VEGETAÇÃO BRASILEIRA-TRABALHO REALIZADO PELO 3ºANO ENS.MÉDIO
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VEGETAÇÃO BRASILEIRA-TRABALHO REALIZADO PELO 3ºANO ENS.MÉDIO VEGETAÇÃO BRASILEIRA-TRABALHO REALIZADO PELO 3ºANO ENS.MÉDIO Presentation Transcript

  • Vegetação Brasileira Vegetação Brasileira
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  • Características: A vasta extensão territorial, associada à diversidade climática e morfológica, confere ao Brasil uma extraordinária riqueza vegetal. Entre as formações vegetais há a Floresta Amazônica, a Mata Atlântica, a Mata de Araucárias e a Mata dos Cocais. A Caatinga, o cerrado e os campos compõem as formações arbustivas (vegetação rasteira). Destacam-se ainda o Complexo do Pantanal e a vegetação litorânea. Características:
    • Floresta Amazônica
    É uma formação vegetal típica de áreas de clima equatorial (temperatura e pluviosidade elevadas). Apresenta as seguintes características: latifoliada (folhas largas), heterogênea (variedade de espécies), higrófila (de ambiente úmido), perene (sempre verde) e densa (fechada). Variações de clima, relevo e solos explicam a existência de pelo menos três grandes grupos de vegetação dentro do conjunto:
    • A mata de igarapó em terrenos alagados, próximo a rios, onde se desenvolve o extrativismo da piaçava, de palmeiras etc.;
    • A mata de várzea em terrenos baixos e sujeitos à inundação, com destaque para as seringueiras, das quais se extrai o látex para a fabricação de borracha;
    • A mata de terra firme ou caaetê em regiões mais elevadas, livres de inundação, que apresenta as árvores de maior porte e atividade madeireira.
    • Floresta Amazônica
    • Mata Atlântica
    Também conhecida por floresta latifoliada tropical úmida de encosta. Trata-se de uma vegetação exuberante, típica de clima tropical úmido, cuja existência está ligada ao relevo e à umidade. A Mata Atlântica estendia-se desde o Ceará até o Rio Grande do Sul. No entanto, a atividade devastadora do colonizador degradou-a violentamente. Somam-se a isso a exploração madeireira e as queimadas, que tem acarretado o desaparecimento de espécies vegetais raras e valiosas.
    • Mata Atlântica
    • Mata de Araucárias e Mata dos Cocais
    A Mata de Araucárias tem uma formação vegetal subtropical e por ser uma formação vegetal homogênea com madeiras de alto valor comercial, a Mata dos Pinhais sofreu exploração econômica tão imensa que, atualmente, está reduzida a apenas 10% da área original. A Mata dos Cocais constitui a transição entre a floresta equatorial, a caatinga e o cerrado. Localiza-se em área de clima tropical. Essa mata foi bastante devastada no período colonial pelo cultivo de cana-de-açúcar.
    • Mata de Araucárias e Mata dos Cocais
    • Cerrado, caatinga e campos
    O cerrado típico é formado pela associação de árvores e arbustos retorcidos com gramíneas. A presença de gramíneas e a distância entre os arbustos compõem um ambiente apropriado para a pecuária. A caatinga é a vegetação que caracteriza o semi-árido. Apresenta temperaturas muito elevadas e precipitações baixas mal distribuídas. É constituída de árvores e arbustos e cactáceas. A vegetação é do tipo desértico ou xerófita. A existência de vegetais como folhas pequenas, espinhos, raízes longas e numerosas está relacionada a fatores como aridez e solos pedregosos e pouco profundos. Nos campos predomina a vegetação herbácea. Nos chamados campos limpos predominam as gramíneas. Já nos campos sujos aparecem também arbustos e árvores.
    • Cerrado, caatinga e campos
    • Formações complexas e litorâneas
    O Pantanal é uma formação complexa, uma faixa de transição, composta de espécies das florestas, dos campos e do cerrado. As principais atividades desenvolvidas no Pantanal são a agricultura e a pecuária. Dentre os problemas ambientais, destacam-se a caça e pesca predatórias, o contrabando de animais e a poluição dos rios. A vegetação litorânea estende-se por todo o litoral brasileiro e nela destacam-se os mangues, ecossistema tropical e subtropical que se desenvolve em áreas costeiras, em solos argilosos e barrentos, alagados pelas marés altas. Os manguezais constituem um sistema de transição entre a vida terrestre e a vida marinha, fornecendo nutrientes e servindo de berçário para peixes, crustáceos e moluscos.
    • Formações complexas e litorâneas
  • Domínios morfoclimáticos Domínios morfoclimáticos
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  • Os elementos que compõem uma paisagem natural não existem de forma independente. Dependendo das combinações ou síntese dos diversos elementos naturais, há porções diferenciadas ou individualizadas do espaço terrestre que são denominadas domínios morfoclimáticos. O geógrafo Aziz Ab’Sáber determinou a existência de seis domínios morfoclimáticos no território brasileiro:
    • Domínio Amazônico – Predomínio de baixas altitudes; clima equatorial quente e úmido o ano todo; vasta e rica rede hidrográfica e uma exuberante floresta (Amazônica).
