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Dinamica de grupo ii

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  • 1. DESFAZENDO O NÓ Esta dinâmica propõe uma maior interação entre os participantes e proporciona observar-se a capacidade de improviso e socialização, dinamismo, paciência e liderança dos integrantes do grupo. Faz-se um círculo de mãos dadas com todos os participantes da dinâmica. O Coordenador deve pedir que cada um grave exatamente a pessoa em que vai dar a mão direita e a mão esquerda. Em seguida pede que todos larguem as mãos e caminhem aleatoriamente, passando uns pelos outros olhando nos olhos (para que se despreocupem com a posição original em que se encontravam). Ao sinal, o Coordenador pede que todos se abracem no centro do círculo" bem apertadinhos". Então, pede que todos se mantenham nesta posição como estátuas, e em seguida dêem as mãos para as respectivas pessoas que estavam de mãos dadas anteriormente (sem sair do lugar). Então pedem para que todos, juntos, tentem abrir a roda, de maneira que valha como regras: Pular, passar por baixo, girar e saltar. O efeito é que todos, juntos, vão tentar fazer o melhor para que esta roda fique totalmente aberta. Ao final, pode ser que alguém fique de costas, o que não é uma contra-regra. APÓS OUVIR OS PARTICIPANTES SOBRE O QUE CONCLUÍRAM A RESPEITO DA EXPERIÊNCIA, O COORDENADOR DESTACA O VALOR DA COOPERAÇÃO E PARTICIPAÇÃO ATIVA DE TODOS, SEM A QUAL SERIA IMPOSSÍVEL DESFAZER O NÓ. ALCANÇAR O OBJETIVO DO GRUPO SERÁ MUITO MAIS FÁCIL SE TODOS SE EMPENHAREM NA SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS QUE OCORREREM NO DIA-A-DIA. Obs: Pode ser feito também na água.
  • 2. DINÂMICA... " DA ÉTICA E SEUS VALORES" Material: Bexiga, tiras de papel Procedimento: Formação em círculo, uma bexiga vazia para cada participante, com um tira de papel dentro (que terá uma palavra ou uma pequena frase para o final da dinâmica) O facilitador dirá para o grupo que aquelas bexigas são as tentações que enfrentamos no nosso dia- a-dia (de acordo com a vivência de cada um), e as dificuldades para se manter um comportamento ético em todas as situações da nossa vida. Cada um deverá encher a sua bexiga e brincar com ela jogando-a para cima com as diversas partes do corpo; depois todos brincam com todas as bexigas, sendo que todos juntos não devem deixar nenhuma bexiga cair, pois assim, quem deixar uma bexiga cair, terá sucumbido á tentação de agir sem ética em algum momento. Aos poucos o facilitador pedirá para alguns dos participantes ( um a um, aos poucos) deixarem sua bexiga no ar e sentarem; os restantes continuam no jogo, tendo que manter todas as bexigas no ar. Quando o facilitador perceber que quem ficou no centro não está dando conta de vencer todas as tentações, peça para que cada um segure uma bexiga e voltem ao círculo. E então o facilitador pergunta: 1) a quem ficou no centro, o que sentiu quando percebeu que estava ficando sobrecarregado de tentações; 2) e a quem saiu, o que sentiu. Ele pedirá aos participantes que estourem as bexigas e peguem o seu papel com o seu ingrediente, um a um deverão ler e fazer um comentário para o grupo, o que aquela palavra significa para ele. Dicas de palavras ou melhores ingredientes: (coloca-se no papel só a palavra, a definição que aqui está serve de guia para o facilitador complementar a descrição do membro do grupo, se for necessário). Lealdade: Quem é leal é ético para com seus amigos, jamais sucumbe á tentação de trair. Concorrência: A ética é absolutamente necessária na concorrência. Precisamos concorrer lealmente, sempre respeitando as Leis, as Regras e nossos concorrentes. Honestidade: O honesto é ético por natureza. Seja honesto para consigo mesmo, para com o próximo, para com Deus. A honestidade é vacina que reforça suas defesa contra a tentação de agir sem ética. Não seja muito ambicioso; Sendo ético você poderá conquistar seus objetivos. A ambição, o desejo incontrolável de possuir, de ter, pode enfraquecer seu caráter e leva-lo a sucumbir a tentação de agir sem ética em algum momento.Devemos desejar as coisas que podemos conquistar com nosso esforço. Trabalho - A ética e o trabalho honesto andam juntos. O trabalho deve ser o único meio para se conseguir realizar os desejos. Quem deseja muito, mas não se dedica ao trabalho, estará mais
