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Tratado G. de Ajedrez I. Rudimentos.
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Este primer volumen proporciona toda la información relativa a los rudimentos del juego: Desde la colocación de las piezas sobre el tablero hasta nociones sobre la pérdida o ganancia de material. Con …

Este primer volumen proporciona toda la información relativa a los rudimentos del juego: Desde la colocación de las piezas sobre el tablero hasta nociones sobre la pérdida o ganancia de material. Con una sencillez fuera de lo común, el autor nos previene de errores comunes que comete el principiante. Hay más de cien partidas instructivas de ataque y ciento cincuenta ejercicios para resolver con soluciones. Su lectura es indispensable para la comprensión del resto de la obra. "Un Clásico...

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  • 1. TRATADO 8GENERALDEAJEDREZ
  • 2. El Ajedrez tiene bien consolidado su pres­tigio como herramienta de progreso inte­lectual. Es creciente el interés que ha des­pertado en los pedagogos, por tratarse deun juego de estrategia, que contiene todoslos elementos que intervienen en el que­hacer humano. Al margen de la actual polé­mica, entre los Grandes Maestros y el "pen- 1samiento cibernético: que por ahora afsólo la faceta de la alta rompetición, esta dis­ciplina, además de una fUente de solaz paracualquier aficiñero de ruta que la juventud necesita.De ahí e! alborozo con que saludamoseste relanzamiento de la gran obra de Ro­berto Grm� prestigiada por su amplitud, orz�ginal enfoqEn este primer tomo se dan los rudi­mentos de!juego, se esboza su técnica y seincursiona en los esquemas de razonamien­to que ronforman elpensamiento ajedrecístico.Una obra indispensable para iniciarseron sólida base en los arcanos deljuego fnile­nano.Osear Pauno
  • 3. ROBERTO G. GRAUTRATADOGENERALDE AJEDREZTOMO IRUDIMENTOSEDICIONES COLIHUE
  • 4. TRATADO GENERALDEAJED�Z
  • 5. Diseño de colección y de tapa: Ricardo DeambrosioTranscripción del sistema descriptivo al algebraico y notas:Normando Jo Ivaldi y Moisés StudenetzkyoCorrección y revisión general de la obra: lngo Osear Pannoo1! edición / 1r o ! reimpresiónLSoBoNo Obra Completa: 950-581-606-5LSoB.No Tomo 1: 950-581-607-3© Ediciones Colihue SoRoL.Avo Díaz Vélez 5125(1405) Buenos Aires ArgentinaHecho el depósito que marca la ley 11.723I MPRESO EN ARGENTINA - PRINTED IN ARGENTINA
  • 6. El Tratado General de Ajedrez de Roberto G. Grau constituye una obra yaclásica para el aprendizaje de esta disciplina por sus virtudes didácticas, su lenguajedaro y conciso. La publicación que hoy realizamos de este curso completo de ajedrez-totalmente agotado en sus ediciones tlllteriores-, intenta responder a losrequerimientos de los numerosos aficionados deseosos de evolucionar en este juego.El Tr:nado General de Ajedrez se compone de cuatro tomos: l. Rudimentos;2. Estrategia; 3. Conformación de peones y 4. Estrategia superior.De acuerdo a 1m normas impuestas por fa F./. D. E. que establecen fa obligato­riedad de utilizar el sistema algebraico para la lIotación ele partidas y teniendo encuenta que toda la bibliografía sobre el tema ha adoptado dicho sistema, se hantramcripto las notaciones de la obra de Grau, que lIJara el sistema descriptivo, alsistema algebraico. De esta forma el Tratado General de Ajedrez conserva suvigencia plena y puede ser recupemdo pllm las nuevas geueraciones de aficionados.Además se ha enriquecido "1 edicióll C011 nl/merosos documentos fotográficos de losgrandes jugadores del ajedrez lflundial a cuyo ejemplo ha recurrido Grau parail//Strar los conceptos de su obm.
  • 7. ..PI/e. creed qlle ql/iell /10 .ahe COllcertar /a.piezas ell e! jllego de! ((iedrez, qlle ."(/hrlÍ /l/a/jl/gar.Ji /10 sahe dar jaCjl/e. 110 sabrlÍ dar /l/ate.Sta. Teresa de k.Camillo de pe/fecciólI, Cap. XXIII, edición de Rivadeneyra.Ya en e! siglo XIII a Alfonso X -Alfonso e! Sabio- le preocupaba cómodebía jugarse al xadrez y con la palabra del monje Jacobo de Cessolis respondea algunos interrogantes: "¿Dónde deben estar las tropas para acudir rápida­mente al combate?"El juego del ajedrez semeja una batalla, un combate. Ha pasado mucl!;agua bajo los puentes y el hombre ha desarrollado nuevas técnicas paraencauzar e! pensamiento. A Roberto Grau le emociona la partida brillantepero no lo deslumbra. El razonamiento sobre los elementos y la forma devalerse lo apasiona. Allí abreva.Comprender el juego del ajedrez y conocer su esencia no es tarea simplepero la metodología que emplea lo convierte en fácil. Cada ejemplo esdexplicado en forma sencilla y a medida que avanza la exposición en los distint ostomos se torna profunda. Reglas y conceptos parecen arrancados de lasentrañas de! juego y expuestos con habilidad y maestría. El aficionado, que alcomenzar este camino le parece que debe escalar una abrupta cuesta, terminadiciendo: iqué fácil fue!A veces necesita repetir e! concepto, "martillar sobre un pensamiento"como cuando expone sobre la mayoría de peones en el flanco dama si ambosreyes están en el otro sector o pone de relieve las condiciones necesarias paraque una combinación resulte victoriosa.Carlos E GlIimard
  • 8. PrólogoLa publicación de un tratado general de ajedrez, informado por un criteriomoderno y de acuerdo con los grandes progresos que en los últimos decenios harealizado la teoría del juego, era, hace tiempo, UtlO de lluestros m,ís firmes propósitos.Diversas razones nos han llevado a postergarlo de año en año, y quizlÍs estaspostergaciones hubieran seguido indefinidamente si, en estos últimos tiempos, no senos hubiese expresado, en repetidas ocasiones, interés por una obra de este género.Los aficionados principiantes, sobre todo, encuentran dificultades en perfeccionarsus conocimientos por la reducida bibliografia que en castellano ofrece nuestrohermoso juego. En el sinnúmero de ocasiones en que se nos ha consultado, hemosindicado el notable trabajo del señor Palucie Lucena Manual de Ajedrez, obra quees, seguramente, la más completa que tenemos en castellano y superior, para elprincipiante, al mayor número de obras similares extranjeras. Pero sea el afán denovedades, o lo que sea, se estimaba -y entre nosotros es casi sentir general- quela evolución de la técnica, la contribución de Capablanca, de los maestroshipermodernos y de los nuevos teóricos, hacían necesaria una obra nueva.Estas razones, tantas y tantas veces escuchadas, hicieron revivir aquel viejopropósito nuestro y nos llevaron a componer este fU/ellO Tratado General deAjedrez. En él nos proponemos exponer cuanto sabemos acerca del juego, desde lomlÍs elemental a lo más complejo y desde las generalidades a los detalles. Si este librosatisfoce las necesidades de nuestros aficionados, es cosa que decidirá el lector.Debemos confesar que una vez puestos en la tarea de componer un libro queenseñase a jugar al ajedrez, encontramos las mayores dificultades, no ya en laexposición de la materia, sino en el método. Porquenuestropropósitoera que nuestraobrafitese esencialmente didáctica, bien clara y explicativa, y el ajedrez se aprendeen condiciones especiales, en forma más o menos autodidacta, por lo que el tratadistade ajedrez no puede moverse con la libertad de un tratadista de medicina o dequímica, por ejemplo, que cuenta siempre con el profisor que, como intermediarioentre el libro y el alumno, aclarará el sentido, ilwtrará los puntos oscuros y guiaráal estudiante según sus particulares necesidades. Era necesario exponer nuestroasunto de tal manera que el aficionado, reducido a sus propiasfuerzas o actuandoen círculos de aficionados sin mayores conocimientos, comprendiese claramente losprincipios y pudiese darles forma en sus partidas. El método didáctico que por estasconsidemciones hemos escogido tiene reminiscencias de la enseñanza por correspon­dencia. Es decir, que es de una tendencia eminentemente práctica. Porque hemoscreído que no basta con enunciar los principios, sino que es menester ilustrarlosampliamente con ejemplos y poner, finalmente, al aficionado en situación quedeba, por sí mismo, descubrirlos y aplicarlosfomiliarizándose con su manejo.
  • 9. 12 ROllERTO GRAUEsta es ulIa de las novedades que presmta nuestro Tratado General de Ajedrez.Esta forma práctica de exposición pemamos aplicarla, no ya a los principiosrudimmtales, sino tambiéll a los más sutiles principios estrat�{,icos. Pretmdemosorimtar nuestro trabajo seglÍl/ fines diddcticos que coadul1en la exposición pum­mente raciol1al COI/ la aclamciólI intuitiva mtÍs abul1dante y eficaz. El fil/ de todoJO es logmr que los pril/cipios de estmtegia 1/0 sean parll el aficionado nttroconocimiento illtelectufll, sino que se incorporen rápidamente a su estructumajedrecística y se hagall lIormas tLÍcitas de SIl juego.Este primer libro que presentamos es muy elemental. Tras explicar 1m conven­ciones riel juego y el movimimto de las piezas, tmta de desarrollar la visión delprincipiante. Se mueve, pues, m terrmos previos a toda estrategia.El ajedrez se comidem en él desde el punto de vista subjetivo y se pretendedesarrollar m el aficio1lado !tl capacidad de combinar jugadas. concebir fines yanalizar eljuego. Se tmta de formar los rudimentos del órgano ajedrecístico. Perotodo esto se r(flliza dmtro de UII círculo de partidas de orden injerior. partidm cuyoesquemfl es muy simple. y que serlÍn mlly valiosm pam el que se inicia. porque a tmvésde ellas seformará 1112 concepto c!tlro y vívido del juego. Ciertamente tiende tambiénaformar ciertas idem erróneas que pueden difimltar su ulteriorprogreso;perofiícilserá trascender esos errores. Lo esmcial es colaborar para que el q/le aprmde pl/edafijar COI/ acierto SIl o:periellcia elememal. pam mí poder asentar sobre firme 1mxperimcias mlÍs sl/tiles. De aM qlle al afrolltar los rudimentos del juego hayamoscreído lIecesario 110 sólo exponer objetivamente lo rudimental en el juego. sinott/lrJbiéll prepamr rudillJmtariamente el órgano mbjetivo dei ajedrecista.COII esto se ha dicho que este libro primero de nuestro Trarado General deAjedrez se dedica especialmente a los aficionados que quieren iniciarse en elmovimiento de las piezas.Si logrll ser un ejiCtlz colaborador en sus primeros progresos. SIl fin habrá sidocumplido y nos comidem1emos satisfechos. pues habremos prePllmdo el camilla paralas e11Señanzas SIIperiores que emprenderemos en los siguientes vaIzímenes.Roberto G. Grau
  • 10. TRATADO GENERAL DE AJEDREZ 13La actuación ajedrecísticadeGrauEl autor de libro alizó dentro dd ajedrez, como autor, comoperiodista y como jugador, una campaiía qlle por su amplitlld, nds qllecomentada, debe ser seiíalada con cifras. fue profesor de ajedra dd Clubad¿tico River Plate; redacror de ajedrez dd diario La Naáól/ desde 1922 y dela sección Frente al Tablero, de tanta difusión en rolb América, } colabordorasiduo de las revistas Leopltil/ y ¡Aquí estd!. Fue director propietario de la revistaEl ajedrez americal/o desde 1927 hasta su muerte (ocurrida en 1944 cuandocontaba con 44 aiíos), y director de la extinguida revista El ajedrez argentil/o.Su campaíla como jugador, de la que reseiíamos sólo su acruación enromeos de primera categorÍJ, fue la siguielHC:::Aiío Ca!egorÍ:1 Torneo Coloc1) ICí PrillH:r; Círculo 2"1)17 Primer; Círculo 1"I)IH Primer; Club Argel1lillo tíOIJI ) Primer; Círculo 2"Ino Primcr, Círculo 2"Inl Primer; Círculo 1"Inl Il1lernacional Carr;l�co lo1)22 Nacional Club Arg:lHino 3"In2 Primera Círculo Gol1)23 Nacional V�b Sarsfldd 3°In3 Mayor Federación Argenrina 2°1)24 IIHernacional París 2" 11 )24 Mayor Federación Argentina 1"1)25 Internacional Mlln tevideo 2"I)2G Primer. Círculo 1"I)2G Mayor Federación ArgelHina l°In7 Primera Círculo 1"In7 Inu:rnacional Lllndn:. 50 X,"In8 Internacional SudamericuHl 1"I Abandonó en el ,,, (urno.l." dasit(Jd6n corresponde al ¡;rup" p,elimina, <]"" ¡;"n<Í E pues hll:go Sigllill jllg.illdos� porequipos.1 En lS{t" torneo jugó Rie o RClj, llut" ganó 1;. prueba fllera Jc t.:OIKUfsn.Jub<> en el " . t:lblcro.
  • 11. 14 ROlIERTO CRAUAno Categorí; Torneo Colocación1928 Internacional L-¡Haya 57 Jtí)1929 Primera Círculo 1"1929 Nacion;J Ros;u·io 1"1930 1nternacional San Remo 15"1930 Nacional Bodas de Plata 3"193 1 Primera Círculo 1"193 1 Mayor Federación Argentina 8°1932 Mayor Federación Argentina 2°19.32 Primera Círculo 1°1933 Primera Círculo 1"1934 Internacional Mar dd Plata 2°1934 Internacional I3uenos Aires 5"1934 Primera Círculo l°1934 Mayor Federación l°1935 Primera Círculo 2°1935 IIlternacional Varsovia 57 %1,1936 Primera Círculo 1" (Empatado)1937 Internacional E�tocolmo 7 1 % 71937 Primer, Círculo 4°1938 Inremacional Mirall1ar 5"1938 Mayor FederaciónArgentina l°1938 Internacional Río de Janeiro 4°1939 IllIernacional Círculo 7"1940 IllIernacional Círculo 2"1)40 1 nternacional Chile 2"Total: 40 torneos jugados, de los cuales ganó 17; llegó segundo en11; tercero en 4; quinto en 2; sexro en 1, séptimo en 1; octavo en 1;Y décimoquinto en el de San Remo. Actuó en otros cuatro torneos declasificación por equ ipos y no individual.MATCHESAño Adversario J. G.1920 V . Pernández Coria 6 I1926 Dami;ín Reca 8 31929 Isaías Pleci 4 41930 Isaías Pleci 8 21935 Luis Piazzini 13 41936 Jacobo I3olboch;ín 8 41937 Carlos Guimard 81939 Carlos Guimard 13 6 Se ,Ilernaron los ¡ugaJores en los JiSlinlOS (ableros.Jug6 en el ,... lablero.Actuó en el 2.1•• rahlrro.E P.3 2 Círculo4 1 CampeonatoCampeonato2 4 Campeonato7 2 Campeonato2 2 CampeonatoI¡ 4 Campeonato3 4 Campeonato
  • 12. TRATADO GENERAL DEAJEDREZ 1 5CAPÍTULO 1RUDIMENTOSREGLAS DEL JUEGO Y NOCIONES PRELIMINARESEL AJEDREZ. SU ÍNDOLE Y SU FINEl juego del ajedrez es un deporte intelectual.H ay en él lucha de i ngenios, y los e1emenros son las piezas o rrebejos y eltablero.Las piezas se dividen en dos bandos: blancas y negras, iguales en fuerza eiguales en formación. Estas piezas se mueven según las convenciones del juegoy el fin de las movidas, que se llaman más propiamente jugadas, es ganar el jUl:goal adversario, lo que se logra llevando a su rey a una panicular posición que Sl:llama mate.Por su índole, el ajedrez es enteramente un juego de habilidad. El jugador máshábil vencerá siempre al menos hábil. Y esta habilidad, que es e! órgano de! juego,se desarrolla con la práctica y con el estudio, no habiendo casos en que la maesrrí;haya sido alcanzada con la mera práctica ni con sólo e! estudio. En esto e! ajedrezse asemeja a todo arte y toda ciencia.El fin de este libro es contribuir al desarrollo de la habilidad en e! principiante.Enseñará a mover las piezas y a conducir el juego, y espera lograr su propósito,a cuyo servicio pondrá un lenguaje claro y abundantes ejercicios.
  • 13. 1 6 ROBERTO GRAUEL TABLEROEl ajedrez se j uega sobre un t:1blero cuadrado, compuesto de ocho hileras deocho casilbs cadJ una, casillas que son de colores claro y oscuro alternativamente,segllll muestra el diagrama N° l.Las ocho fibs de casillas horizontalesse llamall líneas.L:1S ocho filas vertic:1les de casillas sellam:1n columnas.El tablero tiene, pues, 64 c:1sillas quef<Hman ocho líneas y ocho columnas.Los diagramas N° 2 Y3 aclararán esto.LUmase di:1gonales :1 cl13lquier;¡ delos conjuntos de casillas de un mismocolor que cruzan en lílleJ recta el tablero,formando con bs columnas y líneas un�íngulo de 45". Entre las diagOldes, llá­nunse grandes diagonales bs que com­prenden ocho c:1sillas, que son dos,s:1ber bs que cruZ:1n el tablero partiendode sus vértices. Véase el diagrama N° 4.1l1:GRAJlA:--I" 2 DIACRAMA N° .1
  • 14. TRATADO (; ,NERAI. DE AJH1REí, 17-----_ ., ._-------GRAN DIAGONAL..J-t:ZOO-<iSDIAGONALDIACRAMA NnPOSICIÓN DEL TABLEROGRAN DIAGONAL..J NOTA:-<ZOO-<iSEs importJIHl (llll (,1princ.:ipi.lllllgrJhe: bicll (11 suimagill;Il:i(Jlllstos términos:CtllllINA, LlNb Y1)1,<:1111,11" , pues diosl"xpliclll darall1l"lIlll,1lIIoillliclllO dl las piel.;"lalllbién Illuchos drialk,stf;lIégicol dd jllll�o. seglín;ís add:1Il{l )1.: V{C:Al disponerse a jugar, el tablero se coloc. :í de modo que cada llllO ele losjugadores tenga a su derecha un rinclÍn de casilla blanc:En los diagramas gráficos el tablero se dispone suponiendo que arriba jueganlas negras y abajo las blancas.LAS PIEZASLas piezas de ajedrez son treinta y dos, a saber:PIEZAS DECOLORCLARO PIEZAS DE COLOR OSCURO� Un rey !! Un rey"f!! Una dama ! Una damaª Dos torres..,Dos torres�Jl. Dos alfIles 11 Dos alllle.-@ Dos caballos � Dos caballosB,. Ocho peones.Ocho peones.A.Las piezas de color claro se indican como "las blancas"Las piezas de color oscuro se indican como "las negras".
  • 15. 18 ,RTO CRAUCOLOCACiÓN DE LAS PIEZASAl iniciar�L: d juego las piezas van colocadas sobrL: el tablero en la formasigulL:ntc::,RAMA N"N( lTA: I l", eITOIlS suelc comctcr el princi­piantc cn I,¡ col"caci,ín dc las piezas:1 " Confundir la posici,ín del alfil con elcahallo, y 2" Colocar la dama en lugar delrcyy VICCVlTSa.btas dificultadcs sc vcnccn con S minulOs decjncicio. Basrad colocar la posici,ín correc­la, y conlúndiclHlo las piczas volver a coloclas. Repitillldo esta operación 8 {,lO veces,con rapidez crecientc, eliminará roda dudaposible .mlnc la colo(;lCión de las picz;La damaLa dama debe colocarse según se veen el diagrama N° 5, en casilla de sucolor (a la izquierda dd rey). La damablanca va en casilla blanca y la damanegra en casilla negra.MARCHA DE LAS PIEZASEl reyEl rey se mueve a cualquiera de lascasillas inmediatas a la que ocupa.El rey negro puede moverse a cual­quier casilla de su alrededor (marcadascon un punto negro).El rey blanco puede moverse a cual­quiera de las casillas indicadas por UIIpunto que se hallan a su alrededor.De este movimienw resulta que elrey tiene ocho casillas donde moverse,excepto cuando se halla en una casilla delas columnas o líneas externas dd table­ro, en cuya posición tiene sólo cincomovimientos (véase los movimientos ddrey negro en el diagrama N° 6). Cuandoel rey ocupa uno de los cuatro vérticesdd tablero, tiene sólo tres movimientos.La dama se mueve a cualquier casilla de la columna, fila o diagonales a quepertenece la casilla que ocupa.La dama puede moverse a cualquiera de las casillas señaladas por un punto enel diagrama N°7La torreLa torre se puede mover a cualquier casilla de la fila o columna a que pertenecela casilla que ocupa.La torre desde su posición puede moverse a cualquier casilla de las señaladaspor Ull punto L:n el diagrama N° 8.
  • 16. TRATADO GENERAL DE AJEDREZ 19DIACRAMA Nn (,DIAGRAMA Nn HEl alfilEl alfil puede moverse a cualquiercasilla de las diagonales a que per­tenece la casilla que ocupa.LJlACRAMA N"IJIACRAMA NnNOTA: Ohsérvese que por SIl acción el alfils la (Illica pieza que marcha siempre porcasillas Jd mismo color. (En el Jiagrama N"9 d alfil va siempre por casilb.� negra.�). Unalfil que va por casillas blancas no pueJcat;lCar jam;Ís directamente ni defender un;casilla negra, y lo inverso pasa con un allll quemarcha por casillas negras. Ohsérvese tam­hién (1 )iagrama N" 5) que al principio JcIjuego caJa jllgaJor tienc Jos alfiles, uno quemarcha por escaques o casillas hlancas, Y otropor las ncgras. Esto cs muy imporrantc parala estrategia Jd juego.
  • 17. 20I>lACIAMA N"NOTA: Conviene lile el principiallle obser­ve cuidaJosamenre el movimielllo del cahalloy se ejercire en electllarlo.El caballo,HAllUIAGIAMA lNOTA: Recuérdese que las piezas negr;esrán colocadas arriba y las blancas abajo,de moJo 1ue en los gráficos. los ;!Vanees ddhlaneo van para arriba y los avances del ne-gro p; ;¡bajo.El caballo marcha una casilla como torre y una como alfil, alejándose de:: lacasilla de donde sale.El caballo va de casilla negra a blanca y de casilla blanca a negra.Camina dos pasos, alejándose de la casilla en que se halla y cambiando de:: colorde casilla.(Ver diagrama N° 10.)El peónEl peón avanza en la columna en que:: se halla colocado. un paso adelantesolamente (no puede retroce::dcr nunca).Salicndo de:: su casilla inicial. o sea la quc le corresponde por la colocación delas piezas, pucde avanzar, según lo desee el jugador, tanto uno como dos pasos.De otra manera dicho: en su prime::ra movida el peón puede avanzar a la casillainmediata o a la siguielHe en la misma columna en que se halla. Después de estemovimiento sólo puede avanzar a la casilla inmediata de adelanre y siempre sinsalir de la columna.El peón blanco de la izquierda puede ocupar una de las dos casillas señaladaspor un punto (ver diagrama N° 11).El peón negro puede adelantar un paso en la columna.El peón blanco de la derecha puede:: avanzar un paso en la columna.
  • 18. TRATADO GENERAL DE AJEDRF 2 1LíMITE y MODIFICACIÓN D E LA MARCHA DE LAS PIEZASEl movimiento de las piezas se desarrolla dentro del tablero.Las casillas correspondientes a las columnas y líneas periféricas son casillasterminales para la marcha posible de toda pieza, como se ha visto por losdiagramas 6, 7, 8 Y 9. No se puede ir más allá.Además limitan los movimientos de las piezas dos factores principale.10 Pueden encontrar en su camino una pieza de su propio bando.En ese caso no es posible saltar sobreesa pieza ni ocupar su casilla. La casillainmediata anterior es la casilla terminalde su marcha. Sólo el caballo, comoveremos más adelante, puede saltar porarriba de las piezas de su bando y delbando adversario.En la posición del diagrama N° 12 elrey no puede ir a las casillas en que estánel alfil y la dama. De los cinco mo­vimientos que tendría, sólo puede efec­tuar tres. La dama está peor. No puedeavanzar en la diagonal porque el alfil selo impide. No puede avanzar en la co­lumna porque el rey se lo impide. En lalínea sólo puede efectuar una movidaporque el caballo le impide otros movi-IJlACllAM: N"mientos. La torre puede avanzar en la columna sólo un paso; el peón impide sumarcha. El alfil no puede retroceder en sus diagonales, pues el caballo y la damase lo impiden. En la gran diagonal puede avanzar sólo un paso. Una de las casillasa que podría ir el caballo la está ocupando el rey. En cuanto a los peones, el queestá adelante de la torre no puede avanzar porque otro que tiene delante se loimpide. Los otros dos pueden avanzar un paso.NOTA: De esto resulta que ulla pieza puede estar compleramellte inmovilizada por sus eom­pafieras.Veamos ahora el diagrama N° 13.En esta posición el alfil blanco no puede moverse ni tampoco el caballo queocupa casilla blanca. El rey sólo tiene una movida y el peón que está adelante delrey tampoco puede moverse.
  • 19. 2 2IJlACI(AMA N"lJlACRMIA N":RTO eRAUEXCEPCIÓNEl caballo hace excepción de estaregla (ver diagrama N° 14).El caballo puede saltar sobre laspiezas; pero la casilla a que se dirige nodebe estar ocupada por ninguna piezade su b;l.I1do.El caballo del rincón puede ocuparcualquiera de las dos casillas a quepuede ir , a pesar de hallarse encerradopor la torre, el alfil y el peón. El otrocaballo puede dirigirse a cualquiera delas casillas que le corresponden, a pesardel rey y de la torre; solamente el peónlimita su movimiento, pues no puedeocupar esa casilla, a la cual, SI noestuviese el peón, podría ir.2° Puede encolltrar también en sucaminoullapiezadel bando contrario.En estc caso no es posible pasarsobn: dla; pero la pieza que se muevepuede llegar hasta la casilla que ocupala pieza conrraria y romar posesión deella, con la excepción dd peón, queindicaremos más adelante.En este caso la pieza movida debeocupar la casilla de dicha pieza contra­ria, que debe ser retirada del tablero. Aeso se le llama capturar, comer o ganaruna pieza.En la posición del diagrama N° 1 5, jugando las blancas, acontece que: la damajugando en su columna puede llegar hasta el peón que se le opone. En ese casola dama cOl11e d peón. (La dama ocupa la posición del peón que debe ser retiradodel tablero.)La torre blanca, jugando en la columna, puede, igualmente, comer a la torrenegra. El alfil blanco, jugando en la gran diagonal, puede comer el peón negro,y finalmente, d caballo blanco puede ganar la dama o capturar el peón negro. Entodos los casos, la pieza que gana debe ocupar la casilla en que estaba la piezaganada.Ahora, si jugase el negro, la dama podría comcr, acruando en la columna, elalfil, y actuando en la diagonal, el peón.
  • 20. DIACRAMA N°TRATADO GFNERAL DE AlE 7.I JIACRATIA N°2 3La torre, actuando e n la columna, podría ganar la torre blanca.Excepción: El caballo puede saltar; pero si la casilla a que va está ocupada poruna pieza enemiga, la come, como se ha establecido para las otras piezas.En la posición que muestra el diagrama N° 16, el caballo blanco (que se hallaen el rincón y está encerrado por la torre, el alfil y el caballo negro) puede saltarsobre esas piezas y ocupar las casillas que le corresponden. El caballo negro puedesaltar asimismo a las seis casillas que le corresponden a pesar de la torre y peonesque lo rodean. Uno de sus movimielHos sería capturando el alfil.Esto suscita otro asunto tocante al movimiento de las piezas.CÚMO SE TOMAN LAS PIEZASComo hemos estando viendo, las piezas comen o capturan seglll1 su propiomovimiento (hace excepción el peón). Toda pieza (menos el peón) ataca lascasillas a que puede moverse, y cualquier pieza enemiga que se halle en llt)J deellas, puede ser capturada. El jugador que efectúa una jugada así ha ganado un;pieza al enemigo, el que, a su vez, ha perdido una pia.a. En todos los casos la piezaganada debe ser retirada del tablero y la pieza ganadora debe ocupar la casillaocupada por aquélla.Además, debe tenerse presente que comer no es obligatorio. El jugador puedeefectuar en cualquier posición, cualquier jugada, siempre que sea reglalllenraria.EL PEÚN.-EI peón no toma en el sentido de su movimiento. Torna, encambio, a cualquier pieza enemiga situada en las columnas colltiguas y en lacasilla de elkls que corresponde a la línea delantera de la que ocupa. Esdecir, tomaa las piezas enemigas como alfil; pero avanzando Ull solo paso y siempre paraadelante. (Ver diagrama N° 17.)
  • 21. 24l>lALRAMA N"lJlACRAMA N° IHTOMAR AL PASOROBERTO C;RAUEn esta posición el peón blanco de laizquierda no puede comer al negro de lacasilla vecina; tampoco puede avanzar.El peón negro está en iguaies condicio­nes: no puede adelantar ni comer. En laderecha, en cambio, el peón blanco pue­de comer al negro si le correspondejugar, y si le correspondiese jugar alnegro, el peón negro podría comer alblanco.Otro ejemplo de esto se muestra en eldiagrama N" 18.En esta posición los ocho peones de laizquierda están inmovilizados, no pue­den avanzar ni comer. Los cuatro peonesblancos detienen a los negrosy viceversa.En la derecha, en cambio, si el blancojuega, puede comer el peón negro concualquiera de sus dos peones, y si juegael negro puede comer con su peón cual­quiera de los dos peones blancos.Resulta de esto que una pieza, propiao enemiga, situada delante del peón ensu misma columna (casilla inmediata) ,lo priva de movimiento, sin poderlacomer.En la posición del diagrama N" 19no es posible mover ningún peón. Nin­guno de ellos puede ni adelantar nicomer.El peón goza de un privilegio especial en materia de captura de piezasenemigas. Si en una columna vecina el peón enemigo avanza dos pasos, segúntiene derecho a hacerlo en su primera Illovida, y nuestro peón está avanzado demodo que ataca la casilla intermedia (la casilla que salta dicho peón), tenemosderecho a capturar ese peón «al paso». El caso es muy sencillo: tenemos derechoa romar al paso a cualquier peón que, avanzando los dos pasos a que tiene derechoen su primera movida, viene a colocarse en la misma línea de nuestro peón y enlas columnas inmediatas. En caso de decidirse por esta jugada, se procedeexactamelHe COIllO si el peón hubiese avanzado un solo paso. Se retira el peóncapturado del tablero y se coloca el peón que come en la casilla inmediatamente
  • 22. T RATADO CENERAL DE ·.lWU.DIACItAMA N° 11LJIACItAMA N" 20El peón negro adelanta dos pasos,pasando por la casilla blanca que esr;vulnerada por el peón blanco. El blan­co procede como si el negro hubiesejugado un solo paso: come el peónnegro, que retira del rablero, y ocupala casilla blanca de la fila inmediara.Eso es tomar al paso.adelante de la columna a que pertenecíael peón ganado.Ejemplo (ver diagrama N° 20):El peón blanco tiene derecho a ;J,van­zar dos P;J,sos; pero al hacerlo debe pas;J,rpor la casilla blanca inmediara que esrávulnerada por la acción del pdm negro.El peón negro puede en este caso comeral peón blanco al pas;J,r, de la mism;manera que lo comería si ;J,V;J,n7.ase unsolo paso.El proceso de una caprura al paso seve en el diagrama N° 21:m _- -.�. • •- - -IJIACItAMA N" � 1El peón es la única pieza que puede tornar al paso. En el diagrarm. anrerior,si el peón blanco fuese un alfil, el negro podría avanzar dos p:1S0S su pdlll sinperderlo.
  • 23. 2 6Tomar al paso, COlllO cualquier otro caso de comer una pieza, es un derechoqlJl: puede ejercerse o no, según convenga al jugador. Pero se entiende que eseden:cho debe ejercerse en la primera jugada y como contestación inmediata alavance del peón contrario. Pasada esa oportunidad se habrá perdido ese derecho.JAQUEHemos dicho cómo se capturan las piezas. Agregaremos ahora que el rey nopuede ser capturado nunca; pero de acuerdo con lo establecido, la casilla en quese halla el rey, yel rey mismo, por tanto, pueden ser atacados. La acción de ponerI JlAGI(MIA N" 2luna pieza en tal posición que ataque alrey se llama dar jaque al rey, y cuando unjugador hace una jugada así, es costum­bre anunciarlo diciendo: "Jaque al rey"o, �ís simplemente: "Jaque" (Verdiagrama N° 22.)Del hecho que el rey no pueda ser·apturado, pero sí atacado, se deriva lasiguiente regla: el reyno puede permanecerni ponerse en jaque. Y un rey jaqueadodebe evitar el ataque a la primera jugada.E es una limitación efectiva almovimiento dd rey, pues no pudiendoponerse en jaque, hay jugadas que, aunestando normalmente dentro de lo posi­ble, no pueden efectuarse.En la posición del diagrama N° 23 elrey negro está en una casilla por la cualtiene ocho movimientos posibles; peropuede efectuar sólo tres. No puede mo­verse a ninguna de las tres casillas de lacolumna de la derecha porque la torrevulnera esas tres casillas y no puedemoverse en la columna que ocupa por­que el caballo vulnera las dos casillas.Sólo puede moverse a una de las trescasillas de la columna de la izquierda.MATEComo combinación de los dos prin­cipios anteriores, puede acontecer que elrey esté atacado y, sin embargo, no pue-* De acucrdo al reglalllenlll aclUal no cs ohligalorio.
  • 24. TRATADO e :.NERAL DE AJEda moverse. Esa situación es el "mate". Ental situación la partida ha terminado. Eljugador que ha puesto el rey contrario enmate ha ganado la partida.Con esto se ha dicho cldl es el fin quedeben perseguir los jugadores: dar mate alrey adversario.En la posición del diagrama N° 24 elrey negro está en mate. Lo ataca el alfil yno puede moverse porque las dos casillasde la columna en que se halla están vulne­radas por el caballo y las tres de la columnavecina están tomadas por la torre. En estaposición el negro ha perdido.El objeto de todas las jugadas y de[Odas las combinaciones es directa o indi-I>IA<;IAMA N" l·írectamente dar mate al rey adversario y evitar que lo reciba el propio.2/En general no es común que se den mates. El jugador que comprende que supartida está irremediablemente perdida, suele abandonar. La costu mbre en tale.condiciones es inclinar el rey y decir la palabra "Abandono».Hay también circunstancias en que no es posible dar matc y circunstanciasque hacen considerar la partida nula. En esos casos la partida es tablas.LA PARTIDA TABLASEl reglamento estalrlece que la partida de ajedrez es tablas cuando d rey deljugador (el que le corresponde jugar) no se encucntra en jaquc, y le es imposibleal jugador efcuuar ninguna movidareglamellt:nia.Si en la posición del di:¡grama N° 25le toca jugar alnegro, la partida es tablas,pues el rey negro no cstá en jaquc y nopucde movcrsc. (Sus peones no pucdenavalll.ar comcr y el n:y no puedcmoverse sin caer en jaque.)Esto se llama tablas por ahogado.Adem; ,la panida puede reclamarsetablas cuando el jugador demuestre <luepuede dar una serie perpetua de jaques alrey advcrsario.En d diagrama N° 26 d negro,si letoca jugar, puede reclamar tablas la par-I>IA<: tida, pues puede dar continualllente ja­que al rey con d caballo, lIevindolo a a2
  • 25. 2 8 ROBERTO CRAUy volviendo luego a su actual casilla, yasí indefinidamente, pues después del. €}a2+, 2. �bl,�c3+, siel rey fuera a al, seguiría § a2 mate.Este es un caso de tablas por jaquecontinuo.Además es automáticamente tablasuna partida cuando queda un final dereycontra reyo reycontra reyy alfil o reycontra rey y caballo; porque no es posi­ble dar mate con esas piezas.Finalmente la partida puede ser de­clarada tablas por decisión de los dosjugadores, en caso que consideren suposición como incapaz de permitir espe­rar otro resultado .El rcgl.lmcllIo eSlahlcce otras circunstancia.� en que la partida cs tablas. pero son de muy raraaplicaciún. LIS ponemos para luc los aficionados lo sepan. a simple rítulo informativo. pues pocasveces podrán pre!>en(;Írseles tales casos.10.3 L, partida es labias cu.lIldo el rey del jugador al que le toca jugar no está en jaque y dichojugador liD dispone de ninguna jugada legal. En eSle caso se dice que el rey está "ahogado" Estotermina inmediatamelllc la panida.1 0.4 I.a partida es rabias cuando se presenta alguno de los siguicntcs finales.a) Rey colltra rey.b) Rey contra ley y alf.1 o caballo.el Rey y allil contra rey y alf.l. siempre que los dos alf.1es se muevan sobre diagonales del mismocolor.Esto termina illmediatamcnte la partida.10.5 Un jugador lue cucnta sólo con SIl rey no puede ganar la parrida. Si el rival del jugador querimc solamcnteel ley cxcede el tiempo asignado o deja bajo sobre una jugadailegal la partida debeser dedarada labias.1 0.6 I.a partida es rabias por acuerdo enrre los dos jugadores. Esto rermina inmediatamente lapartida.lJ11 jugador sólo pucde proponer rabias. de acuerdo con el artículo 1 0.6. inmediaramente despuésdc mover una pieza. formulada la propuesta. dicho jugador acciona el reloj de su rival quien pucdcaceptar o red,; .ar la propuesta (que siempre debcd tomarse como incondicional) ya sc;oralmelllc (1 complerando una jugada. La propuesta de tablas es v;ílida hasta quc el rival la acepta() la rechaza.1 O.S Si un jugador propone tablas cuando el reloj dc su rival está en marcha y esrá considerandosu jugada. ésle puede aceplar o rechazar la propuesra. El árbitro puede sancionar al jugador quepropone rabias de esta manera.1 0.<) Si un jugador propone tablas mientras su propio reloj está en marcha. o después de haberpuesto bajo sobre su jugada. el riv;11 puede demorar su decisión hasr;1 ver la jugada de quien ofrecetablas.1 0.10 La panida es rabias. si lo reclama el jugador al que le roca mover. cuandu la misma posición.
  • 26. AJI. 29GrilÚ(/{lo en madera qlle ill/Stra 1111([ /llrJiríll ing/(J(I c/e/lil,,o c/r ClSsolis titll/ar/o Calllc andplaye of [he chcsse. imprlso m Londres. alrededor de /180.por rcrecra vn.. al va a producirse} alHicipad;llllclHc el jugador lll;lIlilic. ;ílbi[lo su imcnciúnde haccr esa jugada} adcm;ís la anota cn su pl:u11l1a, o b) acaba dc plOducirsc. corre�rondiéndolemovcr las rres veces al mismo jugador.Sc considera la misma posici,ín cuando las piezas del mismo ripo y color ocupanla.smislllas casillasy las mismas piezas disponcn dc los mismos movilJlilllrllS posibln. induido el derecho;y a eaprurar un peón al paso.10.11 Si un jugador hace una jugada sin reclamar tablas pOI alguna dc las [;11Onl. ·specilicadas.pierde el derecho a hacerlo. No obstamc. ste derecho le cs resrituido si la misma posici¡Jtl seproduce nuevamente correspondiélldole nlOlCf al mismo jugador.10.12 La parTida es tablas cuando un jugador. en c1momcl1[o que le corrcsponde jugar. redamatahlas y demuestra que se hall hecho. al mcnos las ¡rlrimas 50 jugadas consccutivas, por b;1I1do.sin que se haya producido IIna (ap[llra de pieza y sin l"C se haya movido 1111 le<Íll. ElmlI1lclo
  • 27. 30 Jno CRALJDOS MOVIMIENTOS EXTRAORDINARIOSl° EL ENROQUESe ha convenido conceder al reyun recurso especial, lI1edi: unajugada yue puede dl:cruar una solavez en la partida. Comiste esa jugadaen un movimic nro combinado del reyy la (Orre, yue se denomina enroque.Para efectuarlo deben estar d rey y latorre en la primera línea y en suscasillas iniciales y no debe haber pie­zas entre dios, y se procede dando conel rey dos pasos en dirección a la 10m:con que se va a enrocar. Después setoma la rorre y se la coloca aliado delrey en la misma líne: pero saltandosobre él. Viene así la torre a pas: alotro lado delrey. Ambos movimicn rosson una sola jugaJa.Si el rey se enroca con la torre delrey -que es la que tiene más cerena-, elrey ocupar:í despuésdel enro­que la casilla original del caballo y latorre la casilla del alfil. Si el enroque e.con la torre de dama --la nds lejanaal rey-, el rey ocupad la casilla delalfil y la torre la de la dama. (Verdiagrama N° 2H.)El enroque con la IOrre del rey sedenomina "enroque corto" El en­roque con la (Orre de dama se de­nomina "enroque largo":I(¡N ANTE. :NIWCAR:Y AVANf.: I )OS PASO� I IAUA lA TORRE.LA TOIUE PASA A OCUPAR lA CASILLAINMEDIATA Al. REY, SALTANDO SOIlRE CoSTE.EjEIvIIIO DE LA IOSIClON I.N (lllE DEBENCUJ.(lCAIlSE El REY Y LA TORRE DESIlIl.SDEI. EN IH)(lUE CllN LA TORIlE DE DAMAIlIAGRAMA N" l.de 50 jllgadas se Pllede alimentar para dnerminadas posicione., siempre lJlle taIJ[O el número dejugad.ls y las posiciones. hayan sido daramenle comunicadas por los organizadores antes decomenzar el certamen.10.13 Si un jllgador reclama lahlas de aCllerdo con las condiciones previstas en el artículo 0. Oy/o 0.2, el :írhiuo debe primero detener los relojes mientras se investiga el reclamo. Si el :írhitrono estllviera preSClHe el jllgador Pllede delener amhos relojes y convocarlo.
  • 28. TRATADO G EN ERAl. DE AJ E j IDIAGRAMA N° 2� I JlACRAMA N°Para efectuar este movimiento se requiere:l o Que ni el rey ni la torre afectados por el enroque se hayan movido antes.Ambos deben hallarse en sus casillas iniciales y no haberse jugado antes.2° Que entre el rey y la rorre no haya ninguna pieza propia ni contraria.En la posición del diagrama N° 29 el rey blanco no pu ede en rocar, porquese lo impide el caballo blanco. El rey negro tampoco puede enrocarse, porqueentre el rey y la torre está el alfil blanco. S;Íquense el alfil y-él caballo y ambospodrán enrocar.3° Que el rey no esté en jaque. No es lícito rehuir un jaque enroc:í.ndose.4° Que el rey no se ponga en jaque ni pase por una casilla en tales condiciones.En laposición del diagrama N° 30 el rey negro no puede enrocarse porque estáen jaque, que le da el caballo. El rey blanco no puede enrocar largo porque va acaer en jaque y no puede enrocar corto porque pasa por jaque. El alfil blanco delas negras vulnera la casilla contigua al rey por donde éste debe pasar para ocuparla posición del enroque.Ejercicios para dominar el enroqueA muchos principiantes suele resulrarles complicado el movimiento delenroque. A quien así le suceda le recomendarnos que coloque el rey y las torre.en su posición inicial y efectúe repetidas veces el enroque largo y repel idas vecesel enroque cono.a) Si el reclamo es correclO, la partiJa es tablas.b) Si el reclamo es incorrecto, el árbilro debe caq,:ar ) lIIinllto.� al ticlllpo del rlcbmanrc. Sihacer est¡, el ju�aJor reclarnanre excediera SlI tiempo asi�nado, perdcd la pan ida. 1k no ser asíla partida continuará y el j ugador que haya inJicado una jugada .�cglÍn el arlÍudo 1 0. 1 () e.obligado a hacerla en el tablero.c) El jugaJor que haya reclamaJo bajo Ia.� previsiones de e. () no pucdc rctirar d r"c1amo.
  • 29. 32SEG UNDO MOVIMI ENTO EXTRAORDINARIO:CORONAMI ENTO DEL PE()NUn peón puede, por sus sucesivosavances, llegar a la última línea del table­ro. Si logra hacerlo, se dice que ese peónse corona, y el jugador que corona unode sus peones debe rransformarlo inme­diatamente en cualquier pieza de su co­lor, excepw rey y peón. Este es uno de losrecursos más comunes para acrecentarlas propias fuerzas.En la posición del diagrama N° 3 1 sijuega el blanco puede avanzar un paso supeón y cambiarlo por una pieza. Si juegael negro puede hacer lo mismo.En el diagrama N° 32 se muestra laposición que quedaría si jugase el blancoavanzando su peón y respondiese el ne­gro adelaIHando el suyo y ambos pidie­sen dama.Como se ve, los peones han desapa­recido y en su lugar se han colocadodamas ocupando las casillas que habrí,debido ocupar los peones con su avance.NOTA: Un jugador puede tener asídos o más damas y lo mismo tres o cuatroalfiles, con lo que se dice que un peónpuede transformarse en cualquier pieza,aunque el jugador tenga las que de salidale correspondcn. Así, un jugador queconscrva las dos torres al coronar unpeón , puede pedir una nueva torre.La picza más comúnmeIHe pedida esla dama, porque es la más fuertc.RITMO DEL JUEGODIACRAMA N"DIAt.;RAMA N"Cada jugador efectúa una jugada a la vez. Responde el adversario, contesta eljugador, y así succsivameIHc. Las jugadas se efectúan, pues, alternativamente(una las blancas y una las negras), y así hasta la terminación dc la partida.La primera jugada -quc se denomina la salida- deben efectuarla las blancas,y siendo la salida una vcntaj. , es costumbre sortear las piezas.
  • 30. TRATADO GENERAL DE AJ EDREZ 3 3NOTA: El saneo suele efectuarse así: se esconde en una mano u n peón negroy en otra un peón blanco y se dan a elegir al adversario las manos cerradas,correspondiéndole las piezas del color del peón que estuviese en la mano elegida.Con lo dicho, el principiante tiene todo lo necesario para aprender a moverlas piezas con corrección. Antes de seguir adelante debe aprender la nomenclaturadel juego, que pasamos a detallar.NOMENCLATURACon el fin de poder anotar y reconocer las jugadas, se han inventado variossistemas de notación. Los más usuales son el algebraico y el descriptivo. Esteúlrimo era el más común en la Argentina hasta hace unos años en que ladisposición de la F.l.O.E. dispuso el algebraico como el sistema obligatoriooficial, y es el que se adoptará en la actualización de este libro.SISTEMA DESCRIPTIVOComo se ve, cada columna se de­signa con el nombre de la pieza queocupa la casilla de la primera línea, enla posición inicial. Así, la columnatorre de dama se llama así porque enesa columna, en ambos extremos, es­tán colocadas, al iniciarse el juego, lastorres de dama de ambos adversarios.La columna llamada de dama se llamaasíporque, en la posición i nicial, estánen ella las dos damas. Y la columna enque, en esa misma posición, está elcaballo del lado del rey, se denominacolumna del caballo del rey.Abreviando, estas columnas se de­signan por sus iniciales, de esta mane­ra:T O - Torre de damaC O - Caballo de damaA O - Alfil de damaO - DamaR - ReyA R - Alfil del reyC R - Caballo del reyT R - Torre del reyCISCIS�� "O"O �11) cat:�� U:>-.CIS 11)�...6JfO ..."O CIS =a 11)CE � :>-.� � t:< el � U �DIAGRAMA Nu .13
  • 31. 34 ROIERTO G RAULas líneas se distinguen numerándolas de 1 a 8; pero se les otorgan dosnumeraciones: una, a contar desde el bando blanco, que llama línea 1 donde estánlas piezas blancas, línea 2 a la que están los peones blancos, y así hasta llamar 8a la línea en que están las piezas negras. La otra numeración, que corresponde alas negras, es al revés. Llama 1 a la línea de las piezas del negro y sigue llamando2 a la de sus peones, y así hasta 8, Ia línea de las piezas blancas. Al describir jugadasblancas se adopta la primera numeración y la segunda, al describir jugadas negras.Véase al respecto el siguiente cuadro:Línea 8 del blancoLínea 7 del bla ncoLínea 6 del hla ncoLínea. 5 del blancoLínea 4 del hlancoLínea 3 e1el blancoLínea 2 e1el hlancoLínea 1 e1e1 hlancoLínea 1 del negroLínea 2 del negroLínea 3 del negroLínea 4 del negroLínea 5 del negroLínea 6 del negroLínea 7 del negroLínea 8 del negroDe la combinación de la designación de líneas y columnas resulta que lascasillas tienen dos designaciones, una para las blancas y otra para las negras.Para las blancas se llaman como se indica en el diagrama N° 35.Para las negras como en el diagrama N° 3G.
  • 32. TRATADO GEN ERAL DE AJ EDREZ 3 5Ambas dependen de la simple coincidencia de los nombres de las columnasy las líneas y son muy fáciles de recordar.NOTA: Para dominar esta nomenclatura el aficionado puede tomar diagra­mas y señalar para sí las columnas T D, C D, A D, D, R, A R, C R y T R; después.al azar, A R. C D, R. T R, TO. y luego las líneas como las cuenta el blanco y comolas cuenta el negro. Después señalará la posición de las piezas, por ejemplo: el Aen 3 T O, el rey en 2 T O, la dama en 3CR, peones en 2CO, 3AO. 4 D, Y asíhasta que comprenda inmediatamente las características que, por esta nomencla­tura, corresponden a cada casilla. Pocos minutos bastan para comprender estoperfectamente.LAs PIEZAS: Las piezas en la nomenclatura descriptiva se designan por la inicialde su .nombre.Así Rey se pone R; Dama, O; Torre, T; Alfil A; Caballo, C; Peón; P.Además, completan estos signos los siguientes:Enroque se designa así: O - 0, si es corto o del lado rey, y O - O O. si eslargo o del lado de dama.Jaque. se simboliza con una pequeña cruz + puesta al lado de la jugada.Mate con dos cruces + + o la palabra mate.Tomar una pieza con un signo por: x.Además suele emplearse al comentar panidas el signo de admiración ( ! ) paLsefialar una jugada buena. y un signo de interrogación ( !) para señalar lIna mah.Estos son todos los elementos de la nomenclatura del ajedrez.He aquí un ejemplo de cómo se aplican:Blancas: Negras:1. P 4 RSe lee: peón 4 rey, y significa queel blanco debe poner un peón en sucasilla 4 rey.1. P 4 RLéese peón 4 rey, y significa quelas negras deben poner un peón en sucasilla 4 rey.El tablero después de esas dos ju­gadas, es el diagrama N° 372. A 4 AAlfil 4 alfil, quiere decir que elblanco pone un alfil en la línea 4 de lacolumna de alfil.2. .... C 3 A DCaballo 3 alfil dama. El negropone un caballo en la casilla 3 A D.
  • 33. 3 6 ROB ERTO GRAU-------- --------DIAGIlAJ"tA N" 38He aquí la posición a la segundajugada. El blanco ha puesto su alfil en4AD y el negro su caballo en 3AD.3. C3ARCaballo 3 alfil rey. El blanco ocu­pa la casilla 3 alfil rey con su caballo.3. CSDCaballo S dama. El negro pone sucaballo en la S" casilla de la columnade la dama.Se ha efectuado la J jugada. Elblanco puso su caballo en 3 A R Y elnegro en S D. Obsérvese el diagramaN° 39.4. C x PCaballo por peón. Las blancas co­men el peón con el caballo.4. D 4 C!Dama 4 caballo. Las negras con­testan llevando la dama a 4 caballo. Esésta una jugada buena (!).DIAGRAMA N° 10Obsérvese cómo se han realizadolas jugadas designadas.S. C x P ACaballo por peón alfil. Quiere decirque el blanco con el caballo comió elpeón del alfil. Agrégase el detalle (al­fil) porque el caballo podía comertambién otro peón.S. D x PCDama por peón de caballo. Tam­bién aquí se agrega el detalle, porquela dama podía comer otro peón.
  • 34. TRATADO G ENERAL DE AJ EDREZ 3 7Obsérvese gue el caballo blancose ha comido d peón de alfi l dd rey yla dama negra d peón cabal lo cid rey.G. T I ATorre 1 alfil. El blanco j uega la(Orre a 1 alfil.G. D x PR +Dama por peón rey. Se agrega eldetalle (rey) jaque, para evitar el eguÍ­vaco posible, pues la dama podrí;comer 3 peones y dos de ellos conjaque. Se anot; adends que la j ugadaes jaque (+).(VéaH tliagrmnfl N° 42)La to rre blanca y la dama negra sehan lI1ovido.7 A2RAlfil 2 rey. El alfil retrocede a 2 rey.7 CGAi +El caballo negro va a G alfil y damate al rey. (Diagr; a N" 43.)El al fil bla nco ha cubieno lación de la dama, evitando d jaque;pero el caballo negro ha ido a G alfilreyy da mate, por cuan (O !lO puede sercapturado por el alfil, ya que, comohemos d icho, el rey no puede ponerseen jaque } si A xC qUt:lhrí a jaqueadopor la dama.H emos vis(() cómo se anota unaparrida.
  • 35. 3 8 ROBERTO G RAUD)AGRAl,IA N° 11Los nllmeros puestos a b izquier­da corresponden al número de b ju­gada. Así 6. e 3 A o quiere decir queb6"jugada del bbnco es e 3 A o y6.e 3 A o luiere decir que b 6"jugada del negro es e 3 A O. Lasjugadas se anoran poniendo primerob pieza que se mueve y en segundotérmino la casilla donde va o la piezaque come. euando son dos piezas bsque pueden ir a una casilla, los doscaballos o las dos torres, para aclarar sepone cuál es la que va, así: e020 o e(de le) 20 si se desea aclarar debida­mente la jugada. Quiere decir que elcaballo de la dama va a 2 O (se deduceque en esa posición el e de R tambiénpodía ir a dos dama). Se dirá TR x Pen el caso que las dos torres puedancomer un peón, para demostrar cuálde las dos es la jugada efecruada. Sedid PR x PA para designar que el PRcome al PA, y se pone PR porqueseguramente dos peones podían co­mer el P y se pone P A porque segura­mente el P R podía comer dos peones.Ejemplo en diagrama N° 44:Si se pone P x P quedamos perple­jos; el peón reypuede haber comido alpeón de la dama o al peón alfil o elpeón caballo puede haber comido alpeón alfil.Si se pone P x PA tanto puede serel peón caballo como el peón rey elllue coma.Es neces:uio poner, pues, PR x PA.De roda esto se deduce esta reglageneral de notación:Hay que poner todos los signosnecesarios para designar la jugadasin posibilidad de error y no ponermás signos que los necesarios.
  • 36. T RATADO G EN ERAL DE AJ EDREZ 3 9SISTEMA ALGEBRAICO*a b c e! e f g h� a87(l5-l,.a b c d c f g h, NUla dcl llHlbli(JcioIlC.·,dL· I �82 rig� el ,i,(cm.1 :dgcbr:El sistema algebraico, cuya crea­ción data de siglos, y que con elcorrerdd tiempo se es[ableció C0 l 10preferido en la mayor parte ddl1u ndo ajedrecístico, por resolu­ción en los últimos congresos de laFederación I nr ernacional de Aje­drez,se incorporó oficialmelHc parasu forma de anotación en todos lostorneos y certámenes con rankingi nternacional. De hecho el sisre.madescri ptivo, muy en boga en lospaíses de América Latina, ha q ue­dado relegado, ocupando en estosmomentos el sistema algebraico lam ayor divulgaciól y llI uy en espe­cial en toda la gama de i n forma­ción dentro de la liter; ajedre­císticCon la presentación de los si­guient es diagramas ofrecemos estadescripción del tablero p; a la no­tación algebraica, que es muy sil1-pie yse basa en la lectura y escritur;de letras y ci li·, (Diagrama N°45a.)Si colocamos el tablero sobre lamesa para qu� tengamos la casillaclara de la esquina a la derech;(como lo establece el reglamenrao) ,se observad que existen ocho co­lumnas verricales y ocho l íne;horizontales.La marcación de las colum nascon letras min úsculas de: a, b, c, d.e, f. g Y h, de izqu ierda a derecha,en el orden del abecedario y laacióll de las líneas horizon-
  • 37. 4 0 RO B E RTO C ; RAUcales con las cifras de1 a S comenzando siempre del lado de las blancas es válidopara ambos jugadores.Cada una de lascasillaso escaques,quedadefinida por lacombinación deuna lecra,queseñalalacolumna, yde una cifra, que indica la línea, escableciéndose un "nombre"para cada una de eSCas casillas, de modo permanelHe. (Diagrama N° 45b.)Las casillas escán señaladas invariablemente del lado de las blancas y e!adversario que lleva las negras no ciene a su izquierda la casilla "a 1 " sino "h8" y,que de su lado van las líneas horizomales de S a l .Al iniciarse e! j uego, las piezas blancas se encuencran sobre las líneas 1 y 2 Ylas piezas negras sobre las líneas 7 y 8.A cont in uación una breve indicación de cómo se debe proceder para anocaruna panida o una posición de ajedrez.En una panida, las piezas, salvo los peones, se designan por la inicial y essuflcielHe indicada casilla de su ubicación ocasional. El movimielHo de las piezasse reproduce a través de las indicaciones de las mismas casillas. A la letra inicialde la pieza, salvo e! peón (o su figurín como en los modernos Hatados) se agregala casilla de partida y la casilla de llegada. En la nocación abreviada se omite lacasilla de partida.Así lbe1 -f4 significa que e! alfil sobre la casilla e 1 se juega a la casilla f4 y enforma abreviada se anota .fb f4. O bien e7-e5 sign iflca que el peón sobre la casillae7 se juega a e5. Abreviado: e5.Cuando dos piezas similares pueden llegar a la misma casilla, la anocaciónabreviada se compleca de la manera siguiente: si por ejemplo, dos caballos de!mismo color se hallan en gl y d2 respeccivamente, ambos pueden acceder a lacasilla O, y si así fuere se escribirá en este ejemplo: �g l -f3 o si fuere �d2-f3,y en la nocación abreviada �gf3 o @ df3. Y si dos caballos del mismo color seencuenHan en g 1 yg5, tambiél� pueden acceder a la casillaf3, y se escribirá�g1 -f3 o � I f3 y @. g5-0 o �5f3 respectivamente.Los enroques se anotarán del mismo modo como en la anotación descriptiva,a saber: O-O entoque con la torre de h 1 o de h8 (enroque cono) y e! enroque0-0-0 con la torre de a1 o de aS (enroque largo).Son iguales los demás signos y abreviaturas: x indica la capcura y puedeeliminarse en la abreviatura de los peones, quedando solo señalado e! transladode una columna a otra, por ejemploe2xd3, puede abreviarsecd3. La captura conlas piezas puede indicarse también agregando detds de la pieza dos pumas (: ).Por ejemplo: �xf4 se puede anotar también con � :f4Si un peón tol�1a al paso debe indicarse el lugar a donde llega el peón. Ejemplo:a:b6; fg3; e:dG, etc.Los demás signos son similares al sistema descriptivo.+ Jaque+ + Mate.! Buena jugada.? Mala jugada.La anotación algebraica facilita reproducir las partidas de los libros y revistas
  • 38. TRATADO GENERAL DE AJEDREZ 4 1de la literatura ajedrecística mundial, pues solo la indicación de la pieza figura allícon una letra del abecedario del idioma extranjero, lo que no es difícil de conocery aprender, por tratarse solamente de cinco letras.Para que el lector se f3.miliarice con la notación algebraica, agregamoscontinuación un ejemplo:BLANCAS: DR. C. SKALlCKANEGRAS: DR. MICHELC;A�I11ITO ! l EOLI M PiADA DE A)EDREZ. IRtCA.1 d2-d4 d7-d52. c2-c4 e7-e63. � b l -c3 � g8-f64. i!. c l -g5 � b8-d75 . e2-e3 i!. f8-e76. � g l -f3 c7-c67 a2-a3 O-O8. i!. fl -d3 d5xc49. i!.d3xc4 c6-c51 0. O-O b7-b61 1 . � d l -e2 i!.c8-b71 2. fi fl -d 1 c5xd41 3. � f3xd4Se amenaza 1 4. � he6, fxe6;1 5. Jixc6+, � h8; 1 6. Jixf6, y lasblancas recuperan la pieza con la ga-ancia de dos peones.1 3. � f6-d51 4. i!.g5xe7 � d5xc3Después de 1 4. i!i xc7, lasbLlllcas g.lI1an un peón: 1 5. Jixd5,exd5; 1 6. @ 5, i!ie6; 1 7. @ xd5!,Jixd5; 1 8. § xd5!, @ f6; 1 9. § b5,a6; 20. @ d4, y la torre blanca sesalva.1 5. �e2-g4El prólogo a una bonita combina­ción.15.1 6. � d4xe6!�d8xe7f7xe6Las negras no encuemran la mejordefensa: 16. ....., g6; 17 @xf8 , @ eS;1 8. § d7!,i!ixf8!; 1 9. i!id4!, @ xc4;20. i!ixc3, Jic8!; 2 l . § d4, @ eS;22. i!ic7, i!ic5!; 23. § d8+, �g7;24. § el , i!ixc7; 25. § xc7, Jib7;26. § xa8, Jixa8; 27. § xa7, y no esfácil para las blancas forzar la victori:1 7 fi d l xd7!Malo sed: 1 7 �xe6+, � 118;18. E hd7, por 18. ..... , ,§f6; 1 9. f3,�c8!; 20. ª d6, � h5 Y las negrasganan una pieza.1 7. . . . . �e7-f6
  • 39. 4 2_.-_.-1 8 . � g4xe6+1 9 . Jic4xeG+20. ft d7xb72 ] ft b7-f7ROBERTO C RAU----- --------� f6xe6�g8-h8� c3-e4ft f8xf722.23.24.2 5 .Jie6xf7�glxf2� f2-e2ft a l -f1 !� e4xf2ft a8-f8ft f8xf7( 1 -0)PARA COM PRENDER LAS PARTI DAS EN I DIOMAS EXTRANJEROSComo estos sistemas son universales, dom inando ambos pueden reproducirsepart idas de cualquier idioma con sólo saber la in icial que emplean para cada pieza,pues la designación de las casillas es igual .Para ayudar a los aficionados en este punto, agregaremos el siguien te cuadro:PIEZAS FRANCf.:S INGLL� ALEMÁN ITALIANO RusoRey. . . . . . . ... . . . . R K K R Kp.Dam: [) Q D D cll·rorre.. . . . .. . . . . . T R T T JIAlfil. . . . . . . . . . . . . . . r B L A CCaballo C Kt. S C KPeón r p B P nEnroque largo 0-0-0 { IOllg 0-0-0 0-0-0 0-0-0Enroque corto o-ocastlcso-o o-o O-OsllortJaque + +
  • 40. TRATADO GEN ERAL DE AJ EDREZ 43LÉXICO COMÚNEn ajedrez úsanse muchas expresiones con las que es menester familiarizarsepara comprender el senrido de lo que dicen comenraristas y rraradisras. Son porlo demás expresiones muy úriles que faciliran la clara comprensión del juego.Señalaremos por ahora las principales rocanrcs a rablero y piezas. (DiagramaN° 46.)Al.A DE l.A DAMA. - La mirad del rablero que comprende las columnas TD, CD,A D Y O, o bien "a" "bu "c" y "d"Al.A DEL REY. La OUa mirad que comprende las columnas T R, C R, AR YR, o bien "h" "g" "f y He"PIEZAS MAYORE. La dama y las rorces.PIEZAS MENOIZES O ÁG Los caballos y alfiles.CENTRO. La paree cCIHral dd rablero, que comprende las cu;uro casillasccnrralcs 4 R Y 4 0 de negras y blancas, o bicn e4, d4 , cS y dS. Por exrcnsión las1 6 casillas cenrrales (diagrama N° 47) .PEONES CENTRALES. Los peones de rey y dama de ambos bandos y porexrensión los dos peones de alfil. O sea peones e, d y rambién e y fCASll.lAS BlANCAS. - El conjulHo de casillas por donde corre el alfil blanco. Sonrreinra y dos.CASillAS NFt;IZAS. El conjunro de casillas por donde corre el alfil negro. Sonrreinra y dos.CORONAR UN PEÓN . - L1cvarlo a su última línea y rransformarlo en una picza.��__,J.......__..."1ic...__... ....__�A...__.......__.I"V VALA DE DAMA ALA DE REYDIAGRAMA N° 4(,
  • 41. TRATADO GENERAL DE AJ EDREZ 4 5CAPÍTULO 11EL AJEDREZ Y SU ÓRGANOHemos pasado revista a los elementos del j uego. Hemos enseñado losmovimientos de las piezas y aclarado el fin del juego. Hemos tocado tambiénotros asuntos preliminares, tales como el léxico más elemental referente al tableroy las piezas, y la nomenclatura usual en ajedrez, con lo cual estamos capacitadospara seguir adelante ocupándonos de enseñar cómo debe jugarse al ajedrez.El ajedrez es un juego sumamente complicado. Cada jugada y el juego enconjunto requiere un proceso mental; una especie de cálculo de consecuencias.Debemos pensar en las consecuencias de nuesrras jugadas y en lo que puedeintentar el contrario. Este cálculo puede ser largo o corto, puede ser exacto oerróneo. Dícese en general en estos casos que el jugador «ve mucho.. o «ve poco» .La palabra «ve.. y la referencia a la visión úsase, naturalmente, en sentido figuradoy resulta muy útil porque nos da una palabra para denominar el órganoajedrecístico, o sea el conjunto de cualidades que intervienen en el proceso mentaldel ajedrecista. Adoptaremos esta palabra por mera comodidad y llamaremos«visión» al conjunto de condiciones que hacen posible jugar al ajedrez. Diremosque los jugadores juegan bien porque ven mucho y con certeza.Diremos que juegan mal cuando ven mal. De quien pueda mentalmenteabarcar consecuencias lejanas, diremos que ve mucho, y de quien sólo puedaabarcar lo cercano diremos que ve poco.Aceptado esto, tenemos que quien desee jugar bien al ajedrez debe desarrollarsu visión del juego, hacerla clara y segura. Nosotros, por nuestra parte, haremoslo posible por ayudarlo en esta tarea. Le hemos enseñado las reglas del juego;ahora, corresponde que le ayudemos a «ven> claro en lo tocante a este punto.
  • 42. 4 6 ROBERTO GRAUDISTINCIÓN ENTRE LA VISIÓN INMEDIATA Y LA VISIÓNMEDIATALa visión del ajedrecista tiene dos aspectos: puede ser inmediata o mediata.Si el adversario pone una pieza en una casilla que está dominada por nosotros,inmediatamente se ve que podemos ganarla. Si existe un doble con el queg:lIlamos material, inmediatamente debe verse. Pero pueden obtenerse otrosbeneficios de manera que, inmediatamente, no pueden verse en modo alguno,pues sólo un largo proceso mental puede hallarlos. Esto es lo que llamamos visiónmediata. Definiendo:l o Llamamos visión inmediata a la capacidad de ver lo inmediato del juego,es decir, aquello que el juego presenta inmediatamente, sin que sea necesariorazonar para verlo.DIAGRAMA Nu �8DIAGRAMA N° �9En el diagrama N° 48 se ve in­mediatamente que si juega el negro, con� f7+ gana la dama; y si juega el blanco,mediante �a5+ gana el caballo.2° Llamaremos visión mediata a lacapacidad de ver consecuencias lejanasque sólo razonando, pensando, es posi­ble ver.(Véase diagrama N° 49)En esta posición ya es menester razonar para ver que se gana llegando a lamisma posición anterior, así:l .2.ÉI xa8ÉI d8+�xa8�xd8Estamos en la posición anterior. Aho­ra el blanco juega � f7+.Esto, aunque sencillo, es ya visiónmediata del juego.El ejemplo del diagrama N° 50 es uncaso de visión mediata infinitamentemás profundo. Constituye una de lasmás hermosas combinaciones de todoslos tiempos.Aquí el negro tiene una pieza más yhabiendo puesto su torre en g8 amenazacomer el caballo con la dama. A pesar deeso, el blanco, con una profunda visiónmediata del juego, responde:
  • 43. 1 . fI adl !2. fl xe7+3. ttxd7+!4. �f5+5 . �d7+6. �xe7++TRATADO GEN ERAL DE AJ EDREZttxf3�xe7�xd7� e8�d8Hemos definido bien claramente lavisión mediata y la visión inmediata deljuego. Ahora resultará claro que diga­mosque la visión mediala es el órganoajedrecístico por excelencia. Pero a suvez no es posible tener una mediana DIAGRAMA N" 50visión de esta Índole si no se domina con4 7seguridad absoluta la visión inmediata del j uego. Realmente no es posibleefectuar ningún progreso serio en ajedrez hasta que, en este aspecto, el juego dejede ofrecer ningún orden de dificultades. Este es el fin de las páginas que siguen.P R I M E R A P A R T EDOMINIO DE LA VISI6N INMEDIATALos ERRORES DE LOS PRINCIPIANTESEl principiante que ha leído las páginas anteriores sabe cómo se mueven todaslas piezas; pero de esto a «ver» en la partida todos los movimientos posibles, haybuena diferencia. Acontece incluso que algunos, tras buenos años de práctica, notienen una visión inmediata del juego eficientemente desarrollada.Las dificultades fundamentales para el dominio.de este aspecto del juego sondos:l " El jugador puede confundirse y equivocarse al efectuar sus movidas; y 2" ,puede costarle mucho ver todas las jugadas suyas y las del adversario.Estas dos dificultades se vencen rápidamente, y, antes de pasar adelante, esnecesario vencerlas.Confundirse al efectuar las jugadas es senal de que no se domina elmovimiento de las piezas.EJERCICIOS PARA DOMINAR EL MOVIMIENTO DE LAS IIEZAS.- Colóquese el rey en
  • 44. 4 8 ROBERTO GRAUel tablero y háganse con él todas las movidas posibles desde una casilla, despuésdesde otra, y así, ocho o diez veces. Procédase igual con la dama, con la torre, conel alfil, con el caballo y con los peones. Préstese doble tiempo al movimiento delcaballo. Al cabo de media hora el jugador no tendrá duda respecto de cómo semueven las piezas.En los diagramas que siguen se han puesto piezas en el tablero. El jugador debecolocar el rey en la posición en que está y contar las movidas posibles. Luegotrasladarlo a la casilla numerada 2 y hacer el mismo ejercicio; luego procederáigual con 3, etc. Anote los movimientos que ve en cada caso y compare susresultados con los que damos al fin del tomo. Lo mismo hará con la dama y demásdiagramas.Contéstense estas preguntas:DIAGRAMA N° 51¿Cuántos movimientos tieneel reydesde la casilla a8?¿Cuántos desde la marcada con elnúmero 2?¿Cuántos desde la marcada con elnúmero 3?¿Cuántos desde la marcada con elnúmero 4?DIAGRAMA N ° 52¿Cuántas movidas tiene la i!1 en lacasilla a8?¿Cuántas movidas en la casillanúmero 2?¿Cuántas movidas en la casillanúmero 3?
  • 45. TRATADO GENERAL DE AJEDREZ 4 9-------------------DIAGRAMA N° 5.1¿Cuántas movidas tiene la § dela casilla c8?¿Cuántas movidas de la casillanúmero 2?¿Cuántas movidas de la casillanúmero 3? ¿De la número 4?DIAGRAMA N° 5SDIA¡ ; RAMA Nn S4¿Cuántas movidas tiene el .fb des­de a8?¿Cuántas movidas tiene desde lacasilla 2?¿Cuántas movidas tiene desde lacasilla 3?¿Cuántas movidas tiene desde lacasilla 4?¿Cuántas movidas tiene el caballodesde la casilla a8?¿Cuántas movidas tiene desde lacasilla 2?¿Cuántas movidas tiene desde lacasilla 3?¿Cuántas movidas tiene desde lacasiUa 4?¿Cuántas movidas tiene desde lacasilla 5?¿Cuántas movidas tiene desde lacasilla 6?
  • 46. 5 0 ROBERTO GRAU¿Cuántas movidas tiene el lJ. desdea2?¿Cuantas movidas tiene desde la ca­silla 2?¿Cuántas movidas tiene desde la ca­silla 3 ?¿ Cuántas movidas tiene desde la ca­silla 4 ?¿Cuántas movidas tiene desde la ca­silla 5 ?¿Cuántas movidas tiene desde la ca­silla 6?Una vez dominado el movimiento delas piezas separadamente, conviene pro­ceder a efectuar el mismo ejercicio conposiciones donde haya muchas piezas.] ncluimos aquí 7 diagramas. El principiante debe reproducir la posición decada uno de ellos en el tablero y ejecutar [Odas las jugadas posibles con las blancas,conLÍnJolas m ient ras las realiza. Una vez que haya hecho todas las jugadas,controle el resuhado que obtenga con el resultado exacto, que se da en las páginasfinales. Después de haber hecho el ejercicio en las 7 posiciones con las piezasblancas., hágalo tomando las piezas negras y contando y controlando susresultados de la misma manera.DIACRAMA N° 57¿Cuántas movidas tiene el negro?¿Cuántas el blanco?DIAGRAMA N° 5M¿Cuántas jugadas tiene el negro?¿Cuántas el blanco?
