Your SlideShare is downloading. ×
0
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Oficina Crônica - Mercês Gomes
Upcoming SlideShare
Loading in...5
×

Thanks for flagging this SlideShare!

Oops! An error has occurred.

×
Saving this for later? Get the SlideShare app to save on your phone or tablet. Read anywhere, anytime – even offline.
Text the download link to your phone
Standard text messaging rates apply

Oficina Crônica - Mercês Gomes

8,278

Published on

2 Comments
1 Like
Statistics
Notes
No Downloads
Views
Total Views
8,278
On Slideshare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
0
Actions
Shares
0
Downloads
166
Comments
2
Likes
1
Embeds 0
No embeds

Report content
Flagged as inappropriate Flag as inappropriate
Flag as inappropriate

Select your reason for flagging this presentation as inappropriate.

Cancel
No notes for slide

Transcript

  • 1. Olimpíadas de língua Portuguesa
  • 2. OBJETIVOS <ul><li>Democratização dos usos da Língua Portuguesa, perseguindo reduzir o “iletrismo” e o fracasso escolar; </li></ul><ul><li>Contribuir para melhorar o ensino da leitura e da escrita. </li></ul>
  • 3. Ler e escrever Prioridades da escola <ul><li>Ler e escrever são duas aprendizagens essenciais ao cidadão para ter acesso à cultura letrada e não ser excluído socialmente. </li></ul><ul><li>O uso de estratégias de leitura diversificadas é um passo enorme para a autonomia do aluno: </li></ul><ul><li>*Cognitivo: Estuda e aprende sozinho, </li></ul><ul><li>*Desenvolve a capacidade verbal: Conhecimento da língua, vocabulário, situação de comunicação e organização dos textos. </li></ul>
  • 4. A CRÔNICA
  • 5. Características da crônica
  • 6. <ul><li>A palavra crônica deriva do Latim chronica , que significava, no início da era cristã, o relato de acontecimentos em ordem cronológica (a narração de histórias segundo a ordem em que se sucedem no tempo). Era, portanto, um breve registro de eventos. </li></ul><ul><li>É, primordialmente, um texto escrito para ser publicado em jornal ou revista. Assim, o fato de ser publicada no jornal já lhe determina vida curta, pois à crônica de hoje seguem-se muitas outras nas próximas edições. </li></ul><ul><li>Na maioria dos casos, é um texto curto e narrado em primeira pessoa, ou seja, o próprio escritor está &quot;dialogando&quot; com o leitor. Isso faz com que a crônica apresente uma visão totalmente pessoal de um determinado assunto: a visão do cronista . </li></ul>
  • 7. <ul><li>Geralmente, as crônicas apresentam linguagem simples, espontânea, situada entre a linguagem oral e a literária. Isso contribui também para que o leitor se identifique com o cronista, que acaba se tornando o porta-voz daquele. </li></ul><ul><li>O cronista ouve conversas, recolhe frases, observa pessoas e registra situações, flagrantes de esquina e do cotidiano; as palavras de uma criança, incidentes domésticos e coisas que acontecem nas ruas. Lida com acontecimentos corriqueiros ou inusitados e com fatos do noticiário. </li></ul><ul><li>Pode apresentar os elementos básicos da narrativa: fatos, personagens, tempo e lugar; e o espaço são normalmente limitados. </li></ul>
  • 8. <ul><li>Cabe ao cronista mostrar ao leitor aquilo que só ele vê nas entrelinhas do fato. Normalmente, parte de situações particulares que funcionam como metáforas de situações universais. </li></ul><ul><li>A crônica é um gênero predominantemente leve, por isso o autor brinca com os fatos que elege como tema e brinca consigo mesmo, ironiza-se como personagem. </li></ul><ul><li>A crônica de hoje deve ser ágil, dinâmica e objetiva, de preferência construída com frases curtas e diretas e sem adjetivações. É importante que o leitor identifique claramente o assunto da crônica e a posição do cronista em relação à questão. A concisão é uma grande qualidade no cronista e no escritor de hoje </li></ul>
  • 9. <ul><li>A crônica é um gênero de texto tão flexível que pode usar a “máscara”de outros gêneros, como o conto, a dissertação, a memória, o ensaio ou a poesia, sem se confundir com nenhum deles. É leve, despretensiosa como uma conversa entre velhos amigos, e tem a capacidade de, por vezes, nos fazer enxergar coisas belas e grandiosas em pequenos detalhes do cotidiano que costumam passar despercebidos. </li></ul>