  • 3. vulnerável. O caminho que promete ser mais rápido, exigir menos esforço, menos sacrifícios para se conseguir o que deseja, quase sempre está repleto de armadilhas e situações de risco. Não seja muito apressado - Nunca se esqueça que você precisa ser ético em todas as circunstancias. A pressa quase sempre é inimiga da perfeição. Seja paciente consigo mesmo. Planeje a longo prazo. Você tem toda a sua vida pela frente. Busque conquistar seus objetivos, um a um, ao longo do tempo. CABE AO FACILITADOR CRIAR UM BOM NÚMERO DE PALAVRAS EVITANDO PALAVRAS REPETIDAS MAIS DE DUAS VEZES. Até duas vezes é possível repetir sim, e você verá que cada membro que pegar uma palavra que já foi usada, poderá falar sobre ela, abordando um outro aspecto. A CONCLUSÃO FINAL DA DINÂMICA VOCÊ PEDIRÁ AOS PARTICIPANTES. DENTRO E FORA DO CORAÇÃO Categorias: - Respeito e Valores Pessoais Objetivos: Dinâmica utilizada para refletir o tema ?drogas? ou polêmicos. Perceber os valores pessoais e conhecimento da realidade da comunidade. Nº de Participantes: Não há limites Material: Desenho grande de coração que será colado na parece ou colocado no chão. Desenrolar: Primeiro momento Colocar cartaz com o desenho de um coração no centro da sala, no chão. Cada pessoa escreve em uma papeleta, uma palavra que expresse o que vê e ouve das pessoas da comunidade a respeito do mundo das drogas e das vítimas da dependência e a coloca fora do coração. Segundo momento Escreve dentro do coração uma palavra que expresse o que está sendo feito para mudar a problemática das drogas em nossa comunidade e na sociedade de modo geral. Terceiro momento Pedir que comparem o que está escrito dentro e fora do coração. Quarto momento Questionar qual sua posição em relação as drogas e as sua vítimas. Considerações: podem ser usadas questões polêmicas para esse trabalho como política; economia,etc.
  • 4. DINÂMICA DO SONRISAL Esta dinâmica se aplica perfeitamente a reuniões de pais, reuniões de professores, é só adequar o texto. OBJETIVO : Mostrar que a fé deve estar ligada com a realidade e participação da comunidade. MATERIAL : 3 copos com água e 3 sonrisal (efervecentes). DESENVOLVIMENTOS : O Sonrisal é a nossa fé, o copo com água é a comunidade. No 1º copo colocar o Sonrisal fechado no lado de fora do copo. Será que nossa fé não está igual o Sonrisal, fechado e alheio à comunidade? Será que nossa fé não está alienada? No 2º copo colocar o Sonrisal fechado dentro do copo. O Sonrisal está na água mas não se mistura. Nós estamos dentro da Comunidade, mas será que não estamos fechados ao próximo que nos pede ajuda? Será que não vivemos uma fé individualista? Abrir um Sonrisal e misturar com a água do 3º copo.O Sonrisal irá se misturar com água e se transformará em remédio. Nossa fé dever ser transformadora, inserida na comunidade, deve estar ligada à ação. "A FÉ SEM OBRAS É MORTA".
  • 5. ESTUDO DO MEIO Objetivos 1- Entrar em contato com a realidade, através de seus múltiplos aspectos, de maneira objetiva, ordenada e positiva. 2- Descobrir aspectos particulares do meio, através de pesquisa e reflexão. 3- Compreender as causas de muitos fatos da vida individual e social. 4- Sensibilizar para o dever de prestar serviço à comunidade. 5- Incentivar o exercício da cidadania responsável. Passos 1- Planejamento: - Como conhecer nossa comunidade? a) Descobrindo a necessidades, os interesses, os problemas, as aspirações, as possibilidades, os hábitos, os costumes, como as pessoas se relacionam, os recursos que a comunidade oferece, etc... b) Para descobrir será necessário fazer visitas, observar, entrevistas, dialogar, levantar dados. Observação: - Planejar roteiros de visitas, entrevistas, observações, levantamentos. - Formar grupos - Fazer cronograma para realização das tarefas. - Distribuir as tarefas. 2- Execução/VER - Realização das tarefas pelos grupos. 3- Apresentação - Grupos apresentam resultados das entrevistas, observações, levantamentos, etc. 4- Análise/Julgar a) confrontar os dados com o que cada um espera da vida em comunidade. b) Verificar o que não está de acordo.
