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    Linguagemcorporalatividadesemmeiolquido 130214102337-phpapp02 Linguagemcorporalatividadesemmeiolquido 130214102337-phpapp02 Presentation Transcript

    • LINGUAGEM CORPORAL ATIVIDADES EM MEIO LÍQUIDOProf. Marcus Vinícius Patente Alves
    • A relação entre o homem e o meio líquido7.000 AC Peito Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 2
    • 3.000 AC Crawl Séc. XVI “Peito” – ?transporte de armas Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 3
    • Séc XIX CrawlPeito” c/ Elevação costas posição de um dos lateral braçosdo corpo braçada simultânea c/ Artur Braços pernada tesoura Trudjen alternados e puxada emcria o nado c/ pernada semi-círculo Trudjen “tesoura” Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 4
    • 1912 Crawl Moderno Introdução à braçada (Olimpíadas) alternada Johnny Peito Weissmuller consagra o1924 Moderno Crawl como o (passa a se mais rápido chamar clássico) Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 5
    • Crawl Costa 1933/35 Borboleta, desenvolvi do a partir Introdução à pernada do peito semelhante ao Crawl1957 Proibição do nado totalmente submerso Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 6
    • Atividades em Meio LíquidoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 7
    • A HISTÓRIA DA NATAÇÃO• CATTEAU & GAROFF (1990) e VELASCO (1994); são unânimes em afirmar que a origem da natação é tão antiga quanto à origem da humanidade e que o homem entrou em contato com a água, hostil ou aliada, segundo as circunstâncias tendo aprendido a deslocar-se na água por necessidade, fuga de animais selvagens, fogo,busca de alimentos ou por recreação. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 8
    • • VELASCO (1994, p.27), diz que “uma queda acidental na água, teria ensinado (ou despertado) o homem, certa habilidade (latente), pela necessidade de sobrevivência”.• LOTUFO (1982), CATTEOU & GAROFF (1990), DAMASCENO (1992) e VELASCO (1994), nos relatam que muitos documentos relativos à arte de nadar sobreviveram aos séculos e as civilizações. Pinturas, murais, baixos relevos, vasos ou fragmentos de vasos pintados, de estatuetas, mosaicos e toda uma literatura relatando as façanhas dos nadadores atestam a importância desta arte na vida dos homens e um conhecimento completo da técnica. Mas tais documentos não nos informam sobre a maneira de adquirir a arte de nadar. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 9
    • Dizem também que esta atividade sobreviveuaos séculos e assumiu diversas conotaçõesentre os povos da antiguidade, principalmenteentre os gregos e os romanos. Na Grécia,Platão prescreveu na sua lei 689 a célebre frase“Todo cidadão educado é aquele que sabeler e nadar”. Para os romanos a natação eraum requinte de distinção social, aondechegaram a proferir “É tão ignorante que nãosabe ler nem nadar”.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 10
    • A interação do homem ao meio liquido levou-oa criar formas de locomoção na água, massomente por volta de 1538 é que surgiu oprimeiro manual de natação, de autoria deNikolaus Wynmann sob o título “O nadador ouum diálogo a cerca da arte de nadar”. A partirdas idéias deste manual surgiram muitosmétodos de ensino fora da água, para depoislevar o aluno para a água, sem se preocuparcom sua adaptação ao meio líquido.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 11
    • • Somente em 1925 Kurt Wiessner, citado por Wike (1982) e Damasceno (1992), conseguiu libertar-se da visão mecanicista da natação, na qual a técnica do movimento era mais importante do que o próprio meio liquido, colocando a questão de que o homem não sabe nadar por natureza, porque não estava habituado a encontrar-se dentro da água. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 12
    • • Com base em Wiessner, considerado como precursor do ensino moderno da natação, surgiram inúmeras perspectivas pedagógicas, mas que mesmo após a publicação destes trabalhos, MACHADO (1974) e LOTUFO (1982), citam que, insistia-se na época, no ensino do estilo peito, devido a grande influência militar, pois os soldados atravessavam os rios com o armamento, munições e mantimentos e esta era a melhor maneira de se fazê-lo. Isto deu o nome de clássico a este estilo. Só depois é que foram aparecendo as variações para o crawl, o crawl de costas e o borboleta. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 13
    • • Porém, para VELASCO (1994), o esboço da braçada do crawl já havia sido desenvolvido rudemente, pelos egípcios e assírios, em pinturas nas paredes, indicando os movimentos, cada detalhe de posição das mãos e registro das noções de batimento das pernas desse estilo.• Foi somente a partir da II Guerra Mundial, com a fundação da FINA - Federation Internacionale De Natation Amauter – em 1908, em Londres, estabelecendo as regras definitivas para os estilos é que passou a ocorrer uma normatização dos estilos, facilitando os trabalhos dos profissionais da área. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 14
    • A Natação Brasileira• A natação foi introduzida oficialmente no Brasil em 31 de julho de 1897, quando clubes Botafogo, Gragoatá, Icaraí e Flamengo fundaram no rio a União de Regatas fluminense que foi chamado mais tarde de Conselho Superior de Regatas e Federação brasileira das Sociedades de Remo.• Em 1898, foi promovido o primeiro campeonato brasileiro de 1500m que teve como campeão Abrão Saliture. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 15
    • • Em 1908 acontecem em Montevidéu as primeiras provas internacionais na América do Sul. Graças ao famoso Abraão Saliture, o Brasil conquista as primeiras vitórias internacionais, vencendo as provas de 100m e 500m livre.• Em 1912, o campeonato brasileiro passou a ser promovido pela Federação Brasileira das Sociedades do Remo, em Botafogo. Além dos 1500 m. nado livre, também foram disputadas provas de 100m para estreantes, 600m para seniores e 200m para juniores Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 16
    • • A natação brasileira trilha um longo caminho nas águas turbulentas da elite internacional. Em 1920, na Antuérpia, a equipe verde e amarela fez sua estréia em uma Olimpíada e foram necessários mais de 32 anos para que o primeiro nadador subisse ao pódio.• Em 1932, Nos Jogos Olímpicos de Los Angeles (EUA) o Brasil entrou para a história com Maria Lenk, como a primeira mulher da América Latina a participar de uma Olimpíada. Além disso, foi pioneira no nado borboleta entre as mulheres da natação mundial. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 17
    • • Por oito vezes ao longo deste século, o Brasil teve atletas com a melhor marca do planeta. Em 11 de novembro de 1939, Maria Lenk, que também foi a primeira mulher da América do Sul a participar de uma Olimpíada, superou dois recordes em piscina de 50 metros, com o tempo de 2:56.00 nos 200m peito e 6:15.08 nos 400m peito.• O segundo brasileiro a conquistar uma medalha olímpica na piscina foi Manoel dos Santos, bronze nos 100 m livre dos Jogos de Roma, em 1960, com a marca de 55s54.• Em 1958 a natação de águas abertas desponta com Abílio Couto. Após algumas tentativas frustradas no ano anterior, Abílio voltava à Inglaterra para ser o primeiro brasileiro a atravessar a nado o Canal da Mancha, tornando-se um dos primeiros mitos da natação brasileira Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 18
    • • Na Olimpíada de Helsinki, em 1952, Tetsuo Okamoto ganhou a medalha de bronze nos 1500 m livre, com o tempo de 19m05s56 (18:51.3), título que lhe rendeu o título de "peixe- voador". Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 19
    • • Em 1961, Manuel dos Santos superou o recorde dos 100m em piscina longa com 53.60• Sete anos depois, Silvio Fiolo era o novo recordista mundial dos 100m peito, com o tempo de 1:06.40.• A era de prata chega nos Jogos de Los Angeles, em 1984, com Ricardo Prado, que entra para a história do esporte nacional ao conquistar o segundo lugar nos 400 m medley, com o tempo de 4m18s45. Mas antes disso, Pradinho (como era chamado na época) conseguiu o título e recorde mundial dos 400m medley em Guayaquil, no dia 2 de agosto de 1982 com a marca de 4:19.78. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 20
    • • Gustavo Borges, Fernando Scherer, Alexandre Massura e André Cordeiro - Equipe de revezamento 4x100m livre masculino bicampeã mundial em piscina curta e Quarta colocada nos Jogos Olímpicos de Atlanta. Gustavo Borges se consagrou por ser o primeiro atleta brasileiro a conquistar três medalhas em Olimpíadas. Em Barcelona, em 1992, ele foi vice-campeão nos 100m livre com 49s43. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 21
    • ORIGEM DA PEDAGOGIA• Ao longo das sucessivas civilizações, a necessidade, deve ter presidido ao nascimento e ao desenvolvimento da pedagogia da natação. Desde a mais remota Antiguidade até nossos dias, foi aos militares que o problema da natação se colocou de maneira crucial. Por isto não é de se estranhar que a decisão de ensinar sistematicamente natação aos soldados tenha repercutido na orientação da pedagogia da natação. Para entender como era elaborada a aprendizagem da natação, foi preciso esperar a publicação de tratados sobre a arte de nadar, a partir da 2ª metade do séc. XVIII. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 22
    • • Concepções da Pedagogia da Natação: Existem três correntes ligadas as formas tradicionais do pensamento humano, são elas: • A Concepção Global • A Concepção Analítica • A Concepção Moderna Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 23
    • CORRENTE GLOBAL• CARACTERÍSTICAS:• Sem preocupação com o método ou organização da aprendizagem confiança no instinto animal e na capacidade de adaptação,• Professor ausente ou com intervenção muito discreta.• Inexpressividade do professor:• Ausência efetiva do professor,Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 24
    • CORRENTE GLOBAL• Incompetência técnica• Equilíbrio entre saber nadar e saber ensinar• Incapacidade para resolver problemas,• 4) não intervenção do professor – O aluno recusa o professor – O professor proíbe-se de intervir, Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 25
