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MERCADO
O Instituto Inovação surgiu em 2002 inspirado pelo
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O GRANDE VALE
da inovação
De um lado, as instituições
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pouco produzem para a
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ECOVEC

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Baseado num modelo pioneiro de aceleração de em...
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A evolução do

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A partir de 2007, a Inseed passou de aceleradora para co-gestora do
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Os FRUTOS como CO-GESTORA

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A INVENTTA
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COM QUEM JÁ
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Pesquisa

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PAPEL DAS ICTS - INSTITUIÇÕES DE
CIÊNCIA E TECNOLOGIA
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NEGÓCIOS SOCIAIS
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Não importa o tamanho do
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Com toda sua experiência, Yunus
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NEGÓCIOS SOCIAIS
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AS 7 REGRAS DOS NEGÓCIOS SOCIAIS
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A SOLUÇÃO
GHANANSAN
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produção (1913)
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A média anual de atraso devido
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para 36 horas em 1999.
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É estimado que todo ano
acidentes de trânsito custam
mundialmente 518 bilhões
de dólares.

Massive Change - Bruce Mau
Estatísticas apontam que
mortes por acidentes de carro
subirão em 83% nos países de
baixa e média renda até 2020.
Massive ...
Lesões ligadas a acidentes de
carro serão o 3o maior
contribuinte mundial de
problemas de lesões em 2020.

Massive Change ...
EVOLUÇÃO DO EMPLACAMENTO
DE NOVOS VEÍCULOS NO BRASIL
1991-2012

Crescimento Médio: 10,95%
3.823
3.630
Unidades Emplacadas ...
Estima-se a produção e venda
de 3,6 milhões de
automóveis no mercado
brasileiro em 2013.
QUAL A MÉDIA DE AMPLIAÇÃO
DAS VIAS PÚBLICAS NO BRASIL?
“

O século XX não
é só um século
que tem
automóveis.
É também um
século que não
tem cavalos.
Bruce Sterling

"Visionário ...
“

Nós não podemos falar de
transporte urbano até
descobrirmos que tipo de
cidade queremos.
Nós queremos criar uma
cidade ...
PRECISAMOS
REDESENHAR A
FORMA COMO
PRODUZIMOS,
VENDEMOS E
CONSUMIMOS
RESULTADOS PRELIMINARES

77 grupos de pesquisa cadastrados no CNPQ

1800+
UFRJ
UFSCAR
UFRGS

pesquisadores

MOBILE-LAB - L...
O CURSO
TECH+SOCIAL
PALESTRA INAUGURAL | 2 HORAS 29/10 19hs
Introdução e principais conceitos - a aproximação com a inovação que v...
FACILITADORES
Daniel'Saad:!Sócio'Diretor!da!Inven1a,!atua!há!mais!de!10!anos!ajudando!grandes!organizações!'!
como!Natura,...
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Esta é a apresentação introdutória do curso sobre uso de tecnologias para criação de novos negócios sociais que acontecerá na HUB Escola em novembro/2013.

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Introdução ao curso TECH+SOCIAL | Inventta na HUB Escola

