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5 auditoria do banco do brasil

  1. 1. AUDITORIA DO BA BANCO DO BRASIL, 07/12/2005 005(Volume 25, fls 5226 a 524 5241) As regras do Contr Contrato - Regulamento do Fundo de Incent ncentivo Visanet –entre a Visanet e o Banco do Brasil, estabeleciam as competência da Visanet tênciaspara aprovação/não aproaprovação, fiscalização e pagamento da ações de to dasincentivo realizadas com o recursos do Fundo Visanet. os O Banco do Brasil há época dos acontecimentos gerado pela CPMI Brasil, eradosdos Correios, sofrendo fo ndo forte pressão por parte da mídia e seto setores políticos,decide fazer uma Auditori Interna, sendo objeto desta o “Fundo de Incentivo ditoria undoVisanet” Foi então realizada a Auditoria Interna do Banco do Brasil, iniciada lizada Brem 25 de julho de 2005 e concluída em 7 de dezembro de 2005. 05 Analisando o contido nos documentos feitos pela o s feAuditoria Interna: Primeiro é necessá cessário entender as regras para o desenv esenvolvimento daanálise feita pelos auditor uditores, com a observação de que o períod abrangido períodopela auditoria foram os an de 2001 a 2005. anos • Henrique Pizzolato assumiu em 17 de fevereiro de 2003 até 14 de julho zolato de 2005. • Há duas diretorias envolvidas e analisadas pela auditoria: Diretoria de torias itoria: Varejo e Diretoria d Marketing. toria de • Observar que, dive , diversas vezes, a Diretoria de Varejo, resp , responsável pela relação com a Visa Visanet, utilizava individualmente os recurs do Fundo recursos Visanet, sem a pa participação da Diretoria de Marketing d Banco do ting do Brasil. • Desde 2001, ano que foi criado o Fundo de Incentivo Visan o Gestor, q Visanet, representante do B na Visanet, sempre foi indicado pe Diretor de BB do pelo Varejo. A Auditori não encontrou a aprovação desse atos pelo uditoria desses Conselho Diretor do BB. tor Os Auditores utiliza utilizaram as normas internas do Banco do B o Brasil, quantoàs competências e alçada (critérios obrigatórios no caso do uso de recursos alçadas oorçamentários do Banco d Brasil) para desenvolver a análise - não aplicáveis nco doem se tratando de recurso do Fundo de Incentivo Visanet (os re ecursos recursos eramda Visanet, NÃO do Banco do Brasil). (Vol 25 fl 5237)
  2. 2. Para o ano de 200 houve inobservância de competênci e alçadas 2001, etênciasem cerca de 50% do valor das ações realizadas; para 2002, 20%. Para os anos 2003 e 2004, foram realizadas duas simulaçõe ulações:Primeira: levando em co m conta somente as Notas Técnicas* DIREV e DIMAC eNotas Técnicas* DIREV, que originaram as JOBs: pedidos de lib EV, liberação feitospelo Gestor Léo Batista d Santos (Gerente de Cartões – DIRE tista dos DIREV/BB). (semlevar em conta as notas t otas técnicas da DIMAC que discriminavam c vam cada ação deincentivo).*Notas Técnicas descrevem a ação de incentivo. São documentos inte vem internos ao Bancodo Brasil, para tramitar dent do Banco do Brasil. entro Observações a resp respeito dos dados levantados acima: No ano de 2003 o v 03 valor total das Notas Técnicas com “inob “inobservância de alçada”................... ...................................................................R$3 ...R$33.395.668,01 Ora, as Notas Técnicas utilizadas pela acusação, no a s Té ano de 2003, perfazem um valor total de........................... ....................................................................R$2 ...R$29.754.331,43 Diferença.........R$3 ...R$3.641.336,58 No ano de 2004 o v 04 valor total das Notas Técnicas com “inob “inobservância de alçada”................... ...................................................................R$4 ...R$47.097.278,76 Ora, as Notas Técnicas utilizadas pela acusação, no a s Té ano de 2004, perfazem um valor total de........................... ....................................................................R$4 ...R$44.097.024,75 Diferença........R$3. ..R$3.000.254,01
