Tour leste europeu com polonia 2012

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Roteiro Tumlare 2012 ao Leste Europeu e Polônia

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Tour leste europeu com polonia 2012

  1. 1. Tour a Polônia, Leste Europeu e Zurich 20 dias/ 17 pernoites Período: 21 de maio a 9 de junho de 2012 Held Turismo & Agaxtur Operadora Turística Guia Mauro Friedrich [email_address] Dezembro 2011
  2. 2. Roteiro resumido de viagem <ul><li>1º. Dia – SEG – 21 Maio - Vôo GRU/Zurique </li></ul><ul><li>2º. Dia – TER – 22 Maio – Vôo Zurique/ Varsóvia. Traslado/ Hospedagem. </li></ul><ul><li>3º. Dia – QUA – 23 Maio – Tour em Varsóvia. </li></ul><ul><li>4º. Dia – QUI – 24 Maio – Viagem rodoviária de Varsóvia, com visitas a Czestochowa/ Auschwitz e chegada a Cracóvia. Hospedagem. </li></ul><ul><li>5º. Dia – SEX – 25 Maio - Tour em Cracóvia e nas Minas de Sal de Wieliczka. </li></ul><ul><li>6º. Dia – SAB – 26 Maio – Viagem rodoviária de Cracóvia, com visita à Casa de João Paulo II em Wadovice, e chegada a Budapeste. </li></ul><ul><li>7º. Dia – DOM – 27 Maio – Tour em Budapeste. </li></ul><ul><li>8º. Dia – SEG – 28 Maio – Viagem rodoviária a Budapeste, visitando a capital da Eslováquia – Brastislava e chegada a Viena. </li></ul><ul><li>9º. Dia – TER – 29 Maio – Tour em Viena. </li></ul><ul><li>10º. Dia – QUA – 30 Maio – Viagem rodoviária de Viena, visita a Cesky Krumlov e chegada a Praga. </li></ul><ul><li>11º. Dia – QUI – 31 Maio - Tour em Praga. </li></ul><ul><li>12º. Dia – SEX – 1º. Junho – Dia livre em Praga. Visita opcional a Karlovy Vary. </li></ul><ul><li>13º. Dia – SAB – 2 junho – Viagem rodoviária de Praga, com visita a Dresden e Postdam e chegada a Berlin. </li></ul><ul><li>14º. Dia – DOM – 3 junho – Tour em Berlin. </li></ul><ul><li>15º. Dia – SEG – 4 junho – Dia livre em Berlin. </li></ul><ul><li>16º. Dia – TER – 5 junho – Vôo de Berlin a Zurich. Hospedagem . </li></ul><ul><li>17º. Dia – QUA – 6 junho – Tour em Zurich. </li></ul><ul><li>18º. Dia – QUI – 7 junho – Dia livre em Zurich. </li></ul><ul><li>19º. Dia – SEX – 8 junho - Traslado ao aeroporto e vôo de Zurich para São Paulo. </li></ul><ul><li>20º. Dia – SAB – 9 junho – Chegada ao aeroporto de Guarulhos em São Paulo. </li></ul>
  3. 3. Vôos previstos para o grupo <ul><li>LX 093 21 MAIO GRU 18,30 ZRH 11,10 </li></ul><ul><li>LX 1348 22 MAIO ZRH 12,05 WAW 14,00 </li></ul><ul><li>LX 095 5 JUN BER 14,50 ZRH 16,20 </li></ul><ul><li>LX 092 8 JUN ZRH 22,40 GRU 05,45 + 1 (dia 9 jun) </li></ul>
  4. 4. <ul><li>Geograficamente , chamamos de Europa Oriental a região central do continente europeu (área amarela no mapa ao lado), que abrange geralmente países com nações de idiomas eslavos e religião cristã ortodoxa. </li></ul><ul><li>Politicamente, todas as nações que compõem a Europa Oriental, exceto a Grécia, adotaram em algum período de sua histórica o sistema de economia socialista e regime político de partido único, em especial entre o período de 1945 a 1991. </li></ul><ul><li>Étnicamente , o Leste Europeu converge para povos diversificados em língua, cultura e religião, com origens em regiões do Oriente. </li></ul>Leste Europeu ou Europa Oriental (na atualidade) O conceito de países inclusos na chamada “ Cortina de Ferro ” (área em vermelho no mapa ao lado), data do pós II Guerra Mundial , e abrangia países de estavam sob a zona de influência política, econômica e militar da antiga União Soviética, da qual os países do Leste Europeu formavam a maior parte dos países “satélites” da URSS. (formando o Pacto de Varsóvia) . A expressão “ Cortina de Ferro ” foi usada pela primeira vez num discurso público de Sir Winston Churchil (foto ao lado), prêmier inglês, em 5/03/1946 .
  5. 5. Polônia <ul><li>População: 40,3 milhões de habitantes (previsão para 2010), sendo que 2,4 milhões de habitantes vivem na capital ,Varsóvia, região da Masóvia, e 745 mil habitantes vivem em Cracóvia, a antiga capital da Polônia e a 3ª. maior cidade do país. Atualmente, 98% da população do país é polaca. </li></ul><ul><li>Principais cidades e seus habitantes: Lodz (831 mil); Wroclaw (643 mil); Poznam (583 mil); Gdansk (464 mil); Szczecin (418 mil); Bydgoszcz (385 mil); Katowice (359 mil) e Lublin (352 mil) </li></ul><ul><li>Área territorial: 312 mil km2, divididos em 16 províncias a partir de 1999, porque antes eram 49 províncias. Tem 3.054 km de fronteiras terrestres com 7 países: Rússia (210 km); Lituânia (103 km); Bielo Rússia (416 km); Ucrânia (529 km); Eslováquia (539); Rep. Tcheca (790 km); Alemanha (467 km). Tem 528 km de litoral no Mar Báltico. </li></ul><ul><li>Idiomas: Polonês ou polaco (língua oficial), inglês, alemão e russo. </li></ul><ul><li>Religião: 95% da população polonesa é Católica Apostólica Romana </li></ul><ul><li>O nome Polônia (Poland em inglês; Polska em polonês) tem origem no nome da tribo eslava que originalmente habitou o atual território polonês. </li></ul><ul><li>966 – Criação do primeiro estado polaco. </li></ul><ul><li>1025 – Tornou-se reino da Polônia. </li></ul><ul><li>1370 – O Rei Casimiro, o Grande, o último de sua dinastia, reina sobre uma Polônia étnicamente unificada. </li></ul><ul><li>Século XIV – Fundação da cidade de Varsóvia </li></ul><ul><li>1413 – Varsóvia torna-se a capital da Mazóvia, a região onde está localizada. </li></ul><ul><li>Século XVI – Varsóvia torna-se sede do Parlamento polonês. </li></ul><ul><li>1569 - 1795- Formou com o Grão Ducado da Lituânia a Comunidade Polaco-Lituana. </li></ul><ul><li>1596 – 1611 – Varsóvia torna-se a capital da Polônia, com a transferência da corte real do Rei Sigmundo III Wasa do Castelo de Wavel, em Cracóvia, para o Castelo dos Príncipes de Mazóvia, na cidade de Varsóvia. </li></ul><ul><li>1764 – 1765 – O último rei polonês STANISLAUS AUGUST PONIATOWSKI constrói o Palácio das Águas no Parque Lazienski, e transforma Varsóvia em grande centro cultural do país. </li></ul><ul><li>1772; 1793 e 1795 – A Polônia foi divida entre a Prússiia, a Rússia e Áustria de deixou de existir como país independente. </li></ul><ul><li>1807 – Varsóvia é capital do Grão Ducado de Varsóvia, formado por Napoleão. </li></ul><ul><li>1850 a 1870 - Varsóvia torna-se o centro político do país. </li></ul><ul><li>1918 - 1939 – Após a I Guerra Mundial, a Polônia torna-se novamente estado independente, e durante 21 anos tem uma fase de rápida industrialização e crescimento econômico. </li></ul><ul><li>1939 – 1945 - A Polônia é um dos primeiros países europeus ocupados pelas tropas nazistas alemãs. Varsóvia é atacada, 87% da área da cidade destruída por bombardeios e guerra. O regime nazista se implanta no país. 7 milhões de judeus da Polônia passam a viver em guetos por ordem de Hitler. </li></ul><ul><li>1945 – 1989 – Terminada a II Guerra Mundial, a Polônia é libertada por tropas russas, que implanta no país o regime soviético. </li></ul>
  6. 6. Mapa da Polônia <ul><li>Situada na parte central da Europa, o território da Polônia sempre foi alvo de conquistas de muitos povos. Tantas foram as divisões de suas fronteiras que o país diminuiu de tamanho até chegar a formar o chamado “Corredor Polonês” (área do leito do rio Vístula) de 1919 a 1939, disputando a soberania da região com a Alemanha. </li></ul><ul><li>No início da II Guerra Mundial, as tropas nazistas alemãs acabam invadindo o país inteiro, e no pós guerra até 1989, o país inteiro governado pelo regime soviético russo. </li></ul><ul><li>Após 1989, a Polônia retoma suas antigas fronteiras nacionais como país independente. </li></ul>
  7. 7. Polônia pós-comunista de 1989 <ul><li>O Comunismo como forma de governo deu sinais de completa exaustão em todo mundo, a partir do fim da década de 1980, exceto em Cuba e na China. </li></ul><ul><li>Graças ao movimento sindical, SOLIDARNOSC (Solidariedade) liderados pelo sindicalista polonês Lech Walesa (foto à direita) (eletricista dos estaleiros estatais de Gdansk, prêmio Nobel da Paz em 1983 e primeiro presidente da Polônia pós-comunista de 1990 a 1995), a Polônia torna-se o primeiro país do bloco comunista a buscar uma nova forma de governo. O presidente Walesa porém não teve o mesmo brilho do período em que esteve na oposição. </li></ul><ul><li>1995 – As dificuldades econômicas do país levaram um ex-comunista, Alexander Kwasniewski a eleger-se presidente, repetindo a vitória em 2000. </li></ul><ul><li>1999 – A Polônia deixa o Pacto de Varsóvia e adere a OTAN. </li></ul><ul><li>2004 – A Polônia ingressa na União Européia. </li></ul><ul><li>2005 – Última das 8 visitas oficiais à Polônia do Papa João Paulo II (o bispo polonês Karol Wojtyla – 1920 /2005), cujo pontificado durou 26 anos (de 1978 a 2005). Adorado na Polônia, o Papa João Paulo II teve grande influência na vida religiosa e polítca do país. Graças a seu apoio, o regime comunista caiu na Polônia em 1989. </li></ul><ul><li>2008 – Presidente Lech Kaczynski./ Primeiro-Ministro: Donald Tusk </li></ul><ul><li>10/04/2010 – Acidente aéreo na Rússia mata o presidente Kaczynski, sua esposa e mais 88 altos funcionários de seu governo. A Polônia convoca eleições presidenciais antecipadas, e o povo sai as ruas para homenagear seu presidente nas cerimõnias fúnebres. </li></ul><ul><li>O Bispo de Cracóvia, Karol Wojtyla (foto acima) (Wadowice, Polônia, 1920 – Roma Itália, 2005) foi um dos religiosos católicos poloneses mais influentes na moderna história polonesa. </li></ul><ul><li>Tornou-se o 263º. Papa (o primeiro não italiano em 400 anos de história católica) com o nome de João Paulo II em 1978 e seu pontificado durou 26 anos, até a sua morte em 2005. </li></ul><ul><li>Respeitadíssimo na Polônia e no mundo, João Paulo II foi importante voz em defesa do fim do Comunismo na Polônia e em muitos outros países do Leste Europeu. </li></ul><ul><li>Pacifista carismático, muitos consideram a sua capacidade de mudar a história do mundo moderno o seu maior milagre. O povo, logo após a sua morte em Roma, clamava a seu sucessor, o alemão Papa Bento XXI, que o aclamasse santo o quanto antes.: Santo Subito! </li></ul>
  8. 8. <ul><li>Acidente aéreo na Rússia em 10/04/2010 mata o Presidente da Polônia, Lech Kazinski , sua esposa, Maria, e mais 94 membros de sua comitiva, sendo 88 deles funcionários do governo polonês. </li></ul><ul><li>O avião oficial do Governo Polonês, um Tupolev TU 154, de fabricação russa, não conseguiu aterrisar na pista do aeroporto de Smolensk, caindo pela manhã a cerca de 1,5 km da pista e causando uma das maiores tragédias no governo polonês. </li></ul><ul><li>O avião transportava o presidente da república polonesa, Kazinski (foto), sua esposa e primeira-dama, e comitiva oficial para uma visita protocolar à cidade russa de Katyn, cumprindo a programação de homenagens póstumas a milhares de oficiais poloneses que foram mortos pelos serviços secretos soviéticos em 1940. </li></ul><ul><li>Entre as vítimas, incluiam-se também o Comandante em Chefe do Exército da Polônia e Presidente do Banco Nacional polonês. Não houve sobreviventes da queda do avião. </li></ul><ul><li>A tragédia abateu-se sobre o país, que em um só momento ficou também privada dos principais dirigentes do seu governo. A Constituição Polonesa prevê que uma nova eleição presidencial será em 20 de junho de 2010. </li></ul><ul><li>A Polônia é uma país estratégico para as forças da Otan, e a alteração das forças políticas de seu governo, provocada pelo trágico acidente aéreo, são motivo de preocupações para o país e demais nações vizinhas européias. </li></ul>
