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A VERDADE QUE A CNV NÃO INVESTIGA E OUTROS TEXTOS VERDADEIROS (LONGO, MAS VALE A PENA SER LIDO, CONHECIDO E DIVULGADO)‏
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  1. A VERDADE QUE A CNV NÃO INVESTIGA E OUTROS TEXTOS VERDADEIROSFrom: barbiedasavassinha@gmail.comTo:---------- Mensagem encaminhada ----------De: Barbie da Savassinha <barbiedasavassinha@gmail.com>Data: 21 de maio de 2013 20:59Assunto: Fwd: A VERDADE QUE A CNV NÃO INVESTIGA E OUTROS TEXTOSVERDADEIROSPara: Rede Globo <falecom@redeglobo.com.br>, "jornalinfornews@globo.com"<jornalinfornews@globo.com>, "ronferraz@globo.com"<ronferraz@globo.com>, redacaonh@gruposinos.com.br,"redacao@jornalagora.com.br" <redacao@jornalagora.com.br>,"eder@radialistasp.org.br" <eder@radialistasp.org.br>, Edison Evaristo<edison.evaristo@gmail.com>, "editor2@usinadeletras.com.br"<editor2@usinadeletras.com.br>, Alcides Santos Ribeiro<fapems@yahoo.com.br>, "ademir.rosa2011@bol.com.br"<ademir.rosa2011@bol.com.br>, "deoclecianaavezzani@bol.com.br"<deoclecianaavezzani@bol.com.br>, "laerte.braga@uol.com.br"<laerte.braga@uol.com.br>, Daniele Gamarra <dandorileo@gmail.com>,"agazeta@gazetaonline.com.br" <agazeta@gazetaonline.com.br>Cc: "jornalistas-pe@ig.com.br" <jornalistas-pe@ig.com.br>,"jornalista@sjsp.org.br" <jornalista@sjsp.org.br>,"jornalistasfluminenses@gmail.com" <jornalistasfluminenses@gmail.com>,"imprensa@cnbb.org.br" <imprensa@cnbb.org.br>, "porfirio@palanquelivre.com"<porfirio@palanquelivre.com>, Marcia Seixas <pauta.marciaseixas@gmail.com>,Jornal A Palavra <jornalapalavra.net@gmail.com>---------- Mensagem encaminhada ----------De: Almendra <glaf@globo.com>Data: 21 de maio de 2013 10:22Assunto: Fwd: A VERDADE QUE A CNV NÃO INVESTIGA E OUTROS TEXTOSVERDADEIROSPara:Repassando. Todosdevem ler eretransmitir.É uma obrigaçãocom nossa pátria e
  2. com o futuro dosnossos filhos.-------- Mensagem original --------Assunto:A VERDADE QUE A CNV NÃO INVESTIGA E OUTROS TEXTOSVERDADEIROSData:Tue, 21 May 2013 08:09:39 -0300De:direitavolverPara:delpol---pc@googlegroups.comProf. Paulo R. de Holanda SalesPrezados amigos e amigas,A partir do momento que a Comissão nacional da Verdade está mostrando suas verdadeiras intençõesde apurar, unilateralmente, os crimes de guerra perpetrados durante a Ditadura Militar, a partir domomento que quer anular a Lei da Anistia, a partir do momento que quer levar pessoas honradas denossas Forças Armadas para a prisão, temos que nos unir e levantar nossas vozes contra essedescalabro, e a única maneira que temos é a internet.Peço a todos que enviem a relação anexa para todos os de suas listas decorrespondência.2. ENCAMINHEI PARA O MUNDO.Fala o ex-marido de DilmaTerra - Como foi a participação de vocês no assalto ao cofre do governador paulistaAdhemar de Barros?Carlos Araújo - Não tivemos participação física no assalto. A participação minha eda Dilma foi na decisão de fazer a operação. Somos responsáveis, tanto quanto qualquer outrocompanheiro da direção do movimento, que eram nós e mais três, pela decisão de fazer oassalto. Avaliamos toda a operação, se era viável, mas não participamos do assalto em siporque não era atribuição do nosso setor.Terra - Como vocês conseguiram trocar o dinheiro do assalto?Carlos Araújo - Na época era muito dinheiro, quase US$ 2,5 milhões. A gente precisavadesse dinheiro, tinha muita gente de outros Estados que foi para o Rio de Janeiro, porque láera mais fácil para alugar um apartamento, ninguém pedia documento, não queriam saberquem você era. Mas era muita gente, estávamos precisando fazer uma ação em banco por diapraticamente para manter a estrutura do movimento. Por isso que decidimos fazer um assaltogrande para não precisar mais das ações nos bancos. Um milhão de dólares nós levamos paraa embaixada da Argélia, que ficou responsável por mandar para os companheiros que estavampassando por dificuldades, até passando fome lá fora. A outra parte a gente dividiu por setorese Estados também. Foi até engraçado, porque tínhamos uma mala de dólares, mas nãotínhamos dinheiro para fazer nada, nós precisávamos trocar. Foi então que decidimos pegarduas companheiras, que sabiam inglês, e elas foram numa casa de câmbio atrás doCopacabana Palace. Colocaram as melhores roupas que tinham, eram mulheres muito bonitas,e conseguiram trocar um pouco do dinheiro. Outro dia conseguimos trocar um pouco mais. Mastambém tínhamos que tomar cuidado, porque já tinha saído no jornal. Foi então que, 72 horas
  3. depois do assalto, o Bradesco veio nos procurar porque queria trocar todo o dinheiro, comcâmbio superior ao oficial. Resolvemos nos encontrar com eles e trocamos o restante dodinheiro.Terra - Uma das jovens que trocou o dinheiro do assalto era a Dilma?Carlos Araújo - Sim, era a Dilma. A outra era a Dodô, a Maria Auxiliadora, uma médica quedepois acabou se matando na Alemanha. Eram mulheres muito bonitas, fizeram o papel delassem problema nenhum.3. FONTE: O GLOBOOficiais recém-aposentados reagem à Comissão da VerdadeComandante militar do Planalto até 2011 externou incômodo de sua geraçãoBRASÍLIA - As críticas que setores militares fazem à Comissão Nacional da Verdade e àpresidente Dilma Rousseff não se restringem à velha guarda, hoje na reserva e comidade entre 70 a 80 anos. Há uma outra geração de oficiais de alta patente, que há dois,três anos estavam na ativa, para quem a comissão é revanchismo de esquerda.O incômodo desses militares ficou claro no depoimento do coronelBrilhante Ustra, semana passada, quando dois generais tomaram asdores do ex-chefe do DOI-Codi de São Paulo. O general Luiz AdolfoSodré de Castro, que até 2011 era o Comandante Militar do Planalto,protestou contra a intervenção do torturado Gilberto Natalini, vereadorem São Paulo pelo PV. E reagiu, exaltado, quando Natalini pediu paranão ser chamado de terrorista.— E vai fazer o que comigo? Vai me matar? — respondeu Sodré,gritando.Revanchismo aparece até nas novas geraçõesO general da reserva Luiz Eduardo Rocha Paiva, figura de destaque noExército, também acompanhou a reunião da Comissão da Verdade nasemana passada. Até 2007, ele era comandante da Escola de Comandodo Estado Maior do Exército e foi também secretário-geral do Comandodo Exército. Paiva tem 62 anos e, dessa geração, é o mais crítico àinstalação da comissão.Na véspera da sessão que ouviu Ustra, Paiva participou de umaaudiência pública na Câmara, que discutiu projeto da deputada LuizaErundina (PSB-SP) que pretende rever a Lei de Anistia e prega apunição para os militares que atuaram na ditadura.— Não houve terrorismo de Estado, mas defesa do Estado contra aameaça de modelos que vinham de Pequim, Moscou e Havana. Deveriaser feita a reconstituição de graves violações e prestada assistência às120 vítimas dos que estavam do outro lado. Não são cidadãos desegunda — disse o general.
  4. Aos 56 anos, o coronel da Aeronáutica Miguel Angelo Braga Grillo, dareserva, diz que não só militares que recentemente foram para reservatêm esse entendimento de revanchismo, mas também os da ativa, quenão podem se manifestar.— O militar, de maneira geral e felizmente, tem um bom padrão deformação e está informado das coisas. Todos nós sabemos que aComissão da Verdade é visivelmente distorcida e tem uma visão caolha,monocular. Só enxerga o que interessa. A sociedade vê a comissãocomo algo unilateral, mas é acomodada. Fica assistindo novela — disseo coronel Braga, que vive no Rio.O coronel do Exército Guilherme Henrique dos Santos Hudson, de 59anos, também critica com veemência a comissão e diz que há umsentimento revanchista.— A comissão é composta por indicados por uma pessoa (Dilma) quedeveria estar sentada no banco dos réus porque cometeu atos terroristasno passado. São sete que estão do lado que perdeu a revolução. Osderrotados — disse o coronel, que mora no Espírito Santo.Ex-preso político e atual Coordenador do projeto Direito à Memória e àVerdade da Secretaria Especial de Direitos Humanos, da Presidência daRepública, Gilney Viana afirma que há esse sentimento na nova geraçãode militares:— Recentemente uma turma que se formou na Aman (Academia Militarde Agulhas Negras) foi batizada de Médici (terceiro presidente daditadura). Instrutores e os manuais militares ainda têm outra visão daHistória e ensinam o seu lado.4. MILITARES INICIAM CAMPANHA NACIONAL ANTI PTMilitares entrevistados em Copacabana na passeata peloreajuste manifestaram enorme decepção com administração doPartido dos Trabalhadores, marcado por escândalos comoMensalão e Cachoeira."Pensávamos que seria um governo de um homem do povo parao povo, mas tudo indica que se transformou no governo dosescândalos e favorecimentos ilícitos"- disse um dos militares.Os militares das Forças Armadas somam mais de 600.000 entreos que estão em atividade e os da reserva. Somados com seusdependentes e círculos de influência esse quantitativo pode
  5. passar de 5 milhões de pessoas. Um número que definitivamentepode mudar os rumos de qualquer eleição.Militares estaduais também estão insatisfeitos com o governofederal, que não facilitou para que as negociações sobre a PEC300 prosseguissem. Na passeata em Copacabana verificou-se apresença de lideranças dos policiais e bombeiros do Rio deJaneiro, e isso acena para uma possível união de militaresfederais e estaduais. Se isso se concretizar e chegar às urnascertamente será um problema a mais para os políticosvermelhos.Os militares das Forças Armadas, comumente, são homens deconduta ilibada e bem relacionados. Formadores de opiniões. Éfrequente serem preferidos para assumirem cargos de síndicoem seus edifícios, diáconos em igrejas católicas e evangélicas,pastores e líderes comunitários. Homens preparados ecompetentes como lideres e aptos para discursar diante depequenos e médios grupos . Eles, potencialmente representamrealmente um perigo para o partido da situação, se resolveremusar sua influência para um objetivo comum.Pesquisas demonstram que as Forças Armadas são asinstituições com maior credibilidade no Brasil, o que confirmaque os militares brasileiros gozam de excelente reputação juntoà sociedade.Nos últimos meses há frequente divergência entre militares dasForças Armadas e o governo. Manifesto Interclubes, abaixo-assinado dos oficias e marcha virtual, são exemplos de grandesquestões surgidas ainda esse ano. Essa aparente queda debraço com os militares podecausar bastante prejuízo naspretensões dos políticos que estão "confortáveis" , já acurtíssimo prazo.Vamos repassar esta mensagem a todos os amigos militares eamigosanti "PT" para que tenhamos uma verdadeira virada nogovernomunicipal para depois mudarmos também os governosestaduais efederal.Talvez assim consigamos começar a melhorar este país.....PRECISAMOS MOSTRAR QUE TEMOS FORÇA, NÃO ESTAMOSMORTOS E ELES PASSARÃO A SE ACAUTELAR E NOSENXERGAREM COM O JUSTO RESPEITO E DIGNIDADE . ESSAÉ A MELHOR FORMA... VAMOS NOS UNIR, NÃOSE ACOVARDEM...VOTEM EM QUEM QUISER , EXCETO APENAS QUE NÃO SEJAALGUEM DO PT. POR AMOR AO PAÍS, VAMOS IMPACTAR OCOMODISMO QUE DOMINA O GOVERNO FEDERAL E MOSTRARQUE TEMOS - JUNTO COM O POVO QUE É SOBERANO - AMAIOR FORÇA, DA INTERNET E DO PODER DO VOTO.
