11 silusba programa-final
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  • PROGRAMA FINALO r g a n i z a ç ã o P a t r o c i n d o r e s
  • 3/ ÍNDICE5 INTRODUÇÃO6 MENSAGENS DOS PRESIDENTES13 PROGRAMA16 PROGRAMA DETALHADO33 POSTERS36 VISITA TÉCNICA37 EXPOSIÇÃO37 EXPOSITORES38 PROGRAMA SOCIAL38 PACOTES TURÍSTICOS39 EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICA40 COMISSÕES
  • 4
  • 5/ INTRODUÇÃO11º SIMPOSIO DE HIDRAULICA E RECURSOS HÍDRICOS DOS PAÍSES DE LINGUAPORTUGUESA/ VII CONGRESSO SOBRE PLANEAMENTO E GESTÃO DAS ZONASCOSTEIRAS DOS PAÍSES DE EXPRESSÃO PORTUGUESAMaputo e o Índico acolhem em Maio de 2013 o 11º Simpósio de Hidráulica e Recursos Hídricos dosPaíses de Língua Portuguesa (11º SILUSBA) e o VII Congresso sobre Planeamento e Gestão das ZonasCosteiras dos Países de Expressão Portuguesa (VII CPGZC),este ano dedicados ao tema da Cooperaçãopara a Água.O ano de 2013 foi declarado pela Nações Unidas como o Ano Internacional da Cooperação pela Águae será dedicado à identificação dos sucessos alcançados e dos desafios que permanecem na área daeducação,diplomacia,gestão de bacias transfronteiriças,financiamento e quadro legal da gestão daágua.O mundo assiste a um conjunto de desenvolvimento económico desigual,ao crescimento populacionale à migração para as zonas urbanas e costeiras,a que se acrescentam os relacionados com asalterações climáticas.Estas tendências acentuam os problemas actuais,colocam novos desafiose expõem as limitações existentes nos modelos de governança,nas infra-estruturas e nos serviçospúblicos.É para debater destas questões que nos reunimos em Maputo.Participam no 11º SILUSBA e no VII CPGZC países com uma dimensão quase continental,como é o casodo Brasil,e pequenos países,com características insulares como é o caso de Cabo Verde e S.Tomé ePríncipe.As realidades de natureza geográfica,cultural,socioeconómica,institucional,ambiental sãodistintas entre os países,entre regiões e entre locais e comunidades,mas reconhece-se que muitosproblemas são comuns e que a reflexão conjunta e partilha de experiências podem contribuir para asua resolução. É essa a razão de ser dos SILUSBA e dos CPGZC,os maiores eventos de cooperaçãocientífico-técnica dos povos de língua portuguesa.Em 2013,o 11º SILUSBA e o VII CPGZC são uma organização da APRH-Associação Portuguesa dosRecursos Hídricos,ABRH-Associação Brasileira de Recursos Hídricos,ACRH-Associação Cabo-Verdiana de Recursos Hídricos e da AQUASHARE-Associação Moçambicana dos Profissionais de Água,e da AMAIA – Associação Moçambicana de Avaliação de Impacte Ambiental e outras organizaçõeslusófonas que desenvolvem actividade nesta área.Obrigado por participar.Maputo,Cidade das Acácias Rubras2013 – ANO INTERNACIONAL DA COOPERAÇÃO PARA A ÁGUA
  • 6/ MENSAGEM DO PRESIDENTE DA COMISSÃOORGANIZADORA LOCAL DO 11º SIMPÓSIO DEHIDRÁULICA E RECURSOS HÍDRICOS DOS PAÍSESDE LÍNGUA PORTUGUESAManuel AlvarinhoO 11º SILUSBA vai ser de certeza uma Festa para os profissionais e académicos da água.Mas para osde Moçambique é também um motivo de orgulho,de grande responsabilidade e um momento quaseúnico neste espaço em que nos entendemos em português,de vários feitios e cores!Para muitos do sector em Moçambique,a última referência é o 3º SILUSBA,em Maputo,em 1997,hámais de 15 anos.Alguns de nós,privilegiados,vamos participando em outros eventos por esse mundo,nem sempre em português,infelizmente.Mas para muitos técnicos moçambicanos este será umevento que vai marcar por muito tempo.Daí o profundo apreço da Associação Aquashare por todosos que tornaram possível esta realidade,em particular as nossas associações irmãs dos países deexpressão em português!Moçambique vive ainda na premência de um desenvolvimento,equitativo e sustentável,que reduzasubstancialmente os índices de pobreza.No entanto,como instrumento essencial,julgo que umamudança de mentalidade é necessária para que nos projectemos para um novo patamar,de maiorprestígio do bom profissional e cientista,de desvalorização de soluções improvisadas,e de menorsobrevalorização de postos de chefia.É neste sentido que a Aquashare quer contribuir,por um corpo de técnicos e quadros moçambicanoscompetentes,sem vergonha de aprender dos outros,como o vamos fazer também neste SILUSBA.Porisso,dizemos na Aquashare:“CRESCENDO JUNTOS NA PARTILHA DO CONHECIMENTO!”.
  • 7/ MENSAGEM DO PRESIDENTE DA COMISSÃOORGANIZADORA LOCAL DO VII CONGRESSO SOBREPLANEAMENTO E GESTÃO DAS ZONAS COSTEIRAS DOSPAÍSES DE EXPRESSÃO PORTUGUESAKemal VazA Associação Moçambicana para Avaliação de Impactos Ambientais,tem a honra de estar naorganização deste nobre evento que consideramos ser de todo o interesse para Moçambique,dadosos 2.470 km de orla marítima,onde se encontram áreas de elevado valor em termos de biodiversidade,mas também áreas com elevado potencial económico para o desenvolvimento turístico,pesqueiro ede exploração de recursos minerais,incluindo petróleo e gás que,se não devidamente planificados ecuidados,podem resultar numa maior fragilidade da costa e do património Nacional.Por outro lado a extensa faixa costeira e sua posição geográfica em relação aos países do interland,torna o país particularmente vulnerável aos efeitos das mudanças climáticas,sendo já notória emalgumas regiões uma escassez de agua seguida de episódios de cheias severas com graves efeitos nodesenvolvimento de processos erosivos,pondo em risco modos de vida e infra-estruturas.Estamos certos que esta Conferência irá trazer valiosas contribuições para a melhoria da gestãocosteira em Moçambique,bem como nos restantes países aqui representados,aproveitando paraendereçar a todos uma conferência frutuosa e uma boa estadia.A todos participantes desejamos bom trabalho durante estes dias que se seguem.
  • 8/ MENSAGEM DO PRESIDENTE DA COMISSÃOORGANIZADORA INTERNACIONAL DO 11.º SIMPÓSIODE HIDRÁULICA E RECURSOS HÍDRICOS DOS PAÍSES DELÍNGUA PORTUGUESARodrigo Proença de OliveiraÉ um prazer dar-lhe as boas vindas ao 11º Simpósio de Hidráulica e Recursos Hídricos dos Países deLíngua Portuguesa (SILUSBA),este ano associado ao VII Congresso de Planeamento e Gestão das ZonasCosteiras.Há mais de 20 de anos que os SILUSBAs,e os eventos que os antecederam,assumem a ideia quea partilha de conhecimento e de experiências é essencial para superar os desafios comuns que secolocam aos nossos países no domínio da água.Nesse sentido,praticamos há muito A Cooperação pelaÁgua,o tema deste 11º SILUSBA,do Ano Internacional das Nações Unidas e do Dia Mundial da Água de2013.Em Maputo prosseguimos nesse caminho,estreitando os laços que nos unem.O programa do evento espelha bem este espírito e a vitalidade da comunidade hídrica de línguaportuguesa.O número de comunicações e de posters a apresentar excede em larga medida os dasedições anteriores e,na sua diversidade,cobre uma variedade de temas com interesse para a gestãodos recursos hídricos,desde as opções de política e de governança aos aspectos científicos e técnicos,passando pelas áreas do direito,da participação pública e da comunicação.Antecipo um debate muitointeressante e enriquecedor,no momento em que assistimos a importantes transformações ao nívelglobal com implicações directas na gestão da água e das bacias hidrográficas.A exposição técnica queacompanha o SILUSBA é também reflexo da dinâmica de aprofundamento das relações económicasentre os nossos países.Agradeço o trabalho voluntário de muitas pessoas que participaram nas comissões organizadorase científicas ou que contribuíram para o evento de forma anónima,e ainda o patrocínio e o apoio devárias entidades e empresas.A organização deste evento não teria sido possível sem o seu contributo.Desejo a todos um bom trabalho e uma boa estadia em Maputo.
  • 9/ MENSAGEM DO PRESIDENTE DA COMISSÃOORGANIZADORA INTERNACIONAL DO VII CONGRESSOSOBRE PLANEAMENTO E GESTÃO DAS ZONASCOSTEIRAS DOS PAÍSES DE EXPRESSÃO PORTUGUESAPedro Bettencourt CorreiaÉ atualmente consensual que as zonas costeiras constituem áreas territoriais particularmentesensíveis e dinâmicas.No espaço dos países de expressão portuguesa há um conjunto de pontoscomuns quer ao nível dos problemas identificados e das suas consequências,quer ao nível dassoluções,sejam elas de proteção e estabilização costeira ou das melhores práticas de planeamento egestão das faixas litorais.O VII Congresso sobre Planeamento e Gestão das Zonas Costeiras dos Países de ExpressãoPortuguesa constitui um espaço de troca de conhecimento e de debate,com o objetivo de potenciar odesenvolvimento sustentável das faixas costeiras.Moçambique é no momento atual o local ideal para uma discussão desta natureza:o País está emrápida transformação constituindo a orla costeira um espaço vital para o desenvolvimento.Tal comoem outros países de expressão portuguesa é no litoral moçambicano que se jogam intensos esforçosde modernização dos transportes e acessibilidades,de expansão e requalificação das estradas,dedesenvolvimento do setor turístico,de implementação de novas indústrias e formas de produção,deinstalação de novos pólos de produção de energias renováveis e não renováveis.Incidindo numa faixa de elevado dinamismo e vulnerabilidade o desenvolvimento tem um preço,e exige uma constante adaptação em função da capacidade de carga dos sistemas naturais.Asustentabilidade exige conhecimento,vontade,planeamento e capacidade de gestão.O VII Congresso sobre Planeamento e Gestão das Zonas Costeiras dos Países de Expressão Portuguesaserá assim um espaço de partilha de experiências,de discussão de modelos de planeamento e gestão,e de soluções de engenharia costeira e ordenamento territorial,temas que são essenciais em todo omundo de expressão portuguesa.Bem vindos a Maputo!
  • 10/ MENSAGEM DO PRESIDENTE DA COMISSÃO CIENTÍFICADO 11.º SIMPÓSIO DE HIDRÁULICA E RECURSOS HÍDRICOSDOS PAÍSES DE LÍNGUA PORTUGUESADinis JuizoMaio de 2013 em Maputo,a cidade das acácias,e tem como tema“Cooperação para Água”,um temaglobal que coincide com os objectivos perseguidos pela lusofonia.Apraz-nos notar a grande participação que o evento deve com um conjunto inicial de mais de 250propostas de comunicações para o evento,o que demonstra o potencial e a importância deste eventocomo um veículo de comunicação científica entre as nossas comunidades do espaço lusófono.Os artigos que finalmente foram submetidos e serão apresentados neste evento trazem consigonão apenas os resultados da investigação realizadas nos nossos diversos países mas também asmensagens e recomendações que constituem a verdadeira troca de experiência e promoção da nossacooperação visando ultrapassar as questões que se entrepõem no desenvolvimento das nossassociedades.Ao ler os diversos trabalhos submetidos para este Simpósio fica claro que o primeiro objectivo quetínhamos para este evento foi ultrapassado,a partilha de conhecimentos e inovação numa perspectivade cooperação para a entreajuda na solução dos problemas comuns.Contamos com a participação de todos,autores e demais participantes para o sucesso do evento,esperamos por isso que participem nos debates que se seguirão às comunicações e outros momentoscriados para partilha de conhecimentos que irão certamente enriquecer este evento único da lusofonia.
