certeza
      Que significam alguma coisa, mas o quê?
      Que ontem significavam alguma coisa.
       
      Andar é balançar sobre os pés,
      Vejo na rua os seres de sangue quente
      Que tiveram também a inexplicável coragem
      De se levantarem,
      Em vez de ficarem deitados.
       
      Nunca ninguém tem a certeza de nada,
      De ser amado, de ser abandonado
      Tudo é possível e tudo é permitido
      Tudo sucede em alternância.
       
      Agora lembro-me o que queria dizer:
      Enquanto isso não trouxer infelicidade
      É uma sensação agradável. Mas no fundo
      Somos doces como Turkish Delight
      Numa lata cheia de pregos.
      “Coragem”
    75. Bibliografia 
      www.google.pt
      http://cesarkiraly.opsblog.org/2008/08/20/judith_herzberg/
      http://blog.arteviagens.com.br/up/a/ar/blog.arteviagens.com.br/img/HOLANDA___AMSTERD___HOUSES.jpg
    76. ELABORADO POR: JÉSSICA 8ºE
    77. HUNGRIA
      SandorPetofi
      Poesia
      «O Bosque Pássaros tem …»
      Mariana 8ºC
    78. Hungria
    79. SandorPetofi
      • Iniciou sua carreira literária muito jovem, criando uma poesia revolucionária pelos temas .
      • Os temas centrais da sua poesia eram o amor e a liberdade.
      • Morreu em 1849 na Batalha de Segesvár (agora Sighisoara, na Roménia), uma das batalhas da guerra pela independência húngara de 1848 e é reconhecido entre os húngaros como um herói nacional .
    80. Obras
      Versek, 1844
      A helység kalapácsa, 1844
      Cipruslombok Etelke sírjára, 1845
      János vitéz, 1845 (poema narrativo)
      Versek II, 1845
      Úti jegyzetek, 1845
      A hóhér kötele, 1846 (romance)
      Felhők, 1846
      Versei, 1846
      Tigris és hiéna, 1847 (novela)
      Összes költeményei, 1847
      Bolond Istók, 1847 (poema narrativo)
      Nemzeti dal (Hino ), 1848
      Az apostol, 1848
    81. O Bosque Pássaros tem ……
      O bosque pássaros tem ,
      e o jardim flores tem,
      e o céu estrelas tem ,
      e o rapaz amado tem.
      Abre-te, flor, canta, pássaro,
      e tu, estrela, cintila ,
      e a moça abre- se, canta, brilha ...
      Bosque, jardim, céu, rapaz, são felizes.
      Ai, a flor o viço perde,
      estrela cai, pássaro voa ,
      mas a moça, essa, fica,
      e o rapaz é o mais feliz .
      InPetofiSandor – Vinte Poemas – Ernesto Rodrigues.
    82. Bibliografia
      .Wikipédia o poder do conhecimento
      . Livro - InPetofiSandor – Vinte Poemas – Ernesto Rodrigues.
      . Imagens do google
    83. Escola Secundária de Porto de Mós
      O Poeta/Poema
      Irlanda
      Poeta: Samuel Beckett
      Poema:«Instante»
      Aluna: Mariana 8ºE
      Disciplina: Português
      Professora: Natércia Arqueiro
    84. Irlanda
       Cultura e curiosidades
       Os irlandeses amam a tradição!
      Comem “colcannon” (uma mistura de couves e puré de batata) no Halloween e vestem qualquer coisa verde no dia de S. Patrício. 
      Sabia que…?
      • Mas o mais internacionalmente famoso é a música tradicional e a dança irlandesa.
      A música tradicional pode ser ouvida por todo o país, desde os bares do centro das cidades até aos festivais rurais.
      bodhrán
      O “bodhrán”, espécie de pandeireta, é um dos instrumentos mais importantes da música irlandesa, junto com a rabeca e o assobio. 
      assobio
      rabeca
      • Os Irlandeses são um povo que gosta de rir. 
      Contar piadas e criticar ironicamente a sociedade faz parte da vida do dia a dia na Irlanda.
