Tendências exploratórias de desenvolvimento regional no Brasil

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Com base nos cenários traçados para o Brasil no livro "2022", a Macroplan analisa sete tendências de desenvolvimento regional para o país, a partir de projeções do PIB para cada um dos cenários. Esta palestra foi realizada por Claudio Porto para representantes de empresas dos setores de geração e distribuição do Sistema Eletrobras.

A apresentação detalha as seguinte tendências exploratórias:

1. Adensamento das cadeias existentes nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste
2.Desenvolvimento industrial de cidades de médio porte no interior pela desconcentração industrial das metrópoles
3.Rio de Janeiro e São Paulo mais integradas na rede global de metrópoles, como polos de serviço avançado
4.Desenvolvimento das Cidades do Petróleo e Minério na costa da Região Sudeste
5.Reorganização da dinâmica econômica do Nordeste pela infra estrutura (ferrovias, portos e rodovias)
6.Novo dinamismo na agricultura irrigada no semiárido
7.Economia do nordeste impulsionada também por políticas sociais inclusivas

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Tendências exploratórias de desenvolvimento regional no Brasil

  1. 1. Tendências Exploratórias do Desenvolvimento Regional no Brasil Macroplan – Maio de 2012Informação confidencial e proprietária da Macroplan® Prospectiva Estratégia e Gestão. Não distribuir ou reproduzir sem autorização expressa.
  2. 2. 2
  3. 3. Brasil 2022: Condicionantes do FuturoTENDÊNCIAS CONSOLIDADAS INCERTEZAS CRÍTICAS Uma nova realidade  Como o Brasil se integrará à demográfica economia global? Urbanização e interiorização  Quais serão a natureza e a do desenvolvimento intensidade da presença do Estado na economia? Transformação do Brasil em “potência energética”  Qual será o comportamento da taxa de juros no longo prazo? Universalização da internet e massificação do acesso a  Quais as fronteiras de investimento computadores mais promissoras? Aumento das pressões sobre  Qual serão a intensidade e a o meio ambiente amplitude dos processos de inovação no país?
  4. 4. Cenários para o Brasil em 2022 Presença do Estado na economia Intensa e ampla A. “DE VOLTA ANOS B. “CAPITALISMO Inserção do Brasil no mundo 70” CHINÊS À BRASILEIRA” Restrita, moderada Ampla, crescente Moderada e seletiva D. “UM NOVO C. “UM CHOQUE DE CAPITALISMO RECOLHIMENTO” ORTODOXO”Fonte: BELFORT-SANTOS,A; GIAMBIAGI,F. E PORTO,C. 4
  5. 5. Cenários para o Brasil em 2022 Presença do Estado na economia Intensa e ampla A. “DE VOLTA ANOS B. “CAPITALISMO Inserção do Brasil no mundo 70” CHINÊS À BRASILEIRA” “DE VOLTA AOS ANOS 70” Restrita, moderada  Forte ajuste fiscal e desvalorização do Ampla, crescente real como estímulo às exportações  Prioridade aoMmercado interno Moderada e seletiva D. “UM NOVO C. “U CHOQUE DE CAPITALISMO RECOLHIMENTO”  Estado é líder na modelagem, promoção ORTODOXO” e implementação de investimentosFonte: BELFORT-SANTOS,A; GIAMBIAGI,F. E PORTO,C. 5
  6. 6. Cenários para o Brasil em 2022 Presença do Estado na economia Intensa e ampla A. “DE VOLTA ANOS B. “CAPITALISMO Inserção do Brasil no mundo 70” CHINÊS À BRASILEIRA” “CAPITALISMO CHINÊS À BRASILEIRA”  Forte ajuste fiscal com redução dos juros e progressiva desvalorização do real Restrita, moderada Ampla, crescente  Amplo programa de investimentos liderado pelo Estado em parceria com Moderada e seletiva D. “UM NOVO C. “UM CHOQUE DE empresas nacionais CAPITALISMO RECOLHIMENTO” ORTODOXO”  Investimentos para superação de gargalos à competitividade global do paísFonte: BELFORT-SANTOS,A; GIAMBIAGI,F. E PORTO,C. 6
