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O Brasil caminha na direção errada
 

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    O Brasil caminha na direção errada O Brasil caminha na direção errada Document Transcript

    • O Brasil do BRICS tomou o trem na direção errada: MERCOSULGerhard Erich Boehmeboehme@globo.comboehme@ig.com.brboehme@r7.com“Em cada comunidade devemos ter uma igreja, e ao lado dela uma escola” (Dr. MartinLutherA frase, na sua essência ajuda a explicar o sucesso de algumas nações, da Suécia,Dinamarca, Finlândia e Noruega em especial, nações onde os luteranos são a quasetotalidade, assim como estão presentes de forma significativa na Alemanha e nos EstadosUnidos. Os Estados Unidos por ter na sua formação étnica a maioria de alemães deorigem luterana, acima dos ingleses e irlandeses. Além de ter sido o destino da maioriados alemães desde o Século XVII, quando para lá foram os luteranos que não aceitaram,isso no Século XIX, que a Igreja Evangélica, como é denominada a Igreja Luterana naAlemanha ficasse subjugada ao Estado, o que acabou ocorrendo no II Reich até o seufinal.Mas não é a educação o fator que mais concorre para o sucesso de uma nação, conferindoao povo melhor qualidade de vida, justiça e desenvolvimento. Explico.O Brasil tomou o trem na direção errada, em vez do Mercosul e do BRICS, deveríamos nosconcentrar na Aliança do Pacífico, e no ABCDE/TZ como referencial.Achamos o máximo fazer parte do BRICS, foi e ainda é a tônica do peta¹ e de suaterceirizada, sem contar que redirecionaram o Mercosul ao fracasso, criaram por contadas diretrizes do Foro San Pablo um contencioso com o Paraguay e aceitaram aVenezuela, uma nação que representa atualmente um dos maiores atrasos, juntou-se aCuba.BRICS é um grupo de países sem lógica, deveria nos deixar envergonhados. O melhorseria termos os países que tomam parte do ABCDE/TZ como referencial.A China, a República Popular da China é tida como exemplo, mas está longe de sê-lo. AChina, a República Popular da China, desceu ao fundo do poço por conta do socialismo, eentre seu principal líder, do fracasso, tivemos Máo Zédōng, mas quem foi Mao senãoaquele que na revolução socialista na China, com um exército revolucionário de mais de
    • um milhão de soldados passou a controlar militar e politicamente mais de noventa milhõesde chineses, além das mortes que produziu contra os nacionalistas e a revolução interna,teve também a dominação de outros povos, como o tibetano, mas o mais grave: foiresponsável por mais de 50 milhões de mortes, principalmente por fome, ao impor apureza ideológica com seu "socialismo", com o "Grande Salto para a Frente".É o país que detém a maior população do planeta, assim como o que tem o maior potencialde crescimento. E depois de tantas mortes por fome, bastou um jogo de ping-pong e Nixonajudar com a venda de alimentos que a China entendeu que tinha pegado o trem errado,teve que optar por liberalizar sua economia, muito embora não a tenha feito no campo dapolítica. No final do texto explico o porque a China, a República Popular da China não nosdeve servir de referencial, quando muito é uma boa parceiro, assim como uma ameaça.O homem tende para o bem, mas é igualmente capaz do mal; pode transcender o seuinteresse imediato e, contudo permanecer ligado a ele. A ordem social será tanto maissólida, quanto mais tiver em conta este fato e não contrapuser o interesse pessoal ao dasociedade no seu todo, mas procurar modos para a sua coordenação frutuosa. Comefeito, onde o interesse individual é violentamente suprimido, acaba substituído por umpesado sistema de controle burocrático, que esteriliza as fontes da iniciativa ecriatividade. Quando os homens julgam possuir o segredo de uma organização socialperfeita que torne o mal impossível, consideram também poder usar todos os meios,inclusive a violência e a mentira, para a realizar. A política torna-se então uma «religiãosecular», que se ilude de poder construir o Paraíso neste mundo. (Karol Józef Wojtyla –Johannes Paulus II)Acredito que devem se recordar de uma das últimas novelas de sucesso da Rede Globo,seguramente pautada pela ilusão, a “Caminho das Índias”.Acesse: http://caminhodasindias.globo.com/Antes da Turquia e da “Carminha e a discriminação espacial”, a Globo nos trouxe umpouco da beleza e da realidade da Índia, país onde tivemos a atuação, em nossa históriarecente, de uma das pessoas mais fantásticas de toda humanidade há seu tempo. Cito avida e a obra da "The Nobel Prize in Peace 1979", da Mother Teresa, a Irmã Agnes GonxhaBojaxhiu, conhecida entre nós brasileiros pelo nome de Madre Tereza de Calcutá."A oração faz nos ter um coração puro. E um coração puro é capaz de ver a Deus. Sedescobrirmos Deus, seremos capazes de amar, de amar não com palavras, mas comobras". (Agnes Gonxha Bojaxhiu - Madre Tereza de Calcutá - The Nobel Prize in Peace1979)
    • A questão da miséria na Índia chocava. Mas temos que refletir sobre o que vemos, não nanovela, mas na vida real. Imagine um país com mais de 1,3 bilhão de pessoas em umterritório que não chega a 40% do tamanho do nosso?No Brasil temos 90 milhões em ação, conforme o jingle dOs Incríveis, de 1970, e hoje temossomados a eles mais de 100 milhões parados, acreditando que o Estado possa resolverseus problemas.O que estava e está errado no que vemos na Índia?No primeiro momento podemos dizer que são os empresários de lá, que lucram com aexploração da mão de obra, outros dirão que a culpa está nos clientes, que com alto poderaquisitivo deveriam, em vez de gastar tanto, auxiliar na renda dos mais pobres. Outrosainda dirão que o problema está com os trabalhadores que não se articulam, e lutampelos seus direitos. Alguns dirão que é a religião, outros a baixa escolaridade, usw..Nada mais falso. Os indianos são mal remunerados e trabalham em condições precáriasdevido ao mercado de trabalho, desfavorável a eles. É duro dizer isso, mas é a realidade.De igual forma isto também ocorre no Brasil. Seguramente existem outros fatores.- Sobram indianos sem capacitação alguma.E eles estão ainda em uma situação pior que a nossa em termos de alfabetização, mas lá oensino é parte da estratégia dos religiosos e também do Estado para desenvolver o país,enquanto que no Brasil até mesmo a escolha do Ministro da Educação na época da novela,face ao seu curriculum, o objetivo é a doutrinação, estamos nos afastando da liberdade,de dar garantias ao direito de propriedade, do estado de direito e da economia demercado, em resumo, nos afastando da possibilidade de acelerarmos o nossodesenvolvimento e de promover a justiça, que não necessita do apêndice social, já queestá implícita sua aplicação na sociedade.E o que é pior, ainda na época da novela não aproveitamos uma conjuntura internacionalque era favorável à Índia, à China, a República Popular da China e ao Brasil. E não voufazer comparações com o Chile, seria covardia, em termos de educação, de liberdade, usw..Os chilenos tiveram recentemente um governo socialista, que manteve todas as garantiasde liberdade anteriormente conquistadas, e agora possuem um dos governos maisliberais das Américas, com forte investimento na educação e na garantia da liberdadeeconômica.