    • CORRENTE GLOBAL• PONTOS POSITIVOS: – Determinação dos 3 pontos fundamentais da pedagogia moderna: – Equilíbrio – Respiração – Propulsão – Aluno como elemento atuante no processo, – Respeito pelas estruturas biológicas, – Trabalho no meio aquático – Importância do erro e tentativa. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 26
    • CORRENTE GLOBAL• PONTOS NEGATIVOS: – Redução do homem ao instinto – Perda de tempo no processo – Tudo se resolve com o tempo – Negação do aspecto cultural da natação (conhecimento acumulado). – Metas modestas.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 27
    • CORRENTE ANALÍTICA• Características:• Reprodução de movimentos levando à capacidade de nadar,• Utilização dos educativos como processo principal,• Aspecto coletivo das sessões,• Generalização da natação a seco (aparelhos)• Redução do movimento às posições. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 28
    • CORRENTE ANALÍTICA• Aspectos positivos: – Tentativa metodológica – Formas coletivas de trabalho sob o comando do professor, – Esforço para dividir as dificuldades e abordá- las sucessivamente, – Introdução ao exercício como meio de aprendizagem, – Progressão da dificuldade Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 29
    • CORRENTE ANALÍTICA• ASPECTOS NEGATIVOS: – Natação reduzida apenas aos movimentos (mecanização), – Noção de uma “duração” da aprendizagem, – Utilização de aparelhos – Professor substituído por máquinas ou disco – Atitude passiva do aluno, – Supervalorização da natação a seco.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 30
    • CORRENTE MODERNA OU SINTÉTICA• O PROFESSOR• O professor deve constatar seus insucessos – perceber imperfeições no seu sistema – reestruturar sua concepção• O professor deve confrontar sua teoria com as contribuições técnicas e científicas (psicologia, pedagogia, biologia, etc.)• O professor deve experimentar.• O professor deve orientar e proporcionar situações Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 31
    • CORRENTE MODERNA OU SINTÉTICA• O ALUNO• É um indivíduo trabalhando em uma estrutura coletiva,• Possui suas características psicológicas,biológicas e sociais.• Participa do processo de ensino- aprendizagem. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 32
    • CORRENTE MODERNA OU SINTÉTICA• O MÉTODO• A aprendizagem está baseada em três unidades básicas – equilíbrio – respiração – propulsão• Negação da noção de duração da aprendizagem,• Quanto maior o número de alunos, menor a possibilidade de se trabalhar individualmente,• Respeito à origem sensitiva do ato motor. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 33
    • TIPOS DE SENSIBILIDADE• EXTEROCEPTIVAS: – O TATO (analisador tátil) – receptores localizados na pele – A VISÃO (analisador ótico) – receptores são os olhos – A AUDIÇÃO (analisador acústico) – receptores são os ouvidos – PALADAR E OLFATOProf. Marcus Vinícius Patente Alves 34
    • TIPOS DE SENSIBILIDADE• PROPRIOCEPTIVAS – SENTIDO CINESTÉSICO – receptores especializados localizados nos músculos, tendões e articulações. – ANALISADOR ESTÁTICO-DINÂMICO – receptores no vestíbulo (ouvido).Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 35
    • TIPOS DE SENSIBILIDADE• INTEROCEPTIVAS:• - Ligadas à vida orgânica e vegetativa (fome, sede, febre, etc).Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 36
    • Mecânica da Natação• Quando se estuda a mecânica humana, quatro fatores, ao menos devem ser levados em consideração: – sua heterogeneidade – sua deformabilidade – sua sensibilidade – sua motricidadeProf. Marcus Vinícius Patente Alves 37
    • Mecânica da Natação• Classicamente, o estudo da mecânica se divide em dois grandes capítulos: – Estática – Dinâmica – Um mesmo princípio rege estes dois aspectos: a lei da inércia.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 38
    • Estática – Estudo do corpo em repouso. – O equilíbrio estático do corpo é determinado pelas forças que se exercem sobre ele. – Quatro elementos permitem determinar uma força, são eles: » A direção » O sentido » A intensidade » O ponto de aplicação da forçaProf. Marcus Vinícius Patente Alves 39
    • Centro de Massa (CM) e Centro de gravidade (CG)• A situação mais simples de localização do centro de gravidade, é de um objeto simétrico e de densidade homogênea, onde o CG fica exatamente no centro deste objeto, como ilustrado na Figura 2.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 40
    • Figura 2. Posição do centro de gravidade.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 41
    • Empuxo• é a força exercida pela água com intensidade igual ao peso do volume de água deslocado pelo corpo submerso (ou parcialmente submerso) e com direção igual da força peso mas com sentido contrário (para cima).Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 42
    • Empuxo• O empuxo pode ser expresso em função da densidade, pois:• E =P(h20) = m(h2o) * g• Como d = m/v m = d*v• Onde:• m = massa do objeto• V = volume do objeto que está submerso (volume do fluido deslocado)• dH2O = densidade da água (fluido)• portanto: E = d * v * g• Na situação de equilíbrio: E + P = 0 Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 43
    • – A noção de equilíbrio é geralmente muito vaga se não especificamos a forma.– O equilíbrio passa pelo Centro de Gravidade (CG – terra), na água, pelo CG e pelo Centro de Flutuação (CF).– O equilíbrio pode ser: » Indiferente ou neutro » Estável » InstávelProf. Marcus Vinícius Patente Alves 44
    • O Centro de Gravidade (CG) – É o ponto pelo qual se o objeto for suspenso pode ser perfeitamente equilibrado em todas as direções. É uma força de atuação para baixo.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 45
    • O Centro de Flutuação (CF) – É o ponto pelo qual o corpo entra em equilíbrio, quando se situa na água. – Equilíbrio do corpo humano é o balanço entre o CG e CF – É uma força de baixo para cima oposta ao Centro de Gravidade (empuxo).Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 46
    • Equilíbrio Instável• as forças peso e empuxo não se cancelam por não estarem em uma mesma direçãoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 47
    • Equilíbrio Estável• as forças peso e empuxo se cancelam porestarem em uma mesma direçãoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 48
    • Massa• Massa é a quantidade de matéria de um corpo, é uma propriedade intrínseca do corpo, sendo a mesma dentro ou fora da piscina, ou no espaço longe da Terra. Uma grandeza associada à massa é a inércia, no sentido de quanto maior for a inércia ou a massa, maior é a dificuldade de mudar sua velocidade, como expresso pela 2a lei de Newton: F=m.aProf. Marcus Vinícius Patente Alves 49
    • Massa• Isto é, quanto maior a massa, m, ou inércia do corpo, maior a força que deve ser• feita para provocar uma aceleração, a, (uma variação de velocidade) neste corpo. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 50
    • Densidade – É a relação entre a massa e o volume de um objeto. – Isto determina suas características específicas de flutuabilidade – A densidade é uma grandeza física que mede quanto há de massa (m) de um corpo por unidade de volume (V), matematicamente é dada por: D= massa Kg Volume m³Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 51
    • Gravidade Específica (GE)– É a relação entre a massa de um dado volume do objeto e a massa do mesmo volume de água.– Indica a porção do volume de um objeto que irá flutuar sob a água.– GE = Peso do Volume da Substância Peso de um volume igual de água– GE = densidade da substância Densidade da águaProf. Marcus Vinícius Patente Alves 52
    • Hidrodinâmica• É o estudo dos corpos em movimento (dinâmico) na água ou em fluidos em movimento• Para deslocar-se na água o nadador utiliza sua própria força muscular, a propulsão, que é o ato de impulsionar ou empurrar para frente.• A propulsão pode quebrar a Inércia ou a 1ª Lei de Newton, que diz: O corpo permanece em seu estado de repouso ou de movimento uniforme a menos que seja obrigado por forças externas a mudar este estado. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 53
    • Hidrodinâmica• A 2ª Lei de Newton diz que a taxa de variação do momento de um corpo e proporcional à força desequilibrada exercida sobre ele e que acontece na direção em que a força atua, isto é momento é o produto da massa x velocidade.• A 3ª Lei de Newton diz que para toda força de ação existe uma força de reação igual e oposta. Quando um nadador empurra a água, ele se moverá ou tenderá a se mover (reação), na direção oposta a sua ação de tracionar ou empurrar.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 54
    • NATAÇÃOProf. Marcus Vinícius Patente Alves 55
    • ORGANIZAÇÃO DA MODALIDADE • FINA/LEN/FPN/ASSOC. REG.• Natação pura desportiva• Pólo aquático• Natação sincronizada• Saltos para a água Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 56
    • ESPECIFICIDADE DA MODALIDADE • Meio aquáticoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 57
    • O QUE É SABER NADAR ?• Ser capaz de dominar as técnicas• Ser capaz de se deslocar• Ser capaz de flutuar• Ser capaz de dominar a respiração• Estar à vontade na água• Ser capaz de dominar o equilíbrio• Ser capaz de não se afogar• Saber dominar situações imprevistas• Ser capaz de competir• Saber evitar a fadiga ao deslocar-se na água• Estar adaptado à água• Ser capaz de dominar a propulsão segundo um tempo/distancia Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 58
    • CONCEPÇÃO PEDAGÓGICA• Saber nadar é ter resolvido no meio aquático o triplo problema: equilíbrio, respiração e propulsãoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 59
    • COMO AVALIAM DIFERENTES AUTORES O “SABER NADAR”• Cumprir uma determinada distancia em determinada(s) técnica(a)• Executar um conjunto de habilidades aquáticas sem discriminar qualquer distancia• Segundo Aurélio e Michaelis – Ato de nadar, arte de nadar, onde nadar significa sustentar-se e mover-se sobre a água por impulso próprio; ato de deslocar-se dentro da água sem apoio.• Nadar significa deslocar-se equilibradamente no meio aquático (Gomes – 1995);• Ação, exercício, arte ou esporte de nadar (Ferreira – 1985); Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 60
