Grupo de aconselhamnto

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  • 1. Aconselhamento Afetividade Sexualidade Teologia do corpo Cura interior Reconciliar-se com sua história Namoro e família
  • 2.  O que é aconselhamento terapêutico ? (espiritual, psicológico, afetivo)  Como eu posso ajudar? 1. Estar plenamente presente (escuta terapêutica) 2. Empatia 3. Escuta incondicional 4. Possibilidades e necessidades 5. Organizar e devolver 6. Não se posicionar de antemão 7. Andar ao lado, acompanhar 8. Ir a onde o outro está 9. Entender o que o outro entende e como o outro entende 10. Atitude humilde 11. Sem assombro 12. Segurança e serenidade
  • 3. • O que é? Experiência interior que afeta a totalidade da pessoa, separamos cinco vivência afetivas • Os afetos são amorais(sentir raiva não é pecado). • Como vivemos os afetos é o que fazem deles virtudes ou pecados. • Ex: Jesus no Templo expulsando os vendilhões • A paixão de Jesus na Cruz(viveu os afetos no • amor).
  • 4.  O que é: modo feminino ou masculino como nos relacionamos com os outros  Não faz parte dos afetos, mais sim da nossa Identidade  Sexualidade feminina e sexualidade masculina  Tecidos pela mão do Senhor  Teologia da sexualidade: Chegar mais próximo de Deus, ter uma experiência de Deus a partir da nossa sexualidade.  “Quem não é espiritual até a carne, torna-se carnal até em seu espírito” Santo Agostinho
  • 5.  O homem e a mulher em seu modo diferente de viver a identidade sexual faz possível o encontro intersubjetivo na sua expressão máxima.  A sexualidade é uma linguagem de complementaridade e de amor.  Cada pessoa é responsável pela construção de si mesmo.  É preciso maturidade para amar o diferente?  Que lugar a sexualidade ocupa em nossa sociedade  A moral sexual carrega um perigo maior do que nós podemos imaginar segundo JPII: qual o fundamento da ]sociedade ? qual o fundamento da família ? das amizades ?
  • 6.  Muitos pensam que o primeiro pecado de Adão e Eva tivesse sido relacionado com a sexualidade.  A sexualidade tem sido diminuída em sua importância, colocada como simples adereço, divertimento, lazer, produto lucrativo, etc.  O inimigo de Deus quer nos atingir, pois somos imagem e semelhança de Deus, segundo porque somos chamados a reproduzir Deus por meio do nosso corpo.  Educação sexual: “Tira a mão daí filho, papai do céu não gosta!”  Usamos roupa para esconder o que é feio ou para proteger o que é muito precioso?
  • 7.  Gênesis -> Genital -> Origem  A sexualidade está desde a origem dentro do plano de Deus para nós santificar.  Gn 1, 26-28 -> Eloísta  Gn 2, 7-23 -> Javista  Imagem e semelhança: física ou espiritual? O que Deus é?  Homem e mulher em igual dignidade, em hebraico Costela = metade.  Hesser = ajuda adequada= socorro de Deus.  Ossos= sustentáculo da Vida  Carne= Self = Eu
  • 8.  Descobrindo a própria identidade  Não nascemos prontos: “O caminho se faz, caminhando...”  “Torna-se pessoa significa torna-se livre para doar a própria vida” JPII  Maria quando apaixonou-se por José sabia como ia se desenrolar sua vida ?  Vamos construindo nossa identidade masc. Ou fem. Na convivência com o diferente.  Antes da adolescência não temos identidade sexual formada.
  • 9. Despertar da sexualidade  Aviso hormonal do inicio da desenvolvimento sexual feminino = menarca.  Polução noturna  Curiosidade infantil (descoberta das diferenças sexuais)  Vicio da masturbação  Virgindade  Desenvolvimento da fertilidade  Você não é a metade de uma pessoa, você é uma pessoa inteira que encontrando outra pessoa inteira se dão em comunhão.
  • 10. Processo de amadurecimento  Hormonal, psicológico, fisiológico, etc.  A maturidade passa pela: 1. Imagem de si 2. Imagem que temos do outro 3. Capacidade de se relacionar, e crescer nesse relacionamento.  Infância (necessidade de receber amor)  Maturidade adulta (capacidade de dar amor)  Estou crescendo na maturidade ?  Sou capaz de amar com maturidade?  Sempre vejo os outros como um problema ?  Como ganhar maturidade no amor: só sou capaz de me entregar se me tenho, liberdade onde o outro posso preservar sua identidade e fazer suas escolhas.