  6. Está na hora de virar a mesa5.Para ler e refletir.....http://www.youtube.com/watch?v=3gXE5gtzDi4DILMA ACREDITA QUE EXÉRCITOAPOIA GOLPE COMUNISTA.Se a presidente Dilma não contasse como apoio militar, não estaria fazendo emprograma de governo, ostensiva emassiva propaganda comunista. Semcontar com apoio de quemdetém armas e deverdesalvaguardar a Nação, estaarrojada afronta à soberania nacional,veiculada pelas redes televisivas, nãopassaria de uma quimera.A inteligência (falta de) e a condutadossocialistas/comunistas sãoprevisíveis. Quem conhece a históriade 1935 e 1964, e acompanha adespudorada e explícita agressão àdemocracia e ao estado de direito,percebe que tanto nas tentativaspassadas como na atual, osconspiradores são CRASSOS. Em ambastentativas de dar o golpe ditatorial,acreditavam que tinham apoio suficientepara lograr vitória INCÓLUME! Nopassado como agora,
  7. derrotas FRAGOROSAS...Quem sobreviver verá!O Congresso Nacional estimulado pelogoverno vive tendo espasmos ditatoriais,em vergonhosa atitude de desrespeito àConstituição Federal e à independênciados Poderes. Não são merosinocentes ÚTEIS; tais quais osbeneficiados pelas bolsas “compravotos”.Os congressistas não podem ficarfora do jadecontas...O derramamento de sangue, resultado doenfrentamento em que os comunistasserão os protagonistas irascíveis, selaráuma Democracia estável e duradoura.Haverá instrumentos democráticos paracoibir novas conspirações. O Brasil não édiferente de outras nações. Na Hungria éproibido fazer apologia ao NAZISMO E AOCOMUNISMO.Assista ao vídeo:http://youtu.be/3gXE5gtzDi4Compare: Veja se há semelhança...http://youtu.be/79HC57EagRQ6. Salve lindo pendão da esperança! - SELVA!Para nossa reflexão!!!!!!EXCELENTE TEXTO! PARABÉNS ALEXANDRE GARCIA!!!Alexandre Paz Garcia"Gostaria de dizer algumas coisas sobre o que aconteceu no dia 31/03/1964 e nosanos que se seguiram. Porque concluo, diante do que ouço de pessoas em quemconfio intelectualmente, que há algo muito errado na forma como a história écontada. Nada tão absurdo, considerando as balelas que ouvimos sobre o"descobrimento" do Brasil ou a forma como as pessoas fazem vistas grossas para asmortes e as torturas perpetradas pela Igreja Católica durante séculos. Mas, aindaassim, simplesmente não entendo como é possível que esse assunto seja tão parciale levianamente abordado pelos que viveram aqueles tempos e, o que é pior, pelos
  8. que não viveram.""Nenhuma pessoa dotada de mediano senso crítico vai negar que houve excessospor parte do Governo Militar. Nesta seara, os fatos falam por si e por mais que setente vislumbrar certos aspectos sob um prisma eufemístico, tortura e morte sãorealidades que emergem de maneira inegável.""Ocorre que é preciso contextualizar as coisas. Porque analisar fatos extirpados dosubstrato histórico-cultural em meio ao qual eles foram forjados é um equívocodialético (para os ignorantes) e uma desonestidade intelectual (para os queconhecem os ditames do raciocínio lógico). E o que se faz com relação aos GovernosMilitares do Brasil é justamente ignorar o contexto histórico e analisar seus atosconforme o contexto que melhor serve ao propósito de denegri-los.""Poucos lembram da Guerra Fria, por exemplo. De como o mundo era polarizado ede quão real era a possibilidade de uma investida comunista em território nacional.Basta lembrar de Jango e Janio; da visita à China; da condecoração de Guevara, este,um assassino cuja empatia pessoal abafa sua natureza implacável diante dosinimigos.Nada contra o Comunismo, diga-se de passagem, como filosofia. Mas creio que sejadesnecessário tecer maiores comentários sobre o grau de autoritarismo e repressãovivido por aqueles que vivem sob este sistema. Porque algumas pessoas adoramCuba, idolatram Guevara e celebram Chavez, até. Mas esquecem do rastro de sanguedeixado por todos eles; esquecem as mazelas que afligem a todos os que ousaminsurgir-se contra esse sistema tão "justo e igualitário". Tão belo e perfeito quemilhares de retirantes aventuram-se todos os anos em balsas em meio atempestades e tubarões na tentativa de conseguirem uma vida melhor.""A grande verdade é que o golpe ou revolução de 1964, chame como queira, talveztenha livrado seus pais, avós, tios e até você mesmo e sua família de viver essarealidade. E digo talvez, porque jamais saberemos se isso, de fato, iria acontecer.Porém, na dúvida, respeito a todos os que não esperaram sentados para ver o Brasilvirar uma Cuba.""Respeito, da mesma forma, quem pegou em armas para lutar contra o GovernoMilitar. Tendo a ver nobreza nos que renunciam ao conforto pessoal em nome de umideal. Respeito, honestamente.""Mas não respeito a forma como esses "guerreiros" tratam o conflito. E respeitomenos ainda quem os trata como heróis e os militares como vilões. É umasimplificação que as pessoas costumam fazer. Fruto da forma dual como somoseducados a raciocinar desde pequenos. Ainda assim, equivocada e preconceituosa.""Numa guerra não há heróis. Menos ainda quando ela é travada entre irmãos. E umacoisa que se aprende na caserna é respeitar o inimigo. Respeitar o inimigo não édeixar, por vezes, de puxar o gatilho. Respeitar o inimigo é separar o guerreiro dohomem. É tratar com nobreza e fidalguia os que tentam te matar, tão logo a lutaesteja acabada. É saber que as ações tomadas em um contexto de guerra nãoobedecem à ética do dia-a-dia. Elas obedecem a uma lógica excepcional; do estadode necessidade, da missão acima do indivíduo, do evitar o mal maior.""Os grandes chefes militares não permanecem inimigos a vida inteira. Mesmo os quese enfrentam em sangrentas batalhas. E normalmente se encontram após o conflito,trocando suas espadas como sinal de respeito. São vários os exemplos nesse sentidoao longo da história. Aconteceu na Guerra de Secessão, na Segunda Guerra Mundial,
  9. no Vietnã, para pegar exemplos mais conhecidos. A verdade é que existe entre osgrandes Generais uma relação de admiração.""A esquerda brasileira, por outro lado, adora tratar os seus guerrilheiros comoheróis. Guerreiros que pegaram em armas contra a opressão; que sequestraram,explodiram e mataram em nome do seu ideal. ""E aí eu pergunto: os crimes deles são menos importantes que os praticados pelosmilitares? O sangue dos soldados que tombaram é menos vermelho do que o dosguerrilheiros? Ações equivocadas de um lado desnaturam o caráter nebuloso dasações praticadas pelo outro? Penso que não. E vou além.""A lei de Anistia é um perfeito exemplo da nobreza que me referi anteriormente.Porque o lado vencedor (sim, quem fica 20 anos no poder e sai porque quer,definitivamente é o lado vencedor) concedeu perdão amplo e irrestrito a todos osque participaram da luta armada. De lado a lado. Sem restrições. Como deve serentre cavalheiros. E por pressão de Figueiredo, ressalto, desde já. Porque haviacorrentes pressionando por uma anistia mitigada.""Esse respeito, entretanto. Só existiu de um lado. Porque a esquerda, amarguradapela derrota e pela pequenez moral de seus líderes nada mais fez nos anos que seseguiram, do que pisar na memória de suas Forças Armadas. E assim seguemfazendo. Jogando na lama a honra dos que tombaram por este país nos campos debatalha. E contaminando a maneira de pensar daqueles que cresceram ouvindo astolices ditas pelos nossos comunistas. Comunistas que amam Cuba e Fidel, mas quemoram nas suas coberturas e dirigem seus carrões. Bem diferente dos nossosmilitares, diga-se de passagem.Graças a eles, nossa juventude sente repulsa pela autoridade. Acha bonito jogarpedras na Polícia e acha que qualquer ato de disciplina encerra um viés repressivo eantilibertário.""É uma total inversão de valores. O que explica, de qualquer forma, a maneira comotratamos os professores e os idosos no Brasil.""Então, neste 31 de março, celebrarei aqueles que se levantaram contra o maliminente.""Celebrarei os que serviram à Pátria com honra e abnegação. Celebrarei os quehonraram suas estrelas e divisas e não deixaram nosso país cair nas mãos da escóriamoral que, anos depois, o povo brasileiro resolveu por bem colocar no Poder.""Bem feito. Cada povo tem os políticos que merece.""Se você não gosta das Forças Armadas porque elas torturaram e mataram, então,seja, pelo menos, coerente. E passe a nutrir o mesmo dissabor pela corja queexplodiu sequestrou e justiçou, do outro lado. Mas tenha certeza que, se um dia fornecessário sacrificar a vida para defender nosso território e nossas instituições, vocêsó verá um desses lados ter honradez para fazê-lo."
