Your SlideShare is downloading. ×
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Roberto Pimentel Lopes Aula na USP em São Paulo - Mestrado de Habitação

2,180

Published on

Aula na USP em São Paulo - Mestrado Em Habitação ABNT [ Multidoor ]

Aula na USP em São Paulo - Mestrado Em Habitação ABNT [ Multidoor ]

Published in: Business
0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total Views
2,180
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
54
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. Roberto Pimentel Lopes roberto@multidoor.com.br Portas de Madeira: Uma visão global de mercadoSão Paulo/SP13 de Abril de 2011 CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 2. Portas de Madeira Consumo comparativo de energia Para Produzir Consome-se (kg Ec)* 1 Tonelada *KG EC (quilos equivalentes de carvão) Alumínio 4.200,00 Plástico 1.800,00 Aço 1.000,00 Cimento 260,00 Bloco de concreto 26,00 Concreto simples 26,00 Madeira 0,8 Tabela – Consumo de energia para produção de 1 tonelada de materiais diversos Fonte: ABIMCI, 2003 CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 3. Portas de Madeira Madeira: um recurso natural renovável u Resistência mecânica; u Facilidade de usinagem; u Resistência química; u Isolamento térmico e elétrico; u Renovável; u Reciclável; u Reutilizável; u Biodegradável; u Depósito de carbono. CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 4. Portas de Madeira Cenário das portas no Brasil CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 5. Portas de Madeira Cenário de 100 anos na Construção Civil Brasileira uMão de Obra barata uPerda de 1/3 materiais uMercado paga tudo uProcessamento de componentes u“Errou? Quebra e refaz” uProjeto Prefeitura uSoluções in loco uMatéria-prima uMestre de obras CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 6. Portas de Madeira Cenário de 100 anos na indústria de Portas do Brasil u Design obsoleto; u Produto sob medida; u Montagem manual; u Material de Construção; u Descumprimento de Normas; u Empreiteiro - montador; u Baixa qualidade final; u Venda de componentes; u Defasagem tecnológica. CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 7. Portas de Madeira Cenário atual da Construção Civil no Brasil uMão de obra = 50% custo uMeta = desperdício zero uCompetitividade Global uGestão da Qualidad ISO 9000 uDesempenho ABNT NBR 15575 uCompatibilização de projetos uProjeto executivo uTerceirização de serviços uSistemas construtivos uSistema Porta pronta CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 8. Portas de Madeira Pesquisa de Qualidade Portas - FIERGS/SEBRAE CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 9. Portas de Madeira Pesquisa de Qualidade Portas - FIERGS/SEBRAE Frequência de problemas em portas no Brasil AL 16% RN 27% BRASIL 35% RJ 36% CE 39% SP 43% SC 45% BA 50% PE 54% 0,00% 10,00% 20,00% 30,00% 40,00% 50,00% 60,00% Percentual Insatisfação Fonte: SINDUSCON-Estados CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 10. Portas de Madeira Pesquisa de Satisfação pós-ocupação - ADEMI/PE Avaliação da Importância X Satisfação (8 obras de uma construtora) CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 11. Portas de Madeira Pesquisa de Satisfação pós-ocupação - ADEMI/PE Avaliação das Portas (8 obras de uma construtora) 100 75 0 – 25,0% : RUIM(%) 50 45,0 46,1 25,1 A 50,0%: REGULAR 39,0 38,7 35,0 37,2 36,6 50,1 A 75,0% : BOM 23,8 25 75,1 A 100,0% : ÓTIMO 0 A B C D E F G H CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 12. Portas de Madeira Pesquisa de Satisfação pós-ocupação - ADEMI/PE Avaliação da Área de Lazer (8 obras de uma construtora) 100 88,9 85,1 79,6 75,2 75 60,3 0 – 25,0% : RUIM(%) 50 25,1 A 50,0%: REGULAR 25 50,1 A 75,0% : BOM 75,1 A 100,0% : ÓTIMO 0 A B C D E CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 13. Portas de Madeira Visão do Mercado na Europa Itália u Desempenho = requisito implícito u Programa de qualidade: 1981-1994 u Design de porta = design mobiliário u Acompanha as tendências de decoração CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 14. Portas de Madeira Visão do Mercado na Europa Espanha u