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Autênticação e Transparência na Rede: Reinventando o Debate sobre o Outro que Eu também Sou

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Apresentação de António Teixeira no painel contribuição do Currículo MPeL

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Autênticação e Transparência na Rede: Reinventando o Debate sobre o Outro que Eu também Sou

  1. 1. AUTENTICIDADE e TRANSPARÊNCIA na REDE r e inventando o d ebate sobre o o utro que e u também s ou António Teixeira (Universidade Aberta, PT)
  2. 2. AUTENTICIDADE E TRANSPARÊNCIA NA REDE r einventando o d ebate sobre o o utro que e u também s ou <ul><li>Itinerário </li></ul><ul><li>1. Persona : Eu sou a(s) minha(s) própria(s) Máscara(s)? </li></ul><ul><li>2. A Verdade da/na Rede: O princípio da Identidade Digital </li></ul><ul><li>3. Identidade, confiabilidade e autenticidade na partilha de conteúdos gerados pelo utilizador </li></ul><ul><li>4. Confiabilidade e transparência na produção de recursos abertos </li></ul><ul><li>5. Recolocando a questão: Proposta para Debate ( E S R 2 0 10 ) </li></ul><ul><li>6. Conclusões de uma Reflexão (ainda) em Aberto </li></ul>/15
  3. 3. AUTENTICIDADE E TRANSPARÊNCIA NA REDE r einventando o d ebate sobre o o utro que e u também s ou <ul><li>Esta máscara não </li></ul><ul><li>sou Eu! </li></ul><ul><li>Este não é o meu avatar. </li></ul><ul><li>Mas, esta figura também não </li></ul><ul><li>é o Zorro ou o mascarilha. </li></ul><ul><li>Esta é uma imagem perdida </li></ul><ul><li>na rede de alguém que habita </li></ul><ul><li>também lá e lá revela o que é. </li></ul><ul><li>Alguém… certamente alguém! </li></ul>/15
  4. 4. AUTENTICIDADE E TRANSPARÊNCIA NA REDE r einventando o d ebate sobre o o utro que e u também s ou <ul><li>Quem somos então? </li></ul><ul><li>Que transparece de nós afinal </li></ul><ul><li>na rede? </li></ul><ul><li>Qual é a nossa verdade </li></ul><ul><li>por detrás das máscaras </li></ul><ul><li>que lá vamos usando? </li></ul>/15
  5. 5. AUTENTICIDADE E TRANSPARÊNCIA NA REDE r einventando o d ebate sobre o o utro que e u também s ou <ul><li>Persona [teses em torno de] </li></ul><ul><li>1. Se ser é ser-no-mundo [M. Heidegger, Sein und Zeit ], o que nos distingue é o modo como habitamos o mundo. Seremos, pois, a história do nosso estar aqui, do que se revela do esforço de pertencermos ao nosso espaço e tempo. </li></ul><ul><li>2. Como o nosso mundo não é só físico, mas também mental e mesmo tecnológico, tudo o que nele se revelar de nós serão também faces do nosso rosto. </li></ul><ul><li>3. Ser será também ser-no-mundo-em-rede . Assim, serão também autênticas e verdadeiras as faces digitais que nos mostram como habitamos esse mundo. </li></ul>/15
  6. 6. AUTENTICIDADE E TRANSPARÊNCIA NA REDE r einventando o d ebate sobre o o utro que e u também s ou <ul><li>Persona [Identidade Digital] </li></ul><ul><li>Com a evolução para a web social (2.0), </li></ul><ul><li>a Identidade constituiu-se definitivamente como a questão central da nossa experiência na e da rede. </li></ul><ul><li>Na rede, as nossas múltiplas faces são agora partes de uma mesma e única identidade digital. Esta não se prende com uma situação contextual (circunstância), mas com a pessoa. Logo, a ID não se liga a uma face (uma relação institucional, por ex.), mas ao utilizador como tal. A minha ID é autêntica se for transparente . </li></ul>/15
  7. 7. AUTENTICIDADE E TRANSPARÊNCIA NA REDE r einventando o d ebate sobre o o utro que e u também s ou <ul><li>A Verdade na/da Rede </li></ul><ul><li>O princípio da identidade digital pode ser aplicado ao conjunto da informação partilhada na rede? </li></ul><ul><li>A rede é um mundo construído pelo discurso possível, por tudo o que pode ser dito sobre tudo e por todos. É essa a sua verdade. Nesse mundo, será verdadeiro o que é autêntico . Tal é determinado não pela transparência em relação à fonte autoral, mas pela confiança gerada pela transparência do modo como o discurso é con-validado pela comunidade-em-rede. </li></ul>/15