  9. 9. Varsóvia (em polaco , Warszawa ) <ul><li>População: 2,4 milhões de habitantes </li></ul><ul><li>Área territorial: 495 km2 </li></ul><ul><li>Maior cidade da Polônia. </li></ul><ul><li>Capital da Província de Masóziva </li></ul><ul><li>Capital do país. </li></ul><ul><li>Cidade banhada pelo rio Vístula (em polaco, Wisla ), com 1.070 km de extensão e também banha a cidade de Cracóvia. O rio nasce na vertente dos montes Cárpatos, no sudoeste da Polônia, e desemboca no Golf de Gdansk, no Mar Báltico. É navegável em sua totalidade por barcos de pouca tonelagem, e se comunica por canais ao rio Oder. </li></ul><ul><li>Do rio, veio a lenda da Sereia de Varsóvia (foto) , que nasceu no Vístula e enquanto estiver armada protegerá a cidade contra destruições. Os irmãos pescadores Varsa e Sava (daí no nome da cidade, Varsava) teriam pescado a sereia no rio. Em troca de sua liberdade, a sereia prometeu defender a cidade. A sereia é símbolo da cidade e sua estátua está na Praça Rynek. </li></ul><ul><li>Idade Média - Origens da cidade de Varsóvia, no núcleo de uma fortaleza ( Barbacã , palavra de origem árabe), reconstruída e que cerca o bairro histórico também restaurado após os bombardeios nazistas da II Guerra Mundial (1939 – 1945). </li></ul><ul><li>Centro histórico da cidade, Rynek (praça do mercado), Palácio Real e Catedral da Cidade de Varsóvia São João Batista, todas as construções antigas são réplicas restauradas após a II Guerra Mundial. </li></ul><ul><li>Cerca de 23 pinturas feitas pelo pintor Bernardo Belloto (também conhecido pelo nome artístico de Canaleto ) em 1790, e retratando as antigas ruas, praças e prédios de Varsóvia serviram de modelo para os resturadores da arquitetura do centro histórico, incluindo o Palácio Real (cuja restauração foi premiada pela Unesco). Literalmente, a realidade imitou a arte, e o que vemos na atualidade são as fachadas dos prédios copiados dos modelos nas pinturas antigas. </li></ul><ul><li>Palácio Real (foto abaixo) – Construído em várias etapas a partir do século XIV, inicialmente pelo Duque Casimiro I (1341 a 1355), tornando-se a primeira construção em tijolo na cidade. A partir de 1556, o rei Sigismundo II da Polônia passou a reunir no castelo de Varsóvia os membros dos parlamentos reais. A primeira constituição nacional moderna da Europa e a segunda do mundo, chamada de Constituição Polaca , foi proclamada no palácio em 3/5/1791. Restaurado a partir de 1945 é atualmente museu nacional. </li></ul>
  10. 11. Varsóvia – pontos turísticos <ul><li>Catedral de São João Batista (foto ao lado) - (século XV e reconstruída na década de 1950), localizada no centro histórico, também conhecida como Catedral dos Príncipes da Mazóvia pois estão guardados ali os sarcófagos dos príncipes e o do último rei da Polônia, Stanislau August Poniatowski. </li></ul><ul><li>Catedral de São Fernando (foto abaixo) – é a segunda catedral católica de Varsóvia, construída na outra margem do rio Vístula, com suas altas torres. </li></ul><ul><li>Parque Lazienky e o Castelo das Águas - antigo castelo do último rei polonês, que reinou no século XIX. </li></ul><ul><li>Palácio Belvedere - é o segundo maior palácio no parque Lazienky, próximo aos prédios das embaixadas da Rússia e Suécia. Durante a II Guerra Mundial foi ocupado pelo atlo comando das Tropas Nazistas. </li></ul><ul><li>Monumento a Sublevação de Varsóvia (foto acima, à direita) - de estilo moderno, marca o movimento de resistência da população da cidade contra as invasões de tropas nazistas alemãs em 1939 a 1945. </li></ul><ul><li>Monumento ao Gueto de Varsóvia (foto abaixo, à direita) – o atual parque era nas décadas de 1930 e 1940 um bairro muito pobre onde os nazistas transformaram em reduto de moradia da população judia de Varsóvia. </li></ul>
  11. 12. Varsóvia, memórias da II Guerra <ul><li>Monumento ao Holocausto , representando um vagão de trem cheio de cruzes, em homenagem aos quase 11 milhões de pessoas que foram transportados em trens para campos de concentração, trabalhos forçados e extermínio por ordens de Hitler entre 1941 e 1945. </li></ul><ul><li>Monumento ao Soldado Desconhecido relembra os inúmeros poloneses que participaram das inúmeras guerras que passou a história da Polônia, em especial a II Guerra Mundial. </li></ul>
  12. 13. Palácio da Cultura e Ciência de Varsóvia ( o mais alto prédio da Polônia) <ul><li>O prédio imenso, construído no centro comercial de Varsóvia, durante o período do governo comunista na Polônia (1945 a 1989), é uma réplica de prédios estatais construídos para Universidade Estatal em Moscou no período do Comunismo Soviético. </li></ul><ul><li>Construído entre 1952 e 1955, com 42 andares e altura total de 231 metros, com projetos feitos na União Soviética, de onde vieram também os 3.500 operários que chegaram à Varsóvia somente para construí-lo. </li></ul><ul><li>Até 1957, era considerado o mais alto prédio da Europa (atualmente é o 8º. prédio mais alto da União Européia). Ainda hoje, é o mais alto prédio da Polônia. </li></ul><ul><li>O prédio projetado pelo soviético Led Rudnev , era um “presente” da Rússia à Polônia, mas os custos de sua construção foram pagos pelos poloneses. Serviu de sede para o 1º. Congresso da Juventude e de Estudantes (comunistas) de 1955. </li></ul><ul><li>Recebeu o nome em homenagem ao estadista soviético Joseph Stalin, mas após 1989 manteve o nome apenas de Palácio da Cultura e Ciência. </li></ul>
  13. 14. Poloneses famosos <ul><li>Nicolau Copérnico - (1473/ 1543) famoso astrônomo e matemático polonês, estudou em Cracóvia. Em 1537, lançou a Teoria do Heliocentrismo (considerando o Sol e não a Terra como o centro do Universo), lançando as bases das modernas teorias sobre Astronomia. Tal conceito era tão revolucionário para os cientistas da época, que somente em 1700 suas idéias passaram ser validadas pelos cientistas. Nem mesmo a Igreja Católica, onde exerceu a função de Cônego, aceitou suas teorias e o considerava um herege. Sua obra mais famosa sobre Astronomia só foi publicada no mesmo ano de sua morte. </li></ul><ul><li>Frederic Chopin (Polonia, 1810/ Paris 1849) – maior dos compositores poloneses de obras para piano. Filho de pai francês e mãe polaca, foi para Paris aos 20 anos de idade e nunca mais regressou à Polônia. Considerado o “Virtuoso do Piano”, ele inspirou-se em suas composições nas óperas italianas (que tanto gostava) e nas músicas folclóricas da Polônia. </li></ul><ul><li>O corpo de Chopin está entrerrado no cemitério Pére Lachaise, em Paris, conforme sua vontade, assim como seu coração foi retirado e está enterrado na Igreja de Santa Cruz, em Varsóvia. Ele temia ser enterrado vivo. </li></ul><ul><li>Na foto abaixo, o monumento a Chopin no Parque Lazienky </li></ul>
  14. 15. Restaurante Podwale 25 - Varsóvia <ul><li>A antiga fábrica de cerveja Podwale 25, localizada nas imediações do Barbacã de Varsóvia, foi transformada no ano 2000 num restaurante e cervejaria. </li></ul><ul><li>Toda a decoração da casa aproveita os antigos objetos industrais da cervejaria, até mesmo um antigo caminhão de entregas fica estacionado na calçada. </li></ul><ul><li>É um dos restaurantes de maior capacidade na cidade, tem cardápios em inglês e garçons que falam inglês também (profissionais raros na maioria dos restaurantes poloneses). </li></ul><ul><li>Preços moderados e boa comida. </li></ul><ul><li>Para grupos, as contas são fechadas por mesas, o que complica um pouco o pagamento das contas. </li></ul><ul><li>www.podwale25.pl </li></ul>
  15. 16. Jasna Gora (em português, Montes Claros ) & Madona Negra de Czestohowa <ul><li>Jasna Gora é um santuário mariano unido à história da Polônia há mais de 6 séculos. Seu ícone mais famoso é o da Madona Negra de Czestohowa (foto) , exposto na nave principal do Convento da Ordem dos Paulinos, cujo patrono é São Paulo. </li></ul><ul><li>O convento tem uma torre com 106 metros de altura, na cidade de Czestochowa (250 mil habitantes). </li></ul><ul><li>15 de Agosto – Dia da Assunção de Nossa Senhora, e Jasna Gora recebe 4 milhões de peregrinos num dia. </li></ul><ul><li>Século XIII – Foi fundada na Hungria a Ordem dos Paulinos , que foi estabelecer um convento na Polônia, onde nesta época tinha considerável população húngara. </li></ul><ul><li>1382 – Criado o Convento da Ordem dos Paulinos, com religiosos da Hungria, e sob a proteção do Duque Ladislao Opole , que recebeu o famoso ícone mariano na Rússia por serviços militares prestados, e o doou ao Convento dos Paulinos. </li></ul><ul><li>Acredita-se que o ícone tenha sido pintado durante o século V, em Bizâncio (atual cidade de Istambul, na Turquia). </li></ul><ul><li>1430 – Os Husitas (protestantes seguidores de João Hus, do Império Austro Húngaro) invadem ,saqueiam o convento e danificam o ícone com uma espada. A marca do dano dá-se na altura da face da Madona, ( que já se incorporaram à sua imagem e sua mística). </li></ul><ul><li>1434 – Após 4 anos de tentativas infrutíferas de restauração dos danos do ícone feitas em Cracóvia, uma grande procissão leva o ícone de volta à Jasna Gora. </li></ul><ul><li>Século XVII – Temendo novos ataques, os religiosos erguem uma muralha fortificada em torno do convento. </li></ul><ul><li>1655 – A muralha do convento resiste ao ataque de 3 mil soldados suecos por 40 dias consecutivos. </li></ul><ul><li>A Suécia dominava a Polônia, mas neste episódio os poloneses viram que os suecos não eram invencíveis. Mesmo assim ao longo da sua história, o Convento foi sitiado várias vezes. </li></ul><ul><li>1656 - O rei polonês João Casimiro proclama a Virgem Maria como Rainha Espiritual da Polônia, mas somente em 8/9/1717 é coroada oficialmente. </li></ul><ul><li>O Papa João Paulo II visitou Jasna Gora diversas vezes, por que era devoto da santa. Parte de suas vestes, que ele usava em Roma quando sofreu um atentado a sua vida em 13 de maio de 1981 (dia de N.S de Fátima), foi doado ao santuário polonês. Uma das balas disparadas pelo turco Ali Agca foi doada ao Santuário de Fátima (em Portugal), e está inscrustada na coroa da imagem. </li></ul><ul><li>O Papa Bento XVI também visitou Jasna Gora em 28/05/2006. </li></ul>
  16. 17. Auschwitz & Bierknau (ou Auschwitz II) <ul><li>Os 2 mais tenebrosos campos de concentração de prisioneiros judeus e opositores do regime nazista não são pontos turísticos, mas referências histórias do passado recente de uma das mais cruéis guerras vividas pela Humanidade. </li></ul><ul><li>1939 – As tropas nazistas alemãs de Adolf Hitler invadem e ocupam a Polônia. </li></ul><ul><li>1940 – A cidade polonesa de Oswiecim, na região da Silésia, é escolhida para a implantação do primeiro campo de prisioneiros, num antigo quartel do exército austro-húngaro e que passou ao exército polonês. Os nazistas o batizam de Auschwitz e recebe os primeiros 280 prisioneiros poloneses. Oswiecim foi escolhida por estar localizada numa área no centro da Europa, dispor de rede de ferrovias, ser afastada de grandes centros urbanos, e já contar com as instalações do quartel que originou o primeiro campo de concentração. </li></ul><ul><li>1941 – O alto comando nazista decide criar novos campos de concentração de prisoneiros, campos de trabalhos forçados e campos de extermínio (com câmaras de gás). O plano recebe o nome de “ Solução Final ”. Os nazistas consideravam os judeus (em particular) e os opositores do regime nazista, de “raça inferior” e consideravam que deveria ser aniquilada no mundo. Bierknau foi construído próximo a Auschitz, com barracões de madeira e maior capacidade de extermínio de prisioneiros. </li></ul><ul><li>1945 – Tropas soviéticas libertam a Polônia e tomam os campos de prisoneiros, libertando-os, e encontrando terríveis provas dos fatos hediondos e dos crimes ali cometidos. </li></ul>
  17. 18. Cracóvia <ul><li>População: 754 mil habitantes </li></ul><ul><li>Área territorial: 327 km2 (2ª. Maior cidade e a mais antiga da Polônia) </li></ul><ul><li>Cidade banhada pelo rio Vístula, cujo símbolo é um Dragão. </li></ul><ul><li>Antiga capital da Polônia por 5 séculos. </li></ul><ul><li>965 - a Cidade fortificada do castelo do Monte Wawel dá origem a Cracóvia. </li></ul><ul><li>1038 a 1596 – Capital da Polônia e centro cultural de grande importância acadêmica. </li></ul><ul><li>1846 – 1918 – Capital do Grão Ducado da Cracóvia. </li></ul><ul><li>1939 – Capital do Governo Alemão na Polônia, e toda a população judia da cidade foi confinada numa área pobre sem estrutura urbana, denominada “Gueto de Varsóvia”. </li></ul><ul><li>1978 – Cracóvia é incluída como Patrimônio da Humanidade pela Unesco. O Bispo da cidade torna-se o Papa João Paulo II em 1978. </li></ul><ul><li>Castelo de Wawel (foto à esquerda) - construído sobre o monte do mesmo nome no século X, foi o palácio da realeza da Polônia, onde também está a Catedral dos Reis, sede do bispado de Cracóvia e antiga catedral da monarquia. O castelo é o ponto de origem da cidade fortificada que era Cracóvia. </li></ul><ul><li>Rynek Glowny (praça principal do mercado) (foto à direita) – Cracóvia tem uma das maiores praças medievais da Europa, um quadrado de 40 mil metros quadrados de área (200 m X 200 m), cujo mercado foi construído a partir do século XIV (possivelmente foi um dos primeiros shopping centers do mundo). Há várias igrejas medievais na praça; Igreja de Santo Hetalberto (de 998); Igreja Mariana ou de Santa Maria e sua torre com o corneteiro (de 1241). A cidade tem cerca de 130 igrejas, sendo 100 delas no centro antigo. </li></ul>