  1. 1. GRUPO INSTITUTO INOVAÇÃO
  2. 2. A PONTE CONECTANDO CIÊNCIA & MERCADO O Instituto Inovação surgiu em 2002 inspirado pelo desafio de aproximar o potencial de geração de conhecimento da academia das demandas reais e latentes do mercado
  3. 3. O GRANDE VALE da inovação De um lado, as instituições de pesquisas brasileiras pouco produzem para a inovação tecnológica. Do outro lado do vale, as empresas consideram a inovação como um fator estratégico muito importante, mas poucos estão satisfeitos com a sua gestão da inovação. PESQUISA COM CEOS 98% 2,6% 0,2% ARTIGOS E PUBLICAÇÕES CIENTÍFICAS PATENTES DEPOSITADAS NO USPTO Fonte: Ministério da Ciência e Tecnologia 7% ESTÃO SATISFEITOS COM A SUA GESTÃO DA INOVAÇÃO CONSIDERAM INOVAÇÃO ESTRATEGICAMENTE IMPORTANTE GRUPO
  4. 4. ECOVEC NANUM RIZOFLORA VERTI COMUNIP ACELERANDO OS NEGÓCIOS DO FUTURO Baseado num modelo pioneiro de aceleração de empresas de base tecnológica, o Instituto Inovação criou 5 empresas a partir de pesquisas acadêmicas e desenvolveu expertise em fazer inovação no Brasil
  5. 5. “ Tecnologia não precisa ser complicada ou cara. Aí está a beleza desta tecnologia.” Bill Gates, Fundador da Microsoft em alusão a empresa na premiação Tech Museum Awards em San Jose, California. OS FRUTOS do primeiro ciclo Empreendendo em conjunto e com um investimento de capital direto de R$ 1,55M, o múltiplo do investimento foi de 3,4x em 10 anos, com uma TIR de 22%.
  6. 6. A evolução do modelo de aceleração A partir de 2007, a Inseed passou de aceleradora para co-gestora do maior fundo de seed capital do país, o Criatec (R$ 100 milhões). Com modelo de valuation próprio aprovado pelo BNDES, o Criatec operou por meio de 7 escritórios regionais no país, e analisou mais de 1.800 spin-offs acadêmicas de alta tecnologia.
  7. 7. Os FRUTOS como CO-GESTORA 42 OPORTU NIDADES APROVADAS PELO COMITÊ DE INVESTIM ENTO EM As investidas ENALTA e BUG foram eleitas uma das 50 empresas mais inovadoras do mundo em 2012 e 2013, respectivamente. 48 MESES 5 empresas entre as 250 PMEs que mais crescem no país. Mais de 10 premiações entre pequena empresa e inventores.
  8. 8. A INVENTTA
  9. 9. Nós respiramos inovação, vivemos inovação, e é aqui que ela vive Direcionamos organizações a inovar e serem mais inovadoras, entendendo o comportamento humano, identificando oportunidades, buscando tecnologias, desenvolvendo conceitos, desenhando modelos de negócios e implementando projetos. Realizamos a ponte entre a ciência e o mercado, ajudando organizações na estruturação e execução das etapas de estratégia e planejamento tecnológico, gestão de pesquisa, desenvolvimento e lançamento. Ajudamos as empresas a viabilizarem os investimentos em inovação tecnológica através da utilização dos mecanismos públicos de apoio à inovação, estruturando projetos, processos e controles adequados.
  10. 10. COM QUEM JÁ TRABALHAMOS UNIVERSIDADES E CENTROS DE PESQUISA ÓRGÃOS DO GOVERNO Sistemas de Apoio à Inovação Gostamos de estar perto de pessoas e organizações fantásticas. São com elas que encontramos o ambiente ideal para desenvolver grandes trabalhos e parcerias.