  • 6. 5- Ação a) Discutir sobre o que precisa ser feito para melhorar o meio. b) Ver os recursos disponíveis c) Projetar a ação ou ações necessárias. 6- Celebrar - Preparar para iniciar a ação. 7- Realizar o projeto 8- Avaliar e celebrar os resultados. QUEBRA-CABEÇA OBJETIVO : questionar no grupo se os encontros estão ou não sendo monopolizados por alguns e valorizar a participação de todos. MATERIAL : Quebra-cabeças conforme a quantidade de equipes, com figuras que falem sobre união e participação de todos. DESENVOLVIMENTO : dividir o grupo em equipes. Distribuir para cada equipe um quebra- cabeça. Antes você deverá trocar uma peça de cada quebra-cabeça. Cada equipe deverá ter um observador que irá anotar o comportamento dos participantes. Depois discutir na equipe: • Houve a participação de todos? • Alguém monopolizou? Alguém ficou de fora? Por que? • Foi sentida a falta da peça? Alguém foi procurar a peça? • O que a dinâmica e a figura tem a ver com o nosso grupo? Poderão ser elaboradas outras perguntas, conforme a necessidade do grupo.
  • 7. SURPRESAS EM UMA CAIXA Trabalhar com verbo ou com adjetivos OBJETIVO : Compartilhar - Intercambiar atitudes PARTICIPANTES : 30 a 40 pessoas RECURSOS HUMANOS : uma caixa, papel , lápis INSTRUÇÕES: - Se prepara uma caixa (pode ser, também, uma bolsa), com una série de tiras de papel enroladas, nas quais se tenha escrito algumas tarefas (Como por exemplo: CANTAR, DANÇAR, ASSOBIAR, SORRIR, GRITAR, RODAR...ETC...) COLOCA-SE OS PARTICIPANTES EM CÍRCULO - A caixa circulará de mão em mão, enquanto se toca uma música. Quando a música, bruscamente parar, quem estiver com a caixa na mão tem que retirar um papel e cumprir a ordem. - A brincadeira continuará até terminar os papeis dentro da caixa. PROBLEMAS E SOLUÇÕES Material: Bexiga, tira de papel Procedimento: Formação em círculo, uma bexiga vazia para cada participante, com um tira de papel dentro (que terá uma palavra para o final da dinâmica) O facilitador dirá para o grupo que aquelas bexigas são os problemas que enfrentamos no nosso dia-a-dia(de acordo com a vivência de cada um), desinteresse, intrigas, fofocas, competições, inimizade, etc. Cada um deverá encher a sua bexiga e brincar com ela jogando-a para cima com as diversas partes do corpo, depois com os outros participantes sem deixar a mesma cair. Aos poucos o facilitador pedirá para alguns dos participantes deixarem sua bexiga no ar e sentarem, os restantes continuam no jogo. Quando o facilitador perceber que quem ficou no centro não está dando conta de segurar todos os problemas peça para que todos voltem ao círculo e então ele pergunta: 1) a quem ficou no centro, o que sentiu quando percebeu que estava ficando sobrecarregado; 2) a quem saiu, o que ele sentiu. Depois destas colocações, o facilitador dará os ingredientes para solução de todos os problemas, para mostrar que não é tão difícil resolvermos problemas quando estamos juntos.
