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Ea D E O Construcionismo2

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  • 1. Educação a distância e o construcionismo
  • 2. Educação a distância (em português: educação a distância=ensino a distância=teleducação)
    • Conceito –
      • CHAVES (1999) – EAD, no sentido fundamental da expressão, é o ensino que ocorre quando o ensinante e o aprendente (aquele a quem se ensina) estão separados (no tempo ou no espaço).
  • 3. Educação a distância (continuação)
    • Conceito –
      • CHAVES (1999) – uma forma de utilizar a tecnologia de telecomunicação e de transmissão de dados, voz (sons) e imagens (incluindo dinâmicas, isto é, televisão ou vídeo) na promoção da educação . Não é preciso ressaltar que todas essas tecnologias, hoje, convergem para o computador.
  • 4. Educação a distância (continuação)
    • MOORE (1973) – ensino a distância pode ser definido como a família de métodos instrucionais onde as ações dos professores são executadas a parte das ações dos alunos, incluindo aquelas situações continuadas que podem ser feitas na presença dos estudantes. Porém, a comunicação entre o professor e o aluno deve ser facilitada por meios impressos, eletrônicos, mecânicos ou outros.
  • 5. Educação a distância (continuação)
    • DOHMEM (1967) – Educação a distância é uma forma sistematicamente organizada de autoestudo onde o aluno se instrui a partir do material de estudo que lhe é apresentado, onde o acompanhamento e supervisão do sucesso do estudante são levados a cabo por um grupo de professores. Isto é possível de ser feito a distância através da aplicação de meios de comunicação capazes de vencer longas distâncias.
  • 6. Educação a distância (continuação)
    • KEEGAN (1991) – características da EaD
    • Separação física entre professor e aluno;
    • Utilização de meios técnicos de comunicação;
    • Previsão para a comunicação de mão dupla;
    • Possibilidade de encontros ocasionais;
    • Influência da organização educacional (planejamento, sistematização, plano, projeto, organização dirigida etc)
  • 7. Novas tecnologias (AZEVEDO, Wilson)
    • Novas tecnologias, ao se disseminarem pela sociedade, levam a novas experiências e a novas formas de relação
    • com o outro,
    • com o conhecimento
    • e com o processo de ensino-aprendizagem.
  • 8. Conhecimento (CHAVES, 1999)
    • O conhecimento é inexaurível, sempre sendo possível gerar mais.
    • Duas pessoas podem possuir o mesmo conhecimento ao mesmo tempo.
    • Quanto mais pessoas têm conhecimento, mais é gerado.
    • O conhecimento transcende fronteiras, é verdadeiramente global, não sendo propriedade de nenhuma nação.
    • A alfândega não inspeciona quanto conhecimento entra e sai do país.
  • 9. Conhecimento (CHAVES, 1999) (continuação)
    • Por isso, o conhecimento se tornou extremamente valioso em nossos dias
    • O fato de eu poder compartilhar o conhecimento sem ficar sem ele não quer dizer que eu deva compartilhá-lo gratuitamente
    • Se fui eu que descobri ou inventei um certo conhecimento, posso cobrar para transmiti-lo, e, eventualmente, ganhar mais com isso do que se tentasse, sozinho, aplicá-lo
  • 10. Ensino (DEMO, 1998)
    • Recursos instrucionais e de treinamento - de fora para dentro e de cima para baixo.
    • É diretivo, acentuando a relação hierárquica entre quem ensina e quem aprende.
    • Aparece fortemente o componente de dominação.
  • 11. Ensino (FREIRE em RAMOS, 1996)
    • Alguns pensamentos de Paulo Freire:
    • Toda teoria pedagógica é subjacente a um conceito de homem e de mundo. Não há, portanto, educação neutra.
    • O homem é um ser que opera e transforma o mundo. Sua vocação de ser mais está intimamente ligada à humanização, isto é, à comunhão entre os homens e dos homens com o mundo.
