SIDIII 1º versão artigo leonor corte real

596 views

Published on

Published in: Education
0 Comments
0 Likes
Statistics
Notes
  • Be the first to comment

  • Be the first to like this

No Downloads
Views
Total views
596
On SlideShare
0
From Embeds
0
Number of Embeds
47
Actions
Shares
0
Downloads
0
Comments
0
Likes
0
Embeds 0
No embeds

No notes for slide

SIDIII 1º versão artigo leonor corte real

  1. 1. UNIVERSIDADE DE AVEIROPráticas de diálogo intercultural.Um estudo de caso com o Clube Europeu da EscolaSecundária de São Pedro do Sul. Seminário de Investigação em Didática III Doutoranda: Maria Leonor Côrte-Real Orientadora: Prof. Doutora Maria Helena Araújo e Sá
  2. 2. SUMÁRIOPALAVRAS – CHAVEINTRODUÇÃOENQUADRAMENTO TEÓRICOMETODOLOGIAANÁLISE E DISCUSSÃO DOS DADOS CONSIDERAÇÕES FINAISREFERÊNCIAS BIBIOGRÁFICAS
  3. 3. Num mundo em que as sociedades são extremamentemutáveis, o diálogo intercultural e a aprendizagem decompetências interculturais tornam-se necessidadesreais do mundo moderno para uma cidadania ativa.Os clubes europeus podem, nas escolas, ser espaçosde concretização destas vivências e aprendizagens.Considerando que existem poucos estudos sobre osClubes Europeus escolares, este trabalho assenta sobreuma atividade do Clube Europeu da Escola Secundáriade São Pedro do Sul, procurando compreender comoesta promove o diálogo intercultural nos seus alunos do3º ciclo no letivo 2010/2011.
  4. 4. Diálogo InterculturalCompetências interculturaisClubes Europeus.
  5. 5. Sociedades • Cada vez mais abertas , permeáveis e multiculturais. • Cidadania ativa , onde pelo diálogo intercultural permita o conhecimento Formação de mútuo (pessoal e coletivo) e o desenvolvimento de competências cidadãos interculturais. • Ensine e viva valores: a liberdade, a igualdade e a tolerância. Combata a exclusão, a xenofobia, o racismo e a discriminação. Educação • Educação aberta à diversidade e à divergência, que pelo respeito mútuo ajude a construir uma sociedade mais justa e tolerante Clubes Europeus nas escolas • Espaços de concretização destas vivências e aprendizagens.
  6. 6. Sociedades As culturas sãoModernasFragmentam os referentes fixos…e paradigmáticos: “ancoradas em lógicas deidentificações de classe, pertença e lógicasde género, relacionais”de etnia,de raça, Abdallah-Pretceillede nacionalidade (1999:10)
  7. 7. •Numa cultura Cultura • Bourdieu define cultura como ``la capacité de faire des différences” (in Groux e Porcher, 20in Groux e Porcher, 2003:68) 03:68) . • ``Cultura é comunicação´´ defende…………………………AUTORVer ``Métisse, tigrée, tatouée’ (…) nous sommes, { la fois identiques et différents, exactement des semblables, dont les cultures, toutes métisséesdifícil desingulières, sont égales en dignité. ´´ • Se o conceito de cultura é hoje tão mais determinar (porque incompleta ou insuficiente), preferimos a noção de culturalidade (Michel Serres in Groux e Porcher, 2003:156-158) . Preferimos Culturalidadepermite-nos “conceber os fenómenos culturais a partir de din}micas, de transformações, de mestiçagens e de manipulações. (…) remetendo-nos para o facto das culturas serem cada vez mais `labiles, tigrées et alvéolaires” (Abdallah-Pretceille in Bizarro 2006:81) Educação para a CidadaniaEmancipatória critica e ativa, (…) orientada para os indivíduos,(…) tendo por base valores societais comuns (…) e a consciencializaç~o da relaç~o reciproca de direitos e deveres” (Nogueira e Silva, 2001:101-102).
