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LINGUAGEM CORPORAL ATIVIDADES EM MEIO       LÍQUIDOProf. Marcus Vinícius Patente Alves
A relação entre o homem e o meio                 líquido7.000 AC Peito  Prof. Marcus Vinícius Patente Alves   2
3.000 AC        Crawl Séc. XVI “Peito” –                                ?transporte de armas    Prof. Marcus Vinícius Pate...
Séc XIX         CrawlPeito” c/     Elevação                       costas posição      de um dos lateral       braçosdo cor...
1912                       Crawl                           Moderno      Introdução à                                      ...
Crawl                Costa 1933/35                  Borboleta,                  desenvolvi                  do a partir   ...
Atividades em Meio LíquidoProf. Marcus Vinícius Patente Alves   7
A HISTÓRIA DA NATAÇÃO• CATTEAU & GAROFF (1990) e  VELASCO (1994); são unânimes em  afirmar que a origem da natação é tão a...
• VELASCO (1994, p.27), diz que “uma queda  acidental na água, teria ensinado (ou despertado) o  homem, certa habilidade (...
Dizem também que esta atividade sobreviveuaos séculos e assumiu diversas conotaçõesentre os povos da antiguidade, principa...
A interação do homem ao meio liquido levou-oa criar formas de locomoção na água, massomente por volta de 1538 é que surgiu...
• Somente em 1925 Kurt Wiessner, citado por  Wike (1982) e Damasceno (1992), conseguiu  libertar-se da visão mecanicista d...
• Com base em Wiessner, considerado como precursor  do ensino moderno da natação, surgiram inúmeras  perspectivas pedagógi...
• Porém, para VELASCO (1994), o esboço da  braçada do crawl já havia sido desenvolvido  rudemente, pelos egípcios e assíri...
A Natação Brasileira• A natação foi introduzida oficialmente no Brasil  em 31 de julho de 1897, quando clubes Botafogo,  G...
• Em 1908 acontecem em Montevidéu as primeiras  provas internacionais na América do Sul. Graças  ao famoso Abraão Saliture...
• A natação brasileira trilha um longo caminho nas  águas turbulentas da elite internacional. Em 1920, na  Antuérpia, a eq...
• Por oito vezes ao longo deste século, o Brasil teve atletas  com a melhor marca do planeta. Em 11 de novembro de  1939, ...
• Na      Olimpíada     de  Helsinki, em 1952,  Tetsuo         Okamoto  ganhou a medalha de  bronze nos 1500 m  livre, com...
• Em 1961, Manuel dos Santos superou o recorde dos  100m em piscina longa com 53.60• Sete anos depois, Silvio Fiolo era o ...
• Gustavo      Borges,    Fernando  Scherer, Alexandre Massura e  André Cordeiro - Equipe de  revezamento      4x100m     ...
ORIGEM DA PEDAGOGIA• Ao longo das sucessivas civilizações, a necessidade,  deve ter presidido ao nascimento e ao desenvolv...
• Concepções da Pedagogia da Natação:  Existem três correntes ligadas as formas  tradicionais do pensamento humano, são el...
CORRENTE GLOBAL•   CARACTERÍSTICAS:•   Sem preocupação com o método ou    organização da aprendizagem confiança    no inst...
CORRENTE GLOBAL•    Incompetência técnica•    Equilíbrio entre saber nadar e saber ensinar•    Incapacidade para resolver ...
CORRENTE GLOBAL• PONTOS POSITIVOS:  – Determinação dos 3 pontos fundamentais da    pedagogia moderna:          – Equilíbri...
CORRENTE GLOBAL• PONTOS NEGATIVOS:  – Redução do homem ao instinto  – Perda de tempo no processo  – Tudo se resolve com o ...
CORRENTE ANALÍTICA• Características:• Reprodução de movimentos levando à  capacidade de nadar,• Utilização dos educativos ...
CORRENTE ANALÍTICA• Aspectos positivos:   – Tentativa metodológica   – Formas coletivas de trabalho sob o comando do     p...
CORRENTE ANALÍTICA• ASPECTOS NEGATIVOS:  – Natação reduzida apenas aos movimentos    (mecanização),  – Noção de uma “duraç...
CORRENTE MODERNA OU       SINTÉTICA• O PROFESSOR• O professor deve constatar seus insucessos –  perceber imperfeições no s...
CORRENTE MODERNA OU       SINTÉTICA• O ALUNO• É um indivíduo trabalhando em uma  estrutura coletiva,• Possui           sua...
CORRENTE MODERNA OU       SINTÉTICA• O MÉTODO• A aprendizagem está baseada em três unidades  básicas   – equilíbrio   – re...
TIPOS DE SENSIBILIDADE• EXTEROCEPTIVAS:  – O TATO (analisador tátil) – receptores    localizados na pele  – A VISÃO (anali...
TIPOS DE SENSIBILIDADE• PROPRIOCEPTIVAS  – SENTIDO CINESTÉSICO – receptores    especializados localizados nos músculos,   ...
TIPOS DE SENSIBILIDADE• INTEROCEPTIVAS:• - Ligadas à vida orgânica e vegetativa  (fome, sede, febre, etc).Prof. Marcus Vin...
Mecânica da Natação• Quando se estuda a mecânica humana,  quatro fatores, ao menos devem ser levados  em consideração:  – ...
Mecânica da Natação• Classicamente, o estudo da mecânica se  divide em dois grandes capítulos:  – Estática  – Dinâmica  – ...
Estática  – Estudo do corpo em repouso.  – O equilíbrio estático do corpo é determinado    pelas forças que se exercem sob...
Centro de Massa (CM) e Centro de             gravidade (CG)• A situação mais simples de localização do  centro de gravidad...
Figura 2. Posição do centro de gravidade.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves                41
Empuxo• é a força exercida pela água com  intensidade igual ao peso do volume de  água deslocado pelo corpo submerso (ou  ...
Empuxo• O empuxo pode ser expresso em função da  densidade, pois:• E =P(h20) = m(h2o) * g• Como d = m/v m = d*v• Onde:• m ...
– A noção de equilíbrio é geralmente muito vaga se  não especificamos a forma.– O equilíbrio passa pelo Centro de Gravidad...
O Centro de Gravidade (CG)  – É o ponto pelo qual se o objeto for suspenso    pode ser perfeitamente equilibrado em todas ...
O Centro de Flutuação (CF)  – É o ponto pelo qual o corpo entra em equilíbrio,    quando se situa na água.  – Equilíbrio d...
Equilíbrio Instável• as forças peso e empuxo não se cancelam  por não estarem em uma mesma direçãoProf. Marcus Vinícius Pa...
Equilíbrio Estável• as forças peso e empuxo se cancelam porestarem em uma mesma direçãoProf. Marcus Vinícius Patente Alves...
Massa• Massa é a quantidade de matéria de um  corpo, é uma propriedade intrínseca do  corpo, sendo a mesma dentro ou fora ...
Massa• Isto é, quanto maior a massa, m, ou inércia  do corpo, maior a força que deve ser• feita para provocar uma aceleraç...
Densidade  – É a relação entre a massa e o volume de um    objeto.  – Isto determina suas características específicas de  ...
Gravidade Específica (GE)– É a relação entre a massa de um dado volume do  objeto e a massa do mesmo volume de água.– Indi...
Hidrodinâmica• É o estudo dos corpos em movimento (dinâmico)  na água ou em fluidos em movimento• Para deslocar-se na água...
Hidrodinâmica• A 2ª Lei de Newton diz que a taxa de variação do  momento de um corpo e proporcional à força  desequilibrad...
NATAÇÃOProf. Marcus Vinícius Patente Alves   55
ORGANIZAÇÃO DA              MODALIDADE     • FINA/LEN/FPN/ASSOC. REG.•    Natação pura desportiva•    Pólo aquático•    Na...
ESPECIFICIDADE DA          MODALIDADE             • Meio aquáticoProf. Marcus Vinícius Patente Alves   57
O QUE É SABER NADAR ?•   Ser capaz de dominar as técnicas•   Ser capaz de se deslocar•   Ser capaz de flutuar•   Ser capaz...
CONCEPÇÃO PEDAGÓGICA• Saber nadar é ter resolvido no meio      aquático o triplo problema:   equilíbrio, respiração e prop...
COMO AVALIAM DIFERENTES  AUTORES O “SABER NADAR”• Cumprir      uma     determinada      distancia   em  determinada(s) téc...
• Ato de sustentar-se e mover-se sobre a água por  impulso próprio ou conservar-se sobre a água, flutuar,  boiar, sobrenad...
Maturação É o estado de prontidão neurofisiológico do organismo em realizar determinadas tarefas, independentes ou não do...
Aprendizagem                                     Aprendizagem                                      Fator novo        Fator...
Cérebro•   DIREITO                                •   ESQUERDO•   Criativo                               •   Racional•   A...
APRENDENDO A ENSINAR     OS ESTILOS
SEQÜÊNCIA PEDAGÓGICA•    Adaptação ao meio líquido•    Respiração Geral•    Flutuação•    Propulsão de pernas•    Propulsã...
Adaptação ao Meio Líquido• Razões        que  justificam   uma  adaptação ao meio  aquáticoProf. Marcus Vinícius Patente A...
•    Atitude habitual do homem (vertical)•    Deslocação (marcha)•    M.S. / M.I.•    Rotação da cabeça•    Vias respirató...
CONDICIONANTES DO K    HUMANO NO MEIO AQUÁTICO• Proximidade das vias respiratórias (evitar o  contacto)• Deslocamento (aus...
MEIO TERRESTRE VS MEIO AQUÁTICOProf. Marcus Vinícius Patente Alves   70
EQUILÍBRIO• Vertical                   • Horizontal• Cabeça vertical            • Cabeça horizontal• Olhar horizontal • Ol...
RESPIRAÇÃO•   Nasal                    •   Bucal•   Reflexa                  •   Voluntária•   Inspiração ativa         • ...
MEMBROS SUPERIORES• Equilíbrio              • Ação propulsivaProf. Marcus Vinícius Patente Alves           73
MEMBROS INFERIORES                          • Equilíbrio• Ação propulsivaProf. Marcus Vinícius Patente Alves      74
PROPULSÃO• a força que impele o nadador para a frente, sendo  criada pelos braços e algumas vezes pelas pernas.  Realmente...
A terceira lei do movimento de   Newton – Lei da ação-reação• Esta lei, enunciada por Newton há mais de  250 anos determin...
Princípio da inércia ou da     continuidade do movimento• A inércia é uma das propriedades fundamentais da  matéria, deter...
Princípio da inércia ou da     continuidade do movimento• Segundo Counsilman (1984) uma propulsão  continuada é mais efica...
com os braços                Propulsivas         com os pés                                    com o resto do corpoForçasa...
flutuação força propulsora                                      arrastro                       gravidadeProf. Marcus Viníc...
Introdução à Natação   Princípios que ajudam o     professor no processo        aprendizagemProf. Marcus Vinícius Patente ...
MOTIVAÇÃO• é um fator de grande importância para a aprendizagem;• O aluno tem mais motivação para aprender quando AS  COIS...
Princípios que ajudam o professor no            processo aprendizagem• ELOGIOS E RECOMPENSAS ajudam mais a motivar o  alun...
Princípios que ajudam o professor no         processo aprendizagem• As experiências de aprendizagem devem  caminhar do SIM...
Nado Crawl• Antes de iniciarmos o ensino do nado crawl ou  livre, vamos nos ater primeiro a algumas noções  básicas.• Prim...
Nado CrawlProf. Marcus Vinícius Patente Alves   86
Pernada• Ação alternada e contínua que se dá  principalmente no plano vertical.• Mantém o corpo na posição horizontal, cri...
Pernada• Direção principal: para cima e para baixo.• Também possuem componentes laterais  (pernada de adejamento)Prof. Mar...
Ritmo das Pernadas• Refere-se ao número de pernadas por ciclo  de braçadas (duas braçadas).• Dentre estes ritmos temos: de...
Pernada de seis tempos• Mais popular• Pernada  controlada  com        as  varreduras  (Maglischo)   Prof. Marcus Vinícius ...
Pernada de dois Tempos• Tem sido empregada principalmente, mas  não exclusivamente por nadadores fundistas  de ambos os se...
Pernada reta de dois tempos• O nadador executa duas pernadas para baixo  por ciclo de braços, ou uma por braçada.• Cada pe...
Pernada reta de dois temposProf. Marcus Vinícius Patente Alves   93
Pernada Cruzada de Dois tempos• Preferido por um número significativo de  nadadores do sexo masculino.• Na verdade ocorrem...
Pernada Cruzada de Dois temposProf. Marcus Vinícius Patente Alves   95
Qual o melhor ritmo?• Depende.• Treino inicial, tamanho de pernas Nadadores que optaram por pernadas cruzadas de  dois te...
AÇÃO DOS BRAÇOS    BRAÇADA
Movimento dos Braços• Caracteriza-se por dois momentos (R.  Catteau e G. Garoff):• Um movimento de trás para frente em  re...
Movimento dos Braços• Dividido em duas fases (Palmer): Fase  propulsiva e fase de recuperação.• Fase Propulsiva divide se ...
Movimento dos Braços• Maglischo considera que existam três  varreduras diagonais na fase submersa: uma  para baixo, uma pa...
Respiração• (R. Catteau e G. Garoff): Inspiração deve  usar o mínimo de tempo, por isto a abertura  da boca é importante, ...
Respiração• Marvyn L. Palmer – devem ser executados  de tal maneira que se harmonizem ao invés  de interferirem no padrão ...