  • 12. Ensino (FREIRE em RAMOS, 1996)
    • Concepção bancária = ensino
      • O educador é o depositante dos conteúdos nos educandos;
      • Quanto mais conteúdos depositar, melhor educador será o professor;
      • O saber é uma doação;
      • A realidade é apresentada como algo estático e alheio à experiência do educando;
      • Essa concepção reflete a sociedade opressora e a cultura do silêncio.
  • 13. Educação (FREIRE em RAMOS, 1996)
    • Concepção humanista (libertadora e problematizadora) = educação
    • A criatividade é estimulada;
    • Ao contrário do anti-diálogo que gera o medo que intimida e aliena, a verdadeira educação privilegia a ação e um diálogo baseado na esperança, confiança, humildade e simpatia.
  • 14. Educação (FREIRE em RAMOS, 1996)
    • A qualidade do processo educacional deve medir-se pelo potencial adquirido pelos educandos, de transformação do mundo. Ou seja, pelo fato de os mesmos terem ou não retornado à trilha da sua verdadeira vocação como homens.
  • 15. Educação (DEMO, 1998)
    • Educação é um processo de constituição histórica do sujeito, através do qual torna-se capaz de projeto próprio de vida e de sociedade, em sentido individual e coletivo.
    • É uma dinâmica de dentro para fora, ainda que não aconteça jamais como ato individual.
  • 16.
    • Nesse sentido sinaliza a competência maior do ser humano que é o de teor político, incluindo-se nisto em particular a competência de aprender.
  • 17.
    • Competência Humana é saber conceber e realizar uma proposta coletiva de desenvolvimento, voltada crucialmente para o bem comum, ou seja, que, além de garantir crescimento econômico, o torne sobretudo instrumento de qualidade de vida para todos.
  • 18. de dentro pra fora de fora pra dentro de baixo pra cima de cima pra baixo Relação social Relação individual Ensino Educação
  • 19. Para discutir...
      • Onde o aluno é objeto, não há educação.
      • O papel correto do professor não é o de dar aula, mas de fazer o aluno aprender.
      • A noção de inteligência evoluiu para uma valorização sem precedentes dos aspectos emocionais, também porque a aprendizagem mais profunda e, nesse sentido, mais humana e humanizante é a que se nutre da emoção.
  • 20.
    • Um ser humano emocionalmente competente é tão importante quanto racionalmente competente.
  • 21. Aprendizagem para Piaget (MACEDO, 1994)
    • Refere-se à aquisição de uma resposta particular, apreendida em função da experiência, obtida de forma sistemática ou não. O desenvolvimento seria uma aprendizagem no sentido lato, sendo o responsável pela formação dos conhecimentos.
  • 22. Aprendizagem para Freire (RAMOS, 1996)
    • Na concepção humanista de Freire, a aprendizagem se realiza através da constante problematização do homem-mundo. É só no enfrentamento dialético entre o sujeito e o mundo que a aprendizagem acontece. Aprender exige uma confrontação efetiva dos verdadeiros problemas.
    • Sem consciência crítica ou livre não há aprendizado. A opressão mata o processo cognitivo.
    • Para Freire, aprender é arriscar-se, é inventar, é transformar.
  • 23.
    • A qualidade do processo educacional deve medir-se pelo potencial adquirido pelos educandos de transformação do mundo. Ou seja, pelo fato dos mesmos terem ou não retornado à trilha da sua verdadeira vocação como homens.
    Aprendizagem para Freire (RAMOS, 1996)
  • 24. Aprendizagem para Papert (PAPERT, 1985, p. 13)
    • É preciso ver as pessoas como construtores ativos de suas próprias estruturas intelectuais, ou do seu conhecimento.
    • O que um indivíduo pode aprender e como ele aprende isso depende dos modelos que tem disponíveis. Isso impõe, recursivamente, a questão de como ele aprendeu esses modelos.