  • 8. Ele pedirá aos participantes que estourem as bexigas e peguem o seu papel com o seu ingrediente, um a um deverão ler e fazer um comentário para o grupo, o que aquela palavra significa para ele. Dicas de palavras ou melhores ingredientes:- amizade, solidariedade, confiança, cooperação, apoio, aprendizado, humildade, tolerância, paciência, diálogo, alegria, prazer, tranqüilidade, troca, crítica, motivação, aceitação, etc... (As palavras devem ser escolhidas conforme o objetivo que se deseja alcançar com a Dinâmica. ) TROCA DE PALAVRAS Categorias: - Cooperação Objetivos: Pensar, juntos, sobre a importância de soluções viáveis para as questões ambientais e sociais, trabalhar os Valores Humanos e a cooperação intra e inter-grupal. Nº de Participantes: Não há limites Material: Tiras de papel e Canetas. Desenrolar: As tiras de papel são previamente preparadas com palavras-solução de questão ambiental, por exemplo. Outras tiras com palavras-problema ? poluição, desmatamento, miséria, entre outras. Os participantes são divididos em grupos e recebem as palavras problema. São distribuídas até que todas acabem. Em seguida os grupos recebem as palavras-solução, da mesma maneira. O objetivo é que cada grupo disponha as palavras problema em ordem de prioridade a serem solucionadas. Usarão, então, depois as palavras-solução. Em seguida o grupo escolherá um relator que comentará a experiência. Há possibilidade dos grupos trocarem palavras-solução para melhor adequação e resolução do problema. Dicas: Este é um jogo de reflexão que pode ter inúmeras variantes de acordo com o grupo. Para grupos em que haja conflitos, por exemplo, o facilitador pode dispor das palavras-problema de maneira que possam proporcionar a discussão destes conflitos e suas causas. Outra possibilidade, em se tratando de um Jogo Cooperativo, é a troca de palavras ou mesmo de participantes que funcionarão como conciliadores, podendo experimentar uma outra situação. O importante é o exercício da discussão, da re-flexão e da co-operação para a solução de conflitos.
  • 9. TROCA DE SEGREDOS DESENVOLVIMENTO PESSOAL. Objetivo: Aprender a se aceitar e ajudar a desenvolver a empatia com os outros membros do grupo. Para quantas pessoas: Cerca de 20 pessoas. Material necessário: Papel e caneta ou lápis para cada um. Descrição da dinâmica: Cada um deve escrever no pedaço de papel que recebeu alguma dificuldade que encontra no relacionamento com os outros e que não gostaria de expor oralmente. Cada um deve despistar a própria letra e todos os papéis devem ser dobrados da mesma forma. O coordenador da dinâmica recolhe e mistura os papeizinhos. A seguir, são sorteados os papeizinhos entre os participantes da dinâmica e cada um assume o problema que estiver descrito no papel que pegou. Deve ler o problema em voz alta, explicar como se o problema fosse dele e propor alguma solução para o problema. Não se deve permitir debates nem perguntas Quando todos já tiverem falado, o coordenador poderá propor algumas questões para os participantes: como você se sentiu ao ver o seu problema descrito? Como você se sentiu ao explicar o problema de um outro? O outro compreendeu seu problema? Você compreendeu o problema do outro? Como se sentiu em relação ao grupo?
  • 10. NOME E QUALIDADE Objetivo: Aprender o nome dos participantes do grupo de forma lúdica; facilitar a integração entre os adolescentes. Descrição da dinâmica: 1. Grupo em círculo, sentado. 2. O facilitador inicia dizendo alto seu nome, seguido de uma qualidade que julga possuir. 3. Cada participante, na seqüência a partir do facilitador, repete os nomes e qualidades ditos anteriormente, na ordem, acrescentando ao final seu próprio nome e qualidade. Comentários: O desafio desta dinâmica é aprender de forma lúcida como chamar os participantes do grupo, repetindo na seqüência todos os nomes e qualidades ditos anteriormente no círculo, antes de dizer o seu próprio nome. Havendo dificuldade na memorização da seqüência, o facilitador e/ou o grupo auxiliam a quem estiver falando, pois o importante nesta dinâmica é que, ao finalizá-la, todos tenham aprendido o nome dos companheiros. Nesta atividade, trabalha-se também a identidade - Como me chamam? Quem sou eu? - podendo surgir apelidos carinhosos ou depreciativos. É importante que o facilitador esteja atento no sentido de perceber e explorar o sentimento subjacente ao modo como cada indivíduo se apresenta. É uma dinâmica que pode ser usada no início do trabalho, quando o grupo ainda não se conhece ou após um tempo de convivência, enfatizando as qualidades pessoais e/ou englobando outras questões, como: algo de que se goste muito, o nome de um amigo, divertimento preferido etc.
  • 11. JORNAL FALADO Objetivos 1- Organizar informações sobre um determinado assunto 2- Desenvolver a expressão oral, o raciocínio, o espírito de cooperação e socialização. 3- Sintetizar idéias e fatos. 4- Transmitir idéias com pronúncia adequada e correta. Passos: 1- Formar pequenos grupos. 2- O coordenador apresenta o tema para estudo, pesquisa. 3- Cada grupo pesquisa e estuda o tema. 4- Cada grupo sintetiza as idéias do tema. 5- Elaboração das notícias para apresentação, bastante criativa, em forma de jornal. 6- Apresentação do jornal falado ao grupão (Destacamos que a apresentação deverá ser feita por um membro do grupo, no papel de locutor de um noticiário, lendo as notícias). Avaliação 1- Quais os momentos que mais nos agradaram? 2- Que ensinamentos podemos tirar para o grupo?
