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I On Tourism EdiçãO 5
 

I On Tourism EdiçãO 5

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Ao contrário do verificado no mês de Abril de 2009, que se caracterizou pelo alcance de performances positivas na grande maioria das rubricas em análise, o mês de Maio voltou-se a caracterizar ...

Ao contrário do verificado no mês de Abril de 2009, que se caracterizou pelo alcance de performances positivas na grande maioria das rubricas em análise, o mês de Maio voltou-se a caracterizar pelos maus resultados alcançados no sector turístico nacional.

As únicas rubricas da nossa amostra que registaram variações positivas em Maio de 2009, em comparação com o mês homólogo de 2008, foram: os Portos da Madeira, os Museus nacionais, a Torre de Belém e os Pastéis de Belém.

Esperamos que esta edição do i-On-Tourism lhe seja útil e que lhe disponibilize informação relevante acerca do mercado turístico nacional… Boas Leituras!

Maria João Silva
msilva@ilm-portugal.com

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    I On Tourism EdiçãO 5 I On Tourism EdiçãO 5 Document Transcript

    • E D I Ç Ã O   5   ■   A G O S T O    D E   2 0 0 9    D A D O S    D E   M A I O   2 0 0 8 / 2 0 0 9     B O L E T I M   M E N S A L   D E   P E R F O R M A N C E   T U R Í S T I C A          E D I Ç Ã O 5  A G O S T O  D E   2 0 0 9  NESTA EDIÇÃO  Ao contrário do verificado no mês de Abril de 2009, que se caracterizou pelo alcance de  Aviação  1  performances positivas na grande maioria das rubricas em análise, o mês de Maio voltou‐ Cruzeiros  2  se a caracterizar pelos maus resultados alcançados no sector turístico nacional.    Hotelaria Nacional  3    Hotelaria ‐ Lisboa  4  As únicas rubricas da nossa amostra que registaram variações positivas em Maio de 2009,  Lazer    em comparação com o mês homólogo de 2008, foram: os Portos da Madeira, os Museus       ‐ Golfe, Lisboa  4  nacionais, a Torre de Belém e os Pastéis de Belém.           ‐ Museus e Palácios  5  Esperamos que esta edição do i‐On‐Tourism lhe seja útil e que lhe disponibilize informação       ‐ Castelo de São Jorge  6  relevante acerca do mercado turístico nacional… Boas Leituras!        ‐ Convento de Cristo  6         ‐ Mosteiro dos Jerónimos  7  Maria João Silva       ‐ Torre de Belém  7  msilva@ilm‐portugal.com         ‐ Pastéis de Belém  8  Maio — Último mês com dados transversais disponíveis relativos a TODAS as rubricas analisadas.   A V I A Ç Ã O  Análise do Tráfego Aéreo nos Quatro Principais Aeroportos Nacionais – Porto, Lisboa,  Faro e Funchal nos meses de Maio de 2008 e 2009  No  mês  de  Maio  de  2009  voltaram‐se  a  registar  quebras  no  número  total  de  passageiros e de movimentos aéreos.  • O  aeroporto  de  Lisboa  assumiu  em  ambos  os  anos  cerca  de  50%  da  representatividade  total  dos  aeroportos  no  que  diz  respeito  ao  número  total  de  passageiros, evidenciando claramente a importância deste aeroporto a nível   Número Total de Passageiros Chegados a Cada um dos   nacional. A este aeroporto seguiu‐se o de Faro, com 25% da  Quatro Aeroportos Analisados em Maio de 2008 e 2009  representatividade, ultrapassando a segunda maior cidade  2008 2009 Variação 08‐09 nacional  ‐  Porto,  isto  devido  ao  facto  do  Algarve  ser  o  Porto 399.683 374.047 ‐6% principal destino turístico nacional;  Lisboa 1.194.207 1.120.925 ‐6% Faro 614.452 549.049 ‐11% • A actual instabilidade económica tem conduzido a uma  Funchal 219.698 205.788 ‐6% redução  no  número  de  viagens  internacionais  Total 2.428.040 2.249.809 ‐7% efectuadas  por parte dos turistas, os quais optam   Fonte: ANA Aeroportos e Aeroportos da Madeira  antes  por  destinos  nacionais  ou  mais  próximos  dos    seus  locais  de  origem  e  com  custos  mais  reduzidos,  tendo  o  Aeroporto de Faro sido o mais afectado no período em análise ao registar uma quebra de 11% no número total de turistas.  