      "Os verdadeiros amigos apunhalam-te pela frente" OscarWilde, escritor 
      "O meu pai teve uma profunda influência em mim. Ele era um lunático" SpikeMilligan, comediante 
      "Formei um novo grupo chamado Alcoólicos Unânimes. Se não lhe apetecer uma bebida, telefone a um dos membros, que virá persuadi-lo" RichardHarris, actor  
      "Se chovesse sopa, os irlandeses iam para a rua com garfos" BrendanBehan, escritor 
       Os Irlandeses são excelentes nas piadas curtas, e de comediantes a dramaturgos todos escreveram algumas: 
      "Sendo irlandês, tenho um permanente sentido de tragédia, o que me sustém durante os períodos de alegria" W B Yeats, poeta
      "Não faças aos outros como os outros fariam a ti, o gosto deles pode não ser o mesmo" George BernardShaw, dramaturgo
      • A história irlandesa é rica em mitos e lendas!
      Desde os contos românticos sobre guerreiros à vida de antigos Santos até à sabedoria das Fadas, e os Mitos Celtas são o coração da Cultura Irlandesa.
      • Alguns dos Contos mais famosos são:
      • Crianças de Lir, que foram transformadas em cisnes pela madrasta;
      O Departamento de Folclore Irlandês da Universidade de Dublin tem registos de mais de 100.000 contos, mitos e lendas, a maior colecção do seu género no Mundo.
      • Um dos grandes heróis celtas, FinnMcCool, ganhou sabedoria quando era jovem, ao provar o “salmão da sabedoria”, e que em adulto venceu os Gigantes;
    85. Poeta
    86. Samuel Beckett
      Samuel BarclayBeckett nasceu a 13 de Abril de 1906 e faleceu a 22 de Dezembro de 1989, em Paris.
      Foi um escritor, um dramaturgo e um poeta irlandês. Beckett foi premiado com o prémio Nobel de Literatura em 1969.
    87. Poema
    88. Instante
      Que faria eu sem este mundo sem rosto sem questões
      Quando o ser só dura um instante onde cada instante
      Se deita sobre o vazio dentro do esquecimento de ter sido
      Sem esta onda onde por fim
      Corpo e sombra juntos se dissipam
      Que faria eu sem este silêncio abismo de murmúrios
      Arquejando furiosos em direcção ao socorro em direcção ao amor
      Sem este céu que se eleva
      Sobre o pó dos seus lastros
      Que faria eu, eu faria como ontem como hoje
      Olhando para a minha janela vendo se não serei o único
      A errar e a mudar distante de toda a vida
      Preso num espaço marionete
      Sem voz entre as vozes
      Que se fecham comigo.
    89. Bibliografia
       http://www.discoverireland.com/pt/about-ireland/culture/
      Sabia que…?
      O Departamento de Folclore Irlandês da Universidade de Dublin tem registos de mais de 100.000 contos, mitos e lendas, a maior colecção do seu género no Mundo.
       http://texto-al.blogspot.com/2009/02/instante-um-poema-de-samuel-beckett.html
      http://images.google.pt/images?hl=ptPT&um=1&sa=1&q=samuel+beckett&aq=8&o=samuel
    90. Escola Sec./3 Porto de Mós
      Português
      Poetas/Poemas da União Europeia- ITÁLIA
      Francesco Petrarca
      «Soneto 1»
      Trabalho elaborado por:
      Nuno
      8ºC
    91. Itália
      Capital: Roma
      Cidade mais populosa: Roma
      População: 58.863.156 hab.
      Moeda: Euro
      Clima: Mediterrâneo, Alpino e Continental
      Localização: Itália localiza-se no sul do continente europeu, ocupando quase toda a Península Itálica, mais as ilhas da Sardenha e da Sicília.
    92. Francesco Petrarca
      Biografia:
      Francesco Petrarca nasceu em Arezzo (Itália) no dia 20 de Julho de 1304 e faleceu no dia 19 de Julho de 1374.
      Foi um importante intelectual, poeta e humanista italiano, famoso, principalmente, devido ao seu Romanceiro.
      É considerado o inventor do soneto, tipo de poema composto de 14 versos.