    • Isso não foi feito na Rússia e na Ucrânia, assim como em muitas novas repúblicas daantiga União Soviética, lá criaram um estado paralelo que é essencialmente corrupto. Oantigo poder socialista de delação foi convertido no poder de infiltração, destruindo asinstituições democráticas já no seu berço após a queda do socialismo.O que estava e está errado no que vemos na Rússia?Vladimir Vladimirovitch Putin, uma personalidade que nos lembra o estilo de um JoséDirceu, é o dono do poder desde que deixou de ser o Diretor do Serviço de SegurançaNacional da Federação Russa em 9 de agosto de 1999, é o melhor exemplo, foi ex-agentedos serviços secretos soviético e russo, da KGB e da FSB, respectivamente, uma rede detráfico de poder e influência desde o fiscal do quarteirão até a infiltração e subversão emcentenas de países, até mesmo com um braço no Corinthians Paulista durante muitosanos. Putin desde 1999 alterna-se nos cargos de Presidente e Primeiro-Ministro, sempreno centro das decisões de um Estado centralizador e corrupto, mas agora inserido no livremercado. Inserido, mas não aberto ao livre mercado. Tal qual o Brasil.A Índia aos poucos abandona o socialismo e se insere na economia de mercado, masencontra o atraso na mentalidade do indiano o seu principal entrave.O que estava e está errado no que vemos na África do Sul?Além do passivo educacional e cultural, que ainda afastam, principalmente as populaçõesnegras, da liberdade, mas ela está no mínimo umas 20 posições a frente do Brasil emtermos de liberdade. Nem mesmo lidera a África, está atrás de Cabo Verde, já que CaboVerde é o segundo país africano ao sul do Sahara com mais liberdade econômica atrás doBotswana, segundo um estudo do "Wall Street Journal" e da "Heritage Foundation" dosEstados Unidos.O índice de "Liberdade Econômica", elaborado pelo jornal e pela instituição norte-americana, é um indicador construído com base em fatores que mais influenciam umenquadramento institucional favorável ao crescimento econômico e desenvolvimento deum país.Ele procura estabelecer uma correlação positiva entre liberdade econômica eprosperidade, constituindo igualmente um indicador de referência e a mais profundafonte de informação para investidores, executivos políticos e acadêmicos.Na classificação de 2012 para África Cabo Verde integra o grupo restrito dos países"majoritariamente livres", que inclui Botswana, África do Sul, Rwanda, Mauritius eUganda.
    • A nível mundial, Cabo Verde passou do 110º lugar que ocupava em 2001 para a 46ªposição em 2006 e regrediu para 66ª posição num universo de 161 países.E a China, a República Popular da China? A China não é referencial para ninguém.O MERCOSUL está fadado ao fracasso, é agora movido a ideologia (socialismo del sigloXXI) cujo ato de auto extinção foi o golpe da expulsão do Paraguay para admissão daRepública Bolivariana de Venezuela.O problema agora é que o Brasil não está no Pacífico, quem sabe assim poderia integrar aAliança do Pacífica.Agora ficará evidente como a liberdade é que faz a diferença, teremos não apenas o Chilecomo referencial, mas um grupo de países que optaram pela liberdade e estão assimadquirindo a capacidade de criar uma zona de livre comércio. Tomam parte México, Peru,Colômbia e Chile, com uma população equivalente a do Brasil e 33% do comércio daregião. A Aliança do Pacífico é, por enquanto, um projeto, ainda que em avançadanegociação, apoiado por entusiasmada declaração de intenções de engajados chefes deEstado.Será formada por países que estão optando pela liberdade, todos com um desempenhomelhor que a Venezuela, Brasil, Argentina e Bolívia, exceto o Uruguay, ainda sob a esferada influência do Foro San Pablo, mas sem abandonar o compromisso com a liberdade, quefoi o caso do Brasil, ou melhor que nunca foi o caso do Brasil, ao menos na históriarepublicana.E já assusta os empresários brasileiros, como se já não nos bastassem as ameaçasinternas de uma incompetência sem limites colocada a prova pelo peta¹ e sua terceirizada.A Aliança do Pacífico deve nos servir de referencial, pois só não enxerga quem não quer,pois podemos ver na iniciativa aspectos que faltam na política comercial brasileira.Enquanto o Mercosul empaca em uma agenda de acesso a mercados típica do séculopassado, andinos e o México buscam seu lugar nas cadeias globais de produção.E temos ainda a Costa Rica, sempre um referencial.E o que assistimos, o Brasil perdendo liderança, deixa-se, por conta de uma subjugaçãopolítica-ideológica, os brasileiros sendo comandados por Cuba, que inclusive quer nosimpor mais de 6 mil “médicus”, como se precisássemos de fiscais de quarteirão.
    • Não sou economista, sou engenheiro (UFRJ) e administrador (UFPR), o que por certo nosdá outra visão do mundo. E como brasileiro atualmente sou subversivo.Explicar o desenvolvimento de uma nação é relativamente fácil, é o caso das outrasChinas, de Formosa - República da China (Taiwan), de Singapura, de Hong Kong e deMacau, as duas últimas atualmente Regiões Administrativas Especiais da RepúblicaPopular da China, isso desde 20 de dezembro de 1999. Macau e Hong Kong possuemadministrações próprias, moedas próprias e uma economia liberal, razão dodesenvolvimento. Macau inclusive faz uso da moeda do Tio Patinhas, a pataca.Singapura deve configurar na relação, pois possui uma população formada por mais de70% de chineses, dos vários grupos linguísticos chineses. Singapura é hoje um dospaíses mais desenvolvidos, com melhor qualidade de vida e seguros do mundo, e atentepara importância desta informação. De igual modo o são Macau, Hong Kong e Taiwan.Entender a China é difícil, pois de um lado temos nações que se destacam em termos dafiel observação à democracia, ao estado de direito e ao livre mercado, que são tendênciasmundiais para se obter o desenvolvimento, os indicadores de liberdade estão ai paraprovar isso, mas eles não são utilizados pelos nossos economistas governamentais emuito menos ensinados nas nossas escolas de economia. Mas temos a China, a RepúblicaPopular da China, a qual está longe de ser uma democracia, uma nação onde se observafielmente o estado de direito e o livre mercado.Desde que iniciou suas reformas em 1978 o progresso da economia chinesa tem sidoextraordinário. Nos últimos 35 anos seu produto interno bruto se expandiu a 9% porano, o crescimento de seu comércio exterior cresceu 15% ao ano desde 1978 e o superávitcomercial com os Estados Unidos é agora muito maior que o do Japão somado ao daAlemanha. O extraordinário crescimento sustentado da economia chinesa por mais de trêsdécadas é, sem lugar a dúvidas, uma das maiores transformações da economia e dapolítica internacional.A China, a República Popular da China se caracteriza atualmente:a) A apropriação da tecnologia e conhecimento mundial a uma velocidade assustadora,mas isso não é citado pelos economistas governamentais e muito menos pelos sociólogosno Brasil.b) A atenção das economias para o crescimento chinês e seu potencial, atraindoinvestimentos de grandes grupos transnacionais, como exemplo a Volkswagen¹, hoje omaior conglomerado automobilístico na China, na República Popular da China, e nomundo.c) Alto investimento em educação fundamental.
