Mps.br na industria

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Mps.br na industria

  1. 1. MPS.BR na Indústria Relatos da implantação de um modelo de qualidade de software em uma indústria brasileira Luciana Bicalho Belo Horizonte, 04 de outubro de 2012
  2. 2. Agenda• Contextualização – A Engetron• Motivação• Modelo MPS.BR• Metodologias Ágeis – SCRUM• Processo Engetron• Avaliação• Desafios enfrentados / Lições aprendidas• Próximos passos
  3. 3. Contextualização – A Engetron
  4. 4. Contextualização – A Engetron
  5. 5. Contextualização – A Engetron Mas o que é um no-break? ?
  6. 6. Contextualização – A Engetron Apenas no Brasil é conhecido como No-Break. Em todo o mundo ele é conhecido como UPS (Uninterruptible Power Supply). É exatamente isso que ele é, uma fonte de alimentação ininterrupta de energia elétrica. Seu principal objetivo é proteger cargas como PCs, Servidores, Periféricos, etc., contra falhas no fornecimento da energia elétrica.
  7. 7. Contextualização – A Engetron
  8. 8. Contextualização – A Engetron A característica inteligente do No-Break é devida ao fato do No- Break ser microprocessado, permitindo gerenciamento remoto das grandezas por ele manipuladas. Inversor/Retificador: O retificador mantem asMicroprocessador: baterias sempre carregadas.Responsável por toda a O inversor é responsável porinteligência do No-Break, produzir uma forma de ondao Microprocessador senoidal pura e estabilizada.executar as instruções dosoftware residente. Baterias: armazenam energia Transformador Isolador: para serem utilizadas Garante que a tensão de na ausência de rede saída seja isolada da rede elétrica comercial e estabilizada;
  9. 9. Contextualização – A Engetron Equipe de Projetos (P&D) Hardware Firmware Software
  10. 10. Motivação Aumentar a satisfação dos clientes por meio da melhoria do desenvolvimento de software na Engetron através de processos bem definidos, baseados em um modelo de qualidade reconhecido, treinamento da equipe e uso de ferramentas adequadas.
  11. 11. O Modelo MPS.BRMPS.BR – Melhoria de Processo deSoftware Brasileiro Componentes do Modelo MPS. Fonte: MPS.BR – Guia Geral 2011
  12. 12. O Modelo MPS.BR A Em Otimização B Gerenciado Quantitativamente C Definido D Largamente Definido E Parcialmente Definido F Gerenciado G Parcialmente Gerenciado
  13. 13. O Modelo MPS.BR
  14. 14. O Modelo MPS.BR versus CMMI
  15. 15. Metodologias Ágeis
  16. 16. Metodologias Ágeis Os princípios do desenvolvimento ágil valorizam: •Satisfação do cliente com entregas rápidas e contínuas do software •Sistemas funcionais são entregues frequentemente (semanas, ao invés de meses) •Sistemas funcionais são a principal medida de progresso do projeto •Até mesmo mudanças tardias de escopo no projeto são bem-vindas
  17. 17. Metodologias Ágeis• Cooperação constante entre pessoas que entendem do negócio e desenvolvedores• Projetos surgem através de indivíduos motivados, entre os quais existe relação de confiança• Design do software deve prezar pela excelência técnica• Simplicidade
  18. 18. Metodologias Ágeis• Rápida adaptação às mudanças• Indivíduos e interações mais do que processos e ferramentas• Software funcional mais do que documentação extensa• Colaboração com clientes mais do que negociação de contratos• Responder a mudanças mais do que seguir um plano
  19. 19. SCRUM
  20. 20. SCRUM
  21. 21. Integração SCRUM com MPS.BR
  22. 22. Processo Engetron• Nível F de maturidade.• Processos formalmente definidos e documentados.• Ferramentas de apoio aos processos definidas, instaladas e configuradas.• Equipe treinada.
  23. 23. Processo Engetron• Processos formalmente definidos e documentados: • Gestão de Portfólio de Projetos • Gestão de Projetos • Gestão de Requisitos • Gestão de Configuração • Garantia da Qualidade de Processos e Produtos • Medição e Análise
  24. 24. Processo Engetron
  25. 25. Processo Engetron
  26. 26. Processo Engetron
  27. 27. Processo Engetron
  28. 28. Processo Engetron
  29. 29. Processo Engetron• Gestão de Portfólio de Projetos:
  30. 30. Processo Engetron• Gestão de Projetos: • Apoiado em boas práticas consolidadas como o PMBOK e PRINCE2.
  31. 31. Processo Engetron• Gestão de Requisitos:
  32. 32. Processo Engetron• Gestão de Requisitos: • Formalização e documentação de novas demandas • Acompanhamento dos requisitos na evolução do produto • Detalhamento e entendimento das implementações • Validação e definição do software por meio de seus requisitos
  33. 33. Processo Engetron• Gestão de Configuração:
  34. 34. Processo Engetron• Garantia da Qualidade de Processos e Produtos: • Auditorias • Validação e verificação
  35. 35. Processo Engetron• Medição e Análise • Indicadores • Metas • Análise • Melhoria de processo
  36. 36. Processo Engetron• Ferramentas de apoio aos processos definidas, instaladas e configuradas.
  37. 37. Avaliação• Avaliação inicial: 03 e 04/11/2010• Avaliação final: 02 e 03/12/2010
  38. 38. AvaliaçãoA Engetron foi a 1ª indústria nível F doMPS.BR no Brasil!
  39. 39. Desafios enfrentados / LiçõesAprendidas• Desenvolvimento de software x firmware• Foco da organização (indústria)• Participação efetiva da equipe• Crença do patrocinador• Simples = Bom• Processos evoluem com a maturidade da equipe
  40. 40. Próximos Passos• Rumo ao nível C! • Melhoria do processo de requisitos • Implantação de um processo de testes • Implantação de uma gestão de riscos mais efetiva (PMBOK) • Melhoria da arquitetura do software para fornecer subsídio de reutilização, incluindo código-fonte. • Mapeamento dos GAPs (Processo atual versus demandas do modelo MPS.BR)
  41. 41. Dúvidas
  42. 42. ContatosLuciana BicalhoGerente de Projetos Engetron lbicalho@engetron.com.br lubicalho@gmail.com www.facebook.comlubicalho lubicalho @lubicalho Luciana Bicalho

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