Respiração• A expiração dentro da água pode ser  gradual ou explosiva, sendo feita pelo nariz  e/ou pela boca. Gradual – ...
Respiração• Ernest Maglischo – Movimentos devem ser  coordenados com o rolamento do corpo,  para que seja reduzida a tendê...
Respiração Habitual – respiração apenas de um dos lados. Alternada – respiração a cada três braçadas (vantagens – mais s...
Prof. Marcus Vinícius Patente Alves   106
ONADO DECOSTA Prof. Marcus Vinícius Patente Alves   107
Prof. Marcus Vinícius Patente Alves   108
O Nado de Costas           ou Crawl de CostasProf. Marcus Vinícius Patente Alves   109
O Nado de Costas           ou Crawl de Costas Maglischo – Evoluiu do nado de peito invertido, (braços simultâneos e perna...
Pernada do Costas Maglischo – Semelhante ao Crawl, constitui-se de alternância de impulsos diagonais de pernas denominado...
Pernada para Cima É uma extensão “em chicotada” da pernada que começa com a flexão do quadril, seguida pela extensão do j...
Pernada para Baixo É uma ação similar a um repique, começa quando a pernada para cima precedente está perto de terminar.P...
Papel Estabilizador das Pernas Importante par manter os alinhamentos lateral e horizontal do corpoProf. Marcus Vinícius P...
Pernada de Golfinho É permitida por no máximo 15m e geralmente é feita cerca de 1 a 1,5m de profundidade. Semelhante à p...
Pernada do Costa (R. Catteau e G. Garoff): É mais importante do que no nado livre. Se explica por contribuir para a ação ...
Pernada do Costa Marvyn L. Palmer – As pernas se movem alternadamente num plano tendendo à vertical (o movimento não deve...
A Ação dos Braços (R. Catteau e G. Garoff): Dividiu em duas partes, a primeira dedicada à recuperação e a segunda basicam...
A Recuperação Compreende, sucessivamente, uma parte aquática (o desmanchamento), uma parte aérea e uma parte aquática (a ...
A Parte Motora (R. Catteau e G. Garoff): Sentido da deslocação da mão da frente para trás. Existem duas fases: empurre q...
A Ação dos Braços Marvyn L. Palmer Duas fases principais:Propulsiva       (agarre, tração    e     empurre) Recuperação...
A Ação dos Braços Maglischo – Divide o nado em quatro varreduras submersas seguidas pela liberação e pela saída do braço ...
Posição do Corpo e RespiraçãoProf. Marcus Vinícius Patente Alves   123
Posição do Corpo e Respiração Maglischo – Os nadadores tem dificuldades em manter o alinhamento lateral (braçadas alterna...
Posição do Corpo e Respiração Alinhamento Lateral – quadris e pernas do nadador dentro de um espaço limitado pela largura...
Respiração Embora seja o único nado em que as vias respiratórias estejam fora da água todo o tempo, prefere-se respirar e...
Nado de Peito ou Clássico                    Eduardo FischerProf. Marcus Vinícius Patente Alves   127
Georgina BardachProf. Marcus Vinícius Patente Alves    128
Nado de Peito ou ClássicoProf. Marcus Vinícius Patente Alves   129
PEITO             Seqüencia Pedagógica•    Adaptação•    Respiração Geral•    Flutuação – ventral, vertical•    Propulsão ...
Nado Peito• Rica história em competições.• 1º nado competitivo depois da idade das trevas• Pai de todos os nados• Inicialm...
Nado Peito• Antigamente era estilo plano• Atualmente estilo ondulante Prof. Marcus Vinícius Patente Alves   132
Prof. Marcus Vinícius Patente Alves   133
Comparação do Arrasto ResistivoProf. Marcus Vinícius Patente Alves   134
Braçada Consiste basicamente em uma varredura para fora, para dentro (única fase propulsiva) e a recuperação.Prof. Marcus...
Varredura para fora Principal função colocar os braços em posição de gerar força propulsiva durante a varredura propulsiv...
A Mecânica da Braçada             do Nado de Peito É importante: abrir os braços até uma posição cômoda, e de preferência...
A Mecânica da Braçada             do Nado de Peito Após o apoio, a palma da mão é dirigida para o lado e para o fundo   P...
A Mecânica da Braçada             do Nado de Peito O ante-braço e a mão formam uma única peça, não    havendo nenhum movi...
A Mecânica da Braçada             do Nado de PeitoO       movimento     de supinação é feito pelo ante-braço. As mãos te...
Varredura para Dentro• É a fase propulsiva da braçada• Após o agarre o movimento segue para fora,  para trás, para baixo e...
Estudo da Pernada As pernas mais que os outros estilos, é muito responsável pela propulsão no nado peito, dividindo com o...
A Mecânica da Pernada          do Nado de Peito    Partimos da Posição Estendida Os joelhos se flexionam e as pernas são ...
A Mecânica da Pernada           do Nado de Peito     Partimos da Posição Estendida As    coxas formam, com o corpo, um ân...
A Mecânica da Pernada           do Nado de Peito     Partimos da Posição Estendida Na     maior flexão     dos joelhos, e...
A Mecânica da Pernada             do Nado de Peito Os pés são trazidos flexionados, isto é, pontas dos dedos dirigida par...
A Mecânica da Pernada          do Nado de Peito    Partimos da Posição Estendida O quadril se     abaixa ligeiramente, ao...
A Mecânica da Pernada           do Nado de Peito     Partimos da Posição Estendida As pernas são estendidas em um movimen...
A Mecânica da Pernada          do Nado de Peito    Partimos da Posição Estendida Agora os pés se    estendem completament...
A Mecânica da Pernada           do Nado de Peito     Partimos da Posição Estendida O na ritmo      da pernada deve    ser...
Pernada doNado PeitoPernada em chicotadaProf. Marcus Vinícius Patente Alves   151
Varredura para fora• Não é um movimento propulsivo• Finalidade: posicionar os pés para a  varredura para dentro.Prof. Marc...
Varredura para dentro• Começa no momento do agarre• As pernas movimetam-se para baixo, para  trás e para dentroProf. Marcu...
O Nado BorboletaProf. Marcus Vinícius Patente Alves   154
O Nado BorboletaProf. Marcus Vinícius Patente Alves   155
O Nado Borboleta• Decorrente das classificações atrás apresentadas para  as técnicas de nado, pode dizer-se que o Borbolet...
Origem• A técnica de Borboleta deriva da linha evolutiva da  técnica de peito, apesar das suas          maiores  semelhanç...
• O alemão Erich Rademacher, aproveitou essa lacuna  regulamentar para ganhar a prova de 200 metros Peito  dos Campeonatos...
• No ano de 1935, surge o movimento ondulatório  do corpo, semelhante ao que utiliza o golfinho, um  dos mamíferos de maio...
• Em 1953, a FINA não permite a  recuperação aérea dos MS nas provas de  Bruços e reconhece uma quarta técnica de  nado: o...
Linha Evolutiva                              da Técnica do Borboleta1926      Peito - Borboleta                           ...
AÇÃO DOS MEMBROS        INFERIORES   • Este movimento é idêntico ao da técnica de     crawl. A simultaneidade das ações pr...
FASE ASCENDENTE• Inicia-se no momento em que os M.I: estão em completa  extensão e os pés no ponto mais profundo da sua tr...
FASE DESCENDENTE• É a fase propulsiva da acção dos M.I. Deve-se executar em  aceleração constante, terminando num moviment...
O BATIMENTO DE      PERNAS                  • 1) Dois batimentos para cada ciclo                    de braços, o 1º com a ...
• Segundo Tiffany, o 1º batimento assegura a  manutenção da velocidade e ajuda os braços a  conservar uma velocidade ótima...
Segundo Consilman , o 1º batimento é mais amplo e     vigoroso e poderá causar alguma propulsão,contrariamente ao 2º funda...
Segundo Maglischo                       • O 1º batimento pode servir                         para elevar as ancas e ser um...
Erros mais frequentes     na pernada                            • 1- Flexão exagerada                              dos joe...
PROGRESSÕES PEDAGÓGICAS PARA A    PERNADA DE MARIPOSA E    NOÇÃO DE ONDULAÇÃO.  Prof. Marcus Vinícius Patente Alves   170
• Saltos de golfinho, empurrando com as mãos no  fundo para voltar à superfície.• Empurrar a parede e executar 3-4 batimen...
• Batimento de golfinho, em posição lateral,  c/ um braço ao longo do corpo e o outro  em elevação superior.• Batimentos d...
AÇÃO DOS MEMBROS SUPERIORESProf. Marcus Vinícius Patente Alves   173
A AÇÃO DOS M.S. É COMPOSTA        POR DUAS FASES• FASE  PROPULSIVA• RECUPERAÇÃO Prof. Marcus Vinícius Patente Alves   174
FASE PROPULSIVA     - Entrada / Tração /empurre                        •   ENTRADA•  M. quase em extensão, descontraídos, ...
TRAÇÃO• A 1ª parte desta acção assemelha-se à da técnica de  peito.• Dá-se um afastamento dos M., entrando estes quase  em...
TRAÇÃO• Quando as mãos atingem o plano vertical que  passa pela parte superior da cabeça, a  orientação e o trajeto dos an...
EMPURREProf. Marcus Vinícius Patente Alves   178
EMPURRE• Inicia-se quando os M. ultrapassam o plano  vertical que passa pelos ombros.• Os antebraços e as mãos continuam o...
EMPURRE• Esta fase termina com os M. em extensão  quase completa. Quando as mãos estão a  terminar o seu movimento para tr...
EMPURRE• Quando os cotovelos saem da água, as mãos e os  antebraços efetuam uma rotação externa de modo  a criarem uma men...
RECUPERAÇÃOProf. Marcus Vinícius Patente Alves   182
RECUPERAÇÃO• Inicia-se quando os M. abandonam a água.• Os M.S. saem da água de forma vigorosa  devido ao impulso dinâmico ...
RECUPERAÇÃO• No último terço da recuperação, o antebraço e a  mão sofrem uma aceleração que é acompanhada  por uma acentua...
RESPIRAÇÃOProf. Marcus Vinícius Patente Alves   185
RESPIRAÇÃO• Tal como nas outras técnicas, é composta por  uma fase de inspiração (aérea) e uma fase de  expiração (sub-aqu...
RESPIRAÇÃO• A seguir à inspiração os músculos extensores  do pescoço relaxam-se e a cabeça coloca-se  em ligeira flexão re...
COORDENAÇÃO E SINCRONIZAÇÃOProf. Marcus Vinícius Patente Alves   188
COORDENAÇÃO E  SINCRONIZAÇÃO• Hoje em dia é reconhecida como técnica base aquela  em que se executam 2 batimentos dos M.I....
COORDENAÇÃO ESINCRONIZAÇÃO• O 2º batimento verifica-se quando os M.S. iniciam  a 2ª metade do “empurre”. Embora seja,  nor...
COORDENAÇÃO ESINCRONIZAÇÃO• O deslize que se verifica aquando do 1º batimento  possibilita que os M.S. se coloquem de form...
COORDENAÇÃO ESINCRONIZAÇÃO• O 2º batimento, ao elevar as ancas, permite que as  mãos passem sob as mesmas. Caso este batim...
COORDENAÇÃO ESINCRONIZAÇÃO • Não esquecer que a posição da cabeça   condiciona a posição do resto do corpo. A   chave para...
ERROS MAIS FREQUENTESProf. Marcus Vinícius Patente Alves   194
ERROS MAIS FREQUENTES• A cabeça sai muito cedo da água - obriga a  que não se faça o empurre.• A cabeça muito para trás e ...
ERROS MAIS FREQUENTES• A recuperação aérea com os cotovelos muito fletidos  e elevados - é inútil e exige grandes gastos d...
O ENSINO DA TÉCNICA DE      BORBOLETAProf. Marcus Vinícius Patente Alves   197
O ENSINO DA TÉCNICA DE               BORBOLETA• Existe uma certa polémica sobre a ordem pela qual  deve ser ensinada a téc...
Saídas e ViradasProf. Marcus Vinícius Patente Alves   199
Saídas e ViradasProf. Marcus Vinícius Patente Alves   200
Prof. Marcus Vinícius Patente Alves   201
 Após o aluno ter assimilado e aprendido o estilo e o mergulho elementar. Podemos iniciar através de exercícios educativ...
 A mais utilizada é a “grab start” ou normalmente conhecida como saída de agarre. Introduzida nos anos de 1970, substitu...
Prof. Marcus Vinícius Patente Alves   204
Prof. Marcus Vinícius Patente Alves   205
Prof. Marcus Vinícius Patente Alves   206
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Prof. Marcus Vinícius Patente Alves   216
Prof. Marcus Vinícius Patente Alves   217
Borboleta para   o costas Prof. Marcus Vinícius Patente Alves   218
Costas para o   Peito    Prof. Marcus Vinícius Patente Alves   219
Peito para  CrawlProf. Marcus Vinícius Patente Alves   220
NATAÇÃO PARA BEBÊS   E GESTANTESProf. Marcus Vinícius Patente Alves   221
O Meio Aquático     Lembre-se que cada um é um     ser diferente com suas virtudes e     seus defeitos, afinal perfeito só...
Água, Benefícios, Vantagens e         Desvantagens  Para falarmos de atividades aquáticas deveremos  entender o meio que i...
Benefícios do Meio Aquático   Alguns benefícios em água aquecida:   Relaxamento Muscular   Redução da sensibilidade à dor ...