    • d) A “vantagem comparativa” enormes reservas de mão de obra barata, a converteu numcentro, por excelência, da produção manufatureira a nível mundial, sendo consideradacomo a “oficina do mundo” como se denominava a Inglaterra depois da RevoluçãoIndustrial;e) Ausência de direitos civis e de reivindicação. Baixa ou praticamente nula atividadesindical, onde as relações de trabalho são compensadas pelas partes ou pelo consensoentre licenciadores e fabricantes, onde normas como a SA 8000, AA 1000 e a ISO 26000 sedestacam. Mas é importante citar que nem sempre uma legislação trabalhista trazvantagens, pois em todo mundo tem sido um dos maiores entraves ao desenvolvimentodevido a baixa flexibilização e elevada resistência a mudanças, como exemplo a legislaçãotrabalhista junto as montadoras tradicionais nos Estados Unidos, na indústria em geralna França, ou ainda pior, a legislação trabalhista brasileira que ainda está pautada nalegislação fascista italiana do início do século passado e que aqui joga na informalidademais da metade dos trabalhadores brasileiros, mas isso não é citado pelos economistas emuito menos pelos sociólogos no Brasil.f) Baixa burocracia governamental, mas isso não é citado pelos economistas e muitomenos pelos sociólogos no Brasil.g) Alto investimento em tecnologia militar, que é e sempre foi, em todo mundo, alocomotiva do desenvolvimento científico e tecnológico, mas isso não é citado peloseconomistas e muito menos pelos sociólogos no Brasil.h) Alto investimento em infraestrutura.i) Uma economia com excessiva dependência de um modelo industrial e de exportações oqual requer uma produção em escala crescente.j) Elevados impactos ambientais, com a geração de passivos ambientais incalculáveis, poisa fim de fazer avançar o desenvolvimento nacional por trilhas bem delineadas, a China, aRepública Popular da China está dando mais atenção a um modelo de desenvolvimentorápido, a qualquer custo, mas isso não é citado pelos economistas e muito menos pelossociólogos no Brasil.k) Concessão de crédito abundante no mercado internacional, já que detém enormesreservas que o governo chinês vem acumulando com sucesso aliado a um processo dedesvalorização do yuan, mas isso também não é citado pelos economistas e muito menospelos sociólogos no Brasil.¹ A Volkswagen é hoje a maior montadora mundial, superando a GM. A VolkswagenAktiengesellschaft ou somente Volkswagen AG tem como seu principal acionista a famíliaPorshe, o estado da Baixa Saxônia e o Catar (Qatar) e uma infinidade de investidores, eela, a Volkswagen, é dona das seguintes marcas e organizações, que somam mais de 340organizações em todo o mundo:* Audi* Bentley Motors – a marca Rolls-Royce pertence ao grupo alemão BMW* Bugatti
    • * Lamborghini* Porsche* Ducati* SEAT* Suzuki Motor* Škoda* Scania* MANA Volkswagen segue firme e forte em sua meta de manter-se como a maior fabricante deautomóveis do mundo. Das dez novas fábricas em construção no mundo, sete estão naChina, o que está a exigir um investimento superior a R$ 50 bilhões. Portanto serão 19fábricas na China, nos próximos anos que com certeza contribuirão para manter a atualparticipação da empresa no mercado chinês.A título de curiosidade, no Brasil são apenas 6 fábricas da Volkswagen, embora tenhasido a primeira a se instalar de fato no Brasil, isso contando com as fábricas da Scania eda MAN, assim como a fábrica de motores em São Carlos/SP.O país é uma máquina de produzir como nunca se viu outra igual. Uma máquina quemistura características do comunismo, o que agrada e muito os que nutrem simpatias pelosocialismo e pela elevada intervenção na economia por parte dos burocratas em Brasília edo capitalismo, o que os desagrada e muito. Mistura, portanto, baixos salários, partidoúnico, ausência de movimentos sindicais, com a busca pela produtividade, meritocracia,capital abundante, atração de estrangeiros e investimento em capital humano.Entender a China, a República Popular da China, nos obriga a entender que ela é umamáquina bafejada pelas circunstâncias de ter a seu dispor o maior mercado interno domundo e o maior mercado externo do mundo. Afinal são quase 1,5 bilhão de pessoas.Resta saber agora se este crescimento se manterá sustentável, tanto ambientalmentecomo economicamente, mas isso não é citado pelos economistas e muito menos pelossociólogos no Brasil.Politicamente com certeza não, pois são crescentes os anseios por maior liberdadepolítica e o respeito aos direitos humanos. E temos que considerar que são mais de 50etnias distintas que convivem sob esta aberração, seguramente totalitária que chamamosde China, a República Popular da China.O ponto de partida da China, a República Popular da China foi uma altamentecentralizada instituição de planejamento econômico, em que o governo tinha totalcontrole em termos de recursos humanos, materiais e financeiros, as empresas não tinha
    • nenhuma autonomia no gerenciamento de negócios, e os indivíduos não tinham nenhumdireito e oportunidade de escolha.Porém esta realidade mudou com o tempo, hoje há o investimento de grandes grupostransnacionais em todos os setores da economia, sem contar que através do investimentochinês, a China, a República Popular da China, se inseriu na participação destes grupos eo desenvolvimento natural de uma economia de mercado é processo espontâneo em todosos seus aspectos e pode levar tempo até que atinja o nível de maturidade. Ou mesmo levara uma convulsão social.E a China, a República Popular da China, ainda tem que enfrentar uma estrutura deEconomia dual a coexistência de uma relativamente desenvolvida economia industrial euma economia rural bem atrasada.A construção do mercado na China, a República Popular da China tem que se haver comrestrições culturais e tradicionais. A China, a República Popular da China é uma nação emque falta tradição da cultura de mercado como um todo.E a esta realidade ainda se soma o desperdício, e ela pode ser vista nas ruas das grandesmetrópoles chinesas, onde houve uma explosão de carros importados por toda parte,arranha-céus luxuosos e grandes centros comerciais são construídos nas grandescidades sem a atenção ao mercado. Muitos são abandonados.É difícil hoje fazer uma profunda avaliação da China, a República Popular da China. Atémesmo os estudiosos afirmam que não há especialistas sobre o assunto, uma vez que aabertura do país é recente e as informações pouco disseminadas. O governo aindamantém o controle sobre todas as atividades políticas e econômicas.E quando olhamos ao mercado, o que não foi feito pelo nosso PTa, que reconheceu aChina, a República Popular da China, como economia de mercado e que aqui promoveuuma rápida desindustrialização no país. Um idiota que deveria ter sido rejeitado pelapopulação.A China, a República Popular da China se caracteriza pela prática do dumping, basta ver oque ocorre agora no mercado dos calçados, onde o Brasil além de ainda deter a produçãodas matérias-primas, detinha o ciclo completo da produção, o que está perdendo, de umlado pela aquisição de empresas brasileiras pelos chineses e de outro pela inserção daChina, a República Popular da China neste mercado, o que está desestabilizando aeconomia de importante regiões no Brasil, mas isto não é escrito e muito menos ensinadopelos nossos economistas ou sociólogos.
    • E é sempre importante lembrar que a China, a República Popular da China, de formarecorrente, foi o país que mais recebeu medidas antidumping nas últimas décadas. Masnão do Brasil. Somos por conta da idiotia e da subserviência e de uma ilusão pertencentesaos BRICS.Os produtos chineses também foram os maiores alvos de novas investigações por partedos países-membros da OMC (Organização Mundial do Comércio.Aqui no Brasil temos idiotas que aplaudem o modelo chinês, mas na realidade ele, porconta da incompetência de nosso governo, do PTa e dos PTistas em especial, está levandoos brasileiros a vender o Brasil, pois é isso que se estamos fazendo quando a economiapassa a ser movida em função da venda de commodities, com a venda de produtos semvalor agregado.E é sempre importante citar que se não investimos em ciência e tecnologia, tambémestamos perdendo espaço no mercado mundial, deixamos de produzir produtos com valoragregado, que são geradores de emprego, riqueza e renda.Mas isso não é ensinado nas escolas de economia, com uma única exceção, um professorde engenharia da UERJ que deu um brilhante discurso sobre a bananada da vovó.O dumping é uma prática desleal de comércio em que uma mercadoria é vendida nomercado externo por um preço inferior ao aplicado no mercado do próprio país produtor.Essa manobra comercial tem como objetivo fazer com que as empresas que as utilizamconsigam oferecer preços mais baixos e, assim, diminuir --em alguns casos até eliminar-- aconcorrência. A função de mecanismos antidumping é a de oferecer proteção seletiva etemporária aos setores prejudicados pela concorrência.No mundo inteiro tem se buscado na OMC medidas de salvaguarda com os produtoschineses. Tanto os europeus, quanto os americanos estão fazendo isso, mas aqui temosidiotas que acreditam ser o máximo fazermos parte dos BRICS. Assim a nossa sina serácontinuar a vender o Brasil, com empréstimos vultuosos do BNDES. Ou será nosso sino?Ou seremos sino-brasileiros?A indústria e todos os outros setores da economia chinesa investem em tecnologia equalidade e está difícil competir com eles, produtos de qualidade e preço baixo igual aexportação chinesa em grande volume.Citei a questão dos impactos ambientais e os passivos ambientais que o modelo chinêsestá criando. Aqui temos os idiotas socialistas, chamaram para si a questão ambiental, sedizem preocupados com a questão, e a tentam transformar em mais uma de suas