    • • Ato de sustentar-se e mover-se sobre a água por impulso próprio ou conservar-se sobre a água, flutuar, boiar, sobrenadar ( Ferreira – 1985);• Nadar representa a ação de auto propulsão e auto sustentação na água (FINA);• É a múltipla relação, pura e simples, com a água e com o próprio corpo (Dieckert – 1983);• Arte de locomover-se na água (Velasco – 1994)• Sustentar-se e locomover-se na água por impulso próprio de forma prazerosa (Alves - 1992) Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 61
    • Maturação É o estado de prontidão neurofisiológico do organismo em realizar determinadas tarefas, independentes ou não dos fatores ambientais Willian UrizziProf. Marcus Vinícius Patente Alves 62
    • Aprendizagem Aprendizagem Fator novo Fatores internos Fatores externos(maturação – vivências anteriores) (ambiente, escola, materiais – estratégias do professor) Movimento Aprendido Movimento não aprendido Redução da Tensão Aumento da tensão Necessidade de Aprender Necessidade de Aprender Aprender – noções Simplificadas da realidade Aperfeiçoar – noções mais próximas da realidade Treinar – realizar e tentar ultrapassar a realidade Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 63
    • Cérebro• DIREITO • ESQUERDO• Criativo • Racional• Amplo • Detalhista• Artístico • Mecanicista• corporal • Lógico Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 64
    • APRENDENDO A ENSINAR OS ESTILOS
    • SEQÜÊNCIA PEDAGÓGICA• Adaptação ao meio líquido• Respiração Geral• Flutuação• Propulsão de pernas• Propulsão de braços• Coordenação pernas e braços• Respiração específica• Nado completo Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 66
    • Adaptação ao Meio Líquido• Razões que justificam uma adaptação ao meio aquáticoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 67
    • • Atitude habitual do homem (vertical)• Deslocação (marcha)• M.S. / M.I.• Rotação da cabeça• Vias respiratórias Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 68
    • CONDICIONANTES DO K HUMANO NO MEIO AQUÁTICO• Proximidade das vias respiratórias (evitar o contacto)• Deslocamento (ausência de apoios fixos)• Respiração (voluntária) Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 69
    • MEIO TERRESTRE VS MEIO AQUÁTICOProf. Marcus Vinícius Patente Alves 70
    • EQUILÍBRIO• Vertical • Horizontal• Cabeça vertical • Cabeça horizontal• Olhar horizontal • Olhar vertical Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 71
    • RESPIRAÇÃO• Nasal • Bucal• Reflexa • Voluntária• Inspiração ativa • Inspiração automática• Expiração passiva • Expiração ativa Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 72
    • MEMBROS SUPERIORES• Equilíbrio • Ação propulsivaProf. Marcus Vinícius Patente Alves 73
    • MEMBROS INFERIORES • Equilíbrio• Ação propulsivaProf. Marcus Vinícius Patente Alves 74
    • PROPULSÃO• a força que impele o nadador para a frente, sendo criada pelos braços e algumas vezes pelas pernas. Realmente, é produzida pela resistência originada pelas mãos e pés quando impelem a água para trás(Counsilman, 1984). Este mesmo autor, refere que um nadador para poder nadar mais rapidamente, tem de realizar uma das seguintes ações: reduzir a resistência, aumentar a propulsão ou realizar uma combinação de ambas. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 75
    • A terceira lei do movimento de Newton – Lei da ação-reação• Esta lei, enunciada por Newton há mais de 250 anos determina que “uma ação provoca uma reação de intensidade igual mas de sentido contrário” (Carvalho, 1994). Assim, um nadador que empurra a água para trás (ação) provoca o seu deslocamento para frente (reação). Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 76
    • Princípio da inércia ou da continuidade do movimento• A inércia é uma das propriedades fundamentais da matéria, determinando que “nenhum corpo modifica o seu estado de repouso ou de movimento sem que sobre ele seja exercida uma força” (Carvalho, 1994).• Um nadador não se deslocaria se não efetuasse ações motoras e não pararia se a água não oferecesse atrito. Todavia, a força necessária para alterar o estado de repouso é superior àquela que é necessária para manter o movimento. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 77
    • Princípio da inércia ou da continuidade do movimento• Segundo Counsilman (1984) uma propulsão continuada é mais eficaz, ao impulsionar o corpo para a frente do que uma oscilante aplicação de força. É esta a razão pela qual o estilo livres é mais veloz que o bruços e a mariposa. A mecânica dos movimentos deve tentar permitir que o corpo se mova para a frente a uma velocidade tão uniforme quanto possível.• Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 78
    • com os braços Propulsivas com os pés com o resto do corpoForçasatuantes nomovimento frontal Resistivas fricção da pele sucção da extremidade, esteira Tipos de forças que atuam no movimento na água. Adaptado de COUNSILMAN (1968). Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 79
    • flutuação força propulsora arrastro gravidadeProf. Marcus Vinícius Patente Alves 80
    • Introdução à Natação Princípios que ajudam o professor no processo aprendizagemProf. Marcus Vinícius Patente Alves 81
    • MOTIVAÇÃO• é um fator de grande importância para a aprendizagem;• O aluno tem mais motivação para aprender quando AS COISAS TEM UM SIGNIFICADO PARA ELE;• A HISTÓRIA PESSOAL do aluno precisa ser levada em conta;• O aluno aprende melhor quando PARTICIPA ATIVAMENTE DO PROCESSO DE ENSINO; Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 82
    • Princípios que ajudam o professor no processo aprendizagem• ELOGIOS E RECOMPENSAS ajudam mais a motivar o aluno do que CRÍTICAS E PUNIÇÕES;• Para algumas atividades (aprendizagem) a REPETIÇÃO é indispensável, mais precisa ser feita de forma INTERESSANTE;• O aluno aprende melhor uma coisa quando JÁ DOMINA AS APRENDIZAGENS ANTERIORES;• A criança aprende melhor quando ficam sabendo se BEM SUCEDIDA e ou quais os ERROS QUE COMETEU; Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 83
    • Princípios que ajudam o professor no processo aprendizagem• As experiências de aprendizagem devem caminhar do SIMPLES PARA O COMPLEXO;• As experiências de aprendizagem devem caminhar do CONCRETO PARA O ABSTRATOProf. Marcus Vinícius Patente Alves 84
    • Nado Crawl• Antes de iniciarmos o ensino do nado crawl ou livre, vamos nos ater primeiro a algumas noções básicas.• Primeiro: Entrada na água• Segundo: adaptação (dedicar maior tempo)• Terceiro: Exercícios de confiança• Quatro: Recuperação da posição vertical• Quinto: Impulsão e deslizamentoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 85
    • Nado CrawlProf. Marcus Vinícius Patente Alves 86
    • Pernada• Ação alternada e contínua que se dá principalmente no plano vertical.• Mantém o corpo na posição horizontal, cria propulsão e equilibra o nado através da reação à ação dos braços.• O movimento se origina no quadril com uma flexão inconsciente da articulação do joelho.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 87
    • Pernada• Direção principal: para cima e para baixo.• Também possuem componentes laterais (pernada de adejamento)Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 88
    • Ritmo das Pernadas• Refere-se ao número de pernadas por ciclo de braçadas (duas braçadas).• Dentre estes ritmos temos: de dois, de quatro e de seis tempos.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 89
    • Pernada de seis tempos• Mais popular• Pernada controlada com as varreduras (Maglischo) Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 90
    • Pernada de dois Tempos• Tem sido empregada principalmente, mas não exclusivamente por nadadores fundistas de ambos os sexos.• Temos a pernada reta de dois tempos e a pernada cruzada de dois temposProf. Marcus Vinícius Patente Alves 91
    • Pernada reta de dois tempos• O nadador executa duas pernadas para baixo por ciclo de braços, ou uma por braçada.• Cada pernada para baixo, acompanha as varreduras para dentro e para cima da braçada do mesmo lado.• As pernas ficam pendentes, ou permanecem paradas, enquanto o braço faz o movimento de recuperação por sobre a água e varredura pra baixo durante a próxima braçada. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 92
    • Pernada reta de dois temposProf. Marcus Vinícius Patente Alves 93
    • Pernada Cruzada de Dois tempos• Preferido por um número significativo de nadadores do sexo masculino.• Na verdade ocorrem quatro pernadas, duas principais para baixo e duas cruzadas menos intensas. As principais são executadas durante as varreduras para dentro e para cima nas braçadas correspondentes, na seqüência idêntica à pernada de dois tempos.• As pernas não ficam pendentes, a pernada mais profunda dá uma pernada para cima e para dentro e a mais acima dá uma pernada para baixo e para cima, fazendo então o cruzamento. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 94
    • Pernada Cruzada de Dois temposProf. Marcus Vinícius Patente Alves 95
    • Qual o melhor ritmo?• Depende.• Treino inicial, tamanho de pernas Nadadores que optaram por pernadas cruzadas de dois tempos, tinham pernas mais longas. Os que optaram por pernadas de seis tempos apresentaram maior capacidade vital e capacidade de rotação do quadril, mãos maiores e maiores tríceps e força de extensão do ombro. Os que optaram por pernadas de seis tempos eram capazes de dar pernadas mais rápidas em distâncias curtas. As pernas dos que optaram por seis tempos tendiam a afundar mais facilmente. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 96
    • AÇÃO DOS BRAÇOS BRAÇADA
    • Movimento dos Braços• Caracteriza-se por dois momentos (R. Catteau e G. Garoff):• Um movimento de trás para frente em relação ao sentido do nado chamado de recuperação.• Um movimento de frente para trás em relação ao sentido do nado, essencialmente motor e inteiramente subaquático, que pode ser subdividido em: Uma tração e um impulsoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 98
    • Movimento dos Braços• Dividido em duas fases (Palmer): Fase propulsiva e fase de recuperação.• Fase Propulsiva divide se em: agarre, tração e empurre.• Fase de Recuperação: desmanchamento, recuperação fora da água e entrada. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 99
    • Movimento dos Braços• Maglischo considera que existam três varreduras diagonais na fase submersa: uma para baixo, uma para dentro e outra para cima, também considera a entrada e o alongamento, a liberação e a recuperação.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 100