  • 10. <ul><li>É um gênero que ocupa espaço do entretenimento, da reflexão mais leve. É colocada como uma pausa para o leitor, fatigado de textos mais densos. Nas revistas, por exemplo, em geral é estampada na última página. </li></ul><ul><li>Ao escrever, os cronistas buscam emocionar e envolver seus leitores, convidando-os a refletir, de modo sutil, sobre situações do cotidiano, vistas por meio de olhares irônicos, sérios ou poéticos, mas sempre agudos e atentos. </li></ul>
  • 11. De gênero jornalístico a gênero literário <ul><li>Nem todas as crônicas resistem ao tempo. Publicadas em jornais e revistas, são lidas apenas uma vez e, em geral, esquecidas </li></ul><ul><li>pelo leitor. A crônica literária, no entanto, tem longa duração e é sempre apreciada pelo estilo de quem a escreve e pelo tema abordado. </li></ul>
  • 12. <ul><li>A crônica literária é produzida por autores que usam recursos literários e estilo pessoal. Não destacam os fatos em si, mas a interpretação que fazem deles, dando características de retratos de situações humanas atemporais. Os temas são ligados a questões éticas, de relacionamento humano, de relações em grupos econômicos, sociais e políticos. </li></ul>
  • 13. TIPOS DE CRÔNICA
  • 14. <ul><li>Crônica Lírica ou Poética </li></ul><ul><li>Em uma linguagem poética e metafórica o autor extravasa sua alma lírica diante de episódios sentimentais, nostálgicos ou de simples beleza da vida urbana, significativos para ele. Como, por exemplo, em «Brinquedos Incendiados», de Cecília Meireles. Por vezes, esse tipo de crônica é construído em forma de versos poéticos. Contudo, tem-se observado estar, a crônica lírica ou poética, cada vez mais em desuso, provavelmente devido à violência e a degradação da vida nas grandes cidades brasileiras. </li></ul><ul><li>Crônica de Humor </li></ul><ul><li>Apresenta uma visão irônica ou cômica dos fatos em forma de um comentário, ou de um relato curto. Como em «Sessão de Hipnotismo», de Fernando Sabino. É uma crônica muito próxima do conto. Procura basicamente o riso, com certo registro irônico dos costumes. </li></ul>
  • 15. <ul><li>Crônica Narrativa </li></ul><ul><li>Tem por base uma história (às vezes, constituída só de diálogos), que pode ser narrada tanto na 1ª quanto na 3ª pessoa do singular. Por essas características, a crônica narrativa se aproxima do conto (por vezes até confundida com ele). É uma crônica comprometida com fatos do cotidiano, isto é, fatos banais, comuns. Não raro, a crônica narrativa explora a caracterização de seres. Quando isso acontece temos a Crônica Narrativo-Descritiva. </li></ul><ul><li>Crônica Dissertativa </li></ul><ul><li>Opinião explícita, com argumentos mais “sentimentalistas” do que “racionais” (em vez de “segundo o IBGE a mortalidade infantil aumenta no Brasil”, seria “vejo mais uma vez esses pequenos seres não alimentarem sequer o corpo”). Exposto tanto na 1ª pessoa do singular quanto na do plural. </li></ul>
  • 16. <ul><li>Linguagem </li></ul><ul><li>A linguagem predominante na crônica é coloquial. O cronista do cotidiano privilegia o despojamento verbal. Muitas vezes rompe com os padrões lingüísticos, desrespeita a norma culta e usa gírias, imprimindo um ritmo de bate-papo, de “conversa-fiada” à narrativa. </li></ul>
  • 17. <ul><li>Narrador </li></ul><ul><li>Normalmente, o cronista narra algo na primeira pessoa. A crônica, em alguns casos, tem um caráter confessional, autobiográfico. O cronista parte de experiências próprias, fatos que testemunhou ou dos quais participou, sempre com um certo envolvimento. Isso o conduz à flash backs relacionando fatos atuais com o passado e sua infância. </li></ul><ul><li>Em alguns casos a narrativa é feita na terceira pessoa, ou através de pessoas reais que se tornam personagens. Quando inventa uma personagem o cronista agrega ficção a fatos e pessoas reais, semelhantes a tantas outras que conhecemos. O cronista é responsável pela composição ou reprodução de interessantes tipos humanos. Muitas vezes, o narrador torna-se personagem de si mesmo. </li></ul>
