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MARIA MARIETA SOUSA EMPREENDEDORISMO FEMININO: UMA ANÁLISE DOPOTENCIAL CRIATIVO DAS MULHERES NO SEGMENTO   DE CONFECÇÕES, ...
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17criativas. Não foi constatada, diante da competitividade de mercado, preocupação dasentrevistadas, mas interesse em evol...
18ANDREOLI, T.; BORGES, W. Empreendedorismo Feminino: uma análise do perfilempreendedor e das dificuldades enfrentadas por...
19MACHADO, H. P. V. Tendências do comportamento gerencial da mulher empreendedora. In:ENANPAD. Anais… Foz do Iguaçu, 1999....
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EMPREENDEDORISMO FEMININO: UMA ANÁLISE DO POTENCIAL CRIATIVO DAS MULHERES NO SEGMENTO DE CONFECÇÕES, NA CIDADE DE FORTALEZA

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  1. 1. FACULDADE SETE DE SETEMBRO - FA7 CURSO GRADUAÇÃO EM ADMINISTRAÇÃO EMPREENDEDORISMO FEMININO: UMA ANÁLISE DOPOTENCIAL CRIATIVO DAS MULHERES NO SEGMENTO DE CONFECÇÕES, NA CIDADE DE FORTALEZA. MARIA MARIETA SOUSA FORTALEZA - 2010
  2. 2. MARIA MARIETA SOUSA EMPREENDEDORISMO FEMININO: UMA ANÁLISE DOPOTENCIAL CRIATIVO DAS MULHERES NO SEGMENTO DE CONFECÇÕES, NA CIDADE DE FORTALEZA. Artigo apresentado à Faculdade 7 de Setembro, como requisito parcial para obtenção do Título de Bacharel em Administração. Orientador: Prof. Ms. Maiso Dias FORTALEZA - 2010
  3. 3. EMPREENDEDORISMO FEMININO: UMA ANÁLISE DO POTENCIAL CRIATIVO DAS MULHERES NO SEGMENTO DE CONFECÇÕES, NA CIDADE DE FORTALEZA. Maria Marieta SousaRESUMODiante da edição da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor – GEM (2009), dos 18,8milhões à frente de empreendimentos no país, 53% são mulheres e 47% homens. Destaca-seque é pela primeira vez que o empreendedorismo feminino supera o de homens na mesmasituação. E, diante de tal fato, resolveu-se verificar o empreendedorismo feminino emFortaleza, em relação às condições competitivas do mercado. Pretendeu-se com esta pesquisa,responder o objetivo geral, analisar o potencial criativo das mulheres empreendedoras doramo de confecção da cidade de Fortaleza. A pesquisa realizada foi qualitativa; aplicou-seuma entrevista e um teste de perfil a doze empresárias de confecção de Fortaleza, e concluiu-se que a presença da mulher frente a empresas e empreendimentos comerciais tem sidoconstante dentro da indústria de confecção no Ceará. A mulher que lutou para conseguiroportunidade e igualdade perante os homens, hoje acumula arduamente os papéis de mãe,esposa, conciliadora da família, estudante, profissional dentre outros. As empreendedorasdinamizam suas tarefas e ultrapassam obstáculos para alcançar o êxito.Palavras-chave: Empreendedorismo. Mulher empreendedora. Potencial criativo.ABSTRACTBefore editing search Global Entrepreneurship Monitor – GEM (2009), 18.8 million ahead ofdevelopments in the country, 53% and 47% are women and men. Highlights if that is the firsttime that entrepreneurship female surpasses that of men in the same situation. And, beforesuch fact solved verify the female entrepreneurship in Fortaleza, on competitive marketconditions. Was intended with this research, answer the general objective, analyze the creativepotential of women entrepreneurs of branch of confection of Fortaleza. The survey wasqualitative and applied an interview and a test profile twelve entrepreneurs making Fortress,and concluded that the presence of women front companies and business ventures has been aconstant within the manufacturing industry in Ceará. The woman who struggled to get anopportunity and equality before men today accumulates hard clip-the mother, wife,conciliatory family, student, professional among others. The entrepreneurs streamline yourtasks and surpass obstacles to achieving success.Keywords: Entrepreneurship. Woman entrepreneur. Creative potential.