Desempenho = requisito implícito u Qualidade das portas na engenharia u Grande volume de produção u Exportação: concorrente Brasil CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 15. Portas de Madeira Visão do Mercado na Europa Alemanha u Desempenho = requisito implícito u Germany Quality u Robustez e funcionalidade u Especificação genérica única CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 16. Portas de Madeira Visão do Mercado no Brasil Brasil u Desempenho = foco a partir de 2010 u Programa de qualidade - Início em 2005 u Design = produção artesanal u Baixo valor percebido CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 17. Portas de Madeira Tendências do Mercado no Brasil Brasil 1- Foco no Desempenho u ABNT NBR 15575 u Nova Norma ABNT NBR 15930 2- Classes de produtos u Uma porta para cada padrão de obra u Engenharia de portas 3- Novas referências e exigências u Desempenho acústico u Design industrial CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 18. Portas de Madeira Tendência de mercado no Brasil Programa Setorial da Qualidade Brasil Empresas Participantes u Alamo u Camidoor u Frame u Fuck u u Sincol CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 19. Roberto Pimentel Lopes roberto@multidoor.com.brNova Norma de Portas ABNT NBR 15930São Paulo/SP13 de Abril de 2011 CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 20. Portas de Madeira Normas ABNT Vigentes NBR Ano Descrição 8037 Jun 83 Terminologia 8051 Jun 83 Resistência impactos 8052 Set 86 Dimensões 8053 Jun 83 Deformações da folha 8054 Jun 83 Manobras anormais 8542 Set 86 Desempenho 8543 Set 86 Variações dimensionais 8544 Jul 84 Ação: água e calor CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 21. Portas de Madeira Critérios e Mitos de Mercado u Norma com classificação passa-não-passa u Desempenho associado a critério construtivo u Desconhecimento das normas u Falta de divulgação das normas u Mitos: Porta sarrafeada x papelão u Desconhecimento de produtos u Compra por menor preço u Falta classificação por uso u Ausência de Homologação do fornecedor CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 22. Portas de Madeira Revisão das Normas ABNT Foco: Requisitos de usuário - ISO 6241 u Estabilidade u Segurança em Uso u Vedações u Térmico e Umidade u Acústica u Visuais u Táteis u Dinâmicos u Durabilidade u Econômicos CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 23. Portas de Madeira Revisão das Normas ABNT Foco: Requisitos de usuário - ISO 6241 1- Estabilidade u Resistência mecânica a ações estáticas e dinâmicas; u Resistências a impactos, ações abusivas (intencionais ou não); u Resistência ao ciclos de uso; u Variações higroscópicas da madeira. CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 24. Portas de Madeira Revisão das Normas ABNT Foco: Requisitos de usuário - ISO 6241 2- Segurança em uso u Ausência de agentes agressivos (pontas e bordas cortantes e movimentos de folhas). 3- Vedações u Estanqueidade a água de chuva, ar e poeira (Esquadrias externas); 4- Térmico e Umidade u Controles de temperatura e condensação. CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 25. Portas de Madeira Revisão das Normas ABNT Foco: Requisitos de usuário - ISO 6241 5- Acústica u Controle de Ruídos (Internos e externos) u Conforto acústico: NBR 10152 6- Visuais u Iluminação natural u Privacidade 7- Táteis u Superfície ásperas u Transmissão de calor CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 26. Portas de Madeira Revisão das Normas ABNT Foco: Requisitos de usuário - ISO 6241 8- Dinâmicos u Manipulação das ferragens e folhas u Uso Privado X Uso Coletivo 9- Durabilidade u Desempenho X Vida Útil de Projeto u Durabilidade natural da madeira 10- Economicos u Custo Inicial X Custo Final u Custo de manutenção e reposição CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 27. Portas de Madeira Revisão das Normas ABNT Adequação a NBR 15575 u Foco no desempenho u Classes de produtos u Classificação por aparência u Requisitos adicionais; - Isolamento acústico - Resistência ao fogo - Isolamento térmico - Segurança - Arrombamento - Blindagem - Estanqueidade CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 28. Portas de Madeira Revisão das Normas ABNT Situação em Abril 2011 Parte Descrição 1 Terminologia e Simbologia 2 Requisitos 3 Requisitos Adicionais 4 Regras de Instalação CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 29. Portas de Madeira Nova Norma ABNT NBR 15930 Terminologia Croquis CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 30. Portas de Madeira Nova Norma ABNT NBR 15930 Padronização Dimensionamento e Medidas Padronizadas Padrões: Leve - Médio - Pesado - SuperPesado CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 31. Portas de Madeira Nova Norma ABNT NBR 15930 Simbologia REPRESENTAÇÃO EM PROJETO - VISTA INTERNA E PLANTA BAIXA PM1 PM2, PM2A, PM8 PM3, PM4 PM5 PM6 PM7 PM9Vi sta s In te rna sPl a nta s B a ixa s CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 32. Portas de Madeira Nova Norma ABNT NBR 15930 Ação Higroscópica Comportamento às variações de temperatura e umidade u Variação dimensional da folha e marco u Desvios de forma da folha e marco Classes de Desempenho: 1 - 2 - 3 CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 33. Portas de Madeira Nova Norma ABNT NBR 15930 Esforços Mecânicos Resistência aos esforços de uso e impactos Carregamento Torção vertical estática Impactos de Impactos de corpo mole corpo duro Classes de Desempenho: 1 - 2 - 3 - 4 CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 34. Portas de Madeira Nova Norma ABNT NBR 15930 Perfil de Desempenho u PIM - Porta Interna u PIM RU - Porta Interna Resistente a Umidade u PEM - Porta de Entrada u PEM RU - Porta de Entrada Resistente a Umidade u PXM - Porta Externa CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 35. Portas de Madeira Nova Norma ABNT NBR 15930 Perfil de Desempenho da Porta Parte 1 Condições Movimento Requisitos PIM PIM RU PEM PEM RU PXM Abrir Variações dimensionais Classe Classe Classe Classe Classe Ação Pivotante 1 2 1 2 2Higroscópica Vaivém Classe Classe Classe Classe Classe Correr Desvios de forma 1 2 1 2 2 Fechamento com presença Classe Classe Classe Classe Classe Esforços Abrir de obstrução 3 3 4 4 4mecânicos Pivotanteespecíficos Vaivém Classe Classe Classe Classe Classe Fechamento brusco 1 1 2 2 3 CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 36. Portas de Madeira Nova Norma ABNT NBR 15930 Perfil de Desempenho da Porta Parte 2Condições Movimento Requisitos PIM PIM RU PEM PEM RU PXM Carregamento vertical Classe Classe Classe Classe Classe Abrir 2 2 3 3 4 Pivotante Vaivém Torção estática Classe Classe Classe Classe Classe Esforços 1 1 2 2 3mecânicos gerais Classe Classe Classe Classe Classe Abrir Impactos de corpo mole 2 2 3 3 4 Pivotante Vaivém Correr Impactos de corpo duro Classe Classe Classe Classe Classe 2 2 3 3 4 CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 37. Portas de Madeira Nova Norma ABNT NBR 15930 Como Especificar Portas de Madeira Quadro geral de Projeto REPRESENTAÇÃO EM PROJETO - QUADRO GERAL DE PORTAS Movimento Sentido Folhas (mm) Acaba- Perfil de DesempenhoItem Qt. Ambiente das Folhas Abertura Modelo Larg. Alt. Esp. mento Local uso AdicionalPM1 1 Entrada Social Pivotante 1fl. AH Frisada 1000 2100 40 Verniz PEMPm2 2 Quarto-1 Abrir 1fl. AH Lisa 800 2100 35 Verniz PIMPM2A 1 Suite Master Abrir 1fl. HO Lisa 800 2100 40 Verniz PIM Acústica C1PM3 1 Closet Abrir 1fl. AH Lisa 700 2100 35 Verniz PIMPM6 1 Cozinha Vaivém 1fl. - c/ visor 800 2100 35 Verniz PIM RUPM8 1 Entrada Serviço Abrir 1fl. HO Lisa 800 2100 45 Verniz PEM Corta fogo C1 CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 38. Roberto Pimentel Lopes roberto@multidoor.com.br Desempenho de PortasSão Paulo/SP13 de Abril de 2011 CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 39. Portas de Madeira Desempenho Responsabilidades - ABNT NBR 15575 Engenheiro CONFEA - Código de Ética Profissional Arquiteto Resolução 205/71 Devem atuar dentro da melhor técnica (Cumprir normas ABNT) Fabricante CDC - Código de Defesa do Consumidor Projetista Artigos 18 e 20 Construtor Respondem em conjunto pelos vícios de qualidade da obra CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 40. Portas de Madeira Durabilidade da MadeiraClasses de risco para uso da madeira na Construção CivilCLASSE DE RISCO (CR) CONDIÇÕES DE USO Interior de construções, fora de contato com o solo, fundações ou alvenaria, protegidos 1 das intempéries, das fontes internas de umidades. Locais livres do acesso de cupins- subterrâneos ou arborícolas. Interior de construções, em contato com a alvenaria, sem contato com solo ou 2 fundações, protegidos das intempéries e das fontes internas de umidade. Interior de construções, fora de contato com o solo e continuamente protegidos das 3 intempéries, que podem, ocasionalmente, ser expostos a fontes de umidade. 