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Administração de operações
 

Administração de operações

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    Administração de operações Administração de operações Presentation Transcript

    • ADMINISTRAÇÃO DE OPERAÇÕES
    • FUNDAMENTOS DA ADMINISTRAÇÃO DE OPERAÇÕES • A administração de operações pode ser definida como o campo da administração responsável pelo planejamento, operação e controle do processo de transformação de uma organização. • O processo de transformação é o núcleo central de qualquer organização e envolve todas as atividades que contribuem para transformar os insumos em produtos e serviços. • A administração de operações é desempenhada pelo gerente de operações. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • ADMINISTRAÇÃO DE OPERAÇÕES É a administração de qualquer atividade na qual insumos são transformados em produtos (mercadorias ou serviços) TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • A IMPORTÂNCIA DA ADMINISTRAÇÃO DE OPERAÇÕES • Todas as organizações produzem algo, logo é necessário gerenciar as atividades do seu processo de transformação. • A administração de operações é importante porque: – Assume um papel central no desenvolvimento de todas as atividades organizacionais. – Tem um papel estratégico no desempenho competitivo da organização. – Influencia positivamente não apenas a organização, mas também a competitividade de um dado país. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • CENTRALIDADE DA ADMINISTRAÇÃO DE OPERAÇÕES TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • SISTEMA DE OPERAÇÕES Inputs Transformação Outputs Feedback Controle TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • SISTEMA DE OPERAÇÕES F O R N E C E D O R E S TGA II RECURSOS A SEREM TRANSFORMADOS o MATERIAIS o INFORMAÇÕES oCONSUMIDORES INFLUÊNCIAS E RESTRIÇÕES DO AMBIENTE INFLUENCIAS E RESTRIÇÕES INTERNAS ESTRATÉGIAS EMPRESARIAIS ESTRATÉGIA DE OPERAÇÕES ENTRADAS o INSTALAÇÕES o MÃO DE OBRA RECURSOS DE TRANSFORMAÇÃO PROCESSO DE TRANSFORMAÇÃO PLANEJAMENTOS E CONTROLES PACOTE DE VALOR PRODUTOS E SERVIÇOS C L I E N T E Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • SISTEMA DE OPERAÇÕES MANUFATURA TRANSFOMA MATERIAIS EM PRODUTOS ACABADOS TGA II SERVICOS TRANSFORMA O ESTADO DE SATISFACÀO DO CONSUMIDOR Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • SISTEMA DE OPERAÇÕES - EXEMPLOS OPERACÃO LINHA AÉREA FABRICANTE COMIDA CONGELADA TGA II RECURSOS INPUT - AVIÕES - PILOTOS E EQUIPE - PASSAGEM E CARGA - COMBUSTÍVEL - COMIDA FRESCA - OPERADORES - CONGELADORES - GAZ PROCESSO TRANSFORMACÀO SAÍDAS OUTPUTS TRANSPORTAR PASSAGEIROS E CARGAS PASSAGEIROS E CARGAS TRANSPORTADOS PREPARAR E CONGELAR A COMIDA COMIDA CONGELADA Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • ORGANIZAÇÕES DE MANUFATURA x SERVIÇOS MANUFATURA (PRODUTOS) SERVIÇOS Produzem bens tangíveis e duráveis Produzem bens intangíveis Bens podem ser armazenados para consumo posterior O consumo e a produção dos serviços são simultâneos A quantidade e a qualidade dos bens produzidos são facilmente mensuráveis A qualidade dos serviços é percebida, mas é difícil de medir O resultado é padronizado O resultado é customizado Pouca participação e pouco contato com o consumidor Amplo contato e participação do consumidor durante o processo de transformação A localização é menos importante para o sucesso da organização A localização é crucial para o sucesso da organização Emprego intensivo de capital Emprego intensivo de trabalho TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • SISTEMA DE OPERAÇÕES “As operações de produção são semelhantes na forma de transformar inputs, entretanto diferem entre si em função da natureza do output ” TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • DIMENSÕES DAS OPERAÇÕES VOLUME VARIEDADE