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Conjuntura – nacional / internacional <ul><li>Valorização cambial; </li></ul><ul><li>Dependência do crescimento chinês; </...
Efeitos da política industrial - PDP: <ul><li>Política de Desenvolvimento Produtivo: </li></ul><ul><li>“ a arte da polític...
Plano Brasil Maior <ul><li>Incorpora política industrial, tecnológica, de serviços e de comércio exterior; </li></ul><ul><...
Perspectivas <ul><li>Valorização das  commodities :  conjuntural ou estrutural? </li></ul><ul><li>Criação da Empresa Brasi...
BRASIL – Principais produtos exportados em 2010 Fonte: MDIC, 2011  Organizado por: Larissa Sangalli
BRASIL – Principais empresas exportadoras em 2010 Fonte: MDIC, 2011  Organizado por: Larissa Sangalli
BRASIL – Principais destinos das exportações em 2010 Fonte: MDIC, 2011  Organizado por: Larissa Sangalli
Definição de fator agregado <ul><li>a)   Produtos básicos: produtos de baixo valor, normalmente intensivo em mão-de-obra,c...
Fonte: MDIC, 2011
Importações de feijão preto pelo Brasil em 2011 (jan-ago) Fonte: Jornal Valor Econômico, 15 set. 2011
MATO GROSSO DO SUL  – Exportações por fator agregado Fonte: MDIC, 2011  Organizado por: Lisandra Lamoso
Política pública de incentivo à industrialização <ul><li>PROGRAMA MS EMPREENDEDOR -  LEI COMPLEMENTAR Nº 93/01: </li></ul>...
MATO GROSSO DO SUL – Principais destinos das exportações em 2010 Fonte: MDIC, 2011  Organizado por: Lisadra Lamoso
MATO GROSSO DO SUL – Principais empresas exportadoras em 2010 Fonte: MDIC, 2011  Organizado por: Wiliam Moreno
Campo Grande: Fonte: MDIC, 2011  Organizado por: Herbert Maldonado
CAMPO GRANDE – Principais produtos exportados em 2010 Fonte: MDIC, 2011  Organizado por: Herbert Maldonado
MATO GROSSO DO SUL – Principais produtos exportados em 2010 Fonte: MDIC, 2011  Organizado por: Wiliam Moreno
DOURADOS: Principais produtos exportados em 2010 Fonte: MDIC, 2011  Organizado por: Gustavo Amorim
DOURADOS: Principais destinos das exportações em 2010 Fonte: MDIC, 2011  Organizado por: Gustavo Amorim
Fonte: MDIC, 2011  Organizado por: Rafael Gonçalves Alexandre
TRÊS LAGOAS: Principais produtos exportados em 2010 Fonte: MDIC, 2011  Organizado por: Rafael Gonçalves Alexandre
Fonte: MDIC, 2011  Organizado por: Lisandra Lamoso
Morro do Urucum Foto: Lisandra Lamoso, vários anos
Fonte: MCR, 2007 Fonte: Vale, 2009 Fonte: AHIPAR, 2010 Fonte: Vale, 2010
Eucalipto – Ribas do Rio Pardo Foto: Lisandra Lamoso, 7 de setembro de 2011
Reflorestamento em Ribas do Rio Pardo Foto: Lisandra Lamoso, 7 de setembro de 2011
Ponte sobre o Rio Paraná – (Brasilândia-MS) Foto: Lisandra Lamoso, 7 de setembro de 2011
 
Localização das Cooperativas  Exportadoras Em 2009.
Concentração vizinhança com Estado de São Paulo
 
Territorialidade das tradings de grãos
 
Implicações para Mato Grosso do Sul <ul><li>Cenário de oportunidades; </li></ul><ul><li>Utilização da política fiscal para...
<ul><li>Potencial da produção familiar pouco explorada; </li></ul><ul><li>Possibilidades para integração em rede e integra...
Dicas de leitura: <ul><li>COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO: A TESE DA “REPRIMARIZAÇÃO” DA PAUTA EXPORTADORA E SUAS REPERCUSSÕE...