  4. 4. 1. INTRODUÇÃO Entendia-se que os indivíduos que usavam os recursos disponíveis de formadiferenciada eram os agentes de transformação e que obrigavam os demais agentes a sereorganizarem e se adaptarem às novas mudanças. O agente transformador, que promoviainovações, segundo Schumpeter (1982) era chamado de empreendedor. O empreendedorismo é o processo de criar algo novo com valor dedicando tempoe esforço necessários, assumindo os riscos financeiros, psíquicos e sociais correspondentes erecebendo as consequentes recompensas da satisfação e independência econômica pessoal(HISRICH, 2004). A mulher é um fenômeno como força do mercado de trabalho neste século XXI,pois disputa postos de trabalho quase em igualdade com os homens, sendo visível nasociedade a participação dela nos setores econômicos, principalmente, à frente do próprionegócio. Ao analisar a produção científica a respeito do empreendedorismo feminino, éevidente o estágio em que se encontram as pesquisas e sua contribuição para o aumento doconhecimento e da disseminação dos resultados sobre o assunto, excluindo de sua análisenuances importantes relativas a aspectos culturais de certas regiões e povos ou de gruposminoritários, como é o caso das mulheres na seara empresarial (GOMES; SANTANA;ARAÚJO, 2009). O tema empreendedorismo feminino vem sendo cada vez mais discutido no Brasile os primeiros conceitos tiveram embasamento nas teorias do desenvolvimento econômico,que definiam como decorrente de mudanças realizadas de forma ativa por agentes queparticipavam da estrutura, deixando assim de ser interpretado como um evento econômico epassando a ocorrer na esfera social. Nos últimos anos, “as mulheres vêm para o mundo dos negócios sem osparadigmas dos homens e, portanto, com melhores chances de criar novos empreendimentos,novos produtos e serviços, novos métodos de trabalho, novas abordagens comerciais”(TRANJAN, 2002, p. 20). Ou seja, para o espanto de muitos homens que acreditavam queempreender é um negócio masculino, as mulheres estão indo muito bem. E, ainda informa quemuitas empreendedoras tiveram que buscar alternativas para manter-se no mercado
  5. 5. 4competitivo, criar negócios em curto espaço de tempo, ter habilidade para direcionar ações egerar resultados práticos. Sabe-se que o processo de empreender abrange todas as funções, atividades eações relacionadas com a introdução de novos produtos, serviços, recursos materiais e novasformas de organização. As gestoras precisam ter postura inovadora frente a uma situação deturbulência, assumindo riscos calculados, possuindo estratégias de criatividade para inovardentro das organizações. A criatividade ocorre no contexto social e depende de processos de pensamentoque têm suas raízes mais profundas na cultura. Tanto as normas, como as tradições, osvalores, os tabus, os sistemas de incentivo e punições afetam sua expressão. Incentivar acriatividade envolve, não apenas estimular o indivíduo, mas também afetar o seu ambientesocial e as pessoas que nele vivem. Se aqueles que circundam o indivíduo, não valorizam acriatividade, não oferecem o ambiente de apoio necessário, não aceitam o trabalho criativoquando este é apresentado, então é possível que os esforços criativos do indivíduo encontremobstáculos sérios, instransponíveis às vezes, e até tolhedores da criação (ALENCAR, 1998). O que mostra a edição da pesquisa Global Entrepreneurship Monitor, o GEM2009, dos 18,8 milhões de pessoas à frente de empreendimentos em estágio inicial ou commenos de 42 meses de existência no país, 53% são mulheres e 47%, homens. Uma dasnovidades do estudo é que, pela primeira vez, a proporção de mulheres empreendendo poroportunidade supera a de homens na mesma condição. O estudo constatou que dosempreendedores por oportunidade 53,4% são mulheres e 46,6%, homens. Em 2009, além doBrasil, outros dois países registraram taxas mais elevadas de empreendedorismo feminino queas dos homens: Tonga, com 61%, e Guatemala, com 54%. (GEM, 2009). Na contribuição para o desenvolvimento econômico, a mulher tem ocupadoespaço e vem superando de maneira desenfreada os mais diversos segmentos, inclusive commaior preocupação com o vestuário e a aparência, aquecendo assim, o mercado da modafeminina, fazendo com que o setor da moda se torne um fascinante setor de investimento.Conforme informações do SINDCONFECÇÕES – Sindicato das Confecções do Estado doCeará, o segmento de confecções representa 60% do mercado do Estado, mostrando assim, agrande representatividade do segmento no mercado, e o segmento de confecções vemsuperando resultados ano após ano.
