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Palestra investimentonapesquisa

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Palestra preparada e apresentada por Moacir José Sales Medrado, em 2005

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Palestra investimentonapesquisa Palestra investimentonapesquisa Presentation Transcript

  • Chefe Geral: Moacir José Sales Medrado(chgeral@cnpf.embrapa.br)Chefe Adjunto de P&D: Sérgio Gaiad (chpd@cnpf.embrapa.br)Chefe Adjunto de Comunicação, Negócios e Apoio:Antonio Maciel Botelho Machado(chcn@cnpf.embrapa.br)Chefe Adjunto de Administração:Miguel Haliski(chadm@cnpf.embrapa.br)EMBRAPA FLORESTASEMBRAPA FLORESTASEMBRAPA FLORESTASEMBRAPA FLORESTAS
  • SUMÁRIOSUMÁRIONovo cenário para a pesquisaPrioridades para investimentos florestaisFinanciamento da pesquisaFontesRegião Sul – Paraná - FndctSUMÁRIOSUMÁRIONovo cenário para a pesquisaPrioridades para investimentos florestaisFinanciamento da pesquisaFontesRegião Sul – Paraná - Fndct
  • Uma Era de RevoluçõesLiberalizaçãoGlobalizaçãoTecnologiaEducaçãoEscolhaRenda“The New Game”“Learning Organizations”Instituições GlobaisMercados Dinâmicos,transparentes“People Power”Reação à inoperância e perplexidadeOrganização fora dos modelos formais“Ventos & Trovoadas”Governos Empresas ONGsShell International - Global Business Environment
  • “Novo Marco Regulatório”RastreabilidadeRastreabilidadeRastreabilidadeRastreabilidadeQUALIDADEQUALIDADEQUALIDADEQUALIDADESUSTENTABILIDADESUSTENTABILIDADESUSTENTABILIDADESUSTENTABILIDADEPreservação de identidadePreservação de identidadePreservação de identidadePreservação de identidade
  • GRANDES EIXOS DE INTEGRAÇÃOGRANDES EIXOS DE INTEGRAÇÃOTENDÊNCIAS EM C&TOPORTUNIDADES DE NEGÓCIOMUDANÇAS GLOBAISVISÃO EXTERNA DE FUTUROSUSTENTABILIDADEREDES
  • PRIORIDADES DE INVESTIMENTOSFLORESTA NATURAISManejo Florestal Sustentado para produção madeireiraempresarialSilvicultura de precisãoConservação genéticaManejo florestal sustentável para produção de usos múltiplosProdutos madeireirosProdutos não madeireirosTurismoSistemas de colheita adequado ao manejo comunitárioRestauração de áreas para Preservação PermanenteRecuperação de áreas para Reserva LegalAvaliação do estoque atual de madeira das diferentestipologias florestais de Goiás.
  • PRIORIDADES DE INVESTIMENTOS -PLANTAÇÕES FLORESTAIS COMERCIAISDesenvolvimento de sistemas de plantio com base no cultivo mínimoDesenvolvimento de tecnologias de fertilização para redução do períodode rotação, aumento do rendimento, da qualidade e manutenção dasustentabilidade do sítioTécnicas de mecanização de colheita de madeira adaptadas as diversascondições de solo e utilização da matéria primaDesenvolvimento de modelos de simulação de crescimento, avaliaçãoeconômica, estudos de cenários, quantificação de carbonoDesenvolvimento de técnicas de modelagem, manejo reprodutivo deárvores e colheita de precisão para aumentar a velocidade de produção ea qualidade da madeira
  • PRIORIDADES DE INVESTIMENTOS –Conservação e Uso de RecursosGenéticosDesenvolvimento de variedades melhoradas de espécies florestaisnativas e exóticas usando manipulação de genes, fusão de células eoutras tecnologias disponíveis para agregação de valor e aumento deprodutividadeMapeamentos genéticos integrais/parciais de espécies florestais eorganismos patogênicos, análise funcional de genes e sua aplicação nomelhoramento genético, visando melhorias na qualidade e naprodutividade das florestasUso prático de técnicas de propagação vegetativa dirigidas apreservação de germoplasma e ao aumento da disponibilidade desementes de espécies nativas e ameaçadas de extinção
  • PRIORIDADE DE INVESTIMENTOSConservação e Uso de Recursos GenéticosDomesticação de espécies florestais nativas e desenvolvimento detécnicas de conservação e transformação com o objetivo de inserirou manter essas espécies de mercadoConservação de genes de espécies florestais nacionaisestratégicas para o setor florestal Uso de ferramentas variabilidade genética nas populações e dasdiferenciações entre populações de espécies nativas nosfragmentos florestais.
