NEGOCIAÇÃO E ACORDOS INTERNACIONAIS  NOVOS RUMOS PARA O BRASIL. Melyssa Vecchete
MERCADORIAS/BENS & SERVIÇOS Até onde o Brasil e o seu Negócio podem chegar?   Melyssa Vecchete
B R I C´s Melyssa Vecchete
É um acrônimo criado em novembro de 2001, pelo economista Jim O'Neill, chefe de pesquisa em economia global do grupo finan...
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ACORDOS INTERNACIONAIS <ul><li>ALADI (Associação Latino- Americana de Integração   </li></ul><ul><li>A Associação Latino-A...
ACORDOS INTERNACIONAIS <ul><li>ALADI (Associação Latino- Americana de Integração   </li></ul><ul><li>ESTRUTURA </li></ul><...
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ACORDOS INTERNACIONAIS <ul><li>6. CERTIFICADOS DE ORIGEM </li></ul><ul><li>Normas de Origem Preferenciais </li></ul><ul><l...
ACORDOS INTERNACIONAIS <ul><li>7. OUTROS CERTIFICADOS DE ORIGEM </li></ul><ul><li>COI para artesanatos (SGP) </li></ul><ul...
ACORDOS INTERNACIONAIS <ul><li>8. CERTIFICADOS DE ORIGEM – FORM A </li></ul><ul><li>Formulário próprio  (UNCTAD) </li></ul...
ACORDOS INTERNACIONAIS <ul><li>9. EMISSÃO DE CERTIFICADOS DE ORIGEM </li></ul><ul><li>Verificar através da NCM ou NALADI s...
ACORDOS INTERNACIONAIS <ul><li>10. PRINCIPAIS DESONERAÇÕES TRIBUTÁRIAS NA ORIGEM (para o importador). </li></ul><ul><li>IM...
ACORDOS INTERNACIONAIS <ul><li>11. Acordo Geral sobre o Comércio de Serviços  (AGCS ou GATS) :  Rodada do Uruguai em 1995....
ACORDOS INTERNACIONAIS <ul><li>12. NOVIDADE BRASILEIRA </li></ul><ul><li>SISCOSERV  (Sistema Integrado de Comércio de Serv...
DEFESA COMERCIAL - OMC <ul><li>1.  Dumping  e Direitos  Antidumping </li></ul><ul><li>Os direitos  antidumping  têm como o...
DEFESA COMERCIAL - OMC <ul><li>2.  Medidas de Salvaguarda </li></ul><ul><li>As medidas de salvaguarda têm como objetivo au...
DEFESA COMERCIAL - OMC <ul><li>3.  Subsídios e Medidas Compensatórias </li></ul><ul><li>As medidas compensatórias têm como...
BARREIRAS COMERCIAIS <ul><li>1.  Serviços </li></ul><ul><li>Estas barreiras podem ser aplicadas de inúmeras maneiras, tais...
BARREIRAS COMERCIAIS <ul><li>2.  Bens e Produtos </li></ul><ul><li>Barreiras Não-Tarifárias, exs.: </li></ul><ul><ul><li>q...
CONTRATOS INTERNACIONAIS <ul><li>1. ASPECTOS GERAIS </li></ul><ul><li>Identificação das partes contratantes.  </li></ul><u...
CONTRATOS INTERNACIONAIS <ul><li>ASPECTOS GERAIS </li></ul><ul><li>LICC:  </li></ul><ul><li>Art. 9º.  Para qualificar e re...
ARBITRAGEM <ul><li>1. TIPOS </li></ul><ul><li>Arbitragem ad hoc  </li></ul><ul><li>Arbitragem institucional  </li></ul><ul...
ARBITRAGEM <ul><li>APLICABILIDADE PRÁTICA –  </li></ul><ul><li>CPC. Art. 267.  Extingue-se o processo, sem  resolução de m...
ARBITRAGEM <ul><li>EXEMPLO DE EMOLUMENTOS: AAA - “ AMERICAN ARBITRATION ASSOCIATION” </li></ul>Melyssa Vecchete
CÂMARAS ARBITRAIS <ul><li>Tribunal Arbitral do Mercosul (Intergovernamental). </li></ul><ul><li>OMC (“Court” WTO). </li></...
