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SOBRE A PRÁTICA TRANSMÍDIA Domínio da prática do design
Domínio da prática do design <ul><li>“ Embora existam muitos estudos que foram (e continuam a ser) realizados sobre as for...
Prática da multimodalidade <ul><li>“ Utilização dos diversos modos semióticos na concepção de um produto semiótico ou even...
Analise multimodal <ul><li>  Modo de conteúdo: discurso e design </li></ul><ul><li>Modo de expressão:  </li></ul><ul><li>p...
Modo design <ul><li>“ Designs são meios para realizar discursos no contexto comunicacional de uma dada situação ( roteiros...
Modo produção <ul><li>Produção, por outro lado, se “refere a organização da expressão, a real articulação material do even...
Transmodalidade <ul><li>“ Há três níveis: princípios, modos e meios de comunicação. A dificuldade com a nomenclatura de Kr...
Relação inter-composicionais <ul><li>Ver relações inter e intra-discursivas </li></ul>
Transficção  <ul><li>(l)  Intertextualidade : um texto dentro outro;  </li></ul><ul><li>(2)  Paratextualidade : estabelece...
Transficcionalidade <ul><li>O mundo projetado pelos dois textos devem ser distintos,   mas relacionados uns com os outros;...
Mídia, segundo... (Ryan) <ul><li>Semântico : a narrativa fílmica é moldada conforme o triângulo de Freytag; a narrativa te...
Narrativa, segundo... (Ryan) <ul><li>“ A história é um evento ou uma seqüência de eventos (a  ação),  e o discurso narrati...
História, discurso e narrativa <ul><li>“ Nesta visão, narrativa é a atualização textual da história, enquanto história é u...
Narratologia transmídia <ul><li>“ O campo descrito como ‘narratologia transmídia’, ‘narrativa transmídia’ e ‘estudos narra...
ARGS: jogos de entremeios  <ul><li>“ ARGs são chamados pelos estudiosos de games como jogos pervasivos (Montola, 2005) e j...
Narratologia transmídia <ul><li>“ O conceito de narratologia transmídia pressupõe uma distinção entre o significado da nar...
Construção de sentido <ul><li>O  significado de uma narrativa é “uma construção cognitiva, ou imagem mental, construída pe...
Programa narrativo <ul><li>O mundo de história evocado pelo programa narrativo desdobra-se pelas múltiplas plataformas de ...
Modal e multimodal <ul><li>“ O termo ‘modalidade’ está relacionado ao 'modo' e estes termos são também amplamente utilizad...
Multimodal / Transmodal <ul><li>•  Transmodal : elementos que podem ser realizados em diferentes modos; </li></ul><ul><li>...
Analise multimodal <ul><li>“ A contribuição distinta de uma análise multimodal é a mudança de foco da mídia para os modos,...
Modo narrativo cinematográfico <ul><li>“ Como Thomas Schatz (1993) observou, nos anos 1970 os filmes dirigiam-se conscient...
Imersão, consumo e produção <ul><li>“ O consumo, ao invés da produção, é o motor do desenvolvimento dentro das indústrias ...
Modo narrativo televisivo - Lost <ul><li>“ Em sites dedicados à série, os fãs discutem em profundidade o significado das c...
http://darkufo.blogspot.com/
http://www.spoilertv.com/
Fanfiction e Multimodalidade <ul><li>“ Produção  textual é o ‘modo’ predominante em Lost fanfiction, com uma alta proporçã...
Escreva! <ul><li>“ Escrever é terapêutico e, em certo sentido, fornece uma liberação para o autor; uma forma de externaliz...
Modo ‘ganhos e perdas’ em Lost <ul><li>Escrever envolve a tentativa de recapturar alguns dessas técnicas televisual (flash...
Modo ‘interação e frustração’ em Lost <ul><li>Uma boa parte da emoção (e frustração) gerados por Lost vem do fato dos fãs ...
Personagem de TV, blogs... <ul><li>“ Fanfiction, em certa medida, nasce de um sentido de ‘perda’ e um desejo de preservar ...
Sawyer's Book Club  <ul><li>“ Em seu estudo sobre os fãs de Lost, Debra Journet (2008) constata que as suas discussões apr...
Considerações finais <ul><li>“ Fanfiction nos mostram que não há nenhuma maneira fácil para mapear ‘perdas e ganhos’ entre...
Cidade transmídia - projeto <ul><li>1º Etapa : criação de (4 ou 5) personagem  </li></ul><ul><li>2º Etapa : exploração/map...