  • 25. Aprendizagem para Papert (PAPERT, 1985, p. 13)
    • Assim, as “leis da aprendizagem” devem estar em
      • como as estruturas se desenvolvem a partir de outras e,
      • em como, nesse processo, adquirem as formas lógica e emocional.
  • 26. Aprendizagem cooperativa (COAC –UCPel) Livro 1 – p.23
    • Leva os estudantes a se tornarem envolvidos muito mais diretamente nas idéias da classe. Todos aprendem a:
      • Adquirir mais confiança e habilidade no trato com as próprias idéias;
      • Levantar questões;
      • Ouvir cuidadosamente;
      • Manter-se concentrados no foco das questões;
  • 27. Aprendizagem cooperativa (COAC –UCPel) (continuação)
      • Defender idéias;
      • Responder as questões dos outros;
      • Estabelecer uma questão de mútua confiança com os colegas;
      • Dominar a arte de discordar dos outros com respeito e cortesia;
      • Discernir e reconhecer as limitações de seus próprios pontos de vista.
  • 28. Efeitos da aprendizagem cooperativa (COAC –UCPel) Livro 1 – p.25
      • Desempenho superior
      • Retnção crescente
      • Mais uso de raciocínio superior
      • Aumento da tomada de perspectivas
      • Maior motivação intrínseca
      • Relacionamentos heterogêneos mais positivos
      • Auto-estima mais elevada
  • 29. Efeitos da aprendizagem cooperativa (COAC –UCPel) (continuação)
      • Melhores atitudes em relação à escola
      • Melhores atitudes em relação aos professores
      • Maior apoio social
      • Ajustamento psicológico mais positivo
      • Comportamento mais voltado a tarefa a ser cumprida
      • Maior capacidade de cooperação
  • 30. Aprendizagem cooperativa – 5 componentes essenciais (COAC –UCPel) Livro 1 – p.31
    • Interdependência positiva (a tarefa só e´completada se todos os membros participarem)
    • Responsabilidade do indivíduo
    • Processamento através do grupo
    • Desenvolvimento de habilidades sociais
    • Interação face-a-face
  • 31. Como a tecnologia pode interferir no processo cognitivo? (RAMOS, 1996, capítulo 5)
    • As técnicas de hipertexto e hipermídia poderão desenvolver novos paradigmas de desenvolvimento. (LEVY, 1995)
    • Os recursos de manipulação gráfica, que estão gerando novos sistemas de representação poderosíssimos, permitem novas formas de comunicação e expressão desse novo pensamento, assim como o impulsionam.
  • 32. Como a tecnologia pode interferir no processo cognitivo? (RAMOS, 1996, capítulo 5)
    • A transcendência do real é, dessa forma, impulsionada pelas novas tecnologias fazendo que os estágios de meta-reflexão – necessários para o desenvolvimento da consciência crítica, da autonomia, da capacidade de cooperação, do estabelecimento do diálogo
    • – sejam mais facilmente alcançados.
  • 33. Como a tecnologia pode interferir no processo cognitivo? (RAMOS, 1996, capítulo 5)
    • Porém, se a perspectiva pedagógica adotada for opressora, então, não haverá aprendizado. Não importa quão maravilhosa seja a ferramenta.
  • 34. EaD - Proposta Pedagógica (COAC-UCpel) Livro 2 – p.202
    • Modelo pedagógico específico que deve estar atento aos seguintes aspectos
      • 1 Cada vez mais exige-se hoje profissionais e cidadãos capazes de trabalhar em grupo, interagindo em equipes reais ou virtuais.
      • 2 Cada vez mais trabalhar e aprender se tornam uma só coisa, e como trabalhar se torna cada vez mais algo que se faz em equipe, aprender trabalhando se faz cada vez mais em grupo.
