7 mariologia

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  • É difícil para nós imaginar como Maria se sentia na sua missão de ser a Mãe de nosso Senhor, a mãe de Deus Filho. E como mãe de Deus ela acabava sendo uma mediadora entre os homens para que pudessem chegar até seu filho como aconteceu nas bodas de Caná onde ela como mediadora fez com que Cristo realizasse ali o seu primeiro milagre.
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7 mariologia

  1. 1. MariologiaAula 7Mãe e Mediadora Aulas previstas:1. Maternidade divina (8 slides)2. Imaculada Conceição (10 slides)3. Virgindade de Maria (10 slides)4. Assunção (8 slides)5. Realeza de Maria (4 slides)6. Cooperação na santificação (4 slides)7. Mãe e Mediadora (5 slides)8. Culto e devoção (5 slides)9. São José (6 slides)
  2. 2. Mãe e Mediadora 2/5 Maria é nossa Mãe, não em sentido natural, mas sim num sentido real, espiritual e místico, porque é Mãe de Cristo, não só do Cristo em pessoa, mas do Cristo total (Cabeça e membros). Maria, quando levava em seu ventre o Salvador, levava também todos aqueles cuja vida estava contida na vida do Senhor. Todos quantos estávamos unidos com Cristo, saímos do seio de Maria à semelhança de um corpo unido com a sua cabeça. Por isso, num sentido certamente espiritual e místico, nós somos chamados filhos de Maria e Ela é Mãe de todos nós.
  3. 3. Mãe e Mediadora 3/5  Maria é Mãe dos bem-aventurados do Céu de modo excelente. É Mãe das pessoas em graça de modo perfeito. É Mãe dos cristãos em pecado mortal de modo imperfeito, porque estes não têm vida sobrenatural completa, mas só a fé. É Mãe dos não baptizados de modo potencial ou de direito, pois está destinada a gerá-los na vida sobrenatural.  Não é Mãe dos condenados do inferno, pois já não lhes pertence em absoluto a união com Cristo.  Por ser Mãe da Igreja, é membro especial e todo singular da Igreja.
  4. 4. Mãe e Mediadora 4/5 A Mãe de Deus, por querer e dom de Deus, procria na vida da Graça os filhos de Deus. Maria não é autora da Graça, mas tudo nos leva a pensar que deve haver um compromisso divino assumido livremente por Deus, com vista à interven- ção de Maria na obra da santificação, que a constitui em verdadeira Mãe, dadora da vida sobrenatural, crística, criada pela Trindade, desde o Pai no Filho pelo Espírito Santo. Os homens podem ser mediadores entre Deus e os outros. É uma mediação subordinada, participada. Na Virgem dá-se essencial- mente mais essa mediação participada, pois é de uma natureza especificamente superior, por ser de uma natureza materna.
  5. 5. Mãe e Mediadora 5/5 O Magistério afirma que Maria é Medianeira e Dispensadora de todas as graças: “É lícito afirmar que daquele grandioso tesouro que o Senhor trouxe (...), nada nos é distribuído senão por meio de Maria, porque Deus assim o quis” (Leão XIII, Octobri mense, 22.09.1891). Foi entregue à Mãe de Deus toda a graça de que seu Filho é Autor, para que seja Admi- nistradora de Cristo, em favor de todos os seus filhos. Todas as graças que se comunicam a este mundo têm um processo triplo: seguindo uma ordem altíssima, comunicam-se por Deus a Cristo, por Cristo a Maria, e por Maria a nós. É outra manifestação da imensidade do amor de Deus para com Maria e para connosco
  6. 6. Ficha técnica 6/5 Bibliografia  Estes Guiões são baseados nos manuais da Biblioteca de Iniciação Teológica da Editorial Rialp (editados em português pela editora Diel) Slides  Original em português europeu - disponível em inicteol.googlepages.com

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