      Pesquisador e filólogo, divulgador e escritor, é tido como o "pai do Humanismo". Mas esse grande latinista deve sua fama principalmente aos seus poemas, redigidos em língua italiana.
    93. Bibliografia/Obras:
      Petrarca é conhecido pela sua poesia italiana: principalmente o Canzoniere e o Trionfi ("Triunfos").
      Entre eles estão: Secretum ("Meu Livro Secreto"), um diálogo imaginário, intensamente pessoal e cheio de culpa com Augustine of Hippo;
      De Viris Illustribus ("Sobre os Homens Famosos"), uma série de biografias morais; Rerum Memorandarum Libri, um tratado incompleto sobre as virtudes cardeais;
      De Otio Religiosorum ("Sobre o Lazer Religioso") e De Vita Solitaria ("Sobre a Vida Solitária"), que elogia a vida contemplativa;
      De Remediis Utriusque Fortunae ("Remédios para os trancos e barrancos"), um livro de auto-ajuda que permaneceu popular por muitos anos;
      Itinerarium ("O Guia de Petrarca para a Terra Santa"), um ancestral distante dos guia de viagem; um número de críticas violentas contra seus oponentes tais como médicos, escolásticos e os franceses;
      O Carmen Bucolicum, uma colecção de doze poemas pastorais; e o épico incompleto África. Petrarca também publicou muitos volumes de suas cartas, incluindo algumas para alguns já mortos como Cícero e Virgílio. Infelizmente, muitos dos seus escritos em Latim são difíceis de serem encontrados hoje. É difícil identificar datas precisas para seus escritos porque ele os revisou constantemente durante sua vida.
    94. Poema de Francesco Petrarca:
      Soneto 1
      Vós que ouvistes em rimas esparsas o sonho,Nos meus juvenis e suspirosos dias, Com que eu nutria outrora o coração Quando aquele que eu fui tinha alguma ilusão;
      Se conheceis do amor a reflexãoEntre fugidias esperanças e o pranto em vão,Piedade espero achar, mais que perdão,Para as dores das minhas fantasias. Agora vejo bem que longamenteEm mim falou-se, e ria muita gente, E de mim mesmo, às vezes, me envergonho. E amargo fruto que colhi sonhando,Já sei – me arrependendo e envergonhando -Que a sedução da vida é breve sonho
    95. Bibliografia
      Para a realização deste trabalho pesquisei no:
      1. Motor de busca Google (imagens):
      • bandeira da união europeia
      • bandeira de Itália
      • Francesco Petrarca
      2. No sitewww.wikipédia.org:
      • Itália
      • Francesco Petrarca
      • http://www.estacio.br/rededeletras/numero8/parlaquetefabene/petrarca_sonetos.asp
    96. Letónia
      Mat´Marija
      Trabalho realizado por:
      Filipe 8º E
    97. Letónia
    98. POEMA
      Não recordo do testamento nem sequer a horanão fui iniciada na divina torah.Deste-me apenas verão e inverno,céu , rios e montes.Não me ensinaste as orações que secundam as regras e as leis meu coração é um passarinho e cantadiante de ícones que ninguém pintou.O orvalho, a alba e a estrada as pedras, o homem e o animal.Recebe, ó justo e severo a única palavra minha : creio!Tradução de josétolentinomendonçainrosa do mundo- 2001 poemas para o futuro
    99. Bibliografia
      www.google.comwww.wikipedia.ptinRosa do Mundo- 2001 poemas para o futuro
    100. Hino da Lituânia
      Vincas Kudirka
    101. Lituânia
      Área: 65,318 km ²
      População: 3.611.000 (estimativa 2001) Densidade: 55 hab / Km ²Forma de governo: Democracia parlamentar Capital: Vilnius (579.000 habitantes). Países vizinhos: Letónia, Rússia , a Polónia e a Bielorrússia
      Principais rios: Nemunas 937 km (no total, Neris 468 km Principais lagos: KaunoMariosClima: Temperado Língua: Lituano, Russo Letão (oficial), lituano, russo Religião: Luterana, Católica Luterana, Católica Romana
    102. Biografia de Vincas Kudirka
      Filho de camponeses, depois de concluir os estudos elementares mudou-se para Varsóvia para aceder à universidade, em 1881.