Utilização de Planejamento. <ul><li>Estudo de Aquisição de insumos. </li></ul><ul><li>Importado ou Nacional? </li></ul><ul...
SUGESTÃO - SITES PARA EXPORTADORES http://www.braziltradenet.gov.br  www.portaldoempreendedor.gov.br  www.portaldoempreend...
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  1. 1. NEGOCIAÇÃO E ACORDOS INTERNACIONAIS NOVOS RUMOS PARA O BRASIL. Melyssa Vecchete
  2. 2. MERCADORIAS/BENS & SERVIÇOS Até onde o Brasil e o seu Negócio podem chegar? Melyssa Vecchete
  3. 3. B R I C´s Melyssa Vecchete
  4. 4. É um acrônimo criado em novembro de 2001, pelo economista Jim O'Neill, chefe de pesquisa em economia global do grupo financeiro Goldman Sachs, para designar, no relatório &quot;Building Better Global Economic Brics“. B R I C´s Melyssa Vecchete B RASIL R USSIA I NDIA C HINA
  5. 5. B R I C´s Melyssa Vecchete
  6. 6. ACORDOS INTERNACIONAIS <ul><li>ALADI (Associação Latino- Americana de Integração </li></ul><ul><li>A Associação Latino-Americana de Integração – ALADI foi instituída pelo Tratado de Montevidéu, em 12.08.80, incorporado ao ordenamento jurídico nacional pelo Decreto-Legislativo nº 66, de 16/11/1981. </li></ul><ul><li>A integração dos países da ALADI vem sendo efetivada por meio de uma série de Acordos firmados entre seus membros. Esses Acordos visam a redução e eliminação de barreiras tarifárias e não-tarifárias . Conforme os objetivos firmados em determinada negociação, os Acordos podem ser assim classificados: </li></ul><ul><li>Acordo de Alcance Regional </li></ul><ul><li>Acordo de Alcance Parcial </li></ul>Melyssa Vecchete
  7. 7. ACORDOS INTERNACIONAIS <ul><li>ALADI (Associação Latino- Americana de Integração </li></ul><ul><li>ESTRUTURA </li></ul><ul><li>• De Menor Desenvolvimento Econômico Relativo - PMDER : </li></ul><ul><li>Bolívia </li></ul><ul><li>Equador </li></ul><ul><li>Paraguai </li></ul><ul><li>• De Desenvolvimento Intermediário - PDI: </li></ul><ul><li>Chile </li></ul><ul><li>Colômbia </li></ul><ul><li>Peru </li></ul><ul><li>Uruguai </li></ul><ul><li>Venezuela </li></ul><ul><li>Cuba </li></ul><ul><li>• Demais países: </li></ul><ul><li>Argentina </li></ul><ul><li>Brasil </li></ul><ul><li>México </li></ul>Melyssa Vecchete
  8. 8. ACORDOS INTERNACIONAIS <ul><li>ALADI (Associação Latino- Americana de Integração </li></ul><ul><li>Atualmente, subsistem acordos em NALADI/NCCA e nas NALADI nas 3 versões do Sistema Harmonizado . A transposição para versões atualizadas vem sendo feita gradativamente, à medida em que são assinados os Protocolos de Adequação dos Acordos. </li></ul><ul><li>NALADI/SH-1992 (a partir de 1993), </li></ul><ul><li>NALADI/ SH: NALADI/SH-1996 (a partir de 1997), e </li></ul><ul><li>NALADI/SH-2002 (a partir de 01.01.2002) </li></ul>Melyssa Vecchete
  9. 9. ACORDOS INTERNACIONAIS 2. MERCOSUL (Mercado Comum do Sul) O MERCOSUL é um processo de integração econômica entre Argentina, Brasil, Paraguai e Uruguai , iniciado com a assinatura do Tratado de Assunção (entrada em vigor em vigor até 31.12.94) , que tem como objetivo a conformação de um mercado comum com: • livre circulação de bens, serviços, trabalhadores e capital, pela redução das barreiras tarifárias e não-tarifárias, • política comercial uniforme com a adoção de uma tarifa externa comum, • coordenação das políticas macroeconômicas e harmonização das políticas tributária, fiscal, cambial, monetária, de investimentos, de comércio exterior, de serviços, alfandegária, de transportes, de comunicações, agrícola, industrial, trabalhista, entre outras. Melyssa Vecchete