  8. 8. Culturas “mestiçadas” “ misturadas” Sociedades abertas e “ traçadas” multiculturais A globalização fez a rutura entre valores culturais e territórioINDIVÍDUOS = conceitos estruturalistas “ uma EDUCAÇÃO, uma ÉTICA, uma CULTURA para a DIVERSIDADE”Nomadismo - Maffesoli (1997)Vagabundagem - Bauman (2000) Paulo Freire(1997)Bordering - Dervin & Suomela -Salmi (2006)Arlequins – Miguel Serres
  9. 9. Assumindo-nos ontologicamente “politeístas”Aceitar “ as impurezas” dossincretismos, hibridizações, c diálogo Capaz de refletir sobrerioulizações e multipertenças intercultural as outras sociedades generalizado e e sobre si mesmo complexificado Shweder (1989)
  10. 10. Conceitos fundamentais: alteridade e diferença. Compreender as diferenças Lutar contra o racismoculturais, étnicas, geracionais xenofobia, intolerância Conceito de Humanidade Encontro e reencontro do outro Reflexão sobre os seus valores, suas crenças Sobre a sua humanidade (Groux e Porcher, 2003: 78-80)
  11. 11. APRENDIZAGENS INTERCULTURAISNão devem ser Devem serEsporádicas e pontuais Continuadas e diversificadasEgocêntricas / Etnocêntricas Exigem descentraçãoLimitadas ao conhecimento do códigos Exigem desenvolvimento de competênciaslinguísticos interculturaisImposição cultural Reconhecimento da diversidade dos códigos culturaisLimitadas ao conhecimento dos costumes e Combater o “folclorismo cultural”tradições os estereótipos, o racismo e a xenofobia
  12. 12. Quatro dimensões das competências interculturais (Byram, 1999, adaptado in Araújo e Sá, Canha e Gonçalves, 2003: 164) Saber compreender Interpretar e narrarConhecimento Competências Saber serde “si” e do outro interculturais competências atitaducionaisInteração individual e social Politica Educacional relativizaç~o do “eu” valorizaç~o do outro Saber aprender/fazer competências de descoberta e/ou interação Educar para “capacidade de co-construir o sentido, no contexto do encontro entre línguas diferentes, e de fazer uso pragmático dessa capacidade numa situaç~o comunicativa direta.”(Capucho :2004)
  13. 13. “Ser europeu” Contribuindo para CLUBE EUROPEU A promoção doValores Partilhados: Departamento Línguas conhecimento sobre a Europa; 2004 A compreensão doA Paz ESSPS pluralismo europeu (O Respeito semelhanças / diferenças)A Democracia espaço de vivência/ … /compreensão/interação O respeito pelasOs Direitos Humanos : escolar para conhecimento identidades nacionaisMelhor Qualidade Vida da diversidade europeia A compreensão eProteção Ambiental tolerância recíprocas.… A criação de um verdadeiro espírito europeu e transmiti-lo à comunidade educativa. Dirigida à totalidade dos alunos encontro entre os saberes teóricos saber ser (respeito pelas culturas, (Estados membros, raças e povos, valorizar as diferenças…) finalidades da U. E., …) ao saber fazer (competências de descoberta ou interação) (comunicar, ouvir, entender,…)
  14. 14. Estudo de caso de paradigma quantitativo e qualitativo (misto).Quantitativo porque privilegia o recurso a instrumentos e a análise estatística, sem descurar a metodologia qualitativa, uma vez queprivilegia na an|lise do “caso singular” sem implicaç~o quantitativa e de medida.Abordagem etnográfica de modo a “conhecer a maneira de vivere as experiências das pessoas – a sua visão do mundo, os seusrituais, padrões, significados, atitudes, comportamentos eações”(Vilelas, 2009:156).Perspetiva construtivista e crítica, reconhecendo acomplexidade do fenómeno educativo e da própriarealidade da prática de atividades extracurriculares, comoforam as do caso do Clube Europeu da escola estudada.