EXERCÍCIOS FÍSICOS        AQUÁTICOS     Produzem       reações       fisiológicas diferentes pelo efeito fisiológico da ág...
Propriedades     Físicas da ÁguaProf. Marcus Vinícius Patente Alves   226
FLUTUAÇÃO"Quando um corpo está completamente ou parcialmente imerso  em um líquido em repouso, ele sofre um empuxo para ci...
DENSIDADE      É a relação entre a massa de um dado volume  de substância e a massa do mesmo volume de  água. O gelo é men...
PRESSÃO HIDROSTÁTICAÉ exercida igualmente sobre todas as partes docorpo imerso em repouso a uma dadaprofundidade" .       ...
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TEMPERATURA   Influencia     em       algumas     variaçõescardiovasculares. Quanto maior a temperatura,maior a F.C para q...
NATAÇÃO PARA BEBÊSProf. Marcus Vinícius Patente Alves   232
ASPÉCTOS DO DESENVOLVIMENTO DA            CRIANÇA    E SUA RELAÇÃO COM A ÁGUA     Para o nosso trabalho, é importante conh...
2 – Quem são nossos Bebês?                       • São Crianças de 0 a 3                         anos divididos em três   ...
Maturação Neuro-Motora1.    Ao nascer o bebê utiliza-se de sua habilidade   reflexa primitiva de sobrevivência para respon...
Maturação É o estado de prontidão neurofisiológico do organismo em realizar determinadas tarefas, independentes ou não do...
Aprendizagem                                     Aprendizagem                                      Fator novo        Fator...
Função dos Reflexos      Nesse ponto de vista, os reflexos servem comoequipamento primário de reunião de informações, que ...
REFLEXOS PRIMITIVOS      Os reflexos primitivos estão intimamenteassociados à obtenção de alimento e proteçãodo bebê.     ...
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Descrição dos Reflexos Primitivos Reflexo de Moro – uma das ferramentas mais  usadas para exame neurológico do bebê – são...
Descrição dos Reflexos PrimitivosPreensão Plantar e Babinski – O toque na sola do pé do recém nascido causa pressão e dis...
Reflexo de preensão                   Reflexo assimétrico palmar e plantar                      deitado e sentado         ...
Reflexos Posturais Fazem lembrar os movimentos voluntários  posteriores. Automaticamente fornecem a manutenção de uma  p...
Reflexos Corretivos labirínticos e Visuais É a reação do bebê a fim de manter sua cabeça ereta. Aparece por volta do seg...
Reflexo de Levantamento   É a tentativa involuntária do bebê    de manter-se em posição eretaProf. Marcus Vinícius Patent...
Reflexo de Engatinhar É observado colocando o bebê em posição inclinada e aplicando-se uma pressão à sola de um dos seus ...
Prof. Marcus Vinícius Patente Alves   249
Reflexo Primário de Caminhar    O bebê, seguro ereto, com o peso  corporal colocado para frente em superfície  plana, vai...
Prof. Marcus Vinícius Patente Alves   251
Reflexo de Glote• Breve bloqueio nas vias respiratórias  através da glote.• Presente do nascimento aos 12 meses• Este refl...
Reflexo de Natação Em posição inclinada, imerso na água ou pouco acima do nível desta, o bebê vai exibir movimentos ritmo...
Sistema Sensório-Perceptivo É a capacidade que permite à criança manter-se em constante relação com o meio ambienteatravé...
Sistemas Sócio-Perceptivos           relacionados à NataçãoVisual (materiais) Auditivo (sons) Tátil (água – calor,frio)...
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Preparação do Ambiente Propício à           Aprendizagem Lúdico (comportamento espontâneo) Através da brincadeira conseg...
Outras Estratégias              1 – Descontração – Água quente provoca              descontração e relaxamento            ...
FUNÇÃO DOS PAISSegurança AfetivaSegurança FísicaAgente (auxílio) no desempenhoProf. Marcus Vinícius Patente Alves   262
Orientações para os Pais Finalidade geral do programa aquático Objetivos e metodologias da Instituição Orientações sobr...
FUNÇÃO DO PROFESSOR                            MediadorProf. Marcus Vinícius Patente Alves     264
Prof. Marcus Vinícius Patente Alves   265
Atividade Física para GestanteProf. Marcus Vinícius Patente Alves   266
Atividade Física para GestantesSão exercícios regulares que proporcionammelhoria na qualidade de vida e namanutenção da sa...
Benefícios do Trabalho Aquático- Melhor condição do recém-nascido por  ocasião do parto;- Recém-nascido de melhor faixa do...
Desvantagens do Trabalho            Aquático• Pessoas não adaptadas ao meio líquido  ficam ansiosas quando imersas no mesm...
ConclusãoInúmeras são as vantagens para o trabalho aquático com gestantes, porém temos alguns empecilhos que nos levam a ...
Explanação Superficial da           Gravidez               É dividida em 3 trimestres               (40 semanas)Prof. Marc...
1º Trimestre              (12ª semana) ·Nidificação (fixação) ovo · O útero ainda é um órgão pélvico ·Modificações hormona...
2º Trimestre          (13ª à 25ª semana) Gravidez visível Período de maior crescimento fetal,  depósito de cálcio (16ª s...
3º Trimestre              (26ª à 40ª semana) Útero aumentado em até 40 vezes Sua capacidade em até 100 vezes e seu peso ...
 O período de gravidez pode parecer                     muito longo se comparado às                     muitas coisas que...
• Os sintomas da gravidez variam muito de  mulher para mulher . Muitos deles estão  relacionados à fase emocional pela qua...
Quarenta semanas para uma nova                   vida•    Durante o primeiro mês,as mudanças são tão sutis    que,se a mam...
• Exatamente por causa dos vômitos,é  provável que, ao invés de ganhar, a mamãe  perca peso neste período.• Uma pequena ba...
Prof. Marcus Vinícius Patente Alves   279
TEMPO DE GESTAÇÃO X AUMENTO DE PESO VARIÁVEL       3 MESES   5 MESES   7 MESES   9 MESES    Feto           5        300   ...
Modificações orgânicas Ganho de peso de 25% é normal Aumento do útero em tamanho e peso e  deslocamento de órgão pélvico...
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  1. 1. LINGUAGEM CORPORAL ATIVIDADES EM MEIO LÍQUIDOProf. Marcus Vinícius Patente Alves
  2. 2. A relação entre o homem e o meio líquido7.000 AC Peito Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 2
  3. 3. 3.000 AC Crawl Séc. XVI “Peito” – ?transporte de armas Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 3
  4. 4. Séc XIX CrawlPeito” c/ Elevação costas posição de um dos lateral braçosdo corpo braçada simultânea c/ Artur Braços pernada tesoura Trudjen alternados e puxada emcria o nado c/ pernada semi-círculo Trudjen “tesoura” Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 4
  5. 5. 1912 Crawl Moderno Introdução à braçada (Olimpíadas) alternada Johnny Peito Weissmuller consagra o1924 Moderno Crawl como o (passa a se mais rápido chamar clássico) Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 5
  6. 6. Crawl Costa 1933/35 Borboleta, desenvolvi do a partir Introdução à pernada do peito semelhante ao Crawl1957 Proibição do nado totalmente submerso Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 6
  7. 7. Atividades em Meio LíquidoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 7
  8. 8. A HISTÓRIA DA NATAÇÃO• CATTEAU & GAROFF (1990) e VELASCO (1994); são unânimes em afirmar que a origem da natação é tão antiga quanto à origem da humanidade e que o homem entrou em contato com a água, hostil ou aliada, segundo as circunstâncias tendo aprendido a deslocar-se na água por necessidade, fuga de animais selvagens, fogo,busca de alimentos ou por recreação. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 8
  9. 9. • VELASCO (1994, p.27), diz que “uma queda acidental na água, teria ensinado (ou despertado) o homem, certa habilidade (latente), pela necessidade de sobrevivência”.• LOTUFO (1982), CATTEOU & GAROFF (1990), DAMASCENO (1992) e VELASCO (1994), nos relatam que muitos documentos relativos à arte de nadar sobreviveram aos séculos e as civilizações. Pinturas, murais, baixos relevos, vasos ou fragmentos de vasos pintados, de estatuetas, mosaicos e toda uma literatura relatando as façanhas dos nadadores atestam a importância desta arte na vida dos homens e um conhecimento completo da técnica. Mas tais documentos não nos informam sobre a maneira de adquirir a arte de nadar. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 9
  10. 10. Dizem também que esta atividade sobreviveuaos séculos e assumiu diversas conotaçõesentre os povos da antiguidade, principalmenteentre os gregos e os romanos. Na Grécia,Platão prescreveu na sua lei 689 a célebre frase“Todo cidadão educado é aquele que sabeler e nadar”. Para os romanos a natação eraum requinte de distinção social, aondechegaram a proferir “É tão ignorante que nãosabe ler nem nadar”.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 10
  11. 11. A interação do homem ao meio liquido levou-oa criar formas de locomoção na água, massomente por volta de 1538 é que surgiu oprimeiro manual de natação, de autoria deNikolaus Wynmann sob o título “O nadador ouum diálogo a cerca da arte de nadar”. A partirdas idéias deste manual surgiram muitosmétodos de ensino fora da água, para depoislevar o aluno para a água, sem se preocuparcom sua adaptação ao meio líquido.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 11
  12. 12. • Somente em 1925 Kurt Wiessner, citado por Wike (1982) e Damasceno (1992), conseguiu libertar-se da visão mecanicista da natação, na qual a técnica do movimento era mais importante do que o próprio meio liquido, colocando a questão de que o homem não sabe nadar por natureza, porque não estava habituado a encontrar-se dentro da água. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 12
  13. 13. • Com base em Wiessner, considerado como precursor do ensino moderno da natação, surgiram inúmeras perspectivas pedagógicas, mas que mesmo após a publicação destes trabalhos, MACHADO (1974) e LOTUFO (1982), citam que, insistia-se na época, no ensino do estilo peito, devido a grande influência militar, pois os soldados atravessavam os rios com o armamento, munições e mantimentos e esta era a melhor maneira de se fazê-lo. Isto deu o nome de clássico a este estilo. Só depois é que foram aparecendo as variações para o crawl, o crawl de costas e o borboleta. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 13
  14. 14. • Porém, para VELASCO (1994), o esboço da braçada do crawl já havia sido desenvolvido rudemente, pelos egípcios e assírios, em pinturas nas paredes, indicando os movimentos, cada detalhe de posição das mãos e registro das noções de batimento das pernas desse estilo.• Foi somente a partir da II Guerra Mundial, com a fundação da FINA - Federation Internacionale De Natation Amauter – em 1908, em Londres, estabelecendo as regras definitivas para os estilos é que passou a ocorrer uma normatização dos estilos, facilitando os trabalhos dos profissionais da área. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 14
  15. 15. A Natação Brasileira• A natação foi introduzida oficialmente no Brasil em 31 de julho de 1897, quando clubes Botafogo, Gragoatá, Icaraí e Flamengo fundaram no rio a União de Regatas fluminense que foi chamado mais tarde de Conselho Superior de Regatas e Federação brasileira das Sociedades de Remo.• Em 1898, foi promovido o primeiro campeonato brasileiro de 1500m que teve como campeão Abrão Saliture. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 15
  16. 16. • Em 1908 acontecem em Montevidéu as primeiras provas internacionais na América do Sul. Graças ao famoso Abraão Saliture, o Brasil conquista as primeiras vitórias internacionais, vencendo as provas de 100m e 500m livre.• Em 1912, o campeonato brasileiro passou a ser promovido pela Federação Brasileira das Sociedades do Remo, em Botafogo. Além dos 1500 m. nado livre, também foram disputadas provas de 100m para estreantes, 600m para seniores e 200m para juniores Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 16
  17. 17. • A natação brasileira trilha um longo caminho nas águas turbulentas da elite internacional. Em 1920, na Antuérpia, a equipe verde e amarela fez sua estréia em uma Olimpíada e foram necessários mais de 32 anos para que o primeiro nadador subisse ao pódio.• Em 1932, Nos Jogos Olímpicos de Los Angeles (EUA) o Brasil entrou para a história com Maria Lenk, como a primeira mulher da América Latina a participar de uma Olimpíada. Além disso, foi pioneira no nado borboleta entre as mulheres da natação mundial. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 17
  18. 18. • Por oito vezes ao longo deste século, o Brasil teve atletas com a melhor marca do planeta. Em 11 de novembro de 1939, Maria Lenk, que também foi a primeira mulher da América do Sul a participar de uma Olimpíada, superou dois recordes em piscina de 50 metros, com o tempo de 2:56.00 nos 200m peito e 6:15.08 nos 400m peito.• O segundo brasileiro a conquistar uma medalha olímpica na piscina foi Manoel dos Santos, bronze nos 100 m livre dos Jogos de Roma, em 1960, com a marca de 55s54.• Em 1958 a natação de águas abertas desponta com Abílio Couto. Após algumas tentativas frustradas no ano anterior, Abílio voltava à Inglaterra para ser o primeiro brasileiro a atravessar a nado o Canal da Mancha, tornando-se um dos primeiros mitos da natação brasileira Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 18
  19. 19. • Na Olimpíada de Helsinki, em 1952, Tetsuo Okamoto ganhou a medalha de bronze nos 1500 m livre, com o tempo de 19m05s56 (18:51.3), título que lhe rendeu o título de "peixe- voador". Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 19
  20. 20. • Em 1961, Manuel dos Santos superou o recorde dos 100m em piscina longa com 53.60• Sete anos depois, Silvio Fiolo era o novo recordista mundial dos 100m peito, com o tempo de 1:06.40.• A era de prata chega nos Jogos de Los Angeles, em 1984, com Ricardo Prado, que entra para a história do esporte nacional ao conquistar o segundo lugar nos 400 m medley, com o tempo de 4m18s45. Mas antes disso, Pradinho (como era chamado na época) conseguiu o título e recorde mundial dos 400m medley em Guayaquil, no dia 2 de agosto de 1982 com a marca de 4:19.78. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 20
  21. 21. • Gustavo Borges, Fernando Scherer, Alexandre Massura e André Cordeiro - Equipe de revezamento 4x100m livre masculino bicampeã mundial em piscina curta e Quarta colocada nos Jogos Olímpicos de Atlanta. Gustavo Borges se consagrou por ser o primeiro atleta brasileiro a conquistar três medalhas em Olimpíadas. Em Barcelona, em 1992, ele foi vice-campeão nos 100m livre com 49s43. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 21
