Universidade federal de são joão del rei
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  • 1. 1 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL REICOORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO DO CURSO DE EDUCAÇÃO EMPREENDEDORA“TAREFA 1 – GESTÃO DE MUDANÇAS E CONFLITOS” MARCOS MARCELO SOARES BATISTA DE OLIVEIRA Professora: Ana Carla R. Maciel Tarefa 1 – Disciplina: Gestão de Mudanças e Conflitos, Apresentada à Universidade Federal de São João Del Rei No Curso de Especialização em Educação Empreendedora. Botucatu-SP
  • 2. 2 2013 UNIVERSIDADE FEDERAL DE SÃO JOÃO DEL REICOORDENAÇÃO DE PÓS-GRADUAÇÃO DO CURSO DE EDUCAÇÃO EMPREENDEDORA“TAREFA 1 – GESTÃO DE MUDANÇAS E CONFLITOS” MARCOS MARCELO SOARES BATISTA DE OLIVEIRA Tarefa 1 – Disciplina: Gestão de Mudanças e Conflitos, Apresentada à Universidade Federal de São João Del Rei No Curso de Especialização em Educação Empreendedora.
  • 3. 3 Botucatu-SP 2013 SUMÁRIO PáginaCAPÍTULO 1: CONHECENDO AS RAZÕES DA MUDANÇA”......................... 041.1 Conceito de Mudança:.................................................................................. 041.2 Contexto de Mudança:.................................................................................. 04CAPITULO 2: GERENCIAR O PROCESSO DE MUDANÇAS E DEFINIÇÃO DADIREÇÃO NAS MUDANÇAS, ASPECTOS PRÁTICOS E PSICOSSOCIAIS.. 07CAPÍTULO 3: DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL E ESTABELECIMENTO DEPLANO ESTRATÉGICO DE MUDANÇA........................................................... 08CAPITULO 4: MONITORAR E AVALIAR O PROCESSO DE MUDANÇA...... 104.1 Monitoramento do Processo de Mudança:................................................... 104.2 Avaliação do Processo de Mudança:........................................................... 104.2.1Conceitos:.................................................................................................. 10BIBLIOGRAFIA:.................................................................................................. 12
  • 4. 4CAPÍTULO 1: CONHECENDO AS RAZÕES DA MUDANÇA”1.1 Conceito de Mudança Segundo Pettigrew e Whipp (1992), o conceito de mudançaesta crivado em dois pilares distintos à saber: A) Contexto da mudança B) Conteúdo da mudança1.1.1 Contexto de Mudança Na visão de Pettigrew e Whipp(1992), a mudança pode servista como um processo organizacional contínuo que ocorre em um dado contextomarcadamente histórico, organizacional e econômico-social. Apesar desse caráter,em certos momentos, ela pode ser marcadamente intencional e radical.Por meio da abordagem contextualista da mudança é possível estabelecer relaçõescom diferentes aspectos da organização. Isso chama de “capacidades dinâmicas” ahabilidade da firma para integrar, construir e reconfigurar habilidadesorganizacionais internas e externas em direção às mudanças ambientais. Da mesmaforma, Takahashi (2007), salienta a relevância dos aspectos contextuais nosprocessos de aprendizagem em razão dos fatores como estratégia, cultura, estruturae ambiente que afetam aqueles processos ( TAKAHASHI, 2007). Portanto, o que justifica uma abordagem contextualistaprimeiramente é a razão da necessidade de um aperfeiçoamento integrado dediferentes aspectos da organização que estabelecem links com situações internas eexternas simultaneamente, tais como: “a definição dos focos estratégicos, o modeloorganizacional e seus sistemas de gestão, as políticas e os processosorganizacionais, as técnicas e os instrumentos gerenciais, entre outros” (FISCHER,
  • 5. 52002, p. 154). Ao mesmo tempo, a justificativa se faz em razão danecessidade de mudanças em larga escala, que abranjam diversas dimensões daorganização (estratégia, estrutura e sistemas), ou alteram diferentes processosafetando as pessoas e suas relações (valores, costumes e princípios) (FISCHER,2002, p. 154), ser confrontada com o imobilismo estrutural da escola/universidade(SANTOS, 2001), o que requer um forte conteúdo justificativo e legitimador paramotivar a colaboração de diferentes grupos de atores institucionais. Para tanto é necessário fazer uma análise contextual criteriosa. Entendendo o contexto como um delineador do “campoepistemológico” para os tomadores de decisão e também e também seu contextorespectivamente “como a interação da herança genética, da tradição cultural, dasexperiências passadas e das circunstâncias em desenvolvimento, e como o conjuntodas estruturas institucionais existentes, os quadros cognitivos e imaginários que osenvolvidos trazem consigo e rotineiramente concretizam nas situações de ação”. Na visão de Maturana e Valera (2001), contexto é “umaexplanação para a filtragem e o estabelecimento de um padrão comportamentalpelos quais os sistemas em auto-observação. A) tomam consciência ou reconhecem as perturbações ambientais e: B) servem de mediador, no curso dos processos, entre essasperturbações e as respostas potenciais. Contexto não é, portanto, uma coisa que determina a forma de‘informação’ abstrata, mas uma capacidade designada a ordenar as respostas aessas perturbações. Como tal, é mais esclarecedor falar não de algo chamadocontexto, mas de processo” Seguindo essa linha de estudo, porém preocupado emdesenvolver uma abordagem empírica mais detalhada, Pettigrew e Whipp (1992),desenvolve o modelo de análise das dimensões da mudança.1.1.2 Contexto de Mudança O ensino, em especial, o ensino focado na educaçãoprofissional e empreendedora, visa qualificar indivíduos, as organizações queadotam o modelo de oferta de ensino corporativo, (dentro de suas própriasdependências com professores, focados na cultura empreendedora, vem sendo
  • 6. 6atingido por mudanças contextuais há mais de três décadas. Essas mudançaspodem ser agrupadas para análise em duas categorias: A) A primeira, refere-se às mudanças que vem ocorrendo nomacroambiente, no contexto econômico, social e cultural de seus colaboradores eno ambiente específico das organizações, com reflexo direto em suas funções. B) A segunda categoria resulta em mudanças epistemológicas,ou seja, em como o conhecimento é produzido, que também afetam suas funçõesprincipais. Castells (2006) destaca o aparecimento de uma revoluçãotecnológica concentrada nas tecnologias da informação, sendo esta responsávelpor uma “remodelação” da base material da sociedade, à partirdo uso das tecnologias da informação diminuiu-se a noção de espaço e tempo,surgindo um processo que estabeleceu uma nova forma de relação entre economia,estado e sociedade. Essa relação muito mais estreita, em forma de “rede”, estátrazendo implicações para a sociedade como um todo, em especial para asinstituições de ensino, que obrigatoriamente, são obrigadas a mudar suas estratégisde ensino com emprego de meios didáticos diversos dos tradicionais, que buscamformas de ajustes para sobreviver e crescer nesse ambiente. Tais tendências e processos levaram, no ambiente específicodas instituições de ensino, ao seguinte contexto: forte expansão e diversificação dademanda de ensino superior; diversificação do sistema, valorização da educaçãocomo instrumento de mobilidade pessoal; deselitização do ensino superior, ocrescimento no número de estudantes economicamente menos favorecidos;presença de alunos de várias faixas etárias; especialização das instituições;multiplicação de novos produtos e serviços associados ao ensino: e acirramento daconcorrência. No campo das políticas educacionais o Governo Federal vemadotando as chamadas ações afirmativas (cotas para alunos de escola pública eminorias étnicas), coisa que descordamos, a entrada de pessoas nas faculdades,devem estar sempre vinculadas ao acesso democrático, ou seja por capacidadecognitiva do indivíduo, independente de raça, etnia, cor, religião ou opção sexual. Não conduzidos ao ensino superior, meramente por cor de suapéle, ou ideologia política e social, vez que a Constituição Federal em seu Artigo 5 o,versa que todos os cidadãos são iguais perante a lei, a implantação dessaschamadas políticas afirmativas, portanto são inconstitucionais.
  • 7. 7CAPÍTULO 2: GERENCIAR O PROCESSO DE MUDANÇAS E DEFINIÇÃO DADIREÇÃO NAS MUDANÇAS, ASPECTOS PRÁTICOS E PSICOSSOCIAIS Os Processos de mudança com conteúdo em ambientesescolares e organizacionais dinâmicos são difíceis de serem administrados porquefatores intangíveis tais como: premissas, valores, visões do mundo e relações depoder são pouco compreendidos em situações de alta instabilidade organizacional. Poder, política e mudança de estratégias educacionais eorganizacionais estão diretamente relacionados. Toda Mudança gera incerteza e instabilidade nos indivíduosneste contexto os discentes imaginam como seu desempenho e aproveitamentoacadêmico/escolar serão mudados e o nível de dificuldade de aprendizado sãofatores a serem levados em consideração. Como a carga de trabalho/estudos vai mudar e se orelacionamento com colegas vai ser melhorado ou prejudicado. Em condições dealta incerteza, quando as decisões não são estruturadas ou ‘não-programáveis’, asescolhas/decisões chaves são resolvidas por meios políticos. Isto porque osargumentos racionais e a evidência empírica são fracos devido às incertezas quecercam essas decisões, ou porque ‘razão’ e ‘fatos’ não são coerentes.