Esta  quebra  deveu‐se  ao  mercado  inglês,  principal  país  emissor  para  a  região  e  que  obteve  uma  representatividade  de  59,5%  em  ambos  os  anos,  apesar  de  ter  apresentado  uma  diminuição  de  43.933  passageiros  no  comparativo  com  o  período homólogo de 2008; 
    • i ‐ O N ‐ T O U R I S M  Página 2  • No seguimento do anteriormente exposto assistiu‐se igualmente a um aumento do número de turistas oriundos da União  Europeia,  em  todos  os  aeroportos  analisados  em  comparação  com  Maio  de  2008.  Os  aeroportos  do  Porto  e  de  Lisboa  foram aqueles que registaram a maior variação positiva—16 p.p..  Representatividade das Cinco Principais Nacionalidades Chegadas a Território Nacional nos Meses de Maio de 2008 e 2009  2008 2009 5% 17% 5% 18% 18% 18% E D I Ç Ã O   5   ■   A G O S T O    D E   2 0 0 9   27% 29% 33% 30% França Portugal Reino Unido Espanha Irlanda França Portugal Reino Unido Espanha  Irlanda Fonte: ANA Aeroportos e  Aeroportos da Madeira  • Ao nível das cinco nacionalidades mais representativas assistiram‐se a ligeiras alterações, sendo que o mercado nacional  foi aquele que registou a maior subida (2 p.p.) alcançando em 2009 um peso de 29%, face ao de 27% obtido no período  homólogo;  • Por outro lado, o mercado britânico decresceu 3 p.p. passando dos 33% para os 30%, continuando no entanto a ser o mer‐ cado mais representativo a nível nacional.  AV I A Ç Ã O “LOW COST”   • Ao  nível  das  companhias  low  cost  assistiu‐se  a  Peso das Companhias Low Cost nos 4 Aeroportos Analisados Durante  um incremento do número de voos low cost em  os Meses de Maio de 2008 e 2009  todos  os  aeroportos,  excepto  no  de  Faro  em  80% 74% 79% 73% que se registou uma quebra de 65 voos. Apesar  60% disso  a  representatividade  destas  companhias  40% 23% 28% 28% 20% aumentou em todos os aeroportos.  13% 14% 12% 0% 18% 23% 26% • O  decréscimo  assinalado  em  Faro  é  justificado  Porto Lisboa pela forte dependência deste aeroporto face ao  Faro Funchal mercado  inglês  que,  tal  como  mencionado  pre‐ 2008 2009 Acumulado 2009 viamente, no mês em causa    Fonte: ANA Aeroportos e Aeroportos da Madeira  registou uma forte diminuição no número de viagens efectuadas com destino a Portugal, bem como para outros destinos  europeus, justificado pela desvalorização da Libra Esterlina face ao Euro.   C R U Z E I R O S  Análise do Movimento de Cruzeiros nos Portos de Lisboa e Funchal  Lisboa Funchal Passageiros  Maio 2008  Maio 2009  Maio 2008  Maio 2009 Cruzeiros 59 48 11 17 Passageiros Embarcados 2.406 4.794 69 276 Passageiros Desembarcados 2.763 4.174 71 275 Em Trânsito 56.300 47.704 19.155 20.654 Fontes: Porto de Lisboa, Portos da Madeira (APRAM)   • No global verificou‐se uma quebra na chegada de cruzeiros a território nacional. Fragmentando o número de cruzeiros  por local de destino constata‐se que estes só diminuíram em Lisboa  ‐ menos 11, tendo o Funchal recebido mais 6 cruzei‐ ros do que em igual período de 2008;   • Apesar das quebras de 7% no número de cruzeiros chegados, o número de passageiros no Porto de Lisboa diminuiu (8%),  enquanto que no Porto da Madeira aumentou (10%);  • Verificou‐se no entanto um aumento significativo no número de passageiros embarcados e desembarcados em ambos  os portos, com especial destaque para o Porto de Lisboa, onde a soma dos passageiros embarcados e desembarcados  chegou aos 8.968 passageiros; 