    • bandeiras, mas não se dão conta da realidade, e são hipócritas quando se fala da China, aRepública Popular da China.Antes deveriam ler o livro de Sua Alteza Imperial e Real, o Senhor Dom Bertrand deOrleans e Bragança, Príncipe Imperial do Brasil: “Psicose ambientalista – Os bastidoresdo ecoterrorismo para implantar uma religião ecológica, igualitária e anticristã”.Atualmente a China, a República Popular da China é o primeiro país do mundo emconsumo de água, e o segundo em consumo de energia e emissão de dióxido de carbono.A China, a República Popular da China, ultrapassou os Estados Unidos como principalconsumidor combinado de grãos, carne, petróleo e aço. Resta saber, sem alarde, semantiver a sua tendência atual de crescimento haverá recursos na terra que satisfaçam asua demanda.Os principais rios e 25 dos 27 maiores lagos da China, a República Popular da China jáestão contaminados. A chuva ácida, a desertificação e a erosão fizeram com que a terrahabitável se reduzisse de seis milhões de quilômetros quadrados em 1949 para apenastrês milhões hoje.O problema é que a China, a República Popular da China, ainda não sinaliza mudanças derumo no seu modelo de desenvolvimento, na busca de um "crescimento verde" ouecológico, para evitar a degradação ainda maior de seus recursos.Entender a China, a República Popular da China é difícil, assim como foi e ainda é difícilentender o que ocorreu na Argentina durante o governo de Arturo Frondizi Ercoli, comseu Ministro da Economia Álvaro Carlos Alsogaray, que conseguiu em 22 meses reverteruma situação calamitosa legada pelo primeiro governo de Juan Domingo Perón. Acaboucom a inflação (os índices de preço permaneceram constantes nos últimos três meses desua gestão), ao mesmo tempo em que libera a economia concedendo ampla liberdade paraque o mercado estabeleça os preços, os salários, a taxa de câmbio, as exportações e asimportações. No mesmo período, as reservas argentinas, que haviam sido dilapidadas,atingiram em valores de hoje o equivalente a quase cinco bilhões de dólares. Nesseperíodo registrou-se a maior taxa de investimento em muitas décadas e, no ano de 1960, opeso argentino foi qualificado pelo Comitê Lombard de Londres como "a moeda estrela doano".“Enquanto a Argentina sonha com um passado que não volta, o Brasil sonha com umfuturo que não chega”. (Roberto Macedo, ex-secretário de Política Econômica doMinistério da Fazenda e atual assessor da diretoria da Faculdade de Economia daFundação Armando Álvares Penteado - FAAP)
    • E igualmente é difícil para nós brasileiros entendermos hoje o Chile, que ano a anoconquista mais e mais liberdade, melhor qualidade de vida e justiça social. É difícil porqueficamos olhando para a Venezuela e para Cuba e lá querermos encontrar algumreferencial. Somente iremos encontrar ilusão. Mas isso não é escrito e muito menosensinado pelos nossos economistas e sociólogos.Mas para entender a China, a República Popular da China, devemos entendê-la sob osolhos e as palavras do então secretário-geral do Partido Comunista Chinês (PCC), oprincipal líder político da República Popular da China Dèng Xiǎopíng.Depois de Dèng Xiǎopíng visitar Singapura e a Coréia do Sul, se deu conta finalmente deque seus próprios vizinhos estavam enriquecendo de uma maneira muito acelerada, foiquando regressou a Pequim e disse aos velhos camaradas maoístas que o haviamacompanhado na Grande Marcha:"Bem, a verdade, queridos camaradas, é que a mim não importa se o gato é branco ounegro, só o que me interessa é que cace ratos". (Dèng Xiǎopíng)Mas isso foi depois que Richard Nixon literalmente impediu que a China, a RepúblicaPopular da China, ou enveredasse em um conflito nuclear de grandes proporções comseus vizinhos, ou deixasse de fato seu povo seguir morrendo de fome. Isso nos leva aofamoso jogo de Pingue-pongue” que aproximou as duas nações e os chineses finalmenteaceitassem participar do comércio internacional adquirindo alimentos dos EstadosUnidos, um dos grandes celeiros mundiais.Para se entender a China, a República Popular da China, é necessário entender que foium fracasso a tentativa de se por efetivamente em prática os ideais marxistas, que hojeinspiram a idiotia latino-americana. Não se pode dizer que os chineses não tentaramcolocá-las em prática. O fizeram através dO Grande Salto Adiante ou Grande Salto paraFrente, como é conhecido este período que teve início em 1958-1960, que foi umacampanha lançada por Mao Tsé-Tung, objetivando atingir os ideais de uma naçãodesenvolvida e socialmente igualitária em tempo recorde, acelerando a coletivização docampo e a industrialização urbana, mas isso não é ensinado em nossas faculdades,universidades, principalmente as públicas.Não é preciso dizer que este tipo de coisa leva ao fracasso, o resultado foi que mais 20milhões de chineses morreram em decorrência da fome, mas isso também não é ensinadoem nossas faculdades, universidades, principalmente as públicas. O fracasso se deugraças à falta de gestão, a falta de criatividade, a falta de liberdade de se empreender,
    • assim como a secas, inundações, falta de pessoal técnico, isolamento, o deslocamento damão de obra do campo para a indústria e a insuficiência de transporte ferroviário.Felizmente o mundo teve a visão de Richard Nixon e de Dèng Xiǎopíng. E como bem noslembrou o Dr. Oscar Arias Sánchez, Prêmio Nobel da Paz de 1987: Se Mao Tsé-Tungestivesse vivo, teria morrido de novo quando Dèng Xiǎopín disse:"A verdade é que enriquecer é glorioso".Entender a China, a República Popular da China, é difícil, pois nem ao menos entendemosTaiwan, Singapura, Hong Kong e muito menos Macau, onde se fala também português.A questão é que não queremos entender a liberdade, porque ela exige de cada um de nósvenha a assumir suas próprias responsabilidades e que não mais as venham transferirpara uma entidade virtual chamada Estado, onde somente idiotas depositam suaspróprias ilusões e frustrações, quando não cobiças.Hong Kong lidera o mundo em termos de liberdade, Taiwan agora está entre as 20primeiras nações mais livres e mais desenvolvidas do mundo. Se olharmos para o Índicede Liberdade Econômica de 2012 veremos quatro economias da região do Pacíficoasiático: Hong Kong, Singapura, Austrália e Nova Zelândia.Entender as Chinas nos obriga sair do conformismo, a entender que não dá, não épossível, determinar as regras do jogo no estilo top-down, mas que deve prevalecer oprincípio da subsidiariedade. Outro problema que ainda enfrentamos na América Latina,não no Chile, por certo, ou na Costa Rica, é que aqui, no Brasil em especial, as pessoas nãose conformam também com as regras do jogo, com as leis naturais de oferta e demanda.Aqui ainda prevalece a busca por privilégios, assim olhamos para o Estado.Assim temos ainda idiotas no Brasil que gostariam de fixar os valores dos bensdisponíveis na economia, acreditando que alguns poucos burocratas seriam maiseficientes que bilhões de pessoas interagindo, desconsiderando “o lápis” de MiltonFriedman.São os idiotas que não entendem que os preços não passam de sinais que o mercadoemite para que os processos produtivos possam contar com uma lógica capaz de guiarracionalmente aqueles que executam a difícil tarefa de estimar custos, fixar preços devenda, obter lucros, poupar, investir e perpetuar o ciclo produtivo.São idiotas que se tatuam com El Che na bunda. Essas pessoas não conseguem entenderuma coisa simples que Adam Smith já havia ensinado no século XVIII, que é a diferençaentre preço e valor. Não é porque algo é valioso, como a água, por exemplo, que seu preçoserá elevado. Quem determina o preço "justo" é a lei de oferta e demanda, dependendo
    • intrinsecamente da escassez do produto e da preferência subjetiva dos indivíduos. Semfalar que o lucro é desprezado por aqui, como se fosse um pecado. Não nos damos contaque é do lucro que saem os impostos que se revertem em bens e serviços públicos, que édo lucro que saem os recursos para novos investimentos, que é do lucro que saem osrecursos para manter o empreendimento crescendo, que é com o lucro que se remunera oacionista, aquele que abdicou do consumo imediato por acreditar que oempreendedorismo pode lhe dar melhores frutos, remunerar melhor seu capital ou suapoupança.Aqui, na América Latina, temos idiotas, o que faleceu xingava a todo momento os norte-americanos, os mesmos que eram seus principais parceiros comerciais. Chávezrepresentava bem a mentalidade do atraso, elegeu os norte-americanos como seus bodesexpiatórios. Para este tipo de gente é fundamental achar culpados de fora para os malesinternos. Assim surgiram os “ianques” ou outros “demônios”, como o FMI, a globalização,o “Consenso de Washington” etc. Aqui no Brasil se usa um termo sem sentido, o termo“neoliberal”, E isso sem saber o que vem a ser um liberal. Nem ao menos sabem o que vema ser o liberalismo.A eles recomendo um texto simples de Donald Stewart Jr., um dos mais conceituadosliberais brasileiros, já morto:http://www.libertarianismo.org/livros/dsjoqueeliberalismo.pdfAssim temos os latino-americanos, muito bem representados pelos personagens dos doisbest-sellers de Plinio Mendoza, Carlos Alberto Montaner e Álvaro Vargas Llosa, o"Manual do Perfeito Idiota Latino-Americano" e o mais novo livro "A Volta do Idiota", deleitura obrigatória dos que pensam em um dia voltar a fazer uso do termo neoliberal comoofensa ou como bode expiatório.Se não o fizermos, deixaremos que os ingênuos e ignorantes sejam bombardeados poresta propaganda, muitíssimo interessante para os governantes corruPTos, os PTa-PTistas, que nenhuma explicação lógica ou fatos concretos seriam capazes de alterar estedogma. Será que não percebem que para os países desenvolvidos seria melhor aexistência de um mercado consumidor para seus produtos, e não um bando de miseráveisrevoltados?Como repetir o argumento de exploração agora que o Brasil necessita exportar bem maisdo que importa? Que exploração sofre a Venezuela que vende bilhões todo ano de seu“ouro negro” enquanto o próprio governo desaparece com o dinheiro e com o corpo do ex-presimente?