  11. 11. COM QUEM JÁ TRABALHAMOS HIGIENE, SAÚDE E BELEZA ALIMENTOS PA P E L E C E L U L O S E Natura Johnson & Johnson Fundação Oswaldo Cruz Va l l é e Reckitt Benckiser Nestlé Kraft Foods Pepsico Bunge Sadia MARS M. Dias Branco Massas Vilma Suzano Fibria Cenibra AUTOMOTIVO SIDERURGIA E MINERAÇÃO OUTROS SETORES Fiat Scania Magneti Marelli Iveco Bosch CNH Aethra Stola Te k s i d Usiminas Vo t o r a n t i m S i d e r u r g i a Vo t o r a n t i m M e t a i s Arcelor Mittal V a l l o r e c & M a n n e s m a n n Tu b e s CSN Samarco Magnesita Va l e Rhodia Inhotim Vo t o r a n t i m C i m e n t o s Saint-Gobain Grupo Promon Banco BMG BDMG Senior Sistemas ENERGIA TELECOMUNICAÇÕES ELETRO-ELETRÔNICO Petrobras BG Group Va l e V S E Cemig A l g a r Te l e c o m TIM Te l e f ô n i c a Philips Siemens Gostamos de estar perto de pessoas e organizações fantásticas. São com elas que encontramos o ambiente ideal para desenvolver grandes trabalhos e parcerias.
  12. 12. DA CIÊNCIA AO MERCADO
  13. 13. CONCEITO Inovação fechada Pesquisa Inovação aberta Desenvolvimento tempo Pesquisa Desenvolvimento tempo Fonte: Henry Chesbrough, Open Innovation
  14. 14. EXEMPLOS Pesquisa Desenvolvimento IBM: 1 US$ Bi em receita de licenças para terceiros e concorrentes Licenc iamen to de p atente Comercialização Guidant (equipamentos médicos cardiovasculares): spin out da Eli Lilly & Co s Spin out tecnológicas das s internaliza ologia Idéias e tecn dos know how internaliza Patentes ou Produtos estruturados para scale up P&G: 35% das idéias de novos produtos e serviços são de fontes externas - meta: 50% P&G: Redução do investimento em P&D – de 4,8% das vendas em 2000 para 3,4 % - com 60% de aumento da produtividade do P&D 3M: Compra de empresas com linhas de produto e marca já estabelecidas Fonte: Henry Chesbrough, Open Innovation; Wikinomics
  15. 15. CONCEITO Vendas Spin-offs Receitas Novas receitas Licenciamento Receita no próprio mercado Despesas Custo do desenvolvimento interno Receita no próprio mercado Custo do desenvolvimento interno Economia de tempo e custos de desenvolvimento interno Fonte: Henry Chesbrough, Open Innovation
  16. 16. PAPEL DAS ICTS - INSTITUIÇÕES DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA Pesquisa Básica Pesquisa Aplicada Instituições de Pesquisa e Laboratórios Oferta de Tecnologias Desenvolvimento Experimental Produção Comercialização Empresas Demanda de Tecnologias
  17. 17. RELAÇÃO ENTRE ICTS E UNIVERSIDADES Universidade P&D Papel das universidades Formação de recursos humanos com alta qualificação Expandir fronteiras do conhecimento Empresas X Produção Comercialização • A universidade não oferece produtos prontos para as empresas comercializarem • Relação cliente - fornecedor Universidade P&D Empresas D P& Produção Comercialização • A universidade e outros centros de pesquisa desenvolvem os produtos em conjunto com as empresas • Há uma relação de transferência de conhecimentos entre academia e mercado Papel das empresas Avaliar os potenciais e/ou necessidades de mercado para introdução de novos produtos Promover a difusão tecnológica
  18. 18. PAPEL DAS ICTS - INSTITUIÇÕES DE CIÊNCIA E TECNOLOGIA Caracterís@cas+ Tecnologia+ Transferência Transferência+ para empresas p/+Empresas+ Avaliação+da+ Tecnologia+ Geração+de+ Geração de spin-offs SpinOoffs+ •  Agrega+valor+a+seus+produtos+ •  Representa+uma+nova+linha+de+produtos+ou+um+ novo+mercado++ •  Reduz+seus+custos+de+produção+ •  Reduz+as+ameaças+de+um+novo+entrante+ Caracterís@cas+ •  Empresa+de+BASE+TECNOLÓGICA+–+ênfase+em+ P&D+ •  Representa+nova+fonte+de+inves@mento+em+ Pesquisa+ •  Cria+novas+oportunidades+e+perspec@vas+para+ pesquisadores++ •  Projeto+de+realização+pessoal+do+pesquisador+++++
  19. 19. NEGÓCIOS SOCIAIS
  20. 20. ‘‘ Não importa o tamanho do problema, sempre haverá uma solução simples para resolvê-lo.’’ Muhammed Yunus Pai dos Negócios Sociais e do Microcrédito. Fundador de mais de 10 negócios sociais. Ganhador do Prêmio Nobel da Paz (2006).