  • PRIORIDADES EM INVESTIMENTOSConservação de Recursos FlorestaisUso prático e generalizado de sistemas de certificação ambientalaplicados à exploração de sistemas florestais.Desenvolvimento de sistemas de manejo de ecossistemas quepermitam a conservação de microrganismos, dependentes deecossistemas florestaisPRIORIDADES EM INVESTIMENTOSProteção FlorestalDesenvolvimento de sistemas integrados de manejo de pragas edoenças em plantações florestais comerciais, racionalizando o usode agrotóxicos
  • PRIORIDADES EM INVESTIMENTOSFixação do carbono e mudançasclimáticas Influência das florestas nas mudanças climáticas e vice-versaSeleção de espécies com maior capacidade de fixação decarbonoPRIORIDADES EM INVESTIMENTOSProdutos não madeireiros Desenvolvimento de novas fontes e novas alternativas de uso eidentificação de essências florestais, nas indústrias de fármacos,corantes, de cosméticos e de alimentos Geração de bioenergia: dendê
  • PRIORIDADES EM INVESTIMENTOSEconomia e Administração Florestal Aprofundar os estudos sobre o MULTINEGÓCIO dos produtosflorestais. Desenvolver estudos de cenários sobre consumo e oferta de matéria –prima Planejamento do ordenamento florestal Promover estudos de modelagens econômicas visando a melhor gestão donegócio florestal Promover estudos de economia ambiental Promover estudos sobre melhorias da política florestal Estudos de logísticaProcessos inovadores de gestão empresarialEstudos sobre mercado de produtos madeireiros, não madeireiros e serviçosambientais (carbono; qualidade da água)
  • PRIORIDADES EM INVESTIMENTOSTecnologia Industrial Tecnologias de manufatura para materiais laminados e compostos de madeirapara obtenção de produtos de alta durabilidade e com propriedades físicas paraatender as especificações das indústriasMelhoria dos processos industriais de subprodutos e resíduos da exploraçãoflorestalDesenvolvimento e uso prático de novas tecnologias e baseadas na digestãopor enzimas fúngicas para a manufatura e reciclagem de papel e celuloseTecnologias para eficientização dos processos de reciclagemTecnologias para eficientização dos processos de reciclagem Diminuição de perdas em processos industriais – SERRARIASDiminuição de perdas em processos industriais – SERRARIAS Tecnologias para aumento do número de produtos de maior valor agregadoTecnologias para aumento do número de produtos de maior valor agregado Estabelecimento de processos industriais ambientalmente mais adequadosEstabelecimento de processos industriais ambientalmente mais adequados Tecnologias para embalagens - alimentosTecnologias para embalagens - alimentos
  • PRIORIDADES EM INVESTIMENTOSTecnologia Industrial – Papel e celulose Novas ferramentas analíticas para avaliação de parâmetros de qualidade daNovas ferramentas analíticas para avaliação de parâmetros de qualidade damadeira, de forma a permitir a avaliação de uma maior número de materiaismadeira, de forma a permitir a avaliação de uma maior número de materiaisem reduzido espaço de tempo;em reduzido espaço de tempo; Desenvolvimento de sistemas de simulação de processos modificados deDesenvolvimento de sistemas de simulação de processos modificados depolpação e branqueamento - modelagem matemática;polpação e branqueamento - modelagem matemática; Processos de polpação e branqueamento para fibras longas oriundas deProcessos de polpação e branqueamento para fibras longas oriundas deflorestas plantadas no Brasil;florestas plantadas no Brasil; Desenvolvimento/modificação de processos visando a superação daDesenvolvimento/modificação de processos visando a superação dabarreira do rendimento;barreira do rendimento;