  10. 10. ACORDOS INTERNACIONAIS 2. MERCOSUL (Mercado Comum do Sul) Objetivos específicos: • aumento e diversificação da oferta de bens e serviços com padrões comuns de qualidade e seguindo normas internacionais, propiciando economias de escala, • promoção de modo coordenado do desenvolvimento científico e tecnológico, • busca permanente de pautas comuns para o desenvolvimento sustentável dos recursos regionais, • aumento da participação dos setores privados no processo de integração. Melyssa Vecchete
  11. 11. ACORDOS INTERNACIONAIS 2. MERCOSUL (Mercado Comum do Sul) Tratado de Assunção foi ratificado pelo Congresso através do Decreto Legislativo nº 197, de 25.09.91 e promulgado pelo Decreto nº 350, de 21.11.91. O Tratado de Assunção foi aditado por três Protocolos Adicionais importantes: • Protocolo de Brasília , dispondo sobre o mecanismo de Solução de Controvérsias , assinado em 17.12.91 e internalizado no Brasil pelo Decreto Legislativo nº 88, de 01.12.92, e Decreto nº 922, de 10.09.93; • Protocolo de Ouro Preto , sobre a estrutura institucional do MERCOSUL , assinado em 17.12.94 e internalizado no Brasil pelo Decreto Legislativo nº 188, de 16.12.95, e Decreto nº 1.901, de 09.05.96; • Protocolo de Olivos , alterando o mecanismo de Solução de Controvérsias , assinado em e internalizado no Brasil pelo Decreto Legislativo nº 712, de 15.10.2003, e Decreto nº 4.982, de 09.02.2004. Melyssa Vecchete
  12. 12. ACORDOS INTERNACIONAIS <ul><li>3. OMC (Organização Mundial do Comércio) </li></ul><ul><li>A OMC sucedeu ao GATT na regulação do comércio mundial, tendo sido o principal resultado da Rodada Uruguai ( Decreto 1.355 de 30/12/94). </li></ul><ul><li>Princípios </li></ul><ul><li>Para estabelecer um comércio internacional livre e transparente, o GATT 1994 traz alguns princípios básicos que restringem as políticas de comércio exterior dos países. São eles: </li></ul><ul><li>1- Não Discriminação </li></ul><ul><li>2- Previsibilidade, </li></ul><ul><li>3- Concorrência Leal , </li></ul><ul><li>4- Proibição de Restrições Quantitativas, </li></ul><ul><li>5-Tratamento Especial e Diferenciado para Países em Desenvolvimento, </li></ul><ul><li>6- Rodadas de Negociações. </li></ul><ul><li>Países Membros: 150 em janeiro de 2007, </li></ul><ul><li>Países em acessão: 29 até janeiro 2007 </li></ul>Melyssa Vecchete
  13. 13. ACORDOS INTERNACIONAIS <ul><li>4. OMA (Organização Mundial das Aduanas) </li></ul><ul><li>É uma Estrutura Normativa para a Segurança e a Facilitação do Comércio Internacional. </li></ul><ul><li>Destinada a proteger e a facilitar o comércio internacional, estabelece princípios e padrões e os apresenta para serem adotados como nível mínimo do que precisa ser implementado pelos Membros da OMA. </li></ul>Melyssa Vecchete
  14. 14. ACORDOS INTERNACIONAIS 5. ESTRUTURA - OMA (Organização Mundial das Aduanas) Melyssa Vecchete MERCADORIAS / BENS SERVIÇOS TECNOLOGIA DA INFORMAÇÃO GOVERNO EMPRESA Controle Cambial Controle Administrativo Controle Fiscal MRP ERP Sistemas Interface 1º. Pilar 2º. Pilar
  15. 15. ACORDOS INTERNACIONAIS <ul><li>6. CERTIFICADOS DE ORIGEM </li></ul><ul><li>Normas de Origem Preferenciais </li></ul><ul><li>Conteúdo Regional (valor agregado) </li></ul><ul><li>Salto Tarifário (mudança de classificação tarifária) </li></ul><ul><li>II. Normas de Origem Não Preferenciais </li></ul><ul><li>Regime de Origem </li></ul><ul><li>ALADI X MERCOSUL </li></ul>Melyssa Vecchete