  10. --Anexo de Mensagem Encaminhado--[top.htm][left.htm]Memorial 1964O clamor das manifestações públicas e sociais do início de 1964 desaguou noMovimento Democrático de 31 de março, marco imorredouro da evoluçãopolítica nacional, quando as forças democráticas, lideradas pelas ForçasArmadas e em defesa da nossa Soberania, impediram que o comunismointernacional tomasse o poder.Eterna homenagem aos que lutaram em prol daDemocracia e da Liberdade.Relação cronológica dos mortos pelas mãos de terroristas entre osanos de 1964 a 1974Nr Data Nomes Fatos1 12/11/64Paulo MacenaVigia - RJExplosão de bomba -deixada por umaorganização comunistanunca identificada, emprotesto contra a aprovaçãoda Lei Suplicy, queextinguiu a UNE e a UBES -no Cine Bruni Flamengo,com seis feridos graves e 1morto, o vigia PAULOMACENA.2 27/03/65Carlos Argemiro CamargoSargento do Exército – ParanáEmboscada de um grupo demilitantes da Força Armadade Libertação Nacional(FALN), chefiado pelo ex-CelEB Jeffersom Cardim deAlencar Osorio, com oassassinato a tiros do 3ºSgtInf EB CARLOSARGEMIRO DE CAMARGOda 2ª Cia Inf de FranciscoBeltrão/PR, que deixouviúva grávida de sete meses325/07/66Edson Régis de CarvalhoJornalista - PE)Explosão de bomba noAeroporto Internacional deGuararapes, com 15 feridose 2 mortos, o jornalistaEDSON REGIS DECARVALHO e o almiranteNELSON GOMESFERNANDES.425/07/66Nelson Gomes FernandesAlmirante - PEMorto no mesmo atentado.Além das duas vítimas fataisficaram feridas 17 pessoas,entre elas o então coroneldo Exército Sylvio Ferreirada Silva que, além defraturas expostas, teveamputados quatro dedos damão esquerda e SebastiãoTomaz de Aquino, o Paraíba,
  11. guarda civil que teve a pernadireita amputada."Um dos executores doatentado, revelado pelaspesquisas e entrevistas deGorender, é RaimundoGonçalves de Figueiredo,codinome CHICO, que viria aser morto pela Polícia Civil,em abril de 1971, já comointegrante da VAR-PALMARES". (Nos Porõesda Ditadura - de RaymundoNegrão Torres).5 28/09/66Raimundo de CarvalhoAndradeCabo PM – GO)Em meados de 1966, eramnumerosas as agitaçõesestudantis em váriascidades do Brasil, comnumerosos incêndiossuspeitos em São Paulo econflitos no Rio de Janeiro ena Bahia. Apesar daproibição, foi realizado, emBelo Horizonte, o 28ºCongresso da UNE, entidadeque estabeleceu a data de22 de setembro para ser o“Dia Nacional de LutaContra a Ditadura”.Tarzan de Castro (Luis,Osvaldo, Rogério, Sérgio),além de líder estudantil emGoiânia, era um militanteque, em junho de 1966,havia liderado umadissidência do PartidoComunista do Brasil (PC doB), que iria formar uma dasmais violentas organizaçõesterroristas daquela época, aAla Vermelha. Preso naFortaleza de Santa Cruz, emNiterói, chegaram as falsasnotícias de que ele haviamorrido na prisão e de queseu corpo chegaria noaeroporto de Goiânia à meianoite de 28/09/66, umaquarta feira.Em protesto, estudantes,dirigidos por agitadorescomunistas, resolveraminvadir e ocupar o ColégioEstadual Campinas. Adiretora solicitoupoliciamento. A POLÍCIAMILITAR , então, reuniu osPMs que não faziam partedo policiamento de rua, tais
  12. como cozinheirosburocratas, carpinteiros,etc... Por volta das 20:00horas, quando a “tropa”,armada com fuzis modelo1908, com tiros de festim,chegou ao colégio – queestava invadido – foirecebida por tiros vindos doseu interior, ocasião em quefoi atingido, mortalmente, ocabo Raimundo de CarvalhoAndrade que era o alfaiateda corporação.A “vítima” viva, Tarzan deCastro, até recentementedestacado empresário doramo de armazém deestocagens de grãos, comum dos maiores armazénsde Goiás, reivindicaatualmente, como “vítima”da Revolução de 31 demarço, as seguintesindenizações:Do governo de Pernambuco,pelo o seu envolvimento noinquérito do chamadoMovimento Julião;Do Governo do DistritoFederal, por haverrespondido a inquéritospromovidos pelo ComandoMilitar do Planalto;Do Governo de MinasGerais, por ser a sede daRegião Judiciária Militar,para onde seguiram seusprocessos;Do Governo doEstado de Goiás, através dalei estadual nº 14067/010, aolado de inúmeras outraspessoas catalogadas como“vítimas” da Revolução de1964, generosa indenização.A vítima morta, caboRaimundo de CarvalhoAndrade, que era o alfaiateda Polícia Militar de Goiás,homem simples - nãoespecialista em assuntos desegurança e designadopelos seus superiores paracompletar uma equipe,visando a coibir os tumultosgerados pelo episódioinverídico ligado a Tarzan deCastro - está esquecida. Nãose tem notícia de que seushumildes familiares tenham
  13. recebido qualquerindenização ou apoioespecial dos governosestadual ou federal(colaboração do co-irmão,Grupo Anhangüera).624/11/67José Gonçalves Conceição(Zé Dico)Fazendeiro - SPMorto por Edmur Périclesde Camargo, integrante daAla Marighela, durante ainvasão da fazendaBandeirante, em PresidenteEpitácio. Zé Dico foitrancado num quarto,torturado e, finalmente,morto com vários tiros. Ofilho do fazendeiro quetentara socorrer o pai foibaleado por Edmur comdois tiros nas costas.715/12/67Osíris Motta MarcondesBancário – SP)Morto quando tentavaimpedir um assaltoterrorista ao BancoMercantil, do qual era ogerente.810/01/68 -Agostinho Ferreira Lima-(Marinha Mercante - Rio Negro/ AM)No dia 06/12/67, a lanchada Marinha Mercante"Antônio Alberto" foiatacada por um grupo denove terroristas,liderados por RicardoAlberto Aguado Gomes"Dr. Ramon", o qual,posteriormente, ingressouna Ação LibertadoraNacional (ALN). Nesteataque Agostinho FerreiraLima foi ferido gravemente,vindo a falecer no dia10/01/68.931/05/68Ailton de OliveiraGuarda Penitenciário - RJO Movimento ArmadoRevolucionário (MAR),montou uma ação paralibertar nove de seusmembros que cumpriampena na PenitenciáriaLemos de Brito (RJ) e queuma vez libertadosdeveriam seguir pararegião de Conceição deJacareí, onde o MARpretendia estabelecer o“embrião do focoguerrilheiro”.No dia 26/05/68 o estagiárioJúlio César entregou àfuncionária dapenitenciária Natersa
  14. Passos, dentro de umpacote, três revólverescalibre 38 que seriamusados pelosÀs 17:30 horas ossubversivos, ao iniciarem afuga foram surpreendidospelos guardaspenitenciários Ailton deOliveira e Jorge FélixBarbosa. Os guardas foramferidos pelos presos emfuga, sendo que Ailton deOliveira veio a falecer cincodias depois, em 31/05/68.Ainda ficou gravementeferido o funcionário daLight, João Dias Pereiraque se encontrava nacalçada da penitenciária.O autor dos disparos queatingiram o guarda Ailtonfoi o terrorista AvelinoBrioniCapitani1026/06/68Mário Kozel FilhoSoldado do Exército - SPEm 1968 o jovem MárioKozel Filho é convocadopara servir à Pátria edefendê-la contra possíveisagressões internas ouexternas.Na mesma época o capitãoCarlos Lamarca, formadopela Academia Militar dasAgulhas Negras, serve no4ºRI, em Quitaúna, SP.O capitão Lamarca, no dia24/01/68, trai a Pátria quejurou defender. Rouba do4ºRI muitos fuzis,metralhadoras e munição,deserta e entra naclandestinidade. O materialbélico roubado é entregueà Vanguarda PopularRevolucionária, VPR, umaorganização terrorista queLamarca já integrava antesde desertar.O soldado Kozel continuaservindo, com dedicação aPátria que jurou defender.No dia 26/06/68, comosentinela, zela pelasegurança do QuartelGeneral do II Exército. Às04:30 horas ele está
  15. vigilante em sua guarita. Amadrugada é fria e compouca visibilidade. Nestemomento, um tiro édisparado por umasentinela contra umacamioneta quedesgovernada tentapenetrar no Quartel. Seumotorista saltara dela emmovimento, após acelerá-lae direcioná-la para o portãodo QG. O soldado Rufino,também sentinela, dispara6 tiros contra o mesmoveículo que, finalmente,bate na parede externa doquartel. Kozel sai do seuposto e corre em direçãoao carro, para ver se háalguém no seu interior. Háuma carga com 50 quilosde dinamite que, segundosdepois, explode e espalhadestruição e morte numraio de 300metros. Seucorpo é dilacerado. Ossoldados João Fernandes,Luiz Roberto Julião eEdson Roberto Rufinoestão muito feridos. É maisum ato terrorista daorganização chefiada porLamarca, a VPR.Participaram deste crimehediondo os terroristasDiógenes José de CarvalhoOliveira (o Diógenes do PT,com implicações combicheiros no governo OlívioDutra/RS), Waldir CarlosSarapu, Wilson EgídioFava, Onofre Pinto,Edmundo Coleen Leite,José Araújo Nóbrega,Oswaldo Antônio dosSantos, Dulce de SouzaMaia, Renata Ferraz GuerraAndrade e José RonaldoTavares de Lima e Silva.Lamarca continuou naVPR, seqüestrando,assaltando, assassinando epraticando vários outrosatos terroristas, até o diaem que morreu, de arma namão enfrentando umapatrulha do Exército que o
  16. encontrou no interior daBahia em 1971. Sua famíliapassou a receber a pensãode coronel porqueLamarca, se não tivessedesertado, poderia chegara este posto.Apesar de todos os crimeshediondos que cometeu,sendo o mais torpe deles oassassinato a coronhadasde seu prisioneiro TenentePM Alberto Mendes Júnior,Lamarca é apontado comoherói pelos esquerdistasbrasileiros. Ruas passam ater seu nome. Tentamcolocar seus restosmortais num Mausoléu naPraça dos Três Poderes,em Brasília. Um filme éfeito para homenageá-lo.Mário Kozel Filho, soldadocumpridor dos seusdeveres, cidadão brasileiroque morreu em serviço,está totalmente esquecido.Além do esquecimento aComissão dos Mortos eDesaparecidos que jáconcedera vultosasindenizações às famílias demuitos terroristas quenunca foram consideradosdesaparecidos, resolveuindenizar, também, afamília Lamarca, numaevidente provocação àsForças Armadas edesrespeito às famílias deMário Kozel Filho e demuitos outros que com elemorreram emconseqüência de atosterroristas.1127/06/68Noel de Oliveira RamosCivil - RJMorto com um tiro nocoração, em conflito narua. Estudantes distribuíamno Largo de São Francisco,panfletos a favor dogoverno e contra asagitações estudantisconduzidas por militantescomunistas.Gessé Barbosa de Souza,eletricista e militante daVPR, conhecido como
  17. "Juliano" ou "Julião"infiltrado no movimento,tentou impedir amanifestação com umaarma. Os estudantes, emgrande maioria, não seintimidaram e tentaramsegurar Gessé que fugiuatirando, atingindomortalmente Noel deOliveira Ramos e ferindo oengraxate Olavo Siqueira.1227/06/68Nelson de BarrosSargento PM - RJNo início de junho de 1968,no Rio de Janeiro,pequenas passeatasrealizadas em Copacabanae na rua Uruguaiana,pressagiaram as grandesagitações que estavam porvir, ainda nesse mês, e queficaram conhecidas como"As Jornadas de Junho".No dia 19/06/68, cerca de800 estudantes, lideradospor Wladimir Palmeira,tentaram tomar de assaltoo edifício do Ministério daEducação e Cultura, no Riode |Janeiro.No dia seguinte, cerca de1500 estudantes invadirame ocuparam a UniversidadeFederal do Rio de Janeiro,na Avenida Pasteur,fazendo com queprofessores e membros doConselho Universitáriopassassem por vexames,obrigando-os a saírem poruma espécie de corredorpolonês formado porcentenas de estudantes.Vinte e quatro horasdepois, em 21/06/68,também ao meio dia, foirealizada nova passeata nocentro do Rio. Conhecidocomo a "Sexta feiraSangrenta", este dia foimarcado por brutalviolência Cerca de 10.000pessoas, os estudantesengrossados porpopulares,erguerambarricadas,incendiaram carros,agrediram motoristas,saquearam lojas, atacaram
  18. a tiros a embaixadaamericana e as tropas daPolícia Militar. No final danoite, mais de 10 mortos, ecentenas de feridosatestavam a violência dosconfrontos. Entre osferidos graves estava osargento da Polícia MilitarNelson de Barros que veioa falecer no dia 27/06/68.A violência estudantilcontinuou no dia 22,quando tentaram, semsucesso, ocupar aUniversidade de Brasília,(UNB), e no dia 24, em SãoPaulo, quando realizaramuma passeata no centro dacidade, depredando aFarmácia do Exército, oCity Bank e a sede dojornal "O Estado de SãoPaulo". No dia 26, no Riode Janeiro ocorreu a"Passeata dos Cem Mil".1301/07/68 -Edward Ernest Tito OttoMaximilian VonWesternhagenMajor do ExércitoAlemão - RJMorto no Rio de Janeiroonde fazia o Curso daEscola de Comando eEstado Maior do Exército.Assassinado na ruaEngenheiro Duarte, Gávea,por ter sido confundidocom o major boliviano GaryPrado, suposto matador deChe Guevara, que tambémcursava a mesma escola.Autores: Severino VianaCallou, João Lucas Alves eum terceiro nãoidentificado, todos daorganização terroristadenominada COLINA-Comando de LibertaçãoNacional.1407/09/68Eduardo Custódio de SouzaSoldado PM – SPMorto, com sete tiros, porterroristas de umaorganização nãoidentificada quando desentinela no DEOPS, emSão Paulo.1520/09/68Antônio Carlos JefferySoldado PM – SPMorto a tiros quando desentinela no quartel daentão Força Pública de SãoPaulo (atual PM) no BarroBranco.