  • 11/ MENSAGEM DO PRESIDENTE DA COMISSÃOCIENTÍFICA DO VII CONGRESSO SOBREPLANEAMENTO E GESTÃO DAS ZONAS COSTEIRASDOS PAÍSES DE EXPRESSÃO PORTUGUESAJoão Alveirinho DiasBem vindos ao VII Congresso sobre Planeamento e Gestão das Zonas Costeiras dos Países deExpressão Portuguesa que se realiza na bela cidade de Maputo.São diversificadas as problemáticasque atualmente caracterizam as zonas costeiras mundiais,de que ressaltam as derivadas daconcentração da população junto ao litoral,as relacionadas com a ocupação de zonas de elevado risco,as que são consequência das atividades antrópicas nas bacias drenantes,e as concatenadas com aalteração climática global,designadamente com a elevação médio do mar.Neste contexto,é de toda arelevância que a comunidade científica de uma das principais comunidades mundiais,a dos Países deLíngua Portuguesa,com dimensão multicontinental,se reúna para debater as problemáticas aludidas,para permutar experiências,e para,conjuntamente,procurar encontrar soluções.Esta série de Congressos,iniciada em 2001 em Ponta Delgada (Açores,Portugal),já passou pelo Recife(PE,Brasil),por Maputo (Moçambique),pelo Funchal (Madeira,Portugal),por Itajaí (SC,Brasil) e pelaBoavista (Cabo Verde),volvendo este ano,novamente,a esta bela cidade de Maputo.Em comparaçãocom a comunidade científica existente aquando do 1º Congresso,estamos agora seguramenteperante uma comunidade mais amadurecida,mais esclarecida e mais competente para responder aosimportantes desafios que,nas zonas costeiras,se impõem à sociedade.Os cerca de 280 milhões de falantes de português (5ª língua mais falada no mundo,a 3ª mais faladano hemisfério ocidental e a mais falada no hemisfério sul da Terra) confiam na nossa comunidadecientífica para,através da gestão esclarecida das zonas costeiras (principal recurso marinho),encontrar respostas que viabilizem o desenvolvimento de uma sociedade mais justa,mais equilibradae mais sustentável.Este Congresso será,sem dúvida,uma importante peça na perseguição dessedesiderato.
  • 12
  • 13PROGRAMABy Hansueli Krapf
  • 14II CURSO INTENSIVO DE GESTÃO COSTEIRA: PLANEAMENTO EORDENAMENTO DAS FAIXAS COSTEIRASLOCAL: AUDITÓRIO DA UNIVERSIDADE EDUARDO MONDLANE6ª FEIRA, 248:30 – 9:00 | SESSÃO DE ABERTURAJoão Alveirinho Dias, Presidente da Comissão Científica do Congresso de Planeamento e Gestão deZonas Costeiras dos Países de Expressão Portuguesa.Rodrigo Proença de Oliveira, Presidente da Comissão Organizadora Internacional do Simpósio deHidráulica e Recursos Hídricos dos Países de Língua Portuguesa.Kemal Vaz, Presidente da Comissão Organizadora Local do Congresso de Planeamento e Gestão deZonas Costeiras dos Países de Expressão Portuguesa.9:00 – 10:00 | OS DESAFIOS ACTUAIS DE PLANEAMENTO E GESTÃO DAS FAIXASCOSTEIRASPedro Bettencourt Correia, Nemus - Gestão e Requalificação Ambiental, Lda10:00 – 10:30 | Coffee Break10:30 – 11:30 | EVOLUÇÃO E DINÂMICA COSTEIRA NOS ÚLTIMOS 20 000 ANOSJoão Alveirinho Dias, Universidade do Algarve, Portugal11:30 – 12:30 | ENGENHARIA COSTEIRA E EVOLUÇÃO COSTEIRA:3 CASOS DE ESTUDOFernando Veloso Gomes, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Portugal12:30 – 14:00 | Almoço14:00 – 15:00 | ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS:EFEITOS NAS FAIXAS COSTEIRASCarlos César Jesus, Nemus - Gestão e Requalificação Ambiental, Lda15:00 – 16:00 | BIODIVERSIDADE NAS FAIXAS LITORAISAlima Tajú, Beta - Engenharia, Gestão e Ambiente, Lda16:00 – 16:30 | Coffee Break16:30 – 17:30 | AVALIAÇÃO DE IMPACTO AMBIENTAL E AVALIAÇÃO AMBIENTALESTRATÉGICA:2 CASOS DE ESTUDOPedro Bettencourt Correia, Nemus - Gestão e Requalificação Ambiental, LdaSebastião Teixeira, Agência Portuguesa do Ambiente, IP, Portugaldia24
  • 15SÁBADO, 259:00 – 10:00 | O PAPEL DA ENGENHARIA COSTEIRA NA REQUALIFICAÇÃO EESTABILIZAÇÃO COSTEIRA:O ESTADO DE ARTEFernando Veloso Gomes, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, Portugal10:00 – 10:30 | Coffee Break10:30 – 11:30 | AVALIAÇÃO E GESTÃO DE RISCO NA FAIXA COSTEIRASebastião Teixeira, Agência Portuguesa do Ambiente, IP, Portugal11:30 – 12:30 | DA VISITA DE CAMPO:LITORAL DE MAPUTO – LITORALARTIFICIALIZADOEnrique Castillo / Alima Tajú,Beta - Engenharia,Gestão e Ambiente,Lda12:30 – 14:00 | Almoço14:00 – 15:30 | MODELOS DE PLANEAMENTO E GESTÃO DA ORLA COSTEIRA:CASOS DE ESTUDOGabriela Moniz, Agência Portuguesa do Ambiente, IP, PortugalMarinez Scherer, Universidade Federal de Santa Catarina, Brasil15:30 – 16:00 | Coffee Break16:00 – 17:00 | DEBATE:GESTÃO COSTEIRA, PAISAGEM E SUSTENTABILIDADE;OPÇÕES E COMPROMISSOSKemal Vaz, Presidente da Comissão Organizadora Local do Congresso de Planeamento e Gestão deZonas Costeiras dos Países de Expressão PortuguesaFernando Veloso Gomes, Faculdade de Engenharia da Universidade do Porto, PortugalPedro Bettencourt Correia, Nemus - Gestão e Requalificação Ambiental, LdaSebastião Teixeira, Agência Portuguesa do Ambiente, PortugalAlima Tajú, Beta - Engenharia, Gestão e Ambiente, Lda17:00 – 17:30 | BALANÇO DO 2º CURSO INTENSIVO DE GESTÃO COSTEIRA EENCERRAMENTOJoão Alveirinho Dias, Universidade do Algarve. Portugaldia25
  • 1611º SIMPÓSIO DE HIDRÁULICA E RECURSOS HÍDRICOS DOS PAÍSES DELÍNGUA OFICIAL PORTUGUESAVII CONGRESSO SOBRE PLANEAMENTO E GESTÃO DAS ZONASCOSTEIRAS DOS PAÍSES DE EXPRESSÃO PORTUGUESA/ PROGRAMA DETALHADO 2ª FEIRA, 2714:30 - 15:30 | Registo dos participantes15:30 - 16:00 | Chegada das autoridades e dos convidados16:00 – 17:00 | Sala Plenária - Sessão de aberturaManuel Alvarinho, Presidente da Comissão Organizadora Local do 11º Simpósio de Hidráulica eRecursos Hídricos dos Países de Língua Portuguesa.Kemal Vaz, Presidente da Comissão Organizadora Local do VII Congresso de Planeamento e Gestãode Zonas Costeiras dos Países de Expressão Portuguesa.Rodrigo Proença de Oliveira, Presidente da Comissão Organizadora Internacional do 11º Simpósiode Hidráulica e Recursos Hídricos dos Países de Língua Portuguesa.Luiz Gabriel Azevedo, Vice-Presidente da Comissão Organizadora Internacional do 11º Simpósio deHidráulica e Recursos Hídricos dos Países de Língua Portuguesa.Pedro Bettencourt Correia, Presidente da Comissão Organizadora Internacional do VII Congresso dePlaneamento e Gestão de Zonas Costeiras dos Países de Expressão Portuguesa.Diniz Juizo, Presidente da Comissão Científica do 11º Simpósio de Hidráulica e Recursos Hídricosdos Países de Língua Portuguesa.José Alvarinho Dias, Presidente da Comissão Científica do VII Congresso de Planeamento e Gestãode Zonas Costeiras dos Países de Expressão Portuguesa.Alberto Vaquina, Primeiro-Ministro de Moçambique, em representação de Sua Excelência oPresidente da República de Moçambique.17:00 – 18:00 | Inauguração da exposição18:00 – 19:00 | Cocktail nos jardins junto ao pavilhão da exposição. 3ª FEIRA, 288:30 – 10:00 | Sala 4 | Mesa redonda de abertura:Prioridades de acção nosdomínios da água e das zonas costeirasModerador:Manuel Alvarinho, Presidente do Conselho de Regulação da Água, MoçambiqueVicente Andreu, Presidente da Agência Nacional de Águas, BrasilMarcio Xerinda, Secretário Permanente do Ministério para Coordenação da Acção Ambiental,MoçambiquePaulo Lemos, Secretário de Estado do Ambiente e do Ordenamento do Território, Portugaldia27e28
  • 1710:00-10:30 | Coffee-break10:30-12:30 | Sessão paralelasSALA 1 – 11º SILUSBATEMA:Avaliação e gestão de água subterrâneaPresidente de Mesa:Arlindo Correia, Direção Nacional de Água, MoçambiqueReferência Título da Comunicação Autores73 ARTIFICIAL RECHARGE EFFECTS IN A COASTALAQUIFER LOCATED IN THE SEMI-ARIDENVIRONMENT OF KORBA-MIDA AQUIFER, CAP-BON PENINSULA,TUNISIATeresa E. Leitão;NoureddineGaaloul;João Paulo Lobo Ferreira90 APLICAÇÃO DE RESTOLHO COMO MÉTODODE CONSERVAÇÃO DO SOLO E DA ÁGUA:SIMULAÇÃO DE CHUVADAS COM DIFERENTESINTENSIDADESJoão R.C.B. Abrantes;AbelardoA.A. Montenegro;João L.M.P. deLima98 MODELAÇÃO DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NOALGARVE CENTRAL APLICADA À SIMULAÇÃODE DESCARGA SUBMARINA PARA O OCEANOATLÂNTICO E DO CAUDAL DE BASE DA RIBEIRADE QUARTEIRA (PORTUGAL)José Paulo Monteiro, Luís Costa,Rui Hugman,Tibor Stigter, LuísNunes114 OCORRÊNCIAS HIDROMINERAIS DO NORDESTETRANSMONTANO:MODELOS DE CIRCULAÇÃO EPOTENCIAL GEOTÉRMICOLuís Fernandes;Alberto Lima;RuiSantos139 EFEITO DA COBERTURA MORTA NA UMIDADE DOSOLO COM CHUVA SIMULADA NO AGRESTE DEPERNAMBUCO - BRASIL.Adriano L.N. Monteiro;AbelardoA. A. Montenegro;Valdemir dePaula Silva Júnior;Demetrius D.Silva;R.H. Lacerda199 DINÂMICA DA ÁGUA NO SOLO SIMULADA PELOMODELO HYDRUS-1D E MEDIDA A CAMPO PARAAS CONDIÇÕES CLIMÁTICAS DO SUL DO BRASILRafael Matias Feltrin;JoãoBatista Dias de Paiva;EloízaMaria Cauduro Dias de Paiva223 PESQUISA GEOFÍSICA NO PARQUE NCIONALDA GORONGOSA NA PROVÍNCIA DE SOFALA,MOÇAMBIQUEFarisse Chirindja;T. Dahlina, R.Owenb;F. Steinbruchc241 IMPACTO DA PROLIFERAÇÃO DOS FUROS NAREGIÃO DO MAPUTO E SUAS IMPLICAÇÕES NOSISTEMA AQUÍFEROLizete Dias, Ivo Harendia28