VARIAÇÃO DE DEMANDA GRAU DE CONTACTO COM CONSUMIDOR TGA II QUANTIDADE DE ATIVIDADE GRANDE NÚMERO DE ITENS CAPACIDADE DE MUDAR EXPOSIÇÃO DIRETA OU VISIBILIDADE Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • DIMENSÕES DAS OPERAÇÕES Ambos são processos para transportar pessoas mas... • Quanto ao volume processado? • Quanto à variedade processada? • Quanto ao recurso dominante? • Quanto a capacidade? TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • VOLUME EXEMPLOS • RESTAURANTE FAST- FOOD x À LA CARTE • FÁBRICA DE TV x FÁBRICA DE AVIÕES IMPLICAÇÕES ALTO VOLUME BAIXO VOLUME •Alta repetitibilidade •Especialização •Os funcionários participam mais do •Sistematização trabalho •Capital intensivo •Menor sistematização •Custo unitário baixo TGA II •Baixa repetição •Custo unitário alto Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • VARIEDADE OU FLEXIBILIDADE EXEMPLOS • SERVIÇO DE TAXI x SERVIÇO DE ÔNIBUS • INDUSTRIA POR ENCOMENDA x INDUSTRIA SERIADA IMPLICAÇÕES ALTA VARIEDADE BAIXA VARIEDADE •Complexidade •Atende às necessidades dos •Rotinizada consumidores •Padronizada •Custo unitário alto TGA II •Bem definida •Baixo custo unitário Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • DIMENSÃO – VARIAÇÃO DA DEMANDA EXEMPLOS • HOTEL NA PRAIA x HOTEL DE NEGÓCIOS • SERVIÇOS PÚBLICOS (ELETRICIDADE, COLETA DE LIXO) IMPLICAÇÕES ALTA VARIAÇAO DA DEMANDA BAIXA VARIAÇAO DA DEMANDA •Capacidade mutável • Capacidade Estável •Antecipação • Operação Rotineira •Flexibilidade • Operação Previsível •Ajustada com a demanda • Alta utilização •Custo unitário alto • Custo Baixo TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • CONTATO CLIENTE OU VISIBILIDADE EXEMPLOS • VENDA EM LOJA x VENDA POR CATÁLOGO OU INTERNET IMPLICAÇÕES ALTO CONTATO C/ CONSUMIDOR BAIXO CONTATO C/ CONSUMIDOR •Tolerância de espera limitada •Tempo de espera entre produção e •Satisfação definida pela percepção consumo do cliente •Padronizado •Necessidade de habilidade no •Exige menor habilidade no contato contato com cliente •Custo unitário baixo •Custo unitário alto TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • OBJETIVOS OPERACIONAIS ESTRATÉGICOS • QUALIDADE = FAZER CERTO – Desempenho, conformidade, consistência, durabilidade, nível de falhas, conforto, estética, atendimento, etc. • RAPIDEZ = RESPOSTA RÁPIDA, TEMPO. – Atendimento, entrega. • CONFIABILIDADE = SER EFICAZ, EM TEMPO. – Cumprimento do combinado, segurança. • FLEXIBILIDADE = CAPACIDADE DE MUDANÇA OPERACIONAL – de produto ou serviço; de composto dos produtos, de volume; de entrega, etc. • CUSTOS = FAZER MAIS BARATO – Mão de obra – Materiais – Instalações TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • PLANEJAMENTO ESTRATÉGICO DO SISTEMA DE OPERAÇÕES TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • PROJETO DE PRODUTO OU SERVIÇO • O projeto de produtos e serviços é um processo estratégico que envolve três etapas básicas: – Coleta de informação. – Seleção das melhores idéias. – Produção um projeto final do produto ou serviço. • Os gerentes de operações analisam a produtibilidade do produto ou serviço – para isso, eles comparam esse produto ou serviço com as prioridades competitivas em termos de qualidade, confiabilidade e custo. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • PLANEJAMENTO DA CAPACIDADE • O planejamento da capacidade envolve a decisão relativa à quantidade máxima de bens a serem produzidos ou ao número máximo de clientes a atender (quantos?). • As decisões relativas à capacidade geralmente são baseadas numa análise do futuro, e podem ser adotados três tipos básicos de estratégia: – Antecipação. – Reação. – Acompanhamento. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • PLANEJAMENTO DA LOCALIZAÇÃO • O objetivo do planejamento de localização é posicionar a capacidade do sistema de operações de modo a minimizar os custos totais de produção e de distribuição: custos fixos de capital (ex: terreno) e custos variáveis de operação (ex: trabalho). TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • PLANEJAMENTO DO PROCESSO DE PRODUÇÃO • Nas organizações de manufatura: – Produção por projeto. – Produção artesanal. – Produção por lotes. – Produção em massa. – Produção contínua. • Nas organizações de serviços: – Serviços profissionais. – Serviços de massa. – Lojas de serviços. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • PRODUÇÃO POR PROJETO Volume único Variedade muito alta Características Cada produto é único e a produção tem início e fim definidos podendo ocorrer mudanças durante a sua execução Mão de Obra • Múltiplas especialidades TGA II Equipamentos • Layout posicional • De uso temporário de acordo com o projeto Exemplos • Construção civil • Estaleiros Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • PRODUÇÃO ARTESANAL Volume muito baixo Variedade muito alta Características Produção de uma grande variedade de produtos em diferentes roteiros de fabricação sem conexão entre os centros produtivos Mão de Obra Equipamentos • Polivalente • Produzem toda a tarefa • Layout funcional • Universais e flexíveis • Aumento de capacidade unitário TGA II Exemplos • Ferramentaria • Fábrica de móveis Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • PRODUÇÃO POR LOTES Volume médio Variedade média Características Produção em lotes econômicos variados determinados pela economia de escala no tempo de preparação de cada equipamento (setup) Mão de Obra Equipamentos • Especialistas • Produzem uma parte da tarefa • Layout por processo • Aumento de capacidade por lotes de produção TGA II Exemplos • Alimentos congelados • Autopeças • Confecção de roupas Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • PRODUÇÃO EM MASSA Volume alto Variedade baixa Características Produção de um único produto que flui por estações de trabalho de maneira sincronizada ao longo do processo de fabricação Mão de Obra • Pouca especialização ou robotizada • Produzem uma fração do produto TGA II Equipamentos • Layout de produto • Aumento de capacidade por balanceamento das operações da linha Exemplos • Eletrodomésticos • Automóveis • Computadores Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • PRODUÇÃO CONTÍNUA Volume muito alto Variedade única Características Produção flui ininterruptamente por um conjunto de equipamentos conexos uns aos outros Mão de Obra • Automação TGA II Equipamentos Exemplos • Layout por fluxo contínuo • Refinaria de petróleo • Aumento de capacidade • Siderúrgica por duplicação • Fábricas de papel Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • PROCESSO DE MANUFATURA - RESUMO Baixo Volume Alta TGA II vertical • Mais flexibilidade dos recursos • Mais envolvimento do cliente • Menor intensidade de capital Alto Volume • Mais integração Projeto Produto Único Lotes Pequenos Artesanal Produtos Múltiplos Volumes Baixos Variedade Processos de produção • Menos integração Um de cada tipo vertical • Menor flexibilidade dos recursos • Menos envolvimento do cliente • Maior intensidade Baixa de capital Baixo Lote Produtos Limitados Volumes Grandes Massa Volumes Grandes Produto Único Contínuo Volume Alto Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • PROCESSO DE SERVIÇO - RESUMO Ênfase em: Alta Pessoas Front office Produto Alto grau de: Contato Personalização Autonomia Serviços Customizado consultoria banco (pessoa jurídica) serviço médico assistência técnica Variedade Loja de Serviços Ênfase em: Equipamentos Back room Processo Baixo grau de: Contato Personalização Autonomia Baixa banco ( pessoa física) restaurantes hotelaria varejo em geral Serviços de Massa transporte urbano cartão de crédito comunicações varejo de revistas Número de clientes processados por dia em uma unidade típica
