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Paralisia cerebral

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Transcript

  • 1. PARALISIA CEREBRAL
  • 2. Alunos Jéssica Santana Fernanda Oliveira Sonival Teixeira Juciara Vitório Maria Marlene Milena Graciele Jeane Cazumbá Psicologia 1° Sem. 6/17/2010 copyright 2006 free template from 2 brainybetty.com
  • 3. DEFINIÇÃO  O termo paralisia cerebral (PC) é usado para definir qualquer desordem caracterizada por alteração do movimento secundária a uma lesão não progressiva do cérebro em desenvolvimento.  Ocorrem durante o desenvolvimento fetal ou no momento próximo ao 6/17/2010 copyright 2006 free template from nascimento. 3 brainybetty.com
  • 4. HISTÓRICO Em 1860 o DR. William Litlle descreveu pela primeira vez o que era paralisia cerebral e relacionou estas alterações com a hipóxia perinatal o dos traumas de parto como fatores determinantes de lesões cerebrais irreversíveis. A expressão paralisia cerebral foi praticamente cunhada por Freud em 1897, onde a expressão empregada foi paralisia cerebral infantil. 6/17/2010 copyright 2006 free template from 4 brainybetty.com
  • 5. ETIOLOGIA • O desenvolvimento do cérebro tem início logo após a concepção e continua após o nascimento. Ocorrendo qualquer fator agressivo ao tecido cerebral antes, durante ou após o parto, as áreas mais atingidas terão a função prejudicada e dependendo da importância da agressão, certas alterações serão permanentes caracterizando uma lesão não progressiva. 6/17/2010 copyright 2006 free template from 5 brainybetty.com
  • 6.  Dentre os fatores potencialmente determinantes de lesão cerebral irreversível, os mais comumente observados são infecções do sistema nervoso, hipóxia (falta de oxigênio) e traumas de crânio. O desenvolvimento anormal do cérebro pode também estar relacionado com uma desordem genética, e nestas circunstâncias, geralmente, observa-se outras alterações primárias além da cerebral. 6/17/2010 copyright 2006 free template from 6 brainybetty.com
  • 7.  A etiologia da paralisia cerebral é multifatorial. Dividem-se os vários fatores em três grupos:  1- Pré-natais (durante gravidez)  Toxemia gravídica  Mal formações do sistema nervoso central  Distúrbios metabólicos graves (ex. diabetes)  Infecções  Anemias graves  Hipertensão arterial  2- Perinatais  Traumatismo no parto  Sofrimento fetal  Distúrbios circulatórios cerebrais  Nascimento prematuro  Recém nascidos de baixo peso 6/17/2010 copyright 2006 free template from 7 brainybetty.com
  • 8. 3-Pós-natais Asfixia Traumatismos cranianos Infecções do sistema nervoso (ex. meningites) 6/17/2010 copyright 2006 free template from 8 brainybetty.com
  • 9. TIPOS DE PARALISIA O tipo de alteração do movimento observado está relacionado com a localização da lesão no cérebro e a gravidade das alterações depende da extensão da lesão. A PC é classificada de acordo com a alteração de movimento que predomina. Formas mistas são também observadas. 6/17/2010 copyright 2006 free template from 9 brainybetty.com
  • 10. TIPOS  Espástica - Quando a lesão está localizada na área responsável pelo início dos movimentos voluntários, trato piramidal, o tônus muscular é aumentado, isto é, os músculos são tensos e os reflexos tendinosos são exacerbados.  Atáxica – A paralisia cerebral atáxica está relacionada com lesões cerebelares ou das vias cerebelares. Como a função principal do cerebelo é controlar o equilíbrio e coodenar os movimentos  Com Movimentos Involuntários - Quando a lesão está localizada nas áreas que modificam ou regulam o movimento, trato extrapiramidal, a criança apresenta movimentos involuntários, movimentos que estão fora de seu controle e os movimentos voluntários estão prejudicados. 6/17/2010 copyright 2006 free template from 10 brainybetty.com
  • 11.  Na PC, a forma espástica é a mais encontrada e freqüente em 75% dos casos. 6/17/2010 copyright 2006 free template from 11 brainybetty.com
