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O conteúdo desta apresentação está ancorado na experiência da Macroplan e seus consultores nos seguintes projetos: <ul><li...
Sumário 1 Os desafios de implantação de uma estratégia empresarial 2 O conceito de projeto estratégico e grupo sinérgico 3...
Estratégia é <ul><li>um conjunto de  grandes escolhas   </li></ul><ul><li>que orienta a construção de uma  visão de futuro...
Visão, estratégia e projetos Aonde poderemos chegar?  Onde estamos?  Como evoluiremos da situação atual (A) à situação des...
Os desafios da implantação de uma estratégia <ul><li>Os resultados almejados costumam ser  mudanças  em várias  dimensões:...
Sumário 1 Os desafios de implantação de uma estratégia empresarial 2 O conceito de projeto estratégico e grupo sinérgico 3...
Os projetos estratégicos e projetos de melhoria Estratégicos Portador de  futuro e  caráter  inovador   Efeito  estruturan...
Composição da carteira de projetos para uma estratégia de longo prazo Desempenho Projetos de melhoria  operacional Projeto...
Grupo Sinérgico de Projetos <ul><li>O que é:  articulação e organização dos projetos para potencializar suas complementari...
Grupo Sinérgico de Projetos   Resultados Finalísticos Condições de Governança e Sustentabilidade Projeto Âncora Projetos A...
9. Universalizar os serviços de saneamento (água, esgoto e lixo) até 2025 14. Fortalecer o sistema logístico capixaba, por...
Sumário 1 Os desafios de implantação de uma estratégia empresarial 2 O conceito de projeto estratégico e grupo sinérgico 3...
Análise da Carteira de Projetos   <ul><li>Análise multicritério para: </li></ul><ul><ul><li>Avaliação da coerência dos pro...
Casos <ul><li>Governo do ES:  Identificação dos projetos com alta necessidade de monitoramento e gerenciamento </li></ul><...
Estrutura de fatores de análise dos projetos do  ES 2025
Ferramenta: análise estrutural de projetos e carteiras <ul><li>Identifica e dimensiona as relações de influenciação e caus...
FAE – Ferramenta de Análise Estrutural Plano Motricidade x Dependência – Carteiras de Projetos do ES 2025 Motricidade (%) ...
Estrutura de fatores de priorização dos projetos do  ES 2025
 
 
 
Análise Estratégica dos Projetos do ES Custos (R$ milhões) 0 100.000 Capacidade de  Transformação Moderada Alta Risco Mode...
Árvore de critérios APEX-Brasil Unidade de  Projetos 1. Desempenho  Potencial do Projeto 2.  Coerência com a Estratégia da...
Utilização do Software Decision Lens
Matriz de Análise Resultante 1 4 2 3 4 5 9 11 12 20 22 24 26 27 28 30 31 33 35 39 52 53 56 57 1 2 3 6 7 8 10 14 14 15 16 1...
menor peso maior peso Identificação de Áreas de Melhoria dos Projetos Unidade de Projetos 40% 58% 26% 35% 39% 18% 32% 16% ...
Quadrante 3 (9) Quadrante 2 (22) Quais devem ser as principais medidas para melhoria da carteira da Unidade de Projetos? Q...
Sumário 1 Os desafios de implantação de uma estratégia empresarial 2 O conceito de projeto estratégico e grupo sinérgico 3...
Monitoramento <ul><li>Atividade sistemática que visa  provocar decisões  para eliminar obstáculos à implantação dos projet...
Fatores críticos de sucesso: <ul><li>Sistema de informações gerenciais operando em tempo real </li></ul><ul><li>Equipe ded...
Mensagem final <ul><li>O projeto é um instrumento poderoso de mobilização organizacional para concretização de uma estraté...