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Paradiplomacia comércio logística e dinâmicas produtivas no mato grosso do sul - lisandra lamoso

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Conteúdo do mini-curso apresentado na UFGD sobre “A paradiplomacia e o Mato
Grosso do Sul – o potencial do estado no ambiente internacional” – 20/9/2011
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  • Câmbio flutuante. Política de respeito ao mercado e não intervenção na taxa de câmbio. Mas há compras de dólares pelo Banco Central para formar reservas e manter relativo controle. Crise de 2008. Atual instabilidade na Grécia, que pode contaminar Espanha, Itália... Torna o centro dinâmico pouco atrativo para investimentos e para geração de lucros. Países emergentes, China e Brasil são a bola da vez. A agricultura brasileira melhorou muito sua produtividade. Agricultura de precisão. Papel da Embrapa, agricultura de precisão, know how da mão-de-obra familiar e trabalho não pago também tornam os produtos exportados mais competitivos. Urbanização, aumento da mão de obra disponível para o setor industrial provoca a queda do preço “relativo” dos produtos manufaturados. Preço do celular, torna-se acessível. Em breve os tablets serão mais comuns. Brasil se vale dos aspectos positivos de insolação anual, disponibilidade hídrica, área passíveis de ocupação. Exemplo de expansão da fronteira capitalista MAPITO – Maranhão, Piauí e Tocantins. Balsas, Barreiras, cerrado bahiano. Setores intensivos em mão-de-obra buscam redução de custos. Calçados importam partes do calçado já manufaturado. Dass pensa em ir para a Argentina por conta da política proteccionista de Kirschner. Importação de muitos componentes industriais. Peças da cadeia automobilística. componentes eletrônicos. Importações da Embraer.
  • Retorno da ação planejada do Estado para médio e longo prazo. Elaboração de políticas industriais. Política Industrial, Tecnológica e de Comércio Exterior (PITCE) foi muito generalista. Segundo mandato de Lula, PDP – ênfase no comércio exterior. Manter competitividade já desenvolvida – recursos naturais, energia e trabalho.
  • Política Industrial do Governo Dilma.
  • Corrente que pensa pela valorização estrutural. Investimento em inovação e tecnologia será o desafio brasileiro para a próxima década. Recorrer ao uso da política fiscal. Governo aumentando alíquota da importação de veículos em quase 30%. Mato Grosso do Sul fará bom uso da política fiscal. Necessidade de sutilmente retomar uma regulação da remessa de dólares das filiais de capital estrangeiro no país. Em 2009 foram 34 bilhões de dólares para fora do país.
  • Pauta demonstra o predomínio de commodities, embora agreguem também inovação, demandem serviços sofisticados. Os frangos são abatidos com 28 dias para exportação para china. Agricultura de precisão aumentando a produtividade da soja e abertura de novas frentes de cultivo de grãos. Tecnologia em torno da Vale é muito significativa.
  • Das 15 mais, quantas possuem atuação direta no Mato Grosso do Sul? Vale, Petrobras, Bunge, Cargil, ADM, Sadia, BRF, LDC, JBS = 9 delas (mais de 50%).
  • Destaque para a China como principal destino, já tendo passado os Estados Unidos. Argentina como parceira do Mercosul. Mercosul é principal destino de manufaturados da balança comercial brasileira.
  • Para entender as exportações brasileiras.
  • Final dos anos 70, esforço de substituição de importações torna as exportações de manufaturados superior aos produtos básicos. Segunda metade da primeira década do século XXI, inversão na qualidade das exportações. Uma pauta definida pela demanda do mercado internacional, que tende a forçar o esforço da dinâmica produtiva interna para atender a essas exigências, descuidando de questões básicas como o abastecimento de gêneros clássicos de consumo interno. REPRIMARIZAÇÃO, DESINDUSTRIALIZAÇÃO, COMMODITIZAÇÃO.
  • Chega ao cúmulo de importar feijão preto da China.
  • Ciclos minerais. Contínuo crescimento de semi-manufaturados e manufaturados. Como explicar que em plena conjuntura de crescimento das commodities e reprimarização o estado de Mato Grosso do Sul, conhecido pelo estado do agronegócio, binômio soja-boi, possa estar aumentando a sua participação nas exportações de produtos industrializados? Uma hipótese: o uso da política fiscal.
