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Endometriose
 

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    Endometriose Endometriose Document Transcript

    • Endometriose:Definição- Endometriose é uma doença que acomete as mulheres em idade reprodutiva e que consiste na presença de células [1]endometriais em locais fora do útero. O endométrio é a camada interna do útero que é renovada mensalmente pela menstruação. Éum transtorno ginecológico comum, atingindo entre 10% e 15% das mulheres em idade reprodutiva.Sinais/sintomas: Segundo uma análise da USP, os sintoma mais comum são[1]: Dores na região pélvica na cólica que ocorre durante o período menstrual (87% dos casos); Dor pélvica crônica (55% dos casos); Dores durante ou logo após ato sexual (55% dos casos); Infertilidade (entre 14% a 40% dos casos); Sintomas intestinais cíclicos, como diarreia, sangramentos e dor (cerca de 30% dos casos); Problemas urinários diversos, como urinar em excesso, sangramentos e dor (cerca de 31,5% dos casos).Os principais sintomas da endometriose são dor e infertilidade. As dores podem ocorrer antes ou durante o período menstrual. Ela surgede repente, trazendo transtorno físico, psíquico e social para a paciente. Aproximadamente 20% das mulheres tem apenas dor, 60% temdor e 20% pode sentir dor tipo cólica menstrual intensa, dor abdominal durante a prática sexual.Tratamento:O tratamento varia conforme a vontade de engravidar, a área afetada, a intensidade dos sintomas, tolerância a medicamentos e a idadeda paciente.Dentre os tratamentos possíveis mais conservadores, voltados para casos menos graves, está a administração por 6 a 12 meses deuma combinação decontraceptivos hormonais orais, somado a antiinflamatórios não hormonais de nova geração no períodoperimenstrual e determinados exercícios físicos [1].Casos moderados e graves frequentemente necessitam de cirurgia para remover as células endométricas. Além dos tratamentoscirúrgicos podem ser associados o uso injeções de hormônios ou anti-hormônios, implantes subcutâneos de bastões de medicações ou [6]DIU impregnados por substâncias inibidoras da menstruação.Nos casos mais graves pode ser necessário a remoção de partes de órgãos como útero, ovários, tubas ou de porções do intestino. Aexcisão total de todas as lesões visíveis e palpáveis da doença traz melhora significativa da dor pélvica e da fertilidade.[7]Tromboflebite:Definição: Em condições normais, costumam formar-se continuamente trombos no interior das veias, que rapidamente se desintegram,não provocando qualquer tipo de incómodo. Mas por vezes estes trombos tornam-se maiores do que o habitual, obstruindo a circulaçãoe provocando uma manifesta reacção inflamatória das paredes da veia onde estão alojados, ou seja, uma tromboflebite.Sinais /sintomas: Na grande maioria dos casos, a doença costuma evoluir sem manifestar qualquer sintoma, passando assimdespercebida. Nos restantes casos, costuma apresentar, devido à inflamação, alguns sinais e sintomas pouco específicos, como febre,palpitações e deterioração do estado geral, embora as manifestações mais importantes sejam as de carácter local. Uma delascorresponde a uma dor persistente que, devido à compressão exercida pela inflamação sobre a parede da veia afectada e os tecidospróximos, aumenta com o movimento. Uma outra manifestação local característica é o edema ou inchaço dos tecidos correspondentesàquele território venoso, provocado pela obstrução do vaso por um trombo.TRATAMENTOO tratamento consiste basicamente no repouso, com os membros inferiores elevados para facilitar o retorno venoso, complementadocom a administração de medicamentos anti-inflamatórios e anticoagulantes. Por vezes, nos casos mais graves ou recorrentes, opta-sepela prática de uma intervenção cirúrgica para remover o trombo ou para colocar no interior da veia um dispositivo destinado a filtrar ospossíveis êmbolos, prevenindo assim eventuais episódios de embolia pulmonar.A insuficiência cardíaca ocorre quando o coração não consegue mais desempenhar uma ou ambas funções eficientemente. A insuficiênciacardíaca pode então ser do coração esquerdo, direito ou de ambos. Os sintomas variam de acordo com a câmara do coração acometida.Explicarei mais a frente.Leia o texto original no site MD.Saúde: INSUFICIÊNCIA CARDÍACA | Causas e sintomas http://www.mdsaude.com/2009/02/insuficiencia-cardiaca.html#ixzz1isklcNFus sintomas da insuficiência cardíaca dependem da câmara mais afetada e da gravidade do quadro. A disfunção do coração é na maioria das vezesum quadro progressivo e lento.A insuficiência do ventrículo esquerdo se manifesta com sintomas da baixo débito de sangue para o corpo. O principal é a fraqueza e o cansaço
    • aos esforços. Nas fases avançadas da insuficiência cardíaca, o paciente pode se cansar com tarefas simples como tomar banho e pentear ocabelo.Leia o texto original no site MD.Saúde: INSUFICIÊNCIA CARDÍACA | Causas e sintomas http://www.mdsaude.com/2009/02/insuficiencia-cardiaca.html#ixzz1iskuUBMEO tratamento é feito com restrição de sal e água, diuréticos, anti-hipertensivos (leia: TRATAMENTO DA HIPERTENSÃO - Captopril, Enalapril,Losartan...) e medicamentos que aumentam a força cardíaca como a digoxina. Obesos devem emagrecer, fumantes têm que largar o cigarro,álcool deve ser evitado e exercícios supervisionados para reabilitação cardíaca são indicados. A pressão arterial deve ser controlada com rigor.Leia o texto original no site MD.Saúde: INSUFICIÊNCIA CARDÍACA | Causas e sintomas http://www.mdsaude.com/2009/02/insuficiencia-cardiaca.html#ixzz1isl4wb8oHiperventilação é o aumento da quantidade de ar que ventila os pulmões, seja pelo aumento da frequência ou da intensidade darespiração. A causa mais comum da hiperventilação é a ansiedade, mas exercícios físicos, febres e doenças respiratórias tambémcostumam levar a esse estado. A hiperventilação pode estar associada a ataque de pânico, histeria e outros transtornos de ansiedade,segundo a classificação CID-10.A consequência metabólica da hiperventilação é a hipocapnia, isto é: a diminuição do teor de dióxido de carbono dissolvido no sangue.Como o dióxido de carbono é transportado no sangue comoácido carbônico, a hiperventilação eleva o pH sanguíneo, fenômenoconhecido como alcalose respiratória.Os sintomas mais comuns da hiperventilação são: sensação de estar flutuando, tontura, vertigem, dores no peito, parestesias(formigamento ou adormecimento) em vários locais do corpo, como a ponta dos dedos em volta da boca, taquicardia, palpitações, visãoborrada, sensação de falta de ar, disfagia, náuseas, dor abdominal, distensão abdominal, dores musculares, tremores, tetania,ansiedade, medo, fadiga, exaustão, sonolência, fraqueza.~TratamentoDurante o ataque, siga as instruções abaixo para aumentar o dióxido de carbono no sangue e aliviar os sintomas:Cobrir a boca eo nariz completamente com um saco de papel plástico (também é usado, mas menos seguro).Respire lentamente no saco e voltar a respirar o mesmo ar (o ar do saco que contém dióxido de carbono adicional).Tente manter o ar nos pulmões, contra a “necessidade” para removê-lo imediatamente.Respire lentamente dentro e fora do saco com pelo menos 1 a 3 minutos.Coloque o saco e respire normalmente por alguns minutos (inspire e expire a cada seis segundos).Se necessário, repita o processo até que os sintomas diminuem ou desaparecem.Se os sintomas reaparecerem, repita o processo quantas vezes você precisa (pode levar um saco de papel com você o tempotodo, como medida preventiva).Não fumar ou beber café, chá ou bebidas com cafeína: cafeína e nicotina são estimulantes e podem agravar ou precipitar umataque.MedicaçãoDeve ser prescrito pelo seu médico, e orientados para o tratamento do transtorno de ansiedade subjacentes.AtividadeEvite situações que provocam ataques, até que seu terapeuta dirigida.DietaReduzir a ingestão de cafeína (café, chá, cola, chocolate) é um estimulante e pode ser o gatilho para hiperventilação.que é a tuberculose?A tuberculose é uma doença infecciosa causada por um micróbio chamado “bacilo de Koch”. É uma doença contagiosa, que se transmite depessoa para pessoa e que atinge sobretudo os pulmões. Pode também atingir outros órgãos e outras partes do nosso corpo, como os gânglios, osrins, os ossos, os intestinos e as meninges.Quais são os sintomas mais evidentes? Tosse crónica; Febre; Existência e persistência de suores nocturnos (dos que ensopam o lençol); Dores no tórax; Perda de peso, lenta e progressiva; Falta de apetite, anorexia, apatia completa para com quase tudo o que está à volta. Como se trata?
    • Quando alguém adoece por causa do micróbio da tuberculose e fica tuberculoso, o tratamento consiste na combinação de três medicamentos: rifampicina, isoniazida e pirazinamida. Este tratamento dura cerca de seis meses e deve ser sempre acompanhado pelo médico de família do seu centro de saúde. O que é? A asma é uma doença inflamatória crónica das vias aéreas que, em indivíduos susceptíveis, origina episódios recorrentes de pieira, dispneia (dificuldade na respiração), aperto torácico e tosse, particularmente nocturna ou no início da manhã. Estes sintomas estão geralmente associados a uma obstrução generalizada, mas variável, das vias aéreas, a qual é reversível espontaneamente ou através de tratamento. Quais são os sintomas? Suspeita-se de asma em presença de historial de um dos seguintes sinais ou sintomas: tosse com predomínio nocturno, pieira recorrente, dificuldade respiratória recorrente e aperto torácico recorrente. Eczema, rinite alérgica, história familiar de asma ou de doença atópica estão frequentemente associados à asma. Uma observação torácica normal não exclui a hipótese de asma. Como é que se trata a asma? Os medicamentos para a asma têm de ser receitados pelo médico. Há vários tipos de medicamentos: inaladores ou bombas e comprimidos ou xaropes. Só os médicos podem determinar que comprimidos, xaropes, inaladores ou aerossóis são adequados a cada caso, em que doses devem ser tomados e aplicados e qual a duração do tratamento. Existem também vacinas, aplicáveis quando é determinado o agente que provoca a alergia, o que as torna uma possibilidade de tratamento eficaz. Os doentes com asma de alto risco têm acesso facilitado às Consultas Diferenciadas de Asma, com atendimento nas primeiras 24 horas após a sua identificação. Não espere pela crise. Informe-se sobre o centro de saúde ou hospital mais próximo da sua área de residência que tenham consultas diferenciadas de asma. O que é a DPOC? É um estado patológico que se caracteriza por uma limitação do débito aéreo (ventilação), geralmente progressiva e com reduzida reversibilidade. A sua origem está normalmente associada a uma resposta inflamatória anómala dos pulmões à inalação de partículas ou gases nocivos. As alterações patológicas pulmonares conduzem a alterações fisiológicas características, como a hipersecreção de muco, disfunção ciliar, limitação do débito aéreo, hiperinsuflação pulmonar, anomalias das trocas gasosas, hipertensão pulmonar e cor pulmonale. Estas alterações desenvolvem-se em função do processo de evolução da doença. Quais são os sintomas? Os sintomas mais comuns são a tosse ou a produção de expectoração frequente, dispneia e história de exposição a factores de risco para a doença. Qual é o tratamento? Os medicamentos servem quase unicamente para reduzir os sintomas e as complicações da doença, não existindo evidência de que alterem o inexorável declínio, a longo prazo, da função respiratória. Normalmente, são usados broncodilatadores para o controlo dos sintomas. Sarcoidose (do grego sark+oid, significando "conforme carne") ou Doença de Besnier-Boeck caracteriza-se pela aparição de granulomas não-caseosos (pequenos nódulos inflamatórios) nos órgãos. Doença auto-imune de causa ainda desconhecida, aparece mais comumente em adultos jovens. Tecnicamente, qualquer órgão pode ser acometido pela doença. Todavia, os granulomas aparecem com mais freqüência nos pulmões e linfonodos. [editar]Sinais e sintomas Os sintomas comuns da sarcoidose são vagos, como fadiga não alterada pelo sono, falta de energia, perda de peso, dores, artralgia, olhos secos, visão borrada, dificuldade respiratória, tosse seca ou lesões na pele. Os sintomas cutâneos podem variar. É comum que os pacientes com sarcoidose sejam assintomáticos. É importantíssimo procurar orientação médica para ter um diagnóstico da doença.SARCOIDOSE TRATAMENTO. Terapia com corticosteróides sistêmicos indicada para doença pulmonar sintomática, comprometimento cardíaco, irite refratáriaà terapia local, hipercalcemia, comprometimento do sistema nervoso central, artrite, lesões cutâneas nodulares. Os pacientes assintomáticos com função pulmonar normal podem não necessitar de corticosteróides _ devem ser submetidosa estreito e rigoroso acompanhamento clínico.As doenças do neurônio motor (MND, sigla do inglês) são um grupo de enfermidades neurobiológicas que afetam [1]seletivamente neurônios motores, as células que controlam a atividade muscular voluntária, incluindo a fala, o caminhar, a respiração,a deglutição e o movimento geral do corpo.Sinais e sintomas