  • 18SALA 2 – 11º SILUSBATEMA:Governança da águaPresidente de Mesa:Francisco Nunes Correia, Instituto Superior Técnico, PortugalReferência Título da Comunicação Autores30 A FUNÇÃO DE UM CONSELHO NACIONAL DAÁGUA NA GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOSA.E Leitão;F.N. Godinho105 NOVAS FORMAS DE GOVERNANÇA NA POLÍTICANACIONAL DA ÁGUA:O CASO DA REGIÃOHIDROGRÁFICA DO TEJOMiguel Rodrigues;Marta Varanda168 ESTUDO DAS POTENCIALIDADES DEINTEGRAÇÃO INTERESTADUAL DA GESTÃO DERECURSOS HÍDRICOS:FOMENTANDO COMITÊSDE AFLUENTES E O COMITÊ DO RIO DOCE COMOCOMITÊ DE INTEGRAÇÃOCristina Marinato Fiorin;KarlaLibardi Gallina;Edmilson CostaTeixeira206 ANÁLISE DE ASPECTOS TÉCNICOS E LEGAISDO FUNCIONAMENTO DAS ADMINISTRAÇÕESREGIONAIS DE ÁGUAS EM MOÇAMBIQUEÁlvaro Carmo Vaz, Lucinda Cruz248 DESAFIOS DA IMPLEMENTAÇÃO DE GESTÃODESCENTRALIZADA DOS RECURSOS HÍDRICOSEM MOÇAMBIQUERonaldo Inguane, Dinis Juízo,Jordi Gallego-Ayala41 OS MÉTODOS DE SOLUÇÃO DE LITÍGIOSINTERNACIONAIS RESPEITANTES À ÁGUAPaulo Canelas de Castro61 ESTUDO ASSOCIADO AO DESENVOLVIMENTODO TEMA ESTRATÉGICO 6 “GESTÃO PARTILHADADAS REGIÕES HIDROGRÁFICAS LUSO-ESPANHOLAS E RELAÇÕES INTERNACIONAIS”DO PLANO NACIONAL DA ÁGUA (PNA) 2010.Jose Vieira Costa, Ana RitaFarinha;Maria Joao Pedreira6 GESTÃO INTEGRADA DOS RECURSOS HÍDRICOSE AGUAS RESIDUAIS.Laura Rocha;André Almeida.SALA 4 – 11º SILUSBATEMA:Serviços de Água:Governança e estratégias de desenvolvimentoPresidente de Mesa:Márcia Ribeiro, Universidade Federal de Campina Grande, BrasilReferência Título da Comunicação Autores278 GESTÃO DOS RISCOS DE DESASTRE PARAASSEGURAR A CONTINUIDADE DOS SERVIÇOSDE ÁGUA E SANEAMENTOGlenn Pearce-Oroz253 ABORDAGENS À AGENDA DE SANEAMENTODEFINIDA NAESTRATÉGIA NACIONAL DE ÁGUA ESANEAMENTO URBANO DE MOÇAMBIQUEPeter Hawkins55 REFLEXÕES SOBRE ROAD MAPPING PARAEVOLUÇÃO DO SANEAMENTO EM ÁREASURBANAS.Valdemiro Matavela;Sara Amaral;José S Matos;António Monteirodia28
  • 19Referência Título da Comunicação Autores83 NA “CIDADE DO FUTURO” A ÁGUA ESTÁ NOCENTRO DO PLANEAMENTO URBANO. UMAMETODOLOGIA PARA QUANTIFICAR E AVALIAR ASUSTENTABILIDADE DOS SISTEMAS QUE FAZEMPARTE DO CICLO URBANO DA ÁGUA UTILIZANDOO MODELO DE METABOLISMOLuís Adão;António Monteiro99 ABASTECIMENTO DE ÁGUA E SANEAMENTONA COMUNIDADE DE PAÍSES DELÍNGUA PORTUGUESA – OBJECTIVOS,CONSTRANGIMENTOS E PERSPECTIVAS DEEVOLUÇÃOSusana Freire;Ana Rita Ramôa;José Saldanha Matos;AnaGalvão;Alexandra Serra26 ÁGUAS DA REGIÃO DE AVEIRO, S.A. - UMA NOVAGESTÃO NUM MODELO NOVO DE GESTÃO DESERVIÇOS DE ÁGUA.Manuel ThomazSALA 5 – 11º SILUSBATEMA:Gestão de recursos hídricos:Sistemas de informação e monitorizaçãoPresidente de Mesa:António Guerreiro Brito, Universidade do Minho, PortugalReferência Título da Comunicação Autores48 MONITORAMENTO QUALI-QUANTITATIVO COMOINSTRUMENTO DE GESTÃO DOS RECURSOSHÍDRICOS SUPERFICIAS NO DISTRITO FEDERAL(DF), BRASILWelber Ferreira Alves;CamilaAida Campos;Fabiana FernandesXavier201 A UTILIDADE DA INFORMAÇÃO HIDROLÓGICADISPONIBILIZADA EM BASES DE DADOSINTERNACIONAIS PARA ESTUDOS NOCONTINENTE AFRICANO. O CASO DEMOÇAMBIQUESandra Pombo;Rodrigo Proençade Oliveira;André Mendes22 AS NOVAS TECNOLOGIAS DE INFORMAÇÃO NOAPOIO À GESTÃO DOS RECURSOS HÍDRICOSAntónio Lopes;António Herdeiro;Pedro Fatal;Carlos Nunes196 A INFORMAÇÃO GEOGRÁFICA COMO BASE PARAO PLANEAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOSPedro Bettencourt Correia;JoãoFernandes;Maria Grade115 SILIAMB – SISTEMA INTEGRADO DELICENCIAMENTO DO AMBIENTE:UMAABORDAGEM NACIONAL À GESTÃO DO DOMÍNIOHÍDRICOTheo Fernandes;Manuel Lacerda;Felisbina Quadrado;Ana CatarinoMariano;Andreia Franco;SaraMendes;Catarina Silva;243 CONTROLO DA QUALIDADE DOS DADOSHIDROLÓGICOS - DA MEDIÇÃO NO CAMPO ATÉ ÀBASE DE DADOSMaria Isabel Vaz156 O USO DO ADP PARA ESTIMATIVA DECONCENTRAÇÃO DE SEDIMENTOS EMSUSPENSÃOAline Schuck;Letícia Grutka;Cristiane Hermann Pacheco;JoãoBatista Dias de Paiva;DanielaGuzzon Sanagiotto200 COMPARATIVO DE MEDIÇÕES DE VAZÕES ENTREADP E MOLINETE HIDROMÉTRICOLetícia Grutka;Aline Schuck;Alencar Simão Rizzardi;FábioAlex Beling;João Batista Dias dePaivadia28
  • 20SALA 3 – VII CPGZCTEMA:Governança, planeamento e ordenamento das zonas costeirasPresidente de Mesa:Sebastião Teixeira, Agência Portuguesa do Ambiente, PortugalReferência Título da Comunicação Autores40 PLANOS DE ORDENAMENTO DA ORLACOSTEIRA DE 2.ª GERAÇÃO:EXPERIÊNCIA EAPRENDIZAGENSGabriela Moniz dos Santos;JoanaBustorff Neves;Margarida Costa20 GESTÃO DE PRAIAS NO BRASIL:SUBSÍDIOS PARAUMA REFLEXÃOMarinez Scherer58 PLANEAMENTO E GESTÃO COSTEIRA EMMOÇAMBIQUE:QUESTÕES PRIORITÁRIASPedro Bettencourt Correia;CarlosCésar Jesus;Sónia Alcobia16 O QUE SE APRENDEU COM A PRIMEIRAGERAÇÃO DE POOC EM PORTUGALRomana Rocha15 IMPORTÂNCIA DO RECONHECIMENTO DOFENÓMENO DE INTRUSÃO SALINA NADEFINIÇÃO DOS PLANOS DE ORDENAMENTO DEORLAS COSTEIRASAntónio Chambel21 GUIA DE INFORMAÇÃO AO CIDADÃO:OCULMINAR DE UM CICLO DE PLANEAMENTOE ORDENAMENTO DA ORLA COSTEIRA NOSAÇORES, PORTUGAL. PARTICIPAÇÃO PÚBLICA,GESTÃO E PLANEMENTO DAS ORLAS COSTEIRASAna Barroco;Fernando VelosoGomes;Francisco Barreto Caldas;Nuno Cruz;Paulo Alves;PauloTalhadas Santos;Rui Figueiredo7 ÁGUA SUBTERRÂNEA EM AQUÍFERO DELTAICODO NORTE FLUMINENSE PARA USO NOABASTECIMENTO DA CIDADE DE CAMPOS DOSGOYTACAZES, ESTADO DO RIO DE JANEIRO,BRASILLucio Carramillo Caetano;SueliYoshinaga Pereira;EgmontCapucci;Ivan Paulo Manhiça6 ANÁLISE DA CRITICIDADE HÍDRICA EM ZONASCOSTEIRAS:ESTUDO DE CASO NO LITORALNORTE DE SÃO PAULO, BRASILBruna Vieira;Wilson Sousa Junior1 PROCESSOS GEOQUÍMICOS DA INTERAÇÃOÁGUA-ROCHA NA ILHA DE SANTIAGO – CABOVERDEAntónio Pina12:30-14:00 | Almoço14:00-15:45 | Sessão paralelasSALA 1 – 11º SILUSBATEMA:Contaminação e qualidade da água subterrâneaPresidente de Mesa:João Paulo Lobo Ferreira, Laboratório Nacional de Engenharia Civil,PortugalReferência Título da Comunicação Autores4 ÁREAS AFETADAS E PROPENSAS A SALINIZAÇÃODOS SOLOS E MONITORAMENTO DA INTRUSÃOSALINA NA COSTA LESTE DA ILHA DE SANTIAGO– CABO VERDEAntónio Pedro Said Aly de Pinadia28
  • 21Referência Título da Comunicação Autores33 ANÁLISE DA CONTRIBUIÇÃO DAS FONTESPOLUENTES PARA A CARGA TOTAL DE NITRATOSE FOSFATOS QUE AFLUEM À LAGOA DE MELIDESPOR TRANSPORTE SUBTERRÂNEOJoão Paulo Lobo Ferreira;MariaEmilia Novo;Luís Oliveira131 RADIOATIVIDADE DE ÁGUAS SUBTERRÂNEAS EMTERRENOS CRISTALINOS:CASO DE ESTUDO NAREGIÃO DE PONTE DE LIMA (NW DE PORTUGAL).L. Mendes;A. Lima;A. Pereira;P.Pinto133 ESTUDO DA RECARGA AQUÍFERA EMTERRENOS CRISTALINOS:ABORDAGEMMULTIMETODOLÓGICA.M. L. Rodrigues;R. Costa;A. Lima134 QUALIDADE DA ÁGUA SUBTERRÂNEA EMAQUÍFEROS CRISTALINOS:IDENTIFICAÇÃOE CARATERIZAÇÃO DOS PROCESSOSMINERALIZADORESR. Costa;M. L. Rodrigues;A. Lima138 AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DAS ÁGUASSUBTERRÂNEAS NOS MUNICÍPIOS DOS CAMPOSDE CIMA DA SERRA DO ESTADO DO RIO GRANDEDO SUL, BRASILGabriela Bavaresco;TaisonAnderson Bortolin;VaniaElisabete Schneider:PedroAntonio Roehe Reginato;213 AVALIAÇÃO DE SOLUÇÕES DE REMOÇÃO DEAZOTO EM LIXIVIADOS DE ATERROS SANITÁTIOSDE RESÍDUOS URBANOS (CASO DE ESTUDO)Carlos Raposo;Rui Dores;MartaDiasSALA 2 - 11º SILUSBATEMA:Água e desenvolvimento económicoPresidente de Mesa:Abelardo Montenegro, Universidade Federal de Pernambuco, BrasilReferência Título da Comunicação Autores195 A IMPORTÂNCIA DOS CENÁRIOS PROSPETIVOS EDA ANÁLISE CUSTO-EFICÁCIA NA ELABORAÇÃODE PLANOS DE GESTÃO DE BACIASHIDROGRÁFICASPedro A. Fernandes;PedroBettencourt Correia;Francisco G.Silva194 PLANOS DE GESTÃO DE BACIAS HIDROGRÁFICAS– MEDIDAS DE GESTÃOPedro Bettencourt Correia;SóniaAlcobia;Cláudia Fulgêncio;MariaGrade190 BARRAGENS EM RIOS INTERNACIONAIS COMEFEITOS TRANSFRONTEIRIÇAS INDUZIDOS PORACIDENTES GRAVES. A EXPERIÊNCIA IBÉRICAMaria Teresa Viseu;Sílvia Amaral;Maria Adelaide Gonçalves198 AS ÁGUAS SUBTERRÂNEAS NOS PLANOS DEGESTÃO DAS BACIAS HIDROGRÁFICAS DO SULDE PORTUGAL – ESTADO, PRESSÕES E MEDIDASSónia Alcobia;Pedro BettencourtCorreia;José Paulo Monteiro;António Chambel;Luís Nunes;Ricardo Martins;Manuel Oliveirada Silva, Clara Sena,Jorge Duque113 O DESAFIO DA GESTÃO DE RECURSOS HÍDRICOSEM VALES ALUVIAS NO SEMIÁRIDO DEPERNAMBUCO- BRASILAbelardo Montenegro;EugénioSantiago;José Roberto Silva;Eduardo Silva;Robertson FontesJúnior141 APROVEITAMENTO DA ÁGUA DA CHUVAPARA CULTIVO DO MILHO (ZEA MAYS L.), NOSEMIÁRIDO PERNAMBUCANO, (BRASIL)Tatyana K. S. Borges;AbelardoA. A. Montenegro;Thais E. M.Santos;Valdemir de P. SilvaJunior;José Roberto L. Silvadia28
