Perspectivas do mercado de trabalho
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Perspectivas do mercado de trabalho

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O mercado de trabalho no Brasil passa por mudanças significativas, que afetam todos os setores, porém, de forma distinta. Para o setor elétrico os desafios mais evidentes são a renovação da mão ...

O mercado de trabalho no Brasil passa por mudanças significativas, que afetam todos os setores, porém, de forma distinta. Para o setor elétrico os desafios mais evidentes são a renovação da mão de obra e a preservação do conhecimento técnico. Uma das maiores médias salariais do país, as companhias elétricas apresentam baixa geração de empregos. Nesta apresentação, Adriana Fontes, consultora da Macroplan, mostra tendências para o Brasil e o Mundo, além de uma análise detalhada sobre o emprego no setor elétrico.

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Perspectivas do mercado de trabalho Perspectivas do mercado de trabalho Presentation Transcript

  • Perspectivas do mercado de trabalho 03 de Maio de 2011Informação confidencial e proprietária da Macroplan® Prospectiva Estratégia e Gestão. Não distribuir ou reproduzir sem autorização expressa.
  • Estrutura da apresentação1. Panorama mundial2. Tendências nacionais3. Tendências do setor elétrico 2
  • PANORAMA MUNDIAL 3
  • Novo padrão de competitividade: formação com escala 4
  • Desemprego crescente nos países desenvolvidos  A maioria dos países da OCDE registrou crescimento da taxa de desemprego nos anos 2000, principalmente diante da crise internacional  Os mais afetados pelo desemprego são os jovens, que chegam a apresentar taxas de mais do dobro da média TAXA DE DESEMPREGO DA OCDE E PAÍSES SELECIONADOS TAXA DE DESEMPREGO TOTAL DE DOS JOVENS OCDE E PAÍSES SELECIONADOS 1999 2009 Total Jovens 18.1 15.7 Espanha 18.1 37.9 Reino Unido 7.8 9.4 18.9 7.8 8.3 6 6.7 9.4 4.9 5.3 4.3 Estados Unidos 17.6 Média da OCDE 8.3 16.4 Japão Reino Unido Média da Estados Espanha Japão 5.3 OCDE Unidos 9.1Fonte: OCDE. Fonte: OCDE. 5
  • Impacto das novas tecnologias: mudançasnas ocupações e nas formas de trabalho As ocupações se transformam, algumas deixam de existir enquanto outras são criadas -> necessidade de antecipar às demandas Maior diversificação de tarefas desempenhadas por trabalhador demandando maior qualificação dos trabalhadores, mesmo para funções mais básicas Flexibilização do horário e do local de trabalho Emergência das redes sociais -> Instrumentos de integração social e de busca de empregos. Ex: LinkedIn: mais de 100 milhões de usuários 6
  • Escassez de mão de obra qualificada PERCENTUAL DE EMPRESÁRIOS COM DIFICULDADES PARA Muitos países enfrentam PREENCHER VAGAS COM PROFISSIONAIS QUALIFICADOS escassez de mão de 76% obra, segundo a percepção dos 64% empresários 53% 40% Os países em desenvolvimento sofreram menos com a 16% 15% 14% crise, registrando aumento da 9% 4% falta de mão de obra qualificada O Brasil encabeça a lista, abaixo apenas do Japão Fonte: Manpower, 2010. “Falta de mão-de-obra qualificada atinge 2/3 dos empregadores no Brasil” (BBC Brasil, 21/05/2010) Disponível em http://www.bbc.co.uk. Acessado em 22/11/2010. *Pesquisa feita com 35 mil empregadores em 36 países. 7