    • Respiração• (R. Catteau e G. Garoff): Inspiração deve usar o mínimo de tempo, por isto a abertura da boca é importante, o nadador deve aproveitar a onda frontal, inicia-se no final da ação motora de um braço e no começo da recuperação deste mesmo braço. A expiração é forçada e progressiva (pela boca) as vezes no final da expiração faz uma leve expiração nasal. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 101
    • Respiração• Marvyn L. Palmer – devem ser executados de tal maneira que se harmonizem ao invés de interferirem no padrão geral do nado. É melhor deixar que a técnica do estilo dite o padrão de respiração do que o inverso. Inicia-se quando inicia-se a respiração, a cabeça gira no mesmo lado do braço. Aproveitar a “depressão para se respirar”. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 102
    • Respiração• A expiração dentro da água pode ser gradual ou explosiva, sendo feita pelo nariz e/ou pela boca. Gradual – somente pelo nariz (nados de velocidades média ou lenta) Explosiva – pelo nariz e boca ou só pela boca (sprint), imediatamente antes do rosto sair da água para preparar a próxima tomada de ar. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 103
    • Respiração• Ernest Maglischo – Movimentos devem ser coordenados com o rolamento do corpo, para que seja reduzida a tendência que os nadadores têm de levantar sua cabeça para fora d’água para dar uma respirada.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 104
    • Respiração Habitual – respiração apenas de um dos lados. Alternada – respiração a cada três braçadas (vantagens – mais simétricas, melhora a capacidade de difusão pulmonar e os nadadores podem observar os competidores de ambos os lados). Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 105
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 106
    • ONADO DECOSTA Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 107
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 108
    • O Nado de Costas ou Crawl de CostasProf. Marcus Vinícius Patente Alves 109
    • O Nado de Costas ou Crawl de Costas Maglischo – Evoluiu do nado de peito invertido, (braços simultâneos e pernada em cunha), atualmente, é muito parecido com o crawl, exceto que é realizado na posição supina. A pernada do golfinho de costas, tem melhorado a velocidade de muitos nadadores.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 110
    • Pernada do Costas Maglischo – Semelhante ao Crawl, constitui-se de alternância de impulsos diagonais de pernas denominados pernadas para baixo e para cima (propulsiva).Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 111
    • Pernada para Cima É uma extensão “em chicotada” da pernada que começa com a flexão do quadril, seguida pela extensão do joelho e terminando com a flexão parcial do pé. Obs.: a perna flexiona-se mais durante a pernada para cima do que na correspondente pernada para baixo (+ - 10 graus)Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 112
    • Pernada para Baixo É uma ação similar a um repique, começa quando a pernada para cima precedente está perto de terminar.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 113
    • Papel Estabilizador das Pernas Importante par manter os alinhamentos lateral e horizontal do corpoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 114
    • Pernada de Golfinho É permitida por no máximo 15m e geralmente é feita cerca de 1 a 1,5m de profundidade. Semelhante à pernada do golfinho, só que mais curtas e mais rápidas. Origem na parte inferior dos quadris e na parte inferior da coluna vertebral. Braços alongados, mãos uma em cima da outra, cabeça sobre os ombros.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 115
    • Pernada do Costa (R. Catteau e G. Garoff): É mais importante do que no nado livre. Se explica por contribuir para a ação propulsora e de outro, pela necessidade de dar estabilidade ao corpo. Há duas fases: ascendente e descendenteProf. Marcus Vinícius Patente Alves 116
    • Pernada do Costa Marvyn L. Palmer – As pernas se movem alternadamente num plano tendendo à vertical (o movimento não deve acontecer no verdadeiro plano vertical devido à transmissão do rolamento do ombro do nadador ao quadril. A pernada para cima é propulsora e a pernada para baixo faz a elevação do quadril e a manutenção da posiçãoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 117
    • A Ação dos Braços (R. Catteau e G. Garoff): Dividiu em duas partes, a primeira dedicada à recuperação e a segunda basicamente motoraProf. Marcus Vinícius Patente Alves 118
    • A Recuperação Compreende, sucessivamente, uma parte aquática (o desmanchamento), uma parte aérea e uma parte aquática (a penetração, antiga fase de apoio). Existiam a recuperação lateral (reduzia o tempo do ciclo e a duração das fases motoras) e a recuperação vertical (mais propícia ao relaxamento numa recuperação mais rápidaProf. Marcus Vinícius Patente Alves 119
    • A Parte Motora (R. Catteau e G. Garoff): Sentido da deslocação da mão da frente para trás. Existem duas fases: empurre que é o prolongamento da traçãoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 120
    • A Ação dos Braços Marvyn L. Palmer Duas fases principais:Propulsiva (agarre, tração e empurre) Recuperação (desmanchamento recuperação e entrada). Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 121
    • A Ação dos Braços Maglischo – Divide o nado em quatro varreduras submersas seguidas pela liberação e pela saída do braço e sua recuperação sobre a água. Varreduras:Primeira para baixo Primeira para cimaSegunda para baixo Segunda para cimaLiberaçãoSaída Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 122
    • Posição do Corpo e RespiraçãoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 123
    • Posição do Corpo e Respiração Maglischo – Os nadadores tem dificuldades em manter o alinhamento lateral (braçadas alternadas) e seu alinhamento horizontal ( sentam na água) Devemos nos preocuparmos com o alinhamento horizontal (corpo na horizontal, quadris um pouco afundado, cabeça relaxada, esteira d’água cobrir as orelhas, olhos mirando para trás e para cima)Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 124
    • Posição do Corpo e Respiração Alinhamento Lateral – quadris e pernas do nadador dentro de um espaço limitado pela largura do ombro em todos os momentosProf. Marcus Vinícius Patente Alves 125
    • Respiração Embora seja o único nado em que as vias respiratórias estejam fora da água todo o tempo, prefere-se respirar em momentos específicos para que possam ter um ciclo respiratório melhor que possibilite a continuidade das ações de braços e pernas. A recomendação é que se inspire no início da recuperação de um braço e expire na recuperação do outro braço.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 126
    • Nado de Peito ou Clássico Eduardo FischerProf. Marcus Vinícius Patente Alves 127
    • Georgina BardachProf. Marcus Vinícius Patente Alves 128
    • Nado de Peito ou ClássicoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 129
    • PEITO Seqüencia Pedagógica• Adaptação• Respiração Geral• Flutuação – ventral, vertical• Propulsão das pernas• Propulsão dos braços• Coordenação de pernas e braços• Respiração específica frontal• Coordenação das pernas / braços e respiração Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 130
    • Nado Peito• Rica história em competições.• 1º nado competitivo depois da idade das trevas• Pai de todos os nados• Inicialmente foi perigoso• Nadadores usam uma braçada semicircular curta e uma pernada que recebe vários nomes, embora seja mais comumente conhecida como chicotada• Nado mais lento Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 131
    • Nado Peito• Antigamente era estilo plano• Atualmente estilo ondulante Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 132
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 133
    • Comparação do Arrasto ResistivoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 134
    • Braçada Consiste basicamente em uma varredura para fora, para dentro (única fase propulsiva) e a recuperação.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 135
    • Varredura para fora Principal função colocar os braços em posição de gerar força propulsiva durante a varredura propulsiva que se segue.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 136
    • A Mecânica da Braçada do Nado de Peito É importante: abrir os braços até uma posição cômoda, e de preferência do nadador, onde ele mais sinta a pegada de água. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 137
    • A Mecânica da Braçada do Nado de Peito Após o apoio, a palma da mão é dirigida para o lado e para o fundo Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 138
    • A Mecânica da Braçada do Nado de Peito O ante-braço e a mão formam uma única peça, não havendo nenhum movimento do pulso. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 139
    • A Mecânica da Braçada do Nado de PeitoO movimento de supinação é feito pelo ante-braço. As mãos terão, na compressão das moléculas de água, as palmas se defrontando e terminam essa compressão com elas voltadas para cima, mas não continuam assim até o final do movimento. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 140
    • Varredura para Dentro• É a fase propulsiva da braçada• Após o agarre o movimento segue para fora, para trás, para baixo e para dentro.• Cotovelos permanecem elevados• Duas fases propulsivas: uma para baixo e outra para dentroProf. Marcus Vinícius Patente Alves 141
    • Estudo da Pernada As pernas mais que os outros estilos, é muito responsável pela propulsão no nado peito, dividindo com o braço, a importância no estilo. Somente uma pernada forte pode garantir uma impulsão forte.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 142
    • A Mecânica da Pernada do Nado de Peito Partimos da Posição Estendida Os joelhos se flexionam e as pernas são elevadas em direção aos quadris. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 143
    • A Mecânica da Pernada do Nado de Peito Partimos da Posição Estendida As coxas formam, com o corpo, um ângulo de 120 a 130 graus, tendo por vértice os quadris Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 144