  • 12. PARTES DO CORPO AFETADAS  A Paralisia Cerebral atinge diversas regiões do cérebro.  Dependendo de onde ocorre a lesão e da quantidade de células atingidas, diferentes partes do corpo podem ser afetadas, alterando o tônus muscular, a postura e provocando dificuldades funcionais nos movimentos.  Pode gerar movimentos involuntários, alterações do equilíbrio, do caminhar, da fala, da visão, da audição, da expressão facial. Em casos mais graves pode haver comprometimento mental. 6/17/2010 copyright 2006 free template from 12 brainybetty.com
  • 13. 6/17/2010 copyright 2006 free template from 13 brainybetty.com
  • 14. 6/17/2010 copyright 2006 free template from 14 brainybetty.com
  • 15. CARACTERÍSTICAS CLÍNICAS  As crianças com PC têm como principal característica o comprometimento motor, que influencia no seu desempenho funcional. A PC pode ser classificada por dois critérios: pelo tipo de disfunção motora presente, ou seja, o quadro clínico resultante, que inclui os tipos extrapiramidal ou discinético), atáxico, misto e espástico; e pela topografia dos prejuízos, ou seja, localização do corpo afetado, que inclui tetraplegia ou quadriplegia, monoplegia, paraplegia ou diplegia e hemiplegia. 6/17/2010 copyright 2006 free template from 15 brainybetty.com
  • 16. DIAGNÓSTICO  Dificuldade de sucção, tônus muscular diminuído, alterações da postura e atraso para firmar a cabeça, sorrir e rolar são sinais precoces que chamam a atenção para a necessidade de avaliações mais detalhadas e acompanhamento neurológico. 6/17/2010 copyright 2006 free template from 16 brainybetty.com
  • 17.  Reflexo de Moro - quando a criança é colocada deitada de costas em uma mesa sobre a palma da mão de quem a examina, a retirada brusca da mão causa um movimento súbito da região cervical. 6/17/2010 copyright 2006 free template from 17 brainybetty.com
  • 18. PREVENÇÃO  Acompanhamento pré-natal regular e boa assistência ao recém-nascido na sala de parto diminuem a possibilidade de certas crianças desenvolverem lesão cerebral permanente. Por outro lado, muitas das crianças que superam situações críticas com a ajuda de recursos sofisticados das terapias intensivas neonatais modernas, principalmente os prematuros, sobrevivem, mas com seqüelas neurológicas. 6/17/2010 copyright 2006 free template from 18 brainybetty.com
  • 19. TRATAMENTO  O tratamento em suas diferentes modalidades envolve profissionais de várias áreas e a família. A PC não tem cura, mas seus efeitos podem ser minimizados. O objetivo principal deve ser promover o maior grau de independência possível. 6/17/2010 copyright 2006 free template from 19 brainybetty.com
  • 20. Estimulação do Neurodesenvolvimento Atividades Físicas Treinamento nas Atividades de Vida Diária Meios Alternativos de Comunicação e Locomoção Tratamento da Espasticidade Uso de órteses Cirurgias Ortopédicas 6/17/2010 copyright 2006 free template from 20 brainybetty.com
  • 21.  O principal objetivo é estimular o desenvolvimento de padrões funcionais de movimento através de experiências neurosensoriais. A estimulação cognitiva deve ter início em conjunto com a motora. 6/17/2010 copyright 2006 free template from 21 brainybetty.com
  • 22.  Vários trabalhos demonstraram que um bom relacionamento afetivo pais-criança favorece o processo de desenvolvimento. Além disso, os programas de estimulação desenvolvidos por pais comprovaram ser mais efetivos. Entretanto, problemas emocionais, falta de conhecimento sobre o real significado de uma lesão cerebral irreversível e programas inadequados dificultam uma participação positiva. 6/17/2010 copyright 2006 free template from 22 brainybetty.com
  • 23.  Atividades físicas bem orientadas promovem o alongamento e o fortalecimento muscular, favorecem melhor desempenho motor e interferem de maneira positiva com relação ao desenvolvimento emocional e social.  Natação, dança, ginástica, futebol, equitação ou outras atividades esportivas são, indiscutivelmente, muito mais benéficas para determinado grupo de crianças do que tratamentos fisioterápicos realizados dentro de um hospital ou centro de reabilitação. 6/17/2010 copyright 2006 free template from 23 brainybetty.com