    • Domínios dos mares e morros – Planaltos e Serras do Atlântico Leste - Sudeste; clima tropical úmido. Morros arredondados formam os denominados mares de morros. Rampas ou aclives separam os planaltos e serras da planície costeira.
    • Domínio do cerrado – Planaltos, depressões e chapadas sedimentares; clima tropical com duas estações bem diferenciadas (verão chuvoso e inverno seco); predomínio de vegetação arbustiva e herbácea e solos ácidos.
    • Domínio da caatinga – Planaltos e depressões. Solos pobres em matéria orgânica, e clima predominante semi-árido. Áreas mais elevadas cobertas por matas úmidas, e as mais baixas, pela caatinga.
    • Domínio da Araucária – Clima subtropical dos planaltos arenito-basálticos da Bacia do Paraná. A Mata das Araucárias ou Mata dos Pinhais encontra-se quase totalmente devastada.
    • Domínio das Pradarias – Esse domínio subtropical é um prolongamento do Pampa argentino e uruguaio no sul do Brasil. Predomínio de terras baixas e vegetação herbácea, onde sobressaem colinas ou ondulações do terreno denominadas coxilhas.
  • Áreas especiais ou áreas de proteção ambiental Áreas especiais ou áreas de proteção ambiental
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  • As áreas especiais são espaços territoriais que visam à proteção do meio ambiente e das comunidades indígenas. Compreendem as áreas indígenas e as unidades de conservação. Para preservar parte do que restou do patrimônio natural, a Constituição Federal brasileira estabeleceu as Unidades de Conservação, áreas destinadas à proteção dos ecossistemas, à educação ambiental, à pesquisa científica e à recreação em contato com a natureza, por apresentarem características naturais valiosas. No ano 2000 foram definidos dois grupos de proteção integral e de uso sustentável. No Anuário estatístico do Brasil (IBGE, 1999), estão relacionadas 230 unidades de conservação. Entre as unidades mais extensas estão os parques nacionais do Jaú e do Pico da Neblina, a Reserva Florestal de Rio Negro, todos no estado do Amazonas, e a Floresta Nacional de Roraima.
  • Unidade de conservação de proteção integral . Destinada à preservação de matas e de cursos de água e à pesquisa. Nessa categoria incluem-se: as Estações Ecológicas; os Parques Nacionais e as Reservas Biológicas. Unidade de conservação de uso sustentável . Admite a exploração racional, respeitando a capacidade da natureza em repor os recursos utilizados. São exemplos: As florestas nacionais; as áreas de proteção ambiental; as reservas extrativistas e as áreas de relevante interesse ecológico. Na prática, grande parte desse tesouro ecológico está abandonada à própria sorte.
  • A exploração dos recursos naturais no Brasil e a biopirataria A exploração dos recursos naturais no Brasil e a biopirataria
  • O Brasil se inclui entre as nações mais ricas do mundo em recursos naturais. Boa parte desses recursos foi apropriada pelo grande capital nacional e estrangeiro. Entre as riquezas do Brasil estão a sua vegetação e uma das mais extensas reservas de água doce do mundo. Porém esses recursos não têm sido bem aproveitados. Os mananciais, por exemplo, continuam sendo desperdiçados, contaminados e poluídos. Os rios que atravessam as cidades maiores foram transformados em esgotos a céu aberto. Quanto à vegetação, o Brasil apresenta uma das maiores biodiversidades do mundo. Esse patrimônio genético é objeto de cobiça de multinacionais farmacêuticas e grupos estrangeiros, que sistematicamente retiram espécies vegetais e microorganismos para pesquisas (biopirataria). A biopirataria vem se tornando um dos grandes problemas ligados à biodiversidade no Brasil, que em resumo, significa roubo ou pirataria de recursos genéticos e biológicos. Isso acontece quando pesquisadores estrangeiros levam plantas, insetos, animais diversos, frutos, etc. sem o consentimento do governo brasileiro com a finalidade de estudá-los visando obter lucros.
  • Problemas Problemas
  • A paisagem brasileira é fortemente marcada pela exuberância da vegetação natural, entretanto esta vem sendo assustadoramente devastada desde a colonização do território, representando atualmente cerca da metade da formação original. Isso ocorre tanto em razão da própria ocupação, através da construção de cidades e rodovias, quanto em virtude da exploração irracional dos recursos naturais, como ocorre na extração madeireira. A destruição de uma floresta implica em inúmeras perdas, pois são afetadas não só as diversas espécies de plantas e animais que a compõem, mas também os solos, o clima e a população habitante da região, cuja cultura e fontes de sobrevivência são fatalmente destruídas. No tocante ao meio ambiente, a legislação brasileira é considerada abrangente e moderna, mas um dos principais problemas enfrentados é decorrente da precária fiscalização oferecida e dos grandes interesses envolvidos na devastação.