  6. 6. 5 Muitas empreendedoras têm obtido sucesso ao longo do tempo no segmento deconfecções utilizando a criatividade, métodos e técnicas de gestão e de estratégias,importantes e essenciais pelas empreendedoras de sucesso. Entretanto, o problema destapesquisa é: como é desenvolvido o potencial criativo das empreendedoras no ramo deconfecção da cidade de Fortaleza? Tendo como objetivo geral: analisar o potencial criativodas mulheres empreendedoras do ramo de confecção da cidade de Fortaleza e os objetivosespecíficos: a) levantar informações a respeito do processo criativo das empreendedoras; b)identificar fatores que contribuem para o estilo de resolver problemas das empreendedoras; c)descrever o perfil da criatividade no ambiente de trabalho das empreendedoras. A seguir, será apresentada a revisão literária sobre Empreendedorismo,Empreendedorismo Feminino e Potencial criativo nas organizações como fundamentaçãoteórica aos objetivos propostos deste estudo, a Metodologia da Pesquisa, os Resultados daPesquisa, e por fim, as Considerações Finais.2 REFERENCIAL TEÓRICO2.1 Empreendedorismo Para Dornelas (2008) o empreendedorismo é o envolvimento de pessoas eprocessos que em conjunto, levam à transformação de ideias em oportunidades. A perfeitaimplementação destas oportunidades leva à criação de negócios de sucesso. É importante teratitude, diferencial e ultrapassar obstáculos para alcançar o êxito. Para o termo “empreendedor” existem muitas definições, mas uma das maisantigas e que, talvez, melhor reflita o espírito empreendedor seja a de Joseph Schumpeter(1982), quando explica que o empreendedor é aquele que nivela a ordem econômica existentepela introdução de novos produtos e serviços pela criação de novas formas de organização oupela exploração de novos recursos e materiais. Kirzner (1973) tem uma abordagem diferente. Para este autor, o empreendedor éaquele que cria um equilíbrio, encontrando uma posição clara e positiva em um ambiente decaos e turbulências, isto é, identifica oportunidades na ordem presente.
  7. 7. 6 Ambos, porém, são enfáticos em afirmar que o empreendedor é um exímioidentificador de oportunidades, sendo um indivíduo curioso e atento às informações, pois sabeque chances melhoram quando seu conhecimento aumenta. Para Fillion (1991) um empreendedor é uma pessoa que imagina, desenvolve erealiza visões. Ele explora as oportunidades, identifica algo prático e transforma em negócio,busca melhorar a vida das pessoas. De acordo com Schumpeter (1982), o empreendedor é mais conhecido comoaquele que cria novos negócios, mas pode também inovar dentro de negócios já existentes; ouseja, é possível ser empreendedor dentro de empresas já constituídas. Então, o empreendedor é aquele que detecta uma oportunidade e cria um negóciopara capitalizar sobre ela, assumindo riscos calculados. Em qualquer definição deempreendedorismo encontram-se, pelo menos, os seguintes aspectos referentes aoempreendedor, como explica Dornelas (2008): a) tem iniciativa para criar um novo negócio epaixão pelo que faz; b) utiliza os recursos disponíveis de forma criativa, transformando oambiente social e econômico onde vive; c) aceita assumir os riscos calculados e apossibilidade de fracassar.2.2 Empreendedorismo Feminino Percebe-se a crescente participação feminina na população economicamente ativa(PEA), e na atividade econômica, não só no Brasil, mas em diversos países do mundo. Deacordo com as estatísticas, 65% das mulheres que trabalham no Brasil estão na economiainformal e representam 42% de um total de 14 milhões de empreendedores brasileiros,colocando o Brasil em 4º lugar entre os países com maior número de empreendedoras nomundo (GEM, 2009). Verifica-se, no entanto, que há uma correlação entre empreendedorismo ecrescimento econômico, que é manifestado pelos novos e melhores serviços e produtosoferecidos, que geram novos postos de trabalho e riqueza para a economia. É evidenciadaesta correlação em países que possuem um grande número de atividades empreendedoras queconsequentemente são países desenvolvidos, geradores de riqueza. No Brasil, um dos principais motivos que atraem as mulheres para o mundoempreendedor é a necessidade de melhorar a renda familiar. Segundo dados do IBGE -Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (Pesquisa Mensal de Emprego das seis