  • 18. <ul><li>Humor </li></ul><ul><li>O riso é um jeito ameno de denunciar os absurdos que vivenciamos no dia-a-dia. Por intermédio de sua arte, o cronista mostra o ridículo da condição humana, da realidade urbana e do cotidiano do brasileiro.  Situações cômicas se não fossem trágicas. Através do humor, expressa sua indignação, com ironia, cinismo e até sarcasmo. O humor deve ser refinado e a ironia inteligente para que o texto não se torne vulgar. </li></ul>
  • 19. <ul><li>Crítica </li></ul><ul><li>Através do humor o cronista pretende recuperar a capacidade crítica de seu leitor enquanto o diverte, sem perder o caráter de leveza próprio da crônica.  São matérias predominantes na crônica a crítica de costumes, a crítica política e social, onde o cronista, em algumas ocasiões, assume o lado das classes menos favorecidas. </li></ul>
  • 20. Armando Nogueira <ul><li>Apresentar Biografia de Armando Nogueira. </li></ul><ul><li>Montagem de painel com os dados bibliográficos mais importantes do autor. </li></ul>
  • 21. Armando Nogueira
  • 22. <ul><li>Armando Nogueira ( Xapuri , 14 de janeiro de 1927 – Rio de Janeiro , 29 de março de 2010 ) foi um jornalista e cronista esportivo do Brasil . Pioneiro do telejornalismo , foi responsável pela implantação do jornalismo na Rede Globo , com destaque para a criação do Jornal Nacional , primeiro jornal com transmissão em rede e ao vivo da história da televisão brasileira. </li></ul><ul><li>Filho de cearenses que emigraram para o Acre, nascido na mesma cidade onde também nasceu o seringueiro e líder sindical Chico Mendes , mudou-se para o Rio de Janeiro com apenas dezessete anos de idade. Formou-se na Faculdade de Direito e conseguiu um emprego de ensacador, mas desde então pensava em ser jornalista. </li></ul>
  • 23. <ul><li>Em 1950 , foi trabalhar na seção de esportes no Diário Carioca . Esse jornal reunia, na época, os mais expressivos jornalistas do Rio de Janeiro como Prudente de Moraes Neto , Carlos Castello Branco , Otto Lara Resende , Rubem Braga , Fernando Sabino , Paulo Mendes Campos e Pompeu de Souza , e foi uma verdadeira escola de jornalismo para Armando, que lá permaneceu por treze anos. </li></ul><ul><li>Foi testemunha ocular do atentado contra o jornalista Carlos Lacerda , na Rua Toneleros, em Copacabana . Ao escrever sobre o episódio, fez história no jornalismo brasileiro: pela primeira vez numa reportagem um fato era narrado em primeira pessoa. </li></ul><ul><li>Além do Diário Carioca , passou a colaborar também com o Diário da Noite . Depois de uma passagem pela revista Manchete , em 1957 , foi para a revista O Cruzeiro , dos Diários Associados , de propriedade de Assis Chateaubriand e, em 1959 , para o Jornal do Brasil , onde foi redator e colunista. Lá, de 1961 a 1973, assinou a coluna diária &quot;Na Grande Área&quot;. </li></ul>
  • 24. <ul><li>Armando foi pioneiro na televisão brasileira, ao trabalhar, a partir de 1959 , na primeira produtora independente do país, dirigida por Fernando Barbosa Lima, onde escrevia textos para os locutores Cid Moreira e Heron Domingues lerem na antiga TV Rio . Convidado por Walter Clark , foi para a Rede Globo em 1966 onde implantou, com Alice Maria , o telejornalismo da emissora. Graças ao trabalho de Armando e Alice Maria, o telejornalismo, que antes era visto como uma coisa menor, passou a atrair o interesse dos profissionais e do grande público. </li></ul><ul><li>Nos 25 anos que passou na Globo foi responsável ainda pela implantação do jornalismo em rede nacional e pela criação dos noticiosos Jornal Nacional e Globo Repórter . Mas sua paixão sempre foi o esporte, em especial o futebol. A partir de 1954 , esteve presente na cobertura todas as Copas do Mundo e, desde 1980 , de todos os Jogos Olímpicos . </li></ul>
