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Impactos Ambientais - Complexo Lagunar da Barra da Tijuca e Jacarepaguá.
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Impactos Ambientais - Complexo Lagunar da Barra da Tijuca e Jacarepaguá.

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Ao longo dos anos, o grande complexo lagunar da Barra da Tijuca e de Jacarepaguá, graças ao crescimento populacional, e descaso do governo, vem se tornado um ambiente degradado e com grande perda de …

Ao longo dos anos, o grande complexo lagunar da Barra da Tijuca e de Jacarepaguá, graças ao crescimento populacional, e descaso do governo, vem se tornado um ambiente degradado e com grande perda de sua fauna e flora.

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  • 1. Complexo Lagunar Barra da Tijuca<br />Grupo: Felipe<br /> Marina<br /> Mateus <br /> Tamiris<br />
  • 2. COMPLEXO LAGUNAR BARRA DA TIJUCA<br /><ul><li> É formado por três lagoas principais: Tijuca, Jacarepaguá e Marapendi, e a de Camorim, situada entre as lagoas da Tijuca e de Jacarepaguá.</li></li></ul><li>COMPLEXO LAGUNAR BARRA DA TIJUCA<br /><ul><li> A Bacia hidrográfica do complexo se estende por cerca de 280 Km² de área.
  • 3. É composta por diversos rios que descem as vertentes dessas montanhas e deságuam nas lagoas.
  • 4. Esses rios se ligam ao mar pelo canal da Barra da Tijuca (ou canal da Joatinga), permitindo a troca de água com o mar. </li></ul>Região Barra da Tijuca no município do Rio de Janeiro. Fonte: Modificado de IPP,2004<br />
  • 5. Principais Problemas – Ocupação Urbana<br /><ul><li> Na cidade do Rio de Janeiro, o crescimento urbano tem se direcionado para a Zona Oeste, sobretudo, para a Baixada de Jacarepaguá, onde se insere a Região da Barra da Tijuca.
  • 6. A recente ocupação urbana da região, a partir dos anos 70, vem transformando sua paisagem que era habitacional rural</li></ul>X<br />
  • 7. Principais Problemas – Ocupação Urbana<br /><ul><li> Por mais que o processo de urbanização na Barra da Tijuca se assemelhe ao de inúmeras localidades de cidades brasileiras, a ausência de sistema de saneamento ambiental regional para coletar e tratar os efluentes domésticos é evidente.</li></li></ul><li>Principais Problemas – Ocupação Urbana<br />
  • 8. Principais Problemas – Ocupação Urbana<br /><ul><li> Das 513 favelas registradas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) na Região Metropolitana, mais de 100 estão concentradas em apenas três bairros da Zona Oeste. Uma mudança e tanto para uma região que há 40 anos era quase um vazio no mapa. </li></li></ul><li>Principais Problemas – Saneamento Ambiental<br /><ul><li> A Baixada de Jacarepaguá, onde se insere a Região da Barra da Tijuca é, provavelmente, o maior exemplo da possível contradição entre desenvolvimento urbano e sustentabilidade ambiental. O resultado da</li></ul>expansão urbana na região ausente de uma política pública de investimentos em infra-estruturas de saneamento é a degradação ambiental do Complexo Lagunar da Baixada de Jacarepaguá.<br />
  • 9. Principais Problemas – Saneamento Ambiental<br /><ul><li>O tema do equipamento sanitário tornava-se urgente à medida que, surgiam problemas com relação às soluções dotadas para o destino do esgoto. Entretanto, esse processo de reivindicação assume maior importância a partir das discussões acerca da bitributação arcada pelos condomínios, pois os condomínios</li></ul>além de arcar com a manutenção de suas compactas estações de tratamento de esgoto (ETE) continuavam a pagar taxas correspondentes ao esgotamento à Companhia Estadual de Água e Esgoto (CEDAE).<br />
  • 10. Assoreamento no Sistema Lagunar<br /><ul><li> Devido à falta de fiscalização quanto à destinação de resíduos sólidos, efluentes que trazem grandes arrastos de areia e lixo das encostas que desembocam nessas lagoas, poluentes orgânicos também são lançados devido a falta de infra-estrutura básica de saneamento.</li></li></ul><li>Assoreamento no Sistema Lagunar<br /><ul><li> Atualmente, são lançados nas Lagoas despejos de esgoto sanitário “in natura”, despejos de resíduos sólidos, provenientes das favelas ao redor; despejos por rebaixamento do lençol d’água, decorrentes das construções à margem dos Canais. As construções despejam grande quantidade de areia nas margens, reduzindo a lâmina d’água, causando impactos na região, tais como, impedimento da navegabilidade dos rios; mortalidade dos peixes; prejuízos aos pescadores, como o desemprego ou redução da pesca; impedimento do direito de ir e vir dos moradores das ilhas próximas </li></ul>Marés<br />
  • 11. Assoreamento no Sistema Lagunar<br /><ul><li> Além da poluição, isso ocasiona o assoreamento, que é a perda da coluna d&apos;água devido ao depósito do lodo, parte sólida do esgoto, no fundo das lagoas — na Lagoa da Tijuca o assoreamento chega a 75% — e a proliferação de doenças de veiculação hídrica, principalmente em crianças. </li></ul>X<br />
  • 12. Esgoto e Poluição<br /><ul><li>As lagoas costeiras recebiam em 2007 3,2 mil litros de esgoto in natura por segundo.
