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Ecodesenvolvimento

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Palestra realizada por Moacir José Sales Medrado em 2010 para alunos do curso de pós - gradução da Escola de Florestas

Palestra realizada por Moacir José Sales Medrado em 2010 para alunos do curso de pós - gradução da Escola de Florestas

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  • Aluminum Tolerance in Maize Embrapa Maize and Sorghum - Brazil
  • Aluminum Tolerance in Maize Embrapa Maize and Sorghum - Brazil
  • Aluminum Tolerance in Maize Embrapa Maize and Sorghum - Brazil
  • Aluminum Tolerance in Maize Embrapa Maize and Sorghum - Brazil
  • Aluminum Tolerance in Maize Embrapa Maize and Sorghum - Brazil
  • Aluminum Tolerance in Maize Embrapa Maize and Sorghum - Brazil
  • Aluminum Tolerance in Maize Embrapa Maize and Sorghum - Brazil
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  • Aluminum Tolerance in Maize Embrapa Maize and Sorghum - Brazil
  • Aluminum Tolerance in Maize Embrapa Maize and Sorghum - Brazil
  • Aluminum Tolerance in Maize Embrapa Maize and Sorghum - Brazil
  • Transcript

    • 1. ECOLOGIA VEGETAL UM ENFOQUE PARA OTRÓPICO
    • 2. ECODESENVOLVIMENTOCURSO DE PÓS - GRADUAÇÃOESCOLA DE FLORESTASUNIVERSIDADE FEDERAL DOPARANÁ
    • 3. OBJETIVOSHARMONIZAR TROCAS EM FATORES FÍSICOS,BIOLÓGICOS, CULTURAIS, ASSEGURANDO QUE ASREAIS NECESSIDADES BÁSICAS DO POVO SEJAMMANTIDAS DENTRO DE UMA BASE SUSTENTÁVEL
    • 4. O QUE ENFATIZA?NECESSIDADE REAL BÁSICA DO POVO TROPICALAUTOR-CONFIANÇA DOS POVOSRECONHECIMENTO DAS RELAÇÕES SIMBIÓTICASENTRE O HOMEM E O MUNDO NATURAL
    • 5. QUAIS OS PROBLEMAS AENFRENTAR?É IMPOSSÍVEL PLANEJAR OU MESMO AVALIAR O VALORDA PRODUÇÃO UMA VEZ QUE O VALOR DOS PRODUTOS DEEXPORTAÇÃO É DETERMINADO PELO PAÍS IMPORTADOR ENÃO PELO CUSTO REAL DE SUA PRODUÇÃOQUADRO DE ASPIRAÇÕES DA DEMANDA INTERNADISTORCIDOCONCENTRAÇÃO DA PESQUISA EM PRODUTOS DEEXPORTAÇÃO
    • 6. QUAIS AS PERSPECTIVAS?AUMENTO DA COLHEITA A CURTO PRAZO NOSTRÓPICOS DELAPIDA O POTENCIAL NATURAL E QUEBRA OEQUILÍBRIO ENTRE ENTRADAS E SAÍDASMANTER FECHADO O CICLO DE NUTRIENTESNÃO PERFURAR O DOSSELMANTER A DIVERSIDADE BIÓTICA DE TIPOSFISIONÔMICOS, NÍVEIS TRÓFICOS E FORMAS DE VIDA
    • 7. PROPOSIÇÕES DEPESQUISA
    • 8. BIOLOGIA DA FLORESTALONGEVIDADE FOLIARA LONGEVIDADE FOLIAR É PROPORCIONAL AO SEU GRAU DE PROTEÇÃOQUÍMICA?A LONGEVIDADE FOLIAR É PROPORCIONAL À IDADE, SAÚDE, FAZERREPRODUTIVA, NUTRIÇÃO?AS FOLHAS DAS ÁRVORES ADULTAS DA FLORESTA PLUVIAL SEMPREVERDE SÃO SUBSTITUÍDAS COM MAIOR FREQUENCIA DO AQUELASFORMAS JOVENS DO EXTRATO INFERIOR?FAZER PESQUISA SOBRE REAÇÃO À DESFOLHA
    • 9. BIOLOGIA DA FLORESTAPROGRESSÃO SUCESSIVATESTAR A HIPÓETESE: A RAZÃO DA RECUPERAÇÃO DA VEGETAÇÃOPARA UMA FISIONOMIA PRÓXIMO AO ORIGINAL DEPENDE DAS FORMAS DEVIDA DAS ESPÉCIES QUE INICIALMENTE INVADEM A ÁREAO NÚMERO DE ESPÉCIES QUE SE REPRODUZEM NUMA MESMA SÉRIESUCESSIONAL É EM GERAL BEM MENOR QUE O NÚMERO DE ESPÉCIESCUJAS SEMENTES ALCANÇAM A ÁREAQUANTO MAIS POBRE O SOLO MENOR A INFLUÊNCIA DA ELIMINAÇÃO DEHERBÍVOROS NO PADRÃO SUCESSIONAL