  • 25. <ul><li>Mesmo com todos esses serviços prestados, envolveu-se numa polêmica em 1989 , dentro da própria Globo. No segundo turno das eleições presidenciais daquele ano, a emissora promoveu um debate entre os candidatos Fernando Collor de Melo e Luiz Inácio Lula da Silva . No compacto do evento, exibido no dia seguinte de sua transmissão no Jornal Nacional , houve uma edição tendenciosa a favor do candidato Collor, que desde o início foi apoiado - direta ou indiretamente - pelas empresas de Roberto Marinho . [1] Na qualidade de diretor de jornalismo, Armando foi pessoalmente a Roberto Marinho e fez duras críticas à sua postura e a dos funcionários que realizaram aquela edição, dizendo que não compactuava com aquilo. Por causa disso, acabou aposentado pela alta cúpula e desligou-se da emissora definitivamente no ano seguinte. Passou, então, a se dedicar integralmente ao jornalismo esportivo. [1] De acordo com Paulo Henrique Amorim , então editor de economia da emissora, a &quot;Globo demitiu Armando Nogueira para agradar Collor&quot;. [2] Por este motivo, foi entrevistado pela equipe do documentário britânico Beyond Citizen Kane . </li></ul>
  • 26. <ul><li>No início de 1990, Nogueira deixou a TV Globo para se dedicar ao jornalismo esportivo. Foi comentarista do programa Cartão Verde , da TV Cultura , entre 1992 e 1993; e da TV Bandeirantes , de 1994 a 1999. No Sport TV , canal da GLOBOSAT, participou em programas de 1995 a 2007. Mantinha uma coluna reproduzida em 62 jornais brasileiros, um programa no canal por assinatura SporTV , um programa de rádio e um sítio na Internet. Era também proprietário da Xapuri Produções, que faz vídeos institucionais para empresas, para as quais também profere palestras motivacionais. Escreveu dez livros, todos sobre esportes. Teve também passagens pelo rádio, fazendo comentários diários na Rádio Bandeirantes (durante o Primeira Hora e o Jornal em Três Tempos) e na Rádio CBN (durante o CBN Brasil). </li></ul><ul><li>Foi praticante de vôos em ultraleves , tendo sido fundador do clube carioca da modalidade. No futebol, foi torcedor apaixonado do Botafogo . </li></ul>
  • 27. <ul><li>Em consequência de um câncer no cérebro diagnosticado em 2007, Armando Nogueira, então com 83 anos, faleceu no dia 29 de março de 2010 às 7:00 em sua casa no Rio de Janeiro. [3] Em virtude de sua morte, a CBF, entidade máxima do futebol brasileiro, decretou luto de três dias, a partir do dia 29 de março de 2010. Todos os jogos do futebol brasileiro ocorridos nesses dias, respeitaram um minuto de silêncio antes de seu início, em homenagem a Armando Nogueira. </li></ul>
  • 28. Estilo de escrita <ul><li>Armando Nogueira era dono de um estilo original e elegante, que fugia dos lugares comuns que proliferam na crônica esportiva. Pode-se dizer que fez escola, pois vários repórteres esportivos tentam imitá-lo. </li></ul><ul><li>Não raro, Armando extravasava sua veia poética para demonstrar sua admiração pelo esporte e por seus ídolos. Algumas de suas frases inspiradas se tornaram antológicas. A seguir, alguns exemplos. </li></ul><ul><li>Sobre futebol e caráter: O futebol não aprimora os caracteres do homem, mas sim os revela . </li></ul><ul><li>Sobre a vitória na Copa de 1970 : Choremos a alegria de uma campanha admirável em que o Brasil fez futebol de fantasia, fazendo amigos. Fazendo irmãos em todos os continentes . </li></ul><ul><li>Sobre Garrincha e sua habilidade para driblar: Para Garrincha, a superfície de um lenço era um latifundio . </li></ul>
  • 29. Pelada de subúrbio <ul><li>Que assunto será abordado? </li></ul><ul><li>Que situações serão retratadas? </li></ul>
  • 30. Estratégia: Divisão de grupo para trabalhar A CRÔNICA. <ul><li>Jogo: Curiosidades das copas do mundo </li></ul><ul><li>Ao som da canção “Uma partida de futebol” de Skan, pedir que os alunos peguem uma ficha que estará no centro da sala. O professor joga o slide da 1ª pergunta, o aluno que estiver faz a pergunta e os que estiverem com a resposta responde e assim segue o jogo até formar os 7 grupos. </li></ul><ul><li>Obs: Na hora de reproduzir o jogo tem que reproduzir apenas uma vez a pergunta e 6 vezes cada resposta, por que assim formará cada grupo. </li></ul>
  • 31. CURIOSIDADES DA COPA DO MUNDO 2010 □
  • 32. <ul><li>◊Em setembro de 2008 foi apresentado o mascote oficial da Copa do mundo 2010. Quem é ele? </li></ul>
  • 33. <ul><li>□ Sou Leopardo Zakumi. Meu nome vem dos termos “Za” (abreviação de África do Sul) e “Kumi” (dez, ano da copa). </li></ul>