  • 13. Foi constatado que, antes da conclusão do emissário submarino, 1/3 da vazão do Canal da Joatinga correspondia a esgoto líquido.</li></ul>Canal da Joatinga na maré vazante, mancha indicando floração de algas (cianobactérias) que conferem coloração verde a água<br />
  • 14. Esgoto e Poluição<br /><ul><li>Apesar de haver rede de coleta de esgoto, não existe tratamento e muito menos disposição adequada dos efluentes. O esgoto é levado diretamente para um canal ou rio que deságua nas lagoas.</li></li></ul><li>Esgoto e Poluição<br /><ul><li>O lodo orgânico resulta em mau cheiro em razão da formação do gás sulfídrico no sedimento do fundo das lagoas. Além disso, a matéria orgânica lançada nas lagoas provoca a eutrofização, que é a produção excessiva de algas, principalmente no verão.  </li></li></ul><li>Esgoto e Poluição<br /><ul><li>Com a poluição, o paisagismo da região é destruído, a vegetação às margens dos rios é sufocada pelo acúmulo de lixo e há uma depreciação do valor imobiliário da região. A perda da coluna d’água afeta a navegabilidade e perde-se o potencial de lazer e de esportes, como por exemplo, navegação à vela da classe Laser. </li></li></ul><li>Proliferação de doenças<br /><ul><li> As lagoas do complexo são locais de prática de esportes e pesca, expondo a risco de diversas doenças aqueles que entram em contato com a água.
  • 15. O assoreamento e a eutrofização, em conjunto, possibiliutam a formação de aguapés, que acumulam água limpa, favorecendo a proliferação do mosquito da dengue.</li></li></ul><li>Destruição da fauna e flora<br /><ul><li> Os animais dos ecossistemas aquáticos são diretamente afetados pela poluição e eutrofização das águas.
  • 16. As espécies vegetais nativas são prejudicadas pelo desmatamento e pela inserção de espécies oriundas de outras áreas.
  • 17. Com isso, animais como a capivara e o jacaré de papo amarelo são também prejudicados, pois perdem o seu habitat e alimento.</li></li></ul><li>Monitoramento<br /><ul><li> É realizado mensalmente em oito estações de amostragem (dois pontos de coleta na lagoa de Jacarepaguá, três na lagoa de Marapendi, um na lagoa de Camorim e dois na lagoa da Tijuca).
  • 18. São analisados os principais indicadores físicos e químicos de qualidade de água.
  • 19. A comunidade fitoplanctônica quanto à sua composição quantitativa e qualitativa também é analisada.
  • 20. São também realizados testes semi-quantitativos para detecção de toxinas de cianobactérias na água.
  • 21. E feitas análises em sedimentos.</li></ul>Coleta de fitoplâncton com rede – Canal da Joatinga<br />
  • 22. Monitoramento<br /><ul><li> Os corpos d’água são classificados pelo INEA de acordo com os usos preponderantes.
  • 23. O Complexo Lagunar de Jacarepaguá é enquadrado como:
  • 24. recreação por contato secundário;
  • 25. preservação da flora e fauna;
  • 26. uso estético;
  • 27. e espécies destinadas à alimentação humana.
  • 28. Contato secundário entendem-se as atividades em que o contato com a água é esporádico ou acidental e a possibilidade de ingerir água é pequena.</li></ul>(58 - ISSN 1677-7042, D.O.U., Seção 1, art. 2°, XXXI, de 18 de março de 2005, Conselho Nacional do Meio Ambiente, MMA)<br /><ul><li> Os rios e canais da bacia contribuinte são classificados para preservação de flora e fauna e uso estético.</li></ul>(Diretriz da extinta Feema nº. 109)<br />
  • 29. Monitoramento<br /><ul><li> Para fins de avaliação da qualidade de água dessas lagoas e das bacias contribuintes, utilizam-se os padrões recomendados pelo Conama segundo à Resolução nº. 357, de 17 de março de 2005.