    • Os sintomas geralmente apresentam-se na faixa dos 50 aos 70 anos de idade, e incluem fraqueza progressiva, debilidade efasciculação dos músculos, espasticidade ou rigidez nos braços e pernas ereflexos hiperativos dos tendões. Pacientes podemapresentar sintomas muito diversos, como arrastar um pé, enfraquecimento muscular unilateral nas mãos ou fala indistinta.Exames neurológicos apresentam sinais específicos associados com a degenaração dos neurônios motores superiores e inferiores.Sinais de danos nos neurônios motores superiores incluemespasticidade, reflexos ativos e reflexo plantar. Sinais de danos nosneurônios motores inferiores incluem fraqueza e atrofia muscular.Note-se que cada grupo muscular do corpo requer tanto os neurônios superiores quanto os inferiores para funcionar. Os sinais descritosacima podem ocorrer em qualquer grupo muscular, incluindo braços, pernas, torso e região bulbar.Os sintomas descritos acima podem assemelhar-se a uma série de outras doenças raras, que inclui (sem estar limitada a) neoropatiamotora multifocal, doença de Kennedy, paraplegia hereditária espástica, atrofia da musculatura espinhal e amiotrofia monomélica.Actualmente, ainda não existe um tratamento que consiga travar o progressivo avanço da doença do neurónio motor, em nenhuma dassuas variantes, pois costuma ser provocada por um processo de deterioração irreversível, cujos motivos ainda são desconhecidos. Portudo isto, apenas é possível recorrer a tratamentos que proporcionem o alívio dos sintomas e à diminuição da incapacidade física, demodo a que o paciente mantenha a sua autonomia durante o maior período de tempo possível e para tentar evitar complicaçõesagudas. A qualidade de vida do paciente pode ser significativamente melhorada através do recurso à fisioterapia e à utilização demedicamentos que fortaleçam os músculos afectados e combatam os espasmos. Nas etapas finais, caso o paciente não consiga falar,engolir ou mexer-se, a situação pode tornar-se dramática e a assistência médica tem como principal objectivo aliviar o seu sofrimento.Embora o prognóstico da doença seja sempre grave, as suas consequências dependem da variante inicial da doença. Quando começacomo atrofia muscular progressiva, normalmente, a doença tem uma evolução lenta, com uma sobre- vivência média entre 20 a 25anos. As outras formas são muito mais graves e progridem rapidamente, de tal modo que a esclerose lateral amiotrófica costumaprovocar a morte ao fim de 4 a 6 anos, enquanto que a paralisia bulbar progressiva apenas apresenta um índice máximo d esobrevivência de três anos.A esclerose múltipla (EM) ou esclerose disseminada é uma doença neurológica crônica, de causa ainda desconhecida, com maiorincidência em mulheres e pessoas brancas (pessoas comgenótipo caucasiano).Este tipo de patologia leva a uma destruição das bainhas de mielina que recobrem e isolam as fibras nervosas (estruturasdo cérebro pertencentes ao Sistema Nervoso Central ou SNC).Esta doença causa uma piora do estado geral do paciente: fraqueza muscular, rigidez articular, dores articulares e descoordenaçãomotora. O doente sente dificuldade para realizar vários movimentos com os braços e pernas, perde o equilíbrio quando fica em pé,sente dificuldade para andar, tremores e formigamentos em partes do corpo.Em alguns casos a doença pode provocar insuficiência respiratória, incontinência ou retenção urinária, alterações visuais graves, perdade audição, depressão e impotência sexual.Nos estágios mais graves da doença, pode ocorrer um comprometimento respiratório. Isto pode acarretar episódios de infecção ouinsuficiência respiratória, que devem ser tratados com atenção e rapidez, para minimizar o desconforto do paciente e coibir uma piora doseu estado geral.Para minimizar os desconfortos respiratórios causados por esta patologia, são utilizados métodos tais como: Exercícios para desobstruir os brônquios; Exercícios para reexpansão pulmonar; Reeducação diafragmática e da musculatura acessória, com uso de incentivadores respiratórios.Manifestações clínicasO início pode ser dramático ou insidioso. Os sintomas são diversos e podem ser devidos a pouca ou demasiada excitabilidade das vias,de acordo com o tipo de neurónio (excitador ou inibidor) que é afectado nessa região. As manifestações podem incluir sintomas por faltade função de vias excitatórias, tais como: Ataxia (os membros superiores e inferiores se movimentam e tremem involuntariamente); Movimentos irregulares dos olhos, tais como nistagmus e oftalmoplegia internuclear; Defeitos na pronunciação das palavras (disfasia); Neurite retrobulbar; Disfunção sexual e urinária; Depressão e dificuldades de memória.A fadiga é um sintoma muito frequente e bem conhecido da EM. Mas porque pode também ser um sinal de outras doenças, não éimediatamente identificado como sendo causado pela EM. A fadiga se manifesta muitas vezes sob a forma de períodos que podemdurar alguns meses, durante os quais a disposição se esgota diariamente, após um pequeno esforço. A fadiga ocorre quer na EM emforma de surtos, quer nos tipos mais progressivos da doença.Também ocorre devido à disfunção das vias inibitórias:
    •  Espasmos musculares; Parestesia ou sinal de Lhermitte (sensação de "choques elétricos" no pescoço).A progressão da doença é bastante variável, distinguindo-se três subtipos de EM, de acordo com a sua evolução. A maioria dos doentessegue um curso de remissões alternadas com exacerbações.Cerca de 10-15% segue um curso mais grave e inexoravelmente progressivo, e em 25% dos casos a progressão é lenta, com sintomasmoderados.TratamentoA terapêutica se concentra nas ações que atrasam a progressão da doença e melhoram a qualidade de vida do paciente pela promoçãodo alívio dos sintomas.A administração de corticosteróides (imunossupressores potentes) é usada em casos de episódios ou relapsos agudos. Outrosimunossupressores como os análogos das purinas (azatioprina, por exemplo) também têm tido resultados. A terapia com beta-interferon (que tenta diminuir a resposta TH2 dos linfócitos para uma TH1, com menor produção de anticorpos) tem apresentadoresultados satisfatórios a uma faixa de 30%-50% dos pacientes.O uso de terapias imunológicas, como por exemplo a administração de citocinas, pode ser o campo que gerará uma terapia mais eficazno futuro. No entanto, os testes iniciais ainda têm sido desapontadores.Em 2010 foi aprovado pelo FDA um novo medicamento para tratamento da doença o fingolimod, que por serum Imunossupressor requer cuidados especiais na sua administração.Em 2011 se iniciaram pesquisas para tratamento similar ao da pulsoterapia com o Natalizumab, que possui uma resposta melhor do queo Solumedrol (corticóide), mas até o momento é tratado como terapia de 2ª linha devido ao maior risco de efeito colateral.vide: http://esclerosemultipla.wordpress.com/category/utilidade-publica/page/27/A doença de Parkinson ou mal de Parkinson, descrita pela primeira vez por James Parkinson em 1817,[1] é caracterizada por umadesordem progressiva do movimento devido à disfunção dos neurônios secretores de dopamina nos gânglios da base, que controlam eajustam a transmissão dos comandos conscientes vindos do córtex cerebral para os músculos do corpo humano. Não somente osneurônios dopaminérgicos estão envolvidos, mas outras estruturas produtoras de serotonina, noradrenalina e acetilcolina estãoenvolvidos na gênese da doença. O nome "Parkinson" apenas foi sugerido para nomear a doença pelo [2]grande neurologista francês Jean-Martin Charcot, como homenagem a James Parkinson.A doença de Parkinson é idiopática, ou seja é uma doença primária de causa obscura. Há degeneração e morte celular dos neuróniosprodutores de dopamina. É portanto uma doença degenerativa do sistema nervoso central, com início geralmente após os 50 anos deidade. É uma das doenças neurológicas mais freqüentes visto que sua prevalência situa-se entre 80 e 160 casos por cem milhabitantes, acometendo, aproximadamente, 1% dos indivíduos acima de 65 anos de idade.É possível que a doença de Parkinson esteja ligada a defeitos sutis nas enzimas envolvidas na degradação dasproteínas alfanucleína e/ou parkina (no Parkinsonismo genético o defeito é no próprio gene da alfanucleína ou parkina e é mais grave).Esses defeitos levariam à acumulação de inclusões dessas proteínas ao longo da vida (sob a forma dos corpos de Lewy visiveisao microscópico), e traduziriam-se na morte dos neurónios que expressam essas proteínas (apenas os dopaminérgicos) ou na suadisfunção durante a velhice. O parkinsonismo caracteriza-se, portanto, pela disfunção ou morte dos neurónios produtores da dopaminano sistema nervoso central. O local primordial de degeneração celular no parkinsonismo é a substância negra, presente na basedo mesencéfalo.Embora seja mais comum em idosos, a doença também pode aparecer em jovens. Um britânico de 23 anos já foi diagnosticado comParkinson e seus sintomas iniciaram com um pequeno tremor na mão aos 19 anos de idade.[3]Manifestações clínicasA Doença de Parkinson é caracterizada clinicamente pela combinação de três sinaisclássicos: tremor de repouso, bradicinesia e rigidez. Além disso, o paciente podeapresentar também: acinesia, micrografia, expressões como máscara, instabilidadepostural, alterações na marcha e postura encurvada para a frente. O sintoma maisimportante a ser observado é a bradicinesia.Os sintomas normalmente começam nas extremidades superiores e são normalmenteunilaterais devido à assimetria da degeneração inicial no cérebro.A clínica é dominada pelos tremores musculares. Estes iniciam-se geralmente emuma mão, depois na perna do mesmo lado e depois nos outros membros. Tende a sermais forte em membros em descanso, como ao segurar objetos, e durante
    • períodos estressantes e é menos notável em movimentos mais amplos. Há na maioriados casos mas nem sempre outros sintomas como rigidez dos músculos, lentidão demovimentos, e instabilidade postural (dificuldade em manter-se em pé). Há dificuldadeem iniciar e parar a marcha e as mudanças de direção são custosas com numerosospequenos passos.O doente apresenta uma expressão fechada tipo máscara sem demonstar emoção, e umavoz monotônica, devido ao deficiente controle sobre os músculos da face e laringe. Asua escrita tende a ter em pequeno tamanho (micrografia). Outros sintomas incluemdeterioração da fluência da fala (gagueira), depressão e ansiedade, dificuldades deaprendizagem, insônias, perda do sentido do olfato.O diagnóstico é feito pela clínica e testes musculares e de reflexos. Normalmente não háalterações nas Tomografia computadorizada cerebral, eletroencefalograma ou nacomposição do líquido cefalorraquidiano. Técnicas da medicinanuclear como SPECTs e PETs podem ser úteis para avaliar o metabolismo dosneurónios dos núcleos basais.Por outro lado, os sintomas cognitivos, embora comumente presentes na DP, continuama ser negligenciados no seu diagnóstico e tratamento.[5] Existem evidências dedistúrbios nos domínios emocional, cognitivo e psicossocial,[6] destacando-se:depressão,[7] ansiedade;[8] prejuízos cognitivos[9] e olfativos;[10] e, em particular,a demência na DP.[11]A incidência de demência na DP é seis vezes maior do que na população geral, e aprevalência varia entre 10% a 50%.[11] Caracteriza-se por redução ou falta de iniciativapara atividades espontâneas; incapacidade de desenvolver estratégias eficientes para aresolução de problemas; lentificação dos processos mnemônicos e de processamentoglobal da informação; prejuízo da percepção visuoespacial; dificuldades deconceitualização e dificuldade na geração de listas de palavras.[12] O reconhecimentoprecoce desses sintomas e seu tratamento são fatores cruciais para uma melhorabordagem clínica da DP.[13][editar]Tratamento Psicológico90% das pessoas com parkinson sofrem também com algum outro transtornopsiquiátrico em algum momento [14]. Dependendo do caso esses transtornos podem tantoter colaborado para o desenvolvimento quanto serem consequência da doença oumesmo não terem relação direta, essas três possibilidades tem embasamento científico.Mas independente de serem causa, conscequência ou coincidentes, os distúrbioscognitivos, transtornos de humor e transtornos de ansiedade frequentes causam grandesprejuízos na qualidade de vida dos pacientes e seus familiares.[15] O transtorno mais
    • comum foi a depressão nervosa, identificada em 32% dos casos, e responsável poragravar os problemas motores, de sono, alimentares e de dores.[16]Diversos medicamentos psiquiátricos, inclusive o anti-depressivo mais usado(fluoxetina), podem agravar os sintomas do Parkinson [17], ressaltam a importância doacompanhamento feito por psicológos para melhorar a qualidade de vida do paciente eespecialmente de seus cuidadores. Várias grandes cidades possuem serviços de saúdevoltados para o idoso e que incluem serviços de apoio psicológico ao portador deparkinson e seus cuidadores como a Associação Brasil Parkinson:[2], a ABRAZ:[3] e aAssociação Portuguesa de Doentes de Parkinson[4].Como antidepressivos pioram a funcionalidade do paciente uma opção é a estimulaçãomagnética transcraniana (EMT) porém ela é cara e de difícil acesso. Uma opçãosemelhante e mais acessível é a eletroconvulsoterapia.[18][editar]Tratamento FisioterapêuticoFotografia de 1892 de um paciente com Parkinson.O tratamento fisioterapêutico atua em todas as fases do Parkinson, para melhorar asforças musculares, coordenação motora e equilíbrio. O paciente com Parkinson,geralmente está sujeito a infecções respiratórias, que ocorrem mais com os pacientesacamados. Nestes casos a fisioterapia atua na manutenção da higiene brônquica,estímulo a tosse, exercícios respiratórios reexpansivos. Em casos mais graves,em que hácomprometimento da musculatura respiratória, é indicado o tratamento com aparelhos