  • 34. <ul><li>◊ Vou sediar a Copa do mundo em 2010. Quem sou ? </li></ul>
  • 35. <ul><li>□ Sou eu mesma, a África do Sul. Sabia que aqui foram construídos estádios especialmente para esse mundial? Olhe a imagem do Ellis Park com capacidade para 61.000 pessoas. </li></ul>
  • 36. <ul><li>◊ A copa do mundo de 2010 contará com a participação </li></ul><ul><li>de quantos países? </li></ul>
  • 37. <ul><li>□ Vamos ver se você é bom de futebol e mata a charada. Nesse mundial 30 países participarão, ou serão 32X? Estou na dúvida, acho que serão 38. Se é esperto e está ligado no mundial, responda para aos colegas. </li></ul>
  • 38. <ul><li>◊ Quais as copas do mundo em que o Brasil foi campeão? </li></ul>
  • 39. <ul><li>Você, como todo brasileiro, deve amar futebol. Então viaje no tempo, depois analise as alternativas abaixo e aponte para os colegas os campeonatos em que o Brasil foi campeão mundial: </li></ul><ul><li>● 1958 (Suécia), 1962 (Chile), 1970 (México), 1994 (Est. Unidos) e 2002 (Coréia do Sul e Japão). X </li></ul><ul><li>● 1934 (Itália), 1950 (Uruguai), 1958 (Brasil), 1978 (Argentina), 2002 (Coréia do Sul e Japão). </li></ul>
  • 40. <ul><li>◊ Quando aconteceu a primeira Copa do Mundo? </li></ul>
  • 41. <ul><li>Se você é ligado no esporte, desvende o enigma. A primeira Copa do Mundo aconteceu em: </li></ul><ul><li>● 1930 no Uruguai; X </li></ul><ul><li>● 1934 na Itália; </li></ul><ul><li>● 1938 na França. </li></ul>
  • 42. <ul><li>◊ Em 2002 o Brasil foi pentacampeão na Copa da Coréia do Sul e Japão. Quais foram os destaques brasileiros nesse campeonato? </li></ul>
  • 43. <ul><li>□ Romário, Bebeto e Tafarel. </li></ul><ul><li>□ Rivaldo, Ronaldinho Gaúcho e Ronaldo Fenômeno; x </li></ul>
  • 44. <ul><li>◊ O Brasil já sediou a Copa do mundo apenas uma vez. Em que ano isso aconteceu e quando acontecerá novamente? </li></ul>
  • 45. <ul><li>◊ Como você é esperto, aponte qual das opções abaixo informa o ano em que o Brasil sediou uma Copa do Mundo e quando sediará novamente: </li></ul><ul><li>1950 e 2014 X </li></ul><ul><li>1982 e 2018. </li></ul>
  • 46. Estratégia de leitura “crônica Peladas de subúrbio” <ul><li>1º passo: Fragmentar a crônica, dividir a turma em grupos e entregar apenas o primeiro parágrafo aos grupos. Leitura do 1º parágrafo. </li></ul><ul><li>2º passo: Solicitar a sequência da crônica produzida pelos grupos. </li></ul><ul><li>3º passo: Apresentar o texto na íntegra. Analisar as semelhanças e diferenças entre o que escreveram e a crônica original. </li></ul>
  • 47. PELADA DE SUBÚRBIO <ul><li>Nova Iguaçu, quatro horas da tarde, sábado de sol. Dois times suam a alma numa pelada barulhenta; o campo em que correm os dois times abre-se como um clarão de barro vermelho cercado por uma ponte velha, um matagal e uma chácara silenciosa, de muros altos. A bola, das brancas, é nova e rola como um presente a encher o grande vazio de vidas tão humildes que, formalmente divididas, na verdade, juntam-se para conquistar a liberdade na abstração de uma vitória. </li></ul>
  • 48. <ul><li>Um chute errado manda a bola, pelos ares, lá nos limites da chácara, de onde é devolvida, sem demora, por um arremesso misterioso. Alguns minutos mais tarde, outra vez a bola foi cair nos terrenos da chácara, de onde voltou lançada com as duas mãos por um velhinho com jeito de caseiro. Na terceira, a bola ficou por lá; ou melhor, veio mas, cinco minutos depois, embaixo do braço de um homem gordo, cabeludo, vestido numa calça de pijama e nú da cintura para cima. Era o dono da chácara. </li></ul>
  • 49. <ul><li>A rapaziada, meio assustada, ficou na defensiva, olhando: ele entrou, foi andando para o centro do campo, pôs a bola no chão e, quando os dois times ameaçavam agradecer, com palmas e risos, o gesto do vizinho generoso, o homem tirou da cintura um revólver e disparou seis tiros na bola. No campo, invadido pela sombra da morte, só ficou a bola, murcha. Armando Nogueira Texto extraído do livro &quot;O melhor da crônica brasileira&quot;, José Olympio Editora – Rio de Janeiro, 1997, pág. 22. </li></ul>
  • 50. Então, não perca tempo: escreva já!