  • PRIORIDADES EM INVESTIMENTOSTecnologia Industrial – Papel e celulose Utilização da biotecnologia em processos de polpação e branqueamento deUtilização da biotecnologia em processos de polpação e branqueamento depolpa celulósica, tais como o desenvolvimento e utilização de enzimas;polpa celulósica, tais como o desenvolvimento e utilização de enzimas; Desenvolvimento de tecnologias de polpação e branqueamento para recursosDesenvolvimento de tecnologias de polpação e branqueamento para recursosfibrosos não-convencionais e para fibras longas oriundas de florestas plantadasfibrosos não-convencionais e para fibras longas oriundas de florestas plantadas Desenvolvimento de sistemas de simulação de processos modificados deDesenvolvimento de sistemas de simulação de processos modificados depolpação e branqueamento - modelagem matemática;polpação e branqueamento - modelagem matemática; Morfologia de fibras e sua relação com a silvicultura e características de polpaMorfologia de fibras e sua relação com a silvicultura e características de polpae papel;e papel; Genômica funcional aplicada à celulose e papel;Genômica funcional aplicada à celulose e papel;
  • PRIORIDADES EM INVESTIMENTOSTecnologia Industrial – Energia Caracterização de materiais genéticos destinados à produção de carvãoCaracterização de materiais genéticos destinados à produção de carvãovegetal e biomassa florestalvegetal e biomassa florestal Caracterização química e tecnológica de espécies florestais nativasCaracterização química e tecnológica de espécies florestais nativas Desenvolvimento tecnologia e processos de termo-retificação de madeirasDesenvolvimento tecnologia e processos de termo-retificação de madeirasPRIORIDADES EM INVESTIMENTOSTecnologia Industrial – Resinas e óleos Caracterização de materiais genéticos destinados à produção de resinas eCaracterização de materiais genéticos destinados à produção de resinas eóleosóleos
  • PRIORIDADES EM INVESTIMENTOSTecnologia Industrial – Energia Demandas públicas - utilização das espécies nativas, principalmente aquelasDemandas públicas - utilização das espécies nativas, principalmente aquelasencontradas nas Florestas Nacionais - FLONAS.encontradas nas Florestas Nacionais - FLONAS. Institutos estaduais de florestas - utilização de madeira de plantações,Institutos estaduais de florestas - utilização de madeira de plantações,sobretudo devido à ênfase conservacionista dada aos remanescentes desobretudo devido à ênfase conservacionista dada aos remanescentes deflorestas nativas nos estados.florestas nativas nos estados. Setor privadoSetor privado empresas que se utilizam de matéria prima oriunda de matas nativas,empresas que se utilizam de matéria prima oriunda de matas nativas,principalmente nas regiões Norte e Centro-Oesteprincipalmente nas regiões Norte e Centro-Oeste empresas que processam madeira de plantações, localizadas das regiõesempresas que processam madeira de plantações, localizadas das regiõesSul e SudesteSul e Sudeste
  • FINANCIAMENTO DA PESQUISASÉCULO XXA pesquisa pública florestal provê um grande aporte aosetor privado sem obter proporcional retornoO setor privado e os institutos de pesquisa públicos e mistos têm seutilizado muito pouco dos recursos dos fundos setoriaisExiste escassa participação do setor privado na formulação de políticasflorestais inclusive a política de P&D&IO setor privado e os institutos mistos e públicos de pesquisa disputam emum modelo concorrencial, recursos para inovações incrementaisimplicando em pequeno número de inovações radicais
  • FINANCIAMENTO DA PESQUISASÉCULO XXTecnologia da madeiraQuase que exclusivamente do setor público - agências de fomento àpesquisa tais como Cnpq, FINEP, MCT, FAPESP, FAPEMIG entre outras.Iniciativa privada – atividades visando a solução de problemas pontuais eparticulares de cada empresa.Os recursos públicos não têm sido muito significativos, e provêmsobretudo de entidades federais como CNPq, IBAMA, EMBRAPA, SUDAM,e de entidades estaduais como as agências de fomento de pesquisa dotipo FAPESP, as secretarias estaduais de indústria, ciência e tecnologia ouafins, e os órgãos estaduais específicos ligados a florestas ou produtosflorestais. Em anos recentes algumas universidades estaduais e federais têmtambém desenvolvido pesquisas sobre o processamento mecânico damadeira com recursos orçamentários ou obtidos de agências oficiais definanciamento.