    • de ventilação mecânica e respiradores mecânicos não invasivos, visando a otimizaçãoda ventilação pulmonar, com conseqüente melhora do desconforto respiratório.Evidências clínicas dos efeitos do exercício físico ou reabilitação para indivíduos comDP são geralmente associadas às intervenções com probabilidade de exercer impactosobre escalas clínicas – estadiamento de Hoehn e Yahr, UPDRS (Unified ParkinsonsDisease Rating Scale) – ou limitações funcionais – marcha, subir/descer escadas,levantar da cama/cadeira, prevenção de quedas (CRIZZLE e NEWHOUSE, 2006). Otreinamento de resistência muscular localizada e equilíbrio aumentaram a forçamuscular, a postura e a orientação espacial de pacientes com DP (HIRSCH et al., 2003).O treinamento emesteira ergométrica (MIYAI et al, 2002), a fisioterapia (NIEWBOERet al., 2001) e esportes adaptados (KURODA et al., 1992) diminuíram a gravidade dadoença pela escala UPDRS. Pacientes com DP que praticam exercícios apresentarammenores índices de mortalidade do que os sedentários (REUTER et al., 1997).Em vários estudos clínicos foi observada ligeira predominância do sexo masculino,porém existem algumas questões sobre a forma de seleção dos pacientes. Em trabalhosque calcularam a prevalência e incidência da doença de Parkinson , não foi demonstradadiferença significativa em relação ao sexo quanto ao risco de contrair a doença. Oaumento da esperança de vida não modificou de forma importante o número deparkinsonianos, permanecendo a prevalência da doença bastante estável desde o iníciodo século.[editar]O acidente vascular cerebral (acrônimo: AVC), ou acidente vascular encefálico (acrônimo: AVE), vulgarmente chamado de derramecerebral, é caracterizado pela perda rápida de função neurológica, decorrente do entupimento (isquemia) ou rompimento (hemorragia)de vasos sanguíneos cerebrais. É uma doença de início súbito na qual o paciente pode apresentar paralisação ou dificuldade demovimentação dos membros de um mesmo lado do corpo, dificuldade na fala ou articulação das palavras e déficit visual súbito de umaparte do campo visual. Pode ainda evoluir com coma e outros sinais.Trata-se de uma emergência médica que pode evoluir com sequelas ou morte, sendo a rápida chegada no hospital importante para adecisão terapêutica. No Brasil, a principal causa de morte são as doenças cardiovasculares (cerca de 1 a cada 3 casos), com o AVCrepresentando cerca de 1/3 das mortes por doenças vasculares, principalmente em camadas sociais mais pobres e entre os maisidosos. É o problema neurológico mais comum em algumas partes do mundo gerando um dos mais elevados custos para asprevidências sociais dos países. [1]Dentre os principais fatores de risco para AVC estão: a idade avançada, hipertensão arterial (pressãoalta), tabagismo, diabetes, colesterol elevado, acidente isquêmico transitório (AIT) prévio, estenose da válvula atrioventricular e fibrilaçãoatrial.inais e SintomasO diagnóstico do AVC é clínico, ou seja, é feito pela história e exame físico do paciente. Os principais sintomas são[2]: Dificuldade de mover o rosto; Dificuldade em movimentar os braços adequadamente; Dificuldade de falar e se expressar; Fraqueza nas pernas; Problemas de visão.Durante um exame pode-se pedir ao paciente que sorria, levante os dois braços e repita uma frase (como "trinta e três"). Diante dessessintomas, quanto mais rápido o socorro, menor a probabilidade de sequelas. Outros sintomas menos específicos, como queda doestado geral e coma, também elevam o risco de AVC
    • Tratamento psicológicoO AVC geralmente causa um impacto significativo na vida funcional, cognitivo e social do paciente, sendo comum que o pacientedesenvolva transtornos psicológicos após o derrame. Entre 10 e 34% desenvolvem depressão maior, agravando ainda mais o prejuízofuncional, cognitivo e social do paciente. Quanto maior o prejuízo na qualidade de vida e dificuldade de adesão ao tratamento mais [4]importante é o acompanhamento psicológico e psiquiátrico para a reabilitação da vítima do derrame.[editar]Tratamento dietoterápico Mudanças nos hábitos alimentares durante a recuperação Regularizar os horários das refeições para que se possa aumentar o fracionamento. É recomendado realizar refeições pequenas e frequentes, de 6 a 8 refeições por dia, sendo elas: café da manhã, lanche da manhã, almoço, lanche da tarde, jantar e ceia; Comer devagar; Selecionar uma grande variedade de alimentos; Os alimentos devem ser bem cozidos e servidos em consistência pastosa na forma de papas, purês, cremes e mingaus; Usar caldo de carne e molhos para umedecer carnes e legumes. Evitar a ingestão de líquidos durante as refeições, a fim de evitar a sensação de plenitude gástrica; Beber bastante líquido no intervalo das refeições, ao longo do dia; Os líquidos devem ser espessados e sorvidos lentamente; Espessar os líquidos com cereais infantis, batatas amassadas, flocos de batata, ou amido de milho. Oferecer alimentos na temperatura fria e nunca alimentos quentes para evitar náuseas; Para aumentar o aporte calórico e evitar a perda de peso, acrescentar: óleos (ricos em gordura monoinsaturada), azeite, margarinas, queijos cremosos, molhos, açúcar, mel e farinhas às preparações; Aumentar a ingestão de frutas, sendo que estas devem ter suas fibras abrandadas pelo calor ou devem ser servidas amassadas para facilitar a deglutição; Dar preferência ao leite e derivados desnatados; Evitar alimentos gordurosos, ingestão de alimentos fonte de gordura saturada e trans como carne vermelha, frituras e queijos amarelos; Moderar o consumo de café, álcool, chá preto, chá mate, chocolate, refrigerante e alimentos condimentados; Evitar esforçar-se após as refeições (20 a 30 minutos após a ingestão de alimentos); A última refeição do dia deve ser realizada cerca de 3 horas antes de deitar; Evitar roupas apertadas, especialmente após as refeições;Mieloma múltiplo é uma neoplasia dos plasmócitos. Corresponde a cerca de 10% do total dos cânceres hematológicos. [1]Esta doença em geral desenvolve-se a partir de uma condição pré-maligna assintomática chamada de „‟gamopatia monoclonal designificado indeterminado‟‟ (GMSI). A GMSI é identificável em cerca de 3% da população acima dos 50 anos. Esta condição evolui paramieloma múltiplo na taxa de cerca de 1% ao ano. [2]Em alguns pacientes, é identificável uma condição intermediária, também assintomática, porém num estágio pré-maligno maisavançado, denominada mieloma múltiplo smoldering. [3]O mieloma múltiplo e a GMSI são mais comuns em negros e um pouco mais freqüentes no sexo masculino.Sinais e Sintomas[editar]Alterações ÓsseasA destruição óssea acentuada ocasionada pelos plasmócitos neoplásicos leva, com freqüência, à dores ósseas, fraturas patológicas,hipercalcemia e anemia.[editar]InfecçõesPodem ocorrer infecções recorrentes, em parte devido à produção diminuída de imunoglobulinas normais, contrastando com o excessodo componente monoclonal anormal.[editar]Insuficiência RenalOcorre dano aos túbulos renais em decorrência da proteinúria.[editar]AnemiaA anemia pode ser ocasionada tanto pela infiltração neoplásica da medula óssea quanto pela diminuição dos níveis de eritropoetina emdecorrência da insuficiência renal.
    • [editar]Sintomas neurológicosRadiculopatia é a complicação neurológica mais comum. Neuropatia pode se fazer presente por evento adverso da quimioterapia epode apresentar dor. Se ocorrer incapacidade para as atividades da vida diária, a terapia medicamentosa pode ser descontinuada a [carece de fontes]critério médico.[editar]TratamentoO tratamento consiste em quimioterapia, imunoterapia e radioterapia. A Talidomida tem se tornado muito eficiente na remissão destetipo de neoplasia.Osteossarcoma é um tumor maligno dos ossos que se propaga rapidamente para os pulmões e, com menos frequência, para outrosórgãos. O osteossarcoma ocorre principalmente nos adolescentes e nos idosos. Nos indivíduos novos, o osteossarcoma instala-se semcausa aparente; nos idosos, o tumor pode ser uma complicação tardia e rara da doença de Paget.É o tipo mais comum de tumor ósseo maligno. O tumor ocorre preferencialmente na região da metáfise óssea de ossos tubulareslongos. Cinquenta porcento dos casos ocorrem próximos aos joelhos .SintomasA localização mais vulgar deste tumor nos indivíduos novos é num dos ossos compridos dos membros ou na vizinhança do joelho, ancaou ombro. O primeiro sintoma é geralmente uma tumefacção dolorosa e visível sobre o osso atingido, se este está próximo dasuperfície, ou uma dor profunda, se o osso afectado não pode ser sentido através da pele.Como complicação da doença da Paget, o osteossarcoma pode desenvolver-se ao mesmo tempo em vários ossos, e as dores queprovoca podem não se distinguir das causadas por aquela doença.TratamentoO osteossarcoma não é tratado com radioterapia, uma vez que esta é um fator de risco para esta metaplasia, é necessário ressecarcirurgicamente o osso atingido. Na maior parte dos casos, isto significa a amputação de um membro; em alguns casos, poderá adaptar-se uma prótese imediatamente a seguir à operação. Em vez da amputação, é possível, em alguns casos, ressecar o osso atingido esubstituí-lo por um enxerto ósseo ou mesmo por um osso artificial.Após a cirurgia, faz-se geralmente um tratamento com fármacos antineoplásticos por vários meses para destruir qualquer célulacancerosa que tenha metastizado para qualquer outra parte do corpo.Doença celíacaOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Doença celíaca sim sim Aviso médico Classificação e recursos externos Biópsia do intestino delgado onde se manifesta a doença celíaca através de vilosidades anômalas, hiperplasia cavitária e infiltração de linfócitos. CID-10 K90.0 CID-9 579.0 OMIM 212750
    • DiseasesDB 2922 MedlinePlus 000233A doença celíaca (também conhecida como enteropatia glúten-induzida) éuma patologia autoimune que afeta o intestino delgado de adultos ecrianças geneticamente predispostos, precipitada pela ingestão de alimentos que contêm glúten. Adoença causa atrofia das vilosidades da mucosa do intestino delgado, causando prejuízo naabsorção dos nutrientes, vitaminas, sais minerais e água.A doença é muito comum, afetando aproximadamente 1% das populações Indo-européias, embora seja significativamente não-diagnosticada, já que na maioria dos portadores ela causa sintomas mínimos ou ausentes. Ocorre mais comumente em mulheres, naproporção de 2:1, e é mais comum em parentes de primeiro grau de portadores.Sinais e sintomasOs sintomas clássicos da doença celíaca incluem diarreia, perda de peso (ou falta de crescimento nas crianças) e fadiga, mas mesmo adoença celíaca sendo uma doença dos intestinos principalmente, os sintomas relacionados aos intestinos podem ser limitados ou atémesmo ausentes. Alguns pacientes são diagnosticados com sintomas relacionados à absorção diminuída de nutrientes ou com váriosoutros sintomas que, embora estatisticamente relacionados, não possuem clara relação com o mau funcionamento dos intestinos. Dadaesta vasta gama de possíveis sintomas, a tríade clássica de sintomas não é mais uma obrigação para o diagnóstico.As crianças entre os 9 e 24 meses tendem a apresentar sintomas intestinais e problemas de crescimento logo após a primeiraexposição a produtos que contenham glúten. Crianças mais velhas podem ter mais problemas relacionados à má-absorção e problemaspsicosociais, enquanto adultos geralmente têm problemas de má-absorção.[1] Muitos adultos com a doença mais sutil possuem somentefadiga ou anemia.[2]Tratamento Advertência: A Wikipédia não é consultório médico nem farmácia. Se necessita de ajuda, consulte um profissional de saúde. As informações aqui contidas não têm caráter de aconselhamento.[editar]DietaO trigo é a principal fonte de glútenna naturezaAtualmente, o único tratamento efetivo é uma dieta estritamente sem glúten, por toda a vida. [18] Noventa por cento dos pacientes quesão tratados com a dieta livre de glúten apresentam melhora dos sintomas em 2 semanas. Não existem medicamentos que previnam osdanos, nem que previnam o corpo de atacar os intestinos quando o glúten estiver presente. A aderência estrita à dieta permite que osintestinos se curem, com a regressão completa da lesão intestinal e resolução de todos os sintomas na maior parte dos casos.Dependendo de quão cedo a dieta começar, ela também pode eliminar o risco aumentado deosteoporose e de câncer intestinal.[19] Oacompanhamento de um nutricionista é geralmente requisitado para garantir que o paciente esteja consciente de quais os alimentos quepossuem glúten, quais os alimentos que são seguros e como ter uma dieta equilibrada apesar das suas limitações. Em muitos paísesestão disponíveis produtos livres de glúten sob prescrição médica e podem ser reembolsados pelos planos de saúde. Cada vez maisfabricantes produzem produtos livres de glúten, alguns dos quais possuem sabor e aparência quase indistinguíveis de seus originais.A dieta pode ser incomoda. Enquanto as crianças pequenas podem obedecer aos pais, os adolescentes podem desejar esconder seuproblema ou rebelar-se contra as restrições da dieta, podendo ter uma recaída. Muitos produtos contêm traços de glúten mesmo que