    • A Mecânica da Pernada do Nado de Peito Partimos da Posição Estendida Na maior flexão dos joelhos, estes têm uma separação maior que a distância entre os pés. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 145
    • A Mecânica da Pernada do Nado de Peito Os pés são trazidos flexionados, isto é, pontas dos dedos dirigida para a “canela”, com os calcanhares o mais próximo dos quadris possível e o mais conveniente ao nadador, com as pontas dos dedos dirigidas para fora Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 146
    • A Mecânica da Pernada do Nado de Peito Partimos da Posição Estendida O quadril se abaixa ligeiramente, ao invés de se elevar Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 147
    • A Mecânica da Pernada do Nado de Peito Partimos da Posição Estendida As pernas são estendidas em um movimento arredondado, dirigido para trás e para baixo. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 148
    • A Mecânica da Pernada do Nado de Peito Partimos da Posição Estendida Agora os pés se estendem completamente. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 149
    • A Mecânica da Pernada do Nado de Peito Partimos da Posição Estendida O na ritmo da pernada deve ser: devagar na recuperação e violento na extensão. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 150
    • Pernada doNado PeitoPernada em chicotadaProf. Marcus Vinícius Patente Alves 151
    • Varredura para fora• Não é um movimento propulsivo• Finalidade: posicionar os pés para a varredura para dentro.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 152
    • Varredura para dentro• Começa no momento do agarre• As pernas movimetam-se para baixo, para trás e para dentroProf. Marcus Vinícius Patente Alves 153
    • O Nado BorboletaProf. Marcus Vinícius Patente Alves 154
    • O Nado BorboletaProf. Marcus Vinícius Patente Alves 155
    • O Nado Borboleta• Decorrente das classificações atrás apresentadas para as técnicas de nado, pode dizer-se que o Borboleta ou Golfinho se caracteriza por ser uma técnica de nado em que o corpo se encontra numa posição ventral, em que existe uma ação simultânea dos dois MS e dos dois MI e cuja aplicação de força propulsiva é feita descontinuamente, devido à coincidência do momento mais propulsivo das ações dos dois MS e dos dois MI. Para mais, tomando em consideração o eixo longitudinal do corpo do nadador, observa-se uma “simetria” nas ações dos dois MS e dos dois MI, ao longo do trajeto motor. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 156
    • Origem• A técnica de Borboleta deriva da linha evolutiva da técnica de peito, apesar das suas maiores semelhanças com a técnica de Crawl. Quer isto dizer que foram determinadas alterações induzidas na técnica de Peito que estão na origem da técnica do Golfinho (Vilas-Boas, 1987b).• No ano de 1926, as Regras Técnicas da FINA apenas obrigavam à simultaneidade das ações dos MS e dos MI, num mesmo plano, nas provas de Peito. Ou seja, o regulamento técnico não contemplava a punição da recuperação aérea ou a passagem dos MS para lá da anca. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 157
    • • O alemão Erich Rademacher, aproveitou essa lacuna regulamentar para ganhar a prova de 200 metros Peito dos Campeonatos da Europa de Budapeste, realizando depois da partida,• Antes e depois das viradas algumas braçadas com recuperação aérea dos MS (Menauds e Zins, 1974). Esta técnica mais não era que uma forma revolucionária, mas regulamentar de nadar a técnica de peito (Cruells, 1956; Oppenheim, 1977). Assim, surge a técnica que viria a ser conhecida como “Peito- Borboleta”, a precursora da técnica de Borboleta (Vilas-Boas, 1987b).• A nova técnica adota esta denominação porque a ação simultânea de recuperação aérea dos MS assemelha-se à ação das asas de uma Borboleta, enquanto esta voa. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 158
    • • No ano de 1935, surge o movimento ondulatório do corpo, semelhante ao que utiliza o golfinho, um dos mamíferos de maior eficiência aquática. Daí esta técnica ser conhecida como “Borboleta- Delfim de Sieg”, em homenagem ao seu percursor, Jack Sieg. Em 1946, a FINA distingue o Peito-Borboleta do Peito Ortodoxo. Ao longo de toda a prova de Peito, o nadador utilizaria apenas ou o Peito-Borboleta, ou o Peito Ortodoxo, não permitindo o uso de diferentes técnicas numa mesma prova, como era usual até então (Oppenheim, 1977). Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 159
    • • Em 1953, a FINA não permite a recuperação aérea dos MS nas provas de Bruços e reconhece uma quarta técnica de nado: o Borboleta. A partir desse momento são separadas as provas de Peito das de Borboleta.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 160
    • Linha Evolutiva da Técnica do Borboleta1926 Peito - Borboleta Linha Evolutiva Borboleta Delfin de Sieg da Técnica de Peito1935 Criação da1953 Técnica de Borboleta1955 Borboleta Delfin de Tumpek (.....)1956 Borboleta de Iorzyk e MannAnos Borboleta com Borboleta com Cronograma sinóptico da evolução Respiração Lateral histórica da técnica de Borboleta 80 Respiração Frontal (adaptado de Barbosa, 2000b). Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 161
    • AÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES • Este movimento é idêntico ao da técnica de crawl. A simultaneidade das ações propulsivas de ambos os membros leva a um efeito de “chicotada” (no final da fase descendente) que parece ampliado devido à conjugação das posições relativas de tronco-bacia-M.I. e também à maior flexão dos joelhos, que permite um maior trajeto. • É usual dividir-se a ação dos M.I. em FASES DESCENDENTE E ASCENDENTE.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 162
    • FASE ASCENDENTE• Inicia-se no momento em que os M.I: estão em completa extensão e os pés no ponto mais profundo da sua trajectória -final da fase descendente da chicotada.• Os M.I. elevam-se sem que haja qualquer flexão dos joelhos. Este movimento é compensado pelo abaixamento da bacia.• Quando os M.I. estão praticamente alinhados com o tronco, as coxas terminam o seu movimento ascendente, flectem-se os joelhos, continuando as coxas o seu movimento ascendente.• Esta fase termina quando os pés atingem a superfície. Mesmo antes disto suceder, já as coxas iniciam a sua acção descendente, de modo a que a transição entre esta e a fase ascendente se faça sem interrupção. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 163
    • FASE DESCENDENTE• É a fase propulsiva da acção dos M.I. Deve-se executar em aceleração constante, terminando num movimento de chicotada.• Inicia-se após os pés atingirem a superfície. Nesta altura, verifica-se um ângulo de 80º entre as coxas e as pernas. Os pés sofrem uma flexão plantar acentuada (hiperextensão).• As coxas estão “fixas”, enquanto as pernas e os pés iniciam o movimento descendente: extensão das pernas sobre as coxas. Os pés estão com os calcanhares afastados e os dedos grandes dos pés tocam-se, possibilitando esta posição o aumento da superfície propulsora• No final desta fase, a ação acelerada das pernas e dos pés vai empurrar as coxas e a bacia para cima. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 164
    • O BATIMENTO DE PERNAS • 1) Dois batimentos para cada ciclo de braços, o 1º com a entrada das mãos na água e o 2º na fase do empurre. • 2) Os joelhos devem encontrar-se ligeiramente afastados no decorrer da fase descendente e os pés ligeiramente voltados para dentro.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 165
    • • Segundo Tiffany, o 1º batimento assegura a manutenção da velocidade e ajuda os braços a conservar uma velocidade ótima para a entrada na água. O 2º serve para impedir o afundamento das ancas provocado pelo movimento final das mãos (para trás e para cima). Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 166
    • Segundo Consilman , o 1º batimento é mais amplo e vigoroso e poderá causar alguma propulsão,contrariamente ao 2º fundamentalmente equilibrador.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 167
    • Segundo Maglischo • O 1º batimento pode servir para elevar as ancas e ser um pouco propulsivo, enquanto que o 2º batimento serve apenas para elevar as ancas. As fases ascendentes não são de forma alguma propulsivas.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 168
    • Erros mais frequentes na pernada • 1- Flexão exagerada dos joelhos. • 2- Pés sem estarem em extensão. • 3- Assimetria espacial entre os 2 pés. • 4- Ausência de ondulação (pernas estendidas).Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 169
    • PROGRESSÕES PEDAGÓGICAS PARA A PERNADA DE MARIPOSA E NOÇÃO DE ONDULAÇÃO. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 170
    • • Saltos de golfinho, empurrando com as mãos no fundo para voltar à superfície.• Empurrar a parede e executar 3-4 batimentos de golfinho subaquáticos, em apneia c/ braços ao longo do corpo.• Igual a 2, mas com os braços em elevação superior.• Executar batimentos de golfinho em decúbito dorsal, com os braços ao longo do corpo.• Igual a 4, c/ braços em elevação superior. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 171
    • • Batimento de golfinho, em posição lateral, c/ um braço ao longo do corpo e o outro em elevação superior.• Batimentos de golfinho, c/ prancha à frente.• O mesmo, mas com respiração em cada dois batimentos.• Pernas golfinho, de costas, com pés de pato. • O mesmo, mas de lado. • O mesmo, mas de frente. • O mesmo, mas em profundidade. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 172
    • AÇÃO DOS MEMBROS SUPERIORESProf. Marcus Vinícius Patente Alves 173
    • A AÇÃO DOS M.S. É COMPOSTA POR DUAS FASES• FASE PROPULSIVA• RECUPERAÇÃO Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 174
    • FASE PROPULSIVA - Entrada / Tração /empurre • ENTRADA• M. quase em extensão, descontraídos, c/ uma ligeira flexão dos cotovelos.• Os antebraços encontram-se em rotação interna.• As mãos entram na água, sensivelmente na linha do prolongamento dos ombros.• Tal como os antebraços, as mãos estão em rotação interna formando com a superfície da água um ângulo aproximado de 45º. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 175