  16. 16. ACORDOS INTERNACIONAIS <ul><li>7. OUTROS CERTIFICADOS DE ORIGEM </li></ul><ul><li>COI para artesanatos (SGP) </li></ul><ul><li>COI do Tabaco </li></ul><ul><li>COI Organização Internacional do Café (OIC) </li></ul><ul><li>FORM A (SGP) </li></ul>Melyssa Vecchete
  17. 17. ACORDOS INTERNACIONAIS <ul><li>8. CERTIFICADOS DE ORIGEM – FORM A </li></ul><ul><li>Formulário próprio (UNCTAD) </li></ul><ul><li>Órgão emissor: Banco Brasil </li></ul><ul><li>Gratuidade: EPP`s e Microempresas. </li></ul><ul><li>Língua oficial: inglês ou francês. </li></ul><ul><li>Documentos obrigatórios: cópia do “house”, cópia da Commercial Invoice, cópia do RE ou DSE, quadro demonstrativo de preço ex-Fábrica com valor agregado no processo produtivo, outros exigidos pelo BB. </li></ul>Melyssa Vecchete
  18. 18. ACORDOS INTERNACIONAIS <ul><li>9. EMISSÃO DE CERTIFICADOS DE ORIGEM </li></ul><ul><li>Verificar através da NCM ou NALADI se o produto possui preferência em algum dos Acordos Internacionais na qual o Brasil seja signatário. </li></ul><ul><li>Se for ALADI, verificar as correlações de NALADIs/ SH. </li></ul><ul><li>Emitir COI em uma das entidades credenciadas. </li></ul>Melyssa Vecchete
  19. 19. ACORDOS INTERNACIONAIS <ul><li>10. PRINCIPAIS DESONERAÇÕES TRIBUTÁRIAS NA ORIGEM (para o importador). </li></ul><ul><li>IMPOSTO DE IMPORTAÇÃO (Import Tax) </li></ul><ul><li>VAT (Similar ao nosso ICMS) </li></ul><ul><li>IVA (Similar ao nosso IPI) </li></ul><ul><li>Taxas portuárias ou aeroportuárias, entre outras taxas. </li></ul><ul><li>Resultado esperado = Custo menor ao importador </li></ul>Melyssa Vecchete
  20. 20. ACORDOS INTERNACIONAIS <ul><li>11. Acordo Geral sobre o Comércio de Serviços (AGCS ou GATS) : Rodada do Uruguai em 1995. </li></ul><ul><li>Abrangência: bens intangíveis. </li></ul><ul><li>Quatro modos de prestação de serviços: </li></ul><ul><ul><ul><li>Comércio Transfronteiriço ( Cross-border ): ex. ensino virtual; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Consumo no Exterior ( Consumption Abroad ): ex. turismo; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Presença Comercial ( Commercial Presence ): ex. subsidiárias de bancos; </li></ul></ul></ul><ul><ul><ul><li>Movimento de Pessoas Físicas ( Movement of Natural Persons ): ex. médicos, consultores etc. </li></ul></ul></ul>Melyssa Vecchete
  21. 21. ACORDOS INTERNACIONAIS <ul><li>12. NOVIDADE BRASILEIRA </li></ul><ul><li>SISCOSERV (Sistema Integrado de Comércio de Serviços) </li></ul><ul><li>NBS = Nomenclatura Brasileira de Serviços, Intangíveis e Outras Operações que Produzem Variações no Patrimônio das entidades. </li></ul><ul><li>NEBS = Notas Explicativas da Nomenclatura Brasileiras de Serviços. </li></ul>Melyssa Vecchete
  22. 22. DEFESA COMERCIAL - OMC <ul><li>1. Dumping e Direitos Antidumping </li></ul><ul><li>Os direitos antidumping têm como objetivo evitar que os produtores nacionais sejam prejudicados por importações realizadas a preços de dumping , prática esta considerada como desleal em termos de comércio em acordos internacionais. </li></ul><ul><li>Nos casos de dumping, a investigação deve comprovar a existência de dumping , de dano à produção doméstica e de nexo causal entre ambos. </li></ul>Melyssa Vecchete
  23. 23. DEFESA COMERCIAL - OMC <ul><li>2. Medidas de Salvaguarda </li></ul><ul><li>As medidas de salvaguarda têm como objetivo aumentar, temporariamente, a proteção à indústria doméstica que esteja sofrendo prejuízo grave ou ameaça de prejuízo grave decorrente do aumento, em quantidade, das importações, em termos absolutos ou em relação à produção nacional, com o intuito de que durante o período de vigência de tais medidas a indústria doméstica se ajuste, aumentando a sua competitividade. </li></ul>Melyssa Vecchete