  19. Organização terrorista quepraticou o assassinato:Vanguarda PopularRevolucionária.Assassinos:Pedro Lobo de Oliveira;Onofre Pinto;Diógenes José Carvalho deOliveira, atualmenteconhecido como oDiógenes do PT, ex-auxiliarde Olívio Dutra no Governodo RS.1612/10/68Charles Rodney ChandlerCap. do Exército dos EstadosUnidos - SPHerói na guerra com oVietnã, veio ao Brasil parafazer o Curso de Sociologiae Política, na FundaçãoÁlvares Penteado, em SãoPaulo/SP.No início de outubro /68,um "TribunalRevolucionário", compostopelos dirigentes da VPR(Vanguarda PopularRevolucionária), OnofrePinto (Augusto, Ribeiro,Ari), João CarlosKfouriQuartin de Morais(Manéco) e LadislasDowbor(Jamil), condenou o capitãoChandler à morte, porqueele "seria um agente daCIA".Os levantamentos da rotinade vida do capitão foramrealizados por Dulce deSouza Maia (Judite).O capitão Chandler quandoretirava seu carro dasgaragem para seguir para aFaculdade, foiassassinado, friamente,com 14 tiros demetralhadora e vários tirosde revólver, na frente dasua esposaJoan e seus 3filhos.O grupo de execução eraconstituído pelosterroristas Pedro Lobo deOliveira (Getúlio), DiógenesJosé de Carvalho Oliveira(Luis, Leonardo, Pedro) eMarco Antônio Bráz deCarvalho (Marquito).Obs:Diógenes José de CarvalhoOliveira, tambémconhecido como Diógenes
  20. do PT, na década de 90ingressou nos quadros doPT/RS, sempreassessorando seus líderesmais influentes. Diógenesfoi o Presidente do Clubede Seguros da Cidadaniade Porto Alegre, orgãoencarregado de coletarfundos para o PT.João Carlos KfouriQuartinde Morais é, atualmenteProfessor Titular deFilosofia e Ciências daUNICAMP e,LadislasDowbor ProfessorTitular de Economia daPUC/SP e trabalha noInstituto de Economia daUNICAMP. Saiba mais emRecordando aHistória/Justiçamentos1724/10/68Luiz Carlos Augustocivil - RJMorto, com 1 tiro, duranteuma passeata estudantil.-1825/10/68Wenceslau Ramalho Leitecivil - RJMorto, com 4 tiros depistola Luger 9mm, duranteo roubo de seu carro, naavenida 28 de Setembro,Vila Isabel, RJ.Autores: Murilo Pinto daSilva (Cesar ou Miranda) eFausto MachadoFreire(Ruivo ou Wilson)ambos integrantes daOrganização TerroristaCOLINA(Comando deLibertação Nacional).1907/11/68Estanislau Ignácio CorreiaCivil - SPMorto pelosterroristas IoshitameFugimore, Oswaldo Antônio dosSantos e Pedro LoboOliveira, todos integrantesda Vanguarda PopularRevolucionária(VPR),quando roubavam seuautomóvel na esquina dasruas Carlos Norberto SouzaAranha e Jaime FonsecaRodrigues, em São Paulo.2007/01/69 -Alzira Baltazar de Almeida -Dona de casa - Rio de Janeiro/ RJUma bomba jogada porterroristas, embaixo deuma viatura policial,estacionada em frente à 9ªDelegacia de Polícia, aoexplodir, matou a Sra.Alzira, uma vítima inocente,que na ocasião transitava
  21. na rua.2111/01/69Edmundo Janot -Lavrador - Rio de Janeiro / RJMorto a tiros, foiçadas efacadas por um grupo deterroristas que haviammontado uma base deguerrilha nasproximidades da suafazenda.2229/01/69Cecildes Moreira de Faria -Subinspetor de Polícia - BH/MG2329/01/69 -José Antunes FerreiraGuarda Civil-BH/MGO terrorista Pedro PauloBretas "Kleber" ao serinterrogado "entregou" um"aparelho" do Comando deLibertação Nacional(Colina), na ruaItacarambunº 120, bairro São Geraldo.Imediatamente, ospoliciais se dirigiram para olocal e quando seanunciaram como policiais,foram recebidos porrajadas de metralhadoras,disparadas por Murilo PintoPezzuti da Silva , "Cesarou "Miranda", que mataramo subinspetor. CecildesMoreira da Silva que deixouviúva e oito filhos menores,e o guarda civil JoséAntunes Ferreira ,ferindo,ainda, o investigador JoséReis de Oliveira.Foram presos nointerior do "aparelho" oassassino Murilo PintoPezzuti da Silva o osterroristas do Colina:Afonso CelsoL.Leite "Ciro".Mauricio Vieira deCastro "Carlos"Nilo SérgioMenezes MacedoJ ulioAntonioBittencourt de Almeida"Pedro"Jorge RaimundoNahas "Clovis"ou "Ismael"eMaria José deCarvalho Nahas "Celia"ou"Marta".No interior do "aparelho" foramapreendidos 1 fuzil FAL ,5pistolas, 3 revóveres, 2metralhadoras, 2 carabinas,
  22. 2 granadas de mão, 702bananas de dinamite,fardas da PM e dinheiro deassaltos.2414/04/69Francisco Bento da SilvaMotorista – SPMorto durante um assalto,praticado pela AlaVermelha do PC do B, aocarro pagador (uma Kombi)do Banco Francês-Italianopara a América do Sul, naAlameda Barão deCampinas, quando foramroubados vinte milhões decruzeiros. Participaramdesta ação os terroristas:Élio Cabral de Souza, DerlyJosé de Carvalho, DanielJosé de Carvalho, DevanirJosé de Carvalho, JamesAllen Luz, Aderval AlvesCoqueiro, Lúcio da CostaFonseca, GilbertoGiovanetti, Ney JansenFerreira Júnior, GenésioBorges de Melo e AntônioMedeiros Neto2514/04/69Luiz Francisco da SilvaGuarda bancário –SPMorto durante o assaltoacima explanado, praticadopela Ala Vermelha do PCdo B, ao carro pagador(uma Kombi) do BancoFrancês-Italiano para aAmérica do Sul, naAlameda Barão deCampinas, quando foramroubados vinte milhões decruzeiros.2608/05/69José de CarvalhoInvestigador de Polícia – SP)Atingido com um tiro naboca, durante um assaltoao União de BancosBrasileiros, em Suzano, nodia 07 de maio, vindo afalecer no dia seguinte.Nessa ação, os terroristasferiram, também, AntonioMaria Comenda Belchior eFerdinando Eiamini.Participaram os seguintesterroristas da AçãoLibertadora Nacional (ALN):Virgílio Gomes da Silva,AtonFon Filho, TakaoAmano, Ney da CostaFalcão, Manoel Cyrilo deOliveira Neto e João BatistaZeferino Sales Vani.Takao Amano foi baleadona coxa e operado, em um
  23. “aparelho médico” porBoanerges de SouzaMassa, médico da ALN.2709/05/69Orlando Pinto da SilvaGuarda Civil – SPMorto com dois tiros, umna nuca e outro na testa,disparados por CarlosLamarca, durante assaltoao Banco Itaú, na ruaPiratininga, Bairro daMooca. Na ocasião tambémfoi esfaqueado o gerentedo Banco, NorbertoDraconetti.Organização responsávelpor esse assalto:Vanguarda PopularRevolucionária (VPR).2827/05/69Naul José MontovaniSoldado PM – SPEm 27/05/69 foi realizadauma ação contra o 15ºBatalhão da Força Públicade São Paulo, atual PMESP,na Avenida Cruzeiro do Sul,SP/SP.Os terroristas VirgílioGomes da Silva, AtonFonFilho, Carlos Eduardo PiresFleury, Maria AparecidaCosta, Celso Antunes Hortae Ana Maria de CerqueiraCésar Corbisier,metralharam o soldadoNaul José Montovani queestava de sentinela e quemorreu instantaneamente.O soldado NicárioConceição Pulpo queacorreu ao local ao ouviros disparos, foigravemente ferido nacabeça, tendo ficadoparalítico.2904/06/69Boaventura Rodrigues daSilvaSoldado PM - SPMorto por terroristasdurante assalto ao BancoTozan.3022/06/69Guido BonéSoldado PM - SPMorto por militantes daALN que atacaram eincendiaram a radio-patrulha RP 416, da entãoForça Pública de SãoPaulo, hoje Polícia Militar,matando os seus doisocupantes, os soldadosGuido Bone e NatalinoAmaro Teixeira, roubandosuas armas.3122/06/69Natalino Amaro Teixeira Morto por militantes daALN na ação acima
  24. Soldado PM - SP explanada.3211/07/69Cidelino Palmeiras doNascimentoMotorista de táxi - RJMorto a tiros quandoconduzia em seu carro,policiais que perseguiamterroristas que haviamassaltado o Banco Aliança,agência Muda.Participaram desteassassinato os terroristasChael Charles Schreier,Adilson Ferreira da Silva,Fernando Borges de PaulaFerreira, Flávio Roberto deSouza, Reinaldo José deMelo, Sônia Eliane Lafóz eo autor dos disparos DarciRodrigues, todospertencentes a organizaçãoterrorista VAR-Palmares.3324/07/69 -Aparecido dos Santos OliveiraSoldado PM - SPNeste dia, atuando em"frente " foi assaltado oBanco Bradesco, na ruaTuriassu, no Bairro dePerdizes, de onde foramroubados sete milhões decruzeiros. Participaram daação:· Pelo Grupo deExpropriação e Operação:Devanir José de Carvalho,James Allen Luz,Raimundo Gonçalves deFigueiredo, Ney JansenFerreira Júnior, José CoutoLeal;· Pelo Grupo do Gaúcho:Plínio Petersen Pereira,Domingos Quintino dosSantos, Chaouky Abara;· Pela VAR-Palmares: ChaelCharles Schreier, RobertoChagas e Silva, CarmemMonteiro dos SantosJacomini e Eduardo Leite.Essa ação terminou deforma trágica: RaimundoGonçalves Figueiredobaleou o soldado da entãoForça Pública do Estado deSão Paulo, atual PMESP,Aparecido dos SantosOliveira que, já caído,recebeu mais quatro tirosdisparados por DomingosQuintino dos Santos.