  15. 15. Projeto Quem Somos? Realização de um intercâmbio escolar ESSPS e Instituto Vaguada de La Palma SalamancaDuração Ano letivo 2010/2011FINALIDADES  Promoção do diálogo Intercultural  Desenvolvimento de competências interculturaisOBJETIVOS aprendizagem línguas  Promover o gosto pela aprendizagem de línguas estrangeiras  Implementar estratégias de intercompreensão na aprendizagem das línguas  Desenvolver competências na língua materna aprendizagens relacionais Promover o diálogo intercultural entre jovens da mesma faixa etária Desenvolver o gosto do conhecimento mútuo e da descoberta do outro  Promover os valores da amizade, da abertura e do diálogo  Incentivar e reforçar o trabalho de equipa  Reforçar laços interpessoais Desenvolver competências culturais e tecnológicas Despertar o interesse relativamente a um país Europeu nas suas várias vertentes  Reforçar conhecimentos na utilização das TICsCONCRETIZAÇÃO  Escolha da Escola Espanhola 1ºFase preparação Emparelhamento dos alunos e troca emails PeríodoTroca de Jogo do interconhecimento realizado em língua francesa 2ºcorrespondência  Trabalhos de investigação sobre a região Castilla Y León (aulas FC e Espanhol) Períodoe realização de  Troca correspondência (em língua castelhana e português) abordando: a pessoa de cada aluno, sua família,trabalhos preferências estudantis e a descrição da sua região, principais vultos nacionais, perspetivas que tinham do país a visitar….  Trabalhos de investigação sobre personagens relevantes na cultura, cinema, artes, jornalismo, desportos de Espanha e Portugal.  Fruto da investigação dos alunos, construi-se o Jogo Ibérico Fruto da investigação dos alunos construi-se uma apresentaç~o em power point intitulado “Uma Península / Dois destinos”Intercâmbio  Intercâmbio Escolar em Salamanca 17, 18 e 9 Março e em São Pedro Sul 7-,8 e 9 AbrilRecolha Dados Recolha de depoimentos e desenhos dos participantes: alunos, professores, pais. 3º PeríodoProduto Final  Redação de artigos para jornal da escola e das localidades regionais Edição de um livro referente ao projeto
  16. 16. Objetivos do População Instrumentos de Aplicação dos Análise deestudo -alvo observação e Instrumentos e dados recolha de dados recolha de dadosCompreender de que Alunos do Inquérito por - Alunos: SPSS programamodo a atividade 7º B questionário Depoimentos escritos estatístico paradinamizada noâmbito do Clube ESSPS Desenhos reflexivos tratamento deEuropeu potencia Guião de entrevista dados doscompetências de: - Pais: inquéritos aos Pais. Depoimentos escritos Depoimentos escritos Inquéritos Análise desaber-compreender Desenhos reflexivos - Professores: conteúdo Depoimentos dos professores relativamente aossaber- aprender/fazer Observação direta participantes depoimentos dosrelativamente aos Entrevista aos DT alunos e pais eoutros povos e entrevistas dosculturas europeias. Metodologia de aplicação: professores. Alunos: testemunho escrito ou desenho significativo, após a realização da atividade. Pais: testemunho escrito (após a realização da atividade; e resposta a um inquérito (administração direta e presencial) no final do ano. Professores: Participantes: depoimentos escritos após a atividade. DT: Entrevistas no final do ano. (diretas e presenciais)
  17. 17. Saber compreender: Saber – aprender/fazer:Competências interculturaisInterpretar e narrar competências de descoberta e/ou interação