  8. 8. AUTENTICIDADE E TRANSPARÊNCIA NA REDE r einventando o d ebate sobre o o utro que e u também s ou <ul><li>Confiabilidade e Transparência na Produção de Recursos Abertos </li></ul><ul><li>Quem deve autenticar (validar) o conteúdo de um recurso aberto é quem o produz. Mas, quem o produz não pode garantir a durabilidade do ciclo de conhecimento que sustentou essa avaliação inicial. </li></ul><ul><li>Quem pode, então, fazer a avaliação contínua da autenticidade (actualização) de um determinado conteúdo que por natureza não é de propriedade atribuível? </li></ul><ul><li>Necessariamente, a comunidade de utilizadores organizada em rede. </li></ul>/15
  9. 9. AUTENTICIDADE E TRANSPARÊNCIA NA REDE r einventando o d ebate sobre o o utro que e u também s ou <ul><li>Identidade, c onfiabilidade e autenticidade na partilha de user-generated content </li></ul><ul><li>Quando um determinado recurso é de produção aberta aos utilizadores, como se pode gerir a autenticidade do seu conteúdo? </li></ul><ul><li>Não pela identidade da autoria, mas pela transparência do processo de produção e da respectiva utilização. Só esta transparência pode garantir a confiabilidade do recurso. </li></ul>/15
  10. 10. AUTENTICIDADE E TRANSPARÊNCIA NA REDE r einventando o d ebate sobre o o utro que e u também s ou <ul><li>Proposta para um Debate ( E S R 2 0 10 ) </li></ul>/15
  11. 11. AUTENTICIDADE E TRANSPARÊNCIA NA REDE r einventando o d ebate sobre o o utro que e u também s ou <ul><li>Proposta para um Debate ( E S R 2 0 10 ) </li></ul><ul><li>1. Em que medida a nossa identidade digital é um prolongamento da nossa identidade pública ou um campo alternativo de expressão de uma dimensão escondida da nossa personalidade íntima? </li></ul><ul><li>2. O perigo da fraude intelectual (ex.: plágio) aumentou com o advento da internet? </li></ul><ul><li>3. É possível alguma entidade particular ou alguém (e se sim, qual ou quem) controlar a rede? </li></ul><ul><li>4. Em que medida a rede é segura e a informação nela partilhada confiável? Quem o pode garantir? </li></ul>/15
  12. 12. /15
  13. 13. AUTENTICIDADE E TRANSPARÊNCIA NA REDE r einventando o d ebate sobre o o utro que e u também s ou <ul><li>Conclusões de uma Reflexão ( E S R 2 0 10 ) </li></ul><ul><li>1. O debate estabeleceu que a identidade digital é um prolongamento da identidade pessoal. Porém, a falta de verificabilidade física do mundo virtual, implicará uma acrescida importância da intencionalidade humana e da avaliação ética do seu comportamento. A manipulação e a falsificação, mas também a exploração da identidade (facebook) , serão negativamente potenciados pela rede. </li></ul><ul><li>2. Neste sentido, é quase unânime a ideia de que a Internet potencia a fraude intelectual, mesmo que esta seja um fenómeno humano universal. </li></ul>/15
  14. 14. AUTENTICIDADE E TRANSPARÊNCIA NA REDE r einventando o d ebate sobre o o utro que e u também s ou <ul><li>Conclusões de uma Reflexão ( E S R 2 0 10 ) </li></ul><ul><li>3. Foi geral a convicção de que é impossível alguma entidade vir a controlar a rede. Esta continuará a ser essencialmente espontânea, desorganizada e plural. Pelo que a rede será globalmente segura. </li></ul><ul><li>4. O sentido geral do debate aponta para a confiabilidade genérica da informação partilhada na rede. Muitos destacam particularmente o mecanismo da partilha social e da con-validação como a mais importante instância actual de autenticação de conteúdos na rede. </li></ul>/15
  15. 15. AUTENTICIDADE E TRANSPARÊNCIA NA REDE r einventando o d ebate sobre o o utro que e u também s ou <ul><li>Muito Obrigado! </li></ul><ul><li>[email_address] </li></ul>/15

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