  • 47. TRATADO GENERAL D E AJ EDREZ 5 1---------- --------- ------DIAGRAMA N° 59¿CuálHas jugadas tiene el blanco?¿Cuántas el negro?DIAGRAMA N" 6 1¿Cuántos movimientos tiene el blan­co?¡Cuántos el negro?¿Cuántos jugadas tiene el negro?¿Cuántos el blanco?lllACHAMA N"¿Cuántos movimientos tiene el negro?¿Cuántos el blanco?
  • 48. 5 2 ROBERTO G RA l!¿Cuánros movimientos (iene el negro?¿Cuánros el blanco?DIAGRAMA N° (>.
  • 49. TRATADO G ,NERA L DE AJ E D R EZ 5 3LA VISIÓN RÁPIDAPero no sólo es necesario ver todas las jugadas posibles. Es necesario verlasrápidamcnte. El principiante puede ejercitarse también en esto, para lograr unapercepción vivaz del juego.Coloque las piezas en la posición. inicial y luego efecttie, de derecha aizquierda. todas las jugadas posibles. Así, con el blanco: a3, a4 (déjese el peónen la casilla inicial), b3, b4 (déjese el peón donde estaba) , � a3, � c3 (déjeseel caballo en su casillab1 Y sígase igual con las piezas hasta terminar con h3 y h4).Al term inar el ejercicio las piezas se hallarán, por lo tanto, en su posición inicial.Hágase entonces una j ugada con el blanco, e4, por ejemplo, y efectúense de lamisma manera todas las jugadas posibles del negro. Hágasc una jugada con elnegro y realícense todos los movimientos posibles del blanco, que ahora puedemover la dama y el alfil; y sígase así. El beneficio de este ejercicio se funda en queel principiante haga con mucha atención sus jugadas, de modo llUC no omitaninguna ni haga tampoco jugadas no permitidas, como ponerse en jaque, enrocarpasando por jaque, etc. Una vez que note que su seguridad al respecto aumentaconsiderablemente, trate de imprimir rapidez creciente a sus movimientos,siempre cuidando de no omitir ninguno.Este ejercicio es de un resultado sorprendente si se realiza ante quien sabejugary vigilar los movimientos del principiantc, porque la expcricncia demuestra queel novel j ugador omite persistentemente algunas jugadas. Hay j ugadores que noven las piezas que pueden comcr, y que proceden como si las piezas enemigasfuesen invulnerables. Otros no ven los saltos de caballo. Los más no piensan enel enroque ni en las comidas al paso. Y son muchos los quc colocan su rey en jaquesin notarlo.La práctica del ejercicio anterior, cn dos o trcs scsiones de media hora,desarrollará de manera sorprendente la visión rápida de las jugadas posibles.Puede el principiante reforzar los efectos ejecutando una segunda serie deejercicios similares, pero sin movcr las piezas, efectuando todos los movimientosmentalmente. Reprodúzcase en el tablero una partida cualquiera, y, a cadajugada, deténgase a pensar todas las contestaciones posiblcs.Estos ejercicios pueden parecer un poco pesados. No lo son. Son cortos yeficaces, desde que colaboran a que el aficionado domine las posibilidadesinmediatas del juego. Y debe recordarse que esto es condición indispensable paratodo progreso futuro. El principiante debe dctenerse más en csta parte, cuantomayores sean sus ambiciones de jugar bien. Mediante esas sencillas prácticasaprenderá perfectamente en pocos días lo que de otra manera tardaría scmanasen aprender mal.DOMINIO DEL MATEDominado el movimiento de las piezas, vamos a concentrar nuestra atenciónsobre las consecuencias que sobrc la visión inmediata del juego tiene el fin del
  • 50. 5 4 ROBERTO G RAUEl fin del juego es el mate. Anres de proseguir es menester que el principiantereconozca bien las características del mate, no por simple definición, sino porenseñanza inruitiva, práctica. Del hecho de que el mate sea para el principianteuna mera definición se deriva que, en las partidas de los que empiezan, suelensiempre presentarse mates inmediatos que ni el uno da ni el otro defiende. Losaficionados no reconocen intuitivamente el mate. Este defecto capital se corrigecon alguna dedicaciól).Damos a continuación ejemplos de mates, la mayoría típicos, es.decir, quese presentan muy comúnmente.MATE TIplcn DE REY Y DAMA CONTRA REY MATE TlplCO DE REY Y TORRE CONTRA REYDI ACHAMA N° (.1 DIAG RAMA N° 65MATE TlplCO DE 2 PEONES MATE TfplCO DE 2 TORRESDIAGRAMA N° 66 DIAGRAMA N° 67
  • 51. TRATADO G !�NERAL D E AJ EDREZ 5 5MATE TfplCO DE TORRE Y REY CONTRA REY MATE TíPICO DE PE()N Y CABALLODIAGRAMA N° 68 DIAGRAMA N° (,<)MATE TfPICO DE ALFIL Y CABALLO MATE TfplCO DE DAMA Y AI.H I.DIAGRAMA N° 70 DIACRAMA N° 7 1
  • 52. 5 6 ROBERTO G RAU---------------------MATE T(PICO DE 2 AI.FI LES MATE T(P!CO DE DAMA Y PEÓNDIAGRAMA Nn 72 DlACRAMA N" nMATE T(PICO D F DAMA Y CABALl.O MATE F I UDORDIACRAMA N° 74 DIAGRAMA N° 75• Llamado también Mate del Greco
  • 53. TRATA DO G EN ERAL D E AJ E D R EZ 5 7AQUÍ HEMOS CREÍDO CONVENIENTE PONER UNA NUEVASERIE DE EJERCICIOS PARA DOMINIO DEL MATE INMEDIATO.EN TODAS LAS POSICIONES EL QUE JUEGA DA MATEJ UEGA EL IH.ANCO J U ECA EL BLANCODIACRAMA N° 7(,J U EGA El. n I .ANCO j UECA EL BLANCOLJIAGRAMA N° 7H LJI AC RAMA N" 7)
  • 54. 5 8 R0 13ERTO C RAU] l IECA El. Il I.ANU ) f llECA EL !.l l .ANeODIAC RAtvl A N" HO DIAGRAMA N° H 1J U FC A EL NFC1H ) J U ECA Fl . Bl .ANCOD I AC R111 A N° 112
  • 55. TRATADO G ENERAL D E AJ EDREZ 5 9------------- - ------ -----------JUEGA EL Bl.ANCO J U EGA EL BLANCODIAGRAMA N° XI¡ D1¡C RAMA N° HiJU EGA EL BLANCO J U FGA FL N FGRODIAG RAMA N° HC, I >IACRAMA N" H7
  • 56. 6 0J UECA E l . (II.A N U >ROBERTO G RA U-- ----- -------------- ----------- - - - --- ----( )( A < ; I�AM¡ N" HXSEGUNDA SERI E DE EJERCICIOSTómense problt.:ll1as de dos j ugadas y léase la clave. Efectúese esa jugada enel tablero y encuén trense todos los mates que se producen j ugando el negro.Ejemplo:J uegan las blancas y dan mate en Jos j ugadas.La solución es § b4. Efecnkse �a j ugada en el tablero.(ROII I.EMA ( >E F I .I.EHIIANQué debe contestar el blanco a:Éi xd5Éi xb4!1e2Éi e2Éi d3y así hasta agotar todos los mates posi­bles. Incluimos una serie de once ejer­cicios. En todos dios hemos efectu adoya la j ugada clave. Sólo resta dar el mateen una movida a cualquier répl ica de lasnegras. En el caso Je q ue el afIcionadodesee compl icar aú n m�ís estos ej erci­cios debe observar mentalmenr e la po­sición y, siempre mentalmente, efec­tuar toJas las j ugadas posi bles con elnegro y encontrar el mate que en cadacaso se produce.
  • 57. TRATADO G ENERAL DE AJ EDREZDE UN PROBLEMA D E J U LI O TOTHJUEGAN I.AS NFCRASDIAGRAMA N° )0Qué debe contestar el blanco a:....... ª xgB....... � e7+.......b2....... � d4+....... ª e6....... ª f6Qué debe contestar el blanco :1:....... �xd6+....... � xc6....... �g7....... � d3....... � f3....... �xc6....... �xc6DE U N PROBI.EMA DE A. j. F1N KI L ECAN L A S NFCRASQué puede contestar el blanco a:. . . . . . .f4....... � c4. . . . . . .d3. . . . . .txc4.... .. � xe4DE UN IROIII.EMA DI. EI.I.FRMAN/ U ECAN I .IS � 1 C ; lt DIACRAMA N° )26 1
  • 58. 6 2 ROB ERTO ( ; RAUD E U N PIUHH .F.MA DE C U I I >FLI .IJ l J ECAN l.AS N ECltAS1 >IA( ;lz,IA N" nQué puede j ugar el blanco si el negroefectúa:. . . . . .. � d6. . . . . . .gxf2. . . . . . . � f6. . . . . . . � f4. . . . . . . ª xf2+D E U N 1ltUII l.EMA D E MAHIJ U E(;A N l.AS N EC IUSDIACRAMA N" )e¡DE UN PROB l.EMA DE KÜIJEHSJ l j ECAN LAS NECRASDIACRAMA N" )I¡Qué debe jugar el blanco a:....... �xf3. . . . . . . � xf4....... � xd7...... . .�xf3+. . . . . .. � xfl +. . . . . . . � xd2+. . . . . . .Ji,a6Qué debe j ugar el blanco a:....... �xb7+. . . . . . . �e4. . . . . . .e4.... . . . § f4. . . . . . . � xa4. . .....�e6. . . . . . . § f6
  • 59. TRATADO C E N E I0L D E AJ U J lUj, U J------------- ------------- --- ---------DE U N PROBLEMA DE ELLERMANJl Fe-;;N LAS N FC RAS )I:C I�AMA 1" <J(,Qué pueden jugar las blancas si lasnegras efecnian:....... § xd5+....... Jie5....... § h4.... ... .� g4....... Ji g l...... .f5Qué deben jugar las blancas si lasnegras efectúan:....... § e3....... �xd5....... § xd5....... § e5....... § f4. . . . . . . § f3DE U N PROBLEMA DE F. 1.. K U SKEIJ U ECAN LAS NECH,SI JlACRM.IA N" 1)7Qué deben jugar las blancas si elnegro efecttJa:....... @ xd2+....... @ g3+....... @ c3+....... § xh2....... � f2.... ... � xf3DF UN IROBLEMA DE C. W. SI IFIIARDJ U I:CAN LAS N LC I{¡iI lI ¡t , IUM¡ N" iH
  • 60. 6 4D E U N PROBLEMA D E El. LElZMANJ UEGAN LAS N E C RA:-I JI;. U N IROLlLEMA DE CUlDU.III L. FL, N I N; N E L RASDIAC I,M.1¡ No> )i D I /CIC-I:Ii 1"" I (l(lQué deben jugar las blancas si las Qué deben j ugar las blancas si lasnegras efectúan: negras efectúan:. . . . . . . . . .� g l +. . . . . . .. . . 1tt h7. . . . . . . . . . 1tt xf6. . .. . . . . . . 1tt g8. . . . . . . . . . � g2. . . . . . . . . . 1tt xe4+. . . . . . . . . . ibxe5. . . . . . . . . . ibc6. . . . . . . . . . � f6. . . . . . . . . . � c5. . . . . . . .. . ª e6. . . . . . . . . . ib f6
  • 61. TRATADO G EN E RAL D E AJ E D REZ 6 5S E G U N D A P A R T EDESARROLLO DE LA VISIÓN MEDIATA DEL JUEGODominando la visión inmediata corresponde ejercitar la capacidad de verconsecuencias. Es así que nos disponemos aejercitar al principiante en este punto.Queremos ayudarlo paraque, mediante prácticas racionales, desarrolle su visión,para que «vea» más y mejor.Naturalmente, la visión mediata del juego es susceptible de aspectos distintos,más o menos complejos. Estos aspectos son fundamentalmente dos. Uno,primero y más sencillo, es una suerte de visión concreta del juego que opera conelementos concretos; las piezas propias y adversarias. El otro es una visión máscomplicada, completamente incidida por la estrategia adelantada, ya que operaen función de factores abstractos: puntos, diagonales, cuadros, presiones,etcétera. No podemos ocuparnos por ahora de ella. En ajedrez cada cosa tiene sutiempo. Entenderemos, por tanto, como visión mediata, sólo la primera, es decir,la visión concreta del juego. Por otra parte, como después se verá, esta visión esel fundamento de toda «visión» en ajedrez. Por influencia de la teoría, de laestrategia, se transforma automáticamente en visión abstracta. Además y sobretodo: sin visión concreta del juego no se puede jugar al ajedrez, pues es elfundamento de lavisión abstracta; la formapurade lavisión ajedrecística. Y comoen este juego es absolutamente funesto transgredir el orden natural, nos vamosa detener en este punto todo el tiempo que merece.¿C6MO SE JUEGA AL AJEDREZ?Jugar al ajedrez consiste, en última instancia, en combinar jugadas. Quere­mos decir con esto que el jugador debe pensar y ejecutar sus jugadas como partesde un pensamiento que comprende una serie de jugadas. Llevada a su expresiónmínima y rudimental, estaserie se reduce a dos términos: la jugada y la respuesta.Entre ellas debe haber siempre relación.Relación rudimental de las jugadas: La jugada y la respuestaDesde la primera jugada si vamos con las negras, o de la segunda, si vamoscon las blancas, hallamos que incide en el juego no ya nuestra sola intención, sinotambién la imención de nuestro adversario. De ahí que debamos regir nuestrojuego por las jugadas de nuestro contrario. Se impone, pues, ante todo, estableceruna clasificación de las jugadas y de sus contestaciones.Una jugada puede ser:
  • 62. 6 6 RO BERTO G RAUa) de ataqueb) de defensac) neutra (en esta categoría incluiremos por ahora las de mero desarrollo ypresión).d) un errorCon esto se establece el siguiente cuadro de jugadas y respuestas:Jugada de ataque:Respuesta (generalmente): Defensa.Jugada de defensa:Respuesta: Ataque (o preparación de ataque).Jugada neutra:Respuesta: Ataque (o preparación de ataque).Jligada errónea:Respuesta: Aprovechar el error.Este es un cuadro aproximado; pero debe ser bien recordado por el principian­te, y seglÍn él elebe regir su juego.Veamos ahora el asunto prácticamente.PARTIDA N° 1BlANCAS: ADVERSARIONEGRAS: �. � NOSOTROS : , _ e _•• _ , -1 . g4Nuestro adversario ha abierto eljuego. ¿Qué intenta? Obsérvese eljuego. La lll1ica alteración que presen­ta es que en la jugada siguiellte poddmover g5 o J2.g2 o J2. h3. y ningunade esas jllgadas es peligrosa (obsérve­se). Nuestro contrario no ataca; tam­poco ha hecho una jugadJ de defensa.No vemos que sea un error. Estamos,pues, ante una jugad:l neutra.Con testamos:1 . eSCon ella podemos jugar e4 o m o -ver el alfil o la dama, seglÍn convenga,en su oportunidad.2. f3¿Qué amenaza? Nada inmediato.No es una jugada de ataque ni dedefensa, ya que nosotros no atacamosnada. Es una j ugada neutra o unerror. Observemos el j uego. A pocoque lo hagamos veremos que CO I l"{f;f h4 damos jaque, y observando quépuede contestarnos, veremos que esjaque mate. La j ugada f3 es, pues, unerror. Aprovechando ese error, con­testamos, pues:
  • 63. TRATA D O G E N E RA L D E AJ E D REZ 6 72.Hemos gan ado n uestra primerapartida. ¿Cu;lI ha sido el facror denuestro triunfo? Sencillamente, quePARTI DA N° 2BLANCAS: NOSOTROSl . e4Queremos dar j uego al al fil y ladama.l . eS¿ Qué i ntenta? Evidentemente, lom ismo que nosotros. No es j ugada de;uaque ni de ckfensa; observando ve­mos que no es tampoco un error; esu n a j ugada neu tra. Estamos, pues, enlibert ad de j ugar, atacando o prepa­rando un atayue.2. Jic4Ponemos el alfil en juego y ataca­mos un peón, el de f7, si bien es cierroque est;í defendido con el rey.2.¿ Qué i n tenta? L o m ismo q u e nos­o tros. El peón está defendido con elrey y nuestr o ataque es, pu es, m;ísfue rte, p ues le llevamos una j ugada deventaja. Es, pues, prácticamente, unaj ugada neutra. Debemos atacH o pre-hemos observado cuidadosamcnre eljuego de nuestro rival. Con es[O sedice que anr e una j ugada de nuestrocontrario lo esencial es saber lo quei nt e n ta para seglln dio contestar.parar un ataque. ¿ Qué haCl:mos? Pen­samos que si a radramos el punto f7co n otra p ieza, podrbmos comemosel peón con jaque. ¿ Cómo hacerl o ?T"enelllos � f3 o � h 5 ; c o n ambasamenazamos co mer el peón con la "ffiy dar mate. J ugamos, pues:3. � f3 dG[sro es un erro r. Nuestra j ugadaera de ataque y el negro se debió haberdefendido. No lo ha hecho y pierde.J ugamos pues:4. �xf7++N u eva m e n te h e m o s g a n a d o .Nuestro adversario está cometiendoun grave error. J uega sin pensa r Cll ;í­les son nuestras i nt encio nes. N i si­qu iera se fija en las consecuencias desus j ugadas. Tenemos, pues, que / l Ohay que efectuar jugada alguna sinhaber pensado bien cld.les son lasideas o flnes que persigue el contra­rio. Ame cualq uier j ugada la primerapregunta debe ser si mple: ¿ (�llé in­tenta nuestro contrario?
  • 64. 6 8 RO BERTO G RAUPARTIDA N° 3BLANCAS: ADVERSARIONEGRAS: NOSOTROS1 . f4¿Qué intenta? Lo lmico es no per­mitirnos jugar eS, pues si ahora jugá­semos eS, contestaría fxeS . Pero anuestra vez -observamos- podrí a­mos j ugar � h4+, a lo que debe repli­car necesariamente g3, y entonces,jugando "ftf c4, le atacamos la torre yel peón y comemos uno de los dos.Nos agrada atacar y jugamos.1 . eS2. g3Eso nos sorprende. Espedbamosfxe5. Evidentemente temió �h4+ yha preferido defender su peón de alfil.La jugada es de defensa. TenemosPARTIDA N° 4BLANCAS: NOSOTROSNEGRAS: ADVERSARIIOl . e4 eSEsta j ugada es neutra, según yavImos.2 . �c4 �cSAtaca el f7, pero es indiferenresegún vimos. Yo debo atacu, e insistoen el mate de mi part ida 2" ; pero, paracambiar, juego:libertad de jugar. Observamos el j ue­go. ¿Es de defensa su jugada? DefIen­de f4 y defIende el jaque de h4. Estonos da una idel. Si tomamos el peón,no puede contestarnos con exf4 acausa de � h4++. Luego su jugada esun error. Cont estamos aprovech;ln­donoso2.3. gxf4exf4� h4++Otra vez nuestro adversario nopiensa en las consecuencias de susjugadas A su costa hemos aprendidolo caro que cuesta ti error de noprestar atención a las consecuenciasde nuestras jugadas y a no obser­var el j uego con trario.3. � h S @ f6Ataca mi dama, pero no defiendeel mate. J uego, pues, 4. "ftf xf7 jaquemate.Otra vez más tenemos la mismaenseñanza. Hay que pensaranre todoqué es lo que inrenta el adversario. Sino se hace así es mejor no j ugar alajedrez, pues en cada j ugada es­taremos expuestos a recibir un mate.
  • 65. TRATADO G ENERA L D E AJEDREZ 6 9Mediante ese simple procedimiento-un somero análisis de los proyectosdel contrario-, nos p<?ndremos acubierto de esas sorpresas. Si nuestrorival hubiese tenido esa elemental pre­caución, no hubiésemos ganado deesa manera ninguna de las cuatropartidas./Incluimos aquí 16 diagramas que someterán al aficionado a un provechosoejercicio respecto a la relación necesaria entre la jugada y la respuesta.EL B LANCO HA j U GADO § h l . ¿QUÉ DEBEJUGAR EL NEGRO?DIAGRAMA N° O 1EL BLANCO J U EGA § aI xa? ¿QUÉ DEBEJUGAR EL NEGRO?DIAGRAMA N° 1 03EL NEG RO HA j UGADO �a6. ¿QUÉ DEBEJ UGAR EL BLANCO?DIAGRAMA N° 1 02EL NEGRO J UG6 �a6. ¿QUÉ DEBE J UGAR El.BLANCO?DIAGRAMA Nu 1 04
  • 66. 7 0 ROB ERTO G RAUEL BLANCO J UGÓ �h6. ¿QUÉ DEBE J UGAR El.NEG RO?DIAGRAMA N° 1 05EL NEGRO J UGÓ �g7. ¿QUÉ rUEDE J UGAR ELBLANCO?. � . .· . � �. � � �• • • •• • • •• • • •• • • ••� . • •• • • •DIAGRAMA N° 1 07EL BLANCO JUEGA � d5. ¿QUÉ DEBE J UGAREL N EGRO?D1ACRAMA N° 1 0(,EL BLANCO J UGÓ El d. ¿QUÉ PUEDE J UCAR1 1. N EG RC»DIAGRAMA N° I OH
  • 67. TRATADO G EN ERAL D E AJ EDREZEL NEGRO J UGO �g5. ¿QUÉ DEBE J UGAR ELB LANCO?DIAGRAMA N° 1 09El. NEGRO IIA J UGADO b7-bS+. ¿QUÉ DEBECONTESTAR EL BLANCO?DIAGRAMA Nu 1 1 1EL NEGRO HA J UGÚ �e3. ¿QUE J U EGA ELB LANCO?DI AGRAMA N° 1 1 0EL B LANCO J UG(J �xb7. ¿QUÉ J U EGA ELNEGRO?DIAG RAMA N° 1 1 27 1
  • 68. 7 2 ROBERTO G RAUEL NEGRO J UGÓ �h3. ¡QU É J UEGA EL EL NEG RO HA JUGADO @ g4+. ¡QUÉ J U ECABLANCO? EL. BLANCO?DIAGRAMA N° 1 1 3 DIAGRAMA N° 1 1 1EL NEGRO AMENAZA VARIOS MATES ¡CÓMOSE EVITAN?DIAGRAMA N° 1 1 5EL. NEGRO AMENAZA VARIOS MATES ,O)t1C)LOS EVITA EL Bl.ANCO)DIAG RM1A N° 1 1 (,
  • 69. TRATADO GENERAL DE AJEDREZ 7 3EL ESQUEMA D E LA VISIÓN MEDIATA PROPIAMENTE DICHAHemos estudiado la relación más simple entre las jugadas: la relación entreuna jugada y una respuesta.Pero, en general, existe entre las jugadas una relación más compleja. Lasjugadas se ligan unas con las otras. Los fines que se persiguen en el juego son, engeneral, mediatos, no pueden cumplirse en una jugada, y es menester, por lotanto, efectuar dos, tres o más -a veces muchísimas más- para realizarlos. Eljuego se extiende así hacia su porvenir, y es menester, tras nuestra respuesta a laúltima jugada, calcular las contestaciones que puedan sernas opuestas y nuestraspropias réplicas en cada caso. Esta es, propiamente, la labor intelectual delajedrecista, la substancia misma de este juego.Esta labor puede reducirse al siguiente esquema de tres términos:I O Nuestra jugada.20 La réplica adversaria.3° Nuestra propia réplica.Este segundo proceso mental debe agregarse al primero. Juntos los dos formanel esquema completo del razonamiento del ajedrecista.Recordemos que toda jugada puede ser:a) de ataqueb) de defensa.c) neutra.d) un error.Nuestra jugada, que es la base del raciocinio, puede pertenecer objetivamentea una de esas cuatro categorías; pero porcuanto nunca cometemos el error cons­cientemente, conviene reducirla -des­de el punto de vista subjetivo en que nosmovemos- a las tres primeras.El razonamiento o análisis aje­drecístico puede demostrar también queuna jugada que nosotros consideramosde una de las tres categorías primeras,pertenece, realmente, a la cuarta:Ejemplo:En la posición del diagrama N° 1 1 7intentamos atacar al rey adversario.Pensamos hacer � h5 amenazandoDIAGRAMA N° 1 1 7 �xh7+ + . Nuestroadversario puede con­testar h6; pero mediante �xf7 hace-
  • 70. 7 4 ROBERTO G RA Umos inevitable el mate a la próxima. Pero, en lugar dehG, puede jugamos Él hG.En seguida observamos que mediante esta jugada nos ataca la dama, y como nopodemos sacarla, pues el rey quedaría en jaque, resulta que perdemos la dama.La jugada �h5, que creíamos de ataque, es, pues un error.Para analizar nuestra posible jugada, lo primero que se nos ocurre es observarlos efectos que en el juego se producirían, una vez hecha, si el adversario efectuasecada una de las jugadas que puede hacer. Este proceso es impracticable. Nopodemos considerar todas las respuestas del adversario, ni es necesario hacerlo.Es menester saber no lo que puede contestarnos, sino (do que debe» hacer.Cumple este rol de economía del pensamiento la experiencia acumulada, quese llama idea de la posición. Es éste un elemento que cada uno debe adquirir consu propia práctica; pero entretanto pueden establecerse algunos principios queserán muy útiles al principiante.Para saber cuál debe ser la respuesta del adversario es menester, ante todo,saber a qué categoría pertenece nuestra jugada. Esto es muy fácil, pues como aljugar lo hacemos según una idea, sabemos si ésta es defendernos o atacar, o si esunajugada neutra, sin mayor intención. Sabido esto, sabemos qué debe contestarnuestro rival.Si atacamos deberá defenderse.Si nos defendemos, seguramente tratad. de reforzar su ataque.Si nuestra jugada es neutra, preparará algún ataque, o si su posición espeligrosa, tratará de asegurarla.El juego mismo orienta, y es así que, a una jugada nuestra, pronto vemoscuáles son las lógicas respuestas del adversario.Por este mismo proceso veremos cuáles son los quites con que contamos paracada una de estas jugadas lógicas de nuestro rival.Este proceso mental es pensar en ajedrez, y puede extenderse por adiciones desucesivos razonamientos, yendo hacia posiciones de más en más remotas.Posteriormente, cuando la experiencia del juego y los conocimientos estra­tégicos son vastos, esta acumulación de raciocinios adopta una forma más simpley más rápiday se produce a modo de razonamientos elípticos, en que los distintoseslabones del razonamiento parecen desaparecer para dejar lugar a una relaciónentre lajugaday la consecuencia, a menudo lejanísima, pero segura y certeramen­te prevista. Pero este tipo de ideación se funda, realmente, sobre el esquemapensado de la jugada, la contestación y la nueva réplica.Vamos a emprender ahora la tarea de mostrar cómo debe procederse parapensar. Esta tarea es acaso la más importante en materia de enseñar a jugar. Elasunto no es fácil, y es menester un estudio laborioso y largo para dominar esteaspecto del juego, que es el capital. Recomendamos, al respecto, la máximadedicación.Recuérdese el esquema:Mi jugada.Su respuesta.Mi nueva réplica.
  • 71. TRATADO G EN ERAL D E AJ EDREZ 7 5Mostraremos ahora, "grosso modo", cómo se aplica el esquema general delrazonamiento ajedrecístico:PARTIDA N° 5BLANCAS: NOSOTROSNEGRAS: ADVERSARIO o- - -- - - ---- - - -- -- - - --- - - - - ---- --- -- -- - ---------- - --1 . e4 e5Ya sabemos que esta jugada noamenaza nada directo. La hemos ca­talogado como neutra y nos juzga­mos, por ende, en liberrad de elegi rcontinuación. Recordamos nuestroséxitos anteriores y contestamos:2. c1bc4 Jic5También esta jugada está catalo­gada como neutra.Pensamos lo s iguiente: Con 3 .tif3 amenazamos mate ( �xf7) . Esuna j ugada de ataque. El negro debed.defenderse. ¿Cómo puede hacerlo? 3 .. . . . . , d 5 obstruye la acción del alfil. Peronosotros podemos replicar �xdS; lue-go dS no es defensa: es un error. 3. .....,� e7: Esa jugada defiende el mate;pero como es puramente defensivanos deja en liberrad de jugar. Podría­mos elegir cualquier jugada para pro­seguir el ataque; ejemplo: � c3, parallevarl o a dS, o d3, para sacar el AD,u otra. Podría contestar también3. .. . . .)� f6. De ésta razonamos más o menoscomo de la anterior y lo mismo de3. .. .. ., f6 y . .... � h6. 3. . ... ., fS nosparece por lo contrario, mala por 4.exfS. En resumen, que contra t;:¡ f3no vemos réplica peligrosa y por lotanto nos decidim?s a jugarla.(Notemos aquí la reducción delan�lIisis. El negro puede efectuar aquí33 mov idas y nosotros sólo considera­mos cinco: �e7, � f6, f6, � h6 y� f6, y otras dos en menor grado: dSy fS).3 . � f3 @ h6lO S I C I O N D E S l U ÉS DE l .A J UCADA j DE l .ASN FC RASD I AC RAl (A N" 1 1 HObservamos que nuestro adversa­rio ha progresado. Esta vez ha pensa­do en cu;i!es eran nuestros planes ydefiende el peón de f7. Su jugada esdefensiva. Estamos, pues, nuevamen­te en liberrad de elegirjugada. Quere-
  • 72. I V RO B ERTO GRAUmos insistir en el ataque. Para ellodebemos llevar una pieza al ataque delpunto 0, o bien, eliminar el � deh6. El primer plan no es fácil. Novemos cómo llevar una pieza prontoal lugar requerido. Más f,ícil pareceatacar el caballo avanzando e! peóndama. Pero, ¿dónde conviene adelan­tarlo?, ¿a d3 o d4? Inmediatamentevemos que si lo avanzamos a d4 ataca­mos el alfil enemigo. ¿Quépuede con­testar a esto nuestro adversario? AqUÍentra el segundo punto de! razona­miento. Si retira el ll. comemos e! �PARTIDA N° GBLANCAS: NOSOTROSNEGRAS: ADVERSARIO1 . e4 e52. � c4 d6Esta jugada no ataca nada. Es unajugada neutra. Estamos en libertad deJugar.3. � f3Procediendo al análisis de la posi­ción, vemos que a estajugada el negrotiene varias rspuestas; pero ningunade ellas puede afectar seriamente eljuego blanco. Contra todas hay para­das convenientes.3. g6¿Qué intenta? Evidentemente elnegro quiere enrocarse, y como de-amenazad· q ILtlra el � , damosmate ill li lcdiatamente. Si defiende e!� : el mate mediante � f6 ganamosel .fb. Contra d4 nuestro adversariotiene dos órdenes de respuesta: conuna ganamos el � , con la otra gana­mos el ll.. Jugamos:4. d45 . �xh6�xd4gxh6Evidentemente, nuestro contrin­cante ha vuelto a no fijarse en nuestrasamenazas y se deja dar mate.bido a su segunda jugada e! alfil nopuede salir hacia el ala de la dama,pretende llevarlo a g7 y después de� fG seguir con O-O. El negro juegadisponiendo sus piezas para e! futuro.La jugada no ataca, la juzgamos neu­tra y estamos en libertad de jugar.¿Qué podemos hacer? Lo mejor debeser llevar una pieza más al juego.Pensamos end3 o d4 o en � c3. Trasun ligero análisis, todas se muestranfactibles. Elegimos, pues:4. � c3 �g4(Véase diagrama N° 119)El negro hajugado�g4. Trata declavar el caballo, que en adelante nopodrá ser movido sin perder la dama.
  • 73. TRATADO G ENERAL D E AJ EDREZ 77POSICIÓN DESPUÉS D E LA J UGADA 4 D E LASl: H ; I{..D I A l . 10¡ lA ;-.;" 1 1 )La jugada adversaria nos parece muyincómoda, pues priva de agilidad anuestras piezas. ¿Qué podemos repli­car? Primeramente apareceS. h3 paraagredir al incómodo alfil, que deberíaretirarse . 2°) 5. d3, desarrollando elj uego y poniendo en acción el alfildama. Pensamos también que acasopodríamos jugar 5. � xeS , y si con­resta 5 . . . . . . , dx e S tend ríamos6. � xg4, con lo que ganaríamos lInpeón. Concentramos en esta variantenuestra arención. Supongamos quePARTIDA N° 7BlANCAS: NOSOTROSNEGRAS: ADVERSARIOl . e4 h6¿Qué intenta? Evident emente estajugada no amplía el número de posi-hemos jugado 5. � xeS. Evidenre­mente, si dxeS; 6. � xg4 y a � f6,retiro mi dama, habiendo ganado elpeón; de paso observo que mi damatiene buenas agresivas casillas dondeubicarse. Pero a 5. � xeS puede con­testarJ:bxd 1 yhemos perdido la dama.Ciertamente hemos perdido la dama,pero hemos vulnerado la casilla f7 delcontrario y sabemos ya que eso sueledarnos el triunfo. Analicemos, �ues;5. � xeS , J:bxd 1 ; 6. J:bxf7+ , };;l el.El rey enemigo tiene esta sola casillapara moverse. ¿ Qué podemos hacer?Entre las primeras jugadas aparece� dS + . ¿Qué puede contestar? El reynegro no puede tomar el alfil que esddefendido y rodas las casillas dondepodría ir están vulneradas; con � dSdamos mate. Luego, con � xeS nosaseguramos buenas perspectivas. Jli­gamos, pues:5. @ xcS �xd lNuestro adversario, que no anali­za, por lo visto, el juego, escoge lopeor:6. �xf7+ �e77. � dS++bilidades del juego negro. No la to­mamos, por lo tanto , mayormente encuenra, Y Jugamos:2. � f3 a6
  • 74. 7 8 RO B ERTO GRAUOpinamos lo mismo que de lajugada anterior. Nuestro adversarioestá jugando sin plan. Efectúa juga­das anodinas:3. � c4 b5POSICI6N D ES P U ÉS D E LA J UCADA 3 D E LAS" FC RASDIAGRAMA N" 1 20Ahora sí, nos ataca nuestro alfil, yes menester prestar atención. El alfildebe retirarse y, de hacerlo, conviene-así nos parece- llevarlo a b3, parapersistir en e! ataque del peón O,ataque tan promisorio, según lo con­firman nuestras experiencias anterio­res. Ese peón es muy débil, y sabemospor las anteriores partidas que de sucaptura resultan bonitas combinacio­nes. Consideramos, pues, ante todo,esa captura: 4. Ji,xO+; la respuestaúnica sería �xO. El ataque podríaseguirse con � e5+; acercando e! ca­ballo y dando juego a la dama. Si a5. � e5+ contestase � e8, seguiría�h5+, g6 (t.1l1ica) y �xg6++. Peroe! rey no tiene por qué ir a e8. Puedeir a e6 y a f6. Tomemos e6. ¿Quépodremos contestar? Entre nuestrasjugadasse destaca en seguida6. �g4+y a .. . .. . , �xe5; 7. � f5+,. . . .. , Y8. �d5++. Luego el ne�ro, a tfffg4no puede contestar con � xe5 . ¿Quéotra cosa puede hacer? Retirarse a f6,o a d6. Si 6. ....., � f6, seguiría�f5++. Luego, su única posibilidades retirarse a d6; pero en ese caso, con� 0+ ganamos la dama y tenemosgrandes chances de dar mate, pues elcaballo, de d8, quita la huida de! reypor c6 y b7. Tenemos, pues, íntegrauna segunda variante ganadora. Que­da aún la tercera. Si a 5. � e5+,contesta con � f6. Vemos de inme­diato que, con 6. � f3+, � xe5, yestamos en la varian te an terior,7. �f5+, 8. �d5++, Y si, en cam­bio, a 6. tfff f3+, � e6, estamos tam­bién en la variante anterior. En cam­bio, si a 6. tfff8+, � g5 , seguiríah4++. Quiere decir esto que tenemosla partida ganada. Jugamos:4. �xf7+ � xf7 (única)5 . � e5+ � e6 (prevista)6. 1ftg4+ � xe5 (prevista)7. 1ftf5+ �d6 (prevista)8. 1ftd5++
  • 75. TRATA DO G EN E RAL D E AJ EDREZ 7 9PARTIDA N ° 8l .2.3.4.4.BLANCAS: NOSOTROSe4 e5f4 exf4� f3 g5Jirc4Atacando el célebre pUIHO D.f6IOSICIC)N DESlu l·:s DE I.A J ULADA It DE LASN F< ;¡{ASDIACRAMA N° 1 2 1Con su jugada f6, e l cOIHrario sedescubre demasiado. Las experienciasanteriores nos hacen p rescntir que enesta posición debc haber algo. Pensa­mos que con @ xg5 amenazamos unavez más el puma f7 y a la vez amena­zamos � h 5 + . Es una amcnaza dobley debe, por ello, ser esrudiada.En primer l ugar, veamos si a5 . @ xg5 comcsta fxg5 aceptando lapieza.T e n c m o s 5 . @ x g 5 , fx g 5 ;6. � h 5 + , � c7 (única). AqUÍ telle­mos dos variantes que nos atraen:7. � D+ y 7. � xg5+ . Supongamos:7. � f7+ , � d6 (única); 8. � d 5 + ,� e7 (única); 9. � c5++.Luego, a 5 . @ xg5 , debe defenderel mate visto, evit:l!ldo el jaque dedama; debe jugar h5, o d6, etcétera,pero en estos casos podríamos llevar elcaballo a D, y habríam os ganado unpeón, prosiguiendo el ataque. Nlles­tro juego es rico en posibilidades.Jugamos pues:5. � xg5 fxg5Nllestro adversario CIHró en la V;l­riame prevista que termina en mate.6. � h5+7. � f7+8. � d5+9. �e5++� e7� d6� c7
  • 76. 8 0 RO B E IUO G RAU---- ------- - --- - -- - - ------------- -------- ----------------_._-PARTIDA N° 9DEFENSA HOLANDESABLANCAS: TEEDNEGRAS: DELMAR1 . d4 fS2. ibgS 1163 . ibh4 g5El negro ha encerraao el alftl blan­co; pero ha desguarnecido demasiadoel rey.4. ibg3 f4POSICIÓN [)E.s I U I�S D E I.A J UCAI M I¡ DF I .ASNE< ; It,.I l IAC IC.I: :" 1 _� 2Nuestro alftl esd encerrado; perola posición de su rey no es envidiable.Con tfi d3 amenazamos mate en g6.El rey debería buscarse una escapato­ria por d7 o e7; pero nuestro alfilseguiría cerrado. Pensamos otra cosa.Con e3 amenazarnos tfi h 5++ y a bvez liber:lIl1os al alftl, pues al defen­derse podemos replicar con exf4 y agxf4, J1.xf4, con lo que el alfil estásalvado. Jugamos:5. e3 h SÍbamos a continuar conexf4; peropensarnos ahora que con J1.d3 ame­nazamos mate en g6. Si J1.d3, debe­rá, pues, buscar salida avanzando unoo dos peones, o jugar Él h6 defen­diendo la casilla g6. Pero nuestradama está atacando el peón de h 5 ,que está defendiendo precisament e btorre de h6. Esta torre defiende, pues,dos cosas distintas. Esa doble funciónnos da una idea. Si jugásemos J1.g6+a ª xg6 podríamos seguir con tfixh5;pero el negro podría replicar entonces� f7, defendiendo la torre. Mas en­to n ces pod ríamos invertir, y a6. J1.d3, ª h6, contestarcon tfixh5+y, c.bro está, ahora es necesario ª xh5y enronces,J1.g6++. Luegode 6. J1. d3no puede jugar ª h6: y debe en cam­bio efecruard6 oe6 o � f7 y siempre,no habiendo nada mejor, podemosjugar exf4 y salvar el alfil. Jugamos:6.7.8.ibd3 fI h6E1 negro se ha equivocado."ff;fxhS+ibg6++fI xhS
  • 77. TRATADO G EN E RAL D E AJ EDREZ 8 1DOS TIPOS EJEMPLARES DEL RAZONAMIENTOAJEDRECÍSTICOLA COMBINACIÓN Y LA CELADAHemos estudiado el esquema de la visión mediata en general; pero realmenteeste esquema se presenta adoptando formas particulares, más o menos evolucio­nadas. Se ha hablado ya de una suerte de conjugación que sufre el pensamientoajedrecista en estados superiores, conjugación por la cual el pensamiento seabrevia y gana en profundidad, pues puede alcanzar lo que de otra suerte fueraimposible. Pero sin llegar a eso, den tro de la mismaesquematización concreta quehemosvisto, hay esquemas muy distintos entre sí. Entre ellosdeben señalarse dostipos excepcionales que muestran caracteres propios y verdaderamente ejC!mpla­res. Son ellos: el esquema de la combinación y el de la celada. Con ellos alcanzael razonamiento ajedrecístico su máximo rigor y su mayor exactitud.La combinación depende del siguiente esquema: Dada mi jugada y conside­rando sus mejores respuestas, cuento a mi vez con una réplica que me reportadventaja.En la celada cambia el segundo término, y el esquema se formula así:Dada mi jugada y considerando su respuesta más aparente, cuento con unaréplica, que me reportará ventaja.Como se ve, la diferencia está en que con la combinación obtengo una ventajasegura y con la celada sólo la obtengo a condición de que mi adversario seequivoque, si bien su jugada equivocada es, aparentemente, muy buena. Lacelada es más sutil, más oculta -se dice- cuanto más buena sea en aparienciala jugada errónea que se pretende provocar.NEGRAS: se! IALLOIIBLANCAS: GORINGDIAGRAMA N° 1 2.1Debemos hacer notar, además, queel esquema de la combinación suele alar­garse y adoptar esta forma: mi jugada, surespuesta (la mejor); mi jugada, su res­puesta (la mejor)... etcétera, mi réplica,con la que obtendré ventaja. Estajugadaque remata y explica la combinación, sellama la clave de la combinación. Encambio de esto, la celada se suele alargarpoco, a lo más dos o tres jugadas. Lacelada es siempre más bien corta y demenor vuelo que la combinación.Todas estas diferencias apareceránmejor en los ejemplos que siguen, en losque mostraremos cómo se combina.Ejemplo de combinación:Esta es la posición de una partida
  • 78. 8 2 R() I� E RTO C RAUenue Schallopp y Goring. En esta posición le rocaba jugar a Schallopp, quienconducía las negras, y que inicia una bonita combinación, no muy difícil.El negro pit:nsa que si jugase l . ....., 1ftxe 1 + Y siguiese 2. .fbxe 1 , Él xc 1 +;3. � d i , podría conrinuar co n 3. . . . . ., Él xd 1 ++. La acción de la dama y la rorresobre e l jun[O con la dd alfIl sobre d i ha provucado la idea de la combinación:Analizando tenemus: l . . .. . . , 1ftxe 1 +. Aquí hay sólo dos jugadas: 2. � d 1 Y2. .fbxe 1 . Si 2. � d 1 seguiría 2. . .... , 1ftxd 1 ++. Luego a L ....., �xe 1 +; hayuna sola n:spuesta, lbxd . Ahora, a 2. . ..., Él xe 1 + el bla nco podrá contestar3. � d2 y a 3. ....., .fb f4+, 4. � d3 (o � xc 1 ) y e! rey se ha escapado. El secretoestaría en evitar esa salida del rey, tomando la casilla d2. Aquí tenemos la idea;a 2. .fbxe 1 debemos cOlllestar 2. .... , .fbf4+ y ahora el rey no saldrá. El blancopuede contestar � b 1 , () bien, lb d2. Si 3. � b 1 seguiría 3. ....., Él xe 1 +;4. � d 1 (única) , Él xd l ++. Si 3. lbd2 seguiría 3. ....., Él e l +; 4. � d 1 ,Él xd 1 ++ . Lut:go con 1ftxe 1 + damos mare i nevitable.Aquí tenemos un ejemplo de una combinación mucho nds larga, y sinembargo, bastante Eícil. (Diagrama N° 1 24.)El negro acaba de jugar f6. N uestroNFC I{¡S: X alfil domina el punto f7. N uesrro caba­Bl .ANCAS: TAYl .O({l l l AC ltMdA N" 1 21llo también. Adends, debido a la úl timajugada negra, se nos ha abierto la diago­nal 115-e8, que tan valiosa nos ha sido enotras circunstancias. La acción que ejer­cemos sobre el "ralón de Aquiles" ddjuego negro nos invita a pensar quépodemos hacer, y nos Olienta al n:specto.La j ugada est;í entre .fb f7+, � f7 y�h5+. Esta última ofrece, sobre lasanteriores, una apreciable ventaja, y esque lleva una nueva pieza contra el pun­[O f7. Analicemos: l . �h5+. El negrotiene sólo dos respuestas: � e7 y g6.Tomemos � e7. Inmediatamente ve­mos que podemos hostigJ.f y circunscri­bir los movimientos del rey mediante2. 1ftf7+ a lo que debía contes(;H2. ....,� d6 (única). Ahora podemos contestar 3. � d5+, � e7 ((lIlica); 4. 1ftxc5+,d6; 5 . �d5*, etc. Por este camino parece que no se obtiene el mate. Lo esencialsería poder arrancar al rey de sus ddensas. Pensamos con esa base: 1 . 1fth5+,� e7; 2. 1ft f7+, � d6; 3. � b5+, � xe5 (única); 4. �d5+, � f4 (única); yya tenemos al rey a merced de nuestras piezas, pudiendo seguir con 5. d4+ , � g4;6. .fbc2+, � h4 (única) ; 7. �hS++; o bien, aun m;ís rápidamente, con 5 . g3+,�g4 Y 6. h3++ . En resumen, que con l . 1ft h5+, si el negro replica �e7 damosmate en 5 j ugadas más. Por lo tanto debe jugar: 1 . ....., g6. Veamos lo que sucede.• N. R.: sCÍ1alamos 5. lbO+. t!ic7; 6. � J5 ++.
  • 79. TRATADO G ENERAL D E AJ EDREZ 8 3l . .... , g6, pero aquí también aparecen una serie de jaques que obligan al reynegro a emprender un accidentado viaje: 2. � f7+, � e7; 3. � d5+, � d6;4. � e4+, �e6; 5. � b4+, � b5; ahora con 6. a4+ obligaríamos al rey aproyectarse sobre nuestras piezas; pero dejaríamos una pieza, el cahallo de b4, amerced del monarca enemigo; mas éste quedaría en cambio en posición de mate.Podríamos, por ejemplo, jaqueado con 7. e3 y obligarlo a jugar � b3, parasegui r con 8. �d i ++. Luego si el negro nos replica 1 . ... . . g6, recibe mate y, porlo tanto, con l . � h5 damos mate inevitable.Un an�lIisis similar a éste debió efectuar Taylor, pues la parrida siguió así:1 . �h5+, g6; 2. � f7+, � e7, 3. � d5+, �d6; 4. � e4+, � e6, 5. � b4+,� b 5 ; 6. a4+, � xb4 ; 7 . e3+ , � b3;8. � d 1 ++.Otros ejaflp/os:En esta posición el negro está amena­zando § g 1 ++. El blanco debe jugar ypiensa que la torre negra de g7 1 1 0 sóloamenaza el mate en g 1 , sino que estorbatodos sus planes de ataque sobre el reyenemigo. Si esa torre no existiese podría,en efecto, desarrollarse una linda combi­nación así: l . § xa 5 + , � b7; 2. § a7+,� xe6; 3. § e7++. O bien si 2. .... ,� e8; 3. § e7++. Pero la torre de g7evita el mate de c7 y la combinaciónfalla.Pero esto le da al blanco una idea. ¿ SiD I A C HAMA N° 1 2ijugase § g6? Evidentemente si c1 negro contestase § xg6 seguiría la combina­ción anterior y el mate sería inevitable. ¿Qué podría colltestar el negro?Analicemos:l . f! g6Si malltiene el negro el "sratu quo" y juega, por ejemplo, � e2 o � h3,segui ríamos con 2. § xg7 (amenazando § :17++) y si § xg7; 3. § h8++.Luego, a § g6 no es pos ible guardar el "staru quo". Hay que defender laamenaza § xg7. l . .... , [3. no sería defensa, pues seguiría: 2. § xg7, fxc2+;3. � xe2, y mate a la siguiente.Hay aún arras. Si l . § g6, el negro puede replicar § 118; pero seguiría2. ª xa5+, � b7;3. § xg7+, �xe6; 4. ª e7++. Finalment e si l . . . . ., ª xg6sigue el mate que primero se ha visto.Tenemos, pues, que ª g6 es una jugada ganadora en todas las variantes.
  • 80. 8 4 RO B E RTO G RA UEn este ejemplo se ve bien cómo. dada nuestra j ugada. a cualquier respuestadel adversario podemos replicar con jugadas ganadoras.EJEMPl.O D E CElADAlJ1ACRAlvlA N" 1 2(,1 .2 . t!ih63 . Jixf6+! y si4. t!ixf8++En esta pOSlClon el blanco. viendoperdido el fInal por sus peones de menos.da comienzo a una interesante celada.Juega:1 . f4Obsérvese la posición de la damablanca. casi encerrada. Si el negro jugaseg6. la dama tendría como única casilladonde refugiarse la de h6. y entonces.con � D. la dama quedaría atacada y sinescaparoria. pues la jugada l . f4 le haquitado la retirada por la diagonal hG­c l . E1 blanco pierde la dama. Pero, sinembargo, sobre esta apariencia especulael blanco. pues ha pensado nús lejos ytiene una variante ganadora. El negrojuega efectivamente:g6� f7?t!ixf6Como se ve, ésta es una celada, pues a mi j ugada espero su respuesta aparente,para contestar con una maniobra ganadora (en este caso, l!.xf6+). Si e! negro.a l . f4 hubiese contestado sencillamente � g6 (y aun después de g6 y mh6. nohubiese intentado ganar la dama) . rodo peligro habría desaparecido y la partidaestaría seguramente ganada.OTRO EJEl1ILO DE lA CELADA(Véase diagrama N° J27)En esta posición. el negro (Reca) jugó mxh3. amenazando mxh2++,amenaza cont ra l acual el blanco n o puede defenderse directamente. pues si § g2,seguiría, evidentemente �xg2++. Es ésta. pues. una posición de abandonar;pero, sin embargo, el blanco, en esta posición claramente perdida. encuent ra unacelada que si no hubiese sido vista con j usteza, hubiera malogrado el triunfonegro. El Dr. Subirá y de! Río contestó:
  • 81. TRATADO G EN ERAL D E AJ EDREZ 8 5lILANCAS: DR. S U II I RA y DEL RIODIACRAMA Nn 1 27N F C RAS ()!J I I FN N I !JClI LANCAS : JACOllSONDIAGRAMA N° 1 2H1 . a42. b4!l . § xg7+, y ahora, si 1 . ..... . , �xg7;2. �gl +, Y a cualquiera, 3. �xf2, lle­gando a un final superior para el blanco.Si 1 . .. ..., � h8; 2. ª g8+, �xg8 (úni­ca); 3. �gl +, y a cualquiera, 4. �xf2.Pero Reca había visto ya todo eso, yj ugó:l . .... , � f8!; y ahora, si 2. § g8+,� f7 (pues si � e7, seguiría �xe4+);3. § g7+, � f6; y no es posible seguir4. § g6+, por hxg6, con lo que gana latorre, evitando el j aque desde gl , y elmate se hace totalmente inevitable.y aun, como última variante, si a1 . .... , �f8 el blanco contestase2. �g1 ,seguiríá � f3+y § fl , lo que es inme­diatamente ganador.OTROS EJEMPI.OS DE COM BINACIONES YCELADASVeamos cómo se prepara una com bi­nación. (Véase diagrama N° 128.)En esta posición, el blanco piensaque si las casillas a5 y b5 estuviesenvulneradas, la posición se prestada paraun bon i to mate, p roced iendo ase:1 . �a6+, � xa6; 2. �c8++; o bien:1 . �a6+, � b8; 2. � c8++, o, por fin,1 . � a6+, � a8; 2. � c8+, J!!. b8;3. § d8. Pensamos que alIn es posiblemejorar la variante trasponiendo lasjugadas así: l . �a6+ , � a8; 2. § d8 +.�xd8; 3. �c8++, o, encaso de,2. . ...,�b8; 3. § xb8+!, y a�xb8; 4. �c8++.Con esta base el blanco empieza apreparar la combinación, y j uega:�h5El negropermaneció ajeno a las amenazas del blanco y jugó:2.3. �a6+�f3� a8
  • 82. 4. ª d8+5. ª xb8 +6. � c8++CElADARO BERTO ( ; IZAUJib8�xb8El negro juega 1ft f7. Amenaza comer el alfil de f5 y a su vez entrega el peónde e4. El blanco roma el peón de e4. ¿Qué jugada más j usta? S aca el alfil atacado,come un peón y opone el al fil blanco al alfil negro . Si l . ....., �xc4; 2.1ftxc4,y a L . .. . . , 1ft f1 +; 2. .fbg 1 ; Y ahora el negro debe apresurarse a defender sudesgual necido rey. El razonamienro parece justo; pno el negro ha visro mejor,y contra �xe4 jugad l . ....., 1ftfl +; 2. �gl (única) , 1ft f3+!!; 3. �xf3(única) , y .fbxf1++!La partida se desarrolló efectivamente así: 1 . . ...., 1ftf7; 2. �xe4 , 1ft fl +;N I:CIC>S: I I LLSlIlmv 3. �gl , 1ft f3+; 4. �xf3, �xf3++.IILANCAS : x x.D lACRAMA Nu 1 2 )Si el blanco hubiese analizado conmás atención, habría evitado la celadajugando, a 1 . 1ft f7; 2. 1ftg5!, con loque hubiera ganado, seguramente, lapartida.BUEN EJ EMPLO DE COMBINAC¡()N(Véase dÚlgrama N° ¡JO)En esta posición j uega el negro, quemedita una linda combinación a base deª xe3. Con tra l . ....., § xe3, el blancodebe, o bien capturar la torre, con lo q ueha ganado calidad (la torre vale más queel alfil, como veremos en el próxi mocapítulo) , o bien efectuar una j ugada deataque, pues a cualquier otra jugadaretiramos la torre y habremos ganado elalfil. El análisis demuestra dpidamenre que no hay ataque posible. § g5 atacaríaun punro (g7) sólidamen te defendido, la dama negra no puede ser atacada, y a1ftg5, seguiría § e l + y � f6. Luego, 2. fxe3, es la jugada ún ica para el blanco.a esro segui ría: 2. .. .. .,�c4, amenazando § fl , ganando la dam�l. ¿Cómooponerse a (al amenaza?l o Retirando la dama a g2, seguiría ª fl +, 1ftxfl ; 1ftxfl ++. 2° Retirandola dama a g3, g4, g5 o g6, seguiría ft fl +, 1ftg1 ; y 1ft f3+ ganaría en segu ida.Con esto tenemos que la dama no puede reti rarse. Veamos entonces la retiradadel rey a g2. En seguida observamos que con ft e2+ ganamos al menos la torre.En resumen, que no se puede salir con el rey, y en cuanto a § f5, sería mala por�xe4+, ganando.
  • 83. TRATADO GENERAL DE AJ EDREZ 8 7Redoblamos la atención e n el análisis. La combinación dd negro se basa enla j ugada § fl ; pero con ello priva de defensa al pdm g7. Luego, acaso pudieseintentarse § g5 , y a § fl , § xg7+, y tratar de seguir dando jaque. Veamos elasunto :1. . . . .. , § xe3; 2 . fxe3, �c4; 3. § g5, § f1 ; 4. § xg7+, � h8; 5 . § g8+ ,� h7; 6. § g7+, � h6; 7 . § g6+, etc., haciendo tablas. Luego, a § xg7+ ,malo e s contestar � h8. Pensemos e n � f8: seguiría, 5 . § g8+, Y ahora contralos jaques de torre hay una evolución, escapando con el rey de esta suerte: 5 . . . . . . ,�e7; 6. § �7+, � d8; 7. § g8 + , � d7;8. § g7+, � c6!; y ya no hay más ja- NEGRAS: CAPAIIl.ANCAques de torre y el j uego está ganado.Esta escapatoria del rey es lo quevio el negro y lo que le perm itió jugar§ xe3, e i n iciar esta bon i ta y gana­dora combin ació n.He aquí la combinación completa:1 . § xe32 . fxe3 (lo mejor) � c43 . § g5 (lo mejor) § f14. § xg7+ (lo mejor) � f85 . § g8+ (lo mejor) � e76. § g7+ (lo mejor) � d87. § g8+ (lo mejor) � d78. § g7+ (lo mejor) � c6!y entonces a cualquier jugada:9. . . . . ., § xgl + , y se gana en seguidala partida.Veamos ahora una combinación conmás variantes y más difícil por lo tanto.Juega el negro. Corno se ve, la basede su juego está en el avance del peón alfila f2, con jaque descubierto. Pero eso nopuede hacerse en seguida, pues si 1 . . . . . .,f2+; 2. �xe4, § h6!; 3. �g2! , y todoqueda defendido y el blanco con unapieza más.Rubinstein aquí soluciona el asunt ocon u n a brillante combinación. Piensa:Si l . . . . . . , � e l + ! ; 2 . § xc 1 , f2+ ;3. �xe4, fxe 1 = 1ft+ ; 4. � g2, �xd2+;y evidentemente se gana. Prima facie, lalILANCAS: IFRNSTF I NDIACRAMA N° u nN EG ltAS: RUIII NSTFI NBLANCAS: SALXTDIAC HAMA N° U l
  • 84. 8 8 ROBERTO GRAUjugada i!i el + parece, pues, excelente, pues el descubierto resulta a la vez un dobley hace inevitable la entrada a dama del blanco. En esas circunstancias, 1fte 1 nopuede considerarse casi una entrega de dama. Pero analicemos con atención.Tenemos:1 . .. .. ., �e 1 +! El blanco tiene dos contestaciones: 2. ª xc1 , y 2. @ f1 .Tomemoslaprimera.Tenemos: l . .. ... , 1ftel +; 2 . ª xe1 , f2+; 3. �xe4, fXel = 1ft+;4. � g2, �xd2+; y si 5. � h � , o t;1 , ª el +, Y mate � la siguiente; si 5. �g3,�f2+; 6. �h3, ª h0++; Y SI 5. �h3, ª h6+; 6. �g3, �xh2+ ; 7. �f3,ª h3++.Todo esto es inevitable si el blanco juega4. �g2¿Qué otra cosapuede hacer?La disyuntiva es4. � g2, 0 4. @ fl . Hemos visto la primera; veamos la segunda:4. @ fl , �xfl + 5. � h2, ª h6+; 6. �g3, ª h3++. Luego, la salvación deljuego blanco, si es posible, debe estar en la jugada 3.Reconstruyamos: 1. . .. .., �e l +; 2. ª xc 1 , f2+; 3. �xe4, fxc1 = 1ft +; Y4. �g2, o @ fl , pierden. Evidentemente no hay otras jugadas; luego, debeanalizarse si no hay jugada mejor que 3. �xe4. Poco hay que elegir. E1 blancoen la tercera jugada sólo puede efectuar dos movidas: 3 . 1ftxe4, y 3. @ f3. Laprimera pierde. Veamos la segunda: Tenemos, l . ..... , �e l +!; 2. ª xe 1 , f2+;3. @ f3, fxe1 = � +; 4. � g2, Ji.xf3+; 5 . �h2 (o � 113), Él h6+; 6. 1ft h4,ª xh4++. Pero e n l a 4a jugada, e l rey pudo ir él h2 e n lugar d e g2. Mas e n esecaso jugaríamos: 4. � h2, ª h6+; 5. @ h4, ª xh4+; 6. �xh4, �xh4+;7 . � g1 , ª e l +, Y mate a la siguiente. Y si 5. �h4, ª xh4+; y a 6. @ xh4seguiría igual que el anterior, y a 6. � g2, � h 1 +; 7. � f2, �xf3+; y matea la siguiente. Repasemos lo analizado: a 3. @ f3, fxe1 = � +; 4. � g2, o � h2.Si 4. � g2, el mate es inevitable, como hemos visto. Si 4. � h2, sigue ª h6+,y a S" @ h4 o �h4, el negro gana, según también se vio. ¿Qué otra cosa puedejugar el blanco? Tan sólo puede intent ar 5. � g2; pero seguiría � h 1 +; 6. � f2,�xf3+; y mate a la siguiente Luego, una vez que el blanco ejecuta como 3ajugada �xe4, o @ f3, su juego está perdido, y como no tiene otras necesitarectificar su jugada segunda para salvar el juego. Si l . ..... , �e l +, no puedecontestar ª xe l . Pero. ¿ qué otra cosa puede intentar? La única posibilidadestaría en 2. @ fl , pero en ese caso, Él h6+; 3. � g1 , f2+; 4. ª xf2 (única),§ h l ++; y si en lugar de3. � gl , el blanco j uega § h2, el negro con 1ftf2 damate en g2, o, en caso de Él d2, con �xfl ++.Hemos analizado todas las variantes posibles, las que demuestran que elblanco no tiene réplica posible contra la j ugada i!ie l + de las negras que gana entodas las variantes.LA COMBINACIÓNPasaremos ahora a estudiar algunas partidas desde el punto de vista de lacombinación. En este estudio nos manejaremos de manera mis razonada,mirando las cosas desde un punto de vista menos particular y, por lo tanto, másprovechoso para el aficionado, razón por la cual solicitamos su atención sobre laspáginas que siguen.
  • 85. TRATADO GEN ERAL D E AJ EDREZ 8 9PARTIDA N ° 1 0l .2.3.4.5.6.7.8.9.APERTURA ESCOCESABLANCAS: B. DISTLNEGRAS: ROSSIPALe4 eS� f3 � c6d4 exd4� xd4 � xd4�xd4 � e7Jic4 c6� c3 d6JigS �b6�xd6!Primer detalle de la combina-ción. Las blancas, para una vistapoco afinada, han ganado un peón,pero en cambio el negro puede repli­car a su vez con �xb2, recuperandoIOS ICIÓN D ESlutS D E LA J UGADA <) DE I.ASNFC RASDIACRAMA N° H2no sólo el peón, sino atacando almismo tiempo dos piezas adversarias,piezas que no pueden ser defendidassimultáneamente. El blanco ha reali­zado, pues, una combinación, o acometido un error.Pero estudiando la posición deacuerdo con nuestras experienciasanteriores, veremos cosas interesan­tes. Ya sabemos que el objeto de lapartida es dar mate, y para dar mate seprecisa dar un jaque al rey adversariono teniendo éste retirada, ya por estarbloqueado por sus propias piezas, opor estar tomadas las casillas de escapepor nuestras piezas.Si pudiéramos dar un jaque en d8con ladama defendida, daríamos matesi no mediara la circunstancia de quela dama negra domina ese cuadro.Debemos, pues, como primera provi­dencia, desalojar la dama enemiga deb6 por medios directos o indirectos.Si logramos que la dama negra se alejedel dominio o fiscalización de la dia­gonal d8-aS, podremos quizá llevar ala práctica nuestro plan. La idea de lacombinación que el blanco realiza es,pues, perfectamente lógica y fácil paraquien sepa discernir y Juegue convistas al mate.9. �xh2El negro ha seguido el plan ideadoen la jugada anterior. Entregó u npeón e n d6 con e l propósito d ebuscarcompensaciones en otro sector deltablero, y ahora quiere explotar el
  • 86. 9 0 IZ O B E RTO C RA Uaparellte error de las bLncas, Hl O I1 -quistando no sólo el pL,lll, sino ga­nalldo una pieza. La dallla ,¡J1U !.1 ,llacael caballo y la torre, y las bla ncas notienen amenaza directa de mate. De­ben , pues, realizar una jugada com­plementaria de ese pla n . Como hici­mos notar antes, debe apoyarse laacción de la dama, y sal[;l entonces ala vista la movida ª d I , que no sólosusrrae la torre de la acción de la damaadversaria, sino qlle da realidad a laterrible anH:naza de las blancas.1 0. § d l ! �xc3+Aparentemellte, una desagradablesorpn:sa. La caprura dd caballo que elblanco ha clH regado en pos de sucombinación de Illau:, tiene un com­plemento poco agradable, b;¡se de tan­tas sorpresas en ajedrez. El negro daj aque, y como d jaque debe ser siem­pre defendido, d pla n de dar mate hasufrido un parélHesis y d blanco haperdido una pieza.A simple vista, las consecuenciasde este jaque no pueden ser nds desas­trosas par;¡ el blanco. Si el rey semueve, podría ser capturado el alfi l dec4 con jaque, y una nueva pieza caeríasin que la amenaza de mate de lasblancas pudiera aún hacerse efectiva.Orro detalle aparece, que complica lasiruación. El I1Lgro puede ahora con­tinuar con J.1. g4, sacando el alfil de sucasilla inicial. p�ua defender eon latorre el cuadro dH que atacan lasblapcas, y en el cual esperan dar mate.Para evitar que esta j ugada de alfil-que anularía todos los pla nes deataque- llegue a realizarse, sería ne­cesario efectuar una movida muy agre­siva que obligara a demorar esa juga-da. Sería oportuno, pues, cubrir nues­tro jaque atacando la dama, ya que elalfil en ningún caso puede ser debida­mente apoyado.1 1 . �d2Las negras deben sacar la dama dela posición actual. Ya indicaremosmás adelante el valor dl: las piezas, quepor lógica el aficionado conoce, máxi­me después de las ant eriores experien­cias, de los últimos ejemplos. Cómo­damente pueden sustraerse a la 3.me­naz3. mediante � xc4, ganando un3.nueva pIeza.1 1 . . . . . � xc4La posición se ha aclarado un tan­to aparentemente y el negro tiene una3.mplia ventaja m3.terial. Ha g3.nadodos piezas, pero el blanco cuenta conla amenaza de mate, en aras de la cualha entregado sus fuerzas. Pero unnuevo inconveniente ha surgido paradar mate. Al cubrir con el alfIl el jaquede la dama enemiga, se ha obstruidola acción de apoyo que la rorre ejercíasobre la dama, y el m�He en un3.j ugadaes ya imposible.No obstante, no debemos pcrderlas esperanzas, por un detalle funda­mental. La posición del rey enemigose mantiene exactamente igual. Nodispone de buenas casillas de retiraday el plan del matc es aún viable. Esnecesario sacar el J.lfl l para dar accióna la torre. Analizamos primero �a5,pero se presenta la desagradable res­puesta de las negras f(}, que hacedesaparecer la amenaza sobre el puntod8.Es preciso, es indispensable reali-
  • 87. TRATADO GEN ERAL D E AJ EDREZ 9 1zar una nueva jugada agresiva que seanticipe a esa jugada liberadora de lasnegras, que al hacer desaparecer lasituación característica del rey negro,daría por tierra con todos los proyec­tos de dar mate, y que ya le hancostado dos piezas. Profundizando elanálisis, se observa que bastaría unjaquecon la torre en d8 paradar mate,si esta pieza estuviera debidamenteapoyada, y en ese tren de buscar posi­bilidades, audaces si se quiere, o des­esperadas, dada la inferioridad dematerial, se puede observar que el alfIlnegro, desde aS también puede vulne­rar el cuadro d8, base de todas laspreocupaciones agresivas de las blan­cas, y repentinamente aparece la posi­bilidad de una combinación deflniti-va.¿Y si entregáramos la dama en d8?Podríamos luego seguir con un doblejaque, ubicando nuestro alfil en aS yabriendo la acción de la torre sobre elrey, para que estas piezas desarrollenuna acción conjunta sobre el cuadrodébil de d8. Surge, pues, la jugadasorprendente y agresiva t!i d8+, quelimita el campo de réplicas adversariasa la más mínimaexpresión. La combi­nación no es, pues, de análisis difícil,por cuanto el rey negro sólo tiene unajugada para replicar, dada su precariamovilidad.IOSICION DES P U tS DE LA J UGiI >A 1 1 DE LASNECH.A.SDIACRAMA N" 1 .�:11 2. � d8+! �xdR1 3. ibaS+Eljaque doble hasido dado yel reyno tiene ninglÍn otro recurso quemoverse ante tan simuldncas agresio­nes. No tiene más que una jugada:volver a su mala posición anterior.1 3. . ... � e8A costa del sacrificio ele la dama elblanco haconseguido, después de unaserie de jugadas dilatorias, la posiciónbuscada: vulner;u simultáneamentecon dos piezas el cuadro dR del adver­sario, tan débil, y poder apoyar así laacción proyectada de dar mate espe­culando en esadebilidad.Jllegan, pues:1 4. El dR++.