Mundos transmidiáveis <ul><li>Os mundos transmidiáveis se constituem num sistema abstrato “ a partir do qual um repertório...
Mundos transmidiáveis <ul><li>O que caracteriza os mundos transmidiáveis são as características intrínsecas ao universo ( ...
Design do mundo de história compartilhado <ul><li>Financiamento </li></ul><ul><li>Gênero: propriedades específicas </li></...
Design do mundo de história compartilhado <ul><li>Canonicidade / continuidade </li></ul><ul><li>Jurídico (direitos autorai...
Estudo de caso <ul><li>World Without Oil - http://www.worldwithoutoil.org/ </li></ul><ul><li>Find the Future - http://www....
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  1. 1. SOBRE A PRÁTICA TRANSMÍDIA Domínio da prática do design
  2. 2. Domínio da prática do design <ul><li>“ Embora existam muitos estudos que foram (e continuam a ser) realizados sobre as formas em que ocorrem os processos de produção de mudança no contexto que tem sido descrito como de &quot;convergência&quot; e &quot;produção crossmedia&quot;, a teoria dos domínios da prática evidencia uma relação entre o produto final (que não é necessariamente estático) e os muitos processos que podem preceder ou ajudar a produzi-lo.” (Dena, p.10) </li></ul>
  3. 3. Prática da multimodalidade <ul><li>“ Utilização dos diversos modos semióticos na concepção de um produto semiótico ou evento, juntamente com a maneira particular pela qual esses modos são combinados; eles pode, por exemplo, reforçarem-se mutuamente (&quot;dizer a mesma coisa de formas diferentes&quot;), desempenharem papéis complementares, [...] ou serem hierarquicamente ordenados.” ( Dena, p.7 In.: Kress and Van Leeuwen, 2001 ) </li></ul>
  4. 4. Analise multimodal <ul><li>  Modo de conteúdo: discurso e design </li></ul><ul><li>Modo de expressão: </li></ul><ul><li>produção e distribuição </li></ul>
  5. 5. Modo design <ul><li>“ Designs são meios para realizar discursos no contexto comunicacional de uma dada situação ( roteiros, fluxogramas e outros) . Mas os designs também acrescentam algo de novo: eles realizam a comunicação que altera os conhecimentos socialmente construídos na (inter) ação da vida social.” (Ibid.)  </li></ul>
  6. 6. Modo produção <ul><li>Produção, por outro lado, se “refere a organização da expressão, a real articulação material do evento semiótico ou a produção material do artefato semiótico. &quot;(ibid.) </li></ul>
  7. 7. Transmodalidade <ul><li>“ Há três níveis: princípios, modos e meios de comunicação. A dificuldade com a nomenclatura de Kress e van Leeuwen, porém, é invocar o termo multimodal para se referir a uma combinação de modos e um princípio comum semiótica, ao mesmo tempo. Para iluminar a diferença entre os dois, eu retomei um principio comum da semiótica: o elemento transmodal.” (Dena, p.198)  </li></ul>
  8. 8. Relação inter-composicionais <ul><li>Ver relações inter e intra-discursivas </li></ul>
  9. 9. Transficção <ul><li>(l) Intertextualidade : um texto dentro outro; </li></ul><ul><li>(2) Paratextualidade : estabelece contato entre o texto, autor e leitor (títulos, prefácios e posfácios); </li></ul><ul><li>(3) Metatextualidade : um texto comenta sobre outro; </li></ul><ul><li>(4) Arquitextualidade : gêneros, tipos de discurso e os modos de enunciação que descrevem e classificam determinados textos; </li></ul><ul><li>(5) Hipertextualidade : o que coloca um texto em relação com outro texto. </li></ul>
  10. 10. Transficcionalidade <ul><li>O mundo projetado pelos dois textos devem ser distintos,   mas relacionados uns com os outros; </li></ul><ul><li>Transficcionalidade não tenta expor a natureza textual do mundo transficcionalizado, mas ao contrário, tenta preservar o seu poder imersivo; </li></ul>
  11. 11. Mídia, segundo... (Ryan) <ul><li>Semântico : a narrativa fílmica é moldada conforme o triângulo de Freytag; a narrativa televisiva é episódica com múltiplas tramas e a dos games possui um enredo e vários episódios autônomos. </li></ul><ul><li>Discursivo : a mídia pode produzir formas diferentes de histórias, que exigem diferentes estratégias de interpretação por parte do usuário. </li></ul><ul><li>Pragmático : diferentes mídias podem oferecer diferentes modos de envolvimento e diferentes ‘coisas para fazer’ com a narrativa. </li></ul>