    • sejam aparentemente livres de trigo. Os produtos livres de glúten são geralmente mais caros e difíceis de encontrar do que os alimentosque contêm trigo.Mesmo com a dieta, a qualidade de vida relacionada à saúde pode ser diminuída nas pessoas com doença celíaca. Alguns possuemsintomas digestivos persistentes ou dermatites herpetiformes, úlceras na boca, osteoporose e fraturas. Podem estar presentes sintomassugestivos de síndrome do intestino irritável, e existe uma taxa aumentada de ansiedade, fadiga, dispepsia e dor musculoesquelética.[20]A doença de Crohn é uma doença crónica inflamatória intestinal, que atinge geralmente o íleo e o cólon (mas pode afectar qualquerparte do tracto gastrointestinal). Muitos danos são causados por células imunológicas que atacam uma ou mais partes dos tecidos dotubo digestivo, mas não há certeza de etiologia autoimune. Os sintomas e tratamentos dependem do doente, mas é comum haver dorabdominal, diarreia, perda de peso e febre. Actualmente não há cura para esta doença, no entanto os tratamentos permitem alívio dossintomas e melhoria de qualidade de vida.A doença de Crohn é uma das principais doenças inflamatórias intestinais. A outra é a colite ulcerosa, que difere em vários detalhes.Muitos acreditam que a doença de Crohn e a Colite ulcerosa são duas manifestações extremas de um mesma patologia intestinalsubjacente.SintomasA doença afecta qualquer porção do tracto gastrointestinal, mas é mais comum no íleo terminal e colon. Aí ocorre formação degranulomas e inflamação em sectores distintos, intercalados de forma bem delimitada por outros completamente saudáveis (ao contráriodas lesões difusas na colite ulcerosa-CI).Imagem de endoscopia mostrando umcólon com úlcera serpiginosa, um achado clássico da doença de CrohnA doença progride com alguns períodos sintomáticos interrompidos por outros sem sintomas. Pode progredir continuamente comdeterioração das lesões, ou ser não progressiva, com regeneração das regiões atingidas entre as crises. Metade dos doentes apresentalesões em ambos ileo e colon, enquanto 25% apresentam-nas limitadas ao colon.Os sintomas mais comuns são diarreia e dor abdominal, geralmente à volta do umbigo na região mais baixa à direita (muitas vezesconfundida com aapendicite), acompanhada de náuseas e vómitos acompanhados de febre moderada, sensação de distensãoabdominal piorada com as refeições, perda de apetite e peso (podem provocar atraso de desenvolvimento e problemas de crescimentoem adolescentes), mal-estar geral e cansaço. Nas fezes pode haver eliminação de sangue, muco ou pus. Outras crises que poderãoaparecer, apesar de serem raras, são crises respiratórias em que a pessoa esta sempre com ataques violentos de tosse, principalmentedurante a noite. A pessoa não consegue dormir deitada e com a força da tosse, por vezes vomita e fica com faltas de ar poucoprolongadas. Este episódio costuma demorar sensivelmente uma semana, dependendo dos casos.Em alguns casos pode haver aftas, artralgias, eritema nodoso, inflamação nos olhos (conjuntivite secundária), problemas nos vasossanguíneos (trombosesou embolias) e deficiência de ferro, vitamina B12 e ácido fólico.As complicações são possiveis com a repetição das crises: artralgias ou artrite, em alguns casos, abcessos e fístulas (comunicaçõesanormais que facilitam infecções), obstruções intestinais (devido à inflamação ou aderências de partes inflamadas dos intestinos e àfibrosação durante as cicatrizações),cálculos vesiculares (devido a má reabsorsão intestinal dos sais biliares). São ainda comuns asfissuras e abcessos anais.Menos frequentemente, pode ocorrer sangramento, perfuração intestinal com peritonite. O cancro do colon é raro ao contrário do queocorre na Colite ulcerosa.Como dito acima, estudam-se fatores de ativação que levam à manifestação da doença. Há indivíduos que a possuem, mas nunca amanifestam. Há indivíduos que a manifestam uma única vez na vida. Podem ocorrer diversas situações.Crohn se caracteriza por seus diferentes períodos. Pode estar em atividade (quando surgem os sintomas); ou pode estar inativa, ouremissiva (quando os sintomas cessam).Tratamento e dieta
    • O tratamento depende da localização, severidade da doença, complicações e resposta aos tratamentos anteriores. Pretende-se reduzira inflamação, corrigir deficiências nutricionais e aliviar os sintomas. O tratamento pode incluir medicação, complementosnutricionais, cirurgia ou a combinação das três. Os fármacos mais usados são imunodepressorescomo aminosalicilatos,corticosteróides. A cirurgia com excisão das regiões mais afectadas melhora o prognóstico dos casos maisgraves.Não é possível predizer quando ocorrem os sintomas e regressões; um doente necessita de consultas regulares e vigilância médica.Algumas pessoas sofrem de intolerância alimentar, muitas vezes à lactose, comidapicante, chocolate, álcool, café, leguminosas e especiarias; assim, o regime alimentar deve ser individualizado. Através de Dietoterapia,pretende-se manter ou aumentar o peso através dos hidratos de carbono de absorção rápida, mas também de gorduras numaquantidade bem tolerada.Os fármacos do grupo dos aminosalicilatos são usados com algum sucesso no seu controle, mas menos que com a colite ulcerosa.Para além destes são usados corticosteroides, imunossupressores (azatioprina) e mais recentemente ´medicamentos biológicos(Infliximab e Adalimumab).O controle dos sintomas com a medicação adequada pode prolongar o período de inativade ou mesmo anular os períodos de atividade.Há casos em que o paciente passou a não tomar mais remédios, apenas controlando sua doença com a dieta, depois de tratado com osmedicamentos corretos.Em alguns casos o paciente pode necessitar de ser submetido a uma intervenção cirurgica.olite ulcerosaOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Colite ulcerativa Aviso médico Classificação e recursos externos Imagem endoscópica de um cólon sigmóide afetado por colite ulcerativa. Note o padrão vascular da granularidade do cólon e a friabilidade focal damucosa. CID-10 K51 CID-9 556 OMIM 191390 DiseasesDB 13495 MedlinePlus 000250 MeSH D003093
    • Colite ulcerativa (Colite ulcerosa, UC) é uma forma de doença inflamatória intestinal (DII). A coliteulcerativa é uma forma de colite, uma doença dointestino, especificamente do intestino grossoou cólon, que inclui úlceras no cólon.O principal sintoma da doença activa é geralmente diarréia constante misturada com sangue, desurgimento gradual. Acredita-se, entretanto, que a colite ulcerativa tenha uma etiologia sistêmicaque leva a muitos sintomas fora do intestino. Devido ao nome, a doença inflamatória intestinal égeralmente confundida com a síndrome do intestino irritável, uma condição complicada, mas menosséria.A colite ulcerativa possui similaridades com a doença de Crohn, outra forma de DII. A coliteulcerativa é uma doença intermitente, com períodos de sintomas exacerbados e períodosrelativamente livres de sintomas. Embora os sintomas da colite ulcerativa possam às vezes diminuirpor conta própria, a doença geralmente necessita de tratamento para entrar em remissão.A colite ulcerativa ocorre em 35-100 pessoas a cada 100.000 nos Estados Unidos,[1] ou menos de0,1% da população. Embora a colite ulcerativa não possua uma causa conhecida, hápresumivelmente um componente genético de susceptibilidade. A doença pode ser desencadeadapor fatores ambientais. Embora a modificação da dieta possa reduzir o desconforto da pessoa com adoença, não se acredita que a doença seja causada por fatores alimentares.Embora a colite ulcerativa seja tratada como se fosse uma doença auto-imune, não há consensosobre isso. O tratamento é realizado com drogas antiinflamatórias, imunossupressão e terapiabiológica direcionada a componentes específicos para a resposta imune. A colectomia (remoçãoparcial ou total do intestino grosso através de cirurgia) às vezes é necessária, sendo possível a curada doença.Complicações e sintomasA doença cursa com inflamação destrutiva de toda a parede do cólon e recto, de forma contínua (diferentemente da doença de Crohn).Inicialmente limita-se à mucosa, mas depois surgem múltiplas pequenas úlceras na parede intestinal, devido à inflamação profunda.A destruição da parede e das vilosidades gera uma diarreia de má-absorção, por vezes com sangue ou muco, e acompanhadade febre e dores abdominais, e por vezes vómitos e náuseas. É comum o tenesmo, ou sensação de que o recto ainda tem fezes mesmoapós a evacuação estar completa. Os periodos sintomáticos alternam com períodos alargados sem qualquer sintoma. Muitos indivíduosapresentam progressão lenta e lesões mínimas, outros rápida ou mesmo fulminante com problemas agudos possiveis adicionais comodesidratação e anemia. Num terço dos casos todo o colon está afectado, nos restantes algumas áreas são poupadas.São ainda frequentes as fissuras anais (15% dos casos) ou abcessos rectais.A longo prazo podem surgir problemas como desnutrição, perda de peso, Megacólon tóxico (devido à destruição dos nervossubjacentes à mucosa) com ileus; perfuração do cólon com peritonite. O risco de cancro do cólon é muito aumentado: 30%desenvolvem carcinomas após várias décadas, mas se detectados precocemente podem ser removidos sem sequelas.Raramente podem surgir complicações extra-intestinais tais como: eritemas cutâneos, artralgias, artrites, lesões hepáticas oupancreáticas, e outras.Tratamento Advertência: A Wikipédia não é consultório médico nem farmácia. Se necessita de ajuda, consulte um profissional de saúde. As informações aqui contidas não têm caráter de aconselhamento.Não há cura, mas o tratamento minimiza os problemas e evita complicações graves. São dados fármacos antidiarréicos e outros paraalivio sintomático. O uso de aminosalicilatos (antinflamatórios semelhantes aos AINEs) diminui as lesões inflamatórias. Para este fim
    • também podem ser utilizados os corticosteróides, não sendo no entanto primeira escolha devido aos seus efeitos secundários. Outrosmedicamentos usados no tratamento da colite ulcerosa são os imunossupressores e o infliximab. Em casos graves é removidocirurgicamente o cólon. Mesmo em casos moderados é necessária a vigilância anual por colonoscopia de possiveis tumores, devido aorisco de cancro muito aumentado.A manutenção de dieta rigorosa, pobre em lipídeos, fibras longas e substâncias irritantes do cólon pode auxiliar na remissão.Um outro tipo de tratamento é a aférese. Este tratamento consiste na auto-transfusão de sangue que passa por uma coluna filtrante,como a Adacolumn ou Cellsorba, que utilizam GCAP ou LCAP.[editar]PrognósticoMelanoma é um tipo de cancer que atinge o tecido epitelial, mais especificamente a pele. Representa 5% dos tipos de cancer da pele,sendo o mais grave. O melanoma origina-se nos melanócitos, células localizadas na epiderme, responsáveis pela produçãode melanina e, portanto, pela cor da pele. É sempre maligno.Em Portugal surgem, anualmente, cerca de 700 novos casos de melanoma maligno. Nos países ocidentais, todos os anos o melanomatem aumentado.SINAIS E SINTOMAS Muitas vezes, o primeiro sinal de melanoma é uma alteração no tamanho, forma, cor ou textura de um sinal existente. A maioria dos melanomas apresenta uma zona preta ou preta-azulada; também pode surgir como um novo sinal: pode ser preto, anómalo ou com "mau aspecto". Se tem alguma pergunta ou preocupação, acerca de algo na sua pele, consulte o médico. As imagens em seguida apresentadas não deverão servir para fazer um auto-diagnóstico; são exemplos úteis, mas nunca poderão substituir o exame médico. Para ajudar a lembrar o que deverá ser vigiado, poderá pensar nas letras "ABCD": o Assimetria: a forma de uma metade não coincide com a outra. o Bordos: as margens são geralmente irregulares, biseladas, parecendo borradas ou irregulares; o pigmento pode espalhar-se para a pele circundante. o Cor: a cor é desigual; pode apresentar sombras de preto, castanho e um tom bronzeado. Também podem ser observadas zonas de branco, cinzento, vermelho, rosa ou azul. o Diâmetro: existe uma alteração no tamanho, que geralmente aumenta. Os melanomas são, por norma, maiores do que a borracha de um lápis (5 milímetros).MÉTODOS DE TRATAMENTO Uma pessoa com melanoma pode fazer cirurgia, quimioterapia, terapêutica biológica ou radioterapia. Os tratamentos podem ser feitos em associação. Em qualquer estadio do melanoma, podem ser administrados medicamentos para controlar a dor e outros sintomas do cancro, bem como para aliviar os possíveis efeitos secundários do tratamento. Estes tratamentos são designados como tratamentos de suporte, para controlo dos sintomas ou cuidados paliativos. Poderá perguntar ao médico sobre a possibilidade de participar num ensaio clínico, ou seja, num estudo de investigação de novos métodos de tratamento. No tópico "Investigação Sobre o Cancro”, poderá encontrar mais informação sobre os ensaios clínicos actualmente a decorrer. Poderá, ainda, querer falar com o médico sobre a possibilidade de participar num ensaio clínico, ou seja, num estudo de investigação de novos métodos de tratamento.O que é estenose ?A coluna é uma estrutura móvel, bastante sujeita a traumatismo e a degeneração, que é oprocesso de desgaste gradual que acompanha o envelhecimento, mas pode ser aceleradoem alguns indivíduos.A estenose é o estreitamento do canal vertebral, decorrente de fatores congênitos ouadquiridos como: desgaste progressivo das estruturas da coluna, associado a pequenos traumas repetidos durante a vida. Levando àcompressão mecânica ou vascular.E produzindo radiculopatia ou mielopatia. Esseestreitamento poderá dar-se principalmente na coluna cervical e lombar.A estenose cervical é a denominação que se dá ao conjunto de processos doenvelhecimento natural que ocorre na coluna cervical, processos esses como adegeneração da superfície articular, ligamentos, diminuição da altura do intervalo entreos corpos vertebrais, com decorrente aumento além de seus limites fazendo com quehaja compressão no canal central da coluna, estreitamento este gradativo do citado canale dos forames de conjugação (por onde saem os nervos que vão para os membrossuperiores), podendo comprometer tanto as raízes nervosas como a medula espinhal.
