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Manuel forjaz abril 2011
 

Manuel forjaz abril 2011

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uma rapidíssima colecção de ideias avulsas para pensarmos o futuro de Portugal a partir de 2011...

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    Manuel forjaz abril 2011 Manuel forjaz abril 2011 Presentation Transcript

    • Endireitar Portugal
      5 slides com ideias soltas ideológicas, sobre a organização da sociedade e para o próximo Governo de Portugal, numa grande salganhada!
      Manuel Forjaz, Abril 2011
    • Endireitar Portugal – Economia e Finanças
      • IVA a 25% excepto pão, leite, fruta, peixe, carne, formação profissional, ensino e materiais escolares até 12º!; IVA com Recibo;
      • Criminalizar desvios de orçamentos de obras públicas; despedir DG, Sec. Estado e Ministros que ano a ano não cumpram os orçamentos, obrigando-os a pagar uma multa equivalente a 50% do seu salário;
      • Reduzir os Ministérios a cinco – 1) Economia e Finanças, 2) Saúde e Bem Estar, 3) Presidência e Assuntos Parlamentares, 4) Ambiente, Defesa e Segurança, 5) Educação, Ensino e Investigação; fixar limites para número de Sec Estado e assessores;
      • Priorizar o mar, a língua portuguesa, os produtos da terra e o turismo no fomento, nos benefícios fiscais, etc.;
      • Contratar um equipa de supervendedores de Portugal no estrangeiro, phds disto e daquilo, carreiras em multinacionais, fluentes em 7 línguas, experiência de empresariado....;
      • Com as receitas das privatizações comprar cinco gigantes mundiais –Danone, Buitoni, Pescanova,... que nos ensinem a produzir e inovar para o mundo e imediatamente abram as portas à distribuição dos nossos outros produtos;
      • Regra de substituição de funcionários públicos passaria de 1 para 10;
      • Avaliação de Funcionários com base no modelo GE: dependendo da performance global do governo p.e. 10% excelentes (prémios grandes); 10% despedidos; 80% médios (sem prémios nem promoção); pensar numa única taxa de IRS (25%) e de IRC (15%);
      • Isentar novas empresas de PEC, IVA e Seg Social durante 3 anos;
      • Meter toda a gente a pensar como vamos buscar os 11 biliões do IV quadro comunitário que ainda nos falta receber;
      • Aumentar abertura e transparència das compras do Estado – advogados, energia, software, serviços gerais, etc; forçar o Estado a ser uma pessoa de bem, a pagar a horas e a não assumir que as suas DG determinem a culpabilidade de um incumpridor sem rápido mecanismo de reposição de a verdade;
      • Criar frugalidade no estilo de vida dos governantes, autarcas, funcionários e directores serviços públicos – Reduzir assessores, secretárias, motoristas, cilindrada e ostentação dos carros, despesas de representação,...
      Manuel Forjaz, Abril 2011
    • Endireitar Portugal – Constituição, Sistema Eleitoral e Organização do território
      • Reduzir o número de deputados a 100; reduzir o staf e orçamento da Presidência e AR a metade; reduzir os benefícios vitalícios; aumentar a produtividade dos deputados a trabalhar, custeando-lhes as faltas;
      • Criar um sistema de rating de políticos, publicado online, onde cada cidadão saiba em cada momento o que está a fazer e a cumprir cada órgão do poder público;
      • Acabar com Autarquias (JF e Câmaras), CCDR, Governos Civis e Presidência, substituindo-os por 50 regiões com um Senado de 50 eleitos, cujo Presidente acumularia com a Chefia do Estado; a eleição dos senadores seria directa e uninominal por região;
      • Acabar com as forças armadas reduzindo-as a 12 lanchas ultra rápidas de intervenção (droga, segurança) , 12 aviões de protecção da costa, fronteiras e património marítimo, uma brigada de infantaria ultra bem equipada (sobretudo internacional); articular estas forças com a segurança e protecção civil; fundir toas as forçaspoliciais (GNR, Polícia Marítima, Guarda Fiscal) na PSP;
      • Forçar que apareçam um mínimo de 66% de novos candidatos nas listas de deputados em cada legislatura;
      Manuel Forjaz, Abril 2011
    • Endireitar Portugal – Educação