  18. 19. Cracóvia Aspectos turísticos <ul><li>Colegius Maius (em latim, Colégio Maior) (foto acima) - Foi fundado no século XV pela Rainha Edwiges e é uma das mais antigas instituições de ensino da Polônia. Integra a atual Universidade de Cracóvia. </li></ul><ul><li>Aqui estudou Astronomia e Matemática o famoso astronomo polonês Nicolau Copérnico , cujos estudos auxiliaram na implantação do chamado Calendário Gregoriano (adotado oficialmente no mundo após decreto do Papa Gregório XIII em 1582). Há um museu com os instrumentos matemáticos de Copérnico. </li></ul><ul><li>As universidades medievais eram centros de estudos mantidos pela igreja católica e suas instalações eram semelhantes a conventos e construções religiosas. O ensino laico só desenvolveu-se na Europa com o Iluminismo do século XVIII. </li></ul><ul><li>O Castelo de Wawel e o rio Vístula (foto acima à direita) e o mapa do centro, tendo a praça do mercado (foto ao lado) </li></ul>
  19. 20. Kazimierz (em latim, Casemira) <ul><li>O atual distrito da cidade de Cracóvia foi estabelecido na Idade Média numa ilha do rio Vístula (atualmente aterrada). </li></ul><ul><li>Foi uma cidade criada em 1335 pelo rei polonês Casimiro III, que protegia a comunidade judaica que passou a viver na cidade junto com a comunidade católica. </li></ul><ul><li>Durante o século XV, uma onda de sentimento anti-semita levou muitos judeus a ir morar em Casemira, onde construiram uma fortaleza sinagoga, para sua própria proteção. </li></ul><ul><li>Um incêndio destriu Cracóvia em 1494, e boa parte da população atribiu aos judeus a culpa do incêndio, gerando ataques às comunidades judias. </li></ul><ul><li>Em 1495, o então rei polonês João Alberto I expulsou todos os judeus de Cracóvia, fazendo Casimira crescer ainda mais e tornar-se uma cidade fortificada, contra os ataques dos cristãos. </li></ul><ul><li>A cidade dos judeus viveu sua éra de ouro até 1782, e em 1791 pe4rdeu o status de cidade, incorporando-se como distrito de Cracóvia. </li></ul><ul><li>Por volta de 1930, a cidade de Cracóvia tinha oficialmente 120 sinagogas. Após a II Guerra Mundial, o distrito estava pouco habitado e mal conservado. E,m 1993, o diretor Steve Spileberg filma ali locações do filme “ A Lista de Schindler” (foto ao lado), o que gera o interesse em renovar todo o bairro e transformá-lo em área turística. </li></ul>
  20. 21. Minas de Sal de Cracóvia Wieliczka Salt Mine <ul><li>Uma das mais antigas minas de sal do mundo, produziu sal do século XIII até o ano de 2007, embora sua produção comercial tenha declinado a partir de 1996, devido aos baixos preços do sal. Foi declarada Patrimônio da Humanidade em 1978, sendo visitada anualmente por 1,2 milhões de turistas. </li></ul><ul><li>Tem 3 mil câmaras no interior da mina e 300 km de galerias subterrâneas, em 3 níveis de profundidade: 65, 90 e 135 metros abaixo do solo. O piso (o 8º.) mais profundo está a 327 metros abaixo do solo. </li></ul><ul><li>O ar dentro das câmaras é fornecido naturalmente, sendo considerado um dos mais saudáveis do mundo, e de temperatura constante. A descida por ser feito por um elevador de mineiros ou por uma escada de madeira de 400 degraus. </li></ul><ul><li>O diretor de teatro Ziembinski nasceu nesta cidade em 1908 e emigrou em 1941 para o Brasil aos 33 anos de idade. </li></ul>
  21. 22. Wadovice - Polônia <ul><li>Casa onde nasceu Karol Wojtylia (foto) em 18 de maio de 1920 e ali viveu até 1938, quando mudou-se para Cracóvia aos 18 anos de idade, onde continuaria seus estudos e mais tarde seria ordenado padre, consagrado Bispo da cidade e em outrubro de 1978 assumiu o Papado com o nome de João Paulo II até falecer em Roma em 2 de abril de 2005. O Museu do Papa abre em 2012. </li></ul>
  22. 23. Hungria (República da... ou República Magyar) <ul><li>População: 10 milhões de habitantes (2007) </li></ul><ul><li>Área: 93 mil km2 (é um dos maiores países europeus), faz fronteira com 7 países mas não tem litoral marítimo. </li></ul><ul><li>Densidade demográfica: 109 hab/km2 </li></ul><ul><li>Capital: Budapeste (2,5 milhões de habitantes) </li></ul><ul><li>Altitude: apenas 2% do território hungaro está acima de 300 metros de altitude. O ponto culminante do país é o monte Kékes (1.014 metros de altitude), localizado a nordeste de Budapeste. </li></ul><ul><li>Origem do topônimo : Hungria em português originou-se da palavra francesa Hongrie , que por sua vez foi criado no século VII, quando tribos magiares integravam uma aliança com os búlgaros, chamada de On Ogur , que na língua turco-búlgara significa “Dez Flechas”. </li></ul><ul><li>Regime de governo: Presidencialista parlamentar (com Presidente e Primeiro Ministro). </li></ul><ul><li>O país é formado por 7 regiões administrativas, que se sub-dividem em 19 condados (municípios) e a capital do país, Budapeste. </li></ul><ul><li>Moeda: Florin Húngaro (Forinto) HUF </li></ul><ul><li>Membro da Comunidade Européia desde 1/1/2004, mas só deve adotar o Euro como moeda nacional em 2010 ou 2014. </li></ul><ul><li>No Brasil vivem cerca de 40 mil a 60 mil húngaros e descendentes. </li></ul>
  23. 24. História da Hungria <ul><li>Até o Século IV – Os romanos chamavam a região a oeste do Rio Danúbio de Panônia, e ali estabeleceram uma colônia com o mesmo nome. </li></ul><ul><li>Século IV – Grandes levas de imigração de Hunos passa pela região da Hungria, mas este grande império entra em colapso no ano 455. </li></ul><ul><li>476 – Com a queda do Império Romano, outras levas de imigrantes passam pela região:germanos, eslavos, ávaros, francos, búlgaros. </li></ul><ul><li>890 – Os Magiares fundam a cidade de Buda (nas montanhas) </li></ul><ul><li>895 – Tribos de Magiares, vindos do Oriente, atravessam os montes Cárpatos e chegam à região da atual Hungria. </li></ul><ul><li>1000 – O Rei Santo Estevão I funda o Reino da Hungria, com o apoio do Papa e extermina os opositores da fé cristã. </li></ul><ul><li>1090 – Os Magiares criam a cidade de Pest na área de planície </li></ul><ul><li>1241-1242 – Invasões de Mongóis arrasa o reino da Hungria. O Rei Bela IV manda construir castelos de pedra para proteger-se contra novos ataques. </li></ul><ul><li>1458 – 1490 – O Rei Matias Corvino consegue repelir a invasão dos Otomanos, tornando a Hungria um centro cultural no Renascimento. </li></ul><ul><li>1526 – Os Otomanos invadem e ocupam a Hungria durante 150 anos. Dividem o reino em 3 partes, sob controle dos Otomanos e da dinastia Habsburg. </li></ul><ul><li>1848 – A nobreza húngara faz uma revolução para reconquistar a independência. Os húngaros tentam impor sua cultura sobre as demais etnias, gerando o nacionalismo eslovaco, sérvio e romeno. </li></ul><ul><li>1867 -1918 – De um acordo entre as nobrezas austríaca e húngara, nasce o Império Austro-Hungaro, sob a liderança da Dinastia dos Habsburg (que reinou por 600 anos na Austria), que será dissolvido ao fim da I Guerra Mundial em 1918. Seu território era de 678 mil km2 e 52,5 milhões de habitantes. Budapeste era a segunda maior cidade do império com 882 mil habitantes em 1910. </li></ul><ul><li>1873 – As cidades de Buda (na área de montanhas às margens do Rio Danúbio) e Pest (na outra margem e na área plana) unem-se numa só cidade e formam a capital da Hungria. Durante o século XIX a maioria de seus mais belos edifícios forma construídos. </li></ul><ul><li>1920 – Pelo Tratado de Trianon, a Hungria independente perdia 71% de seu território e 66% de sua população, além do único porto marítimo (Rijeka, na atual Croácia). Perdeu áreas de fontes de importantes matérias primas. </li></ul><ul><li>1914-1918 – I Guerra Mundial. Ao final da guerra, o Império Austro-Húngaro termina. A Hungria volta a ser estado independente. </li></ul><ul><li>1930 – A Hungria alia-se aos nazistas alemães durante a Recessão econômica, numa tenativa de recuperar seus territórios perdidos e os retoma em parte de 1938 a 1941. </li></ul><ul><li>1941 – 1945 – II Guera Mundial. Hitler invade a Hungria, mas as tropas nazistas alemãs são derrotadas em 1944. </li></ul><ul><li>1945 a 1980 – A Hungria é um estado comunista soviético, controlado por Moscou. </li></ul><ul><li>1989 – Última divisão de fronteiras, com a queda do regime comunista e criação da Eslováquia, que se dividiu da Tchecoslováquia. </li></ul>
  24. 25. Budapeste (Hungria) <ul><li>Capital da Hungria </li></ul><ul><li>População: 2,5 milhões de habitantes na área metropolitana e 1,8 milhões de habitantes na cidade. </li></ul><ul><li>Área: 525 Km2, divididos em 23 distritos. Buda ocupa 1/3 da área e Pest tem os 2/3 restantes. </li></ul><ul><li>106 – Os antigos romanos estabeleceram na região a Província de Pannonia, cuja capital era Aquinciun (na área de Buda). </li></ul><ul><li>450 – Átila, o rei dos Hunos, toma a cidade romana de Aquincium e monta a sede de seu império. </li></ul><ul><li>890 – Tribos Magiares fundam a cidade de Buda nas montanhas, às margens do Rio Danúbio. </li></ul><ul><li>1090 – Os Magiares expandem-se para as terras de planície da outra margem do Rio Danúbio, criando a cidade de Pest. </li></ul><ul><li>1873 – As cidades de Buda e Pest unem-se e formam a cidade de Budapeste, formando a capital do país. </li></ul><ul><li>1896 – Ano da comemoração do Milênio da Hungria, época em que foram erguidos a maioria dos prédios históricos da cidade. </li></ul><ul><li>1945 – 1965 – Budapeste foi severamente bombardeada durante a II Guerra Mundial, e a maior parte de seus prédios foi totalmente destruído, tendo levado 20 anos o período de reconstrução. </li></ul><ul><li>Budapeste é também chamada de “Paris do Leste”. </li></ul><ul><li>A cidade é resultado da união de 4 antigas cidades que existiram às margens do Rio Danúbio. A antiga Buda (nas montanhas), Pest (na plánície), Aquincium (antiga cidade romana) e Obuda. </li></ul><ul><li>O nome atual Budapeste foi adotado a partir de 1873. </li></ul><ul><li>Budapeste é considerada a 5ª. Cidade do mundo mais visitada por turistas estrangeiros depois de Praga, Paris, Nova Iorque e Cairo. </li></ul>
  25. 26. Budapeste Buda Pest
  26. 27. Budapeste <ul><li>Parlamento Húngaro – prédio construído em estilo neo-góticoa partir de 1885, inaugurado em 1896 mas concluído finalmente em 1904. É o maior prédio da Hungria e o segundo mair parlamento da Europa. Há somente mais 2 edifícios parlamentares com características semelhantes no mundo: o parlamento de Londres, na Inglaterra e o de Ottawa no Canadá. Está localizado na Praça Kossuth Lajos na cidade de Pest, às margens do Rio Danúbio. Obra do arquiteto húngaro Imre Steindl, que usou na obra 40 milhões de tijolos, meio milhão de pedras preciosas e 40kg de ouro, e mão de obra de mil operários. </li></ul><ul><li>Castelo de Buda – Histórico castelo dos reis da Hungria, localizado na colina do Castelo em Buda. Desde 1987 é considerado pela Unesco como Patrimônio da Humanidade. Acredita-se que as primeiras residências ali tenham sido construídas entre 1247 e 1265, pelo Rei Bela IV. A parte mais antiga do atual palácio data do século XIV. Era considerado o maior palácio em estilo gótico até o fim da Idade Média. Atualmente, sua cúpula abriga a Biblioteca Nacional da Hungria, além de ser também o palácio do presidente da República. </li></ul>
  27. 28. Budapeste <ul><li>Bastião dos Pescadores – Na praça em frente a Igreja Matias, no bairro do Castelo em Buda, temos o Monumento a Santo Estevão (o primeiro rei húngaro) e uma construção decorativa de 1896, o Bastião dos Pescadores, para a celebração do Milênio da Hungria. As sete torres simbolizam as sete tribos Magiares que formaram o a base étnica do país. O local está na montanha acima da margem do Rio Danúbio. Eram os pescadores, que trabalhavam nas margens do Danúbio, responsáveis pela primeira linha de defesa do castelo de Buda (sede do reino húngaro) durante as muitas invasões que o país sofreu na Idade Média. O bastião é uma homenagem aos pescadores. </li></ul><ul><li>Ponte das Correntes – na cor verde com 2 mil lâmpadas – Foi a primeira ponte em pedra sobre o rio Danúbio entre Buda e Pest, construída em 1842 e inaugurada em 1849. Projeto do engenheiro inglês William Thiernay Clark. Só havia outra ponte sobre o Danúbio em Viena, na Áustria. A atual ponte é uma reconstrução, pois a ponte original foi severamente bombardeada em 1945 durante os ataques alemães da II Guerra Mundial. </li></ul>