  • 88. 9 2 ROBERTO G RAUPARTIDA N° 1 1l .2 .3 .4 .5.6.RUY LÓPEZBLANCAS: DR. ALEKHINENEGRAS: DR. FORESTERe4 eS� f3 � c6�bS a6�a4 � f6� c3 �cS� xcSUna pequeña combinación muypracticada en nUlllerosas aperturas.Oportunamente nos ocuparemos delas posiciones características de doblesataques a piezas, y observaremos unaserie de variantes similares a la presen­te, pero no podelllos sustraernos aldeseo de hacer una pequeña nota aesta jugada, que sin duda sorprenderáal principiante.El blanco ha capturado un peónimportante, pero entrega una pieza,dado que este peón estaba defendidopor un caballo. No obstante, es unajugada buena y perfectamente practi­cable en las posiciones peculiares, enque dos piezas adversarias se colocanen la misma línea, con una casillaentremedio, y hay un peón en situa­ción de vulnerar simultáneamenteambos cuadros. El caballo puede sercapturado por el caballo, pero al ha­cerlo, el blanco puede replicar cond4,atacando simultáneamente ambas pie­zas adversarias, razón por la cual recu­perará una, y además ganará un valio­so tiempo en el desarrollo.POSICIÓN D ESPUI�S OE LA J UCADA (, DE LASBI.Af:CASDIACRAMA N° J:tí6. � xeS7. d4Fácilmente se observa que la com­binación era perfectamente lógica yjusta. Ahora el negro debe devolver lapieza capturada y el blanco ha logradoabrir su juego. En realidad, mantieneel peón de ventaja, pero éste puede serrecuperado en varias formas, entreotras, retirando el alfil a d6 defendien­do el caballo, o bien con f!;fe7, apo­yando ambas piezas atacadas, y asi­mismo, como lo efectúa el adversariode Alckhine.7. lbb4
  • 89. TRATADO G EN E RAL D E AJ EDREZ 9 3Sacando el alfil de l a amenaza yasimismo fijando el caballo que apoyael peón de e4, que el caballo de f6ataca. Las negras quieren realizar unpequeÍlo ataque que carece de consis­tencia.8. dxe5La pieza ha sido recuperada.8. @ xe49. � d4Hay dos piezas negras en el centrodel tablero, y las blancas pueden ata­carlas simuld.neamente. Con esta ju­gada el Dr. Alekhine comienza unacombinación de ataque sobre el aladel rey, que luego se hará evidentepara el aficionado principiante.Contra un ataque de esta natura­leza sólo quedan pocos recursos de­fensivos. Primero debe considerarse silas piezas atacadas pueden apoyarseentre sí, o si es posible realizar unamovida que defienda a las dos almismo tiempo. Fácilmente se observaque no. El alfil corre por casillas ne­gras y el caballo está en un cuadroblanco; no puede, pues, defenderlodirectamente en ningtÍn caso. Vemos,pues, que estas piezas no pueden apo­yarse entre sí. Es menester, entonces,desechar este plan y ver si hay algunajugada que pueda defender ambaspiezas a la vez, y se observa rápida­mente que no, por la falta de acción delas demás piezas negras. Busquemosentonces una jugada de contraataque,y observemos bS atacando el alfil.Rápidamente reparamos que si noso­tros, contra 9 . ... . . , b5 seguimos con�xb4 hacemos obligatorio continuarcon � xc3 para no perder también elcaballo. Contra eso podríamos seguircon .f1b3, y si bien las negras hanrecuperado la pieza atacada, el caballono tiene buenas retiradas y está ataca­do. Sólo podría acudir aa4 perdiendoun peón mediante .f1xa4. Este planno es, pues, bueno. Otra jugada decontraataque y de acuerdo con la es­trategia elemental que hemos estadoobservando en las otras partidas seríajugar 9 . . ... . J � h4; pero a estoseguiría �xb4 (no �xc4, a causade �xe4+ ganando la dama, por­que el caballo dama está inmoviliza­do por la acción del alfil adversario)y si �xf2+, � d I , ganando.ToJas estas dificultades permitenestablecer en forma terminante quelas jugadas de contraataque en estaposición son peligrosas, de posibilida­des muy confusas. Debemos por so­bre todas las cosas especular sobre losprocedimientosclaros y fáciles, ya quenuestra capacidad de ver y combinares relativa. Apelamos en esta forma altÍltimo procedimiento, y el más ele­mental por cierto. Veamos si es posi­ble cambiar una de las piezas atacadaspor otra adversaria, para luego retirarla pieza restante. Bien es verdad queeste cambio hará desaparecer el ata­que que el negro proyectó, pero laposición exige este pequeño sacrifi­CIO.9 .1 0. bxc31 1 . lba3@ xc3lba5Impidiendo el enroque adversariopara poder llevar a la práctica unataque sobre el rey que terminará enmate. Otra vez observaremos c1ara-
  • 90. 9 4 ROB ERTO C IZAUmente cómo deben desarrollarse laspiezas si se desea realizar IIn ataque.Lo principal es reducir ( ) limitar laacción del rey adversario. Esre movi­m iento es no sólo una j ugada deiniciativa, de ataque, sino que respon­de a un prillcipio de reduccióll deagilidad del rey adversario, para udstarde iniciar la carga fi nal contra suposición.1 1 . . . . . b6Vemos aquí nuevamente una ju­gada nel ltra y anodi na. El blanco est;Íatacando y el negro rcaliza ull a pesadamaniobra en Ull flanco para desarro ­llarse. Ant e U l l araque apremialHecomo el que se prepara, era necesariotratar primordialnlelHe de mejorar lasituación del rey. I ndudablemente laposición es difícil, pero era mejorjugar bS, para segui r luego con d6,aun perdielldo un peón. El rey debecuidarse por so bre [Odas las cosas.1 2. e6!La j ugada clave del ataque. Lasblancas tratan de abrir brechas sobreel desguarnecido Hanco rey. El análi­sis no es difícil; ni hallar la jugada,obra de romanos. Los dos alfiles vul­neran la situación actual del rey, in­moviliz:ínJolo. Si se logra abrir líneassobre el mismo, el ataque debe pros­perar daJa su escasa movilidad. Laj ugada dd texto especula en que estepeón 110 puede ser captu rado por elpeón dama, a causa de la acción delalfil dea4 que im pide que este peón semueva, pues, como hemos dicho, elre) nunca puede ponerse en jaque.Puede ser capturado por el peón alfilrey, pero entonces las blancas podríanseguir con �xg7, atacando la rorre,que no puede moverse a causa de quesiempre podría ser tom ada con mate.1 2. .. . . � f6Las negras impiden la captu ra delpeón caballo rey, pero, en cambio,facilitan la real ización de un m are,eSIJl�culando ell la debilidad, acentua­da por la movida de la dama, del peónde d7.1 3 . J!bxd7+Aquí también gana cxd7+ , pu escaería el aIf-t1 negro de e8, pero debebuscarse siempre, de ser posible, al­canzar el fin primordial de la luchaque es dar mate, y las blancas luchanen busca de este resul tado, amp;Hadasen la pobre acción del rey negro, yueno puede sustraerse al ataque, por laacción poderosa de fiscalización desus retiradas que ejerce d alfil de a3.1 3 . � d814. ibc6+!IOSICI()N [)ESllJ l�S DE LA J UCA[)A I Í 1 > E I .ASB I .:NCAS
  • 91. TRATADO G EN E RAL D E AJ EDREZ 9 5El círculo se estrecha. El rey ya notiene ninguna movida. Está en posi­ción pura de mate, pero debemosconsiderar los factores ajenos a·supropia movilidad que pueden impe­dir el mate. Si bien no puede moverse,p uede cubrir el jaque o captu rar lapieza que está dando el Jaque.Si el alfil moviera a d7 seguiría�xd7++. Debe, pues, desecharse esterecurso. Queda, pues, �xd4, elimi­nando la formidable dama blanca,pero ahora surge el detalle importan-PARTIDA N° 1 2te. Al capturar la dama blanca, lasnegras deben dejar indefensa la casillae7, que domina con dos piezas Ale­khine. Antes las blancas pudieron ju­gar e7+ (en lugar de 1 4. 1bc6+), ga­nando la dama, pues el único recursode Forester habría sido fixe7. Aho­ra, al jugar 1 4 . . . . . ., fixd4; desapa­rece esa ünica posibilidad y el peóndará mate.1 4. ....1 5 . e7++�xd4PEÓN DAMA (DEFENSA HOLANDESA)BLANCAS: RETINEGRAS: EUWE1 . d4 f52. e4El blanco se decide a jugar unapartida de ataque; una partida decombinación. Esta entrega de peóntiene por objeto ganar algunos tiem­pos en el desarrollo, y originar unjuego abierto, en el que es propicio eljuego de combinación. La partida seorienta, pues, desde sus primeras ju­gadas, por un norte determinado.2. fxe43. � c3 � f6El plan es muy racional. El blancoataca el peón cenrral, que las negrashan ganado. El negro lo defiende, yambos realizan silllulcíneamente ju­gadas de desarrollo. El blanco atacadahora la pieza que defIende el peón, yla lucha sigue un ritlllo perfectamentelógico.4. J1bg5 g65 . f3Es fácil observar que las blancaspodrían haher recuperado el peónentregado, mediallte �xf() seguidode � xc4. Pero es claro también com­prender que las blancas no han reali­zado la pequeña combinacion inicialde enrregar un peón para el merohecho de recuperarlo, sin pena nigloria.
  • 92. 9 6 ROB ERTO GRAU5 .6 . � xf37. �d3exf3�g7eSLas blancas tienen mejor desaro-110. Todas sus piezas menores actúancon eficacia y la situación amenazaconvertirse en muy agresiva. El ne­gro, sin embargo, no se ha amilanadoy ha tratado de addantarse a los acon­�ecimientos atacando primero, peroIncurre en el error de atacar sin tenerun buen desarrollo.Lapartevulnerabledeljuego blan­co es la casilla b2, por la acción indi­recta que sobre la misma ejerce e! alfilrey. Lajugada dd texto responde a eseplan. Se entrega un peón, para abriraún más la diagonal de! alfil, y darpaso a la dama sobre los cuadros b6 yaS. A la acción de las piezas blancasque actúan en puntos dinámicos yque pueden orientar su acción a cual­qui�r sector del tablero, las negrasrepltcan con un plan determinado,sobre un ala del tablero.Todo esto no tiene en realidadnada que ver aparentemente con lacombinación en sí, pero estamos en elmomento de la precombinación y nosinteresa orientar al aficionado sobre eldesarrollo de las operaciones dejandoseñalado el espíritu de la lucha, paraevidenciar la lógica que dirige siem­pre el desarrollo de las partidas deajedrez.8 . dS � b6Se inicia la combinación negraque las blancas han facilitado con elavance realizado en la última jugada,pues han valorizado el alfil. Ahora escuando en realidad la partida adquie-r� para nosotros, desde el punto devIsta que estamos tratando, su valorfundamental.¿Qué intentael negro? Por lo pron­to analicemos las amenazas directas.¿Cuáles son? Salta a la vista el ataquesobre el peón de b2.¿Que gravedad tiene esta amena­za? Por lo pronto el blanco observaque el negro, al capturar el peón,atacará el caballo de c3, y asimismo,luego podrá hacer que e! alfil de g7,sac��do e! caballo que restringe suacclOn (el de f6) , actúe sobre e! caba­llo de c3 o en la gran diagonal, secun­dando la acción de la dama.La disyuntiva es ésta: o se entregael peón de b2, o se defiende. Esro eslógico y claro. Comienza ahora elrazonamiento del jugador. En pre­sencia de! dilema, debe escoger, y lalógica, que en ajedrez pesa en formaextraordinaria, comienza a fiscalizare! análisis. El blanco tiene rodas suspiezas orientadas hacia el ataque; tie­ne mejor desarrollo y no desea resig­narse a jugar una partida pasiva. Lasdefensas que ap:lfecen no alcanzan élsatisfacer. Primero, se observará quelas jugadas de apoyo del peón sontodasmovidas precarias, que desento­nan con la agresividad y dinamismode la dama negra, que actúa sobre elpeónb2, e indirectamente, porahora,sobre la diagonala2-g8. Tanro ª b 1 ,como � c l , y � c l , representan ju­gadas de corto alcance, y esclavizanuna pieza importante para un pobreobjetivo. Otra jugada posible, comoser � a4, sería replicada con �a5+,y luego con b5.Esto no satisface como programaal blanco, que, además, funda suspretensiones de querer jugar una par-
  • 93. TRATADO GENERAL DE AJEDREZ 9 7tida de ataque en el hecho de tener suspiezas mejor desarrolladas.Comienza, en mérito de esto, elj ugador a considerar la otra posibili­dad: la entrega del peón vulnerado. Laprimera jugada que considera es, in­dudablemente, el enroque corto, parareplicar a �xb2 con � b5, amena­zando � c7+ y también g b l , siem­pre con gran ataque; pero el negrodispone de una réplica que impide esacombinación, que es: a 9. O-O, c4;con jaque descubierto de la dama,ganando el alfil. Este procedimientono es, pues bueno. El blanco ha vistoque a su jugada o-o, la espuesta adver-saria, 9. ... . . , c4+, le dejaba sin propiaréplica satisfactoria, y busca otro me­dio para llegar al mismo fin.El negro, al tomar el peón caballodama, atacará al caballo: analicemos,pues, una jugada que apoye al caballopara luego atacar la dama y poderiniciar el contraataque. La jugada9. � d2 11ena ese propósito, pero tie­ne un gran peligro. Reti analiza cui­dadosamente y observa que disponeen todos los casos de una combina­ción ganadora que no detallamos, porcuanto la propia partida es la mejorexplicación, y se lanza en la contra­combinación. Acepta el duelo plan­teado por el negro, confiado en elhecho fundamental de que tiene to­das sus piezas en actividad, y su adver­sario no ha desarrollado ninguna delas del ala de la dama.9. �d2 �xb2Euwe acepta el reto. Está inferior yconfía en el ataque. Ha visto la ame­naza de Reti, pero también ha entre­visto una j ugada que le permitirá, siReti sigue el plan ideado, ganar las dostorres. Esto es verdad, pero entretantoReti también hace triunfar su otroplan que es hacer perder tiempo a ladama adversaria para que no se pro­duzca el desarrollo de las piezas del alade la dama enemiga, un. tanto difícilesde movilizar. El ataque negro se desa­rrolla normalmente, y el contraataqueque el blanco está gestando, también.1 0. ª b l !El blanco rompe a su vez el fuego.Esta jugada parece muy clara, pero noes así. Un jugador de mediana fuerzahabría replicado ahora con 1 O. O-O,pero Reti ha visto más lejos y provocadefinitivamente una combinación delas negras, que ha de significar laganancia de las dos torres, pero que encambio ha de reportar la desapariciónde una de las dos piezas menoresnegras que actúan eficientemente.1 0. .... � xd5POSICIÓN DESPUÉS DE LA JUGADA 1 0 D E LASNEGRASDIAGRAMA N° 1 36
  • 94. 9 8 RO B E RTO C RAUEl negro en su proceso analítico de"mi jugada, su respuesta, mi propia ré­plica, etc.", ha visto menos que el bbn­co, y acepta el cebo tendido sin alcanzara darse cuenta de b verdadera magnituddel ataque que Reti prepara. Ganará dostorres el negro, pero alejará defInitiva­mente la dama de la acción central;perded el caballo rey que cooperabaeficazmente en la defensa, y así facilitaráel contraataque defInitivo.Desde un plinto de vista más simple,Euwe ha alulizado de b siguiente mane­ra: J uego � xd 5 , y obligo a Reti a jugar1 1 . ª xb2 o � xd5. Si juega � xd5 ,replico con � x b 1 +, ya que e l caballodeja de apoyar b torre, y contra b nuevaréplica de � f2, sigo dama por b otratorre y he ganado material abundantecomo para triunfar. Si cn cambio Reti,contra la j ugada � xd5 sigue con1 1 . ª xb2, entonces sigo con �xe3, yluego con J1xd2, simpI ifieando el juegoy llegando a un final con tres peones dcventaja.1 1 . � xd5!Reti, m;ls sagaz, al jugar ª b 1 yahabía hecho el siguiente análisis: Si miadversario juega 10. . . ... , � xd 5 , segui-ré con 1 1 . � xd5 entregando bs dostorres, para luego continuar con � e7+si es imprescindible. o con una maniobrade ataque sobre el rey enemigo que nodispondd de ninguna pieza menor quelo apoye. En cambioyo lo atacaré con micaballo de d 5 , con mi alfil de g5 , y conmi poderosa dama, que actúa en unaimportante columna central, estando encambio la de mi adversario en h 1 , enmérito a sus capturas, confinada. Reti havisto m;ls lejos y por lo tanto triunfa.1 1 .1 2. � f2�xb 1 +�xh 1Obsérvese ahora b claridad delrazonamiento de Reti: la Falta deacción de las piezas negras así comoel dinamismo de las piezas blancas.El ataque contint.ta enérgicamente,antes que las negras se desarrollen.1 3. !1xe7 d6Dando juego al alfil dama. Si1 3. .. .. ., � e6; seguiría J1d6, ga-nando con mayor facilidad que conla movida del texto, por la amenazade �e2+, etc. Analicemos la posi­ción y se harán claras la int ensidaddel ataque y la pobreza de acciónde l as negras. Vea mos, pues:1 3. . . . . , � e6; 1 4 . J1 d6. ¿quépuede hacer el negro? Observemosprimero lo que pasaría si tratara desacar al rey de la mala posiciónacmal. Si, por ejemplo, 1 4. . . . . .,� dS; entonces 1 5. � g5 + , �eS;1,6. J1xg6+, hxg6; 1 7. �xg6+,8 dS; l S. J1e7++. Si en lugar de1 4. . . ..., � dS; las negras jugaran1 4. .. ... , � D; seguiría entre otras1 5 . � f4 + ( t a m b i é n ganaría� g5+) , �gS; 1 6. � e7+, � xe7;1 7. J1e4 +, � d5; I S. J1xd5++.Si el ncgro deja, pues, el reyquieroy j uega 1 4. ....., ibd4+; seguirí;�1 5. @ xd4, � xd4; 1 6. � g5 (SI�c3+, seguiría � e6, con mayorresistencia) , � e6 (paraevitar mateen e7, ya que si 1 6. . . . . . , � D, bsblancas darían m ate en dos, pormedio de � f6+ Y � e7 o� e7++, segt.tn los casos, y si encambio 1 6. ....., ª fS+, seguiría1 7. �xfS, con b m isma amenaza,
  • 95. TRATADO GEN ERAL D E AJEDREZ 9 9ysientonces1 7. .....,�xf8; 1 8. �f6+,seguido de mate); 1 7. �f6, con mateinevitable.1 4. �xd6 � e6Hemos llegado a la misma posi­ción analizada antes, pero ahora lasnegras han dado agilidad a su alfildama. Sin embargo, esto, con serplausible, no alcanza a evitar el mateque Reti ha previsto.1 5 . �b5!Unajugada de gran lógica. Reti hahecho, sin duda, lasiguiente reflexión:La única pieza que no desempeña unrol de gran importancia en los matesposibles es mi alfil de d3. En cambio,el caballo negro defiende la casillavital de e7, que vulnera mi agresivoalfil de d6. ¿Qué mejor entonces queanular la acción de esa pieza eficaz enla defensa, con mi alfil, ineficaz paraelataque? El mate en pocas jugadas esahora inevitable.1 5. .... �d71 6. �xe6 bxe6Si 1 6. .....,Jlxc6, el procedimien-to ganador es aún más rápido. Vea-PARTIDA N° 1 3mos: 1 6. ....., Jl xc6; 1 7. �e3+,�O (si � d7, 1 8. �e7+, seellidode � e7++ ) ; 1 8 . @ g5+, � g8 ;1 9. �e6++.POS I C i Ó N DES P U ÉS D E LA ] UCADA 1 (, D E LASNEG RAS1 7. �e2+! (1 -0)Si 1 7. ....., � O; seguiría9 1 8. @ gS+, � �8; 1 9. @ e7+,�f8; 20. @. xg6+, �g8; 2 1 . �C4+,Jle6; 22. � xe6++.Si . .. .., � d8; seguiría en cambioeste otro bonito mate: 1 8. 11c7+,� c8; 1 9. �a6++.ZUKERTORT (irregular) Torneo d e Portsmouth d e 1 923BLANCAS: ALEKHINENEGRAS: DREWITT1 . @ f32. b43. Jib2d5e6@ f64. a35 . bxc56. e3e5Jixc5o-o
  • 96. 1 00 ROBERTO G RAU7. c48. d49. � bd21 0. �d3� c6�b6fie7fl d8Todas estas movidas son previas ala rotura de las hostilidades. Observeel aficionado estudioso que ambosjugadores están realizando movimien­tos preparatorios de un plan de ac­ción, y que no ponen las piezas de susrespectivos bandos en contacto direc­to con las del adversario. ¿Qué estáintentando el blanco? Alekhine buscaubicar una pieza en eS y tratará deabrir las líneas sobre el rey enemigo asus alfiles, para j ustificar la acción delos mismos.¿Qué pretende hacer el negro? Elnegro está proyectando un plan a basede emplazar sus piezas en el ala de ladama, ya que abrir líneas en el centrofavorecería las amenazas enemigas.Conocemos el deseo de ambos adver­sarios. Veamos ahora cómo se ingeniacada cual para el logro de sus objeti­vos.1 1 . O-O �d71 2. � e5!S e inicia l a ofensiva. Es ésta laprimera pieza blanca que busca elcontacto con las piezas negras. El com­bate principia recién. Hasta ahora sólohemos observado los preparativos decada bando, para encontrarse en estemomento en las mejores condicionesestratégicas.¿Qué conseguiría el blanco si elnegro jugara @ xeS? Observaremosmás adelante una serie de partidas queaclararán todas nuestras dudas. Se veráen el transcurso de las mismas que dela oportuna eliminación del caballode f6 depende el éxito de muchosataques sobre el flanco rey. E l blancotiene una posición de ataque, ya quesus alfiles apuntan sobre el flanco delrey adversario. Si 1 2. ....., � xeS ;seguirla 1 3. dxeS, y el caballo notendría otra retirada que a e8. En esecaso el punto h7 negro quedaría muydébil, ya que el caballo habría dejadode prestarle su apoyo y podría sobre­venir una maniobra a base de · f4-H f3- H h3 Y �hS Y quizá, entreme-dio de ese plan, no podría apareceruna posición de sacrificio previo delalfil en h7.Es decir, con esta movida, Alekhi­ne inicia su combinación de debilita­miento del flanco rey enemigo, pararealizar más tarde la gran combina­ción que tendremos la fortuna deanalizar.1 2. .... �e8El negro se retira. H a efectuado elanálisis y ha visto sus riesgos. Tratapues de conservar su valioso caballoen f6, que le pone a cubierto de lospeligros inmediatos de una ofensivaenemIga.1 3. f4Sigue el blanco preparando el ata­que ganador. Alekhine ha razonadocon una lógica formidable. Ha pensa­do sin duda así: mi jugada (f4) apoyaal caballo deeS ¿cuál es la respuesta demi enemigo? Si � xeS, seguiría fxeSy el ataque antes enunciado tendríaaún más fuerza. Ha considerado, pues,la respuesta y su propia contestación.Asimismo, estai.ugada da paso a latorre rey paraque coopere en el ataque
  • 97. TRATADO G ENERAL D E AJ E DREZ 1 0 1que se proyecta sobre el ala del rey. Lajugada está animada del factor ya máscomplejo y básico, que luego explica­remosdetalladamente: tieneotro plan,ya que enrraña una nueva amenazapara el adversario.1 3. . ... fI ac8Sigue el negro acumulando fuer­zas en el ala de la dama, ya que en elcentro se encuenrra el incómodo ca­ballo que inmoviliza la situación, y enel ala del rey, las piezas blancas domi­nan.1 4. fI clEsta jugada, ¿con qué propósiropuede ser efectuada? No concuerdaaparentemente con las Orras, ya que elataque se prepara sobre el flanco rey,pero por algo debe haber sido ejecuta­da. Como el ataque es muy sólido enel ala del rey, el blanco primero elimi­na rodas las posibilidades del negrodel flanco dama. Es una jugada quepodremos llama� de neurralización deamenazas enemIgas.1 4. .... � d7(Véase el diagrama N° 138)La situación del caballo de e5molesta a las negras y algo intentancon este retroceso, al sacar voluntaria­mente un caballo tan bien ubicadocomo el de f6. ¿Qué intenta, pues, elnegro? Salta a la vista una jugada queeliminara el caballo de e5, que es f6,dando asimismo juego al alfil de e8.¿Qué contesta Alekhine?POSICIÓN DESPUÉS DE L A J UCADA 1 4 DE LASN EG R.LJIAC RAM A N° 1 jH1 5. � xc6Esesta unajugadaexcelente. Comono puede evitar la eliminación delcaballo de su casilla anterior, Alekhi­ne lo cambia por uno adversario yprepara una combinación, especulan­do con la situación trabada de laspiezas enemigas. Alckhine ha consi­derado lasdos únicas réplicas adversa­rias, que son: ª xe6 o bxe6. Ptiesbien, contra ª xe6, ha observado quepodría seguir cone5. atacando al alfil.Esta pieza debe moverse, ya a e7, a loque podría seguir �b5 ganando ca­lidad (cambio de alfil o caballo poruna rorre), o bien continuarcon�a5,a lo que podría seguirse con � b3,atacando nuevamenteel indefenso alfilde a5 que si se retira a c7 llevaría a lamisma posición de antes, y si es apo­yado por medio de b6, con J2.b5seguido de �x a 5, se llegaría a unaposición muy buena de ataque, ga­nándose por lo menos un peón.
  • 98. 1 02 RO B ERTO G RAUVemos, pues, cómo se ha desarro­llado el proceso analítico del jugadorque conduce las blancas. Ahora, si enlugar de I S. .. . .. , § xe6; siguierabxe6, hay un nuevo análisis a efec­tuar. Igualmente surge la jugada eS,atacando el alfil. Si esta pieza se retiraa e7, seguiría �a4 atacando el peónde e6 y del cuadro �.t7. Si el alfil va a laotracasilla dequedispone (aS) podríacontinuarse con 1 7. � b3, atacán­dolo nuevamente. A esto no habríaotra jugada para el negro que reple­garse a e7, y entonces no es claro vercuál es la ventaja material que podríareportar lavariante. Sin embargo, pro­fundizando un poco, el analista ob­serva que los peones de e6 y de a7 ddenemigo esd.n muy débiles y puedepreparar una incursión sobre los mis­mos, por medio de Jle3, para seguircon @ aS y luego �a4.Al llegar a esta posición, el analistacree que su posición en este caso seríasatisfactoria, como es verdad, y debi­do a esto haejecutado la combinaciónantes comentada.1 5 . . . . . fi xc6El negro también ha visto lo mis­mo que el blanco, y opta por realizaruna contracombinación que no esbuena. Se decide a entregar una piezapor tres peones, consecuente en suempeño de atacar en el flanco dama yde abrir líneas en el mismo.1 6. e5 @ xc5Los análisis progresivos de "mijugada, su respuesta, mi propia répli­ca", han llevado a Drewitt a la conclu­sión de que sólo esta maniobra desacrifIcio le puede dar chances de con-tinuar la partida. Con esta movida, hacalculado lo siguiente: he comido unpeón y al retomar con el alfil, atacarésimultáneamente dos nuevos peonesenemigos, asegurándome, pues, lacaptura de uno más. En síntesis, queha cambiado tres peones por una pie­za, y como sabe que la técnica fría delvalorde las piezas dice que tres peonesequivalen a U ll caballo, cree haberrealizado un cambio bueno, ya quepor lo pronro ha desbaratado las ame­nazas adversarias antes enunciadas.En cualquier C :l S O , es evidente queést:l es la mejor perspectiva paraDrewitt.1 7. dxc5 �xc51 8. fi f3!Alekhine. más observador que su:ldvers:lrio, ha entrevisto U I I detalleque en el calor del arl<Ílisis escapó alnegro. Atacados los peones de e3 y dea3, defiende el primero mediante unajugada de doble intención. La torredesde [3 apoya al peón y asimismoamenaza cooperar en una combina­ción que el blanco ha previsro. Alcomentar en la jugada 1 0 la partida yesbozar los planes, dijimos que alblanco le convenía abrir brechas a susfilas sobre el rey enemigo. El negro, alefectuar su combinación que creyósalvadora. ó por lo menos la mejor, seha visto en la necesidad de eliminar elpeón que estaba en d4 de las blancasy en esa forma el alfil de b2 tambiéncoopera decididamente en la ofensivasobre el rey enemigo. Las líneas se hanabierto, y el ataque de sacrificio notardará en producirse.1 8. .. . . �xa3
  • 99. TRATADO C ENERAL D E AJ EDREZ 1 031 9. ª xc6!¿Por qué, pregunrará el aficiona­do, este signo de admiración a unajugada que nada hace directamenteen favor del ataque que rodos sabemosha de cristalizar pronto? Simplemenrepor cuanro para poder efectuarlo, estaj ugada es indispensable, ya que elblanco proyecta un doble sacrifIcio dealfiles para abrir rotalmente la posi­ción del rey enemigo, y enrrar luegocon la dama y la rorCt� y dar mate aldesmantelado monarca. Uno de esrossacrificios es sin jaque, como se verá,y de estar la torre donde estaba recitn,el negro podrb, mediante g xc 1 , fijarla dama blanca y anula r d ataque.Este cambio es, pues, sólo un parén­tesis necesario a la gran ofcns iva quesobre el desguarnecido y atacado flan­co rey negro se cIerne.1 9. .... 1bxc6IOSIC«J N DESPU (: S DE I.A JUCAIM 1 1) I J E 1 .� EC RASDI:CltA!vIA N" I jI)20. Jlxh7+!Se inició la combinación final. Lasblancas lun capturado un peón y elnegro puede comer el alfIl. El negro,que no desea quedar con inferioridadmaterial y siempre estar bajo los fue­gos del mismo ataque, opta por co­merse la pieza.20. .. . .2 1 . ª h3+�xh7� g8Única. Si � g6, seguiría tf h5++.22. 1bxg7!!La clave de la combinación. Estesegundo sacrifIcio del altll es formida­ble y quita rodas las esperanzas de unahuida por víafS yeS al rey negro. Estaforma de abrir las columnas "h" y« " I I 1 . ,g , cualH. o e a( versano esta enroca-do, es típica de los ataques conoa elenroque corto, siendo sin duda una delas mis espectaculares. En una part idajugada elltre Lasker y Baller en eltorneo de Amsterdam de 1 H89, y en elde San Petersburgo de 1 9 1 4 entreNimzovich y Tarrasch, se produjo unsacrificio similar en su base medular alde la presente partida. Observemosque para la realización de la combina­ción el blanco ha considerado prime­ro la eliminación del caballo de f6adversario, luego la apertura de dia­gonales p:n;1 los alfIles, y m;ls tarje, larotu ra dd tiente de peones del cnro­que para abrir las columnas de "h" y"g".22.23. �g4+�xg7� f6Si � f8, seguiría § h8++.24. �g5++.
  • 100. 1 04 RO B E RTO G RA U------- ��------------ ----PARTIDA N° 1 4FlANCHETO DAMA. Jugada en el Torneo d e Carlsbad, 1 929BLANCAS: NIMZOVICI-INEGRAS: EUWE1 . c32. b33. �b24. f4� fGg6�g7dGLJ. J.perturJ. efectuJ.cla por el bbn­co responde a un principio estratégicoque no detallaremos mayormente porescapar al objeto de este capítulo y noquerer sembrar confusiones en el espí­ritu de los aficionados. No obstante,seÍlalaremos que por transposición dejUg:HlaS se ha llegado a una aperturaBi�d que crea siempre una dificultad:el desarrollo del caballo dama. Estapieza no puede ir a a3, porque suradio de acción es pequeÍlo, ya quesólo vulnera el cuadro c4, desde don­de no puede retirarse a ninguna de lascasillas centrales por estar todas ocu­padas por peone.s. En C?, �u casillalógica, anula la fuerza ofensl�a de sualfIl, en benefIcio de la del alhl adver­sario de g7, y si se juega d3, paraluego ubicar el caballo en d2, se debi­lita un tanto la configuración de peo­nes centrales, y se bloquea al alfil rey.Explicamos esto por cuanto la par­tida nos probar;í lo mismo y porquetoda ella gira alrededor de b falta deacción de este caballo, que en ciertomomento el Gbnco entrega tendien­do una nugnífica celada.5 . � c lPrestando apoyo al alfil, detalleimprescindible en algunas variantesposibles. Si por ejemplo las blancasquisieran realizJ.r una mani,obra awe­siva mediante 5. e4, habna segU ido5. ....., eS; G. fxe5, � g4; y ahora se veque el alfil de b2 necesita estar apoya­do, para poder seguir con exdG sin losriesgos de perder una pieza, pues elalfil negro domina indirectamente ala l fil bbnco. Igual mente, con tr a5. lbe2, las negras podrían liberar sujuego con e5; ya que contra 6. f-xc 5 ,seguiría 6. . . . . . , � g4!; 7. � f? (noJ1xg4 por7. . . . . . , � h4+ segUido de� xg4), � c6; y siempre las negraspodrían explotar la situ ación del al�1de b2 adversario, realizando combi­naciones con esa base.Por ese motivo, Nimzovich, queen sus an:í1isis ha visto que la situa­ción sin apoyo de su alfIl dama erabase de vJ.rias combinaciones del ene­migo, en el deseo de restJ.r esJ.s posi­bilidades, consolida la situación ddalfIl.5 .G . � f37. �e28. O-O9. fxeS1 0 . d3o-o�g4� cGeS� xeS(Véase el diagrama siguiente.)
  • 101. TRATADO G EN ERAL D E AJ EDREZ 1 0 5POSICIÓN DEsruf.s DE LA JUGADA 1 0 DE l.ASlIL:�C.SEn este momento el blanco debiójugar � c3. No es posible demorartantas jugadas el desarrollo de unapieza, no sólo por lo que significa sufalta de cooperación en la lucha gene­ral, sino por cuanto traba la acción deotras, también valiosas. Vercmos cómoexplota Euwe esa deficiencia.El razonamiento de Euwe es muyclaro y lógico: "Mi adversario, al avan­zar el peón dama, ha dejado sin elapoyo de un peón el dee3. Esto es unadebilidad. Ahora bien; si mi adversa­rio logra jugar e4, este peón débil seconvertirá en una cadena de peonesmuy sólidamente apoyada entre sí.¿Cómo hacer para evitar este avance?Es evidente que la jugada dS impideel avance, ya que, de hacerlo, el blancoperdería un peón".Indudablemente, si esto impideun mal debe hacerse, pero ahora surgela otra parte del razonamiento. Euweha visto la jugada dS, y la haría inme-diatamente, a no surgir los factoresnegativos de la jugada. ¿Cuáles son?El caballo eS está apoyado porel peónque avanza a dS, y si se juega dS, estapieza queda perdida. Euwe ha visto sujugada y b formidable réplica de suadversario. ¿Qué consecuencia sacade todo esto? Pues muy simple; pién­sela el aficionado sin seguir nd.s ade­lante y por lógica la encontrad. Paraavanzar el peón es preciso sacar elcaballo, ya que si se pierde un tiempo,Nimzovich jugad e4, y el plan decontinuar con dS habrá fracasado. Sies posible capturar una pieza enemigacon nuestro caballo de eS, luego po­dremos continuar en seguida C011 JS .Salta a la vista entonces la jugada� xf3 +, que además tiene la velltajade ser con jaque, lo que obliga a lainmediata captura de la pieza.El proceso analítico del negro seha extendido. Ha debido ver la juga­da, la respucsta, y la réplica nuestra,salvando en ese an6.1isis un accidentedctico que impedía la realización deun plan. Juega, pues, Euwe:1 0.1 1 . ibxf3Una jugada intermedia que favo­rece el plan general.1 2. ª xf31 3. � fl1 4. ibxg71 5. h31 6. ª g3d5!@ g4�xg7@ e5f5Una nueva pieza se opone al avan­ce del peón rey blanco, y las negrashan logrado crear, mediante el proce-
  • 102. 1 06 RO B E RTO C RAUso analítico que antes describimos,una definitiva preocupaciólI para lasblancas en el peón de e3. Como tam­bién escapa al objeto de este capítuloel estudio de las debilidades estratégi­cas, sólo esbozamos el problema de ladebilidad para que cuando volvamossobre él, el aficionado que haya segui­do este curso de enseñanza, conozcasu existencia.1 7. � f4 � f6!!Euwe sigue razonando lógicamen­te. Pong:í.monos en la situ ación de él,e intentemos imaginar ese razona­miento. "El caballo dama de N imzo­vich no ha salido de su casilla deorigen. La diagonal central est:1 abier­ta y la dama, desde f6, ataca indirec­tamente esa torre, pues el caballo deeS, que restringe su accción, puede deun solo salto ubicarse en f3 dandojaque, y si bien el blanco puede captu­rarlo, yo replico con ffi xa 1 , ganando/calidad y amenazando seriamente elcaballo i nmóvil de las blancas".1 8 . d4Anulando todas las amenazas delnegro, pero se continúa beneficiandoel plan de Euwe de la jugada 10. Alavanzar el peón dama, el peón reyqueda para siempre confinado en e3,ya que ha perdido el punto de apoyopara avanzar evenrualmenre a e4.Ahora sería f:í.cil para el negro acumu­lar en un final, sobre él, las piezasofensivas.1 8.1 9. t!1xc7� f7Nimzovich ha caído en una celadaestratégica, pero bien es cierto que notenía nada mejor que hacer. En unfinal estaría perdido, y arriesga el todopor el todo. Euwe ha jugado toda lapartida sin perder de vista la fallaoriginal del planteo adversario, que yaindicamos: la falta de acción del caba­llo de dama enemigo. Ha visto queuna vez avanzado el peón dama, estapieza podría entrar en acción por víae3 o d2, y entonces ha comprendidoque era necesaria la cooperación dealguna otra de sus piezas para impe­dirlo, o sacar provecho de esa defi­ciencia. Si fuera posible ubicar unatorre en e8 sin estar el peón negro dee7, el plan sería realizable, y en méritoa este an:í.lisis profundo -que nodeta l l a mos a n tes al j ugar17. ... . . , ffi f6!!, para no confu ndir allector principiante- Euwe realizó esajugada que coronamos con dos signosde admiración, por sus mültiples ob­jetivos: aparentement e ataca la torreenemiga, pero en realidad invita aladversario a realizar una maniobragan:í.ndole un peón, pero que le per­mitid abrir la columna "e", estratégi­camente valiosa en esta posición.1 9. .. . .20. �xb7fl ac8� h4Esta jugada es buena, pero aúnhabía otra mejor para explotar la fa­mosa deficiencia estratégica de la po­sición blanca: el caballo dama. Euwepudo jugar 20. ... . . , ffi d6;atacandoigualmente la torre, pero con mayoresamenazas. Si a esto hubiera seguido2 1 . ª 8, El xc2 y las blancas nopodrían continuar con � a3, atacan­do la torre, por la acción de la dama ded6 que toma ese cuadro. Era, pues,
  • 103. TRATA DO G E N E RAL D E AJ E D R EZ 1 07más consecuente que la del texro conel plan de anular definitivamente laacción del caballo. Las blancas ha­brían seguido enronces con22. ª f2,a lo que las negras ganarían median teª c 1 +; 23. ª fl (única), �e6! ,�menazando � xe3 que no puede serevi tado. Si 24. ª xc l , � xe3 + ;25. � h2, � xc l ; seguido de � b2,ganando; siempre en méri ro a la malasi tUJción cid caballo.2 l . � h2 f4Es ésta una partida típica de com­binación, como las antnio rmen rcdescriptas, pero que termina en ullacdada magistral, con la qlle el blancose salva de una situ ación desesperada.22. ª f3 fxc323. � c3!!?El golpe de ingenio; la celada mag­nífica. Esta jugada no salva la partida,pero o frece ul1a irresistible tcmaciónpara d negro, que deja dc ganar elcncuentro, consecucnte con su pla nd e capturar e l caballo adversario, queahora generosament e se ofrece a suvoracidad.(VéflSe el rliagmma N° 141)23. .... ª xc3?El error. La excesiva gula de losajedrecistas es la causa del éxito deinnumerables celadas. Contribuyc aléxito de las mismas, en muchas oca­siones, orro facror poderoso, que es lafalra de tiempo para meditar las répli­cas de que se dispone en los torneos.En éstos, el ajedrez tiene una cortapi­sa, que es el límite del tiempo pararOSICH)N DES p u Ls DE lA JUCADA 23 DE U.SBI.ANCASDIACltf-IA N" I ·j Ipensar, lo que justifica muchos de loserrores que en algu l1 .1 p:lrtidas obser­van y observadn 11I , ¡ nados prin­Cipian tes.Ya veremos por qué causas pierdeesta jugada. Lo que interesa ahora essaber cómo podía ganar el negro, y lomostraremos: en lugar de ª xc3, de-bió jugar 23. ..... , � xd4; atacandoel caballo. Si 24 . ª xf7+, § xV;25. � xc8 , �e5+ (las negras, paLlganar, <.-kben, ctmlO se ve, ent regarU Il:l pieza cn lugar de captu rar la quese Ie ofre ció esp o n d nea I-nen te) ;26: � g l , e2; 27. § cl , § f1 + ! ;2 8 . § xfl , �e3+; 29. § f2, e l =�+ganando EÍcilmenrc.Si en cambio juegan 24 . § afl ,�e5+; 25. � h l , § c7; 26. § xc3,� xc3! ; 27. § xc3 , § xb7, ganandola pieza sin los riesgos de la variant edel tcxto.Como se ve, la celada 110 e s elemen­tal, ni Illucho menos. Hemos buscadoexpresament e una celada de este tipo
  • 104. 1 0 8 RO BERTO G RAUpara coment ar, ya que damos en otraparte de este mismo volumen diagra­mas con celadas elementales. A menu­do, la celada es tan profunda que seconfunde con la combinación, peroexiste la variación fundamental de quela celada siempre tiene una falla, quepuede ocasionar la derrota.N imzovich , que se ha visto perdi­do, apeló al mejor de los recursos. Hadebido hacer un doble razonamiento.Primero, el de índole psicológica: sabeque su adversario tiene la vista fija enel caballo dama inmovilizado, y queha orientado toda su combinaciónalrededor de esa pieza. La ofrece, segu­ro de que aquél no se resignará Hcil­ment e a dejar de capturar la pieza porla que tantas maniobras complejas havenido realizando.El otro aspecto es el de la dificultadde las variantes del plan ganador. Lashemos deta}{ado ya, y habd observa­do el aficionado que encierra sutilezasque bien pueden escapar al análisismental del más acabado de los maes­tros, y en vista de ello, se decide aensayar el recurso salvador. El plan deN i mzovich es j ugar ráp idamente§ afI , para especular sobre la situa­ción del caballo de f7 del enemigo.Otro jugador menos hábil habría tra­tado de explotar esto sin sacrificar elcaballo, j ugando. por ejemplo, � a3 ,lo que habría casi obligado al negro areplicar �xd4, o también e2, queson variantes ganadoras. Al ubicar elcaballo en c3 tienta al rival, } asim is­mo resta algo de vigor a la j ugada�xd4, que ya deja de atacar la torrede a l , Y toma el cuadro e2, impidien­do el avance del peón. Es, pues, mejor,y crea mayor número de perspectivas.24. f1 afl e2El peón en que confía Euwe paraganar a pesar de todo.25. § xf7+ f1 xf726. fixf7+La jugada ganadora. Mala habríasido la aparente jugada § xf7+, acausa de 26. ... .., � g8!; 27. § g7+,� h8; ganando, por la amenaza det!f g3+ seguido de el = Yfi ++. Esta ju­gada, en cambio, permite al blancorealizar una instructiva maniobra queconduce al negro a una posición demate inevitable, a pesar del famosopeón de e2 y la amenaza tardía de�g3+.26. . ... � h6Si � h8, seguiría � f8++.27. fi f8+Euwe abandonó por la siguienteamenaza: Si 27. ....., �g5; seguiría:28. � f6+, � h5; 29. g4+, Yfixg4;30. hxg4+, �xg4; 3 l . § f4+, y lue-go § h4++. Si en lugar de 27. ... . . ,� gS; las negras jugaran 27 . . . . . . ,� hS; el plan sería el mismo, pero conuna trasposición de j ugadas: primero28. g4+, �xg4 (si � gS, seguiría29. �f4++}, 29. hxg4+, �xg4 (si�hS; 30. �h6+, seguido de § f4++);30. � f4+, � hS; 3 1 . § gl , con mateinevitable. Si h6 para evitar �gS++,seguiría �g4++ pues el peón habríaquitado al rey la casilla de escape de h6.
  • 105. TRATADO GENERAL DE AJEDREZ 1 09EJERCICIOS PARA EL DESARROLLO DE LA VISI6N MEDIATACon lo que hemos visto basta para observar cuáles son los fundamentos de lafacultad de combinar. Dada una posición el jugador supone una j ugada, y,procediendo mentalmente como si esruviera hecha, medita sobre las contestacio­,nes del adversario. Si ataca, piensa cómo podrá defenderse su rival. Si se defiende,piensa qué jugadas puede intentar su contrincante para reforzar su ataque. Unavez localizadas las respuestas (o la respuesta, en el caso de que haya una única oevidentemente mejor que las demás), empieza a pensar cuáles serían susposibilidades en tal posición, para determinar una jugada propia, y así sucesiva­mente, hasta llegar, tras 2, 3 o más jugadas -rechazando unas movidas yaceptando otras- a una posición satisfactoria. Pero para eso debe tener lafacultad de poder considerar una posición posible como si realmente estuviese enel tablero, delante de sus ojos.El jugador mira el tablero; pero evoluciona con las piezas, previendo jugadas,y debe ser capaz de retener claramente la posición resultante y de pensar sobre ellacual si esruviese efectivamente dada sobre el tablero. Esa posición posible puedetener, con la posición real de las piezas, el cambio mínimo de que una pieza sehaya trasladado y ocupe otra casilla de la que, en el momento, está ocupando; peropuede también haber muchos cambios. Demás está decir que cuantos máscambios sufre la posición actual, más difícil es ver con claridad la posiciónresultante de esos cambios; pero en todo caso no hay posibilidad de combinar sino se puede considerar las posiciones posibles como si fuesen actuales y verlasclaramente como tales.Para ello es menester, desde luego, ejercitarse (y hay ejercicios muy sencillosque desarrollarán la capacidad de ver y de retener las posiciones fururas).Aquellos aficionados que tengan interés en progresar rápidamente y quieranaumentar su capacidad de ver, harán bien en efectuar los siguientes ejercicios, queles serán de grandes y fructíferos resultados.Ejercicios:10 Reprodúzcanse partidas en el tablero. Elíjase cualquiera -empiécese porla primera de este libro, por ejemplo- y una vez puesta la posición inicial en eltablero, léanse dos jugadas. (Ej.: e4, eS; Jlc4, � c6) y sin efectuar esas jugadasváyase fijando mentalmente el proceso de esas dos jugadas (dos jugadas y doscontestaciones) y trate de verse, bien claramente, la posición resultante despuésde efectuadas esas movidas. Háganse después en el tablero y léanse otras dosjugadas blancas con sus respectivas contestaciones, y ejecúteselas mentalmente,fijando siempre, claramente, la posición resultante, y así, de dos en dos jugadas,hasta terminar la partida. Después de efecruado este ejercicio con 1 0 o 1 5partidas, hasta que no ofrezca ninguna dificultad, empréndase la misma tarea conotras partidas; pero considerando las jugadas de tres en tres. Léanse tres jugadasy efectúese mentalmente ese proceso, sin mover las piezas, y procurando ver bienclara la posición. Una vez tomada buena práctica, iníciese la reproducción de
  • 106. 1 1 0 ROB ERTO C RA Uotras 1 0 0 1 5 partidas de 4 en 4 j ugadas y de 5 en 5 j ugadas, procurando no tantoaumentar el nlJmero de jugad3s como lograr que la visión sea bien nítida y lafijación de las posiciones intermedias y finales, bien clara.2° Una vez que el aficionado se sienta dueÍlo de un regular dominio de estavisión futura del j uego, será bueno que emprenda otros ejercicios n1;Í.s complejos,así:Tome la posición de los diagramas de las partidas que más adelallte se dan (dela N° 1 5 a la N° 1 1 4) Y poniendo en el tablero la posición señalada en ellos trate,sin mover las piezas, por el solo cálculo men tal, de descubrir cuál es elprocedimiento para ganar o para dar el mate que se anuncia, en el número dej ugadas que se i ndica, si es que hubiere tales indicaciones. Efectúe mentalmentesus j ugadas, las respuestas adversarias y sus propias réplicas, h3sta encontrar lasolución, sin mover las piezas. Después, revÍscse el resultado obtenido con lacontinuación efectiva de la partida.Este ejercicio tiene sobre el anterior una gran ventaja. En aquéllos era merareproducción de jugadas; en éste es menester crear y laborar sobre posicionesposibles. Realmente la primera serie de ejercicios han sido a modo de entrena­miento para poder emprender con éxito estos otros, que son los realmentevaliosos.3° Reforzará los efectos de estos ejercicios la solución de los 50 fInales de mateque daremos al final de este mismo capítulo.Es este un punto que requiere singular empcÍlo del aficionado, que debe, porla práctica y el ejercicio, acostumbrar a su mente a moverse ágil ment e enposiciones futuras, posibles, y ver en ellas con claridad como si estuviesenpresentes ante sus ojos.Pero no queremos pasar adelante sin advertir al aficionado contra un error enel que fácilmente puede incurrir al encarar sus partidas.El caso de la combinación es un caso excepcional en ajedrez, y el esquema derazonamiento que le es propio solo puede emplearse en esos casos excepcionales.El aficionado, descuidando este principio, puede incurrir en el error de quererconsiderar todas las posiciones como si fuesen de combinación, con lo que recargasu trabajo de cerebración en forma excesiva y sin provecho. También esperj udicial pretender analizar hasta los detalles de posiciones excesivamentecomplejas, pues esa tarea insumiría mucho tiempo y exigiría un desgaste excesivopara cerebros no muy acostumbrados a la tarea de combinar. La posición ideales siempre el justo medio. El aficionado debe forzar su 3tención un poco ycombinar hasta donde empiece a sentir dificultades. Pero no debe prosegui ranálisis turbios e inciertos. Cuando siente que, yendo d e j ugada e n jugada, vaperdiendo seguridad en la posición del juego, mejor es que suspenda susbúsquedas, y que recuerde que vale más ver dos jugadas claras y bien fijadas, queavanzar con el análisis 5 o 6 jugadas en forma nebulosa e incierta, pues esto fatigay es fuente de errores sin cuento.
  • 107. TRATA DO C EN E RAI . D E AJ EDREl 1 1 1LÉXICO COivl ÚNSALIDALlimase así al privilegio de efectuar la primera j ugada, prerro gat iva que, porconvención del j uego , pertenece al blanco. La salida sign i ficl una ven uja, pues(la al blanco u n r i em po mis para el desarrollo de sus piezas y sus ;aaques. Por estarazó n se acostll mbra a alternar los colores, de modo qlle L,I j ugadur que lIe"a elluna part ida las bla ncas, Ik�ve en la s iguieIHe las negLls ) ;lsí sucesi V,lmellle.DESARROLlAR EL JUEGODenom Ínase de esra m anera a la acción de poner en actividad las piezas en lasprimeras j ugadas. Las p iezas (en particular los caballos , los alfilLs y la dama) ,cuando ocupan sus casillas de o rigen se dice que no csdn desarrolladas, p ues noejercen mayor acción sobre el j uego enem igo. En bs pri meras j ug;ldas se trata deh acerles ocupar casil las desde las cuales ejerza n una acción mjs etccriva. Eso esdesa rro llar las piezas o desarr o l lar el j uego .PRIMER JUGADORLlimase así al que tiene la salida, es decir, a l q ue co nd uce las piLLas hlancas.SEGUNDO jUGADOItEl q ue 1 1 0 tiene la salida, o sea el que co nduce las piezas negras."SOltTEAIt LOS COLORES" O "SOtUEAR EL J UEGO".Cuando dos jugadores se d isponell a j uga r se ;lCos r u l l1 bra ;¡ decid i r por lasuer te qu iC:l1 lendd la salida. Para ello UIlO de los j ugadores (es correClO q u e cl l1l;ÍsjOVln ceda esra fu nción al de IlLls edad) ocul ta al azar un peón hlanco c n una manoy uno negro en la OLTa, dando a elegir los pU Ílos cerrados al cO ll trario , a qu ien lecorrespondcLÍn bs piezas del color del peón q ue hubiera el! la m an o elegida.APERTURAEs la pri mera parte de la partida, en la cual ambos adversarios desarr olbn suspiezas dispon iéndolas para el ataque y la defensa. Estas operaciones prel i m i nares,en las cuales se l ucha por consegu i r una d isposición de piezas hien sólida queasegure las m ayores chances para el desarrollo u l rerior de la part ida, co mprenden ,a veces, 6 o 7 j ugadas y, a veces, 1 0 , 1 2 o a u n m;1s.MEDIO JUEGOEs la bz que en la par r ida sigue a la apert u ra. En ella cada panid�l ;Hiop u s up ropia fisonomía, y en base a la posició n obten ida en la apert u ra s e l ucha paraganar la partida dando mate al adversario, obteniendo venraja marerial ganadorao conduciendo el juego a una de las posicio nes simplificadas q u e la teoría ha
  • 108. 1 1 2 ROBERTO G RA Uestablecido como finales ganadores. Si esto no es posible, se lucha, al menos, parano perder o no arribar a un final perdido.FINALÚltima faz de la partida, que se produce cuando, no obteniéndose decisión enel medio juego, se llega a una posición simplificada (con pocas piezas) y cuyaconducción cae dentro de la teoría de los finales, que es la parte más fundamentaldel j uego.
  • 109. 1 .2.3.4.5 .6 .7.8.9.TRATADO C EN E RAL [ ) E AJ FDR E/.T E R C E R A P A R T E1 00 PARTIDAS INSTRUCTIVASParrida N° 1 5DEFENSA HOLANDESABLANCAS: L. PALAlJNEGRAS: J. NOLLMANd4e4� c3ibg5f3� xf3ibd3�e2� e4f5fxe4� f6d6exf3ibg4� bd7c6� xe41 1 . �g6+1 2. ibxg6++BERLINESABLANCAS: N.N.NEGRAS: . N.N1 . c42. ibc43. d44. dxc55 . � c26. o-ohxg()e5� f(;c()� xc4� xf2� xd 1 ?1 0. �xe4 ibxf3? MATE EN 1 JOS I l C ¡ [ )ASMATE EN nos J U CADISp( ) , I ( I () � I J I S P l J (SI J E l .A Il( :1 1 ), (, D I · l .N i N EC HA SD I A( ; HMdA N " I I¡ POS I CI ()N D ES P U (SDE LA J U CADA l O DE l .AS NFC RAS7. lbxf7+ r:;¡ e7D IACIVM A N° 1 1¡28 . lbg5++1 1 3
  • 110. 1 1 4 lZO I UnO C IZ: L J(.m ida N ° 1 7HUY LÓPEZBLANCAS: BUHilJ1NEGRAS: X.X. "1 . c4 eS2. � c3 � cG3 . � f3 de)4. Jl h 5 Jl g4S . � dS � ge76. c3 aG lOSI c :I O N D ES lU I:S7. Jla4 hS8. Jl b3 � a SDI: l .l j U C ;:[ ); I I l lE l .AS 1Il .I 0!USl )I AC I�lrvli t" I ¡jl¡9 . � xe 5 Jlxd 1 ?Jlxf3@ d41 O . � [-()-j- gxfG1 1 . Jl x f7 HP.lJ l id.l N I) 1 HDEFENSA FlUDORBL.ANCAS: J. UE HODZYNSKI1 .2.3.4.S .6.7.8.9.NEGRAS: A. AuKHINEc4� f3Jl c4c3� b3� g5ibxf7+� xf7fi xb7l O . fi xaH1 1 . f3eS� cGdGJlg4� d7� hG� xf7fi x f7� d7fi c41 1 . . . . .1 2. gxf31 3 . d3?1 4 . cxd41 5 . fixh8Panida N° I lJfi xd3ibe7Jl h4++GAMBITO DANÉS1 .2.3 .4 .5 .G .7 .8 .9 .BLANCAS: A. C . ESSEIlYNEGRAS: F. H. WARRENe4 eSd4 cxd4c3 dxc3Jl c4 <.16@ xc3 @ f()@ f3 Jlg4o-o @ c6JlgS @ c5@ xeS .fb xd l
  • 111. T RATA [ )O C EN E RA. D E AJ E [ ) Il.. F/M. IT FN D O S I li C A M SIOS I U () N [ ) FS I U I:SDE l .A l UCADA ) I lF l .AS N FC [{¡S1 1l¡CRAMA N° Ií�1 0. �xt7+ � c71 1 . � dS++lan ida N ° 20GAMBITO EVANSBl¡NC¡s: P. TI IYIUON, NEGRAS: · ." X.X. I¡¡� �"�;I , .:. ,,l. e4 eS2 . � t3 �cS3 . � c4 � c64. b4 �xb45 . c3 �c56. o-o d()7. "ffi b3 "ffie7?8. d4 exd49. cxd4 � b()1 0. eS dxc51 1 . �a3 "ffidH?1 2. �xt7+ � d71 3 . "ffic6++1 1 5/l/lJltIclro AleklJine (18<J2- 1 <J1{») (drreclM) jI/lito fl bl/im l!oKoljuIJo/(I ( 1 881)- 1952)durante el match por el CflmpeOllflto mundial en 19J.i.
  • 112. 1 1 6Panida N° 2 1RUY LÓPEZBlANCAS: ZlJKERTORTNEGRAS: ANDERSSEN1 . �42. � f33. !bbS4. a35. <146. o-o7. � gSB. � xf79. !b c4+1 0. � hS1 1 . !bgS+eS� c6� ge7d6!bJ7� g6h6�xf7� e7!beBhxgSMATI� FN TRFS I lJCADASPOSICIÓN DESPUÉSDE LA J UGADA 1 1 DE LAS NEGRASDIAGRAMA N° 1 4612. �xg5+ � d71 3. � f5+ � e714. � e6++RO BERTO G RAUJoh(lflneS flentltlllJl LU/:I.rl lirl(I842- 1888), jitertejugador, pupilojtJVorÍfo de Alldcrssm.Partida N° 22GAMBITO ESCOCÉS1 .2.3.4.5.6.7.B.9.BLANCAS: ASPA. NEGRAS: X.X.e4� f3d4!be4e3bxe3iba3e5� b31 0. O-O1 1 . ª dI1 2. ibe61 3 . ª xd7e5� c6exd4ibb4+dxe3iba5d6dxe5� h6f6?ib d7� b8@.xd7
  • 113. T RATA DO C EN ERAL D E AJ E D IZFZ 1 1 7� I YIT F� !IUS 1 1ICA( ).SIOS I U O N l >ES IU ESDE LA J UC A ( )A U DE LAS NECRAS• D1AC RAMA N" I !¡ 71 4. ib f7+1 5 . �e6+1 6. �xe7++� xf7� e7Part ida N° 23CONTRAGAMBITO DEL CENTRO1 .2.3.4.5.6.BLANCAS: X.X.NEGRAS: SCHALLOPPe4exd5c4a4dxc6� b37. · � c38. f49. �d31 0. � g31 1 . �xg7d5� f6c6ibd7� xc6� d4e5�b4Jif5� e411 - 1 1 F� TIUS I l < ;.1 l."(>( lSICIl >N I > E S I U ESI ll LA J LJ l;AI>A 1 1 I l E LAS III .ANC¡iD I AC IZAMA NO) I !¡ H1 1 . . . . .1 2. � c21 3. �xd3� c2+�d3+� g3++Emil Schallopp (1813- 1919) (centro)entre Louis Paulsen (18.3.3- 1891) yWilliam N Potter (1810- 1895)
  • 114. 1 1 8Partida N° 24DEFENSA FILlDORBlANCAS: M. SEGIJIN1 .2.3 .4 .5 .6 .7 .e4 e5� f3 d6J!b c4 f5d4 � f6� c3 cxd4�xd4 J!bd7� g5 � c6M ATF FN C I N CO J lJ< ;AI MSIOSICI()N DESI LJ l:SDE 1./ J UGADA 7 DE I Ni N Et ; IUSDIAGRAr-,,[A N" l it<)8. J!b f7+ � e79. �xf6+ � xf61 0. � d5+ � e51 1 . � f3+ �xc41 2. � c3++ROBERTO (;¡{AUParrida N° 2)GAMBITO ALLGAIERBlANCAS: R. MARRlOT1 . e4 eS2. f4 exf43 . � f3 g54. h4 g45 . � g5 h66. � xf7 � xf77. d4 d58. J!bxf4 dxc49. J1.c4+ � g71 0. J1.e5+ � f61 1 . f! fl J1.e71 2. iti e2 f! e81 3. � d2 � c61 4. 0-0-0 � xd41 5. itixe4 � c61 6. J1.c3 f! f81 7. J1.d3 f! f7IOS I U () N D LS 1 l I ,DE LA J UC,()A 1 7 DE l.AS NEC RASD1AC RAM/ N° 1 iD
  • 115. TRATADO G ENERAL DE A)EDRF/,1 8. � h7+ � f81 9. � h8+ @ g820. �g7+ � e82 1 . �xf7+ �d722. J!bfS+ � dG23. @ e4++Partida N ° 26GAMBITO ROSENTRETERBLANCAS: MACKENZIENEGRAS: THOMPSON ·" r1 . e4 eS2. f4 exf43. @ f3 gS4. d4 g45 . @ eS � h4+G. �d2 �f2+7. � c3 @ cG8. a3 d69. @ xcG bxcG1 0. J!bd3 fi b81 1 . fi f1 �xd4+1 2. �xd4(Véase el diagrama siguiente)1 2. . . . .1 3. eS14 � e4J!bg7+J!bxcS+fS++1 .2.3.4.5 .6 .7 .8 .9 .MATE EN TIU:S J U C. I lASiOSI Cl () N 1 )FSIUI�SDE LA J UGADA 1 2 DE LAS III .ANCASDIACRAM A N" 1 i 1Pa n ida N° 27BIRDBLANCAS: L. FRIESNEGRAS: C. SCHI.ECHTERf4 e5hee5 @ c(1@ f3 dGexdG J!bxdGd4 Cf6J!bg5 h6J!b h4 g5Ji f1 @ c4c3 g41 0. J!bh4 gxf31 1 . J!bxd8 f2+1 2. � c2 J!bg4+1 3 . �d3 @ b4+1 4. �xc4? f5++1 1 9
  • 116. 1 20 ROB ERTO C RA UKflrl Sch!cc!Jlcr (J 871- 1 CJ18), mf/(stro deconsidemble jiterztl.PaJI ida N° 2XPONZIANIBLANCAS: O. BLlJMENTI IAL1 .2.3.4.5 .6.7.8 .9 .NEGRAS: �ATEURe4@ f3c3d4d5Ji,d3@. xc5O-OJi,g51 0. ª e l1 1 . � xf7e5@ cG@ fG@ xe4@ b8@ e5fie7?tti dGttixd5@ e6ª g8IOSI U () N J )ESIU I�SDE LA J U CADA 1 1 DE LAS N E( ; I{ASD I AC RAMA N° 1 521 2 . Ji, g6 fixd 11 3 . @ d6++Panida N° 29GAMBITO DEL CENTRO1 .2.3.4.5 .6.7.8.9.BLANCAS: POTIERNEGRAS: X.X.e4<.14Ji,c4@ f3o-oc3ª ele5!� xe51 0. Ji,b5+e5exd4e 5d6� e6d3Ji,g4@ xe5Ji,xd 1r:tle7
  • 117. TRATADO G FN FRAI. DE AJ [D H.. Fí.IOSrCH)N nFS ll I r::SDE LA J U GADA 1 0 DE LAS NFCRASf)[AC RAMA N° [ 531 1 . �g5 + f61 2. � g6+ � f71 3 . � xh8++Fotografla tomada en Londres alrededor de/873. En ella Sf ve a la elite ajedrecíslÍCtlde la época, entre ellos a los contendientesde la partida N° 30, Henry Bird. (183()­/9(8) parado, quimo de la izquierda yWilhelm Steinitz (I836-J9(0), sentado.primero rI(· la izqu¡ada.Partida N° }ORUY LÓPEZBLANCAS: Bllml .2.3.4.5.6.7.R .9.NEGRAS: STEINITZe4� f1� h 5d4e5� xd4o-o� xd4f41 () . f51 1 . � e41 2. fGL 3 . � h 11 4 . cG1 5 . � xh71 G. cxf7+1 2 1e5� cG� f6exd4@ e4�e7@ xd1� c5be;� b3@ xa l�c5+fl hRfl gRfl fRfl xf7
  • 118. 1 22 ROB E RTO C H A LJIOSI CI ()N I >FSPU I:SDE I.A j U CA[)¡ 1(, DE I .AS NECR¡�DIAC RAMA N° 1 51¡1 70 fl e 1 +1 8 . � g8+1 9. f7++Pan ida N° 3 1BERLINESABLANCAS: N.N.INEGRAS: ;- NoN. t.f ,:. , � . , I , � :; �;"1 . e4 eS2. � e4 @ f63 . d4 exd440 eS � e7S o "itie2 � g86. � f3 eS7. o-o � e6?IOSIClc)N [)ES ILJ (�S1). LA J UCAI>A 7 DE lAS N E G RAS8 . �g59. exfG1 0. f7++DlACRAMA N " 1 55Parrida N° :31f6�xc2CONTRAGAMBITO FAlKBEERBLANCAS: AND[RSS[N1 . e4 eS20 f4 dS3. � f3 dxe44. � xeS �d6S . �e4 �xe5G. dxeS �d47. �e2 �xe58 0 d4 �xd49. � e3 � f61 0. �e3 � d81 1 . O-O h6?1 2. �eS � bd7
  • 119. TRATA[)O GENERAL D E AJE[)REZ 1 23,OS I C I ()N D E S ll l;�SDE LJ ) U G¡[)j 1 2 DE l .AS Nl·:C RASDlACrvMA N° 1 5(,1 3. �xe4+ � xe41 4. Jixf7++Pa n ida N° 3 3GAMBITO EVANSBLANCAS: STElNITZNEGRAS: .,".., F. DEACON1 . e4 eS2. � f3 � c63. Jic4 JicS4. b4 dS5 . exd5 � xb46. Jia3 � c77. o-o J1.g48. d4 J1. xf9 . "ffi xf3 Lxd41 0. � c3 @ xc21 l . d6 Jixd6A(lol(¡! l/{!erJsCIl(l 8 1 8- 187CJ), JJlars/rodI lI1t1/cmríticflS, alemrín,tI //() de 1m ",ds poderososjugar/ores de attlfjue deJ1{ /po(tl y gflJ1f1r!or de!TOn/co de L01tdres de1 8 5 1.
  • 120. 1 241 2. � xb7 ª d8ROB ERTO G RALJG. d5 exd51 3. @ d5 �xh2+ 7. @ h4 @ aG1 4. � xh21 5. ª ac l1 6. g3�xa3d3@ f6IO S I CI ( ) N [ ) FS I L J (:SDE l .A j L JC!( )! 1 (, l J I, l .AS N H ; RASL J!¡ C H.iII! N° 1 171 7. @ xf6+1 8 . ª fe l +1 9. ª xc l +20. �xe7gxfG@xc l�f8( l -O)Panida N° 341 .2.3.4.5 .PEÓN DAMABLANCAS: W. WINTEHNEGRAS: M. RoMId4e4@ f3g3Jig2@ fGeGbGJib7eS8. exd5 gG9. @ e3 �g71 0. @ b5 dG1 1 . � f4 �f81 2. �a4 � d7MATE EN C UATRO J UGADASIOSICI() N D IZS IU IZSDE l .A j UGADA 12 DE l.AS N El;RASDIAGRAMA N° 1 iH1 3. �h31 4. @ xdG+1 5. @ xb71 G. JidG++�xh3� e7@ b4?Partida N° 3 5DEFENSA SICILIANABLANCAS: MORPIiYNEGRAS: JOURNOUD1 . e42 . d4eSexd4
  • 121. TRATADO G E N E RAL D E AJ EDREZ3. � f34. J1.c45 . c3G. �b37. J1.xf7+B. � xc39. J1.xgB1 0. O-O1 1 . � g51 2. J1.xg51 3. � d5e5J1.e7d6dxc3� fB� c6fi xgB�eBJixg5Jie6h6Paul Morphy (1837-1884), se loconsidera el primer americano campeóndel mundo, ganador del Torneo deNuelJa York de 1857, (único en el queintemúlO) pues su meteórica carrera sereduce a escasos años de actillidad,jllgrnu/o matc!Jes Ílu/illidull/cs).IOS I U()r--: nFSIU I:SDE LA J U CAJ)A Ji I l E LAS N ECltASDIACRAMA N° I jI)1 4. ftí!1 5. fxeS+1 6. � c7+1 7. �xe6+�d7� e8fftxc7( 1 -0)1 25
  • 122. 1 26 ROBERTO G RAU1 .2.3.4.5 .6.7.8.9.Parrida N ° 36GAMBITO EVANSBLANCAS: STEINITlNEGRAS: E. PlLHAL e4 e5� f3 � c6�c4 �c5b4 �xb4c3 �a5o-o � f6d4 exd4�a3 d6e5 dxe51 0. � b3 �d71 1 . ª e 1 � f51 2. �b5 � d71 3. � d) �xc31 4. � xc3 dxc31 5. � xe5 � e7lOSIC«JN DESPUÉSDE LA J U CADA 1 5 DE LAS NEGRA.SDIAG RAMA N° 1 (,01 6. � xd71 7. � f6+1 8. �xe7++�xd5� JnuevcPartida N° 371 .2.3.4.5 .6.7.8.9.DEFENSA PETROFFBLANCAS: GRIFFITIINEGRAS: X.X.e4� f3d4e5�e2�xd4� c3� xd4� d5e5� f6exd4� e7� g4�b4+�xd4� xe5�c51 0. � f5 g6?1 1 . � g7+ � f81 2 . �h6 ª g8MATE EN CINCO J UGADASPOSICIÓN DESI U I�SDE LA JUG¡[)¡ 1 2 DE LAS NEC RASDIAGRAMA N° 1 (, !
  • 123. T RATADO C EN ElUL D E A J E D IZF/.1 3 . � c6+1 4. � cxc7+1 5 . ibg5 +1 6. ibxf6+1 7. ibxe7++Partida N° 3 H� c8� d8f6ibc7GAMBITO KIESERITZKY1 .2 .3 .4 .5 .6 .7.8.9.BLANCAS: STEINITZNEGRAS: BElAIEFF " . . ,.e4 e5f4 exf4� f3 g5h4 g4� e5 � f6�c4 d5exd5 � d6d4 � h5� c3 "fft e71 0 . �b5+ � dH�xc 5�xh4� xf4g:11 1 . O-O1 2 . dxc51 3. fl xf41 4. ibxf41 5 . � f3 fl gH11¡TF FN CI NCO / lJCAI lAS1( lS I ( :t(li: I ) LSIl l l: SI > F L A JUC¡ l: l i 1 )1. I ./S N I. C I{ASD I ¡( ; 1¡1fA N° I (,!.l),/i//JeLm Steúútz, ti La c!{/Cc/Jtl, jllg(/)Ir/(} 1(}!I 1:"111111111(/ r"s/..:a, 111 1/ ))/al! /J por f/Ctlmpeonato mUl1dial de J8<)1, ganado por eS/I ;/t;mo.1 27
  • 124. 1 28 RO B E RTO C RA U1 6. c6 hc61 7. lbxg3 �gS1 8. � f7 eS1 9. � xg8+ �xg820. lbh4+ y m a l e a la siguiente.1 .2.3.4.5.6.7.8 .9 .ParriJa N° 31)CONTRAGAMBITO FALKBEERBLANCAS: AnCIONADONEGRAS: JANOWSKIe4f4� f3� xcS� c3�e2� xf7?� xh8t!!d IeSdSdxe4�cS� f6� c6"ffi e7� J4Il l,ll ll l: 1 1 1:-,Il : I:.SDE l .A j UCADA ) DI,: I.AS BLANCASDIAC;I�A�I¡ N" I (d9.1 0. gxf31 1 . .fbc21 2. � fl� f3+!exf3+f2+11h3++DavidjllnolVski (1 868- 1 927) UIIO de losmtÍs brillalltes y temperamentalesgrandes mIlestros da período clásico,1 .2.3.4.5.G.7.PartiJa N ° 4 0DEFENSA FlLlDORBLANCAS: H. CURISTOFFERSENNEGRAS: D. LOWERe4� c3� f3d4dxeS� xf3JigSeS� f6d6�g4�xf3dxeSJib4
  • 125. TRATADO G EN E RAL D E AJ EDREZ 1 298 . ª d 1 "ifi e79 . �c4 @ bd71 0. O-O �xc31 1 . "ifixc3 @ xe41 2. ª xd7! "ifixg51 3 . "ifid3 @ d61 4. ª xc7 ª d81 5 . f4 exf41 6 . ª e1 + � f8,, 1 . TI 1 " TI: l " 1 1 . ( ; 1 ) "I l 1 I l . I l ) . 1 ) l .:"> l I l ..>DE LA J UCAlM I (, DE LAS NEC R,SDIAGRAMA N° I (,I¡1 7. "ifixd6+1 8. ª xf7+1 9. ª e8++Partida N ° 4 Iª xd6� g8GAMBITO ESCOCÉSBLANCAS: LICHTENliEINNEGRAS: MORPHY-1 . e42. � f3eS� c63. d4 exd44. Jic4 @ f65 . e5 d56. �b5 @ e47. @ xd4 �d78. @ xc6 bxc69. �d3 �c51 0. �xe4 "ifi h4!1 1 . �e2 dxe41 2. �e3 �g41 3 . �c4 �xe314. g3 "ifi d81 5 . fxe3IOSICI ()N DESPUÉSI l E LA J LJCADA 1 5 DE LAS B l.ANCASDIACRAMA N° 1 (,51 5. .. . .1 6. � f21 7. �gl1 8. "ifixcG+1 9. �xa8+�d1 �� f3+Jih3� f8� e7Las blancas abandon:m, pues elm a te es incviLlh/(.
  • 126. 1 30Partida N° 4 2GAMBITO MUZIOBLANCAS: C. SCI-ILECI-ITER1 .2.3.4.5.6.7.8.9.NEGRAS: DR. H.e4f4@ f3�c4o-o�xf7+�xf3d4�xf41 0. �xf4+1 1 . e51 2. dxe51 3. @ c31 4. fl adl1 5. @ e41 6. @ xf61 7. � h le5exf4g5g4gxf3�xf7�h6d6�xf4@ f6dxe5�e6@ c6�e7fl af8� c5+� e7POSI CIÓN DESpuf:sDE LA J UGADA 1 7 DE US NEGRASDIAGRA..1A N° 1 GGRO B ERTO (;RAU1 8. �h41 9. @ g8+!20. fl d8+2 1 . �e7++�xe5� e8@ xd8Partida N° 43GAMBITO CUNNINGHAMBLANCAS: N.N.NEGRAS: DADIAN DE MINGRELlA1 . e4 e52. f4 exf43. @ f3 �e74. �c4 �h4+5 . @xh4 �xh4+6. � f1 @ f67. � f3 @ c68. d3? @ d49. �d1 @ g41 0. �d2 @ e3+1 1 . �glPOSICIÓN DESPUÉSDE LA J UGADA 1 1 DE LASoBLANCASDIAGRAMA N° 1 (,7
  • 127. TRATADO G EN ERAL D E AJ EDREZ 1 3 11 1 . ....1 2. gxf31 3. � f21 4. � e 11 5. � f2� f3+t g5+t g2+txh 1 +t fl ++Partida N° 44GAMBITO KIESERITZKY1 .2.3.4.5 .6 .7 .8.9.BLANCAS: ROSANESNEGRAS: ANDERSSENe4f4� f3h4� e5i1..c4cxd5d4i1..b5+1 0. dxc61 1 . � xc61 2. i1..xc6+1 3. i1..xa81 4. f1 h21 5 . i1..d51 6. � c31 7. � f21 8. � a41 9. � c320. a4e5exf4g5g4� f6d5i1..d6� h5c6bxc6� xc6� f8� g3!ibf5� g7f1 e8+t b6taóibe5(Véase el diagrama siguiente)20. . ... �fl +!2 1 . �xfl .fbxd4+IOSICl()N DESILJI�SDE LA J UGADA 20 DE LAS B l .ANCASDIAGRA/vIA N° 1 (,822 . .fbe323. � g 1f1 xe3f1 e l ++1 .2.3.4.5.6.7.8.9.Panida N(1 4 5GAMBITO SALVIOBLANCAS: GRECONEGRAS: X.X. e4 eSf4 exf4� f3 g5ibc4 g4� e5 �h4+� fl � f6ibxf7+ � d8d4 � xe4�e2 � g3+1 0. hxg3 �xh 1 +1 1 . � f2 fxg3+1 2. �xg3 �xc 1 ?