  • 35. EaD - Proposta Pedagógica (COAC-UCpel) Livro 2 – p.202
      • 3 Mais do que o sujeito "autônomo", "auto-didata", a sociedade hoje requer um sujeito que saiba contribuir para o aprendizado do grupo de pessoas do qual ele faz parte, quer ensinando, quer mobilizando, respondendo ou perguntando. É a inteligência coletiva do grupo que se deseja por em funcionamento, a combinação de competências distribuídas entre seus integrantes, mais do que a genialidade de um só.
  • 36. EaD - Proposta Pedagógica (COAC-UCpel) Livro 2 – p.202
      • 4 Dentro deste quadro, aprender a aprender colaborativamente é mais importante do que aprender a aprender sozinho, por conta própria. Co-laborar , mais do que simplesmente laborar.
  • 37. EaD Papel do Professor (AZEVEDO)
    • Papel de animador de uma comunidade virtual de aprendizes.
    • Companheiro
    • Líder
    • Domínio do conteúdo e de técnicas didáticas
  • 38. EaD Papel do Professor (AZEVEDO)
    • Capacidade de :
      • mobilizar a comunidade de aprendizes em torno de sua própria aprendizagem;
      • fomentar o debate;
      • manter o clima para ajuda mútua;
      • incentivar cada um a se tornar responsável pela motivação de todo o grupo
  • 39. EaD Papel do aluno (AZEVEDO)
    • Ser capaz de perceber-se como parte de uma comunidade virtual de aprendizagem colaborativa e desempenhar o novo papel a ele reservado nesta comunidade.
    • Ser capaz de trocas interpessoais e comunitárias sem o contato face-a-face.
  • 40. EaD Papel do aluno (Regina)
    • Autonomia.
    • Cooperação.
    • Percepção do outro e de suas necessidades.
    • Considera o bem-estar da comunidade como parte fundamental do seu próprio bem-estar.
  • 41. "Como Tornar-se um Aluno Online" (AZEVEDO)
    • Alunos iniciantes devem ser apresentados aos recursos do sistema adotado para o gerenciamento do ensino a distância mediado por computador.
  • 42. "Como Tornar-se um Aluno Online" (AZEVEDO)
    • Assim, devem ser vistos:
    • Aspectos operacionais
    • Aspectos pedagógicos
    • Aspectos sócio-culturais
    • Aspectos práticos (como a administração do tempo e estratégias de aprendizagem a distância).
    • Mas um dos aspectos mais importantes é que através dele o aluno é desafiado a interagir em turma, a desenvolver uma atitude mais participativa e ativa. 
  • 43. EaD Formação de professores (Regina)
    • Preferencialmente, os professores devem vivenciar um processo de formação onde participem de cursos de EaD dentro desse novo paradigma de ensino/aprendizagem:
    • que é mais centrado no aluno do que no professor;
    • onde o sentimento de autonomia e as relações de cooperação são incentivadas e
    • todos procuram o crescimento de todos.
  • 44. EaD Recursos tecnológicos (LFTM)
    • E-mail
    • Chat
    • Grupos de discussão
    • www
    • Video-conferências
    • ftp e dowload
    • (material impresso, CD-Rom, 0-800,...)
  • 45. EaD Recursos humanos (lawi.ucpel.tche.br)
    • Gerente do Projeto
    • Designer Instrucional
    • Gerente do Sistema
    • Especialista no tema
    • Aprendentes
    • Gerente dos Aprendentes
    • Assessor Jurídico
    • Editor (es) Revisor (es)
    • Programador (es)
    • Artista (s) Gráfico (s)
    • Webmaster (s)
    • Instrutor (es)
  • 46. AUTONOMIA
    • - está relacionada com o surgimento das relações de cooperação;
    • - “consciência de si mesmo como autor de sua própria história, que pode decidir o que, como, quando e por que fazer”;
    • - autonomia requer liberdade para poder decidir, criar, ser curioso, correr riscos, ousar sem medo de errar.
