Autopoiésis no contexto sócio educacional

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Autopoiésis no contexto sócio educacional

  1. 1. FAVASC- OFICINA PEDAGÓGICA AUTOPOIÉSIS NO CONTEXTO SÓCIO-EDUCACIONAL NOVEMBRO de 2013
  2. 2. • "Dizem que nós, seres humanos, somos animais racionais. Nossa crença nessa afirmação, nos leva a menosprezar as emoções e a enaltecer a racionalidade, a ponto de querermos atribuir pensamento racional a animais não-humanos, sempre que observamos neles comportamentos complexos. Nesse processo, fizemos com que a noção de realidade objetiva, se tornasse referência a algo que supomos ser universal e independente do que fazemos, e que usamos como argumento visando a convencer alguém, quando não queremos usar a força bruta." (extraído do livro "A Ontologia da Realidade" de Humberto Maturana - Ed. UFMG, 1997)
  3. 3. CONCEITUANDO... • Autopoiese ou autopoiesis (do grego auto "próprio", poiesis "criação") é um termo cunhado na década de 70 pelos biólogos e filósofos chilenos Francisco Varela e Humberto Maturana para designar a capacidade dos seres vivos de produzirem a si próprios. Segundo esta teoria, um ser vivo é um sistema autopoiético, caracterizado como uma rede fechada de produções moleculares (processos), onde as moléculas produzidas geram com suas interações a mesma rede de moléculas que as produziu.
  4. 4. • Acoplamentos estruturais • Objetividade sem parenteses • Objetividade entre parenteses
  5. 5. Histórias/analogias •Onde está sua vaquinha?
  6. 6. A conservação da autopoiese e da adaptação de um ser vivo ao seu meio são condições sistêmicas para a vida. Por tanto um sistema vivo, como sistema autônomo está constantemente se autoproduzindo, autorregulando, e sempre mantendo interações com o meio, onde este apenas desencadeia no ser vivo mudanças determinadas em sua própria estrutura, e não por um agente externo. De origem biológica, o termo passou a ser usado em outras áreas por Steven Rose na neurobiologia, por Niklas Luhmann na sociologia, e por Gilles Deleuze e Antonio Negri na filosofia. ....PicturesUm diálogo sobre infância, ética e amor -
  7. 7. • Origem • Foi empregada inicialmente para designar os elementos característicos de um sistema vivo e sua estrutura. As pesquisas sobre tal objeto de estudo apontaram uma definição de vida como sendo a autonomia e a constância de uma determinada organização, ou das relações em um dado sistema entre os elementos constitutivos desse mesmo sistema, organização essa que é auto-referencial no sentido de que a sua ordem interna é gerada a partir da interação dos seus próprios elementos e auto-reprodutiva no sentido de que tais elementos são produzidos a partir dessa mesma rede de interação circular e recursiva.
  8. 8. • A proposta da teoria autopoiética, diferentemente da postura analítica, parte da observação de determinado objeto pela interação de seus elementos, possibilitando, assim, a construção de um arcabouço científico embasado nas relações entre os elementos e as funções exercidas no todo comunicativo dos sistemas. A autopoiese vem sendo utilizada como marco teórico dos Direitos Fundamentais. • A Consciencia da Sua Missão.pps
  9. 9. Eu caçador de mim Zé Ramalho - Caçador de Mim.mp3 • 1) Quem eu sou? • 2) Aonde pretendo ir? • 3) Uma história de vida/alegria ou mesmo , de tristeza? • 4)Qual a contribuição que quero dar a sociedade? • 5)Uma crítica • 6)Uma sugestão • 7) Em que e onde preciso mudar? • 8) O que é e quem é o outro para mim?
  10. 10. "Vocês riem de mim por eu ser diferente, e eu rio de vocês por serem todos iguais." Bob Marley
  11. 11. Leituras recomendadas • • • • • • MATURANA R., Humberto; VARELA, Francisco J.. Autopoiesi e cognizione: la realizzazione del vivente. 3. ed. Venezia: Marsilio Editori, 1992 205 p ISBN 8831747789 (enc.) MATURANA R., Humberto; VARELA, Francisco J.. Autopoiesis and cognition : the realization of the living. Dordrecht: D. Reidel Publishing Company, c1980. 141p. v.8) ISBN 9027710155 (enc.) MATURANA R., Humberto; VARELA GARCIA, Francisco J; ACUÑA LLORENS, Juan. De maquinas e seres vivos: autopoiese: a organização do vivo. 3.ed. Porto Alegre: Artes Medicas: 1997. 138 p ISBN 8573073020 (broch.) MATURANA R., Humberto; MAGRO, Cristina; GRACIANO, Miriam; VAZ, Nelson. TRINDADE, André. Para entender Luhmann e o Direito como sistema autopoiético. Porto Alegre: Livraria do Advogado, 2008. TRINDADE, André. Os direitos fundamentais em uma perspectiva autopoiética. Porto Alegre: Livraria dos Advogados. 2007
  12. 12. Valeu!!! Márcia Moreira de Araújo marbio2@hotmail.com.br www.recea.org.br Blog Pesquisandocommarciaaraujo.blogspot.com

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