  21. 21. DE ONDE VEM A POBREZA? Com toda sua experiência, Yunus faz uma comparação categórica de que pessoas pobres são comparáveis a bonsais. Quando criadas em um ambiente escasso de nutrientes, crescem o que podem. Tendo essa visão em mente, que Yunus percebeu no início dos anos 70 que o sistema financeiro de Bangladesh atendia somente os mais ricos e que existiam pessoas que precisavam de empréstimos da ordem de 5 takas (aproximadamente 6 centavos).
  22. 22. O INÍCIO Em adição, a prática convencional era de recusar qualquer empréstimo a mulheres. Qualquer requisição por uma mulher era acompanhada de uma visita a casa da mesma, para uma conversa com o marido. Desse modo, Yunus criou o Grameen Bank (Village Bank) voltado inicialmente a ter 50% clientes mulheres e 50% homens, a pequenos empréstimos, e sem nenhuma burocracia da prática convencional. Não existiam contratos, não existia a ida ao banco, ou seja, o banco ia até você, e bastava um aperto de mão.
  23. 23. RESULTADOS Foi criado então o conceito do microcrédito, hoje adotado e alterado para o contexto comercial por diversos bancos que operam com largas margens. Hoje o banco tem cerca de 8 milhões 97% 220 mil Sendo que destes de clientes são mulheres. reais emprestados por mês. E a taxa de reembolso que já foi de 98% no início da existência do banco, hoje é de: 95%
  24. 24. NEGÓCIOS SOCIAIS O QUE NÃO É... EMPREENDEDORISMO SOCIAL Conceito largamente utilizado para diversos tipos de negócios, entretanto na sua grande maioria, o conceito é utilizado dentro do conceito tradicional de empresa, ou mesmo para ONGs, onde são apresentadas os resultados sociais de uma iniciativa empreendedora. RESPONSABILIDADE SOCIAL Responsabilidade social corporativa é um termo utilizado para práticas de bens sociais dentro de empresas tradicionais. Estas práticas geralmente envolvem investimentos nas comunidades locais, projetos educativos, culturais, entre outros. O conceito envolve ainda regras e práticas de cidadania e ética em que os líderes de empresas devem seguir. VALOR COMPARTILHADO A empresa insere metas e indicadores dentro do desenvolvimento sustentável, ou seja, além das metas financeiras, serão elaboradas metas sociais e ambientais como objetivos gerais.
  25. 25. NEGÓCIOS SOCIAIS O QUE É... Empresas tradicionais ONGs NEGÓCIOS SOCIAIS Empresas que, através da sua atividade principal (core business), oferecem soluções para problemas sociais, utilizando mecanismos de mercado. Sua estrutura é semelhante a qualquer outra empresa tradicional, mas sua estratégia e objetivo é atender uma demanda social. 1) Sem distribuição de lucros, onde o lucro é sempre reinvestido na expansão dos negócios. mas os donos são 2) Com distribuição de lucros,Ex. Grameen Bank a própria população carente. - 93% do capital está na mão dos clientes acionistas 3) Hart & Prahalad: o foco das empresas deve ser investir em produtos/serviços que permitam o acesso da população carente (4 bilhões de pessoas) aos bens e serviços de necessidades básicas. A empresa tem lucro como outro negócio tradicional, só que seu propósito é atingir uma causa social.