  • 51. Escrita coletiva da crônica <ul><li>Exibição do vídeo “Tombamento de Porto Nacional”; ( 2 minutos). </li></ul><ul><li>Dividir a turma em grupos e propor a seguinte atividade: </li></ul><ul><li>1º grupo: Escolha de personagens para a crônica; </li></ul><ul><li>2º grupo: Escolha de enredo, como, onde e quando vai se desenrolar a narrativa. </li></ul>
  • 52. <ul><li>3º grupo: Escolha do tom da crônica: humorístico, lírico, irônico ou crítico? </li></ul><ul><li>4º grupo: Escolha de espaço (em que parte da cidade, em que cenário, ocorrerá a situação), </li></ul><ul><li>5º grupo: Escolha do tempo (lembre-se a crônica se passa em um curto espaço de tempo: minutos, horas) </li></ul><ul><li>6º grupo: Escolha de um desfecho para a crônica. </li></ul><ul><li>7º grupo: Capriche! Criem um título bem interessante para a crônica. </li></ul><ul><li>Cada grupo irá produzir o primeiro parágrafo da crônica; </li></ul><ul><li>Escolha de um dos textos para dar continuidade (suporte do professor): _Afixar as ideias dos alunos num papel pardo e continuar a escrita coletiva no quadro baseada na sugestão dos alunos. </li></ul>
  • 53. Escrita individual do texto
  • 54. Propostas de produção de crônicas <ul><li>I grupo: Leiam a notícia “ Detectados vários problemas na ponte sobre o rio Tocantins em Porto Nacional ”, após elaborem uma situação e em seguida produza uma crônica dissertativa. </li></ul>
  • 55. Ponte sobre o Rio Tocantins em Porto Nacional em péssimas condições de manutenção e conservação <ul><li>Construída na segunda metade da década de 1970, a ponte sobre o Rio Tocantins, que liga margem direita à esquerda, em Porto Nacional, está sofrendo com a ação do tempo e o abandono por parte das autoridades. </li></ul><ul><li>Segundo afirmou engenheiro, a ponte que promoveu o desenvolvimento a toda esta margem direita do rio, abandonada e marginalizada por décadas, está com sérios problemas em uma de suas principais colunas de sustentação. </li></ul><ul><li>Um dos principais profissionais do DERTINS afirmou que com a conclusão da pavimentação da rodovia que liga Brejinho de Nazaré à BR _153, diminuído em 37 quilômetros a distância até Palmas, houve um aumento significativo no tráfego sobre a ponte. Além disso, revela ele que dezenas de caminhões com peso acima de 40 mil quilos estão transitando sobre a ponte com rachaduras, desgaste de materiais, e sem nenhuma ação de preservação e conservação. </li></ul>
  • 56. <ul><li>Diante de tais fatos , de gravidade sem tamanho, entendemos ser relevante denunciar, ao mesmo tempo que conclamamos atenção das autoridades, para que se encontre uma imediata solução para não permitir que, em pleno século XXI, Porto Nacional, e toda a região Central do Estado, volte a depender da travessia através de balsas. </li></ul><ul><li>Edson Rodrigues _ Jornal: O Paralelo 13_ 23 de abril de 2010. </li></ul>
  • 57. Propostas de produção de crônicas <ul><li>II grupo: Leiam a notícia “ Determinação e comprometimento na busca pelo título da temporada” e elaborem uma crônica humorística com base no texto. </li></ul>
  • 58. Determinação e comprometimento na busca pelo título da temporada <ul><li>Com elenco praticamente definido, o Interporto começa a preparação para a disputa do Campeonato Estadual de Futebol Profissional 2010. Nesta terça-feira (09/Fev), sob o comando do preparador físico Alexandre Barros, os jogadores realizaram no Centro de Treinamento do clube um trabalho de fortalecimento muscular. Toda a movimentação foi acompanhada pelo técnico Janair Lopes e comissão técnica. </li></ul><ul><li>Essas três primeiras semanas de trabalho são de responsabilidade do professor Alexandre, os jogadores estarão diariamente com ele, após essa etapa é que iniciaremos treinamento com bola”. Assim declarou o técnico Janair Lopes. Ele disse ainda que o comprometimento seja a característica marcante do grupo, e espera que todos os atletas possam ter isso em mente, porque qualidade técnica todos tem. </li></ul><ul><li>(Com informações da Ascom /Porto Nacional) </li></ul>