  28. 29. Igreja de São Matias (Buda) <ul><li>As pinturas da Igreja de São Matias passam por trabalhos de restauração para devolver a beleza das cores pintadas na Idade Média. </li></ul><ul><li>Igreja de São Matias - Construída originalmente na Idade Média em homenagem ao rei húngaro Matias Corvino, que combateu os invasores turcos otomanos (que ficaram no país por 150 anos). A igreja foi reconstruída no estilo neo-gótico no século XIX, que recriou pinturas turcas do século XIII. As telhas do telhado formam figuras geométricas. Visitas são pagas, e feitas parcialmente devido a obras de restauração que estão sendo feitas internamente. </li></ul>
  29. 30. Budapeste (Pest) <ul><li>Mercado Municipal – Aberto de Seg. a Sáb –das 10 às 17,30hs. O maior mercado coberto da Hungria está num prédio restaurado em 1994 de uma antiga estação ferroviária, construída no século XIX. No primeiro andar há barracas de vendas de produtos alimentícios. No segundo andar, estão os bares, restaurantes e lojas de artesanato em couro, bonecas, comidas e bebidas típicas do país. Localiza-se em Pest, próximo ao acesso da Ponte das Correntes, e em frente ao final da Rua Váci (a a rua do comércio). </li></ul><ul><li>Praça do Milenium – Construída em Pest, ao final da Avenida Andrassy no ano de 1896 para as celebrações do Milênio da Hungria. No centro está o Arco do Anjo Gabriel, ladeado com estátuas dos Reis Magiares. Também chamada de Praça dos Heróis. Ao lado da praça, está o Museu Nacional de Belas Artes da Hungria. </li></ul>
  30. 31. Budapeste (Pest) <ul><li>Basílica de São Estevão - Localizada em Pest, e construída entre 1851 e 1905, sua cúpula tem 96 metros de altura (para lembrar a conquista da Hungria pelos Magiares em 896), a mesma altura da cúpula do Parlamento Húngaro. São Estevão foi o primeiro rei da Hungria, coroado pelo Papa e depois santificado. Na capela dentro da Basílica há a mão direita (mumificada) de São Estevão. </li></ul><ul><li>Avenida Andrassy – Construída no século XIX, é uma das mais sofisticadas e charmosas ruas da cidade. Seus belos prédios abrigam embaixadas, clubes e escritórios governamentais e até mesmo o Teatro da Ópera de Budapeste (foto acima). Foi construída ali em 1896 a primeira linha de metrô do continente europeu. A primeira linha que existia estava em Londres. O músico húngaro Kodai, criador do método de solfejo no ensino de música, tinha um estúdio na avenida. A Unesco considera a avenida Patrimônio da Humanidade desde 2002. Lá está a Ópera de Budapeste. </li></ul>
  31. 32. Ópera de Budapeste (Pest) <ul><li>O prédio da Ópera Real Húngara começou a ser construído em 11/10/1875, e levou 9 anos para ser concluído. Inicialmente era todo iluminado por lâmpadas a gás, mas pouco depois já tinha inovações de tecnologia, como o uso da lâmpada elétrica a partir de 1895 (a lâmpada elétrica só foi inventada por Thomas Edison em 1879, ano em que a construção da alvenaria foi terminada). </li></ul><ul><li>Seu famoso candelabro de 2,5 toneladas de 220 lâmpadas elétricas foi instalado no auditório em 1884. </li></ul>
  32. 33. Rua Vaci <ul><li>A Rua Vaci (Vaci Utca) é a rua de pedestres mais famosa de Budapeste, onde concentram-se lojas de souvenirs, artigos de griffes, bares e restaurantes todos focados no mercado de turismo da cidade. </li></ul><ul><li>O comércio aos domingos permanece fechado, com exceção de pequenas lojas de souvenirs. </li></ul><ul><li>Não se deve confundir com outra rua da cidade, Vaci Ut que é outra rua da cidade, completamente diferente. </li></ul>
  33. 34. Ponte das Correntes (a mais antiga das 9 pontes de Budapeste sobre o Rio Danúbio) <ul><li>Ponte das Correntes (foto acima ao lado direito) – Inaugurada em 20/11/1849, tendo o início de sua construção em 1839, foi a primeira a cruzar o Danúbio na Hungria. </li></ul><ul><li>Só existia outra ponte no mesmo rio em Viena, na Áustria. </li></ul><ul><li>Tem 380 metros de extensão, 14,5 metros de largura e foi construída sob cabos de sustentação. Suas pontas são Praça Roosevelt (em Pest) e Praça Adam Clark (em Buda) (nome do engenheiro escossês que supervisionou a construção da ponte). </li></ul><ul><li>Era considerada uma das maravilhas do mundo moderno quando foi construída, por que tinha a segunda maior área livre suspensa já construída até então no mundo. A atual ponte é uma reconstrução da original, que foi danificada durante a II Guerra Mundial, e reaberta ao público em 20/11/1949, exatos cem anos de sua inauguração. </li></ul><ul><li>A primeira vez em que foram instaladas lâmpadas na ponte foi em 1937 em homenagem a visita do rei da Itália, Victor Emanuel III, à cidade de Budapeste. </li></ul>O engenheiro inglês William Tierney Clark (à esquerda) projetou a ponte em 1839 e o escossês Adam Clark (à direita) supervisionou a obra de construção.
  34. 35. Rio Danúbio <ul><li>Rio Duna (nome em húngaro) </li></ul><ul><li>Extensão: 2.850 a 2.888 km. É o segundo maior rio da Europa. O primeiro é o Volga </li></ul><ul><li>Nascente: Floresta Negra, na Alemanha. Flui de oeste para leste. </li></ul><ul><li>Foz: Delta do Danúbio (região alagada e de pântanos desabitados atravessados por elevações arbóreas e importante reserva natural), na Romênia, desaguando no Mar Negro. </li></ul><ul><li>Banha 8 países atualmente: Alemanha, Aústria, Eslováquia, Hungria (por 418 km), Croácia, Bósnia-Herzegovina, Eslovênia,Sérvia, Bulgária e Romênia. </li></ul><ul><li>Bacia hidrográfica de 796 mil km2. </li></ul><ul><li>Principais afluentes: Inn, Morava, Drava, Tisza, Sava e Prut. </li></ul><ul><li>Forma o Lago Balaton (592 km2 de área), o maior lago da Hungria (também chamado de Mar Húngaro) e da Europa Central. </li></ul><ul><li>Navegável por embarcações transoceânicas do Mar Negro a Braila, na Romênia, e por embarcações fluviais até Ulm, na Alemanha. </li></ul><ul><li>Há canais que ligam o Danúbio aos rios Main, Reno e Oder. </li></ul><ul><li>Sempre foi o caminho natural entre o Mar Negro para a Europa Central e a Europa do Leste. Muitos povos usaram o leito do rio como caminho de suas invasões aos reinos europeus. </li></ul><ul><li>Século III – O leito do rio Danúbio formava o limite setentrional do Império Romano no sudeste europeu. </li></ul><ul><li>1991 – Considerado pela Unesco como Patrimônio Mundial da Humanidade. </li></ul>
  35. 36. Ponte Elizabeth/ ou Ponte Isabel/ ou Ponte Sissi <ul><li>A primeira ponte Sissi (foto ao lado) , nome dado em homenagem à esposa do Imperador Fernando José I, do Império Austro-Húngaro, assassinada em Genebra em 1898 (foto à direita), foi construída sobre o rio Danúbio entre 1897 a 1903, com 290 metros de extensão de vão livre e 380 de extensão total e 18 metros de largura. </li></ul><ul><li>Durante 23 anos, foi a construção de maior vão livre no mundo. </li></ul><ul><li>Foi inaugurada a 10/10/1903 e bombardeada pelas tropas alemãs de Hitler em 18/01/1945 na II Guerra Mundial. </li></ul><ul><li>A segunda e mais moderna ponte Sissi (foto abaixo) só surgiu no mesmo lugar da primeira entre 1960 e e 21/11/1964, durante o regime comunista, também com 380 metros de extensão total e 290 metros de vão livre, e 27 metros de largura. </li></ul><ul><li>Foi a única ponte que não foi reconstruída logo no pós guerra. Foram usados os mesmos pilares, mas suas linha são de concepção moderna do arquiteto húngaro Pal Savoly. </li></ul>
  36. 37. Ponte da Liberdade ou Ponte Francisco José <ul><li>Foi a terceira e mais curta ponte das que cruzam o Danúbio entre Buda e Pest. Construída entre 1894 e 1896, foi inaugurada em 4/10/1896, durante a comemoração do Milênio da Hungria. </li></ul><ul><li>O primeiro nome da ponte homenageava o Imperador Austro-Húngaro, Francisco José I (foto abaixo à direita), marido da Imperatriz Sissi. </li></ul><ul><li>János Feketeházy (foto abaixo) foi o engenheiro de ferrovias húngaro que a projetou, para uso de linhas de bonde, o que foi feito a partir de 1898. </li></ul><ul><li>Tem 334 metros de extensão total, e 20 metros de largura. </li></ul><ul><li>As aves que decoram os pilares são Turuls, um típico falcão da mitologia húngara que representa a força do país. </li></ul><ul><li>Foi destruída pelas tropas alemãs em 16/02/1945, que fugiam de Budapeste ao final da II Guerra Mundial. Também foi a primeira ponte a ser reconstruída no pós guerra e reaberta ao público em 20/08/1946 com o nome de Ponte da Liberdade. </li></ul>
  37. 38. Parque das Estátuas em Budapeste <ul><li>Depois das mudanças do regime comunista para o capitalista entre 1989 e 1990, o governo húngaro resolveu retirar todas as estátuas que o regime soviético havia colocado em quase todas as praças da cidade de Budapeste, numa tentativa de “apagar” as memórias do regime comunista. </li></ul><ul><li>Todas as estátuas, que conceitualmente formavam a arte do “ realismo social ” (concepção estética oficial do regime soviético, baseado em linhas simples de fácil compreensão pelas populações analfabetas e incultas), em especial a de Lenin, foram reunidas num parque ao sul de Budapeste, onde foi criado um museu sobre o período da ditadura comunista na Hungria. </li></ul><ul><li>Inicialmente, as estátuas foram execradas pela opinião pública húngara que queria livrar-se do regime e de tudo o que ele representasse. Hoje, são apreciadas como objetos que contam uma fase da história da Hungria. </li></ul><ul><li>Chega-se ao parque com ônibus que sai diariamente ás 11 horas da estação de metrô Deak (Metro 1, 2 e 3). Ingresso + Tkt de ônibus = HUF 2.450 por pessoa. </li></ul>
  38. 39. Termas Gellert <ul><li>Os antigos romanos já conheciam e aproveitaram as fontes termais que existem na região de Budapeste. Na época, chamavam a província romana de Panonia, e a cidade de Aquincium era sua capital. </li></ul><ul><li>O balneário Gellert foi construído entre 1912 e 1918, no mesmo local onde funcionou um hospital na Idade Média e uma casa de banhos turcos, durante a ocupação Otomana. </li></ul><ul><li>Sua decoração é em estilo art-nouveau, e embora meio decadente, ainda é um referencial entre os balneários hidrotermais da Hungria. </li></ul><ul><li>O termalismo (uso de banhos termais) esteve bastante em moda na Europa no século XIX, e fez surgir inúmeros balneários na Hungria. </li></ul><ul><li>Os ricos e nobres eram seus principais freqüentadores, o que fez surgir balneários suntuosos. No período comunista, estes mesmos locais passaram a ser frequentados por trabalhadores de empresas estatais, com períodos de férias pagas pelo estado. O que de certa forma popularizou os balneários como destinos turísticos entre a classe média húngara, após a queda do regime comunista. </li></ul>
  39. 40. Confeitaria Gerbeaud <ul><li>A mais famosa confeitaria e café da cidade de Budapeste e tem mais de 150 anos de existência. </li></ul><ul><li>1858 - - Henrik Kugler funda a confeitaria e seu futuro proprietário Emil Gerbeaud a torna mundialmente famosa em 1990 </li></ul><ul><li>A confeitaria Gerbeaud produz os famosos doces húngaros, uma das tradições culinárias do país. </li></ul><ul><li>O prédio em que está instalada e sua decoração interna no estilo art-nouveau. </li></ul>
  40. 41. Vadaspark étterem <ul><li>O restaurante Vadaspark está localizado nos arredores de Budapeste dentro de uma reserva de caça e floresta natural. A especialidade do restaurante é a gastronomia húngara, com shows diários de música e dança folclórica do país. </li></ul><ul><li>Poderemos saborear o licor de frutas tradiconal da Hungria, a Palinka , que é servida num copo de louça moldado artesanalmente como um pequeno boneco, o Miguelito. </li></ul>O show de música e danças ciganas é uma das fortes e antigas tradições culturais populares húngaras, que inicialmente se difundiu nas aldeias agrícolas do país, representando festas de matrimônios, nascimento s de crianças na comunidade ou agradecimentos pelo bom trabalho das colheitas.