  18. 18. CATEGORIAS SUB-CATEGORIAS Síntese - alunos Perceções - Importância da aprendizagem das línguasSABER COMPREENDER - da oportunidade de viajar e conhecer(interpretar e narrar) Emoções - 1ª viagem sozinhos - alegria da chegada - de conhecer uma coisa nova Património - valorização e reconhecimento do património. - valorização do conhecimento do país.SABER APRENDER/FAZER Preocupações - inibição perante o desconhecido(competências de descoberta ou - medo de não se fazer entenderinteração) - dar uma boa imagem de si e do país. Contacto pessoal - sensação de à vontade incluindo com as famílias -“Andava na boa” e sem medo - Era fixe, simpática, …. Constrangimentos - não conhecer a língua - comunicar com gestos - precisei de uma tradutora pois não sabia falar a língua
  19. 19. CATEGORIAS SUB-CATEGORIAS Síntese - paisSABER COMPREENDER Concepção do projeto - Muito positivo e importante o projeto(interpretar e narrar) - É um estimulo para ir mais longe - Experiências vividas Perspetivas - Ajudar a desenvolver e praticar línguas - Dar mais valor ao nosso semelhante - Haver troca de conhecimentosSABER FAZER Aquisição - Ganhou maturidade, responsabilidade, cresceu e(competências de descoberta ou pessoal aprofundou valores importantes: saber-estar fora dosinteração) pais. - Crescimento pessoal com a interação com outros povos de culturas diferentes. - Mais responsabilidade, ficou mais atento ao que diziam. Saber ouvir. - Enriquecimento da visão pessoal da vida - Independência, 1ª vez sozinhos. - Proporciona conhecimento a nível cultural e escolar Valores - Novas amizades e companheirismo. - Desenvolvimento de sentimentos de apreço pelo próximo Descoberta - Novas perspetivas, novas realidades - Novos costumes e culturas
  20. 20. CATEGORIAS SUB- - Sínteses - Professores CATEGORIASSABER Perceção da -“Perceber a realidade de cada comunidade estudantil … diluir barreiras entre as pessoas” (M.L.)COMPREENDER realidade - “ O horário da escola espanhola é melhor… já que eles podem almoçar em casa , conviver com a(interpretar e escolar família e o período da tarde fica livre para outras atividades, como a música, desporto, o lazer” (L.C)narrar) - “ Impressionou-me as portas das salas serem de vidro, permitindo ver para dentro” (L.C.) - “A estrutura da escola (um só edifício) permite um ambiente mais acolhedor e facilitador de um melhor relacionamento entre os vários membros da comunidade educativa” (L.C.) - “Apesar de trabalharmos em países diferentes, temos problemas semelhantes “ (A.L) Compreensão - “ Contribuiu para a compreensão do pluralismo europeu, nas suas semelhanças e nas suas linguística diferenças, e no respeito pelas identidades nacionais” (M.M.) -“ A língua tornou-se o elo de ligação e os afetos marcaram a emoção da despedida” (M.M.) Compreensão -“ Conhecimento pessoal e aceitação do outro (…) Conhecimento das representações mentais de outros povos” (L.Q.) - “Conhecimento da nossa própria realidade, hábitos, costumes” (L.Q.) - “Atenuação das diferenças , esbatimento de estereótipos” (M.L.) - “Permitiu a intercompreensão entre alunos `conhecendo-se e no meio em que cada qual vive´” (M.L.) -“ Concretizou a possibilidade de entendimento (povos e culturas) e convívio (famílias e escolas)” (M.L.)SABER FAZER Comunicação - “ Permite a comunicação presencial” (L.Q.) - “Aceitação do outro. Entender os outros” (L.Q.)(competências de -“ Entenderam-se em língua espanhola, em português e principalmente … sorrindo” (M.L.)descoberta Conhecimento - “ espaço de abertura de horizontes culturais” (M.L.)ou interação) -“ Interiorização de conhecimentos sobre a E.U. e seus valores” (M.M.) - “Foi aberta uma janela para a Europa (…) . A Europa ficou mais perto” (M.M.) Conhecimento -“ Gostei de ver os pais dos nossos alunos tão animados no jantar/convívio confraternizando com relacional alunos e professores espanhóis” ( A. L.)