  • 22Referência Título da Comunicação Autores269 DESAFIOS DA GESTÃO DE ÁGUA NO SISTEMA DEIRRIGAÇÃO DE MUSHANDIKE NA BACIA DO RIORUNDE,ZIMBABWEJ. A. Malanço;H. B. Makurira;E.Kaseke;W. GumindogaSALA 4 - 11º SILUSBATEMA:Aspectos hidrológicosPresidente de Mesa:Álvaro de Carmo Vaz, Universidade Eduardo Mondlane, MoçambiqueReferência Título da Comunicação Autores54 ESTUDOS HIDROLÓGICOS EM BACIASHIDROGRÁFICAS DO ESTADO DE PERNAMBUCO- BRAZILSuzanaM.G.L.Montenegro;AlfredoR.Neto;BernardoB.daSilva;AntônioC.D.Antonino;JoséRomualdodeS.Lima;LeidjaneM.M.deOliveira;AlbertEinsteinS.S.deMoura;FernandaB.daSilva108 APLICAÇÃO DO MODELO VIC NA AVALIAÇÃO DOSIMPACTOS HIDROLÓGICOS DAS MUDANÇAS DEUSO DE TERRA NO BAIXO ZAMBEZEMaria João Calejo;Dinis Juizo;Francisco Saimone;AlfredoZunguze143 BASE DE DADOS E MODELO HIDROLÓGICO DABACIA DO ZAMBEZEJosé Pedro Matos;Maria ManuelaPortela;Dinis Juízo;AntonSchleiss205 USO DE PRECIPITAÇÃO ESTIMADA POR SATÉLITEPARA ESTIMATIVA DE CAUDAIS DIÁRIOS NABACIA DO RIO ZAMBEZEAgostinho Vilankulos, D. Hughes EH. Muiuane145 ESTRUTURA MELHORADA DE CAUDAISAFLUENTES A GRANDES ALBUFEIRASUTILIZANDO FILTROS DE KALMANJosé Pedro Matos;Maria ManuelaPortela;Anton Schleiss180 MYWATER - INTEGRAÇÃO DE INFORMAÇÃO EMTEMPO REAL COM MODELOS DE PREVISÃO DEAFLUÊNCIASCarina Almeida;Eduardo Jauch;Pedro Chambel-Leitão;AdéloSilva;Ramiro Neves227 APLICAÇÃO DO MODELO DE NÚMERO DE CURVAPARA ESTIMAR OS IMPACTOS DA MUDANÇADE USO E COBERTURA DA TERRA SOBRE OESCOAMENTO SUPERFICIALFrancisco Saimone, Dinis JuízoSALA 5 - 11º SILUSBATEMA:Serviços de Água:Qualidade de água e técnicas de tratamentoPresidente de Mesa:Luís Macário, Water and Sanitation Program, MoçambiqueReferência Título da Comunicação Autores36 ODORES,TOXICIDADE E CORROSÃOEM SISTEMAS DE ÁGUAS RESIDUAIS –POTENCIALIDADES DE APLICAÇÃO DE MODELOSDE SIMULAÇÃONatércia Matias;Filipa Ferreira;José Saldanha Matos72 COMUNIDADE FITOPLANCTÔNICA EMINSTALAÇÃO PILOTO DE FILTRAÇÃO EMMÚLTIPLAS ETAPAS- CASO REPRESASAMAMBAIALuciana de Souza Melo Machado;Paulo Sérgio Scalizedia28
  • 23Referência Título da Comunicação Autores81 PROJETO E OPERAÇÃO DE UM REATORBIOLÓGICO DE MEMBRANAS (MBR) NA ETAR DEVILA NOVA DO CEIRA, GÓIS (COIMBRA)Ezequiel H. China, Filipe Carraco,Hugo Sabino, Humberto Silva122 BACTÉRIAS DE ORIGEM FECAL:ANÁLISEESPACIAL E SUGESTÕES PARA A MELHORIA DASAÚDE PÚBLICALiliane Milani de Moraes;TiagoPereira dos Santos;FranciscoRossarola Forgiarini.187 AVALIAÇÃO DA APLICAÇÃO DE POLICLORETODE ALUMÍNIO NA TRATABILIDADE DE ÁGUA DEAMBIENTE LÊNTICO,VISANDO A REMOÇÃO DECARBONO ORGÂNICO TOTALWilma Gomes da Silva Carmo;Alcides Junio Lemes Marques;Nora Kátia Del Aguila Saavedra270 CÉLULAS DE COMBUSTÍVEL MICROBIANAS:UMPROCESSO INOVADOR PARA PRODUÇÃO DEENERGIA E TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUAISEM SISTEMAS DESCENTRALIZADOSLuciana Peixoto, Gilberto Martins,Alexandrina Rodrigues, PierParpot, Regina Nogueira, AntónioG. Brito277 TRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUAIS EMCOMUNIDADES COM URBANIZAÇÃO RÁPIDAGolder Associates AfricaSALA 3 – VII CPGZCTEMA:Engenharia e Protecção Costeira / Modelação das Zonas CosteirasPresidente de Mesa:Fernando Veloso Gomes, Faculdade de Engenharia da Universidade doPorto, PortugalReferência Título da Comunicação Autores57 O LITORAL EM ARRIBA DE KATEMBE (SULDE MAPUTO, MOÇAMBIQUE) – EROSÃO,ESTABILIDADE E DESAFIOS PARA OPLANEAMENTO E GESTÃOSónia Alcobia;Pedro BettencourtCorreia49 CARACTERIZAÇÃO DOS ACIDENTES EM ARRIBASDISSOCIADAS DA GEODINÂMICA NATURAL NACOSTA DO ALGARVE (PORTUGAL) DURANTE AÚLTIMA DÉCADA (2003-2012)Sebastião Braz Teixeira;AnabelaDores34 ESTRATÉGIAS ADOTADAS PARA CONTER AEROSÃO COSTEIRA NO LITORAL DE SANTACATARINA, BRASILAndreoara Deschamps Schmidt;Norberto Olmiro Horn Folho;Cristian Nunes Estevam62 MASSA DE ÁGUA E CIRCULAÇÃO NO BANCO DESOFALAHelder Machaieie;AntónioHoguane72 VARIABILIDADE DA ASSIMETRIA DA MARÉ NABAÍA DE SOFALA, MOÇAMBIQUETeodósio Nzualo;Marcos Gallo;Susana Vinzon63 ESTUDO DA HIDRODINÂMICA DO ESTUÁRIO DOBONS SINAISMaria Helena António5 SISTEMA COMPUTACIONAL DE ALTA RESOLUÇÃOPARA PLANEAMENTO E RESPOSTA A DERRAMESDE HIDROCARBONETOS EM APLICAÇÕESOCEÂNICAS, COSTEIRAS E ESTUARINASAlberto Azevedo;Sérgio Den Boer;Gonçalo Jesus;João Gomes;Anabela Oliveira;André Fortunatodia28
  • 2415:45-16:15 | Sala 4 - Apresentação do livro:O Direito da ÁguaJaime Melo Baptista, Entidade Regulador dos Serviços de Água e Saneamento, Portugal.Francisco Nunes Correia, Instituto Superior Técnico, Portugal.João Pedro Oliveira Miranda, FALM, Sociedade de Advogados, e Faculdade de Direito daUniversidade de Lisboa, Portugal.Mark Kirkby, Sérvulo Correia, Sociedade de Advogados, Portugal.Ana Luísa Guimarães, Sérvulo e Associados, Sociedade de Advogados, Portugal.16:15-16:45 | Coffee-break16:45-18:15 | Mesas redondas / Key-notesSALA 4 – ÁGUA E DESENVOLVIMENTO ECONÓMICOModerador:Dinis Juizo, Universidade Eduardo Mondlane, Moçambique.Perspectivas sobre a Hidroenergia em Moçambique, Augusto Sousa Fernando, Electricidade deMoçambique.Licenciamento Ambiental Sustentável para uso dos Recursos Hídricos - estratégia para países emdesenvolvimento, Geraldo Lopes da Silveira, Universidade Federal de Santa Maria, Rio Grande doSul, BrasilNuno Lacasta, Agência Portuguesa do Ambiente, IP, PortugalSegurança hídrica e reserva de água, Vicente Andreu, Agência Nacional de Água, BrasilSALA 3 –PLANEAMENTO E GESTÃO COSTEIRA NA ÁFRICA AUSTRALPedro Bettencourt Correia, Nemus - Gestão e Requalificação Ambiental, LdaJosé Forjaz, Faculdade de Arquitetura da Universidade Eduardo Mondlane, MoçambiqueCarlos Serra, Universidade Pedagógica de Maputo, Moçambique4ª FEIRA, 298:30-10:00 | Mesa redonda / Key-NotesSALA 4 – ÁGUA E DESENVOLVIMENTO HUMANOModerador:Luiz Gabriel Azevedo, Oderbrecht, Brasil.Plataforma Moçambicana de Águas, Susana Saranga, Direcção Nacional de Águas, e JuditeManhique, AQUASHARE, MoçambiqueEducação para a formação da cidadania das águas, Octávio Elísio Alves de Brito, UNESCO-HidroEX, Brasil.Visão e pragmatismo no desenvolvimento do abastecimento de água e saneamento, António JorgeMonteiro, Instituto Superior Técnico, PortugalSALA 3 – GESTÃO COSTEIRAUma reflexão sobre a gestão costeira nos países em desenvolvimento, Marinez Scherer,Universidade Federal de Santa Catarina, BrasilAlterações climáticas e gestão costeira;desafios e oportunidades, Pedro Bettencourt Correia eCarlos César Jesus, Nemus - Gestão e Requalificação Ambiental, Ldadia28e29
  • 2510:00-10:30 | Coffee-break10:30-12:30 | Sessão paralelasSALA 1 – 11º SILUSBATEMA:Participação publica na gestão da águaPresidente de Mesa:Alexandra Carvalho, Ministério da Agricultura, do Mar, do Ambiente e doOrdenamento do Território, PortugalReferência Título da Comunicação Autores34 ANÁLISE DA PARTICIPAÇÃO SOCIAL NAGOVERNANÇA DAS ÁGUASÂngela Patrícia Deiró Damasceno;Yvonilde Dantas Pinto Medeiros;Ilce Marília Dantas Pinto100 ESTRATÉGIA PARA REABILITAÇÃO DE RIOSE RIBEIRAS COM O ENVOLVIMENTO DAPOPULAÇÃO.Pedro Teiga;Rodrigo Maia;Fernando Veloso-Gomes104 A GESTÃO DA ÁGUA SUBTERRÂNEA FACEA MUDANÇAS CLIMÁTICAS:RELATO DEUMA EXPERIÊNCIA PARTICIPATIVA COMSTAKEHOLDERS NO ALGARVE (PORTUGAL)Sofia Bento;Marta Varanda120 GESTÃO PARTICIPATIVA DE RECURSOSHÍDRICOS:OS CASOS DA BACIA HIDROGRÁFICADO RIO PARAÍBA DO NORTE (BRASIL) E DAREGIÃO HIDROGRÁFICA DAS RIBEIRAS DOALGARVE (PORTUGAL)Márcia Maria Rios Ribeiro;MartaPedro Varanda;Maria Adriana deFreitas Mágero Ribeiro;OrianaRainho Brás;Sofia Isabel CoelhoBento;Zédna Mara de CastroLucena Vieira136 PERCEPÇÃO ACERCA DOS ASPECTOSSANITÁRIOS DE UMA BACIA HIDROGRÁFICA DAREGIÃO AMAZÔNICA:EXPERIÊNCIA PILOTO COMALUNOS DO ENSINO FUNDAMENTAL E MÉDIOJoão Gilberto de Souza Ribeiro;Nara Luísa Reis Andrade;Anderson Paulo Rudke;AgniCristine Carvalho Brito189 INFORMAÇÃO E COMUNICAÇÃO NA GESTÃOPARTICIPATIVA- ANÁLISE DAS POLÍTICAS DE RECURSOSHÍDRICOS DO BRASIL E DA EUROPADesirée Cipriano Rabelo;Edmilson Costa Teixeira235 INTEGRAÇÃO DAS PREFERÊNCIAS DOSSTAKEHOLDERS NA PLANIFICAÇÃO DA GESTÃODOS RECURSOS HÍDRICOS A NÍVEL DE BACIAHIDROGRÁFICAJordi Gallego-Ayala, Dinis Juízo247 AVALIAÇÃO DE RISCO RÁPIDA PARTICIPATÓRIADOS SISTEMAS DE SANEAMENTO EM DOISBAIRROS DE MAPUTO, MOZAMBIQUEPhilippa Ross;Luiza C. Campos;Amaka Godfrey;PatricilioMucaleve;Moises Mabote,Jonathan Parkinsondia29
