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Curso ad cro ce - 23 de junho de 2014
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Curso ad cro ce - 23 de junho de 2014

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  • 1. Mercado de Trabalho para o cirurgião-dentista no Estado do Ceará Marlio Ximenes Carlos
  • 2. Constituição Federal/1988  Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação.  Art. 199. A assistência à saúde é livre à iniciativa privada  § 1º - As instituições privadas poderão participar de forma complementar do sistema único de saúde, segundo diretrizes deste, mediante contrato de direito público ou convênio, tendo preferência as entidades filantrópicas e as sem fins lucrativos.
  • 3. O sistema de saúde brasileiro é composto por dois subsistemas: – PÚBLICO: • Sistema Único de Saúde (SUS). – PRIVADO: • Saúde Suplementar: – Planos e seguro saúde. • Particulares autônomos. 6 MERCADO DA SAÚDE NO BRASIL
  • 4. Sistemas de Saúde no Brasil SUS  Público;  Financiado através de impostos;  Mandatório;  Universal;  Cobertura Integral. Suplementar  Privado;  Financiado através de contribuições de indivíduos e empresas;  Voluntário;  Excludente;  Regulado pelo Estado.
  • 5. Jornal Escanteio, 2013 Quem é nosso povo ?
  • 6. Saúde Suplementar
  • 7. Caderno de Informação da Saúde Suplementar – Dez/2013
  • 8. PLANO DE VIDA
  • 9. • Um documento que especifica as condições do mercado no geral e do segmento da saúde bucal, as características do serviço prestado, do cliente, dos concorrentes e dos fornecedores; identifica os custos e as projeções de lucros e ajuda a construir cenários. • Cumpre a função de propiciar o entendimento do negócio, apontando riscos e oportunidades; ao oferecer informações de maneira organizada, o plano contribui para a construção de uma postura profissional mais empresarial e mais adaptável às inevitáveis mudanças que o meio econômico impõe. • Nos permite errar no papel. Maria Cristina Sanches Amorim e Eduardo Perillo Plano de negócios
  • 10. O que vamos produzir? (Produto) Como vamos produzir? (Processos) Para quem vamos produzir? (Segmentação) O que consideramos serviços de qualidade? (Padrões) Quanto custa produzir? (Custos) Temos procura para a produção? (Demanda) Os processos apresentam resultados? (Controles) Quanto podemos produzir? (Capacidade instalada) Ricardo Massayuki Assada
  • 11. Obras – construção, arquitetura (decoração de interiores) Recursos humanos (contratação e treinamento) Financeiro (cobrança, financiamento, investimentos, compras) Fiscal e contábil Legal (certidões, contratos, leis, prontuários) Tecnologia (manutenção) Imagem (propaganda, publicidade) Consciência social
  • 12. Plínio Augusto Rehse Tomaz Sazonalidade
  • 13. "Um mercado encontra-se em estado de demanda negativa quando uma parcela significativa dele não gosta do produto e até mesmo o evita - vacinas, serviços odontológicos, vasectomias e operações de vesícula, por exemplo." KOTLER Ricardo Massayuki Assada
  • 14. Concorrência indireta são os bens de demanda positiva. O que é isto? É aquilo que espontaneamente o cliente deseja, pelo qual está disposto a gastar o seu dinheiro. A concorrência direta somente aparece quando a concorrência indireta for vencida, quando você não pode mais expandir o seu número de clientes sem tirar clientes de outro cirurgião-dentista. Roberto Caproni
  • 15. Sempre que atuamos em um determinado setor da atividade econômica, existem forças que governam a competição:  a ameaça de novas empresas que entram neste setor;  o poder de negociação dos fornecedores;  o poder de negociação dos clientes e  a existência e acesso a produtos ou serviços substitutos. A habilidade das empresas em conviver e se antecipar a estas forças, bem como o equilíbrio das mesmas, é o que determina o sucesso e a vantagem das empresas em relação aos seus competidores. Bernardino Marques de Figueiredo Filho
  • 16. Clientes internos Clientes externos Clientes ocultos No Brasil, a imensa maioria da indústria e do comércio já está inserida na Era do Cliente. Os profissionais de saúde continuam ignorando esta revolução que mudou o poder para as mãos dos clientes em todo o mundo civilizado. A Era do Paciente está morta! Roberto Caproni
  • 17. A decisão de um cliente é sempre tomada em cima da relação custo/benefício, e não apenas sobre o preço, como se pensa. O preço também faz parte dos custos. Mas o preço não é o único fator gerador de custo para o cliente. Roberto Caproni Vários fatores influem na decisão do cliente para iniciar um trabalho: comprometimento estético e/ou funcional; presença de dor; limitação da comunicação; grau de conhecimento técnico do paciente; complexidade do trabalho a ser realizado; tempo para execução do serviço; confiança no profissional; atendimento gentil e personalizado. Júlio César Freitas Vicente
  • 18. Clientes Transacionais X Clientes Consultivos
  • 19. O preço seleciona os clientes. Defina primeiramente o tipo de público que você deseja ter. Classes sócio-econômicas mais altas estão dispostas a pagar mais por seu nome e pela ostentação de seu consultório. De alguma forma, já esperam que o seu preço seja superior à média. Por outro lado, classes mais simples esperam preços mais acessíveis e segundo nossas pesquisas, 73% delas estão dispostas a trocar de profissional se os preços aumentarem. Plínio Augusto Rehse Tomaz
  • 20. Plínio Augusto Rehse Tomaz A guerra de preços faz ainda menos sentido quando o seu público-alvo for predominantemente da classe sócio-econômica A e B. Segundo um levantamento que fiz no ano passado, apenas 21% dos entrevistados destas classes disseram que se houvesse aumento nos preços mudaria de profissional. Os outros 80% não apontaram isso como algo significativo. Em outras palavras: ficar abaixando os preços não apenas retira sua margem de lucro, como desqualifica a categoria como um todo e o torna profissionalmente fraco perante o seu cliente.
  • 21. Steven D. Levitt Stephen J. Dubner Boa parte das pesquisas de cunho psicológico e econômico revelou que as pessoas se dispõem a pagar preços diferenciados pela mesma coisa dependendo de quem a fornece.
  • 22. O serviço odontológico é, no geral, invisível ao cliente, e o que conta em sua mente é a parte visível, vivenciada e avaliada em cada detalhe. Ele dificilmente percebe a qualidade técnica ou a tecnologia empregada no serviço, mas sim a qualidade funcional (relacionada ao processo), dependendo muito da percepção dos profissionais. De nada adianta um profissional brilhante tecnicamente se ele não entende as percepções dos clientes, pois a qualidade é qualquer coisa que os clientes afirmam ser, qualquer coisa que o cliente perceba como tal. Ricardo Massayuki Assada
  • 23. O inimigo sou eu mesmo.
  • 24. marlio@unifor.br OBRIGADO