  22. 22. ORIGEM DA PEDAGOGIA• Ao longo das sucessivas civilizações, a necessidade, deve ter presidido ao nascimento e ao desenvolvimento da pedagogia da natação. Desde a mais remota Antiguidade até nossos dias, foi aos militares que o problema da natação se colocou de maneira crucial. Por isto não é de se estranhar que a decisão de ensinar sistematicamente natação aos soldados tenha repercutido na orientação da pedagogia da natação. Para entender como era elaborada a aprendizagem da natação, foi preciso esperar a publicação de tratados sobre a arte de nadar, a partir da 2ª metade do séc. XVIII. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 22
  23. 23. • Concepções da Pedagogia da Natação: Existem três correntes ligadas as formas tradicionais do pensamento humano, são elas: • A Concepção Global • A Concepção Analítica • A Concepção Moderna Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 23
  24. 24. CORRENTE GLOBAL• CARACTERÍSTICAS:• Sem preocupação com o método ou organização da aprendizagem confiança no instinto animal e na capacidade de adaptação,• Professor ausente ou com intervenção muito discreta.• Inexpressividade do professor:• Ausência efetiva do professor,Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 24
  25. 25. CORRENTE GLOBAL• Incompetência técnica• Equilíbrio entre saber nadar e saber ensinar• Incapacidade para resolver problemas,• 4) não intervenção do professor – O aluno recusa o professor – O professor proíbe-se de intervir, Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 25
  26. 26. CORRENTE GLOBAL• PONTOS POSITIVOS: – Determinação dos 3 pontos fundamentais da pedagogia moderna: – Equilíbrio – Respiração – Propulsão – Aluno como elemento atuante no processo, – Respeito pelas estruturas biológicas, – Trabalho no meio aquático – Importância do erro e tentativa. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 26
  27. 27. CORRENTE GLOBAL• PONTOS NEGATIVOS: – Redução do homem ao instinto – Perda de tempo no processo – Tudo se resolve com o tempo – Negação do aspecto cultural da natação (conhecimento acumulado). – Metas modestas.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 27
  28. 28. CORRENTE ANALÍTICA• Características:• Reprodução de movimentos levando à capacidade de nadar,• Utilização dos educativos como processo principal,• Aspecto coletivo das sessões,• Generalização da natação a seco (aparelhos)• Redução do movimento às posições. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 28
  29. 29. CORRENTE ANALÍTICA• Aspectos positivos: – Tentativa metodológica – Formas coletivas de trabalho sob o comando do professor, – Esforço para dividir as dificuldades e abordá- las sucessivamente, – Introdução ao exercício como meio de aprendizagem, – Progressão da dificuldade Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 29
  30. 30. CORRENTE ANALÍTICA• ASPECTOS NEGATIVOS: – Natação reduzida apenas aos movimentos (mecanização), – Noção de uma “duração” da aprendizagem, – Utilização de aparelhos – Professor substituído por máquinas ou disco – Atitude passiva do aluno, – Supervalorização da natação a seco.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 30
  31. 31. CORRENTE MODERNA OU SINTÉTICA• O PROFESSOR• O professor deve constatar seus insucessos – perceber imperfeições no seu sistema – reestruturar sua concepção• O professor deve confrontar sua teoria com as contribuições técnicas e científicas (psicologia, pedagogia, biologia, etc.)• O professor deve experimentar.• O professor deve orientar e proporcionar situações Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 31
  32. 32. CORRENTE MODERNA OU SINTÉTICA• O ALUNO• É um indivíduo trabalhando em uma estrutura coletiva,• Possui suas características psicológicas,biológicas e sociais.• Participa do processo de ensino- aprendizagem. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 32
  33. 33. CORRENTE MODERNA OU SINTÉTICA• O MÉTODO• A aprendizagem está baseada em três unidades básicas – equilíbrio – respiração – propulsão• Negação da noção de duração da aprendizagem,• Quanto maior o número de alunos, menor a possibilidade de se trabalhar individualmente,• Respeito à origem sensitiva do ato motor. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 33
  34. 34. TIPOS DE SENSIBILIDADE• EXTEROCEPTIVAS: – O TATO (analisador tátil) – receptores localizados na pele – A VISÃO (analisador ótico) – receptores são os olhos – A AUDIÇÃO (analisador acústico) – receptores são os ouvidos – PALADAR E OLFATOProf. Marcus Vinícius Patente Alves 34
  35. 35. TIPOS DE SENSIBILIDADE• PROPRIOCEPTIVAS – SENTIDO CINESTÉSICO – receptores especializados localizados nos músculos, tendões e articulações. – ANALISADOR ESTÁTICO-DINÂMICO – receptores no vestíbulo (ouvido).Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 35
  36. 36. TIPOS DE SENSIBILIDADE• INTEROCEPTIVAS:• - Ligadas à vida orgânica e vegetativa (fome, sede, febre, etc).Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 36
  37. 37. Mecânica da Natação• Quando se estuda a mecânica humana, quatro fatores, ao menos devem ser levados em consideração: – sua heterogeneidade – sua deformabilidade – sua sensibilidade – sua motricidadeProf. Marcus Vinícius Patente Alves 37
  38. 38. Mecânica da Natação• Classicamente, o estudo da mecânica se divide em dois grandes capítulos: – Estática – Dinâmica – Um mesmo princípio rege estes dois aspectos: a lei da inércia.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 38
  39. 39. Estática – Estudo do corpo em repouso. – O equilíbrio estático do corpo é determinado pelas forças que se exercem sobre ele. – Quatro elementos permitem determinar uma força, são eles: » A direção » O sentido » A intensidade » O ponto de aplicação da forçaProf. Marcus Vinícius Patente Alves 39
  40. 40. Centro de Massa (CM) e Centro de gravidade (CG)• A situação mais simples de localização do centro de gravidade, é de um objeto simétrico e de densidade homogênea, onde o CG fica exatamente no centro deste objeto, como ilustrado na Figura 2.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 40
  41. 41. Figura 2. Posição do centro de gravidade.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 41
  42. 42. Empuxo• é a força exercida pela água com intensidade igual ao peso do volume de água deslocado pelo corpo submerso (ou parcialmente submerso) e com direção igual da força peso mas com sentido contrário (para cima).Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 42
  43. 43. Empuxo• O empuxo pode ser expresso em função da densidade, pois:• E =P(h20) = m(h2o) * g• Como d = m/v m = d*v• Onde:• m = massa do objeto• V = volume do objeto que está submerso (volume do fluido deslocado)• dH2O = densidade da água (fluido)• portanto: E = d * v * g• Na situação de equilíbrio: E + P = 0 Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 43
  44. 44. – A noção de equilíbrio é geralmente muito vaga se não especificamos a forma.– O equilíbrio passa pelo Centro de Gravidade (CG – terra), na água, pelo CG e pelo Centro de Flutuação (CF).– O equilíbrio pode ser: » Indiferente ou neutro » Estável » InstávelProf. Marcus Vinícius Patente Alves 44
  45. 45. O Centro de Gravidade (CG) – É o ponto pelo qual se o objeto for suspenso pode ser perfeitamente equilibrado em todas as direções. É uma força de atuação para baixo.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 45
  46. 46. O Centro de Flutuação (CF) – É o ponto pelo qual o corpo entra em equilíbrio, quando se situa na água. – Equilíbrio do corpo humano é o balanço entre o CG e CF – É uma força de baixo para cima oposta ao Centro de Gravidade (empuxo).Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 46
  47. 47. Equilíbrio Instável• as forças peso e empuxo não se cancelam por não estarem em uma mesma direçãoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 47
  48. 48. Equilíbrio Estável• as forças peso e empuxo se cancelam porestarem em uma mesma direçãoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 48
  49. 49. Massa• Massa é a quantidade de matéria de um corpo, é uma propriedade intrínseca do corpo, sendo a mesma dentro ou fora da piscina, ou no espaço longe da Terra. Uma grandeza associada à massa é a inércia, no sentido de quanto maior for a inércia ou a massa, maior é a dificuldade de mudar sua velocidade, como expresso pela 2a lei de Newton: F=m.aProf. Marcus Vinícius Patente Alves 49
  50. 50. Massa• Isto é, quanto maior a massa, m, ou inércia do corpo, maior a força que deve ser• feita para provocar uma aceleração, a, (uma variação de velocidade) neste corpo. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 50
  51. 51. Densidade – É a relação entre a massa e o volume de um objeto. – Isto determina suas características específicas de flutuabilidade – A densidade é uma grandeza física que mede quanto há de massa (m) de um corpo por unidade de volume (V), matematicamente é dada por: D= massa Kg Volume m³Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 51
  52. 52. Gravidade Específica (GE)– É a relação entre a massa de um dado volume do objeto e a massa do mesmo volume de água.– Indica a porção do volume de um objeto que irá flutuar sob a água.– GE = Peso do Volume da Substância Peso de um volume igual de água– GE = densidade da substância Densidade da águaProf. Marcus Vinícius Patente Alves 52
  53. 53. Hidrodinâmica• É o estudo dos corpos em movimento (dinâmico) na água ou em fluidos em movimento• Para deslocar-se na água o nadador utiliza sua própria força muscular, a propulsão, que é o ato de impulsionar ou empurrar para frente.• A propulsão pode quebrar a Inércia ou a 1ª Lei de Newton, que diz: O corpo permanece em seu estado de repouso ou de movimento uniforme a menos que seja obrigado por forças externas a mudar este estado. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 53
  54. 54. Hidrodinâmica• A 2ª Lei de Newton diz que a taxa de variação do momento de um corpo e proporcional à força desequilibrada exercida sobre ele e que acontece na direção em que a força atua, isto é momento é o produto da massa x velocidade.• A 3ª Lei de Newton diz que para toda força de ação existe uma força de reação igual e oposta. Quando um nadador empurra a água, ele se moverá ou tenderá a se mover (reação), na direção oposta a sua ação de tracionar ou empurrar.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 54
  55. 55. NATAÇÃOProf. Marcus Vinícius Patente Alves 55
  56. 56. ORGANIZAÇÃO DA MODALIDADE • FINA/LEN/FPN/ASSOC. REG.• Natação pura desportiva• Pólo aquático• Natação sincronizada• Saltos para a água Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 56
  57. 57. ESPECIFICIDADE DA MODALIDADE • Meio aquáticoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 57
  58. 58. O QUE É SABER NADAR ?• Ser capaz de dominar as técnicas• Ser capaz de se deslocar• Ser capaz de flutuar• Ser capaz de dominar a respiração• Estar à vontade na água• Ser capaz de dominar o equilíbrio• Ser capaz de não se afogar• Saber dominar situações imprevistas• Ser capaz de competir• Saber evitar a fadiga ao deslocar-se na água• Estar adaptado à água• Ser capaz de dominar a propulsão segundo um tempo/distancia Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 58
  59. 59. CONCEPÇÃO PEDAGÓGICA• Saber nadar é ter resolvido no meio aquático o triplo problema: equilíbrio, respiração e propulsãoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 59
  60. 60. COMO AVALIAM DIFERENTES AUTORES O “SABER NADAR”• Cumprir uma determinada distancia em determinada(s) técnica(a)• Executar um conjunto de habilidades aquáticas sem discriminar qualquer distancia• Segundo Aurélio e Michaelis – Ato de nadar, arte de nadar, onde nadar significa sustentar-se e mover-se sobre a água por impulso próprio; ato de deslocar-se dentro da água sem apoio.• Nadar significa deslocar-se equilibradamente no meio aquático (Gomes – 1995);• Ação, exercício, arte ou esporte de nadar (Ferreira – 1985); Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 60
  61. 61. • Ato de sustentar-se e mover-se sobre a água por impulso próprio ou conservar-se sobre a água, flutuar, boiar, sobrenadar ( Ferreira – 1985);• Nadar representa a ação de auto propulsão e auto sustentação na água (FINA);• É a múltipla relação, pura e simples, com a água e com o próprio corpo (Dieckert – 1983);• Arte de locomover-se na água (Velasco – 1994)• Sustentar-se e locomover-se na água por impulso próprio de forma prazerosa (Alves - 1992) Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 61
  62. 62. Maturação É o estado de prontidão neurofisiológico do organismo em realizar determinadas tarefas, independentes ou não dos fatores ambientais Willian UrizziProf. Marcus Vinícius Patente Alves 62
  63. 63. Aprendizagem Aprendizagem Fator novo Fatores internos Fatores externos(maturação – vivências anteriores) (ambiente, escola, materiais – estratégias do professor) Movimento Aprendido Movimento não aprendido Redução da Tensão Aumento da tensão Necessidade de Aprender Necessidade de Aprender Aprender – noções Simplificadas da realidade Aperfeiçoar – noções mais próximas da realidade Treinar – realizar e tentar ultrapassar a realidade Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 63
  64. 64. Cérebro• DIREITO • ESQUERDO• Criativo • Racional• Amplo • Detalhista• Artístico • Mecanicista• corporal • Lógico Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 64
  65. 65. APRENDENDO A ENSINAR OS ESTILOS
  66. 66. SEQÜÊNCIA PEDAGÓGICA• Adaptação ao meio líquido• Respiração Geral• Flutuação• Propulsão de pernas• Propulsão de braços• Coordenação pernas e braços• Respiração específica• Nado completo Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 66
  67. 67. Adaptação ao Meio Líquido• Razões que justificam uma adaptação ao meio aquáticoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 67
  68. 68. • Atitude habitual do homem (vertical)• Deslocação (marcha)• M.S. / M.I.• Rotação da cabeça• Vias respiratórias Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 68
  69. 69. CONDICIONANTES DO K HUMANO NO MEIO AQUÁTICO• Proximidade das vias respiratórias (evitar o contacto)• Deslocamento (ausência de apoios fixos)• Respiração (voluntária) Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 69
  70. 70. MEIO TERRESTRE VS MEIO AQUÁTICOProf. Marcus Vinícius Patente Alves 70
  71. 71. EQUILÍBRIO• Vertical • Horizontal• Cabeça vertical • Cabeça horizontal• Olhar horizontal • Olhar vertical Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 71
  72. 72. RESPIRAÇÃO• Nasal • Bucal• Reflexa • Voluntária• Inspiração ativa • Inspiração automática• Expiração passiva • Expiração ativa Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 72
  73. 73. MEMBROS SUPERIORES• Equilíbrio • Ação propulsivaProf. Marcus Vinícius Patente Alves 73
  74. 74. MEMBROS INFERIORES • Equilíbrio• Ação propulsivaProf. Marcus Vinícius Patente Alves 74
  75. 75. PROPULSÃO• a força que impele o nadador para a frente, sendo criada pelos braços e algumas vezes pelas pernas. Realmente, é produzida pela resistência originada pelas mãos e pés quando impelem a água para trás(Counsilman, 1984). Este mesmo autor, refere que um nadador para poder nadar mais rapidamente, tem de realizar uma das seguintes ações: reduzir a resistência, aumentar a propulsão ou realizar uma combinação de ambas. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 75