  • 11. Amor maduro  Você se ama ?  Conhece o seu valor ?  Exerce seus dons e talentos ?  Já sentiu a manifestação do Amor de Deus por você ?  Com que olhar você se vê ?  Conhece suas belezas e feiúras ?  Amor maduro é antes de tudo realista.  Qual é nossa auto-identificação: de nível corporal, material, de nível psíquico ou ontológico (essência do que sou) ?
  • 12. EU SOU AQUELE QUE SOU  “Sou o que Deus pensa de mim” Santa Teresinha  Nos olhar com o olhar de quem nos olhou primeiro.  Nós nunca somos, sempre estaremos sendo ainda... Mas Deus é!  Quanto mais o tempo passa, mais eu sou responsável por ser cada vez mais aquilo que Deus me criou para ser.  Auto conhecimento: Subir para Deus à medida que nos rebaixamos até a nossa própria realidade.  Nossa identidade vem de Deus, como uma atração que nos leva na direção do Amor que somos chamados a SER.  Ele nos habita, encontra Ele e encontrar nossa intimidade.  “O Espírito Santo é mais intimo de mim, que eu mesmo” Santo Agostinho.
  • 13.  129 catequeses de João Paulo II sobre a Teologia do corpo e a sacralidade do amor humano.  Vem para devolver a dignidade do corpo e do amor, tão esquecidas na atualidade.  “Creio para compreender, compreendo para crer” Santo Agostinho.  O “EU” se realiza e se reconhece somente em relação a um “TU”, ou seja, só me percebo mulher, se tenho homens de referencia para dizer o que eu não sou.
  • 14. Vocação e estados de vida  “Deus inscreve na humanidade homem e mulher a vocação, em seguida, a capacidade e responsabilidade do amor e da comunhão. Por isso, o amor é fundamental e nativa vocação de todo ser humano” JPII Familiaris consortio  Qual é meu chamado ao amor ?  Estados de vida: formas de Amor no mundo ?  “A pessoa é, sem dúvida, capaz de um tipo de amor superior... Não o que vê o outro como objeto para satisfazer seus desejos, mas sim a capacidade de conhecer e amar as pessoas por si mesmas” (Verdade e significado) .
  • 15. Estado de vida?  É o como nós vamos amar até Jesus voltar!  O exercício da sexualidade está presente em todos os estados de vida: Sacerdócio, Matrimonio, Celibato.  O discernimento do estado de vida: Minha história de vida, acolhida da angustia, imersão no mistério que é Deus e que somos todos nós.  Acolher minhas necessidade essenciais (solidão ou compania), só na consciência de minhas necessidades posso optar por renunciá-las quando preciso.  Sentir necessidade é diferente de ter necessidades.  “Na intimidade da consciência, o homem descobre uma lei. Ele não a dá a si mesmo. Mas a ela deve obedecer” Concílio Vaticano II  Conquista do domínio de si: castidade, em qualquer que seja sua vocação, é preciso se possuir para poder se entregar (afetividade e sexualidade)  Somente por meio da liberdade podemos ser Dom para o outro.
  • 16.  “Fostes vós que me tirastes das entranhas da minha mãe e, seguro, me fizestes repousar em seu seio. Eu vos foi entregue desde o meu nascer, desde o ventre da minha mãe vós sois o meu Deus” Sl 21, 10-11.  Recuperar o sentido da nossa vida no Amor de Deus que cura o nosso interior.  “Carregou os nossos pecados em seu corpo sobre o madeiro para que, mortos aos nossos pecados, vivamos para a justiça. Por fim, por suas chagas fomos curados. Por que éreis como ovelhas desgarradas, mas agora retornastes ao Pastor e guarda das vossas almas” (I Pd 2, 24-25).  Não há ninguém que não tenha tido experiências negativas durante sua vida toda.  Jesus é o exemplo de nascimento atribulado.  Todo crescimento doi, por isso Adolescente = dor.  Não podemos parar nas nossas lamurias.