  24. 24. DEFESA COMERCIAL - OMC <ul><li>3. Subsídios e Medidas Compensatórias </li></ul><ul><li>As medidas compensatórias têm como objetivo compensar subsídio concedido, direta ou indiretamente, no país exportador, para a fabricação, produção, exportação ou ao transporte de qualquer produto, cuja exportação ao Brasil cause dano à indústria doméstica. </li></ul>Melyssa Vecchete
  25. 25. BARREIRAS COMERCIAIS <ul><li>1. Serviços </li></ul><ul><li>Estas barreiras podem ser aplicadas de inúmeras maneiras, tais como: </li></ul><ul><li>Restrições a respeito do tipo de presença comercial (por exemplo, somente joint ventures); </li></ul><ul><li>Requisitos de registro ou de licenciamento discriminatórios; </li></ul><ul><li>Exigências de nacionalidade e de residência discriminatórios; </li></ul><ul><li>Tratamento discriminatório que confira vantagens às empresas domésticas em detrimento das empresas estrangeiras; </li></ul><ul><li>Obrigações de contratação de mão-de-obra local; </li></ul><ul><li>Aplicação discriminatória de normas técnicas. </li></ul>Melyssa Vecchete
  26. 26. BARREIRAS COMERCIAIS <ul><li>2. Bens e Produtos </li></ul><ul><li>Barreiras Não-Tarifárias, exs.: </li></ul><ul><ul><li>quotas. </li></ul></ul><ul><ul><li>salvaguardas. </li></ul></ul><ul><ul><li>impostos e gravames adicionais. </li></ul></ul><ul><ul><li>licenças de importação automáticas. </li></ul></ul><ul><ul><li>licenças de importação não automáticas. </li></ul></ul><ul><ul><li>controles sanitários e fitossanitários nas importações. </li></ul></ul><ul><li>Barreiras Tarifárias: Import Tax </li></ul>Melyssa Vecchete
  27. 27. CONTRATOS INTERNACIONAIS <ul><li>1. ASPECTOS GERAIS </li></ul><ul><li>Identificação das partes contratantes. </li></ul><ul><li>Definições (vocabulário do contrato). </li></ul><ul><li>Objeto (descrição da “coisa”, opção em colocar o HS do produto ou serviço). </li></ul><ul><li>Preço e Condições de Venda (valor, moeda e Incoterm). </li></ul><ul><li>Modalidade de Pagamento (à vista, crédito, LC etc). </li></ul><ul><li>Obrigações das Partes. </li></ul><ul><li>Garantia. </li></ul><ul><li>Lei Aplicável e Jurisdição. </li></ul><ul><li>Rescisão. </li></ul><ul><li>Idioma. </li></ul><ul><li>Força Maior </li></ul><ul><li>Hardship clause . </li></ul><ul><li>Duração. </li></ul><ul><li>Cláusula Arbitral - Solução de Controvérsias. </li></ul>Melyssa Vecchete
  28. 28. CONTRATOS INTERNACIONAIS <ul><li>ASPECTOS GERAIS </li></ul><ul><li>LICC: </li></ul><ul><li>Art. 9º. Para qualificar e reger as obrigações, aplicar-se-á a lei do país em que se constituire (lex loci celebrationis) . </li></ul><ul><li>§ 1º Destinando-se a obrigação a ser executada no Brasil e dependendo de forma essencial, será esta observada, admitidas as peculiaridades da lei estrangeira quanto aos requisitos extrínsecos do ato. </li></ul><ul><li>§ 2º A obrigação resultante do contrato reputa-se constituida no lugar em que residir o proponente ( ofertante) . </li></ul><ul><li>Art. 17. As leis, atos e sentenças de outro país, bem como quaisquer declarações de vontade, não terão eficácia no Brasil, quando ofenderem a soberania nacional, a ordem pública e os bons costumes. </li></ul>Melyssa Vecchete