  • 26SALA 2 - 11º SILUSBATEMA:Contaminação e qualidade da água superficialPresidente de Mesa:Cristóvão V. S. Fernandes, Universidade Federal do Paraná, BrasilReferência Título da Comunicação Autores32 ESTRATÉGIA PARA CONSOLIDAÇÃO DE METASPROGRESSIVAS DE QUALIDADE DE ÁGUA NABACIA DO ALTO IGUAÇU, BRASILHeloise G. Knapik;Cristovão V. S.Fernandes;Monica F. A. Porto63 A IMPORTÂNCIA DA CAFEÍNA COMOPARÂMETRO DE QUALIDADE DE ÁGUA PARA OGERENCIAMENTO DE RECURSOS HÍDRICOSL. F Dombroski;C.V. S FernandesH. G. Knapik;A. P. Muhlenhoff;S.J. Froehner109 METODOLOGIA PARA A DEFINIÇÃO DE MEDIDASDE INTERVENÇÃO PARA A RECUPERAÇÃO DOESTADO “BOM” DO MEIO HÍDRICO SUPERFICIALE SUBTERRÂNEO:O CASO DE ESTUDO DA BACIAHIDROGRÁFICA DE MELIDESEmília Novo, Luís Oliveira,TeresaLeitão, Manuel M. Oliveira,João P.Lobo Ferreira147 DINÂMICA DE NUTRIENTES EM ENCOSTAUTILIZADA PARA A AGRICULTURA FAMILIAR EMVALE ALUVIAL DO SEMIÁRIDO BRASILEIROThalita Fernanda TeixeiraCarneiro;Abelardo AntônioAssunção Montenegro;CleeneAgostinho de Lima;RobertsonFontes Júnior153 RECUPERAÇÃO DE ÁREAS DEGRADADAS NOAGRESTE PERNAMBUCANO A PARTIR DEPRÁTICAS CONSERVACIONISTAS E UTILIZAÇÃODE OLEAGINOSAS NÃO CONVENCIONAIS.Suélica Mônica da Silva Lima,Abelardo A. A. Montenegro;Valdemir de Paula e Silva Júnior;Marcelo Bezerra de Andrade154 ANÁLISE DA CHUVA EROSIVA EM BACIAREPRESENTATIVA DO SEMIÁRIDO BRASILEIRORaíssa Sabrina Antunes Silva;Abelardo Antônio de AssunçãoMontenegro;Thaís EmanuelleMonteiro dos Santos202 AVALIAÇÃO DA POLUIÇÃO DIFUSA NA BACIA DOMONDEGO ATRAVÉS DO MODELO SWATJoana Simões;Rodrigo Proençade Oliveira264 APLICAÇÃO WEBGIS PARA ANÁLISE DOCOMPORTAMENTO DE SUBSTÂNCIASPRIORITÁRIAS DA DQA NA BACIA HIDROGRÁFICADO ALGARVEAlberto M. Mahoque;Fernando C.Garcia;Manuela Moreira da Silva;Natasa Atanasova;AnabelaRebeloSALA 4 - 11º SILUSBATEMA:Água, território e alterações climáticasPresidente de Mesa:Yvonilde Medeiros, Universidade Federal da Bahia, BrasilReferência Título da Comunicação Autores130 COM A ÁGUA (TAMBÉM) SE DESENHA OTERRITÓRIOPedro da Silveira58 ABORDAGEM CONCEITUAL DA GESTÃODE RECURSOS HÍDRICOS EM BACIASHIDROGRÁFICAS QUE POSSUAM ÁREASSUSCEPTÍVEIS À DESERTIFICAÇÃO E SUAINTERFACE COM AS MUDANÇAS CLIMÁTICASDalvino Franca;Luis Preto;BrunaMendonçadia29
  • 27Referência Título da Comunicação Autores35 ANÁLISE DA INFLUÊNCIA DE MUDANÇASCLIMÁTICAS EM PRECIPITAÇÕESLuís Miguel Samussone Buchir;Miriam Rita Moro Mine;RafaelaDalcomuni Stipp;CristovãoVicente Scapulatempo Fernandes204 AVALIAÇÃO DA VULNERABILIDADE DOSRECURSOS HÍDRICOS, AS MUDANÇASCLIMÁTICAS E MEDIDAS DE MITIGAÇÃO (CASODE ESTUDO BACIA DO LIMPOPO)Agostinho Vilankulos;J. Matsinhe;C. Chaguala272 ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS,INUNDAÇÕES EO ABASTECIMENTO DE ÁGUA NAS CIDADESCOSTEIRAS ANGOLANAS EM CRESCIMENTORÁPIDOAllan Cain;A. Cupi Baptista155 PROCEDIMENTO PARA EMPREGO DE ANÁLISEMULTICRITERIAL EM SUPORTE A PRIORIZAÇÃODE ALTERNATIVAS LOCACIONAIS DE SISTEMASDE BARRAMENTOSAndressa Christiane Pereira;Edmilson Costa Teixeira234 IMPLEMENTAÇÃO DO PROJECTO DA BARRAGEMDE NHACANGARA NA BACIA DO RIO PÚNGUEJaime Rosa Mianga, Francisco daSilva Massangaie23 REABILITAÇÃO E MODERNIZAÇÃO DEAPROVEITAMENTOS HIDROAGRÍCOLAS EMANGOLAAntónio Terrão Russo;PauloBettencourt de Oliveira;FranciscoRamos Bisca267 REABILITACAO E ALTEAMENTO DA BARRAGEMDE NACALACarlos Bonete MartinhoSALA 5 - 11º SILUSBATEMA:Serviços de Água:Gestão patrimonial e sistemas de informação e demonitorizaçãoPresidente de Mesa:Rafaela Matos, Laboratório Nacional de Engenharia Civil, PortugalReferência Título da Comunicação Autores44 A GESTÃO PATRIMONIAL DE INFRAESTRUTURASNOS SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA EDRENAGEM DE ÁGUAS RESIDUAIS - O CASO DAÁGUAS DE COIMBRALuís F. Nogueira da Costa;João C.Seco Santos;Rui D. Pina;SandraD. Pereira;Sandra C.Tavares dePina49 O SECTOR DO SANEAMENTO EM PAISESVULNERÁVEIS A ALTERAÇÕES CLIMÁTICASAna Ramôa;José Saldanha Matos62 SISTEMA INTEGRADO DE TEROLOGIA PARAGESTÃO DE ACTIVOS TÉCNICOS NO SECTOR DAÁGUAJosé Torres Farinha;EugénioSantiago;Inácio Fonseca175 A SOLUÇÃO AQUAMANMANUTENÇÃO E GESTÃO PATRIMONIAL DEINFRA-ESTRUTURASCarlos Mariano;Emídio Santos176 A IMPORTANCIA DOS SISTEMAS DEINFORMAÇÃO GEOGRÁFICA COMO SUPORTEÁ GESTAO ESTRATEGICA E EFICIENCIAOPERACIONAL DOS SERVICOS DE ÁGUA:ASOLUÇAO G/NTERAQUACarlos Mariano;Carlos Godinho47 MONITORIZAÇÃO EM DRENAGEM URBANACOMO APOIO À REABILITAÇÃORita Salgado Brito;Filipa Ferreira;José Saldanha Matosdia29
  • 28Referência Título da Comunicação Autores92 O MODELO TÉCNICO DO GRUPO ÁGUAS DEPORTUGAL:A FERRAMENTA DE MODELAÇÃODE SISTEMAS DE ABASTECIMENTO DE ÁGUA ETRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUAISNuno Lopes;Alexandra Serra;LuisMamouros;Ana Ribeiro;João Pita;Nuno Brôco191 SISTEMA DE PREVISÃO EM TEMPO REAL DADINÂMICA E QUALIDADE DA ÁGUA DE SISTEMASDE DRENAGEM URBANOS E RESPETIVOS MEIOSRECETORESAnabela Oliveira;Luís David,Marta Rodrigues;João Santos;Pedro Póvoa;Conceição David;José Saldanha Matos;FilipaFerreira, Gonçalo de Jesus;JoanaCosta;João Rogeiro;Tiago MotaSALA 3 – VII CPGZCTEMA:Alterações ClimáticasPresidente de Mesa:Kemal Vaz, AMAIA e Universidade Eduardo MondlaneReferência Título da Comunicação Autores19 ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS,VARIABILIDADECLIMÁTICA E AÇÕES ANTROPOGÉNICAS NASZONAS COSTEIRAS. CENÁRIOS E ADAPTAÇÃOFernando Veloso Gomes;ÁlvaroSilva4 VULNERABILIDADE E ADAPTAÇÃO DACOMUNIDADE DE ZONGOENE EM MOÇAMBIQUEÁS ALTERAÇÕES CLIMÁTICASAlberto Matavel;Celeste Coelho;Sandra Valente32 IMPACTE DA SUBIDA DO NÍVEL MÉDIO DO MARNA INUNDAÇÃO MARGINAL DO ESTUÁRIO DOTEJOMartha Guerreiro;AndréFortunato;Paula Freire;Ana Rilo;Rui Taborda;Maria da ConceiçãoFreitas;César Andrade;TiagoSilva;Marta Rodrigues38 JUSTIÇA SOCIAL E ENVOLVIMENTO DASCOMUNIDADES COSTEIRAS NA ADAPTAÇÃO ÀSALTERAÇÕES CLIMÁTICASLuísa Schmidt;Carla Gomes;Susana Guerreiro;Pedro Prista;Paulo Granjo;Filipe DuarteSantos23 MONITORIZAÇÃO DA ESTRATÉGIA NACIONALPARA A GESTÃO INTEGRADA DA ZONA COSTEIRAPORTUGUESA:PROPOSTA DE INDICADORESArtur Costa;Ana Maria Barroco68 RETIRADA PLANEADA DE ÁREAS EDIFICADAS EMZONAS COSTEIRAS EM RISCOFernando Veloso Gomes;ManuelaOliveira60 EVOLUÇÃO RECENTE E DINÂMICA COSTEIRA NOLITORAL DE LUANDA (ANGOLA)Carlos César Jesus;PedroBettencourt Correia18 ABORDAGEM AO PLANEAMENTO E GESTÃO NUMESTUÁRIORomana Rocha;FranciscaGusmão53 MONITORIZAÇÃO E MODELAÇÃO DA EVOLUÇÃOCOSTEIRA EM MOÇAMBIQUE:PRÁTICAS EDESAFIOSJaime Palalane;Manel Grifol;Tiago Oliveiradia29