  21. 21. Alunos valorizam:As emoções (viagem, alegria, novidade)O relacionamento interpessoal (o outro)O património Alunos/Pais /ProfessoresAs dificuldades (não se fazer entender, inibição, medo) intervenientes valorizam:  Importância do conhecimentoPais valorizam: das línguasO projeto (importante e positivo)O amadurecimento pessoal dos filhos  O contacto e relacionamentoOs valores adquiridos (amizade e respeito) pessoalConhecimento cultural  Os valores do respeito pela pessoa e cultura do outroProfessores valorizam:Conhecimento da realidade escolar e educativaImportância da compreensão entre povosImportância do conhecimento cultural e europeu
  22. 22. UMA PENÍNSULA Para a receção aos alunos foi feita uma apresentação com a evolução história e paralela dos dois países Portugal/EspanhaDOIS DESTINOS Portugal Boina Basca Castanholas Sevilhanas Tourada La Tomatina - Valencia
  23. 23. Resultado das pesquisas dos alunos foi apresentado e realizado um jogo entre os dois grupos/equipas. Jogo Ibérico 30’’ QUESTÃO N.º 14 A serra mais alta de Espanha é: Blanca. El Teida. Nevada. Gata.Ver outra parte do Powerpoint: Aqui
  24. 24. As fotografias… em Espanha em Portugal
  25. 25. Num mundo globalizado a educação tem quepreparar o jovem para o diálogo interculturale dotá-los de competências interculturais As escolas através dos seus Clubes Europeus poderão proporcionar espaços e tempos de informação e comunicação entre as diversas europeias. culturas “Projeto Quem Somos?” tenta na ESSPS: - desenvolver competências interculturais - dar a conhecer a diversidade da(s) cultura(s) europeia - possibilitar o conhecimento e vivência da diversidade em diálogo intercultural.
  26. 26. EDUCAÇÃO REVISTA PORTUGUESA REVISTA SOCIEDADE & DE EDUCAÇÃO U.M. LUSÓFONA DE CULTURA U.P. EDUCAÇÃOFoco de interesses Diálogo entre culturas e olhares Espaço aberto de divulgação científica Publicação de trabalhos disciplinares e contribuindo para de temática diversa. Estabelecer/estreitar científicos na área das Ciências qualificar o debate público sobre os laços com outras as comunidades de de Educação e o intercâmbio problemas educativos e sociais investigação. com outras publicações Estimular o debate plural em torno de científicas da mesma área ou questões científicas e sociais relevantes e áreas. controversas no terreno da educação. Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (CTEM)Periodicidade Trianual com dossiê temático Semestral TrianualObjetivos a) Difundir conhecimento original a) Difundir conhecimento original e atual Publicação de trabalhos e atual; de contributo relevante; científicos na área das Ciências b) Desenvolvimento de redes b) Desenvolvimento de redes científicas da Educação. científicas nacionais e nacionais e internacionais capazes de Investigação nas áreas da internacionais capazes de contribuir para o avanço do Ciência, Tecnologia, Engenharia e contribuir para o avanço do conhecimento neste domínio; Matemática (CTEM) conhecimento neste domínio; c) Divulgar a atividade científica através envolvendo elementos teóricos, c) Divulgar a atividade científica da publicitação de teses e projetos de experimentais e através da publicitação de teses e investigação. computacionais. projetos de investigação.Controlo Editorial Rigoroso processo de peer review. Análise preliminar por parte da Direção. Manuscritos submetidos e Seleção inicial por parte da Direção Critérios de aceitação das normas avaliados de acordo com os da Revista e sequente ‘blind peer editoriais. Após o artigo será avaliado procedimentos de revisão review’ efetuada por pelo menos (regime anonimato) por dois habituais da RLE. dois especialistas reconhecidos especialistas externos, membros do Artigos recebidos sujeitos (explicitado no site). Conselho Editorial ou avaliadores ad-hoc apreciação do Conselho de selecionados para o efeito. (explicitado no Redação e à política de revisão site). por pares (explicitado no site).