  • Só a Vale teve aumento de 528%. Carne bovina aumentou. Divisão de carne bovina do Bertin foi comprado pelo JBS.
  • Milho e grãos de soja. Ruim exportar como grãos e não como suínos e carne de frango. Aparecimento da cana.
  • Participação chinesa.
  • Três Lagoas é menos dependente do mercado chinês.
  • Dificuldade logística. Natureza define o ritmo do transporte através das cheias e secas do rio Paraguai. Investimentos pesados em sistema de transporte fluvial para escoar na época das cheias. Pressão ambiental concentrada. Vai passar de 4,5 milhões de toneladas para 15 milhões de toneladas ano. Oscilação da arrecadação de CEFEM de 10 para 7 milhões em 2008 e 2009 para Corumbá.
  • Padrão de ocupação na região do bolsão, Três Lagoas, Ribas do Rio Pardo, Água Clara, Brasilândia.
  • Divisa entre Panorama (SP) e Brasilândia (MS) – infraestrutura de suporte para a cadeia da celulose. Resultado de emendas, pressões, lobbies.
  • Coamo – Campo Mourão C. Vale – Palotina Lar – Medianeira. Instalação em rede de fornecimento de grãos e médias propriedades.
  • Eixo da BR 163 e Ferronorte.
  • Atração das plantas industriais dos frigoríficos. Fechamento da unidade do JBS em Presidente Epitácio gerando 1.200 empregos. Reestruturação para as unidades de Mato Grosso do Sul. Mudança por causa dos créditos de ICMS e da política tributária do estado de São Paulo – Andrea Calabi – Secretário da Fazenda. Não convide para a mesma mesa com André Puccinelli. Disponibilidade de área para cana. Celulose tem ocupado terras fracas, que estavam na pecuária extensiva. Cana tem concentrado no centro sul do estado. Terras boas para agricultura de alimentos. Já indica-se redução da diversificação e da produção de alimentos nos municípios do sul do estado.
  • Zicosul – produzir de forma descentralizada e fragmentada como é o padrão do regime de acumulação flexível. Drenagem de recursos para fora do estado porque as principais empresas não tem sede no estado, não são de capital regional.
  • Paradiplomacia comércio logística e dinâmicas produtivas no mato grosso do sul - lisandra lamoso

    1. 1. COMÉRCIO, LOGÍSTICA E DINÂMICAS PRODUTIVAS NO MATO GROSSO DO SUL* <ul><li>Lisandra Lamoso </li></ul><ul><li>Equipe: </li></ul><ul><li>Gustavo Pinheiro da Silva Amorim </li></ul><ul><li>Herbert Maldonado </li></ul><ul><li>Larissa Sangalli </li></ul><ul><li>Naman de Moura Brito </li></ul><ul><li>Maurício Martorelli Galera </li></ul><ul><li>Rafael Gonçalves Alexandre </li></ul><ul><li>Valdiméri Machado Cavalcante </li></ul><ul><li>Wiliam Moreno </li></ul>*Conteúdo do mini-curso apresentado na UFGD sobre “A paradiplomacia e o Mato Grosso do Sul – o potencial do estado no ambiente internacional” – 20/9/2011
    2. 2. Conjuntura – nacional / internacional <ul><li>Valorização cambial; </li></ul><ul><li>Dependência do crescimento chinês; </li></ul><ul><li>Aumento da produtividade da agricultura e uso das vantagens comparativas; </li></ul><ul><li>“ Rebaixamento” dos preços dos manufaturados; </li></ul><ul><li>Uso das vantagens comparativas; </li></ul><ul><li>Sinais pontuais de desindustrialização. </li></ul>
    3. 3. Efeitos da política industrial - PDP: <ul><li>Política de Desenvolvimento Produtivo: </li></ul><ul><li>“ a arte da política industrial e de comércio exterior reside precisamente em combinar a captura de novas oportunidades sem abandonar as bases da competitividade já adquiridas nas commodities intensivas em recursos naturais, escala, energia e trabalho </li></ul><ul><li>(Luciano Coutinho – Presidente do BNDES,2003). </li></ul>