  76. 76. A terceira lei do movimento de Newton – Lei da ação-reação• Esta lei, enunciada por Newton há mais de 250 anos determina que “uma ação provoca uma reação de intensidade igual mas de sentido contrário” (Carvalho, 1994). Assim, um nadador que empurra a água para trás (ação) provoca o seu deslocamento para frente (reação). Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 76
  77. 77. Princípio da inércia ou da continuidade do movimento• A inércia é uma das propriedades fundamentais da matéria, determinando que “nenhum corpo modifica o seu estado de repouso ou de movimento sem que sobre ele seja exercida uma força” (Carvalho, 1994).• Um nadador não se deslocaria se não efetuasse ações motoras e não pararia se a água não oferecesse atrito. Todavia, a força necessária para alterar o estado de repouso é superior àquela que é necessária para manter o movimento. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 77
  78. 78. Princípio da inércia ou da continuidade do movimento• Segundo Counsilman (1984) uma propulsão continuada é mais eficaz, ao impulsionar o corpo para a frente do que uma oscilante aplicação de força. É esta a razão pela qual o estilo livres é mais veloz que o bruços e a mariposa. A mecânica dos movimentos deve tentar permitir que o corpo se mova para a frente a uma velocidade tão uniforme quanto possível.• Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 78
  79. 79. com os braços Propulsivas com os pés com o resto do corpoForçasatuantes nomovimento frontal Resistivas fricção da pele sucção da extremidade, esteira Tipos de forças que atuam no movimento na água. Adaptado de COUNSILMAN (1968). Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 79
  80. 80. flutuação força propulsora arrastro gravidadeProf. Marcus Vinícius Patente Alves 80
  81. 81. Introdução à Natação Princípios que ajudam o professor no processo aprendizagemProf. Marcus Vinícius Patente Alves 81
  82. 82. MOTIVAÇÃO• é um fator de grande importância para a aprendizagem;• O aluno tem mais motivação para aprender quando AS COISAS TEM UM SIGNIFICADO PARA ELE;• A HISTÓRIA PESSOAL do aluno precisa ser levada em conta;• O aluno aprende melhor quando PARTICIPA ATIVAMENTE DO PROCESSO DE ENSINO; Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 82
  83. 83. Princípios que ajudam o professor no processo aprendizagem• ELOGIOS E RECOMPENSAS ajudam mais a motivar o aluno do que CRÍTICAS E PUNIÇÕES;• Para algumas atividades (aprendizagem) a REPETIÇÃO é indispensável, mais precisa ser feita de forma INTERESSANTE;• O aluno aprende melhor uma coisa quando JÁ DOMINA AS APRENDIZAGENS ANTERIORES;• A criança aprende melhor quando ficam sabendo se BEM SUCEDIDA e ou quais os ERROS QUE COMETEU; Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 83
  84. 84. Princípios que ajudam o professor no processo aprendizagem• As experiências de aprendizagem devem caminhar do SIMPLES PARA O COMPLEXO;• As experiências de aprendizagem devem caminhar do CONCRETO PARA O ABSTRATOProf. Marcus Vinícius Patente Alves 84
  85. 85. Nado Crawl• Antes de iniciarmos o ensino do nado crawl ou livre, vamos nos ater primeiro a algumas noções básicas.• Primeiro: Entrada na água• Segundo: adaptação (dedicar maior tempo)• Terceiro: Exercícios de confiança• Quatro: Recuperação da posição vertical• Quinto: Impulsão e deslizamentoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 85
  86. 86. Nado CrawlProf. Marcus Vinícius Patente Alves 86
  87. 87. Pernada• Ação alternada e contínua que se dá principalmente no plano vertical.• Mantém o corpo na posição horizontal, cria propulsão e equilibra o nado através da reação à ação dos braços.• O movimento se origina no quadril com uma flexão inconsciente da articulação do joelho.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 87
  88. 88. Pernada• Direção principal: para cima e para baixo.• Também possuem componentes laterais (pernada de adejamento)Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 88
  89. 89. Ritmo das Pernadas• Refere-se ao número de pernadas por ciclo de braçadas (duas braçadas).• Dentre estes ritmos temos: de dois, de quatro e de seis tempos.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 89
  90. 90. Pernada de seis tempos• Mais popular• Pernada controlada com as varreduras (Maglischo) Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 90
  91. 91. Pernada de dois Tempos• Tem sido empregada principalmente, mas não exclusivamente por nadadores fundistas de ambos os sexos.• Temos a pernada reta de dois tempos e a pernada cruzada de dois temposProf. Marcus Vinícius Patente Alves 91
  92. 92. Pernada reta de dois tempos• O nadador executa duas pernadas para baixo por ciclo de braços, ou uma por braçada.• Cada pernada para baixo, acompanha as varreduras para dentro e para cima da braçada do mesmo lado.• As pernas ficam pendentes, ou permanecem paradas, enquanto o braço faz o movimento de recuperação por sobre a água e varredura pra baixo durante a próxima braçada. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 92
  93. 93. Pernada reta de dois temposProf. Marcus Vinícius Patente Alves 93
  94. 94. Pernada Cruzada de Dois tempos• Preferido por um número significativo de nadadores do sexo masculino.• Na verdade ocorrem quatro pernadas, duas principais para baixo e duas cruzadas menos intensas. As principais são executadas durante as varreduras para dentro e para cima nas braçadas correspondentes, na seqüência idêntica à pernada de dois tempos.• As pernas não ficam pendentes, a pernada mais profunda dá uma pernada para cima e para dentro e a mais acima dá uma pernada para baixo e para cima, fazendo então o cruzamento. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 94
  95. 95. Pernada Cruzada de Dois temposProf. Marcus Vinícius Patente Alves 95
  96. 96. Qual o melhor ritmo?• Depende.• Treino inicial, tamanho de pernas Nadadores que optaram por pernadas cruzadas de dois tempos, tinham pernas mais longas. Os que optaram por pernadas de seis tempos apresentaram maior capacidade vital e capacidade de rotação do quadril, mãos maiores e maiores tríceps e força de extensão do ombro. Os que optaram por pernadas de seis tempos eram capazes de dar pernadas mais rápidas em distâncias curtas. As pernas dos que optaram por seis tempos tendiam a afundar mais facilmente. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 96
  97. 97. AÇÃO DOS BRAÇOS BRAÇADA
  98. 98. Movimento dos Braços• Caracteriza-se por dois momentos (R. Catteau e G. Garoff):• Um movimento de trás para frente em relação ao sentido do nado chamado de recuperação.• Um movimento de frente para trás em relação ao sentido do nado, essencialmente motor e inteiramente subaquático, que pode ser subdividido em: Uma tração e um impulsoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 98
  99. 99. Movimento dos Braços• Dividido em duas fases (Palmer): Fase propulsiva e fase de recuperação.• Fase Propulsiva divide se em: agarre, tração e empurre.• Fase de Recuperação: desmanchamento, recuperação fora da água e entrada. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 99
  100. 100. Movimento dos Braços• Maglischo considera que existam três varreduras diagonais na fase submersa: uma para baixo, uma para dentro e outra para cima, também considera a entrada e o alongamento, a liberação e a recuperação.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 100
  101. 101. Respiração• (R. Catteau e G. Garoff): Inspiração deve usar o mínimo de tempo, por isto a abertura da boca é importante, o nadador deve aproveitar a onda frontal, inicia-se no final da ação motora de um braço e no começo da recuperação deste mesmo braço. A expiração é forçada e progressiva (pela boca) as vezes no final da expiração faz uma leve expiração nasal. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 101
  102. 102. Respiração• Marvyn L. Palmer – devem ser executados de tal maneira que se harmonizem ao invés de interferirem no padrão geral do nado. É melhor deixar que a técnica do estilo dite o padrão de respiração do que o inverso. Inicia-se quando inicia-se a respiração, a cabeça gira no mesmo lado do braço. Aproveitar a “depressão para se respirar”. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 102
  103. 103. Respiração• A expiração dentro da água pode ser gradual ou explosiva, sendo feita pelo nariz e/ou pela boca. Gradual – somente pelo nariz (nados de velocidades média ou lenta) Explosiva – pelo nariz e boca ou só pela boca (sprint), imediatamente antes do rosto sair da água para preparar a próxima tomada de ar. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 103
  104. 104. Respiração• Ernest Maglischo – Movimentos devem ser coordenados com o rolamento do corpo, para que seja reduzida a tendência que os nadadores têm de levantar sua cabeça para fora d’água para dar uma respirada.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 104
  105. 105. Respiração Habitual – respiração apenas de um dos lados. Alternada – respiração a cada três braçadas (vantagens – mais simétricas, melhora a capacidade de difusão pulmonar e os nadadores podem observar os competidores de ambos os lados). Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 105
  106. 106. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 106
  107. 107. ONADO DECOSTA Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 107
  108. 108. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 108
  109. 109. O Nado de Costas ou Crawl de CostasProf. Marcus Vinícius Patente Alves 109
  110. 110. O Nado de Costas ou Crawl de Costas Maglischo – Evoluiu do nado de peito invertido, (braços simultâneos e pernada em cunha), atualmente, é muito parecido com o crawl, exceto que é realizado na posição supina. A pernada do golfinho de costas, tem melhorado a velocidade de muitos nadadores.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 110
  111. 111. Pernada do Costas Maglischo – Semelhante ao Crawl, constitui-se de alternância de impulsos diagonais de pernas denominados pernadas para baixo e para cima (propulsiva).Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 111
  112. 112. Pernada para Cima É uma extensão “em chicotada” da pernada que começa com a flexão do quadril, seguida pela extensão do joelho e terminando com a flexão parcial do pé. Obs.: a perna flexiona-se mais durante a pernada para cima do que na correspondente pernada para baixo (+ - 10 graus)Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 112
  113. 113. Pernada para Baixo É uma ação similar a um repique, começa quando a pernada para cima precedente está perto de terminar.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 113
  114. 114. Papel Estabilizador das Pernas Importante par manter os alinhamentos lateral e horizontal do corpoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 114
  115. 115. Pernada de Golfinho É permitida por no máximo 15m e geralmente é feita cerca de 1 a 1,5m de profundidade. Semelhante à pernada do golfinho, só que mais curtas e mais rápidas. Origem na parte inferior dos quadris e na parte inferior da coluna vertebral. Braços alongados, mãos uma em cima da outra, cabeça sobre os ombros.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 115
  116. 116. Pernada do Costa (R. Catteau e G. Garoff): É mais importante do que no nado livre. Se explica por contribuir para a ação propulsora e de outro, pela necessidade de dar estabilidade ao corpo. Há duas fases: ascendente e descendenteProf. Marcus Vinícius Patente Alves 116
  117. 117. Pernada do Costa Marvyn L. Palmer – As pernas se movem alternadamente num plano tendendo à vertical (o movimento não deve acontecer no verdadeiro plano vertical devido à transmissão do rolamento do ombro do nadador ao quadril. A pernada para cima é propulsora e a pernada para baixo faz a elevação do quadril e a manutenção da posiçãoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 117
  118. 118. A Ação dos Braços (R. Catteau e G. Garoff): Dividiu em duas partes, a primeira dedicada à recuperação e a segunda basicamente motoraProf. Marcus Vinícius Patente Alves 118
  119. 119. A Recuperação Compreende, sucessivamente, uma parte aquática (o desmanchamento), uma parte aérea e uma parte aquática (a penetração, antiga fase de apoio). Existiam a recuperação lateral (reduzia o tempo do ciclo e a duração das fases motoras) e a recuperação vertical (mais propícia ao relaxamento numa recuperação mais rápidaProf. Marcus Vinícius Patente Alves 119
  120. 120. A Parte Motora (R. Catteau e G. Garoff): Sentido da deslocação da mão da frente para trás. Existem duas fases: empurre que é o prolongamento da traçãoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 120
  121. 121. A Ação dos Braços Marvyn L. Palmer Duas fases principais:Propulsiva (agarre, tração e empurre) Recuperação (desmanchamento recuperação e entrada). Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 121
  122. 122. A Ação dos Braços Maglischo – Divide o nado em quatro varreduras submersas seguidas pela liberação e pela saída do braço e sua recuperação sobre a água. Varreduras:Primeira para baixo Primeira para cimaSegunda para baixo Segunda para cimaLiberaçãoSaída Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 122
  123. 123. Posição do Corpo e RespiraçãoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 123
  124. 124. Posição do Corpo e Respiração Maglischo – Os nadadores tem dificuldades em manter o alinhamento lateral (braçadas alternadas) e seu alinhamento horizontal ( sentam na água) Devemos nos preocuparmos com o alinhamento horizontal (corpo na horizontal, quadris um pouco afundado, cabeça relaxada, esteira d’água cobrir as orelhas, olhos mirando para trás e para cima)Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 124
  125. 125. Posição do Corpo e Respiração Alinhamento Lateral – quadris e pernas do nadador dentro de um espaço limitado pela largura do ombro em todos os momentosProf. Marcus Vinícius Patente Alves 125
  126. 126. Respiração Embora seja o único nado em que as vias respiratórias estejam fora da água todo o tempo, prefere-se respirar em momentos específicos para que possam ter um ciclo respiratório melhor que possibilite a continuidade das ações de braços e pernas. A recomendação é que se inspire no início da recuperação de um braço e expire na recuperação do outro braço.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 126
  127. 127. Nado de Peito ou Clássico Eduardo FischerProf. Marcus Vinícius Patente Alves 127
  128. 128. Georgina BardachProf. Marcus Vinícius Patente Alves 128
  129. 129. Nado de Peito ou ClássicoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 129