  27. 27. ABDALLAH-PRETCEILLE M. (1999) L’éducation interculturelle. Paris. PUF. Que sais-je? Collection Encyclopédique.ANDRÉ. J. M. (2005) Diálogo Intercultural, utopia e mestiçagens, em tempos de globalização. Coimbra. Ariadne Editora.Coleção Éthos nº3.ARAÚJO e SÁ, M.H., CANHA M.B. e GONÇALVES, C. (2003) Da consciência comunicativa à competência intercultural: um módulo de formação de professores. Aveiro. Universidade de Aveiro. Cadernos do LALE. Série propostasBYRAM, M. (1999) European Language and European Citizenship: a Special Case. Conference at the National Conference ofCAPUCHO, M.F. (2004) Línguas e Identidades culturais: da implicaç~o de políticos e (sócio) linguistas” In F|bio Lopes da Silva & Kanavillil Rajagopalan (org) A Linguística que nos faz falhar – investigaç~o crítica”. S~o Paulo. Par|bola Editora.CONSELHO DA EUROPA (1985) L’interculturalisme: de lídée à la pratique didactique et de la pratique á la théorie. Le Kleebach . Centro Pedagogico-Didacttico de Berne.DERVIN, F & SUOMELA- SALMI , E. (ed) (2006). Intercultural Communication and éducation interculturelles. Finnish Perspectives. Perspectives Finlandaises. Peter Lang. Transversales.ESPINOSA, E. L (1995) Culturas, estados ciudadanos. Una aproximación al multiculturalismo en Europa. Madrid. Alianza Editorial.FENNES, H. e HAPGOOD, K. (1997) Intercultural Learning in the Classroom. Crossing Borders. London. Cassell.FERREIRA. M. (2003) Educação intercultural. Lisboa. Universidade Aberta.GROUX, D. e PORCHER, L. ( 2003) L’Altérité. Paris. L’Harmattan.LESTEGÁS F.R. (2008) La construcción de identidades en la sociedad actual: un desafío para la educación y para la democracia”. Revista Espanhola de Pedagogia, nº 289, p. 85-101.MORSE, J. (2007) Aspectos essenciais de metodologia de investigação qualitativa. Coimbra. Industria Gráfica.QUIVY R. e CAMPENHOUDT L.V.(1998) Manual de Investigação em Ciências Sócias. Lisboa. Gradiva. Trajectos 17.SAVIDAN, P. (2009) O Multiculturalismo. Lisboa. Publicações Europa-América. Coleção Saber nº 271.TAYLOR, C. (1992) Multiculturalisme. Différence et Démocratie. Paris. Flammarion. Champs.VELHO, O. (1996) Valores sociais, modernidade e movimentos sociais, vistos da perspectiva dos processos de globalização (pág. 57-65) in Dinâmicas multiculturais novas faces outros olhares. Volume I. Lisboa. Edições do Instituto Ciências Sociais da Universidade de Lisboa. Estudos e Investigações 5. Actas das sessões plenárias do III Congresso Luso-Afro- Brasileiro de Ciências Sociais (Lisboa 1994)VILELA, J. (2009) Investigação - o processo de construção do conhecimento. Lisboa. Edições Sílabo.http://www.dgidc.minedu.pt/basico/Paginas/CNacional_Comp_Essenciais.aspx Ministério da Educação. Currículo Nacional do Ensino Básico (consultado em 20-01-2012)
  28. 28.  Revista académica com arbitragem científica, publicada pelo Centro de Investigação e Intervenção Educativas (CIIE) da U. P. A ESC tem como finalidade contribuir para o desenvolvimento das ciências da educação, ajudando a estabelecer e a aprofundar o diálogo entre culturas e olhares disciplinares e contribuindo para qualificar o debate público sobre os problemas educativos e sociais. Pretende: a) divulgar conhecimento produzido por investigadores que trabalham nos campos das ciências da educação e das ciências sociais e humanas e que foca a educação/formação na sua relação com os problemas sociais; b) proporcionar um espaço de debate de ideias em torno de problemáticas educativas relacionadas com exclusão, desigualdade e injustiça social; c) promover uma análise crítica das políticas e das práticas realizadas, formal e informalmente, no campo socioeducativo; e d) constituir-se como uma plataforma de internacionalização da investigação em educação Trimestral - com dossiers temáticos. A ESC organiza-se em quatro secções: - Artigos Científicos congruentes