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Concepção de carteiras sinérgicas de projetos, utilizando técnicas de análises estrutural e análise hierárquica

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Concepção de carteiras sinérgicas de projetos, utilizando técnicas de análises estrutural e análise hierárquica

  1. 1. Concepção de carteiras sinérgicas de projetos, utilizando técnicas de análises estrutural e análise hierárquica Glaucio Neves 04 de Dezembro de 2007 Seminário de Gerenciamento Estratégico de Portfólio de Projetos
  2. 2. O conteúdo desta apresentação está ancorado na experiência da Macroplan e seus consultores nos seguintes projetos: <ul><li>Implantação da gestão estratégica para Inovação na Suzano Papel e Celulose (2006 – 1007) </li></ul><ul><li>Plano de Desenvolvimento do Espírito Santo 2025 (2005-2007) </li></ul><ul><li>Gestão Estratégica Orientada para Resultados – Sistema Sebrae (2003-2006) </li></ul><ul><li>Gestão Estratégica Orientada para Resultados – APEX-Brasil (2005-2006) </li></ul><ul><li>Plano Mineiro de Desenvolvimento e Projetos Estruturadores do Governo de Minas Gerais (2003-2006) </li></ul><ul><li>Projetos Estratégicos do Governo de São Paulo (2005) </li></ul><ul><li>Programa Brasil em Ação (1996-1997) </li></ul><ul><li>Plano Avança Brasil (1998-2002) </li></ul>
  3. 3. Sumário 1 Os desafios de implantação de uma estratégia empresarial 2 O conceito de projeto estratégico e grupo sinérgico 3 A análise da carteira de projetos utilizando o modelo hierárquico e análise estrutural 4 A importância do monitoramento estratégico 1 Os desafios da implantação de uma estratégia empresarial
  4. 4. Estratégia é <ul><li>um conjunto de grandes escolhas </li></ul><ul><li>que orienta a construção de uma visão de futuro de médio e longo prazos para um dado segmento da realidade (econômica, social, ambiental, tecnológica, organizacional, mercadológica etc) </li></ul><ul><li>sob condições de incerteza </li></ul>
  5. 5. Visão, estratégia e projetos Aonde poderemos chegar? Onde estamos? Como evoluiremos da situação atual (A) à situação desejada (B)? Objetivos de Longo Prazos Trajetórias possíveis Cenários possíveis Cenários mais prováveis Futuro desejado Visão B E 1 E 2 En Estratégias e Projetos Estratégicos E 1 En Objetivos de Médio Prazos A Fonte: Macroplan
  6. 6. Os desafios da implantação de uma estratégia <ul><li>Os resultados almejados costumam ser mudanças em várias dimensões: econômica, organizacional, cultural, mercadológica, tecnológica e institucional </li></ul><ul><li>Há múltiplos atores , com interesses diversos e várias fontes de recursos (atuais ou potenciais) </li></ul><ul><li>Necessidade de adaptação constante às mudanças </li></ul><ul><li>Necessidade de superação de restrições que exigem atenção sistemática e monitoramento e gerenciamento intensivo </li></ul><ul><li>A construção do apoio é fator crítico de sucesso </li></ul>
  7. 7. Sumário 1 Os desafios de implantação de uma estratégia empresarial 2 O conceito de projeto estratégico e grupo sinérgico 3 A análise da carteira de projetos utilizando o modelo hierárquico e análise estrutural 4 A importância do monitoramento estratégico 2 O conceito de projeto estratégico e grupo sinérgico
  8. 8. Os projetos estratégicos e projetos de melhoria Estratégicos Portador de futuro e caráter inovador Efeito estruturante : impactos duradouros e significativos Implica em mudanças de escala ou grandes saltos de qualidade Exige gerenciamento diferenciado e intensivo Envolve maior grau de incerteza Requerem governança compartilhada Melhoria operacional Foco principal em melhorias de processos existentes Efeito localizado: impactos em pontos específicos de processos operacionais existentes Implica em melhorias incrementais e contínuas. Otimizações. Exige gerenciamento metódico e atento aos detalhes Possui maior grau de controle por parte da organização Costumam requerer governança localizada