    • PLANEJAMENTO DO ARRANJO FÍSICO - LAYOUT • O planejamento do arranjo físico envolve decisões sobre como organizar espacialmente as instalações. Há quatro tipos básicos de layout: – Layout de posição fixa ou posicional. – Layout de processo ou funcional. – Layout celular. – Layout de produto. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • LAYOUT DE POSIÇÃO FIXA OU POSICIONAL Neste tipo de layout , o material permanece parado enquanto que o homem e o equipamento se movimentam ao redor. Atualmente, sua aplicação se restringe principalmente a caso onde o material, ou o componente principal, é difícil de ser movimentado, sendo mais fácil transportar equipamentos, homens e componentes até o material imobilizado. É o caso típico de montagem de grandes máquinas, montagens de navios, de prédios, barragens, grandes aeronaves, etc. O número de itens finais normalmente não é muito grande, mas o tamanho do lote dos componentes para o item final pode variar de pequeno a muito grande. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • LAYOUT DE POSIÇÃO FIXA OU POSICIONAL TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • LAYOUT DE PROCESSO OU FUNCIONAL No layout funcional, máquinas-ferramentas são agrupadas funcionalmente de acordo com o tipo geral de processo de manufatura: tornos em um departamento, furadeiras em outro, injetoras de plástico em outro e assim por diante. Ou seja, o material se movimenta através das áreas ou departamentos. Este tipo de arranjo é adotado geralmente quando há variedade nos produtos e pequena demanda. É o caso de fabricação de tecidos e roupas, trabalho de tipografia, oficinas de manutenção. Em virtude dos layouts funcionais precisarem realizar uma grande variedade de processos de manufatura, são necessários equipamentos de fabricação de uso genérico. Trabalhadores devem ter nível técnico relativamente alto para realizar várias tarefas diferentes. A vantagem desse tipo de layout é a sua capacidade de fazer uma variedade de produtos. Cada peça diferente que requer sua própria seqüência de operações pode ser direcionada através dos respectivos departamentos na ordem apropriada. Os roteiros operacionais são usados para controlar o movimentos de materiais. Empilhadeiras e carrinhos manuais são utilizados para transportar materiais de uma máquina para outra.
    • LAYOUT DE PROCESSO OU FUNCIONAL TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • LAYOUT CELULAR A célula de manufatura consiste em arranjar em um só local, conhecido como célula, máquinas diferentes que possam fabricar o produto inteiro. O material se desloca dentro da célula buscando processos necessários, porém o deslocamento ocorre em linha. Nas células, operações e processo são agrupados de acordo com a seqüência de produção que é necessária para fazer um grupo de produtos. Lanchonete de supermercado independente, com próprio caixa. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • LAYOUT CELULAR TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • LAYOUT DE PRODUTO (LINHA DE PRODUÇÃO) O layout em linha tem uma disposição fixa orientada para o produto. Os postos de trabalho (máquinas, bancadas) são colocados na mesma seqüência de operações que o produto sofrerá. É comum existir uma máquina de cada tipo, exceto quando são necessárias máquinas em duplicata para balancear a linha de produção. Quando o volume se torna muito grande, especialmente na linha de montagem, ele é chamado de produção em massa. Esta é a solução ideal quando se tem apenas um produto ou produtos similares, fabricados em grande quantidade e o processo é relativamente simples. O tempo que o item gasta em cada estação ou lugar fixado é balanceado. As linhas são ajustadas para operar na velocidade mais rápida possível, independentemente das necessidades do sistema. O sistema não é flexível.