  • MECANISMOS PARA INCREMENTAR AMECANISMOS PARA INCREMENTAR APARTICIPAÇÃO DO SETOR PRIVADOPARTICIPAÇÃO DO SETOR PRIVADODiálogo permanente criando alianças entre setor privado e osinstitutos de pesquisa públicos e mistosGestão conjunta para obtenção de recursosAs empresas como bases de pesquisa dos IPPs e IPMsInvestimentos substanciais em consórcios e redes(GENOLYPTUS)Rede de inovação tecnológica e prospecção de demandas –RIPAWorkshop Governança da Inovação no Setor de Base Florestal
  • Oportunidades para os IPMs eOportunidades para os IPMs eIPPsIPPsCapacidade financeira de muitas empresas do setor de base florestalCapacidade financeira de muitas empresas do setor de base florestalpara investir em P&D.para investir em P&D.Mecanismos modernos para por dinheiro público nas empresas:Mecanismos modernos para por dinheiro público nas empresas:encomendas tecnológicas, poder de compra do estado e outras formasencomendas tecnológicas, poder de compra do estado e outras formascriativas de estímulo à inovação.criativas de estímulo à inovação. Possibilidade de revisão do sistema de gestão de recursos públicos,Possibilidade de revisão do sistema de gestão de recursos públicos,principalmente a IN 01/97 e a Lei 8666.principalmente a IN 01/97 e a Lei 8666. Possibilidade de desatrelamento dos recursos do FNDCT doPossibilidade de desatrelamento dos recursos do FNDCT doorçamento da União e desvinculação dos mesmos ao ano fiscal doorçamento da União e desvinculação dos mesmos ao ano fiscal dogoverno federal.governo federal. Os fundos de investimento serão restritos a empresas cuja atividadeOs fundos de investimento serão restritos a empresas cuja atividadeprincipal é a inovação.principal é a inovação.Programas específicos para implementação de centros de P&D dasProgramas específicos para implementação de centros de P&D dasempresas - recursos para infra-estrutura e formação de recursosempresas - recursos para infra-estrutura e formação de recursoshumanos – LEI DA INOVAÇÃOhumanos – LEI DA INOVAÇÃO
  • NorteR$ 6,6 milhões0,59%Centro-OesteR$ 30,4 milhões2,70%NordesteR$ 97,7 milhões8,68%SudesteR$ 832,3 milhões73,98%SulR$ 158,3 milhões14,05%Recursos dosRecursos dosGovernosGovernosEstaduaisEstaduaisaplicados emaplicados emCiência eCiência eTecnologia.Tecnologia.(Brasil, 1999)(Brasil, 1999)Recursos dosRecursos dosGovernosGovernosEstaduaisEstaduaisaplicados emaplicados emCiência eCiência eTecnologia.Tecnologia.(Brasil, 1999)(Brasil, 1999)Fonte: Silva Melo (2001)
  • Pagamentos (R$) % daRegião% doTotalGeralPagamentos (R$) % daRegião% doTotalGeralDistrito Federal 14.812.755,59 63,14 6,55 20.850.750,56 68,2 6,01Goiás 2.297.858,00 9,79 1,02 4.545.300,39 14,9 1,31Mato Grosso 3.032.865,20 12,93 1,34 1.674.106,80 5,47 0,48Mato Grosso do Sul 3.317.560,74 14,14 1,47 3.525.102,13 11,5 1,02Total RegiãoCentro – Oeste23.461.039,53 100 10,4 30.595.259,88 100 8,8Alagoas 942.899,00 3,69 0,41 2.012.413,62 3,2 0,58Bahia 7.576.197,08 29,63 3,35 10.098.105,98 16,1 2,91Ceará 2.724.819,67 10,66 1,21 