Arquiteturas cognitivas para_a_aprendizagem_multimedia
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Arquiteturas cognitivas para_a_aprendizagem_multimedia

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Trabalho do Grupo1 - MCEM 2011 - UC Comunicação Educacional

Trabalho do Grupo1 - MCEM 2011 - UC Comunicação Educacional

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  • 1. ARQUITETURAS COGNITIVAS PARA A APRENDIZAGEM MULTIMÉDIA
    Comunicação Educacional
    Docentes:
    António Quintas-Mendes
    Daniela Melaré Vieira Barros
    Grupo 1
    Cátia Lemos
    Lurdes Viana
    Marina Duarte
    Vanessa Noronha Tölle
    Mestrado em Comunicação Educacional Multimédia 2011
  • 2. VISÃO GERAL DAS ARQUITETURAS COGNITIVAS
    2
    Grupo 1
  • 3. 3
    Grupo 1
    Aprendizagem Multimédia
  • 4. Teoria do Código Duplo de Paivio
    4
    Grupo 1
  • 5. Teoria do Código Duplo de Paivio
    5
    Grupo 1
  • 6. Teoria do Código Duplo de Paivio
    6
    Grupo 1
  • 7. Teoria do Código Duplo de Paivio
    7
    Grupo 1
  • 8. Teoria do Código Duplo de Paivio
    Uma boa palavra-chave deve:
    8
    Grupo 1
  • 9. Modelo de Memória de Trabalho de Baddelley
    9
    Grupo 1
  • 10. Modelo de Memória de Trabalho de Baddelley
    O Modelo é constituído por três componentes:
    10
    Grupo 1
  • 11. Modelo de Memória de Trabalho de Baddelley
    O modelo tinha uma limitação: não apresentava os meios para a integração dos códigos visuais e verbais, tal como a Teoria de Paivio.
    Inicialmente Baddelley e Hitch pensaram que o executivo central poderia funcionar como um sistema de armazenamento onde os códigos verbais e visuais pudessem ser integrados.
    11
    Grupo 1
  • 12. Modelo de Memória de Trabalho de Baddelley
    O modelo não explicava como se combinam informações de diferentes modalidades.
    Por este motivo, Baddelley (2001) propôs uma revisão do modelo, introduzindo um quarto componente:
    O buffer episódico, um sistema de armazenamento que pode integrar códigos de memória de diferentes modalidades.
    12
    Grupo 1
  • 13. Modelo de Memória de Trabalho de Baddelley
    Buffer episódico
    Funciona como uma “loja” de capacidade limitada que pode integrar as informações do bloco de notas visual e espacial e do loop fonológico, criando um código multimodal.
    Baddelley inclui também a memória de longa duração de forma a compreender a interação da memória de trabalho com a memória de longa duração.
    13
    Grupo 1
  • 14. Teoria de Engelkamp
    14
    Grupo 1
  • 15. Teoria de Engelkamp
    15
    Grupo 1
  • 16. Teoria da carga cognitiva de Sweller
    As exigências cognitivas para coordenar representações múltiplas podem saturar a capacidade da memória de curta duração (STM).
    16
    Grupo 1
  • 17. Teoria da carga cognitiva de Sweller
    Sweller distingue dois tipos de cargas cognitivas na interpretação de esquemas:
    17
    Grupo 1
  • 18. Teoria da carga cognitiva de Sweller
    18
    Grupo 1
  • 19. Teoria Multimédia de Mayer
    19
    Grupo 1
  • 20. Teoria Multimédia de Mayer
    20
    Grupo 1
  • 21. Teoria Multimédia de Mayer
    Princípio Multimédia: Os alunos aprendem melhor a partir de palavras e imagens, do que só de palavras;
    Princípio de Contiguidade Espacial: Os alunos aprendem melhor quando palavras e imagens correspondentes são apresentadas próximas, em vez de longe umas das outras.
    Princípio da Contiguidade Temporal: Os estudantes aprendem melhor quando as palavras e imagens correspondentes são apresentadas simultaneamente, ao invés de sucessivamente.
    Princípio da Coerência: Os alunos aprendem melhor quando palavras estranhas, imagens e sons, são excluídos.
    Princípio da Modalidade: Os alunos aprendem melhor a partir de animação com narração, do que de animação com texto.
    Princípio daRedundância: Os alunos aprendem melhor a partir de uma animação com narração do que com uma animação e narração com texto na tela.
    Princípio das diferenças individuais: Os efeitos do desenho são mais fortes em alunos com conhecimentos mais baixos e em alunos com maior nível espacial.
    21
    Grupo 1
  • 22. Teoria ANIMATE de Nathan
    22
    Grupo 1
  • 23. ANIMATE - (programa informático)
    23
    Grupo 1
  • 24. Vantagens dosCódigos Múltiplos
    As arquiteturas cognitivas referidas neste artigo diferem no facto de terem sido desenvolvidas para explicar descobertas laboratoriais ou para formular princípios para um ensino efetivo.
    24
    Grupo 1
  • 25. Vantagens dos Códigos Múltiplos
    25
    Grupo 1
  • 26. Questões desafiadoras
    26
    Grupo 1
  • 27. Questões desafiadoras
    27
    Grupo 1
  • 28. Questões desafiadoras
    28
    Grupo 1
  • 29. Questões desafiadoras
    29
    Grupo 1
  • 30. Questões desafiadoras
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    Grupo 1