  • Internacionalização da mão de obra AUTORIZAÇÕES CONCEDIDAS A ENGENHEIROS ESTRANGEIROS Número de autorizações 757 2008 concedidas a estrangeiros, em 633 609 572 2009 562 2010* 2010, foi de 56 mil, o dobro de 343 290 288 2006 218 A entrada de engenheiros Engenheiro Naval Engenheiro Mecanico Engenheiro Eletricista estrangeiros aumentou 30% só Fonte: MTE / * de janeiro a julho no último ano GRAU DE ESCOLARIDADE DOS ESTRANGEIROS Outros 2o grau completo Superior completo ou técnico O percentual de estrangeiros com superior completo 47% 58% 58% 58% 58% passou de 47% para 58% entre 34% 32% 37% 39% 39% 2006 e 2010 19% 10% 4% 4% 3% 2006 2007 2008 2009 2010 Fonte: MTE / * de janeiro a julho 8
  • TENDÊNCIAS NACIONAIS 9
  • Envelhecimento da força de trabalho  Mudança no perfil etário da população economicamente ativa: participação das pessoas com 40 anos ou mais subiu de 35% em 2000 para 40% em 2009  Bônus demográfico nos próximos 20 anos: aumento da população em idade ativa favorecendo crescimento econômico 2011 2050 80+ 80+ 75-79 75-79 70-74 70-74 65-69 65-69 60-64 60-64 55-59 55-59 50-54 50-54 45-49 45-49 40-44 40-44 35-39 35-39 30-34 30-34 25-29 25-29 20-24 20-24 15-19 15-19 10-14 10-14 5-9 5-9 0-4 0-4 Homens Mulheres Homens MulheresFonte: IBGE. 10
  • Redução da participação dos jovens  Os jovens adiam a entrada no mercado de trabalho para se qualificar mais. No início dos anos 90, quase 70% dos jovens de 15 a 24 anos estavam trabalhando ou procurando trabalho. Em 2009, esse percentual foi para 63%  Com o envelhecimento da população e a menor atividade dos jovens, a parcela de jovem entre os ocupados e desempregados têm reduzido TAXA DE ATIVIDADE NO MERCADO DE TRABALHO 68.0 66.0 64.0 62.0 60.0 58.0 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009Fonte: PNAD/IBGE. 11
  • Maior participação de mulheres  No início dos anos 80, apenas 1/3 das mulheres com idade para trabalhar participavam do mercado de trabalho. Em 2009, a taxa de atividade das mulheres foi de 58%. Embora ainda inferior a dos homens (80%), há uma tendência de equiparação, já que estes estão diminuindo sua participação.  As mulheres representam cerca de 44% da população economicamente ativa brasileira: 60% dos desempregados e 43% dos ocupados TAXA DE PARTICIPAÇÃO NO MERCADO DE TRABALHO Mulheres Homens 86 60.0 58.0 84 56.0 82 54.0 80 52.0 50.0 78 48.0 76 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009Fonte: PNAD/IBGE. 12
  • Escolarização da população COMPOSIÇÃO DA PEA POR NÍVEL DE INSTRUÇÃO Expansão da educação ainda com efeitos lentos na escolarização da PEA Superior incompleto ou mais 1º grau Escolaridade média dos adultos incompleto passou de 5 anos no início dos 2º grau 16% completo anos 90 para 7,2 anos de estudo, em 2009 39% 28% 56% da PEA não concluiu o ensino médio e 39% não tem o fundamental 10% 7% Desafio: superar as deficiências de 2º grau incompleto 1º grau completo qualificação com baixa escolaridade formal Fonte: IETS com base nos dados da PNAD/IBGE. 13
  • Redução das desigualdades salariais  Forte diminuição das desigualdades de rendimentos associadas à fatores como o aumento do salário mínimo e redução dos retornos à educação EVOLUÇÃO DO ÍNDICE GINI - RENDA DOS OCUPADOS - BRASIL 0,650 0,600 0,550 0,500 0,450 0,400 Fonte: PNAD/IBGE. 484 510 SALÁRIO MÍNIMO REAL (R$ DE 2010) 409 419 335 361 298 280 290 300 271 266 278 297 281 317 323 213 245 252 258 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010Fonte: IPEADATA. 14