  • 2912:30-14:00 | Almoço14:00-15:45 | Sessão paralelasSALA 1 – 11º SILUSBATEMA:Contaminação e qualidade da água superficialPresidente de Mesa:Agostinho Vilanculos, ARA-Sul, MoçambiqueReferência Título da Comunicação Autores146 DIAGNÓSTICO DO RECURSO HÍDRICO DO RIOUBERABA COMO SUBSÍDIO PARA O CONTROLEDAS ÁREAS DE CONFLITO AMBIENTALV. L. Abdala;;Machado M.;T. C.Pissarra;M. A. da S. Sousa;R. F.do Valle Junior25 AVALIAÇÃO DA AUTODEPURAÇÃO DO RIO JI-PARANÁ:UM ESTUDO DE CASO NA AMAZÔNIAOCIDENTALAline Santos;Nara Luiza ReisAndrade;Elisabete LourdesNascimento66 ESTUDO DA VAZÃO AMBIENTAL EM TRECHOFLUVIOESTUARINO. CASO DE ESTUDO:RIOPARAGUAÇU E BAÍA DO IGUAPEMEDEIROS,Yvonilde DantasPinto; BARBOSA, Martha Schaer;ROSARIO,Tiago; CECCATO,Lucia; FONTES, Andrea Sousa;FRANKLIN,Taoan Silva; ROSMAN,Paulo Cesar Colonna97 ESTUDO DA VAZÃO ECOLÓGICA PARA AOPERAÇÃO DA USINA HIDRELÉTRICA CHAGLLALuiz G. de Azevedo;AlexandreBaltar;Pedro Ely;Guilherme deLima151 ANÁLISE DE PARÂMETROS QUALI-QUANTITATIVOS DO RIO MORNO, RECIFE-PE:ABORDAGEM À LUZ DA POLÍTICA NACIONAL DERECURSOS HÍDRICOS E RESOLUÇÃO CONAMA357.Thalita Fernanda TeixeiraCarneiro;Priscila Saíra;PamelaConsuelo;Alessandra Santos;Gabriela Valones;FernandoJoaquim Ferreira Maia;AbelardoAntônio de Assunção Montenegro174 CONTRIBUIÇÃO PARA O CONHECIMENTO DAICTIOFAUNA EM DOIS RIOS LOCALIZADOS NONORDESTE DO PARÁ, BRASILJean Michel Corrêa;Lêda SilvaCorrêa220 METODOLOGIA DE AVALIAÇÃO DE ALTERAÇÕESDE CURSOS DE RIOS - O CASO DO RIO MAPUTODinis Juízo;Issufo Chutumia;Delário Sengo266 REGIME DE TRANSPORTE SÓLIDO DO BAIXOZAMBEZEAntónio Alves;António HelenoCardosoSALA 2 - 11º SILUSBATEMA:Serviços de Água:Gestão de risco e uso eficiente da águaPresidente de Mesa:Armando da Silva Afonso, Universidade de Aveiro, PortugalReferência Título da Comunicação Autores85 IMPLEMENTAÇÃO DE PLANOS DE SEGURANÇADA ÁGUA PELO GRUPO ÁGUAS DE PORTUGAL:ARAZÃO DO SUCESSO.Joana Pinto Coelho;Ana Calvinho;Carla Morais;Inês Freitas;JoséVieira;Rita Reis;Rui Sancho;Nuno Brôco119 W.ONE - WATER OPTIMIZATION FOR NETWORKEFFICIENCYSISTEMA DE GESTÃO DE REDES E CONTROLO DEPERDAS DE ÁGUAAndrew Donnelly;RicardoGuimarães;Francisco Serranitodia29
  • 30Referência Título da Comunicação Autores273 SISTEMA DE INSPECÇÕES – INFORMAÇÃO PARAA GESTÃO DO RISCONuno João Alves dos Reis;Francisco Isidro Fialho Serranito218 APLICAÇÃO DO MÉTODO DE BOW-TIE NOCONTROLO DO RISCO EM SERVIÇOS DEABASTECIMENTO DE ÁGUADavide dos Santos, MadalenaMoreira António Betâmio deAlmeida9 USO EFICIENTE DA ÁGUA EM EDIFÍCIOS.ASPECTOS TÉCNICOS, ECONÓMICOS,AMBIENTAIS E DE SAÚDE PÚBLICAA. Silva Afonso;C. PimentelRodrigues60 ANÁLISE DE TECNOLOGIAS PARA USO EFICIENTEDE ÁGUA EM SISTEMAS PREDIAISWilson Cabral de Sousa Júnior;Elaine Nolasco Ribeiro;LúciaHelena Oliveira;Marina Sangoi deOliveira Ilha210 DRENAGEM EM INSTALAÇÕES PREDIAIS– PROBLEMAS COM A APLICAÇÃO DOREGULAMENTO EM VIGOR EM MOÇAMBIQUECarlos CaupersSALA 4 - 11º SILUSBATEMA:Serviços de Água:Planos de abastecimento e de drenagemPresidente de Mesa:Nelson Matsinhe, Universidade Eduardo Mondlane, MoçambiqueReferência Título da Comunicação Autores106 CONTRIBUIÇÃO PARA A MELHORIA DA GESTÃODA DRENAGEM URBANA NA CIDADE DE MAPUTOAntónio Rocha;Filipa Ferreira;Nelson Matsinhe212 ESTRATÉGIA DE PLANEAMENTO DO SISTEMADE ABASTECIMENTO DE ÁGUA, DRENAGEM ETRATAMENTO DE ÁGUAS RESIDUAIS E RESÍDUOSSÓLIDOS DA WILAYA DE ARGELCarlos Raposo;Marlene Antunes;Manuel Madeira236 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO DAS ENTIDADESREGULADAS EM MOÇAMBIQUE:UMAABORDAGEM ATRAVÉS DE INDICADORESCOMPOSTOSJordi Gallego-Ayala;Clara dosSantos Dimene;Ricardo Amosa;Anselmo Munhequete240 REFORÇO DO ABASTECIMENTO DE ÁGUA ÀGRANDE MAPUTO. CONFIRMAÇÃO DE OPÇÕESL. Silveira e Silva;Álvaro CarmoVaz;A.Pereira Da Silva242 CONSTRUINDO UMA NOVA AGENDA PARA OSERVIÇO UNIVERSAL! COMO SERVIR DE ÁGUAPOTÁVEL OS GRUPOS DE MAIS BAIXA RENDA EMMAPUTOManuel Alvarinho245 CONSTRUINDO O SISTEMA PARA A GESTÃOEFECTIVA DE LAMAS FECAIS:O PAPEL DOSPEQUENOS OPERADORES PRIVADOS EMMAPUTOOdete Muxímpua, Peter Hawkins89 AVALIAÇÃO DE DESEMPENHO EBENCHMARKING DA QUALIDADE DO SERVIÇONO GRUPO ÁGUAS DE PORTUGAL. RESULTADOSDE 6 ANOS DE IMPLEMENTAÇÃO DE SISTEMASDE AVALIAÇÃO DE DESEMPENHOJoana Pinto Coelho;AlexandraSerra;Nuno Brôcodia29
  • 31SALA 5 - 11º SILUSBATEMA:Avaliação do risco de cheiasPresidente de Mesa:Delário Sengo, ARA-Sul, MoçambiqueReferência Título da Comunicação Autores207 DEDUÇÃO DE CURVAS DE INTENSIDADE-DURAÇÃO-FREQUÊNCIA PARAMAPUTO E SUA COMPARAÇÃO COM O RSPDADARDE MOÇAMBIQUEJosé Manane;Álvaro Carmo Vaz229 ANÁLISE DAS RELAÇÕES I-D-F PARA ASCIDADES DA BEIRA E TETE À LUZ DO DECRETONº 30/2003, DE 1 DE JULHO, DE MOÇAMBIQUEHélder R. E. Francisco;SidneyJ. B. Nicols;José F.V. Pereira;Davide M. G. Dos Santos231 ANÁLISE DAS INUNDAÇÕES NA BACIA DOCAMPUS DA UFSC, POR MEIO DE HEC-RASHermínio Mulungo;M. Kobiyama;C. Corceuil71 ANÁLISE DE CHEIAS BASEADA NO MÉTODOGRADEX:APLICAÇÃO A PORTUGAL CONTINENTALPaula Raquel Silva;MariaManuela Portela;MauroNaghettini232 MODELO NUMÉRICO DE PROPAGAÇÃO DA ONDADE CHEIAS NO RIO BÚZIIvan Carsino Aurélio Uamusse251 ANÁLISE COMPARATIVA DE ALGUNS MÉTODOSDE ESTIMAÇÃO DE CAUDAIS PLUVIAIS DE PICO.Sidney Nicol’s, Hélder Francisco,Frederico Pereira, Davide DosSantos249 SISTEMA DE AVISO DE CHEIAS PRINCÍPIOSORIENTADORES DE OPERAÇÃO E DISSEMINAÇÃODE INFORMAÇÃO HIDROLÓGICARute Nhamucho255 SISTEMA DE AVISO DE CHEIAS DO BAIXOPUNGWE:DISTRICTOS DE DONDO ENHAMATANDA EM MOÇAMBIQUERui Fonseca268 SISTEMA DE AVISO DE CHEIAS NO BAIXOPÚNGUE:DISTRITOS DE BÚZI, DONDO ENHAMATANDA EM MOÇAMBIQUERui M. S. da Fonseca;Michael J.Tumbare;Dinis Juízo;Jefter K.SakupwanyaSALA 3 – VII CPGZCTEMA:Avaliação e Gestão do Risco / Biodiversidade nas Zonas CosteirasPresidente de Mesa:Marinez Scherer, Universidade Federal de Santa Catarina, BrasilReferência Título da Comunicação Autores59 ANÁLISE DE RISCO NOS SISTEMAS COSTEIROSDA BAÍA DE MAPUTO (MOÇAMBIQUE)Pedro Bettencourt Correia;Carlos César Jesus;Adélio Silva;Madalena Malhadas;ÂngelaCanas;Sara Sousa54 PROPAGAÇÃO DA AGITAÇÃO MARÍTIMA DOLARGO PARA À COSTA DE MAPUTO. APLICAÇÃOAO TRANSPORTE LONGITUDINAL DESEDIMENTOSCristina Viola;Manel Grifoll;JaimePalalane;Tiago Oliveira47 DISTRIBUIÇÃO DIMENSIONAL DA SOMBRADOS MOVIMENTOS DE MASSA NAS ARRIBASROCHOSAS DO ALGARVE CENTRAL (PORTUGAL):IMPLICAÇÕES NA DEFINIÇÃO DAS FAIXAS DERISCO PARA O MARSebastião Braz Teixeiradia29
  • 32Referência Título da Comunicação Autores28 BIODIVERSIDADE COSTEIRA:O QUE A NOVAGERAÇÃO DE POOC TRAZ DE NOVO PARA ACONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADE:UMAREFLEXÃO EM TORNO DA EXPERIÊNCIAPORTUGUESAAna Maria de Morais Barroco;Paulo Talhadas Santos10 ZONAGEM INTEGRADA DE VALOR NO SUPORTEÀ GESTÃO E CONSERVAÇÃO DA BIODIVERSIDADEDO LITORAL DE MATOSINHOS (NW PORTUGAL)P. Santos;A. Carvalho;A.Tavares;A. Costa, S. Monteiro;P. Alves;R.F. Fernandes;F.B. Caldas;J.Honrado29 O “MANUAL DE INTERVENÇÕES” NO LITORAL DAREGIÃO AUTÓNOMA DOS AÇORESFernando Veloso Gomes;Francisco Barreto Caldas;PauloTalhadas Santos;Rui Figueiredo12 METODOLOGIA PARA A DEFINIÇÃO DAS ÁREASPRIORITÁRIAS PARA APLICAÇÃO DE MEDIDASCOM VISTA À RECUPERAÇÃO DO ESTADO“BOM” DO MEIO HÍDRICO SUPERFICIAL ESUBTERRÂNEO:O CASO DE ESTUDO DABACIA HIDROGRÁFICA DE MELIDES (LITORALALENTEJANO – PORTUGAL)M.E. Novo;L. Oliveira;J.P. LoboFerreira;Maria J. Henriques22 GUIA TÉCNICO PARA O LITORAL DA REGIÃOAUTÓNOMA DOS AÇORES, PORTUGAL:OS NOVOSDESAFIOS DE GOVERNAÇÃO, PLANEAMENTO EORDENAMENTO. GOVERNANÇA, PLANEAMENTOE ORDENAMENTO DAS ZONAS COSTEIRASAna Barroco;Nuno Cruz;PauloAlves;Paulo Talhadas Santos8 ADAPTAÇÃO DE ÍNDICES DE MACROALGASPARA AVALIAÇÃO DA QUALIDADE ECOLÓGICA DEÁGUAS COSTEIRAS EM ILHAS OCEÂNICAS COMINFLUÊNCIA SUB-TROPICAL:AÇORESDaniela Gabriel;Manuela Parente;Joana Micael;Ana Costa15:45-16:15 | Sala 4 - O Congresso Mundial da IWA, Lisboa 2014Moderador:Rodrigo Proença de Oliveira, Instituto Superior Técnico, PortugalJaime Melo Baptista, Presidente do Congresso Mundial da Água IWA2014Rafaela Matos, António Guerreiro Brito, membros da Comissão do Programa do Congresso.16:15-16:45 | Coffee-break16:45-18:15 | Sessão de encerramentoManuel Alvarinho, Presidente da Comissão Directiva da AQUASHARE.Kemal Vaz, Presidente da AMAIA.Rodrigo Proença de Oliveira, Presidente da Comissão Directiva da APRH.Luiz Gabriel Azevedo, Presidente da Comissão Directiva da ABRH.António Pedro Pina, Presidente da Comissão Directiva da ACRH.Cadmiel Muthemba, Ministro das Obras Públicas e Habitação, Moçambique.19:30 | Jantar de Gala no Hotel Polanadia29