    • i ‐ O N ‐ T O U R I S M  Página 3  • Esta situação espelha o facto dos passageiros de cruzeiros pernoitarem, à partida, uma noite num dos destinos mencio‐ nados o que produz efeitos positivos na economia local.  H O T E L A R I A  Análise da Performance Hoteleira a Nível Nacional  De acordo com os dados disponibilizados pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), o mês de Maio foi um mau mês para a  E D I Ç Ã O   5   ■   A G O S T O    D E   2 0 0 9   hotelaria nacional, tendo todas as regiões registado performances negativas nos principais indicadores analisados ‐ Dormi‐ das, Proveitos e RevPar (Revenue Per Available Room). Através da visualização do gráfico em baixo exposto é possível cons‐ tatar que as regiões de Lisboa, Algarve e Madeira foram os destinos turísticos nacionais que registaram a maior procura.  Distribuição do peso das dormidas pelo território  nacional em Maio de 2009  • No que diz respeito às distintas categorias de estabelecimentos  35,0% 34,5% hoteleiros,  somente  os  motéis  registaram  variações  positivas,  30,0% ao verem o número das suas dormidas aumentarem em 2%;  25,0% • Todas as restantes categorias, à excepção das pensões, regista‐ 22,7% 20,0% 15,0% 11,4% 15,2% ram quebras superiores a dois dígitos, destacando‐se as estala‐ 10,2% 10,0% gens com menos 1/4 das dormidas verificadas em igual período  5,0% 0,0% 2,7% 3,3% de 2008;   Norte Centro Lisboa Alentejo • A  par  do  verificado  ao  nível  da  aviação,  também  ao  nível  da  Algarve Açores Madeira hotelaria, o mercado inglês foi aquele que registou a maior que‐ Regiões por NUT II bra no número de dormidas efectuadas (27%);  Quebra nos proveitos da hotelaria por região e média nacional em  Maio de 2009, comparativamente com Maio de  2008  • Lisboa,  Alentejo  e  Algarve  foram  as  3  regiões  que  0,00% Lisboa Açores Madeira Centro Alentejo Norte Algarve registaram as maiores quebras ao nível dos provei‐ ‐5,00% tos  da  hotelaria,  iguais  a  152.9  milhões  de  euros,  ‐7,10% alcançando decréscimos superiores à média nacio‐ ‐10,00% ‐10,10% nal;  ‐13,20% • Das três regiões mencionadas previamente a mais  ‐15,00% ‐14,80% afectada  foi  a  do  Algarve,  sendo  que  esta  é  a  ‐20,00% região  mais  dependente  do  mercado  turístico,  ‐20,60% ‐22,60% ressentindo‐se  por  isso  mais  do  que  as  outras  ‐25,00% ‐23,60% aquando de recessões económicas, as quais produ‐ ‐28,20% zem  invariavelmente  alterações  nos  hábitos  de  ‐30,00% Variação dos Proveitos por Regiões NUTS II Média da Variação dos Proveitos Totais Nacionais consumo dos turistas;  • Ao nível do RevPar as únicas regiões a registar um valor superior à média nacional em Maio de 2009 (26€) foram:  ·Lisboa (35,9€);  ·Açores (28,6€);  ·Madeira (33,5€).   • Por outro lado, em Maio de 2008, Lisboa e Madeira foram as únicas regiões a registar um RevPar acima da média nacio‐ nal;  • A elevada redução verificada ao nível do RevPar nacional poderá ser justificada pelo facto dos hoteleiros, para consegui‐ rem atrair um maior número de hóspedes e combaterem as reduzidas taxas de ocupação, terem optado por estratégias  de redução de tarifas e ofertas de noites extra. 