  130. 130. PEITO Seqüencia Pedagógica• Adaptação• Respiração Geral• Flutuação – ventral, vertical• Propulsão das pernas• Propulsão dos braços• Coordenação de pernas e braços• Respiração específica frontal• Coordenação das pernas / braços e respiração Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 130
  131. 131. Nado Peito• Rica história em competições.• 1º nado competitivo depois da idade das trevas• Pai de todos os nados• Inicialmente foi perigoso• Nadadores usam uma braçada semicircular curta e uma pernada que recebe vários nomes, embora seja mais comumente conhecida como chicotada• Nado mais lento Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 131
  132. 132. Nado Peito• Antigamente era estilo plano• Atualmente estilo ondulante Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 132
  133. 133. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 133
  134. 134. Comparação do Arrasto ResistivoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 134
  135. 135. Braçada Consiste basicamente em uma varredura para fora, para dentro (única fase propulsiva) e a recuperação.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 135
  136. 136. Varredura para fora Principal função colocar os braços em posição de gerar força propulsiva durante a varredura propulsiva que se segue.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 136
  137. 137. A Mecânica da Braçada do Nado de Peito É importante: abrir os braços até uma posição cômoda, e de preferência do nadador, onde ele mais sinta a pegada de água. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 137
  138. 138. A Mecânica da Braçada do Nado de Peito Após o apoio, a palma da mão é dirigida para o lado e para o fundo Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 138
  139. 139. A Mecânica da Braçada do Nado de Peito O ante-braço e a mão formam uma única peça, não havendo nenhum movimento do pulso. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 139
  140. 140. A Mecânica da Braçada do Nado de PeitoO movimento de supinação é feito pelo ante-braço. As mãos terão, na compressão das moléculas de água, as palmas se defrontando e terminam essa compressão com elas voltadas para cima, mas não continuam assim até o final do movimento. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 140
  141. 141. Varredura para Dentro• É a fase propulsiva da braçada• Após o agarre o movimento segue para fora, para trás, para baixo e para dentro.• Cotovelos permanecem elevados• Duas fases propulsivas: uma para baixo e outra para dentroProf. Marcus Vinícius Patente Alves 141
  142. 142. Estudo da Pernada As pernas mais que os outros estilos, é muito responsável pela propulsão no nado peito, dividindo com o braço, a importância no estilo. Somente uma pernada forte pode garantir uma impulsão forte.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 142
  143. 143. A Mecânica da Pernada do Nado de Peito Partimos da Posição Estendida Os joelhos se flexionam e as pernas são elevadas em direção aos quadris. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 143
  144. 144. A Mecânica da Pernada do Nado de Peito Partimos da Posição Estendida As coxas formam, com o corpo, um ângulo de 120 a 130 graus, tendo por vértice os quadris Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 144
  145. 145. A Mecânica da Pernada do Nado de Peito Partimos da Posição Estendida Na maior flexão dos joelhos, estes têm uma separação maior que a distância entre os pés. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 145
  146. 146. A Mecânica da Pernada do Nado de Peito Os pés são trazidos flexionados, isto é, pontas dos dedos dirigida para a “canela”, com os calcanhares o mais próximo dos quadris possível e o mais conveniente ao nadador, com as pontas dos dedos dirigidas para fora Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 146
  147. 147. A Mecânica da Pernada do Nado de Peito Partimos da Posição Estendida O quadril se abaixa ligeiramente, ao invés de se elevar Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 147
  148. 148. A Mecânica da Pernada do Nado de Peito Partimos da Posição Estendida As pernas são estendidas em um movimento arredondado, dirigido para trás e para baixo. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 148
  149. 149. A Mecânica da Pernada do Nado de Peito Partimos da Posição Estendida Agora os pés se estendem completamente. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 149
  150. 150. A Mecânica da Pernada do Nado de Peito Partimos da Posição Estendida O na ritmo da pernada deve ser: devagar na recuperação e violento na extensão. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 150
  151. 151. Pernada doNado PeitoPernada em chicotadaProf. Marcus Vinícius Patente Alves 151
  152. 152. Varredura para fora• Não é um movimento propulsivo• Finalidade: posicionar os pés para a varredura para dentro.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 152
  153. 153. Varredura para dentro• Começa no momento do agarre• As pernas movimetam-se para baixo, para trás e para dentroProf. Marcus Vinícius Patente Alves 153
  154. 154. O Nado BorboletaProf. Marcus Vinícius Patente Alves 154
  155. 155. O Nado BorboletaProf. Marcus Vinícius Patente Alves 155
  156. 156. O Nado Borboleta• Decorrente das classificações atrás apresentadas para as técnicas de nado, pode dizer-se que o Borboleta ou Golfinho se caracteriza por ser uma técnica de nado em que o corpo se encontra numa posição ventral, em que existe uma ação simultânea dos dois MS e dos dois MI e cuja aplicação de força propulsiva é feita descontinuamente, devido à coincidência do momento mais propulsivo das ações dos dois MS e dos dois MI. Para mais, tomando em consideração o eixo longitudinal do corpo do nadador, observa-se uma “simetria” nas ações dos dois MS e dos dois MI, ao longo do trajeto motor. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 156
  157. 157. Origem• A técnica de Borboleta deriva da linha evolutiva da técnica de peito, apesar das suas maiores semelhanças com a técnica de Crawl. Quer isto dizer que foram determinadas alterações induzidas na técnica de Peito que estão na origem da técnica do Golfinho (Vilas-Boas, 1987b).• No ano de 1926, as Regras Técnicas da FINA apenas obrigavam à simultaneidade das ações dos MS e dos MI, num mesmo plano, nas provas de Peito. Ou seja, o regulamento técnico não contemplava a punição da recuperação aérea ou a passagem dos MS para lá da anca. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 157
  158. 158. • O alemão Erich Rademacher, aproveitou essa lacuna regulamentar para ganhar a prova de 200 metros Peito dos Campeonatos da Europa de Budapeste, realizando depois da partida,• Antes e depois das viradas algumas braçadas com recuperação aérea dos MS (Menauds e Zins, 1974). Esta técnica mais não era que uma forma revolucionária, mas regulamentar de nadar a técnica de peito (Cruells, 1956; Oppenheim, 1977). Assim, surge a técnica que viria a ser conhecida como “Peito- Borboleta”, a precursora da técnica de Borboleta (Vilas-Boas, 1987b).• A nova técnica adota esta denominação porque a ação simultânea de recuperação aérea dos MS assemelha-se à ação das asas de uma Borboleta, enquanto esta voa. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 158
  159. 159. • No ano de 1935, surge o movimento ondulatório do corpo, semelhante ao que utiliza o golfinho, um dos mamíferos de maior eficiência aquática. Daí esta técnica ser conhecida como “Borboleta- Delfim de Sieg”, em homenagem ao seu percursor, Jack Sieg. Em 1946, a FINA distingue o Peito-Borboleta do Peito Ortodoxo. Ao longo de toda a prova de Peito, o nadador utilizaria apenas ou o Peito-Borboleta, ou o Peito Ortodoxo, não permitindo o uso de diferentes técnicas numa mesma prova, como era usual até então (Oppenheim, 1977). Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 159
  160. 160. • Em 1953, a FINA não permite a recuperação aérea dos MS nas provas de Bruços e reconhece uma quarta técnica de nado: o Borboleta. A partir desse momento são separadas as provas de Peito das de Borboleta.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 160
  161. 161. Linha Evolutiva da Técnica do Borboleta1926 Peito - Borboleta Linha Evolutiva Borboleta Delfin de Sieg da Técnica de Peito1935 Criação da1953 Técnica de Borboleta1955 Borboleta Delfin de Tumpek (.....)1956 Borboleta de Iorzyk e MannAnos Borboleta com Borboleta com Cronograma sinóptico da evolução Respiração Lateral histórica da técnica de Borboleta 80 Respiração Frontal (adaptado de Barbosa, 2000b). Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 161
  162. 162. AÇÃO DOS MEMBROS INFERIORES • Este movimento é idêntico ao da técnica de crawl. A simultaneidade das ações propulsivas de ambos os membros leva a um efeito de “chicotada” (no final da fase descendente) que parece ampliado devido à conjugação das posições relativas de tronco-bacia-M.I. e também à maior flexão dos joelhos, que permite um maior trajeto. • É usual dividir-se a ação dos M.I. em FASES DESCENDENTE E ASCENDENTE.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 162
  163. 163. FASE ASCENDENTE• Inicia-se no momento em que os M.I: estão em completa extensão e os pés no ponto mais profundo da sua trajectória -final da fase descendente da chicotada.• Os M.I. elevam-se sem que haja qualquer flexão dos joelhos. Este movimento é compensado pelo abaixamento da bacia.• Quando os M.I. estão praticamente alinhados com o tronco, as coxas terminam o seu movimento ascendente, flectem-se os joelhos, continuando as coxas o seu movimento ascendente.• Esta fase termina quando os pés atingem a superfície. Mesmo antes disto suceder, já as coxas iniciam a sua acção descendente, de modo a que a transição entre esta e a fase ascendente se faça sem interrupção. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 163
  164. 164. FASE DESCENDENTE• É a fase propulsiva da acção dos M.I. Deve-se executar em aceleração constante, terminando num movimento de chicotada.• Inicia-se após os pés atingirem a superfície. Nesta altura, verifica-se um ângulo de 80º entre as coxas e as pernas. Os pés sofrem uma flexão plantar acentuada (hiperextensão).• As coxas estão “fixas”, enquanto as pernas e os pés iniciam o movimento descendente: extensão das pernas sobre as coxas. Os pés estão com os calcanhares afastados e os dedos grandes dos pés tocam-se, possibilitando esta posição o aumento da superfície propulsora• No final desta fase, a ação acelerada das pernas e dos pés vai empurrar as coxas e a bacia para cima. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 164
  165. 165. O BATIMENTO DE PERNAS • 1) Dois batimentos para cada ciclo de braços, o 1º com a entrada das mãos na água e o 2º na fase do empurre. • 2) Os joelhos devem encontrar-se ligeiramente afastados no decorrer da fase descendente e os pés ligeiramente voltados para dentro.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 165
  166. 166. • Segundo Tiffany, o 1º batimento assegura a manutenção da velocidade e ajuda os braços a conservar uma velocidade ótima para a entrada na água. O 2º serve para impedir o afundamento das ancas provocado pelo movimento final das mãos (para trás e para cima). Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 166
  167. 167. Segundo Consilman , o 1º batimento é mais amplo e vigoroso e poderá causar alguma propulsão,contrariamente ao 2º fundamentalmente equilibrador.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 167
  168. 168. Segundo Maglischo • O 1º batimento pode servir para elevar as ancas e ser um pouco propulsivo, enquanto que o 2º batimento serve apenas para elevar as ancas. As fases ascendentes não são de forma alguma propulsivas.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 168
  169. 169. Erros mais frequentes na pernada • 1- Flexão exagerada dos joelhos. • 2- Pés sem estarem em extensão. • 3- Assimetria espacial entre os 2 pés. • 4- Ausência de ondulação (pernas estendidas).Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 169
  170. 170. PROGRESSÕES PEDAGÓGICAS PARA A PERNADA DE MARIPOSA E NOÇÃO DE ONDULAÇÃO. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 170
  171. 171. • Saltos de golfinho, empurrando com as mãos no fundo para voltar à superfície.• Empurrar a parede e executar 3-4 batimentos de golfinho subaquáticos, em apneia c/ braços ao longo do corpo.• Igual a 2, mas com os braços em elevação superior.• Executar batimentos de golfinho em decúbito dorsal, com os braços ao longo do corpo.• Igual a 4, c/ braços em elevação superior. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 171
  172. 172. • Batimento de golfinho, em posição lateral, c/ um braço ao longo do corpo e o outro em elevação superior.• Batimentos de golfinho, c/ prancha à frente.• O mesmo, mas com respiração em cada dois batimentos.• Pernas golfinho, de costas, com pés de pato. • O mesmo, mas de lado. • O mesmo, mas de frente. • O mesmo, mas em profundidade. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 172
  173. 173. AÇÃO DOS MEMBROS SUPERIORESProf. Marcus Vinícius Patente Alves 173
  174. 174. A AÇÃO DOS M.S. É COMPOSTA POR DUAS FASES• FASE PROPULSIVA• RECUPERAÇÃO Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 174
  175. 175. FASE PROPULSIVA - Entrada / Tração /empurre • ENTRADA• M. quase em extensão, descontraídos, c/ uma ligeira flexão dos cotovelos.• Os antebraços encontram-se em rotação interna.• As mãos entram na água, sensivelmente na linha do prolongamento dos ombros.• Tal como os antebraços, as mãos estão em rotação interna formando com a superfície da água um ângulo aproximado de 45º. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 175
  176. 176. TRAÇÃO• A 1ª parte desta acção assemelha-se à da técnica de peito.• Dá-se um afastamento dos M., entrando estes quase em extensão e orientados para fora e para baixo.• Em seguida, os M. continuam a afastar-se, mas o trajecto dos antebraços e das mãos começa a dirigir-se para baixo, mantendo-se os cotovelos altos. Os antebraços e as mãos estão orientados para fora e para baixo. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 176
  177. 177. TRAÇÃO• Quando as mãos atingem o plano vertical que passa pela parte superior da cabeça, a orientação e o trajeto dos antebraços e das mãos passam a realizar-se para dentro e ligeiramente para cima.• Esta fase termina quando os M. ultrapassam o plano vertical que passa pelos ombros. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 177
  178. 178. EMPURREProf. Marcus Vinícius Patente Alves 178
  179. 179. EMPURRE• Inicia-se quando os M. ultrapassam o plano vertical que passa pelos ombros.• Os antebraços e as mãos continuam o trajeto para dentro e para cima até que as mãos quase se tocam sob a região abdominal.• A partir daqui, os antebraços estão orientados para trás e para cima e as mãos encontram-se em Extensão. O trajeto efetua-se para trás e para cima Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 179