  25. 3420/08/69José Santa MariaGerente de Banco ? RJMorto por terroristas queassaltaram o Banco deCrédito Real de MinasGerais, do qual era gerente3525/08/69Sulamita Campos LeiteDona de casa ? PAParente do terrorista FlávioAugusto Neves LeãoSalles.Morta na residência dosSalles, em Belém, aodetonar, por inadvertência,uma carga de explosivosescondida pelo terrorista3631/08/69Mauro Celso RodriguesSoldado PM - MAMorto quando procuravaimpedir a luta entreproprietários e posseiros,incitada por movimentossubversivos.3703/09/69José Getúlio BorbaComerciário - SPOs terroristas da AçãoLibertadora Nacional (ALN)Antenor Meyer, JoséWilson Lessa Sabag,Francisco José de Oliveirae Maria Augusta Tomaz,resolveram comprar umgravador na loja LutzFerrando, na esquina daAvenida Ipiranga com aRua São Luis. O pagamentoseria feito com um chequeroubado num assalto.Descobertos, receberamvoz de prisão e reagiram.Na troca de tiros o guardacivil João Szelacsak Netoficou ferido com um tiro nacoxa e o funcionário daloja, José Getúlio Borba, foimortalmente ferido.Perseguidos pela polícia oterrorista José WilsonLessa Sabag matou a tiroso soldado da Força Pública(atual PM) João Guilhermede Brito.3803/09/69João Guilherme de BritoSoldado da Força Pública/SPNa ação acima houve trocade tiros o guarda civil JoãoSzelacsak Neto ficou feridocom um tiro na coxa e ofuncionário da loja, JoséGetúlio Borba, foimortalmente ferido.Perseguidos pela polícia oterrorista José WilsonLessa Sabag matouainda, a tiros o soldado daForça Pública (atual PM)João Guilherme de Brito.3920/09/69Samuel PiresCobrador de ônibus – SPMorto por terroristasquando assaltavam uma
  26. empresa de ônibus.4022/09/69Kurt KriegelComerciante - Porto Alegre/RSComerciante Kurt Kriegel,morto pela Var-Palmatesem Porto Alegre.4130/09/69Cláudio Ernesto CantonAgente da Polícia Federal - SPApós ter efetuado a prisãode um terrorista foi atingidona coluna vertebral, vindo afalecer em conseqüênciadesse ferimento.4204/10/69Euclídes de PaivaCerqueiraGuarda particular - RJMorto por terroristasdurante assalto ao carrotransportador de valoresdo Banco IrmãosGuimarães4306/10/69-Abelardo Rosa LimaSoldado PM - SPMetralhado por terroristasnuma tentativa de assaltoao Mercado Peg-Pag.Autores: Devanir José deCarvalho (Henrique) ,Walter Olivieri, EduardoLeite (Bacuri),MocideBucherone e IsmaelAndrade dos Santos.Organizações Terroristas:REDE (ResistênciaDemocrática) e MRT(Movimento RevolucionárioTiradentes).4407/10/69Romildo OttenioSoldado PM - SPMorto quando tentavaprender um terrorista.4531/10/69Nilson José de Azevedo LinsCivil - PEGerente da firma Cornéliode Souza e Silva,distribuidora da SouzaCruz, em Olinda. Foiassaltado e morto quandoia depositar, no Banco, odinheiro da firma.Organização: PCBR(Partido ComunistaBrasileiro Revolucionário).Autores: Alberto ViníciusMelo do Nascimento,Rholine Sonde CavalcanteSilva, Carlos AlbertoSoares e João Maurício deAndrade Baltar4604/11/69Estela Borges MoratoInvestigadora do DOPS - SPMorta a tiros quandoparticipava da operação emque morreu o terroristaCarlos Marighela.4704/11/69Friederich Adolf RohmannProtético - SP)(Morto durante a operaçãoque resultou na morte doterrorista CarlosMarighela.4807/11/69Mauro Celso RodriguesMorto em uma emboscada,
  27. Soldado PM - MA durante a luta travada entrelavradores de terra,incitados por militantes daAção Popular(AP).4914/11/69Orlando GiroloBancário - SPMorto por terroristasdurante assalto ao BancoBrasileiro deDescontos(Bradesco).5017/11/69Joel NunesSub-Tenente PM - RJNeste dia o PCBR assaltouo Banco Sotto Maior, naPraça do Carmo, nosubúrbio carioca de Brásde Pina, de onde foramroubados cerca de 80milhões de cruzeiros. Nafuga, obstados por umaviatura policial, surgiu umviolento tiroteio no qualAvelino BioniCapitanimatou o sargento da PMJoel Nunes. Na ocasião foipreso o terrorista PauloSérgio Granado Paranhos.5118/12/69Elias dos SantosSoldado do Exército – RJPaulo Sérgio GranadoParanhos preso no diaanterior ao ser interrogado“abriu” um “aparelho” doPCBR localizado na ruaBaronesa de Uruguaiana nº70, no bairro de Lins deVasconcelos. Ali, Prestesde Paula, ao fugir pelosfundos da casa, disparou, àqueima-roupa, um tiro depistola .45 no soldado doExército Elias dos Santosque integrava a equipe que“estourou” o “aparelho”. Osoldado Elias morreumomentos depois.A respeito do soldadoElias, morto em combateno cumprimento do dever,o Ternuma recebeu oseguinte comovente e-mail:“Fico feliz de achar umapágina da Internet a qualfaz uma homenagem a umapessoa que não conheci,mas com certeza, muitoespecial. Desde pequenavejo minha avó aos prantoslembrar de seu filho Eliasdos Santos, mortobrutalmente porassassinos terroristas. Nãoconhecia direito a história,fiquei sabendo agora.Realmente é revoltante
  28. saber que a família deCarlos Lamarca temdireitos que minha avó nãoteve. Não tenho palavras,só agradeço DanieleEsteves”.5217/01/70José Geraldo Alves Cursino -Sargento PM - São Paulo / SPMorto a tiros porterroristas.5320/02/70Antônio Aparecido PossoNogueróSargento PM – São PauloMorto pelo terroristaAntônio Raimundo deLucena quando tentavaimpedir um ato terroristano Jardim Cerejeiras,Atibaia/SP.5411/03/70Newton de OliveiraNascimentoSoldado PM – Rio deJaneiroNo dia 11/03/70, osmilitantes do grupo táticoarmado da ALN, Mário deSouza Prata, RômuloNoronha de Albuquerque eJorge Raimundo Júniordeslocavam-se num carroCorcel azul, roubado,dirigido pelo último,quando foraminterceptados no bairro deLaranjeiras- RJ, por umapatrulha da PM.Suspeitando do motorista,pela pouca idade queaparentava, e verificandoque Jorge Raimundo nãoportava habilitação, ospoliciais ordenaram-lheque entrasse no veículopolicial, junto com RômuloNoronha Albuquerque,enquanto Mauro de SouzaPrata, acompanhado de umdos soldados, iria dirigindoo Corcel até a delegaciamais próxima.Aproveitando-se dodescuido dos policiais, quenão revistaram os detidos,Mário, ao manobrar oveículo para colocá-lo àfrente da viatura policial,sacou de uma arma eatirou, matando com umtiro na testa o soldado daPM Newton OliveiraNascimento, que oescoltava no carroroubado. O soldadoNewton deixou a viúva
  29. dona Luci e órfãos duasfilhas menores de quatro edoisanos5531/03/70JOAQUIM MELOInvestigador de Polícia –PernambucoMorto por terroristasdurante ação contra um"aparelho".5602/05/70João Batista de SouzaGuarda de Segurança -SPUm comando terrorista,integrado por Devanir Joséde Carvalho, Antonio AndréCamargo Guerra, PlínioPetersen Pereira, WaldemarAbreu e José RodriguesÂngelo, pelo MovimentoRevolucionário Tiradentes(MRT) e mais Eduardo Leite(Bacuri) pela ResistênciaDemocrática (REDE)assaltaram a Companhia deCigarros Souza Cruz, noCambuci/SP. Na ocasiãoBacuri assassinou oguarda de segurança JoãoBatista de Souza.5710/05/70Alberto Mendes Junior1º Tenente PMESP – SPNos dias 16/04/70 e18/04/70 foram presos noRio de Janeiro, CelsoLungaretti e Maria doCarmo Brito, ambosmilitantes da VanguardaPopular Revolucionária(VPR), uma dasorganizações comunistasque seguia a linha cubana.Ao serem interrogados osdois informaram que desdejaneiro/70, a VPR, com acolaboração de outrasorganizações comunistas,instalara uma área detreinamento de guerrilhas,na região de Jacupiranga,próxima a Registro, no Valeda Ribeira, no Estado deSão Paulo, sob o comandodo ex-capitão do Exército,Carlos Lamarca.No dia 19/04/70, tropas doExército e da Polícia Militar
  30. do Estado de São Pauloforam deslocadas para aárea, para verificar aautenticidade dasdeclarações dos doismilitantes presos eneutralizar a área,prendendo, se possível osseus 18 ocupantes.No início de maio/70 umaparte da tropa da PolíciaMilitar foi retirada da área,permanecendo, apenas, umpelotão. Como voluntáriopara comandá-lo,apresentou-se um jovem de23 anos, o Tenente AlbertoMendes Júnior. Com 5anos de Polícia Militar, oTenente Mendes eraconhecido, entre os seuscompanheiros, por seuespírito afável e alegre epelo altruísmo nocumprimento das missões.Idealista, acreditava queera seu dever permanecerna área, ao lado se seussubordinados.No dia 08/05/70, 7terroristas, chefiados porCarlos Lamarca, queestavam numa pick-up, aopararem num posto degasolina em EldoradoPaulista, foram abordadospor policiais que,imediatamente, foramalvejados por tiros quepartiram dos terroristasque ocupavam a pick-up eque após o tiroteio fugirampara Sete Barras.Ciente do ocorrido, oTenente Mendes organizouuma patrulha, que, em duasviaturas, dirigiu-se de SeteBarras para EldoradoPaulista. Cerca das 21:00horas, houve o encontrocom os terroristas queestavam armados comfuzis FAL enquanto que osPMs portavam o velho fuzilMauser modelo 1908. Emnítida desvantagem bélica,vários PMs foram feridos eo Tenente Mendes verificouque diversos de seuscomandados estavam
  31. necessitando urgentessocorros médicos.Um dos terroristas, comum golpe astucioso,aproveitando-se daquelemomento psicológico,gritou-lhes para que seentregassem. Julgando-secercado, o oficial aceitourender-se, desde que seushomens pudessem recebero socorro necessário.Tendo os demaiscomponentes da patrulhapermanecido como reféns,o Tenente levou os feridospara Sete Barras.De madrugada, a pé esozinho, o Tenente Mendesbuscou contato com osterroristas, preocupadoque estava com o restantede seus homens.Encontrou Lamarca quedecidiu seguir com seuscompanheiros e osprisioneiros para SeteBarras. Ao se aproximaremdessa localidade foramsurpreendidos por umtiroteio, ocasião em quedois terroristasEdmauroGopfert e JoséAraújo Nóbregadesgarraram-se do grupo eos cinco terroristasrestantes embrenharam-seno mato, levando consigo oTenente Mendes. Depois decaminharem um dia e meiona mata, os terroristas e oTenente pararam paradescansar. Nesta ocasiãoCarlos Lamarca,YoshitameFugimore eDiógenes Sobrosa deSouza afastaram-se eformaram um tribunalrevolucionário queresolveu assassinar oTenente Mendes pois omesmo, pela necessidadede vigiá-lo, retardava afuga. Os outros doisAriston Oliveira Lucena eGilberto Faria Lima ficaramvigiando o prisioneiro.Poucos minutos depois, ostrês terroristas retornaram,e, acercando-se por traz do
  32. Oficial, YoshitameFugimoredesfechou-lhe violentosgolpes na cabeça, com acoronha de um fuzil. Caídoe com a base do crâniopartida, o Tenente Mendesgemia e se contorcia emdores. Diógenes Sobrosade Souza desferiu-lheoutros golpes na cabeça,esfacelando-a. Ali mesmo,numa pequena vala e comseus coturnos ao lado dacabeça ensangüentada, oTenente Mendes foienterrado.Em 08/09/70, AristonLucena foi preso peloDOI/CODI/IIEx e apontou,no local, onde o Tenenteestava enterrado. Seucorpo foi exumado, emsegredo, pelos agentes doDOI pois os companheirosdo Tenente queriam lincharAriston.Dos cinco assassinos doTenente Mendes, sabe-seque:Carlos Lamarca, morreu natarde de 17/09/71, nointerior da Bahia, durantetiroteio com o DOI/CODI/6ªRM;YoshitameFugimore,morreu em 05/12/70, emSão Paulo, durante tiroteiocom o DOI/CODI/IIEx;Diógenes Sobrosa deSouza, preso em 12/12/70,no RS. Em novembro de 71foi condenado à pena demorte (existia na épocaesta punição para osterroristas assassinos, quenunca foi usada). Em finsde 1979 , com a anistia foilibertado;Gilberto Faria Lima, fugiupara o exterior.Ariston Lucena, após aanistia foi libertado e teriase suicidado,recentemente, no RS.Observação:Embora Carlos Lamarcatenha desertado no postode capitão, por lei especial,
  33. sua família recebe apensão de coronel.Todas as famílias dosterroristas assassinos,inclusive a de CarlosLamarca receberam umagrande indenização emdinheiro.O Tenente Mendes,promovido após sua morte,por bravura, ao posto decapitão, deixou para suafamília a pensão relativa aesse posto. Sua família ,que nunca ganhounenhuma indenização dosgovernos federal eestadual, tem problemaspsicológicos até hoje .Seus pais não seconformam em ter únicofilho sido assassinado deforma brutal, por bandidossempre tão endeusadospela nossa mídia.5811/06/70Irlando de Moura RégisAgente da Polícia Federal - RJ-No dia 11/06/70, oembaixador da Alemanha,Ehrenfried Von Hollebem,saiu da Embaixada, no Riode Janeiro, para a suaresidência. Sentado nobanco de trás de suaMercedes preta, oembaixador tinha comomotorista o funcionárioMarinho Huttl e o agente daPolícia Federal Irlando deMoura Régis, sentado nobanco da frente e portandoum revólver .38. Seguindoa Mercedes, comosegurança, ia uma Variantcom os agentes da PolíciaFederal Luiz AntônioSampaio como motorista eJosé Banharo da Silva,com uma metralhadoraINA.Tendo ocupado odispositivo desde antesdas 19:00 horas, o"Comando JuarezGuimarães de Brito"executou o seqüestro às19:55 horas, nasproximidades da residênciado embaixador, no
  34. cruzamento das ruasCândido Mendes com aLadeira do Fialho.Ao aproximar-se o carrodiplomático, Jesus ParedesSoto deu um sinal a JoséMaurício Gradel queavançou uma "pickup"Willys, abalroando aMercedes. Incontinente ocasal que "namorava" naEscadinha do Fialho, SôniaEliane Lafóz e José MiltonBarbosa, este com umametralhadora, disparou suaarma contra a Variant dasegurança, ferindo LuizAntônio Sampaio noabdômen e na coxaesquerda e José Banharoda Silva na cabeça. Aomesmo tempo, EduardoColeen Leite "Bacuri", àqueima roupa, disparoutrês tiros de revólver .38em Irlando de Moura Régis,matando-o com um tiro nacabeça.Herbert Eustáquio deCarvalho, empunhandouma pistola .45 arrancou odiplomata da Mercedes eembarcou-o no Opala,dirigido por José RobertoGonçalves de Rezende.Participaram, ainda, destecrime hediondo osterroristas Alex PolariAlvarenga e RobertoChagas da Silva.Decorridos 33 anos, vemosque neste período asfamílias de subversivos, deassaltantes de bancos, deseqüestradores, deassassinos e de terroristaspolíticos foram indenizadaspelo governo. Atéindenizações para"perseguidos políticos"que alcançam o tetomáximo da carreira dopretendente, independentede se saber se ele chegariaou não a este teto. E,vimos subversivos que na
  35. época estavamdesempregados, seremindenizados em atéR$450.000,00.Enquanto isto, famílias decidadãos inocentes,atingidos em ações dos"guerrilheiros" como emassaltos a bancos, oudespedaçados por bombasnos atos terroristas, comono atentado ao Aeroportode Guararapes, em Recife,são totalmente esquecidas.Orlando Lovechio Filhoque, em 1968, teve umaperna amputada noatentado a bomba aoconsulado americano, emSão Paulo, teve seu sonhode ser piloto, destruído eluta até hoje por umaindenização do Estado.Famílias de seguranças debancos e embaixadas, depoliciais civis e militares,de policiais federais, demilitares da Marinha, doExército e da Aeronáutica,mortos e feridos quandoem serviço, foramignoradas pelo governo.Para as famílias dosmortos pelos terroristas epara os que ficaraminválidos, lutando paramanter a ordem no país,NADA!... Para elas, deveser impossível entenderporque no CongressoNacional, um senador, quecomo membro da PolíciaCivil de São Paulo,participou ativamente daluta contra a subversão eex-policiais federais, civis emilitares, hoje deputados,não tenham até a presentedata, lembrado de seuscolegas mortos e feridosno combate ao terrorismoe que não lutem para queesta lamentável injustiçaseja reparada.5915/07/70Isidoro ZamboldiGuarda de segurança - SPMorto pela terrorista AnaBursztyn durante assalto àloja Mappin.