  7. 7. Cenários para o Brasil em 2022 Presença do Estado na economia “UM CHOQUE DE CAPITALISMO ORTODOXO” Intensa e ampla  Setor privado , nacional ou estrangeiro, lidera os investimentos ANOS A. “DE VOLTA B. “CAPITALISMO Inserção do Brasil no mundo 70” CHINÊS À BRASILEIRA”  Modernização e aumento da capacidade de inovação do parque produtivo Restrita, moderada Ampla, crescente  Políticas sociais reorientadas para dar ênfase à inclusão produtiva Moderada e seletiva D. “UM NOVO C. “UM CHOQUE DE CAPITALISMO RECOLHIMENTO” ORTODOXO”Fonte: BELFORT-SANTOS,A; GIAMBIAGI,F. E PORTO,C. 7
  8. 8. Cenários para o Brasil em 2022 Presença do Estado na economia “UM NOVO RECOLHIMENTO” Intensa e ampla  Fracasso dos ajustes fiscais e econômicos A. “DE VOLTA ANOS e juros mantidos altos B. “CAPITALISMO Inserção do Brasil no mundo 70” CHINÊS À BRASILEIRA”  Prioridade ao mercado interno, que dá sinais de enfraquecimento Restrita, moderada Ampla, crescente  Com fôlego curto, Estado se limita a desonerações fiscais Moderada e seletiva D. “UM NOVO C. “UM CHOQUE DE CAPITALISMO RECOLHIMENTO” ORTODOXO”Fonte: BELFORT-SANTOS,A; GIAMBIAGI,F. E PORTO,C. 8
  9. 9. PIB Brasileiro por cenários PIB BRASILEIRO (EM TRILHÕES DE US$ DE 2010) 5.000 4.500 China 4,519 (2008) 4.000 Japão 4,377 (2007) 3.500 Alemanha 3,286 (2010) 3.000 França 2,562 (2010) 2.500 2.000 2090,00 Um Choque de (2010) Capitalismo Ortodoxo 1.500 Capitalismo Chinês à 1.000 Brasileira 500 De volta aos anos 70 0 Um novo Recolhimento 2005 2010 2022Fonte: FMI, IBGE e Macroplan. 9
  10. 10. Tendências Exploratórias doDesenvolvimento Regional Foco no desenvolvimento regional 10
  11. 11. Considerações As tendências apresentadas a seguir podem ser aceleradas ou atenuadas no futuro, dependendo:  Do ritmo de implementação dos projetos estruturadores no território  Da velocidade de maturação de seus impactos O futuro também dependerá das decisões empresariais do setor privado e das políticas públicas em diferentes partes do território nacional 11
  12. 12. Interiorização do Desenvolvimento Visão de ConjuntoINTERIORIZAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO NACIONAL  Redução progressiva da • Adensamento de cadeias Biodiversidade produtivas preferência dos investidores • Inclusão social pelos grandes centros urbanos  Aumento da participação Terciário avançado Agropecuária /Agroindústria relativa das regiões Norte, Difusão de Logística de alta capacidade competitividade Centro-Oeste e Nordeste, tanto Agregação de valor em empresas quanto emFonte: : Macroplan, Prospectiva, Estratégia & Gestão pessoal assalariadoPIB PER CAPITAVALORES DE 04/2012 (CORRIGIDO PELO IGP-DI) 1982ral 28%* Região Centro-Oeste 1968ral 87%* 27%* Região Norte 1954ral 27%* 1941ral Região Nordeste 42%* 1927ral 38%* Região Sudeste 1913ral Região Sul 1900ral 1905ral 1905ral 1905ral 1905ral 1905ral 1905ral 1905ral 1905ral 1905ral 1905ral 1905ral BrasilFonte: IBGE/IPEA Data * VARIAÇÃO DO PIB PER CAPITA
  13. 13. Espaços Geoeconômicos de Alto DinamismoFonte: BUARQUE SÉRGIO & PARES, ARIEL – Reconfiguração do Território e Desenvolvimento Regional, in 2022 – Propostas para um Brasil melhor no Ano doBicentenário (Ed. Campus Elsevier, Rio, 2011) 13
  14. 14. Tendências Exploratórias do DesenvolvimentoRegional no Brasil1. Adensamento das cadeias existentes nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste2. Desenvolvimento industrial de cidades de médio porte no interior pela desconcentração industrial das metrópoles3. Rio de Janeiro e São Paulo mais integradas na rede global de metrópoles, como polos de serviço avançado4. Desenvolvimento das Cidades do Petróleo e Minério na costa da Região Sudeste5. Reorganização da dinâmica econômica do Nordeste pela infra estrutura (ferrovias, portos e rodovias)6. Novo dinamismo na agricultura irrigada no semiárido7. Economia do nordeste impulsionada também por políticas sociais inclusivas 14