9.998.062,81 15,9 2,88Maranhão 522.365,00 2,04 0,23 779.025,00 1,24 0,22Paraíba 1.993.937,00 7,8 0,88 6.176.588,94 9,82 1,78Pernambuco 7.601.080,33 29,73 3,36 24.233.005,96 38,5 6,99Piauí 1.209.284,70 4,73 0,54 1.393.915,00 2,22 0,4Rio Grande do Norte 2.443.481,92 9,56 1,08 5.917.628,82 9,41 1,71Sergipe 552.889,00 2,16 0,24 2.310.606,77 3,67 0,67Total RegiãoNordeste25.566.953,70 11,3 62.919.352,90 100 18Unidade daFederação/Agência2003 2004Tabela 7. Pagamentos realizados com recursos do FNDCT/Fundos Setoriais de 01de janeiro até 31 de dezembro de 2003 e de 2004.Acre 497.485,97 5,58 0,22 656.341,86 5,64 0,19Amapá 87.500,00 0,98 0,04 131.250,00 1,13 0,04Amazonas 5.278.143,43 59,2 2,33 3.612.457,21 31 1,04Pará 1.751.732,00 19,7 0,78 4.262.465,20 36,6 1,23Rondônia 467.814,00 5,25 0,21 702.452,60 6,04 0,2Roraima 830.513,00 9,32 0,37 2.187.932,50 18,8 0,63Tocantins - - - 85.080,00 0,73 0,02Total Região Norte 8.913.188,40 3,94 11.637.979,37 100 3,4Espírito Santo 1.161.472,80 1,01 0,51 2.499.775,69 1,52 0,72Minas Gerais 16.541.762,68 14,4 7,32 26.275.836,64 16 7,58Rio de Janeiro 45.081.084,31 39,2 19,9 58.171.340,75 35,3 16,8São Paulo 52.104.161,25 45,4 23 77.712.199,53 47,2 22,4Total RegiãoSudeste114.888.481,04 50,8 164.659.152,61 100 47Paraná 7.350.138,07 13,8 3,25 10.073.446,98 13,1 2,91Rio Grande do Sul 30.320.002,77 56,9 13,4 50.759.617,48 66 14,6Santa Catarina 15.641.274,83 29,3 6,91 16.061.481,15 20,9 4,63Total Região Sul 53.311.415,67 23,6 76.894.545,61 100 22ANP - - - 22.478.812,67 -  - CNPq* 90.288.201,13 - - 118.967.654,91 -  - FINEP** 82.375.489,00 - - 131.148.029,48 -  - Total Global 398.804.768,47 - - 619.300.787,43 -  - (*) CNPq – Repasses para implementação de ações da Finep e CNPq no âmbito dos F(**) FINEP – Valores referentes aos novos instrumentos Verde-Amarelo, taxa de adminFonte:http://www.finep.gov.br/numeros_finep/fundos_setoriais/liberacoes.asp?codSessaoFNota:UF = UF do convenenteNão estão discriminados os pagamentos efetuados com recursos do FUNTTEL. (2003
  • REF TíTULO CONVENENTE DATA VALORFNDCT/FUNDOSSETORIAIS1520/02Aproveitamento de resíduos demadeiraInstituto Euvaldo Lodide Santa Catarina 23/01/2003 20.050,00Verde-Amarelo0762/01Desenvolvimento tecnológico de umsecador de madeira serrada comvistas   utilização do gás natural nosprocessos de secagem de madeiraFundação InstitutoTecnológico deJoinville 10/03/2003 55.000,00 CT-Petro0762/01Desenvolvimento tecnológico de umsecador de madeira serrada comvistas utilização do gás natural nosprocessos de secagem de madeiraFundação InstitutoTecnologico deJoinville 29/07/2003 55.000,00 CT-Petro1520/02Aproveitamento de resíduos demadeiraInstituto Euvaldo Lodide Santa Catarina 09/10/2003 12.095,00Verde-Amarelo1692/01Arranjo produtivo local de madeira emóveis de Santa Catarina.Instituto EuvaldoLodi/SC 23/12/2003 15.000,00Verde-AmareloTOTAL Sub-total 2003 157.145,00Tabela 9. Pagamentos realizados com recursos do FNDCT/Fundos Setoriais de 01 de janeiro até 31 de dezembro de 2003 -SC