  26. 26. AS 7 REGRAS DOS NEGÓCIOS SOCIAIS 1. O objetivo é lidar com problemas sociais (ex. acabar com a pobreza, acesso a tecnologia, educação, saúde) e não maximizar lucro. 2. A empresa deve atingir sustentabilidade econômica financeira. 3. Investidores receberão somente o seu investimento inicial. Nenhum dividendo adicional será retornado além do investimento original. 4. Quando o investimento inicial for retornado, o lucro ficará na empresa para expansão e melhorias. 5. A empresa será ambientalmente consciente. 6. A força de trabalho recebe um salário de melhor que em condições normais do mercado de trabalho. 7. Faça com alegria!
  27. 27. CASES: GHANANSAN Em Gana, a rotina da população é enfrentar duras filas para poder utilizar os banheiros públicos, e a condição dos mesmos nunca é das melhores. Nenhuma ação do governo ou política pública foi iniciada, o que resultou em uma oportunidade de negócio. A Unilever vendo este cenário degradante para a população iniciou um projeto em parceria com a ONG Water & Sanitation for the Urban Poor e a consultoria de Inovação e Design, IDEO. O projeto chamado de Ghanansan iniciou-se com a seguinte pergunta: Como podemos melhorar as condições sanitárias e manejo de dejetos humanos em comunidades carentes economicamente?
  28. 28. A SOLUÇÃO GHANANSAN Ideação e criação de um sanitário que permitisse que o próprio usuário o tenha em casa, mas que ao mesmo tempo permitisse uma flexibilidade para retirada dos dejetos, visto a inexistência de uma rede de esgoto. Foi desenhado então um vaso sanitário com um compartimento móvel que contém os dejetos. Criaremse também um sistema de logística para recolhimento e troca destes dejetos, e uma destinação final tanto na produção de fertilizantes ou de energia elétrica. PARTE FIXA PARTE MÓVEL
  29. 29. COMO FUNCIONA?
  30. 30. PROJETO GHANANSAN
  31. 31. Grameen Danone: Joint venture com a Danone, produziu em Bangladesh o iogurte Shokti Doi, contendo proteínas e micronutrientes para solucionar o problema de carência nutricional Grameen Veolia: Joint venture com a Veolia para fornece água potável a preços baixíssimos, livre da contaminação de arsênio. Grameen Energy: Empresa que fornece painéis solares a custos baixos para as populações que não tem energia. OUTRAS INICIATIVAS Grameen Phone: Empresa na qual criouse uma rede de 400 mil mulheres com celulares que vendiam serviços de telefonia para usuários das comunidades em que viviam. BASF Grameen: Joint venture com a alemã BASF com a comercialização de uma rede pré-tratada quimicamente para proteger a população de doenças cujo vetores são os mosquitos, como a malária. Mais algumas: Adidas Grameen Otto Grameen Grameen Shikkha (Grameen Education) Grameen Fisheries Grameen Healthcare Grameen Udogg (empreendimentos têxteis) Grameen Shamogree (produtos têxteis) Grameen Kalyan (serviços de saúde)
  32. 32. E TEVE RESULTADO MESMO? ‘‘ Poor, but still impressive.’’ Recentemente independente (1971), o país cercado quase totalmente pela Índia, passou por estagnação econômica em termos de empresas (predominantemente têxtil), frequentes inundações e enchentes, golpes de governo, e mesmo assim atingiu patamares de desenvolvimento social bem admiráveis comparavéis com o todo enfrentado.
  33. 33. *1947 *1971 *1947 *1822 Em 1990 Em 20** Em 1990 Em 20** Em 1990 Em 20** Em 1990 Em 20** Paridade de Poder de Compra per capita (U $) 540 1909 874 3663 1200 2786 2700 10700 Expectativa de vida ao nascer (anos) 59 69 58 65 61 65 66 73 Mortalidade infantil (<5 anos) por 1.000 nascimentos 139 46 81 47 95 59 62 15 Morte materna a cada 100.000 nascimentos 800 194 600 200 490 260 120 56 64% 94% 2008 59% 66% 2008 48% 80% 2008 66% 98% 2008 38% 77% 2009 49% 74% 2009 - 61% 2009 - 99% 2009 62% 36% 2007 60% 44% 2007 39% 5% 2,2% 2007 Taxa de imunização infantil (%) Taxa de alfabetização de mulheres (15-24 anos) em % Criança abaixo do peso (% / total) 2011 2010 2011 2010 2011 2010 2011 2010 31% 2011 2010 2011 2010 2007 2011 2010 2011 2010 Fonte: UNICEF; International Human Development Indicators; The World Bank Data Base