  • 47. COOPERAÇÃO
    • - cooperação - participação em operações inter-individuais;
    • - pressupõe equilíbrio nas trocas e reciprocidade entre os parceiros;
    • - equilíbrio nas trocas - exige a mesma escala de valores;
    • - reciprocidade - não podem estar presentes relações de coação e egocentrismo.
    • - é a partir do respeito mútuo que a cooperação pode existir.
  • 48. Cooperação (continuação)
    • Nas relações cooperativas o respeito mútuo é uma exigência.
    • Respeito mútuo implica em:
      • Superação dos próprios pontos de vista,
      • Compartilhar com o outro uma escala de valores,
      • Definir conjuntamente as metas.
  • 49. AUTO-ESTIMA
    • - percepção que o indivíduo tem de seu próprio valor;
    • - alta auto-estima - sabem-se capazes de realizar aquilo que quiserem fazer; são altamente motivados, desejosos de aprender e não se preocupam - excessivamente - com o que os outros possam pensar.
    • - baixa auto-estima - não confiam em si mesmos; como acreditam que vão fracassar, não se esforçam para triunfar; não aprendem bem; procuram compensar seu sentimento de inferioridade criticando os demais.
  • 50. CÍRCULO INDISSOCIÁVEL
  • 51. CRIATIVIDADE/LIBERDADE/ APRENDIZAGEM (Regina)
    • O ponto de partida para a aprendizagem é a liberdade. É a partir dela que podem existir a criatividade e a curiosidade.
    • A criatividade nos fará ir além, descobrir e redescobrir, acrescentar. Porém o que move a criatividade é a curiosidade.
  • 52. CRIATIVIDADE/LIBERDADE/ APRENDIZAGEM (Regina)
    • A opressão mata o processo cognitivo (Freire). Sem consciência crítica ou livre não há aprendizado.
    • A autonomia só irá aconteceer na medida em que se tenha liberdade para tomar decisões, ousar sem medo de errar, correr riscos.
  • 53. CRIATIVIDADE/LIBERDADE/ APRENDIZAGEM (Regina)
    • Para que um indivíduo se arrisque, ele precisa saber-se aceito no caso de fracassar, ele precisa pertencer a um grupo que respeite seu modo de pensar e sua escala de valores, onde, na certeza da reciprocidade, seus membros cooperam entre si.
  • 54. Referências bibliográficas
    • AZEVEDO, Wilson. Muito além do jardim de infância: o desafio do preparo de alunos e professores on-line. 
    • CHAVES, Eduardo. O Ensino a distância: conceitos básicos. [on line]. Disponível na Internet http ://www. edutecnet .com. br / edconc . htm
    • CHAVES, Eduardo. Sociedade, Conhecimento, Tecnologia e Educação. Disponível na Internet em
    • http ://www. edutecnet .com. br /
  • 55.
    • COAC-UCPel. Livro de Estudos. Volume 1.
    • COAC-UCPel. Livro de Estudos. Volume 2.
    • COSTA, Ana Rita Firmino. Estudo das interações interindividuais em ambiente de rede telemática . Dissertação de mestrado, UFRGS, 1995.
    • MOORE (1973), DOHMEM (1967), KEEGAN, D. (1991) são citados em NUNES, Ivônio de Barros. Noções de educação a distância. Disponível na Internet http :// www.intelecto.net/ead_textos/ivonio1.htm
  • 56.
    • MACEDO Lino. Ensaios Construtivistas . São Paulo: Editora Casa do Psicólogo, 1994.
    • PAPERT, Seymour. LOGO: computadores e educação. São Paulo: Editora Brasiliense, 1985.
    • RAMOS, Edla Faust. Análise ergonômica do sistema hiperNet buscando o aprendizado da cooperação e da autonomia . Tese de doutorado – Programa de Pós-graduação em Engenharia da Produção da Universidade Federal de Santa Catarina, 1996.
