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Animais Em Vias De Extinção

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Pesquisa realizada por alunos do 7.º Ano de escolaridade - Ano Lectivo 2010-2011.

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Transcript

  • 1. Escola Secundária de CamarateÁrea de ProjectoAnimais em vias de extinçãoMirce Nº18Bruna Nº3Mariana Nº15 7ºB
  • 2. Índice
    Introdução……………………………………………….1
    Animais em vias de extinção…………………………2
    Lince Ibérico……………………………………………..3
    Canguru…………………………………………………..4
    Panda-Gigante………………………………………….5
    Cegonha-Preta………………………………………….6
    Lobo Ibérico……………………………………………...8
    Golfinho………………………………..………………….9
    Conclusão……………………………………………….10
    Bibliografia……………………………………………….11
  • 3. Introdução
    Eu acho que este trabalho é importante porque podemos conhecermais sobre os animais, em vias de extinção.
  • 4. Animais em vias de extinção
    Os animais em vias de extinção na sua maioria estão em : América, África, Ásia, Oceânia ect.
    Os exemplos desses animais são:
    Panda Gigante
    Lobo Ibérico
    Lince Ibérico
  • 5. Lince Ibérico
    O lince-ibérico (Lynx pardinus), também conhecido pelos nomes populares de Cerval, lobo-cerval, gato-fantasma, gato-cerval, liberne, nunca-te-vi, gato-cravo ou gato-lince, é a espécie de felino mais gravemente ameaçada de extinção e um dos mamíferos mais ameaçados. Tem um porte muito maior do que um gato doméstico e o seu habitat restringe-se à Península Ibérica. Apenas existem cerca de cem linces ibérico em liberdade em toda a Península Ibérica. Aparentemente encontra-se extinto em Portugal.
    Lince Ibérico
  • 6. Caracterização
    É um animal essencialmente nocturno. Trepador exímio. Por dia, poderá deslocar-se cerca de 7 km.
    Os territórios dos machos podem sobrepor-se a territórios de uma ou mais fêmeas.
    Caracterização do Lince Ibérico
  • 7. Reprodução
    É um animal essencialmente nocturno, podendo deslocar-se cerca de 7 km num dia.
    Os linces ibéricos não têm por habito juntar-se ou andar em grupo com outros machos, mas andam sempre acompanhados por uma ou mais fêmeas. Os acasalamentos ocorrem entre Janeiro e Março e após um período de gestação que varia entre 63 e 74 dias , podendo nascer entre 1 e 4 crias. O mais comum é nascerem apenas 2 crias que recebem cuidados unicamente maternais durante cerca de 1 ano, altura em que se tornam independentes e abandonam o grupo familiar. Normalmente, quando nascem 3 ou 4 crias, estas entram em combates por comida ou sem qualquer motivo e acabam por sobrar apenas 2 ou mesmo 1, daí um dos seus pequenos aumentos populacionais.
    Crias do Lince Ibérico
  • 8. Tipo de alimentação
    A sua alimentação é constituída por coelhos, veados, ratos, patos, perdizes e lagartos.
    Pato
    Veado
    Rato
  • 9. Habitat
    •O lince ibérico somente existe em Portugal e Espanha.
    •Apenas existem 100 destes felinos em todo este território.
    •Este felino habita no matagal mediterrânico.
    Habitat do Lince Ibérico
  • 10. Canguru
    Canguru é o nome genérico dado a um mamífero marsupial pertencente a quatro espécies do género Macropus (ver caixa) da família Macropodidae, que também inclui os wallabees. As características incluem patas traseiras muito desenvolvidas e a presença de uma bolsa (o marsúpio) presente apenas nas fêmeas na qual o filhote completa seu desenvolvimento. O canguru é o animal-símbolo da Austrália
    Canguru
  • 11. Caracterização
    O seu habitat situa-se em planícies. A sua alimentação baseia-se em vegetais e frutas. O pêlo do canguru é, geralmente, espesso. Crescem durante toda a vida. A sua cauda mede de 0,70 cm a 1,40 m. A maior parte dos cangurus tem orelhas grandes e cabeça pequena. O canguru, quando jovem permanece com a mãe, subindo na sua bolsa para se alimentar e ficar seguro, até que tenha mais que um ano de idade. Os Cangurus vivem na Austrália continental. Pesam cerca de 500 g a 90 kg, medindo cerca de 80 cm a 1,60 metros.
    Caracterização do Canguru
  • 12. Reprodução
    A sua gravidez (gestação) demora de 30 a 40 dias, dando à luz apenas um filhote de cada vez. Os cangurus nascem imaturos. O seu desenvolvimento é no interior de uma bolsa, na barriga da sua mãe que se chama marsúpio. Ali, o filhote mama e protege-se.