  • 128. 1 32IOS I U ()N nFSIU I:SD E LA J U CADA 1 2 D E I .AS NEC RASD I AG RAMA N" 1 (,)1 3. � c6+ � xc61 4. � e8++Part ida N° I¡ (íAPERTURA PONZIANIBLANCAS: X.X.NEGRAS: REV. E. RANKEN1 . e4 e52. � f3 � c63. c3 � f64. d4 d55. �b5 � xe46. � xe5 �d77. "ffi b3 "ffie78. "ffixd5? � xe59. "ffi xb7(Véase diagrama siguiente)9. . .. . � f3+1 0. � f1 � g3+ROB E RTO G RA UIOSICI() N [) r:Sll l�S[ ) ¡:. LA J UCJDA <) DE LAS IIL/NCASDIAClvf I A N° 1 701 1 . fxg3 �c1 ++Parrida N° Í 7DEFENSA ESCOCESA1 .2.3.4.5.6.7.8.9.BLANCAS: MACZUSKYNEGRAS: KOUSCHe4� f3d4� xd4� c3"ffi d3� xc6�d2�xc31 0. "ffi d41 1 . 0-0-01 2. f41 3. �d2e5� c6exd4"ffi h4� b4� f6dxc6�xc3� xe4"ffie7"ffig5+"ffixf4+�g4
  • 129. TRATADO G EN E RAL D E AJ EDREZ 1 33MATE EN TRES J UGADASPOS ICl()N D ES P U ESDE LA J U CADA I j DE L.AS NEC RASDLCRAllA N" 1 7 11 4. �dS+ �xdS� eS1 5 . �g5+1 6. § dS++Partida N ° 48GAMBITO ESCOCÉS1 .2.3.4.5.6.7.s .9.BLANCAS: AMATEURNEGRAS: HOFFERe4� f3d4�c4� g5� xf7�xf7+� h5+�xc51 0. exd51 1 . � fle5� c6exd4�c5� h6� xf7� xf7g6d5fl eS+fl e51 2. c41 3. � d2� h4�h3!§ ae8§ e3§ xe31 4. �a31 5 . gxh31 6. fxe31 7. � f31 .-." :fFC RAS DAN lfATE EN CUATRO j U C ALMSPOSI CIÓN D ESPU ÉSDE LA J U GADA 1 7 DE LAS BLANCAS1 7. ....l S. �gl1 9. � f220. �glOIACRAldA N° 1 72Parrida N° 4 )�xh3+� g4+�xf3+§ e1 ++DEFENSA FILlDORBLANCAS: PABLO MORPHYNEGRAS: DUQUE DE BRUNSWlCK CONDE ISOUARD1 . e42 . � f33. d4e5d6�g4
  • 130. (Véase el diagrama N° 173)1 0. @ xb51 1 . �xb5+1 2. 0-0-01 3. § xd71 4. § d11 5. �xd7+1 6. � b8+1 7. § d8++cxb5� bd7§ d8§ xd7�e6@ xd7@ xb8Dr. SalJie/ly G. Tartakower (J887-1956) , talentoso gran maestro de ideasorigina/es.POSICIÚN DESPUÉSDE LA J UCADA ) DE l AS NECRASDIACRAMA N° 1 73Ricardo Reti (1889-1929) uno de losfimdadores de la escuela hipermoderna deajedrez.
  • 131. TRATADO GEN ERAL D E AJ EDREZParrida N° 50DEFENSA FRANCESA1 .2.3.4.5.6.7.8.9.BLANCAS: NIMzoVJcHNEGRAS: AlAPINe4d4@ e3exd5@ f3@ xd5!Jie3@ xd4Jie21 0. Af31 1 . fid21 2. 0-0-01 3. Jixd4e6d5@ f6@ xd5e5�xd5exd4a6fixg2�g6e5exd4@ e6POSICIÓN DESIUI:SDE LA JUGADA 13 DE LAS NEGRASDIAGRAMA N° 1 71¡1 4. i!.f61 5 . § he l +1t:1xf6i!.e71 6. Jixe6+ � f8�xd81 7. �d8+1 8. Ii e8++1 .2.3.4.5.6.7.8.Parrida N° 5 1DEFENSA CARO KANNBLANCAS: REllNEGRAS: TARTAJ<OWER ,e4 e6d4 d5@ e3 dxe4@ xe4 @ f6� d3 e5?dxe5 �a5+�d2 �xe50-0-0 @ xe4?MATE EN TRES J UGADASPOSICIÓN DESPUÉSDE LA J UGADA 8 DE LAS NEGRASDIAGRAMA No 1 759. 1t:1d8+ � xd8� e71 0. i!.gS+1 1 . i!.d8++1 35
  • 132. 1 36Partida N° 52GAMBITO STEINITZl .2.3.4.5.G.7.8.9.BlANCAS: BLACKBURNENEGRAS: X.X.e4� c3f4d4!bxf4d5"ifid2d6� d51 0. � xc7+1 l . fl d I1 2. d7e5� c6exf4d5dxe4"ifi fG@ ce7� gG�xb2� d8fl b8!bb4ROBERTO GRAUPOSIC¡() N D ES I U (:SDE LA J U CADA 1 2 DE LAS NECRASDIAC IIJlIA N° 1 7(,1 3 . @ e6+1 4. !bc7+1 5 . d8= "ifi +1 6. � dG+1 7. �xd6++fxeG�xc7� c6!bxd6Partida N° 53l .2.3.4.5 .6.GAMBITO ESCOCÉSBLANCAS: GRlMSIIAWNEGRAS: STEINITle4� f3d4� xd4� b5!be3e5� c6exd4� h4�xe4+!b b4+Joseph Henry Blackbume (I84J -J924),fl{cue jugado}" inglés.
  • 133. TRATADO GENERAL D E AJEDREZ7. � d2 �xd2+8. �xd2 � d89. 0-0-0 �e61 0. � f4 d61 1 . �xd6 cxd61 2. � xd6 � xa2M ATE EN CINCO J U GADASPOSICI ÓN D ES I U (:SJ)E LA J U G ADA 12 DE LAS NEGRASDIAG RAMA N° 1 771 3 . � bS+ � e81 4. � c7+ � f81 5. � d6+ � ge71 6. � d8+ � xd81 7. fi xd8++Parrida N° 5 4APERTURA RUY LÓPEZBlANCAS: WOLBRECHT- NEGRAS: AWERSON1 . e4 eS2. � f3 � c63. �bS � f64. o-o � xe45 . d4 dS6. � xeS Jld77. � xf7 � xf78. �hS+ � e69. � c3 � xc31 0. bxc3 g61 1 . fi e l + � f71 2. mxdS+ � g71 3. Jlg5 Jle71 4. ª e7+ � xe7MATE EN CI NCO j UC¡[)!POSICION DESPUÉSDE LA J UGADA 1 4 DE LAS NEGRASDIAGRAMA N° 1 781 5. meS+1 6. �c4+1 7. �xe6+1 8. mxh8+1 9. mxg8++Rf7lbe6� e8� g81 37
  • 134. 1 381 .2.3.4.5.6.7.Partida N° 55GAMBITO MUZIOBlANCAS: W.W. JOUNGNEGRAS: F.J. MARSHALLe4 e5f4 exf4� f3 g5J!bc4 g4o-o gxf3J!bxf7+ �xf71!txf3 1!tf6ROBERTO G RAUMATF EN CUATRO j UCADASPOS ICiÓN DFSIUF.SDE LA JUCADA 1 2 DE LAS NEC RAS8. d4 1!txd4+ DIACRAMA N° 1 7)9. J!be3 1!t f61 0. � c3 � e7 13. J!bh6+ � g81 1 . J!bxf4 d6 1 4. ª xf6 � g612. 1!th5+ � g7 1 5 . 1!t d5+ J!be61 6. 1!txe6++Frank James Marshail (J877-1944) (izquierda) jugando con el Dr. Siegbert Tarrasch(J862-1934) en el torneo de Nurembe,:Z de 1906 .
  • 135. TRATADO G ENERAL DE AJ E D REZPanida N° 56GAMBITO AllGAIERBLANCAS: X.X.NEGRAS: M. CH. A. MAURIAN1 . e42. f43. � f34. h45. � g56. �xf77. d48. lbxf49. lbc4+1 0. O-O1 1 . �d31 2. e51 3. lbg3.... .V(lifhebn Steillltz tIl 1866.e5exf4g5g4h6�xf7d6� c6� g7�xh4?� f6� h5IOSICI()N DESPU ÉSDE LA J UGADA 1 3 DE LAS BLANCASDIACRAlv1A N° I HO1 3. . ...1 4. lbh41 5 . lbf6+1 6. exf6++t:! c7t:!e8� xf6Pan ida N° 57GAMBITO KIESERITZKY1 .2.3.4.5.6.7.8.9.BLANCAS: STEINITZNEGRAS: DR. WILSONc4f4� f3h4� e5lbc4exd5d4lbb5+1 0. O-O1 1 . lbxf4e5exf4g5g4� f6d5lbd6� h5� f8�xh4g31 39
  • 136. 1 40 RO BERTO G RAU1 2. lb h6+1 3. ª f31 4. � fl1 5 . � e21 6. � e31 7. lb c4 .�g8fi h2+fi h 1 +fixg2+f6fxesIITE EN CUATRO J l lCi[l.POSICI()N DESPU (.:SDE LA JUGADA 1 7 DE LAS NECIVSDIAGRAMA N° 1 8 11 8. ª f8+1 9. d6+20. lbxds+2 1 . lbxe6++PartiJa N ° 5 8BERLINESA!1xf8fi dslbe6BLANCAS: KOUSH (SIN CABALLO DAMA)NEGRAS: M.F.1 . e4 eS2. � c4 bs.._�-_.3. lbxbs fs4. exfs @ f65. g4 �b76. @ f3 lbd67. h3 @ c68. d3 @ d49. � xd4 lbxh 11 0. � e6 fi b81 1 . � xg7+ � f81 2. lbc4! � xg7POSICIÓN DESPUÉSDE LA JUGADA 1 2 DE LAS N EG RASDIAGRAMA N° 1 821 3. !1h6+1 4. fid2+1 5. figs+1 6. fixf6+1 7. !1f7+1 8. �g6+1 9. fi f7++� xh6� g7� f8� e8� f8� g8
  • 137. TRATADO GEN ERAL D E AJ EDREZ 1 4 1PartiJa N ° 5�DEFENSA INDIAI .2 .3 .4 .5 .6.7.8.9 .BLANCAS: LUIS PALAUNEGRAS: TE-KoLSTE� f3d4� e3lbf4lbeSlbg3hxg3e3lbd31 0 . § xh7� f6g6dS� hSf6@ xg3lbe7e6eS� f7IOSI U ON D FS I L J (DE LA J U CADA 1 0 DE l.AS N EGRAsD I AGRAMA N° 1 8.11 1 . lbxg6+!1 2. � xeS+!1 3 . "ffi hS+1 4. "ffixeS+1 5 . "ffixg7+� xg6fxeS� f6� f7( 1 -0)ParriJa N° (lODEFENSA DE LOS DOS CABALLOSBLANCAS: PPE. DE MINGRELlAI .2 .3.4.5.6.7.8.9.NEGRAS: X.X.e4� f3lb c4d4o-o§ c 1lbxdS� e3§ xe4+1 0. lbgS1 1 . � d21 2. � b31 3. � dS1 4. � eS1 5. § xc6+1 6. � d7+1 7. "ffig4eS� e6� f6exd4� xc4dS"ffixdS"ffi e4lbe6lbeS"ffi a6lbb6h6"ffi bS� f8� g8hSPOSI C I <1 N IWS IU I:.s1 J I : LA ) U CADA 17 DE LAS N E C IZ/SDIACRAMA N° 1 H,í
  • 138. 1 421 8. @ 5f6+1 9. �h6+20. @ xf6++Partida N ° 6 Igxf6hxg4ROBERTO GRAU1 3. �d31 4. � xg4� d7@ xd4(Véase diagrrzrna N° 185)1 5. �g6+ �xg61 6. hxg6++GAMBITO HAMPE-ALLGAIER1 .2.3.4.5.6.7.8.9.BLANCAS: MllIANINEGRAS: N.N.e4@ c3f4@ f3h4@ g5@ xf7d4�xf41 0. � c4+1 1 . eS1 2. h5+eS@ c6exf4g5g4h6�xf7d6�g7� g6�f5�h7IOSIC)(JN DESPU [:sDE LA JU GADA 1 4 DE LAS NEC RASDIACRAJ1A N° 1 8 51 .2.3.4.5.6.7.8.9.Partida N° 62GAMBITO ALLGAIERBLANCAS: L.P. RusNEGRAS: H. ERSKINEe4f4@ f3h4@ gS@ xf7d4�xf4�c4+eSexf4gSg4h6� xf7dSdxe4� g6POSICIÓN DESIUI�SDE LA JUGADA 1. � DE LAS N EGRASDIAGRAMA N" 1 86
  • 139. T RATADO G EN ERAL D E AJ E D R EZ1 0. � c3 lbg71 1 . hS+ � h71 2. � xe4 �xd41 3 . lbd3 lbfS(Véase diagrama anterior)1 4. �xg4 lbxe41 5 . �g6+ lbxg61 6. hxg6++Panida N° 63APERTURA VIENESABLANCAS: KÜRSIINERNEGRAS: S. TARRASCH1 . e42. � c33. g34. lbg25 . el36. f47. fS8 . g49. lbgS1 0. � dS1 1 . lbxd81 2. �d21 3. �e21 4. � f21 5. �g3?eS� c6� f6lbcSa6d6g6hS� d4� xdS� e3� dxc2+� d4+� xg4+(Véme el diagrama siguiente)1 5. .. . .1 6. �gS1 7. �xh41 8. �h3gxfSh4+f4+� f2++POS ICIÓN DESl U I:SDE LA J UGADA 1 5 DE LAS B LANCASDIAC RMIA N" 1 t)7PaniJa N° 64APERTURA GlaUCO PIANOBLANCAS: MARSHALLNEGRAS: BURN1 . e42. � f33. lbc44. c35. d46. cxd47. � f18. dS9. �d41 0. lbgS1 1 . � bd21 2. fl e1 +1 3. lbd31 4. lbxg61 5. � eSeS� e6lbeS� f6exd4lbb4+� xe4� e7� f6� g6h6� f8lbe7hxgSfxg61 43
  • 140. 1 441 6. � xg6+1 7. fi xe7+1 8. � d3+1 9. h420. h 52 l . � f5� f7�xg6� h6g4� xh5IOS I C I ()N ) ) FSPU F�DE LA J UGADA 2 1 DE LAS B LANCASDIAGRAMA Nu I RHRO B E RTO G RAU2 l . . . . . g622. fi xh5+ gxh523. � f6++Partida N° (í 5APERTURA HOLANDESAl .2.3.4.5.6.7.8.9.BLANCAS: X.X.NEGRAS: STEINITld4e4� c3fbg5fbxf6� xe4ft e2� d6+�e8+1 0. �xc8+l l . fi d lf5fxe5� f6c6exf6� bG� xb2�d8� c7�xd6� a6A filOS BUril (1848- 1925), uno de losji/ates grandes maestros ingleses del 1900, aquíjugando una partida COIl el Rell. John O¡{It1l (1827- 1901).
  • 141. TRATADO G EN ERAL D E AJEDREZ 1 451 2. ffxa81 3 . ffxa71 4. � e2,1 5. � f3� c7lbb4+ffxc2+DF LA J UCADA 1 5 D E LAS BLANCASDIAGRAMA N° 1 R91 5. . ...1 6. �g31 7. � h41 8. �h31!i f5+lbd6+1!i g5+ff h5++Partida N° 661 .2.3.4.5 .6 .GAMBITO DEL ALFIL DEL REYBLANCAS: AFICIONADONEGRAS: BIRDe4f4� c4� fI1f1 f3g3e5exf41f1 h4+d6� c61!if67. ffxf4 � d48. lbd3 1159. c3 � e61 0. ffxf6 � xf61 1 . � g2 1141 2. lb c2 h3+1 3. � xh3 ª xh31 4. � xh3LAS NECRAS DAN MATE EN CUATRO J UC. I >ASPOSICiÓN U ESIU I::SDI: LA J l/CADA 1 1 () E LAS BLANCA."D1ACRAMA N" 1 JO1 4. . ...1 5. � h41 6. � g51 7. � h5� f4+� g2+� h7+g6++Parrida N° 67GAMBITO ALLGAIERBLANCAS: GUROlJSOrrNEGRAS: BIHN1 . e42 (tíe5exf4
  • 142. 1 46 R013 E RTO GRA LJ3. � f34. h45 . @ gS6. @ xf77. lbc4+8. lbxdS+9. d41 0. @ c31 1 . lbxf41 2. exdS1 3. o-o14. lbe5+1 5. � d31 6 . lbxd41 7. � c4+g5g4h6�xf7d5� g7@ f6lbb4@ xdS�xdSlbxc3� g8lbxd4+"ffihS� h7MATE EN CI NCO J UC:DAS1l ) :- I U ( l N I >FS IIJ F.SDE LA j UCAI >A 1 7 DE l .AS N EC IVSDIAC RAMA N° 1 .> 11 8. § 0+1 9. § g7+20. § f1 +2 1 . lb c3+22. � d3++� g6� f5� e4� e31 .2.3.4.5.6.7.8.9.Pan ida N° G 8APERTURA BERLINESABLANCAS: M. RlCHARDSONNEGRAS: X.X.e4lbc4@ f3@ c3�xf2d4§ e1 +@ e4"ffid3eS@ f6@ xe4@ xf2?lbcS+exd4� f8lbb6d51 O. �a3+ � g81 1 . lbxd5 "ffixd5MATE EN CUATRO j U CAI lASIOSICI()N I >ESILJ I�Sm: LA J U CADA 1 1 DE LAS N I�C RASDIACRAMA N° 1 921 2. � f6+ gxf61 3. �f8+ �xf81 4. lbh6+ � g81 5. § e8++
  • 143. T RATA DO G ENERAL D E AJ EDREZ 1 47Partida N° 69GAMBITO HAMPE-ALLGAIERBlANCAS: L. VAN VUET1 .2.3.4.5.6.7.8.9.NEGRAS: AMATEURe4@ c3f4@ f3h4@ g5@ xf7d4lbxf41 0. @ xd51 1 . lb c41 2. O-O1 3 . exd51 4. �d31 5. lbe51 6. �g6+e5@ c6exf4g5g4h6� xf7d5@ f(;@ xd5@ e7� g8@ xd5fl h7c6lbg7MATE EN TRFS J U GA DASPOSICIÓN DESI U (�SDE LA J U CADA 1 6 DE LAS NEGRASD I AGRAMA N° I ).�1 7. � f7+1 8. �f8+1 9. fl xf8++Parrida N ° 70� h8�xf8GAMBITO KIESERITZKY1 .2.3.4.5 .6 .7 .8.9.BlANCAS: MORPIIYNEGRAS: LORD LY1TELTONe4 e5f4 exf4@ f3 g5h4 g4@ e5 dG@ xg4 lbe7d4 ibxh4+@ f2 lbxf2+�xf2 @ f61 0. @ c3 �e71 1 . lbxf4 @ xe4+?1 2. @ xe4 �xe4IOSIU()N D ES l l ÉSDE LA J UGADA 1 2 DE 1 .AS NEGRASD1ACI).AMA N° I )I¡
  • 144. 1 48 RO BERTO C I{ A U1 3. ib bs+! � f81 4. ib h6+ � g81 5 . fl h s ibfs1 G. �d2 ibg()1 7. fl c l y gananPaniJa N° 7 1GAMBITO DEL CABAllO DEL REY1 .2.3.4.5.G.7.8.9.BlANCAS: MCHlPI IYNEGRAS: MEEKe4f4� f3ib c4h4� gsd4J1xt4ibxgs1 0. �d21 1 . hxgs1 2 . ibxf7+1 3. � f4+1 4. o-o1 5 . � c31 6. fi de leSexf4gsibg7g4� h6f6fxg5ibf6ibxgs� f7�xf7� gB�e7c6dG(Véase el diagrama siguiente)1 7. � dsl B . exdscxdsLas negras J.balldullan, pues el mate esinevitable.IOSIC( ( l N I l l .. d l J I.Sl lE LA J UC¡ l >A l e. DE LAS N I�C; RASl llACRMvlA N° 1 ) )Panilla N° 72DEFENSA DE lOS DOS CABAllOSBLANCAS: ANDREWSNEGRAS: . X.X.l . e4 eS2. � f3 � c63. ib c4 � fD4. d4 exd45 . o-o ibe76. � xd4 � xd47. �xd4 d6B . f4 b6?9. eS ds1 0. ibbs+ ibd71 1 . exf6 ibc5(Véase el diagrama N° 196)1 2. fi e 1 +1 3 . fxg7+1 4. gxhB= 1!i ++� f8� gB
  • 145. TRATADO GENERAL D E AJ EDREZM ATE EN TRES J U GADASPOSICIÓN DES P U ÉSDE LA J UGADA 1 1 DE LAS NECRASD I AGRAMA N° 1 %Partida N° 7 3GAMBITO DEL REY DECLINADO1 .2.3.4.5.6.7.8.9.BlANCAS: CfIIGORlNNEGRAS: MARTíNEZe4f4� f3� c3�c4d3h3� f3�g31 0 . � d 11 1 . fxe51 2. fi f11 3. �xg71 4. fi xf61 5 . �g51 6. @ d5e5�c5d6a6@ c6�g4�xf3@ d4@ xc2+@ xa 1dxe5@ f6� d7�d6�e8fi hg8MATE EN C UATRO J UCAnASPOSICI()N DESPU(�SDE L.A j UCADA 1 (, DE I .AS NEC RASDIAC RAlv1A N" 1 >71 7. fi xf7+1 8. fi xc7+1 9. fi xb7+20. � b6++�c8� b8�c8Mikhail lvanovirh Chigorin (J85()-J908), famoso jugador, padre de laesruela clásica del ajedrez ruso.1 49
  • 146. 1 50 RO BERTO G RAU1 4 . t!ie2pJfl ida N° 741 5 . � xg7+DEFENSA DE LOS DOS CABALLOS1 6. �g4+AdG� d7� d8"ifi xf71 .2.3.4.5.6.7.8.9 .BLANCAS: MORPIIYNEGRAS: AFICIoNADOc4� f3� c4d4o-ofi e l�xdS� c3� xc41 0. � cgS1 1 . fI xc6+1 2. � xc61 3. � fgS1 7. � f7+1 8. �g5+ �e7?eS� c6� f6exd4� xc4dS�xdS� hS�cG�b4fxe6� f7POSIU()N DESIU (�SDE LA J U GADA 1 8 DE LAS N EC RAS� e7 D1ACRAMA Nu 1 98Una rara jlJtograjltl de Morphy realiztlndo UlIll r)lovida frente ti Louis Ptluúen duranteelprimer Congreso A merictlNo de Ajedrez celebrado en Nueva York en 1 8 57.
  • 147. TRATADO G EN ERAL D E AJ EDREZ1 9. @ e6+ � c820. @ c5+ � b82 1 . @ d7+ c¡2 c822. @ b6+ c¡2 b823. 111c8+ fi xc824. @ d7++Panida N° 75DEFENSA DE LOS DOS CABALLOSBlANCAS: MORPUYNEGRAS: P. DOMíNGUEZ1 . e4 e52. @ f3 @ c63. �c4 @ f64. d4 exd45. o-o �c56. e5 @ e47. �d5 f58. exf6 @ xf69. �g5 �e71 0. �xf6 �xf61 1 . fi e1 + @ e71 2. @ e5 �xe51 3. 1l1h5+ g61 4. �xe5 fl f81 5 . @ d2 c6(Véase el diagrama siguiente)1 6. � e4 d61 7. � xd6+ c¡2 d71 8. �e6+ c¡2 c71 9. @ xc8+ � d620. �xd6++MATE E N CINCO J UCADASDE I.A J U ( ;AUA 1 5 DE LAS NECRASDIACIUMA N" 1 9)Parrida N° 76GAMBITO ALLGAIER1 .2.3.4.5.6.7.8.9.BlANCAS: BIRONEGRAS: X.X.e4f4@ f3h4@ g5�c4d4�xf4hxg51 0. g()1 1. �d2e5exf4g5g4h5@ h6f6fxg5@ f7@ g5@ xc4(Véase el diagrama siguiente)1 2. � f7+ c¡2 e71 3. �g5+ @ xg51 4. �xg5+ c¡2dG1 5. 1l1 c5++1 5 1
  • 148. 1 52POSICI ÓN DESllJ l:SDE LA J U CADA 1 1 DE L.AS NEC RASI >I AC RAMA N" 200Parr ida N° 771 .2.3.4.S.6.7.8.PONZIANIBLANCAS: BACIIMANNNEGRAS: KUNSHMANNe4� f3e3d4dS� xcSibd3ibxg6eS� e6� f6� xe4� e7� g6@ xf2� xd 1(Veme el dÍtlgrmna N° 201)9. ibxf7+ � e71 0. ibgS+ � d61 1 . � e4+ � eS1 2. @ ba3 @ xb21 3. ibe3++RO B ERTO G RAUMATE E N CINCO J U GA DASPOSICIÓN DESIUÉSDE LA J UGADA 8 DE lAS NEGRASDIAGRAMA Nu 20 1Partida N° 78CONTRAGAMBITO FAlKBEERBLANCAS: W. COOKNEGRAS: C.D. LOCOCK1 . e4 eS2. f4 dS3. � f3 dxe44. � xeS ibe6S. d4 @ f66. � e3 ib b47. ibe2 @ dS8. o-o @ xe39. bxe3 ibxe31 0. ibe3 ibxa 11 1 . fS ibe81 2. ibbS+ e61 3. @ xf7 � xf71 4. �hS+ � f8l S . f6 gxf61 6. ibe4 � d7
  • 149. TRATADO G ENERAL D E AJ EDREZ 1 53----- -- -----_._------ -------------MATE EN CINCO J UCADASPOSICiÓN DESIUr.:SDE LA JUGADA 16 DE LAS NEG RASDIAGRM1A N° 2U21 7. fI xf6+ >!l e7>!l d8>!l e7>!l b61 8. fI f7+1 9. �g5+20. �f4+2 1 . � e5++Parrida N° 7 91 .2.3.4.5.6.7.8.9.ATAQUE FEGATELLOBLANCAS: BUDENNEGRAS: X.X.e4� f3� e4� g5exd5� xf7itif3+� e3o-oe5� e6� f6d5� xd5>!l xf7>!l e6� e7e61 0. fi el1 1 . d41 2. fI xe51 3. @ xd51 4. fxe5+�d7>!l d6� g6� xe5>!l eSMATE EN [)OS J U CADASPOSICI() N DES PU (:SDE LA I UCAI >¡ I ,í DF I .AS N EC RASDIACRAIlA N" 2CU1 5 . b4+ >!lxe41 6. itid3++1 .2.3.4.5.6.7.Panida N ° HOGAMBITO ESCOCÉSBLANCAS: A. FRlTZNEGRAS: X.X.e4@ f3d4@ xe5�e4itih5+� xg6e5@ e6� xd4� e6f6g6/� g7•
  • 150. 1 54MATF EN S I ITE I UCADASIOSIU()N DESIU I:.)DE LA J UCil >A 7 DE LAS NEGRASDI AC RAMA Nn 20ft8. Ji. f7+9. � cS+1 0. � f7+1 1 . � c4+1 2. � dS+1 3. a3+1 4. b3++Panida N° � I�xf7� c6�d6� cS� b4� a4GAMBITO EVANS1 .2.3.4.S .6.7.BLANCAS: STEINITZNEGRAS: RaCKc4� f3� c4b4c3o-o�a3eS� c6�cS�xb4�aS� f6�b6ROBERTO GRAU8 . d4 exd49. �b3 dS1 0. exdS � aS1 1 . § e 1 + lbe61 2. dxc6 � xb3M ATE E N S E I S J UGADASIOSICI(JN D ES ILJ I;:SDE LA J U CADA 1 2 DE LAS N EGRASDIACRAMA N° 2051 3. exf7+14. lbe6+1 5 . � eS+1 6. Ji.c4+1 7. lbb4+1 8. axb3++� d7� c6� bS� aS� a4Partida N° 8 2GAMBITO GRECO-COlLlBLANCAS: SPENCERNEGIJAS: X.X.1 . e42. f4eSexf4
  • 151. 3.4.5.6.7.8.9.TRATADO G EN ERAL D E AJ EDREZ 1 55� f3 gSl!,c4 g4l!,xf7+ � xf7� eS+ � e6�xg4+ � xeSd4+ � xd4b4MATE E N CINCO J UGADASPOSICI ÓN D ESPUÉSDE LA J UCADA ) DE LAS BLANCASDIAGRAMA Nn 20(,9. . . .. l!,xb4+1 0. c3+ l!,xc3+1 1 . � xc3 � xc3?1 2. l!,b2+ � xb21 3. �e2+ �xa 11 4. 0-0++Partida N° R3DEFENSA DE LOS DOS CABALLOS1 .2.3.4.5.6.7.8.9.BlJNCAs: MORPI IYNEGRAS: AMATEURe4� f3l!,c4d4� gSexdSo-o� xf7� f3+eS� c6� f6exd4dS� xdSl!,c7�xf7� e6Emanuel Lasker (J868-1941) (izquierda) jugando una partida con 11 kiba RubisteiJl(J882-1961) en el torneo de San Peterslmrgo en J909.
  • 152. 1 561 0. � c3! dxc31 1 . § e l + � e51 2. � f4 �d61 3. �xe5 �xe51 4. § xe5+ �xe51 5 . § c 1 + � d41 6. �xd5 § f81 7. � d3+ � c51 8. b4+ �xb4MATE FN C UAmo J U CADASIOSICI<)N n ES IUI�SDE l .A j U l;ADA I H DE LAS NEC RASI >IAC RAMA N° 2071 9. � d4+20. tf1 c5+2 l . tf1 b5+22. tf1e2++ParliJa N° 84RUY LÓPEZBlANCAS: LASKERNEGRAS: N.N.� a3� b2� xc2eSRO B ERTO CRAU2.3 .4 .5 .6 .7 .8 .� f3�b5o-O§ e 1� c3� xe5§ xe5+� c6� f6� xe4� d6� xb5� xe5�e7DE LA J UCADA l:l DE lAS N EC IZJSDIAG RAMA N" 20í!9. � d51 0. � xe7+1 1 . tf1h51 2. tf1xh7+1 3. § h5++PartiJa N° R 5RUY LÓPEZo-O� h8d6� xh7BLANCAS: DR. EM. LASKERNEGRAS: X.X.l . e42. @ f3eS@ c6
  • 153. TRATA DO G EN ERAL D E AJ ED REZ 1 573. lbb5 @ f64. o-o @ xe45. fi e l @ d66. @ e3 @ xb57. @ xe5 � xe58. fi xeS+ lbc79. � dS o-o1 0. @ xe7+ � h81 1 . � hS gG1 2 . �h6 d6lOSIUe) N [ ) ls l u f:sDE I.A J UCADA 1 2 DE LAS r-; EC I{ASDIAG RAMA NI> 20)1 3 . fi h5 gxh51 4. � f6++Parrida N° R óBIRDBlANCAS: BIRDNEGRAS: X.X.1 . f42. e3d5eS- ------- - -.3. @ f3 e64. b3 @ e65 . lbb2 @ fG6. lbd3 !be77. a3 o-o8. o-o b69. �el lbb7l a. �h4 g61 1 . @ g5 h51 2. g4 � xg4lOSI< :!(lN 1 l FSIU t":Sl lF LA JU CADA 1 2 1 >1 I.AS NH; ltASD1ACRAMA N" 2 1 01 3. �xh5 gxh51 4. !b h7++Parrida N° 87GIOUCO PIANOBlANCAS: N.N.NEGRAS: CAPABLANCA1 . c42. @ f3eS@ e6
  • 154. 1 58 ROB ERTO G RA l)3. ibe4 ibe54. d3 dG5 . o-o � f66. ibg5 h67. !:bh4 g58. !:bg3 h 59. � xg5 h41 0. � xf7POSIU() N DESPUI:SDE LA J UCAD¡ l O DE LAS BLANCASDIACl{Al lA N° 2 1 11 0. . . . . hxg31 1 . � xd8 ibg41 2. �d2 � d41 3. � e3 � f3+1 4. gxf3 !:bxf3(0- 1 )Part ida N° 8 8RUY LÓPEZBI.ANCAS: K. MAYETNEGRAS: A. ANDERSSEN1 . e4 eS2. � f3 � eG3. !:bb5 !:beS4. e3 � f65. ibxe6 dxc66. o-o !:bg47. h3 h58. hxg4? hxg49. � xe5 g3}OJé Raúl ClpabllIlci/ (1151515-1 912) izquierda, jugalldo con EmtlJlltel Laskcr(11568-1 911) en el tOl"JllO de Slln Petersburgo en 1 91 4.
  • 155. TRATADO G E N E RAL D E AJ EDREZ 1 591 0. d41 1 . �g41 2. �xe4� xe4lbxd4lbxf2+MATE EN C UATRO J UGADASIOSICI()N D ES I U (.:SDE LA J U GADA 1 2 DE LAS NECRASDlAC RAM A Nn 2 1 213. § xf2 �d 1 +�xe 1 +§ h 1 +�xf1 ++1 4. �e11 5. § f11 6. �xh 1Panida N° WJGlaUCO PIANO (ATAQUE MÜLLER)BLANCAS: c.v. LaYENEGRAS: F.V. SAEMISCH1 . e4 e52 . � f3 � c63. lbc4 lbc54. c3 � f65 . d4 exd46. cxd4 lbb4+7. � c38. O-O9. dS10. § e l1 1 . § xe41 2. d61 3 . �xd61 4. �d51 5. � g51 6. lbxgS� xe4lbxc3lbf6o-o� e7cxd6� f5d6lbxg5�xgS?IIATE EN [JOS JUGAI lAS1( )SICll )"-I I ) :SIU (SDE / .A I LJCAI lA 1 (, D(: 1 AS NF(;!�ASDIAC !{AMA N° 2 l.11 7. �xf7+ § xf71 8. § eR++GlaUCO PIANOBLANCAS: N.N.NEGRAS: N.N.1 . e42. � f3eS� c6
  • 156. 1 603. � c44. J35. � gS6. � hS7. � xf7�cS� ge7o-oh6� e8�1 1 1 I � JIU 1 C A I ) A lI lSI< I O N I J I.S IL E:-DE I.A J U C¡DA 7 DE l AS NECRASDIACRAMA N" l l l¡8 . � xh6+9. � f7+1 0. � h8++1 .2.3.4.5 .6.Pani d a N° 9 1RUY LÓPEZBLANCAS: TARRASCIINEGRAS: N.N.e4� f3�b5d4� c3Jl c4� h8� g8eS� c6d6.!bd7� ge7exd4R O B E RTO C RAU7. � xd48 . �gS9 . � dS!1 0. �xd4g6.!b g7.!bxd4?O-O11:11 F N Cl � .TI� ( ) 1 < ;:1 ): I)USI C I ( ) � 1 J L.l I L I.DE LA J U CADA 10 DE LAS NEC RASD1ACHAMA N" 2 1 )1 1 . � f6+ � h8� xd4� g81 2 . � g4+1 3 . Ji. f6+1 4. � h6++Parrida N° 9 21 .2.3.4.5.6.GAMBITO DE DAMA DECLINADOBlANCAS: W. B. BECKWITItNEGRAS: C. R. TOWNd4c4� c3Ji.g5e3� f3dSe6� f6� bd7.!be7b6
  • 157. TRATADO G EN ERAL DE AJ EDREZ7. cxd5 exd58. �b5 �b79. � e5 o-o1 0. �c6 I1xc61 1 . � xc6 �e81 2. � xe7+ �xe71 3. � xd5 �e41 4. � xf6+ gxf61 5. �h6 �xg2?POSICiÓN DESPU ÉSDE LA J U GADA 1 5 DE LAS NEGRASDIAGRAMA N° 2 1 61 6. � f31 7. § gl +1 8. �g7+1 9. I1xf6+20. § xg4++� xf3� h8� g8�g4Partida N° 93DEFENSA FRANCESABLANCAS: C. SCIiLECHTERNEGRAS: S. A. WOLFl . e4 e62. d4 dS3. � c3 � f64. �g5 �e75 . �xf6 l1xf66. � f3 o-o7. eS �e78. l1d3 l1d79. h4 f61 0. � g5 fxg5POSICIÓN DESPUESDE LA J U GADA 1 0 DE LAS NEGRASDIAGRAMA Nu 2 1 71 1 . �xh7+1 2. hxg5+1 3 . § h8+1 4. 1!ih5+1 5. � h7+1 6. 1!ixg6++� xh7� g8� f7g6� e81 6 1
  • 158. 1 62Panida N° 94BERLINESABLANCAS: STAUNTON• NEGRAS: X.X.1 . e42 . Jl c43 . b44. f45 . � f3G. c37. d48 . Jlxf49. � d31 0. h31 1 . � xe41 2. Jle51 3. o-o1 4. Jlxf7+e5Jlc5Jlxb4exf4d6Jlc5Jlb6� f6o-o� xe4H e8dxe5exd4�xf7ROBERTO CRAUMATE EN DOS J UGADASPO:-iIUON D LlLJÉSDE LA JUGADA I ¡ DE LA:-i NEGRASDIAGRAMA N° 2 1 81 5. � g5+ � g816. �xh7++Dibujo publicado en I1ustrated London News en donde se ven entre otros, de izquierdaa derecha a fohan Lowenthal, fules A. de Riviere, Marmaduke Wyvill, Ernst Falkbeer(creador del violento Gambito Falkbeer), Howard Staunton, Lord Geo Lyttelton y elCap. Hugh Kennedy, todos maestros Soh,.(J¡t!ientes de la segunda mitad del siglo XIX
  • 159. TRATADO G ENERAL D E AJ EDREZPartida N° 95ESCOCESABlANCAS: ED. ANDERSSONNEGRAS: N. VERNlUND1 . e4 e52. � f3 � e63. d4 exd44. � xd4 !be55 . !be3 � xd46. �xd4 !bxd47. "i!ixd4 "i!i f68. e5 "i!i b69. "i!i e3 � e71 0. �e4 o-o1 1 . o-o d51 2. exd6 "i!ixd61 3. � d2 !bf51 4. fl ad l e61 5. � e4 "i!i e71 6. � g3 fl ad8POSICIÓN DESPU ÉSDE LA JUCADA 1 6 DE LAS NEGRASDIAGRAMA N° 2 1 91 7. @ h5 con mate inevitable.Partida N ° 96GAMBITO DANÉSBlANCAS: D. TARRASCH1 .2.3.4.5.6.7.8.9.NEGRAS: X.X.e4d4e3f3"i!ixd4!bb5fxe4e5!bxe61 0. � f31 1 . "i!i e31 2. "i!ig51 3. o-oe5exd4"i!i e7d5� e6dxe4� f6!bd7!bxe6fl d8� g4"i!id7!be5+POSICIÓN DES P U ÉSDE LA J UGADA 1 3 DE LAS NEGRA.S1 4. � h l1 5. fl xf21 6. @ gl1 7. �xglDIAGRAMA N ° 220� f2+�dl +�xg l +ª d l ++1 63
  • 160. 1 64 ROBERTO GRAUPartida N° 97GAMBITO DEL REY REHUSADOBlANCAS: G. R. NEUMANNNEGRAS: X.X.- - -- -- - - - - ---1 . e4 e52. f4 l1e53. � f3 d64. Ji e4 � f65. � e3 o-o6. d3 � g47. § f1 � xh28. § h 1 � g49. t!1e2 Jif2+1 0. � fl � e61 1 . f5 l1e51 2. � g5 � h61 3. t!1h5 t!1e81 4. � xh7 �xh71 5. Jixh6 g6MATE EN DOS J UGADASPOSICIÓN DESPUÉ.iDE LA J UGADA 1 5 DE LAS NEGRASDIAGRAMA N° 22 11 6. t!1xg6+ fxg61 7. Jixf8++1 .2.3.4.5.6.7.8.9.Partida N° 98GAMBITO DE DAMABlANCAS: MARSHALLNEGRAS: JOHNSTONd4e4� e3� f3Jif4I1g3e3I1d3a3d5e6� e6� f6Jid6� e4o-of5b61 0. § e l Jib7POSICIÓN DESIU I�SDE LA JUGADA 1 4 DE LAS NEGRASDIAGRAMA N° 222
  • 161. TRATADO G EN ERAL D E AJ EDREZ 1 651 5. � e7+ � h81 6. � g6+ hxg61 7. hxg3+ � h41 8 . fI xh4++Parrida N° 9 9GlaUCO PIANOBLANCAS: X.X.NEGRAS: , W.G. WARD1 . e4 e52. � f3 � c63. lbc4 lbc54. c3 � f()5. b4 J1,b66. ftb3 o-o7. � g5 lf.xf2+8. � fl Ji.b6� xf7 � xe410. �c2 ft h4l 1 . fI fl � f21 2. � xc5+ � h81 3. d4 lbxd414. � d2 �xc3(Véase el diagrll1ntl siguiente)1 5 . ftxc3 � d4+1 6. �e1 � d3+1 7. � d 1 � e 1 +1 8. Él xc 1 � f2++h ICIÓN [) FS l l l (�SDE LA J UC:[)A t I¡ D E I .AS N EC tvSDIAGIVlIA i:-Pan ida N l OODEFENSA DE LOS DOS CABALLOS1 .2.3.4.5 .6.7.8.9.BlANCAS: SALWENEGRAS: CHIGORlNc4@ fj�c4d3� c3o-olbbjlbe3�xd41 0. h31 1 . g41 2. bxc31 3. hxg41 4. d41 5 . lbc2e5� c6� f6�c5d6J1,g4o-o� d4lbxd4�h:�xc3� xg4�xg4f5
  • 162. 1 66IOSICIÚN [)ESIUI�SDE I J J UCADA 1 5 DE LAS BI.ANCASDIACRAMA N" 22!¡1 5 . ""1 6. � d21 7. �xe21 8. � h 1(0- 1 )fxe4!bxc2�g5+ª f4PartiJa N° 1 0 1GAMBITO EVANSBLANCAS: DADlAN DE MINGRElIA1 .2.3.4.5.6.7.8.9.NEGRAS: MORPHYe4� f3!b e4b4e3o-od4dS� d31 0. h31 1 . � h2e5� e6!be5!bxb4!ba5� f6o-o� e7d6� g6� h SROB ERTO G RAU1 2 . !bb3 � hf41 3 . !bxf4 � xf41 4. � f3 fS1 5 . exfS !bxf51 6. g4?lE LA J UCA))A 1 (, DE I .AS BLANCASDIAC RM.,IA N" 2 2 i1 6. ""1 7. � e31 8. � d2El mate es inevitable.!bd3!bb6� h4Partida N° 1 0 21 .2.3.4.5.6.GAMBITO DANÉSBLANCAS: CUARUSEKNEGRAS: AMATEURe4d4e3!be4� f3� xe3eSexd4d�e3� f6!b eSd6
  • 163. TRATADO G ENERAL D E AJ EDIU /7. o-o o-o8. @ g5 h6?9. @ xf7! fi xf71 0. e5 @ g41 1 . e6 � h41 2. exf7+ � f81 3. lb f4 @ xf21 4. �e2 @ g4+1 5 . �h 1 lbd71 6. fi ae 1 @ e6MATE EN TRES J UCAL)¡SPOSI C I Ó N D ES/UL:SDE LA JUGADA 1 (, DE LAS NECR¡�DIAC RAMA N° 22C,1 7. �e8+1 8. fxe8= � +1 9. lbxd6++fi xe8lbxe8Partida N° 1 03DEFENSA FRANCESABLANCAS: C. SCIlLECIITERNEGRAS: A. STUBEURANCH1 . e42. d4e6d53. � e3 � f64. lbg5 lbe75. e5 � fd76. lbxe7 �xe77. lbd3 e58. � b5 o-o9. e3 @ b61 0. f4 @ e61 1 . � f3 exd41 2. exd4 lbd71 3. o-o a61 4. � d6 lbe8MATE EN CI NCO J U C iDASPOSICIÓN DES P U [..SDE LA J U GADA 1 4 DE LAS NECRASDIAGRAMA N° 2271 5. lbxh7+1 6. @ g5+1 7. �d3+1 8. exf6+1 9. � h7++�xh7� g6f5�xf61 67
  • 164. 1 68Partida N° 1 04GIOUCO PIANO1 .2.3.4.5 .6.7.8.9.BlANCAS: WAYTENEGRAS: LO�NTHALe4� f3Ji, e4e3d4o-oexd4d5Ji,d31 0. e51 1 . Ji,xh7+1 2. � g5+1 3. � d3+1 4. exf6+1 5. � xd5e5� e6Ji,e5� f6exd4o-oJi,b6� a5e5� xd5� xh7� g6f5� xf6d6�fATF El: TRFS J l !C![)A�1 l " I l Il J:- I J 1 .. 1 l 1.:-.DE l.A J U CADA l } DE LAS NECRADIAGRAMA N° 22HRO BERTO G RAU1 6. � h7+17. � xf8+1 8. � e31 9. g4� g6�xf8Jif5Jid7(Véase el diagrama anterior)20. �h5+ � f62 1 . � d5+ � e622. ª e1 ++Partida N° 1 0 5GAMBITO DE DAMA1 .2.3.4.5.6.7.8.9.BLANCAS: ED. LASKERNEGRAS: WINKEu.tAN� f3d4e4� e3Ji,g5e3Ji,d3� e5� xe41 0. � a51 1 . � e61 2. � f31 3 . � e41 4. � xe7+1 5. � f6+� f6d5e6Ji,e7o-o� bd7a6dxe4b5e5� e8� b6� fd5� xe7gxf6(Véase el diagrama siguiente)1 6. Ji,xh7+ � xh7
  • 165. TRATADO GENERAL DE AJEDREZMATE EN CI NCO J UGADAS/OS I Cl O N DES P U ESDE LA J UGADA I S DE LAS NFC; lt�DIAG RAMA Nn 2 21)1 7. �h5+ � g7� g8( 1 -0)1 8. �h6+1 9. �xf6Partida N° 1 06CUATRO CABAllOS1 .2.3.4.5 .6 .7 .8 .9 .BlANCAS: B . lEUSSENNEGRAS: O. DURASe4� f3� c3�b5o-od3� e2c3� g31 0. h31 1 . Jig5e5� c6� f6�b4o-od6�g4�a5�b6�d7� e71 2. �xf61 3. � h51 4. � xg71 5 . � g51 6. �h5] 7. �xh6�xb5�d7h6� g6§ fb8� f8MATE EN TRES J LClU.IOSIClON D ESIUFSDE LA J l:CM>. 1 7 DE [ AS NFC , I{ . SDIAC I{¡I I A Nn 2.lO1 8. � 7e6+ � c8� xf81 9. � f8+20. � g7++Partida N° 1 07DEFENSA PETROFFBLANCAS: Z. FORMANEK1 . e4 e52. � f3 � f63. � xe5 d64. � f3 � xe45 . � c3 � f61 69
  • 166. 1 70 ROB ERTO G RAU6. d4 dS7. �gS �e68. Jid3 �d69. @ eS @ bd71 0. f4 ffJe71 1 . O-O @ b61 2. fS �c81 3. § el O-O1 4. @ g4 ffJd81 5 . @ xf6+ gxf61 6. ffJhS c61 7. § e3 § e81 8. �h6 � h81 9. �xf7 § g8J U EGAN LAS B LANCAS Y DAN MATE EN. CUATRO JUGADASPOSICiÓN DESPUÉSDE LA J UGADA 1 9 DE I.AS NEGRASDIAGRAMA N° 23 120. § e8El mate es inevitable.1 .2.3 .4 .5 .6 .7.8.9.Partida N° 1 08GAMBITO KIESERITZKYBlANCAS: BlACKBURNENEGRAS: X.X.e4f4@ f3h4@ eS@ xg4d3�xf4�gSeSexf4gSg4@ f6@ xe4@ g3@ xh 1�e71 0. 1fte2 O-O1 1 . �xe7 § e81 1IEC.:-J LAS BI.ANCAS y DAN t-.1ATE EN TRESI l ( ;A)A�POS ICIÓN DESPUÉSDE LA JUGADA 1 1 DE LAS N EGRASDIAGRAMA N° 2321 2. @ h6+ � g71 3. �g4+ � h81 4. @ xf7++
  • 167. TRATADO G EN ERAL DE AJ EDREZParrida N° 1 09RUY LÓPEZBlANCAS: OLSONNEGRAS:. ALTMANN" .1 . e4 e52 . � f3 � e63. Jlb5 a64. Jla4 � f65 . o-o � xe46. d4 b57. Jlb3 d58. dxe5 Jle69. e3 Jle71 0. fi e l � a51 1 . Jle2 O-O1 2. � bd2 � xd21 3. Jlxd2 e51 4. Jlh6 gxh6J U EGAN I.AS BLANCAS y DAN MATE ENCUATRO J U GADASPOSICIÓN D ESPUÉSDE LA J UGADA 1 8 DE !.AS NEGRASD IAGRAMA N° 2.B1 5. �d31 6. exf61 7. �xh7+1 8. fi xe6f5fi xf6� f8fi xe6(Véase el diagrama anterior)1 9. � e5 fi xe520. Jlg6El mare es inevirable.P�nida N° I 1 0GlaUCO PIANO1 .2.3.4.5.6.7.8.9.BlANCAS: J. NOVACHNEGRAS: M. SOUSAe4� f3Jle4e3d4exd4Jld2� bxd2exd51 0. O-O1 1 . � e51 2. dxd51 3 . � f31 4. � b31 5. l&xb51 6. � e41 7. � h 11 8. gxf31 9. fi ae1e5� e6Jle5� f6exd4Jlb4+Jlxd2+d5� xd5O-O� xc5� f4l&g4b5fi b8� h3+l&xf3�g5fi bd81 7 1
  • 168. 1 72 RO B E RTO C RAU20. ª e22 l . ª gl� f4ª d lIOSICI<1N DES ILJ I::SDE LA J UCADA 2 1 DE LAS N ECRASDIAGHAI1A N° 231Ya en esta situación el mate se haceinevitable.1 .2.3.4.5 .6.7.8.9.PartiJa N ° 1 1 1DEFENSA FRANCESABlANCAS: CAPITÁN MACKENZIENEGRAS: MASONe4d4� c3exd5� f3lb d3o-olbg5lbxf6e6d5� f6exd5lbd6� c6o-o� e7gxf61 0. � h4 � g71 1 . "ff:1h5 ª h81 2. f4 c61 3. ª [3 � g61 4. ª afl "ff:1 c71 5 . � e2 lbd71 6. � g3 ª ag8MATE EN SEIS J UCADASIOSIU (>N IWSIU r�SI >E LA JUCADA 1(, DE I .AS N FC IVSDIACRAMA N° Bj1 7. "ff:1 h6+1 8. � hf5+1 9. � xf5+20. g4+2 1 . ª g3+22. lbe2++� xh6lbxf5� h5� xg4� h5Partida N° 1 1 2GAMBITO DEL REY REHUSADOBlANCAS: STEINITZNEGRAS: AFICIONADOl . e42. f43. � f3e5lbc5d6
  • 169. TRATADO GENERAL DE AJEDREZ 1 734. � e45 . d36. � e37. 1f1e28 . f59. � g51 0. 1f1h51 1 . �b31 2. a31 3. � xh71 4. �g51 5 . f61 6. fxg71 7. �xh6+� f6o-o� g4� e6� h8� h6� b4?�d7� e6� xh7� e8fl g8fi xg7� g8MATE EN SEIS J UGADASPOSICI6N D ESPUÉSDE LA J U GADA 1 7 D E LAS NEGRASDIAGRAMA N° 2361 8. � d51 9. � f6+20. �h8+2 1 . � g8+22. � e7+23. �xg8++� e8� f8� e7� f8fl g8Parrida N° 1 1 3GAMBITO DE DAMA DECLINADO1 .2.3.4.5.6.7.8.9.BlANCAS: A . ALEKHINENEGRAS: M. PRAld4� f3e4� e3e3�xe4o-obxe3t!t e21 0. �a31 1 . e41 2. fl ad 11 3. � e51 4. f41 5. f516. � xf71 7. e51 8. ibd61 9. 1f1e220. �b32 1 . ª deld5� e6e6dxe4� f6�b4ibxe3O-O� e7e6h6ibd7fl e81f1 e7fl ad8� xf7� eg81f1e8b5a5a4(Ver el diagrama siguiente)El blanco anunció mate en 1 0 juga­das.22. ffh5+23. fxe6+24. �e2+25. ª f5+26. ª f6+� xh5� g6� g5� g6� g5
  • 170. 1 74IUS1UON D ESIUI�.sDE LA J U GADA 2 1 DE LAS N EGRASD1AG RAlvIA NI> 23727. ª g6+ � h4� f4�h528. ª e4+29. ª xf4+30. g3 mueve3 1 . ª h4++1 .2.3.4.5.6.7.8.Partida N° 1 1 4DEFENSA FRANCESABLANCAS: R. L. BORuflOLZNEGRAS: A. E. SANTASIEREe4 e6d4 d5� c3 � f6Ji,g5 .f1b4exd5 �xd5�xf6 gxf6� f3 � d7� d3 � b6RO BERTO GRAU9. a31 0. �xc31 1 . �d21 2. .f1e2?1 3. o-a-o?1 4. � b41 5. �c516 . .f1c41 7. � d21 8. .f1xd51 9. �xa720. � e32 1 . ª d2Ji,xc3+Ji,d7Ji,c60-0-0�a2� d5ª d6�a1 +�xb2ª xd5ª hd8�xc2POSICiÓN DES P U f.SDE LA J U GADA 2 1 DE LAS BLANCA.SDIAGRA!vfA N° 2382 1 . .... �e4+22. �xe4 ª xd4+23. � e3 ª e4++
  • 171. TRATADO GENERAL D E AJEDREZ 1 75EJEMPLOS DE COMBINACIONES DE MATEDamos fin a este segundo capítulo de nuestro libro con la inserción de 48diagramas con posiciones de combinaciones de mate o ganadoras. La mayoría deellas corresponden a partidas de maestros y ofrecen sugestivas enseñanzas para elaficionado estudioso.En todos los diagramas se llega a las posiciones de mate o ganadoras mediantemaniobras de dos, tres y más jugadas, y en algunos hay varias formas de dar mate.NEG RAS: x.x.BlANCAS: x.x.JUEGAN LAS BLANCAS y DAN MATEDIAGRAMA N° 2.39NEGRAS: H.BLANCAS: S. WINAWERJUEGAN LAS BLANCAS Y DAN MATED IAGRAMA N° 24 1NEGRAS: GUTt--1AYERBLANCAS: L.J UEGAN LAS NEGRAS Y DAN MATEDIAGRAMA N° 240NEGRAS: NEUMANNBLANCAS: EXNERJUEGAN LAS BLANCAS Y DAN MArEDIAGRAMA N° 242
  • 172. 1 76 ROBERTO G RAUEs conveniente que se busque el mate y se anoten las soluciones en un papel, paraluego verificar, revisando las soluciones del final del libro, si el análisis ha sidoexacto.Si es posible, el aficionado debe buscar el mate sin mover las piezas en eltablero, para así contribuir al mejor desarrollo de su visión mediata, que es el finque nos hemos propuesto en el capítulo que termina.NEG RAS: J. BENDINERBLANCAS: J . V. KLEEBERl;JUEGAN LAS BLANCAS Y DAN MATEDIAGRAMA N° 243NEGRAS: X.x.B LANCAS: MORPHYJUEGAN LAS BLANCAS Y DAN MATEDIAGRAMA N° 245NEGRAS: X.x.BLA�CAS X.x.J UEGAN LAS BLANCAS Y DAN MATEDIAGRAMA N" 244NEGRAS: POLLOCKBLANCAS: X.x.J U EGAN LAS NEG RAS Y DAN MATED IAGRMfA N° 246
  • 173. TRATADO G EN ERAL D E AJ ED REZ 1 77------------------------------------ ------- --N EG RAS: I rATABI.ANCAS: G RAUJUEGAN LAS BLANCAS Y DAN MATEDIAGRAMA N° 247N EG RAS: x.x.BLANCAS: x.x.J UEGAN LAS BLANCAS Y DAN MATEDIAGRAMA N° 219NECRAS: STAUNT()NB l.ANCAS: COCl I IZA N Ej U ECAN LAS [HANCAS y D A N MATEDIAG RAMA N° 24RN EGRAS: MAKSEYfiLANCAS : KOI I SCl Ij U ECAN INi n LANCAS y DAN MATEl>IAC RAMA N ° 2:iO
  • 174. 1 78 RO BERTO G RAUBLANCAS: BERC ERJ U EGAN LAS BI.ANCAS y DAN MATEDIAGRAMA NI) 2; 1NECRAS: SCl I I.ECI ITERBLANCAS: DR. TARTAKOWERJ U EGAN LAS NECl{AS y DAN MATEDIACRAMA NI) 2jjNECRAS: X.x.BLANCAS: WI liTEJ U EGAN LAS BI .ANCAS y DAN MATEDIAGRAMA Nu 252NECRAS: PROF. LJ. J.BLANCAS: OVADlAJUEGAN LAS BI.ANCAS y DAN MATEDIAG RAMA NI) 2 5 Í
  • 175. TRATADO G EN ERAL D E AJEDREZ 1 79NEGRAS: X.x.B LANCAS: SCHWEITZFRJ U EGAN LAS BLANCAS Y DAN MATEDIAGRAMA N° 255NEGRAS: X.x.B LANCAS : FRITZJ U EGAN LAS BLANCAS Y DAN MATEDIAGRAMA N° 257NECRAS: X.x.BLANCAS : ZUKERTORTj UECAN LAS B LANCAS Y DAN MATEDIACRAMA N° 2i(,NEC IDS: GEN EIDL IIERTRANDB LANCAS : NAIOE()N 1J U ECAN LAS BLANCAS Y DAN MATEDIACRAMA N" 2iH
  • 176. 1 80 ROBERTO G RAUNECRAS: y . NECltAS: MINKWITI.B LAN( :AS : X. BI.ANCAS: DR. SCI I M I IJTj U ECAN LAS BLANCAS Y DAN MATI J UEGAN LAS NEGltAS y DAN MATED1AC RAMA N" 25) D I AC RAMA N" 2(,ONEGRAS: AMATEURBl.ANCAS: X.x. LlLANCAS: ANDERSSENj U ECAN I.AS BI.ANCAS y DAN MATI J U EGAN LAS BLANCAS Y DAN MATEDIAG RAMA N" 26 1
  • 177. TRATADO G EN ERAL D E AJ E D R EZ 1 8 1NEC HAS X.B l .ANCAS: PRíNCIP E DADIANJ U EGAN LAS BLANCAS Y DAN MATEDIAGRAMA N° 263Bl.ANCAS. DUFRESNEJUEGAN LAS BLANCAS Y DAN MATEDIAGRAMA N° 265N F C RAS SU I AI . I ( )IIIIl .ANCA�: x .J U EGAN LAS NEGRAS Y DAN MATEDIAGRAMA N° 2(>NFC lt· � A11:TFI I{JlI.ANCAS ( :I IAIU.lSIKJUECAN LAS BI.ANCAS y DAN MATEDIACRAMA N° 2(,(,
  • 178. 1 82 ROBERTO GRAUN EC RA>: x. NEGRAS: SCI I U LTENBl.ANCAS: J. M ASON B LANCAS : SAI NT-AMANTJ U ECAN LAS B I.ANCAS y DAN MATE J U EGAN LAS BLANCAS Y DAN MATEDIAC RAMA N° 2(,7N EC RAS: DI<. SOI IN NEC RAS: BARDELEIIENBLANCAS: G ERMÁN Bl.ANCAS: M I ESESJ UEGAN LAS BI .ANCAS y DAN MATE J UEGAN LAS BLANCAS Y DAN MATEDlACRAMA N° 2(� DIAGRAMA N° 270
  • 179. TRATADO G EN E RAL D E AJ EDREZ 1 83N EG RAS: LOWEBLANCAS: KENNEDYJ UEGAN LAS BLANCAS Y DAN MATEDIAGRAMA N° 27 1NEGRAS: MAROCZYBLANCAS: ZAMBELLIJ UEGAN LAS N EG RAS Y DAN MATEDIAGRAMA Nn 273-------- - --- - ---- - - -- -----NECRAS: L()WENTI IALBLANCAS: CORI)ONJ UEGAN LAS BLANCAS Y DAN MATEDIAGRAMA Nn 272NECRAS: SU ILECJ ITEI�BLANC :AS : j ANOWSKIj UECAN LAS BI .ANCAS y DAN MATEDIA( ; IUMA N° 271(
  • 180. 1 84 ROB ERTO C RAUN EC I{AS R I EMA!lBl.ANCAS: S WINAWERjUECAN I .AS BI .ANCAS y DAN MATII>IACI{AMA Nu 27)NEG RAS: DR. MOOREBI.ANCAS: S. LOYDJUEGAN LAS BI.ANCAS y DAN MATEDIACRAMA Nn 2770:1 e llAS ANONYMUSBI.ANCAS: EL AUT()MATA " M EII I I STO"J U EGAN l.AS BLANCAS y DAN MATEDIAC RAMA N° 27(¡NECRAS: ANDERSS ENBLANCAS: ROSAN ESj U ECAN LAS NECRAS y DAN MATEDIAGRAMA Nu 271l
  • 181. TRATADO GEN ERAL DE AJ EDREZ 1 85N F C R AS TARRASCl I11 1 .1il .,S: F. I ( t-.::IZ rJ U EGAN LAS N EGRAS Y DAN MATEDIAGRAMA N° 279NFC RAS: I .A[ O l J RD( ) N N : I III.A NCAS : DbU 1/ I I I .I.1=SJ U EGAN I.AS BLANCAS y DAN MATEDIAGRAMA N° 2R I!: I C RiS I : H T I :( ),(( ,I I I .ANC¡: D ie 11 . V I DMA I,J U EGAN LAS BLANCAS Y DAN M ATEDIAGRAMA N° 2RO11 1 .1:( , I FI : TZJ l JECAN LAS BI.ANCA." y DAN M ATE[ ) A C RAMA N° 2H2
  • 182. 1 86 RO B F RTO C RA UNI< ; I{AS : A l 1 < :I( > lAI )( I11LAl ( ,. ,1 .11--: 1 1 1 0: 1J U EGAN L.AS 1I I.Ar� C :AS y DAN MATEDIACI{AMA N° 2!1,�IILANt ,.�: XXJ U El�iN LAS BI.ANCAS y DAN MA I VDIAGRAMA N° 2115NFC ; I�AS X,1 1 1 . 0: ( ,. 11. ¡ " C t I NJ LJ ECAN I.AS B LANCAS y CANAND1ACRAMA Nu 2H41 1 1 . : : C::-, ( ; ¡ ( , lJ U EGAN LAS B LANCAS Y DAN M ATEDIAGRAMA Nu 2Hú
  • 183. TRATADO G EN E RAL D E AJ EDREZ------------------------- ---CAPÍTULO IIIERRORES DE LA VISIÓN.MEDIATA -.. .Hemos hecho lo posible por mostrar cómo se piensa en ajed rezo1 87Hemos explicado la relación de las jugadas entre sí. Tras ello hemos agrupadobuen número de partidas en las que esa relación, orientada hacia el mate, aparececon caracteres muy notables, y, por lo mismo, muy apropiados para impresionaral estudiante a este respecto. Finalmente hemos agregado una cantidad apreciablede ejercicios, para cuya solución ha sido menester ejercitar esa visión mediata delJ uego.En todos los casos propuestos la visión mediata se orienta hacia el mate. Enrealidad, en ajedrez, la visión mediata puede ejercitarse hacia muchos otros fines;pero hemos escogido el caso del mate, pues es éste el fin tJltimo, y tJnicoindiscutible, del juego, y es menester que el aficionado lo dom i!le bien antes deentrar en mayores sutilezas. Pero el asunto del mate aparece aquí como unelemento accesorio. Lo esencial es la relación, la combinación de jugadas en u nplan y el conflicto d e los planes que maduran amhos jugadores; s e trata d e lograrla capacidad de ver mediatamente, qlle si ahora se orienta hacia el mate, encapítulos posteriores deberá orientarse hacia la ganancia de una pieza, o de unpeón, o de un mero tiempo, o de una cas illa . L a habilidad de UIl jugador se m idepor tres factores: lo La capacidad de su visiC)1l mediata. 20 El conocimiento de lasposibilidades, debilidades y potencias de los diversos elementos del juego ( loconcreto: las piezas; lo abstracto: l ílleas pumos, cadenas dc peOlles, enroques,centros, ete., ete.), y 3° su capacidad de actu alizar todo este conocimiel1ro en cadaj ugada y formar un certero juicio de la posición, que conduzca y guíe su visiónmediata. Con esto queda demostrado el airo valor que tiene adqui ri r lIlla visiónsegura y clara del j uego.
  • 184. 1 88 ROBERTO GRAUEstas razones [lO S obligan a no dejar este capítulo sin ocuparnos de lasdificultades que ofrece la visión mediata del juego..Estas difIcultades son de dos órdenes: la primera es la dificultad de llevar e!an�í1isis dd j uego nds alLí de unas pocas jugadas, y la segunda son los errores que,dent ro de las jugadas que debieron ser vistas, se deslizan.La primera dificultad se vence poco a poco y pacientemente con la práctica.Los ejercicios que hemos indicado irán haciendo más fácil extender el número dejugadas abarcado por la visión mediata. A lo largo de las p�lginas que seguirán,menudearán ejercicios que irán exigiendo una visión de más en más larga yextensa. La pdU 1Gl regular y constante del juego se encargará de hacer e! resto.Respecto de b segunda dificultad, la cosa es distinta. Es menesr ¡ ( rabajar ytrabajar para evitar t�.des errores, que afean tantas partidas y malogran tantosesfuerzos.Todo error es , en definitiva, una omisión. Al pensar en nuestras jugadas y susrespuestas, omililllos una o varias movidas que alteran todos nuestros planes.Así tenemos que, al considerar las pusibilidades de! juego, podemos encararuna jugada y la mejor respuesta del adversario, y encontrar una jugada propia,satisfactoria. Pero puede acontecer que juzguemos mal respecto de la mejorjugada dd cOl1lrario, el cual disponga de otra Illovi(b inesperada para nosotros,y que puede serie ventajosa.Por esta omisión se oriema el juego en forma equivocada, y puede perderse.Ejemplo:.Aquí e! negro considera una jugadaque le parece muy fuerte:1 . . . . . ., ª xf4!; y si ) gxf4, ª g8+;3. l!. g3 (lÍnica) , l!. c5+; 4. � h 1 ,ª xg3!; con magnífico juego. Ekcnra,pues:1 . § xf4En su análisis, el negro omitió consi­derar que a su sacrifIcio podía segu ir otrosacrifIcio Ahora el juego se presenta muydistinto a lo esperado.2. � xdS3. �xf24. �xf6§ xf2exdSy gana el blanco1 ) 1 .l . I.. I :" �� ..Puede ser también que, al considerar "mi jugada" vea su mejor reSpUeSl;¡aparente y no encuelHre réplica satisElCtoria, réplica que, no obstante, un an�ílisismás minucioso hubiera encont rado. Por esa omisión debe perderse la oportuni­dad de obtener ventaja, o de evitar desventaja.
  • 185. TRATADO G ENERAL D E AJ EDREZ 1 89DIACRAMA NI> 2HHNECRAS: C ltJUIII ANCAS: V. F. eORl AOIACIVMA NI> 2H)Ejemplo:En esta posición es posible que elblanco considere que debe operar paraeliminar el peón negro de f4, que inmo­viliza sus piezas; para ello pensad acasojugar ª f1 . La maniobra @. g3 , y luego� e4 o � f5, le resultad impracticable,porque el peón de f4 impide @ g3. Sinembargo, en esta posición el blanco jugó1 . @ g3, Y la partida siguió así: . .. . . ,fxg3, 2. �xh6+ (la jugada omitida enel :ln;ílisis), ª xh6;3. J1.xh6+, � g8;4. ª e8+, � f8; 5 . ª xf8++.Si el blanco no hubiese visto esacombinación, hubiese debido jugar unalaboriosa partida inferior, cuyo resulta­do era bien dudoso .Esta es la posición a que llegó, en u ndeterminado momento, una partida quejugué con las negras, cont ra Fern:indezCoria, que llevaba las blancas. Estoyatacando el peón b4, y Ferr dndez Coria,para defenderl o, jugó � e2, tratando dellevar su caballo a f5, posicióll muyfuerte, pues no puede ser desalojadomedianreg6, porque quedaría perdido oIll uy débil el peón h6. A ese plall posicio­nal repliqué desarrollando un plan dejuego que meditakl al llevar el caballo agS , y que consiste en ponerlo en e5.J ugué, por consiguiente, @ f7.Tanto la jugada de Coria como lam ía fueron erróneas, pues ambos deja­mos de considerar la siguiente man io­bra:2 1 . � e2 (?) , ª xc4!; y si 22. fxe4,� xe4; 23. �d4, � f2+; 24. � g 1 ,@ xd l ; si 23. @ f4, � xd2; 24. ª xe8+, � h7! (no � f7 por ª de l !);25. ª xd2, � xb4; etc. Siem pre con gran ventaj a.He aquÍ un doble error muy típico. A mbos jugando para conseguir simplesventajas posicionales, lo que se llama juego de posición , hemos dejado de verjugadas muy sencillas, pero que no son propias de este juego. Suele p;tsar lomismo a la inversa. Jugando para el ataque violento hay veces que lo nl;Í.s efIcazes efectuar una j ugada pasiva, o de carácter purament e posiciollal, y se dej;t de ver,porque el cerebro trab;tja en un tren de j ugadas violell tas, y bs jug;tdas ajenas a
  • 186. 1 90 ROBERTO eRAl!la violencia resultan de más difícil concepción.Tenemos, pll<:S, que los erron:s pueden ser omisiones de mi jugada o de surespuesta; pero todo esw resulraría poco o nada insrructivo si la práctica nodemostrase que esas omisiones, en general, pertenecen a determinado tipo dejugadas o se de rivan de cierras panicula res posiciones. En virrud de estascircunstancias puede inr entarse la exposición de las causas de los errores uomISIones que son uds comunes.El juego de ajedrez es mucho mis rico en posibilidades de lo que generalmenrecreen los jugadores, que tienden a considerar, en general, las posiciones muchomis claras de lo que realnH:nLe son. Es difícil que una posición perdida no ofrezcaalgunos i ngeniosos recursos, y las posiciones ganadas es menester ganarlas. Sueledecirse a este respecto que no 11J.y nada más difícil que ganar una posición ganada.Llevando todo esto a consejo, podemos decir que el jugador no debe magnificarni menospreciar la fuerza dd ataque ni de la defensa, sean éstos propios oadversarios, porque acontece que:1 u Una supervaloración de los factores defensivos de nuestro juego nos llenade una sensación de seguridad que muchas veces puede ser equivocada.2° Una supervaloración de los factores defensivos dd juego adversario haceque no conside rem os maniobras que pueden ser ventajosas.3u Una supervaloración de la fuerza de n uestro ataque hace que juguemos conconfianza excesiva, sinriéndonos en una de esas posiciones en que "cualquieragana", cuando debe recordarse que, por lo general, una sola fugada equivocadapuede signifIcar la pérdida de la parrida m�í.s evident emente ganada; y4° Una supervaloración de la fuerza de su ataque nos lleva al defecto contrario,al de sentirnos perdidos en una de esas posiciones en que, según la gráficaexpresión popular, " no hay nada que hacer".Bl.ANCAS : J M El .FRDIAC RI,-!: N" 2JOEstas cuatro aprcciaciones determi­nan un mismo fcnómeno: el an�ílisisinsuficient e o fragmentario de la posi­ción, y la consideración de los resultadosde ese análisis como legítimos. En unoscasos SI.: cree que lo hallado es suficientepara ganar; en otros, que por nds que sebusqul.: no es posibk hallar nada mejor.Ejemplo:En esta posición, el blanco jugól . � dS, y el negro piensa que tyxe4 esuna réplica ganado ra, porque amenazalbxdS, y el caballo no puede retirarse,pues en tal caso tyxg2++. Luego, el blan­co debera contestar -picnsa el negro-�xe4, yenronces,jugando 2. . . . . . , ª xe4,nos aseguramos ventaps.