  8. 8. 7principais regiões metropolitanas brasileira, março, 2008), as mulheres possuem remuneração30% menor do que os homens. Ratificando, assim, que a opção da mulher peloempreendedorismo tem sido uma saída, para melhores resultados financeiros (ANDREOLI;BORGES, 2010). Machado et al (2003) informa que estudos têm demonstrado que as mulheresabrem empresas por diferentes motivos: desejo de realização e independência, percepção deoportunidade de mercado, dificuldades em ascender na carreira profissional em outrasempresas, necessidade de sobrevivência e como maneira de conciliar trabalho e família. A participação feminina modificou o mundo dos negócios e as expectativas dasociedade em relação à qualidade do trabalho. Desde os anos 1970, observa-se atransformação do perfil da mulher dona de casa para empreendedora. Questões relativas aoequilíbrio entre vida profissional e pessoal das empreendedoras brasileiras foram encontradasna pesquisa de Quental e Wetzel (2002), que constataram que ter seu próprio negócio foipercebido pelas mulheres como uma opção de carreira que conduzia a um maior equilíbrioentre os papeis do trabalho e da família; o empreendedorismo poderia oferecer certascaracterísticas de trabalho, como autonomia de horário flexível que, na percepção feminina,deveriam conduzir a esse equilíbrio. As conclusões da pesquisa apontaram um aumentosignificativo de conflitos trabalho-família justamente devido à liberdade e flexibilidadeencontradas pelas empreendedoras que, por terem um horário flexível de trabalho, misturaramas atividades domésticas com profissionais. Mas, nem por isso, as mulheres se disseraminsatisfeitas com seus trabalhos. Lindo (2007) explica que o conflito entre trabalho e família ocorreu na metade doséculo XX, quando inúmeras mães e esposas ingressaram no mercado de trabalho. O autorafirma que as mulheres sabem equilibrar o domínio profissional e o familiar, enquanto oshomens tendem a priorizar sua carreira. As mulheres empreendedoras conseguem administraro seu cotidiano, preservam sua qualidade de vida e também conseguem ser responsáveis comseus afazeres domésticos. Os homens que tendem a dar prioridade ao lado profissional não possuem afacilidade de conciliar seus horários com a vida familiar, ao contrário das mulheres, que nãoseparam a esfera pessoal e profissional, segundo informações de Lindo (2007). Takashi e Graeff (2005) realizaram diversos estudos sobre a tendência do perfilfeminino em relação às estratégias adotadas: observaram que as empreendedoras preocupam-
  9. 9. 8se com a inovação na qualidade do produto ou serviço, criam estratégias para permanecer noseu negócio e buscam a satisfação dos seus clientes internos e externos. As autoras relatamque é importante ter vocação para atuar no mundo dos negócios, estabelecer possíveisestratégias, englobar o gosto e ter facilidade para administrar determinada atividade. Machado (1999) demonstra que a mulher empreendedora combina característicasmasculinas (iniciativa, coragem, determinação), com características femininas (sensibilidade,intuição, cooperação), que acabam por especificar um estilo próprio das empreendedoras.Sendo esse estilo um fator que contribui para o processo de adquirir um espaço de poder eatuar de uma maneira diferenciada. Nas organizações já se percebe que muitas mulheres jáestão assumindo cargos de destaque, por possuírem qualidades que são únicas. Uma vez que ofoco das grandes empresas está na valorização do funcionário e dos clientes, assim a mulherconsegue se sobressair em questões quanto ao relacionamento e à liderança.2.3 Potencial criativo nas Organizações Percebe-se que a competitividade começou a se nivelar à capacidade dasempresas, portanto, é imprescindível passar do pensamento unicamente reativo para opensamento ativo, descobrindo novas e melhores formas de fazer as coisas. E, para isso, énecessário ter criatividade. Observa-se também, especialmente em países desenvolvidos, uma preocupaçãoem expandir e aproveitar melhor o talento e o potencial presente em cada indivíduo, a par deuma consciência crescente de que a solução para os problemas enfrentados exige muitoesforço, talento e criatividade. Consequentemente, aqueles grupos ou instituições quesouberem aproveitar o que existe de melhor em seus recursos humanos levarão uma grandevantagem, como informa Alencar (2009). O pensamento criativo é uma habilidade a mais, que deve ser desenvolvida, pois,sem dúvida, é o melhor caminho e também o mais econômico para proporcionar valoradicional aos recursos já existentes em qualquer empresa. A criatividade dentro de umaempresa é algo que não só pode como deve ser desenvolvida, pois as organizações bem-sucedidas do futuro serão aquelas que já começaram a pensar de forma diferente(MIRSHAWKA, 2003). Diante das informações de Mirshawka (2003), o futuro requer um pensamentosério e criativo e as empresas vencedoras no mundo serão aquelas que derem prioridade àcriatividade.