  41. 42. Restaurante Gundel (Gundel étterem) <ul><li>O menú do Sunday Brunch do Gundel custa em média Euros 30 por pessoa , sendo uma das melhores opções de culinária húngara e internacional na cidade. </li></ul><ul><li>O Gundel oferece também salões com decoração requintada e um amplo pátio, para refeições ao ar livre. </li></ul><ul><li>Address:  1146 Állatkerti út 2 City:  Budapest Area:  District 14. Phone:  +36-1-468-40-40 Fax:  +36-1-363-19-17 Opening Hours:  Every day 12:00 - 16:00; 18:30 - 24:00 </li></ul><ul><li>O Restaurante Gundel foi fundado em 1894 (com outro nome) e em 1910 foi comprado por Gundel Karoly (foto acima) que o transformou numa referência da gastronomia da Hungria e um dos mais conceituados restaurantes da Europa. Na exposição Mundial de 1937, em Nova York, o Gundel era o restaurante oficial do pavilhão da Hungria. Foi nacionalizado (durante o regime comuniista do país) em 1949, e sua qualidade caiu completamente. </li></ul><ul><li>Em 1991, após a queda do regime comunista, o restaurante foi privatizado, passou por uma completa reforma e reabriu no ano de 1992, e em 2000 recebeu o seu milhonésimo cliente. Retomou a sua trajetória de culinária de altíssima qualidade e é considerado hoje o melhor restaurante do país, e um dos melhores de toda Europa. </li></ul><ul><li>Kalman Kalla é o chef de cozinha desde outubro de 1991. </li></ul>
  42. 43. Restaurante Belcanto <ul><li>O Restaurante Belcanto está localizado no quarteirão vizinho ao Teatro da Ópera de Budapeste, próximo à Avenida Andrassy. </li></ul><ul><li>Além de sua gastronomia refinada e oferecida com vinhos de boa qualidade, há shows quase todas as noites com a equipe de garçons, que também são cantores de ópera. </li></ul><ul><li>O espetáculo é sempre de música ao vivo, e a platéia também pode participar (se quiser). </li></ul>
  43. 44. Eslováquia (República da ...) SK <ul><li>Área : 49 mil km2. Maior parte coberta por florestas e pelos Montes Cárpatos. </li></ul><ul><li>População : 5,4 milhões de habitantes em 2008 (72% de cristãos, 85% de eslovacos e 9 % de húngaros) </li></ul><ul><li>Língua oficial: Eslovaca </li></ul><ul><li>Capital : Bratislava ( 428 mil habitantes) </li></ul><ul><li>Sistema político: Presidencialismo parlamentar, com presidente e primeiro-ministro. </li></ul><ul><li>Moeda : Euro (desde 01/01/2009) e antes desta data era a Coroa Eslovaca (SKK) </li></ul><ul><li>Séculos V e VI – Nações de eslovacos chegam e ocupam o território do atual país da Eslováquia. Cria-se o Império Samu (o primeiro dos povos eslovacos) e depois a Grande Morávia, reino da Hungria, o Império Austro-Húngaro e a Tchecoeslováquia. </li></ul><ul><li>Idade Média – A Eslováquia era rica em matérias primas, sendo o maior produtor de prata e o segundo maior produtor de ouro em toda Europa. Durante as invasões turcas no Reino da Hungria (da qual a Eslováquia era parte) foram travados nos territórios eslovacos as principais batalhas com os Turcos-otomanos. </li></ul><ul><li>1939 a 1944 – Tornou-se estado independente, porém aliado ao nazismo alemão. </li></ul><ul><li>1945 a 1993 – Tornou-se parte da Tchecoseslováquia, da qual se separou de forma pacífica, criando o atual país e a República Tcheca. Episódio conhecido na história dos 2 países como o “Divórcio de Veludo” </li></ul><ul><li>2004 – Ingressou como país membro da Comunidade Européia. </li></ul><ul><li>1/1/2009 – Adotou o Euro como moeda nacional, em substituição à Coroa Eslovaca. Sua economia, embora pequena em relação aos demais países europeus é uma das que registram maior crescimento nos últimos anos. </li></ul><ul><li>Geralmente o país é confundido com a Eslovenia (antigo país do Reino da Ioguslávia) ou a Eslavonia (província da atual República da Croácia), ambos na região dos Balcãs, e que também tiveram seus povos com origens dos povos eslavos, resultando na semelhança de nomes. A Eslováquia nunca fez parte do antigo reino da Ioguslávia. </li></ul><ul><li>No Brasil, o número de imigrantes eslovacos não passa de 1 mil pessoas. </li></ul><ul><li>Banhada pelo rio Danúbio e está apenas a 60 Km de Viena, Austria, e a 62 Km da fronteira com a Rep. Tcheca e a 196 km de Budapeste. A cordilheira dos Cárpatos (Pequenos Cárpatos) começa na cidade. </li></ul><ul><li>5 mil anos AC – Vestígios de ocupação humana na região. </li></ul><ul><li>200 AC – A tribo celta Boii fundou o primeiro assentamento humano significativo ali. </li></ul><ul><li>Séculos 1 a 4 – Ocupação dos romanos. </li></ul><ul><li>Séculos 5 a 6 – Período da migração para a região de povos eslavos, com o estabelecimento do Império Samos (o primeiro organizado por povos eslavos). </li></ul><ul><li>Século 10 – Tornou-se parte do reino da Hungria. </li></ul><ul><li>1291 – O rei húngaro concede privilégios especiais à cidade. </li></ul><ul><li>1536 – Bratislava foi declarada capital da Hungria , devido aos avanços dos ataques dos turcos otomanos. Tornou-se sede de coroação de reis e nobres do Império Austro-Húngaro. </li></ul><ul><li>Século 18 – A Imperatriz Maria Teresa, figura importante da dinastia dos Habsburg e coroada no castelo da cidade, faz florescer a cidade. </li></ul><ul><li>Até 6/3/1919 a cidade tinha o nome húngaro de Presburg e mudou para Brastilava (popularmente apelidada de pelos eslovacos de Blava). </li></ul><ul><li>1991 – Fábrica da VW instala-se em Bratislava. </li></ul><ul><li>1993 – Torna-se capital do país independente, República da Eslováquia. </li></ul>
  44. 45. Bratislava (antiga Presburg) <ul><li>Capital da República da Eslováquia. </li></ul><ul><li>População: 428 mil habitantes (2008). É a maior cidade do país de 5,4 milhões de habitantes. </li></ul><ul><li>Área: 367 km2 </li></ul>
  45. 46. Bratislava <ul><li>Castelo de Bratislava - construído numa meseta a 85 metros acima do nível de água do rio Danúbio. A colina já vinha sendo habitada por tribos desde a Idade da Pedra, mas o castelo começou a ser construído no século X (ano 907), quando fazia parte do Reino da Hungria. Foi o centro político, militar e religioso da Grande Morávia. Em 1430 foi convertido em fortaleza. Foi modificado várias vezes, inclusive pela Imperatriz Maria Teresa, que o tornou numa prestigiada sede real. Foi destruído em 1811, ficando em ruínas por 150 anos até a década de 1950, quando foi reconstruído em 1968 no estilo de época da Imperatriz Maria Teresa. Em 2003, passou por nova reconstrução. É a atual residência oficial do presidente da república. Está fechado para obras até 2011. </li></ul><ul><li>Portão e torre de São Miguel (foto acima) - no centro antigo da cidade. </li></ul><ul><li>Ponte Nova (Novy most) ou Ponte do Levante Nacional da Eslováquia (foto abaixo) – Construída entre 1967 e 1972 sobre o rio Danúbio em estilo moderno com uma torre de 85 metros de altura, onde há uma plataforma de observação (ingresso custa Euros 6,50 por pessoa, aberto diariamente das 10 às 23 horas) em forma de disco voador com um restaurante panorâmico (UFO) e torre de TV. Foi construída em homenagem aos participantes da resistência eslovaca contra o regime nazista alemão. Arquiteto J. Lacko e engenheiro A. Tesar criaram o projeto. A ponte tem 431 metros de extensão e 21 metros de largura.. E um elevador para 10 pessoas. Inaugurada a 26/09/1972.. Menú de almoço Euros 30 por pax. Reservas fone 00421 2 62520300. [email_address] www.u-f-o.sk </li></ul>
  46. 47. <ul><li>Área territorial : 83,8 mil km2 (não tem litoral marítimo e faz fronteiras terrestres com a Alemanha, República Tcheca, Eslováquia, Hungria, Eslovênia, Itália, Suíça e o Principado de Linchenstein) </li></ul><ul><li>População: 8,1 milhões de habitantes (é um dos menores países da Europa e mais densamente povoado). Formada pela interação de 3 culturas diferentes; Românica, Eslava e Germânica. </li></ul><ul><li>Idioma: Alemão </li></ul><ul><li>Membro da União Européia desde 1995. </li></ul><ul><li>Sistema de governo: República Parlamentarista formada por 9 estados federados; Burgeland, Carinthia, Baixa Austria, Alta Austria,Salzburg,Styria, Tyrol, Voranberg e Viena </li></ul><ul><li>A Áustria de hoje tem mais de 2 mil anos de história, sendo o atual território nacional e suas fronteiras atuais são o resultado de uma das divisões do poderoso Império Austro-Húngaro, dominado por 600 anos pela Dinastia dos Habsburg, após o término da I Guerra Mundial em 1918. O antigo Império Austro-Húngaro reunia 12 das principais nações européias até a I Guerra Mundial. </li></ul><ul><li>Devido sua localização geográfica, no centro da Europa, o território austríaco tem sido um ponto de cruzamento das grandes rotas migratórias da Ásia para a Europa: os povos eslavos, os povos românicos e os povos germanicos. </li></ul><ul><li>O reinado do Imperador Carlos Magno , da dinastia dos Babenberg, inicia também a história da Áustria como nação, mas seu território tem mais de 2 mil anos de história. Os Babenbergs venceram as lutas travadas com os Ávaros (da Hungria) e estabeleceram-se às margens do rio Danúbio, na parte oeste do território do Sacro Império Romano (Ostarichi), palavra que foi modificada para Osterreich (o nome da Austria, em alemão; o Império do Oeste ) </li></ul>Áustria
  47. 48. Sacro Império Romano Germânico e Império Austro-Húngaro <ul><li>976 – Leopold I von Babenberg funda a primeira das duas grandes dinastias que juntas dominaram o centro da Europa por 942 anos. Os Babenbergs mudaram a capital do império diversas vezes, até chegarem á cidade de Viena. Os membros da dinastia dos Babenbergs foram também fundadores das maiores catedrais que até hoje existem no país. </li></ul><ul><li>1246 – Com a morte do último membro da dinastia Babenberg, inicia-se um período de lutas pelo poder no império. Rudolf Von Habsburg emergiu vitorioso nas disputas e acaba fundando a dinastia dos Habsburg (dos quais 20 imperadores e reis dominaram o Sacro Império Romano (mapa) até sua abolição em 1806 e continuram no Império Austro-Húngaro até o final da I Guerra Mundial em 1918). No período áureo, os territórios do império chegavam a oeste da Espanha até o norte da Holanda . </li></ul><ul><li>Século XVII - nas Artes, o estilo barroco disseminou-se por toda a Europa, sendo a Austria o país que mais se identificou com este estilo, adotondo-o como padrão de suas construções e ornamentos. </li></ul><ul><li>Século XVIII - Ascendeu ao trono do Império Austro-Húngaro (bandeira em destaque) em 1740, a Imperatriz Maria Tereza (1717 – 1780) (foto), filha mais velha do Imperador Carlos III , uma das mulheres mais poderosas da Europa de seu tempo e líder de grande visão. Seu governo implantou inúmeras reformas; nas finanças do estado e na implantação da educação pública obrigatória (1774). Tornou-se uma das imperatrizes mais populares do país. Ela casou-se com o Duque de Lorena, teve 5 filhos e 11 filhasm (todas com nome de Maria), e foi a única mulher a reinar nos 650 anos de poder dos Habsburg na Europa. </li></ul><ul><li>1780 - 1790 – José II (1741 – 1790), filho de Maria Tereza, sucedeu a mãe mas com menos eficácia do que ela. Porém em seu governo, Viena viveu os anos dourados da música clássica e erudita, com músicos como Mozart, Gluck, Haydn, mais tarde seguido por Beethoven e outros compositores talentosos. </li></ul>
  48. 49. Francisco José I Imperador da Áustria por 68 anos. <ul><li>O imperador nasceu no Palácio Schonbrun, em Viena, em 18/08/1830, foi imperador da Áustria de 1848 a 1916 (68 anos de governo – o terceiro mais longo da história européia, depois de Luis XIV da França e João II de Lichenstein), e rei da Hungria de 1867 a 1916, e o último governante influente da Dinastia dos Habsburgo. </li></ul><ul><li>Apesar do luxo dos palácios vienenses, adotou um estilo de vida muito austero, quase espartano. Considerava-se o funcionário público No.1 da Áustria. Casou-se com a Imperatriz Sissi. </li></ul><ul><li>Faleceu aos 86 anos de idade, em 21/11/1916, em seu quarto, no mesmo Palácio onde nasceu. </li></ul><ul><li>Nas fotos acima, o Imperador na juventude e em seus últimos anos. </li></ul><ul><li>A Áustria governada por Francisco José I teve grande influência até 1866 na política alemã, mas viveu momentos políticos tumultados, devido a diversidade étnica que compunham os países que formavam o Império Austro-Húngaro. </li></ul><ul><li>A Alemanha e a Prússia sairam vitoriosas das batalhas, e cresceram economica e políticamente frente ao Império Austro-Húngaro, na época de Francisco José I. </li></ul><ul><li>A influência de Francisco José I era tamanha que até mesmo teve participação decisiva na eleição de 1906 do Papa Pio X, no Vaticano. </li></ul><ul><li>No entanto as mudanças sociais, e o crescimento das ideologias nacionalistas nos países europeus, provocaram revoltas locais, que acabaram desencadeando o envolvimento dos principais países da Europa na I Guerra Mundial, em 1914. </li></ul><ul><li>Foram 4 anos de guerras, que enlutaram o Império Austro-Húngaro e o enfraqueceram a ponto de exterminá-lo. As fronteiras nacionais de vários países da Europa Central foram redesenhadas a partir de 1918, eliminando-se alguns como a poderosa Prússia (atual parte da Alemanha). </li></ul><ul><li>A Europa que surgiu dos escombros da I Guerra no entanto ainda era cheia de ressentimentos pelos episódios belicosos do passado, que acabriam vertendo numa II Guerra Mundial, ainda mais violenta e cruel. </li></ul><ul><li>A partir de 1945, a Europa busca unir-se pelas afinidades e esquecer os conflitos entre seus povos. O único meio de continuar existindo e crescendo. </li></ul>