  9. 9. Composição da carteira de projetos para uma estratégia de longo prazo Desempenho Projetos de melhoria operacional Projetos estratégicos Ano 1 20XX
  10. 10. Grupo Sinérgico de Projetos <ul><li>O que é: articulação e organização dos projetos para potencializar suas complementaridades em função de outcomes (resultados finalísticos) </li></ul>Não se trata da simples soma ou junção de projetos com naturezas semelhantes ! Um grupo sinérgico de projetos pode reunir ou combinar projetos estratégicos e projetos de melhoria operacional
  11. 11. Grupo Sinérgico de Projetos Resultados Finalísticos Condições de Governança e Sustentabilidade Projeto Âncora Projetos Associados Projetos estratégicos Aumento do market share no segmento produtivo X Projetos de melhoria operacional Projeto Âncora Projetos Projetos Associados
  12. 12. 9. Universalizar os serviços de saneamento (água, esgoto e lixo) até 2025 14. Fortalecer o sistema logístico capixaba, por meio de projetos de adequação, ampliação da capacidade e modernização dos modais viários até 2015 1. Elevar a escolaridade média da população para 12 anos em 2025, alcançando um aumento médio de 35% nas avaliações do SAEB 2. Erradicar a pobreza no estado até 2025 3. Reduzir o índice de GINI em pelo menos 26%, alcançando um valor inferior a 0,412 em 2025 5. Reduzir a taxa de homicídios para valores inferiores a 10 por 100 mil habitantes até 2025 6. Aumentar a participação do interior no total da massa de renda familiar do estado para 35% até 2025 7. Reduzir a concentração populacional na RMGV, alcançando até 2025 um valor inferior a 0,6 no Índice de Primazia de Cidades 8. Melhorar a qualidade de vida no ambiente urbano, alcançando até 2025 um valor superior a 0,83 no Índice de Desenvolvimento Urbano (IDU) estadual 10. Aumentar para 16% o percentual do território coberto por vegetação nativa conservada, preservada ou em estágio de recuperação até 2025 11. Ser a quinta economia mais competitiva da Federação até 2025 12. Ser a quinta economia no ranking estadual de intensidade de valor das exportações (US$ FOB) até 2025 13. Elevar para 35 o número de setores responsáveis por 90% do PIB capixaba 15. Aumentar o grau de confiança da sociedade nas instituições públicas capixabas para valores superiores a 70% até 2015 16. Melhorar a percepção da imagem do Espírito Santo fora do estado, aproximando-a gradativamente da imagem desejada 17. Estabelecer alianças estratégicas que promovam o aumento do IDH das regiões deprimidas comuns ao Espírito Santo e seus estados vizinhos (MG, RJ e BA) até 2025 18. Estabelecer alianças estratégicas que promovam até 2015 a superação dos principais gargalos logísticos influenciadores da dinâmica capixaba que se situam fora do ES 4. Reduzir a mortalidade infantil para valores inferiores a 5 por mil nascidos vivos até 2025 Em 2025, o Espírito Santo será um dos primeiros estados brasileiros a erradicar a pobreza, resultado de um modelo de desenvolvimento marcado pela qualidade de seu capital humano, pela capacidade competitiva de suas empresas, pela inclusão social, pelo compromisso com o meio ambiente e por instituições públicas eficientes e reconhecidas Visão de Futuro Plano de Metas 1. Desenvolvimento do capital humano referenciado a padrões internacionais de excelência 2. Erradicação da pobreza e redução das desigualdades para ampla inclusão social 7. Diversificação econômica, agregação de valor à produção e adensamento das cadeias produtivas 9. Desenvolvimento do capital social e da qualidade e robustez das instituições capixabas 6. Recuperação e conservação de recursos naturais 3. Redução drástica e definitiva da violência e da criminalidade no estado 4. Promoção de um desenvolvimento mais equilibrado entre a região metropolitana, o litoral e o interior 8. Alcance de níveis crescentes de eficiência, integração e acessibilidade do sistema logístico 11. Estabelecimento de alianças estratégicas regionais para aproveitamento de oportunidades de desenvolvimento