    • Somente idiotas acreditam mesmo que o que torna uma nação rica são seus recursosnaturais, ou um bilhete premiado. Celso Furtado já desmentiu isso, o fez visitando aVenezuela duas vezes e os seus textos estão disponíveis para estudo. Resta saber seiremos aprender com eles.Infelizmente idiotas não conseguem explicar o crescimento explosivo de Taiwan, Coréia ouJapão na década de 80, sem recursos naturais, enquanto Nigéria, Egito, Irã e Venezuelapermanecem na miséria.Os exemplos seriam intermináveis, mas é praticamente impossível convencer alguémentorpecido pelos conceitos falaciosos do marxismo.E a China, a República Popular da China, como explicar. É difícil, por certo, se fosse só aliberdade seria fácil. Mas não. Primeiro que são mais de 50 etnias sob um controlecentralizado. Fica difícil imaginar esta gama conquistando a liberdade e traçando seuspróprios destinos.A União Soviética se fragmentou, mas lá muitos que comandavam a opressão através doEstado continuaram no poder, como Putin na Rússia. Vladimir Vladimirovitch Putin, donodo poder desde que deixou de ser o Diretor do Serviço de Segurança Nacional daFederação Russa em 9 de agosto de 1999, é o melhor exemplo, foi ex-agente dos serviçossecretos soviético e russo, da KGB e da FSB, respectivamente, uma rede de tráfico depoder e influência desde o fiscal do quarteirão até a infiltração e subversão em centenasde países, até mesmo com um braço no Corinthians Paulista durante muitos anos.Putin desde 1999 alterna-se nos cargos de Presidente e Primeiro-Ministro, sempre nocentro das decisões de um Estado ainda corrupto, mas agora inserido no livre mercado. Éoutro parceiro dos BRICS. Se continuarmos assim não sobra nada que preste neste tal deBRICS.Entender a China, a República Popular da China, nos obriga a entender como ela seapropriou do conhecimento científico e tecnológico de milhares de centenas de milharesde empresas em todo mundo, inclusive de nossa EMBRAER, agora também clonada peloschineses, que com ela compete, ou de nossa mais significativa empresa privada nacional, aWEG, uma empresa que nasceu em uma cidade que a quase totalidade dos brasileirosdesconhece, mas que hoje se faz presente em muitos cantos do mundo, isso por conta doempreendedorismo que caracteriza o brasileiro, mas que é impedido pela burocraciaoficial, sedenta em conceder privilégios, em fazer uso da caneta, assim desonerandoprodutos que tiram clientes das demais empresas, mas que financiam campanhas erecebem empréstimos vultuosos do BNDES. Mas os chineses entenderam isso, tanto que
    • estão investindo em educação, não apenas na educação fundamental que é essencial, mastambém alocando suas melhores mentes nas universidades mais conceituadas do mundo.Até mesmo a Presidenta Dilma Rousseff entendeu isso com seu Programa “Brasil semfronteiras”. Mas ela ainda não entendeu que as reformas são essenciais, como auniversitária, para que deixemos de ter o mais cruel e perverso mecanismo deconcentração de renda no Brasil ocorrendo e tirando o futuro de milhões de brasileiros.Há 40 anos atrás isso foi feito por Taiwan, China, Coreia do Sul e Japão, países que, dianteda sua anterior baixa performance acadêmica, optaram por terceirizar, ainda quetemporariamente, a formação de seus quadros nas universidades de melhor qualidade nomundo. Oitenta por cento destas, invariavelmente, encontram-se em países anglo-saxônicos, particularmente nos Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e Austrália.O modelo anglo-saxônico de educação, baseado na flexibilidade e atualização constantedos currículos, apresenta algumas peculiaridades. Grandes fundações, idealizadas porfilantropos e outras instituições, de natureza religiosa ou secular, administram asinstituições, de modo competitivo, a fim de atrair os melhores cérebros de todas as partesdo mundo. Neste sentido, o prestígio das universidades se baseia na alta qualidade deseu quadro docente, além de uma preocupação constante com a empregabilidade dosalunos que, ao final, carregarão a marca da instituição aos quatro cantos do globo,formando uma rede generosa, que contribuirá, por meio de doações ou até mesmo doenvio de seus filhos e netos, à sua Alma Mater.Caberia fazermos uma análise aprofundada dos motivos pelos quais os países anglo-saxônicos lograram construir um sistema universitário de elevada qualidade e, na medidado possível, buscarmos reproduzir aqui, senão o todo, pelo menos uma grande parte, nosentido de aperfeiçoarmos o nosso processo de formação superior. Para a 6ª maioreconomia do mundo, na realidade a 8ª não fosse o dólar subvalorizado, a classificação desua melhor universidade como 169ª é incompatível com as necessidades e desafiosfuturos do País.Mas isso não é ensinado nas nossas faculdades de economia.E o que é pior, nela não se ensina a utilização dos indicadores de liberdade, assim quemsabe poderiam entender o que ocorre na economia mundial e as razões do sucesso que seobserva nas Chinas, em Taiwan, Singapura, Hong Kong e Macau, que de certa formainfluencia a República Popular da China.Assim entenderíamos que não apenas a América Latina regrediu nos últimos anos, mastambém tivemos um retrocesso em todo o mundo no que se refere a liberdade econômicaem 2012O Índice de Liberdade Econômica de 2012, publicado pela Fundação Heritage e pelo WallStreet Journal, mostra um mundo no qual a liberdade econômica está se contraindo,pressionada pelas excessivas regulações do governo e estímulos ao consumo só para
    • encher os bolsos dos politicamente bem relacionados, segundo Edwin J. Feulner,presidente da Fundação Heritage. E isso não ocorre somente com os que transitam noscorredores de Brasília, os que contam com as desonerações seletivas e os empréstimosgenerosos do BNDES, para onde estão sendo inicialmente canalizadas as novas moedasimpressas sem lastro pelo Banco Central, mas que estão alimentando a inflação de formavoraz.A América Latina já estava no fundo do poço, exceto o Chile, mas agora a maior parte daqueda na liberdade econômica ocorreu em países da América do Norte e Europa.O Canadá, Estados Unidos e México, todos eles, tiveram queda no índice e 31 dos 43países da Europa tiveram retrocesso.Os gastos do governo subiram, em média, 35,2 por cento do Produto Interno Bruto (PIB)em contraste com os 33,5 por cento do ano passado, segundo avaliação do índice de 2012.A pontuação dos Estados Unidos em liberdade econômica caiu para 76,3 em 2012 damarca de 81,2 registrada em 2007 (numa escala de 0-100)As despesas de governo dos EUA cresceram a um nível equivalente a mais de 40 por centodo PIB, e o débito público total excede o tamanho da economia.No Canadá, Estados Unidos e México o que mais se viu foi a intervenção do Estado naeconomia crescer, assim como se observa agora a queda na qualidade de vida, noaumento da criminalidade,... O México, pelo que vemos, está acordando para a encrencaem que se meteu.Mas o mundo não perdeu seu referencial, há alguns pontos de luz.A liberdade econômica continuou a crescer na Ásia e na África.De fato, no topo do Índice de Liberdade Econômica deste ano estão quatro economias daregião do Pacífico asiático: Hong Kong, Singapura, Austrália e Nova Zelândia.Taiwan teve ganhos impressionantes, subindo para os 20 melhores do índice.Onze das 46 economias da África subsaariana ganharam, no mínimo, um ponto completona escala de liberdade econômica do índice, e Maurício pulou para o grupo das 10melhores economias – oitavo lugar – jamais alcançado por qualquer país africano.Os resultados do índice de 2012 confirmam, de novo, o elo vital entre o avanço daliberdade econômica e a erradicação da pobreza. Países classificados no índice como