  34. 34. ÍNDICE GINI DE DESIGUALDADE SOCIAL 32,1% 2010 33,9% 2010 30,0% 2008 54,7% 2009
  35. 35. NO BRASIL... 78% da população ou 152 milhões de pessoas vivendo com menos de: A B C D E Fonte: Vox Capital EDUCAÇÃO PROTECÃO À MATERNIDADE E À INFÂNCIA MORADIA TRABALHO LAZER SAÚDE SEGURANÇA R$25/dia: classe C (48%) R$15/dia: classe D (25%) R$5/dia: classe E (5%) ASSISTÊNCIA AOS DESAMPARADOS PREVIDÊNCIA SOCIAL * Constituição Federal Brasileira - Direitos Sociais
  36. 36. A S O L I DA R I U M
  37. 37. O INÍCIO A Solidarium tem o objetivo principal de transformar a realidade dos artistas e designers brasileiros. O fundador e diretor executivo, Tiago Dalvi, teve a ideia de criar a empresa após constatar que o Brasil possui oito milhões de brasileiros que trabalham com artesanato, e que dois milhões destes vivem abaixo da linha da pobreza. Associações, cooperativas, microempresas e artistas individuais cadastrados comercializam seus produtos através da Solidarium para o Brasil e o mundo
  38. 38. R E S U LTA D O S MAIS DE 3500 de associações, cooperativas, microempresas e artesãos individuais cadastrados e comercializando seus produtos.
  39. 39. CONCEITO: SUSTENTABILIDADE ‘‘ Sustentabilidade não é o que os economistas gostam de falar - sobre crescimento econômico e vantagens competitivas. Uma comunidade sustentável deve ser desenvolvida de forma que a nossa forma de viver, nossos negócios, nossa economia, tecnologias e estruturas físicas não interfiram na capacidade da natureza de sustentar a vida. Devemos respeitar e viver de acordo com isto.’’
  40. 40. RAMIFICAÇÕES DA SUSTENTABILIDADE Da sustentabilidade nascem conceitos de desenvolvimento para os negócios como: Negócio Social Negócio que busca, além de retorno financeiro, impacto social através de empreendedores sociais e/ou público alvo carente Clean Tech Tecnologias focadas no uso mais eficiente de energia, com foco na redução significativa de resíduos e impacto ambiental Base da Pirâmide (BoP) Grupo no inferior da pirâmide socioeconômica, englobando cerca de 4 bilhões de pessoas que vivem com menos de $2/dia Green Leap Tecnologias que buscam soluções inovadoras (disruptive) criadas com foco na base da pirâmide
  41. 41. FRAMEWORK PARA MAPEAMENTO DE TECNOLOGIAS SUSTENTÁVEIS Impacto Ambiental Lente Ambiental Alto Clean Tech Green Leap Baixo Negócio Convencional Negócio Social Impacto Social Baixo Alto Lente Social
  42. 42. TIPOS DE TECNOLOGIAS CARACTERÍSTICAS Impacto Ambiental Lente Ambiental Clean Tech Alto Green Leap •  •  •  Foco em tecnologia Baixo impacto ambiental é principal driver •  Foco em tecnologia para BoP Ambiente e BoP são principais drivers Negócio Social Baixo Negócio Convencional •  •  Foco em novos modelos de negócio Pobreza/ BoP são principais drivers Impacto Social Baixo Alto Lente Social