  49. 50. Áustria III – Século XX <ul><li>Século XX – A grandeza do Império Austro-Húngaro, no centro da Europa, era motivo para os contínuos conflitos sociais e políticos nos demais países, que também alemejavam alcançar o mesmo status. Um atentado à vida do Arquiduque Franz Ferdinand (herdeiro do do trono do Império Austro-Húngaro e filho do então Imperador Francisco José I) e sua esposa, perpetrado em Saravejo (capital da Bósnia) em 1914, feito por um estudante, acabou desencadeando as ações que levaram a Europa à I Guerra Mundial. </li></ul><ul><li>1918 – Terminada a I Guerra Mundial, o Imperador abdicou, e o Império Austro-Húngaro teve seu território dividido, formando inicialmente 4 novos países: Áustria (brazão de armas e bandeira nacional em destaque), Tchecoslováquia (que dividu-se em 2 países em 1990), Ioguslávia (que após 1991 dividiu-se em 5 países, e em 2003 aboliu este nome) e Hungria. </li></ul><ul><li>1918 – 1939 – O período entre a I e II Guera Mundial foram de dificuldades políticas e econômicas, gerando um clima social que culiminou com a anexação da Áustria à Alemanha nazista . Adolf Hitler , o líder político da Alemanha nazista, era austríaco e imaginava recompor as forças imperiais (criando o III Reich – o terceiro império) do defunto Sacro Império Romano, unificando os povos germânicos, baseado na etnia da raça ariana. Os austríacos, acreditando nos ideais nazistas, tornam-se aliados dos alemães. </li></ul><ul><li>1945 – Depois da II Guerra Mundial, o território da Áustria passa a ser ocupado por forças militares dos 4 países Aliados (EUA, Grã-Bretanha, França e União Soviética). É declarada a 2ª. República da Áustria, afastando-se os líderes pró-nazistas do governo. </li></ul><ul><li>1955 – Termina formalmente a ocupação aliada no país, e Áustria emerge novamente como nação independente. </li></ul><ul><li>1995 - País torna-se membro da Comunidade Européia. </li></ul>
  50. 51. Viena <ul><li>População: 1,6 milhões de habitantes (2008) </li></ul><ul><li>Área territorial - 414 km2 </li></ul><ul><li>O nome da capital da Áustria teve origem no nom e de uma aldeia celta – VINDOBONA – onde viveu a tribo Vinide. Há também a teoria que seria originada na palavra celta – VEDUNIA – que significa “ rio nos bosques ”, em alusão ao rio Danúbio, que banha a cidade. </li></ul><ul><li>A ocupação dos territórios da atual cidade de Viena remonta ao período pré-cristão da era medieval, quando os primeiros membros da dinastia dos Babenbergs transformou a vila em capital do império. Foram construídas fortificações na cidade que permitiram a cidade de Viena resistir aos constantes ataques dos Turcos Otomanos , liderados pelo Sultão Solimão, o Magnífico( nos anos de 1526, 1529 e 1532). </li></ul><ul><li>Século XVII - Já no período da dinastia dos Habsburg e após a vitória contra os turcos, a cidade de Viena começa a expandir-se para além das fortificações. É também nesta época, que surge nas artes, na arquitetura e na música o estilo Barroco, e destacam-se os grande compositores da música clássica. São construídos os magníficos palácios de Hofburg (palácio de inverno no centro de Viena), o Schonbrun (palácio de verão nos arredores de Viena) e o Belvedere (palácio mais próximo do Hofburg). </li></ul><ul><li>1857 - No governo do Imperador Francisco José I, Viena conheceu sua segunda grande era da arquitetura imperial. As muralhas que circundavam o centro de Viena foram retiradas para dar lugar a construção da Ringstrasse (que em forma de ferradura criou um bairro de belos palácios ao redor do centro). Atualmente, a cidade tem 27 bairros (designados pela numeração de suas placas, sendo o bairro central o de número 1). </li></ul><ul><li>O rio Danúbio com 2,8 mil km de extensão é o segundo mais longo da Europa (depois do rio Volga) e banha a cidade de Viena, assim como cidades na Eslováquia, Alemanha, Hungria, Romênia, Bulgária e outros países do Leste Europeu. Tem sua nascente na Floresta Negra na Alemanha e deságua na cidade de Constança, na Romênia, no Mar Negro. O leito do Danúbio foi o caminho natural usado pelos turcos para tentar invadir Viena, vindos do Mar Negro. </li></ul><ul><li>Ao contrário do que se imagina, as águas do rio Danúbio nunca foram azuis. O grande compositor de valsas Johan Strauss (filho) (foto), considerado o Rei da Valsa, compôs a famosa peça para orquestra An der schünen blauen Donau (em alemão; No belo Danúbio Azul ), que estreou no baile de Carnaval de salão, em Viena, em 15/02/1867 . O sucesso foi estrondoso entre o público, e a música passou a ser conhecida popularmente como Donauwalzer (em alemão; valsa do Danúbio ), mas em português passou a ser conhecida como Danúbio Azul . Tornou-se o “hino” oficioso da Áustria. </li></ul>
  51. 53. Cafés vienenses <ul><li>Os famosos cafés de Viena surgiram por volta do século XVI, após a expulsão dos turcos otomanos da cidade que lá deixaram uma saca com grãos de café, planta original da África. </li></ul><ul><li>Entre os cafés mais famosos de Viena temos o Sachert e o Demell (o preferido da nobreza e do Imperador) , ambos ainda em funcionamento, e considerados locais de grande prestígio pela alta sociedade imperial desde dos Habsburg. </li></ul><ul><li>O café é originário do Sudão, na África, e seu consumo como bebida disseminou-se inicialmente no Egito, e após o século VII, com a expansão do islamismo aos territórios do norte da África, litoral mediterrâneo, passou também a ser apreciado no mundo árabe, incluindo o Império Turco Otomano. </li></ul><ul><li>A bebida chega à Europa através dos costumes árabes, trazidos por comerciantes do Oriente e meso pela invasão dos turcos otomanos aos países do Leste Europeu e do Mediterrâneo (na Itália, em especial). </li></ul><ul><li>O costume de “tomar café” era visto na Europa do século XVI como uma prática islâmica, e portanto vedada aos cristãos europeus (que combatiam duramente as práticas consideradas muçulmanas). </li></ul><ul><li>Em 1570, quando o café foi introduzido na Itália, o Papa Clemente VIII (foto), ao provar a bebida, liberou o consumo de café para os cristãos, o que contribuiu para irradiar o costume de “beber café” na Europa, e posteriormente em todo o mundo. </li></ul>O café tradicional em Viena é sempre acompanhando de um copo de água, costume de serví-lo como era feito pelos povos árabes.
  52. 54. Viena – Catedral de Santo Estevão <ul><li>A cidade de Viena, no século XII, já era um importante centro da civilização alemã no centro da Europa, e almejava alcançar o status de Bispado, mas isso só era possível se a cidade tivesse a sua catedral, apesar da cidade já contar com 4 outras igrejas católicas. Em 1137 , o Tratado de Mautern concede o direito de sediar um bispado na cidade e em 1147 começou a ser construída a a Catedral de Santo Estevão, por ordem do imperador, da dinastia dos Babenberg., sendo terminada em 1160. </li></ul><ul><li>Santo Estevão foi um dos primeiros mártires da Igreja Católica. Viveu no século I, e foi apedrejado até a morte na cidade de Jerusalém no ano 35 DC. Fato curioso é que a multidão que o apedrejou foi incentivada por Saulo, de Tarso, que mais tarde se converteria ao cristianismo e tornar-se-ia também santo, São Paulo, responsável pela evangelização dos povos não judeus. </li></ul><ul><li>1359 – O imperador Rodolfo IV , considerado o fundador da catedral, amplia o prédio da igreja. </li></ul><ul><li>1469 – O Papa Paulo II estabelece o Bispado de Viena , tendo como sede a Catedral de Santo Estevão. </li></ul><ul><li>1722 – O Papa Inocêncio XIII cria o Arcebispado de Viena tendo a catedral como sede. </li></ul><ul><li>Durante 600 anos foram feitos diversos acréscimos e ampliações na catedral. Foi destruída durante a II Guerra Mundial e reconstruída depois. </li></ul><ul><li>Seu grande sino de 22 toneladas (Adlertum) está no alto da torre norte a 137 metros de altura, e os outros dois sinos (Pummerin e Boomer) foram feitos com metal derretido de 2 canhões turcos do século XVI </li></ul>
  53. 55. Viena - Hofburg <ul><li>Hofburg - foi o palácio de inverno e sede oficial da dinastia dos Babenberg do Sacro Império Romano e dos Habsburgs do Império Austro-Húngaro, e atualmente é parcialmente utilizado como sede da Presidência da República da Áustria. Sua construção começou como uma fortaleza no século XIII, e durante 600 anos foi sendo ampliado (sua última ala foi o Neueburg – Castelo Novo – terminada em 1913), com prédios em diferentes estilos arquitetônicos, que recebem nomes específicos. Hoje o complexo do palácio tem 2.600 salas e ocupa um terreno de 20 hectares (incluindo os jardins) no centro de Viena. Há 3 museus históricos instalados nas alas do palácio. Maria Antonieta, que foi casada com o Imperador francês Luiz XVI (em 1774), nasceu neste palácio em 1755. </li></ul><ul><li>Mas foi a Imperatriz Sissi (Isabel da Baviera, depois Isabel da Áustria - 1837 – 1898) (foto acima), que ao casar-se em 1854, aos 16 anos de idade, com o Imperador Francisco José I (então com 38 anos de idade), tornou-se a mais popular das imperatrizes da Áustria, após ser coroada em 1867. No palácio há o museu (foto abaixo da entrada do museu) com os aposentos de Sissi (que não gostava da vida da corte, e passava mais tempo fora de Viena, em outros palácios do império Austro-Húngaro, na atual Hungria). A impetariz foi assassinada em Genebra, aos 61 anos de idade, pelo anarquista italiano Luigi Lucheni . Na década de 1950, o filme de Ernst Marischka, protagonizado pela jovem atriz Romy Schneider (foto ao lado), imortalizou o mito de Sissi pelo mundo. </li></ul>
  54. 56. Imperatriz Maria Leopoldina <ul><li>Princesa e Imperatriz Maria Leopoldina . Foi a sexta filha do segundo casamento do imperador austríaco Francisco I. Nasceu em 22/01/1797 no Palácio Schonbrun, em Viena, casando-se em maio de 1817 (por procuração, como era de costume) com o herdeiro do trono de Portugal e futuro imperador do Brasil, Dom Pedro I, e viveu no Rio de Janeiro, tornando-se importante figura na política brasileira, e no processo de independência do Brasil. </li></ul><ul><li>A Imperatriz Maria Leopoldina, uma descendente da dinastia dos Habsburg, viveu apenas 9 anos no Brasil, vindo a falecer no Plaácio de São Cristovão, no Rio de Janeiro, em 11/12/1826, com apenas 29 anos de idade. </li></ul><ul><li>Leopoldina tinha um nível cultural altíssimo, desenvolvido desde a sua infância em Viena. Falava também francês e italiano, e ao saber que iria casar-se com um nobre no Brasil, também aprendeu a falar português. Era muito popular no Brasil. </li></ul><ul><li>1817 – Leopoldina chega ao Rio de Janeiro para conhecer pessoalmente seu marido, o futuro imperador Pedro I. Ambos se apaixonam a primeira vista, porém Dom Pedro I jamais seria um marido fiel, e muito menos era tão culto quanto ela. </li></ul><ul><li>A princesa austríaca ficou muito impressionada com a vida do Rio de Janeiro e da corte portuguesa que ali residia desde 1808,; muito diferente da vida que conhecia em Viena. </li></ul><ul><li>Em nove anos de casamento com Dom Pedro I, ela ficou grávida 9 vezes, tendo 2 abortos e 7 filhos, entre eles o futuro imperador Dom Pedro II (o filho caçula, nascido em 1825) </li></ul><ul><li>1820 – A Revolução do Porto, em Portugal, exige o retorno do rei Dom João VI e seu filho Dom Pedro para Lisboa. O rei retorna para garantir o trono, mas seu filho permanece no Brasil. </li></ul><ul><li>1822 - Em 9 de janeiro, Dom Pedro I manifesta públicamente que não sairá do Brasil (dia do “Fico”), desrespeitando as ordens das cortes portuguesas para que retorne à Lisboa. Em 7 de setembro do mesmo ano, em resposta às pressões, declara a Independência do Brasil, após receber comunicação da Princesa Leopoldina (que na ausência de Pedro I, era a primeira princesa regente do Brasil desde 13 de agosto de 1822) que já havia assinado no dia 2 de setembro 1822 o decreto real que tornava o Brasil país separado de Portugal. </li></ul><ul><li>Enquanto aguardava o retorno de Dom Pedro I ao Rio de Janeiro, a Princesa tornara-se na primeira governante interina do Brasil independente, e idealizou junto com o pintor francês Jean Baptiste Debret o desenho da bandeira do Brasil Imperial (foto abaixo) : o retângulo na cor verde, representava a cor heráldica da Casa Real Portuguesa de Bragança; o losângulo na cor amarela representava a cor da Casa Imperial da Áustria da dinastia Habsburg, contendo um brasão monárquico com as armas imperiais, uma homenagem de Dom Pedro I a Napoleão Bonaparte. </li></ul><ul><li>Esta bandeira foi modificada após a Proclamação da República no Brasil, no final do século XIX, substituindo em 1989 o brasão de armas pelo círculo do céu estrelado (cada estrela representando um mestado do país) e a frase positivista “Ordem e Progresso”. </li></ul>