    • i ‐ O N ‐ T O U R I S M  Página 4  H O T E L A R I A  Análise da Performance Hoteleira na Região de Lisboa  Tal como mencionado, o mês de Maio de 2009 não foi um bom mês para a hotelaria nacional, tendo a região de Lisboa sido  uma  das  mais  afectadas.  Os  estabelecimentos  de  5  estrelas  foram  uma  vez  mais  os  que  mais  se  contraíram  nas  rubricas  analisadas ‐ Ocupação por Quarto, PMQV (Preço Médio por Quarto Vendido) e RevPar, seguindo‐se os de 4 estrelas.  • Ao  nível  da  ocupação  por  quarto  a  região  de  Indicadores de Performance Hoteleira na Região de Lisboa nos Meses  E D I Ç Ã O   5   ■   A G O S T O    D E   2 0 0 9   Lisboa  registou  quebras  na  ordem  dos  12.88  de Maio de 2008 e 2009  pontos percentuais, tendo alcançado uma ocu‐ 100,00 € 88,73 € 90,00 € pação  média  por  quarto  igual  a  66,59%  em  80,00 € 76,39 € 73,43 € 70,00 € 70,52 € Maio de 2009;  60,00 € 50,00 € • O  PMQV  registou  uma  diminuição  média  de  40,00 € 50,86 € 30,00 € 39,08 € 12,34€  em  todas  as  categorias,  destacando‐se  20,00 € 10,00 € os  hotéis  de  5  estrelas  com  uma  redução  de  0,00 € PMQV Maio 08 39€;  PMQV Maio 09 PMQV Acumulado RevPar Maio 08 RevPar Maio 09 • No que diz respeito ao RevPar verificaram‐se as  RevPar Acumulado 2009 seguintes reduções em termos monetários:  2009 ·Hotéis 3 estrelas ‐ 7,89€;  ·Hotéis 4 estrelas ‐ 13,88€;  ·Hotéis 5 estrelas ‐ 52,93€.  Fonte:  Associação de Turismo de Lisboa (ATL)  L A Z E R  G O L F E  Análise ao Número de Voltas nos Campos de Golfe da Região de Lisboa  O  golfe,  no  mês  de  Maio,  registou  performances  negativas  em  todas  as  rubricas  analisadas  ‐  voltas realizadas por campo, valor do green fee por volta e receita total por volta. Ao nível do  número  de  voltas  jogadas  por  dia  assistiu‐se  a  uma  quebra  de  16%,  sendo  que  os  não  sócios  foram os principais responsáveis por esta diminuição (17%). Estes jogadores foram no entanto,  em  ambos  os  anos,  os  principais  responsáveis  pela  maioria  das  voltas  jogadas  na  região  de  Lisboa ‐ 64% e 63% das voltas jogadas em Maio de 2008 e 2009, respectivamente.   Green Fee e Receita Média por Volta* nos Campos  • No  que  toca  às  receitas  de  golfe  verificou‐se  uma  diminuição  Localizados na Região de Lisboa nos Meses de  Maio  média de 5.49€ por volta, distribuídos da seguinte forma:  de 2008 e 2009   ·3.93€ ‐ green fee;  ·1.56€  ‐  valor  extra  gasto  por  volta  em  aluguer  de  materiais  e  compra de merchandise.  40,00 € 32,12 € 30,56 € • Relativamente ao país de origem dos golfistas constata‐se que,  30,00 € 21,47 € 17,54 € em ambos os anos, o mercado nacional foi responsável por mais  20,00 € de 50% das voltas jogadas, sendo que no ano corrente alcançou  10,00 € o valor mais expressivo ao ser responsável por 9.084 voltas em  ‐  € 20.948 (57.5%);  • Os  Ingleses  foram  a  segunda  nacionalidade  mais  expressiva  Valor do Green Fee/Volta Maio 08 Valor do Green Fee/Volta Maio 09 porém, de um ano para o outro, sofreram uma perda de repre‐ Receita Total/Volta Maio 08 Receita Total/Volta Maio 09 sentatividade igual a 6 p.p., sendo que no mês de Maio de 2009  Fonte:  Associação de Turismo de Lisboa (ATL)  foram responsáveis por 5.515 voltas;  * Valores sem IVA 