  180. 180. EMPURRE• Esta fase termina com os M. em extensão quase completa. Quando as mãos estão a terminar o seu movimento para trás, os cotovelos fletem ligeiramente, de modo a garantir uma ação ininterrupta entre o final do empurre (saída da água) e a fase de recuperação. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 180
  181. 181. EMPURRE• Quando os cotovelos saem da água, as mãos e os antebraços efetuam uma rotação externa de modo a criarem uma menor superfície de contato, facilitando assim a sua saída da água.• O trajeto realizado pelos M.S. assemelha-se a um buraco de fechadura.• A fase propulsiva da ação dos M.S. deve realizar- se em aceleração constante, sendo o empurre a sub-fase mais propulsiva. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 181
  182. 182. RECUPERAÇÃOProf. Marcus Vinícius Patente Alves 182
  183. 183. RECUPERAÇÃO• Inicia-se quando os M. abandonam a água.• Os M.S. saem da água de forma vigorosa devido ao impulso dinâmico realizado no final da ação propulsiva.• Os M.S. realizam uma rotação em torno dos ombros encontrando-se em extensão ou com uma ligeira flexão dos cotovelos. As mãos estão descontraídas.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 183
  184. 184. RECUPERAÇÃO• No último terço da recuperação, o antebraço e a mão sofrem uma aceleração que é acompanhada por uma acentuação da flexão do cotovelo.• Esta posição vai permitir uma entrada que garante uma ótima sincronização da técnica global, através de uma correta colocação da superfícies propulsoras, com vista à prossecução do movimento. Esta última fase tem ainda o efeito de diminuir a tensão a que estão sujeitos os músculos dos ombros.. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 184
  185. 185. RESPIRAÇÃOProf. Marcus Vinícius Patente Alves 185
  186. 186. RESPIRAÇÃO• Tal como nas outras técnicas, é composta por uma fase de inspiração (aérea) e uma fase de expiração (sub-aquática).• A inspiração realiza-se através da extensão do pescoço que provoca a elevação da cabeça. Esta ação muscular, única na natação desportiva, permite uma posição relativamente baixa dos ombros, com o queixo à superfície e com a boca fora de água. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 186
  187. 187. RESPIRAÇÃO• A seguir à inspiração os músculos extensores do pescoço relaxam-se e a cabeça coloca-se em ligeira flexão relativamente ao tronco, entrando desta forma na água.• Após uma ligeira apneia realiza-se a expiração que deve ser explosiva. A expiração deve efetuar-se imediatamente antes da boca emergir de modo a que a inspiração se realize rapidamente. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 187
  188. 188. COORDENAÇÃO E SINCRONIZAÇÃOProf. Marcus Vinícius Patente Alves 188
  189. 189. COORDENAÇÃO E SINCRONIZAÇÃO• Hoje em dia é reconhecida como técnica base aquela em que se executam 2 batimentos dos M.I. por cada ciclo completo dos M.S.• O 1º batimento ocorre imediatamente após a entrada na água dos M.S. É o batimento mais propulsivo pois é realizado quando os M.S. se encontram a efectuar um pequeno deslize. Tem também uma função equilibradora, pois a sua ação vai elevar a bacia possibilitando uma posição onde a resistência ao avanço é reduzida (alinhamento do tronco paralelo à superfície). Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 189
  190. 190. COORDENAÇÃO ESINCRONIZAÇÃO• O 2º batimento verifica-se quando os M.S. iniciam a 2ª metade do “empurre”. Embora seja, normalmente, mais potente que o 1º batimento, não é mais propulsivo, pois a sua ação ocorre aquando do momento mais propulsivo dos M.S. que são os principais responsáveis pelo deslocamento, nesta técnica. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 190
  191. 191. COORDENAÇÃO ESINCRONIZAÇÃO• O deslize que se verifica aquando do 1º batimento possibilita que os M.S. se coloquem de forma correcta no inicio da fase de “tração”.É pois importante que não se inicie a tração enquanto os ombros não se encontrarem completamente submergidos devido às seguintes razões:• - é só nessa altura que a bacia e os M.I. (início da fase ascendente)estão numa posição “alta” e quase paralelas com a superfície da água. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 191
  192. 192. COORDENAÇÃO ESINCRONIZAÇÃO• O 2º batimento, ao elevar as ancas, permite que as mãos passem sob as mesmas. Caso este batimento sofra um atraso, as mãos não terão espaço para passar no local correto.• A sincronização cabeça / M.S. é mais simples mas não menos importante, pois põe em jogo a continuidade e a dinâmica da técnica global. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 192
  193. 193. COORDENAÇÃO ESINCRONIZAÇÃO • Não esquecer que a posição da cabeça condiciona a posição do resto do corpo. A chave para uma boa execução consiste em levantar a cabeça quando os M.S. iniciam o último terço do empurre, e mergulhar a cabeça antes dos M.S. entrarem na água. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 193
  194. 194. ERROS MAIS FREQUENTESProf. Marcus Vinícius Patente Alves 194
  195. 195. ERROS MAIS FREQUENTES• A cabeça sai muito cedo da água - obriga a que não se faça o empurre.• A cabeça muito para trás e para cima - limita a tomada de apoio e impede a procura de águas mais profundas.• A recuperação dos M.S. feita a partir das mãos - impede um bom relaxamento muscular e uma boa amplitude da braçada. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 195
  196. 196. ERROS MAIS FREQUENTES• A recuperação aérea com os cotovelos muito fletidos e elevados - é inútil e exige grandes gastos de energia com os ombros muito contraídos.• A entrada das mãos demasiado fora - impede a procura de águas mais profundas e um bom agarre.• O empurre muito curto - dificulta o movimento de pernas e impede a sua ação• A batimento de pernas a partir dos joelhos e não a partir das ancas e da ondulação do corpo. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 196
  197. 197. O ENSINO DA TÉCNICA DE BORBOLETAProf. Marcus Vinícius Patente Alves 197
  198. 198. O ENSINO DA TÉCNICA DE BORBOLETA• Existe uma certa polémica sobre a ordem pela qual deve ser ensinada a técnica de mariposa.• Antes ou depois da técnica de peito?• Se por um lado o borboleta é uma técnica onde muitas ações motoras se assemelham ao crawl, por outro lado exige maior adaptação aquática, mais força muscular e uma mobilidade articular ao nível dos ombros muito superior.• Por estes motivos, optamos por colocá-la em último lugar na ordem das 4 técnicas da Natação Pura Desportiva. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 198
  199. 199. Saídas e ViradasProf. Marcus Vinícius Patente Alves 199
  200. 200. Saídas e ViradasProf. Marcus Vinícius Patente Alves 200
  201. 201. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 201
  202. 202.  Após o aluno ter assimilado e aprendido o estilo e o mergulho elementar. Podemos iniciar através de exercícios educativos que levarão os alunos a assimilar melhor os ensinamentos. Boa estratégia é realizar alguns exercícios educativos, unir os exercícios, colocando em prática a saída e virada completa. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 202
  203. 203.  A mais utilizada é a “grab start” ou normalmente conhecida como saída de agarre. Introduzida nos anos de 1970, substituindo a tradicional, normalmente utilizada nas provas de revezamento.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 203
  204. 204. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 204
  205. 205. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 205
  206. 206. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 206
  207. 207. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 207
  208. 208. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 208
  209. 209. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 209
  210. 210. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 210
  211. 211. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 211
  212. 212. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 212
  213. 213. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 213
  214. 214. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 214
  215. 215. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 215
  216. 216. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 216
  217. 217. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 217
  218. 218. Borboleta para o costas Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 218
  219. 219. Costas para o Peito Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 219
  220. 220. Peito para CrawlProf. Marcus Vinícius Patente Alves 220
  221. 221. NATAÇÃO PARA BEBÊS E GESTANTESProf. Marcus Vinícius Patente Alves 221
  222. 222. O Meio Aquático Lembre-se que cada um é um ser diferente com suas virtudes e seus defeitos, afinal perfeito só DEUS.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 222
  223. 223. Água, Benefícios, Vantagens e Desvantagens Para falarmos de atividades aquáticas deveremos entender o meio que iremos trabalhar, ou seja “a água". A água é uma matéria composta por moléculas que por sua vez são compostas de átomos e existe sobre três formas: sólido líquido e gasoso. A água é diferente do ar sob diversos aspectos (densidade, viscosidade, etc.). Atividade envolve exercícios e todo movimento no desporto é influenciado pelo meio em que ocorre a atividade.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 223
  224. 224. Benefícios do Meio Aquático Alguns benefícios em água aquecida: Relaxamento Muscular Redução da sensibilidade à dor Reduz espasmos musculares Facilita a movimentação das articulações Aumenta a força e a resistência muscular Aumenta a circulação periférica Melhora a musculatura respiratória Melhora a consciência corporal, o equilíbrio e a estabilidade proximal do tronco. Melhora a moral e autoconfiança do alunoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 224
  225. 225. EXERCÍCIOS FÍSICOS AQUÁTICOS Produzem reações fisiológicas diferentes pelo efeito fisiológico da água (não esquecer que determinado volume de água pesa aproximadamente 750 vezes mais que o mesmo volume de ar e que a imersão com a cabeça fora da água com temperatura de 35o C é considerada termo neutra.).Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 225
  226. 226. Propriedades Físicas da ÁguaProf. Marcus Vinícius Patente Alves 226
  227. 227. FLUTUAÇÃO"Quando um corpo está completamente ou parcialmente imerso em um líquido em repouso, ele sofre um empuxo para cima igual ao peso do líquido deslocado " ArquimedesFlutuação = Empuxo=peso é igualao volume de líquido deslocado O empuxo, é a força queatua em sentido contrário à açãoda gravidade. Pode ser usada comosobrecarga para resistir ouauxiliar, dependendo do sentido emque for executado o movimento. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 227
  228. 228. DENSIDADE É a relação entre a massa de um dado volume de substância e a massa do mesmo volume de água. O gelo é menos denso que a água e por isso, flutua. Substâncias misturadas na água aumentam sua densidade. Exemplos:* Densidade da água pura = 1000kg/m3* Densidade da água do mar = 1024 kg/m3* Densidade do gelo = 920 kg/m3 Densidade: d=m/v Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 228
  229. 229. PRESSÃO HIDROSTÁTICAÉ exercida igualmente sobre todas as partes docorpo imerso em repouso a uma dadaprofundidade" . Pascal A Pressão estimula a circulação periférica.A pressão é a mesma sobre todas as áreas dasuperfície de um corpo imerso, a uma dada profundidade.“Influi na capacidade fisiológica do indivíduo”. Bates Hanson, 1998 Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 229
  230. 230. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 230
  231. 231. TEMPERATURA Influencia em algumas variaçõescardiovasculares. Quanto maior a temperatura,maior a F.C para qualquer aumento de consumo deOxigênio. Temperatura ideal segundo AEA (associaçãoMundial de Esportes Aquáticos)De 27à 32 grauscentígrados.) Devemos lembrar que a energia térmica se perdepelos processos de convecção (tirar a camadaquente), condução (contato), evaporação e porradiação (ondas de calor). Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 231
  232. 232. NATAÇÃO PARA BEBÊSProf. Marcus Vinícius Patente Alves 232
  233. 233. ASPÉCTOS DO DESENVOLVIMENTO DA CRIANÇA E SUA RELAÇÃO COM A ÁGUA Para o nosso trabalho, é importante conhecermos as características cognitivas e sócio-emocionais da criança, pois sabendo como a criança se desenvolve e como se comporta em cada faixa etária poderemos programar com mais segurança e tranqüilidade nossas estratégias de aulasProf. Marcus Vinícius Patente Alves 234
  234. 234. 2 – Quem são nossos Bebês? • São Crianças de 0 a 3 anos divididos em três categorias: • De 0 à 1 ano (aula com a mãe) • De 1 a 2 anos (aula com a mãe) • De 2 a 3 anos(com o professor e o grupo; estimulação geral)Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 235
  235. 235. Maturação Neuro-Motora1. Ao nascer o bebê utiliza-se de sua habilidade reflexa primitiva de sobrevivência para responder a estímulos ambientais. Estes estímulos aparecem desde aproximadamente desde o 4º mês de vida fetal até o quarto mês da primeira infância2. A partir do 9º mês aparecem os reflexos primitivos posturais (precursores de movimento)3. A medida que se desenvolve, sua motricidade vai deixando de ser reflexa e passa a se converter em voluntária Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 236
  236. 236. Maturação É o estado de prontidão neurofisiológico do organismo em realizar determinadas tarefas, independentes ou não dos fatores ambientais Willian UrizziProf. Marcus Vinícius Patente Alves 237
  237. 237. Aprendizagem Aprendizagem Fator novo Fatores internos Fatores externos(maturação – vivências anteriores) (ambiente, escola, materiais – estratégias do professor) Movimento Aprendido Movimento não aprendido Redução da Tensão Aumento da tensão Necessidade de Aprender Necessidade de Aprender Aprender – noções Simplificadas da realidade Aperfeiçoar – noções mais próximas da realidade Treinar – realizar e tentar ultrapassar a realidade Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 238
  238. 238. Função dos Reflexos Nesse ponto de vista, os reflexos servem comoequipamento primário de reunião de informações, que searmazenam no córtex em desenvolvimento.A medida que ocorre o declínio dos reflexos primitivos eo aumento das reações posturais é que se começa a tercondição mínima necessária para o desenvolvimento daação motora definitiva, ou seja, a voluntária. É oprocesso de mielinização que ocorre com o aumento dasexperiências sensoriais da criança.