    • TRAÇÃO• A 1ª parte desta acção assemelha-se à da técnica de peito.• Dá-se um afastamento dos M., entrando estes quase em extensão e orientados para fora e para baixo.• Em seguida, os M. continuam a afastar-se, mas o trajecto dos antebraços e das mãos começa a dirigir-se para baixo, mantendo-se os cotovelos altos. Os antebraços e as mãos estão orientados para fora e para baixo. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 176
    • TRAÇÃO• Quando as mãos atingem o plano vertical que passa pela parte superior da cabeça, a orientação e o trajeto dos antebraços e das mãos passam a realizar-se para dentro e ligeiramente para cima.• Esta fase termina quando os M. ultrapassam o plano vertical que passa pelos ombros. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 177
    • EMPURREProf. Marcus Vinícius Patente Alves 178
    • EMPURRE• Inicia-se quando os M. ultrapassam o plano vertical que passa pelos ombros.• Os antebraços e as mãos continuam o trajeto para dentro e para cima até que as mãos quase se tocam sob a região abdominal.• A partir daqui, os antebraços estão orientados para trás e para cima e as mãos encontram-se em Extensão. O trajeto efetua-se para trás e para cima Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 179
    • EMPURRE• Esta fase termina com os M. em extensão quase completa. Quando as mãos estão a terminar o seu movimento para trás, os cotovelos fletem ligeiramente, de modo a garantir uma ação ininterrupta entre o final do empurre (saída da água) e a fase de recuperação. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 180
    • EMPURRE• Quando os cotovelos saem da água, as mãos e os antebraços efetuam uma rotação externa de modo a criarem uma menor superfície de contato, facilitando assim a sua saída da água.• O trajeto realizado pelos M.S. assemelha-se a um buraco de fechadura.• A fase propulsiva da ação dos M.S. deve realizar- se em aceleração constante, sendo o empurre a sub-fase mais propulsiva. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 181
    • RECUPERAÇÃOProf. Marcus Vinícius Patente Alves 182
    • RECUPERAÇÃO• Inicia-se quando os M. abandonam a água.• Os M.S. saem da água de forma vigorosa devido ao impulso dinâmico realizado no final da ação propulsiva.• Os M.S. realizam uma rotação em torno dos ombros encontrando-se em extensão ou com uma ligeira flexão dos cotovelos. As mãos estão descontraídas.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 183
    • RECUPERAÇÃO• No último terço da recuperação, o antebraço e a mão sofrem uma aceleração que é acompanhada por uma acentuação da flexão do cotovelo.• Esta posição vai permitir uma entrada que garante uma ótima sincronização da técnica global, através de uma correta colocação da superfícies propulsoras, com vista à prossecução do movimento. Esta última fase tem ainda o efeito de diminuir a tensão a que estão sujeitos os músculos dos ombros.. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 184
    • RESPIRAÇÃOProf. Marcus Vinícius Patente Alves 185
    • RESPIRAÇÃO• Tal como nas outras técnicas, é composta por uma fase de inspiração (aérea) e uma fase de expiração (sub-aquática).• A inspiração realiza-se através da extensão do pescoço que provoca a elevação da cabeça. Esta ação muscular, única na natação desportiva, permite uma posição relativamente baixa dos ombros, com o queixo à superfície e com a boca fora de água. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 186
    • RESPIRAÇÃO• A seguir à inspiração os músculos extensores do pescoço relaxam-se e a cabeça coloca-se em ligeira flexão relativamente ao tronco, entrando desta forma na água.• Após uma ligeira apneia realiza-se a expiração que deve ser explosiva. A expiração deve efetuar-se imediatamente antes da boca emergir de modo a que a inspiração se realize rapidamente. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 187
    • COORDENAÇÃO E SINCRONIZAÇÃOProf. Marcus Vinícius Patente Alves 188
    • COORDENAÇÃO E SINCRONIZAÇÃO• Hoje em dia é reconhecida como técnica base aquela em que se executam 2 batimentos dos M.I. por cada ciclo completo dos M.S.• O 1º batimento ocorre imediatamente após a entrada na água dos M.S. É o batimento mais propulsivo pois é realizado quando os M.S. se encontram a efectuar um pequeno deslize. Tem também uma função equilibradora, pois a sua ação vai elevar a bacia possibilitando uma posição onde a resistência ao avanço é reduzida (alinhamento do tronco paralelo à superfície). Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 189
    • COORDENAÇÃO ESINCRONIZAÇÃO• O 2º batimento verifica-se quando os M.S. iniciam a 2ª metade do “empurre”. Embora seja, normalmente, mais potente que o 1º batimento, não é mais propulsivo, pois a sua ação ocorre aquando do momento mais propulsivo dos M.S. que são os principais responsáveis pelo deslocamento, nesta técnica. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 190
    • COORDENAÇÃO ESINCRONIZAÇÃO• O deslize que se verifica aquando do 1º batimento possibilita que os M.S. se coloquem de forma correcta no inicio da fase de “tração”.É pois importante que não se inicie a tração enquanto os ombros não se encontrarem completamente submergidos devido às seguintes razões:• - é só nessa altura que a bacia e os M.I. (início da fase ascendente)estão numa posição “alta” e quase paralelas com a superfície da água. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 191
    • COORDENAÇÃO ESINCRONIZAÇÃO• O 2º batimento, ao elevar as ancas, permite que as mãos passem sob as mesmas. Caso este batimento sofra um atraso, as mãos não terão espaço para passar no local correto.• A sincronização cabeça / M.S. é mais simples mas não menos importante, pois põe em jogo a continuidade e a dinâmica da técnica global. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 192
    • COORDENAÇÃO ESINCRONIZAÇÃO • Não esquecer que a posição da cabeça condiciona a posição do resto do corpo. A chave para uma boa execução consiste em levantar a cabeça quando os M.S. iniciam o último terço do empurre, e mergulhar a cabeça antes dos M.S. entrarem na água. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 193
    • ERROS MAIS FREQUENTESProf. Marcus Vinícius Patente Alves 194
    • ERROS MAIS FREQUENTES• A cabeça sai muito cedo da água - obriga a que não se faça o empurre.• A cabeça muito para trás e para cima - limita a tomada de apoio e impede a procura de águas mais profundas.• A recuperação dos M.S. feita a partir das mãos - impede um bom relaxamento muscular e uma boa amplitude da braçada. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 195
    • ERROS MAIS FREQUENTES• A recuperação aérea com os cotovelos muito fletidos e elevados - é inútil e exige grandes gastos de energia com os ombros muito contraídos.• A entrada das mãos demasiado fora - impede a procura de águas mais profundas e um bom agarre.• O empurre muito curto - dificulta o movimento de pernas e impede a sua ação• A batimento de pernas a partir dos joelhos e não a partir das ancas e da ondulação do corpo. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 196
    • O ENSINO DA TÉCNICA DE BORBOLETAProf. Marcus Vinícius Patente Alves 197
    • O ENSINO DA TÉCNICA DE BORBOLETA• Existe uma certa polémica sobre a ordem pela qual deve ser ensinada a técnica de mariposa.• Antes ou depois da técnica de peito?• Se por um lado o borboleta é uma técnica onde muitas ações motoras se assemelham ao crawl, por outro lado exige maior adaptação aquática, mais força muscular e uma mobilidade articular ao nível dos ombros muito superior.• Por estes motivos, optamos por colocá-la em último lugar na ordem das 4 técnicas da Natação Pura Desportiva. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 198
    • Saídas e ViradasProf. Marcus Vinícius Patente Alves 199
    • Saídas e ViradasProf. Marcus Vinícius Patente Alves 200
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 201
    •  Após o aluno ter assimilado e aprendido o estilo e o mergulho elementar. Podemos iniciar através de exercícios educativos que levarão os alunos a assimilar melhor os ensinamentos. Boa estratégia é realizar alguns exercícios educativos, unir os exercícios, colocando em prática a saída e virada completa. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 202
    •  A mais utilizada é a “grab start” ou normalmente conhecida como saída de agarre. Introduzida nos anos de 1970, substituindo a tradicional, normalmente utilizada nas provas de revezamento.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 203
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 204
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 205
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 206
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 207
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 208
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 209
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 210
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 211
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 212
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 213
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 214
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 215
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 216
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 217
    • Borboleta para o costas Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 218
    • Costas para o Peito Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 219
    • Peito para CrawlProf. Marcus Vinícius Patente Alves 220
    • NATAÇÃO PARA BEBÊS E GESTANTESProf. Marcus Vinícius Patente Alves 221
    • O Meio Aquático Lembre-se que cada um é um ser diferente com suas virtudes e seus defeitos, afinal perfeito só DEUS.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 222
    • Água, Benefícios, Vantagens e Desvantagens Para falarmos de atividades aquáticas deveremos entender o meio que iremos trabalhar, ou seja “a água". A água é uma matéria composta por moléculas que por sua vez são compostas de átomos e existe sobre três formas: sólido líquido e gasoso. A água é diferente do ar sob diversos aspectos (densidade, viscosidade, etc.). Atividade envolve exercícios e todo movimento no desporto é influenciado pelo meio em que ocorre a atividade.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 223