    • Estenose lombar é o estreitamento do canal vertebral na região lombar. O canal vertebral contém a medula espinhal desde a porção cervical até aporção lombar alta. A porção média e a inferior do canal lombar contém as raízes nervosas da chamada cauda eqüina. O canal estreito pode comprimirestas raízes e determinar sinais e sintomas neurológicos.SintomasOs sintomas podem aparecer gradualmente ou desenvolver rapidamente. Embora sejaparte do processo de envelhecimento normal, muitas vezes essa estenose provocasintomas de compressão dos nervos, dor, diminuição de força nos membros inferiores esuperiores, diminuição da sensibilidade, dificuldade de controlar os esfíncteres dabexiga e do anus e até mesmo impotência sexual .ratamentoMedicamentos, atividade física, orientação da postura, manutenção do peso ideal e cirurgia são algumas formas detratar a estenose e seus sintomas. O tratamento conservador consiste em analgesia e correção postural. A analgesiapode ser feita medicamentosamente, com analgésicos ou anti-inflamatórios, ou pela acupuntura. A reeducação posturalvisa a aumentar a flexibilidade postural do paciente, ampliando suas possibilidades de movimentação, pois é certo quea sintomatologia aparece quando os limites que o processo degenerativo impõe são ultrapassados. Dessa forma,quando o processo degenerativo se intensifica comprimindo as raízes nervosas e gerando sintomas neurológicos, a RMAda Coluna Vertebral se aplica, promovendo a descompressão dessas estruturas.Etapas do tratamentoecrose avascular é uma doença que é o resultado da perda temporária ou permanente da provisão de sangue aos ossos. Sem sangue,morre o tecido do osso, causando seu colapso. Se o processo envolver os ossos perto de uma articulação, freqüentemente colapsaráda superfície da articulação. Esta doença também é conhecida como osteonecrose, necrose (osso) asséptica e necrose isquêmica doosso. Ela pode acometer determinados ossos e assim receber nomes especificos:Legg-Calve-Perthes: cabeça do fêmurKohler: navicularFreiberg: cabeça do segundo metatarsoKienböck: semi-lunarOsgood-Schlatter: tuberosidade anterior da tibiaSever: tuberosidade do calcâneoCalve: corpo vertebralScheurmann: epífise vertebralSintomasOs primeiros sintomas de necrose avascular muitas vezes são suaves. Crianças encontram difícil descrever a dor, especialmente se se
    • trata da articulação do joelho. Se os sintomas desta doença são ignorados, pode levar a osteoartrite. Um exame físico pode ser seguidopor um raio-x que pode revelar na medida em que a articulação afetada é afectada.Tratamento o programa de tratamento usual para necrose avascular combina drogas e fisioterapia. Um curso de medicação devecomeçar logo que possível reduzir o risco de danos de longo prazo para as articulações afectadas e os tecidos conjuntivos circundantes.Uma terapeuta pode também aconselhá-lo a fortalecer os músculos que se movem e apoiar as articulações afetadas. O regime doexercício também pode ajudá-lo a aliviar a dor e rigidez associado com esta doença.Natação também mantém as articulações flexível e maleável tornando-os mais receptivo ao tratamento que é administrado para curar anecrose avascular. Com o tratamento e a detecção precoce é possível evitar danos ao osso. O tratamento para esta doença é rápidomelhoria e os doentes podem esperar para voltar a seus estilos de vida activos mais cedo do que antes.Osteocondrite dissecante é uma degenerescência de um osso logo abaixo de uma superfície articular, de que resulta destacarem-sefragmentos de osso e cartilagem que se separam do tecido ósseo normal que os rodeava.A osteocondrite dissecante afecta vulgarmente o joelho e, de uma maneira geral, desencadeia-se durante a adolescência. A causaexacta é desconhecida, mas pensa-se que a doença seja devida à lesão de um pequeno vaso sanguíneo por baixo da superfíciearticular, lesão que pode ter origem num traumatismo. O fragmento destacado às vezes reimplanta-se, mas geralmente cai para dentroda articulação, tornando-se num corpo livre. Como sintomas, apontam-se uma sensação desconfortável de dor e um inchaçointermitente da articulação atingida; a presença de um corpo livre pode provocar crises de bloqueio articular.A radiografia mostra a lesão da articulação e pode revelar a presença de qualquer corpo livre. Se o fragmento não estivercompletamente separado, pode imobilizar-se a articulação num aparelho de gesso para permitir que ele se reimplante. Os corpos livresdentro do joelho podem ser removidos por meio de uma artroscopia.A cratera deixado no osso por um fragmento destacado provoca uma solução de continuidade na lisura da superfície articular,aumentando as probabilidades do aparecimento de uma osteoartrite com a idade.Sinais Físicos e Diagnóstico da OCD do Jarrete (curvilhão) O principal sinal físico desse problema é a presença de líquido na articulação, podendo ou não ocorrer a manifestaçãoda claudicação do animal. Ao encontrar esse tipo de sinal no animal, o melhor a ser feito é encaminhá-lo ao médico veterináriopara que esse possa examinar e encaminhar esse animal a exames complementares, como o Raio-X, visando a confirmaçãoou não da OCD, o que com certeza irá facilitar a condução clínica do caso. Quanto ao tratamento, a necessidade de cirurgia em casos isolados de OCD é questionável, porém a literatura e aexperiência prática sustentam um tratamento cirúrgico, que consiste basicamente em extrair esses fragmentos de dentro daarticulação.A doença de Scheuermann é um problema no desenvolvimento da coluna vertebral, produzindo um arqueamento anormal dascostas (cifose), responsável por causar uma má-postura muito dolorosa.Esta é a principal causa de cifose estrutural, habitualmente detectada durante a puberdade. Acomete indivíduos de ambos ossexos e em qualquer idade.É provável que a etiologia dessa patologia esteja relacionada a fatores biomecânicos; no entanto, sua causa ainda não foielucidada. Alguns fatores têm sido relacionados com essa doença, como a elevação dos níveis de hormônio do crescimento, demodo que os indivíduos portadores dessa moléstia possuem maior estatura do que a média para a sua idade. Outras possíveiscausas levantadas por outros pesquisadores são a necrose avascular do anel hipofisário vertebral e fatores genéticos.A evolução natural da afecção ainda não foi muito bem descrita. Alguns pesquisadores relataram que os pacientes portadoresdessa doença apresentavam com frequência dorsalgia, menor amplitude e força de extensão de tronco quando em comparaçãocom a população normal para a mesma idade e sexo.Dentre as manifestações clínicas, além da cifose que pode ser torácica ou toracolombar, há presença de dor na quase totalidadedos pacientes. Também pode ser observada retração da musculatura peitoral, isquiotibial e flexora de quadril. Nos casos maisseveros, também pode estar presente dificuldade para respirar. É infrequente o aparecimento de alterações neurológicas.O diagnóstico da doença de Scheuermann é obtido por meio de exame físico e radiografias da coluna. O primeiro é feitopara identificar onde é o ápice da curva, onde o paciente possui a dorsalgia, qual o nível de flexibilidade da coluna e se existealgum outro achado relacionado. Dentre os critérios radiográficos que caracterizam esta doença e que são aceitos pelacomunidade médica, encontram-se a presença de, no mínimo, cinco graus de compressão do corpo sobre três níveis adjacentes.O tratamento varia de acordo com diferentes fatores, como idade do paciente, o grau de curvatura, a presença ou ausência dedor nas costas, e se há um funcionamento e desenvolvimento pulmonar normal.Caso o paciente seja jovem e apresentar uma curvatura suave, ausência de dor nas costas e função pulmonar normal,normalmente é feita uma observação contínua, com a realização de exames radiográficos repetidos em intervalos regulares.
    • Habitualmente os médicos recomendam a prática de exercícios físicos que reforcem a musculatura que confere suporte à coluna,esticam os tendões e melhorem o sistema cardiovascular.Outras formas de tratamento abrangem as cintas e cirurgias, sendo estes escolhidos em casos nos quais há um aumentoacelerado da curvatura, piora da altura do corpo vertebral, dor nas costas que não melhoram com medidas conservadoras edificuldades com função pulmonar que estão ligadas à deformidaEXISTEM 2 TIPOS DE DIABETESO TIPO 1 (insulino - dependente), é uma doença auto-imune: as células do sistemaimunológico agridem as células produtoras de insulina destruindo-as, resultando nadiminuição ou cessação da produção de insulina. As pessoas com este tipo dediabetes precisam aplicar injeções diárias de insulina, para controlar a doença, que emgeral se inicia na infância ou na adolescência.O TIPO 2 (não insulino-dependente), que atinge entre 80% e 90% dos diabéticos,ocorre na grande maioria dos casos entre os adultos. Neste tipo de diabetes aprodução de insulina pelo pâncreas é normal, mas os tecidos do corpo se tornamresistentes à ação da insulina, impedindo a absorção da glicose pelo organismo,elevando, assim, a taxa de açúcar na corrente sanguínea.Quando a quantidade de insulina se reduz muito, o paciente precisa tomar injeções deinsulina (tanto do Tipo 1 como do Tipo 2 ), em geral duas ou mais vezes por dia, demodo a equilibrar a taxa de glicose no sangue. As causas do diabetes infelizmenteainda não são conhecidas. Estudos recentes revelam que há uma maior incidência defatores hereditários no diabetes tipo 2.Verifica-se também maior incidência da disfunção em pessoas obesas e em pessoasde vida sedentária. Embora a obesidade não conduza obrigatoriamente à doença,verifica-se que mais de 80% dos casos de diabetes tipo 2 apresentam sobrepeso ouobesidade. Está provado que o excesso de peso, principalmente em pessoas quepossuem históricos familiares de diabetes tipo 2, aumenta significativamente o risco desurgimento desta disfunção.O diabetes tipo 1 pode conduzir ao estado de coma, devido a níveis de glicose muitoaltos (hiperglicemia) ou muito baixos (hipoglicemia). Esse tipo de diabetes podetambém provocar deficiência de crescimento e desenvolvimento do jovem, além dascomplicações de longo prazo que aparecem entre os não insulino-dependentes. Istopode ocorrer também no Tipo 2. importante prestar atenção a esses sintomas. Embora eles não causem tanto incômodo, podem sinalizar sérias complicaçõesfuturas da diabetes. Obviamente, para obter informação mais precisa, você deve olhar os sintomas que são específicos para oseu tipo de diabetes.Sintomas da diabetes tipo 1 (em inglês)Os vários sintomas da diabetes tipo 1 podem não parecer relacionados, mas é importante reconhecer esses sinais paradiagnosticar a doença e evitar complicações críticas. Aprenda mais sobre os sintomas da diabetes tipo 1.Sintomas da diabetesEmbora a diabetes tipo 2 freqüentemente não apresente sintomas aparentes, os sintomas podem ficar evidentes quando adoença progredir, levando a complicações futuras. Mesmo que você pense que pode viver com esses sintomas, vocêdeve procurar o médico porque um diagnóstico de diabetes requer cuidados para toda a vida. Aprenda mais sobre os sintomasda diabetes tipo 2.