  10. 10. 9 De Bono (1994) enfatiza que quando as pessoas chegam a compreender anatureza, a lógica e a importância do pensamento criativo, passam a lhe dar a atenção quemerece. É imprescindível que as pessoas enxerguem e entendam que a criatividade tem umabase lógica. É necessário que toda pessoa desenvolva o seu próprio sistema de informações,permitindo-lhes inclusive viajar mentalmente em padrões assimétricos, ou então estabelecerpontos de vista que quebrem os paradigmas existentes. Só aí é que se pode utilizar as ferramentas criativas, como a provocação que nospermite desenvolver novos padrões. Essas ferramentas podem ser aprendidas por qualquerpessoa para serem usadas nos momentos adequados. Uma ideia errônea sobre a criatividade é a de que seria um dom divino, privilégiode poucos, nada se podendo fazer para desenvolvê-la ou implementá-la. O que as pesquisastêm mostrado, entretanto, é que, através da aplicação de algumas técnicas, programas eexercícios, é possível a qualquer indivíduo desenvolver as suas habilidades criativas,apresentar respostas originais e alcançar soluções mais adequadas para os problemasenfrentados (DE BONO, 1994). O que se observa em muitas organizações é a tendência de ignorar o potencialpara a competência, responsabilidade e produtividade, estimulando mais a dependência e apassividade de que a iniciativa e a criatividade. Ao exercer seu potencial criador, trabalhandoe criando em qualquer campo do fazer, o homem configura a sua vida e lhe empresta umsentido. Segundo Ostrower (1987) criar é relacionar com adequação. Este conceito apontapara o fato de que, se para que a criatividade surja há a necessidade de que exista aoportunidade organizacional para que os indivíduos se sirvam de seus próprios talentos eatinjam a realização pessoal, esta criatividade, entretanto, não significa que os indivíduospossam fazer tudo a qualquer momento e de qualquer maneira. Dentre os requisitos que caracterizam uma organização criativa, pode-se salientarespecialmente a presença de líderes criativos e o cultivo de um ambiente criativo. Caberia aoslíderes imprimir as condições que facilitariam a emergência das ideias criativas, promovendoum ambiente de abertura e apoio às ideias inovadoras. Desenvolver uma cultura de apoio àcriatividade não é uma tarefa simples, requerendo, muitas vezes, um longo processo demudança, especialmente no caso de organizações com uma estrutura rígida e com uma longahistória de sucesso no seu percurso. Para construir um ambiente que maximize asoportunidades para a expressão da criatividade é indispensável introduzir na empresa fortesvalores culturais que estimulem e apóiem a criatividade
  11. 11. 103 METODOLOGIA Esta pesquisa classificou-se como bibliográfica, de natureza qualitativa, e comestudo em algumas empresas, porquanto visa encontrar novas informações e relações paraverificação e ampliação do conhecimento disponível sobre o assunto partindo de questões efocos de interesse amplo, envolvendo a obtenção de dados descritivos sobre pessoas, lugares eprocessos interativos, por contato direto da pesquisadora com a situação desejada (pelainternet), no intuito de compreender os fenômenos segundo a perspectiva dos participantes dasituação em estudo (MARSHALL & ROSSMAN, 1995). Segundo Malhotra (2001, p. 31) “a pesquisa com dados qualitativos é a principalmetodologia utilizada nos estudos exploratórios e consiste em um método de coleta de dadosnão-estruturado, baseado em amostras e cuja finalidade é promover a compreensão inicial doconjunto do problema de pesquisa”. Quanto aos meios de investigação, o estudo foi desenvolvido com base em umapesquisa bibliográfica com consultas em material publicado em livros, revistas, jornais, dadosatuais sobre o mercado de trabalho feminino, a fim de selecionar obras e publicações quetragam o conteúdo para obter-se uma melhor visão sobre o tema a ser desenvolvido, bemcomo consultas em artigos, periódicos, textos de alunos e sites especializados que versemsobre o tema. Contou-se também com a pesquisa-ação que segundo Vergara (2009, p. 38) “éum tipo particular de pesquisa participante e de pesquisa aplicada que supõe intervençãoparticipativa na realidade social”. A pesquisa-ação é uma maneira de indagação autorreflexiva que envolve osparticipantes em situações sociais, tendo a finalidade de beneficiar a racionalidade e a justiçade suas próprias práticas, no seu discernimento e nas situações em que elas estejamenvolvidas. De acordo com Santos (2009, p. 195) “a pesquisa-ação obriga que o investigadortenha estreito relacionamento com a realidade, isto é, pessoas e objetos da pesquisa”. A presente pesquisa foi desenvolvida nas seguintes etapas: 1. Levantaram-se informações a respeito do processo criativo das empreendedoras; 2. Identificaram-se fatores que contribuíram para o estilo de resolver problemas das empreendedoras;