  36. 6012/08/70Benedito GomesCapitão do Exército ? SPMorto por terroristas, nointerior do seu carro, naEstrada Velha deCampinas.6119/08/70Vagner Lúcio Vitorino da SilvaGuarda de segurança ? RJMorto durante assalto doGrupo Tático Armado daorganização terrorista MR8,ao Banco Nacional deMinas Gerais, no bairro deRamos.Sônia Maria Ferreira Limafoi quem fez os disparosque o mataram.Participaram, também,dessa ação os terroristasReinaldo Guarany Simões,Viriato Xavier de Melo Filhoe Benjamim de OliveiraTorres Neto, os doisúltimos recém chegados docurso em Cuba.6229/08/70José Armando RodriguesComerciante - CEProprietário da firmaIbiapaba Comércio Ltda.Após ter sido assaltado emsua loja, foi seqüestrado,barbaramente torturado emorto a tiros por terroristasda ALN. Após seuassassinato seu carro foilançado num precipício naserra de Ibiapaba, em SãoBenedito, CE.Autores: Ex-seminaristasAntônio Espiridião Neto eWaldemar RodriguesMenezes, ( autor dosdisparos), José Sales deOliveira, Carlos deMontenegro Medeiros,Gilberto Telmo SidneyMarques.Timoschenko Soares deSales, Francisco William6314/09/70Bertolino Ferreira da SilvaGuarda de segurança - SP–Morto durante assaltopraticado pelasorganizações terroristasALN e MRT ao carropagador da empresaBrinks, no Bairro doParaíso em são Paulo.6421/09/70Célio TonellySoldado PM - SPMorto em Santo André,quando de serviço em umarádio patrulha tentou deterterroristas que ocupavamum automóvel.65 22/09/70 Autair Macedo
  37. Guarda de segurança - RJ Morto por terroristas,durante assalto a empresade ônibus Amigos Unidos27/10/70Walder Xavier de LimaSargento da Aeronáutica - BA-Morto quando, ao volantede uma viatura, conduziaterroristas presos, emSalvador.O assassino, TheodomiroRomeiro dos Santos(Marcos) o atingiu,covardemente, com um tirona nuca.Organização: PCBR(Partido ComunistaBrasileiro Revolucionário).Atualmente, Theodomiro éJuiz do Tribunal Regionaldo Trabalho, em Recife/PE.6610/11/70José Marques do NascimentoCivil - SPMorto por terroristas emconfronto com policiais.6710/11/70Garibaldo de QueirozSoldado PM - SPMorto em confronto comterroristas da VPR(Vanguarda PopularRevolucionária) que faziamuma panfletagem armadana Vila Prudente, SãoPaulo.6810/11/70José Aleixo NunesSoldado PM - SPMorto em confronto comterroristas da VPR(Vanguarda PopularRevolucionária) que faziamuma panfletagem armadana Vila Prudente, SãoPaulo.6910/12/70Hélio de Carvalho AraújoAgente da Polícia Federal – RJNo dia 07/12/70 a VPR,Vanguarda PopularRevolucionária, seqüestrouno Rio de Janeiro, oEmbaixador da Suíça noBrasil, Giovani EnricoBucher.Participaram, ativamente,da operação os terroristasAdair Gonçalves Reis,Gerson Theodoro deOliveira, MaurícioGuilherme da Silveira, AlexPolaris de Alvarenga, InêsEtienne Romeu, AlfredoSirkis, Herbert Eustáquiode Carvalho e CarlosLamarca.Após fecharem eparalisarem o carro que
  38. conduzia o Embaixador,Carlos Lamarca bateu comum revólver Smith-Wesson,cano longo, calibre .38, novidro do carro. Abriu aporta traseira e a umadistância de 2 metrosatirou, duas vezes, noagente Hélio. Uma dasbalas seccionou a medulado policial.Os terroristas levaram oEmbaixador e deixaram oagente agonizando.Transferido para o HospitalMiguel Couto, faleceu nodia 10/12/70.7007/01/71Marcelo Costa TavaresEstudante - MGMorto por terroristasdurante um assalto aoBanco Nacional de MinasGerais.Autor dos disparos:Newton Moraes.7112/02/71Américo CassiolatoSoldado PM – São PauloMorto por terroristas emPirapora do Bom Jesus.7220/02/71Fernando PereiraComerciário – Rio de JaneiroMorto por terroristasquando tentava impedir umassalto ao estabelecimento“Casa do Arroz”, do qualera gerente.7308/03/71 Djalma Peluci Batista SoldadoPM – Rio de JaneiroMorto por terroristas,durante assalto ao Bancodo Estado do Rio deJaneiro.7424/03/71 Mateus Levino dosSantosTenente da FAB –PernambucoO PCBR necessitavaroubar um carro paraparticipar do seqüestro docônsul norte-americano,em Recife. No dia 26/06/70resolveram roubar umvolks, estacionado emJaboatão, na GrandeRecife, nas proximidadesdo Hospital daAeronáutica.Quatromilitantes do PCBRdesceram do carro dirigidopor Nancy MangabeiraUnger: Carlos AlbertoSoares Rodrigues deSousa, José GersinoSaraiva Maia e Luiz"Jacaré", (até hoje nãoidentificado).Ao tentarem render omotorista, este ao
  39. identificar-se comoTenente da Aeronáutica, foiferido gravemente porCarlos Alberto, com doistiros, um na cabeça e outrono pescoço.O TenenteMateus Levino dos Santos,após nove meses deimpressionante sofrimento,veio a falecer em 24/03/71,deixando viúva e duasfilhas menores.Oimprevisto levou o PCBR adesistir do seqüestro.Nancy Mangabeira Unger,banida em 13/01/71, emtroca da vida doembaixador suíço, era filhade pai americano e suamãe, brasileira, era filha deOtávio Mangabeira.Por ironia, o próprioconsulado americano, semsaber do planejamento doseqüestro de seu cônsul,correu em defesa deNancy, alegando a duplanacionalidade dela,brasileira e norte-americana.75 04/04/71José Julio Toja MartinezMajor do Exército – Rio deJaneiroNo início de abril, a BrigadaPára-quedista recebeu umadenúncia de que um casalde terroristas ocupara umacasa localizada na ruaNiquelândia, 23, em CampoGrande/RJ. Não desejandopassar esse informe à 2ªSessão do então I Exército,sem aprofundá-lo, a 2ªSessão da Brigada, chefiadapelo major Martinez, montouum esquema de vigilânciasobre a citada residência.Por volta das 23 horasdesse dia, chegou, num táxi,um casal, estacionando-onas proximidades da casavigiada. A mulher ostentavauma volumosa barriga queindicava estar em adiantadoestado de gravidez. O fatosensibilizou Martinez, que,impelido por seu sentimentode solidariedade, agiuimpulsivamentevisando preservar a“senhora” de possíveisriscos.O major José Júlio Toja
  40. Martinez Filho acabara deconcluir o curso da Escolade Comando e Estado-Maiordo Exército, onde por trêsanos, exatamente o períodoem que a guerrarevolucionária sedesenvolvera, estiveraafastado desses problemas,em função da própria vidaescolar bastante intensa.Estagiário na Brigada Pára-quedista, a quem tambémnão estava afeta a missãode combate à subversão,não se havia habituado àvirulência da ação terrorista,que se tornava a cada diamais violenta.Julgando que o casal nadatinha a ver com a subversão,Martinez iniciou a travessiada rua, a fim de solicitar-lheque se afastasse daquelaárea. Ato contínuo, de sua“barriga”, formada por umacesta para pão com umaabertura para saque da armaali escondida, a mulherretirou um revólver,matando-oinstantaneamente, semqualquer chance de reação.O capitão Parreira, de suaequipe, ao sair em suadefesa foi gravemente feridopor um tiro desferido peloterrorista. Nesse momento,os demais agentesdesencadearam cerradotiroteio que causou a mortedo casal de terroristas.Estes foram identificadoscomo sendo os militantesdo MR-8 Mário de SouzaPrata e sua amante MarilenaVillas-Bôas Pinto, ambos dealta periculosidade eresponsáveis por umaextensa lista de atosterroristas.No “aparelho” do casalforam encontradosexplosivos, munição earmas, além de dezenas delevantamentos de bancos,de supermercados, dediplomatas estrangeiros ede generais do Exército.Destino perverso esse que
  41. compensou com umareação de ódio e violência ogesto de bondade tãocaracterística do majorMartinez. Ele deixou viúva equatro filhos, três meninas eum menino, a mais velha, àépoca, com onze anos deidade. Sua esposa, com umapequena pensão, criou comsacrifícios aquelas criançasque, pelo ambiente familiarde que desfrutavam, eram,naturalmente, dóceis eafáveis. Com o apoio defamiliares e amigos,suplantou a dor, os traumasdecorrentes da morteviolenta e inesperada e asdificuldades resultantes daausência do chefe defamília.A família do major Martineznão pediu, nem vê razão emhomenagens. Apenas querguardar a lembrança doesposo dedicado e paicarinhoso que ele foi.Profissional competente,dedicado e leal, atletaexemplar, amigo afável eeducado, “Zazá” , como eracarinhosamente chamadopor seus amigos, serásempre lembrado com muitocarinho por todos aquelesque com ele conviveram.7607/04/71Maria Alice MatosEmpregada doméstica – Riode JaneiroMorta por terroristasquando do assalto a umdepósito de material deconstrução.7715/04/71Henning Albert Boilensen(Industrial – São Paulo)Quando da criação daOperação Bandeirante, oentão comandante do IIExército, generalCanavarro, reuniu-se com ogovernador do Estado deSão Paulo, com váriasautoridades federais,estaduais, municipais ecom industriais paulistaspara solicitar o apoio paraum órgão que necessitavaser criado com rapidez, afim de fazer frente aocrescente terrorismo que
  42. estava em curso no estadode São Paulo. Assim,vários industriais, entreeles Boilesen, se cotizarampara atender ao pedidodaquela autoridade militar.E, o que fizeram osterroristas para intimidaraqueles industriais? Apedido de Carlos Lamarca,escolheram três nomespara serem assassinados,como forma de intimidar osdemais colaboradores.Estes eram: Henning A.Boilesen, Peri Igel eSebastião Camargo(Camargo Correia) Oescolhido foi o presidenteda Ultragás, Henning AlbertBoilesen, um dinamarquês,naturalizado brasileiro.A partir da segundaquinzena de janeiro de1971, iniciaram-se oslevantamentos doindustrial paulista, dosquais participaram: DevanirJosé de Carvalho, DimasAntonio Casemiro, GilbertoFaria Lima e José Dan deCarvalho, pelo MRT; CarlosEugênio Sarmento Coelhoda Paz, pela ALN; GregórioMendonça e LaerteDorneles Méliga (chefe degabinete do entãogovernador do RS, OlívioDutra), pela VPR.No dia 15 de abril de 1971um ComandoRevolucionário, integradopelos terroristas YuriXavier Pereira, JoaquimAlencar Seixas, José MiltonBarbosa, Dimas AntonioCasimiro e Antonio Sérgiode Matos, covardementeassassinou Boilesen.Quando o carro deBoilesen entrou naAlameda Casa Branca, doiscarros dosterroristas emparelharamcom o dele. Pela esquerda,Yuri, colocando um fuzilpara fora da janela,disparou um tiro que foiraspar a cabeça deBoilesen. Este saiu do