    • A diabetes mellitus é uma doença crônica, sem cura por tratamentos convencionais, e sua ênfase médica deve ser necessariamente emevitar/administrar problemas possivelmente relacionados à diabetes, a longo ou curto prazo.O tratamento é baseado em cinco conceitos: Conscientização e educação do paciente, sem a qual não existe aderência. Alimentação e dieta adequada para cada tipo de diabetes e para o perfil do paciente. Vida ativa, mais do que simplesmente exercícios. Medicamentos:  Hipoglicemiantes orais  Insulina Monitoração dos níveis de glicose e hemoglobina glicada.É extremamente importante a educação do paciente, o acompanhamento de sua dieta, exercícios físicos, monitoração própria de seusníveis de glicose, com o objetivo de manter os níveis de glicose a longo e curto prazo adequados. Um controle cuidadoso é necessáriopara reduzir os riscos das complicações a longo prazo.Isso pode ser alcançado com uma combinação de dietas, exercícios e perda de peso (tipo 2), várias drogas diabéticas orais (tipo 2somente) e o uso de insulina (tipo 1 e tipo 2 que não esteja respondendo à medicação oral). Além disso, devido aos altos riscosassociados de doença cardiovascular, devem ser feitas modificações no estilo de vida de modo a controlar a pressão arterial [33] eocolesterol, se exercitando mais, fumando menos e consumindo alimentos apropriados para diabéticos, e se necessário, tomandomedicamentos para reduzir a pressão.O uso de bombas de insulina podem ajudar na administração regular de insulina, porém tem custo elevado quando comparadas asseringas comuns. Outras opções incluem as canetas de insulina e os injetores de insulina a jato.Cura do Diabetes Mellitus Tipo 2 por CirurgiaUm estudo feito por médicos franceses publicado na ScienceDirect,[34] confirmou o que médicos já haviam observado, a cirurgia deredução de estomago (Gastroplastia) usada no tratamento da obesidade mórbida ajuda a controlar o diabetes mellitus tipo 2, um estudomais aprofundado feito por Francesco Rubino,[35] levou à criação de uma cirurgia no intestino que tem alta eficiência no tratamento dadiabetes tipo 2 para pessoas não obesas.Síndrome de CushingOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Síndrome de Cushing Aviso médico Classificação e recursos externos Cortisol CID-10 E24 CID-9 255.0 DiseasesDB 3242
    • MedlinePlus 000410A síndrome de Cushing ou hipercortisolismo ou hiperadrenocorticismo é umadesordem endócrina causada por níveis elevados de cortisol no sangue. O cortisol é liberadopela glândula adrenal em resposta à liberação de ACTH na glândula pituitária no cérebro. Níveisaltos de cortisol também podem ser induzidos pela administração de drogas. A doença deCushing é muito parecida com a síndrome de Cushing, já que todas as manifestações fisiológicassão as mesmas. Ambas as doenças são caracterizadas por níveis elevados de cortisol no sangue,mas a causa do cortisol elevado difere entre as doenças. A doença de Cushing se refereespecificamente a um tumor na glândula pituitária que, por lançar grandes quantidades de ACTH,estimula uma secreção excessiva de cortisol na glândula adrenal. Já a sindrome de Cushing poderesultar de um tumor das glândulas suprarrenais (zona do córtex - que produz cortisol) de umaforma que não é controlada pelos mecanismos fisiológicos normais, i.e., mecanismo de feedbacknegativo sobre a hipófise com diminuição da síntese de ACTH (efeito principal de feedback) e sobreo hipotálamo com diminuição da síntese de CRH. Foi descoberta pelo médico americano HarveyCushing (1869-1939) e descrita por ele em 1932.A síndrome de Cushing também é uma doença relativamente comum em cães domésticos.[editar]Sinais e sintomasOs principais sintomas são o aumento de peso, com a gordura se depositando no tronco e nopescoço, preenchendo a região acima da clavícula e a parte detrás do pescoço, local onde se formaum importante acúmulo denominado de "giba". A gordura também se deposita no rosto, na regiãomalar ("maçãs do rosto"), onde a pele fica também avermelhada, formando-se uma face que éconhecida como de "lua-cheia". Ocorre também afilamento dos braços e das pernas com diminuiçãoda musculatura, e, consequente, fraqueza muscular que se manifesta principalmente quando opaciente caminha ou sobe escadas. A pele vai se tornando fina e frágil, fazendo com que surjamhematomas sem o paciente notar que bateu ou contundiu o local. Sintomas gerais como fraqueza,cansaço fácil, nervosismo, insônia e labilidade emocional também podem ocorrer. Nas mulheres sãomuito frequentes as alterações menstruais e o surgimento de pelos corporais na face, no tórax,abdômen e nos braços e pernas. Como grande parte dos pacientes desenvolve hipertensão arteriale diabetes, podem surgir sintomas associados ao aumento da glicose e da pressão arterial taiscomo dor de cabeça, sede exagerada, aumento do volume urinário, aumento do apetite e visãoborrada. Quando ocorre aumento importante dos pêlos, pode ocorrer também o surgimento deespinhas (acne) na face e no tronco, e nas mulheres pode surgir mudança na voz, queda do cabelosemelhante à calvície masculina e diminuição das mamas. Esses sintomas se associam comtumores de supra-renal.No abdômen e no tórax podem ser observadas estrias de cor avermelhada e violeta, algumas vezescom vários centímetros de largura. Algumas pessoas apresentam também colelitíase (pedras na
    • vesícula) e consequentemente cólica. A osteoporose é frequente, provocando dores na coluna e àsvezes fraturas nos braços, pernas e na coluna, nos casos de uso continuo por um longo periodopode tambem apresentar raias de vasos sanguineos na pele, sendo mais visivel no rosto.TRATAMENTOQuando a origem da síndrome de Cushing é um tumor ou a dilatação da hipófise, costuma-se recorrer a uma intervenção cirúrgica parase proceder à sua extracção ou à aplicação de radioterapia, de modo a reduzir o tamanho da lesão. Nestes casos, o paciente devetomar as hormonas, que entretanto deixaram de ser produzidas pela destruição da hipófise, durante toda a vida.Quando a causa da doença é uma alteração do próprio córtex supra-renal, por vezes, obtêm-se excelentes resultados através daadministração de medicamentos que inibem a síntese de cortisol. Todavia, na maioria dos casos, costuma ser necessário proceder auma intervenção cirúrgica, para extrair a glândula supra-renal afectada (adrenalectomia). Por vezes, é importante proceder à extracçãode ambas as glândulas supra-renais e, nestes casos, o paciente deve submeter-se posteriormente a uma terapêutica hormonalsubstitutiva, que deve ser mantida ao longo da sua vida.Se a causa da doença for a administração prolongada de fármacos corticóides deve-se avaliar as vantagens e desvantagens, pois otratamento passa pela interrupção da terapia e pela sua substituição.O que é a artrite reumatóide?É uma doença reumática inflamatória crónica de etiologia desconhecida.Ocorre em todas as idades e apresenta, como manifestação predominante, o envolvimento repetido e habitualmente crónico das estruturasarticulares e periarticulares. Pode, contudo, afectar o tecido conjuntivo em qualquer parte do organismo e originar as mais variadas manifestaçõessistémicas.Quando não tratada precoce e correctamente, a artrite reumatóide acarreta, em geral, graves consequências para os doentes, traduzidas emincapacidade funcional e para o trabalho.Tem elevada comorbilidade e mortalidade acrescida em relação à população em geral.Como se diagnostica?O diagnóstico precoce é feito com base na verificação de: Tumefacção de três ou mais articulações; Envolvimento das articulações metacarpofalângicas e/ou metatarsofalângicas; Rigidez matinal superior a trinta minutos; Simetria do envolvimento articular.Não basta fazer exames laboratoriais e radiografias para estabelecer o diagnóstico. É necessário realizar outros exames, como a cintigrafia, aultrassonografia e a ressonância magnética nuclear, pois são estes que revelam sinovite (inflamação da membrana sinovial) ao termo de apenasalgumas semanas.Como se trata?Nos últimos 15 anos, o tratamento da artrite reumatóide evoluiu significativamente, em consequência da avaliação da actividade inflamatória, doconhecimento dos factores de pior prognóstico, do uso precoce de fármacos anti-reumáticos de acção lenta, do aparecimento de terapêuticacombinada e, mais recentemente, da terapêutica biológica.Os doentes com artrite reumatóide devem ser acompanhados por um médico reumatologista.A espondilite anquilosante é um tipo de inflamação dos tecidos conectivos, que por vez é responsável por uma inflamação dasarticulações da coluna e grandes articulações, como os quadris, ombros e outras regiões. A doença não possui cura, mas comtratamento precoce pode ser bem tolerada.É uma doença inflamatória, de etiologia desconhecida, caracterizando-se pelo acometimento da coluna vertebral e sacroilíacas.Ascendentes, podendo atingir todos os segmentos vertebrais, causando limitação dos movimentos e invalidez. Ocorre lesão dasarticulações sinoviais e os ligamentos adjacentes às vértebras, especialmente nos pontos de inserção (enteses).inais e sintomasOs principais sinais e sintomas são: dor lombar, predominatemente noturna; artrite periférica; talalgia; dorsalgia; cervicalgia;costalgia; uveíte; insuficiência aórtica, BAV ou bloqueio de ramo;pneumopatia apical; nefropatia.Uveíte anterior em 25%, em qualquer época, geralmente unilateral e de início agudo. Comprometimento cardiovascular é raro (aortiteascendente, insuficiência valvular aórtica, defeitos de condução, cardiomegalia e pericardite) e pode ser assintomático. Pneumopatiastambém são raras e de aparecimento tardio (fibrose apical, bilateral, podendo tornar-se cística) pode ocorrer infecção porAspergillus.
    • Acometimento neurológico ocorre por fraturas ou instabilidade vertebral, compressão ou inflamação. Luxação ou sub-luxação atlanto-axial, atlanto-occiptal e subluxação cranial do odontóide.Tratamento Advertência: A Wikipédia não é consultório médico nem farmácia. Se necessita de ajuda, consulte um profissional de saúde. As informações aqui contidas não têm caráter de aconselhamento.O tratamento se baseia em medicação, cirurgia e fisioterapia. apesar de que é bastante importante um bom acompanhamento medico jáque em alguns dos casos o que prejudica ainda mais a doença é o aspecto psicologico do paciente uma vez que pode trazer váriosagravamentos pela própria conformidade em não a aceitar, já que a postura e as suas limitaçoes não sao visiveis e vai debilitandolentamente[editar]MedicaçãoPodem ser receitados analgésicos e antiinflamatórios não-esteróides.[editar]CirurgiaPode ser realizados procedimentos cirúrgicos, particularmente para reposicionamento das articulações dos joelhos e quadril.[editar]ReabilitaçãoOrientação doméstica quanto a postura, para se evitar vícios, exercícios respiratórios e localizados para membros, e de extensão para acoluna. A fisioterapia regular é essencial no tratamento deste paciente. Ocorre continuamente depósito de tecido fibroso, como resultadode uma grande inflamação e a fisioterapia regular com um programa de exercícios monitorizados, "molda" o tecido fibroso ao longo daslinhas de pressão que não restringem os movimentos do paciente.O objetivo do trabalho da fisioterapia é: aliviar a dor; minimizar deformidades; mobilizar as articulações que foram afetas e reassumir aforma física.Artrite psoriática (também psoríase artropática ou artropatia psoriática) é um tipo de artrite inflamatória que afeta em torno de 5-7%(de acordo com o Manual de Oxford de Medicina Clínica) das pessoas que sofrem de psoríase crônica na pele. É chamada de ArtritePsoriática por ser uma espondiáloartropatia soronegativa e acontece mais comumente em pacientes com tipo de tecido HLA-B27. Otratamento de artrite psoriática é semelhante ao de artrites reumáticas. Mais que 80% dos pacientes com artrite psoriática terá lesõespsoríticas nas unhas, caracterizadas pelo seu descaroçamento, ou mais extremamente, perda da própria unha (onicoliose).Artrites psoriática pode acontecer em qualquer idade, porém em média tende a aparecer aproximadamente 10 anos depois dosprimeiros sinais depsoríase. Para a maioria das pessoas isto está entre as idades de 30 e 50, mas também pode afetar as crianças. Oshomens e mulheres são igualmente afetadas por esta condição. Em aproximadamente um em sete casos, os sintomas de artrite podemacontecer antes de qualquer envolvimento de pele.Também causa inflamação nas juntas e pode causar tendinite.intomasOs principais sintomas incluem: Rigidez matinal nas articulações Fragilidade/Sensibilidade nas articulações Edema, Inchaço, Rubor Anomalias das unhasO edema pode ser difuso ao longo de todo um dedo causando a aparência de "dedo em salsicha".Em casos que afetam a coluna, é mais comum ocorrer uveíte.Há dois padrões básicos, um que afeta a coluna e outro as articulações das extremidades. Na coluna, há dor lombar e nas nádegas.Também há chance dos movimentos respiratórios serem afetados, quando a doença alcança as articulações das costelas com a colunatorácica. Produz, ainda, dores na nuca ou na coluna cervical.Há possibilidade de afetar os tendõese de atingir a planta dos pés, gerando fascites e bursites.Tipos de artrite psoriáticaConsiderando os sintomas consideram-se cinco tipos principais de artrite psoriática:[editar]SimétricaEste tipo corresponde por 50% de casos e afeta juntas e ambos os lados do corpo. Este tipo é muito semelhante a artrite reumatóide.