  12. 12. Narrativa, segundo... (Ryan) <ul><li>“ A história é um evento ou uma seqüência de eventos (a  ação),  e o discurso narrativo é como aqueles eventos são representados.” ( Abbott, 2002: 16) </li></ul>
  13. 13. História, discurso e narrativa <ul><li>“ Nesta visão, narrativa é a atualização textual da história, enquanto história é uma narrativa em forma virtual.” </li></ul><ul><li>“ A história como discurso narrativo, é uma representação, mas, ao contrário do discurso não é um representação codificada em sinais material. A história é uma imagem mental, uma construção cognitiva que diz respeito a certos tipos de entidades e relações entre essas entidades.” </li></ul>
  14. 14. Narratologia transmídia <ul><li>“ O campo descrito como ‘narratologia transmídia’, ‘narrativa transmídia’ e ‘estudos narrativos dos meios’ interroga a natureza da narrativa a partir da relação entre a narrativa e a mídia . Questões de pesquisa incluem a natureza específica da mídia e o meio independente da narrativa. A mesma preocupação existe em estudos dos games, onde os jogos são considerados um fenômeno transmídia.” (Dena, p.191 </li></ul>
  15. 15. ARGS: jogos de entremeios <ul><li>“ ARGs são chamados pelos estudiosos de games como jogos pervasivos (Montola, 2005) e jogos ubíquos (McGonigal, 2006).” </li></ul><ul><li>“ Nos estudos sobre games, conseqüentemente, o foco está centrado nas características dos meios e na presença de uma modalidade preliminar sem nenhuma menção de co-presença das modalidades dos games e da narrativa.” (Dena, p. 193) </li></ul><ul><li>  </li></ul>
  16. 16. Narratologia transmídia <ul><li>“ O conceito de narratologia transmídia pressupõe uma distinção entre o significado da narrativa e os signos que carrega.” (Ryan, Defining Media from the Perspective of Narratology ) </li></ul><ul><li>A narratologia transmídia envolve o estudo da narrativa através da mídia e a compreensão do significado narrativo nos vários meios de comunicação. </li></ul>
  17. 17. Construção de sentido <ul><li>O significado de uma narrativa é “uma construção cognitiva, ou imagem mental, construída pelo interprete em resposta ao texto” (Ryan, 2004, p. 8). </li></ul><ul><li>A narrativa é independente do ‘meio’ ou suporte em que a história se desenvolve. O programa narrativo evocado pela história envolve um mundo habitado por objetos, eventos e personagens. </li></ul>
  18. 18. Programa narrativo <ul><li>O mundo de história evocado pelo programa narrativo desdobra-se pelas múltiplas plataformas de mídia, permitindo que as possibilidades narrativas do mundo virtual pré-existente sejam exploradas em diferentes suportes, por meio da interação com os usuários. </li></ul>
  19. 19. Modal e multimodal <ul><li>“ O termo ‘modalidade’ está relacionado ao 'modo' e estes termos são também amplamente utilizados em diferentes campos. ‘Modo’ é uma maneira de ser ou fazer as coisas. No contexto dos estudos de mídia e Lingüística, ‘multimodalidade’ às vezes refere-se à combinação de, por exemplo, texto, imagem e som.” ( Lars Elleström p.14 - Media Borders, Multimodality and Intermediality) </li></ul>
  20. 20. Multimodal / Transmodal <ul><li>• Transmodal : elementos que podem ser realizados em diferentes modos; </li></ul><ul><li> • Transmídia : elementos (modos) que podem ser realizados em diferentes mídias; </li></ul><ul><li> • Modo : métodos empregados que influenciam a forma como as mensagens são apresentadas; </li></ul><ul><li> • Mídia : recursos materiais utilizados na produção de produtos e eventos semióticos; </li></ul><ul><li> • Multimodal : combinações de modos; </li></ul>
  21. 21. Analise multimodal <ul><li>“ A contribuição distinta de uma análise multimodal é a mudança de foco da mídia para os modos, e para se concentrar menos em uma comparação de determinadas mídias e mais na conceituação da comunicação narrativa como multimodal.” ( Page, p.20) </li></ul>