      A princípio seguiu os cursos de História e Filosofia, mas depois, em 1882, passou para Medicina. Durante os estudos universitários, Kudirka viveu um período tormentoso: foi preso com acusações de subversão por ter copiado uma tradução de O Capital, foi expulso da universidade e readmitido depois.
      Licenciou-se em 1889. Depois da licenciatura, trabalhou como médico rural em Šakiaie Naumiestis.
      Kudirka começou a escrever poemas em 1888. Ao mesmo tempo, passou a ser mais activo no movimento nacionalista lituano.
      Juntamente com outros estudantes lituanos em Varsóvia, fundou a sociedade oculta Lietuva ("Lituânia"). No ano seguinte, a sociedade começou a publicar o jornal clandestino Varpas ("a campanha"), do qual Kudirka foi director e jornalista durante dez anos. O número 6 de Varpas, de Setembro de 1898, publicou o texto de TautiškaGiesmė, que passaria a ser o hino nacional lituano em 1918, com música composta pelo mesmo Kudirka.
      Kudirka deu um grande impulso à cultura lituana. Escreveu um manual de escrita e um artigo sobre os princípios da versificação, além de publicar uma colecção de canções populares lituanas. Foi um estimado escritor satírico.
      Morreu de tuberculose em 1899, com pouco mais de quarenta anos
    103. Hino
      Lituânia, terra de heróis,Tu, nossa pátria que é arte,dos feitos gloriosos de todas as épocastoma de teus filhos o coração.
      Teus filhos sempre seguirãoa seus heróicos paisem dedicação a seu paíse com boa vontade a outros.
      O sol de nossas queridas costasbrilha sobre nós eternamente;Deus, os direitos e a verdademantêm nosso caminho iluminado.
      Possa o amor de nossa terraFazer-nos fortes de coração e de mão.Possa nossa terra sempreestar pacífica e unida.
    104. Bibliografia
      http://translate.google.pt/translate?hl=pt-PT&sl=it&u=http://it.wikipedia.org/wiki/Lituania_minore&ei=e2EySsL0DqaRjAfu78GFCg&sa=X&oi=translate&resnum=9&ct=result&prev=/search%3Fq%3Dbibliografia%2Bde%2BVincas%2BKudirka%26hl%3Dpt-PT%26sa%3DN%26start%3D10
      http://pt.wikipedia.org/wiki/Vincas_Kudirka
    105. Luxemburgo
      AniseKoltz
      «Abre-se o Céu»
      Poetas da União Europeia
      Trabalho Elaborado por:
      Ricardo 8º D
    106. Luxemburgo
    107. Anise Koltz
      Biografia
      • Anise Koltz nasceu no dia 12 de Junho de 1928 no Luxemburgo.
      • Fundadora e organizadora das Jornadas Literárias de Mondorf, publicou cerca de duas dezenas de livros desde Marchen, seu livro de estreia em 1957.
      • É membro da Academia Mallarmé, do Pen-Club da Bélgica e do Instituto Grand-Ducal de Artes e Letras.
      • Galardoada com vários prémios literários, entre os quais se destaca o Grand prix de littérature hors de France (1994)
    108. Poema
      Abre-se o céusobre mimcomo outro paísAs vacas magrassaídas de um sonho de faraóainda se multiplicampor seteEntre uma fuga e outratenho fomeAo comereu firo o mundo
    109. Bibliografia
      http://antologiadoesquecimento.blogspot.com/2007/10/abre-se-o-céu-sobre-mim-como-outro-pas.html
    110. MALTA
      Dum KarmPsaila – 1871-1961
      «SONHO ABORTADO»
    111. «SONHO ABORTADO»
      Pergunto-me apreensivo,
      Tão triste e só, já perdido:
      Por que deixei à deriva
      O barco da nossa vida?
      Tomo sempre o rumo torto,
      Confesso me envergonhado,
      E não atinjo um bom porto
      Seja qual for o lado.