    • [editar]AssimétricaEste tipo afeta 35% de pacientes e é geralmente moderada. Este tipo não acontece nas mesmas juntas em ambos os lados do corpo enormalmente envolve 2 a 4 juntas.[editar]Artrite mutilanteAfeta menos que 5% dos pacientes e é severa, deformarmadora e destrutiva. Esta condição pode progredir durante meses ou anos quecausam dano em comum severo.[editar]EspondiliteEste tipo é caracterizado por dureza da espinha ou pescoço, mas também pode afetar as mãos e pés, em uma linha semelhante àartrite simétrica.[editar]Interfalangeal distal predominanteEste tipo de artrites psoriática é encontrada em aproximadamente 5% de pacientes e é caracterizado por inflamação e dureza nas juntasmais próximo dos dedos das mãos pés. Mudanças nas unhassão freqüentemente marcadas.Tratamento Advertência: A Wikipédia não é consultório médico nem farmácia. Se necessita de ajuda, consulte um profissional de saúde. As informações aqui contidas não têm caráter de aconselhamento.O processo subjacente na artrite psoriática é inflamação, então são dirigidos tratamentos para reduzir econtrolar inflamação. Antiinflamatórios não-esteróides como diclofenaco e naproxen normalmente são os primeiros medicamentos.Outras opções de tratamento para esta doença incluem a utilização de corticosteróides, incluindo injeções na articulação - isto só éprático se apenas algumas articulações forem afetadas.Alguns autores consideram no entanto os corticoesteróides como medicamentos a evitar pois podem aumentar a frequência dosepisódios de Psoríase.Se não é alcançado controle aceitável usando antiinflamatórios não-esteróides ou injeções na junta então tratamentos comimunossupressores como metotrexate é acrescentado ao regime dotratamento. Uma vantagem de tratamento com imunossupressores éque também trata psoríase além da artropatia. Contudo, os efeitos secundários destes medicamentos fazem com que a adesão dosdoentes a esta terapêutica seja baixa. Cerca de metade dos doentes interrompe a terapia em 2-5 anos devido aos efeitos adversos.Recentemente, uma classe nova de terapêuticas desenvolvida usando recombinantes tecnologias de DNA chamada Inibidores Tumornecrose fator-alfa vieram disponíveis, por exemplo, infliximabe,etanercept, e adalimumab. Estes estão se tornando comumente usadosmas são normalmente reservado para os casos mais severos.[editar]Tratamento não FarmacológicoServe de tratamento complementar aos medicamentos de forma a aliviar a dor, prevenir a incapacidade de movimentos e aumentar aqualidade de vida do doente. Inclui: Manutenção do peso ideal Dieta saudável Repouso adequado Fisioterapia e exercício individualizado Terapia Quente/Frio Cirurgia (casos mais graves)  SÍNDROME DE REITER  O que é?  A síndrome de Reiter (SR) é a artrite mais comum no homem jovem e é também freqüente em mulheres.  Como se desenvolve?  O modo clássico de apresentação da síndrome ocorre cerca de duas semanas após uma infecção genitourinária ou intestinal. Como não se consegue cultura positiva do material articular, não se poderia chamar de artrite infecciosa e criou-se o nome de artrite reativa para estas situações em que há artrite ao mesmo tempo ou logo a seguir a infecção recente em um local que não seja articulação.  Em nosso meio, valendo para o hemisfério sul, a porta de entrada genital é muito mais freqüente.  Surge subitamente artrite com preferência de localização em membros inferiores e com distribuição assimétrica entre os pares de articulações assim como acometimento de algumas inserções tendinosas, sendo comum no tendão de Aquiles. Inflamação dos dedos dos pés é bastante característico, assumindo o aspecto de dedos em salsicha.
    •  O que se sente?  Pode haver dor na coluna e em ligamentos ou articulações da bacia. Com menor freqüência, mas ajudando a estabelecer o diagnóstico, pode haver artrite entre esterno e costelas e nas articulações das clavículas com os ombros. Em geral não há febre e o estado geral é bom, mas há pacientes bastante comprometidos na fase inicial da doença.  Conjuntivite pode preceder ou acompanhar a crise articular. Outra inflamação ocular é uveíte. Ocorre em alguns pacientes com SR, podendo ser manifestação isolada tardia, sugerindo persistência de infecção. Quando a uveíte não é controlada adequadamente pode levar a distúrbio irreversível de visão.  Podem ocorrer lesões cutâneas semelhantes a psoríase nas regiões plantares e manchas eritematosas no céu da boca.  Como se faz o diagnóstico?  O diagnóstico é clínico. É necessário reunir os dados clínicos característicos com a presença de infecção recente. Deve-se procurar infecção: além de exames laboratoriais que pesquisam a presença da chlamydia trachomatis(CT) é importante que os pacientes sejam avaliados por urologista ou ginecologista.  Avaliação genital: na mulher, exame ginecológico confirmatório e acompanhamento são obrigatórios. No homem, na presença de secreção uretral facilmente percebida podemos dispensar o urologista. Entretanto, havendo suspeita de cronicidade nas primeiras consultas ou mais tarde, avaliação da próstata é indispensável, pois enquanto houver infecção o tratamento deve prosseguir.  O problema surge quando não se tem dados concretos para infecção recente.  Podemos estar frente a:infecção recente sem sintomas;infecção antiga e a Síndrome de Reiter foi desencadeada agora;síndrome de Reiter crônica não diagnosticada.  Como se faz o tratamento?AntibióticosA infecção intestinal recente, na quase totalidade das vezes, já não estará mais provocando sintomas ou estes serão leves. Mesmoassim, é prudente usar-se antibióticos pois precisamos garantir a eliminação do agente que provocou a artrite. Já a evolução dainfecção genital é variável. A bactéria envolvida é a chlamydia trachomatis(CT). Homens com discreta secreção uretral e/oumanchas na glande ou prepúcio ou suspeita clínica de prostatite confirmada por exame urológico, e mulheres com evidência clínicade cistite, cervicite (colo do útero) ou salpingite (trompas) têm o diagnóstico de SR estabelecido com facilidade desde que o médicorelacione as manifestações reumáticas com a infecção.O tratamento com antibiótico é iniciado imediatamente e o prognóstico é favorável, mesmo que a SR permaneça por pelo menosdois meses, como é habitual. É necessário receitar três meses de antibiótico nos casos bons. A eliminação da chlamydiatrachomatis(CT) do aparelho genital deve ser completa.Porém, uretrite no homem ou cervicite na mulher relacionadas com chlamydia trachomatis (CT) têm manifestações clínicas tardiasem relação à data do contato sexual e os sintomas podem ser muito leves e não serem percebidos. Se presentes, o paciente podenão relacionar os fatos e omitir a história, não recebendo tratamento. Cabe ao médico orientar o interrogatório neste sentido. Aevolução da infecção por chlamydia trachomatis (CT) pode ser bastante arrastada e sem sintomas havendo o risco do tratamentoser suspenso antes do tempo, colaborando para cronificação na forma de prostatite ou salpingite. Estes fatos levam, muitas vezes, àpersistência da SR, tornando-se um problema de difícil solução em alguns pacientes os quais permanecem com dor e emtratamento por vários meses.
    • Analgésicos e anti-inflamatórios não-esteróides (AINES) Se a dor não é intensa, analgésicos comuns como acetominofeno podem ser úteis. Os AINES mais utilizados em SR são indometacina e fenilbutazona. O uso é limitado devido aos efeitos colaterais, mas se o paciente se beneficia e tolera o medicamento este pode ser mantido. Outras opções É bastante freqüente crises com dor intensa e evolução prolongada. Nestas ocasiões o reumatologista deve utilizar medicamentos de exceção tais como corticóide por via oral ou intramuscular e infiltrações e, eventualmente, drogas imunomoduladoras e imuno- supressoras.Lúpus eritematoso sistêmicoOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Lúpus Aviso médico Classificação e recursos externos Erupção cutânea (irritação) em forma de borboleta tipicamente presente nas bochechas de pessoas com lúpus CID-10 L93, M32 CID-9 710.0 OMIM 152700 DiseasesDB 12782 MedlinePlus 000435 MeSH C17.300.480O lúpus eritematoso sistêmico (LES ou lúpus) é uma doença autoimune do tecido conjuntivo[1],de causa desconhecida [2] que pode afetar qualquer parte do corpo. Assim como ocorre em outrasdoenças autoimunes, o sistema imune ataca as próprias células e tecidos do corpo, resultandoeminflamação e dano tecidual.[3] Uma a cada duas mil pessoas possui esse problema, sendo maiscomum em mulheres negras e latinas (atingindo 1 a cada 245)[4][5]No dia 10 de maio, celebra-se o dia Internacional do LES.[6]Classificação
    • O lupus discóide se restringe a danos na peleExistem 3 tipos de Lúpus: o lúpus discóide, o lúpus sistêmico e o lúpus induzido por drogas.[editar]Lúpus discóide Ver artigo principal: Lúpus eritematoso discóide É sempre limitado à pele. É identificado por inflamações cutâneas que aparecem na face, nuca e couro cabeludo. Aproximadamente 10% das pessoas Lúpus Discóide pode evoluir para o Lúpus Sistêmico, o qual pode afetar quase todos os órgãos ou sistemas do corpo.[12] [editar]Lúpus sistêmico Costuma ser mais grave que o Lúpus Discóide e pode afetar quase todos os órgãos e sistemas. Em algumas pessoas predominam lesões apenas na pele e nas articulações, em outras pode haver acometimento dos rins, coração, pulmões ou sangue.[3] [editar]Lúpus induzido por drogas Ver artigo principal: lúpus eritematoso induzido por drogas O lúpus eritematoso induzido por drogas ocorre como conseqüência do uso de certas drogas ou medicamentos. A lista atual de possíveis responsáveis inclui quase uma centena de drogas sendo os mais conhecidos a procainamida e a hidralazina. Os sintomas são muito parecidos com o lúpus sistêmico. Os próprios medicamentos para lúpus também podem levar a um estado de lúpus induzido. Com a suspensão do medicamento responsável os sintomas normalmente [13] desaparecem. [editar]Sinais e sintomas
    • Sintomas gerais do LES Possui grande variedade de sintomas que se assemelham ao de várias outras doenças e, em geral, são intermitentes [1] dificultando assim o diagnóstico precoce. Os primeiros sintomas mais comuns são :  Febre  Mal-estar  Inflamação nas articulações  Inflamação no pulmão (pleurisia)  Inflamação dos gânglios linfáticos  Dores pelo corpo (por causa das inflamações)  Manchas avermelhadas  Úlceras na boca (aftas) A detecção precoce pode prevenir lesões graves no coração, articulações, pele, pulmões, vasos sanguíneos, fígado, rins e sistema nervoso. O desenvolvimento da doença está ligado a predisposição genética e fatores ambientais, como luz ultravioleta e alguns medicamentos, como hidralazina,procainamida e hidantoinatos. Com o tempo as reações imunológicas causam lesões teciduais, formação de complexos antígeno-anticorpo e fixação de complemento, além de citotoxicidade mediada por anticorpos (anti-hemácias, antiplaquetários e antilinfócitos).[14] [editar]Manifestações Dermatológicas 30% dos pacientes sofrem de sintomas dermatológicos, enquanto 65% dos pacientes sentem estas manifestações num determinado momento. Grande parte dos pacientes sofrem de Eritema malar, que está associada à doença. Alguns pacientes podem apresentar espessura na pele ou manchas vermelhas na mesma (o chamado Lúpus eritematoso discóide).atamento Advertência: A Wikipédia não é consultório médico nem farmácia. Se necessita de ajuda, consulte um profissional de saúde. As informações aqui contidas não têm caráter de aconselhamento.O uso de protetor solar para UVA e UVB é necessário para impedir o agravemento das lesões na pele