  • 8. 8CAPÍTULO 3: DIAGNÓSTICO ORGANIZACIONAL E ESTABELECIMENTO DEPLANO ESTRATÉGICO DE MUDANÇA. Diagnóstico: é a percepção da necessidade de mudança.Toda mudança exige uma intervenção de um interlocutor, no caso o docente ou ocoordenador pedagógico que é quem administra o processo de mudança no seioescolar. Intervenção: é definida e organizada através de esforçostrilaterais: da relação Direção/Coordenação/ Docente. Para determinar as mudanças e propor novos rumos aorganização é necessário clareza de idéias e estratégias de ações de ensino,didática coerente com a estratégia adotada. Clareza: Os discentes precisam saber e entender objetivo doporque a escola está implantando tais medidas.isso chama-se transparência, todosprecisam saber como funciona, o que precisa ser feito. Retroação de dados: Visa conscientizar os membros dainstituição das mudanças, esta retroação busca mostrar a todos, como a instituiçãoescolar estava e como ela esta agora, mostrar as melhorias que se fizeramnecessária e seus resultados. Participatividade: Implantar serviços de criação de idéias, nosentido de criar melhorias no processo, do aprendizado e do desenvolvimento domesmo.Criar centro de criatividade, local adequado para meditação e que ofereçacondições para o desenvolvimento das idéias, fazer pesquisas e desenvolvimento deidéias.
  • 9. 93.1 Desempenho, Postura e Conduta Desempenho: Cumprir o que estava combinado, exercer suashabilidades com eficácia; rendimentos de suas atividades, juntamente com afacilidade de utilização dos recursos, constituindo um dos principais fatoresdeterminantes da produtividade; refere-se a atuação diante do cargo. Desempenho/Comportamento: É tudo aquilo que um odiscente faz que pode ser observado por outra pessoa, isso obriga uma definição oque é esperado da relação docente/discente, à saber: Quantidade, Qualidade,administração do tempo, custo operacional do trabalho realizado. Postura: É o modo de comportamento diante das situações dodia a dia de forma ética; é a atitude que temos diante das situações. Conduta: É o jeito de ser; é uma manifestação decomportamento do indivíduo e esta pode ser boa ou má dependendo do códigomoral e ético do grupo onde ele se encontra. As instituições de ensino e organizações estabelecem, atravésde seus valores, qual deverá ser a conduta no trato com os alunos/clientes. O Código de conduta reúne o conjunto de princípios quenorteiam o Comportamento de toda a equipe, serve como referencia de uso diárionos relacionamentos com os funcionários, comunidade, acionistas, fornecedores,governo, média e outros públicos, além de temas com propriedades intelectuaisContratos, brindes e presentes, saúde, segurança e meio ambiente.
  • 10. 10CAPÍTULO 4: MONITORAR E AVALIAR O PROCESSO DE MUDANÇA4.1 Monitoramento do Processo de Mudança Objetivos do monitoramento e da avaliação do processo demudança são primordiais e indispensáveis, para o bom aproveitamento dasestratégias educacionais adotadas.
  • 11. 11 Também tem como objetivo manter um equilíbrio adequadoentre o tamanho de sua estrutura e a leitura da quantificação e da qualidade dosresultados promove também um equilíbrio da remuneração interna, ou seja, umapadronização dos cargos equivalentes e suas remunerações. Promovem uma equidade, com a relação ensino aprendizadoequivalentes em outras instituições de ensino estruturalmente similares.4.2 Avaliação do Processo de Mudança Após e durante o monitoramento, descrição e especificaçãodas estratégias educacionais, na implementação das mudanças se faz necessárioefetivar a avaliação do processo de mudança, que consiste em uma etapa onde sefaz o estudo do valor relativos do aproveitamento e do aprendizado do discente. Com base nestes valores relativos se estabelece umahierarquia entre eles através de uma análise de comparação colocando-as emordem de importância dentro de uma estrutura escolar. Deve ser realizada através de uma análise cuidadosa danatureza do trabalho, da estratégia empregada, com a natureza da capacidadecognitiva individual.4.2.1Conceitos Proporcionar uma analise critica dos processos de gruposocupacionais buscando através da reengenharia a melhoria da qualidade, daprodutividade e do atendimento das necessidades da instituição escolar e doaproveitamento pedagógico proporcional. Estabelecer uma política, de ensino mais concisa e equilibrada,transparente e que neutralize os efeitos de estratégias anteriores que nãoapresentaram bons resultados. Corrigir distorções provocadas pela evasão escolar e baixaqualidade na dinâmica de ensino, preservando uma hierarquia de valores dentro daescola.
  • 12. 12BIBLIOGRAFIACastells Manuel, A Sociedade em Rede: Do conhecimento à Política.,Washington, DC, Centro de Relações Transatlânticas, 2006.
  • 13. 13FISCHER, André. Um resgate conceitual e histórico dos modelos de gestão depessoas. In: Fleury, M., (org.). As pessoas na organização. São Paulo: EditoraGente, 2002.MATURANA, H.R. & VARELA, F.J, A Árvore do Conhecimento: as basesbiológicas da compreensão humana, Tradução; Humberto Mariotti e Lia Diskin.São Paulo, Editora Pala Athenas, 2001PETTIGREW A., WHIPP R. Gestão da mudança para o sucesso competitivo,Editora Blackwell, Londres,1992.SANTOS, Santa Marli, A Ludicidade como Ciência, editora vozes, Petrópolis, Riode Janeiro, 2001.TAKAHASHI, Sérgio. Gestão de Inovação de Produtos: Estratégia, Processo,Organização e Conhecimento. Rio de Janeiro: Campus/Elsevier, 2007.