  12. 12. 11 3. Descreveu-se o perfil da criatividade no ambiente de trabalho das empreendedoras. Foi aplicado um pré-teste, em versão preliminar, a duas empreendedoras, que nãofizeram parte da entrevista, com o objetivo de identificar perguntas-problemas quejustifiquem modificação da redação, alteração do formato ou mesmo serem eliminadas daversão final. Diante dos argumentos de Windelfet et al.,(2005) o pré-teste é uma fasefundamental da pesquisa, pois possibilita ao pesquisador verificar se a tradução da escalapode ser entendida e interpretada corretamente pelos sujeitos. Segundo pesquisadores, o pré-teste pode, além de possibilitar ajustes e detecção de incoerências, aumentar a validade doinstrumento. As empreendedoras selecionadas foram de segmentos diferentes, ou seja, 04(quatro) do segmento de moda feminina, 04 (quatro) do segmento de moda íntima e 04(quatro) de moda praia. A escolha foi feita de forma empírica levando em consideração aapresentação e o posicionamento dessas empresas no mercado local. A coleta de dados deu-se através da aplicação de um teste de perfil (quão criativovocê é?) Dornelas, (2008) e um questionário para explanar os resultados alcançados pelasempresas do segmento de confecções da cidade de Fortaleza administradas por mulheres. No Quadro 01 destaca-se, de forma resumida, a estratificação das entrevistas eseus segmentos: Empresa Segmento C; MF; MC; EBC MODA FEMININA GMI; R; VL; TF MODA ÍNTIMA CP; SM; MM; MT MODA PRAIA Quadro 01: Perfil das empreendedoras Fonte: Elaborado pela autora (2010) A pesquisa contou com uma amostra de 12 empreendedoras, tendo como base osmodelos abordados no referencial teórico. A técnica escolhida para amostragem nãoprobabilística foi a por julgamento. É uma maneira relativamente fácil, pois a seleção é feitaquando a pessoa conhece mais sobre o tema abordado (ANDERSON apud DAMASCENO,2010). O teste foi aplicado para as empreendedoras com escala de importânciarelacionadas para atribuição de notas de 1 a 5, onde o teste era composto por 48 questões de
  13. 13. 12marcar com x na nota que mais se adequava a resposta de acordo com os aspectos maisrelevantes do problema. O teste dividia-se em três tópicos: A) minha personalidade, B) meuestilo de resolver problemas e C) meu ambiente de trabalho; cada tópico continha 16 questões.A tabulação foi realizada da seguinte forma, de acordo com Dornelas (2008). Atribuir pontosa cada uma das respostas seguindo as regras: todas as questões ímpares foram pontuadas deconforme os critérios: Nunca, equivalente a 5 pontos, Raramente a 4 pontos, Às vezes a 3pontos, Frequentemente a 2 pontos e Sempre a 1 ponto. As questões pares foram pontuadas deforma inversa às questões ímpares, como por exemplo, Sempre equivale a 5 pontos,Frequentemente a 4 pontos e assim sucessivamente. Depois de identificada a pontuação, fez-se o somatório dos pontos para cada umadas três sessões e concluiu-se com a soma geral dos pontos das sessões para descobrir opotencial criativo. Contava ainda com três questões abertas em forma de questionário. Asentrevistas foram realizadas através da internet (e-mail) e a coleta e análise dos dadosocorreram no período de setembro e outubro de 2010. Foram utilizados dados primários e secundários colhidos pelo pesquisador atravésde um roteiro de entrevista semiestruturado, cujo objetivo era compreender e explicar opotencial criativo das empreendedoras. Assim, apresentam-se na sequência, os resultados obtidos e as análises efetuadas,considerando os objetivos deste estudo.4 AVALIAÇÃO DE RESULTADOS Através de um questionário, identificou-se o potencial criativo das respondentes,instrumento estruturado por Dornelas (2008). Este instrumento teve como objetivo aautoavaliação do potencial criativo, sendo o questionário dividido em três temas distintos: A)personalidade; B) estilo de resolver problemas; C) ambiente de trabalho. A análise dos critérios estabelecidos para identificar o potencial criativo,constituiu-se em ponderar na escala de likert de 1 a 5 (nunca, raramente, às vezes,frequentemente, e sempre) para cada uma das dezesseis perguntas dos três questionários. Aanálise foi classificada de acordo com a pontuação, que foi dividida em três intervalos de
  14. 14. 13pontuação: de 16 a 37 pontos, 38 a 59 pontos e de 60 a 80 pontos, para os questionários, epara identificar o potencial criativo, somou-se a pontuação em cada questionário e encontrou-se a nova escala dividida em: entre 48 a 111 pontos, 112 a 176 pontos e de 177 a 240 pontos.Sendo que para cada um quanto maior for a pontuação, mais potencial criativo a pessoapossui. A respeito da personalidade das respondentes observou-se que 92% delas estão nogrupo entre 38 a 59 pontos, e 8% no grupo de 60 a 80 pontos, não havendo representantespara o outro grupo, como se pode observar no gráfico 01. A - Personalidade 38 a 59 pontos 60 a 80 pontos 8% 92% Gráfico 01 – Personalidade Fonte: Elaborado pela autora Para o entendimento de Dornelas (2008), a classificação de 38 a 59 pontos defineque a respondente tem muito potencial criativo dentro de si, mas por característica de suapersonalidade impede de se expressar. É preciso trabalhar técnicas de relaxamento e seperguntar: “O que eu tenho a perder?” Assim, a categoria de 60 a 80 pontos define que a personalidade da respondentepredispõe em ser uma pessoa criativa e será um valioso recurso para os outros dentro doprocesso criativo. Para o estilo de resolução de problemas identificou-se que no grupo de 60 a 80pontos, são representadas por 8% das respondentes; de 38 a 59 pontos estão 92% delas (amaioria) e no grupo de 16 a 37 pontos não houve representantes, de acordo com o gráfico 02.