    • 10. BIOLOGIA DA FLORESTADESTINO PÓS-DISPERSÃO DAS PLANTAS JOVENSOBSERVAR O QUE ACONTECE A PLANTAS JOVENS DEPOIS DE SUAINTRODUÇÃO EM DETERMINADO HABITAT E A CORRELAÇÃO DESOBREVIVÊNCIA COM A POSIÇÃO DAS PLANTAS ADULTASIDA DASESPÉCIES QUE INICIALMENTE INVADEM A ÁREATAXAS DE DECOMPOSIÇÃOCONHECER O EFEITO DA LIXIVIA DA FOLHAGEM VIVA E DASERRAPILHEIRA SOBRE RAÍZES E ANIMAIS
    • 11. BIOLOGIA DA FLORESTADISPERSÃOESTABELECER METODOLOGIA DE ESTUDO ATNENTANDO PARA:COLETA E ANOTAÇÃO DOS DADOSTAMANHO E CIRCUNSTÂNCIAS COMPETITIVAS DAS COPASÁRVORES SUB-ADULTAS SÃO MENORES E MAIS VISÍVEIS AOSCOLETADORES DE DADOS GERANDO ERROSNÃO ANOTAR DADOS DE ÁRVORES DOENTES
    • 12. BIOLOGIA DA FLORESTADISPERSÃOESTABELECER METODOLOGIA DE ESTUDO ATNENTANDO PARA:NÃO CENTRAR ESTUDOS EM ÁRVORES A PLENO SOLNÃO CONSIDERAR FLORESCIMENTO COMO IGUAL A FRUTIFICAÇÃOHÁ GALHOS QUE SE TORNAM ASSÍNCRONOS E PRODUZEM FLORES OUFRUTOS FORA DE ÉPOCA QUE NÃO SERÃO DISPERSADOSNÃO TRAÇAR PADRÕES PARA UMA POPULAÇÃO A PARTIR DE UMA ÁRVOREATENTAR PARA VARIAÇÕES GEOGRÁFICAS POIS PRODUÇÃO DE SEMENTESVARIA COM O HABITAT
    • 13. BIOLOGIA DA FLORESTASISTEMAS DE CRUZAMENTOFREQUENCIA DE QUEBRA DE SISTEMAS DE AUTO-IMCOMPATIBILIDADE (FATORES QUE PROMOVEM ESSAQUEBRA)VARIAÇÃO GENÉTICA NAS FLROESTAS TROPICAIS(INTENSIFICAR O USO DE ELETROFORESRE)
    • 14. BIOLOGIA DA FLORESTADEFESA DO AMBIENTEAUEMENTO DA REDE DE COLETA DE DADOS METEOROLÓGICOSAMPLIAR A PESQUISA SOBRE BIOCLIMATOLOIGAAMPLIAR PESQUISA SOBRE REFLORESTAMENTOTRANSFORMAR AS GRANDES RESERVAS FLORESTAIS EMCENTROS ATIVOS DE ESTUDOS DE ECOLOGIA TROPICALDESENVOLVENDO PESQUISAS BÁSICAS E FORMAÇÃO DEPESQUISADORES
    • 15. BIOLOGIA DA FLORESTASISTEMAS DE EXPLORAÇÃO AGROPECUÁRIAAMPLIAR ESTUDOS NAS ÁREAS DE PESQUISA EM SISTEMASAGROFLORESTAISDESENVOLVER MAIOR NÚMERO DE PESQUISAS COM FRUTICULTURATROPICAL EM: LEVANTAMENTO DE ESPÉCIES, DIVERSIDADE GENÉTICA ECOLETA E AVALIAÇÃOAMPLIARA OS ESTUDOS COM PALMACEAS TAIS COMO: DENDÊ, BURITI,PUPUNHA, AÇAÍ, PATAUÁDESENVOLVER MAIS ESTUDOS SOBRE FENOLOGIA E RITMO DECRESCIMENTO PRINCIPALMENTE COM RESPEITO A: FLORAÇÃO, QUEDA ERENOVAÇÃO DAS FOLHAS, ATIVIDADE CAMBIAL E MATURAÇÃO DOSFRUTOS
    • 16. BIOLOGIA DA FLORESTASISTEMAS DE EXPLORAÇÃO AGROPECUÁRIAAPROVEITAMENTO INTEGRAL DAS FLORESTAS (MANEJO FLORESTALECOLÓGICO)USO DE LEGUMINOSAS RASTEIRAS PARA COBERTURA DE SOLOS EMCULTIVOS PERENESLEVANTAMENTO, TESTES DE CAMPO SOBRE LEGUMINOSAS ARBUSTIVASE ARBOREAS PARA UTILIZAÇÃO COMO SOMBREAMENTO DE PASTAGENS ECULTIVO EM ALÉIASFAZER LEVANTAMENTO DE LEGUMINOSAS SOB A FLORESTA TROPICALPARA USO EM SISTEMAS AGROFLORESTAIS
    • 17. BIOLOGIA DA FLORESTASISTEMAS DE EXPLORAÇÃO AGROPECUÁRIAAMPLIAR OS ESTUDOS SOBRE A FLORA MEDICINAL E SOBREPRODUTORES DE ÓLEOS ESSENCIAISAMPLIAR OS ESTUDOS SOBRE A AGRICULTURA MIGRATÓRIADESENVOLVER ESTUDOS SOBRE ENRIQUECIMENTO DECAPOEIRAS
    • 18. BIOLOGIA DA FLORESTAFORMAÇÃO DE PESQUISADORES E AGENTES DEASSISTÊNCIA TÉCNICANOÇÕES SOBRE SOLOS TROPICAISFISIOLOGIA DA PRODUÇÃO EM REGIÕES TROPICAIS ÚMIDASPRINCÍPIOS DE EXPERIMENTAÇÃO COM FERTILIZANTES EM CULTIVOSPERENESREQUERIMENTOS NUTRICIONAIS E EFICIÊNCIA DA UTILIZAÇÃO DEADUBOS NAS CONDIÇÕES TROPICAIS (MICORRIZAS, BACTERIAS FIXADORASDE N)INVESTIGAÇÕES FENOLÓGICAS EM ESPÉCIES POTENCIAIS