  • Crescimento econômico acelerado  Após mais de 20 anos de estagnação, o crescimento no novo milênio tem sido 50% maior do que nos anos 90 e mais do dobro da década de 80 EVOLUÇÃO DO PIB 7,5% 6,1% 5,3% 5,7% 5,2% 4,7% 4,4% 4,3% 4,0% 3,4% 2,7% 3,2% 2,2% 1,0% 1,3% 1,1% 0,3% -0,5% 0,0% -0,6% 1990 1991 1992 1993 1994 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010 - 4,4%Fonte: Banco Central. 15
  • Geração de empregos  Entre 2004 e 2010, mais de 10 milhões de empregos formais criados, contra 1,8 milhões no período de 1997 a 2003. Mesmo com a crise, o saldo de 2009 foi positivo em quase 1 milhão de vagas e em 2010 superou 2 milhões GERAÇÃO LÍQUIDA DE EMPREGOS FORMAIS (MIL EMPREGADOS) 2137 1617 1523 1228 995 645 5911997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 2010Fonte: CAGED/MTE. 16
  • Aumento da taxa de formalização A formalização é um dos fenômenos PERCENTUAL DE EMPREGADOS COM CARTEIRA DE TRABALHO ASSINADA estudados na literatura recente que aponta uma série de causas: 47  impactos do crescimento econômico na demanda de mão de obra 45  Maior escolarização da população 43  Redução da participação dos jovens 41  Atividades de fiscalização e 39 intermediação de mão de obra 37  Inovações na legislação trabalhista 35  Incentivos à formalização das micro e 1992 1993 1995 1996 1997 1998 1999 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 pequenas empresas (Simples)  Menor incerteza micro e Fonte: IETS com base nos dados da PNAD/IBGE. macroeconômica 17
  • Redução da taxa de desemprego  Taxa de desemprego atingiu seu menor patamar da série, que teve início em 2002, em dezembro de 2010  Mas para quem tem o ensino médio incompleto chega a 9% TAXA DE DESEMPREGO 14.0 12.0 10.0 8.0 6,5 6.0 4.0 2.0 0.0 Mar/02 Jun/02 Mar/03 Jun/03 Mar/04 Jun/04 Mar/06 Jun/06 Mar/07 Jun/07 Mar/08 Jun/08 Mar/10 Jun/10 Mar/11 Mar/05 Jun/05 Mar/09 Jun/09 Sep/02 Sep/03 Sep/04 Sep/05 Sep/06 Sep/07 Sep/08 Sep/09 Sep/10 Dec/02 Dec/03 Dec/04 Dec/05 Dec/06 Dec/07 Dec/08 Dec/09 Dec/10Fonte: PME/IBGE. 18
  • Competitividade Brasileira RANKING DE COMPETITIVIDADE De uma lista de 139 países, o Brasil ocupa 58ª colocação País Colocação Suiça 1 Após subir 16 posições entre 2007 e EUA 4 China 11 2009, o país perdeu duas posições Índia 51 no último ano Chile 30 Brasil 58 Dos pilares da competitividade México 66 Argentina 87 (WEF), o país perde nos requisitos básicos POSIÇÃO DO BRASIL NO RANKING DE COMPETITIVIDADE  Instituições, infraestrutura, am 72 64 biente macroeconômico, saúde 56 58 e educação primária colocam o Brasil em 86º lugar 2007 2008 2009 2010 Fonte: WEF. 19
  • Há, de fato, escassez de mão de obraqualificada no Brasil? Não há consenso a respeito do tema Há poucos estudos que quantifiquem o gap de mão de obra qualificada pois não é tarefa fácil Métodos para detectar escassez de mão-de-obra qualificada: 1. Pesquisas qualitativas junto a empresários 2. Informações sobre intermediação de mão de obra: Indicador de vagas preenchidas em relação a vagas disponibilizadas no SINE 3. Análise da evolução dos salários. Escassez é dada pelas ocupações mais demandadas, em volume e variação, com maior elevação relativa dos salários contratuais 4. Confrontar dados de emprego (RAIS ou Pnad) com o número de formandos do censo de ensino superior e do ensino técnico 20