      A juventude é fogosa,
      Não teme qualquer corrida
      E, sonhando ser ditosa
      Leva sonhos à partida
      Se o sonho não tem raiz,
      Torna-se lenha queimada
      E, na rescaldo infeliz,
      Traz decepções à chegada.
    112. PolóniaJanKochanowski«A Tília» Polónia
      Realizado no âmbito da disciplina de Português
      Elaborado por:
      Miguel 8ºE
    113. Imagens da Polónia
    114. Biografia
      JanKochanowski (Sycyna, 1530 - Lublin, 22 de Agosto de 1584) foi um poetarenascentista polaco que esta-beleceu padrões poéticos que se tor-nariam parte integrante da literatura de língua polaca.
      Ele é geralmente considerado o maior poeta polaco do período anterior ao século XIX.
    115. Poema
      A Tília
      Peregrino, senta debaixo da ramagem, Descansa; eu prometo – sequer o sol selvagem Aqui pode avançar. Porém os raios justos Deverão as sombras aquietar nos arbustos. Aqui sempre sopram brisas frescas do campo, Rouxinóis e negras aves cantam seu canto. Abelhas obreiras recolhem mel das flores Perfumadas para brindar as mesas nobres. E a todos os homens meu murmúrio sereno Cobre facilmente de adocicado sono. Maçãs não carrego, mas sou árvore farta Das Hespérides no jardim, meu amo exorta.
      JanKochanowski. Trad. AleksandarJovanovicIn Rosa do Mundo – 2001 Poemas para o Futuro
    116. Bibliografia
      • www.google.pt
      • clo-carpediem.blogspot.com
      • pt.wikipedia.org
      • Rosa do Mundo – 2001 Poemas para o Futuro
    117. Portugal
      Florbela Espanca
      Elaborado por: 8ºE
    118. Florbela Espanca
      Flor d'Alma da Conceição Espanca, nasceu em Vila Viçosa, a 8 de Dezembro de 1894, sendo baptizada, com o nome de Flor Bela Lobo, a 20 de Junho do ano seguinte, como filha de Antónia da Conceição Lobo e de pai incógnito.
      É em Vila Viçosa que se desenrola a sua infância. Em Outubro de 1899, Florbela começa a frequentar o ensino pré-primário, passando a assinar Flor d'Alma da Conceição Espanca (algumas vezes, opta por Flor, e outras, por Bela).
      Em 1908, Antónia Lobo, a mãe de Florbela morre vítima de neurose, após o que a família se desloca para Évora, para Florbela prosseguir os seus estudos no Liceu André Gouveia, com o chamado Curso Geral do Liceu.
      Entretanto, em 1911, começa a namorar com Alberto Moutinho, mas acaba por se afastar deste, em virtude de uma nova paixão por José Marques, futuro director da Torre do Tombo.
      Após romper com este, no ano seguinte, Florbela reata o namoro com Alberto Moutinho e, a 8 de Dezembro, uma vez emancipada, casa com ele, pelo civil, aos 19 anos.
      Em 1914 numa festa do colégio, Florbela recita, pela primeira vez, versos seus em público. É no ano seguinte que Florbela inicia o seu caderno «Trocando Olhares», que completa ao longo de cerca de um ano e meio. Em 1916, a revista «Modas e Bordados» publica o soneto «Crisântemos».
    119. Portugal
      Portugal, oficialmente República Portuguesa, é um país localizado no sudoeste da Europa, cujo território se situa na zona ocidental da Península Ibérica e em arquipélagos no Atlântico Norte.
      Possui uma área total de 92.391 km², e é a nação mais ocidental do continente europeu.
      Durante os séculos XV e XVI, Portugal foi uma potência mundial económica, social e cultural, constituindo-se o primeiro e o mais duradouro império colonial de amplitude global.
      É membro das Nações Unidas e da União Europeia (na altura da sua adesão em 1986, CEE), e membro - fundador da NATO, da OCDE, da Zona Euro (da União Europeia) e da CPLP.
      Participa em diversas missões de manutenção de paz das Nações Unidas. Portugal é também um Estado-Membro do Espaço Schengen.