    • LAYOUT DE PRODUTO (LINHA DE PRODUÇÃO)
    • PLANEJAMENTO DO ARRANJO FÍSICO - LAYOUT • Relação entre tipos de layout e custos de produção: TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • CONTROLE DA PRODUÇÃO • Uma vez que o sistema de operações foi planejado e implementado, é necessário monitorar o seu desempenho. • O controle das operações envolve: – Controle dos custos de produção. – Controle da capacidade. – Controle de tempo. – Controle da qualidade. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • PLANEJAMENTO E CONTROLE Limitações de CUSTOS “os produtos e serviços devem ser produzidos dentro de custos determinados” Limitações de CAPACIDADE LIMITACÕES DO PLANEJEMENTO E CONTROLE “os produtos e serviços devem ser produzidos dentro de limites da capacidade dos recursos projetados para a operação” Limitações de TEMPO “os produtos e serviços devem ser produzidos dentro de um intervalo de tempo, no qual eles ainda têm valor para o consumidor” Limitações de QUALIDADE “os produtos e serviços devem ter conformidade aos limites de tolerância projetados para o produto ou serviço” TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES Estoques são criados quando o recebimento de: • Materiais (insumos) • Partes em processo, ou • Produtos acabados Excede o seu consumo TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • ADMINISTRAÇÃO DE ESTOQUES • Os gerentes de operações utilizam um conjunto de técnicas que têm como objetivo otimizar a administração de estoques., entre as quais se destacam: – Lote econômico de compra (LEC). – Curva ABC. – Planejamento de necessidades de materiais (MRP). – Sistemas just-in-time (JIT). TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • PLANEJAMENTO DE NECESSIDADES DE MATERIAIS TGA II 46 Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • LOGÍSTICA E DISTRIBUIÇÃO • A logística consiste no gerenciamento de toda movimentação de recursos, produtos, equipamentos e informações necessárias para a execução das atividades de uma organização. • A distribuição é o processo da logística responsável pela movimentação dos produtos acabados desde sua saída do processo de transformação até sua entrega ao cliente. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • TENDÊNCIAS NA ADMINISTRAÇÃO DE OPERAÇÕES • Gestão da cadeia de valor. • Sistemas just-in-time. • Customização e produção flexíveis. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • MÁQUINAS DE CONTROLE NUMÉRICO (CNC) Usadas para furar, tornear, fresar, diferentes tipos de pecas, com o Computador determinando seqüência de monitorando a ferramenta para a operações, posição da controle dimensional e reduzindo o tempo de preparação, o que permite uma maior flexibilidade. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • MACHINE CENTERS Além da funções do CNC, permite a inclusão de várias ferramentas que podem ser trocadas automaticamente realizando várias operações em um único equipamento, além de abastecer as pecas automaticamente permite produção o que longos períodos de sem intervenção do operador. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • ROBÔS INDUSTRIAIS São usados para substituir pessoas em atividades perigosas, repetitivas podendo ou executar tarefas como montar, pintar, soldar, em várias seqüências, de dimensão e peso elevados, com grande precisão. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • FLEXIBLE MANUFACTURING SYSTEM (FMS) Composto de vários Machining Centers que circundam um robô industrial, criando autônoma que uma permite célula realizar tarefas completas e independente da intervenção humana em meio ambiente da produção. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • AUTOMATICALLY GUIDED VEHICLES (AGV) Robôs programáveis que são guiados por faixas magnéticas no chão da planta que melhoram a eficiência no transporte e movimentação de materiais nos centros produtivos. TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com
    • SISTEMAS AUTOMÁTICOS DE ARMAZENAGEM TGA II Prof. Marcos Cruz – mdccruz01@gmail.com