  22. 22. Modo narrativo cinematográfico <ul><li>“ Como Thomas Schatz (1993) observou, nos anos 1970 os filmes dirigiam-se conscientemente às diferentes camadas de audiências cinematográficas: os textos tornaram-se abertos às múltiplas leituras . Isto talvez seja melhor exemplificado pelos filmes da Disney, que numa mão dirigiam-se às crianças na idade pré-escolar e na outra, aos pais.” ( Göran Bolin - Media Technologies, Transmedia Storytelling and Commodification) </li></ul>
  23. 23. Imersão, consumo e produção <ul><li>“ O consumo, ao invés da produção, é o motor do desenvolvimento dentro das indústrias de mídia.” (Bolin, p. 246) </li></ul><ul><li>Desejo como motor da imersão e o prazer como base da escolha do objeto / mundo de consumo; </li></ul>
  24. 24. Modo narrativo televisivo - Lost <ul><li>“ Em sites dedicados à série, os fãs discutem em profundidade o significado das cores, das peças musicais, dos motivos recorrentes como o close-up de um olho fechado. Fansites dedicados, muitas vezes, tentam explicitamente replicar o estilo e a estética do programa de TV, criando efeitos de desorientação visual e auditiva e a configuração de games.” ( THOMAS, p.147 - Gains and Losses? Writing it All Down: Fanfiction and Multimodality. In.: New perspectives on narrative and multimodality, 2010 ) </li></ul>
  25. 25. http://darkufo.blogspot.com/
  26. 26. http://www.spoilertv.com/
  27. 27. Fanfiction e Multimodalidade <ul><li>“ Produção textual é o ‘modo’ predominante em Lost fanfiction, com uma alta proporção de histórias narradas na primeira pessoa; muitas vezes, os personagens mergulham no passado ​​(e futuro).” </li></ul><ul><li>“ Os fãs também utilizar as suas histórias para testar hipóteses baseadas nas lacunas deixadas pelo programa de TV, oferecendo um outro potencial ‘ganho’. Nesse sentido, ‘escrevê-la’ facilita um processo de racionalização, fixando a narrativa de forma que ele está disponível para exames.” </li></ul>
  28. 28. Escreva! <ul><li>“ Escrever é terapêutico e, em certo sentido, fornece uma liberação para o autor; uma forma de externalização de problemas e ansiedades. Escrever sobre como a identificação com um determinado fandom ajudou a viver tempos difíceis, como luto ou bullying. Identificação com personagens fictícios, torna-se assim, uma espécie de projeção; desfazer-se de fantasias, assim como de ansiedades.” </li></ul>
  29. 29. Modo ‘ganhos e perdas’ em Lost <ul><li>Escrever envolve a tentativa de recapturar alguns dessas técnicas televisual (flashback), que são uma característica tão intrínseca do espetáculo.  </li></ul><ul><li>Oportunidade dos fãs publicamente contribuírem e participarem das discussões em curso sobre o show e seus personagens.  </li></ul><ul><li>Fãs associam a escrita como uma modalidade que continua a gozar de um estatuto de alta cultura </li></ul><ul><li>Não existe uma voz autoral para competir  </li></ul>
  30. 30. Modo ‘interação e frustração’ em Lost <ul><li>Uma boa parte da emoção (e frustração) gerados por Lost vem do fato dos fãs não terem idéia da direção do show (...) Fanfiction publicam textos em forma de episódios, com o final em aberto, buscando um maior senso de envolvimento e participação por parte dos usuários.  </li></ul><ul><li>É vital considerar as práticas sociais de comunidades especificas dos fanfiction se queremos compreender melhor os ‘ganhos e perdas’ do que eles realmente fazem. </li></ul>
  31. 31. Personagem de TV, blogs... <ul><li>“ Fanfiction, em certa medida, nasce de um sentido de ‘perda’ e um desejo de preservar ou recriar, talvez repovoar as consagradas atuações de seus personagens favoritos e mundos fictícios. Meu foco de análises são as estratégias empregadas pelos autores de fanfiction para tentar compensar esta ‘perda’, explorando o quanto esse tipo de texto pode ser capaz de adaptação criativa.”   </li></ul>