  43. 43. NOVO MODELO DE TRANSFERÊNCIA CIÊNCIA Ciência' MERCADO Mercado' Ciência' Mercado' Negócios' Negócios Negócios' “Convencionais”' ‘’Convencionais’’ “Convencionais”' Ins<tuições'de' e Instituições de Pesquisa h Ins<tuições'de' Laboratórios gy pus lo Ciência'e' echno Ciência'e' T * Tecnologia' p u s h s h* ogy* Tecnologia' $' $' Tech n olog Teyhpush Tech c nology n l Maokogy *push* p Mark r et*p*ullush* * Mark et*pu et pu ll * ll Sociais Funding' Venture'Capital' Venture'Capital' Private'Equity' Private'Equity' Venture Capital Bolsa'de'Valores' Bolsa'de'Valores' Private Equity Bolsa de Valores l chnohnlololgy*pu Te epul ul * ert c rkaTket*p t*pull* MaM arke M Negócios'Sociais' Negócios Negócios'Sociais' FUNDING Funding' Impacto' Impacto' Social'+'$'' Social'+'$'' Impact'Investors' Impact'Investors' Filantropia' Filantropia' Impact Investors Capital'Paciente' Filantropia Capital'Paciente' Capital Paciente
  44. 44. CASE: SOLAR EAR
  45. 45. NEGÓCIOS SOCIAIS COM TECNOLOGIA SOLAR EAR BRAZIL Howard Weinstein, criador da Solar Ear Brazil, iniciou seus trabalhos em parceria com o instituto CEFAC (Centro especialista em Fonoaudiologia), Universidade de São Paulo, Universidade de Copenhagen, Stanford, Special Olympics, CBM-Germany
  46. 46. Hoje a Organização Mundial da Saúde estima que existam 6 milhões de pessoas com deficiências auditivas, onde muitos acabam isolados, sem escola e sem trabalho por conta de sua deficiência. O aparelho auditivo existente no mercado é de cerca de R$1.100,00, o que dificulta o acesso e compra. E para adicionar as baterias são custosas, visto o uso e troca frequente. Desse modo a empresa produz produtos feitos por pessoas surdas, para pessoas com deficiência auditiva em regiões pobres, com preço de R$370,00 e com a primeira bateria recarregável a luz solar para aparelhos auditivos (R$30,00 por quatro baterias). Os produtos: Carregado r solar • Carrega duas baterias de aparelho auditivo ao me smo tempo • Carrega aparelhos au ditivos do Solar Ear • Pode ser usado em qu alquer aparelho auditivo do me rcado. Vendido em 39 países inclui 2 baterias AA e duas baterias de aparelho auditivo. 3 meses break-even
  47. 47. 15 sedes que alcançam 3 bilhões de pessoas em 90 países RESULTADOS • R$ 5 milhões em transferência de tecnologia gratuita • Rede de contatos nacionais e internacionais • Venda em 39 países e em crescimento Solar Ear Projected Solar Ear sites
  48. 48. A HIPÓTESE: É possível encontrar tecnologias em ICTs brasileiras que podem ser a base para negócios sociais
  49. 49. DESAFIO: MOBILIDADE URBANA
  50. 50. Ford T . Lançado em 1908 . Primeiro automóvel em linha de produção (1913) . Confiável, robusto, seguro, simples de dirigir e acessível.
  51. 51. A média anual de atraso devido ao trânsito para cada pessoa nos EUA subiu de 11 horas em 1982 para 36 horas em 1999. Massive Change - Bruce Mau
  52. 52. É estimado que todo ano acidentes de trânsito custam mundialmente 518 bilhões de dólares. Massive Change - Bruce Mau
  53. 53. Estatísticas apontam que mortes por acidentes de carro subirão em 83% nos países de baixa e média renda até 2020. Massive Change - Bruce Mau
  54. 54. Lesões ligadas a acidentes de carro serão o 3o maior contribuinte mundial de problemas de lesões em 2020. Massive Change - Bruce Mau
  55. 55. EVOLUÇÃO DO EMPLACAMENTO DE NOVOS VEÍCULOS NO BRASIL 1991-2012 Crescimento Médio: 10,95% 3.823 3.630 Unidades Emplacadas (em milhares) 3.328 3.008 2.674 2.344 1.864 1.608 1.661 1.496 1.350 90 738 92 1.349 02 03 1.481 1.622 1.385 749 91 1.399 1.207 1.071 656 1.383 1.518 93 94 95 96 97 98 99 00 01 04 05 06 07 08 09 10 11 12 Fonte: ANFAVEA
  56. 56. Estima-se a produção e venda de 3,6 milhões de automóveis no mercado brasileiro em 2013.
  57. 57. QUAL A MÉDIA DE AMPLIAÇÃO DAS VIAS PÚBLICAS NO BRASIL?