  • 187. TRATADO G EN ERAL DE AJ EDREZ 1 9 1BLANC..S: B I .iCKII U R 1 FD I AG RAMA N° 29 1D I A C RAMA N° 2)2Este análisis no aprecia el valor agre­sivo del juego blanco. La partida siguióasí: 1 . � d5, �xe4? 2. ª f8+! (la sor­presa la), � h7 (no ª xf8 , por �xe4) ;3. � f6 + ! ( l a s o r p resa 2a), gx f6 ;4. � f7++. La disyuntiva era, para elnegro, perder la dama, como consecuen­cia de sus errores de visión del juego.En el diagrama N° 29 1 vemos una delas posiciones en que "cualquier jugadagana", según opina el jugador negro ,que acaba de jugar 1 . . . . . ., ª e3, ata­cando la dama. Si 2. �xc3, "ffi h2++.S i n embargo, el blanco ensaya U I1 últimorecurso, y juega 2. � d2. El negro repli­ca, 2. ....., ª xd3. Esta jugada 1 1 0 harequerido mayor análisis, pues la posi­ción está, según el negro , tan ganada,que es innecesario mayor ardlisis. Lasblancas no comparten, sin embargo, estaopinión, y juegan 3. ª xf8+ (1 " sorpre­sa), � xf8; 4. � h6+ (2" sorpresa) ,� xh6, y la partida es tablas por ahoga­do; y si las negras hubiesen rechazado lasentregas efectu adas, habrí a sido igual­mente tablas por jaque perpetuo, Si lasnegras no hubiesen tenido ese exceso deseguridad, habrían ganado la partida,pues viendo la amenaza blanca, habríanjugado 2. .. . .., �xd3, ganando,El exceso de confI anza inhihe absolu­tamente la visión del juego. Véase laposición de Chigorin-Gunsberg en eldiagrama N° 2)2.Es evidente que el negro está perdido. El rey negro está a merced de las piezasblancas y esa situación debe terminar en mate. Así debió ser, pero Chigorin,influido por la excesiva confianza, jugó débil (empezando por � dI +) y perdióla partida, que en la posición señalada estaba [;ícilment e ganada así: l . ª ac 1 ,� f5, 2. � h4+, � d5 ; 3. � c4++, y si 1 . ..... , � d5 ; 2.e6+* , y mate a lasiguiente.Todo Ir) dicho se reduciría a un mero consejo sobre la necesidad desobreponerse a toda consideración optim ista o pesimista sobre la posicicJn que si* Oc hecho 2. ...... @ f5 prolonga la lucha; CI! camhio 2. � 17+. �dj; 3. � n+. �d¡j; ¡j. � d + + .
  • 188. 1 92 ROB ERTO G RAUbien es muy valioso como disciplina, y capaz de cvitar innumerables errores, noayuda gran cosa en la tarea de reforzar una visión vacilante y propensa a errores.Además, son muchos los errorcs que no se derivan de apreciaciones sobre laspartidas, sino quc tienen otros orígenes bien diversos. El excesivo optimismo yel exagerado pesimismo inhiben la visión, y una visión inhibida debe caer enerrores. Pero hay casos en que la visión no está inhibida por esos factores y, sinembargo, falla.A veces estas omisiones responden a lo siguiente:Ante una j ugada de ataque es necesario defenderse. Casi siempre esta defensaes directa. Esto nos habinb a espnar sólo defensas directas, sin recordar que bienpuede haber defensas indirectas, entrelas cuales los contraataques son las másnotables.1 > I AC l{AM A N" 2).1N EC RA5: l.OEDEI.B l .ANCAS: C ltAUDIACH.Al,l A Nu 2)/¡Ejemplo:En esta posición, el blanco se decidea llevar un ataque, y juega 1 . � f5; perono ha contado con la defensa indircctalA! La partida fuc así: 1 . � f5, b4!;2. � c4, lbxh2+,. ganando la dama.Otras veces acontece que a una j uga­da de ataquc se nos responde con una dedefensa, y quedamos satisfechos con esacomprobación al analizar la jugada, sinobservar otras amenazas que con ella schan hecho posibles.Ejemplo:El negro ha jugado � b l +, y e! blan­co replica ª d I , j ugada obligada, pueshay que cubrir el jaque. Como conse­cuencia de ello el negro puedc ganar elpeón torre, y lo hace, sin suponer quecon ello cae en una instructiva celada quetendió el blanco al permitir �b 1 + . Laj ugada ª el 1 no es puramente defensiva,tiene dos intenciones y el negro sólo havisto una. La partida siguió así: 1 . .....,�xa2; 2. �g4!, g6; 3. lbc4, tia4(única) ; 4.lbxf7+ (ganando la dama) .Estos ejemplos, sumados a los vistosantcriormellte, nos ponen frente a la
  • 189. TRATADO GENERAL D E AJEDREZ 1 93fuente principal de los errores que se deslizan en la visión mediata.En general las jugadas de ajedrez tienen un sentido unívoco, su intención giraalrededor de cierto plan; pero a veces ejercen dos funciones muy distintas, o unade sus intenciones es muy oculta; en estos casos, decimos que su sentido esequívoco.Además, casi todas las jugadas tienen una acción directa que se ejerce con lapieza que se mueve, y toda jugada de acción indirecta es excepcional.En resumen, entre las jugadas hay algunas que se presentan común mente yotras que sólo son posibles excepcionalmente tales los sacrificios, los dobles, lasclavadas, los descubiertos, las coronaciones de peón con piezas menores, lassituaciones de ahogado y perpetuo, etc.Ahora bien: el 990/0 de los errores que afectan a los análisis son omisiones deuna o más jugadas excepcionales.Así tenemos que en nuestro primer ejemplo (Diagrama N° 2R7), la combi­nación del negro a base de ª xf4 fracasa, pues omitió considerar la contestación� xd5!, que es un sacrificio y, por lo tanto, excepcional. En el 2° ejemplo(Diagrama N° 288) omitía jugar � g3 por fxg3, a pesar de que con esta jugadaganaba. La jugada que iba a ser omitida, � g3, es también un sacrificio. En eltercer ejemplo, ambos adversarios han dejado de ver un sacrificio. Este diagramailustra sobre el alcance del término excepcional que aplicamos a una jugada, ydemuestra que la excepcionalidad está en relación con el tipo de partida. En unjuego de posición el sacrificio es excepcional, y en medio de un ataque furioso esexcepcional una jugada tranquila, de espera, etc. En el 4n ejemplo (Diagrama N°290), también se pierde por no ver sacrificios. En el Diagrama N° 29 1 aparecealgo más complejo, pues el blanco especula en una doble omisión: 1 °, omisi6nde jugadas excepcionales (2 sacrificios) , y 2°, en la omisión de considerar laposibilidad de arribar a una posición excepcional: el ahogado o el perpetuo. Enel ejemplo 6° (Diagrama N° 292) se ve al blanco atacar directamente al rey(1!fd 1 +) en lugar de atacarlo indirectamente con ª ac 1 , encerrándolo y evitandola huida. En el 7° (Diagrama N° 293), es también una jugada excepcional laomitida. El blanco espera una respuesta directa, y recibe una réplica indirecta(b4). También el 8° ejemplo muestra lo mismo: la omisión de lo excepcional. Elnegro cree estar ante una jugada unívoca, y en cambio la jugada ª d I esequívoca: tiene dos intenciones, muy distintas entre sí, de las cuales la m;ís ocultapasa inadvertida.Según esto, para depurar lavisión y aumentarsu agudezaevirando estas omisiones,el mejor camino es trabajar para dominar y manejar los elementos excepcionales deljuego, de modo que no se los pierda nunca de vista en los análisis.Por estas razones, que consideramos suficientemente fundadas, nuestros esfuer­zos, en las páginas que siguen se reducirán a f:1miliarizar al aficionado con las jugadasexcepcionales, con lo que creemos colaborar de la mejor manera a reforzar su visiónmediatadel ajedrez, ayudándolo a que domine los recursos extraordinarios del juego.Para completar la acción de estos ejercicios es menester que el aficionado tome gustoen resolver problemas y finales, pues en estas composiciones se explota, de la másartística manera, esta faz ingeniosa del ajedrez.
  • 190. 1 94 RO B ERTO G RAUN UEVA SERIE DE EJERCICIOSRECURSOS EXCEPCIONALES PARA HACER TABLASCompletando en parte lo dicho anteriormente insertaremos ahora 2 1 posicio­nes de recursos excepcionales del juego. En rodas ellas, uno de los jugadores, cuyaposición parece perdida a simpIe vista, logra hacer tablas, ya por ahogado, porjaque perpetu o, por repetición de jugada, etc.Cada diagrama va acompañado de su correspondiente solución. No obstante,el aficionado que se sienta capaz, y aquel que ya sepa ajedrez, debe tratar de hallarla solución por sus propios medios, tapando la parte donde explicamos las jugadasa realizar.Como algunos de los ejemplos son complejos estos ejercicios han de contri­buir al mejor dominio de la visión mediata del juego.TAULAS POR PERPETUONFCI{AS: RECABLANCAS: RETIJ U EGAN LAS NEGRASDIAGRAMA N° 2951 . ... . . , § e2?; 2. § e7+, � h6;3 . § xh7+!, � xh7; 4. "flf e7+,�h6; 5. �xf8+, � h7; 6. "flff7+,�h6 y jaqlle perpetuo.TABLAS POR AI IOCADOH. RINCKJUEGAN LAS NECRASDIAGRAMA N° 2961 . Jif5, gxf5; 2. �e3, b I = "flf;3. § d I + , etcétera.
  • 191. TRATADO G EN ERAL D E AJ EDREZ 1 95TABLAS POR AHOGADOJUEGAN l.AS BLANCASDIAG RAMA N° 297TABLAS POR AHOGADONEG RAS: 11. WOLFBLANCAS: SCI ILECJ lTERJUEGAN LAS NEGRASDIACRAMA N° 299SOLUCl()N DEI. DIACIVMA N° 297l . ª d6!, �xd6 ahogado.SOLUCION DEI . DIAC IVMA N° 29Hl . ....., � d2; 2. b8=� , �cl +!;3. � h2, tff4+; 4. g3, tfxf2+;5. � h1 , tff1+ tablas por perpctuo.Si 3. �xcl Ó 4. tfxt4, tablas porahogado.TABLAS POR PERPETUOj U FGAN LAS NECII.ASDIACIVMA N° 2)HTABLAS POR PERPETUOj U ECAN LAS BLANCASSOI.UU()N D E I . DIACRAMA N° 2(),)l . . ... ., ª c3; 2. b5, ª xe 1 +!;3. ª xc1 allOg;tdoSOI.UClÓN DFI. DIACltAMA N" 001 . .fbh5+, � cG; 2. .fbg4+ y ta­blas por j;tquc perpctuo o jaque COIl­tinuo.
  • 192. 1 96 RO BERTO G RAUTABLAS IOR PERPETUOJUEGAN LAS NEGRASD1ACRAMA N" :01TABLAS POR AI IOGADOJ U EGAN LAS NEGRASDlAGltAMA N° 303SOLUCIÓN DEL DIAGRAMA N° 30 11 . ....., �xh2+; 2. �xh2, � h4+;3. � gl , �xd4+ y tablas por jaqueperpetuo , ya que si 4. ª f2?, ª el +;5. � f1 , ª xf1 + y mate inevitable.TABLAS POR AHOGADOj. BERGERJUEGAN l.AS BLANCASDIAGRAMA N° 302TABLAS POR AHOGADOIIERCEJUEGAN LAS NEGRASDIAGRAMA N" 304SOLUCIÓN AL DIAGRAMA N° 3021 . f4, �c7; 2. fxg5, aS; 3. � g3,a4; 4. �h4, a3; 5. g3 y ahogado.
  • 193. TRATADO GENERAL DE AJEDREZ 1 �7TABLAS POR AHOGADOPLATOFFJ UEGAN LAS BLANCASDIAGRAMA Nu 305SOLUCION AL DIAGRAMA Nu 3031 . § f5 +, � e7; 2. § e5+, �f6;3. § e l !,�xe l +; 4. �h3,gl = @ +;S. � g2, @ e2; � f1 y tablas.Si 4. ....., g l = � O § ; ahogado.SOLUCION AL DIAGRAMA N° 304l . g4, hxg4; 2. h5, g3!; 3. hxg6,g2; 4. g7, g l = � ; 5. g8 = � ,� hl ; 6. § e4!, �xe4; 7. � d5+y ahogado.SOLUCION AL DIAGRAMA N° 305l . �d3, @xd3; 2. �c2, @ cl ;3. § xb2, e l =�;4. § b l +,�a2;5. § al + y ahogado.SOLUCION AL DIAGRAMA N° 3061 . � d7+!, � xd7; 2 . � h8 ,�xg6 y ahogado.TABUS POR AHOCADOP. STAMMAJUECAN LAS BLANCASDIACRAMA N° .�OúTABLAS POR AHOGADOE. B. COOKJUEGAN lAS BLANCASDIAGRAMA Nn ]07SOLUCION AL DIAGRAMA N° .�071 . § b7+, � f8; 2. § b5, c l = � ;3 . § c5+, �xc5 y ahogado.
  • 194. 1 98 ROBERTO G RAUTABLAS POR AI IOGADO TABLAS rOR AHOGADOJ UEGAN LAS Bl ANCASDIAC RAMA N° 30HTABLAS POR REPETICI<)N DE JUGADASj. BERCFRJ U EGAN LAS Bl.ANCASDIAGRAMA No> .� I ()SOLUCIÓN Al. OIAC RAII: N° .�()RH. RINCKjUECAN lAS lH.ANCSDIAGRAMA N° .WJTABLAS rOR Al IOCA)()j UECAN l.AS B LA!.JC,SDIAG RMIA �o ] I IS O I.UCIÓN AL D1AGRMIA N° ]0)1 . fl e8, b l = � ; 2. fl el, �xe l ; 1 . lbc6, lbxc6 (si .. . . ., bxc6;3. � c2+, lbxc2 y ahogado. 2. fl b2, ete.) ; 2. fl d2, �xd2;3. axb7+, �xb7 y ahogado.
  • 195. TRATADO G EN ERAL DE AJ E DREZ 1 99---------------------------------------------------------TABLAS POR REPETICI6NT. R. DAWSONJUEGAN LAS BLANCASDIAGRM.1A N° .�1 2SOL.UCI6N A L. DIAGRAMA N ° 3 1 0l . fi xe4, �xe4; 2. �e2 J § xd4;3. �b 1 , fi d8; 4. lbc2 y rabias.SOLUCI ÓN AL. D1ACRAMA N° 3 1 11 . fi h2+, �g3; 2. fi h3+, �xh3y ahogado.SOI.UCIÓN Al. DlAGRM1A N° j 1 21. �c4, "ftie8 (si ....., "fti a5 O"ftib4; 2. � c6+, etc. Si l . .....,"ftib6 o�c5; 2. � d7+); 2. �f7,"fti b5; 3. �c4 y [ablas por repe[i­ción de jugadas.Nobles jugando ajedrez. ¡lustración del Libro di giuocho di scacchi, una lJeniónitalialla de Cesso!is, impresa m Flormcla m 1 493.
  • 196. 200 ROBERTO G RAUTABLAS POR PERPETUO TABLAS POR AHOGADOS. GaLO H. RINCKJUEGAN LAS BLANCAS JUEGAN LAS BLANCASDIAGRAMA N° 3 1 3 DIAGRAMA N ° 3 1 4�OLUCION DEL DIAGRAMA N ° 3 1 31 . ª d8+, ª xd8; 2. � c4+,ª dS (si �h8; 3. � f7+, �g8;4. � h6+ Y mate Filidor) ;3 . �xd5+, � h8 ; 4. � f7+,� g8; 5. � h6+ Y tablas porperpetuo.SOLUCION DEL DIAGRAMA N° 3 1 41 . � g3, hS (si 1 . ....., � gl ;, 4 f f 2. �xg , � 2; 3. � 5, �xe2;4. � e6, � f3; 5. �xd6, �g4;6. � eS, �xh4; 7. � f4 Y ta­blas); 2. e4!, �gl ; 3. eS!, dxeS ytablas por ahogado.SOLUCION DEL DIAGRAMA No 3 1 51 . �h4+, �f2; �hl+, �fl ;3 . � h4+, ª f2 ; 4 . � e4 + ,§ de2; 5. �b4+, etcétera.TABLAS POR PERPETUOj. BERGERJUEGAN LAS BLANCASDIAGRAMA N° 3 1 5
  • 197. TRATADO G EN E RAL D E AJ E DREZ 20 1RECURSOS EXCEPCIONALES PARA GANARPresentamos ahora 25 ejemplos de recursos extraordinarios para decidirpartidas. En algunos casos se trata de partidas jugadas, pero en la gran mayoríason finales compuestos, y que ponen muy de relieve la imporrancia que tienenlas jugadas y la precisión necesaria para lograr el resultado esperado.Deseamos con estos ejemplos, así como con los anteriores y los que seguirán,reforzar lo que ya nos guió al elegir las parridas y diagramas dados :1nteriormente,esto es, familiarizar lo mis posible al aficionado con la faz ingeniosa del ajedrez,con el fi n de despertar y estimular su propio ingenio y al mismo tiempo su propiaastucia.Todos estos ejemplos se ofrecen con su solución comentada, pero recomen­damos al aficionado que proceda como con los anteriores, o sea que tape lassoluciones y trate de hallarlas con su propio esfuerzo mental.F. AMELUNCJ U ECAN 1 ./S. II l .ANC,S y CANANDIACRAM: N° :31(,En esta posición no se alcanza a vercómo podrán las blancas ganar. El negrotiene tres piezas menores, contra unatorre y un peón, con el agravante de queel peón blanco está bajo los fuegos del reynegro , que en un solo salro lo atacará. Sise siguiera con l . ª h4, el negro move­ría al rey, y después de �c3, entregaríael alfil por el peón y quedaría con doscaballos contra torre, lo que es tablas.Pero el blanco ha visto que podrá entre­gar el peón poniendo en posición denute al adversario, p;ua explotar luego lasitu ación aparrada de las piezas negras, yjuega: 1 . h7, � g7, 2. h8= � +! (paracolocar al rey en la banda) , � xh8; 3 .� f7! ( u n fino detalle d e ejecución, puesel rey desde f7 puede ir rápidamente ag6, desde donde se amenazará mate con ª a8), �d8 (impidiendo ª h4 ++);4. ª a2 (amenazando ª h2+ +), � c7; 5 . � g6!. �a5 (int errumpiendo laacción de la rorre); 6. ª e2, y mate inevitable en c8.En la posición del diagrama N° 3 1 7, ambos bandos tienen igualdad depeones, pero el blanco puede explotar la situ:1ción avanzada de su peón "h",tratando de quebrar la cadena de peones enemiga.A tal fin no titubea en sacrificar material, ya que el coronar un peón en damaes un fin promisorio. Es necesario apresurarse, por cuanto si el rey negro se acercaun paso, podrá apoyar el peón "f cuando el de "gil lo provoque, y por eso g;lI1amediante l . g4! , fx�4! 2. f5 (quebrando la cadena para avanzar final�lente elpeón torre) , g3; 3. � f l ! (si fxg6!, segu irb e3, obligando igualmente a � fl porla amenaza de g2) , e3; 4. fxg6, ganando.
  • 198. 202MIN CKWITZJ U EGAN l.AS BLANCAS y GANAND IAGRAMA N° 3 1 7A . TROITZKYJUEGAN LAS BLANCAS Y GANANDIAGRAMA N° 3 1 8ROBERTO G RAULa posición del DIAGRAMA N° 3 1 8 esde un final compuesto: dama y alfilcontra dama. En este tipo de posicionescasi siempre es tablas por la dificultad deevitar el empate por jaque perpetuo.Además hay un peón bastante agresivoen la columna "h". El procedimientopara ganar es muy ingenioso; veamos:l . � d 7 ( a m e n a z a n d o � d 8 + +y� V++), �g3+ (sacando al rey adver­sario de su agresiva situación), 2. � h7!�xb3 (no es posible en otra formaevitarlos dos mates antes enunciados) ;3. �d8+,� V; 4.�g8+, ganando ladama.Vemos aquí al blanco entregandouna pieza, para ubicar a la dama adver­saria en unadiagonal desde donde puedapermitir una combinación ganadora.En el diagrama N° 3 ] 9 vemos alnegro con una posición aparentementefavorable, ya que tiene una dama contratorre y alfil. No es fácil ver cómo puedaganar el blanco, pero la posición del reynegro en una diagonal negra, y en situa­ción típica de mate, permite al blancoidear una combinación.Hemos dicho que la posición eratípica de mate. Es decir, si no mediara la;lcción de la dama, que tomala casilla dR,y el peón de g6 que puede cubrirel jaquedel alfil, habría mate. ¿Cómo puedeneliminarse esos obstáculos una vezcono­cido el esquema de la posición de mate?1 . ª e2!, �xe2 (si .. .. ., � b8+;2. lbe7, � f8 -evitando lbf4, seguido de g3++-; 3. ª eS -amenazandolbg3++- , �xeS; 4. lbd8+, gS; 5. g3++); 2. lbd8+, gS (ahora no es posibleg3++, pero el blanco dispone de un recurso extraordinario):3. lbaS! (amenazan­do lbe 1 ++, Y si g4, siempre lbd8++), �f2; 4. lbe7, �f4+ (si �e l , g3++);5. g3+, Y mate a la siguiente.D IAGRAMA N° 320.-Es éste un final que encierra varias dificultades, a pesarde su aparente sencillez. Las blancas amenazan entrar a dama y deben tratar quela torre no pueda comer el peón, ya que esto daría margen a un empateautomático, por quedar en el tablero dos reyes solos. La primera jugada es
  • 199. TRATADO GEN ERA L D E AJ E DREZevidente: l . e7; a esto, las negras debencontinuar con § d6+. Las blancas de­ben jugar, contra toda la lógica, � b5,ya que si jugaran � b7, seguiría ª d7,fijando el peón, para luego capturarlo, ysi jugaran � a5, seguiría ª e6, comien­do el peón y ganando el negro. El fInalsigue así: 2. � b5) § d5+; 3. � b4)ª d4+; 4. � b3, ª d3+; 5. �e2 (re-cién ahora puede pasar a la columna"e",por cuanto si lo hubiera hecho unajugada antes seguiría § dI y al enrrar elblanco a dama, § el +, ete.). Ahor:1parece que las negras están perdidas,pero disponen de un recurso extraordi­nario, en que si el blanco no estuvieraprevenido contra el mismo, caería; jue­ga: 5. ..... , § d4! ; 6. e8= § !! El recur-so ingenioso y la réplica exact:1. Si lasblancas hubieran enrrado a dama, ha­bría seguido § c4 +, y contra �xe4 1:1snegras quedarían COIl el rey ahogado, ysería tablas.E 1 resto es simple y bonito: 6. . .")§ a4 (para evitar § a8++); 7. � b3!,amenazando la torre y § c 1 ++ , Y lasblancas ganan.D IAGRAMA N° 32 1 .-En esta posi­ción las blancas, aparentemente, sólopueden aspirar a un empate por jaqueperpetuo, ya que el negro amenaza§ e l ++, Y si éste se evitara con �a5,entonces fl = �++. El secreto de la vic­toria sería obligar a que el rey negro fueraa la banda del tablero, mediante jaquesde dama, y esto es imposible, pero elblanco dispone de un recurso notableS. M. KAI.,l I N ERJ U EGAN LAS BLANCAS Y GANANDIAGRAMA Nn 3 1 9REV. SAAVEDRAJ U EGAN LAS B LANCAS Y GANANDIAGRAMA Nn .320203que le had ganar.Juega 1 . c8 y pide caballo! (ünico para ganar), �e8 (si � d8 seguiría�xd3+ y luego � xe2 , ganando); 2. �g6+) � f8 (no � d8 por �xd3 con lavariante antes mencionada); 3. �f6+, � g8 (si �e8) �e7++); 4. � e7+,� h7; 5. �g6+, � h8; 6. �h6 o �g8++.Como se ve, a no mediar el recurso de coronar el peón en una pieza menor lasblancas no habrían podido ganar.
  • 200. 204LABO URDONNAISJ U EGAN LAS BLANCAS Y GANANDIAG RAMA N° .n lK. BETI I I NGJ U EGAN LAS BLANCAS Y GANANDIAC R/VvIA N" J22ROBERTO G RAUDIAGRAMA N° 322.-En esta posi­ción las blancas parecen estar absoluta­mente perdidas. El negro tiene granventaja en material, y amenaza ª e3+ ,seguido de � b2 y coronar un peón.Pero ya hemos dicho que en ajedrez nosiempre se está tan perdido como parece.Este ejemplo es, a ese respecto, lumino­so. El blanco tiene al rey adversario enposición de mate, mediante � b3 y � e2.Ambas casillas están tomadas por piezasenemigas, pero ya este hecho puede en­gendrar un plan tendiente a explotarrápidamente esa amenaza.El procedimiento es el siguiente:l . ª h3!! (evitando ª c3 y además,sacando la torre del ala del rey, parapreparar la genial maniobra de obstruc­ción), ª xh3; 2. f3! (imprescindible paraevitar un eventual jaque en la primeralínea, en el momento crítico), ª xfJ;3. �d3!! (la clave de la victoria). Unajugada de problema. Si el alfil es captu­rado con la torre, queda obstruida laacción del alfil negro sobre el punto e2,y si se captura con el alfil, la de la torresobre el punto b3, y en ambos casos,mate. Si la torre no estuviera en la co­lumna alfil, habría un jaque salvador en11 l .DIAGRAMA N° 323.-En la posiciónde este diagrama, las blancas están, encuanto a material, perdidas. El alfil de­tiene al peón libre de la columna "a", yla torre puede detener al de la columna"e", apenas éste avance. Si e7, seguiríaª e3, seguido de ª xe7 ylasblancas no tendrían la menorchancede victoria. Es éstaotra posición de obstrucción, similar a algunade las que ya hemos considerado. Si selograra que, al detener un peón, la pieza que lo detiene obstruyera la acción de la otra,el final se podría ganar coronando un peón en dama.Lasoluciónesde encantadoraelegancia,ysimple: l . �f2 (entregando el alfil paracrear la posición de auto-obstrucción), �xf2; 2. e7, ª e3 (única para evitar lacoronación del peón); 3. a7, y la torre, al detener el peón "e", ha obstruido la accióndel alfil, ganando las blancas, por cuanto coronan un peón, dando mate.
  • 201. TRATADO G ENERAL D E AJ E D REZDIAGRAMA N° 324.-Es éste un finalnotablemente instrucrivo. Las blancasrienen una dama y un alfil, pero toral­mente anulados para impedir la corona­ción del peón "f. El rey negro está enposición de mate, pero aparenremenremuy bien defendido por las piezas que locircundan. Sin embargo, hay un proce­dimiento para ganar, y para llegar a lavicroria es necesario entregar el alfil y ladama ¡para dar mate con el peón de eS!Veamos: l . �bs (como la posiciónes apremiante, las blancas entregan suspiezas para eliminar la poderosa torreque tanto defiende), § xbs (única paraevitar �a7++); 2. � c7 (amenazando�xbS++), § xb6 (forzada); 3. cxb6,fl = � ; 4. b7+, � a7; 5. bS= � ++.DIAGRAMA N° 325.- Este es un no­table ejemplo de recurso extraordinario,pero sumamente instructivo, ya que esuna de las grandes sorpresas que a menu­do depara el ajedn:z. Las negras tienenuna pieza menos, pero han fijado el Jlfilde g3 , que aparentement e no tiene salva­ción, ya que está vulnerado por la pode­rosa acción coordinada de la dama y unatorre.Sin embargo, existe una defensa ga­nadora en virtud de las posibilidades queofrece la siwación del rey negro bajo loseventuales fuegos de jaque en la diago­nJ!.La maniobra es así: l . �g2+, � a7;2. �bS+!, � xb8 (si § xbS seguiríaK. J UNKER - SOESTJUECAN LAS Bl.ANCAS y GANANDIAGRAl...IA N" 32.1J U EGAN LAS BLANCAS Y CANANDIAGI{A�I¡ N" .U·j�xg6) ; 3. § f8+, � a7 (si § xfS+, �xg6) ; 4. § xg8 ganando.205El diagrama N° 326 ofrece una posición también muy confusa para afirmarque el blanco puede ganar, y, menos, rápidamente. Hay un peón pasado en eS ,pero la torre negra, ubicada en c4, impedirá el avance del mismo y luego lospeones del ala de la dama se tornarían muy peligrosos para el blanco.En definitiva, para pretender ganar, las blancas debieran anular la rorreenemiga, y el blanco encuenr ra un procedimienro aleccionador, entregando la. torre, para luego copar la del adversario y gallar con el peón pasado.
  • 202. 206JUEGAN LAS RLANCAS y GANANDIAGRAMA N° 325MOU.ERJUEGAN LAS BLANCAS Y GANANDIACRAMA N° .n6ROB ERTO GRAU1 . El hS, El c4; 2. El h4!, El xh4(si � b4, El xc4+ seguido de c6); 3. g4(encerrando la torre), h5 (para liberar latorre);4. �g3 y el peón de cS se coronaen forma inevitable.La posición del diagrama N° 327 estambién instructiva y muestra otra inte­resante posición.El negro tiene ventaja material, peroen cierto momento las piezas han deverse anuladas en su acción mediantesucesivas entregas de los caballos.Veamos la solución: 1 d7, El d3;2. � d4!, El xd4; 3. a7 (al ubicarse latorre en d4 se ha anulado la acción delalfil que corre por las diagonales negras),�g2 (impidiendo la coronación del peón"a", pero las blancas disponen de unnuevo recurso); 4. � dS!! y ya no esposible evitar que se corone uno de losdos peones, y luego haya que entregaruna pieza por el otro.Otro ejemplo bonito es el del diagra­ma N° 328. Las blancas tienen una piezamenos y el rey no está en posición demate, que aparentemente puede ser ex­plotada sin embargo, la dama está en lamisma diagonal que el rey, y esto unidoa una probable posición de mate con elcaballo, engendra la siguiente maniobraganadora: l . 1fta3+!! (sencillo, pero deuna elegancia extraordinaria), �xa3 (siel rey se moviera seguiría 1ft xe7);2. � c2++. Las piezas negras le quitanal rey negro dos casillas, y la única válvula de escape (b4) está tomada por elcaballo que da el jaque.DIAGRAMA N° 329.-0tro interesante ejemplo de recurso extraordinario paravencer. El blanco gana especulando en la posición de mate del rey negro. Paralograrlo, debe realizar una serie de sacrificios que, al impedir algunos jaques,faciliten que el mate sea dado por el caballo en c2 o b3!.,1 . ll.b4 (amenazando ll.c3++), d4 (única para impedirlo); 2. � cG!! (ini­ciando la maniobra ganadora), �xc8 (si �aG o �a4 seguiría � xd4 ganando);3. 1l.c3+! (el segundo sacrificio para que el peón negro, al obstruir la acción dela dama, permita que el caballo amenace mate inevitable), dxc3; 4. � d4 y el mate,
  • 203. TRATADO GENERAL DE AJEDREZ 207J UEGAN LAS BLANCAS Y GANANDIAGRAMA N° .H7F. AMELUNGJ UEGAN LAS BLANCAS Y GANANDIAGRAMA N° 329mediante @ e2 o @ b3, es inevitable.DIAGRAMA N° 330.-Los finalesde dama y torre son siempre muydifíciles. En la posición del diagramahay evidentemente la posibilidad dedar jaques. Esto, unido a la situaciónde la dama negra, facilita una combi­nación muy agradable e instructiva.KUBBELJUEGAN LAS BLANCAS Y GANANDIAGRAMA N° 328H . RINCKJUEGAN LAS BLANCAS Y GANANDIAGRAMA N° 330Para ganar debe colocarse mediantejaques el rey en la columna "b" o ladiagonal h l -aB, para, al dar jaque alrey, ganar la dama. Para lograrlo,primero es imprescindible sacar latorre de la defensa de la dama y elprocedimiento es instructivo.
  • 204. 208 RU lI ERTO C RAl)1 . � f4 + , � e3 ; 2. El xc5 + ! , El xe5 ; 3 . � c l + , � d4; 4. �e3+, � c4 (si� d5 seguiría �B+, ganando la dama) ; 5 . �d3+ , � b4; 6. � b 1 + , Y se ganala dama.DIACRAMA N° 3.:3 l .-Es otro tipo de posición. Las blancas ven que tienen unpeón atacado y de difícil defensa, ya que si f6, seguiría gxf6 y luego � d5 ,gan:lndolo. Wolf tiende una especie de celada. que es todo un brillante recu rso.J ULga Ji h4 (provocando la captura del peón por la amenaza ulterior de un jaqucdoble en d4), � xf5?; 2. Jixd8, � d4+ ; 3. � d3, � xb5; y las negras hanganado el peón.Sin embargo, el caballo de b5, aparentemente tan ágil, está absolutamenteperdido. mediante la maniobra que sigue: 4. a4, � a3 (única) ; 5 . Jie7, � b 1 ;6. � e2. copando el caballo.S umamente instructivo es el recurso ganador que brinda el [)!¡C RAMA N° 332.Las negras amenazan coronar el peón en dama y aparentemente no hay forma deevitarlo. Las blancas especulan sobre un eventual jaque con el peón " b" paraluego, ganando UIl tiempo, ubicarse con el rey en b2 y ganar con el peón "h".Veamos: l . El P5+, � b4; 2. El a5!, � xa5 ; 3 . b4+! (con gran sencillez.mediante un ingen ioso recurso de sacrificio, el blanco ha eliminado la fuerza• eV b V b V 4 1 V dVagreslva del peón avanzado), � x 4 ; 4. � 2 , � e ; 5 . 1 5 , � 5 ; 6. h6. � eG;7. h7, � f7; 8. 118= �. ganando.DIAC;RAMA N° 3.:3.-3. Este ejemplo se aparta un poco de los que hemos venidoestudiando, ya que h posición es favorable p:ua el negro, y el blanco no ganamatem:íticamenre, sino por medio de una celada.No obstante, es un recurso extraordinario y Illuy instructivo. Se llega a Ull aposición típica d e mate (ver diagrama N° 20R) mediante u n a jugada d e doblei ntención aparentemente errónea. .Las blancas juegan El xa7, y las negras replican � h6+ (lo j usto erapreviamente Jixf5); 2. � g2, �xa7 (el exceso de gula y el no tener en cuent alas amenazas adversarias ocasionan la pérdida del juego; aún ahora era buenoJixf5. El mate, es en este momento, inevitable, por medio de un procedimient oque ya conocemos) ; 3 . � e7+,� h8; 4. �xh7+!, � xh7; 5 . El h l + +.El sacrificio inesperado es u no de los recursos más espectaculares y habitualespara decidir partidas aparentemente perdidas. La posición del UI,CIAr-,tA N° 3.:34es muy instru ctiva. Las ncgras están amenazando � h 1 ++. Para evitarl o , u ll avista poco ahnada sólo rccurri ría a entrega r la torre por e l alfil, llegando a un fi nalcon dos peoncs menos, que podría ser tablas.Pero el blanco tienc la partida ganada, mediante un sorprenden re método, queprueba que nunca hay que supervalorar en ajedrez la gravedad de las amenazas,y que siempre debc con fiarse en los recursos de la propia posición. La soluciónes así: 1 . � e2 + , � d8 (si 1 . . . . . � d7; seguiría orro notable sacrificio: 2. El a7! ,�xa7; 3 . � h7+ , ganando la dama); 2. � h7! ! (magnífica jugada, quesignifica la ent rega de la dama; las blancas amenazan El xa8+, seguido de � h8+,o simplemente �h8+, seguido de �xa8) , �xh7; 3. El xa8+, seguido de ª a7+ ,gan:lIldo la dama.
  • 205. TRATADO G ENERAL D E AJ EDREZWOLFj U ECAN LAS BLANCAS Y CANANDIAGRAMA N° 33 1DARM ENÓNJ U EGAN LAS Bl.ANCAS y GANAN MEDIANTEUNA INSTRUCTIVA C ELADADIAGRAMA N° 333J U EGAN LAS BLANCAS Y l;ANANDlAG H.AlvIA N° 3j2K. A. 1.. KU BBELJ U EGAN LAS Bl.ANCAS y CANANDIAGRAMA N° 334209DIAGRAMA N° 335.- Ofrece un notable final compuesto, original del bmosocompositor A. Troitzky. Las blancas amenazan coronar un peón en dama en dosjugadas, y, para un aficionado de escasa experiencia, las negras est�ín absoluta­mente perdidas. Sin embargo, hay un recurso magnífico para hacer tablas, queencontrará un jugador de regular valía, y un fuerte aficionado demostrad cómo,a pesar de este recurso de ahogado, las negras pierden mediante una maniobraexcepcional, que pone en evidencia la notable variación de recursos del ajedrez.
  • 206. 2 1 0 ROBERTO GRAUVeamos la solución: 1 . d7 (amenazando entrar a dama. No hay cómoevitarlo, pero el negro, queentiende de recursos extraordinarios, busca un notableempate por ahogado), f2! ; 2. cfbxf2; § g3+! (entregando la torre para explotaruna probable variante de ahogado del mismo tipo de las que observamos en losdiagramas del 295 a1 3 1 5, pero ahora veremos cómo esa esperanza se desvanece);3.�xg3 (única para ganar. Si el rey se mueve, seguiría § g8), � eS! (el secretodel supuesto empate); 4.d8 (pide alfi1)!!, y las blancas ganan teóricamente.Si en lugar de pedir alfil las blancas pidieran dama o torre, seguiría � e6+, ysi � xe6, ahogado. Si en lugar de dama, torre o alfil el blanco pidiese caballo,seguiría � e4+, y luego � xg3, igualmente tablas, por cuanto dos caballos y rey,contra rey, nunca dan mate.DIAGRAMA N° 336. El final de Troitzky es igualmente aleccionador y muestrauna nueva variación de la obstrucción como base de recursos excepcionales paraganar partidas aparentemente perdidas.En esta posición parece que la torre y el alfil, que tan ágiles son, bastan paradetener los peones blancos, pero se verá otra vez cómo se construye una posicióngeométricamente similar a muchas de las anteriores: l . e7, �h3; 2. bxa6,Jig4+ (única maniobra para evitar la coronación del peón "a", sin permitir lacoronación directa del peón "e"); 3. � e1 (si �e 1 , seguiría § e2+ y luego§ e8) , cfbf5; 4. a7, § e2+; 5. � d I , �e4; 6. � e6!! (la jugada de obstrucciónque hace inevitable la coronación de un peón). Se observará que en todos los casosla pieza, para obstruir, se coloca en el punto de coincidencia geométrica de las. .piezas enemigas.DIAGRAMA N° 337.-Este es un final muy instructivo Las negras amenazancoronar un peón, y no es fácil ver cómo puede ser esto evitado.Las blancas a su vez pueden entrar a dama, pero como las negras capturan elcaballo, el final de alfil y dama contra dama y peones es absolutamente tablas.El recurso aquí empleado para vencer es otro tipo de obstrucción. Se trata deubicar el reyen la diagonal o línea donde se corone la dama adversaria, para luego,mediante un jaque, ganarla. La idea es muy usual, pero el procedimiento es muycómplejo y obliga a apelar al excepcional recurso del sacrificio total de las piezasahora vivas, para vencer.Veamos: 1 . � e2 (amenazando � g3+), � xe2; 2. �d l +, � f2 (o � e3);3. �f3! (provocando la ubicación del rey en la diagonal geométricamentepeligrosa), �xf3; 4. b8= tt, h 1 = tt; 5. ttb7+, ganando la dama. Si 2. .....,�xd 1 ; igualmente se entraría a dama. y luego seguiría ttb 1 +. etcétera.DIAGRAMA N° 338. - Corresponde a una partida jugada entre los maestrosCohn y Duras. Las negras amenazan ttg2++ Y ttxg3+, en ambos casos conserias dificultades para hallar el blanco una defensa satisfactoria.Duras busca y encuentra un recurso magnífico, que le permitirá ganar la damaadversaria. Para ello, sabe que debe ubicar al rey en la columna o diagonalgeométricamente coincidente con la dama, como hemos visto en otros ejemplos,y juega: 1 . § xh7+!, � xh7; 2. tte7+, �g6 (si � h6, § h8+ gana la dama);3. § g8+, � f5 (y ahora se ha logrado la posición buscada, pero surge el
  • 207. TRATADO GENERAL DE AJEDREZ 2 1 1A. TROITZKY A. TROITZKYJUEGAN LAS BLANCAS Y GANANDIAGRAMA N° 335K. L. KUBBELJUEGAN LAS BLANCAS Y GANANDIAGRAMA N° 337JUEGAN LAS BLANCAS Y GANANDIAGRAMA N° 33(,NEGRAS: COHNl:,n.;JI--l .t �3, (-l:�,:;: /;{;.-;..,;" " ;. C] .• � �3BLANCAS: DURASJUEGAN LAS BLANCAS Y GANANDIAGRAMA N° 33Hobstáculo de que, contra �d7+ seguiría � e6, y esto ocasiona un nuevo yelegante sacrificio ganador);4. ª xgS+, � xgS (si fxgS, � d7+ , etc.); 5. �g7+(obligando al rey a ubicarse en la diagonal, o columna fatal), � hS (o � [5) ; 6.t:!1 h7+ o �d7+ respectivamente, ganando la dama en ambos casos.DIAGRAMA N° 339.-Esta es también una posición de una partidajugada, queenseña como la rapidez en la ejecución permite decidir partidas aparentementelaboriosas. Las negras atacan la torre agresiva de e7. De no ser asÍ, las blancas
  • 208. 2 1 2 RO BERTO GRAUNEGRAS: XX NEG RAS: SIIV¡:STI<.FBLANCAS: OIPEN BLANCAS: CALDAS VIANNAJUEGAN LAS [lLANCAS Y GANAN JUEGAN LAS BLANCAS Y GANAND1ACRAMA N° :Dí) DIACRAMA N° .HOpodrían jugar �hS, con mate inevitable. Este plan ganador, aparentement etronchado, permite a las blancas idear la siguiente combinación para decidir lapartída mediante un mate instructivo y típico: l . @ dS! (la jugada clave), exdS;2. § xh7+, � xh7; 3. �hS+, � g8; 4. § e7, y el mate es ahora inevitable. Esde mencionar la rapidez en la ejecución de la maniobra que ha proporcionado lavictoria al blanco.DIAGRAMA N° 340. -Este ejemplo es también instructivo. Servirá para queel aficionado estudioso observe cuántos y cuán variados son los tipos de recursosexcepcionales que ofrece el ajedrezen posiciones aparen temente peligrosas, y paraque el jugador se familiarice con la parte ingeniosa del juego.Las negras tienen aparentemente una sólida posición y sin embargo estánperdidas, mediante una jugada espectacular, de problema: l . @ dG!! (defendien­do la dama y entregando el caballo en tres formas distintas, pero no puede sercapturado. Si cxdG, seguiría � f7++. Si �xdG, � b3+ y mate en dos, y siª xdG, § e8+ +), dxe3+; 2. � h l , hG; (si �xb7, 3. @ xb7, e2; 4. @ xaS,§ d I ; 5. § ffl , etc.); 3. �dS+, � h7; 4. �e4 (amenazando sacar la torre defS, con un descubierto ganador), � g8; 5. �eG+, � h7; G. § fG! (amenazandoª xhG+ y � f7+ +) , ª hf8; 7. �fS+, � g8; 8. ª xf8+, § xf8; 9. �xf8+(rematando mediante un nuevo y definitivo sacrificio el encuentro), � xf8;1 0. ª e8++, por la acción del caballo de d6!
  • 209. TRATADO GENERAL DE AJEDREZ 2 1 3OTROS ERRORESTRASPOSICIONESSuelen deslizarse en las partidas de ajedrez errores de un ripo muy disrinro alque hemos analizado ysobre los cuales creemos oportuno decir algunas palabras,por cuanro son muy comunes.Tenemos en primer lugar las llamadas trasposicioJJés.El jugador medira sus jugadas en el rren conocido: mi jugada, su respuesra,mi jugada, su respuesta, erc., y arriba así a una serie de jugadas propias queconducen al fin que persigue. Suele acontecer en esros casos que se ejecura esaserie, alrerando en algún punro el orden en que las jugadas debieron ir; muycomúnmente se ejecuta como primera jugada la que se había pensado comosegunda, y en orros casos, esra alteración se produce posteriormente. Estastrasposiciones de jugadas suelen tener funestas consecuencias, y sólo pueden serevitadas con la práctica asidua del juego.Si la partida es de interés, conviene c. DORASI Itambién rehacer rápidamenre la serie demovidas antes de efecruar cada una deellas, para asegurarse de que en cada casose hace la jugada meditada y también,asimismo, de que las jugadas del adver­sario toleren la prosecución del propioplan trazado.En el DIAGRAMA N° 34 1 se da unejemplo de la importancia que para eldesarrollo del juego tienen las trasposi­ClOnes.Es ésta una posición sumamente ins­tructiva que podría servir de ejemplo avarios temas distintos. El blanco tienedos torres, contra una torre, un caballo yun alfil.Existe una amenaza de mate en eSJU ECAN I .AS B LANCAS y GANANDIAGRAMA N° Yí Ique el caballo de f6 anula. Asimismo, el blanco conoce algunos detallescaracterísticos de ganancias de material de los que hablaremos más adelante, ydesea explotar la situación avanzada de sus peones de d6 y a6, ya que en un finalesraría perdido.No es posible jugar axb7 por la amenaza de § él 1 ++. Entonces el blancoanaliza la siguiente combinación: l . § eS!, § xeS; 2. § eS+! (magnífico segundosacrificio hecho con el propósiro de efectuar más [arde d7 atacando simultánea­menre la torre y el caballo, ganando), � xeS; 3. d7!, � d6; 4. dxeS= �, � xeS;5. axb7, aracando el caballo y para seguir con b8= t!f en caso que ésre se mueva.
  • 210. 2 1 4 Ro nERTO G RAUEl raciocinio del jugador blanco es de notable exactitud y la combinaciónhermosa y tentadora. La idea medular de la misma es entregar ambas torres ene8 y c8 para obligar a ubicar las piezas adversarias en situación de ser atacadassimultáneamente con e! peón dama y valorizar esos peones, a primera vista pocoeficaces.En e! análisis que e! blanco efectúa ante la evidencia de la victoria, e! jugadorcree que para poner las piezas indicadas en la posición requerida es indistint o elorden de las jugadas intermedias de la maniobra que va a efectuar, y juegal . El e8+, por cuanto a primera vista es aún más inmediata, ya que da jaque alrey adversario.Sin embargo, esta jugada no sólo no es igual, sino que pierde la partidadespués de l . El e8+?, @ xe8; 2. El e8, El xaG!; 3. �gl (para evitar el mate ena 1 ), El xdG; defendiendo el alfil atacado, ganando.Asimismo puede producirse este error por equivocación material. El jugador,un tanto emocionado por la combinacion en sí, y un tanto mareado pore! análisiscompleto de la variante, realiza la segunda jugada del mismo, en lugar de laprimera, y ocurre que, en lugar de ganar, pierde.Por una razón o la otra, a conciencia o inconscientemente, la trasposición dejugadas resulta fatal y ocasiona una injusta derrota. Es éste uno de los obstáculoscon que suele tropezar el jugador cuando no domina complctamente la visiónmediata de! juego.NECRAS: CAIAII I .ANCABLANCAS: SAEMISCI IJ UECA El. NECRODIAGRAMA N° 342El ejemplo que damos ahora tiene unvalor realmente excepcional, no por loque signifIca, sino por cuanto es uno delos errores históricamentc más extraor-"¿inarios de los tiempos modernos.Capablanca, "the perfiction in chess:como con enorme justicia fue bautizadopor varios maestros, en el torneo de Carl­sbad de 1929, frente a Saemisch en laposición del diagrama, incurrió en unaf."llra gravísima, que, sin embargo, tieneexplicación.El plan, en este momento, para elnegro, es jugar l . . . . . . , O-O; para mástarde continuar con lbaG y � a5, ata­cando el peón doblado de las blancas dec4. Capablanca creyó haber ya efectua­do la primera de estas jugadas, y jugó1 . . . .. . , lbaG??, a lo que Saernisch siguiócon 2. �a4, atacando simultáneamen­te el alfil de aG y e! caballo de eG. No es posible a esto continuar con 2. . ... . ,� a5, por cuanro al haber omitido e! enroque, que es la jugada previa del plan,el caballo está "clavado" por la situación de! rey.
  • 211. TRATADO G EN ERAL D E AJEDREZ 2 1 5Es por lo tanro obligarorio jugar conrca2. �a4, lbb7, comojugó Capablanca,pero a esro siguió 3. d5, ganado el caballo.Es éste un error mecánico. Muchas veces se realizan en la apertura jugadaspartiendo de la base errónea de que se han ejecutado otras movidas previas. Enrodo momenro, y con mayor intensidad en las posiciones muy familiares, eljugador debe proceder con la máxima atención, y no confiar en la memoria, o enla primera impresión.ANÁLISIS DEFECTUOSOSOtra fuente de errores graves se encuentra en la dificultad que tiene la menteen seguir fielmente las alteraciones que se producen en la posición por razón dela evolución que sufren las piezas con el análisis mental.Las posiciones anteriores, la inicial sobre rodo, por razón de su existenciaobjetiva ante la vista del jugador, tienen una tendencia pronunciada a persistir.Si inicialmente el juego es muy seguro, tenderemos a creer que sigue siéndolo apesar de que por la evolución de las piezas haya perdido su seguridad. En generalse cuenta siempre en esos casos con poder efectuar una movida muy importantepara nuestros planes, sin observar que, por razón de los cambios previamenteefectuados, esa jugada no será factible en el momento requerido. Orcas sed uncaballo, una rorre u otra pieza cualquiera que debía moverse y resulta haberquedado clavada, o un alfil que debía accionar en una diagonal que ha quedadoobstruida y que no obstante se persiste en considerarla como libre; otras veces unjaque que se hace posible y altera los planes; en orcas, una pieza viene a defenderel punto atacado, el que, sin embargo, se sigue considerando indefenso, y otrosmuchos cuya enumeración sería prolija e inoflciosa. Pero en todos los C1S0S lacaracterística mental es la misma. No se tienen en cuenta las jugadas previas, yse cuenta en cierto momenro una jugada que resulta imposible o perjudicial.Daremos rces ejemplos de estos errores, pero nada podemos hacer paracolaborar a su desaparición, pues esa tareadepende absolutamente del aficionado,que debe acostumbrarse a pensar con exactitud. Para ello deberá analizar conserenidad sus movimienros y procurar ver más bien dos jugadas o tres conprecisión que no muchas inciertamente. Ademas, será provechoso practicar lomás posible el análisis mental de posiciones, esforzándose en ver con claridad lasposiciones resultantes. Al analizar o reproducir partidas de maestros o de expertosjugadores, si el comentarista señala variantes que pudieron producirse, convieneque se esfuerce también en seguir el curso de esas variantes mentalmente, leyendolas jugadas y mirando el tablero, pero sin mover las piezas. Pero como quiera queeste ejercicio es bastante difícil, debe efectuarse únicamente cuando esos an;Hisisno excedan de tres jugadas.
  • 212. 2 1 6NFCRAS: N.N.BLANCAS: x.x.JUEGAN LAS NEGRASDIAGRAMA N° :!¡]RO BERTO G RAUEsta es una poslClOn típica de ullavariante de la apertura Ruy López. Elnegro acaba de entregar un caballo en f2,que las blancas han capturado con ladama, provocando la amenaza de Jlg3,pues confían en una bonita combina-ción de mate. Veamos: l . . .. .. , �g3;2. �xf7+, ª xf7; 3. ª e8++.Tres son las piezas que, armonizandosu acción, engendran esa amenaza: ladama, la torre de e 1 y el alfil de b3. Aesto se agrega la situación del alfil damanegro, que al interrumpir la acción de lastorres facilita la intromisión de la torreen e8.Bien; las negras jugaron en este mo-mento 1 . . ...., �h2+, con doble inten-ción. Las blancas creyeron que sólo en­trañaba el infantil lance de capturar ladama si seguía �xh2, y jugaron eludiendo la pérdida de la dama con 2. � fl ,aparentemente con la misma amenaza anterior.Ahora las negras entraron en la aparente celada del blanco, y jugaron 2. .....,Jlg3. Éste, que ha visto que fundamentalmente la posición básica de sus piezasagresivas no ha variado, jugó inmediatamente 3. �xf7+?, a lo que el negrocontinuó con § xf7+, poniendo en evidencia su segunda intención al jugar1 . . ... . , Jlh2+; colocar al rey en la misma columna de la dama para dar este jaquesalvador.Este error, grosero aparentemente, es bastante común. Muchos jugadores noreparan en las amenazas del adversario ni en las pequeñas variaciones de laposición, que a menudo suelen ser-como en el presente caso- fundamentales.Una simple alteración de jugadas de apariencia intrascendente puede variartotalmente el curso de una partida. A todas las jugadas del adversario hay quebuscarles o atribuirles más de una intención. Hay que desconfiar permanente­mente de las amenazas muy aparentes, y reanalizarlas después de cada jugada.El que sigue es un error de persistencia de la posición:La posición del DIAGRAMA N° 344 corresponde a una partida disputada entredos notables maestros del siglo pasado, y tiene, por lo tanto, el valor de haber sidovivido el grave error de análisis cometido.Las blancas están especulando con la posición de la dama negra bajo los fuegosindirectos de la dama blanca. Hay un peón entre medio, pero ese peón defiendea otro, detalle importante, pues las blancas, capturando este peón lo ganan, ya queno es posible, aparentemente, si �xc4, dxc4, a causa de �xb7.Sólo un inconveniente tiene este plan para eI-análisis defectuoso de Steinitz:la amenaza de ª xd 1 ++, después de �xb7, y entonces piensa que bien puede
  • 213. TRATADO G ENERAL DE AJEDREZcambiar primero las torres, y juega así:1 . � xc4?, dxc4; 2. ª xd8, � xd8 (si�xf3, ª xe8+, y luego gxf3, ere.);3. �xb7 y ahora � xb7. El error esaprimera vista muy grueso, pero se jus­tifica. Steinitz ha especulado sobre lasituación indefensa de la dama adversa­ria y no se ha dado cuenta de que alcambiar las torres, el caballo pasaba adefender la dama. No se ha preocupadode las variaciones que los cambios intro­dujeron en la acción de las piezas.El ejemplo que ahora damos (verDIAGRAMA N° 345) para poner puntofinal a este tema, es de una magníficaclaridad. El que haya seguido nuestrosmates típicos y los ejemplos de combina­ciones que hemos dado anteriormente,habrá observado algunos mates en basede la acción de un caballo en e7 y unatorre en la columna torre.Para llegar a él, hemos visto entregarla dama y otras piezas (DIAGRAMAS 2 1 3 y226). El blanco, que tiene en su subcon­ciencia fijas estas posiciones característi­cas, idea un mare con esa base sin darimportancia al alfil adversario deb7, porcuanto hay varias piezas que obstruyensu acción y, teniendo la posición acrualen la mente, no alcanza a ver que, unavez realizada la combinación, el alfil leimpedirá realizar la jugada final, por laposición del rey en la misma diagonal.Hay tres mates distintos que resultanimposibles. Veamos: l o) l . � e7 + ,� h8; 2. �xh7+, �xh7; y ahora alintentarjugar ª h3++, el blanco obser­va que esta pieza está "clavada" por elNEGRAS: 7.UKERTORTHLANCAS: STFI NITZJ UEGAN lAS BLANCASDIAGRAMA N° .�tjtjNFCRAS: KRFJClKBLANCAS: V. I IOI.STJlJ ECAN LAS B I .ANCASDIACRAMA Nn .H 52 1 7alfil adversario. Vuelve a ensayar otro de los tentadores mates, y juega: 2°)1 . �xh7+, �xh7; 2. ª h3+, � g6; y ahora 3. � e7 sería mate, pero no esposible jugar esto, por la situación del rey bajo los fuegos del alfil.El tercer mate es el de las dos torres, que hemos visto en otros ejemplos; seinicia así:
  • 214. 2 1 8 ROBERTO GRAU1 . � f6+, gxf6; 2. gxf6+, � h8; 3 . �xh7+. �xh7; y ahora el mate finalcon la torre es imposible, por la misma acción del alfil.Los análisis defectuosos son la fuente de infinidad de errores. El jugador, ensu proceso mental de mi jugada, su respuesta, mi propia réplica, ete., a menudono puede sustraerse a la posición actual, y 1 1 0 logra fijar debidamente esasvariacIOnes.Al finalizar, el jugador no debe sólo fijarse en las variaciones que tengan laspiezas básicas de la combinación, sino en el mayor radio de acción que las deladversario logren por fuerza de los cambios de piezas. En todos los casos, alconsiderar la primera jugada y la réplica, debe hacerse el siguiente raciocinio: yahora, ¿cómo queda la posición? Una vez fijada ésta, debe realizar la jugada quesigue y hacer el mismo raciocinio, para evitar que las combinaciones sufranentorpecimientos inesperados por simples errores, no de combinación, sinomateriales.En muchas ocasiones un jugador intenta una combinación, confiado en queevita alguna seria amenaza adversaria por la ubicación de una determinada pieza,sin recordar que en cierto momento deberá usar esa pieza para complementar lacombinación, y la amenaza del adversario será insalvable.Como ames helllos dicho, más vale ver dos o tres jugadas bien, que seis o sieteen forma nebulosa y poco clara.
  • 215. TRATADO G EN ERAl. DE AJ EDREZ 2 1 9CAPÍTULO IVOBSERVACIONES GENERALES A PROPÓSITO DE LAPARTIDA DE ATAQUE, QUE CONTRIBUIRÁN A UNAEFICAZ ACUMULACIÓN DE EXPERIENCIA .A lo largo de este tratado iremos viendo cómo las partidas de ajedrez puedenclasificarse, por sus características, en categorías muy distint as entre sí. Estascategorías no son muchas y se distinguen porque a cada ulla responde unaestructura distinta del juego, perfectamente determinable.En las páginas anteriores nos hemos esforzado por familiarizar al lector conel proceso subjetivo del juego de combinación. Los problemas objetivos de lacombinación no han podido ser tratados aquíporcuanto constituyen un capítuloimportante de la estrategia, y nosotros nos movemos, por ahora, en terrcnos queson previos a la estrategia.Pero al elegir los ejemplos, y al acumularlos, hemos pucsto al aficionado encontacto con una estructura peculiar de juego, evitando la int roducción deejemplos de otras estructuras. Los hemos puesto, así, frent e a lIna determinadacategoría de partidas y -adelllás- categoría de partidas de tipo absolutamenteen desuso. Hemos tenido para ello varias razones:1;1 Juzgamos que esta estructura de partida es la más adecuada para familiarizaral aficionado con el fin del juego, y cómo se procede para obtener el triunfo.2a En ella, la coordinación de las jugadas entre sí se revela de la m�ís evidentemanera, y a veces de la más sorprendente forma, ensenando: a) cuánto debenvigilarse los planes adversarios, y b) cuánto deben calcularse las consecuencias delas jugad�s propias. Lo que, en resumen, dice que hemos juzgado que esa
  • 216. 220 ROB ERTO G RAUestructura de p�rtidJ es la más adecuada para despertar y desarrollar la visiónmediata del juego, en la cual, como hemos dicho y repetido, se asienta endefinitiva la verdadera fuerza del jugador.Realmente, las pJrtidas que hemos visto pertenecen a dos órden�s distintos.Hay partidas en que el ataque violento y las combinaciones audaces se hanproducido normalmente, como consecuencia ck los errores adversarios; pero engeneral son partidas de ataques prematuros que sólo han tenido éxito por la faltade precisión CO II que han sido replicados.Son expresiólI de una concepción algo primitiva del juego, y adolecen de unasuerte de fiebre de ataque y combinación. Ese espíritu informa miles y miles departidas, algunas de ellas de profundo mérito, y el principiante hará bien encultivar ese estilo -aunque esté hoy en dcsprestigio- en la medida de susfuerzas, a fin de estimular su imaginación y dar agilidad a sus ideas. Es ésa unaescuela donde aprenderá mucho; pero a laque, en su hora, deberá abandonar paraentrar a familiarizarse con estructuras de orden más elevado.Al invitarlo a que estudie y practique ese juego con el fin de familiarizarse conla combinación, y de desarrollar su capacidad de ver, queremos ayudarleorientándolo en el laberinto de la combinación, exponiendo -en forma rudi­mental y pre-esrratégica- algunos principios sobre laestructura de estas partidasde tipo violento, principios que le aclararán un poco el juego y le permitirándesenvolverse con I11Jyor seguridad y locJlizar sus intenciones, sus aciertos y suserrores, lo que se traducirá en una m;Ís efectiva acumulación de su experiencia.Todas estas partidas se señalan por una nerviosa búsqueda del mate, que seobtiene por un Jtaque violento contra el rey enemigo. Pero a este rey enemigo selo encuentra emplazado a veces en su casilla inicial, y otras, en el costado de reyen el que se halla enrocado. EstJ circunstanciJ divide los ataques de este géneroen dos tipos distint os: uno, primero, es ataque sobre el rey, sin enrocar; otro,ataque sobre el enroque.E1 primer CJSO lo vemos en bs partidas N° 1 5 a N° 83. El segundo, en laspartidas N° 84 a N° 1 1 4.Veamos ambos separadamente.ATAQUES SOBRE EL REY SIN ENROCAREl.EMENTOS POSITIVOS DEL ATAQUE DE ESTE TIPO. NECESI DAD DE SUDISCRIMINACI()N.Los ataques sobre el rey sin enrocar tienen, en general, ciertas formas típicas,y el éxito o el fracaso depende de estos factores directos y positivos, entendiendopor factores positivos aquellos que dependen del atacante. Para que el aficionadodiscrimine estos factores y distinga, en el complejo concreto de la partida, loselementos constituyentes del ataque que constantemente, y bajo diversas formas,hacen sentir su fuerza, es muyconveniente -y más que conveniente necesario­que desde buen principio aprenda a distinguirlos con claridad, para pasar luego
  • 217. TRATADO GEN ERAL DE AJ EDREZ 22 1a utilizarlos y combinarlos entre sí en sus propias partidas.En su principio, los ataques de este tipo aparecen como una serie de maniobrasabsolutamente particulares y de carácter concreto, difícilmente reductibles aelementos constantes. Cada partida aparece como una cosa del roda particular yel ataque se muestra como una serie de movimientos que tienen valor por laparticular posición de la partida, y en su curso se observa una tal unidad, queparece pueril su división en partes o elementos constitutivos. El ataque sería, así,cosa librada puramente al talento y a la capacidad "visual" de cada cual; unacreación espontánea sobre la que no es posible -y hasta sería perjudicial­establecer principios generales.La experiencia muestra, por lo contrario, que si bien cada partida de este tipoes distinta y, por lo mismo, reveladora de un particular talento, y una especialcapacidad de combinación, hay en el fondo factores que se repiten constantemen­te y que prestan a estas partidas gran parecido entre sí. Cuando se ven las cosasdesde este ángulo, el talento del ajedrecista aparece en la combinación de esosfactores y en su manejo, pero aun en esto mismo, con algunas limitaciones. Enefecto, las partidas de ataque contra el rey sin enrocar se parecen también por laapertura, y una apertura no es solamente el mero desarrollo de las piezas, sino laelección de ciertas bases de ataque y defensa que prestar:í.n a la partida un:lfisonomía propia, fisonomía que depende del hecho de que con db encauzamosnuestras posibilidades de ataque por ciertas determinadas vías de las que, engeneral, es perjudicial apartarse.Con esto decimos que si en toda partida hay algo puramente particular ypropio de ella y que depende Íntegramente del talento del jugador, de su órganosubjetivo, hay también factores generales que se repiten, combinados de diversasmaneras, en todas ellas. Deestos factoresyde su combinación dependen el triunfoy la derrota. Siendo tal su importancia queremos, desde ya, mostrarlos a losaficionados, capacitándolos para que distingan y sigan la influencia particular decada uno de ellos en las cien partidas ilustrativas que hemos dado.El aficionado debe proceder así: tras la cuidadosa lectu ra y fijación en lamemoria de cada uno de los elementos constitutivos de ataques, debe repasartodas las partidas indicadas, en las cuales debe seguir jugada por jugada, y con lamáxima atención, las vicisitudes e influencia que ese elemento desarrolla en lapartida. Algunas partidas deberá, según eso, repasarlas cuatro, cinco o seis veces;pero en cada caso su atención preferente debe concentrarse en un factor distinto,que unas veces será, por ejemplo, laobservación dela influencia que ejerce un alfilen la diagonal a2-g8 otra, la observación de cómo se abre y se usufructúa unacolumna abierta sobre el rey; otra, la observación de las maniobras para eliminarel caballo enemigo def6; otra, la observación de la influencia que ejerce la rapidezdel ataque, ete., ete. Repasará, así, seis veces una partida; pero, de esta manera,recibirá seis enseñanzas distintas.y encarecemos el fiel cumplimiento de esta parte de nuestros ejercicios ypedimos especialmente a quienes desclll progresar de veras, que no omitanrepasar una partida porque juzguen conocerla bastante. Difícilmente se conoce
  • 218. 222 ROB ERTO G RAUbastante una partida de ajedrez. Además, este repaso analítico d� las partidas, condisección de sus elemen[Qs constitutivos, forma parte integrante de nuestrosejercicios, como más adelante se verá, y tiende especialmente a echar las bases parala construcción del juicio ajedrecístico, que es condición esencial para obtener lapericia en nuestro juego y una eficaz preparación para la comprensión de suestrategia.ENUNCIACION DE LOS ELEMENTOS EN QUE HNCA lA FUERZA DE LOS ATAQUESSOURE EL REY SIN EN ROCARElementos positivos directos(Dependientes del atacante)10Dominio delpunto/7con elalfilactuando en ladiagonala2-g8ygeneralmentesituado en c4. A veces coltlbora !tz dama desde b3.Véanse las partidas núms.: 5, 6, 7, 8, 1 6, 1 7, 1 9, 20, 2 1 , 22, 24, 3 1 , 32, 33,35, 39, 40, 42, 44, 45, 49, 55, 56, 58, 6 1 , 68, 72, 74, 75, 78, 79, 80, 8 1 , 82.20 Dominio de ltl diagonal h5-eB, generalmente ejercido por la dama atacantedesde h5.Véanse partidas núms.: 8, 9, 1 5, 27, 28, 40, 43, 45, 55, 59, 62, 77, 80.3° Acción de los caballosy alfiles sobre el centro del tablero. Importancia de suagilidad.Véanse partiJas núms.: 6, 1 1 , 1 2, 1 6, 1 7, 1 9, 23, 24, 27, 28, 29, 3 1 , 32, 34,36, 37, 38, 39, 43, 44, 45, 46, 49, 54, 6 1 , 65, 73, 74, 76, 77, 80, 8 1 , 82.4°Acción de los peones centmles, y másparticularmente de uno quese ubica enp.Véanse las partidas núms.: 26, 3 1 , 32, 38, 39, 52, 72, 8 1 .5° Acción de las torres o dama en las columnas abiertas, sobre todo cuando éstasson " f , "e" o "d".Véanse las partidas núms.: 1 0, 1 1 , 1 2, 1 6, 25, 29, 30, 32, 33, 35, 36, 38, 3940, 4 1 , 42, 44, 45, 46, 47, 48, 49, 50, 5 1 , 52, 53, 54, 55, 56, 57, 59, 6 1 , 62,65, 67, 68, 69, 70, 7 1 , 72, 73, 75, 78, 8 1 .Go Esta acción tI veces se transforma en tlcción de una torre o dama en la 8 línea.Véanse las partidas núms.: 1 0, 40, 4 1 , 44, 45, 46, 47, 48, 49, 50, 5 1 , 52, 5354, 57, 68, 69, 70, 71 , 72.ELEMENTOS NEGATIVOS DEL ATAQUEPero, además de eS[Qs fac[Qres que, como se ha visto, dependen de ladisposición del juego del atacante, intervienen también factores claramentedeterminables y que dependen de la posición del juego del atacado. Los llamamoslos factores negativos del ataque, y son principalmente tres.10 Generalmente el atacado esttÍ maldesarrollado.Véanse partiJas núms.: 7, 8, 9, 1 0, 1 1 , 1 2, 1 5, 1 6, 1 8, 23, 28, 29, 3 1 , 37, 38,
  • 219. TRATADO G EN ERAL D E AJ EDREZ 2234 1 , 43, 45, 46, 48, 49, 57, 59, 62, 63, 65, 66, 67, 68, 7 1 , 75, 76, 78, 80, 82.20 Falta del � rey en/6. pues este caballo, ahí ubicado, suele parar todos losataquespr�maturos contra el rey.Véanse partidas nums.: 1 5, 1 6, 3 1 , 4 1 , 43, 45, 46, 59, 60, 74, 75, 80.30 En todos los casosfalta -por definición de este tipo de ataque- el enroque;pero en muchos casos estafalta se debe a una omisión del atacado.Véanse partidas núms.: 30, 32, 59, 72.FACTORES POSITIVOS INDIRECTOS DEL ATAQUEDe esos tres factores negativos del ataque se derivan tres nuevos factorespositivos. Ya que el éxito del ataque depende de determinadas deficiencias de laposición del atacado, será de buena estrategia operar para p roducir en el juegoenemigo esas deficiencias, y tenemos así que:lo A veces el atacante opera sutilmente para entorpecer el desarrollo deladversario.Véanse partidas mnns.: 1 8, 23, 29, 38, 45, 57, 65, 66, 70, 71 , 75, 76, 78, 82.2° Otras opera para desalojar el caballo de[6. para fuego atacar.Véanse partidas núms.: 24, 26, 27, 3 1 ,32,43,44,46,56,72,73,79.3° En otras el atacante evita el o-o adversario, generalmente elltregmldo 1(1/([pieza por elpeón dej7o con �a3.Véanse partidas núms.: 20, 2 1 , 22, 25, 26, 33, 34, 36, 40, 42, 43.45, 54, 55,56, 60, 6 1 , 66, 68, 71 , 73, 78, 79, 80, 8 1 , 82, 83.Además de estos factores, el ataque puede implicar tres maniobras es peciales:l O A veces el ataque determina un viaje del rey atacado hacia el fado rey(generalmente hacia la columna TR) donde recibe el mate.Véanse partidas núms.: 43, 55, 56, 57, 58, 59, 60, 6 1 , 62, 63, 64, 65, 66, 67,68, 69, 70, 7 1 , 72.20 Otras veces se produce ese viaje hacia el centro del taMero.Véanse partidas núms.: 24, 25, 26, 27, 76, 77, 79.3 o Otras hacia el lado de dama.Véanse partidas núms.: 73, 74, 75, 78, 80, 8 1 , 82, 83.Finalmente, tenemos algo que enseña con qué cuidado y precisión es menesterllevar el ataque, y es que:Ataques prematuros, inoportunos o mal llelJados suelen dar origen (/ contraatll­ques ganadores.Véanse partidas núms.: 1 6, 1 8, 39, 45, 46, 48, 52, 56, 57, 58, 59, 65, 68, 70,73, 77, 78.COMO ESTOS ELEMENTOS DEL ATAQUE CONDICIONAN l A ESTI{UCTU ({A DEI .JUEGO Y ESPECIALMENTE LA APERTURA DEL JUECOHemos visto los factores a que suele deberse el triunfo y la derrota en laspartidas de ajedrez que encuadran en esta estructura. Vamos ahora a SaGlf algunasconsecuencias que de ello se derivan.