    • “basicamente sem liberdade” ou “reprimidos” têm níveis de intensa pobreza, na avaliaçãodo novo Índice de Pobreza Multidimensional das Nações Unidas, que são três vezes maiselevados do que os dos países com mais liberdade econômica. E entre eles não é de seestranhar que está a Venezuela, Cuba, Bolívia, Coréia do Norte,.. Mas isso não é ensinadoem nossas universidades, principalmente as públicas.A realidade é que podemos ver que através das medições positivas de desenvolvimentoem áreas como saúde e educação têm alta correlação com altos níveis de liberdadeeconômica, e os países economicamente livres têm um melhor desempenho na proteção domeio ambiente do que seus concorrentes com maior regulação.Neste sentido recomendo que, caso conheça algum economista, em especial um professorde economia de uma universidade federal ou estadual, recomende a ele que estude evenha a fazer uso, de forma cética no início, por certo.1. "Index of Economic Freedom World Rankings" The Heritage Foundation.2. "Economic Freedom of the World: Annual Report" do The Cato Institute.3. "Economic Freedom of the World: Annual Report" do Fraser Institute.Veja também: http://www.youtube.com/watch?v=Qe9Lw_nlFQUEntender a China, no caso a República Popular da China, nos obriga entender que lápraticamente o crescimento se deu sem a chamada proteção social ou sem um sindicalismoatuante. Assim como na Inglaterra ou na Alemanha, na China, a República Popular daChina, não se tem o chamado “salário mínimo”, que é para os idiotas tão importante. Paraeles o importante é os resultados, não os privilégios.Mas isso não é percebido pelos nossos economistas governamentais, como Kanitz bem osdefiniu.E até mesmo nos Estados Unidos, onde se tem o chamado “salário mínimo”, este épraticamente simbólico, pois até mesmo um mineirinho que vai para lá para vender pizzaganha mais que este valor.Mas aqui temos uma verdadeira idiotia em curso. Assistimos a um partido colocar emcurso seu projeto de poder. Sem isso não entenderemos que há dois objetivos principais ater em mente em qualquer tentativa de estruturar ou reorganizar as instituiçõespolíticas. Primeiro, determinar quem governará e quem será governado, e organizar o
    • funcionamento da administração; segundo, prescrever qual a esfera de atuação dogoverno. Este último objetivo afeta diretamente a vida particular dos cidadãos edetermina os limites de sua atividade livre e espontânea.Se examinarmos a história das organizações políticas, perceberemos ser difícil decidir oslimites exatos dentro dos quais suas atividades encontram-se restritas, já que nãoencontramos, em nenhumas delas, a elaboração sistemática de qualquer planodeliberado, fundamentado em princípios básicos.Se estudarmos a história do Brasil observaremos que a liberdade do cidadão sempreesteve limitada, mais ainda depois da quartelada que muitos denominam de “Proclamaçãoda República”, que com ela se iniciou o nosso pior e mais longo período de exceção, depoistivemos a era Vargas, com seu “Estado Novo” e por fim a o “Regime Militar”, queseguramente nos livrou de algo muito pior. Esteve limitada ou pela necessidade deorganizar e garantir uma constituição, ou pelo expediente de prover condições para aexistência moral e física da nação.Nos Estados antigos, quase todas as instituições pertinentes à vida privada dos cidadãostinham um caráter estritamente político. Já nos Estados modernos, o propósito da açãoque visa ao cidadão como indivíduo é o de proporcionar-lhe o seu melhor bem-estar.No que diz respeito às restrições à liberdade, somos levados a notar uma vasta diferençaentre os governos antigos e modernos. Os antigos dedicavam sua atenção à força e àcultura do homem enquanto homem; os modernos preocupam-se, sobretudo, com o seuconforto, prosperidade e segurança.Os primeiros se preocupavam com as virtudes, os segundos procuram a felicidade. É porisso que as restrições impostas à liberdade nos Estados antigos eram, em certos aspectosimportantes, mais opressivas e perigosas do que as que caracterizam nosso tempo. Asnações antigas apresentavam um caráter de uniformidade, que não se devia tanto ao seuanseio por refinamento mais elevado e por uma intercomunicação mais limitada, mas sim auma educação comunitária sistemática de sua juventude e ao estabelecimento deliberadode uma vida comunal dos cidadãos. Em nossa época o homem encontra-se imediatamentemenos restrito. Contudo, a influência das circunstâncias ao seu redor é cada vez maislimitadora, ainda que pareça possível lutar contra esses obstáculos externos com osnossos próprios recursos internos.Por mais de uma vez se discutiu se o Estado deve ter como meta somente a segurança doscidadãos, ou, mais genericamente, todo o bem-estar físico e moral da nação. Apreocupação com a liberdade da vida privada conduziu à primeira afirmação; a ideianatural de que o Estado pode garantir algo mais que a mera segurança e de que um
    • abuso na limitação da liberdade é possível, mas não necessário, conduz à segunda. Esta étambém a ideia dominante tanto na teoria como na prática.O Estado pode ter duas finalidades: pode incentivar a felicidade ou somente quererimpedir o mal, aí incluído o mal dos próprios homens. Se limitar-se ao último, o Estadobusca somente a segurança; assim entendida como todas as demais finalidades possíveis,que pode ser agrupada sob o nome de bem-estar positivo.A diferença dos meios empregados pelo Estado dá também à sua ação uma extensãodiferente. O Estado procura obter seu fim diretamente, seja pela coação – leis prescritivase proibitivas, penas – ou por estímulos e exemplos; ou de maneira imediata, procurandomoldar a vida externa dos cidadãos e impedindo-os de atuar de outra forma; ou,finalmente, procurando influir sobre seus corações e mentes para que estejam emconformidade com ele.No primeiro caso, o Estado determina somente ações particulares; no segundo, determinatodo o modo de atuar; por fim, no terceiro, o caráter e o modo de pensar. O efeito dalimitação é, no primeiro caso, mínimo, no segundo, maior, e no terceiro, máximo, em parteporque atua sobre as fontes de que brotam múltiplas ações, em parte porque a própriapossibilidade de ocorrência do efeito requer muitas medidas.E isso que ocorre agora no Brasil, onde o “politicamente correto” se impõe CâmaraFederal e impõe a renúncia de um político da presidência de uma comissão. Neste pontoentendo que o perigo não está na presença deste ou daquele parlamentar em Brasília,mas na imposição de como este parlamentar ou de como o cidadão brasileiro deve pensar.Sustento que isso já teve e no Brasil terá consequências nocivas e que são inapropriadaspara um verdadeiro sistema de sociedade organizada; um sistema que parta das maisaltas aspirações, embora de forma alguma incompassível com a natureza humana. Oproblema é que se todos pensarem da mesma forma, podemos concluir que não teremosmais pessoa pensando. Seria assim uma das principais conquistas de uma oclocracia emcurso, e não de uma democracia.O problema é que com mais Estado asfixia a iniciativa privada, a iniciativa livre do cidadão.Não podemos desconsiderar que as instituições estatais trazem sempre consigo maior oumenor coação, e mesmo quando não fosse esse o caso, de qualquer forma habituam emdemasia os homens a esperar das instruções a condução e a ajuda alheia, em lugar deencontrar soluções por si mesmos.Esta é a razão pela qual o brasileiro se apropria do sucesso alheio com extrema facilidadee de forma vergonhosa, seja pela vitória de seu time, ou da conquista de sua seleção, ou