  • 59. Propostas de produção de crônicas <ul><li>III grupo: Leiam a noticia “ Interporto busca a reabilitação nos dois jogos que restam ” e após produzam uma crônica irônica. </li></ul>
  • 60. Interporto busca a reabilitação nos dois jogos que restam <ul><li>Sem conseguir vencer na segunda fase do certame estadual, com duas derrotas e dois empates, o Interporto ocupa a quarta colocação com dois pontos e terá pela frente o Araguaina, no Mirandão em Araguaina, nesse sábado, 24/04/10 e o Tocantinópolis no Estádio General Sampaio , em Porto Nacional , na terça-feira (27/Abr). </li></ul><ul><li>Os comandados do técnico Jonai Lopes tiveram apenas um dia de folga, após a derrota para o Gurupi por 1x0, e já tiveram que arrumar as malas para enfrentar o Araguaina. Os jogadores e comissão técnica continuam unidos e contam com o reconhecimento do trabalho realizado pelo grupo na competição. </li></ul>
  • 61. <ul><li>Para o zagueiro Luciano não existe desânimo, o propósito é vencer as duas partidas que restam nessa fase. “Temos que superar esse momento difícil, esquecer os jogos anteriores e procurar fazer os gols que faltam para conquistar as vitórias que precisamos”. Pontuou o jogador. </li></ul><ul><li>“ Nossa proposta é dar o máximo de cada um é buscar os pontos, tão difíceis nessa segunda fase, não adianta enumerar e nem tão pouco apontar problemas, precisamos nos conscientizar de que o momento é de superação e para isto precisamos nos unir mais ainda nesses jogos que falta”, concluiu o técnico Jonai Lopes. </li></ul>
  • 62. Propostas de produção de crônicas <ul><li>IV grupo: Leiam a notícia “ Religiosidade e fé marcam a semana santa em Porto Nacional” e depois elabore uma crônica com base no texto. </li></ul>
  • 63. Religiosidade e fé marcam a semana santa em Porto Nacional <ul><li>As celebrações nos tradicionais templos sagrados, a oportunidade de vivenciar a religiosidade em meio às ruas históricas e a arquitetura barroca da cidade, são algumas das opções para quem escolher Porto Nacional como destino no feriado da Semana Santa. </li></ul><ul><li>A prefeitura do município através da Secretaria de Turismo e Cultura em parceria com a Diocese de Porto Nacional destaca um roteiro que permite ao turista participar da programação religiosa incluindo a visita ao Morro Pôr do Sol onde acontecerá a celebração da Santa Missa ao ar livre. A caminhada de fé passará pelo Mirante da Antena de TV, Pedra da Caveira e Morro do Macaco. </li></ul>
  • 64. <ul><li>A 1ª Caminhada da Fé de Porto Nacional acontecerá no dia 30 deste mês, com saída da Igreja Imaculada Conceição , no setor Aeroporto, às 15 horas. A caminhada passará pela Praça do Centenário , descendo pela Avenida Joaquim Aires , contornando a Praça da Paróquia dos Santos Reis em direção ao Posto do Trevo, passando pelo setor Jardim dos Ipês em direção ao Morro do Pôr do Sol. </li></ul><ul><li>De acordo com o secretário de Turismo e Cultura Jefferson Lopes , a idéia da caminhada da fé se objetiva no fortalecimento da fé cristã, e por isso buscou-se algo que envolvesse um número maior de pessoas em torno dessa fé e que se tornasse tradição durante a Semana Santa. “O evento é um momento de meditação, reflexão, arrependimento e socialização entre famílias e por isso contamos com a participação dos secretários, vereadores, gestores, coordenadores e todos os funcionários públicos municipais e estaduais como também a comunidade em geral”, concluiu. </li></ul>
  • 65. Propostas de produção de crônicas <ul><li>V grupo: Leiam a notícia “ Porto Nacional estimula economia solidária em feira do cabaçaco” e depois elabore uma crônica com base no texto. </li></ul>