  • Há, de fato, escassez de mão de obraqualificada no Brasil? Segundo a última sondagem da CNI, 69% das indústrias enfrentam dificuldades com a falta de trabalhadores qualificados Recorde de sobra de vagas no SINE em 2009  1,6 milhão de postos não preenchidos (61% do total)  Excedente tanto em profissões de nível superior quanto em atividades com menor escolaridade, mas que necessitam de conhecimento técnico. Excedente geral de mão de obra com escassez localizada em algumas regiões e alguns estados  Demanda de 18,6 milhões em 2010 e oferta de 24,8 milhões de trabalhadores: 6,2 milhões não conseguirão se colocar no mercado de trabalho. No entanto, 22% não possuem qualificação ou experiência exigida pela demanda (Ipea, 2010) Aumentos de remuneração em ocupações pouco geradoras de emprego, pertencentes aos mais qualificados. Falta de trabalhadores qualificados em situações pontuais, mas não uma escassez generalizada de mão-de-obra qualificada. (Saboia, 2010) 21
  • TENDÊNCIAS DOSETOR ELÉTRICO 22
  • Tendências setoriais do emprego no Brasil VARIAÇÃO DO EMPREGO FORMAL ENTRE 2000 E 2009 - BRASIL O emprego formal no Brasil cresceu 57% na última década 95% com destaque para a 91% 81% construção civil, extrativa e comércio 51% 53% 49% Os serviços Industriais de 33% 33% Utilidade Pública (SIUP) registraram baixo crescimento :  Entre 2000 e 2009, o crescimento do emprego formal no setor foi de apenas 33%, o menor de todos os setores Fonte: RAIS/MTE. 23
  • Participação do setor elétrico na geraçãode emprego EVOLUÇÃO DO EMPREGO FORMAL O crescimento do emprego no Empregados no Setor Elétrico Total Brasil setor elétrico foi ainda inferior ao dos SIUP 169 155 125 119 105 100 98 102 104 106 109 107 114 117 118  Após profunda queda nos 1995 1996 1997 1998 1999 2000 2001 2002 2003 2004 2005 2006 2007 2008 2009 anos 90, o setor tem Fonte: RAIS/MTE registrado variação positiva a partir de 2002, mas com DIMENSÃO DO SETOR ELÉTRICO EM PROPORÇÃO DE EMPREGADOS - 2009 velocidade inferior à brasileira O setor elétrico representa 31% 31% do total do emprego no Setor Elétrico Outros SIUP, em 2009. Em 2000, a 69% participação era de 35% Fonte: RAIS/MTE 24
  • Distribuição dos empregados do Setor Elétrico por segmento  A grade maioria dos empregos no setor elétrico (63%) estão na distribuição de energia elétrica. A geração é o segundo segmento mais representativo em termos de emprego  A participação dos segmentos não apresentou grande alteração nos últimos anosDISTRIBUIÇÃO DO EMPREGO FORMAL NO SETOR ELÉTRICO Geração Transmissão Comercialização Distribuição 29% 30% 62% 63% 6% 9% 0% 1% 2004 2009Fonte: RAIS/MTE 25
  • Perfil demográfico e tendências do emprego no setor  O emprego no setor elétrico é predominantemente masculino  Seguindo a tendência de feminização da força de trabalho, a proporção de mulheres no setor tem crescido, mas os homens ainda representam mais de 80% da mão de obra, enquanto a média brasileira é de 59% DISTRIBUIÇÃO DO EMPREGO FORMAL NO SETOR ELÉTRICO POR GÊNERO Masculino Feminino Setor Elétrico Distribuição Geral 84% 81% 61% 59% 39% 41% 16% 19% 2000 2009 2000 2009Fonte: RAIS/MTE 26