      • Pensar os skills da futura empregabilidade – escassez da água, ambiente e sustentabilidade, fim dos recursos fósseis/ energias renováveis, quota crescente do comércio mundial pelos brics, urbanização e desertificação
      • => Componente ambiente e energia, chinês, empreendorismo, inglês, turismo, programação e skills informáticos obrigatórios desde a 1ª Classe;
      • Aumentar muito o nível de exigência nas componentes básicas do ensino – Português, Matemática, Ciências da Natureza e Biologia, Físico-Química, História; p.e. Ninguém acaba o secundário a dar erros ortográficos;
      • Unificar o ensino até ao 11º, ser igual para todos; 12º e 13ª serem de escolha livre, de experiência vocacional com forte ligação a empregadores;
      • Avaliar professores e premiar as escolas que produzem melhores alunos;
      • Acabar com o ensino obrigatório;
      Manuel Forjaz, Abril 2011
    • Endireitar Portugal – Saúde
      • Rever o pricing da saúde ligando-o ao rendimento dos cidadãos;
      • Pensar nas futuras necessidades de médicos (10, 15 anos) e rever toda a política de admissão de candidatos ao estudo da medicina, por exemplo multiplicando-os por 10 já em 2012! com a intenção de aumentar a oferta e baixar os preços absurdos da medicina pública e privada em Portugal;
      • Liberalizar a abertura de farmácias acabando com o controle e lobby da ANF; fomentar e forçar o desenvolvimento de genéricos;
      • Acabar com as fraudes das receitas; acabar com os “doentes imaginários” que custam biliões; lutar com os cartéis das farmacêuticas;
      Manuel Forjaz, Abril 2011
    • Endireitar Portugal – Justiça
      • Juntar um colégio de sábios não comprometidos – António Barreto, António Damásio, Belmiro de Azevedo, Miguel Sousa Tavares, Boaventura Sousa Santos para estruturarem o modelo de diagnóstico e supervisionarem o desenho da Nova Justiça de Portugal e conceder-lhes autoridade absoluta, meios adequados e pagar muito bem em caso de sucesso;
      • Rever toda a legislação de compensações por morte, por danos físicos, por danos morais, por quebra de contratos,...(em Portugal morrer dá direito a 30 mil Euros de compensação...)
      • Criar um esquema de avaliação independente do trabalho de juízes, funcionários, oficiais de investigação, ministério público!;
      • Num momento zero, começar com a nova estrutura limpa e funcional para os novos processos, enquanto em paralelo, suponho que ao longo de anos, se limpa o vergonhoso passado;
      • Simplificar a Constituição a 20 artigos, e reduzir todo o quadro legal existente a um set sintetizado (a ocupar 20%? da extensão actual) nas redacções, conteúdo e processos de trabalho;
      • Penalizar os advogados e outros prevaricadores da gestão dos tempos, prazos e subterfúgios de adiamento e prescrição;
      Manuel Forjaz Abril 2011
    • Disclaimer
      • As vages e imprecisas reflexões que aqui exponho são não comprometidas com qualquer movimento político e/ou de cidadania;
      • Não pretendem também construir nenhum movimento nem revelam pensamento muito estruturado, apenas uma colecção de ideias que há muito defendo; não sei se são todas possíeveis e/ou recomendáveis, mas julgo que merecem reflexão;
      • Sou um optimista e embora não fervorosamente nacionalista, acredito no futuro deste país; até porque muitas coisas boas estão a acontecer nas exportações, nos resultados escolares, na prosperidade de algumas empresas, no talento de cientistas e novos empresários, etc;
      • Não abordo contudo uma das mais sérias barreiras ao desenvolvimento português – o do inacreditável funcionamento dos partidos políticos e consequente relacionamento com a “coisa pública” e do sistema eleitoral que defende esse status quo; há uns anos tentei a vida partidária, tentando mudar os partidos por dentro, com absoluto fracasso;
      • Sou liberal na economia e conservador nos costumes, mas acredito que nada nem ninguém se deve imiscuir no que são as escolhas absolutamente privadas dos cidadãos: escolaridade obrigatória, cinto de segurança, capacete, cartão do cidadão, não, e não e não;
      • De tudo o que exponho, o mais difícil mesmo é a justiça, pela inquestionável necessidade de separação dos poderes...
      Manuel Forjaz Abril 2011