  32. 32. Sawyer's Book Club <ul><li>“ Em seu estudo sobre os fãs de Lost, Debra Journet (2008) constata que as suas discussões apresentam todas as características de o tipo de ‘close reading’ e da análise crítica geralmente associada com o estudo da Literatura. Com o &quot;Sawyer's Book Club&quot; esse tipo de discussão é incorporada dentro da própria história, sem interrupções e oferece divertidamente diferentes prazeres de leitura.” </li></ul>
  33. 33. Considerações finais <ul><li>“ Fanfiction nos mostram que não há nenhuma maneira fácil para mapear ‘perdas e ganhos’ entre as diferentes modalidades e nos diferentes meios de comunicação, de tal forma que nós podemos precisar revisitar alguns dos exageros e mitos em torno das novas tecnologias e reavaliar as formas que podem ajudar a revigorar a escritura.” </li></ul>
  34. 34. Cidade transmídia - projeto <ul><li>1º Etapa : criação de (4 ou 5) personagem </li></ul><ul><li>2º Etapa : exploração/mapeamento:2 lugares afetivos </li></ul><ul><li>3º Etapa : criação de caminhos/trajetórias para as personagens nos pontos pré-estabelecidos </li></ul><ul><li>4º Etapa : captações de imagens em vídeo dos lugares, espaços e trajetórias (em primeira pessoa) </li></ul><ul><li>5º Etapa : marcas e anotações na cidade ( QR Code) </li></ul><ul><li>6 º Etapa: um mapa digital no Google Maps    </li></ul><ul><li>(<http://ciudadtransmedia.wordpress.com/>) </li></ul>
  35. 35. Mundos transmidiáveis <ul><li>Os mundos transmidiáveis se constituem num sistema abstrato “ a partir do qual um repertório de histórias de ficção e de personagens pode ser atualizado ou derivado através de diversas formas de mídias.” (Klastrup & Tosca, 2004)   </li></ul>
  36. 36. Mundos transmidiáveis <ul><li>O que caracteriza os mundos transmidiáveis são as características intrínsecas ao universo ( worldness): um conjunto de orientações que ajudam a garantir a continuidade de um mundo: </li></ul><ul><li>topos (estilo / física) </li></ul><ul><li>Mitos (eventos passados) </li></ul><ul><li>Ethos (moralidade, etc.) </li></ul><ul><li>Os usuários reconhecem o sistema abstrato de conteúdos ao interagirem com os mundos transmidiáveis. </li></ul>
  37. 37. Design do mundo de história compartilhado <ul><li>Financiamento </li></ul><ul><li>Gênero: propriedades específicas </li></ul><ul><li>Publico alvo versus público potencial </li></ul><ul><li>Mídia </li></ul><ul><li>Alcance da participação (personagens, histórias, geografias, mídias, etc) </li></ul><ul><li>Tecnologia (serviços / apps / plataformas) </li></ul><ul><li>Inscrições: critérios / orientações </li></ul><ul><li>Processos de inscrições </li></ul><ul><li>Processo de Edição </li></ul>
  38. 38. Design do mundo de história compartilhado <ul><li>Canonicidade / continuidade </li></ul><ul><li>Jurídico (direitos autorais, registro/marca, remix, etc) </li></ul><ul><li>Comercial (Produção criativa, merchandising, etc.) </li></ul><ul><li>Mundo da Bíblia / Wiki </li></ul><ul><li>Comunidade (interação, comunicação, funções) </li></ul><ul><li>Marketing (pré-lançamento) </li></ul><ul><li>Marketing (pós-lançamento) </li></ul><ul><li>Políticas de pirataria </li></ul><ul><li>Arranjos do mundo </li></ul><ul><li>(http://sharedstoryworlds.com/2011/03/shared-story-world-design-overview/) </li></ul>
  39. 39. Estudo de caso <ul><li>World Without Oil - http://www.worldwithoutoil.org/ </li></ul><ul><li>Find the Future - http://www.argn.com/2011/04/discover_history_at_nypl_and_find_the_future/ </li></ul><ul><li>Cruel To be Kind - http://www.cruelgame.com/ - http://www.youtube.com/watch?v=qrVZ5JxXfqQ </li></ul><ul><li>Manhattan Story Mashup - Nokia Research Center Projecthttp://www.youtube.com/watch?v=3ozUNUTNMT4&feature=related </li></ul><ul><li>ZouMa 101 http://www.youtube.com/watch?v=NM4AA9DOq0w&feature=related </li></ul>
  40. 40. Casos de estudo <ul><li>Castigo final </li></ul><ul><li>http://www.castigofinal.com.br/ </li></ul><ul><li>Diário de Sofia </li></ul><ul><li>http://www.diariodesofia.com.br/ </li></ul><ul><li>Julie e os Fantasmas </li></ul><ul><li>http://superconectadoss.blogspot.com/2011/03/quase-anjos-3-e-julie-e-os-fantasmas.html </li></ul><ul><li>Descolados </li></ul><ul><li>http://www.descolados.com/site/index.php </li></ul>
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