  • Perfil demográfico e tendências do emprego no setor  Em termos de idade, o setor emprega relativamente mais pessoas com faixas etárias mais avançadas e há uma forte tendência de crescimento da proporção de pessoas com mais de 50 anos DISTRIBUIÇÃO DO EMPREGO FORMAL EM EXTRAÇÃO DE PETRÓLEO E GÁS E FABRICAÇÃO DE DERIVADOS POR IDADE 0,45 0,4 0,35 0,3 0,25 2000 0,2 2009 0,15 0,1 0,05 0 Ate 17 anos 18 a 24 anos 25 a 29 anos 30 a 39 anos 40 a 49 anos 50 ou maisFonte: RAIS/MTE. 27
  • Perfil educacional e tendências do emprego no setor  Mão de obra no setor mais escolarizada do que a média dos empregados formais  32% dos ocupados possuem ensino superior, mais do dobro da média brasileira  Tendência de escolarização da mão de obra  15% dos ocupados, em 2009, não concluíram o ensino médio, metade do percentual verificado em 2000 Abaixo do Ensino Médio Ensino Médio Ensino Superior ou acima Setor Elétrico 2000 Setor Elétrico 2009 26% 32% 46% 53% 29% 15%Fonte: RAIS/MTE. 28
  • Nível de escolaridade por segmentos do setor elétrico - 2009 Geração 2009 Transmissão Abaixo do Ensino Médio 1% 0% Ensino Médio 17% 16% Ensino Superior 32% 38% Pós Graduação 44% 53% Comercialização Distribuição 1% 1% 10% 14% 28% 29% 60% 58%Fonte: RAIS/MTE 29
  • Emprego no setor elétrico por tamanho doestabelecimento DISTRIBUIÇÃO DO EMPREGO NO SETOR ELÉTRICO POR TAMANHO Metade dos empregados DOS ESTABELECIMENTOS formais estão em Grande (mais de 500) estabelecimentos com mais de Micro e Pequeno (de 1 A 99) 500 empregados, em 2009 Médio (de 100 a 499) Mas há uma tendência de aumento da participação dos 27% pequenos estabelecimentos no 32.024 emprego: 51%  A participação dos micro e 60.238 pequenos estabelecimentos 22% passou de 23% para 27%, entre 25.733 2000 e 2009 Fonte: RAIS/MTE, 2009. 30
  • Distribuição do emprego formal do setor elétrico por Unidade da FederaçãoEmpregados do SetorElétrico por UF DISTRIBUIÇÃO DO EMPREGO NO SETOR ELÉTRICO UF Total SP 21603 MG 11675 RJ 11623 PR 11064 RS 10332 SC 7458 Legenda para o gráfico do Brasil PE 5286 Até 2 mil BA 4629 Entre 2 a 4 mil GO 3407 Entre 4 e 10 mil PA 3301 Acima de 10 mil AM 2686 PB 2607 DF 2607 MT 2457 CE 1962 MA 1873 RO 1659 SE 1604 AL 1486 ES 1456 PI 1423 TO 1161 AP 1128 MS 1101 RR 978 RN 892 AC 537 Fonte: RAIS/MTE TOTAL 117995 31
  • Participação das regiões no empregoformal do setor elétrico – 2004 e 2009 19% 18% Nordeste 2004 2009 44% 39% 7% 10 % Norte 2004 2009 8% 8% Sudeste Centro- 2004 2009 22% 24% 2004 2009 Oeste Fonte: RAIS/MTE Sul 2004 2009
  • Dez ocupações mais frequentes no setor elétrico Nº de Renda Média Família Ocupacional % Empregados Anual (R$) Instaladores e reparadores de linhas e cabos elétricos 21.359 18% 3.082,02 Agentes, assistentes e auxiliares administrativos 17.530 15% 2.727,83 Técnicos em eletricidade e eletrotécnica 15.095 13% 4.776,09 Engenheiros eletricistas, eletrônicos e afins 6.753 6% 9.937,35 Operadores de instalações de geração e distribuição de energia elétrica, 4.990 4% 4.647,00 hidráulica, térmica ou nuclear Administradores 3.181 3% 7.588,39 Operadores de instalações de distribuição de energia elétrica 2.555 2% 4.685,90 Técnicos em administração 2.456 2% 3.692,86 Trabalhadores de instalações elétricas 1.839 2% 2.495,16 Operadores de telemarketing 1.823 2% 1.197,58 Total 117.995 100% 4.630,75 Média Nacional 41.207.546 1.461,21Fonte: RAIS/MTE, 2009. 33