    • i ‐ O N ‐ T O U R I S M  Página 5  • De todas as nacionalidades analisadas, aquela que registou a menor variação de um ano para a outra foi a Dinamarquesa  (1%), tendo porém os jogadores deste país sido somente responsáveis por 820 voltas.    Através da análise dos dados anteriormente expostos, pode‐se concluir que a actual conjuntura internacional produz efeitos  negativos directos na actividade do golfe, algo patente quer na diminuição do número de jogadores, quer das receitas, uma  vez que esta modalidade pode ser vista como um bem prescindível e não como um bem de primeira necessidade, canalizan‐ do por isso as pessoas os seus rendimentos, em épocas de maior instabilidade económica como a actual, para a satisfação  E D I Ç Ã O   5   ■   A G O S T O    D E   2 0 0 9   das suas necessidades primárias.  L A Z E R  M U S E U S   E   P A L Á C I O S  Análise ao Número de Visitantes dos Museus e Palácios Nacionais  De  salientar  que  para  esta  rubrica  foram  analisados  os  dados  referentes  ao  número  de  visitantes  nos  museus  e  palácios  nacionais  que  se  encontram  a  cargo  do  Instituto  dos  Museus e da Conservação. A amostra em causa é composta por 28 museus e 5 palácios.  • No global das duas rubricas assistiu‐se a um aumento total  Número  Total  de  Visitantes  nos  Museus  e  Palácios  nos  de 4% no número de visitantes. Segmentando os visitantes  Meses de Maio de 2008 e 2009 e Acumulado de 2009  por museus e palácios constata‐se que:  ·O  número  total  de  visitantes  nos  museus  aumentou  7%  ‐  mais 11.637 visitantes;  600.000  521.230 ·Por  outro  lado,  os  palácios  sofreram  uma  quebra  igual  a  500.000  400.000  384.356 1% ‐ menos 961 visitantes.   300.000  156.735  168.372    200.000  123.816  122.855  100.000  Museus  ‐  • Museu  Nacional  dos  Coches  ‐  museu  mais  visitado  em  ambos os anos, sendo que em Maio de 2009 este recebeu  Museus Maio 2008 Museus Maio 2009 menos 9.671 visitantes do que em igual período de 2008;  Palácios Maio 2008 Palácios Maio 2009 Acumulado Museus 2009 Acumulado Palácios 2009 • Este  museu  assumiu  uma  representatividade  média  de  Fonte: Instituto dos Museus e da Conservação (IMC)  16,1% em ambos os meses em causa;  • Museu Nacional de Arqueologia ‐ 2º museu mais visitado, tendo registado um aumento de 5.053 visitantes no comparati‐ vo com o mês homólogo.    Palácios  • Palácio mais visitado em ambos os anos ‐ Palácio Nacional de Sintra;  • Quebra de 11% no número total de visitantes: 2008 ‐ 49.743 visitantes, 2009 ‐ 44.124.;  • Ao contrário do verificado na rubrica dos museus, o segundo palácio mais visitado foi diferente em ambos os anos:   ·Maio 2008 ‐ Paço dos Duques (29.869);  ·Maio 2009 ‐ Palácio Nacional de Mafra (27.347). 