  • 66. <ul><li>Porto Nacional estimula economia solidária em feira do cabaçaco </li></ul><ul><li>Para fortalecer a economia solidária em Porto Nacional, a COMSAUDE em parcerias com outros órgãos entre eles a Prefeitura Municipal, promoveu nesta quinta-feira, 11, uma reunião para tratar sobre a Feira do Cabaçaco Gerando Renda e Economia Solidária, que acontecerá nos dias 14 e 15 de março. </li></ul><ul><li>A feira deve acontecer na Praça Nossa Senhora das Mercês , e estão previstas exposições de artesão e produtores da agricultura familiar, além de palestras, oficinas temáticas e apresentações culturais. Também faz parte do projeto da feira a capacitação dos expositores, onde eles vão aprender sobre cooperativismo, meio ambiente, trabalho em conjunto e respeito às diversidades, além do principio da auto gestão. </li></ul><ul><li>Segundo Luciana Pereira de Souza , presidente da Comsaude , o objetivo da feira é estimular em Porto Nacional a Economia Solidária , que é o um novo modelo econômico que está sendo implantando no Brasil e em todo o mundo. “A feira será um apoio para a construção de uma economia solidária que visa uma sociedade mais justa e igualitária com qualidade de vida para todos”, garante. </li></ul>
  • 67. Dinâmica para correção dos textos
  • 68. <ul><li>Procedimentos da atividade </li></ul><ul><li>Sorteio do texto a ser analisado </li></ul><ul><li>Todos os grupos analisarão um único texto. Após os grupos voltam para o círculo, em seguida a condutora (o) do grupo irá pegar o número da pergunta e terá alguns minutos para analisar e responder aos demais colegas. As respostas devem ser argumentadas com base no estudado. O grupo que sair do assunto e ou extrapolarem o tempo de resposta será eliminado. </li></ul>
  • 69. <ul><li>1-Como vocês sabem a linguagem do cronista é simples e espontânea. Selecionem, na narrativa em análise, um fragmento em que os autores usam expressões de conversa familiar e íntima, dando ideia de uma conversa com o leitor e apresente aos colegas. </li></ul><ul><li>2-Sabe-se que o cronista tempera os fatos diários com humor, ironia ou emoção. Agora escolham um parágrafo em que os cronistas conseguiram mexer com a emoção de vocês e apresente aos colegas. </li></ul>
  • 70. <ul><li>3_ Após ter analisado o texto, diga qual o assunto abordado? </li></ul><ul><li>4_Para narrar o acontecimento o grupo usou um tom sério? Usou humor? Foi irônico, insinuando que as palavras significam o contrário do que dizem? Ou usou lirismo, fazendo comparações e metáforas poéticas? Escolham um fragmento do texto que comprove sua resposta e apresente a turma. </li></ul>
  • 71. <ul><li>5-Ao escrever uma crônica, o autor escolhe o ponto de vista que vai adotar; escreve na primeira pessoa e se transforma em parte da narrativa ou fica de fora sendo autor-observador. Qual o foco narrativo do texto em análise? Apresente um fragmento que comprove sua resposta. </li></ul><ul><li>6_A crônica em estudo, refere-se a um tipo de comportamento humano atemporal, adquirindo um sabor literário? Recorra a fragmentos do texto para justificar sua resposta. </li></ul>
  • 72. <ul><li>7_Nas crônicas, geralmente os fatos ocorrem em um tempo breve (minutos, horas ou período do dia). Apresente aos colegas o tempo apresentado na narrativa em estudo. </li></ul><ul><li>8_ O lugar onde o episódio da crônica ocorre geralmente é um só, bem determinado. Apresente aos colegas o lugar apresentado na narrativa em estudo. </li></ul>
  • 73. <ul><li>9_Como bons cronistas, apresentem a situação do cotidiano retratada no texto. </li></ul><ul><li>10_O desfecho da crônica é aberto (o leitor é instigado a pensar, criar uma solução, dar continuidade a narrativa) ou conclusivo? Argumente. </li></ul>
  • 74. <ul><li>11_ O título da crônica instiga a imaginação do leitor? Faz referência ao episódio central da narrativa? Argumente. </li></ul><ul><li>12_ Como vocês já estão craques nos elementos da narrativa. Apresentem à turma o conflito do texto. </li></ul>

×