    • do corredor que tem auferir vitórias constantes, senão ele não é bom ou merece ter atorcida ao seu lado.É assim nas eleições, o idiota não busca um político competente que o represente, mas simaquele que irá ganhar as eleições, razão pela qual temos outra dimensão no que serefere as pesquisas de intensão de voto. É assim uma das poucas possibilidades que oidiota tem de ganhar, transfere a vitória do que lidera as pesquisas para seu voto. E issoé muito perigoso, pois dá margem ao personagem de Luis Pazos com seus 40 Ministérios.O problema é que não temos salvador da pátria, pois quem é dirigido muito e comfrequência, sacrifica com facilidade e voluntariamente o restante de sua própria vontade.Se torna refém da/do peta, ou melhor, PTa. Se sente liberado pelos cuidados que vê emmãos alheias e crê fazer o suficiente com o esperar e seguir as suas diretivas. Com isso seatrofiam suas percepções do mérito e do dever. Não somente se acredita livre de todaobrigação que o Estado lhe imponha de maneira expressa, como se sente também liberadode todo e qualquer esforço para melhorar sua própria situação. E procura burlar, namedida do possível, as próprias leis do Estado, considerando cada evasão como um ganho.E não é de se estranhar a sonegação no Brasil.Mas vá sonegar na China, em quaisquer umas delas e verá o que ocorre.Ocorre que a liberdade é a condição necessária sem a qual mesmo o empreendimento maisespiritual não poderia produzir efeitos saudáveis dessa natureza. O que não foiescolhido pelo próprio homem não se incorpora ao seu ser, permanece sempre alheio, nãoé feito com energia propriamente humana, mas com habilidade mecânica. Do contráriotemos o que se observa em Cuba, na Venezuela ou mesmo no Brasil, com destaque na CUTe seus braços, na UNE, no MST e todas as demais manifestações de uma oclocracia emcurso. O que se observa é a subjugação ou a busca por privilégios. Assim aumentandotodo um leque de demandas sociais que atrofiam a capacidade do Estado fazer o que é desua competência. Mas não é o que ocorre nas Chinas, lá há investimento na defesa dopaís, na educação fundamental, na segurança pública, na justiça, na saúde preventiva,... Ocontrário, quando temos crescentes demandas sociais, se aceita que o Estado tenha queatuar sobre uma multidão heterogênea, prejudicando o indivíduo com medidas quesomente se adaptam a cada um com deficiências consideráveis. E se somarmos a isso opoder de uma oclocracia, como temos em curso no Brasil, passeemos então a aceitar queaté o comportamento das pessoas seja padronizado.E quem já foi a Brasília, que teve a oportunidade de relacionar-se com a altaadministração do Estado sabe, por experiência própria, como poucas medidas possuem defato uma necessidade imediata e absoluta. Daí se segue que é necessário uma
    • quantidade excessiva de meios, e esses meios são subtraídos da obtenção do fimpropriamente dito. Não é só que o Estado requeira maiores receitas, mas que requererátambém os dispositivos mais artificiais para a manutenção da segurança política, suaspartes terão menos coesão e a tutela do Estado terá que ser muito mais ativa. Daí surgeum cálculo difícil e infelizmente quase sempre omitido, sobre se as forças naturais doEstado são suficientes para a implantação de todos os meios necessários.Se esse cálculo é incorreto, se produz um desequilíbrio; então, novas disposiçõesartificiais devem extremar as forças – um mal do qual padecemos, basta ver quanto ganhaum ascensorista no Senado, um membro da “Comissão da Verdade” ou um motorista deum ministro e compare com o salário de um policial que ostensivamente presta serviço emseu bairro, ou um capitão de uma fragata que defende o nosso país, ou ainda o professorque prepara seu filho para o futuro.Quando se dá muita atribuição ao Estado se perde as prioridades, sem contar que sefomenta a tirania.Temos que nos dar conta que o principal objetivo da criação do Estado é contra-restar omal que surge do desejo que o homem tem em transgredir seus próprios limites, e adiscórdia produzida por tal apropriação indevida dos direitos dos outros, na maioria doscasos afrontando a lei.Sempre elegemos a educação como prioritária, mas não assumimos compromisso com ela,principalmente com a educação fundamental. Mas não é isso que ocorre na China, emqualquer uma delas, a educação pública, isto é, aquela organizada e dirigida pelo Estado,ela deve formar o indivíduo.Um dos principais deveres do Estado é a investigação e resolução das controvérsiaslegais dos cidadãos. Ele atua nisso em lugar das partes e tem como única finalidadeprotegê-las de exigências injustificadas, por um lado, e, por outro, dar apenas àquelascujo devido peso e consideração só poderiam ser obtidos pelos próprios cidadãos, dealguma forma prejudicial à ordem pública. Durante o processo de investigação, porconseguinte, o Estado deve consultar os desejos das partes – tanto quanto esses estejamapoiados nos mais estritos princípios de justiça – mas precisa impedir tanto um quanto ooutro de usarem meios injustos contra si mesmos.A decisão do juiz, em casos de direitos contestados, só pode ser proferida se exigênciaslegais particulares houverem sido satisfeitas. A partir disso surge a necessidade de umanova classe de leis, a saber, aquelas que são concebidas para especificar certasexigências da validade das transações legais. Ao formatar tais leis, o legislador precisaser guiado por dois objetivos apenas: prover a autenticação de transações legais e
    • facilitar a prova necessária nos processos; em segundo lugar, ser cuidadoso para nãocair no extremo oposto, ou seja, tornar as transações difíceis demais. Além do mais, nãodeve nunca impor regulamentações onde poderiam quase significar torná-las impossíveis.Sobre a solicitude pela segurança tal como manifestada na pena de transgressão das leisdo Estado (leis penais)Um dos principais meios para a manutenção da segurança é a punição dostransgressores das leis do Estado. O Estado deve infligir penas a toda ação que causedano aos direitos dos cidadãos e também a toda ação pela qual se transgrida alguma desuas leis.A pena mais grave deve ser a mais branda possível, segundo as circunstânciasparticulares de tempo e de lugar. A partir dessa, todas as demais penas devem serdeterminadas, em proporção aos delitos cometidos. É por essa razão que a pena maisgrave deve ser reservada a quem viola o direito mais importante do próprio Estado; umamenos severa a quem inflige um direito igualmente importante de um cidadão individual;e, por último, uma ainda mais branda a quem só transgrediu uma lei cujo propósito sejaimpedir uma infração meramente possível.Toda lei penal só pode ser aplicada a quem a transgrediu com intenção ou com culpa, eunicamente na extensão em que demonstrou falta de respeito ao direito alheio.Na investigação de delitos cometidos, o Estado pode utilizar os meio adequado àfinalidade; mas nenhum daqueles que tratem o cidadão que é meramente suspeito comose já fosse um criminoso, nem tampouco qualquer outro meio que viole os direitos dohomem e do cidadão, que o Estado deve respeitar até mesmo sendo o criminoso, ou quetornaria o Estado culpado de uma ação imoral.O Estado deve apenas adotar dispositivos especiais de prevenção aos crimes ainda nãocometidos, na medida em que tais dispositivos sejam para evitar a perpetração iminente. Etodos os outros, não importa se concebidos para contra-restar as causas do crime oupara evitar as ações, inofensivas em si mesmas, mas que conduzem frequentemente aofensas criminais, encontram-se completamente fora dos limites de ação do Estado.Se parecer haver contradição entre esse princípio e aquele estabelecido em relação àsações dos indivíduos, não se deve esquecer que a questão anterior aplicava-se às açõesque em suas consequências imediatas haveriam provavelmente de infringir os direitosdos outros, e que aqui estamos considerando aquelas a partir dos quais, a fim deproduzir este efeito, uma ação subsequente precisa prosseguir.