    Cria do Canguru
  • 13. Tipo de alimentação
    A maioria dos cangurus é herbívora, ou comedora de plantas. As espécies de tamanho médio que habitam a floresta como o canguru-pequena do pântano, canguru de árvore, comem folhas, brotos, e ramos. Alguns dos cangurus que vivem na floresta especializaram-se em comer cogumelos, resíduos de resina de árvores, insectos, lombrigas, e até animais mortos ou carne.
    Os cangurus são semelhantes a mamíferos ungulados, como o cervo e antílope, na sua habilidade de digerir planta e importar o que é alto em fibra e baixo em proteína. Como os ungulados, eles evoluíram com estômagos divididos em secções múltiplas, contendo bactérias que podem quebrar paredes de célula de planta e libertar o conteúdo da célula nutritiva.
    Folhas
    Ramos
    Brotos
  • 14. Habitat
    Os cangurus são encontrados somente na Austrália, Nova Guiné, e em algumas das suas ilhas perto da praia, como a Tasmânia. Os cangurus vivem em todos os tipos de habitat, ao longo da Austrália e Nova Guiné. Os cangurus-pequena vivem no deserto meridional onde há muralhas de rocha quase verticais. Por outro lado, os cangurus das árvores são encontrados em locais elevados das florestas tropicais, tal como seu nome sugere.
    Austrália
    Tasmânia
    Nova Guiné
  • 15. Cegonha-Preta
    A cegonha-preta (Ciconia nigra) é uma ave coroniforme da família das cegonhas
    Cegonha- Preta
  • 16. Caracterização
    Não é comum como a bem conhecida Cegonha-branca (Ciconia) e, uma vez que é uma espécie tímida, a sua observação pode tornar-se difícil. É um pouco mais pequena que a Cegonha-branca, medindo cerca de 97 cm de comprimento e aproximadamente 190 cm de envergadura. A plumagem é negra na cabeça, pescoço, dorso e asas, possuindo brilhos metálicos verde-dourado, púrpura e vermelho-cobre em determinadas condições de luminosidade. A barriga é branca; as patas e o bico são vermelhos. A fêmea possui uma tonalidade ligeiramente mais mate e é um pouco mais pequena que o macho. As aves jovens não possuem brilho na plumagem, que é negra-acinzentada, e o bico e as patas são esverdeadas. É habitual observar esta espécie pousada em escarpas, árvores altas e postes eléctricos, quase sempre em zonas remotas e isoladas.
  • 17. Reprodução
    A cegonha-preta chega da sua migração em Março, iniciando imediatamente a época de reprodução. Preférefazer o ninho nas escarpas mais altas e afastadas da civilização humana ou nos ramos dos maiores pinheiros. A incubação dura vinte dias ou pouco mais.
    A sua preservação passa essencialmente pela conservação do seu habitat.
    Cria da cegonha-preta
  • 18. Tipo de alimentação
    Esta espécie alimenta-se em ribeiros de água límpida, charcos e prados húmidos. Captura principalmente peixes, anfíbios e insectos, mas também outros pequenos vertebrados, como ratos e aves jovens.
  • 19. Habitat
    A cegonha habita lagos, rios ou regiões alagadas rodeadas por densas florestas. A cegonha preta distribui-se, em Portugal, apenas pelas regiões mais interiores, inóspitas e isoladas. Os troços internacionais dos rios Douro,   Tejo e Guadiana oferecem para esta espécie condições privilegiadas, sobretudo devido à fraca perturbação humana que aí se regista e à abundância de locais de nidificação.
    Habitat da Cegonha-Preta
  • 20. Lobo Ibérico
    O lobo-ibérico (Canis lupus signatus) é uma subespécie do lobo-cinzento que ocorre na Península Ibérica. Outrora muito abundante, a sua população actual deve rondar os 2000 indivíduos, dos quais cerca de 300 habitam a região norte de Portugal. A subespécie foi descrita pelo cientista espanhol Ángel Cabrera em 1907.
  • 21. Caracterização
    Um pouco menor e esguio que as outras subespécies do lobo-cinzento, os lobos-ibéricos machos medem entre 130 a 180 cm de comprimento, enquanto as fêmeas medem de 130 a 160 cm. A altura ao garrote pode chegar aos 70 cm. Os machos adultos pesam geralmente entre 30 a 40 kg e as fêmeas entre 20 a 35 kg.
    A cabeça é grande e maciça, com orelhas triangulares relativamente pequenas e olhos oblíquos de cor amarelada. O focinho tem uma área clara, de cor branco-sujo, ao redor da boca. A pelagem é de coloração heterogénea, que vai do castanho amarelado ao acinzentado mesclado ao negro, particularmente sobre o dorso. Na parte anterior das patas dianteiras possuem uma característica faixa longitudinal negra.