  • 12. MÍMICA COMUNICAÇÃO. Objetivo: Desenvolver a comunicação não-verbal e a criatividade. Para quantas pessoas: Para grupos de cerca de 20 pessoas. Material necessário: Tantos cartões (com conceitos ou nomes de coisas) quantos participantes houver. Descrição da dinâmica: O coordenador pede que cinco voluntários apresentem alguma idéia para o grupo na forma de mímica. O grupo deve tentar descobrir o que cada um desses cinco voluntários tentou dizer. Em seguida, o coordenador entrega um cartão para cada um (com conceitos como amor, paz, liberdade, esperança, sinceridade, ou com nomes de coisas como árvore, carro, criança, mesa...). Em pequenos grupos (de mais ou menos cinco pessoas) cada um deve explicar o que está em seu cartão usando só a mímica e o grupo deve descobrir o que ele tentou dizer. Depois que todos no grupo tiverem apresentado o que está marcado em seu cartão, o grupo avalia quem fez a melhor mímica e escolhe uma delas para apresentar em plenário. Cada grupo apresenta a sua mímica, os outros grupos devem tentar descobrir o que se tentou dizer e depois, avaliando as mímicas, deve escolher a melhor.
  • 13. DINÂMICA: " DAS DIFERENÇAS " Material: Pedaço de papel em branco, caneta Procedimento: O condutor da dinâmica distribui folhas de papel sulfite em branco e canetas para o grupo. O condutor da dinâmica pede que ao dar um sinal todos desenhem o que ele pedir sem tirar a caneta do papel. Ele pede que iniciem, dando o sinal. Pede que desenhem um rosto com olhos e nariz. Em seguida, pede que desenhem uma boca cheia de dentes. Continuem o desenho fazendo um pescoço e um tronco. É importante ressaltar sempre que não se pode tirar o lápis ou caneta do papel. Pede que todos parem de desenhar. Todos mostram seus desenhos. O condutor da dinâmica ressalta que não há nenhum desenho igual ao outro, portanto, todos percebem a mesma situação de diversas maneiras, que somos multifacetados, porém com visões de mundo diferentes, por este motivo devemos respeitar o ponto de vista do outro.
  • 14. COMO SALVAR OS SOBREVIVENTES - Esta dinâmica leva os participantes do grupo a conhecerem suas capacidades individuais, quando submetidos à pressão, quanto a solução de problemas emergenciais e tomada de decisão Objetivos: Este teste foi adaptado de um teste utilizado pela NASA para avaliar a capacidade de superação de seus potenciais candidatos a astronautas em situações difíceis e inusitadas. Nº de Participantes: Não há limites Material: Cópia do texto e caneta para cada participante. Desenrolar: O facilitador entrega a cada participante uma folha do texto abaixo e uma caneta. Individualmente os participantes tentarão resolver o que se pede no texto: TEXTO "Você está em um vôo de aproximadamente de 5 horas de duração. Sai do ponto de partida as 9:00 h da manhã. No meio do caminho o piloto anuncia que desviou da rota aproximadamente 150 Km e que está em sérias dificuldades. Em seguida o avião cai em um deserto e todos os tripulantes morrem. Somente os cem passageiros sobrevivem. Ao olhar-se do alto o avião se confunde com a areia do deserto. Sua missão é salvar todos os passageiros. No avião, todo quebrado, você encontra os seguintes utensílios: - 3 bússolas - 100 garrafas de água - 100 óculos escuros - 100 pacotes de sal - 30 canivetes suíços - 1 grande lona cor da areia - 50 cobertores - 1 espelho de maquiagem - 2 mapas da região - 100 latas de comida Descreva em poucas palavras a sua estratégia de ação para salvar a todos. Enumere em ordem decrescente de prioridade os objetos acima relatados que serão utilizados nesta missão de salvamento, sendo o n.º 1 o mais importante e o n.º 10 o menos importante." Resposta: Em termos aéreos, 150 Km representa apenas poucos minutos. Em pouco tempo o avião será encontrado.