com as linhas orientadoras da revista, podendo ser, em parte, ocupada por um dossier temático - Diálogos Sobre o Vivido, artigo baseado num tema de atualidade na área da educação assente preferencialmente em trajetórias e experiências relevantes - Arquivo, texto cujo conteúdo se tenha revelado fundamental para a reflexão nas áreas em referência - Recensões de livros publicados cujo teor abarque problemáticas no campo da educação Todos os artigos de investigação publicados passam por um rigoroso processo de peer review, baseado numa seleção inicial por parte da Direç~o da Revista e sequente ‘blind peer review’ efetuada por pelo menos dois especialistas reconhecidos. São bem-vindas colaborações de qualquer parte do mundo que promovam o debate académico e o avanço do conhecimento científico no campo educativo. A ESC assume-me agora como uma revista marcadamente multilingue, aceitando e publicando artigos originais em português, inglês, francês ou espanhol.
  29. 29.  Publicação de Centro de Investigação em Educação. Instituto de Educação da Universidade do Minho Periodicidade Semestral Objetivos: a) difundir conhecimento original e atual produzido no âmbito das Ciências de Educação ou que para estas constituam contributo relevante; b) fomentar e facilitar o desenvolvimento de redes científicas nacionais e internacionais capazes de contribuir para o avanço do conhecimento neste domínio; c) divulgar a atividade científica do Centro de Investigação em Educação através da publicitação de teses e projetos de investigação. Espaço aberto de divulgação científica , o seu Conselho Editorial publica textos de índole diversa, estabelecer/estreitar laços com as comunidades-pares de diferentes latitudes, línguas e tradições culturais e de investigação. A organização regular de núcleos temáticos procura visibilizar e estimular o debate plural em torno de questões científicas e sociais relevantes e controversas no terreno da educação. • A RPE publica textos científicos da |rea da Educaç~o, recensões de livros e notícias de eventos e de projetos. • A Revista tem como público-alvo investigadores, professores de todos os níveis de ensino, estudantes de cursos de graduação e pós-graduação e todos quantos se interessam pelas questões da educação. • Todos os artigos submetidos para publicaç~o ser~o objeto de uma análise preliminar por parte da Direção, que terá como critérios de aceitação: o cumprimento integral das normas editoriais; a pertença explícita ao campo da educação ou de alguma forma a incorporação de contributos educacionais; a apresentação de estrutura e conteúdo próprios de artigo científico. Observadas estas condições, o artigo será avaliado, em regime de duplo anonimato, por dois especialistas externos, membros do Conselho Editorial ou avaliadores ad-hoc seleccionados para o efeito. Os artigos submetidos devem ser acompanhados de uma declaração de transferência dos direitos de autor para a Revista Portuguesa de Educação (ISSN 0871-9187). Em caso de não aceitação, os textos não serão, por norma, devolvidos aos autores. Forma e preparação de manuscritos Os manuscritos em formato Word ou RTF, atestando i) que o texto é original; ii) que sobre ele não pendem conflitos de interesse, e iii) que o trabalho não está em processo de avaliação ou publicação noutro periódico; b) declaração de transferência dos direitos de autor para a Revista Portuguesa de Educação (ISSN 0871-9187). Dimensão e formatação: Os artigos até 25 páginas A4, numeradas , com 2,5 cm em todas as margens; devem ser dactilografados em Times New Roman, corpo 12 e espaçamento duplo. Capa: 1) Título do artigo, 2) Título abreviado (até 35 caracteres); 3) nomes do/s Autor/es e afiliações institucionais; 4) alguns dados curriculares do/s Autor/es e moradas com endereço elecrónico, bem como a indicação do autor responsável pela correspondência. Resumos