    4. 4. Plano Brasil Maior <ul><li>Incorpora política industrial, tecnológica, de serviços e de comércio exterior; </li></ul><ul><li>“ Inovar para competir. Competir para crescer”; </li></ul><ul><li>Prevê desoneração tributária de cerca de R$ 25 bilhões em dois anos; </li></ul><ul><li>Ações para comércio exterior: </li></ul><ul><li>Promoção comercial </li></ul><ul><li>Financiamento e garantia para exportações </li></ul><ul><li>Defesa comercial </li></ul><ul><li>Desoneração das exportações </li></ul><ul><li>• Instituição do Reintegra: - Devolução ao exportador de bens industrializados de 3% sobre valor exportado. </li></ul><ul><li>• Ampliar o ressarcimento de créditos aos exportadores: - Mais agilidade aos pedidos de ressarcimento no valor de R$ 19 bilhões - Processamento automático dos pedidos de ressarcimento e pagamento em 60 dias a empresas com escrituração fiscal digital, a partir de outubro de 2011. - Escrituração fiscal digital obrigatória, a partir de março de 2012. </li></ul><ul><li>http://www.brasilmaior.mdic.gov.br/oplano/ </li></ul>
    5. 5. Perspectivas <ul><li>Valorização das commodities : conjuntural ou estrutural? </li></ul><ul><li>Criação da Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii); </li></ul><ul><li>Intervenção via política fiscal; </li></ul><ul><li>Comportamento da remessa de dólares; </li></ul><ul><li>Oportunidade para Mato Grosso do Sul? </li></ul>
    6. 6. BRASIL – Principais produtos exportados em 2010 Fonte: MDIC, 2011 Organizado por: Larissa Sangalli
    7. 7. BRASIL – Principais empresas exportadoras em 2010 Fonte: MDIC, 2011 Organizado por: Larissa Sangalli
    8. 8. BRASIL – Principais destinos das exportações em 2010 Fonte: MDIC, 2011 Organizado por: Larissa Sangalli
    9. 9. Definição de fator agregado <ul><li>a)   Produtos básicos: produtos de baixo valor, normalmente intensivo em mão-de-obra,cuja cadeia produtiva é simples e que sofrem poucas transformações. Por exemplo, minério de ferro, grãos, agricultura, etc. </li></ul><ul><li>b)   Produtos industrializados: Dividem-se em semi-manufaturados e manufaturados, uma vez mais considerando o grau de transformação </li></ul><ul><ul><li>b.1) semimanufaturados – produto que passou por alguma transformação. Ex: suco de laranja congelado; couro. </li></ul></ul><ul><ul><li>b.2) manufaturado – produto normalmente de maior tecnologia, com alto valor agregado, Ex: televisor, chip de computador, automóvel, CD com programa de computador, etc. </li></ul></ul>
    10. 10. Fonte: MDIC, 2011
    11. 11. Importações de feijão preto pelo Brasil em 2011 (jan-ago) Fonte: Jornal Valor Econômico, 15 set. 2011
    12. 12. MATO GROSSO DO SUL – Exportações por fator agregado Fonte: MDIC, 2011 Organizado por: Lisandra Lamoso
    13. 13. Política pública de incentivo à industrialização <ul><li>PROGRAMA MS EMPREENDEDOR - LEI COMPLEMENTAR Nº 93/01: </li></ul><ul><li>Benefícios ou incentivos fiscais concedidos às indústrias que se instalarem ou ampliarem suas instalações, de até 67% do ICMS devido, pelo prazo de até 5 anos, prorrogável por igual período, conforme perfil do empreendimento. </li></ul><ul><li>Possibilidade de: dispensa do pagamento do ICMS incidente sobre as entradas interestaduais ou sobre a importação de máquinas e equipamentos , destinados ao ativo fixo da empresa; </li></ul><ul><li>Diferimento do ICMS incidente sobre importações de matérias-primas </li></ul>Fonte: www.seprotur.ms.gov.br