  • 220. 224 ROUERTO ( ; RA LJAnte todo, cabe distinguir en el juego dos fases distint as:1J Las jugadas i n iciales, en q ue el ataque aun no se ha formado, y en las quese i n icia la disposición de las piezas; y,2J Las combinaciones de que resulta el mate.M ás tarde veremos que el esquema más comllIl de una partida de ajed rezconsta de tres partes, a saber: Apertura, Medio Juego, y J:i nal; pero en las partidasque ahora nos ocupan se ofrecen dos fases solamente, pues carecen de fi nal. Desdeluego m uchas partidas de ataque de este tipo acaban por definirse en el fi nal; peroeste resultado se produce por una gravitación del j uego y a pesar de la voluntadde los jugadores. En esos casos lo que realmente pasa es que la partida sufre unatransformación y se reduce a posiciones típicas de otros esquemas de partidas,bien disti ntos al esquema a que, inicialmente, pertenecía. En realidad la partidaideal, lÍpica representante de esa concepción del j uego, no da lugar al final. Lalucha se decide por ataque o por con traataque en el medio j uego, y la partidaconsta, por lo tall to , solamente de apert ura y medio juego, es decir, un períodoen que se disponen las piezas para la lucha, y el período de la lucha propiamentedicha.Conocemos ya los factores que en general determinan el éxito o el fracaso enel período de la lucha� De ese conocimien to se obtienen valiosas sugestio nes parala apertura del j uego , ya que ésta es preparación para la l ucha, sugestiones que sederivan de esta regla general:Ltl apertttrIJ deljuego debe estar determinada por los ¡rielOres que decidirán Idlucha en el medio juego.De esta regla se obtienen algunos interesantes consejos que deben ser bienrecordados.CONSEJOS PARA lA APERTURA DEL JlJECOl o H ay que procurar ubicar rápidamente un alfil en c4, apuntando al peónde f7 enemigo, que, en este tipo de partidas, es el corazón del j uego.2° Los caballos deben colocarse preferentemente en c3 y 0, pues en esasposiciones pueden movilizarse rápidamente sobre el rey. E 1 alfil dama se m uevegeneralmente en la diagonal original. En m uchas ocasiones va a g5 y se cambiapor el caballo, y en otras entra decisivamente en h6 o en f6.3° Conviene dar movilidad a las torres, de modo que rápidamente puedanocupar las colum nas abiertas que se produzcan.4° Conviene preparar y tener disponible una rápida i ncursión de la dama a Bo h5, o, a veces, a b3.Estos cuatro consejos son a manera de principios que deben regir las primerasjugadas del aficionado principiante. Pero estos consejos tienen además unavirtud , que es la de poner de relieve un factor n uevo, que no hemos consideradocomo elemento de ataque, y que, en ellos, esd. implícito. Nos referimos a larapidez. Es menester vulnerar rápidamente el punto f7; tener los caballos e ndisposición d e trasladarse rápidamente hacia e l rey enemigo; tener las torresdispuestas a tomar dpidamente las columnas abiertas, y a la dama dispuesta a una
  • 221. TRATA DO G EN ERAL D E AJ EDREZ 225incursión rápid� sobre el rey. Y si los cuatro consejos sobre la prepar�ción delataque exigen rapidez, es porque el ataque vive de ella y sólo por ella se tornaposible.En efecto, el ataque prevalece siempre por la rapidez con que es ejecutado. Elsecreto de todo ataque está en que su ejecución exija menos tiempo o jugadas quesu defensa. De ahí que su conducción exija siempre que no se pierda un tiempo(es decir, que no se desaproveche una movida efectuando una jugada innecesa­ria), pues un tiempo, en casi todos los casos, sería lo suficiente para paralizar elataque.Sobre el valor del tiempo en el ataque véanse y estúdiense cuidadosamente laspartidas núms.: 1 6, 1 7, 1 8, 22, 26, 28, 32, 39, 44, 46, 47, 49, 50, 5 1 , 57, 59 y68.Con ellas el aficionado aprenderá mucho, ya que nosotros, por ahora nopodemos ahondar este tema porsus grandes dificultades. A su hora lo tocaremos,y por cierto constitu irá el más importante capítulo cuando tr�temos de at�ques.PUNTO D E VISTA DE lA DEl;FNSA EN ESTOS ATAQUESEn estas partidas el atacante es, generalmente, el blanco, pues como tiene la:ialida, tiene una jugada (o tiempo) de ventaja y puede ofender antes. Este ataqueblanco prospera generalmente:1 () por la ausencia de un caballo negro en f6, y,2° por la falta de desarrollo de las piezas negras.Luego el l;unto de vista del negro debe ser:1 () desarrollar rápidamente sus piezas, y2° ubicar y sostener un caballo en f6, meditando bien sobre las amenazascontrarias ydesconfiando de los presentes que nos haga para invitarnos a retirarlo.Debe, además, tratar de instalar el peón de la dama en d5 y preparar unoportuno enroque.Si el negro medita bien sus jugadas puede hacer todo esto fácilmente,cumpliendo todos sus planes con comodidad. Esos planes sólo pueden sermalogrados por una entrega rápida en f7 (sealbxf7 o � xf7); pero ambas ent regasson insuficientes si las piezas blancas no están bien ubicadas para el ataque, y esorequiere tiempos. Lo esencial es que el negro no desaproveche esos tiempos yjuegue atendiendo a la seguridad de su rey.Además, el negro debe prestar mucha atención hacia la apertura de lascolumnas " f o « e", y al punto h5, posición prepollderante, donde suele ubicarsela dama.Conviene, finalmente, que al disponer sus defeJls�s lo haga de modo que suspiezas puedan Hcilmente ir �I ataque, pues si el blanco conduce mal el suyo, opierde tiempo en jugadas inocuas, el contraataque negro puede ser irresistible.Pero estos contraataques sólo deben emprenderse después de un maduro examen.Si el aficionado desea abrir sus juegos con corrección y estudiar algo de
  • 222. 226 ROB ERTO G RAUaperturas puede hacerlo eneste lugar, recomendándole el estudio de los Gambirosdel Rey, y sobre todo del Giuoco Piano (con el Gambiro Evans) y del GambiroEscocés y Apertura Ponziani, y Berlinesa, no conviniendo, para su progreso, quepretenda conocer apenuras de índole mucho más compleja o que respondan aestructuras de juego que aún no conoce.Cuando estudiemos estrategia volveremos sobre todo lo aquí hablado; peroenronces estudiaremos y nos ocuparemos del "modus operandi" de rodos losfactores que aquí sola mente hemos enunciado. Pero recordamos a los aficionadosque, para que aquellas enseñanzas que entonces daremos rindan su máximobenefIcio. Es menester que el principiante diferencie desde ya claramente loselemenros del ataque, y trate, por su criterio, por sus particulares estudios y porpropia práctica, de ver como se manejan; para lo cual debería repasar repetidasveces las partidas que hemos dado, considerándolas no sólo desde los punros devista que nosotros hemos señalado, sino también desde cualquier otro que sea,a su juicio, interesante, por ej.: analizando cómo se desarrolla el blanco en las 8primeras jugadas, o bien, repasando rodas las partidas de una apertura, u otraforma que crea ínil a sus fines. En las conclusiones que saque el aficionadoaprenderá mucho. También se equivocará mucho; pero el verdadero beneficioque obtendrá es el aprender a discriminar bien los factores de un ataque y unadefensa, de modo que las enseñanzas futuras se podrán enfocar sobre elementosya conocidos e incorporados a la ideación del aficionado, lo que permitirá que lasobservaciones estratégicas no sean meros conocimientos racionales, sino conoci­mientos vivos, actuantesy por lo mismo fácilmente incorporables a la prácticadeljugador.ATAQUES SOBRE EL REY ENROCADOLos principios fundamentales que deben regir las aperturas ofensivas en laspartidas que se defInen por ataque al rey sin enrocar valen también para los casosen que el rey se ha enrocado corto.Mejor dicho, hay factores que son éstos:-La rapidez.-La preparación de las líneas abiertas.-La acción de las torres y damas por ellas.-La acción del alfil de c4.-La acción de la dama de h5.-La eliminación del � f6.Sólo que sufren un cambio de valor por razón del enroque adversario y,además, se les suman factores nuevos.El cambio de valor es más o menos el siguiente:El alfil de c4 disminuye un poco su valor directo y lo gana el caballo de f3. Elalfil de rey suele ubicarse en d3. La apenura de columnas debe desplazarse hacialas de"g"y"h", y los peones de"g"y"h" pueden llegar a ser elemenros de ataquemuy valiosos.
  • 223. TRATADO G EN ERAL DE AJ EDREZ 227Pero conviene observar cuidadosamente el valor que estos factores adquierenen las partidas en que el rey atacado se halla enrocado. Pasaremos revista a loselementos del ataque y la defensa en estos casos, recomendando nuevamente alaficionado que no deje de repasar las partidas en la forma requerida por esteestudio.FACTORES DEL ATAQUE Y DE LA DEFENSA ESTANDO EL REY ATACADOENROCADO EN EL FLANCO REYFactores positivos directos(que dependen del atacante)10 El alfilde c4 ejerce una acción muy poderosa.Ver partidas núms.: 87, 88, 89, 90, 94, 95, 96, 97, 98, 1 02, 1 1 2, 1 1 3.2° La dama de h5 es la clave de muchos ataques.Ver partidas núms.: 84, 85, 90, 93, 97, 1 0 1 , 1 04, 1 05, 1 06, 1 07, 1 1 1 , 1 1 2,1 1 3.3° El caballo de g5 vulnera puntos muy delicados del enroque.Ver partidas núms.: 86, 90, 94, 96, 97, 1 03, 1 04, 1 06, 1 1 3.4° Unfactor que suele ser decisivo en estos ataques es el ./idama ubiCfldo en h6(en otras ocasiones, enfi).Ver partidas núms.: 92, 97, 1 06, 1 07.50 Otras veces este alfil acciona en la gran diagonal, generalmente desde b2.Ver partidas núms.: 86, 9 1 , 1 05.6° También suele ser decisiva la acción de un peón que se ubica en g6Ver partidas núms.: 87, 88.7°Muchos ataquesse lanzanporcolumnas abiertas. A vecespor la columna ah :Ver partidas núms.: 1 3, 84, 85, 87, 88, 90, 93, 97, 98, 1 00, 1 05.8° Otras por la columna 1(:Ver partidas núms.: 1 3, 92, 1 00, 1 08, 1 1 0.9° Otras (aunque menos) por la columna f.Ver partidas núms.: 94, 1 00, 101 , 102. 1 1 3.J0° La acción de las torres se ejerce a veces por su actuación en la 8 linea.Ver partidas núms.: 88, 89, 96, 1 02, 1 07, 1 1 0.110 Elalfildel rey acciona a menudo en la diagonal bJ-h7, muchas veces desded3.Ver partidas núms.: 86, 93, 1 03, 1 04, 1 05, 1 09, 1 1 1 .Factores negativos del ataque(que dependen de la mala colocación del atacado)10 Es una considerable debilidad carecer del caballo en [6. Este caballo sueleparalizar el mayor número de ataques contra eI O-O.Ver partidas núms.: 1 3, 84, 85, 86, 87, 88, 89, 90, 9 1 , 93, 94, 95, 97, 98,1 00, 1 03, 1 04, 1 05, 1 07, 1 08, 109, 1 10, 1 1 2.
  • 224. 228 ROBERTO G RAU20 EL maL desarrofio favorece Los ataques deL adversario.Ver partidas núms.: 14, 84, 85, 88, 94, 1 0 1 , 1 06, 1 08.Jo ELatacante sueLe escoger como punto directo de ataque cuaLquiera de Lospeonesdel O-O, según la debilidad que en cadtl partida pueden ofrecer. ELpreferido sueleser eL peón de h7.Ver partidas nLlIns.: 1 3, 84, 85, 86, 93, 94, 97, 1 03, 1 04, 1 05, 1 09.40 Otras veces el ataCtmte concentra sus esfiterzos sobre el punto g7.Ver partidas nLlIns.: 1 3, 95, 1 06, 1 07, 1 1 0, 1 1 2.50 Otras veces t/taca simultáneamente Los puntos g7y h7.Ver partidas ll ll Ins . : 1 3, 86, 93, 97, 1 05, 1 06, 1 07, 109, 1 1 2.60 En otrm ocmiollcs el ataque se dirige aLpunto f7.Ver partidas ntims. : 1 4, 87, 88, 89, 90, 94, 1 07, 1 08, 1 1 3.70 Muchos de estos ataques son posibles porque el o-o deL atacado ha sidoprematuro.Ver partidas nLlIns. : 87, 90, 96.FACTORES INDIR ECTOS [ ) EL ATA(�UElo Preptlrando un tlttlque (o ptira darle jiterza) el attiCtznte a veces opera paraeliminar eL Ctlbtdlo dej6.Ver partidas núms.: 92, 1 06, 1 07, 1 1 0, 1 1 1 , 1 1 3.20 Otrm veces dirige su acción previa t[ desorgmtiZtlr Los peones deL enroque.Ver partidas núms.: 86, 87, 88, 92, 98, 100, 1 0 1 , 1 05, 1 06, 1 07, 1 08, 1 09,1 10, 1 1 1 , 1 1 2.OTROS ¡;ACTOHESAtaques prematuros, maL fievados o illSuficientes sueLen provocar contraataquesganadores.Ver partidas nÍlms. : 87, 94, 97, 98, 1 02, 1 08, 1 1 4.A menudo eL nulte se produce tras un viaje del rey provocado por una serie dejaques.Ver partidas núms. : 93, 1 04, 1 06, 1 1 1 , 1 1 2, 1 1 3, 1 1 4.Como se ve, los ataques contra el enroque cono presentan un nÍlmero deelementos mucho más elevado quelos ataques contra el rey sin enrocar. El estudiode todos ellos permitirá mayor desenvoltura y seguridad en el ataque; peroconviene recordar bien el siguiente consejo general: antes de iniciar cualquierataque a fondo sobre el enroque es necesario considerar bien las consecuencias,especialmente cuando la prosecución de tal ataque exija sacrificios o el avance delos peones que protegen a nuestro propio rey, pues en más de una ocasión estosataques no prosperan y al final de ellos el atacante se encuentra con que no sólono ha conseguido nada efectivo, sino que sus defensas se hallan tan vulneradasque no podrán resistir, si son atacadas, o bien se encuentra con que ha perdidoel ataque y con él la pieza o piezas sacrificadas.
  • 225. TRATADO G E N ERAL DE AJ E D IZEI. 229----------------------------_._._.PUNTO DE VISTA DE l.A DErENSA EN LOS ATA(�l1ES SOBIU � EL FNIH )()l IF CORTOLa mejor defensa del rey enrocado esd. constituida por los tres peones del("1 " " " " e ) I d 1 1 " 1 l 1enroque 1 , g Y 1 , co oca os en sus casI ;IS ongl llJ es, COIl1 Hllat os conun caballo en f6 sólidamente defendido, y teniendo las torres u n idas el1,1a ültimalínea de su campo, para evitar las entradas de torres elH:llligas en d icha l ínea,El atacado debe vigilar mucho en los casos CI1 que el cont rario empiece aacumular piezas sobre el enroque, y en aquellos c;-¡sos en que hay col u lll nas odiagonales abiert;-¡s sobre él. En esas circunstancias conviene estar ;-¡Ierra ydisponer las piezas de modo que puedan acudir prestamente a defender el rey; y,sobre todo, tratarde oponerse a que el adversario torne el coll trol de esas columnaso diagonales cuyo dominio debe ser disput ado,Hay que dud;-¡r mucho asimismo y por es;-¡ m isma razún, de Iallnrse a laganancia de material si eso se produce a condición de alejal hs piezas del lugaren que se cierne el ataque de nuestro adversario,LA APERTURA DEl. JUE(;O y LOS El.EM ENTOS D E IS!( )5 ITN) l 1 :_1Los elementos fundamentales de los ataques sobre el llI Wl]lll cort o 110implican nada nuevo sobre la ;-¡pertura del j uego, P;I; estos ;ILHlues vale laorganización propi:l de los ataques colltra el rey sin elHllCIL El fUIHLtlllenr o dela posibilidad de unos y otr os es, en último an;íl isis, el lIliSIl(), ;1 s;lber: ladisposición más ventajosa de las piezas, que permitc llovil iz;I r las propi;-¡s filerzassobre el rey en menos tiempo qle el neces;-¡ rio p;-¡ra q lle aClIda la dele_lIsa, Luego,tanto en uno como en otro caso h:q que uhicar las piLl,;¡s de lI()do que no semolesten entre sí y que tengan el n J:Íxilllo de ll1ovil id;HI , pri llcipio al qleresponden las posiciones que hemos ind icado al tL¡Llr de bs ;Ipertu ras en laspartidas de ataque que se re;-¡I iz;-¡n sobre el rey sin ell lOCl r.MÁS SOBRE LA APERTURA DE LOS .JUEC()SDe los consejos que hemos dado sobre la apert ll L dcl j llego se der iva que, enlas primeras jugadas, debe tenderse a obteller posicioles dltell ll inadas, a la vezbien defensivas y potencialmente ofensivas, Para 111;¡yor cla rid;HI al respecto,acompañamos ulla serie de posiciolles ideales, las que cOllviclle que I()s aficiona­dos recuerden , pues cOllstituycn eSlrucruras sanas, hiell cqll i l ihl :)(!;¡s, La fIlezclade esos factores constituye un;-¡ apenura bien cOls¡rllid;I; pero si 110 está de IIdstender a constru ir una estructll ra de j llego COII eS;Is h;Ises, cOlviel1e tambiénrecord;-¡r que no dehe presLírsc!es una ;-¡dhesión ;¡ ,SOI IlLI . I )chell graba rse bienesas posiciolles en la memoria y trarar de cOfsLr l l i rhs s icm p re q lle el : Il:1I isisdemuestre que las jugadas requeri(bs para ello son ILHII Llles, ) sil:m pre qlle 1 1 0se hayan producido errores del adversario que pLrIll i ( ;1 1 1 j lIgad;l.� IILÍS efectivas,
  • 226. 230 ROBERTO GRAUBUENAS ESTRUCruRAS QUE PUEDE ADOPTAR EL BLANCO EN SUS APERTURASDISPOSICIONES EXCELENTES DE LOS PEONES Y PIEZ4.S MAYORESDIAGRAMA N° 346 DIAGRAMA N° 347DIAGRAMA N° 348
  • 227. TRATADO G EN ERAL D E AJ ED REZ 23 1Conviene que, juntamente con esta posición, se combine una disposición delas piezas menores, del tipo de las que siguen:DIAGRAMA N° .H) DIACRAMA N" .�í()DIAGRAMA N° 3í 1
  • 228. 232 ROBERTO G RAUDe las combinación de esras disposiciones resultan posiciones de este ripo:.l >l A L RAMA N° 352 DIAGRAMA Nu 35.1L>IAG1�AMA N" ) i í
  • 229. TRATADO G ENERAL DE AJEDREZ 233Las piezas mayores y peones negros conviene que adopten estructuras comoéstas:DIAG RAMA N" 355 DIAGRAMA N° 356D1AC RAMA N° .3 5 7
  • 230. 234 ROBERTO GRAU---_ .._-------------------Las piezas menores pueden disponerse así:DIAGRAMA NI) 358 DIAGRAMA N" �j()mAGlv/IA N° .,GO DIAGRAMA N" .,(, ¡
  • 231. TRATADO G EN ERAL D E AJ EDREZ 235DIJCRAMA N ° .�(2 D1JCRAMA N° 3(..1NOTA: Combínese la disposición de los peones y piezas mayores con ladisposición de piezas menores de todas las maneras posibles y grábense lasposiciones resultantes bien firmemente en la memoria. Resultará una guía muyútil para la apertura del juego.
  • 232. TRATA DO G EN ERAL D E AJ E DREZ 237CAPÍTULO VDE LA GANANCIA Y PÉRDIDA DE MATERIALLA IMPORTANCIAEn los capítulos anteriores nos hemos ocupado de familiarizar al aficionadocon el modo esencial de pensar el juego, de combinar jugadas y realizar sus planes.En estos planes y maniobras habrá podido observarse la concurrencia de dosfactores, a saber: una idea o fin que informa el plan y le da su casi totalidad delos ejemplos vistos; es la idea del mate. Yen segundo lugar, las maniobras que parala consecución de ese fin se efectúan mediante el ejercicio de la visión mediata.Ese binomio se mostró ciertamente fecundo y nos ha servido de mucho, yaque nos ha familiarizado con lo esencial del juego: el mate y la visión mediata;pero es necesario distinguir en él dos cosas distintas. Todo plan en ajedrez suponeun binomio esencial que consiste en una idea (un fin que se busca) y en unamaniobra por la cual se disponen los elementos del juego en el sentidoconveniente para obtener y realizar ese fin buscado.Respecto del primer término (el fIn de las jugadas, planes y maniobras), parecenatural que siendo el fin del juego el mate, sea éste, por derecho, el fin de todoello. Ciertamente, el mate es el fin del juego; pero la extraordinaria complejidadde éste hace imposible que sea también el fin de rodas y cada una de las jugadas.La práctica demuestra que esto resultará evidentemente perjudicial. Hemos vistoque los ataques prematuros suelen provocar la pérdida de la partida. Esrodemuestra que, si bien el mate es el fin del juego, no puede ser el fin direcro delas jugadas y planes sino en casos especiales.Estamos, pues, en la situación siguiente:
  • 233. 238 ROBERTO GRAUl o Na es posible jugar ni efectuar plan ni maniobra alguna si no tenemos unfin que perseguir, y20 El mate no puede ser fin sino de maniobras y planes ocasionales.¿Cuál será entonces el fin que debe orientar nuestras jugadas, cuando nopueden ser orientadas por el mate? Este es el primer problema estratégico quepresenta la estructura del ajedrez, y de su solución depende el cambio del primertérrnino del binomio que nos esd ocupando. Es necesario que"nuestras jugadasestén orientadas por un fin; pero no es necesario que éste sea el mate. Despuésveremos que también el segundo término debe ser trascendido, que sobre lavisiónmediata existe una visión elíptica, de largo alcance, muy abreviada ysimplificada,algo que más que visión es prevision (pre-visión) del juego. Pero esto será, porcierto, problema posterior. El problema actual se circunscribe al primer término.Hay que encontrar un fin indirecto que nos permita tratar hábilmente lassituaciones oscuras, y para nosotros son actualmente situaciones oscuras todasaquellas en que no se ve el mate.E l primer razonamiento que se nos ocurre en este trance es muy sencillo y sepresenta suscitado por nuestra práctica elemental del juego.En ajedrez los elementos de juego son las piezas. Con e1bs nos defendemos sisomos atacados y con ellas atacamos y logramos el triunfo.Cuando contamos con mayor número de piezas, mayores son nuestrosrecursos, y menos cuando son menos. De la observación de ese hecho elementalque se deriva de la propia naturaleza del juego depende el gran valor que, desdebuen principio, se atribuye a las piezas, y esta observación es tan rudimental quepor sus propios medios la efectúa todo aficionado desde sus primeras partidas.Apenas haacumulado una pequeñaexperiencia el aficionado siente, en efecto,viva satisfacción en comer piezas al adversario y "siente" que al hacerlo su triunfoestá más cercano. Le produce por lo contrario pesar el hecho de perder algunapieza propia, y "siente" también que con ello su contrario ha logrado ventaja.Estas primeras impresiones que producen la gananciayla pérdida de piezas tienenun fundamento muy firme.Las piezas son las fuerzas, reales o potenciales, y el ajedrez es, en resumen, unjuego de fuerzas. Ganar piezas es por eso, en general, ganar la partida, y losjugadores avezados consideran que, en posiciones equivalentes, la ventajamaterial es decisiva, y si pierden una pieza suelen abandonar de inmediato. Enmuchos casos basta la pérdida de un solo peón para abandonar la partida.Dado este valor de las piezas, es fácil sacar una consecuencia práctica queresulta muy interesante pues, aunque muy grosera, señala un progreso conside­rable en la ideación del aficionado.El fin del juego es dar mate al rey adversario e impedir que lo reciba el propio;pero como quiera que en gran cantidad de posiciones no es posible trabajar parael mate, pensamos que será de buena estrategia ordenar nuestras jugadas hacia laconquista de ventaja material, con lo CI:11 habremos logrado dos cosas excelentes:
  • 234. TRATADO G ENERAL D E AJ EDREZ 239mayores recurso� para una eventual defensa, y, también. mayores recursos paraefectuar un eventual ataque.La deducción es muy simple; pero sin embargo señala un progreso profundoen el aficionado que, desde ahora, aprende a trabajar "indirectamente" para elmate, lo que es condición de toda estrategia. Ante la evidencia de la imposibilidadde emprender desde buen principio la empresa magna del mate, el jugador (sinperder ese fin de vista y precisamente porque no lo pierde de vista) se dedica aemprender empresas menores, de cuyo logro espera obtener ventaja para elulterior desarrollo del juego.Esta reducción del ajedrez a juego indirecto es no sólo legítima, sinoimprescindible, según hemos visto. No es posible jugar bien -ni aun pasable­mente- de otra manera; y según alimenta la pericia, el juego se hace de más enmás indirecto y por ende, de más en más sutil e ingenioso.En cuanto al valor que, en relación al fin del juego, tiene la ventaja material,podrán admitir nuestras conclusiones algunas limitaciones; peroeso no quita quela ganancia de piezas sea el más importante factor indirecto del triunfo.Tenemos pues, racionalmente fundamentadas, dos conclusiones:1" Que es necesario encarrlr el juego indircctmnente y dominar los jr¡ctoresindirectos deljuego, y2/ Que siendo el ajedrez un juego defiterzas. la ganancia de piezflJ es el mlÍsevidentejactor indirecto del triunfo y que, por lo mÍJrno, conviene orientar hacia élnuestro juego cuando aparece imposible el mate.Deben aceptarse estas dos conclusiones (al menos provisionalmente) comolegítimas.La práctica demuestra que la ventaja material es, efectivamente, un elementoque suele proporcionar la victoria, y que, asimismo, no es posible jugar al ajedrezmientras no se domina la técnica de la ganancia de piezas, técnica que nospermitirá ganar material a nuestro rival a poco que se equivoque y, lo que es másimportante, que nos enseñará a no perder nuestras propias piezas.Este es, efectivamente, el segundo paso que hay que dominar antes de iniciarseen mayores profundidades, cuyo estudio es absolutamente inútil emprenderhasta tanto 1 1 0 se domine, con relativa perfección, este aspecto del juego.En los capítulos JI, 111 y IV nos hemos esforzado por familiarizar al aficionadocon el mate, de modo que supiese comprender y evitar las amenazas de mate desu adversario y supiese prepararlo y darlo, a su vez, tan luego la situación lopermitiese. Lo suponemos ahora dueño de cierta habilidad a este respecto, y eneste capítulo V pretendemos desarrollar en él idéntica habilidad en lo que serefiere a la ganancia y pérdida de piezas.Ciertamente, una profundización mayor, que efectuaremos más tarde, nosdemostrará "a posteriori" dos cosas:a) Que el fin "ganancia de material", ni con mucho es aplicable a todas lasjugadas, planes y maniobras, pues exactamente como en el caso del mate, soninnumerables las posiciones en que no puede intentarse ganancia de pieza algunay en las cuales intentarlo resultaría sumamente perjudicial; y
  • 235. 240---------- ----RO B E RTO G RAUb) Que en muchos casos este fin indirecto está en abierto conflicto con el finesencial del juego, ya que en muchas oportunidades acontece que, perdiendopiezas, se gana, y ganándolas, se pierde.Estas dos observaciones nos pondrán frente a la verdadera teoría científIca deljuego, al revelarnos que el verdadero factor indirecto e infalible de juego es unfactor complejo que llamamos, a falta de mejor nombre, la posición, factor cuyoanálisis comprende toda la teoría del juego. Pero para entrar en esa etapadefinitiva de la enseñanza es menester antes dominar con seguridad esta técnicade la ganancia de material -ataque y defensa del material- que ahoraemprenderemos.EL VALOR DE LAS PIEZASEs indudable que el aficionado qUe! nos haya seguido hasla el presente se hadado cuenta clara de que las piezas tienen un valor distinto ent re sÍ. Si la lógicano lo indicara, bastaría leer algunos de los comentarios que hemos deslizado enlas partidas para observar que la verdadera dificultad del juego estriba en esadiferencia de valores.En el presente capítulo sólo nos ocuparemos de los valores intrínsecos de laspiezas, sin entrar a considerarotro de los aspectos de estos valores que contribuyena dar aún mayor complejidad al tema: el valor estratégico, que hace a veces queestos valores fríos desaparezcan. También esto lo habrán observado los aficiona­dos, pues sólo así se justifica el sacrificio de material.Lo más importante en ajedrez es dar mate, y entonces, el mayor valor es llegara ese resultado. Sutilizando un poco, podríamos llegar a establecer un valor delmate y en esta forma justificaríamos el cambio ventajoso de valores, o el sacrificiode los mismos, para arribar a ese resultado. Asimismo, el empate por ahogado esotra alteración fundamental a la regla del valor de las piezas, ya que complica suaplicación, pues hemos observado infinidad de casos en que se llega al empate apesar de existir una desproporción de fuerzas extraordinaria.Pero todo esto es secundario y es la excepción. En la mayoría de las partidasgana el que tiene mayor número de piezas, y se podría afirmar que basta laganancia de un peón para asegurarse la ganancia de la partida en la mayoría delas ocasiones. Al iniciarse el juego empieza la lucha para ganar material, o paraconservar el material. Como la práctica demuestra que, si bien llegar al mate esel ideal de la partida, no es posible dar mate ante una defensa racional deladversario si éste conserva la totalidad de sus fuerzas, resulta a menudo máscómodo, y sobre todo es más usual, tratar de acumular ventajas de materialsuficientes como para provocar el final y ganar en esta etapa de la partida.Hasta ahora nada hemos estudiado de los finales en sí por entender que estetema, si bien extraordinariamente importante, es también extraordinariamentecomplejo, y no puede explicarse por razonamiento. Para estudiar finales esnecesario que el jugador acumule variantes en la memoria, fije posiciones y realiceuna suerte de análisis en desacuerdo con su capacidad ajedrecística. El final es
  • 236. TRATA DO G EN ERAL D E AJ E D REZ 24 1la sutileza del ajedrez; es la culminación del arre del ajedrecista, y no es fácilcomprender sutilezas cuando aún no se ha terminado de comprender el ajedrez.Es por esta razón que en nuestro método de enseñanza dejaremos los finales parala última parte de este libro. Quizá deslicemos alguno que otro fInal simple antesde entrar de lleno en el estudio de la teoríade los finales, pero dejaremos su estudioy su análisis completo para darlos a conocer cuando juzguemos que el lector est<Í.en condiciones de asimilar las finezas tácticas que los animan.Para comprender el final es necesario comprender muchos problemas de airaestrategia y dominarlos plenamente. Tan cierro es esto, que hay muchosjugadores experimentados que tropiezan con grandes dificultades para imponeren el final la ventaja material a causa de no haber seguido un método inteligentede estudios y de tener vicios de origen en su formación ajedrecística.Lo que nos interesa ahora es saber cómo se puede llegar con ventaja a un final,o cómo se puede ganar material para poder llevar a cabo un ataque ganadorespeculando en la superioridad de fuerzas. Más tarde estudiaremos los sistemasde ganancias de piezas y daremos ejemplos característicos de esto; pero para queel aficionado pueda comprendernos bien, primero es necesario explicar cuál es elvalor de las piezas, comparándolas entre sí.Si por valor material entendiésemos el valor intrínseco de las piezas, llegaría­mos a la conclusión de que el rey tiene un valor absoluto, superior a todas lasdemás piezas juntas, ya que de su pérdida depende la pérdida de la partida, aunexistiendo todas las demás piezas en el tablero. Pero como el rey es piezade acción,ya que, en el final, de la buena explotación de su movilidad depende la gananciade la partida, estableceremos más tarde su valor, desde el punto de vista de susposibilidades en el tablero.Mucho es lo que se ha dicho, y mucho es lo que se ha escrito sobre el valorde las piezas. Exactamente no ha sido nunca posible establecer cuál es la verdaderadiferencia de las piezas entre sí, pero puede afirmarse que se ha llegado a unarelación aproximada de valores, tomando como base el peón, y considerando aéste como unidad.Antes de estudiar la razón de ser de estos valores diremos cuáles son, deacuerdo con lo sostenido en la materia por autoridades de la fuerza de maestroscomo Capablanca, Alekhine y otros: El peón vale así 1 ; el caballo 3 peones; el alfil3 Y2 peones; la torre S Y2 peones y la dama 10 peones.En esta forma, dos piezas menores (se llama así a los caballos y a los alfiles)valen más que una torre, y mucho menos que una dama. Tres piezas menorescompensan aproximadamente a una dama, al igual que dos torres, que, sinembargo, son, según opinión generalizada, un poco más valiosas que una dama.Una torre y una pieza menor también valen menos que la dama, y haciendoun ligero cálculo, se observará el porqué de todo esto. Dos piezas menores, porejemplo, un caballo y un alfil, valen en conjunro 6Y2, y la torre sólo S Y2, lo queevidencia que torre y peón compensan a las dos piezas menores. Sin embargo,prácticamente sucede que rorre y peón contra caballo y alfil sólo permite unalaboriosa defensa, y que, en cambio, rorre ydos peones contra dos piezas menores,
  • 237. 242 RO B ERTO G RALJes algo favorable. Es decir, que el justo medio estaría en torre y peón y mediocontra dos piezas menores (caballo y alfil según nuestro ejemplo).Hemos dicho que tres piezas menores compensan a una damay es fácil advertirlo,de acuerdo con la escala de valores que hemos detallado. Si la dama vale diez, y uncaballo tres, y los·alfiles tres y medio, sucede que dos caballos significan 6 y más 3 hdel alfil hacen un total de 9 Y2, lo que establece una diferencia muy escasa.En cambio, dos piezas menores y una torre son superiores a una dama, porcuanto significan numéricamente una ventaja de uno o dos peones, y dos torresson algo superiores, por cuanto significan un peón de ventaja.Hemos dejado para el final la consideración del valor del rey, por cuanto estapieza ejerce un papel valioso al final, y es muy difícil establecer realmente susposibilidades. Sin embargo, la práctica ha demostrado que vale más que una piezamenor, y se ha llegado a establecer su valor en cuatro peones.Todo esto, como antes hemos dicho, está sujeto a un segundo valor: el valorposicional; pero también hemos dicho que éste es la excepción. En la mayoría delas ocasiones, el que tiene calidad de ventaja (torre contra alfil o caballo) gana,como así también el que lleva una pieza de ventaja y aun un solo peón. Comoestudiaremos más adelante la ganancia de piezas, es conveniente establecer elverdadero alcance de las piezas en el tablero.¿A QUÉ SE DEBE lA DIFERENCIA DE VALORES?Hemos establecido el cuadro de valores de las piezas, que más adelanterepetiremos para que se grabe perfectamente en la mente del aficionado. Ahoraes necesario explicar el porqué de esta desproporción de valores.El valor de las piezas se da de acuerdo con la capacidad ofensiva de las mismas,de acuerdo con su radio de acción en el tablero, y con su mayor agilidad ydinamismo. Mediante una serie de diagramas comentados trataremos de hacerclara al aficionado la razón fundamental de esos valores dispares, y se verá que losmismos están regidos por una lógicaabsoluta.EL REYEl rey, como antes hemos explicadosólo puede moverse un paso, pero encualquier dirección del tablero. En estaforma su movilidad se reduce cuandoestá en un ángulo, por cuánto se priva delos movimientos hacia atrás y hacia unode los costados. Ejemplo:Observando el diagrama se verá queen el ángulo el rey dispone de tres casi­llas, en la banda de cinco, y en las demássituaciones del tablero, de ocho casillas.DIAGRAMA N° 364
  • 238. TRATADO G ENERAL D E AJ ED REZ 243DIAC RAM¡ N° .�6iSabemos, pues, que el rey tiene unaagilidad mínima de tres casillas y unamáxima de ocho casillas.El rey, al igual que el peón, por dispo­nerdealgunos movimientosexcepcionalespuede, en determinados casos, tener seis yhasta siete cuadros para moverse, aun es­tando en la banda, yes cuando dispone delrecurso de enrocarse. Veamos:El diagrama N° 365 señala con pun­tos las casillas donde el rey puede ir. Seobservará que las negras pueden realizarcon su rey, además de los cinco movi­mientos usuales de la banda, otro méis,ya que al poder enrocarse en el flancodama, pueden ubicar también su rey ene8 , lo que aumenta la agilidad del mismo.Las blancas aún disponen de un movimiento más, ya que pueden enrocarseen cualquiera de ambos flancos, lo que aumenta a siete casillas su agilidad. Noobstante, éstas son dos excepciones a la regla general, ya que es un recurso quesólo puede presentarse una vez en el transcurso de cada partida y no debeconsiderarse como permanente.Puede afirmarse, pues, que el rey riene tres graduaciones de agilidad: tresmovimientos, cinco y ocho.LA DAMAEs ésta la pieza más ágil del tablero y es por dicha razón la que más vale. Yaantes hemos explicado el alcance de sus movimientos, y poniéndola sobre untablero sin piezas se puede observar elenorme radio de acción de esta pieza quecasi abarca la mitad de los cuadros deltablero en algunas posiciones.El mínimo de agilidad de la dama esde 2 1 casillas, y el máximo de 27. Esdecir, que nunca disminuye en porcen­taje apreciable su radio de efectividad, loque da fuerza a su extraordinaria impor­rancia en el transcurso de la partida.En el diagrama N° 366 se ve a ladama blanca ocupando una casilla cen­tral desde la cual irradia su acción a 27escaques del tablero. En cambio, la damanegra, desde h 1 vulnera sólo 21 casillas.
  • 239. 244D I AC RAMJ N" .167RO BERTO G RAULA TORRELa torre es la única pieza que, cual­quiera que sea su situación en el tablero,domina el mismo número de casillas.Ubicada en cualquier cuadro, su acciónse ejerce sobre la horizontal y la perpen­dicular, y en esta forma son catorce lascasillas dominadas por esa pieza en todoslos casos. (De más está decir que noentramos a considerar la obstrucción delas demás piezas sobre esta movilidad.)EL ALFILEl alfil es una pieza que varía ennotable forma su agilidad de acuerdocon la casilla en donde se encuentraubicada. No obstante, su acción es gran­de y supera en mucho en algunas ocasio­nes al caballo, pero su diferencia poten­cial no es mucha, por la importanterazón de que, como siempre se mueve enuna diagonal del mismo color, sólo pue­cle actuar en 32 de las 64 casillas deltablero, y esta limitación de su grandinamismo hace que prácticamente nobrinde durante el transcurso de la parti­da muchos mayores beneficios que elcaballo, cuya agilidad estudiaremos másadelante.El alfil puede dominar, según sussituaciones, siete escaques, nueve, onceo trece, que es el máximo de agilidad deque dispone. En el diagrama N° 368 se podrá observar claramente lo quedecimos.En este diagrama señalamos dos posiciones distintas del alfil. La una le brindael máximo de radio de acción y la otra el mínimo. También podría agregarse unalfil en e5, por ejemplo. desde clonde actúa en once casillas, y otro en b2, desdedonde solamente actúa sobre nueve cuadros.Se observará que esta pieza, tanto en un ángulo como en cualquier casilla dela banda, sólo domina siete casillas y que su radio de acción aumenta a medidaque se aproxima al centro del tablero.
  • 240. J KA J AUU li t.N t.KAL Ut. Aj EDREZEL CABALLOEs el caballo la pieza que mayorescambios ofrece en su agilidad, de acuer­do con el lugar que se le dé en el tablero.Nunca su radio de acción es muy gran­de, ya que oscila de dos cuadros a ochosu agilidad. Tiene la diferencia funda­mental sobre el alfil, de que siempreataca cuadros de color distinro al en quese encuentra ubicado, y en esta formacomplementa admirablemente la acciónde dicha pieza.Observando el diagrama se veránDIAC RAMA Nu 3(,) cinco posiciones donde ofrece las diver­sas variaciones por nosotros señaladas.Como se ve por el diagrama queantecede, el caballo es la pieza que en forma más notable cambia de valor, y suagilidad en algunos casos puede reducirse en un setenta y cinco por ciento.EL PEÓNEl peón es, junto con el alfil, la única pieza que no puede separarse del sendcroque tiene asignado. Su acción no puede llegar a muchas de las casillas del tablero,y al no poder retroceder, su radio de agilidad resulta pequcÍlo. Lo usualesquesólopuede disponer de dos cuadros al iniciar su marcha, y de lUlO en los demás casos,pero como captura de distinta manera de la que camina, puede llegar en ciertasposiciones a disponer de cuatro jugadas posibles. Esto, al igual que en el caso delenroque, de acuerdo con la situación de otras piezas en el tablero.DIAGRAMA N° 370El peón es la única piezaa la que puedeaumentar, en su acción, la posición en eltablero de las piezas adversarias y así, endeterminados casos, como hemos dicho,dispone de cuatro posibilidades.Observando este diagrama se veráuna variedad de posibilidades que ofrecela marcha del peón, siempre de acuerdocon la situación de las piezas adversariasen el tablero. El peón de a2 puede jugaren dos formas, ya aa3 o a a4, de acuerdocon la opción que es patrimonio delpeón en la primera jugada.El peón de e7 tiene dos opciones:avanzar ae8, o tomar el caballo deb8, enambos casos coronándose dama, o pi-
  • 241. 246 ROB ERTO G RAUdiendo ya una torre, un alfil, o un caballo. Es decir que, a las posibilidades de susdos movimientos, se agrega el importante detalle táctico de que puede pedircualquiera de las piezas desu propio bando, sin ser, como antes hemos dicho, reyni quedar en peón.El peón de d2 tiene tres opciones, en cambio. Puede avanzar a d3, a d4, otambién capturar el peón de c3. En cambio, el peón de g2 tiene el máximo deagilidad que le puede brindar una posición y es cuando puede capturar en amboscostados diagonalmente, o avanzar ya a g3 o a g4. Finalmente, hemos puesto elpeón deh5, que estáen la posición mínimade agilidad de los peones, y, por cierto,la más habitual. Sólo puede avanzar un paso en la columna.Es ésta aparentemente la pieza más fácil de manejar, yes sin embargo el secretomayor de la estrategia del ajedrez, como veremos oportunamente. El hecho de nopoder retroceder nunca obliga a no poder arrepentirse del movimiento de esapieza, y esto hace que su valor sea pequeño en relación a las otras piezas menores,a pesar de la extraordinaria posibilidad de poder transformarse hasta en unadama.CONSECUENCIAS LÓGICASDe este análisis que sobre el valor de las piezas y su función en el tablero hemosrealizado se desprenden una serie de cosas simples, pero necesarias de señalar paraque el aficionado pueda realmente avalorar cuándo ha ganado material y cuándoha perdido material.Fácil es advertir, por ejemplo, que si un jugador captura dos alfiles a cambiode uno, ha hecho un magnífico negocio, pero hay otro tipo de cambios o deganancias y pérdidas de material, un tanto más complejos, que nos apresuraremosa señalar para poder luego comentar los aspectos característicos de las gananciasde piezas y mostrar cómo casi todos ellos responden a ideas estratégicas fáciles deespecificar y de comprender.De más está decir que todo está supeditado al valor estratégico, por cuantohemos visto cómo a menudo menos piezas ganan contra más; pero ya hemosdicho que esto es la excepción y que habitualmente el que tiene mayor númerode piezas gana.Observaremos algunos diagramas elementales en los cuales se produzcancambios que originen desniveles entre las fuerzas de uno yotro bando, para grabarcon mayor exactitud todo lo que hemos sostenido. Pero antes estableceremos quealfil por alfil, o alfil por caballo, es siempre un cambio, a pesar de la ligeradiferencia que hemos apuntado a favor del alfil, por razones que ya explicaremosoportunamente.Una torre cambiada por un alfil o por un caballo significa "perder calidad",como se dice en ajedrez cuando se realiza este cambio desventajoso de material,ya que hemos visto a la torre valer dos peones más que las otras piezas menores.Hemos dicho ya antes, y ahora insistimos, que dos torres contra una dama escasi siempre un cambio, ya que se compensa el valor material de estas piezas, y
  • 242. TRATADO G EN ERAL D E AJ ED R EZ 247también hemos manifestado que una torre y dos alfiles, o una torre y caballo yalfil, o una torre y dos caballos, contra la dama, es un cambio ventajoso y favoreceal jugador que tiene las tres piezas.En cambio, dos caballos y un alfil, o dos alfiles y un caballo contra la dama,da un equilibrio de material que en la lucha práctica se hace evidente. Tambiénda equilibrio una torre, o una pieza menor (caballo o alfil) y dos peones, contrala dama; siendo desfavorable cambiar dos piezas menores por una torre.Haciendo cálculos, el aficionado verá que, en todos los casos, la suma devalores de las piezas acusa una matemática relación que le bastará para podercalcular sobre el tablero, siempre con exactitud, cuándo realiza cambios material­mente buenos o malos, así como cuándo gana material o lo pierde. Todo estodesde el punto de vista material, ya que el punto de vista estratégico de la bondadde los cambios será [Catado más adelante, por ser excesivamente complejo y serasimismo subsidiario del conocimiento que ahora detallamos.Veamos el diagrama siguiente, que esNEGRAS: VILLEGAS aleccionador:Es ésta la posición de una partidajugada por el ex campeón mundial JoséRaúl Capablanca contra el jugador ar­gentino Benito H. Villegas. El ejemploes bonito, si bien un tanto complejo.En la posición señalada Villegas aca­ba de jugarcxd4 atacando la dama, paraobligar aparentemente a responder con�xd4, apoyando el caballo de eS ypermitiendo una simplificación com­pleta de las piezas menores.Capablanca idea una combinaciónde ganancia de material, fácil de apreciarBLANCAS: CAIAI:lLANCA para quien conozca el valor de las piezasDIAGRAMA N° 37 1 que antes hemos detallado. Especula enuna posición de mate del adversario(base de innumerables maniobras deganancia de piezas) y, producida una gran simplificación, quedará con un saldode material muy favorable.Veamos: l . @. xd7!, �xd7! Así jugó Villegas y logró evitar la pérdida dematerial que nos interesa detallar, y que era la siguiente: l. ....., dxe3; 2. @. xf6+ ,� h 8 (si 2. ....., gxh6, seguiría 3 . ª g4+ Y 4 . lbxf6++); 3 . ª h4! (el secretode la combinación radica en esta amenaza de mate que debe obligar a realizar unamala jugada, permitiendo la realización de un jaque doble recuperando la damacon un buen saldo de material favorable), h6 (única); 4. § xh6+!, gxh6;5. @. e8+, � h7; 6. � xc7.Súmense ahora las fuerzas restantes de cada bando y se observará que lasblancas tienen una apreciable ventaja material, ya que habrían captu rado un
  • 243. 248 RO B ERTO G RAUcaballo, un alfil, un peón y la dama, sucesivamente, a cambio de un peón, unatorre y la dama. Súmese el valor de estas piezas y se verá que las blancas hancapturado piezas por valor de 17 y 1 /2 contra 16 y 1 /2 que han perdido.Por lo tanto, de acuerdo con lo que hemos visto, quedarían con una ventajaequivalente a un peón, que debería darles la victoria.UN EJEMPLO INSTRUCTIVOObservaremos ahora un instructivo ejemplo de cambios sucesivos de piezasque llevan a una ganancia de material. En estos cambios suelen confundirse losaficionados por no llevar bien la cuenta de las piezas que van desapareciendo dela escena. Muchas veces los principiantes se encuentran, sin saber cómo nicuándo, con una pieza menos por causa de estos errores de cálculo del cual elDIAGRAMA N° 372ejemplo que damos, por ser muy com­plejo, es muy instructivo.En esta posición juegan las blancas yoptan por realizar una serie de cambiosde piezas especulando en un detalle pri­mordial para ello. Las blancas realizan laprimera captura y siempre llevan unacaptura de ventaja. Sólo deben tratar deevitar que el negro capture en ese ínterinuna pieza de mayor valor que ellas, paratener la seguridad de que por lo menosno han de perder material en estos cam­bios.Veamos: 1. Jixc6, Jixc3? El error.Las negras debieron rechazar la propues­ta de las blancas y seguir con .,f;ixc6,parando el cambio de piezas en la prime­ra jugada. Ahora se ven lanzadas en un torbellino de simplificación que ha de barrercon todas las piezas y dejar al blanco con una de ventaja. 2. Jixd7(no �xc3, acausade Jixc6, lo que dejaría todo reducido a un simple cambio), Jixd2; 3. Jixe8,Jixe 1 (para tener la posibilidad de sacar el alfil de la línea extrema, tomando elcaballo); 4. Jixf7, Ji.xg3; 5.Ji.xg3 (ésta fue lajugada que no previeron las negras,y realmente la más simple). Ellas supusieron que en la fiebre de los cambios, el blancocontinuaría con 5. Ji.xg8, a lo que seguiría Jixf4; 6.Ji.xe6, Ji.xe3; 7.Ji.xc8 (siª e l , Ji.f2; 8. ª e2, ª e8; etcétera) Jíxcl ; 8. Ji.xb7, Ji.xb2; 9. � xb2, llegandoa una liquidación total de piezas mayoresy menoresyquedando en un final de peonescon exacta proporción de material cada uno.DE LA GANANCIA Y PÉRDIDA DE MATERIALPodemos distinguir las causas que proporcionan ganancia de material en dos
  • 244. TRATA DO G EN ERAL D E AJ E D R E Zórdenes distintos. En efecto: se ganan piezas o se adquiere cualquier otro modode ventaja de material, a) por nuestra agresión a las piezas enemigas, y b) porentrega de parte de! adversario.Estudiaremos ambos casos por su orden.LA AGRESIÓNLlamamos agresión a la acción de poner una pieza en forma que ataque a otra,de modo que si no es convenientemente defendida puede ser ganada proporcio­nando ventaja de material. Tenemos ante todo que distinguir dos casos distintos:1 ) Laagresiónsimple, que se produce cuando con nuestrajugada atacamos unade las piezas adversarias, y 2) La agresión compleja, que se produce cuando connuestra jugada atacamos dos o más piezas adversarias.Otra distinción que conviene recordar es la siguiente: Hay agresiones a}directas y b) indirectas. L1ámase directa a la agresión que se efectúa con la piezaque se mueve. L1ámase indirecta a aquella agresión que se efectúa con una piezaque no se mueve.Si juega e! negro, mediante @ e3efectúa una agresión directa a la damablanca y con �d7 (u otros movi­mientos de alfil) una agresión indirec­ta contra la dama, pues en ese caso lapieza agresora es la torre y no e! alfil.Con �xh3 se efectúa un cambio, unaagresión doble y mixta, pues agredenuna pieza que no se mueve (la torre),y e! alfil que se juega; con �e4 seefectúa una agresión compleja mixta,pues se ataca la dama con la torre y e!alfil y la torre con e! alfil de c4 en casode que, como corresponde, se mueva D1ACRAMA N" .Hjla dama.En e! diagrama N° 374 jugando e!blanco. con ª h8+ efectúa un doble directo; con @ e7+, una agresión múltipledirecta, con tt h8+, una agresión doble directa; con @ f6+, una agresión simpledirecta (un jaque) y con ª e4, una agresión doble directa. Entre esas ju�adasaparece como la más simple para ganar material @ c7+ y si � d7; ª h7 +, � d6,tt d4 + seguido de @ xe6.En el diagrama N° 375, jugando e! blanco, puede efectuar las siguientesagresiones complejas directas: �d4, � f6, �f8, �e3, �e3, �h8, � b6; ydispone de las siguientes agresiones simples directas: �e 1 , �b4, �h6, � h4,�d6, � e8 y tt dS .En el diagrama N° 376 e! blanco con @ e7+ efccnía una agresión complejamixta, con el caballo ataca al caballo y la torre y con la torre ataca al Rey. El juego
  • 245. 2 5 0D1 AC RAMA N" .nl¡ROB ERTO GRAUDIAG RAMA N " .n5debe seguir así: l . � c7+, � xc7;2. § xa8. Con l . � g3 efectúa undobleindirecto. El juego debe seguir así:1 . � g3, � b6; 2. l!.xa8 , � xa8 ;3 . � f6+ (doble indirecto) � e7 ;4. � d5+, � e6; 5 . � f4 + y ahora qucel caballo ha dado jaque en casilla defen­dida y que no puede ser comido, elblanco jugad § xa8 ganando el caballonegro.Con l . � f()+ se cfectúa un doblem ixto. Segui ría, p robablemen te,1. � c7; 2. � xd5+, � b7; 3. § xa8,� xa8.Con 1 . �xd6 se realiza un dobleindirecto. Seguiría § xa8 y � xd6, ha­biendo ganado el blanco calidad y peón.Tras estas definiciones tocantes a la agresión de las piezas creo necesario paralos ulteriores desarrollos de este capítulo efectuar dos nuevas distinciones.Cuando una pieza ataca a otra lo hace ejerciendo su acción por las líneas ocolumnas o diagonales de su movimiento; mas precisamente dicho, la agresiónla dectúan las piezas en el sentido de su movimiento (el peón es la excepción, perotiene un sentido de movimiento de captura que es al que nos referimos ahora).Por esa razón diremos que la agresiónseefectúa por incidenciade unapiezasobreotra.Existe en toda agresión una pieza atacante y una atacada; como equivalente a estostérminos emplearcmos la dcnominación de pieza incidente y pieza incidida.En el ataque a una pieza existen dos casos distintos. En el primero la piezaatacante ataca sin ser atacada; decimos en ese caso que incide sobre ella o que hay
  • 246. TRATADO GEN ERAL D E AJ ED REZ 25 1incidencia de piezas; pero puede suceder que, al atacar, la pieza incidente resulteatacada a su vez por la incidida, en cuyo caso decimos que hay coincidencia (co­incidencia) de piezas y que la agr.esión se efectúa por vía coincidente. Estadistinción entre agresión por vía incidente y agresión por vía coincidente nosayudará a expresarnos y a formular reglastocantes a la agresión y a la defensa delmaterial. Es, pues, de interés recordarla.DIAGRAMA N° 377En esta posición, si juega el negrocon 1!1 d5 efectúa una agresión por víacoincidente contra la dama blanca, y lomismo sucede haciendo �d5 , bien queen este caso es mucho más fuerte laamenaza, pues obliga a jugar ª e4 en­tregando el alfil de h6 que la dama atacapor vía incidente. Con �xh3+ el blan­co ataca al rey por vía coincidente y alalfil indirectamente por vb incidente.Con 1!1b4 se ataca al alfil y la torre porvías incidentes. Con ª h8 se ataca alalfil por vía incidente. Con b5 se atacaal alfil por vía coincidente. Jugando elblanco tenemos en cambio que con �f4 ataca la dama por vía coincidente. Estecaso resulta instructivo. Si l . �f4, 1!1xf4, atacando la dan�a por vía coincidentey el alfil por vía incidente; 2. 1!1xf4, atacando al alfil por vía coincidente, l!.xf4y ahora no es posible gxf4 por la acción que la torre ejerce sobre el rey. Luego. enel caso ese no hay coincidencia entre el alfil y el peón de g3. pues este estáparalizado por la torre negra. Con l . tttf4 se provoca también coincidencia depiezas. Con ª d 1 se ataca la dama por vía coincidente.Como se ve, el ataque por vía incidente es unilateral y no entraña riesgo parael atacante. El ataque por vía coincidente es bilateral y entraña mayores riesgospara el atacante y sólo es condicionalmente posible. Si con un peón se ataca otropeón o con un alfil atacamos la dama, realmente no atacamos nada sino queentregamos una pieza (en un caso el peón, en el otro el alfil). Estos ataquesrequieren, pues, o bien que la pieza que promueve la coincidencia (o que ataca),esté defendida. o bien que la coincidencia sea sólo aparente y en realidad sereduzca a simple incidencia, lo que se produce cuando la pieza agredida estáclavada materialmente o cuando su cambio de ubicación proporcionaría unaventaja mayor.Tenemos aún una última distinción que efectuar. Por lo que hemos dicho enpáginas anteriores tocante al valor de las piezas, sabemos ya cuál es el valor deéstas. Según ese valor hay que distinguir en toda agresión tres casos: 1 0) la piezaagresora es menor que la agredida; 20) la pieza agresora y la agredida son iguales:y 3°) la pieza agresora es mayor que la agredida.Con esto tenemos que si el ataque o la agresión se efecnb por vía coincidente
  • 247. 252 ROBERTO GRALJentre piezas de igual valor, se propone un cambio de piezas, y que si por esa víauna pieza mayor ataca a una menor, se efectúa un sacrificio.Podemos, pues, asentar las siguientes conclusiones:1J Una pieza agrede a otra siempre que incida sobre ella sin haber coinciden­cia.2.1 Una pieza agrede a otra por vía coincidente a condición: a) de que la piezaagresora esté defendida (o en su defecto que la agredida esté clavada), y b) siempreque la pieza agresora sea menor que la agredida.3d Si por vía coincidente una pieza, suficientemente apoyada, agrede a otra deigual valor, se propone un cambio.4d Si por vía coincidente una pieza agrede a otra de menor valor, se efectúa unsacrificio.Sd Se efectúa un sacrificio también cuando una pieza, no defendida, escolocada bajo la incidencia de otra enemiga.6.1 Se efectúa un sacrificio cuando se coloca en lugar defendido una piezasobrela que incide una enemiga, siempre que la pieza agredida sea mayor que laagresora.En la mayoría de casos la ganancia de material se produce por agresión.Además de la ganancia de piezas o de material, la agresión directa o indirecta esuno de los más importantes resortes del mecanismo de una partida de ajedrez. Laganancia o pérdida de material desnivela de tal modo, en general, una partida quela agresión obliga a réplicas defensivas con las cuales se especula para lograrventaja. Cuando veamos el mecanismo de las partidas de posición se observaráesto a cada paso. Por ahora bastará la afirmación general de que la ganancia dematerial-como reglageneral-proporciona unaconsiderableventaja. Pero estaventaja no es siempre idéntica, sino que debe medirse en relación a su proporcióncon el total de las piezas. Así una torre de ventaja al iniciar la partida y existiendotodas las fuerzas, es ventaja menor a una torre en el caso de que sólo existan,además de ella, los dos reyes.Como fórmula general para la medida de la ventaja puede, pues, aceptarse lasiguiente:VM= VRFen la que VM representa la ventaja material medida por la cantidad asignadacomo valor a cada pieza, F (fuerza) la totalidad de las piezas del bando que llevaventaja, medida de igual forma, siendo VR un número resultante de los dosanteriores y cuyo aumento significa un aumento de la ventaja real. V R es laventaja real del jugador. Así en los casos antes citados tendríamos:En el l o (una torre de ventaja existiendo todas las piezas) 1 torre = SY2. LuegoVM = SY2. Todas las piezas = ( 1 rey = 4) + ( 1 dama = 1 0) + (2 torres = 1 1 ) + (2alfiles = 7) + (2 caballos = 6) + (8 peones = 8) = 46. Luego F = 46.
  • 248. TRATADO G ENERAL D E AJEDREZ 2 5 3VR1 1__ Algo menos de 1 /0 .46 92En e! 2° caso tenemos: VM=5Y2.Total de piezas: (1 rey = 4) + (l torre = 5Y2) = 9Y2 = F.5Y2VR = -- = Algo más de 4/0.9Y2La misma ventaja real, una torre (5Y2), representa más de cuatro veces más ene! 20 caso que en e! primero. Esto dice que a una misma ventaja materialcorresponde una mayor ventaja real según van disminuyendo las fuerzas, 0 , dichode otra manera: una ventaja material aumenta como ventaja real en razón inversaa la cantidad de fuerzas existentes. A este principio -relativo y sujeto a muchasposteriores correcciones como veremos- responde la teoría de la llamadasimplificación que más tarde estudiaremos. De lo dicho debe por ahora sacarseuna sola consecuencia: que la ventaja material significa una ventaja efectiva yaltamente apetecible.De ahí que toda agresión fuerce a la defensa y que los resultados de nuestraagresión deban ser medidos por la eficacia de las defensas que puedan sernosopuestas De lo que resulta que la teoría de la agresión debe empezar por unestudio de la defensa.CÓMO SE DEFIENDEN LAS PIEZAS AGREDIDASContra la agresión pueden ensayarse varias suertes de defensas que enumera-remos:1" El desplazamiento: La pieza atacada se retira.21 El sostén: La pieza atacada es defendida.}I La interposición. Se coloca una pieza entre la atacada y la atacante.4;1 Por anulación: La pieza es clavada impidiéndole ejercer su acción.5a Por contraataque: El atacado ataca a su vez otra pieza del adversario de igualo mayor valor que la que a él le ataca.6" Por cambio: Se cambia la pieza agredida por la agresora de igual valor.Veamos cada uno de estos casos separadamentel o Eldesplazamiento.- Consiste en retirar la pieza agredida. Esta es la defensamás general y en muchos casos la {mica posible. Es practicable tanto si el ataquees por vía incidente, como si se produce por vía coincidente; pero reconoce doslimitaciones.La primera se debe a la situación de! atacado. La pieza podría huir, pero notiene dónde; está encerrada y las casillas de huida están vulneradas.
  • 249. 254 RO B E RTO G RA UI HACI{AMA N ° 37H DIACRAMA N° .79Lasegunda se debe a la acción de la pieza agresoraque impide el desplazamien­to de la pieza atacada: la pieza está clavada. Por eso, encerrar una pieza o clavarlasuele significar su ganancia.En la posición del diagrama N° 378, el alfil ataca la torre negra, que puededesplazarse jugándola a las casillas señaladas por un punto. Si jugase ª a?, el alfilblanco quedaría aracado y debería ser defendido o desplazarse a su vez a cualquiercasilla menos a d? pues en ella sería capturado por la misma torre.La torre no puede ir ni a dI ni a f7, por cuanto sería caprurada por la torreenemIga.En el diagrama N° 379 el blanco acaba de jugar � b1 , atacando el caballo,que no pue(k ser desplazado porque esta clavado. Debe ser defendido con �e8o a6; pero en cualquiera de esos dos casos se ganaría elDIAGRAMA N" 3HOcaballo con a4 atacándolo nuevamente.En cuanto a los casos de piezas encerradas, suelenproducirse a menudo en las partidas de principiantes,existiendo un buen número de posiciones típicas de piezasencerradas con las que se especula en gran cantidad de. .CIrcu nstancIas.DIAGRAMA N° jH 1 DIAGRAMA N° 3H2 DIACRAMA Nn 3H3
  • 250. TRATADO G EN ERAL D E AJ EDREZ 255--------------------------------------------- ------ -------DIAGRAMA N° 384DIAGRAMA N° 385de esta manera:He aquí las principales:En el diagrama N° 380 el alfil está encerrado. Estáatacado y no puede moverse sin caer nuevamente bajo lasfuerzas de un peón.En el diagrama N° 38 1 el caballo está encerrado. El reylo ataca y toma las dos casillas donde podría moverse.En el N° 382 la torre, encerrada por sus propias fuerzas,es comida por la dama.En la posición N° 383, la dama, que ha comidoprobablemente la torre negra de a8, está encerrada, y serácapturada a la jugada próxima.El diagrama N° 384 muestra una torre encerrada porsus propias fuerzas y que será comida por el caballt".En la posición N° 385 la torre en igual circunstanciaserá tomada con el peón de b2.Si la agresión es doble, sólo puede defenderse pordesplazamiento de una de ellas, de modo que la dobledefensa requiere recurrir a otro procedimiento de defensaa) debe llevarse la pieza desplazada a un lugar desde el que defienda la otrapieza agredida sosteniéndola.b ) o bien debe llevarse la pieza desplazada a un lugar desde el que ataque otrapieza enemiga, contraatacando.c) o bien debe interponerse entre la pieza agresora y la otra pieza atacada.d) o, finalmente, debe anular a la pieza atacante, clavándola.Es decir, que la pieza que se desplaza debe realizar con respecto a la que quedaatacada una de las defensas enumeradas como posibles sin mover la pieza. Ycomola posibilidad de efectuar una de estas jugadas no es muy comlln en esascircunstancias, resulta generalmente un doble ataque que proporciona la ganan­cia.de una pieza.En el caso del diagrama N° 386 la torre blanca efectúa un doble que sedefiende mediante desplazamiento, jugando � f7 o � f5 (el caballo se mueve ydefiende el alfil); o con J2.f8 o J2.f4 (el alfil se mueve y defiende el caballo). Ladefensa de � f5 o � f7 permitiría seguir con ª fG atacando nuevamente ambaspiezas y ganando una.DIAGRAMA N° 386 DIAGRAJ1A N° 387 DIAGRAMA N° 388
  • 251. 2 5 6 ROB ERTO G RAUEn el diagrama N° 387 se muestra una posición similar; pero en este caso noes posible efectuar el desplazamiento de una pieza defendiendo la otra. En efecto,no es posible jugar lbe2 ni �e4 ni � e 1 ni � cS.UIACRAMA N u V)O[))ACI�MA Nu 39 1En el diagrama N° 388 la damablanca ejerce una agresión cuádrupleque se defiende de varias maneras: 1 ..,con lbf3; 2", con � h-g3: 3.., con � c­g3; 4.., con � e-f2 y 5.1 con � h-f2. Entodos los casos la pieza movida sostienea dos piezas y se interpone entre laatacante y la atacada. El ejemplo esinstructivo.Algo similar pasa en la posición deldiagrama N° 389. El negro con c6 de­fiende las amenazas de la torre blanca.2° El sostén.- Consiste en defender lapieza atacada con otra pieza de modoque no pueda efectuarse su captura sinque se pierda la pieza atacante. Despuésde la retirada es ésta la defensa máscomún; pero está sujeta a algunas limi­taciones que pasamos a enumerar.El rey no puede estar en jaque; luego,si es agredido no puede ser sostenido.Si una pieza menor incide sobre unamayor, esta no puede sersostenida, puesse perdería, en este caso, material. Sola­mente las piezas de valor menor o iguala la atacante pueden ser sostenidas. Elsostén de una pieza mayor atacada poruna menor se explica solamente porrazones ajenas a la posición de las piezasatacada y atacante.En las agresiones complejas el sosténes más difícil: es menester encontrar unajugada que sostenga a las piezas agredi­das o bien mover una de modo quesostenga a la otra según hemos visto enejemplos anteriores.En esta posición (N° 390) la torreataca al alfil de a4, que puede ser soste­nido con b3 (la mejor), o con ª a l , queno sería buena, pues el negro con ª b4ganaría el peón atacado dos veces (con
  • 252. DIAGRAMA N" 392DIAGRAMA N" .1.TRATADO G ENERAL DE AJ EDREZ 257alfil y torre) y que no podría ser avanzado por la acción delalfil negro sobre la torre de a l .En el diagrama N° 391 l a dama blanca ataca simultá­neamente tres piezas negras, pero todas pueden ser satisfac­toriamente sostenidas con �g6 o con � f3 o con � d5.En esta posición (N° 392) el blanco puede efectuarvarias agresiones, todas contrarrestadas por sostén. Así aª h8 seguiría g6; a ª h 1 , g5 a ª f4, g5 y a ª f5, g6. Si,en cambio, sejugase ª g 1 o ª g8 seguiríag6, defendiendoen todos los casos la pieza agredida.Finalmente, en la situación del diagrama N° 393, latorre ejerce una agresión doble sobre los alfiles y un peónblanco, y no es posible defenderse sosteniendo.Con f3 se sostiene el alfil de e4, pero se pierde el de h4con g3 se defiende el de h4, pero no el de e4. Tampoco esposible defenderse por desplazamiento, pues a Ji.g3 segui­ría ª xe4 y a Ji.f3 igualmente ª xh4. En esa posición sepierde inevitablemente una pieza.INTERPOSICIÓNConsiste en colocar una pieza obstruyendo la acción dela pieza atacante sobre la atacada.Esta defensa no puede efectuarse si la pieza agresora escaballo, o si el agresor es el rey o el peón, pues éstos atacanpor contacto inmediato. Es decir, quesólo es posible interponerse si la piezaincidente es alfil, dama o torre y siempreque la agresión no se efectúe desde lacasilla inmediata.Además:DIAGRAMA N" .�)4La pieza interpuesta debe ser de igualo menor valor que la atacante y debeestar sostenida. Si la agresión es por víacoincidente, la pieza agredida sirve desostén a la interpuesta. Sólo en el casoque la acción de interponerse impliquesimultáneamenle un contraataque indi­recto (por descubierto), pueden omitirseestas reglas de defens:1.Así, en el diagrama N° 394 puede ydebe taparse el jaque de alfil con la torre, a pesar de que esta pieza vale más queel alfil; pero esto es posible porque con ª g2 damos jaque al rey con el alfil ycomemos la dama negra.
  • 253. 258 ROBERTO GRAUEn casos de ataque complejo no esposible efectuar esta defensa sino deacuerdo con estas condiciones:1" que una de las piezas agredidas,que sea de igual o menor valor que laagresora, se interponga entre la piezaagresora y la otra pieza agredida, ocu­pando una casilla que se halle defendida;2.1 o bien, que la pieza interpuestadefienda a la otra pieza agredida;3" o bien, que al interponerse, la piezaefectúe un contraataque.DIACRAMA N° VJ5Es decir, que es necesario que lainterposicion de la pieza se combine conuno de los otros procedimientos defensi­vos.DIAGRAMA N ° .1 %DIACRAMA N ° .VJ7Por todas estas razones no se presentan muy común­mente las ocasiones en que sea posible defenderse de esamanera contra agresiones complejas. Además tiene entodos los casos la interposición un grave defecto. La piezainterpuesta viene a quedar clavada, pues no puede moversesin perderla piezacubierta, la que debe ser oportunamenteretirada o defendida, lo que significa una pérdida detiempo que debe estar justificada por la posición.En el diagrama N° 395, la torre ataca al alfil negro, quese puede defender por interposición mediante Ji.aS ytambién con ª aS, movimiento que por acción indirectaclava el caballo situado en la casilla g3.En el diagrama N° 396 la torre está atacando los dosalfiles, pero se defiende mediante una combinación dedesplazamiento e interposición, jugando Ji.a3.En este caso del diagramaN°397 1a torre ataca la dama,que no puede ser retirada porque el rey quedaría en jaque.Tampoco puede ser defendida porque como la torre valemucho menos que la dama (5 1 /2 contra 1 0) contra � f6seguiría ª xhS+. La dama sólo puede ser defendida porinterclusión, jugando � h6, y si a esto � g7, t!t gS+seguido de t!t g8+, ganando la torre.CLAVADAConsiste en privar de movimiento a la pieza agresora.Puede ello ser ejercido por los alfiles, las torres y la dama.Requiere que la pieza agresoray otra mayor que la agredidase hallen en la misma diagonal, columna o línea y que
  • 254. TRATADO G ENERAL D E AJEDREZ 25 9exista una pieza contraria de modo que,aprovechando esa circunstancia, puedaclavar a la pieza agresora, de modo quesu movimientosea imposible pordejarelrey en jaque, por recibir mate, o porperder material mayor.Los caballos y peones pueden serclavados con alfiles, torres y dama. Losalfiles por torres y dama y las torres poralfiles y dama.Todas estas circllnst:1ncias hacen que.esta defensa no sea aplicable sino de vezen cuando.DIAGRAMA �" .J� En el diagrama N° 398, el alfil blan-co ataca la torre de g8. Esta pieza puede. ser defendida con § e7, clavando el alfil.En el diagrama N° 399 el caballo no tiene escapatoriay está atacado con el alfil. Es posible, sin cmb:1rgo, defen­derlo colocando la dam:1 en f!id I , imposibilitando al alfilpor la acción de la dama negra sobre la dama blanca.En la posición establecida en el diagr:1l1l:1 N° !¡OO el alfilnegro ataca simultáneamente las dos torres blancas. Laagresión se defiende con § e l , impidiendo J1xd4 por§ e8++.Con esa doble agresión, el negro, en vez de ganaralgo, pierde una pieza y la partida.DIACRAMA Nn 400 DIACltAJ1A N" ÍOI
  • 255. 260 RO B ERTO GRAUD1AC RAMA N " !¡02 DIAGRAMA N° !¡03En la posición del diagramaN° 401 el negroataca los dos caballos con su torre.E l blanco puede defenderse jugando �e4, con lo que clava la torre agresora;pero, a su vez, el negro, clavando el alfil agresor con � b4, se asegura la gananciadel alfil.CONTRAATAQU EConsiste el contraataque, en estos casos de agresión a piezas, en efectuar unajugada que impida la captura de la pieza agredida, amenazando efectuar unacaptura igual o mayor, o bien dar mate.Así, en el diagrama N° 402 el blanco con �h3 amenaza el caballo de fS,pudiendo el negro impedir su captura a la siguiente jugada con �cS, atacandola torre, pues, si estando así las cosas, el blanco tomase el caballo, el negro tomaríala torre, ganando calidad.La pieza contraatacada debe ser naturalmente igual o mayor que la atacada,y es menester cuidar que la pieza atacante no debe estar defendida, o, si se halladefendida, la pieza contraatacada debe ser mayor que la atacada y contraatacantejuntas.En el diagrama N° 403 el blanco ha atacado el caballo que se halla atacadodos veces y defendido una sola. Amenaza ª xd6, �xd6 y �xd6, ganando unapieza. El negro piensa defenderse con � c4. Evita la agresión y contraatacaamenazando la torre y la dama. Contra esta agresión del negro, el blanco cuentacon un contraataque ganador. Juega �h3, amenazando, si � xb6, � h8++, ysi � f6, defendiendo el mate, �xc8+ seguido de �xc4.En el diagrama N° 404 tenemos que a �d6 atacando el caballo, el blancopuede replicar �e3 atacando la torre. Ahora, si el rey blanco estuviese en h2, esadefensa no sería posible, pues el negro tomaría el caballo con jaque obligando a
  • 256. TRATADO G EN E RAL D E AJ E O R EZ .LO !DIAGRAMA N° 404 DIAGRAMA N° 405perder un tiempo en la defensa de ese jaque, tiempo que aprovecharía para sacarla torre atacada de a7, con lo que habría ganado una pieza. Lo mismo pasaría sila torre blanca estuviese en h8, porque entonces, si �e3, �xe5 y a �xa7,�xh8, y el blanco habría ganado una pieza.En el diagrama N° 405, en cambio, puede efectuarse .,fbe3, pues si bienel blanco gana una pieza y el negro dos, la pieza ganada por el blanco es ladama (que vale 1 0) Y las piezas perdidas son un alfil y un caballo (que valenen conjunto 6 1Iz). Así, a �e3 el negro no podría contestar con .fl.xe5. Sicontestare � c5 oponiendo el alfil al alfil y amenazando ganar un peón, el blancopodría contestar � c6 contraatacando la dama en lugar de defender el alfil.DIAGRAMA N° 406CAMBIOEsta defensa consiste en comer lapieza agresora y defendida, con la agre­dida, y sólo puede efectuarse en algunoscasos, pues es menester que el ataque seapor vía coincidente y la pieza atacante(que está defendida) sea igual en valor ala atacada. Esta defensa puede, pues,efectuarla solamente una torre contrauna torre, un alfil contra un alfil, unadamacontra unadama un caballo contraun caballo o, finalmente, un peón contraun peón.El blanco, en el diagrama N° 406, hajugado �b7, provocando una agresióncoincidente con el alfil de a6 de lasnegras. El negro puede resolver esa sirua-
  • 257. 262 ROBERTO GRA Ución si lo cree conveniente con Ji.xb7, alo que seguiría H xb7. Si la pieza agre­dida fuese dama, no podría defenderseasí, pues se perdería la dama (que vale1 0) por el alfil (que vale 3Y2).En el diagrama N° 407 el blanco hajugado Ji.b2, pudiendo el negro contra­rrestar la agresión con Ji.xb2, a lo queseguiría � xb2, con lo que se habríancambiado los alfiles. Podría jugar tam­bién Ji.xg7, aunque esto sería malo,pues si bien no se perdería el alfil, seperdería el peón de "h7" Y la partida,pues si Ji.xg7, hxg7, y ahora no sepuede evitar H xh7 y H h8, ganando elJuego.DE LA GANANCIA INMEDIATA DE MATERIALHemos detallado las defensas posibles a toda agresión. En base de ello estamosahora en condiciones de poder juzgar en qué momento de la partida una agresiónes peligrosa y cll;Índo la misma carece de importancia.Ante todo hemos distinguido entre la agresión simple y la agresión complejaasí como también entre la directa y la indirecta.LA AGRESIÓN SIMPLELa agresión simple se traduce en ganancia de material en un tanto por cienroreducido de posiciones. Para que la agresión simple rinda ventaja material esmenester que la pieza agredida no pueda desplazar�e ni ser defendida, que nopueda cambiarse ni haya pieza en situación de intercluir la acción de la piezaagresora sobre la agredida, y, al mismo tiempo, que no se ofrezca tampoco laposibilidad de contraatacar ni de clavar la pieza agresora.Las agresiones simples más peligrosas son las de peones, pues si éstas seejercitan contra piezas de valor mayor (de caballo arriba) no es posible cambiarni sostener la pieza agredida, por razón de su mayorvalor, ni efectuar interclusión,porque la agresión se ejecuta desde la casilla inmediata. El ataque con un peónsuele obligar a retirar la pieza agredida, y si ésta carece de retirada, generalmenteestá perdida. Otra agresión peligrosa es la que se ejecuta clavando la piezaagredida, pues con ello se la priva de su más práctica y general defensa: la retirada.Suden también ser de graves consecuencias las agresiones indirectas -losdescubiertos- porque en general son de efecros inesperados, pero la verdaderafuerza de los descubiertos se manifiesta preferentemente en aquellos casos en losque la pieza movida colabora en el ataque, ejecutando a su vez una agresión que,unida a la que efectúa la pieza descubierta, nos pone frente a un caso que enajedrez denominamos agresi ó ll COlll lllt·j;l .