  • REF TíTULO CONVENENTE DATA VALORFNDCT/FUNDOSSETORIAIS1520/02 Aproveitamento de resíduos de madeira Instituto Euvaldo Lodi de 23/01/2003 20.050,00 Verde-Amarelo1692/01Arranjo produtivo local de madeira e móveis deSanta Catarina Instituto Euvaldo Lodi/SC 16/01/2004 57.800,00 Verde-Amarelo1692/01Arranjo produtivo local de madeira e móveis deSanta Catarina I Instituto Euvaldo Lodi/SC 29/06/2004 42.200,00 Verde-Amarelo1692/01Arranjo produtivo local de madeira e móveis deSanta Catarina Instituto Euvaldo Lodi/SC 29/06/2004 6.500,00 Verde-Amarelo1692/01Arranjo produtivo local de madeira e móveis deSanta Catarina Instituto Euvaldo Lodi/SC 29/06/2004 10.700,00 Verde-Amarelo1572/04 MERCOMÓVEIS/2004AMOESC – Associação dosmoveleiros do Oeste de SantaCatarina 28/09/2004 30.000,00FNDCT-Demaisações0984/02Otimização do processo de geração de energiaelétrica a partir do carvão e recuperaçãoambiental das áreas degradadas pela mineraçãoONG Terra Verde 29/12/2004 149.960,00 CT-ENERG2341/04Casa modelo de placas cimentícias de madeiramineralizada Instituto Gene Blumenau 29/12/2004 37.315,00CT-VERDEAMARELOSub-total 2004184.515,000,01Total 2003 a 2004 #REF!% sobre o FNDCT 2003A 2004#REF!Tabela 9. Pagamentos realizados com recursos do FNDCT/Fundos Setoriais de 01 de janeiro até 31 de dezembro de 2004 - SC
  • REF TíTULO CONVENENTE DATA VALORFNDCT/FUNDOSSETORIAIS1516/02Desenvolvimento de um ingrediente derivadoda erva mate para utilização em bebidas,alimentos e outros produtos nutracêuticos edietéticos. Funpar 23/01/2003 146.100,00 Verde-amarelo1992/01Tecnologia em silvicultura e manejo para acadeia produtiva da madeira e móveis Funpar 01/04/2003 91.743,75 Verde-Amarelo751/03I simpósio brasileiro sobre fixaçao de carbonoem sistemas agrícolas e florestais Iapar 01/10/2003 25.000,00 CT-AgroSub-total 2003 262.843,8% sobre o total doFNDCT EM 20033,61516/02Desenvolvimento de um ingrediente derivadoda erva-mate para utilização em bebidas,alimentos e outros produtos nutracéuticos edietétiucos Funpar 28/07/2004 14.700,00 Verde-Amarelo1992/01Tecnologia em silvicultura e manejo para acadeia produtiva da madeira e móveis Funpar 08/09/2004 78.743,75 Verde-Amarelo1517/02Tecnologia de formulação e aplicação eVerticillium lecanii para o controle de Cinaraspp. Em pínus Funpar 16/09/2004 38.030,00 Verde-AmareloSub-total 2004 131.473,75%sobre o total doFNDCT em 20041,31Total 2003 a 2004 394.317,50% sobre o total doFNDCT em 2003 a20042,26Tabela 6. Pagamentos realizados com recursos do FNDCT/Fundos Setoriais de 01 de janeiro até 31 de dezembro de 2003 e de 2004, ligados ao SetorFlorestal. ParanáUNPAR – Fundação da Universidade Federal do Paraná para o Desenvolvimento da Ciência, Tecnologia e da Cultura; IAPAR – Instituto Agronômico do Para
  • REQUISITOS PARA QUE UMA INOVAÇÃO TECNOLÓGICAREQUISITOS PARA QUE UMA INOVAÇÃO TECNOLÓGICARECEBA PRIORIDADE DE INVESTIMENTORECEBA PRIORIDADE DE INVESTIMENTOENERGIAENERGIAÁGUAÁGUADIÓXIDO DEDIÓXIDO DECARBONOCARBONONUTRIENTESNUTRIENTESMINERAISMINERAISMULTIDISCIPLINARMULTIDISCIPLINARREDEREDERECONHECIMENTORECONHECIMENTOPÚBLICOPÚBLICO