    120. Poema: Eu
      Eu sou a que no mundo anda perdida,Eu sou a que na vida não tem norte,Sou a irmã do Sonho, e desta sorteSou a crucificada... a dolorida...Sombra de névoa ténue e esvaecida,E que o destino, amargo, triste e forte,Impele brutalmente para a morte!Alma de luto sempre incompreendida!Sou aquela que passa e ninguém vê...Sou a que chamam triste sem o ser...Sou a que chora sem saber porquê...Sou talvez a visão que Alguém sonhou,Alguém que veio ao mundo pra me verE que nunca na vida me encontrou!
    121. Bibliografia
      Poema: http://marciaapinheiro.tripod.com/eu.htm
      País: http://pt.wikipedia.org/wiki/Portugal
      Biografia:http://www.jgaraujo.com.br/forum/viewtopic.php?t=9&sid=1778e32239fb3cb2cf77cc86be39a735
    122. Poema
      (de um país da U.E.)
      Reino Unido
      William Shakespeare
      Soneto nº8
      Elaborado por: Eugeniu 8ºC
    123. Reino Unido
      Capital: Londres Língua oficial: inglês
       Entrada na EU: 1 de Janeiro de 1973
      Área: Total 244.820 km (79º)  - Água (%) 1,34
      População: Estimativa de 2007 - 60.975.000 hab. 
      Censo 2001- Densidade 246hab./km 
      Cód. ISSO: GBR Cód. Internet: ukCód. Telef:+44
    124. William Shakespeare
      • William Shakespeare (Stratford-upon-Avon, 23 de Abril de 1564 - 23 de Abril de 1616) foi um dramaturgo e poeta inglês.
      • Podemos ler deste escritor: 38 peças teatrais; 154 sonetos; dois poemas de narrativa longa; várias outras poesias.
      • Entre as peças de Shakespeare mais famosas e aclamadas pela crítica estão Romeu e Julieta, Rei Lear, Macbeth, Sonho de uma Noite de Verão, A Megera Domada, Hamlet, Júlio César, Otelo, A Tempestade, Noite de Reis, O Mercador de Veneza e Ricardo III.
    125. Soneto nº8
      És música e a música ouves triste?Doçura atrai doçura e alegria:Porque amas o que a teu prazer resiste,Ou tens prazer só na melancolia?
      Se a concórdia dos sons bem afinados,Por casados, ofende o teu ouvido,São-te branda censura, em ti calcados,Porque de ti deviam ter nascido.
      Vê que uma corda a outra casa bemE ambas se fazem mútuo ordenamento,Como marido e filho e feliz mãe
      Que, todos num, cantam de encantamento:É canção sem palavras, vária e emUníssono:”só não serás ninguém”.
    126. Sites de onde foram tiradas as informações
      • www.google.pt
      • www.wikipedia.com
    127. Escola Secundária de Porto de MósREPÚBLICA CHECA
      VladimirHolan
      1905-1980
      “A Louca”
    128. República checa
    129. A Louca
      Até deus tem um ofício, nós é que não sabemos qual,diz a louca.É preciso colocar um pedaço de Dezembro sobre este onde não nevou, diz a louca.Sim, eu estou a perder a vista, mas não me venham falar de letras grandes e pequenas,eu vejo bem, tenho uma voz grossa,diz a louca.Não penses que me ponho a rir apenas porque tenho uns belos dentes… Trata-se de uma visão vocal,diz a louca.Os cabelos sobre as costas da noite e a ira de uma concha desvendarão a fineza das circunvoluções cerebrais da noz,diz a louca.