4 Uso exterior, fora de contato com o solo e sujeitos a intempéries. Contato com o solo, água doce e outras situações favoráveis à deterioração, como 5 engaste em concreto e alvenaria. 6 Exposição à água salgada ou salobra. CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 41. Portas de Madeira Especificação por desempenho Uso Indicado Apartamento Casa Comercial Escolar Hospitalar Hotelaria Institucional CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 42. Dimensões em milímetros VÃO OBRA Desempenho Largura Altura Espessura PXM PEM FICHA TÉCNICA PEM-RU L+90 Mín 90 PREMIUM RW-C2 (abrir 1 folha) H+50 (abrir 1 folha) Máx RX 240 RW-C4 PRF-30 L+80 (abrir 1 folha)FOLHA PORTA Desempenho Largura (L) Altura (H) Espessura Massa PXM PEM Pesada Mín 22 a 28 Kg/m² PEM-RU 40 600 2100 RW-C2 Máx 2400 RX 1400 RW-C4 Super Pesada 45 32 a 36 Kg/m² PRF-30MARCO Desempenho Largura Espessura ALIZAR Largura Espessura PXM PEM Mín 50 Mín PEM-RU 45 90 Padrão RW-C2 15 70 Máx RX 230 Máx RW-C4 100 56 PRF-30 2 faces
  • 43. FECHADURA Desempenho Eixo A Cilindro (comprimento) TIPOLOGIAS Desempenho nº Folhas PXM PXM PEM PEM Mín Padrão Mín Padrão PEM-RU PEM-RU 50 55 60 70 RW-C2 RW-C2 1 ou 2 RX RX RW-C4 RW-C4 Mín Padrão Mín Padrão 60 70 70 70 PRF-30 PRF-30 ABRIRDOBRADIÇAS Desempenho Dimensões PXM PXM PEM PEM 1 Palmela: 100 x 90 x 2,5 PEM-RU PEM-RU Sujeito a alterações sem prévio aviso. RW-C2 RX RW-C4 Abas: 150 x 80 x 3 PRF-30 PIVOTANTE
  • 44. Dimensões em milímetros VÃO OBRA Desempenho Largura Altura Espessura PIM Mín PIM-RU 70 L+80 H+50 FICHA TÉCNICA PEM (abrir 1 folha) (abrir 1 folha) Máx 240 DESIGN PEM-RUFOLHA PORTA Desempenho Largura (L) Altura (H) Espessura Massa PIM Média Mín 600 2100 11 a 13 Kg/m² PIM-RU 40 PEM Máx 2400 Pesada 1200 20 a 21 Kg/m² PEM-RUMARCO Desempenho Largura Espessura ALIZAR Largura Espessura PIM Mín PIM-RU 70 Mín 37 50 PEM Máx 230 Padrão 15 PEM-RU 60 Máx 100 2 faces
  • 45. FECHADURA Desempenho Eixo A Cilindro (comprimento) TIPOLOGIAS Desempenho nº Folhas PIM PIM PIM-RU PIM-RU Mín Padrão Mín Padrão 1 ou 2 50 55 60 70 PEM PEM PEM-RU PEM-RU ABRIR PIM 1 ou 2 PIM-RUDOBRADIÇAS Desempenho Dimensões PIM Palmela: 90 x 73 x 2,5 PIM-RU VAIVÉM Sujeito a alterações sem prévio aviso. PIM 1, 2, 3 ou 4 PIM-RU PEM Palmela: 100 x 90 x 2,5 PEM-RU CORRER
  • 46. Dimensões em milímetros VÃO OBRA Desempenho Largura Altura Espessura PIM Mín PIM-RU 70 L+70 H+40 FICHA TÉCNICA PEM (abrir 1 folha) (abrir 1 folha) Máx 220 STANDARD PEM-RUFOLHA PORTA Desempenho Largura (L) Altura (H) Espessura Massa PIM Leve 600 8,5 a 10 Kg/m² PIM-RU 700 PEM 2100 35 800 Média 13 a 15 Kg/m² PEM-RU 900MARCO Desempenho Largura Espessura ALIZAR Largura Espessura PIM Mín PIM-RU 70 Mín 30 40 PEM Máx 210 Padrão 10 PEM-RU 50 Máx 100 2 faces
  • 47. FECHADURA Desempenho Eixo A Cilindro (comprimento) TIPOLOGIAS Desempenho nº Folhas PIM Mín Padrão - PIM PIM-RU 40 55 PIM-RU 1 ou 2 PEM Mín Padrão Mín Padrão PEM PEM-RU 50 55 60 60 PEM-RU ABRIRDOBRADIÇAS Desempenho Dimensões Sujeito a alterações sem prévio aviso. PIM Abas: 76 x 76 x 2 Palmela: 100 x 57 x 2 PIM PIM-RU 1 ou 2 PIM-RUAbas Palmela PEM Abas: 89 x 76 x 2 PEM-RU Palmela: 90 x 73 x 2,5 CORRERAbas Palmela