    • Com vistas aos limites de sua ação, o Estado deve se esforçar por manter a condição realdas coisas tão próxima quanto possível daquelas prescritas pela verdade e pela teoriajusta, e desde que não esteja em oposição às razões da verdadeira necessidade. Aspossibilidades consistem no fato de que os homens estão preparados para receber asconsequências salutares que sempre acompanham sua operação desimpedida.As razões da necessidade que podem surgir em oposição são: a liberdade, uma vezassegurada, não é vista no sentido de destruir essas condições, sem as quais não apenastodo progresso subsequente, mas até mesmo a existência em si encontra-se em perigo. Emambos os casos o julgamento do estadista precisa ser formado a partir de umacomparação cuidadosa entre o presente estado de coisas e a mudança contemplada,assim como entre suas respectivas consequências.A situação é a mesma em inúmeros outros casos concretos, sobre os quais podemos edevemos debater, pois são entraves ao nosso desenvolvimento.Temos as reformas que são procrastinadas, como a trabalhista, a previdenciária, auniversitária – eliminando assim o mais cruel mecanismo de concentração de renda quetem o ensino superior gratuito com um de seus principais problemas, a na lei doinquilinato, no congelamento das mensalidades escolares privadas, no saneamento dosbancos estaduais, nas cartas patentes, no subsídio à agricultura e à indústria, naproteção tarifária, na estabilidade do emprego, nos salários mínimos, na reforma agrária,etc. etc. etc.Quanto mais rapidamente compreendermos o equívoco que estamos cometendo, maisrapidamente transformaremos esse nosso país na nação rica que poderemos vir a ser.Enquanto isso não acontecer, continuaremos sendo apenas um grande país do TerceiroMundo, uma colônia do nosso próprio Estado ou dos bRICS, dos RICS.E na China, na República Popular da China, a realização de novas reformas econômicas naChina, a República Popular da China, depende em grande parte da adoção de reformaspolíticas que criem um estado de direito e acabem com os privilégios que beneficiammembros do Partido Comunista e empresas estatais.Citei no início que sou subversivo. Seguramente sou subversivo ao defender um ponto devista contrário ao que está sendo levado a termo no Brasil pelos chamados economistasgovernamentais e sociólogos de esquerda, pois assim são definidos os que defendem aeconomia de mercado numa sociedade do privilégio, já que aquela propugna a competição,a impessoalidade e a meritocracia e dispensa, tanto quanto possível, a interveniência deum Estado cheio de vícios que esta sustenta, com seus empréstimos favorecidos e suas
    • desonerações seletivas, com sua emPTização do Estado e nePTismo nas estatais. Sãosubversivos os que denunciam os que promovem a desoneração seletiva, pois devemossempre ficar de olho no que os políticos fazem e prometem fazer, principalmente quandoem seu entorno gravitam os chamados economistas governamentais, como foram bemdefinidos pelo Professor Stephen Kanitz. Infelizmente há segundas intensões ou ospropósitos são outros e o discurso vem mais no sentido de agradar aos eleitores.É o caso da desoneração seletiva, como dos itens da cesta básica anunciada pelaPresidente Dilma, que no primeiro momento pode parecer uma decisão acertada. Mas não,é justamente o que não deve ser feito. Primeiro que desoneração seletiva pune oseficientes e eficazes e concede privilégios aos que gravitam no entorno das liderançaspolíticas. Desoneração seletiva prejudica os pequenos, que são os que mais geramemprego, riqueza e renda no país. Os que mais pagam impostos e os que menosdemandam benefícios sociais demagógicos e populistas. Os punem duplamente, pois deum lado retira a competitividade na concorrência, e pior, retira clientes. Retira clientes namedida que os gastos são direcionados pelos potenciais clientes para segmentos quenem sempre são prioritários ao cidadão. E em época de crise como a atual significa fecharempresas, ou concentrar empresas, o que penaliza o mercado, o consumidor e o país. Etorna o mercado interno algo de grandes grupos transnacionais que também exploramoportunidades, mas com um poder econômico assustador, pois podem fazer dumping semserem fiscalizados. Foi o que ocorreu, agora o brasileiro, depois da farra promovida pelogenovês Guido Mantega, está endividado, com o orçamento comprometido, com prestaçõesque se estendem por 10, 24 ou até 60 meses. Mas não alcançou o seu intento de aquecer aeconomia com seu moto perpetuum:Mas o problema é que nenhum economista e muito menos sociólogo se dá conta do queseja um moto perpetuum e que temos um Ministro tentando fazê-lo funcionar naeconomia brasileira.Qual a razão de nossos economistas, sociólogos, políticos, etc. usw. e assim por diante,quanto aos demais, e os restantes, e outros tantos mais, ... não fazerem uso dosindicadores de liberdade?Talvez o Brasil devesse fazer parte, não do BRICS, mas do grupo que tem a Austrália,Chile, Nova Zelândia, Canadá, Estônia, etc.. E Taiwan que agora integra as 20 nações maislivres do mundo. Assim teríamos os ABCDE/TZ quem sabe?Perdemos, ou não temos a liberdade como referencial e o desenvolvimento e justiça socialcomo objetivos estratégicos?Veja também: http://www.youtube.com/watch?v=Qe9Lw_nlFQU
    • Citei também no início a questão da violência, pois bem, nenhum economistagovernamental cita esta questão, o genovês Mantega em especial, ele que foi alvo daviolência com amigos em um sítio em Ibiúna, mas não se deu conta disso e os brasileirostambém não se dão conta disso.E não é sem razão que temos hoje uma das sociedades mais violentas do mundo:a) 14 das 50 cidades mais violentas do mundo estão no Brasil e Curitiba é uma delas, umacidade que no início desse século era tida como uma das com a melhor qualidade de vida.É onde se concentra a maioria dos descendentes de alemães.b) Tivemos nos últimos 30 anos mais de 1 milhão de homicídios e o crescimento éexponencial.c) Em 2012 tivemos mais de 200 mil vítimas fatais devido a violência , onde a impunidadese faz presente, seja em termos de IHA, acidentes de trânsito e acidentes de trabalho, éum número que produz mais mortes e torturados em apenas um único dia que em todo operíodo do regime militar, mas que por parte das ações tomadas no período, a ênfase earticulação política, em especial no âmbito dos direitos humanos, para o período de nossahistória de 1964-1985 que para a realidade atual, a gestão foi no sentido de seadministrar o país com base no espelho retrovisor, ou como era dito por uma dos maisimportantes brasileiros, com a lanterna na popa.d) O custo da violência supera 5% de nosso PIB, isso segundo estudos desatualizadosrealizados pelo IPEA, eu estimo em mais de 10% e apresento razões . E esta questão épreocupante, pois termos dois grandes mega eventos programadas, mas seconsiderarmos o potencial da indústria do turismo, vemos que a violência é de longe umdos principais motivos que afastam investidores no Brasil e que assusta os turistas,muito embora poderia ser o turismo uma das principais indústrias no campo de geraçãode emprego, riqueza e renda.e) O medo é hoje uma constante dos brasileiros, o custo do medo levou os brasileiros arealizarem um gasto com sistemas eletrônicos de segurança superior a US$ 2 bilhões,mais que R$ 4 bilhões em 2012. Isso segundo a Associação Brasileira das Empresas deSistemas Eletrônicos de Segurança. Mas este valor é muito subestimado, pois a maiorparte do investimento é feito através de equipamentos adquiridos legalmente eilegalmente no exterior.f) O Brasil é hoje o país onde circulam o maior número de veículos blindados no mundo,isso de acordo com as informações divulgadas pela Associação Brasileira de Blindagens(Abrablin), isso mesmo, já existe até uma associação do setor. De acordo com especialistasem segurança, o total de veículos com esse tipo de proteção é tão grande que se tornouum indicador para aferir o grau de criminalidade nacional. Quanto maior ele for, piorestará o Brasil nesse campo – até porque seu crescimento tem acompanhado o de algunsdos mais perversos crimes praticados no país. E vale lembrar que o custo com a blindagemé hoje superior a R$ 50 mil.
    • g) Cada 5 minutos uma mulher é violentada no Brasil, muitas são mortas. Temos umasecretaria de Estado voltada a questão, mas que não tem conseguido alterar a tristerealidade, temos uma CPMI em andamento no Congresso, o que não é divulgado e quemesmo com ela tivemos pouca evolução.h) E somos um dos campeões de estupro. O Brasil é uma nação estuprada. Os númerosoficiais de estupros cometidos no Brasil são um mistério. Em uma pesquisa você vaiencontrar que "a cada 12 minutos uma mulher é estuprada no Brasil". Portanto, seria umnúmero consideravelmente alto. Talvez os números não sejam divulgados para que asvítimas não sejam rotuladas como estatísticas ou para não espalhar pânico, haja vista quenenhuma medida definitiva é tomada para ao menos inibir os estupradores.“Uma nação somente se desenvolve e alcança a justiça dentro de sua sociedade seobservar o princípio da subsidiariedade; o livre mercado e estado de direito, e neleinserido o direito de propriedade. Mas isso exige a compreensão de um mundo real, comas falhas inerentes à natureza humana e rejeitarmos privilégios no trato da coisapública.” (Gerhard Erich Boehme)¹) petahttp://www.priberam.pt/dlpo/http://michaelis.uol.com.br/moderno/portugues/index.php?lingua=portugues-portugues&palavra=peta¹%3E%20&palavra=petahttp://www.dicio.com.br/peta/http://webdicionario.com/petahttp://www.significadodapalavra.net/peta/