    130. Olha, todo este espaço preenchido pela ausência lúbrica de um ladrão de cemitérios! Eu forço o destino docemente,diz a louca.Agora é que descobri que aquela minha amiga me traiu apesar de calçar de vez em quando os meus chapéus,diz a louca.A camisa d forças não passa de um vestido de noiva para o registo e outro para a igreja,diz a louca.Porque é que me puseram estes óculos escuros? Sem eles vejo muito bemos impulsos cósmicos do cubismo!Eu sou instruída!, diz a louca…E teria dito por certo muito mais se me tivessem dado uma pedra para me sentarem vez de um momento de atenção,diz esta louca…
       
      Tradução do francês por José Fanha. Revisto por Jorge Listopad
      http://queridasbibliotecas.blogspot.com/2008_10_01_archive.html
      Recolha do poema de Oleksandr 8ºC
    131. Escola Secundária de Porto de Mós
      Poema da União Europeia…
      Roménia
      MihaiEminescu
      Tão delicada …
      Realizado por :
      Daniela 8ºD
    132. Roménia
      Ano de adesão à União Europeia: 2007
      Sistema político: República
      Capital: Bucareste
      Superfície total: 237 500 km²
      População: 21,5 milhões de habitantes
      Moeda: leu
    133. Mihai Eminescu
      Nome : Mihail Eminescu
      Nascimento : Botoşani, 15 de Janeiro de 1850
      Falecimento :Bucareste, 15 de Junho de 1889
      Ocupação : Poeta Nacional da Roménia e da República da Moldávia
    134. Tão delicada …
      Tão delicada, és semelhanteÀ alva flor da cerejeira.E como um anjo entre os mortaisSurges da minha vida à beira.
      Nem bem tu tocas o tapete,A seda soa ao teu pisarE da cabeça até os pésPairas num sonho, a flutuar.
      Das dobras longas do vestido,Como do mármore, ressais,Presa a minh’alma aos olhos teusCheios de lágrimas e ais.
      Ó sonho meu feliz de amor,Noiva suave, de outras lendas,Não me sorrias! Se sorriresTua doçura me desvendas.Podes, no encanto da tua noite,Deixar-me os olhos sempre baçosE com o murmúrio de tua bocaNo frio enredo dos teus braços.
      Súbito, passa um pensamentoNo véu do teu ardente olhar:É a renúncia penumbrosa,Sombra de doce suspirar.Te vais e eu bem compreendiNão mais deter o passo teu;Perdida, sempre, para mim,Noiva imortal no peito meu!Pois ter-te visto é culpa minha,Da qual jamais terei perdão;Expiarei sonho de luzA mão direita erguendo, em vão.Ressurgirás como uma auraDa eterna virgem, de Maria,Em tua fronte uma coroa...Aonde tu vais? Voltas um dia?
      Tradução : Luciano Maia
       
    135. Bibliografia
      • http://europa.eu/abc/european_countries/others/moldova/index_pt.htm
      • http://wapedia.mobi/pt/Mihai_Eminescu
      • http://www.revista.agulha.nom.br/eminescu1.html#tao
    136. Escola s/3 de Porto de Mós
      Disciplina: Língua Portuguesa
      Prof: Natércia Arqueiro
      João 8ºE
      Suécia Maria Wine«A mulher submerge-se no banho»
    137. Suécia
    138. Biografia de Maria Wine
      Nasceu em Copenhaga, a 8
      de Julho de 1912, e morreu
      no dia 22 de Junho de 2003.
      Maria Wine foi uma conhe-
      cida poetisa sueca.
      Na verdade chamava-se Karla Lundkvist ,mas era conhecida como Maria Wine . Toda a sua infância foi passada num orfanato.
      Ela tinha várias colecções de poemas e romances publicados, entre eles "vinden ur m? Rkret" (1943), "Feberf? Tter" (1947) e "Minnena vaknar" (Despertar memórias) de 1994, sobre a sua vida com o famoso autor / poeta Artur LUNDKVIST, quem casou em 1936.
    139. Poema de Maria Wine
      A mulher submerge-se no banho
      com a mesma doce espera
      com que se aproxima do leito do amante
      e se deixa fundir lentamente
      na água tépida suave
      Água de carícia envolvente
      que eleva os seios
      e os balanceia
      pontas que despertam as suas bocas vermelhas
      mãos que se abrem como estrelas do mar
      e navegam pensativas de um lado para o outro
      e roçam de vez em quando as curvas do corpo
      A cabeça é um nenúfar que se move
      sobre a superfície da água
      e na esperança dos olhos
      crescem sonhos luminosos
      que nenhum amante
      poderá jamais cumprir.
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