  • 33/ POSTERSSerão afixados os seguintes posters técnicos nos foyers do Centro de Congressos:11.º SILUSBAReferência Título da Comunicação Autores39 AVALIAÇÃO DOS EFEITOS DA MANUTENÇÃO DOSCAMPOS DE GOLFE NA QUALIDADE DA ÁGUA(ZONA SATURADA, LAGOS E AQUÍFERO)Carlos Guerrero;CelestinaPedras;Manuela Moreira da Silva40 PROTEÇÃO DOS RECURSOS HÍDRICOS:ACOOPERAÇÃO BRASIL-MOÇAMBIQUE COMOMECANISMO DE DIFUSÃO DA EDUCAÇÃOAMBIENTAL ESTRUTURADA NA FORMAÇÃODE PESSOAS CONSCIENTES DA ESCASSEZ DAÁGUA.Pedro Arruda Junior;Larissa deOliveira Santiago Araújo50 INTERVENÇÕES PÚBLICAS PARA ACESSO AÁGUA E DESENVOLVIMENTO DE CAPACIDADE DEADAPTAÇÃO EM ÁREA SEMI-ARIDA :EXEMPLODA BACIA DO LIMPOPO NO MOÇAMBIQUERaphaëlle Ducrot;MagalieBourblanc56 CONTADORES DE ÁGUA COM SISTEMA DE PRÉ-PAGAMENTOCarlos Martins;Dipac RamniclalMaganlal57 CONTADORES DE ÁGUA INTELIGENTES - AGESTÃO DE CLIENTESCarlos Martins;Dipac RamniclalMaganlal74 DESSALINIZAÇÃO DE ÁGUAS MARINHAS:OPROJETO DO ARQUIPÉLOGO DE FERNANDO DENORONHA – PE/BRJosé Barbosa;José Martins;Dipac Maganlal;Eugénio Santiago77 AVALIAÇÃO DE IMPACTOS AMBIENTAISCAUSADOS PELO USO E OCUPAÇÃO DO SOLONAS PRAIAS DA PONTA DA AREIA E SÃOMARCOS, SÃO LUÍS, MA, BRASIL.Joherbeth C. L. Rego;NatileneM. Brito;Ozelito P. de AmaranteJunior78 DRAGAGEM DE “IGAPÓ” PARA IMPLANTAÇÃO DAUSINA HIDRELÉTRICA DE SANTO ANTÔNIOLuiz Gabriel Azevedo;Maria InêsAndrade;Fernando Resende;Nelson Alves;Pedro Ely84 VARIABILIDADE ESPACIAL DA SORVIDADE EDA CONDUTIVIDADE HIDRÁULICA EM ÁREA DEPASTAGEM LOCALIZADA NA BACIA DO PAJEÚ(PERNAMBUCO - BRAZIL)Carlos A.V. de Souza;Rodolfo M.S. Souza;Eduardo S. de Souza;Suzana M. G. L. Montenegro;JoséR. S. Lima;Antonio C. D. Antonino93 FERRAMENTAS AUXILIARES DE TOMADADE DECISÃO PARA SELEÇÃO DE TÉCNICASCOMPENSATÓRIAS DE CONTROLE DADRENAGEM URBANA PARA PREVENÇÃODA POLUIÇÃO DO SOLO E DAS ÁGUASSUBTERRÂNEASAlexandra Finotti;Marla Mujovo;Elisa Pacheco95 REPRESENTATIVIDADE DE UMA AMOSTRAGEMFEITA PRÓXIMA À MARGEM NO LEVANTAMENTOQUALITATIVO EM SEÇÃO FLUVIALGeraldo Lopes Silveira;RegisL. Lopes da Silva Silva;FelipeDalzotto Artuzo96 A EXPERIÊNCIA DA ODEBRECHT EM PROJETOSDE RECURSOS HÍDRICOSLuiz Gabriel Azevedo;BrunoMedeiros110 DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL DO FETCH NORESERVATÓRIO DE VOSSOROCAMarcelo Marques;FernandoOliveira de Andrade;MichaelMannich;Julio Werner YoshiokaBernardo;Alexandre KolodynskieGuetter
  • 34Referência Título da Comunicação Autores111 CAMPO DE ONDAS SUBMETIDOS A CONDIÇÕESDE VENTOS SEVEROS NO RESERVATÓRIO DEJURUMIRIMMarcelo Marques;FernandoOliveira de Andrade;ElainePatricia Arantes;CristhianeMichiko Passos Okawa;OsniPereira;Alexandre KolodynskieGuetter121 AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DA ÁGUA DE UMRESERVATÓRIO NO SEMIÁRIDO BRASILEIRODURANTE EVENTOS CLIMÁTICOS EXTREMOS.J.N.P.OLIVEIRA;  M.R.A.COSTA;M.C.SOUZA;  L.M.TORRES; V.BECKER;  A.MATTOS127 CONSIDERAÇÕES SOBRE VAZÃO ECOLÓGICA ESOBRE VAZÕES AMBIENTAIS PARA A PLANÍCIEDE INUNDAÇÃO DO ALTO RIO PARANÁCristhiane Michiko PassosOkawa;Edvard Elias de SouzaFilho;Juliane Vier Vieira;MarceloMarques;Elaine Patricia Arantes;Osni Pereira;Fernando Oliveira deAndrade;Andrea Sartori Jabur144 A EDUCAÇÃO AMBIENTAL EM MICROBACIAHIDROGRÁFICAM. A. da S. C. Souza;V. L. Abdala;T.C.T. Pissarra;R. F. do Valle Junior148 MORFOMETRIA, MONITORAMENTO HÍDRICOE ANÁLISE DE ÁREAS DE CONFLITO DAMICROBACIA DO CÓRREGO SAUDADE,UBERABA- MG.M. F Machado;V. L. Abdala;T. C.TPissarra;R. F. do Valle Junior;M.A. da S. C Sousa150 CALIBRAÇÃO DE UM LISÍMETRO DE PESAGEMPARA ESTIMATIVAS DA EVAPOTRANSPIRAÇÃOREAL DA CULTURA NO SEMIÁRIDO DEPERNAMBUCO - BRASILEduardo S.Santos;AbelardoA. A. Montenegro;Ênio F. F.Silva;Antônio Henrique C. doNascimento157 EQUAÇÃO DE CHUVAS INTENSAS PARA OMUNICÍPIO DE JAÚ-ESTADO DE SÃO PAULO -BRASIL: PROPOSTA DE UMA EQUAÇÃO GERAL EANÁLISE DO SEU DESEMPENHOIlza M. Kaiser;Giovani M. Fabricio;Gladys D. Barriga;Barbara S.Bezerra158 APLICAÇAO DO IPH2 PARA PEQUENAS BACIAS:DIFICULDADES PARA AJUSTEMarilia Ferreira Tamiosso;JussaraCabral Cruz;Elisandra Maziero;André Luiz Lopes da Silveira;Geraldo Lopes da Silveira161 MONITORAMENTO DE ÁGUA SUBTERRÂNEAPARA VERIFICAÇÃO DA CONTAMINAÇÃO PORCOLIFORMES DO LENÇOL FREÁTICOTatiana Reckziegel;JussaraCabral Cruz;Delmira BeatrizWolf;Ronaldo Kanopf de Araújo;Pamina Dias Lampert162 SANEAMENTO NO MEIO RURAL – AVALIAÇÃODAS ATIVIDADES SUINÍCOLAS E IMPACTOS AQUALIDADE DAS ÁGUAS EM UMA REGIÃO DOESTADO DO RIO GRANDE DO SUL, BRASIL.Vania Elisabete Schneider,Ludmilson Mendes, Sofia HelenaZanella Carra e Taison Bortolin169 ANÁLISE DOS DESAFIOS DA SUSTENTABILIDADEDO ABASTECIMENTO DE ÁGUA EM ÁREASRURAIS DE CARUARU NO AGRESTEPERNAMBUCANO - BRASILNyadja Menezes George Rodrigue;Henrique Pereira Ramos170 ANÁLISE COMPARATIVA DO CONSUMO DEÁGUA EM HOTÉIS E POUSADAS EM PERÍODOSDE MAIOR FLUXO TURÍSTICO NO ESTADO DAPARAÍBA – BRASILHeitor Remigio Guerra;DayseBarbosa Luna;Márcia Ribeiro171 AVALIAÇÃO DA ESTABILIDADE TEMPORAL DAUMIDADE DO SOLO EM REGIÃO SEMIÁRIDA DOBRASILJosé Roberto Lopes da Silva;Abelardo Antônio de AssunçãoMontenegro;Thais EmanuelleMonteiro dos Santos;RobertsonValério P. Fontes Junior;TatyanaKeyty de Souza Borges
  • 35Referência Título da Comunicação Autores179 GESTÃODOSRECURSOSHÍDRICOSEEDÁFICOSSOBCENÁRIOSDEESCASSEZ:AIMPORTÂNCIADAUTILIZAÇÃODEÁGUASMARGINAISPARAPRODUÇÃODEALIMENTOSEPRODUÇÃOAMBIENTALAbelardo Montenegro;Enio FariasF. Silva;Carvalho École;MárioMonteiro Rolim;Elvira Régis;Eugênio Santiago217 ANÁLISE DO SANEAMENTO URBANO NOSMUNICÍPIOS DE MOÇAMBIQUE – CONSTRUÇÃO,MANUTENÇÃO E EXPLORAÇÃODaúde Carimo246 A MONITORIA DE ÁGUA E SANEAMENTO PELOSLÍDERES LOCAIS NOS BAIRROS PERI-URBANOSDE MAPUTOOdete Muxímpua, Peter Hawkins254 CONCEPÇÃO, CONSTRUÇÃO, OPERAÇÃO EMANUTENÇÃO DE ESTAÇÕES DE TRATAMENTODE ÁGUA, ENFOQUE NA SUSTENTABILIDADE.CASO DE ESTUDO:ESTAÇÃO DE TRATAMENTO DEÁGUA DO UMBELÚZI EM MAPUTOJudite Manhique271 O USO DA ÁGUA NOS ESPAÇOS VERDES:CASODE ESTUDO DE UM CAMPO DE GOLFE (ALGARVE,PORTUGAL)Celestina M. G. Pedras, ManuelaMoreira da Silva,José l.Teixeira,M. Isabel Valín, Carlos GuerreroVII CONGRESSO SOBRE PLANEAMENTO E GESTÃO DAS ZONASCOSTEIRAS DOS PAÍSES DE EXPRESSÃO PORTUGUESAReferência Título da Comunicação Autores31 PRINCIPAIS COMUNIDADES VEGETAIS DO RIODANDE E RIO LIFUNE,BARRA DO DANDE – ANGOLAEsperança da Costa;ManuelaPedro;Edith Neto;Noé Pinto35 LITOTECA DOS SEDIMENTOS ARENOSOS DASPRAIAS OCEÂNICAS DO LITORAL DO ESTADO DESANTA CATARINA, BRASIL. ASPECTOS GERAIS DACOSTAAndreoara Deschamps Schmidt;Norberto Olmiro Horn Filho;Cristian Nunes Estevam43 ANÁLISE DA MACROFAUNA BENTÔNICA DASPRAIAS ARENOSAS DOS MUNICÍPIOS DEJABOATÃO DOS GUARARAPES, RECIFE, OLINDA EPAULISTA – PERNAMBUCO – BRASILAnthony Epifanio Alves;PetrônioAlves Coelho Filho;MaristelaCosta Cunha Casé,44 ANÁLISE DA MEIOFAUNA DAS PRAIAS DOSMUNICÍPIOS DE JABOATÃO DOS GUARARAPES,RECIFE, OLINDA E PAULISTA – PERNAMBUCO –BRASILAnthony Epifanio Alves;CristianeMaria Varela de Araujo Castro;Ariane Silva Cardoso;CacildaMichele Cardoso Rocha;MaristelaCasé Costa Cunha45 ESTRUTURA DAS POPULAÇÕESFITOPLANCTÔNICAS E MICROFLORA EPÍFITA NOLITORAL DO ESTADO DE PERNAMBUCO – BRASILMaristela Casé, Ariane Cardoso,Alfredo Moura Junior, AnthonyAlves, Cacilda Rocha64 ANÁLISE DA MORFODINÂMICA DA PRAIA DE XAI XAI Américo Fabião, António Hoguane65 DISSOLVED OXYGEN AND BIOCHEMICAL OXYGENDEMAND IN THE WATERS CLOSE TO THEQUELIMANE SEWAGE DISCHARGEJeremias Joaquim Mocuba ;Manuel Poio61 MONITORIZAÇÃO DE CURTO PRAZO DA PRAIADO ICARAÍ (CAUCAIA, CEARÁ, BRASIL) APÓSCONSTRUÇÃO DE ESTRUTURA RÍGIDA DO TIPOBAGWALL PARA CONTROLE DA EROSÃODavis Pereira de Paula;JoãoAlveirinho Dias;Marco AntónioLyra de Souza;Carlos de AraújoFarrapeira Neto;Eduardo LacerdaBarros
  • 365ª FEIRA, 30VISITA TÉCNICAA Fonte da Água da Cidade de MaputoVisita à barragem dos Pequenos Libombos e a Estação de Tratamento de Água de Umbelúzi (todo odia útil)A Gestão de recursos Hídricos na Bacia do Incomáti/SabiéVisita à barragem de Corumana e o Sistema de Abastecimento de Água à Vila de Moamba (todo odia útil)O Saneamento e a Água na Periferia Urbana de MaputoVisita a uma ONG que se dedica a gestão de lamas fecais na periferia da Cidade de Maputo e a umCentro Distribuidor de Água,na Área Operacional de Laulane.(meio dia útil)A Drenagem pluvial e os Efeitos da erosão na periferia da Cidade de MaputoVisita a uma zona na periferia da cidade de Maputo onde poderãos ser observados os efeitos daerosão causada pelas enxurradas de Janeiro último.(meio dia útil)Litoral de Maputo – Litoral ArtificializadoSalinas,mangais e plataformas vasosas e arenosas marginais ao Estuário do Espírito Santo;Área portuária:a expansão do Porto sobre o estuário - mangais e plataforma vasosa e arenosa;Cidade (Baixa / Ponta Vermelha):arriba fóssil,e marginal de Maputo;Praias,dunas litorais e defesas costeiras da marginal / Costa do Sol;Bairro dos Pescadores:mangais e conflitos de expansão da área urbana de Maputo;Foz do Rio Incomati e Restinga da Macaneta.Os participantes são solicitados a que,em função do seu interesse,se inscrevam o mais cedo possível.Algumas visitas poderão ser canceladas se não houver um número suficientes de inscritos que viabilizea sua realização.