  15. 15. 14 B- Estilo de Resolução de Problemas 38 a 59 pontos 60 a 80 pontos 8% 92% Gráfico 02 – Estilo de resolução de problemas Fonte: Elaborado pela autora No entendimento de Dornelas (2008), a classificação de 38 a 59 pontos diz que aabordagem de resolução às vezes está sendo rígida e assim, pode resultar em decisões não-criativas que se baseiam em soluções já testadas em problemas similares. O autor aconselhaque as empreendedoras se soltem e descubram seu potencial criativo. Para o grupo de 60 a 80 pontos entende-se que a respondente tem um estilo abertoe criativo de resolver problemas, com muito a oferecer aos outros. Portanto, o autor sugereque a respondente deveria tirar vantagem de cada oportunidade que lhe aparece para criarespírito de questionamento e de aventura em torno de si. O ambiente de trabalho foi outro fator analisado a fim de identificar o potencialcriativo das mulheres, assim verificou-se que 25% estão no grupo entre 60 a 80 pontos, 67%entre 38 a 59 pontos e 8% para o grupo de 16 a 37 pontos, como se pode observar no gráfico03. C- Ambiente de Trabalho 16 a 37 pontos 38 a 59 pontos 60 a 80 pontos 8% 25% 67% Gráfico 03: Ambiente de trabalho Fonte: Elaborado pela autora
  16. 16. 15 Para Dornelas (2008), entre 16 e 37 pontos seu ambiente de trabalho não encorajao pensamento criativo. Se os pontos das seções A (personalidade) e B (estilo de resolverproblemas) forem altos, você está certo por se sentir frustrado. O que você fará a respeito? Para a categoria entre 38 e 59 pontos diz-se que, às vezes, é difícil ser criativodentro do ambiente de trabalho. Se a respondente adquiriu uma alta pontuação para as seçõesA e B, então deverá usar seu potencial para mudar o ambiente. Caso contrário, deveraadaptar-se facilmente. No grupo de pontuação entre 60 a 80 pontos acredita-se que a respondentetrabalha dentro de um ambiente ideal para uma pessoa criativa. Entretanto, se a pontuação nasseções A (personalidade) e B (estilo de resolver problemas) forem baixas, a pessoa deverátrabalhar para desenvolver seu potencial, pois ninguém vai impedi-la de contribuir com novasideias. Para finalizar, analisou-se o potencial criativo das respondentes de acordo com osomatório dos três questionários anteriores: A) personalidade; B) estilo de resolverproblemas; C) ambiente de trabalho. Assim, foram novamente definidos grupos de pontuação, no qual atribui umsignificado. Portanto, a representação gráfica é de 100% para o grupo de 112 a 176 pontos,que é o grupo intermediário, não havendo representantes para os grupos de 48 a 111 pontos e177 e 240 pontos, como mostra o gráfico 04. Potencial Criativo 112 a 176 pontos 100% Gráfico 04: Potencial criativo Fonte: Elaborado pela autora Concluindo, o grupo de 112 a 176 pontos é definido como: possuidora de bompotencial criativo, mas está escondido atrás de si próprio, devido ao seu ambienteorganizacional. Assim, somente você pode mudar esta situação.
  17. 17. 16 Diante dos dados alcançados na pesquisa, foram obtidas as respostas a todos osobjetivos específicos, encerrando-se assim a análise dos dados.5 CONSIDERAÇÕES FINAIS Esta pesquisa originou-se da problemática em relação ao desenvolvimento dopotencial criativo das empreendedoras no ramo de confecção da cidade de Fortaleza. E, nesteencaminhamento de ideias, dentro da amostra analisada, verificou-se que as entrevistadas sãocriativas, empreendedoras e têm boa visão de futuro, com muitas inovações a longo prazo, sãoempreendedoras, dinamizam suas tarefas e ultrapassam obstáculos para alcançar o êxito,passando a ser uma questão de honra e orgulho, vencer cada empecilho que aparece nocaminho. Por fim, as mulheres empreendedoras conseguem encontrar alternativas face àsdificuldades, sabem controlar seu próprio destino, acreditam em sua visão, que são a essênciada inovação no mundo e que se tornaram obsoletas as antigas maneiras de fazer negócio.Incutindo dinamismo às tarefas, desenvolvendo diferentes níveis de conhecimento, antecipamos fatos, acrescentam ideias inovadoras, buscam oportunidades, geram empregos e colaborampara o crescimento do mercado de trabalho. Comprovou-se que as mulheres entrevistadas possuem muito otimismo,capacidade empreendedora e gostam do que fazem; aperfeiçoando e dando acabamento aomundo dos negócios com responsabilidade, gerenciando e ampliando a oferta de empregos,favorecendo o crescimento econômico. Quanto ao primeiro objetivo específico, levantar informações a respeito doprocesso criativo das empreendedoras, diante dos resultados obtidos da amostra foiidentificado que as empreendedoras têm muito potencial criativo dentro de si, precisandotrabalhar técnicas de relaxamento. Possuem sensibilidade em relação às grandes mudanças decomportamento social e econômica e, procuram estar sempre criando para continuarem tendosucesso em seus negócios. O segundo objetivo específico seria de identificar fatores que contribuem para oestilo de resolver problemas das empreendedoras, e de acordo com o resultado da amostra, asentrevistadas, às vezes, diante de resolução de problemas são rígidas, tomando decisões não-