  15. 15. Tendências Exploratórias do DesenvolvimentoRegional no Brasil (cont.)8. Formação de um polo dinâmico no Pará integrado a Belém/São Luiz/Palmas9. Nova indústrias limpas na Amazônia: biotecnologia, biodiversidade serviços ambientais, conservação e turismo10. Dinamismo no sudoeste da Amazônia com investimento de integração energética, logística e produção de energia no rio Madeira e no Peru11. Novos núcleos de petróleo: exploração e produção na bacia do Solimões e gás no Maranhão 15
  16. 16. 1. Adensamento das Cadeias existentes nas regiões Sul, Sudeste e Centro-Oeste Regiões Sul e Sudeste: consolidação e ampliação do tecido industrial  Polígono industrial expandido de São Paulo a Porto Alegre, concentrando atividades de alto valor agregado e intensidade tecnológica  Adensamento de serviços  Atração de matrizes produtivas sofisticadas  Crescimento exponencial de biocombustíveis e de óleo e gás (pré-sal) Região Centro – Oeste: agregação de valor na economia centrada no agronegócio  Núcleo central de agronegócios do Brasil com maiores taxas de crescimento econômico e demográfico  Aumento da industrialização e ampliação dos serviços modernos e de alto valor agregado no tripé Distrito Federal/Cuiabá/Goiás  Expansão das atividades de agronegócio para o eixo Cuiabá/Rondonópolis/Palmas 16
  17. 17. 2. Desenvolvimento industrial de cidades de médio porte no interior pela desconcentração industrial das metrópoles  Cidades de médio porte* apresentam algumas economias de aglomeração , enquanto grandes metrópoles incorrem em deseconomias de aglomeração  As cidades de porte médio cresceram a uma taxa de 1,5% ao ano na última década, contra 1% das cidades grandes. (Censo, 2010)  Entre 2002 e 2007, de cada R$ 1 produzido no Brasil, R$ 0,40 veio das cidades com população entre 100 mil e 500 mil habitantes (Censo, 2010)  Entre as cidades com altas taxas de crescimento (8% do total), todas são de médio porte (Censo, 2010) EXPANSÃO DAS CIDADES MÉDIAS BRASILEIRAS Comércio É a principal fonte de renda de 25% das cidades médias brasileiras Turismo Rendeu R$10bi para as cidades médias em 2009. Principais beneficiados: cidades do litoral NE Educação Interior de São Paulo concentra 62% das cidades médias que mais crescem por meio da educação Energia O petróleo corresponde a 90% do PIB de cidades como Angra dos Reis (RJ), Campos (RJ) e Linhares (ES) Portos Cidades como Itajaí (SC), Paranaguá (PR) e Santos (SP) tem se beneficiado pelo aumento de 51% dos movimentos portuários nos últimos 2 anos Industria Pesquisa aponta que a indústria tem potencial de renda superior ao de serviços e agricultura para as cidades médias. O setor alimentício é o que mais prospera. Siderurgia 90% dos municípios de médio porte que possuem atividades siderúrgicas enriqueceram acima da média do país na última década. Mais de 50% se localiza no SE. Agricultura O agronegócio tem se desenvolvido muito na última década, principalmente em cidades de médio porte do interior do MT, GO, SP e PR. Automobilítico O país dobrou a produção de carros na última década. 86% das cidades médias movidas pelo setor cresceram acima da média nacional. Alimentos 75% dos municípios que possuem a produção de carne como o grande motor econômico cresceram acima da média nacional.Fonte: Revista Veja, Setembro 2010 * com população entre 100 mil e 500 mil habitantes