  58. 58. “ O século XX não é só um século que tem automóveis. É também um século que não tem cavalos. Bruce Sterling "Visionário residente" do Art Center College of Design Pasadena - EUA
  59. 59. “ Nós não podemos falar de transporte urbano até descobrirmos que tipo de cidade queremos. Nós queremos criar uma cidade para humanos ou para automóveis? As questões importantes não são sobre engenharia, mas sobre jeito de viver. ENRIQUE PEÑALOSA Ex-Prefeito de Bogotá (1998-2001)
  60. 60. PRECISAMOS REDESENHAR A FORMA COMO PRODUZIMOS, VENDEMOS E CONSUMIMOS
  61. 61. RESULTADOS PRELIMINARES 77 grupos de pesquisa cadastrados no CNPQ 1800+ UFRJ UFSCAR UFRGS pesquisadores MOBILE-LAB - Laboratório de Políticas Integradas de Transporte, Uso do Solo e Gestão da Mobilidade NESTTRAL - Núcleo de estudos em trânsito, transportes e logística Lastran - Laboratorio de Sistemas de Transportes
  62. 62. O CURSO
  63. 63. TECH+SOCIAL PALESTRA INAUGURAL | 2 HORAS 29/10 19hs Introdução e principais conceitos - a aproximação com a inovação que vem da academia, uma inovação tecnológica, como alavanca de negócios sociais e como origem de novos. CURSO TECH+SOCIAL | 4 módulos de 4 horas cada um: 1) TECH - RADAR 5/11 19hs TECNOLÓGICO 2) MKT - RADAR 13/11 MERCADOLÓGICO 19hs Inovação tecnológica no Brasil (conceitos de inovação aberta e transferência de tecnologias); Exercícios com ferramentas radar tech mapeamento de parceiros, etc; PARA CASA 19/11 4) APRESENTAÇÃO 26/11 3) IDEAÇÃO E 19hs DESENVOLVIMENTO 19hs DOS CONCEITOS Negócios sociais para viabilizar tecnologias sociais (revisão do conceito e casos envolvendo alta tecnologia); Com as oportunidades e necessidades levantados para o tema escolhido, vamos gerar ideias de negócios para resolvê-los Exercícios com ferramentas radar mkt tendências, identificação de necessidades, etc; Exercício de ideação e de convergência/ desenvolvimento de conceitos usando canvas entre outros PARA CASA Cada grupo apresenta o conceito desenvolvido para um juri composto pelo Hub, Inventta e convidados (Artemisa, Vox, Sistema B ….) PARA CASA
  64. 64. FACILITADORES Daniel'Saad:!Sócio'Diretor!da!Inven1a,!atua!há!mais!de!10!anos!ajudando!grandes!organizações!'! como!Natura,!Petrobras,!Promon,!VotoranCm!e!InhoCm!'!a!inovar!ou!a!desenhar!estruturas!de! inovação.!ParCcipa!como!mentor!em!iniciaCvas!relacionadas!a!start'ups!e!empreendedorismo,!tais! como!Startup!Farm,!Desafio!Brasil!e!Startup!Lab.!Família,!fotografia,!gaita,!negócios!sociais!e! educação!são!algumas!de!suas!paixões. Mara'Carneiro:!Paulistana,!apaixonada!pela!cidade,!por!bons!cafés,!chás!e!papos.!Química!e! estudante!de!desenvolvimento!de!pessoas,!busca!sempre!evolução!e!prefere!construir!a!criCcar.! Trabalha!com!inovação!a!6!anos,!começou!na!universidade,!trabalhou!com!projetos!de!inovação! para!empresas!de!grande!porte!de!diversos!setores.!Braço!da!Inven1a!no!HUB!SP. Daniel'Mendes:!Biólogo!entusiasta!da!Sustentabilidade!e!Negócios!Sociais,!trabalhou! com!projetos!de!inovação!para!os!mais!variados!setores,!de!commodiCes!a!bens!de! consumo.!Gosta!de!fotografia!e!viajar!para!conhecer!diferentes!culturas!e!visões. Guilherme'Pereira:'Físico,!economista,!piloto!de!avião,!violinista!e!consultor!de!inovação.!Diretor! da!Inven1a,!apaixonado!por!inovação!e!com!experiência!de!consultoria!com!diversas!lentes!para! a!inovação!em!empresas!de!diferentes!portes!e!setores.
  65. 65. CAMPINAS +55 (19) 3289-0353 BELO HORIZONTE +55 (31) 3337-7418 BOGOTÁ +57 + 1 691-5956 contato@inventta.net
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