  • 15. Rapidamente será sentida a falta do avião. No máximo, em 5 horas, que era o tempo previsto para o vôo, as buscas começarão. A estratégia é: - Manter todos juntos, próximos do avião, e aguardar o socorro. - É fundamental: - Estar preparado e orientar o resgate; - Manter-se vivo; - Manter a sobrevivência por um período maior, se for necessário. O quadro a seguir estabelece a utilidade de cada um dos objetos para esta situação específica: 1. Óculos - Sem utilidade prática. Se fosse na neve ele protegeria a visão 2. Bússola - Idem, já que todos devem permanecer nas proximidades do avião 3. Sal - Extremamente prejudicial à saúde, sal e sol é uma mistura explosiva 4. Canivete - Sem utilidade aparente 5. Água - Útil, mas o ser humano sobrevive alguns poucos dias sem ela. 6. Cobertor - À noite no deserto o frio facilmente atinge a temperatura abaixo de zero 7. Lona - Útil para proteger do sol escaldante do dia 8. Espelho - Extremamente útil para dar sinal em caso de aproximação de socorro 9. Comida - Útil, mas disponível uma vez que o socorro deverá chegar em breve 10. Mapa - Desnecessário, uma vez que todos deverão permanecer juntos aguardando o socorro. Assim, a ordem mais ou menos correta é: 1. Espelho 2. Lona 3. Cobertor 4. Água 5. Comida 6. Canivete 7. Óculos 8. Bússola 9. Mapa 10. Sal Para verificar a sua performance, calcule o seu desvio, fazendo a diferença absoluta da suas respostas com a referência da tabela acima.
  • 16. COCHICHO Objetivos 1- Levar todos do grupo a participar de uma discussão. 2- Colher opiniões e sugestões de um grupo, e sondar-lhes os interesses. 3- Criar uma atmosfera informal e democrática durante um estudo, debate. 4- Dar oportunidade para a troca de idéias dentro de um grupo. 5- Ajudar as pessoas a se libertarem das suas inibições. 6- Obter rapidamente idéias, opiniões e posições dos participantes de um grupo. Componentes: 1- Coordenador: orientar e encaminhar o trabalho 2- Secretário: anota no quadro ou papelógrafo, as idéias dos participantes 3- Público: participantes do grupo. Passos 1- coordenador expõe de forma clara uma questão, solicitando idéias do grupo; 2- Coordenador divide o grupo de 2 em 2 ou 3 em 3 (depende do número de participantes do grupo) 3- Formados os grupos, passam a trabalhar. Cada grupo tem 2, 3 ou 4 minutos para expor suas idéias, sendo um minuto para cada participante. 4- Uma pessoa de cada grupo expõe em plenário,. a síntese das idéias de seu grupo. 5- O secretário procura anotar as principais idéias no quadro, ou num papelógrafo. 6- O coordenador faz um comentário geral, esclarece dúvidas. 7- Alguém do grupo pode fazer uma conclusão. Avaliação 1- O que aprendemos? 2- O que descobrimos em relação ao grupo? 3- O que precisamos aprofundar sobre este assunto?
  • 17. HISTORIA SUBSTANTIVADA JOGO COMUNITÁRIO. Objetivo: É um momento de descontração no meio ou no começo de um dia de trabalho, além disso, ajuda a desenvolver a criatividade e a capacidade de se trabalhar em grupo. Para quantas pessoas: Equipes de 3 ou 4 pessoas (três pessoas serão os juízes) . Material necessário: Uma folha com 20 substantivos, 10 adjetivos e 5 verbos para cada grupo. Papel e caneta para que possam anotar a história que tiverem inventado. Descrição da dinâmica: Cada equipe recebe tem que inventar uma história em que entrem as palavras anotadas na folha de papel, na seqüência em que estão anotadas. Os substantivos e adjetivos devem ter os mais diferentes significados para que a história se torne bem interessante. O coordenador da dinâmica explica o que terá que ser feito e os grupos terão cinco minutos para prepararem sua história. Cada grupo lê sua história em voz alta para os demais. Ganha a equipe que respeitar melhor respeitar a seqüência dada na folha, que usar todas as palavras, que tiver feito a história dentro do prazo. EXEMPLO DE ADJETIVOS: bonito, gostoso, frito, maravilhoso, babento, bravo, sujo, cheiroso, transparente, azulado. EXEMPLO DE VERBOS: comer, cair, chorar, pescar, varrer.

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