  • 17.  Quando você pensa em Jesus na Cruz o que você: da dor ou do amor?  Tudo na vida nós podemos olhar de formas diferentes o mesmo fato.  Rever nossa história com os olhos de Deus, não para desenterrar o passado.  “Como aceitar revelar o íntimo de nosso ser se não for a um olhar de amor incondicional? Como é doce nos deixar olhar e nos sentir totalmente acolhidos, totalmente aceitos. Como é bom abandonar sem medo a esse olhar amoroso, sem ter necessidade de dissimular o que quer que seja” (Jo Croissant).
  • 18.  Lembrar-se do passado não é fazer Memória.  Memória Amoris ( Fazer memória no amor).  Fazer memória é reviver um fato à Luz do Amor de Deus por nós e do nosso amor por Ele  O que antes eram lembranças do passado soltas, sem sentido, vão sendo ordenadas no amor.  “Ninguém passa duas vezes pelo mesmo rio” (Heraclito).  Tem gente que não suporta mencionar o passado, ou seja, mata o passado, mas como o passado jamais morre, mata-se parte de si mesmo.  Ordo Amoris ( Na ordem do amor)  Misericórdia, perdão, podem mudar o nosso passado, não fazendo esquecê-lo mas sim descongelando-o para que ele flua naturalmente.  Historia da formiquinha ou Historia de Santa Teresinha.  Idéias erradas sobre traumas, causa e efeito, nós distanciam da liberdade e responsabilidade que temos pela nossa própria vida.
  • 19. NAMORO  Namoro = en+amor+ado = o amor está no centro.  Tempo de amadurecimento dos afetos, pois o amor não vive de afetos, ele é permeado pelo afeto, mais só pode subsistir se não estiver fundamentado em uma escolha baseado nos valores.  Namoro bem vivido = casamento bem vivido  É preciso rezar pedir a Deus a pessoa que ele preparou para você!  Ficar, rolo, namoros mal conduzidos= coração ferido, ai quando você quiser mesmo um namoro sério vai sofrer para conseguir ter um vinculo saudável.  Etapas da maturidade:  1. Tempo manifestações de afeto = namoro  2. Tendo a maturidade e a escolha de selar um compromisso por toda a vida = noivado  3. Tempo entrega total de si, ou seja, vivência do afetiva e sexual = matrimônio
  • 20. CASTIDADE E PUREZA  Castidade é diferente de virgindade.  Castidade não é negar nossos desejos e afetos, mas sim ordená-los para o Amor. Preciso me conhecer para poder  Para a vivência da sexualidade como dom de si, é necessário adquirir o domínio do próprio corpo através da virtude da castidade.  Virtude da pureza, continência, temperança, restabelecem no coração humano o valor esponsal do corpo, lugar onde Deus quer transparecer sua comunhão.  Castidade não é somente uma virtude moral, mas sim dom do Espírito Santo.  Só sou capaz de me entregar a alguém quando me possuo.  A castidade é necessária até para uma realização plena do ato sexual.  Para que precisamos da terminar a catequese para fazer a primeira comunhão? O corpo como templo do Espírito Santo, sacramento da pessoa humano.  Castidade importante para todos os estados de vida: solteiros, casados, celibatos.
  • 21. HOMOSSEXUALIDADE  Imaturidade afetiva = indefinição sexual = natural até a adolescência.  Relacionamento afetivo ou sexual?  A sexualidade pede fecundidade.  A homossexualidade é resultado de uma sociedade que coloca o prazer acima de tudo, e na busca pelo prazer vale tudo, animais, objetos, etc.  O desejo aumenta quanto mais ele é alimentado, passa a ser um vicio.  Tendência homossexual é bem mais raro que imaginamos, homossexualismo congênito.  Rm 1, 24-27  Homossexualismo congênito não é pecado, desde que não tenha relações sexuais.  Misericórdia de Deus que nós mostra caminhos.
  • 22. Formação humana Afetividade e Sexualidade Referências:  Teologia da Sexualidade  Psicologia da sexualidade  CIC  Homem e mulher o criou. JPII  Tecendo o fio de ouro. Emmir Noqueira  Jovens: Formação afetiva e sexual. Pe. Alírio P.  Sede Fecundo. Pe. Léo  Biblia, CNBB.  Y. Forgheri. Aconselhamento terapêutico  S. Kierkegaard. Sobre o meu ponto de vista como autor  pt.almas.com.mx