A Gestão de Pessoas presente no livro A Arte da Guerra

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Trabalho da disciplina de Gestão de Pessoas que fala sobre o livro de Sun Tzu, A Arte da Guerra.

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A Gestão de Pessoas presente no livro A Arte da Guerra

  1. 1. A Arte da Guerra Lucas Sperandei Amanda Dornelles Eduardo Martins Rafael Schwenck
  2. 2. <ul><li>Foi escrito verticalmente em tiras de bambu por volta de 500 a.c. . </li></ul><ul><li>Cada tira tem 21cm e contém de 15 a 20 ideogramas chineses unidas minuciosamente umas as outras . </li></ul><ul><li>Possui 13 capítulos. </li></ul><ul><li>Foram descobertas no Japão no século VIII. </li></ul>A Arte da Guerra
  3. 3. A Arte da Guerra <ul><li>Sun Tzu foi um general chinês que viveu no século IV, e escreveu o livro “A Arte da Guerra”, fundamentado em suas experiências como líder militar e estrategista. </li></ul><ul><li>O livro recebeu várias interpretações, uma delas trata “A Arte da Guerra” como um guia para gestão de negócios. O título Chinês, Bing-fa , quer dizer algo como “métodos competitivos”. Em outras palavras, competição. </li></ul><ul><li>Um gestor de pessoas deve saber identificar as potencialidades, perceber as oportunidades, desenvolver e motivar as pessoas de forma produtiva, levando a empresa a atingir seus objetivos. Sun Tzu ensina a observar constantemente, planejar, medir os esforços e agir com sabedoria; enfoca ainda o sentido da liderança e da motivação como ferramentas de unir o grupo; </li></ul>
  4. 4. A Arte da Guerra <ul><li>PLANEJAMENTO INICIAL </li></ul><ul><li>Sun Tzu escreve em seu livro que antes de mais nada é preciso AVALIAR E PLANEJAR . </li></ul><ul><li>Sun Tzu nos ensina que devemos “criar situações que contribuam para a realização de nossos objetivos”. Todo projeto deve ser antecedido de um planejamento. </li></ul><ul><li>Sun Tzu diz: “Quando a tropa, o batalhão, não obedece as suas ordens, o primeiro culpado é você mesmo. Depois é aqueles a quem você ensinou alguma coisa e por último são os comandados.” </li></ul>
  5. 5. A Arte da Guerra <ul><li>POR QUE PLANEJAR? </li></ul><ul><li>Escolher a direção certa para construção do futuro; </li></ul><ul><li>Impor racionalidade às decisões; </li></ul><ul><li>Estimular a convergência de esforços; </li></ul><ul><li>Focalizar a atenção de todos; </li></ul><ul><li>Dotar a organização de senso de direção e propósito; </li></ul><ul><li>Clarear a definição e alocação de recursos. </li></ul><ul><li>“ Se queres paz, prepara-te para guerra!” </li></ul><ul><li>Sun Tzu diz: “Comandar muitos é o mesmo que comandar poucos. Tudo é questão de organização. Controlar muitos ou poucos é uma mesma e única coisa. É apenas uma questão de formação e sinalização.” </li></ul>
  6. 6. A Arte da Guerra <ul><li>FATORES QUE INFLUENCIAM NA VITÓRIA: </li></ul><ul><li>Saber quando deve lutar ou recuar; </li></ul><ul><li>Conhecer a si mesmo e ao seu inimigo (pontos fracos e fortes de cada um); </li></ul><ul><li>Superiores e subordinados unidos por uma causa; </li></ul><ul><li>Prudência e preparação da equipe; </li></ul><ul><li>Habilidade do comandante; </li></ul><ul><li>Conquiste sem destruir. </li></ul><ul><li>Sun Tzu diz: “Aquele que conhece o inimigo e a si mesmo, ainda que em cem batalhas, jamais correrá perigo. Aquele que não conhece o inimigo, mas conhece a si mesmo, às vezes ganha, às vezes perde. Aquele que não conhece nem o inimigo, nem a si mesmo, correrá perigo em todas as batalhas.” </li></ul>
  7. 7. A Arte da Guerra <ul><li>PREPARANDO TEUS SOLDADOS: </li></ul><ul><li>A palavra convence, o exemplo arrasta: seja um exemplo para seus comandados. </li></ul><ul><li>Deixe claro seu ponto de vista e transmita confiança para seus subalternos. </li></ul><ul><li>Devemos considerar nossas “tropas” como crianças que ainda não caminham. </li></ul><ul><li>Invista em seus soldados. </li></ul><ul><li>Sun Tzu diz: “Conquistados por tuas virtudes e tuas capacidades, os oficiais colocados sobre tuas ordens te servirão tanto por prazer quanto por dever. Eles se espelharão em teu exemplo; o exemplo deles servirá para os subordinados , e os soldados rasos, por sua vez, tudo farão para te assegurar o mais glorioso sucesso. </li></ul>
  8. 8. A Arte da Guerra <ul><li>VIRTUDES DO COMANDANTE: </li></ul><ul><li>Sabedoria; </li></ul><ul><li>Justiça; </li></ul><ul><li>Benevolência; </li></ul><ul><li>Rigor; </li></ul><ul><li>Coragem. </li></ul><ul><li>“ O que fazemos na vida ecoa na eternidade!” </li></ul><ul><li>Sun Tzu diz: “Um general é um homem que se encontra acima de uma multidão de outros homens. É preciso que saiba conduzi-los. É preciso que esteja verdadeiramente acima deles, não apenas por sua dignidade, mas por seu espírito, seu saber, por sua capacidade , por sua conduta, por sua firmeza, por sua coragem e por suas virtudes.” </li></ul>
  9. 9. A Arte da Guerra <ul><li>OS PERIGOS ESCONDIDOS NOS ERROS DO GENERAL: </li></ul><ul><li>Inflexibilidade; </li></ul><ul><li>Conhecimento vago; </li></ul><ul><li>Falta de confiança para tomar decisões; </li></ul><ul><li>“ Aconteça o que acontecer, farei tal coisa”; </li></ul><ul><li>Complacência ou Compaixão desmedida; </li></ul><ul><li>“ Um general que comete tais erros não é digno de comandar.” </li></ul><ul><li>Sun Tzu diz: “É da natureza da água evitar terrenos altos e correr para os baixos. Quando uma barragem se rompe, a água em cascata adquire uma força irresistível. Um exército é como a água, aproveita-se da distração o inimigo, ataca-o onde ele não espera, evita sua força e atinge-o onde ele não pode se defender.” </li></ul>
  10. 10. A Arte da Guerra CONCLUSÃO: Sun Tzu analisa em seu livro muito mais que estratégias de guerra, ele nos mostra a influência da precipitação nos momentos difíceis, e a responsabilidade na tomada de decisões sobre pressão. Relaciona sua forma de comandar uma tropa com a de governar um país, uma cidade, uma empresa, caracterizando o desperdício de homens e materiais como dois agravantes na forma administrativa de maneira geral, podendo estes, serem responsáveis diretos pelo fracasso ou sucesso de um empreendimento, não importando a grandiosidade do projeto ou objetivo proposto. Demonstra enorme sabedoria ao relacionar humildade e perseverança a um senso crítico de justiça que pode favorecer em muito, a relação entre pessoas e a capacidade que elas possam ter para superar dificuldades na sua vida, seja esta pessoal ou profissional. Enaltece a superação de obstáculos como sendo uma das principais armas para se conseguir uma conquista ou uma vitória.

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