Case Study | RTP
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×
 

Case Study | RTP

on

  • 194 views

 

Statistics

Views

Total Views
194
Views on SlideShare
194
Embed Views
0

Actions

Likes
0
Downloads
0
Comments
0

0 Embeds 0

No embeds

Accessibility

Categories

Upload Details

Uploaded via as Adobe PDF

Usage Rights

© All Rights Reserved

Report content

Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
  • Full Name Full Name Comment goes here.
    Are you sure you want to
    Your message goes here
    Processing…
Post Comment
Edit your comment

Case Study | RTP Case Study | RTP Document Transcript

  • Caso de sucesso Microsoft RTP escolhe Microsoft Exchange Server como plataforma de email e de colaboraçãoSumário Com o Exchange Server e a virtualização do datacen-País: PortugalSector: Broadcasting ter, construímos alicerces nos quais vamos poder cri- ar muitos novos projectos, desde a colaboração àsPerfil do ClienteA RTP, Rádio e Televisão de Portugal, é a comunicações unificadas.‖empresa que opera os canais públicos de — Fernando Albuquerque, Director de Sistemas de Informação da RTPrádio e de televisão. Desde a reestruturaçãorealizada em 2004 que a empresa agrupa asempresas públicas de rádio e televisão (RDPe RTP, respectivamente) que até à data eram A RTP, Rádio e Televisão de Portugal, é a empresa que opera osempresas distintas e juridicamente indepen- canais públicos de rádio e de televisão. Desde a reestruturaçãodentes realizada em 2004 que a empresa agrupa as empresas públicasSituação do Negócio de rádio e televisão (RDP e RTP, respectivamente) que até à dataPara assegurar o serviço público de rádio e detelevisão, a RTP conta com uma estrutura eram empresas distintas e juridicamente independentes.geograficamente dispersa e com grandesnecessidades de comunicações rápidas efiáveis. Para assegurar o serviço público de rádio e de televisão, que en- globa não apenas os canais transmitidos em Portugal mas tambémSoluçãoDe forma a suportar cerca de 3000 utilizado- canais e programação transmitida via satélite para as comunida-res e 3500 caixas de email, a empresa subs- des portuguesas espalhadas pelo mundo, a RTP conta com umatituiu totalmente o sistema OpenSource quepossuía por uma solução baseada em tecno- estrutura geograficamente dispersa e com grandes necessidadeslogias Microsoft. de comunicações rápidas e fiáveis.Benefícios Integração entre Outlook e Exchange De forma a suportar cerca de 3000 utilizadores e 3500 caixas de Facilidade de acesso ao email do exterior Partilha de calendários email, a empresa substituiu totalmente o sistema OpenSource que Maior segurança e fiabilidade do sistema possuía por uma solução baseada em tecnologias Microsoft. Integração com Active Directory
  • Situação quando chegava a casa não tinha qualquer acesso ao correio electrónico‖, explica Daniel Quando Fernando Albuquerque, Director de Santos. ―Aliás, o contrário era ainda pior, pois Sistemas de Informação da RTP, recorda se as pessoas descarregavam o email em aquele que era ainda há pouco tempo o casa depois também não tinham acesso a sistema de correio electrónico da RTP, quase ele quando chegavam ao local de trabalho‖. que tem dificuldade em imaginar como é que ―uma ‗casa‘ tão grande e com tantas neces- De qualquer forma, este era o menor dos sidades de comunicação como esta conse- problemas, uma vez que a interface de aces- guia funcionar assim‖. so via Webmail era tão diferente e tão pouco user friendly que não eram muitos os colabo- ―Há coisas que hoje são perfeitamente ba- radores da empresa que a usavam. nais mas que para nós não eram‖, recorda. ―Por exemplo, tudo o que é organização do ―Mais grave era o facto de termos um servi- trabalho em equipas a partir de calendários dor de email com o qual não havia qualquer comuns simplesmente não exista; imagine-se redundância nem replicação de dados e em―Com o Exchange podí- o que isso significava numa organização tão que o próprio backup da informação era grande e complexa como esta…‖ difícil de realizar‖, refere Daniel Santos.amos também imple-mentar a mesma interfa- A situação que a RTP vivia até ao início de Finalmente, o sistema apresentava também 2010 era mais simples de descrever de grandes deficiências na integração com oce nos acessos a partir forma negativa. ―Não tínhamos uma forma resto da infra-estrutura de TI da empresa.do exterior, com o OWA simples de estabelecer quotas nas caixas de Fernando Albuquerque refere a este respeito correio nem conseguíamos criar regras in- a falta de integração com o Active Directory e[Outlook Web