integrado de interesse do estado 5. Desenvolvimento de uma rede equilibrada de cidades 10. Fortalecimento da identidade capixaba e imagem do estado Estratégia de Desenvolvimento Projetos Estruturantes 1. Gestão e Inovação do Sistema Educacional e das Escolas 2. Formação e Valorização de Professores 3. Implantação da Jornada Ampliada 4. Qualidade e Expansão da Educação Infantil 6. Qualidade e Universalização do Ensino Médio 5. Qualidade do Ensino Fundamental 7. Expansão e Qualidade do Ensino Técnico 8. Expansão do Acesso ao Ensino Superior de Qualidade 9. Promoção do Desenvolvimento Local 10. Consolidação e Ampliação das Transferências de Renda Condicionadas 12. Educação de Adultos 11. Universalização do Acesso à Tecnologia da Informação 13. Universalização dos Serviços de Saúde da Família 14. Prevenção à Gravidez e Planejamento Familiar 15. Ampliação do Acesso à Habitação de Baixa Renda 16. Sistema Integrado de Defesa Social 18. Atenção ao Jovem 17. Redução dos Crimes Contra o Patrimônio 19. Prevenção Social da Criminalidade 20. Gestão da Segurança Pública 21. Capacitação Policial Orientada para Resultados 23. Ampliação e Modernização do Sistema Prisional 22. Modernização da Polícia Técnico-Científica 24. Policiamento Comunitário e Solução de Problemas 25. Controle de Atividade Policial 26. Diagnóstico e Pesquisa em Segurança Pública 27. Gestão da Competitividade Sistêmica no Interior 28. APL Mármore e Granito 29. APL Confecções e Vestuário 30. APL Florestal-Moveleiro 31. APL Fruticultura 33. APL Alimentos e Bebidas 32. APL Café 34. APL Turismo 35. Cadeia Produtiva da Pecuária Leiteira 36. Planejamento e Gestão de Cidades 38. Rede de Cidades Cachoeiro de Itapemirim 37. Desenvolvimento da Região Metropolitana Grande Vitória 39. Rede de Cidades Colatina 40. Rede de Cidades Linhares 41. Rede de Cidades São Mateus 43. Desenvolvimento Urbano de Aracruz e Região de Impacto 42. Rede de Cidades de Nova Venécia 44. Desenvolvimento Urbano de Anchieta e Região de Impacto 45. Rede de Cidades Serranas 46. Rede de Cidades Caparaó 47. Expansão com Qualidade da Habitação Urbana 48. Universalização do Saneamento 49. Conservação e Recuperação da Mata Atlântica 50. Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos 52. Gerenciamento de Resíduos Sólidos 51. Expansão e Diversificação de Plantios Agroflorestais Comerciais 53. Educação Ambiental 54. Conservação de Solos 56. Qualificação de Mão-de-Obra para os Setores Produtivos 55. Promoção e Atração de Investimentos 57. Desenvolvimento da Cadeia Produtiva do Setor Petróleo e Gás Natural 58. Tecnologia e Inovação 59. Desenvolvimento da Cadeia Produtiva do Setor Petróleo e Gás Natural 61. Implantação do Pólo Siderúrgico em Anchieta 60. Implantação do Pólo Gás-Químico do Espírito Santo 62. Implantação de Unidades de Ferro-Esponja Briquetado e Aciaria 64. Desenvolvimento de Fontes Alternativas de Energia 65. Geração de Energia Elétrica 67. Transporte e Distribuição de Gás Natural 66. Desenvolvimento da Indústria Naval 68. Desenvolvimento do Porto Barra do Riacho 69. Adequação do Porto de Vitória 70. Desenvolvimento do Porto de Ubú 72. Eixo Longitudinal Interiorano 71. Eixo Longitudinal Litorâneo 73. Eixos Transversais 74. Adequação de Capacitação da BR 262 75. Eixos Diagonais 77. Adequação do Corredor Centro-Leste 76. Ferrovia Litorânea Sul 78. Terminal de Cargas Aéreas 79. Ramal Ferroviário Norte 80. Transporte e Distribuição de Gás Natural 81. Profissionalização e Inovação no Serviço Público 82. Gestão Orientada para Resultados 84. Modernização da Gestão Pública Municipal 83. Governo Eletrônico 85. Pesquisa Aplicada em Políticas Públicas 86. Qualidade da Administração Pública 87. Ampliação da Gestão Pública Não Governamental 89. Disseminação da Cultura Capixaba na Educação 88. Valorização e Divulgação da Imagem 90. Preservação das Manifestações Culturais Tradicionais 91. Rede de Espaços Culturais 92. Desenvolvimento do Esporte 93. Cultura em Transformação 95. Alianças Estratégicas para Desenvolvimento Econômico Integrado 94. Alianças Estratégicas para a Erradicação da Pobreza e Redução das Desigualdades 97. Alianças Estratégicas para Recuperação e Conservação de Recursos Naturais 96. Alianças Estratégicas para Integração Logística 63. Implantação de Unidades de Laminação a Frio e Galvanização Plano de Desenvolvimento ES 2025