    E tem uma cabeça grande.
  • 22. Reprodução
    A época do acasalamento abrange o final do inverno e princípio da primavera (Fevereiro a Março). Após um período de gestação de 2 meses nascem entre 3 e 8 crias (lobachos), cegas e indefesas. As crias e a mãe permanecem numa área de criação e são alimentadas com comida trazida pelo resto da alcateia.
    Por volta de Outubro as crias abandonam a área de criação e passam a acompanhar a alcateia nas suas deslocações. Os jovens lobos alcançam a maturidade sexual aos 2 anos de idade. Aos 10 anos já são considerados velhos, mas em cativeiro chegam a viver 17 anos.
  • 23. Tipo de alimentação
    Sua alimentação é muito variada, dependendo da existência ou não de presas selvagens e de vários tipos de pastoreio em cada região. A vida em alcateia permite ao lobo caçar animais bastante maiores que ele próprio.
    As suas principais presas são o javali, o corço e o veado, e as presas domésticas mais comuns são a ovelha, a cabra, a galinha, o cavalo e a vaca. Ocasionalmente também mata e come cães e aproveita cadáveres que encontra, isto é, sempre que pode é necrófago.
  • 24. Habitat
    Os indivíduos de uma alcateia percorrem uma área vital que varia em tamanho de acordo com as características da região. Em Portugal, as áreas vitais são relativamente pequenas, entre 100 e 300 km². Buscando presas, os lobos podem percorrer entre 20 a 40 km diários dentro do seu território. Essas deslocações ocorrem geralmente à noite.
    Habitat do Lobo Ibérico
  • 25. Golfinho
    Os golfinhos ou delfins são animais cetáceos pertencentes à família Delphinidae. São perfeitamente adaptados para viver no ambiente aquático, sendo que existem 37 espécies conhecidas de golfinhos dentre os de água salgada e água doce. A espécie mais comum é a Delphinus delphis.
  • 26. Caracterização
    Também chamado de "delfim", o golfinho é um mamífero perfeitamente adequado para viver no mar, podem mergulhar a bastante profundidade e alimentam-se de peixes e, sobretudo, de lulas. Nos aquários aprendem a alimentar-se. Podem viver de 25 a 30 anos.
    É possível treiná-lo e executar grande variedade de tarefas - algumas de certa complexidade. Outra característica que torna o golfinho interessante, é a sua capacidade de brincar. Nenhum animal, excepto o homem, tem uma variedade tão grande de comportamentos que não estejam directamente ligados às actividades biológicas básicas - alimentação, reprodução e protecção.
    Viver em grupos e sua inteligência são traços característicos. Todos são nadadores privilegiados e, às vezes, saltam até cinco metros acima da água. Podem nadar a uma velocidade de 61 km/h
  • 27. Reprodução
    Podem viver de 25 a 30 anos e dão à luz um filhote de cada vez. Vivem em grupos, são animais sociáveis, tanto entre eles, como com outros animais e humanos.
  • 28. Tipo de alimentação
    Os golfinhos são caçadores e alimentam-se principalmente de peixes e lulas, mas alguns preferem moluscos e camarões. Muitos deles caçam em grupo e procuram os grandes cardumes de peixes. Cada espécie de peixe tem um ciclo anual de movimentos, e os golfinhos acompanham esses cardumes e por vezes parecem saber onde interceptá-los, provavelmente conseguem estas informações pela excreções químicas dos peixes, presentes na urina e as fezes.
  • 29. Habitat
    OS GOLFINHOS NO SEU HABITAT
    Os golfinhos utilizam a ecolocalização, ou seja, o som, para comunicarem e se orientarem. Estes mamíferos vivem em se isole, o que poderá ser vital. Os golfinhos estabelecem actividades cooperativas, das quais o exemplo mais evidente é a ajuda a companheiros em apuros.
    Quando uma fêmea vai dar à luz, emite chamadas peculiares que congregam em redor de si as fêmeas do grupo (que é constituído por uma espécie ou por várias espécies) que parecem vigiar, evitando possíveis ataques, por parte dos tubarões, à parturiente ou à cria. Quando nasce o filho, a mãe ajuda-o a subir à superfície, onde toma a primeira lufada de ar da sua vida. Se o recém nascido apresentar algum defeito, a mãe e outras fêmeas ajudam-no a flutuar até ser capaz de se valer a si mesmo. Este comportamento pode observar-se durante vários dias.
  • 30. Conclusão
    O que eu concluí com este trabalho é que podemos saber as razões por que os animais estão em vias de extinção e esse porquê pode ajudar-nos a salvá-los.
  • 31. Bibliografia
    www.google.pt
    Palavras minhas