  • Quinze maiores variações de empregados entre as ocupações no setor elétrico Nº de Nº de Diferença Família Ocupacional Empregados Empregados (2009-2004) 2004 2009 Instaladores e reparadores de linhas e cabos elétricos 15.375 21.359 5.984 Técnicos em eletricidade e eletrotécnica 12.295 15.095 2.800 Agentes, assistentes e auxiliares administrativos 14.932 17.530 2.598 Engenheiros eletricistas, eletrônicos e afins 5.807 6.753 946 Administradores 2.317 3.181 864 Supervisores da produção de utilidades 847 1.567 720 Gerentes de produção e operações em empresa agropecuária, pesqueira, aqüícola e 1 632 631 florestal Profissionais de relações públicas, publicidade, mercado e negócios 751 1.368 617 Engenheiros civis e afins 910 1.484 574 Trabalhadores nos serviços de manutenção de edificações - 554 554 Contadores e afins 1.005 1.552 547 Operadores de telemarketing 1.435 1.823 388 Gerentes administrativos, financeiros, de riscos e afins 905 1.214 309 Operadores de instalações de geração e distribuição de energia elétrica, hidráulica, 4.694 4.990 296 térmica ou nuclearFonte: RAIS/MTE 34
  • Há indícios de escassez de mão de obraqualificada no setor elétrico? SALÁRIO MÉDIO DOS EMPREGADOS FORMAIS SIUP pagam salários acima da média: 4500 4000  Em 2009, o salário médio foi de R$ 3500 3000 2500 2700, 80% acima da média brasileira 2000 1500 1000 500 O setor elétrico, em particular, tem 0 transformação Construção civil Comércio Extrativa Adm. pública mineral Ind. da Serviços Agropecuária SIUP salários bem mais elevados do que os SIUP  O salário médio é de R$4.600, sendo Fonte: RAIS/MTE, 2009. que na Geração de energia elétrica chega a R$ 6500 SALÁRIO MÉDIO POR SEGMENTO DO SETOR ELÉTRICO Distribuição R$ 3.703,85 Em termos de variação nos últimos cinco anos, o setor ficou próximo à Transmissão R$ 4.890,59 média brasileira, mas a geração de energia elétrica, registrou crescimento Geração R$ 6.483,68 20 p.p. superior à média do setor Fonte: RAIS/MTE, 2009. 35
  • Dez maiores variações de renda entre as ocupações mais frequentes no setor elétrico Variação da Renda Nº de Empregados Renda Média Família Ocupacional nos últimos 2009 Anual - 2009 (R$) 5 anos (%) Preparadores e operadores de máquinas-ferramenta convencionais 512 2.259,21 108% Gerentes de produção e operações em empresa agropecuária, pesqueira, 632 1.629,54 106% aqüícola e florestal Mecânicos de manutenção de máquinas industriais 763 4.257,71 72% Motoristas de veículos de pequeno e médio porte 511 3.657,54 69% Técnicos em secretariado, taquígrafos e estenotipistas 565 4.675,44 61% Eletricistas de manutenção eletroeletrônica 1602 3.100,57 58% Gerentes administrativos, financeiros, de riscos e afins 1214 13.914,80 56% Técnicos em contabilidade 568 4.610,51 55% Engenheiros civis e afins 1484 11.971,36 50% Operadores de instalações de geração e distribuição de energia elétrica, 4990 4.647,00 49% hidráulica, térmica ou nuclearFonte: RAIS/MTE 36
  • Há escassez de engenheiros? DEMANDA E OFERTA DE ENGENHEIROS 600.000 500.000 7% a.a Relação 4/7 400.000 5% a.a 3% a.a 300.000 Relação 2/7 200.000 100.000 0 2008 2012 2015Fonte: Macroplan com base em Negri, F. (coord.) Escassez de Engenheiros: realmente um risco? IPEA. 2010 37