  55. 57. Viena – Hofburg II <ul><li>Escola de Equitação Espanhola de Viena – Apesar do nome, a escola é uma instituição vienense, onde os primeiros cavalos chegaram à Áustria no século XVI. Em 1580, o Arquiduque Carlos estabeleceu um estábulo na cidade de Lippiza (atualmente localizada no território da Itália), surgiundo daí o nome da raça de cavalos Lippizaners. Os primeiros animais eram de origem espanhola. </li></ul><ul><li>Depois da I Guerra Munidal, em 1918, o Império Austro Húngaro terminou, e alguns cavalos foram salvos da cidade de Lippiza e trazidos à Viena. Os cavalos nascem com pelagem negra, mas aos 4 ou 8 anos de idade tornam-se brancos (cor do pêlo mais conhecida publicamente). </li></ul><ul><li>Após a II Guerra Mundial, mais uma vez os cavalos seriam perdidos, desta vez para os russos. O comandante militar norte-americano das tropas aliadas na Europa, General George C. Patton (que era um entusiasta por cavalos), encontrou meios de manter os cavalos em Viena. </li></ul><ul><li>Os 60 cavalos executam manobras ao som de música barroca. Diariamente, pela manhã, são realizados treinos na arena de areia (localizada num dos prédios do Palácio Hofburg). </li></ul><ul><li>A arte de treinar cavalos era uma forma de criar uma arma de guerra, pois os cavalos executavam manobras e tinham melhor performance nos campos de batalha. </li></ul><ul><li>Coro dos Meninos de Viena – Aos domingos pela manhã, de setembro a junho, as missas na Capela do Palácio Hofburg são cantadas pelo Coro de Meninos de Viena, e pelos músicos da Orquestra Filarmônica de Viena. O coro foi fundado em 1498 pelo Imperador Maximilliano I e funcionou regularmente (exclusivamente para cantar nas missas da capela imperial) até 1918, quando caiu o Império Austro-Húngaro. Durante este tempo, o coro teve a participação de grandes mestres da Música, tais como Haydn, Mozart, Schubert e Bruckner. O coro caiu em ostracismo de 1918 a 1924, e daí em diante passou a ser reorganizado pelo capelão Josef Schinitt (que apesar das mudanças políticas, continuou a exercer no palácio às funções de capelão da corte após 1918). O coro de meninos cantores de Viena são uma espécie de marca registrada da Áustria, reconhecidos mundialmente pela qualidade musical de suas performances. </li></ul><ul><li>O coro é formado por 14 a 20 meninos, que no período Imperial usavam um uniforme de cadete. Após 1948, adotaram o tradicional uniforme de marinheiros na cor azul escura. </li></ul>
  56. 58. Viena – Palácio Belvedere <ul><li>Há no mesmo local 2 palácios distintos: </li></ul><ul><li>Belvedere Inferior (foto acima) - foi o primeiro palácio construído na propriedade, comprada em 1697. Sua construção em estilo barroco austríaco começou em 1714 e terminou em 1716, por ordem do Príncipe Eugênio de Savoya , com o objetivo de ser uma estufa de laranjeiras (Orangerie), uma vila de jardins, e uma galeria de arte, porém com aposentos para que fosse habitado como uma casa de campo., embora esteja localizado no bairro No. 3 de Viena (próximo ao centro). </li></ul><ul><li>Belvedere Superior (foto abaixo) – construído entre 1720 e 1723, com projeto do mesmo arquiteto do primeiro palácio, Johan Lukas von Hildebrandt. </li></ul><ul><li>O complexo inclui uma belíssimo jardim, em estilo francês (com desenhos geométricos). </li></ul><ul><li>Toda a propriedade, com os dois palácios, foi vendida em 1752 para a Imperatriz Maria tereza da Áustria pelos herdeiros do Príncipe Eugênio de Savoya. Desde 1775, os palácios tornaram-se na galeria de arte do Imperador Josef II. </li></ul><ul><li>Devido aos danos sofridos durante a II Guerra Mundial, os palácios foram reconstruídos após 1945. </li></ul>
  57. 59. Viena – Palácio Schonbrun <ul><li>Schonbrun em alemão significa “a bela fonte de água”, que realmente existe na propriedade, desde que foi comprada em 1569 pelo Imperador Maximiliano II e transformada numa fazenda do estado e em campo de caça (tiergarten – jardim de animais) para a nobreza da época. Lá existia, a mansão Katterburg (construção de 1548), que serviu de residência de 1638 a 1643 a Eleonora Gonzaga, viúva de Ferdinando II. </li></ul><ul><li>1642 – O nome de Schonbrun é usado pela primeira vez na propriedade. </li></ul><ul><li>1695 – Implantação dos jardins em estilo francês e um labirinto de sebes. Posteriormente, foram criados recnatos decorativos como a Ruína Romana (do século XVII) e a Ruína Egípcia (do século XVIII). </li></ul><ul><li>1696 – O imperador Leopoldo I ordena a construção de umk novo palácio, nos moldes do palácio de Versailles, na França (na época a referência de palácios suntuosos). </li></ul><ul><li>1740 - A Imperatriz Maria Tereza assume o trono e recebe a propriedade de presente de seu pai. Manda fazer novas obras e ampliações, que praticamente eliminaram as construções anteriores, e lhe deu as atuais características. Transforma o palácio em sede do governo no verão. </li></ul><ul><li>1752 - é criado nos jardins do palácio o Tiergarten, considerado o primeiro jardin zoológico do mundo, e em funcionamento até os nossos dias. </li></ul><ul><li>1755 – é construída a Orangerie (uma estufa para laranjeiras durante o inverno), local usado atualmente para eventos culturais e concertos musicais. </li></ul><ul><li>1797 - Nasce no palácio a futura, Imperatriz Leopoldina que em 1816 casou-se com o imperador brasileiro Dom Pedro I. </li></ul><ul><li>1815 - O Congresso de Viena é realizado no palácio, estabelecendo as novas fronteiras de países europeus, após a derrota das forças de Napoleão, imperador francês. </li></ul><ul><li>Século XIX – O imperador Francisco José I (que nasceu no palácio), vive e passa a maior parte de seus 68 anos de reinado no palácio (até morrer em seu apartamento no palácio em 1916). Nesta época, o palácio torna-se monumental, e retrato da grandeza do império. </li></ul><ul><li>1996 – Incluído na lista do Patrimônio Mundial da Humanidade da Unesco. </li></ul>
  58. 60. Concertos na Orangerie do Palácio Schonbrunn <ul><li>No passado, a Orangerie era uma estufa para abrigar as árvores (em geral, laranjeiras) dos jardins do palácio durante o inverno ou abrigar os cavalos das nobres carruagens . Hoje, o mesmo local é usado como centro cultural, com apresentação diária de concertos clássicos, em especial das obras de Mozart (foto menor). </li></ul>
  59. 61. Viena - Staatoper <ul><li>O Teatro da Ópera de Viena (Wien Saatoper), administrado pelo estado austríaco, é uma das mais famosas casas de espetáculos de música clássica do mundo. </li></ul><ul><li>O primeiro teatro de ópera de Viena foi construído no estilo Neo-Renascentista entre 1861 a 1869, e chamava-se Teatro da Corte de Viena (Wien Hofoper) até 1920, quando recebeu o atual nome. </li></ul><ul><li>Os músicos da Orquestra Filarmônica de Viena são recrutados no elenco da orquestra do teatro. </li></ul><ul><li>25 maio 1869 – Inauguração do Staatoper com a apresentação da peça “Don Giovani” de Mozart. </li></ul><ul><li>12 março 1945 – Durante a II Guerra Mundial, um bombardeio das forças aliadas (Força Aérea dos EUA), que deveria acertar uma refinaria na cidade, acabou danificando e incendiando o teatro, destruindo cenários de 120 óperas e e mais de 150 mil figurinos (roupas de cena). O processo de reconstrução e restauração do teatro durou de 1948 a 1956. </li></ul>
  60. 62. Atrações de Viena I <ul><li>Roda Gigante do Prater – Parque do Prater (área moderna da cidade). Funciona diariamente das 10 às 24 horas, exceto em fevereiro. Foi construída entre 1896/97 pelo engenheiro inglês Walter B. Basset , que também construiu outras em Londres, Blackpoll e Paris, mas somente a de Viena permaneceu montada até hoje. Tem 64,75 metros de altura (a roda em si tem 61 metros de diâmetro), com um eixo de quse 11 metros de comprimento. O peso total da estrutura e a roda são de 244,5 toneladas. Ela gira a uma velocidade de 0,75 metros por segundo. </li></ul><ul><li>Os bombardeios durante a II Guerra Mundial danificaram completamente todos os vagões e os mecanismos. Foi reconstruída após 1945 e voltou a operar em 1947, mas com menor número de vagões. </li></ul><ul><li>Hundertwasserhaus – 3º. Distrito de Viena (Kegelgasse/ Lowengasse) - Criada pelo renomado artista Friedensreich Hundertwasser entre 1983 e 1985, esta obra da arquitetura moderna é a síntese da crítica conceitual das linhas retas e simetrias adotadas na arquitetura moderna. Em sua casa, as linhas são assimétricas e interagem com elementos da natureza. </li></ul>
  61. 63. Atrações de Viena II <ul><li>Mariahilferstrasse (literalmente do alemão; Rua Maria do Socorro ) – É uma das principais ruas comerciais de Viena, a partir do século XIX, literalmente tomada por lojas, centros comerciais, bares e restaurantes. A rua está localizada no 6º. Distrito de Viena (Mariahilf – ou Maria do Socorro, em português, nome oriundo de uma pintura sacra instalada numa capela local, durante a Idade Média). Considerada como um verdadeiro shopping center a céu aberto (e o maior da Áustria), a rua conta com site ( www.marihilferstrasse.at ) , em alemão, apresentando suas principais atrações comerciais. </li></ul><ul><li>A região é habitada desde o ano 1.000, quando por ali passava uma das vias romanas que interligavam as inúmeras colônias romanas antigas em vários pontos da Europa. A partir de 1683, a rua foi se tornando mais movimentada, pois era o caminho natural entre os palácios do Hofburg (no centro de Viena) e o Palácio Schonbrun. </li></ul><ul><li>É grande também a população de gays e lésbicas que residem nas proximidades da rua, o que explica a grande afluência de eventos culturais alternativos na área e o centro comunitário Rosa Lila Villa (Vila Rosa Lilás). Quase 30% dos residentes na área não nasceram na Áustria, mas em algum outro país europeu. O famoso compositor alemão, Ludwig Van Beethoven, mudou-se para Viena em 1792 e residia na área. </li></ul><ul><li>Heurigers (foto acima)- Tradicionais e antigas cantinas, localizadas em pequenas vilas nos arredores de Viena (Grinzing é uma das mais famosas, e há também o bairro de Stammersdorf – o último bairro urbano de Viena), onde se prepara e é servido o chamado “vinho fresco”, acompanhada de comidas tradicionais vienenses (geralmente em sistema de bufê ou bandejão). </li></ul><ul><li>A tradição começou em 1784, quando o imperador Josef II assinou uma lei permtindo aos moradores de Viena a vender e servir vinhos, refrescos e comidas de sua produção. </li></ul><ul><li>À noite, estas cantinas são animadas por músicos populares que tocam antigas e conhecidas canções alemãs e vienenses. Nestes locais não se tocam música gravada, somente ao vivo. </li></ul><ul><li>O restaurante Alter Bach-Hengl, em Grinzing, é um dos mais antigos e famosos. Foi visitado até mesmo pelo ex-presidente dos EUA, Bill Clinton. </li></ul>