  • 24. A ESPASTICIDADE  Muitos profissionais que se dedicam à área da reabilitação consideram que o tratamento da espasticidade pode amenizar as dificuldades de muitas crianças com PC. No entanto, nenhum dos recursos até então utilizados é perfeito. Muitas crianças podem melhorar em alguns aspectos, mas continuam com dificuldades para realizar o movimento. Muitos dos tratamentos, hoje disponíveis, estão ainda em nível de pesquisa. Isto porque, a real eficácia e os resultados a longo prazo não foram até o momento demonstrados. Isto faz com que certos tipos de abordagem permaneçam restritas a determinados grupos ou instituições que desenvolvem pesquisas na área médica. Além disso, outros fatores limitantes são o alto custo e principalmente os riscos de alguns meios de tratamento. 6/17/2010 copyright 2006 free template from 24 brainybetty.com
  • 25. O TRATAMENTO MEDICAMENTOSO  Limita-se, em geral, ao uso de anticonvulsivantes, quando necessários e mais raramente medicamentos psiquiátricos para tentar o controle dos distúrbios afetivos-emocionais e da agitação psicomotora ligada à deficiência mental.  Os medicamentos mais utilizados no tratamento da espasticidade são o baclofen, o diazepam, o clonazepan, dantrolene, a clonidina, a tizanidina, a clopromazina e também a morfina. 6/17/2010 copyright 2006 free template from 25 brainybetty.com
  • 26. PROGNÓSTICO  A paralisia cerebral nem sempre causa incapacitação profunda. Ainda que crianças com paralisa cerebral grave possam ser incapazes de andar e precisem de cuidado extensivo por toda a vida, outras com paralisia cerebral moderada podem ser apenas levemente desajeitadas e não precisam de assistência especial. 6/17/2010 copyright 2006 free template from 26 brainybetty.com
  • 27. EDUCAÇÃO  Dependendo do potencial cognitivo, ou seja, da capacidade para aprender, uma criança com PC pode estar apta a freqüentar a escola regular em classe compatível com sua faixa etária.  Algumas crianças, apesar de mostrarem capacidade para aprender, necessitam ensino especial devido a distúrbios sensoriais. Algumas das instituições citadas possuem modalidades de atendimento especializado para crianças com deficiência visual ou auditiva. 6/17/2010 copyright 2006 free template from 27 brainybetty.com
  • 28. A criança/jovem com paralisia cerebral deve beneficiar de áreas que possibilitem e auxiliem o seu desenvolvimento, tais como:  Terapia da Fala  Terapia Ocupacional  Psicomotricidade  Apoio Psicológico  Fisioterapia  Áreas de Expressão  Atividades Aquáticas  Massagens  Informática  Actividades da Vida Diária 6/17/2010 copyright 2006 free template from 28 brainybetty.com
  • 29. ASPECTOS PSICOSSOCIAIS  A impossibilidade para correr, jogar bola, e andar de bicicleta vai aos poucos dando à criança a noção de "ser diferente". Na idade escolar, muitas delas já estão conscientes de suas dificuldades e poderão necessitar de ajuda para melhor lidarem com os sentimentos de tristeza ou as diversas perdas ocasionadas pela condição de "ser diferente". 6/17/2010 copyright 2006 free template from 29 brainybetty.com
  • 30.  A melhora da criança com PC é lenta e demanda um constante equilíbrio dos familiares e dos profissionais, entre o que se quer e o que é possível, e cabe à equipe que trata da criança uma atitude de apoio aos familiares com o objetivo de fortalecê-los para que possam realizar os cuidados adequados.Este processo torna-se mais fácil quando pais e profissionais de saúde trabalham em busca dos mesmos objetivos. 6/17/2010 copyright 2006 free template from 30 brainybetty.com
  • 31. REFERÊNCIAS  http://www.sarah.br/paginas/doencas/po/p_01_paralis ia_cerebral.htm  http://www.nacpc.org.br/paralisia_causas.htm  http://www.wgate.com.br/conteudo/medicinaesaude/f isioterapia/variedades/paralisia_cerebral.htm  http://adam.sertaoggi.com.br/encyclopedia/ency/articl e/000716.htm#  http://www.unifesp.br/dneuro/neurociencias/vol12_1/ paralisia_cerebral.htm 6/17/2010 copyright 2006 free template from 31 brainybetty.com