    • i ‐ O N ‐ T O U R I S M  Página 6  L A Z E R  C A S T E L O   D E   S Ã O   J O R G E  Análise do Número de Visitantes do Castelo de S. Jorge  “Situado numa das colinas mais altas de Lisboa, num local aprazível sobranceiro ao Tejo,  o  Castelo  de  São  Jorge,  domina  a  paisagem  ribeirinha  Pombalina”  ‐  in  Castelosaojor‐ ge.egeac.pt  E D I Ç Ã O   5   ■   A G O S T O    D E   2 0 0 9     Acredita‐se que a criação do Castelo, propriamente dito, remonta ao século XI, porém os  primeiros vestígios encontrados no mesmo são da Idade do Ferro — século VI a. C. Este  edifício foi considerado Monumento Nacional em 1910.  Número Total de Visitantes no Castelo de São Jorge em  Maio de 2008 e 2009 e Acumulado de 2009  351.731 • Diminuição no número total de visitantes em 4,5%;  400.000 • Em média em 2008 este monumento recebeu 3.496 visitan‐ 300.000 104.879 tes, enquanto que em 2009 recebeu somente 3.344 visitan‐ 200.000 100.326 tes/dia;   100.000 0 • Manteve‐se ainda a tendência da predominância dos visitan‐ tes deste monumento serem estrangeiros.  Número de visitantes 2008 2009 Acumulado 2009   Fonte: Castelo de São Jorge  L A Z E R  C O N V E N T O   D E   C R I S T O  Análise ao Número de Visitantes no Convento de Cristo  “O Convento de Cristo, em Tomar, pertenceu à Ordem dos Templários. Fundado em 1162 pelo Grão‐ Mestre dos Templários, dom Gualdim Pais o Convento de Cristo ainda conserva recordações desses  monges cavaleiros e dos herdeiros do seu cargo, a Ordem de Cristo, os quais fizeram deste edifício a  sua sede. (…) Actualmente é um espaço cultural, turístico e ainda devocional. A arquitectura partilha  traços românicos, góticos, manuelinos, maneiristas e barrocos.” ‐ in conventocristo.pt  No mês em análise esta atracão continuou a registar uma que‐ Número Total de Visitantes no Convento de Cristo nos  bra no número total de visitantes — menos 608 entradas.   Meses de Maio de 2008 e 2009    • Se por um lado se registaram menos 1.848 entradas pagas,  12.782  14.000  por outro assistiu‐se a um aumento no número de entradas  12.000  11.286  gratuitas — mais 1.240, as quais registaram assim um cresci‐ 10.000  7.166  8.054  8.000  mento  de  20%  em  comparação  com  o  mês  homólogo  de  6.000  2008;  4.000  2.000  • Ao nível da distribuição das entradas verificou‐se a seguinte  0  segmentação:  Visitantes nacionais 2008 Visitantes estrangeiros 2008 ·Visitantes estrangeiros — 58,4%;  Visitantes nacionais 2009 Visitantes estrangeiros 2009 ·Visitantes nacionais — 41.6%.  Fonte: Convento de Cristo   
    • i ‐ O N ‐ T O U R I S M  Página 7  L A Z E R  M O S T E I R O   D O S   J E R Ó N I M O S  Análise ao Número de Visitantes no Mosteiro dos Jerónimos  “Data de 1496 o pedido feito pelo rei D. Manuel I à Santa Sé, no sentido de lhe ser concedida  autorização para se erigir um grande mosteiro à entrada de Lisboa, perto das margens do Tejo.  E D I Ç Ã O   5   ■   A G O S T O    D E   2 0 0 9   Em 1501 começaram os trabalhos e aproximadamente um século depois, as obras estavam con‐ cluídas. (…) inevitavelmente ligado à epopeia dos Descobrimentos e, inclusivamente, pela sua  localização geográfica, na capital, à entrada do porto, é desde cedo interiorizado como um dos  símbolos da nação.” — in mosteirojeronimos.pt/index_mosteiro.html Número Total de Visitantes Nacionais e Estrangeiros  no Mosteiro dos Jerónimos em Maio de 2008 e 2009  e Acumulado de 2009  240.917 240.000 220.000 • Este  monumento  registou  uma  quebra  acentuada  no  número  200.000 180.000 160.000 total de visitantes no comparativo do mês de Maio de 2008 com  79.306 140.000 120.000 100.000 66.055 o de 2009:  80.000 60.000 40.000 ·Menos 13.251 visitantes, o que se traduziu numa quebra de 16,7%.  