    • Benefícios do Meio Aquático Alguns benefícios em água aquecida: Relaxamento Muscular Redução da sensibilidade à dor Reduz espasmos musculares Facilita a movimentação das articulações Aumenta a força e a resistência muscular Aumenta a circulação periférica Melhora a musculatura respiratória Melhora a consciência corporal, o equilíbrio e a estabilidade proximal do tronco. Melhora a moral e autoconfiança do alunoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 224
    • EXERCÍCIOS FÍSICOS AQUÁTICOS Produzem reações fisiológicas diferentes pelo efeito fisiológico da água (não esquecer que determinado volume de água pesa aproximadamente 750 vezes mais que o mesmo volume de ar e que a imersão com a cabeça fora da água com temperatura de 35o C é considerada termo neutra.).Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 225
    • Propriedades Físicas da ÁguaProf. Marcus Vinícius Patente Alves 226
    • FLUTUAÇÃO"Quando um corpo está completamente ou parcialmente imerso em um líquido em repouso, ele sofre um empuxo para cima igual ao peso do líquido deslocado " ArquimedesFlutuação = Empuxo=peso é igualao volume de líquido deslocado O empuxo, é a força queatua em sentido contrário à açãoda gravidade. Pode ser usada comosobrecarga para resistir ouauxiliar, dependendo do sentido emque for executado o movimento. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 227
    • DENSIDADE É a relação entre a massa de um dado volume de substância e a massa do mesmo volume de água. O gelo é menos denso que a água e por isso, flutua. Substâncias misturadas na água aumentam sua densidade. Exemplos:* Densidade da água pura = 1000kg/m3* Densidade da água do mar = 1024 kg/m3* Densidade do gelo = 920 kg/m3 Densidade: d=m/v Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 228
    • PRESSÃO HIDROSTÁTICAÉ exercida igualmente sobre todas as partes docorpo imerso em repouso a uma dadaprofundidade" . Pascal A Pressão estimula a circulação periférica.A pressão é a mesma sobre todas as áreas dasuperfície de um corpo imerso, a uma dada profundidade.“Influi na capacidade fisiológica do indivíduo”. Bates Hanson, 1998 Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 229
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 230
    • TEMPERATURA Influencia em algumas variaçõescardiovasculares. Quanto maior a temperatura,maior a F.C para qualquer aumento de consumo deOxigênio. Temperatura ideal segundo AEA (associaçãoMundial de Esportes Aquáticos)De 27à 32 grauscentígrados.) Devemos lembrar que a energia térmica se perdepelos processos de convecção (tirar a camadaquente), condução (contato), evaporação e porradiação (ondas de calor). Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 231
    • NATAÇÃO PARA BEBÊSProf. Marcus Vinícius Patente Alves 232
    • ASPÉCTOS DO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA E SUA RELAÇÃO COM A ÁGUA Para o nosso trabalho, é importante conhecermos as características cognitivas e sócio-emocionais da criança, pois sabendo como a criança se desenvolve e como se comporta em cada faixa etária poderemos programar com mais segurança e tranqüilidade nossas estratégias de aulasProf. Marcus Vinícius Patente Alves 234
    • 2 – Quem são nossos Bebês? • São Crianças de 0 a 3 anos divididos em três categorias: • De 0 à 1 ano (aula com a mãe) • De 1 a 2 anos (aula com a mãe) • De 2 a 3 anos(com o professor e o grupo; estimulação geral)Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 235
    • Maturação Neuro-Motora1. Ao nascer o bebê utiliza-se de sua habilidade reflexa primitiva de sobrevivência para responder a estímulos ambientais. Estes estímulos aparecem desde aproximadamente desde o 4º mês de vida fetal até o quarto mês da primeira infância2. A partir do 9º mês aparecem os reflexos primitivos posturais (precursores de movimento)3. A medida que se desenvolve, sua motricidade vai deixando de ser reflexa e passa a se converter em voluntária Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 236
    • Maturação É o estado de prontidão neurofisiológico do organismo em realizar determinadas tarefas, independentes ou não dos fatores ambientais Willian UrizziProf. Marcus Vinícius Patente Alves 237
    • Aprendizagem Aprendizagem Fator novo Fatores internos Fatores externos(maturação – vivências anteriores) (ambiente, escola, materiais – estratégias do professor) Movimento Aprendido Movimento não aprendido Redução da Tensão Aumento da tensão Necessidade de Aprender Necessidade de Aprender Aprender – noções Simplificadas da realidade Aperfeiçoar – noções mais próximas da realidade Treinar – realizar e tentar ultrapassar a realidade Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 238
    • Função dos Reflexos Nesse ponto de vista, os reflexos servem comoequipamento primário de reunião de informações, que searmazenam no córtex em desenvolvimento.A medida que ocorre o declínio dos reflexos primitivos eo aumento das reações posturais é que se começa a tercondição mínima necessária para o desenvolvimento daação motora definitiva, ou seja, a voluntária. É oprocesso de mielinização que ocorre com o aumento dasexperiências sensoriais da criança.
    • REFLEXOS PRIMITIVOS Os reflexos primitivos estão intimamenteassociados à obtenção de alimento e proteçãodo bebê. Aparecem na vida fetal (4ºmês) epersistem por todo um primeiro ano de vida.
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 241
    • Descrição dos Reflexos Primitivos Reflexo de Moro – uma das ferramentas mais usadas para exame neurológico do bebê – são reações simétricas. Reflexo de busca e de sucção – permitem ao recém nascido obter alimento de sua mãe Reflexo Palmar de Preensão – estimulada a palma da mão, esta se fecha fortemente ao redor do objeto Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 242
    • Descrição dos Reflexos PrimitivosPreensão Plantar e Babinski – O toque na sola do pé do recém nascido causa pressão e distensão dos dedos;Assimétrico (posição deitada) e Simétrico (posição sentada)Tônico do Pescoço – podem resultar em tônus muscular inadequado, problemas de coluna e dificuldade no aprendizado de movimento dos nados;Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 243
    • Reflexo de preensão Reflexo assimétrico palmar e plantar deitado e sentado DAVID GALLAHUE, 2001Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 244
    • Reflexos Posturais Fazem lembrar os movimentos voluntários posteriores. Automaticamente fornecem a manutenção de uma posição ereta para um indivíduo em relação ao seu ambiente; São encontrados em todos os bebês normais desde seu nascimento e em alguns casos persistirem no primeiro ano de vida Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 245
    • Reflexos Corretivos labirínticos e Visuais É a reação do bebê a fim de manter sua cabeça ereta. Aparece por volta do segundo mês e persiste até aproximadamente o sexto, quando a visão, em geral, torna-se um fator importante. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 246
    • Reflexo de Levantamento É a tentativa involuntária do bebê de manter-se em posição eretaProf. Marcus Vinícius Patente Alves 247
    • Reflexo de Engatinhar É observado colocando o bebê em posição inclinada e aplicando-se uma pressão à sola de um dos seus pés. Ele engatinhará reflexivamente usando tanto os membros superiores quanto os inferiores. Está presente no nascimento e desaparece por volta do 3º ou 4º mês.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 248
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 249
    • Reflexo Primário de Caminhar O bebê, seguro ereto, com o peso corporal colocado para frente em superfície plana, vai reagir “caminhando” para a frente. Este reflexo envolve somente as pernas Surge por volta das primeiras seis semanas e desaparece por volta do quinto mês Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 250
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 251
    • Reflexo de Glote• Breve bloqueio nas vias respiratórias através da glote.• Presente do nascimento aos 12 meses• Este reflexo é usado nas imersões aproveitando-se a apnéia produzida.• Este reflexo permite que não vá água aos pulmões, porém não impede a asfixia e a deglutição da água.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 252
    • Reflexo de Natação Em posição inclinada, imerso na água ou pouco acima do nível desta, o bebê vai exibir movimentos ritmos extensores e flexores de natação nas pernas e nos braços. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 253
    • Sistema Sensório-Perceptivo É a capacidade que permite à criança manter-se em constante relação com o meio ambienteatravés dos estímulos recebidos e das respostas aomeio ambiente; O resultado desta relação forma o “esquemacorporal”
    • Sistemas Sócio-Perceptivos relacionados à NataçãoVisual (materiais) Auditivo (sons) Tátil (água – calor,frio) Cinestésico (consciência do corpo) Proprioceptivo Vestibular (manter o corpo em equilíbrio) Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 255
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 256
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 257
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 258
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 259
    • Preparação do Ambiente Propício à Aprendizagem Lúdico (comportamento espontâneo) Através da brincadeira conseguimos: motivação,alívio da ansiedade, confiança, cognição, convívio social, expressar sentimentos. Aspecto afetivo (ações de pais, professores influenciando nas crianças) Explorar os materiais Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 260
    • Outras Estratégias 1 – Descontração – Água quente provoca descontração e relaxamento 2 – Sustentação da Cabeça – Estimulação da musculatura dorsal, através da postura horizontal na natação; 3 – Movimentação Global – Natação (exercício físico global). 4 – Período de Jogos - Água elemento lúdico natural COM ESTAS QUATRO ASSOCIAÇÕES, TEREMOS MATERIAL PARA TRABALHO DURANTE MUITO TEMPO.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 261
    • FUNÇÃO DOS PAISSegurança AfetivaSegurança FísicaAgente (auxílio) no desempenhoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 262
    • Orientações para os Pais Finalidade geral do programa aquático Objetivos e metodologias da Instituição Orientações sobre estimulação e a não comparação Orientações técnicas Os benefícios da atividade aquática Orientações sobre saúde, segurança, em casa ou outras piscinasProf. Marcus Vinícius Patente Alves 263