  239. 239. REFLEXOS PRIMITIVOS Os reflexos primitivos estão intimamenteassociados à obtenção de alimento e proteçãodo bebê. Aparecem na vida fetal (4ºmês) epersistem por todo um primeiro ano de vida.
  240. 240. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 241
  241. 241. Descrição dos Reflexos Primitivos Reflexo de Moro – uma das ferramentas mais usadas para exame neurológico do bebê – são reações simétricas. Reflexo de busca e de sucção – permitem ao recém nascido obter alimento de sua mãe Reflexo Palmar de Preensão – estimulada a palma da mão, esta se fecha fortemente ao redor do objeto Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 242
  242. 242. Descrição dos Reflexos PrimitivosPreensão Plantar e Babinski – O toque na sola do pé do recém nascido causa pressão e distensão dos dedos;Assimétrico (posição deitada) e Simétrico (posição sentada)Tônico do Pescoço – podem resultar em tônus muscular inadequado, problemas de coluna e dificuldade no aprendizado de movimento dos nados;Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 243
  243. 243. Reflexo de preensão Reflexo assimétrico palmar e plantar deitado e sentado DAVID GALLAHUE, 2001Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 244
  244. 244. Reflexos Posturais Fazem lembrar os movimentos voluntários posteriores. Automaticamente fornecem a manutenção de uma posição ereta para um indivíduo em relação ao seu ambiente; São encontrados em todos os bebês normais desde seu nascimento e em alguns casos persistirem no primeiro ano de vida Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 245
  245. 245. Reflexos Corretivos labirínticos e Visuais É a reação do bebê a fim de manter sua cabeça ereta. Aparece por volta do segundo mês e persiste até aproximadamente o sexto, quando a visão, em geral, torna-se um fator importante. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 246
  246. 246. Reflexo de Levantamento É a tentativa involuntária do bebê de manter-se em posição eretaProf. Marcus Vinícius Patente Alves 247
  247. 247. Reflexo de Engatinhar É observado colocando o bebê em posição inclinada e aplicando-se uma pressão à sola de um dos seus pés. Ele engatinhará reflexivamente usando tanto os membros superiores quanto os inferiores. Está presente no nascimento e desaparece por volta do 3º ou 4º mês.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 248
  248. 248. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 249
  249. 249. Reflexo Primário de Caminhar O bebê, seguro ereto, com o peso corporal colocado para frente em superfície plana, vai reagir “caminhando” para a frente. Este reflexo envolve somente as pernas Surge por volta das primeiras seis semanas e desaparece por volta do quinto mês Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 250
  250. 250. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 251
  251. 251. Reflexo de Glote• Breve bloqueio nas vias respiratórias através da glote.• Presente do nascimento aos 12 meses• Este reflexo é usado nas imersões aproveitando-se a apnéia produzida.• Este reflexo permite que não vá água aos pulmões, porém não impede a asfixia e a deglutição da água.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 252
  252. 252. Reflexo de Natação Em posição inclinada, imerso na água ou pouco acima do nível desta, o bebê vai exibir movimentos ritmos extensores e flexores de natação nas pernas e nos braços. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 253
  253. 253. Sistema Sensório-Perceptivo É a capacidade que permite à criança manter-se em constante relação com o meio ambienteatravés dos estímulos recebidos e das respostas aomeio ambiente; O resultado desta relação forma o “esquemacorporal”
  254. 254. Sistemas Sócio-Perceptivos relacionados à NataçãoVisual (materiais) Auditivo (sons) Tátil (água – calor,frio) Cinestésico (consciência do corpo) Proprioceptivo Vestibular (manter o corpo em equilíbrio) Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 255
  255. 255. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 256
  256. 256. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 257
  257. 257. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 258
  258. 258. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 259
  259. 259. Preparação do Ambiente Propício à Aprendizagem Lúdico (comportamento espontâneo) Através da brincadeira conseguimos: motivação,alívio da ansiedade, confiança, cognição, convívio social, expressar sentimentos. Aspecto afetivo (ações de pais, professores influenciando nas crianças) Explorar os materiais Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 260
  260. 260. Outras Estratégias 1 – Descontração – Água quente provoca descontração e relaxamento 2 – Sustentação da Cabeça – Estimulação da musculatura dorsal, através da postura horizontal na natação; 3 – Movimentação Global – Natação (exercício físico global). 4 – Período de Jogos - Água elemento lúdico natural COM ESTAS QUATRO ASSOCIAÇÕES, TEREMOS MATERIAL PARA TRABALHO DURANTE MUITO TEMPO.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 261
  261. 261. FUNÇÃO DOS PAISSegurança AfetivaSegurança FísicaAgente (auxílio) no desempenhoProf. Marcus Vinícius Patente Alves 262
  262. 262. Orientações para os Pais Finalidade geral do programa aquático Objetivos e metodologias da Instituição Orientações sobre estimulação e a não comparação Orientações técnicas Os benefícios da atividade aquática Orientações sobre saúde, segurança, em casa ou outras piscinasProf. Marcus Vinícius Patente Alves 263
  263. 263. FUNÇÃO DO PROFESSOR MediadorProf. Marcus Vinícius Patente Alves 264
  264. 264. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 265
  265. 265. Atividade Física para GestanteProf. Marcus Vinícius Patente Alves 266
  266. 266. Atividade Física para GestantesSão exercícios regulares que proporcionammelhoria na qualidade de vida e namanutenção da saúde (capacidade de gerenciara vida e resistir aos obstáculos do cotidiano).“ O aspecto mais interessante a ser discutido éo questionamento no sentido dos benefíciosque o exercício trará a gestante e a criança.” Turíbio, 1997 Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 267
  267. 267. Benefícios do Trabalho Aquático- Melhor condição do recém-nascido por ocasião do parto;- Recém-nascido de melhor faixa do peso corporal;- Diferenças estruturais favoráveis tanto no músculo esquelético quanto no coração (o que mais chamou a atenção é a evidência de que os recém-nascidos cujas mães realizavam exercícios aeróbios durante a gestação, apresentavam maior número de vasos sangüíneos na circulação coronária). Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 268
  268. 268. Desvantagens do Trabalho Aquático• Pessoas não adaptadas ao meio líquido ficam ansiosas quando imersas no mesmo.• O aumento da diurese ocasiona inúmeras saídas da piscina e outro fator que podemos citar como desvantagem é a dificuldade na fixação e no isolamento dos movimentos. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 269
  269. 269. ConclusãoInúmeras são as vantagens para o trabalho aquático com gestantes, porém temos alguns empecilhos que nos levam a ter uma atenção especial para esse grupo de pessoas elaborando com muito cuidado nossas aulas para não sobrecarregar o que naturalmente já lhe é alterado de forma metabólica (aumento do metabolismo basal, aumento do consumo de oxigênio, aumento do débito cardíaco, resistência periférica diminuída, hiper lordose lombar, hiper cifose torácica, etc.). Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 270
  270. 270. Explanação Superficial da Gravidez É dividida em 3 trimestres (40 semanas)Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 271
  271. 271. 1º Trimestre (12ª semana) ·Nidificação (fixação) ovo · O útero ainda é um órgão pélvico ·Modificações hormonais - náuseas e vômitos · Início do hormônio relaxina Ganho de peso  1,5 KgProf. Marcus Vinícius Patente Alves 272
  272. 272. 2º Trimestre (13ª à 25ª semana) Gravidez visível Período de maior crescimento fetal, depósito de cálcio (16ª semana). Alimentação - basicamente crescimento Maior estabilidade fetalProf. Marcus Vinícius Patente Alves 273
  273. 273. 3º Trimestre (26ª à 40ª semana) Útero aumentado em até 40 vezes Sua capacidade em até 100 vezes e seu peso em 20 vezes o normal Alimento já é acumulado em forma de gordura Mamas aumentam cerca de 500g à época do parto Atuação máxima do hormônio relaxina, causando frouxidão ligamentar para a passagem do feto Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 274
  274. 274.  O período de gravidez pode parecer muito longo se comparado às muitas coisas que podemos realizar no mesmo tempo e à tudo o que a vida nos reserva em questão de surpresa de mudanças. Mas, por outro lado, a natureza é sabia o bastante para fazer com que tudo aconteça aos poucos, para que cada fase desse período mágico possa ser bem assimilada pela mamãe, pelo corpo dela e pelo novo ser que está se formando. São cerca de 300 dias de pura transformação...Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 275
  275. 275. • Os sintomas da gravidez variam muito de mulher para mulher . Muitos deles estão relacionados à fase emocional pela qual passa a gestante: se a gravidez foi planejada; se ela se sente preparada para ser mãe; se ela está bem com o parceiro: e tantas outras questões pessoais que vão influenciar diretamente nas emoções, na saúde e na gravidez como um todo. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 276
  276. 276. Quarenta semanas para uma nova vida• Durante o primeiro mês,as mudanças são tão sutis que,se a mamãe não estiver atenta,talvez nem ela mesmo se dê conta de que está grávida.O atraso menstrual sugere a gravidez. No final da oitava semana,ainda não há nenhum sinal de barriguinha. Esteticamente, tudo continua como antes.Algumas reações internas do organismo podem surgir.Como algo novo está crescendo na região do abdome,próximo ao estômago e a todos os outros órgãos que auxiliam na digestão ,as mamães geralmente sentem náuseas,enjôos e chegam até a vomitar durante os três primeiros meses de gestação,quando então o organismo começa a se adaptar com a presença do bebê. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 277
  277. 277. • Exatamente por causa dos vômitos,é provável que, ao invés de ganhar, a mamãe perca peso neste período.• Uma pequena barriguinha já começa a se fazer notar na 12a semana. Na balança,se a mãe estiver se alimentando corretamente, é provável que os ponteiros mostrem cerca de 1,5kg a mais. Os seios ficam mais cheios, duros e,por isso, talvez ela sinta-os mais sensíveis e, as vezes, até doloridos. É provável que a mãe perceba seu humor bastante inconstante.Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 278
  278. 278. Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 279
  279. 279. TEMPO DE GESTAÇÃO X AUMENTO DE PESO VARIÁVEL 3 MESES 5 MESES 7 MESES 9 MESES Feto 5 300 1500 3400 Peso em Sangue 100 600 1300 1250 Gra Gordura 310 2050 3480 3500 mas Líquido Extracelular 0 30 80 1650 Líquido Amniótico 30 350 750 800 Útero 140 320 600 1000 Placenta 20 170 430 650 Mamas 45 180 360 500 TOTAL 650 4000 8500 12750 Prof. Marcus Vinícius Patente Alves 280
  280. 280. Modificações orgânicas Ganho de peso de 25% é normal Aumento do útero em tamanho e peso e deslocamento de órgão pélvico à abdominal Aumento do ângulo subcostal, elevação de 4cm do diafragma. A freqüência respiratória não altera, mas a profundidade da respiração aumenta Prof. Marcus VinÀ
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