e palavras-chave: Nas páginas subsequentes, devem constar: 1) Título, resumo e, no máximo, quatro palavras-chave, em Português; 2) título, resumo e palavras-chave em Inglês (title, abstract e key-words) e em Francês (titre, résumé, mots-clés) OU espanhol (titulo, resumen, palabras-clave). Resumosnão exceder 150 palavras Quadros e figuras: Devem ser apresentados em páginas separadas, numeradas sequencialmente, em formatos editáveis, e devem ter título. A sua localização aproximada deve ser indicada no próprio texto, como por exemplo, assim: [Inserir Quadro 1, aprox. aqui]. Notas: As notas devem ser reduzidas ao mínimo, numeradas sequencialmente, e inseridas no final do texto, antes da lista de Referências. Referências: Devem seguir as normas APA Artigos originais [Home] [Sobre esta revista] [Corpo Editorial] [Assinaturas] © CIEd - Universidade do Minho Instituto de Educação Campus de Gualtar, 4710-057 Braga, Portugal Tel.: +351 253604249 , 253604688 / 25604673 Fax: + 351 253604248 rpe@ie.uminho.pt rpe@ie.uminho.pt; rpe.direcao@ie.uminho.pt.
  30. 30.  Periodicidade trianual do Centro de Estudos e Intervenção em Educação e Formação (CeiEF) do Instituto de Educação da Universidade Lusófona de Humanidades e Tecnologias. Publicação de trabalhos científicos na área das Ciências de Educação e o intercâmbio com outras publicações científicas da mesma área ou áreas afins. Em língua portuguesa como nuclear, destina-se a estudantes, professores e investigadores do mundo lusófono. Inclusão nas redes internacionais de indexação (SCIELO, SCOPUS, REDALYC, LATINDEX, DOAJ, IBSS, BIBLIO SHS, CSA, EBSCO, PROQUEST e ISI Web of Knowledge). Objetivos : - publicação de trabalhos científicos na área das Ciências da Educação e o intercâmbio com outras publicações científicas da mesma área ou áreas afins. - A investigação nas áreas da Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (CTEM) - O desenvolvimento de conhecimento e cognição na CTEM envolve processos que equilibram elementos teóricos, experimentais e computacionais. A investigação nas múltiplas e interligadas áreas da Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática (CTEM) é fundamental para o desenvolvimento de qualquer país, em particular de Portugal. Neste contexto, a educação em CTEM é uma importante área de investigação e ação no âmbito das Ciências da Educação, que no momento atual de profunda crise global assume especial relevância. Submeter artigos escritos em Português ou Inglês, de carácter teórico, empírico (de âmbito qualitativo ou quantitativo), de posição ou referentes ao desenvolvimento de inovações, que, no âmbito das diferentes áreas científicas e modos de educação (básico, secundário, universitário, vocacional, educação de adultos ou informal) associados à CTEM. Todos os manuscritos submetidos serão avaliados de acordo com os procedimentos de revisão habituais da RLE Os manuscritos submetidos em formato Word acompanhados de um resumo e de quatro a seis palavras-chave. Os resumos não podem ultrapassar os 1200 caracteres, incluindo os espaços. Os manuscritos escritos em português devem ser acompanhados de uma tradução para inglês do resumo e das palavras-chave. Os manuscritos não podem ultrapassar as 25 páginas, letra Times New Roman, tamanho 12, espaço duplo e margens não inferiores a 3 cm. As figuras e tabelas devem ser inseridas no corpo do texto As citações bibliográficas devem também ser inseridas no corpo do texto, de acordo com as normas APA. As notas devem surgir no final do texto, antes dos agradecimentos e das referências bibliográficas. Prazos Submissão de manuscritos: 31 de Março de 2012. Período do processo de revisão: de 31 de Março de 2012 a 31 de Julho de 2012. Notificação de aceitação: 31 de Julho 2012. Questões relativas a este Call for Papers devem ser dirigidas aos editores deste número temático

×