    • FUNÇÃO DO PROFESSOR MediadorProf. Marcus Vinícius Patente Alves 264
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 265
    • Atividade Física para GestanteProf. Marcus Vinícius Patente Alves 266
    • Atividade Física para GestantesSão exercícios regulares que proporcionammelhoria na qualidade de vida e namanutenção da saúde (capacidade de gerenciara vida e resistir aos obstáculos do cotidiano).“ O aspecto mais interessante a ser discutido éo questionamento no sentido dos benefíciosque o exercício trará a gestante e a criança.” Turíbio, 1997 Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 267
    • Benefícios do Trabalho Aquático- Melhor condição do recém-nascido por ocasião do parto;- Recém-nascido de melhor faixa do peso corporal;- Diferenças estruturais favoráveis tanto no músculo esquelético quanto no coração (o que mais chamou a atenção é a evidência de que os recém-nascidos cujas mães realizavam exercícios aeróbios durante a gestação, apresentavam maior número de vasos sangüíneos na circulação coronária). Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 268
    • Desvantagens do Trabalho Aquático• Pessoas não adaptadas ao meio líquido ficam ansiosas quando imersas no mesmo.• O aumento da diurese ocasiona inúmeras saídas da piscina e outro fator que podemos citar como desvantagem é a dificuldade na fixação e no isolamento dos movimentos. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 269
    • ConclusãoInúmeras são as vantagens para o trabalho aquático com gestantes, porém temos alguns empecilhos que nos levam a ter uma atenção especial para esse grupo de pessoas elaborando com muito cuidado nossas aulas para não sobrecarregar o que naturalmente já lhe é alterado de forma metabólica (aumento do metabolismo basal, aumento do consumo de oxigênio, aumento do débito cardíaco, resistência periférica diminuída, hiper lordose lombar, hiper cifose torácica, etc.). Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 270
    • Explanação Superficial da Gravidez É dividida em 3 trimestres (40 semanas)Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 271
    • 1º Trimestre (12ª semana) ·Nidificação (fixação) ovo · O útero ainda é um órgão pélvico ·Modificações hormonais - náuseas e vômitos · Início do hormônio relaxina Ganho de peso  1,5 KgProf. Marcus Vinícius Patente Alves 272
    • 2º Trimestre (13ª à 25ª semana) Gravidez visível Período de maior crescimento fetal, depósito de cálcio (16ª semana). Alimentação - basicamente crescimento Maior estabilidade fetalProf. Marcus Vinícius Patente Alves 273
    • 3º Trimestre (26ª à 40ª semana) Útero aumentado em até 40 vezes Sua capacidade em até 100 vezes e seu peso em 20 vezes o normal Alimento já é acumulado em forma de gordura Mamas aumentam cerca de 500g à época do parto Atuação máxima do hormônio relaxina, causando frouxidão ligamentar para a passagem do feto Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 274
    •  O período de gravidez pode parecer muito longo se comparado às muitas coisas que podemos realizar no mesmo tempo e à tudo o que a vida nos reserva em questão de surpresa de mudanças. Mas, por outro lado, a natureza é sabia o bastante para fazer com que tudo aconteça aos poucos, para que cada fase desse período mágico possa ser bem assimilada pela mamãe, pelo corpo dela e pelo novo ser que está se formando. São cerca de 300 dias de pura transformação...Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 275
    • • Os sintomas da gravidez variam muito de mulher para mulher . Muitos deles estão relacionados à fase emocional pela qual passa a gestante: se a gravidez foi planejada; se ela se sente preparada para ser mãe; se ela está bem com o parceiro: e tantas outras questões pessoais que vão influenciar diretamente nas emoções, na saúde e na gravidez como um todo. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 276
    • Quarenta semanas para uma nova vida• Durante o primeiro mês,as mudanças são tão sutis que,se a mamãe não estiver atenta,talvez nem ela mesmo se dê conta de que está grávida.O atraso menstrual sugere a gravidez. No final da oitava semana,ainda não há nenhum sinal de barriguinha. Esteticamente, tudo continua como antes.Algumas reações internas do organismo podem surgir.Como algo novo está crescendo na região do abdome,próximo ao estômago e a todos os outros órgãos que auxiliam na digestão ,as mamães geralmente sentem náuseas,enjôos e chegam até a vomitar durante os três primeiros meses de gestação,quando então o organismo começa a se adaptar com a presença do bebê. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 277
    • • Exatamente por causa dos vômitos,é provável que, ao invés de ganhar, a mamãe perca peso neste período.• Uma pequena barriguinha já começa a se fazer notar na 12a semana. Na balança,se a mãe estiver se alimentando corretamente, é provável que os ponteiros mostrem cerca de 1,5kg a mais. Os seios ficam mais cheios, duros e,por isso, talvez ela sinta-os mais sensíveis e, as vezes, até doloridos. É provável que a mãe perceba seu humor bastante inconstante.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 278
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 279
    • TEMPO DE GESTAÇÃO X AUMENTO DE PESO VARIÁVEL 3 MESES 5 MESES 7 MESES 9 MESES Feto 5 300 1500 3400 Peso em Sangue 100 600 1300 1250 Gra Gordura 310 2050 3480 3500 mas Líquido Extracelular 0 30 80 1650 Líquido Amniótico 30 350 750 800 Útero 140 320 600 1000 Placenta 20 170 430 650 Mamas 45 180 360 500 TOTAL 650 4000 8500 12750 Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 280
    • Modificações orgânicas Ganho de peso de 25% é normal Aumento do útero em tamanho e peso e deslocamento de órgão pélvico à abdominal Aumento do ângulo subcostal, elevação de 4cm do diafragma. A freqüência respiratória não altera, mas a profundidade da respiração aumenta Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 281
    • Modificações orgânicas O volume sangüíneo aumenta progressivamente 35 a 50%(1,5 a 2l) ao longo da gestação A freqüência cardíaca aumenta 10 a 20 Bpm Ocorre alongamento do músculo abdominal Frouxidão ligamentar Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 282
    • Modificações orgânicas Postura - rotação interna dos ombros (crescimento das mamas). Lordose cervical acentuada (compensação alinhamento ombro). Lordose lombar acentuada (compensar centro de gravidade e aumento do deslocamento do útero) Retorno venoso prejudicado devido à compressão das veias e principalmente da veia cava inferiorProf. Marcus Vinícius Patente Alves 283
    • Possíveis patologias decorrentes da gestação Diástase dos retos  Dor lombar  Veias varicosas  Fraqueza do assoalho pélvico  Frouxidão articular Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 284
    • Sinais e sintomas para interrupção de exercícios Dor (de qualquer tipo, torácica, cefaléia, etc.). Contrações uterinas (com intervalos de 20 minutos) Hemorragia (sangramento) Fraqueza Falta de ar Batimento cardíaco irregular Vômitos e náuseas Dor na coluna Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 285
    • Sinais e sintomas para interrupção de exercícios Dor no quadril ou pélvica Dificuldade para andar Edema generalizado Atividade fetal diminuídaProf. Marcus Vinícius Patente Alves 286
    • Restrições ao exercícioNão liberada pelo médico Nenhum atendimento pré-natal Sofrimento fetal Hipertensão arterial severa Hemorragia uterina Infecções agudas Doença cardíaca TromboflebiteProf. Marcus Vinícius Patente Alves 287
    • Objetivos Gerais1) Manter o condicionamento físico da gestante.2) Prevenir e combater problemas de coluna lombar e assoalho pélvico.3) Controlar possíveis ganhos de peso corporal.4) Promover uma gravidez saudável e preparar a musculatura específica para ajudar no trabalho de partoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 288
    • Objetivos específicos1) Melhoria da auto-estima e sociabilização.2) Adquirir maior consciência corporal.3) Desenvolver a capacidade aeróbia e muscular.4) Promover um relaxamento corporal.5) Dar ênfase a respiração para uma maior tranqüilidade no parto.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 289
    • Objetivos pós-parto1) Facilitar o retorno do corpo ao estado pré-gravidez (fortalecimento dos músculos doassoalho pélvico e dos abdominais)2)Reforçar o condicionamento cardiovascular(Treinamento aeróbio leve)3) Corrigir a postura (melhora do alinhamento etônus dos músculos posturais)4) Incrementar o bem estar5) Proporcionar a oportunidade de relaxamento Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 290
    • ALONGAMENTO EFORTALECIMENTO“Durante a Gestação”.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 291
    • 1.Região anterior do pescoço: aumentar o tônus 1 muscular. 2 2.Região cervical: alongar. 3 3.Musculatura peitoral: alongar. 4 4.Região interescapular: musculatura adutora de5 escápulas – fortalecer. 6 5.Musculatura abdominal: Aumentar o tônus “fortalecer” estimar correção postural. 6. Região lombar: alongar – correção postural7 8 7.Musculatura ilíaca (psoas-ilíaco): alongar. 8.Musculatura dos glúteos: fortalecer – correção9 postural. 9.Musculatura anterior da perna – quadríceps: alongar/ 1 0 musculatura adutora da coxa: fortalecer 1 1 10.Musculatura isquiotibiais e tríceps sural: alongar. 11.Musculaturas tibiais e fibulares anteriores: fortalecer. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 292
    • BIBLIOGRAFIA Lévy, Janine. O despertar do Bebê, São Paulo, SP: Editora Martins Fontes 2001. Lima, W. Urizzi. Ensinando Natação, São Paulo, SP, Phorte Editora, 1999 Fontanelli, José A, & Marília S. Natação para Bebês (entre o prazer e a técnica), São Paulo, SP, Ground Editora, 1985 Machado, David. C. Metodologia da Natação EPU Palmer, Mervyn L. A Ciência do Ensino da Natação, São Paulo, SP Manole Garoff, G. & Catteau R. O Ensino da Natação, São Paulo, SP, Manole 3ª edição Maglischo, Enerst W. Nadando Ainda Mais Rápido, São Paulo, SP, Manole. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 293
    • OBRIGADO marcusalves2000@yahoo.com.brProf. Marcus Vinícius Patente Alves 294
    • UTILIZEM O MATERIAL SEM PROBLEMAS, APENAS DÊ CRÉDITO A QUEM O ELABOROUProf. Marcus Vinícius Patente Alves 295
    • Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 296