  18. 18. 17criativas. Não foi constatada, diante da competitividade de mercado, preocupação dasentrevistadas, mas interesse em evoluir para dar seguimento ao seu negócio. O terceiro objetivo específico seria descrever o perfil da criatividade no ambientede trabalho das empreendedoras e diante do resultado obtido na pesquisa, informa quealgumas vezes é difícil a criatividade no ambiente de trabalho, mas nada que atrapalhe opotencial criativo. A comunicação clara e específica é o principal ingrediente para um bomambiente de trabalho. A equipe deve estar bem esclarecida sobre os objetivos a seremalcançados a fim de criar um ambiente harmônico e saudável, longe dos stress edesentendimentos. Apesar das limitações em relação à disponibilidade das mulheres empreendedoraspara a aplicação da entrevista, houve tempo necessário para que fosse realizada a pesquisa acontento. Diante dos resultados da pesquisa, acredita-se que as informações obtidas,viabilizam um direcionamento para as futuras empreendedoras, e sugere-se para futuraspesquisas a possibilidade de estudos quantitativos com amostras significativas a fim deverificar probabilisticamente quais as principais ações tomadas, tanto por homens quanto pormulheres, para lidar com o conflito trabalho-família. A interface trabalho-família sempre sefará presente na vida de todos, homens ou mulheres. Lidar com a incompatibilidade entre otrabalho e a família pode ser algo extenuante para alguns e apenas uma tarefa a mais paraoutros. Encontrar uma boa estratégia de ações para o assunto é o desafio.REFERÊNCIASALENCAR, Eunice M. L. Soriano de. Como desenvolver o potencial criador: um guia paraliberação da criatividade em sala de aula. 11 ed. Petrópolis, RJ: Vozes, 2009.ALENCAR, Eunice M. L. Soriano de. Promovendo um ambiente favorável à criatividade nasorganizações. Revista de Administração da Empresa - RAE. São Paulo: FGV. v. 38, n. 2.p. 19 abr./jun. 1998.ANDERSON, David R.; SWEENEY, Denis J.; WILLIAMS, Thomas A. EstatísticaAplicada à Administração e Economia. 2ª ed. São Paulo: Cengage Learning, 2008.
  19. 19. 18ANDREOLI, T.; BORGES, W. Empreendedorismo Feminino: uma análise do perfilempreendedor e das dificuldades enfrentadas por mulheres detentoras de um pequenonegócio. Disponível em: <http://www.administradores.com.br>. Acesso em: 12 ago. 2010.DAMASCENO, Luiza Débora Jucá. Empreendedorismo Feminino: um estudo das mulheresempreendedoras com modelo proposto por Dornelas. Revista Fa7, 2010 (no prelo).DE BONO, E. The use of lateral thinking. Londres: Penguin, 1994.DORNELAS. José Carlos. Empreendedorismo - Transformando Ideias em Negócios. 3.ed. Rio de Janeiro: Campus, 2008.DORNELAS. José Carlos. Empreendedorismo Corporativo – Como ser empreendedor,inovar e se diferenciar na sua empresa. 2.ed. – Rio de Janeiro: Elsevier, 2008.FILION, L. J. O Planejamento do seu sistema de aprendizagem empresarial: identifiqueuma visão e avalie o seu sistema de relações. RAE – Revista de Administração de Empresas,São Paulo, jul./set. 1991. p. 63-71.GLOBAL ENTREPRENEURSHIP MONITOR - GEM. Empreendedorismo no Brasil –2008. Curitiba: IBQP, 2009.GOMES, Almiralva Ferraz; SANTANA, Weslei Gusmão Piau; ARAUJO, Uajara Pessoa.Empreendedorismo Feminino: O Estado da Arte. In: ENANPAD, 33, São Paulo: ANPAD,2009. p. 1-16, 2009.HISRICH, R. Empreendedorismo. 5 ed. Porto Alegre: Bookman, 2004.HORNSBY, J. S.; KURATKO, D. F. Human Resource Management in Small Business:Critical Issues for the 1990. Journal os Small Business Management, v. 28, n. 3, p. 9-18.jul. 1990.IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Pesquisa mensal de emprego 2002:em quatro anos, melhora a qualidade do emprego no país – Comunicação Social 2002.Disponível em: http://www.ibge.gov.br. Acesso em: 12 ago. 2010.KIRZNER, Israel.. Competition and Entrepreneurship, Chicago and London: TheUniversity of Chicago Press, 1973.LINDO, Maíra, et al. Vida Pessoal e Vida Profissional: Os desafios de Equilíbrio paraMulheres Empreendedoras do Rio de Janeiro. 2007. Disponível em: <http//www.anpad.org.br> Acesso em 20 fev, 2010.MACHADO, H. P. V. et al. O Proceso de Criação de Empresas por Mulheres. Revista deAdministração de Empresas da Universidade de São Paulo, RAE Eletrônica. São Paulo,v. 2, n. 2, p. 06-20, Jul/Dez, 2003.
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