    • lawi.ucpel.tche.br
    • coac.ucpel.tche.br
  • 57. Abordagem Construcionista (continuação)
    • * permite que o aluno expresse seu estilo cognitivo; * permite que o aluno reflita sobre o que está fazendo; * parte do entendimento que o aluno aprende usando
    • RAZÃO e EMOÇÃO.
  • 58. CONSTRUCIONISMO centra-se no
    • * PENSAR, * CRIAR, * DESAFIO, * CONFLITO e * na DESCOBERTA
  • 59. Abordagem Construcionista
    • pode ser um poderoso auxiliar numa mudança de paradigma de ensino * o computador deve ser usado como uma máquina a ser ensinada; * a aprendizagem é vista como uma construção; * os erros são considerados fontes para novas reflexões; * o centro da aprendizagem está no educando e não no professor;
  • 60. Bases do construcionismo (Papert - 1994)
    • * DEWEY - o método por descoberta
    • - aquisição do saber é fruto do processo de reflexão sobre a experiência.
    • * PAULO FREIRE - a educação progressista e emancipadora
    • - a prática educativa deve priorizar trocas entre o conhecimento já adquirido pelo educando e a construção de um saber científico.
  • 61. Bases do construcionismo (continuação)
    • * JEAN PIAGET - a epistemologia genética
    • - o conhecimento realmente ocorre quando o sujeito consegue refletir sobre o fazer, dominar em pensamento a ação.
    • * VYGOTSKY - a zona proximal de desenvolvimento
    • - o indivíduo constrói sua própria visão de mundo e sua forma de atuar nele a partir de interações sociais; o professor deve atuar dentro da ZPD do aluno, isto é, entre o que ele já sabe e o que potencialmente já é capaz de fazer, se receber uma ajuda.
  • 62. Como utilizar a EaD de forma a favorecer o desenvolvimento da criatividade, da autonomia, da auto-estima e da cooperação nos aprendizes?
  • 63. Que características cognitivas são evidenciadas de modo a caracterizar uma cooperação real de pensamento?
    • Nas trocas estabelecidas, os sujeitos:
      • apresentam uma escala comum de valores?
      • conservam os valores de trocas anteriores?
      • apresentam reciprocidade?
  • 64. Que características são observadas no processo de comunicação em rede telemática? (Costa, Ana Rita Firmino)
    • As interações através das comunicações via rede
      • Possuem uma duração apenas inicial ou se estabelece em uma continuidade?
      • Surgem espontaneamente ou por provocação?
      • Explicitam valores de troca intelectual ou afetiva?
      • São finalizadas pelo sujeito que a provocou ou pelo provocado?
  • 65. Educar pela pesquisa
    • Educação por projetos de aprendizagem
    • EaD – Histórico
    • EaD no Brasil
    • As bases legais da EaD no Brasil
    • Experiências em Universidades
    • Experiências em escolas
    • Portais Educacionais
  • 66. Aula do dia 18/05/2001
    • 7:00 às 7:30 – levantamento junto aos alunos de vivências e sentimentos em EaD.
    • 7:30 as 9:00 – apresentação e discussão da palestra a EaD e o construcionismo.
    • 9:00 as 9:20 – intervalo
    • 9:20 as 10:30 – separação da aula em 4 grupos e preparação para a execução de:
      • Tarefa – apresentar um supermini curso a distância sobre algum dos tópicos da aula de hoje.
      • Desafio – utilizar a abordagem construcionista.
    • A turma elaborará em conjunto os critérios de montagem, avaliação e execução dos cursos.
    • Apresentações:
      • Grupo 1 – dia 25/05 das 7:00 as 8:30
      • Grupo 2 – dia 25/05 das 9:00 as 10:30
      • Grupo 3 – dia 01/06 das 7:00 as 8:30
      • Grupo 4 – dia 01/06 das 9:00 as 10:30

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