20.000 0 Número de visitantes 2008 2009 Acumulado 2009 Fonte:  Mosteiro dos Jerónimos — IGESPAR  L A Z E R  T O R R E   D E   B E L É M  Análise ao Número de Visitantes na Tprre de Belém  “A  construção  da  Torre  de  Belém,  abaluartada,  obedece  a  um  critério  racional  de  defesa  do  estuário do Tejo, implementado por D. João II, e englobado no plano mais vasto da reorganiza‐ ção geral das forças de terra e mar, plano esse continuado por D. Manuel I, e que viria a propor‐ cionar os meios necessários, humanos e materiais, requeridos pela expansão promovida à escala  planetária.” ‐ in mosteirojeronimos.pt/index_torre.html  Número Total de Visitantes na Torre de Belém nos  Meses de Maio de 2008 e 2009 e Acumulado 2009  169.766 180.000 • Ao  contrário  do  verificado  nas  restantes  atracções  turísticas,  160.000 140.000 este monumento registou um crescimento de 9,5% no número  120.000 100.000 44.046 48.245 de visitantes no comparativo de Maio de 2009 com 2008;  80.000 60.000 • No global registaram‐se assim mais 4.199 entradas.  40.000 20.000 0 Número de visitantes 2008 2009 Acumulado 2009 Fonte: Torre de Belém — IGESPAR 
    • i ‐ O N ‐ T O U R I S M  Página 8  L A Z E R  P A S T É I S   D E   B E L É M  Análise ao Número de Pastéis de Belém Vendidos   Esta especialidade da gastronomia tradicional portuguesa remonta ao ano de 1837, quando  os clérigos do Mosteiro dos Jerónimos decidiram colocar os mesmos à venda numa loja. A  E D I Ç Ã O   5   ■   A G O S T O    D E   2 0 0 9   receita  original  destes  pastéis  é  somente  conhecida  pelos  pasteleiros  que  trabalham  na  fábrica dos Pastéis de Belém, os quais ainda hoje os confeccionam de forma artesanal.  Número Total de Pastéis de Belém Vendidos nos Meses  de Maio de 2008 e 2009 e Acumulado de 2009  • Aumento de 1% nas vendas desta iguaria;  2.960.140 2.500.000 • Mais  3.569  pastéis  vendidos  do  que  em  igual  período  de  2.250.000 2.000.000 1.750.000 2008;  1.500.000 1.250.000 634.041 637.610   1.000.000 750.000 500.000 À  excepção  do  verificado  no  mês  de  Abril,  devido  à  Páscoa,  250.000 0 mantêm‐se a tendência de, em comparação com 2008, se ven‐  Maio 2008  Maio 2009 Acumulado 2009 derem em média mais 3.000 a 4.000 pastéis por mês.  Fonte:  Pastéis de Belém  C O N C L U S Ã O  Com a elaboração da edição 5 do boletim informativo turístico i‐On‐Tourism pode‐se concluir que o mês de Maio voltou a  ser um mês negativo para o sector turístico nacional, ao ter registado performances negativas na grande maioria das rubri‐ cas analisadas.    Ao nível da entrada de passageiros em território nacional assistiu‐se a um decréscimo de 7% nos quatro aeroportos analisa‐ dos — Porto, Lisboa, Faro e Funchal — sendo que o aeroporto de Faro foi o mais afectado ao registar uma diminuição igual  a 11% (65.403 passageiros). No que diz respeito ao número total passageiros embarcados e desembarcados em território  nacional via cruzeiros, assistiu‐se igualmente a uma quebra de 7.097 passageiros, justificada pela redução de passageiros  chegados ao Porto de Lisboa — menos 8.596.       No que toca à hotelaria nacional verificou‐se uma quebra acentuada em todas as rubricas analisadas — dormidas (15.3%),  proveitos totais (20.6%) e RevPar (25.8%). A par do verificado ao nível da aviação, também ao nível das dormidas na hotela‐ ria o mercado britânico foi aquele que registou as maiores quebras (27.2%).  Ao nível das taxas de ocupação a região que  registou a melhor performance, apesar das quebras em comparação com o período homólogo de 2009, foi a do Algarve  (34.5%), seguida pela de Lisboa (22.7%).     Importa por fim referir que, de todas as atracções turísticas analisadas, os museus nacionais e a Torre de Belém foram as  únicas que registaram aumentos ao nível do número total de visitantes no mês de Maio de 2009. 