  62. 64. República Tcheca <ul><li>População: 10,2 milhões de habitantes (sendo 75% residentes em áreas urbanas) </li></ul><ul><li>Área territorial: 78,8 mil km2 (compreendendo as áreas da Boêmia , Morávia, e parte da Silésia) </li></ul><ul><li>Século VII – tribos eslavas ocupam os territórios da Boêmia e da Morávia (regiões que formam o atual país), dando origem ao reino de Samo, o primeiro estado independente da Europa Central. Os tchecos são de etnia eslava, como os russos e os finlandeses. </li></ul><ul><li>Século IX - formação do grande reino da Morávia. </li></ul><ul><li>Século X – as províncias da Boêmia, Morávia e Silésia unem-se sob a disnatia dos Premislidas. </li></ul><ul><li>Século XIV – o trono Tcheco passou para a Casa de Luxemburgo, atingindo o auge no reinado de Carlos IV (1346 a 1378), coroado Imperador do Sacro-Império Romano-Germãnico em 1355. </li></ul><ul><li>Século XV – Os hussitas, liderados pelo pastor protestante João Hus (executado na fogueira em 1415), iniciam uma guerra civil-religiosa contra os católicos e instalam uma monarquia eletiva. As constantes guerras no país, desta época, levou a maior parte da população a dizer que não adota religião nenhuma. </li></ul><ul><li>1526 – Os tchecos entregam o trono do país a Fernando de Habsburg, unindo a Boêmia e a Morávia ao Império Austríaco. Os Habsburg reintroduzem o catolicismo romano como religião, centralização o poder e germanizam a cultura. A língua tcheca quase desapareceu por completo. </li></ul><ul><li>Século XIX – ressurge o sentilmento nacionalista tcheco e o desejo de tornar-se país independente, mas 1867 grande parte do território tcheco eram estados austríacos. </li></ul><ul><li>1914 – 1918 – I Guerra Mundial – o Império Austríaco alinha-se a Alemanha, e os soldados tchecos desertam do exército imperial, buscando alianças com as forças inimigas. </li></ul><ul><li>. </li></ul><ul><li>Até 1918 – o território da República Tcheca fazia parte do Império Austro-Húngaro, da qual foi separada e criado um novo país, a Tchecoeslováquia. </li></ul><ul><li>1938 – Pacto de Munique - Hitler consegue aprovar uma revisão territorial dos países da Europa de 1918 e anexa a região dos Sudetos (de população majoritariamente alemã) à Alemanha. </li></ul><ul><li>1939 – Tropas nazistas alemãs invadem e anexam a Tchecoslováquia à Alemanha. Implanta-se o regime do terror. </li></ul><ul><li>1948 a 1968 – Após a II Guerra Mundial, o país para a ser governado pela política do Bloco Comunista Soviético, impondo o regime de governo de partido único “a Ditadura do Proletariado”. </li></ul><ul><li>1968 – “ Primavera de Praga ” – Centenas de estudantes vão às ruas de Praga para protestar contra o sistema comunista e são reprimidos violentamente pelas forças militares do Pacto de Varsóvia (pró-soviética). </li></ul><ul><li>1989 – “ Revolução de Veludo ” – com o regime comunista em crise em todo mundo, os soviéticos retiram 75 mil militares do país e aceitam pacificamente a divisão do país em 2 novos estados: Rep. Tcheca e Rep. Eslovaca </li></ul><ul><li>1993 - É oficializada a divisão do território em 2 países independentes. </li></ul><ul><li>1999 - Numa decisão surpreendente, a Rep. Tcheca ingressa como estado membro da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), que congrega forças militares do bloco ocidental. </li></ul><ul><li>2004 - A República Tcheca ingressa como estado membro da Comunidade Européia. </li></ul>
  63. 65. Rep. Tcheca – Mapa atual das províncias do país: Boemia/ Morávia/ Silésia <ul><li>Boemia (em alemão, Böhmen) – 52.750 km2 - cerca de 2/3 do território do país– 6,25 milhões de habitantes dos 10,3 milhões de habitantes de todo o país. Região montanhosa do país e uma das principais regiões de mineração. Capital: Praga </li></ul><ul><li>Morávia (nome opriundo do Rio Morava ou Março, em checo), às margens deste rio é que os povos eslavos começaram a habitar por volta do ano 500. A cidade de Born é a capital da província. </li></ul><ul><li>Silésia (nome originado de povos vândalos que ali habitavam) – embora menor de todas, a Silésia é uma região que está entre a Rep. Tcheca, Alemanha e Polônia. Região de muitos recursos minerais, onde desenvolveu-se a mineração. Sempre foi bastante disputada durante batalhas e guerras. Até 1905, 75% da população local era alemã e 25% polaca. Após a II Guerra Mundial a maioria alemã foi expatriada. </li></ul>
  64. 66. Rep. Tcheca – Boemia (curiosidades) <ul><li>Cristais da Boemia – Um dos mais famosos produtos da Rep. Tcheca, e que atingiram o seu esplendor entre os séculos XVI e XVII. São caracterizados pela solidez do cristal, claridade da matéria, e profusão de temas , cores e desenhos originais de suas peças em estilo barroco. </li></ul><ul><li>Dollar (USD) – a prata extraída das minas da Boemia foi utilizada para cunhar a partir de 1518 as moedas alemãs Joachims thaler , ou popularmente chamado de Thaler ( as minas se localizavam em Joachimsthal, ou o Vale de São Joaquim em português), de onde se originou o nome Dólar, denominação da moeda em muitos países economicamente ligado aos Estados Unidos. </li></ul>
  65. 67. Cerveja Pilsen – alemã ou tcheca? <ul><li>Cerveja Pilsen : a denominação Pilsener ou Pilsen é oriunda da cidade de Pils, localizado na atual República Tcheca, formada pela Boêmia e pela Moravia. A cerveja Pilsen criada em 1842 nesta região apresenta uma coloração clara, de tonalidade dourada brilhante, produzido pelo processo de fermentação profunda, com teor alcoólico baixo, entre 3 e 5%, possui um teor de extrato primitivo, que varia de 11 a 13,5%. </li></ul><ul><li>Atualmente, cerca de 60% de todas as cervejas e chopps Pilsen produzidos no mundo são deste tipo. </li></ul><ul><li>A denominação “pilsener&quot; foi uma alternativa inteligente para evitar conflitos internacionais.  </li></ul><ul><li>No Brasil, o consumo de cerveja Pilsen, representa 98% do mercado, devido principalmente ao clima favorável, ficando o restante para as do tipo bock, light, malzbier e stout.  </li></ul>
  66. 68. Cesky Krumlov – Rep. Tcheca
  67. 69. Cesky Krumlov – Rep. Tcheca
  68. 70. Praga – Capital da Rep. Tcheca <ul><li>Praha ou Praga (em tcheco, significa “horizonte”) - seu nome remonta à fundação da cidade no século IX, quando a princesa eslava Libuse pronunciou esta palavra ao ver a cidade do alto da fortaleza de Vysehrad, numa das áreas mais altas às margens do rio Vlatava, que banha a cidade. A princesa teria entrado em transe e vislumbrado o crescimento da cidade até o limite do horizonte . Também conhecida como a “ Cidade das 100 torres ”, alcançou a posição de 2ª. maior cidade européia em tamanho e importância ao tempo do governo do Imperador Carlos IV, depois de Paris. A maior parte de seus edifícios originais não sofreram destruições durante os combates da I e II Guerra Mundiais, o que de certa forma preservou o patrimônio da cidade. É capital da Boemia e da Rep. Tcheca. </li></ul>
  69. 71. Praga
  70. 72. Ponte Carlos <ul><li>Ponte Carlos (em tcheco, Karluv Most ) – verdadeiro cartão postal da cidade, foi a primeira ponte construída em pedra, em estilo gótico, a cruzar o rio Vltava, substituindo uma antiga ponte de madeira, também pioneira, usada desde o século X (mas destruída pelas inundações em 1157, reconstruída em pedra em 1160 e novamente destruída em 1342). Foi o Imperador Carlos IV (cujo nome é dado à ponte), que iniciou várias reformas urbanas em Praga, que decidiu construí-la na forma atual. Era a única ponte da cidade até 1841. Tem 500 metros de comprimento e 10 metros de largura. </li></ul><ul><li>Um dos maiores problemas da cidade eram as enchentes do rio, provocadas pelo desgelo da na primavera. Os blocos de gelo costumavam danificar e derrubar as pontes de madeira. Decidiu-se construir a ponte em pedra, material mais resistente aos impactos dos blocos de gelo. </li></ul><ul><li>O lançamento da pedra fundamental deu-se em 13/07/1357 e só terminou 21 anos depois em 1378, ficando conhecida como ponte de Praga. A denominação de ponte Carlos foi dada em 1870. </li></ul><ul><li>Há 32 estátuas de santos católicos que adornam a ponte colocadas ali entre 1863 e 1818 (atualmente de acesso apenas para pedestres), incluindo a primeira de bronze datada de 1683, em homenagem ao Bispo João Nepomuceno (tornado santo após ter sido assassinado em 1393 e seu corpo atirado da ponte, a mando do rei Wenceslau IV, que exigia que o bispo revelasse os segredos de confissão feitos por sua esposa, a rainha). Nepomuceno nunca revelou tais segredos, e seu corpo exumado em 1719 revelou que sua língua ainda estava em bom estado de conservação. </li></ul>
  71. 73. Hradcany (O Castelo de Praga) & Catedral de São Vito <ul><li>Hradcany (ou Castelo de Praga) – Construído a partir do século IX, na época da fundação da cidade, é considerado hoje um dos maiores castelos do mundo, com, cerca de 570 metros de comprimento e 130 metros de largura. O castelo acabou formando uma cidade independente dentro de Praga até 1784 (quando houve a união adminsitrativa com a cidade de Praga), incluindo várias igrejas, das quais a maior de todas é a Catedral de São Vito, São Wenceslau e São Adalberto (construída a partir de 1344). As outras antigas cidades independentes que unificaram-se com Praga são: Mala Strana (cidade pequena), Staré Mesto (cidade antiga) e Nové Mesto (cidade nova). Já a Basílica de São Jorge , na mesma área, data do ano 920. </li></ul><ul><li>O atual bairro do castelo tinha sua própria prefeitura ( Stara Radnice ) cujo prédio é decorado com pinturas externas renascentista. </li></ul><ul><li>Beco do Ouro – pequeno conjunto de casas construídas ao lado da muralha do palácio, que recebeu este nome por acomodar ali alquimistas, metalúrgicos e astrônomos, numa iniciativa do Imperador Rodolfo II (1576-1612) de obter a criação da Pedra Filosofal , que teria poder de transformar qualquer material em ouro. Na casa número 22 (foto à esquerda), foi o studio do famoso escritor judeu tcheco Franz Kafta, que ali escreveu muitas de suas obrs na década de 1930 (quando eram casas simples e o aluguel barato e ainda não transformadas em ponto turístico). </li></ul>
  72. 74. Orloj – Relógio Astronômico de Praga <ul><li>Localizado na torre da antiga prefeitura de Stare Mesto, foi instalado ali em 1410 pelo relojoeiro real Nicolas de Kadan , reparado em 1490pelo mestre Hanus, e aperfeiçoado no século XVI por Jan Taborsky. </li></ul><ul><li>Os prefeitos de Praga tinham tanto orgulho do relógio que mantinham absoluto segredo sobre seu mecanismo. Chegaram a ordenar que o mestre Hanus fosse cegado, para que não pudesse passar a outros o conhecimento sobre seu funcionamento. Hanus, com a ajuda de um aprendiz, vingou-se subindo até o mecanismo e colocando seu braço dentro dele. O que provocou sua parada por muitos anos. As pinturas que o decoram datam de 1865 e são de autoria de Josef Manes. </li></ul><ul><li>O atual relógio é uma versão restaurada em 1948, visto que durante a II Guerra Mundial o equipamento também foi muito danificado. </li></ul>
  73. 75. As muitas torres de Praga <ul><li>Conhecida como a “ Cidade das 100 torres ou Cidade das 100 cúpulas ”, a paisagem de Praga é marcada por estas interessantes construções, que são cartões postais e marca da cidade. </li></ul><ul><li>Catedral de Nossa Senhora de Tyn – (foto à esquerda) construída em 1365 é considerada um marco da arquitetura gótico sacra, mas seu interior, reformado no século XVII, é em estilo barroco. </li></ul><ul><li>Torre da Pólvora (Prasna Brana) – (foto à direita) – Construída em 1475, com 65 metros de altura, serviu como antigo portal nas muralhas que circundavam a cidade. Exisitiram 13 destas torres na cidade desde o século XI. A atual torre é uma reconstrução de 1875 a 1886 feita pelo arquiteto Josef Moker, que mudou o estilo arquitetonico da construção para neo-gótico, onde as esculturas alegóricas representam santos e nobres tchecos. Uma escadaria de 186 degraus leva a plataforma de observação a 44 metros de altura. </li></ul>
  74. 76. Praça Wenceslau <ul><li>É a maior praça da cidade de Praga, que na realidade mais se assemelha a uma grande avenida, que corta o centro da cidade. Tem 1 km de comprimento. </li></ul><ul><li>Há a estátua equestre de São Venceslau e o grande prédio do Museu Nacional. </li></ul><ul><li>No passado era local de comércio de animais, mas acabou se tornando o ponto de encontro natural das grandes comemorações públicas da cidade. </li></ul><ul><li>Primavera de Praga (1968) - A Europa vivia te

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