  29. 29. ARBITRAGEM <ul><li>1. TIPOS </li></ul><ul><li>Arbitragem ad hoc </li></ul><ul><li>Arbitragem institucional </li></ul><ul><li>2. LEI Nº 9.307, DE 23 DE SETEMBRO DE 1996. </li></ul><ul><li>Reconhecimento e Execução de Sentenças Arbitrais Estrangeiras. </li></ul><ul><li>A sentença arbitral estrangeira será reconhecida ou executada no Brasil de conformidade com os tratados internacionais com eficácia no ordenamento interno e, na sua ausência, estritamente de acordo com os termos da Lei de Arbitragem. </li></ul><ul><li>Reconhecida ou executada no Brasil: homologação do Supremo Tribunal Federal (art. 483 e 484 do Código de Processo Civil). </li></ul>Melyssa Vecchete
  30. 30. ARBITRAGEM <ul><li>APLICABILIDADE PRÁTICA – </li></ul><ul><li>CPC. Art. 267. Extingue-se o processo, sem resolução de mérito: </li></ul><ul><li>Vll - pela convenção de arbitragem. </li></ul><ul><li>DESVANTAGENS DA ARBITRAGEM: o exportador brasileiro não questiona a cláusula arbitral. </li></ul><ul><li>Precaução na verificação da cláusula do contrato qual é a Instituição Arbitral escolhida e assumida (Tratado ratificado pelo Brasil, Valores, emolumentos etc). </li></ul><ul><li>Falta de verificação da lei processual do local escolhido como sede da arbitragem (Garantia de Juízo, Caução etc). </li></ul><ul><li>Honorários advocatícios do país sede da Instituição Arbitral. </li></ul><ul><li>Valores dos honorários dos árbitros. </li></ul>Melyssa Vecchete
  31. 31. ARBITRAGEM <ul><li>EXEMPLO DE EMOLUMENTOS: AAA - “ AMERICAN ARBITRATION ASSOCIATION” </li></ul>Melyssa Vecchete
  32. 32. CÂMARAS ARBITRAIS <ul><li>Tribunal Arbitral do Mercosul (Intergovernamental). </li></ul><ul><li>OMC (“Court” WTO). </li></ul><ul><li>Câmara de Mediação e Arbitragem de São Paulo (Ciesp) </li></ul><ul><li>Câmara de Mediação e Conciliação da Fiesp (CamFiesp) </li></ul><ul><li>Comissão Interamericana de Arbitragem Comercial </li></ul><ul><li>American Arbitration Association , com sede em Nova York. </li></ul><ul><li>Corte de Arbitragem da Câmara de Comércio Internacional (CCI), em Paris </li></ul><ul><li>LCA (London Court of Arbitration). </li></ul>Melyssa Vecchete
  33. 33. Utilização de Planejamento. <ul><li>Estudo de Aquisição de insumos. </li></ul><ul><li>Importado ou Nacional? </li></ul><ul><li>Vou exportar? </li></ul><ul><li>Estudo de Desenvolvimento Tecnológico. </li></ul><ul><li>Formas de produção e aquisição de tecnologia. </li></ul><ul><li>Estudo e Planejamento Tributário. </li></ul><ul><li>Redução da carga tributária na aquisição vinculado à exportação do produto acabado. </li></ul><ul><li>Redução da carga tributária operacional e não operacional. </li></ul><ul><li>Redução da carga tributária na aquisição de bens de capital. </li></ul><ul><li>Negociação com o importador. </li></ul><ul><li>Utilização dos Acordos Internacionais para a desonaração tributária na origem. </li></ul><ul><li>Verificação de Incoterms, formas de pagamento e moedas. </li></ul><ul><li>Prazo de entrega. </li></ul><ul><li>Melhor Logística aplicada. </li></ul>Melyssa Vecchete
  34. 34. SUGESTÃO - SITES PARA EXPORTADORES http://www.braziltradenet.gov.br www.portaldoempreendedor.gov.br www.portaldoempreendedor.gov.br http://www.portaldoexportador.gov.br http://www.vitrinedoexportador.gov.br http://import.com http://www.portalitalia.com.br http://www.p-maps.org http://www.exportbureau.com http://www.intracen.org http://www.sice.oas.org Melyssa Vecchete
  35. 35. OBRIGADA!!! CONTATO INTERNET: WWW.VECCHETE.BLOGSPOT.COM Melyssa Vecchete

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