  43. automóvel que dirigia etentou correr em direçãocontrária aos carros. Foiinútil. José Miltondescarregou suametralhadora nas costasdo industrial e Yuridesfechou-lhe mais trêstiros de fuzil. Cambaleando,Boilesen arrastou-se pormais alguns metros e foicair na sarjeta, junto de umVolkswagen.Aproximando-se, Yuridisparou mais um tiro quelhe arrancou a maior parteda face esquerda. JoaquimAlencar Seixas e GilbertoFaria Lima jogaram ospanfletos por cima docadáver. No relatórioescrito por Yuri, eapreendido pela polícia,aparecem as frases“durante a fugatrocávamos olhares decontentamento esatisfação. Mais umavitória da RevoluçãoBrasileira”.Vários carros e casasforam atingidos porprojéteis. Caídas, duassenhoras, uma atingida noombro e outra ferida numaperna. Sobre o corpo deBoilesen, mutilado comdezenove tiros, ospanfletos da ALN e do MRT,dirigidos “Ao PovoBrasileiro”, traziam aameaça:“Como ele, existem muitosoutros e sabemos quemsão. Todos terão o mesmofim, não importa quantotempo demore; o queimporta é que eles sentirãoo peso da JUSTIÇAREVOLUCIONÁRIA. Olhopor olho, dente por dente”.Este assassinato comoveua opinião pública e teveampla repercussão noCongresso Nacional e naAssembléia Legislativa deSão Paulo. A respeitodesse repulsivo atoterrorista é convenienterelembrar o que publicou a
  44. Folha de São Paulo, no dia16/04/1971:“Meios políticos eempresariais condenaramveementemente o brutalassassinato. A AssembléiaLegislativa suspendeuseus trabalhos para renderum preito de homenagem àmemória do industrialassassinado porterroristas. Ao instalar ostrabalhos da sessão, opresidente da Casa,deputado Jacob PedroCarolo, disse que Boilesenfoi vítima de terroristascovardes”.Para justificar este atocriminoso, os terroristas eseus simpatizantespassaram a difundirabomináveis e sórdidasmentiras. Entre outrasacusações criminosas,afirmam que Boilesen eraum agente da CIA, quefreqüentava a OBAN (quedepois passou a se chamarDOI) e que nessas visitasassistia e participava dointerrogatório dos presos,ocasião em quepessoalmente testava umamáquina de aplicarchoques elétricos que elemesmo inventara. Narealidade Boilesen nuncafoi agente da CIA e muitomenos assistiuinterrogatórios de presosna OBAN e noDOI/CODI/IIEx. Boilesenesteve no DOI uma únicavez, em fins de dezembrode 1970, quando foicumprimentar ocomandante deste órgão,pelo natal que seaproximava. Foi recebidono gabinete do comandodo DOI e lá nãopermaneceu por mais dequinze minutos.A família do industrialassassinado deveriapensar em processaraqueles que através damentira e da calúnia,deturpam os fatos e
  45. procuram manchar a honrae a dignidade de umhomem com as qualidadesde HENNING ALBERTBOILESEN.7810/05/71Manoel da Silva NetoSoldado PM – SPMorto por terroristasdurante assalto à Empresade Transporte Tusa.7914/05/71Adilson SampaioArtesão – RJMorto por terroristasdurante assalto às lojasGaio Marti.Mesmo com tanto tempo jádecorrido, algumaincorreção ainda podecercar algum nome aquilembrado. Assim, rogamosser informados de eventualimpropriedade8009/06/71Antônio Lisboa Ceres deOliveiraCivil - RJMorto por terroristasdurante assalto à boateComodoro8101/07/71Jaime Pereira da SilvaCivil - RJMorto por terroristas , navaranda de sua residência,durante tiroteio entreterroristas e policiais.Os mortos acimarelacionados não dãonomes a logradourospúblicos, nem seusparentes receberamindenizações mas osresponsáveis diretos ouindiretos por suas mortesdão nome à escolas, ruas,estradas e suas famíliasreceberam vultosasindenizações, pagas com onosso dinheiro.8202/09/71Gentil Procópio de MeloMotorista de praça - PEA organização terroristadenominada PartidoComunista Revolucionáriodeterminou que um carrofosse roubado para realizarum assalto. Cumprindo aordem recebida, oterrorista José Mariano deBarros tomou um táxi emMadalena, Recife.Ao chegar ao Hospital dasClínicas, quando fingia queia pagar a corridaapareceram seuscomparsas Manoel Lisboade Moura e José Emilson
  46. Ribeiro da Silva, que seaproximaram do veículo,tendo José Emilsondisparado dois tiros quemataram o motorista GentilProcópio de Melo.8302/09/71Jayme Cardenio DolceGuarda de segurança - RJAssassinado pelosterroristas Flávio AugustoNeves Leão Salles, HélioPereira Fortes, AntônioCarlos Nogueira Cabral,Aurora Maria doNascimento Furtado, SôniaHipólito e Isis Dias deOliveira, durante assalto àCasa de Saúde Dr. Eiras.8402/09/71Silvâno Amâncio dos SantosGuarda de segurança - RJAssassinado pelosterroristas Flávio AugustoNeves Leão Salles, HélioPereira Fortes, AntônioCarlos Nogueira Cabral,Aurora Maria doNascimento Furtado, SôniaHipólito e Isis Dias deOliveira, durante assalto àCasa de Saúde Dr. Eiras.8502/09/71Demerval Ferreira dos SantosGuarda de segurança - RJAssassinado pelosterroristas Flávio AugustoNeves Leão Salles, HélioPereira Fortes, AntônioCarlos Nogueira Cabral,Aurora Maria doNascimento Furtado, SôniaHipólito e Isis Dias deOliveira, durante assalto àCasa de Saúde Dr. Eiras.86--/10/71Alberto da Silva MachadoCivil - RJMorto por terroristasdurante assalto à Fábricade Móveis Vogal Ltda, daqual era um dosproprietários.8722/10/71José do AmaralSub-oficial da reserva daMarinha ? RJ-Morto por terroristas daVAR PALMARES (Vanguarda ArmadaRevolucionária Palmares) edo MR8 (MovimentoRevolucionário 8 deOutubro) durante assalto aum carro transportador devalores da Transfort S/A.Foram feridos o motoristaSérgio da Silva Taranto eos guardas de segurançaEmílio Pereira e AdilsonCaetano da Silva.Autores: James Allen Luz(Ciro), Carlos AlbertoSalles (soldado), PauloCesar Botelho Massa, João
  47. Carlos da Costa.8801/11/71Nelson Martinez PonceCabo PM - SPMetralhado por AyltonAdalberto Mortati, duranteum atentado praticado porcinco terroristas doMOLIPO (Movimento deLibertação Popular), contraum ônibus da Empresa deTransportes Urbano S/A,em Vila Brasilândia, SãoPaulo8910/11/71João CamposCabo PM - SPMorto na estrada dePindamonhangaba, aointerceptar um carro queconduzia terroristasarmados.9022/11/71José Amaral VilelaGuarda de segurança - RJNeste dia os terroristasSérgio Landulfo Furtado,Norma Sá Ferreira, NelsonRodrigues Filho, PauloRoberto Jabour, ThimothyWilliam Watkin Ross ePaulo Costa Ribeiro Bastosassaltaram um carro-forteda firma TRANSPORT, naEstrada do Portela, emMadureira. O guarda JoséAmaral Vilela foi morto arajadas de metralhadora eficaram feridos os guardasSérgio da Silva Taranto,Emílio Pereira e AdilsonCaetano da Silva.9127/11/71Eduardo Timóteo FilhoSoldado PM - RJMorto por terroristas,durante assalto contra asLojas CaioMarti.9213/12/71Hélio Ferreira de MouraGuarda de Segurança – RJMorto, por terroristas,durante assalto contra umcarro transportador devalores da Brink’s, na ViaDutra.9318/01/72 -Tomaz Paulino de AlmeidaSargento PM - São Paulo / SPMorto, a tiros demetralhadora, no bairroCambuci, quando um grupoterrorista roubava o seucarro.Autores do assassinato:João Carlos CavalcanteReis, Lauriberto JoséReyes e Márcio BeckMachado, todos integrantesdo Movimento deLibertação Nacional(Molipo).94 20/01/72 Sylas Bispo Feche O cabo Sylas Bispo
  48. Cabo PM São Paulo / SP)Feche, integrava umaEquipe de Busca eApreensão do DOI/CODI/IIExército. Sua equipeexecutava uma ronda,quando um carro VW,ocupado por duas pessoas,cruzou um sinal fechadoquase atropelando umasenhora que atravessava arua com uma criança nocolo. A sua equipe saiu emperseguição ao carrosuspeito, que foiinterceptado. Ao tentaraproximar-se para pedir osdocumentos dos doisocupantes do veículo, ocabo Feche foi,covardemente, metralhadopor eles. Foi travado umtiroteio entre a equipe e osdois terroristas quetambém morreram no local.Os assassinos do caboFeche, ambos membros daAção Libertadora Nacional(ALN), são:Gelson Reicher"Marcos" que usavaidentidade falsa com onome de Emiliano Sessa,era chefe de um GrupoTático Armado (GTA) e játinha praticado mais devinte atos terroristas,inclusive o seqüestro deum médico.Alex PaulaXavier Pereira "Miguel",que usava identidade falsacom o nome de João Mariade Freitas, fez curso deguerrilha em Cuba epraticou mais de quarentaatos terroristas, inclusiveatentados a bomba nacidade do Rio de Janeiro.9525/01/72Elzo ItoEstudante - São Paulo / SPAluno do Centro deFormação de PilotosMilitares, foi morto porterroristas quandoroubavam seu carro.9601/02/72Iris do AmaralCivil – Rio de JaneiroMorto durante um tiroteioentre terroristas da ALN epoliciais. Ficaram feridosnesta ação os civisMarinho Floriano Sanches,Romeu Silva e Altamiro