    14. 14. MATO GROSSO DO SUL – Principais destinos das exportações em 2010 Fonte: MDIC, 2011 Organizado por: Lisadra Lamoso
    15. 15. MATO GROSSO DO SUL – Principais empresas exportadoras em 2010 Fonte: MDIC, 2011 Organizado por: Wiliam Moreno
    16. 16. Campo Grande: Fonte: MDIC, 2011 Organizado por: Herbert Maldonado
    17. 17. CAMPO GRANDE – Principais produtos exportados em 2010 Fonte: MDIC, 2011 Organizado por: Herbert Maldonado
    18. 18. MATO GROSSO DO SUL – Principais produtos exportados em 2010 Fonte: MDIC, 2011 Organizado por: Wiliam Moreno
    19. 19. DOURADOS: Principais produtos exportados em 2010 Fonte: MDIC, 2011 Organizado por: Gustavo Amorim
    20. 20. DOURADOS: Principais destinos das exportações em 2010 Fonte: MDIC, 2011 Organizado por: Gustavo Amorim
    21. 21. Fonte: MDIC, 2011 Organizado por: Rafael Gonçalves Alexandre
    22. 22. TRÊS LAGOAS: Principais produtos exportados em 2010 Fonte: MDIC, 2011 Organizado por: Rafael Gonçalves Alexandre
    23. 23. Fonte: MDIC, 2011 Organizado por: Lisandra Lamoso
    24. 24. Morro do Urucum Foto: Lisandra Lamoso, vários anos
    25. 25. Fonte: MCR, 2007 Fonte: Vale, 2009 Fonte: AHIPAR, 2010 Fonte: Vale, 2010
    26. 26. Eucalipto – Ribas do Rio Pardo Foto: Lisandra Lamoso, 7 de setembro de 2011
    27. 27. Reflorestamento em Ribas do Rio Pardo Foto: Lisandra Lamoso, 7 de setembro de 2011
    28. 28. Ponte sobre o Rio Paraná – (Brasilândia-MS) Foto: Lisandra Lamoso, 7 de setembro de 2011
    29. 30. Localização das Cooperativas Exportadoras Em 2009.
    30. 31. Concentração vizinhança com Estado de São Paulo
    31. 33. Territorialidade das tradings de grãos
    32. 35. Implicações para Mato Grosso do Sul <ul><li>Cenário de oportunidades; </li></ul><ul><li>Utilização da política fiscal para fomento da industrialização; </li></ul><ul><li>Mercado de commodities ; </li></ul><ul><li>Importações de bens de capital; </li></ul><ul><li>Peso do mercado chinês e possibilidade de diversificação; </li></ul><ul><li>Geração de novos fluxos de circulação; </li></ul>
    33. 36. <ul><li>Potencial da produção familiar pouco explorada; </li></ul><ul><li>Possibilidades para integração em rede e integração regional; </li></ul><ul><li>Fragilidade na origem de capital; </li></ul><ul><li>Campo para parcerias público-privadas? </li></ul><ul><li>Urgência na prospecção de mercados e Paradiplomacia. </li></ul>
    34. 37. Dicas de leitura: <ul><li>COMÉRCIO EXTERIOR BRASILEIRO: A TESE DA “REPRIMARIZAÇÃO” DA PAUTA EXPORTADORA E SUAS REPERCUSSÕES PARA MATO GROSSO DO SUL </li></ul><ul><li>http://www.agb.org.br/evento/download.php?idTrabalho=2477 </li></ul><ul><li>DINÂMICAS PRODUTIVAS DA ECONOMIA DE EXPORTAÇÃO NO MATO GROSSO DO SUL - BRASIL </li></ul><ul><li>http:://www.mercator.ufc.br/indez.php/mercator/article/view/418 </li></ul><ul><li>O PAPEL DO COMÉRCIO EXTERIOR DE MATO GROSSO DO SUL NA INTEGRAÇÃO REGIONAL COM O MERCOSUL </li></ul><ul><li>http://www.ufgd.edu.br/fch/mestrado-geografia/dissertacoes/dissertacao-valdinei </li></ul>
    35. 38. Contato: <ul><li>[email_address] </li></ul>

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