    • i ‐ O N ‐ T O U R I S M  Página 9  A   I L M   A G R A D E C E:  ANA  Aeroportos;  Aeroportos  da  Madeira  (ANAM);    Associação  de  Turismo  de  Lisboa  (ATL);  Castelo  de  São  Jorge  —  EGEAC; Convento de Cristo; Instituto Nacional de Estatística (INE); Instituto dos Museus e da Conservação (IMC); Mosteiro  dos Jerónimos — IGESPAR; Pastéis de Belém; Portos da Madeira (APRAM); Porto de Lisboa; Torre de Belém — IGESPAR.  E D I Ç Ã O   5   ■   A G O S T O    D E   2 0 0 9   A  ILM,  que  este  ano  celebra  os  seus  10  anos  de  crescimento  consolidado,  foi  fundada  em 1999 por Andrew Coutts com o objectivo de prestar serviços de assessoria estratégi‐ ca em turismo, hotelaria e lazer no mercado nacional. Nestes 10 anos de experiência, a  ILM  Advisory  cresceu  organicamente  e  evoluiu  ao  ponto  de  actualmente  ocupar  uma  posição de topo em consultadoria de turismo. Orientada pelo mercado e pela inovação  a missão da ILM é contribuir activamente para o desenvolvimento sustentado do sector  turístico  e  hoteleiro  nacional,  sendo  a  única  consultora  independente  especialista  no  desenvolvimento e implementação de projectos de Turismo Residencial.     Pelas mãos da ILM nasceram em Portugal projectos estruturantes, entre os quais a Iden‐ tificação e “Business Planning” dos 10 Produtos Estratégicos definidos no PENT, e pro‐ jectos  qualificadores  do  destino  turístico  nacional,  como  por  exemplo  o  Praia  Del  Rey  Marriott  Resort,  Hilton  Vilamoura,  o  Conrad  Quinta  do  Lago  ou  o  Corte  Velho  by  Six  Senses.    O desenvolvimento, em parceria com a THR, do trabalho no PENT deu origem ao esta‐ belecimento oficial da parceria estratégica entre a ILM Advisory e a THR em 2006. A THR  foi fundada em 1985 por Eulogio Bordas, seu actual Presidente. Com o inicio da sua acti‐ vidade em Espanha, a THR presta actualmente serviços em todo Mundo, estando refe‐ renciada no EMEA como a maior empresa da sua categoria, e sendo por isso permanen‐ temente convocada por empresas e governos de distintos países, assim como por orga‐ nismos internacionais como a União Europeia (UE) e a Organização Mundial de Turismo  (OMT).   ILM   Praça Duque de Saldanha — Edifício Atrium Saldanha 10º J — 1050‐094 LISBOA    Tel.: (+351) 213 144 507 — Fax: (+351) 213 145 482 — www.ilm‐portugal.com