  • 37EXPOSIÇÃOEsta exposição é dedicada aos principais agentes do sector:empresas,centros de investigação,administração pública e associações.A exposição incluirá,para além dos Expositores,espaços dedivulgação de competências,tecnologias,equipamentos e produtos.EXPOSITORES:AGUAS DA REGIÃO DE MAPUTOAIASAQUALOGOS – Engenharia e Ambiente,lda.AQUARAMAQUASHARE - Jovens ProfissionaisAQUATECARA - SulBETA - Engenharia,Gestão e Ambiente,LdaBETARCOBA - Consultores de Engenharia e Ambiente,S.A.CONSULTECCOWATERCRA - Conselho Regulador da ÁguaDNA - Direcção Nacional de ÁguasEPAL – Empresa Portuguesa das Águas LivresFIPAG - Fundo de Investimentos e Património de Abastecimento de ÁguaFUNAB - Fundo Nacional do AmbienteGOLDER ASSOCIADOS MOÇAMBIQUE LdaITGEST – Software e Sistemas Informáticos,lda.LRB – Investimentos e Consultoria,Ld a.MCANEMUS - Gestão e Requalificação Ambiental,LdaNWP - Netherlands Water MastershipOSEL – Odebrecht Serviços no Exterior LdaSUWASAVERDE AZUL - HEMISFÉRIO SUL - EXIVISAQUA,S.A.WATER AIDWSP - Water and Sanitation ProgramXYLEM – Water Solutions PortugalZAGOPE/FIDENS
  • 38PROGRAMA SOCIAL2ª FEIRA, 27 | 18:00Cocktail de boas vindas, jardim próximo ao pavilhão da exposição4º FEIRA, 29 | 19:30Jantar de Gala, Hotel PolanaPACOTES TURÍSTICOSPoderá reservar no secretariado com a agência Kusafiriafrica vários pacotes turísticos,entre os quais:• Barra lodge 3 dias• Flamingo 3 dias• Machangulo 3 dias• Maputo meio dia• Moçambique 1 dia• Moçambique Machangulo• Moçambique Ponta Mamoli• Ponta Mamoli 3 diasBy Ton Rulkens from Mozambique By Senorhorst Jahnsen (rabanito)By Stig Nygaard from Copenhagen,Denmark (Island of Mozambique)
  • 39/ EXPOSIÇÃO FOTOGRÁFICAA Exposição fotográfica“As Vozes das Águas” vai estar patente no Centro de Congressos JoaquimChissano durante a realização do 11.º SILUSBA e do Congresso VIII CPGZC.Esta exposição foi especialmente concebida para os congressos e pretende expôr uma outra visão daágua e de outros temas associados à gestão da água.“Tal como a água,o gás e a energia eléctrica,vindos longe através de um gesto quaseimperceptível,chegam a nossas casas para nos servir,assim também teremos ao nossodispor imagens ou sucessões de sons que surgem por um pequeno gesto,quase umsinal,para depois,do mesmo modo nos abandonarem”Paul Valéry“As Vozes das Águas” é uma exposição que conta com imagens de cerca de trinta artistas de váriasnacionalidades.Pretende-se assim mostrar imagens fotográficas,como diferentes interpretações e representaçõesvisuais do elemento Água,confrontando a comunidade científica com distintos pontos de vistaartísticos e poéticos do assunto em estudo.Substância química que pode ser encontrada no estado líquido,sólido ou gasoso.Gelo,água ou nuvens.As conotações simbólicas da água são inúmeras,desde as religiosas às filosóficas.A água comoelemento básico da Natureza,a água como símbolo purificador do baptismo,ou como fonte de vidaeterna,componente espiritual.Os artistas operam com a imagem,reflectindo sobre a realidade,a maioria das vezes,não de umaforma científica,mas de uma forma intuitiva.Esta mostra em Maputo,uma das principais capitais do continente africano,coloca em diálogo doismundos diferentes,duas abordagens dissemelhantes,ancoradas em modos de estudo e metodologiasdistintas e específicas.De que forma olhará para estas imagens a comunidade científica?Terá certamente modos de interpretação diferentes,devido à especificidade das suas linguagens e dassuas áreas de pesquisa.
  • 40/ COMISSÕES11.º SIMPÓSIO DE HIDRAULICA E RECURSOS HÍDRICOS DOS PAÍSES DELÍNGUA PORTUGUESACOMISSÃO ORGANIZADORA NACIONALManuel Alvarinho, Conselho de Regulação de Águas (Presidente)Arlindo Correia, Direcção Nacional de ÁguasBelarmino Chivambo, Administração Regional de Águas do SulClara Santos, Conselho de Regulação de ÁguasClaudette Lavalleé, PROWATERDipac Maganlal, ACLARAMEvans Mambo, Aeroportos de MoçambiqueFernanda Quintano, Fundo de Investimento e Património do Abastecimento de ÁguasJordi Gallego-Ayala, Instituto de Investigação em ÁguasJudite Manhique, Águas da Região de MaputoMagalhães Miguel, Conselho de Regulação de ÁguasNelson Melo, Ministério da AgriculturaNilton Trindade, Millennium Challenge AccountOdete Muxímpua, Water and Sanitation ProgrammeValdemiro Matavela, Administração de Infraestruturas de Água e SaneamentoCOMISSÃO ORGANIZADORA INTERNACIONALRodrigo Proença de Oliveira, Presidente da APRH e Instituto Superior Técnico, Portugal(Presidente)Luiz Gabriel Azevedo, Presidente da ABRH e Odebrecht, Brasil (Vice-Presidente)António Pedro Borges, ACRH, Cabo VerdeAntónio Pedro Pina, Presidente da ACRH, Cabo VerdeEugénio Santiago, APRH e Comissão de Coordenação e Desenvolvimento Regional do Centro,PortugalItabaraci Cavalcante, ACRH, Univ. Federal do Ceará, BrasilJoão Pato, Membro da Direcção da APRH, PortugalJussara Cabral Cruz,Vice-Presidente da ABRH, BrasilLígia Barros, Direcção dos Recursos Naturais e Energia, S.Tomé e PrincípeLucrécio Costa, Direcção Nacional das Águas, AngolaMagalhães Miguel, Conselho de Regulação de Águas, MoçambiqueManuel Quintino, Instituto Nacional dos Recursos Hídricos, AngolaPedro Bettencourt Correia,Vice-Pesidente da APRH e Nemus, PortugalRafael Kelman, Director da ABRH, Brasil
  • 41COMISSÃO CIENTÍFICADinis Juizo, Academia de Ciencias, Moçambique (Presidente)Dirceu Reis, Universidade de Brasília, Brasil (Vice-Presidente)Álvaro Carmo Vaz, Universidade Eduardo Mondlane, MoçambiqueAntónio Carmona Rodrigues, Universidade Nova de Lisboa, PortugalAntónio Guerreiro de Brito, Universidade do Minho, PortugalAntónio Jorge Monteiro, Instituto Superior Técnico, PortugalArisvaldo Mello, Universidade de São Paulo, BrasilArmando Silva Afonso, Universidade de Aveiro, PortugalCarlos Galvão, Universidade Federal de Campina Grande, BrasilConceição Cunha, Universidade de Coimbra, PortugalFernanda Gomes, Instituto de Investigação Agronómica, MoçambiqueFrancisco Nunes Correia, Instituto Superior Técnico, PortugalFrancisco Taveira Pinto, Universidade do Porto, PortugalGabriel Miguel, Ministério da Ciência, AngolaJaime Melo Baptista, Entidade Reguladora de Serviços de Águas e Resíduos, PortugalJean Michel Corrêa, Associação Cabo Verdiana de Recursos Hídricos, Cabo VerdeJoão Paulo Lobo Ferreira, Laboratório Nacional de Engenharia Civil, PortugalJoão Pedroso de Lima, Universidade de Coimbra, PortugalJorge Matos, Instituto Superior Técnico, PortugalJosé Paulo Monteiro, Universidade do Algarve, PortugalJosé Pereira Vieira, Universidade do Minho, PortugalLuís Macário, Water and Sanitation Program, MoçambiqueMadalena Moreira, Universidade de Évora, PortugalManuela Muinaga, UN-Habitat, MoçambiqueNelson Matsinhe, Universidade Eduardo Mondlane, MoçambiquePaiva Munguambe, Universidade Eduardo Mondlane, MoçambiqueRafaela Matos, Laboratório Nacional de Engenharia Civil, PortugalRui Gonzalez, Laboratório de Engenharia de Moçambique, MoçambiqueSónia Silva, Universidade de Cabo Verde, Cabo VerdeVladimir Caramori, Universidade Federal de Alagoas, Brasil
  • 42VII CONGRESSO SOBRE PLANEAMENTO E GESTÃO DOS PAÍSES DEEXPRESSÃO PORTUGUESACOMISSÃO ORGANIZADORA NACIONALKemal Vaz, AMAIA e Universidade Eduardo MondlaneCOMISSÃO ORGANIZADORA INTERNACIONALPedro Bettencourt Correia, APRH e Nemus - PresidenteRodrigo Proença de Oliveira, APRH e Instituto Superior TécnicoKemal Vaz, AMAIA e Universidade Eduardo MondlaneSebastião Brás Teixeira, ARH AlgarveLuís Fernando Cybis, ABRHCOMISSÃO CIENTÍFICAJoão Alveirinho Dias, Universidade do Algarve -PresidenteFernando Veloso Gomes, Universidade do PortoCésar Andrade, Universidade de LisboaAntunes do Carmo, Universidade de CoimbraManuel Lacerda, ADP - Águas de PortugalAntónio Pedro Pina, ACRHThereza Rosso, ABRHMarcus Polette, UNIVALICOORDENAÇÃO DO II CURSO INTENSIVO DE PLANEAMENTO E ORDENAMENTODAS FAIXAS COSTEIRASPedro Bettencourt Correia, APRHKemal Vaz, Universidade Eduardo MondlaneSebastião Brás Teixeira, ARH AlgarveSónia Alcobia, NemusCarlos César Jesus, NemusCésar Andrade, FCL- Universidade de LisboaHenrique Cabral, FCL - Universidade de Lisboa
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  • / PROGRAMATÉCNICOVISÃOGERAL6ªfeira,24Sábado,252ªfeira,273ªfeira,284ªfeira,295ªfeira,308:30-10:00CursoZonasCosteirasCursoZonasCosteiras8:30-10:00MesaRedondadeAberturaPrioridadesdeacçãonosdomíniosdaáguaeZonasCosteiras8:30-10:00MesaRedondaÁguaeDesenvolvimentoHumano8:30-10:00MesaRedondaGestãoCosteiraVisitasTécnicas10:00-10:30PausaparacaféPausaparacafé10:30-12:30CursoZonasCosteirasCursoZonasCosteiras10:30-12:30SessõesSILUSBA10:30-12:30SessõesCPGZC10:30-12:30SessõesSILUSBA10:30-12:30SessõesCPGZC12:30-14:00Almoço14:00-15:30RegistoAlmoço14:00-16:00CursoZonasCosteirasCursoZonasCosteiras15:30-17:00Abertura14:00-15:45SessõesSILUSBA14:00-15:45SessõesCPGZC14:00-15:45SessõesSILUSBA14:00-15:45SessõesCPGZC16:00-16:30Pausaparacafé15:45-16:15ApresentaçãodoLivroDireitodaÁgua15:45-16:15IWA201416:30-17:30CursoZonasCosteirasCursoZonasCosteirasPausaparacafé17:00-18:00Inauguraçãodaexposição16:45-18:15MesaRedondaÁguaedesenvolvimentoeconómico16:45-18:15MesaRedondaPlaneamentoeGestãoCosteiranaÁfricaAustral16:45-18:15Encerramento18:00-19:00Cocktail19:30Jantar