  18. 18. 3. Rio de Janeiro e São Paulo + “Megalópole Brasileira” mais integradas na rede global de metrópoles, como polos de serviços avançados  Tendência de transição do modelo de produção: setores tradicionais  setores intensivos em conhecimento e inovação (TI, biotecnologia, nanotecnologia, medicina de alta complexidade, serviços financeiros de grande escala e sofisticação, centros de P&D, instituições educacionais de excelência, sedes de empresas com atuação global )  As metrópoles passaram a ancorar seu dinamismo em torno do setor de serviços A MEGALÓPOLE BRASILEIRA Características:  232 municípios em 3 Estados (SP, RJ e MG); 82.616 km2 (0,97% do território nacional); 41,7 milhões de habitantes (22,66% da população brasileira em 2007); PIB (2004) = 35% do PIB brasileiroFonte: URANI, 2007 (IETS)
  19. 19. 4. Desenvolvimento das Cidades do Petróleo e Minério na costa da Região Sudeste O Norte Fluminense (RJ) foi a mesorregião brasileira que apresentou maior variação nominal do PIB (em relação à média nacional) na última década Cerca de 70% do valor dos royalties e participações especiais transferidos para os municípios concentram-se em 25 cidades Algumas “cidades petróleo” também servem como plataforma logística para escoamento do minério produzido nas regiões próximasVOLUME TOTAL DE ROYALTIES DO SETOR PETRÓLEO (2003-2010) CADEIA MINEIRO-SIDERÚRGICA Ferrovia Vitória - Minas MG ES BACIA DO Belo Horizonte MINER ESPÍRITO ODUTO SANTO Vitória Porto SAMAR Guarapari da MINER CO Porto ODUTO Vale Cachoeiro de Samarco/Anchieta Ferrovi MINER FERROU Presidente Itapemirim a do ODUTO S Kennedy Campos dos Aço MINAS- Porto do Goytacazes RIO Açu João São - LLX Macaé RJ da Barra CSA Cabo Frio SP Angra dos Reis Rio de Janeiro BACIA DE CAMP OS BACIA DE SANTOS
  20. 20. 5. Reorganização da dinâmica econômica do Nordeste pela infraestrutura (Ferrovias, Portos e Rodovias) Integração do Território  Transnordestina e complementação da Ferrovia Norte- Sul  Integração do Nordeste Oriental: duplicação da BR 101 e aumento das operações do Porto de Suape  Integração da Bacia do São Francisco Desenvolvimento da indústria nas Metrópoles Nordestinas  Deslocamento das industrias tradicionais para o Nordeste: textil , alimentícia, petroquímico e automotiva  Novos investimentos nas regiões dos complexos portuários-industriais Porto de Suape (PE) e Porto de Pecém (CE)  Novos investimentos em refinarias também fortalecerão a industria de transformação local
  21. 21. 6. Novo dinamismo na agricultura irrigada no semiárido  Novos projetos de irrigação  Industrialização das regiões dominadas pela agropecuária irrigada  Contribuição para a expansão do emprego formal nessas regiões  Indústrias beneficiadas pela implantação da integração da Bacia de São Francisco com a Ferrovia Transnordestina A ECONOMIA DOS MUNICÍPIOS COM IRRIGAÇÃO CRESCEU A UMA TAXA 2,5 VEZES SUPERIOR À DOS MUNICÍPIOS SEM IRRIGAÇÃO: EM MÉDIA, 6,43% CONTRA 2,53% AO ANO, ENTRE 1975 E 2000.Fonte: Pesquisa elaborada por José Simas/ Diretor DNOCS
  22. 22. 7. Economia do Nordeste impulsionada também por políticas sociais inclusivas POLÍTICAS SOCIAIS POLÍTICAS ECONÔMICAS POLÍTICAS ECONÔMICAS Baseado em: BACELAR(2010) AUMENTO DA ELEVAÇÃO ELEVAÇÃO DA DEMANDA POPULAR INVESTIMENTOS DA RENDA PRODUTIVIDADE POR MELHORES BENS EM INOVAÇÃO DAS FAMÍLIAS E RENDA E SERVIÇOS Aumento contínuo do salário A região Nordeste teve o maior crescimento da Classe C nos últimos anos. 50% de aumento em relação ao mínimo. 74% entre jan 2003 e fev número de habitantes entre 2002 e 2009 2010 pelo INPC/IBGE 3 a cada 10 pessoas que entram na nova classe média Impacto da baixa inflação são nordestinos Ampliação do crédito: 22% para 45% Consumo da classe C deve crescer quase 50% até 2020 do PIB entre 2002 e 2010 Programas de transferência de renda: A classe média será a principal responsável por Bolsa Família, Previdência Rural e sustentar um crescimento acumulado de 40% outros Fontes: Carta Capital e Fecomércio SP 22