  13. 13. Sumário 1 Os desafios de implantação de uma estratégia empresarial 2 O conceito de projeto estratégico e grupo sinérgico 3 A análise da carteira de projetos utilizando o modelo hierárquico e análise estrutural 4 A importância do monitoramento estratégico 3 A análise da carteira de projetos utilizando o modelo hierárquico e análise estrutural
  14. 14. Análise da Carteira de Projetos <ul><li>Análise multicritério para: </li></ul><ul><ul><li>Avaliação da coerência dos projetos com a estratégia </li></ul></ul><ul><ul><li>Determinação da intensidade de gerenciamento dos projetos </li></ul></ul><ul><ul><li>Avaliação e otimização da alocação de recursos </li></ul></ul><ul><ul><li>Identificação dos pontos de melhoria na qualidade dos projetos </li></ul></ul>
  15. 15. Casos <ul><li>Governo do ES: Identificação dos projetos com alta necessidade de monitoramento e gerenciamento </li></ul><ul><ul><li>97 projetos </li></ul></ul><ul><ul><li>11 carteiras </li></ul></ul><ul><li>APEX-Brasil: Identificar medidas de gestão para melhoria da qualidade das carteiras de projetos </li></ul><ul><ul><li>55 projetos </li></ul></ul><ul><ul><li>3 carteiras </li></ul></ul>
  16. 16. Estrutura de fatores de análise dos projetos do ES 2025
  17. 17. Ferramenta: análise estrutural de projetos e carteiras <ul><li>Identifica e dimensiona as relações de influenciação e causalidade entre projetos ou carteiras: </li></ul><ul><ul><li>Com que intensidade o projeto “i” contribui para o bom desempenho e/ou os resultados do projeto “j” ? </li></ul></ul><ul><li>Hierarquiza os projetos (ou carteiras) em função da intensidade dessas relações </li></ul><ul><ul><li>Plano motricidade x dependência </li></ul></ul>
  18. 18. FAE – Ferramenta de Análise Estrutural Plano Motricidade x Dependência – Carteiras de Projetos do ES 2025 Motricidade (%) Dependência (%) Capital Institucional Capital Humano Controle da Violência Desenvolvimento da Logística Inserção Estratégica Regional Rede de Cidades Interiorização do Desenvolvimento Aumento do Valor Agregado Recuperação e conservação de Recursos Naturais Identidade e Imagem Capixaba Erradicação da Pobreza 100 90 80 70 60 50 40 30 20 10 10 20 30 50 40 60 70 80 90 100 Carteiras mais motrizes Carteiras mais dependentes
  19. 19. Estrutura de fatores de priorização dos projetos do ES 2025
  20. 23. Análise Estratégica dos Projetos do ES Custos (R$ milhões) 0 100.000 Capacidade de Transformação Moderada Alta Risco Moderado Alto 5 9 3 4 13 31 47 48 58 68 71 74 77 79 14 projetos com alta intensidade de gerenciamento
  21. 24. Árvore de critérios APEX-Brasil Unidade de Projetos 1. Desempenho Potencial do Projeto 2. Coerência com a Estratégia da APEX- Brasil 1.1 Potencial do produto /serviço 1.2 Capacidade das Empresas 1.3 Capacidade de gestão da entidade 1.4 Qualidade do Projeto 2.1 Aumento das Exportações 2.2 Aumento da Base Exportadora 2.3 Diversificação da pauta exportadora 2.4 Diversificação de mercados 2.5 D esenvolvimento econômico e social 2.6 I magem comercial do Brasil
  22. 25. Utilização do Software Decision Lens
  23. 26. Matriz de Análise Resultante 1 4 2 3 4 5 9 11 12 20 22 24 26 27 28 30 31 33 35 39 52 53 56 57 1 2 3 6 7 8 10 14 14 15 16 17 19 20 21 23 25 29 32 34 36 37 38 40 42 42 43 44 46 46 48 48 49 50 51 54 55 0,10 0,30 0,50 0,10 0,30 0,50 Desempenho potencial do projeto Coerência com a Estrategia de APEX-Brasil 1 4 2 3