  3. 3. Lendo o item “B” da tabela acima anos 2003 e 2004: O 04: Observa-se oseguinte: Os valores das NNotas Técnicas assinadas pela DIRE e DIMAC DIREV(utilizadas pela acusação é menor do que o valor total das No sação) as Notas Técnicasindicado no item “B”. Ora, o mínimo que se pode depreender é que, a Diretor de Varejo, o iretoriatambém utilizava recurso do Fundo Visanet, sem passar pela Diretoria de cursos rMarketing. Os dados repr s representados na tabela não discriminam o que é de um am(DIREV e DIMAC) ou de o u outro (só DIREV).Segunda: levando em con as Notas Técnicas* da DIMAC que d m conta discriminavamcada ação, neste caso, havia quase pleno cumprimento das norm so, ha normas, em cercade 80% em 2003 e de 90% em 2004. e*Notas Técnicas descreve a ação de incentivo. São documento internos ao revem entosBanco do Brasil, para tram tramitar dentro do Banco do Brasil. Os auditores procur procuraram saber também se existiam os com s comprovantes deque as ações de incentivo autorizadas pelo BB no período tinham sido de fato entivorealizadas. Procuraram os doc s documentos existentes no próprio banco– notas fiscais, –faturas, recibos emitidos p idos pelas agências para pagar os serviços e despesas de çosfornecedores para produzi as ações. roduzir Para o período 200 o 2001-2002, não foram localizados esses doc s documentos. Os auditores procuraram então os mesmos documento na CBMP, proc mentosque é, por estatuto, a dona dos recursos e a controlad to, troladora de suaaplicação, bem como quem pagava pelas ações realizadas portanto a mo q adas,
  4. 4. documentação comprobatória - Notas Fiscais e outros ficavam em poderda Visanet. É óbvio, que o Banco do Brasil para comprovar documentalmente arealização das ações de incentivo precisou pedir à Visanet cópia dadocumentação, pois ela é quem pagava. (Vol 25 fl 5232ª, nota de rodapé) Analisados os documentos fiscais de posse e em poder da Visanet,a Auditoria constata que, A falta de documentação comprobatória é muito pequena – emproporção aos valores dos gastos autorizados, de 0,2% em 2001; 0,1% em2002; 0,4% em 2003; e 1% em 2004. (ver tabela abaixo item 6.4.25) Conforme o subitem 6.4.25.1, abaixo, explicando as diferençasdetectadas na tabela acima, constata-se que, na letra “c”, “a utilização dosrecursos foi menor do que o inicialmente aprovado(...)”, na letra “d”, a Auditoriarelata que “Job(s) foram canceladas. Destas costatações, NÃO se podeconcluir que as diferenças descritas no quadro “(A-B)” sejam provenientes defalta de documentação Fiscal.
  5. 5. Dizem ainda os a auditores que, com novas normas, em função das s,mudanças feitas nas form de controlar o uso do dinheiro do f s formas fundo Visanetpelo Banco do Brasil a pa partir de julho de 2004, entre janeiro e ag agosto de 2005foram executadas sete aç te ações de incentivo, no valor de 10,9 milhõ de reais e milhõesse pode constatar que, em e, embora ainda precisassem de aprimorame ramento, as novasregras fixadas pelo banco estavam sendo cumpridas e os “mecanismos de “meccontrole” tinham sido aprimorados. ido ap A Auditoria Interna do Banco do Brasil, mesmo utilizando critérios fora terna ndo cdos parâmetros do Regulamento do Fundo, que era o que regi a utilização Regu e regiados recursos do Fundo d Incentivo Visanet, demonstrou a efet ndo de efetiva utilizaçãodestes recursos, especial pecialmente no período 2003 a 2005. A Auditoria diz que, Audiem meados de 2004, dentro do Banco do Brasil, os con 004, s controles foramaprimorados. (Vol 25 fl 522 5228) Fato concreto é, a Vi Visanet, legítima proprietária do Fundo de Inc e Incentivo Visanet,portanto, legítima p proprietária dos recursos destin destinados aosincentivadores/acionistas/ba tas/bancos, é quem detinha a respons sponsabilidade degerenciar,fiscalizar e pagar as ações de incentivo, portanto a docume agar cumentação (JOBs,notas fiscais originais, etc) r relativas às ações de incentivo encontravam travam-se em poderda Visanet.Conclusões: 1º. Nas conclusõ clusões da Auditoria, não há referência em nenhum nciamomento, que ações de incentivo não foram realizadas. es
  6. 6. 2º. A Auditoria Interna do Banco do Brasil, em momento algum,frize-se, NUNCA concluiu que as campanhas/ações de incentivo nãoforam realizadas. 3º. O Banco do Brasil NUNCA instalou nenhum processoadministrativo contra o ex-Diretor de Marketing do Banco do Brasil,Henrique Pizzolato. 4º. A VISANET, empresa privada, NUNCA RECLAMOU,JUDICIALMENTE OU EXTRAJUDICIALMENTE, NENHUM DOLO QUANTOÀ MÁ UTILIZAÇÃO DE SEUS RECURSOS PELO BANCO DO BRASIL.

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