  • 48. Portas de Madeira Desempenho Acústico Isolação Acústica - dB(A) Definição do Índice de Redução Sonora RW Redução Sonora Classes RW 20 a 24 dB 24 a 28 dB 28 a 32 dB Importante: A porta acústica deve ser fornecida montada de fábrica 32 a 36 dB com todos as ferragens e vedações, conforme laudos de ensaios e/ou 36 a 40 dB Programa Setorial de Qualidade. + de 40 dB CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 49. Portas de Madeira Desempenho Acústico Isolação Acústica - dB(A) Gráfico do Desempenho de uma porta Acústica Classe 4 Fonte: Ensaio IPT 920771-203 CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 50. Portas de Madeira Desempenho Acústico 2 4 3 1 1 CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 51. Portas de Madeira Desempenho Acústico CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 52. Portas de Madeira Desempenho Acústico Portas Classes de Desempenho CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 53. Portas de Madeira Desempenho Acústico M BIENT PORTA ACÚSTICA CLASSES 4 M BIENT E E A A 65dB 40dB zz z 75dB 75dB CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 54. Portas de Madeira Desempenho Acústico Porta Acústica (RW) Posição do mercado brasileiro em outubro 2010 u Produto disponível no mercado; u Perfil de desempenho: PEM-PXM; u Projeto: Atualizar especificações; u Construção: Adequar planilhas de custos; u Comprador: Homologar fornecedores; u Indústria: Desenvolver e certificar produto. CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 55. Roberto Pimentel Lopes roberto@multidoor.com.br Instalação de PortasSão Paulo/SP13 de Abril de 2011 CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 56. Portas de Madeira Roteiro de Sucesso na Instalação Preparação eficiente dos vãos; Pedido Técnico Consistente; Recebimento e armazenagem na Obra; Transporte vertical na Obra; Instalação no cronograma ideal. CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 57. Portas de Madeira Check List de Instalação Vão de Porta Paredes Pisos Tetos Vedações Instalações CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 58. Portas de Madeira Preparação dos vãos X Projeto Executivo Alt.Porta=210 0mm Alt.Vão p/Alizar Alt.Vão Obra Esquadro Vista Interna Corte Vertical Altura Vão Obra = Porta + 40mm Altura Kit = Porta + 33mm Larg.Vão p/Alizar Larg.Vão Obra Larg.Porta Planta Baixa Largura Vão Obra = Porta + 80mm Nível Prumo Largura Kit = Porta + 55mm CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 59. Portas de Madeira Cuidados com o Produto Armazenamento correto CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 60. Portas de Madeira Cuidados com o Produto Serviços após Armazenagem instalação do kit inadequada CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 61. Portas de Madeira Componentes do Kit Porta Pronta Dobradiças Marco regulável (aço, latão e inox) (com amortecedor) Fechadura Espuma PU (opcional) (opcional) Rodapé com clip Alizares (opcional) (encaixe com cola) CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 62. Portas de Madeira Vantagens da instalação com espuma PU uredução do espaço de armazenagem udesperdício ‘zero’ uredução mão-de-obra uredução de resíduos sólidos uredução do processo de compras umelhor fluxo de caixa uparceria entre sistemas uterceirização CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 63. Portas de Madeira Como preparar os vãos Esquadro – Prumo – Nível Parede em Drywall Parede em Alvenaria CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 64. Portas de Madeira 4 Passos para Instalação 1Preparação do vãojá com uma demãode tinta na parede.ImportanteuEvitar execução de serviçosapós a instalação das portas. CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 65. Portas de Madeira 4 Passos para Instalação 2Fixação provisóriado kit com cunhasde madeira no vão.ImportanteuConferir esquadro, prumo enível do kit e da parede CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 66. Portas de Madeira 4 Passos para Instalação3Fixação permanentecom espuma depoliuretano. CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 67. Portas de Madeira 4 Passos para Instalação 4Acabamento finalcom arrematese fechadura. CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISAS TECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira
  • 68. Roberto Pimentel Lopes roberto@multidoor.com.br Obrigado! CB31-CE12 Comissão de Estudos de Portas de Madeira INSTITUTO DE PESQUISASTECNOLÓGICAS P S Q P IM Programa Setorial da Qualidade Portas Internas de Madeira

×