Access]. O bound/outbound – sempre que alguém se os problemas com a falta de segurança comOutlook e o Exchange lembrava de enviar um anexo com 100 MB, os acessos realizados a partir do exterior. lá ficava o servidor ‗pendurado‘‖ recorda esteestão feitos um para o responsável. Soluçãooutro‖. Daniel Santos, responsável pela gestão da Em meados de 2009, a RTP decidiu realizarFernando Albuquerque, Director de Sistemas infra-estrutura de TI da RTP explica que o uma série de projectos internos de moderni-de Informação da RTP sistema que a empresa tinha até ao final de zação do seu sistema de TI e para o qual a 2009 era um servidor baseado em Linux com implementação de um servidor Microsoft o software OpenSource Stalker. ―A versão Exchange era o alicerce. que tínhamos nem sequer era gratuita, era uma versão licenciada, com suporte, mas Isto criou a oportunidade de avançar de que fornecia apenas serviços de email muito imediato para a renovação completa do básicos, com POP3 e IMAP mas com zero serviço de correio electrónico, muito embora funcionalidades: não tínhamos calendários, o projecto incorporasse outras tecnologias não tínhamos invites, não havia nada… Era Microsoft e o suporte para outras vertentes, um sistema que já vinha da RDP e, na verda- nomeadamente soluções de colaboração de, o da RTP era ainda pior – tínhamos (com o SharePoint Server) e até de Comuni- Sendmail puro‖. cações Unificadas (com o Office Communica- tions Server). Quando a acessos externos, estes eram possíveis, mas ―para quem tinha POP3 aqui, Fernando Albuquerque explica que a oportu- e uma vez que o email ficava no cliente, nidade surgiu no âmbito da renegociação do
  • licenciamento Enterprise Agreement com a que a Microsoft oferece enquanto plataforma Microsoft, o qual englobava uma série de integrada‖. software e tecnologias cuja implementação não iria envolver custos adicionais na verten- Mesmo olhando estritamente em termos de te do licenciamento do software. custos, nada haveria a ganhar em optar por uma solução OpenSource. ―Tudo o que preci- É o caso da tecnologia de virtualização da sávamos, desde o software servidor e a Microsoft, Hyper-V, incluída no Windows virtualização até ao Exchange a todas as Server 2008 R2. ―Decidimos desde logo que, outras peças da solução, estavam incluídas para suportar todos os projectos que tínha- no Enterprise Agreement que já possuíamos mos decidido lançar, iríamos começar por – bastou aproveitar o que já tínhamos‖, diz realizar a virtualização do datacenter, o que Fernando Albuquerque. serviria de alicerce a tudo o resto‖, explica o―Ao decidirmos que pre- responsável pelo departamento de TI da RTP. Daniel Santos acrescenta que ―é preciso lembrar que o OpenSource não é propria-cisávamos de uma plata- A partir do momento em que a RTP decidiu mente gratuito quando olhamos para lá doforma colaborativa, em avançar com os diversos projectos, ―deixou licenciamento do código propriamente dito: de fazer qualquer sentido sequer pensar em tudo o que é suporte, manutenção, novasque iríamos implemen- recorrer a soluções baseadas em software versões, nada disso é grátis no OpenSource…tar, além do Exchange, o OpenSource‖, admite Daniel Santos. E dá Mesmo que haja uns carolas que nos aju- como exemplo o caso do Exchange. ―O Ex- dam, nada disso funciona de forma muitoSharepoint e o OCS, não change Server foi para nós uma escolha profissional. Não há roadmap de desenvolvi-havia qualquer alternati- natural porque mesmo com a solução Open- mento, não há garantia de continuidade, não Source anterior, em que tínhamos o servidor há nada disso.‖va no mercado ao que a de email baseado em Linux, o front-end eraMicrosoft oferece en- já o Outlook, e esta era a interface a que ―Além disso‖, continua Daniel Santos, ―o que todos os utilizadores estavam habituados e tínhamos era tudo tão básico que era impos-quanto plataforma inte- com a qual estavam familiarizados‖. sível pensarmos em montar um sistema degrada‖. colaboração funcional e eficiente a partir dali ―Contudo‖, refere Daniel Santos, ―o que se – iríamos estar sempre limitados no queFernando Albuquerque, Director de Sistemas passava é que estávamos a usar o Outlook poderíamos fazer‖.de Informação da RTP mas sem todas as funcionalidades de que podíamos dispor no caso de termos o Ex- Definido o caminho a tomar, o departamento change como servidor de email. Além disso, de TI da RTP, em colaboração directa com a com o Exchange podíamos também imple- própria Microsoft Portugal e com o parceiro mentar a mesma interface [o Outlook] nos Mainroad, implementaram a migração do