  • “Floresta e agrofloresta – Indústria do Futuro”AlimentoAlimentoAlimentoAlimentoEnergiaEnergiaEnergiaEnergiaSaúdeSaúdeSaúdeSaúdeQuímicosQuímicosQuímicosQuímicosFibrasFibrasFibrasFibrasMateriaisMateriaisMateriaisMateriais
  • EXEMPLOS DE TECNOLOGIASINDUSTRIAISAplicação de tecnologia de plasma para a reciclagem de embalagenscartonadas – inédita no mundo – Klabin – Tetara Pak – Alcoa – TSL Ambiental– Piracicaba - investimento de R$ 12 milhões na planta industrialUso de enzimas para a indústria de papel e celulose aumentoudramaticamente nas duas últimas décadas – economia de custos de produtosquímicos, eletricidade e de matéria – prima – redução do tempo – papel demelhor qualidadeMelhoria do processo de branqueamento a partir do Peróxido de Hidrogênio edo Ácido PeracéticoUso de surfactantes no destintamento do papelO desenvolvimento de novos processos e equipamentos já permite autilização de 100% das fibras recicladas para obtenção de papéis paraimprimir/escrever e tissue de alto grau de limpeza e alvura
  • EXEMPLOS DE TECNOLOGIASINDUSTRIAISSistemas de secagem que utilizam infravermelho de ondas curtas no final dasecagem das máquinas de papel, têm propiciado mais de 10% de aumento naproduçãoBomba helicoidal nacional colabora para o aumento da eficiencia operacionalao bombear polpa de papel com baixa, média e alta concentração de sólidossecos. Por ter capacidade de trabalhar com maiores concentrações,diminui oconsumo de água na fábricaAplicação de Hidroxicloreto em substituição ao CO2, Sulfato de Aluminio eÁcido Sulfúrico apesar de usado na EU constitui-se numa inovação para aindústria brasileira principalmente na correçao e neutralizaçao do pH emmáquinas tissue.Uso de corantes naturais: clorofila – cochonilha – indigo – faveira -CENTROFLORA
  • EXEMPLOS DE INVESTIMENTOSCONCORRENTESCerca de 8% do total de papel do mundo provém de materias primasdiferentes da madeira “non woods” de pinus e eucalipto – palha detrigo – fibra de banana (Roraima – SEBRAE) – sisal da Lwarcel -bambúcelulose a partir da bactéria (A. xylinum) fabricada pela BIONEXT aprimeira e única fábrica de celulose bacteriana do mundo
  • A PESQUISA FLORESTAL NACIONALPRINCIPAIS PROBLEMASRecursos humanos - proibição de contratação – envelhecimento – nãoreposiçãoProfissionais que entram não recebem dos que saem a bagagemcientífica e prática acumuladaInvestimento público para formação e manutenção de doutores e pós-doutores nos Institutos de Pesquisa Públicos diminuiu acentuadamente nosúltimos anos perdendo-se excelência científica.O Estado ainda é a principal fonte de recursos para as pesquisas florestaisembora as grandes empresas do setor tenham avançado sobremaneira emrelação a investimento cooperativo p.e: Projeto Rede Brasileira dePesquisa do Genoma de Eucalyptus – Genolyptus onde a Embrapa seassociou a 13 empresas e sete UniversidadesA Stora Enso tem 138 pessoas dedicadas integralmenteà pesquisa e aplica mais de 1% de seu faturamento emP&D&I