  24. 27. menor peso maior peso Identificação de Áreas de Melhoria dos Projetos Unidade de Projetos 40% 58% 26% 35% 39% 18% 32% 16% 42% 11% 35% 23% 40% 44% 40% 63% 39% 46% 46% 51% 25% 19% 33% 21% 21% 19% 30% 39% 12% 39% 0% 10% 20% 30% 40% 50% 60% 70% 80% 90% 100% 2.4 Diversificação de mercados 2.3 Diversificação da pauta exportadora 2.6 Imagem comercial do Brasil 2.5 Desenvolvimento econômico e social 2.2 Aumento da Base Exportadora 1.4 Qualidade do Projeto 1.3 Gestão da entidade 2.1 Aumento das Exportações 1.2 Empresas beneficiadas 1.1 Produto / Serviço nos Mercados-alvo Alto Médio Baixo
  25. 28. Quadrante 3 (9) Quadrante 2 (22) Quais devem ser as principais medidas para melhoria da carteira da Unidade de Projetos? Quadrante Medidas de gestão para melhoria da carteira <ul><li>Ação junto a parceiros para aumento da capacidade das empresas beneficiadas (5 projetos) </li></ul><ul><li>Melhorar a gestão das entidades executoras dos projetos (4 projetos) </li></ul><ul><li>Melhorar a qualidade dos projetos (7 projetos) </li></ul><ul><li>Reavaliar o potencial dos mercados-alvo dos projetos (7 projetos) </li></ul><ul><li>Aumentar a intensidade de gestão da APEX sobre os projetos deste quadrantes (RH e R$) </li></ul><ul><li>Ação junto as entidades executoras para aumentar a quantidade de empresas exportadoras beneficiadas e iniciantes na exportação (6 projetos) </li></ul><ul><li>Revisar e melhorar os projetos visando capacitar empresas para o aumento das exportações e a sustentabilidade do esforço exportador (6 projetos) </li></ul><ul><li>Reavaliar o escopo dos projetos visando aumentar sua contribuição ao desenvolvimento econômico e social (4 baixo + 5 médio) </li></ul><ul><li>Intensificar o monitoramento e agilizar o fluxo de recursos para garantir os resultados esperados </li></ul><ul><li>Melhorar a gestão das entidades executoras dos projetos (11 projetos) </li></ul><ul><li>Ação junto a parceiros para aumento da capacidade das empresas beneficiadas (2 baixos + 11médios) </li></ul><ul><li>Revisar e melhorar os projetos visando capacitar empresas para o aumento das exportações e a sustentabilidade do esforço exportador (5 médios) </li></ul><ul><li>Melhorar a qualidade dos projetos (10 médios) </li></ul><ul><li>Focar a comunicação APEX Brasil nos projetos deste quadrante </li></ul><ul><li>Avaliar o potencial de melhoria dos projetos deste quadrante e seleção daqueles que: (1). vale a pena investir; (2). devem ser descontinuados </li></ul>Quadrante 1 (7) Quadrante 4 (19)
  26. 29. Sumário 1 Os desafios de implantação de uma estratégia empresarial 2 O conceito de projeto estratégico e grupo sinérgico 3 A análise da carteira de projetos utilizando o modelo hierárquico e análise estrutural 4 A importância do monitoramento estratégico 4 A importância do monitoramento estratégico
  27. 30. Monitoramento <ul><li>Atividade sistemática que visa provocar decisões para eliminar obstáculos à implantação dos projetos </li></ul>Informação gerencial Análise e sinalização Tomada de decisão
  28. 31. Fatores críticos de sucesso: <ul><li>Sistema de informações gerenciais operando em tempo real </li></ul><ul><li>Equipe dedicada ao monitoramento para </li></ul><ul><ul><li>Produzir informações sintéticas, interpretadas e tempestivas </li></ul></ul><ul><ul><li>Fazer a avaliação situacional e identificar riscos </li></ul></ul><ul><ul><li>Identificar e propor medidas preventivas e corretivas </li></ul></ul><ul><ul><li>Acionar a cadeia decisória quando necessário </li></ul></ul><ul><li>Disciplina de trabalho </li></ul>
  29. 32. Mensagem final <ul><li>O projeto é um instrumento poderoso de mobilização organizacional para concretização de uma estratégia </li></ul><ul><li>Carteiras de projetos organizadas e geridas em função de outcomes são mais complexas, portanto, demandam forte intensidade de gerenciamento e monitoramento </li></ul><ul><li>Utilização das ferramentas de priorização não só para priorizar projetos, mas também para avaliar a intensidade de gerenciamento e monitoramento e melhorar a qualidade da carteira </li></ul>Gerir para resultados não é por ordem é dar vida aos processos!

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