  23. 23. 8. Formação de um polo dinâmico no Pará integrado ao tripé Belém/São Luís/Palmas Ferrovia Norte-Sul Tripé Belém/São Luís/Palmas  Usinas de Belo Monte  Avanço da ferrovia Norte-Sul  Hidrovia do Tocantins – eclusa de Tucuruí INVESTIMENTOS PREVISTOS 2% PELA INDÚSTRIA MINERAL 6% NO PARÁ Intenções de investimentos na indústria 27% mineral no Pará 2011-2015: R$41 bilhões (Fonte: Simineral, 2011) 65% Infraestrutura e Transporte Ind. Transformação Mineral Ind. Extrativa Mineral Outros Negócios 23
  24. 24. 9. Novas indústrias limpas na Amazônia: biotecnologia, biodiversidade, serviços ambientais, conservação e turismo Políticas governamentais para desenvolvimento regional ligado à biotecnologia e biodiversidade  Ações do eixo “Ciência, Tecnologia e Inovação” do Plano Mais Brasil Iniciativa conjunta da comunidade (Plano Plurianual 2012 -2015 SUDAM) associadas à biodiversidade científica, do setor privado, do amazônica governo federal e dos governos  Criação e ampliação de legislação de incentivo a pesquisas em estaduais da Região Amazônica biotecnologia Criação de centros tecnológicos e ampliação de OBJETIVO: incubadoras no Amazonas  Contribuição para o desenvolvimento da bioindústria Investimentos privados em pesquisa e desenvolvimento no país e em especial na região com foco no desenvolvimento tecnológico associado à amazônica biodiversidade  Geração de conhecimento e transferência de tecnologia de ponta 24
  25. 25. 10. Dinamismo no sudoeste da Amazônia com investimento de integração energética, logística e produção de energia no Rio Madeira e no Peru EIXOS DE INTEGRAÇÃO DO IIRSA Integração Logística  IIRSA – eixo amazônico de integração da América do Sul (nº 5)  Asfaltamento da BR230 (Transamazônica) Geração de Energia e Integração Energética  Usinas Hidrelétricas de Santo Antônio e Jirau  Projetos de 6 Usinas no Peru  Hidrelétrica de Inambari (Peru)  Linha de transmissão para hidrelétricas do Rio Madeira 25
  26. 26. 11. Novos núcleos do Petróleo: E&P BLOCOS EXPLORATÓRIOS DA BACIA DO SOLIMÕES na Bacia do Solimões e Gás na Bacia do Parnaíba (MA) E&P na Bacia do Solimões  Considerada a 3ª maior bacia sedimentar em produção de óleo e a segunda maior reserva de gás natural do país  Empresa brasileira iniciou este ano perfurações em 21 blocos na região  Foram mapeados e certificados 52 prospectos e 11 descobertas com recursos contingentes BLOCOS EXPLORATÓRIOS DA BACIA DO PARNAÍBA Gás na Bacia do Parnaíba (MA)  Três empresas brasileiras estão investindo R$ 700 milhões na exploração de 07 blocos de gás natural com recursos potenciais de 11,3 trilhões de pés cúbicos (Tcf)  A Petrobras aumentou seu investimento na Bacia do Parnaíba 26
  27. 27. Incertezas Críticas1. Apreciação cambial com impacto significativo na geografia da indústria?2. Redução gradual a médio/longo prazo dos mecanismos fiscais de promoção VOLUME DE RENÚNCIA FISCAL POR de investimentos? PARTE DO GOVERNO FEDERAL  Substituição pela promoção da 2011 - R$ 137 bilhões competitividade sistêmica 2012* - R$ 146 bilhões *previsto3. Mudanças no “custo Brasil” por região?4. Evolução da situação econômica e política da Argentina provocará impactos significativos e duradouros na indústria brasileira, especialmente no sul do país? 27
  28. 28. Informação confidencial e proprietária da Macroplan® Prospectiva Estratégia e Gestão. Não distribuir ou reproduzir sem autorização expressa. 28

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