  • 258. TRATADO G EN E RAL DE AJ F D R EZ 263En resumen: que entrejugadores un poco ejercitados 110 suele presentarse sinomuy de cuando en cuando la posibilidad de ganar piezas por agresión simpleinmediata. Pero debe recordarse que la agresión inmediata es el fundamcnto dela agresión mediata, y la agresión mediata es uno de los grandes resortes del juegodel ajedrez, razón por la cual es menester que el dominio del juego al respecto noofrezca ni el más mínimo asomo de dificultad. La ganancia inmediata de materialdebe verse con claridad meridiana y con celeridad absoluta. Producirse unaposición que permita laganancia inmediata de material y ver lajugada precisa quenos llevará a la variante ganadora, deb� ser una misma cosa, algo inst;mdneo.A continuación damos algunos ejercicios al respecto, que el aficionadoestudioso puede extender a su gusto, construyendo por sí mismo posiciones deganancia inmediata de piezas. Además, este ejercicio de construcción de posicio­nes de ganancia de material le proporcionará una valiosa experiencia que lefacilitará en el futuro la construcción mental de tales posiciones en base de unaposición dada, hecho en que se funda la posibilidad de toda maniobra ocombinación para la ganancia mediata de piezas, y que se produce en gcneralvarias veces en toda partida de ajedrez.EJERCICIOSEn los ejercicios que siguen (salvo indicación contraria) jueg;lIl las hlancas yganan material.La solución exacta se halla al final del libro.JUECAN LAS NEGRASDIACRAM/ N° (¡OH
  • 259. 264 ROBERTO G RAUDIACRAMA N° 4 1 0 DIAGRAMA N ° I¡ 1 1DIACRAMA N° I¡ I.l DIAGRAMA Nu I¡ U
  • 260. TRATADO G EN E RAL D E AJ E D REZ 265DIAG RAMA Nu 4 1 4 DIAGRA�IA N u 4 1 SDIAC RAMA Nu I¡ 1 ú 01ACRAMA N u ..¡ 1 7
  • 261. 266 ROBERTO C RAUDJACRAMA N " 1( 1 H DJAC RAMA N° 1( 1 )DJAC RNvlA N° -120 [ ) JAC RAMA Nu 1(2 1
  • 262. TRATADO G EN E RAL D E AJ EDREZ 267-------------------_._---- ----- _._._.DIACRAMA N° !¡22 DI¡C{¡11A N° 423Como se ve, la ganancia de piezas por agresión simple se produce en casos depiezas que no pueden desplazarse, ya por estar encerradas (es el caso de losdiagramas N° 408 (11 4 1 5), ya por estar clavadas (casos de los diagramas N° 4 1 G,al 423) .Ambos ofrecen una forma absolura y una forma disyunriva. En la primeraforma la inmovilidad de la pieza agredida es absoluta: la pieza esd encerrada (casode los diagramas N° 408 y 409) o bien está clavada, no pudiendo moverse porhallarse el rey detrás (diagramas N° 4 1 G al 42 1 ). En otros casos, la inmovilidades relativa. La pieza encerrada puede moverse; pero se halla en una disyuntiva,pues donde quiera que se mueva será capturada (diagramas N° 4 1 0 al 4 1 5). Enesros casos, si es posible, conviene -por regla general- huir caprurando algunapieza enemiga (nos sirven aquí de ejemplo los diagramas"N° 4 1 3 y 4 1 4) .Si la pieza está clavada en forma relativa, puede moverse, pero el jugador esden la disyuntiva de dejarse capturar la pieza agredida directamente o, si la mueve,dejarse capturar otra pieza que, con ese movimiento, se descubre (diagramas N°420 al 422) . En esos casos conviene moverse si la pieza que se desplaza es mayorque la que se descubre (caso del diagrama N° 423) y conviene no moverse si lapieza atacada es menor que la que se descubriría con su desplazamiento (caso delos diagramas que llevan los números 420 y 42 1 ) .Esros casos de clavada relativa son ya e l principio de l a agresión compleja.LA AGRESIÓN COtvlPLEJAEstas agresiones a dos o más piezas al mismo tiempo son las más peligrosas ylas que deben ser más vigiladas. Pueden producirse de diversas maneras yclasificarse en tres órdenes distinros: 1 () Manera directa: Se mueve una pieza queataca simultáneamente a dos o más piezas adversarias. 2° Manera indirecta: Al
  • 263. 268 ROBERTO G RAUmoveruna pieza se efectúa una doble agresión por descubierto. El doble se da conuna pieza que no se mueve. 30 Manera mixta: La pieza movida ejerce una o másagresiones y con su movimiento se descubre otra pieza que, a su vez, ejercetambién su acción agresiva.Veamos cada uno de estos casos separadamente:l °) Agresión compleja directa.-En general son amenazas dobles ejercidas poruna pieza. Todas las piezas pueden dar dobles directos; pero los más temibles sonlos dobles de peón (denominados generalmente con el nombre francés deflurchette), los dobles de caballo y los de dama. El caballo, sobre todo, resultapeligrosísimo en este terreno yaque su acción no admite la interferencia de piezasy conviene, por lo tanto, prestar a esta pieza preferente atención.También son sobremanera temibles las amenazas dobles, cuando una de ellases una amenaza de mate, o cuando la agresión se combina con un jaquesimultáneo al reyenemigo, pues en estos casos, la urgencia en proveer a la defensadel rey hace que, a menudo, no pueda atenderse, como correspondería, a la otraagresión.20) Agresión compleja indirecta.-AI mover una pieza se efectúa una agresióndoble por descubierto. Solamente pueden agredir de esta manera los alfiles, torresy dama. Excepcionalmente puede agredir así un peón o un caballo, cosa que seproduce cuando se ha defendido indirectamente un doble, por ejem plo, clavandola pieza que da el doble. Entonces el atacante, evitando esa amenaza, daefectividad a su doble por medio indirecto.Véase este ejemplo:En esa posición, por medio de la jugada � fI , el blanco da efectividad a suflurchette, que el negro había evitado clavando el peón mediante ª e8.Pero estos casos se producen sólo en ocasión de agresiones directas previas.En general las agresiones complejas indirectas se producen en menor cantidadque las directas y, si se ejercen con pieza mayor que la agredida, permiten laDIAGRAMA N ° 424defensa en base de sostener solamente lapieza agredida. Toda agresión complejaindirecta es un descubierto con clavada.(Conste que nos referimos solamente aagresiones inmediatas). Estas agresionesson siempre mucho más temibles cuan­do una de las piezas agredidas es el rey.3°) Agresiones complejas mixtas.-Sonéstas las amenazas más peligrosas y lasque admiten más variedad de formas. Enellas se combina la agresión directa conla indirectay aveces se añade el detalle deque una, o ambas agresiones, son com­plejas, lo que determina una agresiónmúltiple cuyos efectos son en generaldifíciles de contrarrestar.
  • 264. TRATADO G ENERAL D E AJ EDREZ 269Los movimienros de caballo descubriendo la acción de alfiles o rorres son degran efecto, especialmente si una de las amenazas se dirige contra el rey.EJERCICIOSSiguen algunos ejercicios sobre agresiones complejas. En todos los casos el quejuega puede ejecutar una o variasjugadas que producen agresiones de esta índole.JUECA E l . NECRODIAGRAMA N° ¡í 2 )J U EGA EL B LANCO o E L NECROI N D I STI NTAMENTFDIAG RAtvlA N° 1Í27J UEGA EL NEGRODIAC R:MA N° 1Í2(,J U ECA EL B LANCO () EL N FC ROIN DISTINTAM ENTI:DIAG RAMA N" 42H
  • 265. 270 ROBERTO GRAUJ UEGA EL NEGRO J U EGA EL BLANCODIAC RAMA N° 429 DIAGRAMA N° 4jOJ UEGA EL rll.ANCO J UEGA El. NECRODIAGRAMA N° 4 3 1 D1ACRAMA NI> 4.U
  • 266. TRATADO G EN E RA L DE AJ EDREZ 27 1J U EGA EL BLANCO J UEGA EL N EGRODIAGRAl1A N° 433 DIAGIZ1MA N° 434JUEGA EL NECRO J UEGA EL BLANCODIAGRAMA N° I¡.l(,
  • 267. 272 RO BERTO GRAU------ --------- ----------------J U ECA EL NEGRO J U EGA EL N ECRODIACRAMA N° I¡n D1AC RAM! :--.:" - , )"J U ECA EL NECRO J U ECA EL N ECROOIACRAMA N° 1¡ 1J DIACRAMA N° 41¡0
  • 268. TRATADO G EN ERAL DE AJ E DREZ 273LA ENTREGADe la entrega en generaL- Hemos ya visto que, además de nuestra agresión,puede darorigen a gananciade material la entrega volunrariadel mismo por partede nuestro adversario.La enrrega de material puede obedecer a un error o a una combinación. Si seentrega una pieza o se permite que el conrrario realice cualquier otL1 forma deganancia de fuerzas sin compensaciones, se dice que ha habido error. Si se esperande dicha entrega compensaciones, se dice que ha habido sacrificio. Las compen­saciones pueden ser suficienres o insuficienres. Si son suficientes, se dice que elsacrificio efectuado es correcto; si son insuficienres, enronces el sacrificio dematerial es incorrecto y erróneo.El error.-Consiste -desde este punto de vista en que ahora estamos- encolocar una pieza en una casilla vulnerada, sin observar esta circunstancia. Estoserrores groseros no deben producirse jamás. Anres de colocar una pieza en unacasilla debe observarse cuidadosamente para asegurarse de que esa casilla no estéincidida por pieza enemiga, y, en caso conrrario, que esté debidamente defendida.Es menester practicar esta observación previa a cadajugada que se haga, hastaque se observe que el punro no ofrece ningunadificuhad. Con un poco de tiempoesta observación se hará a simple golpe de vista, de modo que bastar;l ll1irar conalguna atención una casilla para notar si está o no vulnerada y aun -con un pocomás de práctica-podrá juzgarse, de esa forma inmediata, el grado de seguridadque cualquier casilla ofrece por varias jugadas.Los ejercicios que pueden practicuse en este punto son los siguientes:l o) Repásense 4 o 5 partidas y al efectuar cada movida del negro y dd blancoejecútense mentalmente todas las jugadas con las que se pierde material. Alterminar este ejercicio con 4 o 5 partidas se notará que las jugadas con que sepierde material se reconoced.n en seguida, con lo cual se estará en condiciones deevitarlas.2°) Si se prefiere puede procederse de esta manera: repásense algunas partidasconduciendo como propias las piezas de un bando, sea blanco o negro, ) después,señalando cada casilla del tablero, obsérvese si está o no vulnerada por las piezasenemigas. Trate de efectuarse con rapidez este ejercicio señalando cada casilla,empezando por la izquierda y desde la primera línea y yendo hacia la derecha ydiciendo según se halla cada casilla; vulnerada, vulnerada, no, no, no, vulnerada,y así hasta terminar con las 64 casillas del tablero.Las situaciones en que hay peligro mayor de equivocarse son dos. Cuando seseñala una casilla vulnerada por una pieza clavada puede dejarse..: de ver que estáclavada y considerar la casilla vulnerada cuando realmente no lo está. El otro errorpuede cometerse al señalar una casilla en que coinciden varias piezas, pues e l l esecaso puede costar decidir si esa casilla está o no vulnerada.Véase en el siguiente ejemplo cómo debe procederse para practicH esosejercicios que recomendamos mucho, pues colaborarán con gran efIcacia a laformación mental del aficionado.
  • 269. 274 ROBERTO GRAUEjemplo:Tómese la posición del diagrama N°44 1 .Se irá procediendo de esta suerte:Casillas de mi campo (las de las líneas1 a 4).Línea 1: Casillaa1 no estávulnerada.b} no, e1 no, y así sucesivamente.Línea 2: a2 no, b2 no, ete., hasta f2,vulnerada, g2 no, h2 no.Línea 3: a3 vulnerada por una pieza(el alfil negro) y defendida por otra (elDIAGRAMA N° 44 1 peón); b3 no, e3 no, d3 no, e3 vulnera­da por una, defendida por dos, f3 no, g3no, h3 no.Línea 4 : a4 no, b4 vulnerada por una, defendida por otra, e4 vulnerada poruna, defendida por dos, d4 vulnerada por dos, defendida por una. En resumen,que en mi campo domino todas las casillas excepto f2 y d4.Casillas de su campo (las líneas de 5 a 8).Línea 5: a5 vulnero con una, defiende con una; b5, no vulnero; e5, no; d5 ,vulnero con 2, defiende con 2; e5, no; f5, vulnero con 1 ; g5, vulnero con 2,defiende con 4; h5, no.Línea 6: a6 no, y sucesivamente: no, no, no, no, no; g6, vulnerado con 1 ; h6,vulnero con una, pues no está defendida con el peón deg7 por estar éste clavadopor la torre de g l (puedo, pues, jugar �xh6)Línea 7: Empezando por a7; no, no, no, no, no, no; g7, vulnero con 1 ,defiende con 1 ; h7, no vulnero.Línea 8: No vulnero ninguna casilla. En resumen: en su campo domina élt,odas las casillas menos f5, g6 y h6 que domino yo.U na vez que haya practicado este ejercicio con varias posiciones hasta queresulte completamente fácil y exento de la menor dificultad, puede procederse demanera más sintética y rápida, haciendo las observaciones indicadas, de lasiguiente manera:Línea 1 : No está vulnerada (una mirada rápida basta para verlo).Línea 2: Vulnerado el punto f2.Línea 3: No está vulnerada (excepto a3 y e3).Línea 4: Vulnerado el punto d4, y así sucesivamente.
  • 270. T RATADO GEN ERAL D E AJ E D R EZ 275Estos ejercicios pueden parecer fastidiosos, pero realmente son muy cortos ymuy valiosos para desarrollar rápidamente una eficaz visión del j uego y sirven debase-corno hemosdicho-para evoluciones posteriores del concepto deljuego,pues en ajedrez superior el dominio de las casillas y la distinción entre casillasinvulnerables y vulnerables (inmediata o mediatamente vulnerables) desempe­ñan un papel sumamente importante, como a su hora veremos.Además, mediante ellos -y ése es su actual rol- se adquirirá un desenvol­vimiento de la visión inmediata que resultará sorprendente y hari de todo puntoimposible el error grosero de colocar piezas en casillas vulneradas y el errorequivalente de no ver que una pieza enemiga está indefensa y entregada.Cuando más tiempo se dedique a estos ejercicios, más rápido será elaprendizaje.Elsacrificio.-Consiste en entregar una pieza conscientemente, en la esperanzade conseguir, en caso de captura, buenas ventajas.Todo sacrificio se funda en un cálculo que puede ser correcto o erróneo. Anteun sacrificio, lo primero que debe hacerse es tratar de reconstruir el cálculo deladversario y criticarlo, observando su valor. Si se lo estima correcto, hay quepensar en la defensa en base de no tomar la pieza sacrificada, a no ser que de estose derive una pérdida mayor que la que resultaría de la aceptación del sacrificio.Si se considera que el cálculo efectuado por nuestro adversario es erróneo, sepuede tomar la pieza ofrecida.Este caso del sacrifIcio es complejo y requiere conocimientos mucho mayoresque los que tenemos actualmente, razón por la cual reservaremos este aspecto deljuego para otro capítulo.La entregaforzada.-Pero hay un caso de sacrificio que se diferencia fundamen­talmente del sacrificio de que venimos hablando. En éste la actividad, la decisiónde sacrificar, depende del que sacrifica, y el caso a que ahora nos referimos es elcaso del sacrificio o entrega obligada. En él la actividad depende del jugador que,con sus jugadas, obliga a su adversario a sacrificar materia.l. En el primer caso -que reservamos para otro capítulo- es el sacrificio voluntario, y el que ahora nosocupa es el sacrificio forzado, caso que es absolutamente opuesto al anteriory quees una de las formas activas y típicas de ganar material.La base de todos los procedimientos para forzar la entrega es una: b amenazade un grave mal que solo puede evitarse mediante sacrificio. Esta necesidad derecurrir a tan triste recurso obedece a una situación de fuerza estricta o bien aconsideraciones estratégicas, posicionales. Para nuestros fines interesa por ahorasólo el primer caso.Tenemos varias situaciones de fuerza estricta que se resuelven en ganancia dematerial. Veamos algunas de ellas:a) Jaques en los cuales el rey no puede moverse, pero sí tapar, aunque la piezaque puede tapar no estará convenientemente defendida. Con esa interdusión sepierde material y sólo es valiosa cuando mediante ella se pone el jugador encondiciones de efectuar una defensa del reyjaqueado. Lo general es que medianteesa entrega el rey adquiera la facultad de desplazarse.
  • 271. 276 ROBERTO G RAUb) Amenaza de mate. El jugador amenaza un mate que sólo puede evitarsemediante entrega de material.c) El jugador amenaza una pieza mayor, generalmente la dama, que se hallaen posición precaria, clavada o bloqueada. En muchos cambios la ganancia deEJEMPLOS DE ENTREGA FORZADAJ UECA EL BLANCO J UECA EL BLANCODIAGRAMA N° 4 4 2 DIAGRAl.1A N" I¡·HJUEGA EL BLANCO J UEGA EL BLANCODIACRAMA N° 4 4 4 DIAGRAMA Nn 4 4 5
  • 272. TRATADO G EN E RAL DE AJEDREZ 277material se logra obligando al cambio desventajoso de la pieza agredida (mayor)por la agresora (menor). Otras veces la agresión fuerza a efectuar una interclusióndeficiente, de la que resultará pérdida de material.J U EGA EL BLANCO J U EGA EL BLANCOD I AGRAMA N° -146j U ECA EL RI.ANCO JlIECA El. HI .:NCODIAGRAMA NI> -1-18 DIAG RAMA NI> 4ft9
  • 273. 278 RO BERTO G RAUDE LA GANANCIA MEDIATA DE MATERIALHemos visto lusta ahora: l o) el valor que tiene, para los fines del juego, laventaja de material; 20) el valor de las distintas piezas; 3°) cómo se ataca y cómose defiende el material agredido, y finalmente, 40) cómo se gana material pormedio de agresiones inmediatas.Sabemos ya que, de las clavadas, las fourchettes, los jaques dobles, las doblesamenazas y de otras formas de agresión, surgen las ganancias de piezas.Hemos observado que para ganar una pieza es necesario primero agredirla obien provocar un sacrificio del adversario. Asimismo, pueden producirse posicio­nes de ganancia inmediata de fuerzas por error del adversario; pero este casoescapa a toda previsión, correspondiendo a cada uno decidir, de acuerdo con laspeculiaridades de la posición, si una entrega es un sacrificio voluntario que buscaciertas compensacionés, o es un error. Por ahora sólo nos interesan las gananciasde material provocadas por el bando que lo gana, por medio de agresiones directaso indirectas o mediante maniobras que fuercen la entrega. Hasta ahora nos haninteresado las posiciones de ganancia de material. Ahora nos interesa observarcómo se maniobra y se combina para llegar a esas posiciones.LOS DOBLESC()MO SE PROVOCAN Y C()MO SE ESPECUlA CON lAS POSICIONES D E"FOURCHETn�"Sabemos que laj(JUrchette es simplemente la amenaza directa de un peón sobredos piezas enemigas. Para poder realizarla es necesario que esas piezas estén en lamisma línea, separadas entre sí por una casilla. Si la agresión implica coinciden­NECRAS: R. CRAUBLANCAS: CARefA VERADIAGRAIvlA N° 450cia, es necesario, para que el ataquetenga éxito, que el peón esté apoyadodirecta o indirectamente.Difícil es, entre jugadores mediana­mente experimentados, que en el trans­curso de una partida se produzcan es­pontáneamente posiciones donde surjanganancias de piezas. Estas son casi siem­pre producto de errores pequeños deladversario, quees necesario explotar con­venientemente, mediante maniobras tác­ticas más o menos complejas, para que setraduzcan en ganancia de material.En esta posición las negras jugaron3. . . .. . , cxd4, y las blancas continuaroncon 4. � xd4, que es un grave error,pues permite la realización de unafour­chette muy típica, ya que el peón está
  • 274. TRATADO G EN E RAL D E AJ E D REZ 279apoyado indirectamente por un evenrual jaque de la dama en a5. La parridasiguió: 4. . ...., eS (no 4. ....., "fti3S+! a causa de l!.d2 saliendo de la posicióntípica): S. l!.xeS y "ftiaS+ ganando la pieza.Otro interesante ejemplo de fourchette producido por un error serio delperdidoso es el siguiente:En esta posición las negras tienenamenazada una pieza y jLIgaron l!.b6?lo que originó pérdida de material. Bec­ker ha visto una combinación y no hacalculado que, si bien se libraba median­te ella de lajourchette, se bloqueaba unapieza propia, que más tarde caería pormedio de una simple agresión.Veamos: 1 1 . .....,l!.bG?; 1 2. @ xbG,axbG (si l!.xc4 se retomaría el alfil conel caballo de b6, ganando la pieza sincomplicaciones); 1 3. dS (la flurchette),@ aS (ensayando uno de los sistemas dedefensa contra las agresiones: el contra­ataque); 1 4. l!.d3 (la jugada justa. S idxeG, @ xe4; 1 5. exf7+, � f8, ya quesi �xf7 seguiría "ftidS+ ganando lapieza porjaque doble) , l!.g4 (sacando laotra pieza agredida); 1 5. b4 (efectuan­do una agresión simple al caballo, que noN F C I{¡S: REc¡..: mB l .ANCAS: CAN.IIOSI U (JN DESPUÉS DE l.A J l lCAI lA 1 I DEI .BLANO)DIACRMIA N° ·i i Itiene retirada), "ftif6. Si ahora las blancas se engolosinaran inmediatamente conel caballo, seguiría t!ic3+ , haciéndoles perder el enroque. Pero como la posicióndel caballo no ha variado con esta agresión (lo mejor es evitar dicho contraata­que), 1 6. O-O, y en esta posición es imposible evitar la pérdida de la pieza. Laflurchette, derivada en copada de la pieza, ha dado sus frutos..Era indudablemente �l�jor.para Becker,haber jugado en la posición deldIagrama, contra la agreslOn SImple del peon dama, 1 1 . ....., J1b4+, peroigualmente las blancas hubieran logrado ganar material mediante 1 2. @ xb4,J1xe4 (no @ xb4 a causa de "ftia4+ seguido de "ftixb4 defendiendo el alfil, o dedS si el caballo se retira repitiendo lafourchette) ; 1 3. @ xeG, bxc6; 1 4. � e2, dS(si l!.bS, a4, ganando el alfil, ya que si l!.a6 seguiría "ftixe6+ y luego �xa G);1 5. b3, dxe4; 1 6. "ftixe4+, �e6; 1 7. "ftixe6+, lo que llevaría a la ganancia deun peón.UN EJEMPLO MÁS COMPLEJOEl ejemplo que ahora damos es más interesante e instructivo. Veremos cómoFernández Coria explota una posición de fourchette para lograr ganar materialpor medio de esa situación. La idea para proyectar la combinación surge por la
  • 275. 280 RO B E RTO G RAUNEC RAS: GRAUBLANCAS: FERNÁNDEZ eORIADIAG RAMA N° I¡S2NECRAS: S U B I RÁB LANCAS: C lvU(OSleION nEsruI�s DE LA J lJGADA 1 4 DE LAPARTID ADIAGRAMA N ° 15jposición provocada por el negro con suúltima jugada, que fue eS. Las blancas,para hacer efectiva la amenaza sobre esepeón, deben desalojar la dama, que es lapieza que coopera con el alfil en suapoyo. Si fuera posible jugar @ e4 in­mediatamente, se ganaría, pero el alfilestá ocupando el cuadro fuerte de laposición..Las blancas, con esta base, idean lacombinación. Ven la posibilidad de sa­car el alfil mediante una jugada agresiva,entregándolo a cambio de un peón, ob­servando que luego podrán recuperar lapieza manteniendo ventaja material a sufavor y juegan: 1 . Jlxf7+, ª xf7;2. @ e4! (la inversión de jugadas nosería tan feliz ya que si primero dxeSseguiría Jl xe5 ; 3 . @ e4, Jl xh2+;4. @ xh2 [si � xh2, �e7+] , � e7) ;2. . . . . , �e7; 3. @ xd6, �xd6; 4. dxeS(la famosa fottrchette), �e7; S. ex f6,�xf6; 6. �e3, con un peón de m;is.Finalmenteveremos un nuevo diagra­ma de jourchette ganadora provocadapor medio de amenazas de otra índole,que llevan necesariamente a esa posi­ción.En la posición que sigue nada permi­tiría suponer que las negras tienen unapieza matemáticamente perdida. Hanprovocado al alfIl blanco medianteJld6y las blancas idean una combinación queha de reportarles la ganancia de unapieza. Parecerá a primera vista difícilhallar esto; pero no lo es tanto teniendola idea de la fourchette perfectamentearraigada.Supongamos que no existiera la amenaza de Jlxf4 de parte de las negras ypronto veríamos que mediante h3 se obligaría al alfil a retirarse a hS poniéndoseen la posición típica para la fourchette: dos piezas en la misma línea, separadasent re sí por una columna, y esto permitiría jugar g4 ganando la pieza.Si se jugara Jlg3, las negras mediante � xg3 se zafarían de todos los riesgos,
  • 276. TRATA DO G EN E RA L D E AJ FDREZ 28 1y esto sugiere a las blano.s la jugada 1 5. �c4 que apoya al alfil y acentúa lasamenazas, ya que el alfil de g4 queda bajo los fu�gos de la dama enelll iga.Veamos la continuación: 1 5. �e4!, �xf4 (SI 1 5. ....., � g7; 1 6. .fl.xdG,� f5; 1 7. � f4, � h5; 1 8. �h4, ganando. Si 1 5. ....., Jlh5; 1 6. g4!, e1ataque de jo11rchette); 1 6. �xf4, § g8; 1 7. h3, �h5; 1 8. g4, � h4 (unültimo recurso: sacar el caballo de la posición mala mediante una jugada decontraataque) ; 1 9. �h6, �g2+; 20. �fl , �xg4; 2 1 . hxg4 , § xg4 ; 22. § h2,§ gG; 23. �xh7, etcétera.A estas posiciones defourchetteque hemos visto y analizado podremos sumaralgunas que también han sido la base medular de la victoria o del ejemplo dadoen anteriores capítulos. Obsérvese así el diagrama N° 1 34 Y se ved una pequeñacombinación de apertura muy usual y característica, cuya base de practicabilidaddescansa en unajourchette (d4) . Asimismo, tenemos el diagrama N° JI¡ 1 del finalde Dorash en el que las hlancas realizan una bonita combinación especulando enuna posición de JOllrchette a la que se suma la coronación de un peón o sea elacrecimiento del propio material, tema que más adelante trataremos.Los DOBI .ES D E CABALI ,OAl correr las anteriores p;ígi nas se habd observado la importancia que elcaballo tiene como pieza gestora de jaques dobles y de recursos extraordinariospara salvar posiciones aparentemCnte muy d i fíciles. Su acción puede hacersesentir con m ayor dlciencia en ciertos cuad ros característicos dd tablero, pero encualquier punto suelen producirse posiciones típicas de ganancia de pieza,mediante su acción simultánea.Antes de mosrrar ejemplos típicos de: dobles de caballos que suelen proporcio­nar la ganancia de piezas, encarecemos al aficionado que repase los diagramas quea continuación señalamos, para que observe la influencia que la acción de estapieza ha tenido en el desarrollo de las combinaciones realizadas en los mismos.En el diagrama N° 1 02 ofrecimos una posición en la q ue enseÍl amos larelación entre las jugadas y las respuestas. Se observad una posición que se salvamediante un jaque triple simple y directo, en cS. El di;-¡gr;-¡ Illa N° 1 07 nos muestrauna posición en la que las blancas dC:Den coronar su peón y ped i r un caballo dandojaque doble para evitar un mate en e7. En el d iagrama N° 1 1 3 hay ya un ejemploun tanto más complejo, en el que la posic ión del doble 1 1 0 existe, pero debeprepararse p;-¡ra evitar un mare aparentemente inevitable. Se juega § xh7+ p;uasegui r a � xh7 con � g5+ doble, ganando la dama. El d iagrama N° 1 1 6 nosmuestra a su vez una posición un poco más d i fíci l, en la que también se lograganar material y asimismo salv;-¡r una posición de lTlate aparentemente inevitablemediante un jaque doble provocado con dos elegantes sacrificios de to rre y peón.La solución es l. ª xe5+ (doble de torre), � xe5 (t.lI1 ica) ; 2. f4 + (jollrchetlc) ,�xf4; � e6 jaquc doble ganando la dama. Si 2. ....., � xf4 ; 3 . � d3, igual-mente jaque doble, ganando la dama.En todos ellos, los dobles han terminado cn ganancia de material y asimismo
  • 277. 282 R O B E RTO e RA l!han servido para salvar situaciones delicadísimas. Mencionaremos aún otros dosexpuestos en páginas anteriores, como ejemplos de otras características del juego,que asimismo ofrecen notable illlerés y una mayor profundidad para familiarizaral lector con el terna que tratarnos, y observar cómo se procede para llegar,teniendo como norte el jaque doble de caballo, a posiciones de inevitableganancia de material.LJ no de dIos es d diagrama N° 289, en el que las blancas, por omitir y no tenerpresente la posición cuacteríslica del ja4ue doble en f2, dejaron de ver unacombinación 4ue habría proporcionado ganancia de material. Repitiendo elanálisis que se da al pie dd diagrama se llegad a observar la verdad de estaafirmación. El segundo es el diagrama N° 290, que es mucho más complejo porcuanto el doble <.k caballo que da la victoria y que es la clave oculta del final estáhermanado primero con un bonito sacrificio minando el sostén de la dama, yluego con una posición de mate en D. Pero debe tenerse presente que fue el jaquetriple el causante de la victoria del blanco, ya que de no haber existido éste. contra3. @ f6+! habría podido seguir � g6.MostrarelIlos ahora alguna otra posición característica de la ganancia dematerial mediante doblc.:s de caballo en posiciones que suden presentarse conBLANCAS: NOC U (�SDIACRAMA N° tIjtlfrecuencia en el correr de las partidas.En esta posición las blancas acabande jugar ttf34 defendiendo el peón ata­cado de d4, sin observar 4IJe por mediode una maniobra de ja4ue doble con elcaballo, adornada por un fácil y clarosacrificio transitorio de dama, pierden elpeón central. Veamos: @ c3 (atacandola dama y amenazando @ e2+ ganandod peón con el caballo. Si �xc6 seguiríattfxd4 y luego @ xeS . El blanco decidejugar ttfc4, evitando @ e2+ y conti­nuando en la defensadel peón, sin adver­tir que mediante una inversión de lamaniobra sobre el peón débil, las negraslo ganan). El partido siguió con ttfxd4y, contra ttfxd4, las negras con @ c2+ganaron el peón.Este es un ejemplo simple de ganan­cia de material, pero hemos querido darlo para preparar al aficionado para otrosde mayor enjundia. .En el diagrama siguiente se ve una posición de una partida en la que las negrasjuegan y elaboran una posición de ganancia de material especulando en dosdetalles fundamentales: uno, el que estamos estudiando, y el otro, que nace delataque a la base de apoyo de las piezas, que trataremos más adelante, pero quehemos observado al correr estas páginas.
  • 278. TRATADO G EN ERAL DE AJ EDREZ 283Las negras tienen una amenaza apa­rente de ª xg2+ seguido de @ cS conjaque descubierto, pero las blancas pue­den evitar la agresión doble cubriendo eljaque con la pieza agredida (�f3) omejor aún ��d5!. Visto esto las negrascomienzan a especular en la posición dela torre inmovilizada en el apoyo a ladama, lo que hace que virtualmente laoctava línea esté indefensa y juegan1 . . . . .., ª e l +; 2. � h2 (única para noperder la dama). Parece que esta jugadahaya anulado la acción agresiva de latorre, pero ahora aparece el doble en lacaracterística casilla f2, como elementocontinuador de la maniobraganadora dematerial. Las negras siguieron con2. . . . .. ,ª h 1 + entregando la torre, siempre es­peculando en que la torre no puede sercapturada por su situación de pieza sos­tén de una fuerza más valiosa que laentregada, y que por ello el jaque doblecon el caballo es inevitable. Debe cont i­nuarse con 3. �xh 1 , Y 3. . . . . ., @ f2 +gana la dama.Este ejemplo nos muestra cómo seprovoca una posición de ganancia dematerial mediante undoblede caballo, ylovalioso que es este recurso como elementotendiente a desnivelar las posiciones.Finalmente un notable ejemplo dejaque doble ganador de material lo tene­mos en este final compuesto. Aparente­mente no es posible esto ya que no haycaballos en el tablero, pero no debemosolvidar que hay un peón en séptima y---- - --------- - ---------- ----N EG RAS: G UTMAYERBL.ANCAS: C.DIAC RAMA Nn !¡jjZAIIOWEJ U ECAN LAS BLANCAS Y CANANDIACRAMA Nn !¡j(,que éste puede coronarse en la pieza que más le convenga.Esto permite idear la siguiente combinación g:madora de material. Observeseque ahora hay igualdad absoluta de piezas mayores y que las blancas sólo tienenun peón más. Esto es interesante para observar luego cuál ha sido el beneficioderivado del cambio.La mani�bra esasí: l . ª f8 +, ª xf8 (si � xg7 seguiría ª xa8); 2. �xh7+!!(sacrificio indispensable para poner al rey y a la dama en la posición característicapara recibir un jaque doble de caballo dentro de la circunferencia de su radio de
  • 279. 284 RO B E RTO (; RA UA. TROITZKYj U I:CAN LAS BL.ANCAS y CANA NDIAC¡uMA N° 1¡ ,)7acción), �xf7; 3. g7xf8= � +! dando do­ble y ganando.Finalmenre, como ejemplo menosusual, pero muy instructivo, ya que esun recurso exreaordinario emanado de lapoderosa acción dinámica del caballocomo gestor de jaques dobles, examina­remos un final compuesto de Troitzky.La solución del final es difícil, perotodo gira en la serie de jaques dobles queel caballo blanco puede dar, para ir pro­tegiendo, medianre este notable recurso,el avance de su peón de g6.La primera jugada es g7, amenazan­do coronar el peón. Las negras debenreplicar fig6, ya que si fid8 seguiría� f8 y conrea fid5, lbe6. Entonces sejuega asÍ. l . g7, fig6; 2. � f8 (defen­diendo el peón indirectamenre por el jaque doble del caballo, y además, atacandola dama), fixg3; 3. lbg4!! (el recurso de notable ingenio para colocar a la damaen una posición donde el jaque doble o la coronación del peón sea inevitable),�xg4; 4. � d7 + , � d6 (única para evitar un doble directo); 5. � f6! (atacandola dama y amenazando g8= � , etcétera), �xg7; 6. � e8+ doble.Los DOBLES D E AH lLEl alfil, como piezaágil que es, ofrece muchas posiciones en que los dobles sonposibles y fáciles de provocar. Hemos visto antes, en el transcurso de muclusparridas y diagramas, posiciones en que la acción de los alfiles se ha hechomanifiesta. El diagrama N° 1 26 ofrece una interesante celada poniendo a la damaen una situación encerrada para tentar al adversario a la captura de la misma.Lograda esta posición, por medio de un jaque doble del alfil (lbxf6) se obliga atomar dicha pieza, y se hace posible un instructivo mate.Generalmente los dobles de alfil se producen en f7 y f6 ó eG, y en la mayoríadL ocasiones se desprende de los mismos ganancia de calidad o peones. Como losotros dobles, difícilmente se presentan espontáneamente, y deben ser elaboradosen ciertas posiciones típicas. Un reyy una dama en una mismadiagonal; una torrey una dama, o un reyy una torre, así como dos torres, son generalmente tema paraque un jugador pueda planear una combinación tendiente a ganar material sidispone del alfil que actúa en esa misma diagonal.SOI1 éstos los tipos de doble más peligrosos para quien los recibe, por cuantosolo se dispone del recurso de obstruir la acción de la pieza que ataca o retirar unade ellas por medio de un contraataque. No es posible retirar una defendiendo laorea por cuanto b pieza agresora es de menor valor que cualquiera de lasagredidas.
  • 280. TRATADO G ENERAL D E AJEDREZEn camhio un doble a una dama y uncaballo, porejemplo, ofrece grandes pro­babilidades de retirar la dama protegien­do el caballo.Veamos alguna posición en la que seelabore ganancia de material, especulan­do en un eventual jaque doble de alfil:En esta posición las blancas tienen uncaballo a cambio de tres peones y unaequivalencia absoluta de las otras fuer­zas. Esto lleva al convencimiento de quematerialmente la posición es equivalentepero ambos adversarios tienen amenazasdistintas y comienza a desnivelarse laNFCRAS: KOU SCl Iposición. II I .ANCAS: I IARRWITSLas negras están amenazando�xe2+ DlACRAMA N° I¡ ,)H285o ª xe2+, especulando en la abiertasituación del rey blanco. Kolisch debe,pues, buscar una agresiva y apremiante jugada de contraataque o apoyarpenosamente el caballo atacado. Entre los dos planes conviene siempre buscar elque involucre iniciativa y signifique una agresión al bando enemigo.Observe el lector que la dama y el rey negros están en una misma diagonaly que existe el alfil blanco que actúa en ella. Inmediatam�nte, de acuerdo connuestras indicaciones anteriores, debe buscarse de sacar provecho de dichasituación y surge el inconveniente primero, que es la ubicación de la torre queimpide la colocación del alfil en f4, lo que significaría un jaque doble de alfil.El razonamiento es pues, ahora muy lógico: debe sacarse la torre pero no esposible realizar una jugada pasiva con esa pieza por el apremio de la amenazanegra de ª xe2+ o �xe2+, y sólo un jaque con esa pieza podría paralizartransitoriamente la amenaza de las negras y quizá dar pie al jaque doble de alfil.Inmediatamente el aficionado ve, razonando en esta forma clara y simple, queª f6+ reúne todas las ventajas, pues a lavez de dar juego al alfil obliga a las negrasa demorar su plan agresivo.El final se gana, pues así: l . ª f6+, gxf6; 2.�f4+ doble ganando la dama portorre y alfil, lo que significa, sin considerar la ventaj:t estratégica, 1 0 conrra 81f2.E 1 diagrama N° 459 corresponde a una partida jugada entre Anderssen y VOIlder Lasa. El ex campeón mundial está un tanto mejor por la preponderant e acciónde su alfil en la gran diagonal y proyecta un:t combinación especulando en laacción de dicha pieza sobre el punto f3, ideando una combinación de sacrificioque ha de terminar en un jaque doble de alfil.La torre defiende ese peón, como asimismo esrá evirando la jugada � f2+. Lamovida � xf3 obligará a jugar ª xf3 para no perder marerial sin compensación,y en ese caso la torre quedará clavada, dando lugar al jaque ganador en f2combinado con el doble en f3, y la partida, una vez proyectado el plan, siguió así:
  • 281. 2861l 1.¡NL:S VON D EI{ lASADIAC ltAMA N" 15)ROBERTO G RAUl . � xf3, § xf3; 2.� f2+, � h 1 ; 3.�xf3+ obligando a �xf3,que pierdeen seguida.Los DOBI .ES DE TORIU:Son estos dobles menos usuales, perotambién muy peligrosos, y en el trans­curso de los innumerables ejemplos quehemos ido deslizando en otros capítuloslus lectores habrán podido apreciar lanotable diferente gama de los mismos.Antes de mostrar alguno típico señalare­mos los diagramas anteriores en que sehan producido dobles de ese tipo, enca­reciendo al aficionado que vuelva atrás yrepase los mismos.En el diagrama N° 1 04 vimos unaposición de mate aparentemente inevi­table, que sólu salva la jugada ª ;13, obstruyendo la acción de la dama sobre elpunto a l , y adends dando un jaque doble por estar la dama en la misma columnadel rey y no haber ninguna pieza entremedio. Los dobles de torre son, pues, enlas columnas o Iínea�� y cuando existen estas piezas en el tablero, debe tenerseprudencia al colocar dos o más piezas en una misma columna o línea, sin sudebidu apoyo.El diagrama N° 290 es una magnífica combinación de jaque doble de torre,especulando en la posición de sostén de la torre deeS que impide capturar la torrejaqueadora, so pena de perder la dama. Más fino y bonito, el final del 334 deKubbel en una de sus dos variantes principales tiene la idea madre de dar un jaquedoble de torre. Después de l . �c2+, � dS; 2. � h7!!, �xh7; 3. ª xaS+,� d7; 4. ª a7+, se llega a una posición de jaque doble que ha permitido a lasblancas ganar material, ya que para conseguirla han sacrificado la dama, pero hancapturado un alfil y la dama enemiga.En este mismo capítulo de la ganancia de piezas hemos también observadoalgunas posiciones características de ganancia de material, por medio de jaquesdobles de la torre y aun de amenazas dobles a dos piezas simult;ineamenre, queno pueden defenderse entre sí. Observaremos el diagrama N° 460 en el que nose ve f<kilmente cómo podrá producirse el jaque doble de la torre. Se origina enel mismo una espléndida conjunción defourchette, de doble de caballo y de doblede torre, que l leva a la ganancia inevitable de material.La primera movida de las blancas es ª h7, para evitar ª xg8, jugada quedejaría a las negras con las mejores chances de victoria. La base de esta jugada desacrificio finca en la amenaza de jourchette contra ª xgS por f7+. La soluciónes así: l . ª h7, cxf6; 2. ª e7+ (la jugada clave de las amenazas de jaque doble
  • 282. TRATADO C EN E RA L DE AJ ED REZ 287K . A . 1 . K U I lI F ILJIAC ICI lA i<" ,¡(,O:-l E C H A S : IIIAC K l I l 1 l� � F---------- --------_.-con la torre, que son mUl usuales en laocrava y séptima línea) , � d8; 3. Él a7!,�e8 (si Él xg8 habría seguido Él a8co n jaque doble y g:lIlando la torre) ; 4.� h6, � d8 (no es posible mover latorre por la amenaza de Él a8 +); 5.� f7+ , � e8; 6. � h8! (maniobra IInÍ­sima para buscar una co nj un c ión de lasamenazas deJaqlles dobles de la ro rre y elcaballo ) , � d 8 ; 7. Él a8+, � e7 ;8 . � g6+! rematando e l j uego co n undoble de caballo.Hemos visto j aqlles dobles de torresy anteriorment e algu n as amen azas do­bles de piezas. Veremos ahora un típicodoble a dos piezas, provocado para darlugar a una de las co mbi naciones másgrand iosas que registra la histo ria delajedrez. Observaremos có mo no siem­pre estos jaques llenan su objetivo ysacaremos una provechosa !Lccióll: apren­deremos a desconfiar de los aparen teserrores de 1l 1leSUO advers:uio y a nodejarnos arrastrar por la tentación deestJ.s dobles amenJ.zas que, a menudo,encierran peligro s grandes. Bie n es ciertoqu e era difícil J.preciar la surileza de lacombinación que cnseJÍar e ntos, perotambién es cierto que m llchJ.s veces, e nposiciones claras, el aficionado qu iererealizar j ugadas aparentemente eviden­tes, y en lugar de ganar material , pierdeB LANCAS: ZLJ KElU( )IU la partidJ..IOSICI()N OESIUI�S DE l .A J I H ;ADA 2 5 D E LASEn esta posición las negrJ.s J. mellazJ.nBLANCASÉl e2 dJ.ndo u n doble co n la torre a laDIAG RAMA N" I¡( IdJ.ma y al alfIl. Es éste uno d e los tipos d edobles a l l1 e n J.Z3.S en l a séptima l ínea, m:lscorrientes. Veremos ahorJ. que el gran Zukertort permitió d ar este doble p3.r3.realizar una combinación de not3.ble profund idad. L3.S negras jug3.l"on 25 . . . . .. . ,Él e2 y se inició la m3.gnífica serie de juga(bs previstas por el blanco: 26. gxh7+ ,� h8 (si � xh7 segui ría Él h3+ y luego t!i h6, sacJ.IH.lo la d3. lll a 3.tac3.damediante un agresivo co ntr3.ataque) ; 27. d 5 + , e S ; 28. � b4!! (13. clave de lacombinación. Esta entrega de dalll J. trJ.nsforlll a U IU posición J.paren tenten teperdida en una brillante victoria) . 28. . .. . ., Él 8e5 (si tfxb4 segu i ría mJ.te en
  • 283. 288 ROBERTO GRAUsiete jugadas mediante 29. �xcS+, � xh7; 30. § h3+, � g6; 3 1 . § f6+,� gS; 32. § g3+, � hS; 33. § fS +, � h6; 34. �f4 + , � h7; 3S. ª hS++. Si3 1 . ....., � g7; 32. § g3+, � h7; 33. § f7+, � h6; 34. � f4+, � hS;3S. § h7++); 29. § f8+! (o t ro sacrificio excelente qlH: tiene por objero, comoel anrerior de la dama, sacar la dama negra de la defensa del peón dceS para ubicarel alfil que será el ej<.: d<.: la vicroria) , � xh7 (si 29. . .... , � xf8; 30. .f!.xeS+,� h7; 3 1 . �xe4 + , etdrtra); 30. �xe4 + , � g7; 3 1 . �xcS+! (n uevo brillanr<.:sacrificio con el que el blanco remata su magnífica maniobra de contraataquecontra la amenaza pri mera de pérdida de material) , � xf8; 32. lbg7+! Y lasnegras abandonaro n , por cuant o contra � xg7, perderían la dama, y contra�xg7, seguidJ. �c8 con mate.Los DOB LES DE DAMAEs la dama una de bs piezas l11;lS valiosas para dar jaques dobles o para originardobles amenazas. Su enorme dinam ismo le bri nda la posibilidad de atacarsillluldn<.:;}mente varios puntos, por lo qu<.: su acción es muy eficiente y puedeprovocar la ganancia de material de las nds diversas maneras.En el t ranscurso de los diagramas que ames, con diversos motivos, hemosmostrado, han existido varias man iobras típicas de dobles jaques y de doblesamenazas de la dam a. Repasándolos aho rraremos la inserción de una serie dediagramas con ese objeto. El d iagrama N° 3 1 8 muestra una posición de fi nal enel que el secreto de la victoria estriba en dar un jaque doble con la dama, deacuerdo con el amplio comen tario que lo acompaña. La solución comentada nosmuesna el pwo.:dimiento, que es la bas<.: de b mayoría de los fi nales compuestosy de Illuchas part idas vivas.Igualmente en el d iagrama N° 328 b victoria la brinda una amenaza de doblesacrificando la pieza que lo da; pero especulando en una posición de mate quehace imposible su caprura. Asimismo, en el diagrama N° 330, todo el procedi­miento del flnal riene por norte colocar al rey en una diagonal coincidente conla dama o en la columna que coincida igualmente con la que ocupa la damaenemiga, para luego dar el jaque doble ganador. El diagrama N° 333, en cambio,esd ofreciendo una cdada en la que se provoca un jaque doble con la dama pararealizar una combinación ganadora. Es éste un ejemplo de contraataque queadvierte al aficionado que, antes de realizar sus jugadas agresivas, por claras queellas parezean, debe observar las intenciones dd adversario.En d diagrama N° 334 se produce en algunas variantes un bOlliro doble dedama, y en el diagrama N° 342, una doble amenaza de la dama, muy usual, y quees realme nte aleccionadora.La posición del diagrama N° 462 se origina en la Defensa Francesa, y en ellalas negras j uegan cxd4 y contra � xd4 siguen con � h4+ ganando el caballo porel doble de la dama.En la posición dd diagrama N° 463 las blancas, mediante una doble amenazade dama, ganan material, pero deben cuidar el orden de realización de las jugadas
  • 284. TRATADO G ENERAL DE AJEDREZ 289DIACRAMA N° 1¡C,2 DIAG RAMA N° I¡(dpara no fracasar en el intento. Si ahora las blancas jugaran l . � hS, amenazando�xh7++ y dxcS, seguiría hG, y contra 2. dxcS , � xcS; 3. �xcS , �xd3; y nohabrían ganado material, pero mediante una trasposición de jugadas, queconstituye uno de los sistemas típicos de lograr este objetivo, se sO,lucio,na elinconveniente. Se juega 1 . dxcS, @ xcS ; 2. .fl.xh7 +, �xh7; 3. � h 5 + , � g8;4. �xcS, ganando el peón.LAS PIEZAS ENCERRADAS (O COPADAS)Una de las formas más usuales de ganar material es la copada de las piezasenemigas. Hay posiciones características de piezas encerradas que hemos vistoreproducidas en los diagramas iniciales de este mismo capítulo, como ser: el 380,38 1 , 383, 384 y 385.Todas estas posiciones son fáciles de producir y aun de provocar en el cursode una partida, y hay algunas celadas conocidas que llevan a situaciones de esaíndole. Observemos algunas de las encerradas típicas de cada pieza, de acuerdocon su valor en el tablero. Veremos cómo a menudo se originan copadas de piezaspor carecer éstas en absoluto de movilidad, y cómo se originan copadas, aunteniendo muchasjugadas posibles, por la acción dinámica de las piezas enemigas.En algunos casos la pieza se pierde por la pobre accicln de la misma, por el maldesarrollo del bando perdidoso, que permite ganarlas sin esfuerzo; en otros porla excelente disposición de las piezas adversarias que dominan, en forma directao indirecta, todas las casillas donde la pieza podría ubicarse.ENCERRADAS DE DAMAPor su extraordinaria acción la dama es Ina pieza difícil de copar, pero haymuchas posiciones clásicas en las que se r " " (,rial mediante el sacrificio de
  • 285. 290 RO B E RTO G RAUuna pieza para colocar a la dama en una posición de bloqueo. .A lo largo de las panidas y ejem plos que hemos repasado con diversos finesel aficionado habd observado ya varios ejemplos de copadas de dama. Agrega­remos a continuación algunos mis.En ti gambito de rey existen varias posiciones características de copada de ladama. Veamos una de dlas: l . <:4, e5; 2. f4 , ibc5; 3. � c3, ibxg l ; 4. Él xg l ,cxf4; 5 . J4, � h4 + (se observará que las blancas perm iten a las negras b.ganancia de u n peón con tal de poner a la dama adversaria en una posicióncaracterística de bloqueo) ; G. g3, fxg3; 7. Él xg3, �xh2; 8 . � f3 (aho ra ladama está m uy comprometida. S i � h4 segui ría �g5 atacándola y captu rándo­la, ya que no tiene donde huir sin caer; y asi m ismo no existe, por la mab. acció nd e las piezas d e s u p ropio bando, n ingu na j ugada d e con traataque) , � xc2;9. ibd3 y l a dama está copada.Otra posición interesant e y muy similar a la que pusi mos en el ejemplo 383es la que se origin a mediante las siguientes j ugadas: l . e4, e5; 2. fq, ibc5;3. � f3 , � c6; 4 . fxe5 , � xe5 (las negras i n ician una combinación para ganarmaterial que se Jj usta al tema que estamos tratando. Entregan u n caballo por unpeó n , para luego real izJr unJ maniobra que les perm i ta capturar la torreenemiga) ; 5. � xe5, � h 4 + ; 6. g3,�xe4+; 7. � c2, � xh 1 .Es ésta una posición i nstructiva. Elaficionado que grabe bien en su mente laposición tÍpica de bloqueo de dama deldiagrama N° 3 8 3 , ellcontrad fácilmen­te la jllgada de bloqueo que le perm i taencerrar la dama adversaria.La m ayo ría de los j ugadores se COIl­formarían en este momen to con b. mag­n ífica j ugada de descubierto 8. � g6+ Ycontra @. e7; 9. � xh8 , pero el caballobb.nco quedarí a sin retirada en 118 y lasnegras, med iant e una maniobra con elrey, lo capru rarían. Vemos otra posicióncaracterística de pieza encerrada.IOSIUON DES I U ES D E LA J UCADA 7 D E I .N EC ltODIAGRAMA Nu I¡(¡I¡La j ugada j usta es 8. � f3+! descu­biert o , y preparando la man iobra deencerrada de la clama negra. La part ida podría segui rse con 8. . . . . . ) � e7; 9. d4(atacando el alfil) , ib b6; 1 0. �c3, d6; 1 1 . � bd2, J2.g4 o ib h3; 1 2. 0-0-( ) y la maniobra de encerrada de la dama se h a coro nado con el éxito. Ahoradespués de j ugar J2. h3 o � f2- J2. g2, las blancas ganan la dama.En el diagrama N° 465 se ve u na posición de la apertu ra del peón de la damatambién bastante usual. Las negras juegan J2.xc3 y las blancas, no conociendola posición caracteríscica de la ganancia de dama por medio del bloqueo de susretiradas, jllgarí an bxc3. Sin embargo , el peón de a2 puede ser defendido
  • 286. TRATADO G EN E RAL D E AJ EDREZ 29 1indirectamente por la amenaza de ence­rrar la dama jugando � xc3, y contra�xa2, § a l gana la dama. Vemos, eneste caso tan simple, cómo la amenaza deganar la dama defiende indirectamenteuna pieza aparentemente abandonada.Es decir, que son recursos defensivosdignos de ser conocidos, no tanto paraganar material, que a veces es difícil, sinopara acrecer el número de posibilidadesdefensivas en una posición.LAs TORRES ENCERRADASTampoco son usuales las encerradasde torre, pero suelen producirse en losplanteos, cuando se mantienen en su posición inicia, y un caballo desdec2, comoen el caso del diagrama N° 384, o una dama en el caso del diagrama N° 3H2, Yaun un peón, en el caso del diagrama N° 385, pueden atacarla. De todos esoscasos el del caballo es mis usual, ya que en el planteo mis pronto anda en acciónque la dama y mucho más que un peón, que es un tanto difícil ubicarlo en b2,antes que el adversario haya movilizado el caballo que bloquea la torre, como entodos los casos de esos diagramas.Además de estas posiciones que generalmente se producen en el plameo o aliniciarse el medio juego, existen algunas copadas características de torre, pero casiN EC RAS: G RA U• n I .ANCAs:rREITASPOSICIÓN DESPUÉS DE LA J UCADA 17 I >E ( .,SB LANCASDIAGRAMA N" q(í(ítodas ellas se producen por obstr ucciónde la acción de la pieza que la defiende.Una torre en séptima línea, generalmen­te está apoyada por otra to rre que seencuentr:l atrás, o aun por un alfIl en unadiagonal, o una clama, ya en b columnao en la diagonal. Si se cOllSiglle colocaruna pieza entremedio, aun entregándo­b, se puede llegar a quitar las retiradas ala torre y aun ganarla, o por lo menos,quedar con un saldo favorahle en loscambios que se produzcan.Veamos alguna posición:En esta posición, las negras tratan deprovocar una situ ación en b que seaposible la encerrada de la to rre blanca.Observaremos cómo se provoca una po­sición de ganancia de pieza, fácil dedescubrir y llevar a feliz término para
  • 287. 292 ROBERTO G RAUquien conozca estas posiciones típicas. 1 7. ..... lb f4 (sacando la lqrre de e3 einvitando a que se ubique en e7, para realizar la maniobra de copada de la torre) ;1 8. ª e7 (una jugada que se hace sola en casi todas esas posiciones, y que elblanco ha efectuado rápidamente sin meditar en las i ntenciones del negro) , Yftd6(atacando la torre para provocar la jugada ª fe 1 , que se efectúa rutinariamenteen estas posiciones, y poder realizar la simple jugada de obstrucción que coparála torre blanca); 1 9. ª fe 1 , @ e 5! (y la torre queda atacada por la dama medianteuna j ugada que ofende simultáneamente a la dama enemiga). Debe seguirse condxe5 y las negras con Yftxe7 quedan con calidad de ventaja.Existen algunas encerradas de torre con peones que no dejan de presentarsea menudo, aunque son menos comunes que en los casos del alfil, por ejemplo,que es la pieza más habitualmente encerrada por los mismos. Veamos los casosprincipales que suelen producirse.Estos bloqueos de la torre habitualmente se producen en la quinta línea y enla banda del tablero. Generalmente la copada se origina por un avance de un peónque no se ha movido y al cual se adelan ta dos pasos.Por ejemplo:En la posición del diagrama las fuer­zas son similares y parece que la partidapuede terminar empatada. Las negrasestán amenazando, sin embargo, g5,encerrando la torre en una de las situa·ciones características que hemos Illostra­do. La torre debe salir de esa amenaza,pero surge ahora la j ugada de sacrificiopara provocar una situacion a la inversa.La amenaza del negro sugiere al blancouna maniobra similar y j uega l . § xh4,§ xh4; 2. g4 (la jugada de copada.Hemos visto que en ambos casos lastorres están en quinta y el peón avanzados pasos. No podría acontecer esto DIAGRAMA NI> !¡(¡7estando el peón en tres, por cuanto desdela misma casilla wmaría la torre adversa-ria) , h5 (para liberar la torre); 3. lbe l o lb d8, atacando la torre y gan:índola.Otra posición más o menos común de encerrar una torre se prod�ce por mediode dos peones y un alfil cuando se entrega un peón, para luego con el alfil quitarlela retir�l<h. Veamos:En la posición del diagranlJ N° 468 , por ejemplo, las negras pueden tomarel peón caballo, pero corren el riesgo de que el blanco, mediante ª b 1 , recupereel peón y coloque una torre en séptima. Sin embargo, existe la posibilidad de crearuna posición de encerrada con los dos peolles de a7 y e7 y el alfil, dejando a latorre sin movimiento entre los mismos para luego atacarla y capturarla.Juegan, pues, 1 . . . . . . , lbxb2; 2. § b l , lbd4! ; 3. § xb7, � b6 y ya se ha
  • 288. TRATADO GENERAL D E A.l E D REZ 293---------------------------� --------creado la posición característica de latorre encerrada que más tardeserá ataca­da por caballo desde a5, y capturada,ganando por lo menos calidad.Los ALFILES ENCERRADOSHemos dicho que el alfil es la piezamás comúnmente encerrada por los peo­nes enemigos y hay una razón funda­mental para ello. El alfil es la única piezaque marcha siempre por casillas del mis­mo color y los peones, puestos tambiénen casillas de ese color, suelen quitarle lasmovidas posibles. Como piezaque en losplanteos sale rápidamente a la lucha,DIAGRAMA N° 1(,Hpuede ser perseguida con éxito por los peones, si alguno de éstos, en determinadomomento, puede realizar una jugada de doble intención.Algunos ejemplos aclararán lo manifestado. Primero pasaremos revista aalguna variante de planteo, como ser lafamosa trampa de Tarrasch, del RuyLópez, perfectamente típica y alecciona­dora: 1 . e4, e5; 2. @ f3 , @ c6; 3. Jib5,a6; 4 . Ji a4, @ f6 ; 5. O-O, d6;6. ª el , Jie7; 7. d4, b5; 8. Jib3,@ xd4; 9. @ xd4, exd4; 1 0. �xd4...Esta es una posición característica deencerrada del alfil. Dicha pieza está blo­queada en sus retiradas por sus propiaspiezas (los peones dea2 ye2) y puede seratacada económicamente por el peón"e" adversario (lajugada de doble imen­ción), especulando en la ganancia de•C.I I IIOSIU() N DESIU(:S DE I .A ) U CADA I () DE LAStiempo que signiIlca a situación ( e a BLANCASdama enemiga, que puede ser atacadapor el peón, que agredirá y cerrará elcamino al alfil de b3.DlACRAMA Nn 1(,)Los peones, como hemos dicho, ejercen un rol de extraordinaria importanciaen la captura del alfil, y debe desconfiarse de aquellas posiciones en que el alfil notiene retirada satisfactoria. En el caso anterior, el negro sólo ha especulado en laagresión sucesiva del peón que avanzaba. Veremos ahora una posición tambiéncaracterística y muy instructiva, en la que el blanco opera para encerrar el alfil.En la situación expuesta en el diagrama N° 470 el alfil negro de b4 estáperdido si juegan las blancas. Esta pieza tiene una retirada si fuera atacada por el
  • 289. 294 RORERTO G RAUpeón"a", yaquenadale impediría reple­garse a e7. Entendido esro, el blancotrata de quitar las retiradas a esta pieza yjuega l . eS , dejando el alfil rodeado depiezas enemigas y cortándole la comuni­cación con su respectivo bando. Lasnegras no tienen cómo evitar la manio­bra a base de a3 y luego b4, que ganaráel alfil a cambio de dos peones.En el diagrama N° 47 1 hay unaposición muy usual de final, y un ejem­plo, no boniro, pero muy instructivo, yaque en muchas ocasiones los principian­tes suelen incurrir en este tipo de pérdidade material por exceso de gula.Las blancas observan un peón inde­fenso en h7 y lo capturan, creyendo queno ha de poder ser copado el alfil y que,de serlo, el peón "h" llegaría a tiempopara libertarlo. Así l . �xh7, y las ne­gras, mediante g6, bloquean al temera­rio alfil. En busca del natural desahogo,el blanco juega 2. h4, a lo que sigue� e7; 3. h5, � f6; 4. hxg6, fxg6; y elalfil está perdido.Esta misma encerrada del alfil nosería posible si el rey negro hubiera esta­do, por ejemplo, en c7 en lugar de d8, omás lejos del peón perdido, ya que nosería posible evitar que, mediante ladevolución del peón capturado, el blan­co libertase su alfil y lo librase de laposición de bloqueo.LAs ENCERRADAS D E CABALLOD I AG RAMA N° 1¡70DIAGRAMA N° 1a7 1El caballo, al igual que el alfil, y asimismo en numerosas posiciones puede serencerrado por los peones, por el alfil, la dama, y aun el rey. Es una de las piezasque más a menudo sufren los efrcros de maniobras de esa índole y junto con elalfil es la pieza más accesible a rodo plan de captura en rodas las etapas del juego.El tipo de bloqueo de peones, característico del alfil, no es muy común en elcaballo, por cuanro, al disponer del recurso de saltar por encima de los peonespropios y adversarios, es más difícil encerrarlo absolutamente. La forma decapturarlo es la de quitarle primero las casillas de huida, para luego atacarlo con
  • 290. TRATADO GENERAL D E AJEDREZ 295otra pieza. Contra los ataques de la dama, y del alfil, en determinadas ocasiones,nada tiene que hacer. El rey en b7, por ejemplo, ataca y captura el caballo de a8,ya que lo ataca y le quita los saltos de retroceso o huida, como vimos en eldiagrama N° 38 1 . La dama en distintas posiciones puede encerrar al caballo ycapturarlo como hemos también visto en algunos de los diagramas anteriores. Porejemplo, una dama end40 en d2 quita todos los saltos y a la vez ataca a un caballoque esté ubicado en d I ; lo mismo sucede en cualquier otra de las posiciones delcaballo en la banda. Contra el caballo en e 1 la dama en e2 o e4; contra el caballoen h4 la dama en g4 o e4; contra el caballo en a2 la dama en b2 o en d2 (en estecaso se agrega la casilla a3) y así sucesivamente.El diagrama N° 4 1 0 muestra una posición en la que el blanco se enroca largoy captura más tarde el caballo de h 1 , que está encerrado, yaque sus retiradas esdntomadas por la dama y los peones adversarios.En esta posición las blancas acaban de jugar �b3 amenazando el peón deb7.Para defenderlo las negras tienen paraescoger varias movidas, pero optan equi­vocadamente por @ aS, atacando ala vez la dama. Contra esto bs blancasresponden con �a4 dando jaque doble,a lo que las negras, mediante @ c6 o c6,obstruyen la acción de la dama sobre elrey y a la vez salvan la pieza. El primerode estos procedimientos es malo, puescon dS se atacaría el caballo, que nopodría retirarse por estar clavado, y con­trael segundo, las blancas ganarían igual­mente la pieza mediante b4, ya que, alavanzar el peón alf,1, el negro habríaDIAG RAMA NI> !¡72 restado la única retirada posible a sucaballo, puesto que las otras casillas es­tán tomadas por las piezas blancas.El diagrama 33 1 del presente libro muestra un recurso ganador en unaposición aparentemente igual, en la que se llega a una bonita posición de caballobloqueado. Reprodúzcase el diagrama y la solución comentada que lo acompaÍla,y se observará la profundidad de la maniobra prevista por bs blancas, y cuyo éxitofinca en la encerrada del caballo.LOS DESCUBIERTOSEL DESCUBIERTO COMO ELEMENTO DE GANANCIA DE MATERIALEl descubierto es uno de los recursos más eficaces para ganar material, peroes indudablemente muy poco usual, ya que bs posiciones que de este tipo seoriginan son raras y a menudo llevan a algo m;ls que a ganancia de material. Los
  • 291. 296 ROB ERTO G RAUcompositores de problemas han hecho del descubierto una de las bases de sustemas para poder crear muchas de las obras de arte que existen en la bibliografíadel juego, y los creadores de finales igualmente han hecho del descubierto una delas más ricas vetas de su ingenio.En la partida práctica el jaque descubierto o el ataque por medio de undescubierto a una pieza de mayor valor es poco usual y no constituye, como losdobles, una permanent e base de preocupaciones. Tiene en cambio la ventaja deque, salvo en contadas ocasiones, el jaque descubierto implica la victoria o laganancia de material sufIciente como para pretenderla.Cuando el descubierto es a la vez jaque, es generalmente un doble dado condos piezas distintas, y en esta forma es casi imposible neutralizar ambas amenazas.Hemos visto en el transcurso de este libro muchas partidas y muchos diagramasque ofrecen posiciones en las que se da mate, o en las que se gana materialmediante el jaque descubierto. Rogamos al aficionado que examine nuevamentelos diagramas que señalaremos, para que se compenetre de la extraordinariaeficacia de esta maniobra para definir partidas y comprenda su incuestionableimportancia para ganar material.Hemos dicho que es muy difícil que una posición de descubierto se presenteen el transcurso de una partida espontáneamente y que no es fácil por lo tantoaplicar lo que señalaremos en el transcurso de la partida viva; pero lo que es ciertoes que, a menudo, mediante sacrificios, pueden alcanzarse posiciones de descu-bierto que involucren importantes ganancias de material..Los descubiertos se producen siempre por la acción de una pieza que no semueve. En el descubierto lajugada tiene un peligro extraordinario, ya que siendola pieza inmóvil la que ataca, la pieza que uno mueve para dar el descubierto, gozade gran libertad de movimiento y puede ir a una sucesión desitios, y en todos ellosla amenaza directa de la pieza inmóvil subsiste. Veamos algunos diagramaspublicados anteriormente, que aclararán lo manifestado.El diagrama N° 1 10 muestra una posición de descubierto sin jaque, con el solopropósito de clavar una pieza. Se observará que las negras amenazan un mate queparece indefendible, pero que las blancas pueden evitar jugando l . �h8+,� e7, y 2. �dl o �d3 , clavando la dama mediante un descubierto que seresuelve, así, en ganancia de material.El diagrama N° 1 3 1 , que está en la página 87, constiruye un bonito ejemplode recurso ganador a base de descubierto. Para lograr la victoria, como bien loexplica el texto que está al pie del diagrama, primero se entrega la dama y luegose da el jaque descubierto con el peón, para coronar dama después de ganar unatorre.El diagrama N° 1 48 de la página 1 17 muestra un mate dado por medio deun descubierto y en él se observa cómo la pieza que se mueve para dar el jaquedescubierto quita las retiradas al reyenemigo. En el diagrama N° 1 52 de la página1 20, igualmente el descubierto es el eje de la victoria. Las blancas juegan �g6,dando un descubierto a la dama enemiga con la dama, lo que equivaldría a uncambio, pero amenazando a la vez un mate por medio de un jaque con
  • 292. TRATADO GENERAL D E AJ EDREZ 297descubierro. Igualmente los diagramas 1 59, 1 60 Y 161 de las páginas 125 y 1 26muestran posiciones en las que se llega al mate (y se pudo llegar en algunos casossólo a ganancia de material, de haber jugado mejor el perdidoso) mediante elformidable recurso de! descubierto.Muchos más son los diagramas en que e! mate se produjo por descubierro,pero ahora nos inreresa e! descubierto como base de ganancia de materialsolamenre, y el diagrama N° 293 es un ejemplo rípico de ganancia mediante unjaque descubierto. En él se observa cómo siguió la partida y se ve que e! oportunojaque de �xh2 después de 1 . � fS, b4; 2. axb4, dio lugar a la ganancia de ladama a cambio del alfil y peón, o sea de l O a cambio de 4 Y2. En la página 1 92e! diagrama N° 294 da otro ejemplo de ganancia de material mediante una corracombinación entregando un peón, que sólo tiene por base dar en cierro momentoun jaque doble con descubierto. Se observará que en estos casos la pieza que dae! jaque es la que se mueve, en lugar de ser la pieza estática, como sucedefrecuentemente en los descubiertos.En algunas aperturas se presenran celadas a base de jaques descubiertos, quepueden dar la victoria. En la defensa Petroff se puede originar la siguientevariante: l . e4, eS; 2. @ f3, @ f6 (esta jugada es la que da origen a la defensaprecitada); 3. @ xeS, @ xe4; 4. �e2, dS (estajugada es un error que cuesta unapieza, o por lo menos un peón; lo mejor es también �e7, para seguir contra6..m-xe4, con d6) ; S�d3, @ f6; 6. @ e6+ descL�b,ierto, g:nando ladama. Si paraeVHar esto el negro Juega 5. . .. . ., �e7; segulfla, 6. dxe4, �xeS; 7. exdS,ganando un peón.En la Defensa Francesa, después de lasjugadas 1 . e4, e6; 2. d4, dS; 3. @ e3,@ f6; 4. �d3, dxe4; 5. @ xe4, no es posible jugar �xd4, a causa de �bScon jaque descubierto, ya que la dama queda atacando a la dama enemiga y lagana.Vemos así que el jaque descubierto o las amenazas de descubierto se dividenen dos categorías, las que originan la ganancia material mediante la pieza quedescubre, o mediante la pieza que queda descubierta. En el caso de la Petroff,hemos visto que el jaque lo da la pieza descubierta, y la pieza que descubre elcaballo en ese caso, gana la dama. En la Francesa vemos que el jaque lo da la piezaque descubre y la pieza descubierta gana la dama enemiga. En ambos e! peligroes exactamente igual y muy difícil de contrarrestar. Cuando se consigue que eljaque sea simultáneo, en lugar de ganar piezas, muchas veces se da mate, comoen el caso del diagrama N° 1 33 de la partida 1 0, que está en la página 9 1 .En la partida jugada por e! malogrado maestro mejicano Torre contra eldoctor Emanuel Lasker en el torneo de M·oscú, de 1 925, se llegó a la posición deldiagrama siguiente, que Torre provocó mediante una admirable serie de manio­bras preliminares. Ahora, especulando en una posición rípica de jaque descubier­to y con tal de conseguirla, sacrifica la propia dama y se asegura ganancia dematerial. Veamos 25. Jlf6!, �xh5 (única para no perder la dama. Torre habíacolocado la dama adversaria en esta posición falta de apoyo, para hacer forzosaesta jugada y poder llevar a término su maniobra ganadora); 26. § g7+, � h8;
  • 293. 298 ROB ERTO GRAUN EGRAS: LASKERBLANCAS: TORREIOSICION DESPUÉS DE LA J UGADA 24DEL NEGRODIACRAMA N° 473N EGRAS: N. N.B LANCAS: I liRRWITZDIACRAMA N° 47427 H xf7+ , � 98; 28. H g7+, 9 h8;29. H xb7+, � g8; 30. H g7+, � h8;3 1 . H g5+, � h7; 32. H xh5, � g6;33. H h3, � xf6; 34. H xh6+, � g5 ;35. H h3, y la partida fue ganada por lasblancas en la jugada 43. La ventaja dematerial es clara, y ha sido conquistadamediante sucesivos jaques descubiertos.Las blancas entregaron la dama y el alfil,para ganar a su vez una dama, un alfIl ytres peones.La que sigue también es una posicióninstructiva de una partida jugada por Ha­rrwitz, que tiene muchos puntos de con­tacto en su ideamedularcon la combina­ción del diagrama N° 1 3 1 , y con muchasotras que se realizan en ajedrez.La posición es apremiante. Se obser­vará que las negras están amenazandoJi.xg l seguido de �xg2++, y que lasdefensas directas de estas amenazas noson fáciles. Contra la agresión directa ala torre de parte del alfil no queda elsiempre cómodo recurso de la retirada,por cuanto la torre defiende el mate eng2. No es posible dejarla sin perdercalidad. Debe, por lo tanto, buscarseuna maniobra a base de contraataque, yesto hace que la idea de la combinaciónaparezca en el cerebro de cualquier aje­drecista que comprenda algo del juego yque haya observado las características dela posición blanca.Dos son los planes a desarrollar. Unopasivo, a base de 1 . h3 para contraatacaruna pieza de mayor valor, tratando desacarla de su posición, desde la cualamenaza el mate que hemos visto y evita un posible jaque de la dama blanca enh5. A esto seguiría f!ig5 y las blancas podrían proseguir con Ji.e 1 para forzar casimaterialmente el cambio de damas, lo que originaría un final laborioso, si bienla ventaja seguiría perteneciendo a las blancas, ya que al cambiar las damas, porejemplo en g6, habría desaparecido la posición característica de mate, y la torreatacada, por medio del procedimiento indirecto que hemos detallado, habría sidosalvada.