  49. Sinzo.Autores: Flávio AugustoNeves LeãoSalles(“Rogério”, “Bibico”)e Antônio Carlos CabralNogueira(“Chico”,“Alfredo”), ambos da ALN.9705/02/72David A. CuthbergMarinheiro inglês – Rio deJaneiroA respeito desseassassinato, sob o título“REPULSA” o jornal “OGlobo”, do Rio de Janeiro,publicou:“Tinhadezenove anos omarinheiro inglês David A.Cuthberg que, namadrugada de sábado,tomou um táxi com umcompanheiro paraconhecer o Rio, nos seusaspectos mais alegres. Eleaqui chegara como amigo,a bordo da flotilha que nosvisita para comemorar os150 anos de Independênciado Brasil. Uma rajada demetralhadora tirou-lhe avida, no táxi que seencontrava. Não tevetempo para perceber o queocorria e, se percebesse,com certeza não poderiacompreender. Umterrorista, de dentro deoutro carro, apontarafriamente a metralhadoraantes de desenhar nassuas costas o fatal risco debalas, para, logo emseguida, completar ainfâmia, despejando sobreo corpo, ainda palpitante,panfletos em que semencionava a palavraliberdade. Com esse crimerepulsivo, o terror quisapenas alcançarrepercussão fora denossas fronteiras parasuas atividades,procurando dar-lhesignificação de atentadopolítico contra joveminocente, em troca dapublicação da notícia numjornal inglês. O terrorismocumpre, no Brasil, comcrimes como esse, o
  50. destino inevitável dosmovimentos a que faltammotivação real econsentimento de qualquerparcela da opinião pública:o de não ultrapassar oslimites do simplesbanditismo, com que seexprime o alto grau dedegeneração dessasreduzidas maltas deassassinos gratuitos”.A ação criminosa, tachadacomo “justiçamento”, foipraticada pelos seguintesterroristas, integrantes deuma frente formada portrês organizaçõescomunistas:Flávio Augusto Neves LeãoSalles(“Rogério”, “Bibico”)– ALN, que fez os disparoscom a metralhadora.Antônio Carlos NogueiraCabral(“Chico”, “Alfredo”)– ALN.Aurora Maria NascimentoFurtado(“Márcia”, “Rita”) –ALNAdair GonçalvesReis(“Elber”, “Leônidas”,“Sorriso”) – ALNLígia Maria Salgado daNóbrega(“Ana”, “Célia”,“Cecília”) – VARPALMARES, que jogoudentro do táxi os panfletosque falavam em vingançacontra os “ImperialistasIngleses”.Hélio Silva(“Anastácio”,“Nadinho”) – VAR-PALMARESCarlos AlbertoSalles(“Soldado”) – VAR-PALMARES.Getúlio de OliveiraCabral(“Gogó”, “Soares”,“Gustavo”) – PCBR.9815/02/72Luzimar Machado deOliveira O terrorista Arno Preiss
  51. Soldado PM – Goiásencontrava-se na cidade deParaiso do Norte, queestava incluída dentro deesquema de trabalho decampo do MOLIPO. Usavao nome falso de PatrickMcBundyComick. Arnotentou entrar com suadocumentação falsa nobaile carnavalesco doclube social da cidade. Suadocumentação levantoususpeita nos policiais, queo convidaram acomparecer à delegacialocal. Ao deixar o clube,julgando-se desmascarado,Arno sacou seu revólver edisparou à queima roupacontra os policiais,matando o PM LuzimarMachado de Oliveira eferindo gravemente o outroPM que o conduzia, GentilFerreira Mano.Protegidopela escuridão, Arnohomiziou-se num matagal,sendo entretanto localizadopor populares que,indignados, auxiliavam apolícia. Arno travou, ainda,intenso tiroteio com seusperseguidores, antes detombar sem vida. Comdificuldade, a políciaimpediu a violação docorpo.9918/02/72Benedito Monteiro da SilvaCabo PM – São PauloMorto quando tentavaevitar um assalto terroristaa uma agencia bancária emSanta Cruz do Rio Pardo.10027/02/72Napoleão FelipeBertolaneBiscaldiCivil – São PauloMorto durante um tiroteioentre os terroristasLauriberto José Reyes eJosé IbsemVeroes compoliciais, na rua Serra deBotucatu, no bairroTatuapé. Nesta ação umpolicial foi ferido a tiros demetralhadoras porLauriberto. Os doisterroristas morreram nolocal.10106/03/72Walter CésarGalletiComerciante – SãoPauloTerroristas da ALNassaltaram a firma F.Monteiro S/A . Após oassalto fecharam a loja,fizeram um discursosubversivo e assassinaram
  52. o gerente Walter CésarGaletti e feriram osubgerente MaurílioRamalho e o despachanteRosalindo Fernandes.102 12/03/72Manoel dos SantosGuarda de Segurança – SãoPauloMorto durante assaltoterrorista à fábrica debebidas Charel Ltda.103 12/03/72 Aníbal Figueiredo deAlbuquerqueCoronel R1 doExército – São PauloMorto durante assalto àfábrica de bebidas CharelLtda., da qual era um dosproprietários10408/05/72Odilo Cruz RosaCabo do Exército – PAMorto na região doAraguaia, quando umaequipe comandada por umTenente e composta ainda,por dois Sargentos e peloCabo Rosa, foramemboscados por terroristascomandados por OswaldoAraújo Costa “Oswaldão”,na região de Grota Seca, noVale da Gameleira. Nestetiroteio foi morto o CaboRosa e feridos o Tenente eum Sargento.Julgando que o Cabo Rosaestivesse desgarrado daequipe, o Tenente e os doisSargentos retiraram-separa Xambioá, a procura deatendimento médico. Lásouberam, através de ummateiro, que o Cabo Rosatinha sido morto e que“Oswaldão” dissera aoshabitantes da região quepermaneceria mantendoguarda ao corpo do Cabo,até que ele apodrecesse, eque o Exército não teriacoragem para resgatá-lo.Foi formada umapatrulha com a missão delocalizar e resgatar o corpodo Cabo Rosa.A patrulha cumpriu suamissão, sem ser molestadapelos guerrilheiroscomandados por“Oswaldão”.10502/06/72RosendoSargento PM - SPMorto ao interceptar 04terroristas que assaltaramum bar e um carro da
  53. Distribuidora de CigarrosOeste LTDA.10629/06/72João PereiraMateiro-região do Araguaia -PA)"Justiçado exemplarmente"pelo PC do B, por terservido de guia para asforças legais quecombatiam osguerrilheiros.A respeito, Ângelo Arroyodeclarou em seu relatório:"A morte desse bate-paucausou pânico entre osdemais da zona".107 09/09/72Mário Domingos PanzarieloDetetivePolícia Civil - RJMorto ao tentar prender umterrorista da ALN.10823/09/72Mário Abraim da SilvaSegundo Sargento do Exército- PAPertencia ao 2º Batalhão deInfantaria de Selva, comsede em Belém. SuaCompanhia foi deslocadapara combater a guerrilhana região do Araguaia.Morto em combate, duranteum ataque guerrilheiro nolugarejo de Pavão, base do2º Batalhão de Selva.10927/09/72Sílvio Nunes AlvesBancário - RJAssassinado em assalto aoBanco Novo Mundo, naPenha, pelas organizaçõesterroristas PCBR – ALN –VPR – Var Palmares e MR8.Autor do assassinado:José Selton Ribeiro.110??/09/72Osmar...Posseiro - PA“Justiçado” na região doAraguaia pelosguerrilheiros por terpermitido que uma tropa depára-quedistas acampasseem suas terras.11101/10/72Luiz Honório CorreiaCivil - RJMorto por terroristasquando do assalto aEmpresa de Ônibus Barãode Mauá112 06/10/72Severino Fernandes da SilvaCivil - PEMorto por terroristasdurante agitação no meiorural.113 06/10/72José Inocêncio BarretoCivil - PEMorto por terroristasdurante agitação no meiorural.11421/02/73Manoel Henrique de OliveiraComerciante – São PauloNo dia 14 de junho de 1972,as equipes do DOI de SãoPaulo, como já faziam hávários dias, estavamseguindo quatro terroristasda ALN que resolveramalmoçar no restauranteVarela, no bairro da Mooca.
  54. Quando eles saíram dorestaurante, receberam vozde prisão e reagindodesencadearam tiroteiocom os policiais. Ao final,três terroristas estavammortos e um conseguiufugir. Erroneamente, a ALNatribuiu a morte de seustrês companheiros àdelação de um dosproprietários dorestaurante e decidiujustiçá-lo. O comando“Aurora Maria doNascimento Furtado”constituído por ArnaldoCardoso Rocha,Francisco EmanuelPenteado, FranciscoSeikoOkama e RonaldoMouth Queiroz, foiencarregado da missão eassassinou no dia 21 defevereiro o comercianteManoel Henrique deOliveira, que foi metralhadosem que pudesse esboçarum gesto de defesa. Seucorpo foi coberto porpanfletos da ALN,impressos no Centro deOrientação Estudantil daUSP, por interveniência domilitante Paulo Frateschi.Manoel Henrique deixoualém de sua esposa, duascrianças pequenas,desamparadas, queaguardam uma indenizaçãodo governo.11522/02/73Pedro Américo Mota GarciaCivil – Rio de Janeiro)Por vingança foi“justiçado” por terroristaspor haver impedido umassalto contra uma agênciada Caixa EconômicaFederal.11625/02/73Octávio Gonçalves MoreiraJúniorDelegado de polícia – SãoPauloCom a tentativa deintimidar os integrantesdos órgãos de repressão,um “Tribunal PopularRevolucionário” decidiu“justiçar” um membro doDOI/CODI/II Exército.O escolhido foi o delegadode polícia, Dr. OctávioGonçalves Moreira Júniorque viajava, No dia23/02/73, o Dr. Octávio
  55. viajou de São Paulo para oRio de Janeiro e Beteavisou o comandoterrorista da chegada dodelegado. Ficou decididoque iriam executá-lo no diaseguinte.No dia 24, o Dr. Octávio foià praia em Copacabana, edepois almoçou com umamigo. Quando voltava doalmoço, Bete fez oreconhecimento visual dodelegado e o apontou paraos seus assassinos que seencontravam numautomóvel estacionado naesquina da AvenidaAtlântica com a ruaRepública do Peru.O Dr. Octávio morreuinstantaneamente.O comando terroristaseguiu à risca oensinamento do manual deCarlos Marighela queafirma: “guerrilheiros nãomatam por raiva, nem porimpulso, pressa ouimprovisação. Matam comnaturalidade. Não interessao cadáver, mas seuimpacto sobre o público”.Leia mais em Recordando aHistória /Justiçamentos117 12/03/73Pedro MineiroCapataz da Fazenda Capingo –Para"Justiçado" por terroristasna Guerrilha do Araguaia.118Francisco Valdir de PaulaSoldado do Exército-região doAraguaia - PAInstalado numa posse deterra, no município deXambioá, fazendo parte deuma rede de informaçõesmontada na área deguerrilha, foi identificadopelos terroristas eassassinado. Seu corponunca foi encontrado.Mesmo com tanto tempo jádecorrido, algumaincorreção ainda podecercar algum nome aquilembrado. Assim, rogamosser informados de eventualimpropriedade.119 10/04/74Geraldo José NogueiraSoldado PM – São PauloMorto quando da captura deterroristas. Mesmo comtanto tempo já decorrido,alguma incorreção ainda
  56. pode cercar algum nomeaqui lembrado. Assim,rogamos ser informados deeventual impropriede

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