acesso a partir do exterior, com o OWA sistema de email – num total de cerca de [Outlook Web Access]. O Outlook e o Exchan- 3500 caixas de correio electrónico – de Linux ge estão feitos um para o outro‖, conclui. para Exchange Server 2010 a correr sobre Windows Server 2008R2 numa infra- Fernando Albuquerque acrescenta outra estrutura virtualizada com Hyper-V. razão pela escolha da Microsoft: ―ao decidir- mos que precisávamos de uma plataforma Numa primeira fase existem cinco servidores colaborativa, em que iríamos implementar, físicos sobre os quais são criadas todas as além do Exchange, o Sharepoint e o OCS, não máquinas virtuais necessárias. Para o projec- havia qualquer alternativa no mercado ao to de Exchange foram criadas cinco máqui- nas virtuais – duas para processamento de
  • front-end, duas de back-end para replicação migração‖, diz Daniel Santos. ―Tudo ficou de dados e uma quinta para publicação montado em Outubro de 2009 e depois segura no OWA, de forma a criar um canal fomos realizando vários testes de carga seguro e, na prática, um firewall entre os exaustivos para nos certificarmos de que acessos do exterior e o servidor de Exchange tudo estava bem‖. propriamente dito. A migração colocou alguns desafios ao de- No final, a migração total propriamente dita partamento de TI da RTP, por duas razões foi realizada apenas numa noite e sem que- principais. Primeiro, pela completa falta de bra no serviço. Segundo Daniel Santos, ―co- ferramentas de migração e extracção de meçámos a migrar todas as caixas às 22H00―O primeiro feedback dados do sistema antigo; depois, porque de um domingo e às 6H00 da manhã da numa empresa como a RTP, existem mais de segunda-feira seguinte os utilizadores aopositivo que tivemos dos 600 jornalistas que dependem do email. Ou abrirem o Outlook já tinham todo o correio noutilizadores foi com o seja, a migração teria de ser rápida e de Exchange‖. forma a não provocar quebras no serviço.front-end de acesso do BenefíciosOWA. Onde antes havia No final, tudo correu como o previsto. ―O facto de termos o sistema todo virtualizado Face ao sistema anterior baseado em Linux euma interface de não nos provocou qualquer ansiedade‖, software OpenSource, a diferença com awebmail arcaica, agora reconhece Daniel Santos, que tinha já fica solução Exchange não podia ser mais dramá- muito bem impressionado com a demonstra- tica – embora muitas das novas funcionali-os utilizadores têm prati- ção da tecnologia Hyper-V no evento Tech- dades sejam sentidas sobretudo ao nível dacamente a mesma fun- Days organizado pela Microsoft em Lisboa gestão e administração e, como tal, transpa- em 2008. rentes para os utilizadores finais.cionalidade do clienteOutlook que estão habi- ―Percebemos que tecnicamente, a solução Ainda assim, garante Fernando Albuquerque, estavam onde nós precisávamos que esti- ―o primeiro feedback positivo que tivemostuados a usar nos seus vesse‖, explica. ―Além disso, com um licenci- dos utilizadores foi com o front-end de aces-computadores‖. amento como o nosso, a virtualização com so do OWA. Onde antes havia uma interface Hyper-V fica muito mais barata do que com de webmail arcaica, agora os utilizadores têmFernando Albuquerque, Director de Sistemas qualquer outra solução, pois podemos criar praticamente a mesma funcionalidade dode Informação da RTP um número ilimitado de máquinas virtuais cliente Outlook que estão habituados a usar sendo que cada uma delas tem desde logo nos seus computadores‖. uma licença do sistema operativo sem custos adicionais‖. Mas é ao nível do próprio servidor que as diferenças são mais dramáticas, como expli- Uma vez montada a infra-estrutura, foi ne- ca Daniel Santos. ―Agora temos uma flexibili- cessário ao departamento de TI da RTP criar dade total na criação e gestão de contas; scripts com os quais foi feita primeira a cada utilizador pode ter várias contas, pode- extracção e exportação dos dados das caixas mos criar listas de distribuição, determinar de email para XML. O resto da migração foi facilmente quotas por tipo de utilizador asso- depois feito através do Exchange Transporter ciando com as Organization Units do AD. No Suite. outro sistema era quota única ou era preciso definir caso a caso, tudo isto era muito difícil ―O maior trabalho foi a criação dos scripts e, nalguns casos, era mesmo impossível. para a extracção e formatação dos dados de Aliás, havia muitos utilizadores que já se forma a que pudéssemos realizar depois a