  • 294. TRATADO G EN ERAL D E AJEDREZ 299Pero como en todas las ocasiones el jugador debe considerar primero lasamenazas enemigas y después las propias posibilidades, el blanco debe haberobservado un detalle interesante. Existe una posición probable de jaque descu­bierto, ya que el rey negro y el alfil blanco están en una misma diagonal y sólohay un peón blanco entremedio. Depende, pues, sólo de la voluntad del blancohacer que ese peón (que no está contenido por una pieza enemiga) se mueva,dando lugar al jaque descubierto, que sabemos tan terrible, pero existe el eventualobstáculo de una pieza del propio bando, la dama, que impide el aV�lI1ce.Surge entonces la necesidad de sacar la dama para hacer posible la meditadamaniobra formidable del descubierto, y el problema es saber dónde debe colocarsela dama. La jugada sería �xg8+ si las negras no dispusieran del recurso deretomar con el rey, y entonces convendría poner la dama en un cuadro que luegopermitiera avanzar el peón atacando la torre, y amenazando coronarse. Hay unarazón y es tratar de evitar que, por ejemplo, para realizar una jugada apremiante,contra �xb7, las negras sigan con �d4, anulando la acción indirecta del alfilmediante la interposición de una pieza que tiene función coincidente. Quiz�í.ganara también ese procedimiento, pero siempre el jugador debe estar desconfor­me con lo que ve, y tratar, en lo posible, de buscar algo más enérgico.Clara aparece entonces la jugada ff eS!, entregando la dama para luegoavanzar el peón con jaque, ganar la rorre y acrecer nuevamente el materúlmediante la coronación del peón en dama.El final se gana, pues, en la siguiente forma: l . �c8, ª xc8; 2. f7+descubierto, � h7; 3. fxe8= � y las blancas no sólo han ganado una torre acambio de un peón, sino que amenazan �h8+, ganando rápidameme.Otro tipo de ganancia de material por amenaza descubierta es la del diagramaNEGRAS: VILl.ECASBLANCAS: RETlPOSICIÓN DESPUÉS DE LA J UGAD¡ 2 1D E LAS NEGRASDIAGRM1A N° 475N° 475. En esta posición no se dajaque,pero se mueve una pieza atacando otrasadversarias y se descubre la acción de ladama sobre otra pieza enemiga.En esta posición, villegas acaba dejugar, contra2 1 . cS , � c4. Las blancas,especulando en la posible obstrucción dela acción defensiva de la dama negrasobre el caballo de c4 y a la vez atacandodirectamente el alfil enemigo, jugaron22. � cd5!El ejemplo es interesante por cuantocombina la amenaza de descubierto sinjaque con la obstrucción, tema que tra­taremos más tarde y que consiste enanular la acción de una pieza sobre otra.La partida siguió así: 22. ....., � xe3;23. � xc?, y Villegas optó por entregarla dama por dos piezas menores, produ-
  • 295. 300 ROBERTO G RAUciéndose la siguiente simplificación, que dio ventaja de material para el blanco:23. ....., ª xd l ; 24. ª xd l , @ xd l ; 25. � xe6, � xb2; 26. �xb2, ª xe6,y las blancas han perdido 1 7Y2 (un caballo 3, dos torres 1 1 y un alfil 3Y2) contra1 9 de las negras (a saber, una dama 1 0, una torre 5Y2 y un alfil 3Y2).Mejor que la simplificación buscada por las negras era, simplemente, 22. . .... ,cxd5, pero las blancas, después de 23.exd5 y cuando la dama negra se retirara,quedarían con un peón de ventaja, jugando �xc4.LA CLAVADA Y EL SOSTÉNLA CLAVADA COMO ELEMENTO DE GANANCIA DE MATERIALEl aspecto más interesante de la ganancia de material está, sin duda, en laclavada de una piez�, y el más instructivo en el sostén, que puede ser sin clavada.En todos estos casos el sistema es instructivo, tanto como elemento para ganarmaterial como para evitar la pérdida del mismo.La clavada es el elemento vistoso del ajedrez. Consiste, como hemos visto, enagredir una pieza que queda inmovilizada, ya por quedar en jaque el adversariosi trata de movilizarla, o ya porque se tomaría una pieza de gran valor si aquéllase moviera.Cuando se clava una pieza que no tiene recursos para ser apoyada, ésta secaptura en forma simple, pero cuando ésta, no pudiendo movilizarse, puede serapoyada constantemente a medida que se la ataca, se produce la posición desostén, inherente a todas las situaciones de ganancia compleja de piezas.El sostén es mucho más habitual e instructivo en los casos en que la pieza noestá clavada, sino inmovilizada; pero de esto nos ocup:1femos más tarde. Ahoraestudiaremos situaciones de clavadas de piezas, para ver cómo se explotan esassituaciones para ganar material.En este mismo capítulo hemos estudiado cómo se defienden las piezasagredidas y hemos visto en los ejemplos de los diagramas N° 398, 399, 400 y 40 1de la página 259, ejemplos de esta índole, en que la clavada de la pieza agresoraconstituye un recurso defensivo, ya por quedar en jaque el adversario, como enel caso de los diagramas N° 398 y 401 , ya por quedar indefensa una pieza demayor valor, como en el ejemplo 399, como así también por amenazar un mate,lo que clava automáticamente a la pieza agresora, en el ejemplo 400.Analizaremos ahora estos recursos a la inversa, concordantes con el fin deganar material, y veremos cómo se llega a posiciones de clavada.Explotar una posición natural de clavada de pieza es bien fácil, y rutinaria­mente, subconscientemente todo aficionado sabe hacerlo más o menos biencuando se trata de clavadas mediatas, pero ya es más difícil para ellos provocarsituaciones de esa índole, factor que en muchas posiciones es un medio para llegara posiciones favorables.Es decir, se especula en una eventual clavada para realizar jugadas que sin esterecurso serían imposibles y que suelen llevar a situaciones de apertura favorables.
  • 296. TRATADO G EN ERAL D E AJEDREZ 30 1En otras ocasiones se provoca la clavada de una pieza para realizar unacombinación. En sínresis, que la clavada es uno de los más interesalHes recursosque brinda el ajedrez para los detalles tácticos.En algunas aperturas, como la Ruy López, y en ciertas variantes de la PeónDama, se realizan algunas jugadas que tienen por base estratégica fundamenralla clavada de una de las piezas que sostienen una posición, para restar la acciónde la misma. Vemos cómo se idelHifica en casi todos los casos la clavada con elsostén.La clavada se produce cuando una misma pieza, como ser la dama, la rorre oel alfil -ya que el caballo no puede clavar nunca a otra pieza por cuanto su acciónno rebasa los límites de la casilla que ataca-, se pone en una columna o diagonalde acuerdo con su marcha y ataca una pieza que no puede retirarse por quedaren jaque, o por estar atrás otras piezas de mayor valor.En el transcurso de las páginas anteriores hemos visro muchas situaciones enlas que la clavada es el eje de la lucha. Recordamos al pasar el diagrama N° 287,donde las negras en su análisis defectuoso omiten una réplica enemiga sacrifican­do una pieza, especulando en la clavada del peón de e6 por la amenaza de�xe7+ + . El diagrama N° 288, de la página 1 89, muestra una combinaciónsacrificando una pieza especulando que si fxg3, seguiría �xh6+ , enrregando ladama para dar mate. Esto hace que el peón que puede caprurar el caballo estéclavado, y vemos aquí la clavada, si no como elemento de ganancia de material,como elemento de combinación que puede llevar al mate, que es, en sínresis, elfin supremo.El diagrama N° 297 permite llegar a un empate por ahogado por medio dela clavada de la dama. El diagrama N° 3 1 0 es muy característico y sumamenteinstructivo. Es el su rnrnum de eficacia de una clavada. Se ve cómo un alfil solopuede empatar contra dos torres por el magnífico recurso de la clavada. Eldiagrama N° 325 muestra una posición típica de clavada que se salva medianteun ataque al sostén insuficiente, tema que ya hemos esbozado en anteriorespáginas y que trataremos más ampliamenre. En el diagrama N° 342 de la partidaCapablanca-Saemisch, el primero comete un garrafal error y pierde una pieza porno observar la elemental clavada que realiza su adversario.Hay otros casos también aleccionadores: el diagrama N° 344 muestra unacombinación falsa especulando en una clavada de la dama. El N° 345 igualmenteprueba cómo una situación de clavada anula un sinnümero de combinaciones delbando opuesro. El N° 374 de este mismo capítulo, en algunas de sus variantes,como ser l . § e4, muestra la clavada como recurso de ganancia de malnial, lomismo que los diagramas N° 376, 377 Y 379.Veremos ahora algunas posiciones características de clavadas que llevan aganancia de material y otras que son insuficienres:En e! diagrama N° 476 no existe la posición de clavada, pero la situacióncnracterística de! ala de la dama sin e! natural apoyo del alfil sugiere al blanco elplan que ha de llevar rápidamenre a la ganancia de material.
  • 297. 302 ROB ERTO G RAUNEG RAS: GUNSBERCBLANCAS: ATKINSPOSICIÓN DESPUÉS DE LA J U GADA 5DE I.AS NEGRASD1AC RAMA Nn -17(,N EG RAS: V.L eORIA[lLANCAS: R. G RAUPOSICIÓN DESPL1I:S DE L< J UGADA I RD E I.AS N EG RASD IAGRM1A N° 1 77La diagonal a4-e8 es la base de laclavada, y se observa que dando unjaque, el negro debe cubrir, quedandoautomáticamente clavada la pieza quecubre. El mencionado jaque puede darsecon la dama o con el alfil, y para unprincipiante será indistinro; pero el quemedite observará rápidamente un deta­lle que le inclinará a dar el jaque con ladama. Este detalle radica en el hecho deque el caballo blanco de f3 está tambiénclavado, y que paracooperar en la acciónque sobre algunas casillas de esta diago­nal (c6 y d7) se va a realizar, es induda­blemente indispensable la acción del ca­ballo.Juega, pues, 6. ttia4+ para clavaruna pieza enemiga ydesclavando a su vezuna pieza propia. El negro no puedejugar ttid7 a causa de �b5, seguido, si� c6, de � eS atacando a la dama y elalfIl, manteniendo la formidable presiónsobre la pieza clavada.Lapartidasiguió así:6. ttia4+, � d7;7. � e5, � f5 ; 8. � xd7, tti xd7;9.�b5, clavando la dama y ganándolaa cambio del alfil.En la siguiente posición las blancasestán peor por la situación de la torreclavada en f4, ya que si se retira seperdería la dama de d2. Las negras hanjugado ª h4, a lo que las blancas hancontestado g3, defendiendo la torre yatacando la torre enemiga.Especulando en la posición de latorre clavada, las negras idean una com­binación simple y bonita jugando 1 9.ª xh2+, �xh2; 20. � f3, dando ja­que doble, ya que el caballo no puede ser capturado por estar clavada la pieza quepodría hacerlo.El diagrama N° 478 pertenece a una partida que muestra un instructivoejemplo de clavada provocada hábilmente por el blanco, especulando en elinsuficiente sostén adversario, tema que luego trataremos. Las blancas tienen susdos torres actuando en lacolumna Uf, Y estoles sugiere lacombinación que sigue,
  • 298. TRATADO GENERAL DE AJ EDREZ 303NEGRAS: RIVAS COSTABl.ANCAS: TROMIOWSKYPOSICiÓN D E S P U ÉS DE LA J U CADA 1 7D E LAS N EC RASDIAGRAMA N° ,178ya que a ello se une la acción del alfildamaque actúa sobre los cuadros negrosdel flanco rey enemigo, un tanto debili­tado.El blanco jugó 1 8. f6, enrregando elpeón, pero explotando la eventual clava­da de caballo, que se ubicará en el cuadrof6, mediante la acción de un alfil en g5queindirectamente actuará.sobre ladamade d8. Las negras siguieron 1 8. ..... ,J1.h8, a lo que el blancojugó 1 9. J1.h6,obligando a realizar la jugada que lasnegras pretendieron evitar al rehusar laoferra del peón enemigo. Las negrasjugaron 1 9. .. ..., J1.xf6; y las blancaseliminaron el alfIl medianre un sacrificiode calidad para colocar una pieza en f6que pudiera ser atacada por el alfil desdeg5 , por vía incidente, j ugando20. ª xf6. Siguió 20. ..... , � xf6; 2 1 . J1.g5 , clavándole el caballo. Ahora seinicia un procedimienro de sostén que resulta insuficieIHe ante la eficacia de laclavada del alfil, que obliga a la dama adversaria a permanecer en la posición declavada para no perder inmediatamenre la pieza.Debe defenderse el caballo, y la defensa natural y única que se observa es2 1 . ....., � ed7 apoyando la pieza atacada e iniciando la maniobra de sostén. Lasblancas intensifican la presión sobre la pieza clavada jugand022. � c4, atacandocon una tercera pieza al caballo, que sólo puede ser defendido con las dos queahora lo apoyan. La pieza está perdida: la parrida siguió 22. . ... . , Yf!e7; 23.ª xf6, �e5 (si � xf6, 24. �xf6, Yf!e8; 25. Yf!d2, Yf!xe4; 26. Yf!h6,�d4+; 27. J1.xd4, etcétera); 24. ª xd6, etc.En algunas aperruras se producen situaciones interesantes de clavadas. Laclavada más simple es la que se produce en casi rodas las ocasiones cuando seefectúa J1.g5 , fijando el caballo rey cuando la dama está en d8. y como, porejemplo, en la Ruy López, cuando se juega J1. b5. En rodas esros casos la clavadatiene importancia relativa, pero debe ser considerada atentamente.En la apertura del peón de la dama se produce la siguiente celada, muyinteresante, aun cuando muchos jugadores al llegar a esa posición no saben quepodrían realizar una combinación muy bonita. Veamos: l . d4, dS; 2.c4, e6;3. � c3, � f6; 4. J1.gS, � bd2.Esta es una posición muy común. El blanco ha clavado el caballo de f6 paravulnerar el peón dama y ahora podría capturarlo, pero el negro cuenta con unrecurso que también lleva a una clavada, con el que gana material. Por ejemplo,si el blanco se encela con la debilidad dd peón dama, jugando S. cxdS, seguiríaexd5, 6. � xdS (especulando en la clavada del caballo), � xdS (entregando la
  • 299. 304 RO BERTO CRAUdama para desembarazarse de la clavada y poder realizar una combinaciónespeculando en la debilidad de la diagonala5-e1 ) ; 7. Ji.xd8; Ji.xb4+, 8. tid2,única, lo que provoca una situación de pieza clavada a pesar de actuar ambas enforma coincidente -se atacan entre si- y por estar el alfil defendido por elcaballo se puede seguirJi.xd2 + o simplemente �xd8, yaque la dama no puedesubstraerse a la amenaza.Este es un caso en que la clavada inicial ha fracasado por otros detallesestratégicos importantes, y es toda una advertencia para quienes deseen especularcon estas posiciones características. Veamos ahora posiciones en que el sostén esla base medular del juego.EL SOSTÉN CON O SIN ClAVADAEl sostén es la médula misma de la estrategia del ajedrez en lo que respecta ala ganancia o a los cambios de piezas. Generalmente, en todas las posiciones laspiezas que se ubican en una casilla están sostenidas; más, deben estarlo constan­temente, para evitar contingencias desagradables.Cuando la retiradade una piezaes posible, el sostén tiene relativa importancia,pero en los casos de las piezas clavadas, como hemos visto en distintas oportuni­dades en el capítulo anterior, el sostén es la base del éxito y de la defensa.No es fácil considerar cuándo una pieza está convenientemente sostenida, ycuándo podrá ser convenientemente defendida. La práctica ha allanado esadeficiencia de los textos, y losjugadores, en la mayoría de los casos, empíricamen­te o realizando laboriosos trabajos de cálculo y análisis, llegan a conclusiones a esterespecto, pero no es difícil establecer un principio general que allane esasdificultades.Eduardo Lasker, al tocar este tema, establece el siguiente principio general: Entoda combinación que incluya un nlÍmero de cambios en una casilla determinadadebe tenerse en cuenta el nlÍmero depiezas atacantes y defensivas y comparar susvalores relativos.En tales posiciones pueden producirse dos casos:lo En los sucesivos cambios puede llegarse, en cierto momento, a unasituación de desnivel absoluto de material. (Llamamos desnivel absoluto a laventaja obtenida porel que acabadejugar, porel que ha comido último, y cuandola suma de todas las piezas capturadas por él es mayor que la suma de piezasperdidas, incluyendo en ellas la última que ha movido, la cual, en tal posición,puede ser capturada.)2° En los sucesivos cambios no se produce nunca tal desnivel de fuerzas.Ahora bien:Una pieza está debidamente defendida o sostenida si la primera ventajaabsoluta derivada de los cambios se produce a favor del que defiende.Si en los sucesivos cambios no se produce desnivel, está bien sostenida si lacantidad de piezas defensoras no es menor que la de las atacantes.Por lo contrario:
  • 300. TRATADO G ENERAL D E AJ EDREZ 305Una pieza no está bien sostenida si la primera ventaja absoluta derivada de loscambios se produce a favor del atacante, y en caso de no producirse ventajaabsoluta, esto ocurre si el número de piezas atacantes es mayor que el número depiezas defensoras.De este principio se deriva esta regla: siendo necesario que en estas situacionesno se produzca nunca una ventaja absoluta a favor del conuario, los cambiosdeben efecruarse en orden inverso al valor de las piezas. Y por lo tanto es necesarioque, en todos los casos, las piezas que se capruren primero sean las menores.PI EZA MAL D EFEN DIDAEn los cambios que se produzcandespués de � o Jlxd4, el blanco debeLícapturar con una pieza de mayor valorque alguna adversaria que lo acecha.Ej.: 1 . . . .. ., � xd4; 2. lbxd4, lbxd4;3. �xd4, § xd4; 4. § xd4. Si la damahubiera estado atrás de las torres, el peónno hubiera podido ser capturado.PI EZA SUHCIENTEM ENTE DErEN D I DAEn los sucesivos cambios y siempreque se tome con la pieza de menor valor,no se produce ningún desnivel parcial niabsoluto. El número de piezas que apo­yan el caballo ded4 es igual al número depiezas atacantes (Véase diagrama N°480).PI EZA .MUY BI EN D EFEN D I DAEsta pieza no puede capturarse sinperder material. La apoyan cinco piezasdel mismo valor que las, adversarias y enningún momento las de mayor valortraban laacción delasotras (Véasediagra­ma N° 48 1).En esta posición las fuerzas blancas ylas fuerzas negras coinciden en un mis­mo plan. Las blancas tratan de impedirla jugada eS y las negras tratan de ejecu­tarla. La razón es clara, ya que todas laspiezas blancas convergen en ese punro ylas negras también (Véase diagrama No482).DIACRA11A N° !¡ 7<)DIACRAMA N° !¡HO
  • 301. 306 ROBERTO G RAUDIAGRAMA N° 1j8 1 DIAG RAMA N° 1H2Si no existiera el principio general antes esbozado, sería difícil para elprincipiante, por simple análisis, llegar a sáber si la jugada e5 de las negras esposible, pero mediante la aplicación del principio anterior se verá que no. Elrazonamiento a emplear no debe ser el siguiente "yo avanzo el peón y entoncesme contesta el blanco fxe5, a lo que yo contesto � cxe5 y luego contra � fxe5yo sigo con � xe5, y si me replica � xe5, entonces �xe5, a lo que me puedereplicar ª xe5, pero entonces yo" etc., etc., hasta llegar a la simplificación total.Esto es agotador y en algunas ocasiones imposible de realizar, ya que al ir aejecutar los cambios se olvida el jugador de cómo se inician los mismos. Muchomás simple es el siguiente razonamiento: "yo tengo seis piezas que apoyan eseavance: dos caballos, un alfil, dos torres y la dama, y mi adversario lo impide conun peón, dos caballos, un alfil y dos torres.Hay, pues, tantas piezas que atacancomo piezas que defienden y hay piezasdel mismo valor en ambos lados. Como. .para tomar una pieza es necesario quehaya más piezas que atacan que piezasque defienden, o por lo menos que estédefendida por piezas de mayor valor quelas que atacan, el avance es bueno y elpeón no puede perderse" .Esta es una posición muy parecida ala anterior. Las negras acaban de jugar e5confiadas en el sostén suficiente, ya quehay seis piezas que apoyan ese avancecontra seis piezas que lo evitan. Sinembargo, surge ahora unade las compli- DIAGRAMA N° 4R3
  • 302. TRATADO GEN ERAL DE AJEDREZ 307caciones de sostén de una pieza: la posibilidad de atacar una pieza de! sostén conotra de menor valor, y obligarla a retirarse, o en algunos casos, la de cambiar unapieza del sostén por otra de! mismo valor que nada tenga que hacer con la accióncentral de la partida. En la posición que comentamos, si las blancas juegan fxeSse llega a una simplificación igual a la comentada anteriormente, y nada se haganado, pero si e! blanco estudia la posición observará algunos detJlles muyinteresantes, que permiten pretender la ganancia de material. Dos de las piezasque realizan e! sostén, el caballo de c6 y el alfil de d6, pueden ser atacadas porpeones, } obligadas, por lo tanto, a moverse. Generalmente es mejor atacar elcaballo, ya que esta pieza no puede moverse nunca manteniendo su acción sobrelos mismos puntos; en cambio el alfil puede retirarse en forma de presionar sobrelas mismas casillas en que actuaba antes de la agresión. A simple vista esw es lomejor, y mediante bS, atacando al caballo, las blancas pueden gan;u un peón.Contra 1 . bS seguiría � d4 (obstruyendo con el caballo la acción del alfil, ya quesi � d8 seguiría heeS, ganando el peón sin riesgos, por cuanw serían entoncesseis las piezas agresoras contra cinco defensoras. Igualmente malo sería .. .. .. e4,haciendo la fourchette, por bxe6 y contra exf3, exd7, seguido, si fXe2, dedxe8= � +ganando una pieza); 2. �xd4, exd4; 3. ª xe7, ª xe7; 4. ª xe7,�xe7; S. @ xd4, �xa3; 6. � xfS ganando un peón. Sin embargo, hay algomejor wdavía y que hace evidente que nunca debe conformarse e! jugador conla primera impresión de una posición. Hemos visto que el alfil de J6 ejerce enla combinación anterior un rol muy importante, por cuanw, cuando se originael cambio de wrres de la jugada 3, apoya la de e7 y evita la pérdida de la misma.Esto pe! mite considerar este plan, pero COIl una jugada intermedia muyimportante, jugando primero 1 . e S ! (desalojando el alfil de la defensa de la torre),� e7; 2. bS, � d8 (si ahora 2. ....., � d4 se perdería la pieza después de3. �xd4, ya que si 3...... e4 seguiría4. � h4; y si 2....... e4, mediante 3. bxe6se ganaría una pieza después de 3. ....., exf3; 4. exd7, hee2; S. dxe8= �+etcétera); 3. � dxeS ganando el peón.Hágase el análisis sacando el peón blanco de f4 en esta misma posición,después de 2. ......, � d8; y se observará un detalle aleccionador.El negro igualmente perdería el peón por la posición del caballo de d8vulnerado por una pieza blanca que no es necesaria para la simplificación central,la dama, y defendido por tres piezas ahora, pero tres piezas que son necesarias paradefender el JJeón central. Seguiría en este caso 3. � heeS, � xeS; 4. � xeS,1bxeS; S. �xeS, ª xeS; 6. ª xeS, ª xeS; 7. ª xeS, �xeS; y ahora el caballoestá indefenso y seguiría �xd8++. Vemos aquí un detalle interesante quepermite establecer un nuevo principio general complementario del anterior.Las piezas que actúan en unaposición de sostén no deben a la vez ejercer accióndefensiva con respecto a otra pieza que puede ser vulnerada por el adversario, sinrestar fuerzas a su agresión al punto sostenido. Una pieza que ejerce ese doble roldebe considerarse al hacer la suma de valores defensivos, pues llegará un momentoen que inevitablemente deberá renunciar a uno de sus dos roles.
  • 303. 308 RO BERTO GRAUHemos visto un instructivo procedimiento para jugar en las posiciones desostén, y hemos visto los riesgos que existen cuando las piezas del sostén puedenser agredidas y desalojadas por otras piezas adversarias. Veremos ahora algunosotros ejemplos de sostén para dar fin a este instructivo tema. Este es un ejemploque da Eduardo Lasker (diagrama N° 484), Y que muestra una posición de peónatacado por tres piezas y defendido por dos, que no puede ser capturado por noajustarse la posición al principio generalantes establecido. Las piezas que atacanson de mayor valor que las que defien­den, y para tomar el peón las negrasdeberán perder calidad, por ejemplo:l . . . . . ., � xe4; 2. � xe4, ª xe4;3. J!bxe4, ª xe4; y se ha perdido calidad.Repetimos, pues, que en todos los mo­mentos de los cambios la pieza que cap­tura debe ser de menor valor o de igualvalor que la adversaria que la acecha.Por ejemplo, un peón defendido porotro peón está perfectamente defendidocontra cualquier ataque de las piezasenemigas, aun cuando éstas sean las sieteque pueden hacerlo, ya que tomarloimplicaría un sacrificio. Sólo debe temerde la agresión de las piezas del mismovalor: los peones.En la posición del diagrama N° 485las negras están perdidas. Las blancasinician una combinación para ganar ladama mediante una interesante agresiónal sostén, con sacrificio, muy usual en lasposiciones de combinación; 3 1 . ª xf8(para hacer irrupción con la dama sobreel punto f6 enemigo. Este sacrificio yaimplica una maniobra para sacar el sos­tén del peón que ocupa dicho cuadro),�xf8; 32. �xf6 + , �f7 (si � g8, ª e8mate); 33. � h8+, � g8; 34. ª e8+(entregando la torre para quitar el sosténde la dama), �xe8; 3 5 . �xg8+, etcé­tera.En el transcurso de los ejemplos an­teriores hemos visto muchos que tienenOIAG RA1v1A N° I¡ H 1NEG RAS: GUERRA IONEOBLANCAS: G RAUPOSICIÓN DESPUÉS DE LA J UGADA 30DE LAS NEGRASDIAGRAMA N° 4RS
  • 304. TRATADO GEN ERAL D E AJ EDREZ 309entre sus características la de explotar los sostenes insuficientes y recordamos, alpasar, dos de ellos muy interesantes: los diagramas N°290 y 325, ampliamentecomentados al pie de los mismos, en que se explota, muy hábilmente, la situaciónde sostén insuficiente y se gana material merced a ello.Este tema lo trataremos más ampliamente en el segundo tomo de esta mismaobra, al considerar problemas de la estrategia del juego y combinaciones quetienen como solución la oportuna simplificación que permite llegar al finalganador .Trataremos allí la presión y el sostén desde el punto de vista estratégico.FORZAR LA ENTREGALA AM ENAZA MAYOR COMO ELEM ENTO DE GANANCIA DE MATERIAL.Este capítulo de la ganancia de material es muy importante, pero ya estátratado en casi todo lo que anteriormente hemos esbozado. Muchos son losejemplos que hemos visto de ganancia de material para evitar mates, o deganancias de peones o una pieza menor para evitar la captura de una pieza mayor.En casi todas las posiciones de combinación se llega a la ganancia de materialpor amenazas mucho más serias. La amenaza de mate es una de ellas y en casitodos los casos esta doble amenaza es de resultados fatales para el qlle la sufre.En algunas ocasiones la amenaza es doble y entra en el terreno de los dobles,ya que una amenaza de mate, que simultáneamente amenaza a una pieza que noesté defendida ni puede retirarse defendiendo el mate y que tampoco puede serapoyada con esta d�ble solución, es simplemente un doble; pero en otros casosno existe el doble y sin embargo se obliga al adversario a entregar una pieza paraevitar el mate.Es éste uno de los sistemas simples, pero más usuales, de establecer desnivelNEGRAS: GRAUBLANCAS: RETIDIAGRAMA N° 4116de material, obligando al adversario adespojarse de fuerzas para oponerse almate o a la pérdida de piezas de granvalor. Algunos ejemplos aclaran esto ypondrán en evidencia la importancia deeste recurso que completa la serie deprocedimientos que para ganar materialexisten en ajedrez, y que hemos señaladocon amplitud.En el diagrama N° 486 las blancas,especulando en una doble amenaza conel caballo, que atacará la dama y amena­zará mate, jugaron �xc6 ganando elpeón, yaque no es posible continuarconbxc6 a causa de @ xc6, atacando la damay amenazando el mateen e7 con ladama.Vemos aquí una amenaza mayor pro-
  • 305. ..J i UNEG RAS: THOMASBLANCAS: CArABLANCADIAGRAMA N° 487NEGRAS: LABRAÑABLANCAS: N.N.DIAGRAMA N° 488ROB ERTO G RAUporcionando la ganancia de material.El diagrama N° 487 es la posición deuna partida entre Capablanca y Tho­mas, en la que Capablanca omitió unamaniobra de ganancia de material poramenaza mayor. En la partida, Capa­blanca siguió con I . ttt a8, que pareceganadora, pero Thomas halló adecuadadefensa con la bonita respuesta ª xa2,atacando a su vez a la dama enemiga, quees el sostén de la amenaza de ª xe8 queproyectaba Capablanca.Si en lugar de esta movida hubierajugado l . ª xe8!, �xe8; 2. �a4!, ha­bría ganado una torre, por la amenazamayor de mate. Es evidente que la damaentregada no se puede capturar, y que altener que retirar la dama, ya que la torreno puede moverse defendiéndola, lasblancas hubieran ganado la torre enmérito a la ineludible amenaza de mate.En la posición del diagrama N° 488las negras están en inferioridad de mate­rial, pero mediante una combinaciónobligarán al blanco a entregar una im­portante fracción de sus fuerzas y queda­rán con ventaja muy amplia. Jugaron� eS, atacando la dama. Las blancassiguieron con �e3, ya que si � c3seguiría � xf3, amenazando �xh2++.Contra esta movida las negras contabancon un bonito golpe, � g4!!, amenazan­do ladamay defendiendo indirectamen­te la dama propia, por la amenaza de� xf2++, en caso de �xf4.Siguió 3. fXg4, �xg4 y ahora lasblancas, para evitar � g2++ y �xd l ++ (una doble amenaza formidable),debieron jugar 4. �g3, siguiendo la partida con � xd l + seguido de ª xg3+,quedando con dama contra alfil.En el diagrama N° 489 las blancas idean una combinación especulando enuna amenaza de mate que ha de finalizar con ganancia de material. La maniobraes bonita e instructiva, y nace del conocimiento de una posición característica demate típico de dos alfiles. Veamos: l . ª xd6 ! ! (para provocar la posición de mateI.lut: ha de llevar a la ganancia de material), �xd6; 2. �e5(atacando la dama y
  • 306. TRATADO G EN ERAL D E AJ EDREZ 3 1 1N FC R:S: PALAlJlILAt-.!C¡S: e RAl)DIAG RAMA Nu Í8�N EG RAS: Y¡TFSBLANCAS: ALEKl l I NEDIAGRAMA N° Í�Ocreándole al reyla posición característicade mate de dos alfiles, base de innume­rables combinaciones), 1!fe6; 3. 1!fxcS!(eliminando el caballo que impide elmate de alfil en a6. Ya se ha recuperadogran parte del material entregado, porcuanto a cambio de la torreya se tiene unalfil y un peón, pero la amenaza de matedará para ganar el resto), 1!fxa2 (evitan­do el mate de Ji.h6); 4. 1!fdG (amena­zando 1!f b8 o 1!f c7+ +), t;¡ a 1 + ;5. �d2, 1!faS+; 6 . b4, Ji.t� (plan­teando una amenaza de doble, clavandola dama y evitando por medio de unaclavada el mate, de acuerdo con lo quehemos estudiado anterio rme n te) ;7. bxaS, ª xd6+; 8 . Ji.xd6, ª d8 (cla­vando el alfil); 9. eS (el sostén definiti­vo) y las blancas, que han calculado bienla combinación, quedan con una piezaganada por la h;íbil explotación de unaamenaza mayor.El diagrama N° 490 es la posición deuna partida entre Alekhine y el maestroinglés Yates, en la que el primero ganamaterial especulando hábilmente en unadoble amenaza de mate y de material.Veamos: l . � d7 (amenazando � f6+ganando calidad), � h8; 2. � f6 (igual­mente puede realizarse esta jugada, yaque si gxf6, seguiría ª h7++), ª gf8;3. ª xg7 (entregando el caballo paraespecular con una amenaza mayor quepermitirá recuperar el material con unbuen saldo favorable), ª xfG (única- para evitar la amenaza mayor deª h7++); 4. � eS! (bonita y elegante jugada del rey, que permite ganar ahorala torre, ya que esta pieza no puede retirarse af8, ni ser defendida por la otra torre,por la amenaza mayor de 5. ª h7+ , �g8; 6. ª cg7++) .Las negras deben sacrificar la torre para evitar el m;He y nuevamente vemoslas amenazas mayores, provocadas por medio de hábiles sacrificios previos,finalizando en ganancia de material.Veremos ahora cómo la amenaza mayor de un jaque, doblando la acción deuna pieza en una columna abierta, permite ganar material. En el ejemplo del
  • 307. 3 1 2 RO BERTO GRAUNEGRAS: BAUERBLANCAS: RIVAROLAPOSICIÓN DESPUÉS DE LA JUGADA 24DE LAS BLANCASDIAGRAMA N° 4 9 1NEGRAS: C. TORREBLANCAS: ADAMSDIAGRAMA N° 492diagrama N° 491 las blancas jugaron2 5 . d6!, las negras replicaron con25. ....., "tf:fd7. (Si hubieran jugado2 5 . . . . . ., § xd6 , habría seguido26. H dxd6 y contra cxd6 entonces27. "tf:fc4 dando jaque, apoyando la ac­ción de la torre en�miga, y, de estamanera, ganándola).Las blancas jugaron contra 25. .....,"tf:fd7; 26. "tf:fd5+, § f7 (si 26. .....,� f8; 27. H ee l , § xd6; 28. "tf:fxd6+!,ganando inmediatamente por la amena­za mayor si exd6 de 29. § xe8+ segui­do de 30. § e7, recuperando la dama yquedando con una torre de ventaja);27. § de} , � f8; 28. § xe7 (y las ne-gras abandonaron, por cuanto, 28. .....,§ xe7; 29. H xe7, "tf:f e8 (única paraevitar la amenaza mayor de "tf:fxf7+);30. d7, y nada mejor queda ante laamenaza de la dama de parte del peón ­y lo que es más grave, la amenaza decoronarse dama el mismo- que jugar§ xd7, perdiendo la torre para evitar,transitoriamente, un mal mayor, ya quesi 30. .. ..., "tf:fd8; 3 1 . § c8, § xd7;32. § xd8+ ganando la dama. Sin em-bargo, lo mismo con 30. . . ..., § xd7, seganaría luego la dama, por cuanto si a3 1 . § xd7 ladamase moviera, porejem­plo a 3 1 . ....., "tf:fg6; 32. "tf:fa8+, "tf:fe8;33. § d8, ganándola.Finalmente daremos para terminarcon este capítulo un magistral ejemplo,realmente aleccionador y que demuestrahasta qué punto es posible sacar prove­cho de una amenaza mayor para ganarmaterial. La posición de mate en que seencuentra el rey negro permite al blancoidear una combinación muy interesante, en base a la explotación de una amenazamayor, y, lo que es más importante, de anular el sostén que tiene la torre negrade e8 mediante la acción de la dama.Como esta pieza está esclavizada en la defensa de ese mate, el blanco elude laagresión directa del alfil adversario mediante una seguidilla de brillantes sacrifi-
  • 308. TRATADO G EN ERAL DE AJEDREZ 3 1 3cios, que uan reduciendo la agilidad de l a dama enemiga, hasta permitir laganancia de material.l . 1!fg4! (el primer sacrificio. No es posible tomar la dama por la amenazamayor de fi xeS, con mate a la siguiente), 1!fb5 (saliendo de la presión yamenazando a la vez 1!fxe2, para continuar con fi e 1 y mate); 2. �e4!! (unnuevo y espe�tacular sacrificio de la dama obstruyendo las amenazas adversariasy explotando la situación de sostén de las dos piezas negras que pueden capturarla dama), 1!i d7; 3. 1!fe7!! (nueva persecución, y metiéndose en la boca del lobo,que, por cierto, no puede morder por la amenaza mayor de fi xeS++), 1!f b5(nuevamente amenazando 1!fxe2!); 4. a4!! (la jugada magistral. Veremos cómoahora la posición del negro se vuelve completamente artificial, y cómo el blancoha de explotar la amenaza de mate y la posibilidad de una agresión múltiple atodos los sostenes), 1!fxa4; 5. fi e4! (todas las piezas blancas están entregadas yla amenaza mayor de mate permite a Adams efectuar esta serie de filigranastácticos que irán quitándole a la dama toda posibilidad de seguir actu:1ndo en ladiagonal eS-a4, evitando fi xeS++); 5. ....., 1!ib5 (si 1!fxe4; 6. fi xe4 ysubsiste la amenaza de mate en eS o eS, si desaparece cualquiera de los sostenes);6. 1!f xb7!! (el nuevo y brillante sacrificio que gana material, ya que la dama nopuede seguir evitando el mate en eS. Si 1!ixb7, seguiría fi xeS+, ete., y si encambio fi xe4, entonces 1!fxeS+. etc. daría igualmente mate. Para evitar estohabría que entregar la dama).
  • 309. TRATADO GENERAL DE AJEDREZSOLUCIONESD I AGRAMA N° 5 1 : de a8, 3; de N° 2, 8; de N° 3, 5; de N° 4 . 8.D IAGRAMA N° 52: de a8, 2 1 ; de N° 2, 25; de N° 3, 25.D IAGRAMA N° 53: de c8, 14; de N°2, 1 4; de N° 3, 1 4 ; de N° 4 , 1 4.D IAGRAMA N° 54: de a8, 7; de N° 2, 1 3; de N° 3, 9; de N° 4 , 7.3 1 5DIAGRAMA N° 55: de a8, 2; de N° 2, 3; de N° 3, 4; de N° 4, 8; de N° 5. 8; de N° 6, 6.D IAGRAMA N° 56: de a2, 2; de N°2, 1 ; de N° 3, 1 ; d<.: N° 4, 2; de N° 5, 1 ; de N° 6, 1 .D I AGRAMA N° 57: negras, 20; hlancas, 32.D IAGRAMA N° 58: n<.:gras, 29; blancas, 36.D I AGRAMA N° 59: blancas, 34; negras, 4 1 .D IAG RAMA N° 60: negras, 40; blancas, 37.D IAGRAMA N° 6 1 : hlancas, 37; negras, 1 0.DIAGRAMA N° 62: negras, 7; blancas, 44.D IAGRAMA N° 63: negras, 43; blancas, 48.D IAGRAMA N° 76: Él h8++DIAG RAMA N° 77: � h8++D IAG RAMA N° 78: Él h8++D IAGRAMA N° 79: � h7++D IAGRAMA N° 80: � xg6++D IAGRAMA N° 8 1 : � f7++D IAG RAMA N° 82: � g3++D IACRAMA N° 83: �g6++D IACRAMA N° 84: � c3++D IAGRAMA N° 85: � b 1 ++D IAGRAMA N° 86: � c2++D IAGRAMA N° 87: � f3++D IAGRAMA N° 88: �d5++D IAG RAMA N° 89: si Él xd5 , � h3++; si Él xh4, �<.:7++; si § d, � f3++; si § d3,� xd3++; si �c2; � d l ++.D IACRAMA N° 90: si Él xg8, � r6++; si � e7+, �c4++; si b2, J2.xc2++; si � d4+,� c3++; si § e6, � g4++; s i Él f6, � xf6++.D IAG RAMA N° 9 1 : si f4 , � xd4++, o hien Él xd4++; si �c4, �g8++; si d3, � c3++;si fxe4 , �g8++; si � xe4, � h l ++.D IAG RAMA N° 92: si � xd6+, � 4e5++; si � xc6, J2.<.:6++; si �g7, � b4++ ; si � d3.�g2++; si � (3, � h4++; si �xc6, Él c5++; si � xc6, d5++.DIAC RAMA N° 93: si � d6, � b5++; si gxf2, � f5++; si � r6, � g4++; si � f4 ,� d3++; s i Él xf2+, � f5++.D I AGRAMA N° 94 : si � xf3, �e2++; si � xf4, § xfií++; si � xcl7, � xh7++; si�xf3+, �e2++; si � xfl +, Él xfI ++; si � xd2+, � xd2++; si �a6, � d 5++.D IAG RAMA N° 95: si J2.xb7+, �xh7++; si �c4, � d6++; si c4 , § d4 ++; si § lit,� g3++; si �xa4, � c3++; si �e6, � xc5++; si § 16, �x<.:5++.D IAGRAMA N° 96: si § xd5+, �xd5++; si J2.c5, § d4++; si § 111, � f5++; si � g4 ,�c8++; si �gl , � f4++; si f5 , Él d3+ +.
  • 310. 3 1 6 ROBERTO G RAUDIACltAMA N ° 97: si � xd2+, � g4++; si � g3+, d4++; si � c3+, d4++; si H xh2,� fl ++; si � f2, � fl ++; si �xf3. � fl ++.DIACRAMA N ° 98: si § d. �xf5++; si � xd5. �c6++; si § xd5, � g4++; si H ó,§ d4++; si H f4, �<.:6++; si § 13, § xb4++.DIACRAMA N° 99: si �gl +, H d ++; si �h7, � a l ++; si �xf6, § f4 ++; s i � g8,§ d�+ +; si � g2, �a 1 ++; si �x<.:4+. l!.x<.:4++.DIACltAMA Nu 1 00: si l!.x<.:5, dxó++; si l!.e6, � e8++; si � f(J, H 7e6+ +; s i � e5,dxe5++; si H <.:6, § d7++; si l!. f(J, § e6++.DIACRAMA N ° 1 0 1 : b6 o b5DIAGRAMA Nu 1 02: � e5+DIAGRAMA Nu 1 03: el = �DIAGltAMA N° 1 04 : § a3DIAGRAMA N ° 1 05: H f7DIAGltAMA N° 1 06: H a5DIAGRAMA N ° 1 07: e8= � +DIAGRAMA N° 1 08: § d4+ Y luego § a4.DIAGRAMA Nu 1 09: .!lh6DIACltAMA N° 1 1 o: � h8+ Y l!.d3.DIAGltAMA N ° 1 1 1 : cxb6DIACRAMA N° 1 1 2: § a5·.. y luego § b5+ Y H xb7.DIAGRAMA N° 1 1 3: § xh7+, �x1l7 y � g5+.DIAGRAMA N° 1 1 4 : �xg4 y si hxg4 , � g3++.DIAGRAMA N° 1 1 5: � 115+, § xb5; § xg6+, � xg6; § e6++.DIACRAMA N° 1 1 6: § xe5+. �xe5; f4+ (y s i � xf4, � d3+; si � xf4 , � e6+).DIACltAMA N° 239: 1 . � h6+. � h8; 2. �g8+, § xg8; 3. � f7++.DIACltAMA N° 240: l . ...... �xg2+; 2. l!.xg2, § <.: 1 +; 3. .!lfl , § xfl ++.DIAl;ltAMA N° 24 1 : 1 . �g5+, �xg5; 2. § e8+, l!. f8; 3. § xf8++.DIAGRAMA N° 242: 1. .!lg7+, § xg7; 2. § e8+, � xe8; 3. �e7++.DIAGltAMA N° 243: 1 . �h6+, � xh6; 2. AxfB++.DIAGRAMA N° 244: 1 . � d6+, � d8; 2. �e8+, � xc8 o H xc8¡ 3. � H7++.DIAGRAMA N° 245: 1 . § a6, bxa6¡ 2. b7++.DIAGRAMA N ° 246: 1. ....., § xc1 +; 2. � xcl , � xe 1 +¡ 3. � xc l , § d l ++ .DIAGRAMA N° 247: 1 . �xh7+, � f8¡ 2. � h8+, � c7¡ 3. � f6+, � d7¡ 4. � xf7+,� d8; 5. § h8+, �e8¡ 6. § xe8++.DIAGRAMA N ° 248: 1. �xh7+, � xh7¡ 2. � g5+, hg5; 3. § h3++.DIAGRAMA Nu 249: 1. l!. xf7+, � f8¡ 2. � d8+, � xf7¡ 3. � e5+, � c6; 4. �d5++. ·DIAGRAMA Nu 250: l . �d8+, � xd8; 2. Ag5+, � c8¡ 3. § d8++.DIAGltAMA N u 25 1 : 1 . � f6+, gxf6; 2. l!.xf7++.DIAGRAMA N ° 252: 1 . �xf7+, �d8; 2. �f8+. l!.xfB¡ 3. § xf8++.DIAGRAMA N° 253: 1. ....., § f¿+; 2. � h l , § h2+¡ 3. �xh2, � f3+¡ 4. � h l , § xg l ++.DIAGltAMA Nu 254: 1 . �xf8+, � xfB; 2. § xf7+, � e8; 3. § f8+, � e7¡ 4. § l f7++.DIAGRAMA N° 255: l . �h5+, � d7¡ 2. �g4+, § f5¡ 3. �xf5+, � e8; 4. � f7+, � d7¡5. Ac6++.DIACltAMA N° 256: 1 . �h5+, � e7¡ 2. � f7+, � d6; 3. eS+, � e6¡ 4 . �d5+. � b6;5. �b5++.
  • 311. TRATA DO G EN E RAL D E. AJ EDREZDIAGRAMA N° 257: 1 . � f7+ , � xf7; 2. � e5+, � e6; 3. � f7+. � d6; 4. � c4+,� c5; 5. �d5+, �b4 ; 6. c3+ , �alt ; 7. h3++.3 1 7DIAG RAMA N° 258: 1 . § f8+, � xf8; 2. �g5+, �e7; 3. �xc7+, � xe7; 4. � f7+,� d8; 5. �f8++.DIAGRAMA N° 2 5 9 : l. � h6+, axb6; 2. axh6+, � aG; 3. § xa6+, bxaG; It. h7+, � a7;5. b6++ o (b8= �++) .DIAGRAMA N° 260: 1 . ....., �h6+; 2. � g5, �xg5+; 3. � d3, �xe4+; 4. � xc4,d5+; 5. � d3, � f5++.DIAGRAMA N° 26 1 : 1 . .o.xg7+, � xg7; 2. f()+, � h8; 3. ª xh7+, � xh7; 4. § h 1 +,� h3; 5. § xh3++.DIAGRAMA N° 262: l. �xh7+, �xh7; 2. g6+, � h8; 3. ª hlt+, ll. h6; 4. § xh6++.DIAGRAMA N° 263: l . � 5f6+, gxf6; 2. � h6+, hxg4; 3. � xf6++.DIAGRAMA N° 264: 1 . ....., � c2+; 2. � c2, � d3+; 3. � xd3, � g3++.DIAGRAMA N° 265: 1 . § g7+, � hlt; 2. �h3+, gxh3; 3. g3++.DIAGRAMA N° 266: 1 . �c8+, § xe8; 2. ("e8= � +, .o.xe8; 3. �xd6++.DIAGRAMA N° 267: 1. �xc5+, �xc5; 2. .o.a3+, �clt ; 3. �b5+, � xc3; 4. § bel ++.DIAGRAMA N° 268: 1 . � f5+, � h7; 2. § g7+, � xg7; 3. § h6+, � g8; 4 . � e7++.DIACRAMA N° 269: 1 . § g6+, �xgG; 2. � f6+, � h8; 3. �xh7+, �xh7; It. § xh7++.DIAGRAMA N° 270: 1 . �e8+, § xcH; 2. § xe8+, .o.xc8; 3. e7+, § xf3; 4. dh �++.DIAGRAMA N° 27 1 : 1 . �a8+, � xa8; 2. � aG+, � a7; 3. � c7+, � b6 (o � b8);4. § a6 (o a8)++.DIAGRAMA N° 272: 1 . � d5+, � f8; 2. � c6+, dxcó; 3. .0. 116+, � g8; 4 . � H()++.DIAGRAMA N° 273: l . .. ... , § h5+; 2. � xh5, �h3+; 3. � g5, hó+; 4 . � flt, g5+;5. � c5, � e6++.DIAGRAMA N° 274: 1. �xh7+, �xh7; 2. § h5+, � g8; 3. � gó, § (6; 4. § h8+, � f7;5. § f8++.DIAGRAMA N° 275: l . � xdó, f5; 2. § a8+, � b8; 3. � xbó+, cxh6; 4. § xb8++.(Otro matc: 2. �xc7+, � xc7+; 3. � dó+, � b8; 4. § b7++).DIAGRAMA N° 276: 1. § xh7+, � xh7 (si 1. ....., �c8; 2. § c7+, � b8; 3. § b3+, �h4;4. § xb4+, � a8; 5. § xa7+, � xa7; 6. � c7++); 2. § xa7+, � xa7; 3. �b6+, � a8;4. � c7++.DIAGRAMA N° 277: 1 . � e6, .o.xc6; 2. � f5+, � g8; 3. � c7++.DIAGRAMA N° 278: 1. ....., � fl +; 2. �xfl , ll.xd4+; 3. ll.e3, § xc3; 4. juega, § e2 oc l ++.DIAGRAMA N° 279: 1 . ....., � f2+; 2. � xf2, § dI +; 3. .o.d, �xe3++.DIAGRAMA N° 280: 1 . � dó+, � hó; 2. � c8+ , § xc8; 3. § b7+, � xb7; 4. �a7++.DIAGRAMA N° 28 1 : 1 . � xh6+, gxhó; 2. � h8+, � xh8; 3. � f7J c 1 = � ; 4. � "6++.DIAGRAMA N° 282: 1 . § dH+, �xd8; 2. �có+, � h7; 3. § xhó+, gxhó; 4. � f7++.DIAGRAMA N° 283: l . � h5+, � xh5; 2. fxcó+, � gó; 3. J1c2+, � g5; 4. § f5+,� g6; 5. § f6+, � g5; 6. § gó+, � hl¡ ; 7. § cÍ+, � f4; 8. § xf4+, � h5; 9. g3,cualquiera; 1 0. ª h4 ++.DIAGRAMA N° 284: 1 . � f7+, 5!J c7; 2. �xfó+, � xfó; 3. � d5+ , � c5; 4. � f3+,� xe4 ; 5. � c3++.DIAGRAMA N° 28 5: 1 . � g4+, � t:7; 2. � f5+, � d7; 3. � c5+, � c8; 4 . � t:7+J
  • 312. 3 1 8 RO B E RTO G RAU------ --- - - - -- ---- ------- ---- - ------ - ---------------- ------ - --- --------� bH; 5. � d7+, � a7; 6. � c8+, � a6; 7. � b8+, � b5; 8. � a7+, � b4; 9. � a6+,� c3; I D. � b5+, � d3; 1 1 . � b4+, �c2; 1 2. � c3+, � d ; 1 3. � d3++.DIAC({AMA N ° 286: 1 . � g8+, �c7; 2. 1"6+, � c6; 3. �c8+, �xf() (si 3. .. . .., § xe8;4. fi xd6-H); 4 . �xd8+, � g7; 5. fi g2+, � h7; 6. �g8+, � h6; 7. � h8++.DIACRAMA N ° 408: Ac6DIACRAMA N° 4(1): � xg7DIAC HAMA N ° 4 1 0: 0-0-0DIACRAMA N ° 4 1 1 : �e6 o �a6DIAC RAMA N° 4 1 2: tidD(ACRAMA N° 4 1 3: e4DIACRAMA N ° 4 1 4 : c5DIAGRAMA N ° 4 1 5: A f3DIAl;(zAMA N ° 4 1 6: fi d7DIAG (ZAM A N ° 4 1 7: fi h 1DIAC RAM f N° 4 1 8: /LíDIAG RAMA N ° 4 1 lJ: AhSDIAG RAMA N ° 420: Ag5 (gana 2 pCOIlCS) , o �d2 o � c2 o fi e l , seguido dc b3,gana el caballo por ll llO o dos peones, scgün los casos.DIA<.; RAMA N° 42 1 : � d2 o � e lDIACI{AMA N ° 422: eSDIAG (ZAlvIA N ° 423: fl¡DIAGRAMA N ° 425: c4DIAC RAMA N° 42ó: eSDIAcRAMA N° 427: b lanco � f7+, negro fi h5+DIACRAMA N ° 428: blanco � cS, negro J2.c6.DIAC RAMA N ° 421): � e6DIAC RAMA N° 430: fi d7+DIACRAM A N ° 43 1 : fi h S +DIAC RAMA N ° 432: �d4DIACRAMA N° 433: A xeóDIAC RAMA N° 434 : ti h3+, o � dS+, o tie4+ , o tib 1 +, crc.DIACRAMA N ° 435: ti d +, o ti h5+, o tid5+, o tie4+, crc.DIAC IZAMA N ° 43ó: ti r8+, o Of4+, o �a6, etc.DIAl ; (MMA N ° 437: Ad3, o Ac2, o �a2.DIAC IZAlvIA N ° 438: � d7, () � c4 .DIAc HAMA N ° 439: � g 5 ; 2. � /Lí , � f3+; 3. � g2, � d2+.DIACRAMA N° 440: � f7DIAC RAMA N° 442: Acó+DIACRAlvlA N ° 443: fi xd8+DIAcRAMA N ° 444: Ad4DIAC H.AMA N ° 445: � /7+DIAC RAMA N ° 44ó: A c5+DIAc({AMA N° 41¡7: fi e lOIACRAMA N ° 448: ª xh7DIACRAMA N° 44lJ: �h4
  • 313. ÍndiceNota prelirnilltTr ......................... ................................... ....... ............... . . . ....... 7Prólogo de Carlos E. Guimard . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..... . . . . . . ............. . . . . . . . . .. . . )Prólogo de Roberto G. Grau . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . .. .. . . . .. . . . . .. . . . . .. .. . . . . 1 1L(l actuación (zjedredstiCtl de Grau ..................... .......... ......... ........ . . . . . . . . . . . . . . . 1 3CAPÍTULO II�.Ul)IMEN·r()s . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . 1 5Reglas del juego y nociones preliminares .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. .. . . . . . . . . .. .. . . . 1 5El ajedrez. Su índole y su fin .. .. . . . . . . . . . .. . .. . . . . . . . . . . . .. . . . .. . . . . . . . ... . . . . .. . . . . . . . . . . . .. .. . . . 1 5El tablero . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . .. . . . . .. . . .. . . . . . ... . . . . . .. . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . .. . . . . . . . . .. . 1 6Posición del tablero . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . .. . . . . . . . . . .. . . . . . . . .. . . . . . . . . 1 7Las piezas . . ... . . . .. . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ... . . . . . . . . . . . . ... . .. . .. . . .. . . . . . . . 1 7Marcha de las piezas .. . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . ;.......... ................................................ 1 8Límite y modifIcación de la march:1 de las piezas . .. . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .. . . 2 1Cómo se toman las piezas . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .. . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . .. . . . . . . . . . . . .. . 23TOlllar :11 paso . . ........................................................................................... 24Jaque . . . ... . . . . . . .. . .. . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . ... .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26Mate . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 26I�a partida tablas . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . ... . . . . . . .. . . .. . . 27Dos movimientos extraordinarios. El enroque. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .... . . . . . " .... ....... 30Coronanl iento del peón . . . . . . . . .. .. . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . .. .. . .. . . .. . . . . . . .. .. . . . . . . . . . .. . . . . . . . .. 32H..itmo del juego . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .. .. . . . . . . .. . . . . . . . . . . 32Nonlenclatura . . . . . . .. . . .. . . . . . . . . . . . .. .. . . .. . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . .. .. . . . . . . . . . 33Sisterna descriptivo .. . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . .. .. . . . . . . . . .. . . . . . ... . 33Sisterna algebraico . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . .. .. . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . .. . . . .. . . . . . . . . . . . . . . 39Para comprender las partidas en idiomas extranjeros .. . . . . . . . . . . . . ...... . . . . . . ... . . . .. 42Léxico común . .. . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 43CAPÍTULO I IEL AJED)U7 y SU ()!tCANO . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 45Distinción entre la visión inmediat:1 y la visión l11ediau . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . .. . . . . . . 46Primera Parte ..................................... ..................................................... 47Dominio de la visión inmediata: . . . . . . . .. . . . . . . . . .. .. . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . .. . . . . . . . . . . . .. . . . 47Los errores de los principiantes .. . . . . . . . . . . . . . .. . .... . .. . . . . .. . . .. . . . .. .. . . . . . . . . . . . . .. . . . 47La visión rápida . . . . . . .. . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . .. . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . .. .. . . . . . . . . .. . . . . . . . . 53Donlinio del mate . . . .. . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . .. 53
  • 314. Segunda serie dl: ejercicios . .. . . . .. . .. . . . . .. . .. .. . . . .. . . . . . . .. . .. . . . . . .. . . . . . . .. .. . . .. ... . . . .. . . . . . . . 60Segunda [>artc ............................................ ............................................... 65Desarrollo dl: la visión mediata dd j Ul:go . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 65¿ Cómo se juega al ajedrez? . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . .. . . . . . . . . . .. . . . . 65El esqUl:ma de la visión med iata pro piamcnre d icha . . . . . .. . . . . . . . . . . .. .. . .. . .. . . . . . . . . 73Dos tipos ejl:mplares dd razonamieIl to ajedrecístico.La combinación y la celada . . h . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . .. . . . .. . : . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 1l.a cOlllbinación ..............:........................................................................... 88Ejercicios para d desarrollo (!L la visión med iata . ... . ... . . . . . . .. .. . . . . . . .. ... . . . . . . . . . . 1 09Léx ico COIll ú n . Salida .. . . . . . . . . . . . . .. . . .. . .... . . .. . . . . . . . . . .. . . . . . .. ... . .... ... . . . . ... .. . . . .. . . . . ... . 1 1 1Desflrrof!flr eljuego . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 1 1!)rirner jugador . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . , . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 1 1,)egundo jugador . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 1 1"Sortear los colores JI o ".wrtear eljuego JI . .. . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . .. . . . . . . . .. . . . . . .. . .. 1 1 1AjJertltr,[ . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . .. .. . . . . . .. . .. .. . . . . . . .. 1 1 1Merjio juego .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . 1 1 1flltal . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 1 2Tercera [)arte . .. . . . . . . .. . . . . . . . . . .. . . . . .. . . . . . . . . . . . . . .. . . .. . . ... .. ... .. .. . .. . . . . . . . . . . . . . ., . . . . . . . . . . . . 1 1 31 00 partidas i ns tructivas . .. .... .. ... . .. . . . ... . . .. .. . .. . . . ... .. . . .. .... .. . .. .. . . . .. . . . .... . .. . .. . . . . 1 1 3Ejemplos de combinaciones de mate . . . . . . . . . .. .. . . . . . ... . . .. . . . . .. . . . . . . . . .. . .. . . . . . . . . . . . . . 1 75CAPÍTU L .O 1 1 1ERROIZES D E LA VISI()N MEDIAIA . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 1 87Los errores de la visión mediata .. . .. . . .. .. .. . . . . . . . .. ..... .. .. . . . . . .. . .. . .. .... . . . . . . . . .. .. . . . . 1 87N ueva serie de ejercicios: recursos extraordinarios para hacer tabLtsRecursos excepcionales para ganar . . . . . . .. . . . . . .. .. . . . . .... .. . . ... . . .. . ... . . . . . . . . . .. . . .. . .. .. 20 1Otros errores. Trasposiciones .. . . .. . . . .. ... .. . .. . . .... .. . .. .. . . . . . . .. . ... . . . . . . . . . . .. . . . . . . . .. ... 2 1 3An�ilisis defectuosos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ..... . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 1 5CAPÍTU LO IVOBSERVACION ES GEN ERALES A PROPÓSITO D E LA PARTIDA DE ATAQU E,QUE CONTRIBU I RÁN A UNA EFICAZ ACUMULACICJNl)E EXPERI ENC :JA. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 2 1 9Ataques sobre el rey sin en rocar . . .. . . .. ... . . . . .. . .. ... .. . ... .. ... . . . . . . . . .. . . . . .. . ... . . ... ... .. 220Elementos positivos del ataque de este tipo. Necesidad de sudiscrilllinación . . . . . . . . . . . . .. . . .. . . . . .. . . .. . . .. . . .. .. . . . . .. .. . .. ... . . ... . . .... .. . . . . .. . .. . . .... . . . . .... .. 220Enunciación de los elemen tos en que finca la fuerza de los ataquessobre el rey sin enrocar . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 222
  • 315. Elementos negativos del ataque .. . . . . . . . . .. . . ... . . . . . . . . . . . . . . ... . . ... .. . . . .. . .. .. . . .. .. . . .. .. . 222Factores positivos indirectos de ataque . . . . ... . . . . . . . . . . .. . .. . .. . .. . . . . . . . . . . . .. . . . .. . . ... . . 223Cómo estos elementos del ataque condicionan la estructurlldeljuego y especialmente la apertura deljuego .. .. . . . . . . . .. .. . . . . .. . . . .. . . . . .. . . 223Consejos para la apertura deljuego . .. . . . .. . . . . . . . . . . . . . .. . .. . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . .. . 224Punto de vista de la defensa en estos ataques.. . . . .. . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . ... . . 225Ataques sobre el rey enrocado . . . .. . . . . . . . . .. . . . ... .. . . . . . . .. . .. . . .. . . .. . . .. . .. . . . . .. . . . .. . . . . . .. 226Factores del ataquey de la defensa, estando el rey atacado enrocadoen elflanco rey. . . . . . .. . .. . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .,.................................. 227factores indirectos del ataque . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . .. . . . . .. . 228Otrosfactores. . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . ... .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 228Punto de vista de la defensa en los ataques sobre el enroque corto .. . . . . . 229La apertura deljuego y los elementos de estos ataques . .. . . . . . . . . . . . . . . . ... . . 229La apertura deljuego y los elementos de estos ataques.. . . . . . .. . . . . .. . . . . . . . . . . 229Más sobre la aperrura de los juegos . . .. . .. .. . . . .... . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . .. . . . . . . . . .. .. . . .. . . . . 229Buenas estructuras ... . . .. . . . . . . . ... . . . . . .. . . . . . . . . . . .. .. .. .. . ... . .. . . . .. . .. .. . . .. . . . .. . . . . . . . .. . .. . . . . 229CAPíTULO VDE LA GANANCIA Y PÉRDIDA DE MATERIAL . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 237La itnportancia .. . . . . ... .. . . . .... . . . . . .. .. . .. . ... . ... .. . .. . .. .. ... .. . . .. . . .. . . . .. . .. .. ... ... . .... . .. . . . . 237El valor de las piezas . . ... .. .. .. . .. .. . . ... ... ... . .. .. .. . . . .. . . .. ... . .. .. . . . . .. . . .. .. .. . .. . .. . . .. ... . . . 240¿A quése debe la diferencia ele valores? . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . 242El rey . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 242La dama . . . . . . . . . .. . . . ... . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . 243La torre. . . . . . . . . . . . . . . . . .. .. . . . . .. . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. .. . . . .. . . . . . 244Elalfil.. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . .. . .. . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . .. .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 244El caballo . . . . . . . ... . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . .. . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. .. . . . . . . . . 245Elpeón . .. . . .. . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . .. . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ... . . . ... . . . . 245Consecuencias lógicas . . . . . . . .... . . . . . . . . .. . . . . . .. .. . .. . . .. ... . . . . . . . . . .... . . ... . . . . . . . . . ... . . . .. . . . . 246Un ejemplo instructivo . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. .. .. . . . ... ... . ... . . . . . 248De la ganancia y pérdida de material . . . . . . ... . .. . . .. . .. ... . . .. . . .. .. .. . . . . . . ... .. . . . . . . . . . . . 248La agresión .. . . . . . . . . .. . . . . . . . . . .. .. . . . . . . . .. . . . . .. . . . . . . . . . . . . ... . . . .. . . . . . .. . . . . . . . . . .. . . . . . . . . 249Cómo se defienden las piezas agredidas . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . ... . .. . .. . .. . 253Interposición . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . .. ., ... ,." ....." ,..,.,., .... " .......,.." .,.,., .. , .. .... ,." 257Clavaelil . " , .. " " . . . , . . . . , . , . . . , . , ... , . . . . . . . , .. " . . . , . . . , . . . . , . " " . . . . , . " . , . . . . . " . , . . . . . . , . . , 2) 8Contraataque . ,....,.,..........,.,.....,." ....." ..,.......,.......,....." ......... ......,. 260CaJnbio .......,......,....,.. ,." .. ,....." ,........" ..........." .,..." ,." " .,..,..,...., .. " . 261De la ganancia inmediata de material . . . .. . . . . .. .... .. .. . . . . . . . . . ... . . . . . . . . .. . . .. . .. . . . . . . . 262La agresión simple ,.." ...,.,.......,.,." .......,........,..." ..,........,...,.....,..,.... 262EJercicios ...,....,............" ...., .. " ,...,............, .. " ......." ,...................." ... 263La agresión conípleja. . . . . . . . . . . . . .. . . . .. . .. . .... . . .. . . . . . . . .. . . . . . . . . . ... . . . . .. . . .. .. . . . . . . . 267Ejercicios ,. . . " ...,.............." .......,...,...,.,..." " .. " .. ,.,.........." " .......,......, 269
  • 316. La entreg(l . . . . . . . . .. .. . . .. . . . . . . . .. .. .. .. .. . . .. . . . . . . . .. . ... . . .. .. . ... . . ... . . . . .... . .. . . . . . . ... . . 273Ejemplos de entrtgajorz{lda . .. . . . . .. . . . . .. .. . . . . . . . .. . . . .. . . ...... . . . ... . . .. . . . . . . . .. . .. 276De la ganancia mediata de material .......................................................... 278l.,os dobles . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 278Cómo se provocan y cómo se especula con las posiciones de flurchette.. . .. 278Un ejemplo flUís complejo .. . . . ... .. . . .. . .. .. .. . ... . . .. . . .. . .. . . . . ... . . . . . . . . . . .. . .... ... . 279Los dobles de caballo .. .... . .. .. . . . . . . . .. . ... . . . . . .... .. . . . . . .. .. .. . .. . . . . . . . . . . .. .. . . . . . .. . . 28 1Los dobles ele (lljil. . . . . . . . . . . . . . .... . ..... . . . . .. . . . . . . . . . . .. ... .. . .. . . . . . . . .. . . . .. . . . . . . . .. . .. . 284Los elobles de torre . . . . . . . . . . . . . .. . .. .. . . . . . . . . . . . . . . .. . . :.................................... 286Los dobles de dama . . . . . ..... . . . .. . .. . . .. . . . . . .. . .... . . .. .. . . . . . ... . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . 288Las piezas encerradas (o copadas) . . . . .. .. . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . ... . .. ... .. . . .. . . . . . ... . . . . . . .. 289Encerradas de danta ........................................................................ 289Las torres encerrad(H . . . . . .. . . .. . .. . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . .. . . . . .. . . . . .. . . . . . . .. . . . .. . . . .... . . .. 29 1Los alfiles encerrados . . . . . . ... . . .. . .. . . . . .. . . . . . . . . .. . .. . . . . ... . . . .. . . . .... . . . . .. . . .. . . . . . . . . 293Las encermdm de cab(dlo ................................................................. 294lJos descubiertos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . .. . ... . . .. . . . . 295El descubierto CO ! 1 1 0 elemenro de ganacia de material . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . .. . . . . . .. 295La clavada y el sostén·. . . . . ... . . . . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 295La clavada como e1emenro de ganancia de material .................................. 300El sosté" con o sin c!(LVat!a. .. ..... . . . . . . . . .. . . . . . . . . . .. . . . . . . . . . . . . . . . .. . . .. . . . . . . . . . . . . . . 304PieZ(1 mal dejendúla . .. . .. . . . . . .. . . . . . . .. ... . . . .. . . ... . . . ... ... . . .. . . . .. . . . . . . . . . . . .. . . . . . .. 305Pieza suficientemente defendida ....................................................... 305Pieza muy bien defendida ................................................................ 305Forzar la entrega . . . .. . . . . . ... . . . . . . . . . . .. . . . . . . . . .. . . . . . .. . . .. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . ... . . . .. . . 309La amenaza mayor como elemento de ganancia de material ..................... 309Soluciones ................................................................................................. 3 1 5
  • 317. El Ajedrez tiene bien consolidado su pres­tigio como herramienta de progreso inte­lectual. Es creciente el interés que ha des­pertado en los pedagogos, por tratarse deun juego de estrategia, que contiene todoslos elementos que intervienen en el que­hacer humano. Al margen de la actual polé- lmica, entre los Grandes Maestros y el pen- Isamiento cibernético: que por ahora afictasólo la faceta de la alta competición, esta dis­ciplina, además de unafuente de solaz paracualquier aficionado, debe ser elfiel compa­ñero de ruta que la juventud necesita.De ahí el alborozo con que saludamoseste relanzamiento de la gran obra de Ro­berto Graz� prestigiatúz por su amplitud, on�ginal enfoque y potencia didáctica.En este primer tomo se dan los rudi­mentos del juego, se esboza su técnica y seincursiona en los esquemas de razonamien­to que conforman elpensamiento ajedrecístico.Una obra indispensable para iniciarsecon sólida base en los arcanos deljuego mile­nano.Osear Panno

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