    • Prevenir infecções. Os sintomas gerais na maioria das vezes respondem ao tratamento das outras manifestações clínicas. A febreisolada pode ser tratada com aspirina ou antiinflamatórios não-hormonais. Corticóides e imunossupressores (especialmentea ciclofosfamida) são indicados nos casos mais graves.É recomendado o uso de antimaláricos como cloroquina no caso de lesões cutêneas disseminadas. Caso não melhore pode-seassociar prednisona em dose baixa a moderada por curto período de tempo.[30]Como não existe um diagnóstico muito preciso para as doenças chamadas auto-imunes, deve-se ter cuidado aoadministrar medicamentos, uma vez que seus efeitos colaterais podem ser muito agressivos ao organismo.Gestantes portadoras de lúpus necessitam de um acompanhamento médico rigoroso ao longo da gravidez, visto que a doença podeatingir também o feto. É contraindicada em caso de problemas renais. Durante o aleitamento é recomendado um intervalo de 4h entre atomada da medicação e a amamentação. vacinas contra pneumococos e influenza são seguras. O uso de aspirina em baixas dosespode conter os efeitos do anticorpo antifosfolípede, associado ao lúpus neonatal.[31]As vacinas com vírus vivos não devem ser prescritas a pacientes com LES. Já as vacinas contra pneumonia e gripes sãocomprovadamente seguras.[32][Gota (doença)Origem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Gota Aviso médico Classificação e recursos externos Ácido úrico CID-10 M10 CID-9 274.0 274.1 274.8 274.9 OMIM 138900 300323 DiseasesDB 29031 MeSH D006073A gota é uma doença reumatológica, inflamatória e metabólica, que cursa com hiperuricemia (elevação dosníveis de ácido úrico no sangue) e é resultante da deposição de cristais do ácido nos tecidos e articulações. Foidescrita pela primeira vez por Hipócrates, no século V a.C.. É uma afecção comum, ocorrendo de 0,2 a0,3/1000 na população geral. Sua maior incidência ocorre entre os 30-50 anos de idade, com predomínio dosexo masculino (95%). No sexo feminino ocorre geralmente após a menopausa. Índice [esconder]
    • 1 Causas2 Diagnóstico3 Sinais e sintomas4 Tratamento5 Ver também6 Ligações externas[editar]CausasPodemos didaticamente classificar a gota como primária e secundária. A forma primária é de causadesconhecida e tem algum componente genético (hereditário), sendo a mais comum. Já a gota secundáriadesenvolve em consequência de outra doença ou alguns medicamentos. Entre as doenças que estão associadas agota citamos: doenças hemolíticas (anemia falciforme, talassemia, etc), doenças mieloproliferativas(leucemia), psoríase, insuficiência renal, obesidade, hipertensão arterial, hipotireoidismo, etc. Entre osmedicamentos mais comuns estão os diuréticos, aspirina em dose baixa, warfarina, assim como tratamentosnaturais como a utilização do Óleo de Copaíba. A ingestão de bebida alcoólica é também uma causa comum dehiperuricemia, podendo causar a gota. Embora se dê muita importância a dieta rica em proteínas e gordurascomo causa da gota, já se sabe que a dieta é responsável por apenas 10-12% do "pool" de ácido úrico corporal.A maior parte do ácido úrico de nosso organismo é produzido por ele mesmo. Trata-se de uma doença crônica,não contagiosa, mas que passa pelas geraçoes de uma mesma familia.Ocorre depois dos 35 anos deidade.Homens adultos:3,4-7,0mg/dL Mulheres adultas:2,4-6,0mg/dL .[editar]DiagnósticoO diagnóstico de gota pode ser sugerido com base na história e sintomas relatados pelo paciente, entretanto odiagnóstico de certeza é dado pela visualização do cristal de ácido úrico por um microscópio de luz polarizadano líquido oriundo de dentro da articulação (líquido sinovial). Outra maneira de fazer o diagnóstico é confirmara presença de tofos. Estes são conglomerados de cristais de ácido úrico depositados em alguns tecidos,principalmente na borda da orelha (pavilhão auricular), ponta do nariz e nas superfície das articulações,principalmente dos cotovelos, dos joelhos, das mãos e dos pés.[editar]Sinais e sintomasA gota geralmente manifesta-se como uma artrite iniciada durante a madrugada, caracterizada por umainflamação articular evidenciado com calor, rubor, edema (inchaço) e extrema dor. Mais frequentementeacomete uma única articulação ("junta"), principalmente primeira hálux ("dedão"), dorso do pé e tornozelo,mas com a evolução da doença qualquer articulação pode ser acometida. A chamada "crise" de gota geralmentetem duração de 5 a 7 dias com resolução espontânea, entrando num período intercrítico (assintomático), até apróxima crise (período 3 meses a 2 anos). Nos pacientes sem tratamento esse período intercrítico tende a setornar progressivamente menor e as crises mais duradouras; nesses casos pode haver acometimento de mais deuma articulação.
    • Os exames laboratoriais geralmente mostram elevação dos níveis de ácido úrico no sangue - hiperuricemia(>7mg/dl para homem / > 6mg/dl para mulheres). Somente a presença de hiperuricemia não permite fazer odiagnóstico de gota.É importante ressalvar que a gota não é uma doença grave, mas está muito associada a outras doençaspotencialmente graves como a hipertensão arterial, a dislipidemia (elevação dos níveisdecolesterol e triglicérides), o diabete e a obesidade. Desse modo, é fundamental aferir a pressão arterial edosar os níveis de colesterol, triglicérides e glicose no sangue.[editar]Tratamento Advertência: A Wikipédia não é consultório médico nem farmácia. Se necessita de ajuda, consulte um profissional de saúde. As informações aqui contidas não têm caráter de aconselhamento.O tratamento da gota envolve orientar a dieta, tratar as doenças associadas, tratar as crises e normalizar osníveis de ácido úrico no sangue. Quanto a dieta, deve-se diminuir a ingestão de alimentos ricos em proteínas,tais como carnes vermelhas, frutos do mar, miúdos, embutidos, além da abstinência alcoólica. Orientar aredução do peso. Na crise, indica-se o uso de analgésicos, colchicina e compressa de gelo local. A redução dosníveis de ácido úrico é feita com fármacos específicos tais como alopurinol e benzobromarona.Nos intervalos das crises, além de uma dieta criteriosa, tem relevância a toma de água em quantidade suficiente(pelo menos 1,5 litros diários), bem como "chás" que de algum modo ajudam a eliminar o excesso de ácidoúrico presente no sangue. Tem sido referida a utilização, entre outras plantas, o freixo, o dente de leão, o péde cereja, a cavalinha, a barba de milho. Além do seu poder de arrastamento do ácido úrico, estes "chás" sãoum bom pretexto para a ingestão de água.Outro tipo de tratamento é a utilização de algumas termas, que podem contribuir de forma decisiva para aresolução deste problema complicado.É de fundamental importância consultar um médico capacitado para poder fazer o diagnóstico e tratamentoadequados.[editar]Artrites EnteropáticasConsultar Doenças - Artrite ColíticaDefiniçãoArtrites associadas a doença de Crohn, retocolite ulcerativa, doença de Whipple, doença celíaca e cirurgia de bypass intestinal.EtiologiaPodem evoluir com acometimento axial e periférico. A retocolite ulcerativa evolui com acometimento periférico enquanto a doença de Crohn cursa
    • com envolvimento axial. As artrites enteropáticas podem afetar 2 a 26% dos pacientes com doenças inflamatórias intestinais.Clínica Oligoartrite periférica: acomete preferencial-mente grandes articulações de membros inferiores, associada a entesopatias periféricas (tendão aquileano e fáscia plantar); não tem predomínio de sexo ou antígeno de histocompatibilidade específico, e sua evolução está invariavelmente associada à atividade da doença intestinal; lesões cutâneas, do tipo eritema nodoso, podem ocorrer em 10% a 25% dos pacientes. Poliartrite periférica: geralmente não deformante, pode ocorrer na doença de Whipple e após cirurgia de bypass intestinal; quadro semelhante, porém potencialmente mais agressivo e deformante, pode ocorrer em pacientes com doença de Crohn; também não apresenta associação com HLA específico, e sua evolução costuma ser independente do acometimento intestinal. Espondilite enteropática: pode acometer 2% a 12% dos pacientes com retocolite ulcerativa e doença de Crohn; predomina no sexo masculino (2-3:1), sendo que 50% a 75% destes pacientes apresentam HLA-B27 positivo; o quadro clínico e radiológico da espondilite enteropática é semelhante ao observado na espondilite anquilosante, e sua evolução costuma ser independente do quadro intestinal [ver Espondilite anquilosante].Diagnóstico[ver Retocolite ulcerativa, Doença de Crohn].TratamentoCorticosteróides em baixas doses (prednisona 5-10 mg/dia, ou equivalente) para o alívio da artrite ou entesopatia periféricas; o uso de doseselevadas (até 1 mg/kg/dia de prednisona, ou equivalente) somente é indicado nos casos de inflamação intestinal importante. AINEs são contra-indicados (risco de sangramento intestinal).As drogas de base mais utilizadas para o tratamento dos surtos de atividade são os derivados da 5-ASA, a mesalazina e a sulfasalazina. Noscasos mais graves de recorrência da doença de Crohn ou doença intestinal extensa ou formação de múltiplas fístulas, o uso do metotrexato, daazatioprina e do infliximabe pode ser indicado.Artrite reativaOrigem: Wikipédia, a enciclopédia livre. Esta página ou secção não cita nenhuma fonte ou referência, o que compromete sua credibilidade (desde Dezembro de 2008). Por favor, melhore este artigo providenciando fontes fiáveis e independentes, inserindo-as no corpo do texto por meio de notas de rodapé. Encontre fontes: Google — notícias, livros, acadêmico — Scirus. Veja como referenciar e citar as fontes. Artrite reativa (síndrome de Reiter) Aviso médico Classificação e recursos externos CID-10 M02 CID-9 711 DiseasesDB 29524 MeSH C01.539.100.500Síndrome de Reiter ou artrite reativa é uma doença reumática com tendência a cronicidade.Normalmente, causada por infecção por Clamidya ouSalmonella. Os sintomas mais freqüentes são:inflamação em várias articulações, principalmente a sacro-ilíaco e grandesarticulações, conjuntivite e outras inflamações oftalmológicas e inflamações do sistema urinário.Conforme a severidade, é tratada com antiinflamatórios, imunossupressores (metratexate entre
    • outros). A doença normalmente persiste após o fim da infecção. Atinge principalmente homens entre20 e 40 anos.Esta síndrome foi descrita pela primeira vez em 1916, a partir de prisioneiros de guerra da PrimeiraGrande Guerra.Caracteriza-se pelo aparecimento abrupto de inflamações assimétricas reativas dos tecidosperiarticulares e sinovia, acompanhados de envolvimento mucocutâneo, oftálmico e genitourinário.A afecção é mais comum em adultos jovens. A artrite é assimétrica e afeta, principalmente, asarticulações dos pés, joelhos e tornozelos. Conjuntivite e artrite aparecem, habitualmente, cerca de3 semanas após um surto de uretrite ou enterite. A Clamydia trachomatis é provavelmente o maisimportante agente infeccioso urogenital. As causas entéricassão Shigella, Salmonella e Campylobacter.Geralmente, as lesões cutâneas apresentam o aspecto psoriasiforme e as plantas dos pés sãoespecialmente comprometidas, onde recebem o nome de keratoma blennorhagica. Também podemocorrer no pênis e escroto. Balanite circinada é o mais comum dos achados cutâneos. As unhastambém podem ser afetadas, com o aparecimento de uma hiperceratose sub-unqueal e algumasvezes onicolise, lembrando o Psoriasis, no entanto as depressões características do Psoríase nãosão encontradas. Uretrite e prostatite podem ser freqüentemente encontrados. A lesão oculardominante da Síndrome é a conjuntivite, de intensidade variável, que regride, habitualmente, comfacilidade.Não existe nenhum exame específico para a doença, porém a constatação do antígeno HLA-B27em um homem jovem com alterações psoriasiformes, associadas a sintomas oculares e articulares,ajuda a estabelecer o diagnóstico.Não existe nenhuma terapêutica específica para a doença. O uso de antibióticos é controverso.Exercícios e fisioterapia associados ao uso de antiinflamatórios não-esteroidais são importantesadjuvantes. As lesões especialmente severas podem ser tratadas com imunossupressores,como metotrexato e ciclosporina.