  • afastavam do nosso sistema de email mas Também a segurança agora foi reforçada, que agora já voltaram a usá-lo.‖ uma vez que existe um servidor específico para publicação segura no OWA com o Fore- Este responsável salienta também os benefí- front Threat Management Gateway (TMG). ―O cios da integração do Exchange com o Active que está visível para o exterior‖, explica Directory (AD), o que permite usar um siste- Daniel Santos, ―é o TMG, nunca é o Exchan- ma único de autenticação. ―Os utilizadores ge, o que permite criar acessos seguros e fazem login ao sistema e não precisam de perfeitamente isolados do sistema principal‖. voltar a introduzir qualquer outra password para utilizar novos recursos‖, diz Fernando Fernando Albuquerque salienta novas funci- Albuquerque. onalidades que eram simplesmente impossí- ―Aliás este era um problema recorrente no veis de implementar na solução anterior, sistema anterior, especialmente com o help como é o caso do acesso ao email a partir de desk: chegávamos a estar ao telefone com o ―dispositivos móveis de qualquer marca, utilizador para descobrirmos passada meia desde Windows Phones até portáteis Macin- hora que a password que estava a ser usada tosh e iPhones‖. para aceder a determinado recurso era a errada!‖ Por outro lado, refere que o custo não é superior ao da solução OpenSource. ―Na No entanto, a integração não é só importante verdade, o TCO [Total Cost of Ownership] com outras tecnologias da Microsoft, como é deve até ser menor, mas nem sequer é rele-―Usamos o Microsoft o caso do AD. ―Temos uma aplicação de vante neste contexto, porque não estamos aSystem Center para gerir gestão muito importante que usamos na RTP comparar coisas iguais – a funcionalidade e em que até agora não tínhamos hipótese que temos agora é muitíssimo superior aotudo e é realmente muito de criar qualquer tipo de integração com o que possuíamos‖.mais fácil, o que nos Outlook, mas que com o Exchange já vai ser possível sem que tenha de haver processos Mas Fernando Albuquerque está já a olharpoupa tempo e recursos de mensagens específicos por aplicações‖, para o futuro, nomeadamente no que dizhumanos ‖. refere Daniel Santos. respeito ao suporte que esta plataforma oferece para novos projectos que estão já aDaniel Santos, responsável pela gestão da Daniel Santos salienta também os aspectos avançar dentro da RTP, nomeadamente aoinfra-estrutura de TI da RTP de gestão e administração, não apenas do nível das comunicações unificadas. Exchange mas também da infra-estrutura virtualizada. ―Usamos o System Center para ―O primeiro passo será implementar tudo o gerir tudo e é realmente muito mais fácil, o que tenha a ver com Instant Messaging e que nos poupa tempo e recursos humanos‖. Videoconferência, o que facilita imenso a Além disso, o sistema é agora mais seguro e comunicação interna dentro da organização‖, fiável. ―O que tínhamos com o sistema ante- afirma Fernando Albuquerque. rior com Linux e OpenSource era basicamen- te um servidor físico sem qualquer fail-over, ―Não só temos uma organização muito dis- uma vez que não era fácil implementarmos persa geograficamente, com delegações em mecanismos de replicação‖, explica Daniel todas as capitais de distrito e nas Regiões Santos. ―Agora temos dois front-ends a fazer Autónomas, como até mesmo aqui dentro da o processamento e dois back-ends só para a sede faz sentido usarmos estas tecnologias replicação das bases de dados‖. para poupar tempo de deslocação entre edifícios e gabinetes‖.
  • Sobre a Microsoft E conclui: ―Com o Exchange Server e a virtua-Fundada em 1975, a Microsoft (Nasdaq lização do datacenter, construímos alicerces"MSFT") é líder mundial em software, servi- nos quais vamos poder criar muitos novosços e soluções para ajudar as pessoas e projectos desde a colaboração às comunica-empresas a alcançarem todo o seu poten- ções unificadas. O que temos aqui não temcial qualquer paralelo no mundo OpenSource.‖Para mais informaçõesPara mais informações sobre os produtose serviços Microsoft por favor ligue para oserviço de apoio a clientes da MicrosoftPortugal pelo número 808 22 32 42 Paraaceder a informação sobre a MicrosoftCorporation pela Web consulte:www.microsoft.com/Para aceder ao site da Microsoft Portugalconsulte:www.microsoft.com/portugal.Para conhecer outras referências de su-cesso visite a página:http://www.microsoft.com/portugal/business/grandesempresas.Para mais informações sobre os produtose serviços da RTP visite o Web site em: Software e Serviçoshttp://www.rtp.pt  Microsoft Windows Server 2008R2  Microsoft Exchange Server  Microsoft Exchange Transporter Suite  Microsoft Forefront Threat Management Gateway  Microsoft Hyper-V  Microsoft Enterprise Agreement