  • 30. As lagoas e os rios contribuintes são enquadrados como:
  • 31. Classe 1 (das águas salobras) — para os pontos de amostragem localizados nas lagoas;
  • 32. Classe 2 (das águas doces) — para os pontos de amostragem localizados em trechos da bacia hidrográfica.</li></li></ul><li>Diagnóstico<br /><ul><li> O conjunto de resultados obtidos ao longo de 30 anos revela que o complexo encontra-se sob intensa influência de águas residuárias, ricas em matéria orgânica.
  • 33. O impacto antropogênico pode ser observado, principalmente, a partir dos parâmetros de natureza orgânica – OD, DBO, Nitrogênio e Fósforo.
  • 34. Além disso, destaca-se a redução do espelho d’água, à ocupação inadequada da faixa marginal de proteção, e à formação de ilhas por assoreamento.</li></li></ul><li>Diagnóstico<br /><ul><li> O transporte de sedimentos é intensificado em função da degradação da mata ciliar e da erosão nas vertentes dos vales.
  • 35. Os impactos são agravados por uma intensa ação antrópica local, com a entrada de resíduos sólidos e líquidos.
  • 36. O processo de eutrofização artificial já era apontado em 1986 como de séria gravidade e vem gerando eventos de florações, principalmente de cianobactérias, muitas vezes tóxicas.  </li></li></ul><li><ul><li> Atualmente as florações de cianobactérias são causadas principalmente por Microcystisaeruginosa.
  • 37. A permanência delas alerta para o risco potencial de contaminação humana através do consumo do pescado ou do contato primário.</li></li></ul><li>Emissário da Barra da Tijuca<br /><ul><li> O projeto do emissário da Barra da Tijuca é uma alternativa para a poluição das lagoas e do mar.
  • 38. A construção do emissário da Barra é importante porque tira a carga orgânica que vai para dentro das lagoas, saneia as águas, evitando o despejo de poluentes que causam doenças na população ribeirinha.
  • 39. As obras do emissário submarino não beneficiam apenas os ricos da Barra e do Recreio. 104 favelas naquela região, das quais 63% localizavam-se à beira de rios, lagoas e canais. A quantidade de crianças que estão expostas à água suja nessas comunidades é muito grande. </li></ul>Poluição da Lagoa de Marapendi causa mancha marrom nas praias da Barra da Tijuca. <br />
  • 40. Emissário da Barra da Tijuca<br /><ul><li> O emissário lança os resíduos a 5.800 metros da praia, a uma profundidade de 45 metros, através de difusores especialmente projetados.
  • 41. A construção do emissário submarino e da ETE Barra fazem parte do Programa de Saneamento da Barra e Jacarépaguá, que incluiu também a construção de redes de coleta de esgoto em Jacarepaguá e no Recreio dos Bandeirantes.</li></li></ul><li>Estação de Tratamento de Esgoto - Barra<br /><ul><li> A Estação Barra foi projetada para tratamento primário, com objetivo de adequar os resíduos às condições de lançamento no mar pelo emissário submarino.
  • 42. Beneficia atualmente uma população de 680 mil habitantes, com previsão de 1,4 milhão.
  • 43. A vazão é de 1,94 m3/s, com previsão de 2,94 m3/s.</li></li></ul><li>Projetos de revitalização do complexo<br /><ul><li> O projeto LagoAmar uniu novamente a lagoa ao mar, reativando o Canal de Sernambetiba, além do desassoreamento dos canais que interligam as lagoas.
  • 44. Recentemente, foram instaladas nesse canal as ecobarreiras, para impedir a passagem de lixo e gigogas para o mar.</li></li></ul><li>Projetos de revitalização do complexo<br /><ul><li> O projeto Rio Limpo ajudou com a dragagem de mais de dez rios da região, que deságuam nas lagoas.
  • 45. Além deste, outros diversos projetos de dragagem das lagoas são realizados constantemente, para melhorar a dinâmica de águas e diminuir o assoreamento. </li></li></ul><li>Aspecto da Lagoa sem a floração de cianobactérias <br />
  • 46. http://www.cedae.com.br/raiz/070.asp<br />http://www.abepro.org.br/biblioteca/ENEGEP2004_Enegep1001_1879.pdf<br />http://www.meioambiente.uerj.br/destaque/pan2007_saneamento.htm<br />http://www.ief.rj.gov.br/fma/complexo-lagunar-jpa.asp?cat=75&amp;subcat=80<br />http://www.cedae.com.br/<br />Bibliografia<br />

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