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2011 2012 1º período relatório da componente individual do professor
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2011 2012 1º período relatório da componente individual do professor

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relatório do 1º período de 2011 - 2012 relativo à componente individual do professor

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  1. Componente individual do professor Estatística das actividades sectoriais desenvolvidas no 1º período , atendendo ao período lectivo. 2011 - 2012 relatório
  2. Mantém-se a estratégia adoptada nos anos anteriores relativa aos registos. É necessário poupar no tempo gasto a realizar registos, não perdendo o fito e a qualidade dos mesmos, reorientando o facto de a multi-tarefa ser um factor cada vez mais presente na minha actividade, nomeadamente a que decorre da maior presença online e que se vai desenvolvendo quer na área de apoio às disciplinas leccionadas quer no apoio à profissionalidade docente. A questão colocou-se quando verifiquei que o tempo dedicado às plataformas electrónicas corresponde a mais de 50 % do tempo legal da componente individual do professor e que o mesmo reflecte não só a disponibilização de documentos próprios e d’outrém na rede, como da pesquisa e manipulação de documentos relacionados com a profissionalidade docente como com a área das artes visuais, essencialmente, e destinados à preparação de aulas. Isto pode ser comprovado pela consulta que pode ser realizada a partir do meu perfil no Google em https://profiles.google.com/crespo.de.carvalho/about . Não se considerou no presente relatório o corte de vencimento processado a partir de Janeiro de 2011 por tal ser desvalorizador do valor imputável à componente individual e não reflectir os custos reais, mesmo que de poupança do ME à custa do trabalho ‘escravo’ do professor, deste ou d’outro qualquer.
  3. Imagem de écrã do sítio do perfil Google
  4. A partir deste perfil é possível perceber o que leio, o que publico de cariz pessoal e dos interesses pessoais, para a profissionalidade docente, para os alunos, para a gestão e administração escolar, da formação específica e académica, assim como da exposição pública dos trabalhos realizados pelos alunos. Esta estratégia iniciou-se em 2007 com a abertura de disciplinas na plataforma Moodle do programa Ciência na Escola, da Faculdade de Ciências e Tecnologias da Universidade Nova de Lisboa. Neste momento a abertura é maior e passa pela disponibilização de sítios dedicados, conforme se pode comprovar nas consultas possíveis, como por alojamento em sítios de terceiros, quer de textos quer de imagens. A base de trabalho de recolha e registo mantém, contudo, a mesma estrutura, por questões de comodidade e de possibilidade de comparação com os relatórios anteriores, quer os parcelares quer os anuais, quer ainda os de férias. Não deixa de continuar a ser um objectivo central deste tipo de relatório o demonstrar que a actividade docente é realmente objecto de um esbulho, financeiro, económico e de saúde mental [ não contabilizável ] quando fixa em, somente, 11 horas a componente individual do professor, onde ainda estão ‘incluídas’ [embutidas, à força] 2 horas para reuniões ocasionais. É preciso lutar contra este estado de coisas…
  5. Apresenta-se uma análise estatística à actividade desenvolvida no período escolar, pelo professor, tendo em linha de conta os registos diários elaborados com base em sectores de actividade e horas a eles dedicadas, objectivando uma abordagem que pretende esclarecer que os limites legais de 11 horas para esta componente são ridiculamente curtos e quais os custos indirectos que o excesso de horas de actividade representa de prejuízo pessoal e monetário, gerando como contrapartida uma “receita” do Ministério da Educação, pois assim a devemos considerar. Sectores de actividade considerados: actualização dos descritores
  6. Levantamento do 1º período lectivo:
  7. o que representa:
  8.  
  9. com uma média de horas semanal:
  10. em que, por sector, temos uma média horária semanal:
  11. o que representa:
  12.  
  13. assim, o peso relativo de cada sector é:
  14.  
  15. então as horas em excesso serão:
  16.  
  17.  
  18. Eis-nos chegados aos custos indirectos da actividade desta componente individual que são prejuízo directo da prática, não remunerada, do professor. E estes são: Com base no seguinte:
  19.  
  20. Convém referir que este tipo de relatório não pretende mais do que um balanço dos registos efectuados ao longo do período lectivo. Todas as análises que se pretendam realizar podem-no fazer cruzando a evolução registada, ao longo de um ano lectivo, nos relatórios parcelares que vão sendo conhecidos. Cabe ao relatório anual produzir uma reflexão sobre estas práticas e apresentar um balanço inteligível da evolução da componente individual do professor, dentro do espaço do ano lectivo, como comparando com os registos globais dos anos anteriores. É ideia do subscritor vir a realizar um estudo que permita, graficamente, acompanhar a evolução estatística dos registos ao longo do ano lectivo, num suporte amigo do utilizador e, um outro, de comparação com as evoluções anuais. Como sempre, será possível a consulta online do presente relatório. Para seguir o meu blogue : http://arseteducatio.blogspot.com/
  21. fim

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