Ler E Escrever Na Escola:O real, o Possível e o Necessário - Capitulo 1

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Explicação sobre o primeiro capitulo do livro de Delia Lerner

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  • 1. UNIESP – FACULDADE RENASCENÇA
    • Curso de Graduação em Pedagogia, 6º APEN
    • Disciplina: Metodologia da Alfabetização
    • Profº. Susana Soós
    • Elena Zarate
    • Juliana Alves
    • Leidy Bautista
    • Rafaela Ravanhane
    • Tatiana Costa
    • Tatiane Sales
  • 2. Ler e Escrever na Escola: O Real, o Possível e o Necessário. Autor: Delia Lerner
  • 3.
    • Para atingir o objetivo de formar educandos praticantes da cultura escrita se faz necessário redimensionar o ensino da leitura e escrita como práticas. sociais.
    • Desta maneira é preciso fazer uma análise de questões presentes na escola para formar uma comunidade de leitores e escritores críticos e reflexivos.
    • 1 - Democratização do conhecimento e o fim da reprodução da ordem social estabelecida. Tornar significativa a leitura e escrita dando uma função social real ao aprendizado.
    • 2 - Dar a significação a prática da leitura e escrita fora do âmbito escolar.
    • 3 - Alinhar os propósitos didáticos indissociáveis da leitura e escrita minimizando o efeito da sequenciação dos conteúdos.
    • 4 - Adotar métodos de avaliação que privilegiem aspectos essenciais das práticas de leitura e escrita e não somente o controle institucional.
    • 5 - Modificar os papéis de Educadores e Educandos oportunizando a eles autonomia e auto controle nos processos de ensino e aprendizagem, permitindo sua participação ativa e a criação de uma versão social dessas práticas.
  • 4.
    • As situações vivenciadas durante os estágios nos permitiu compreender a realidade sobre leitura e escrita, uma vez que os textos lidos na escola em nada representam ou fazem lembrar a vida cotidiana dos alunos .
    • A produção textual é extremamente dirigida inibindo toda e qualquer liberdade de criação.
    • No estágio de ensino fundamental podemos observar que a maior preocupação da professora era com a pontuação e a ortografia desprezando o sentido de criar e compartilhar textos.
    • Dessa maneira o processo engessado de produção textual, torna - se sem conexão com a realidade vivenciada pelos educandos distanciando a escola de seu principal objetivo de incorporar a todos os alunos a cultura de leitura e escrita.
  • 5. De acordo com Délia Lerner (2002), aprender a ler e escrever na escola deve transcender a decodificação do código escrito, deve fazer sentido e estar vinculado a vida do sujeito. Enquanto professores em formação,observamos situações no ambiente escolar que vão de encontro com as afirmações da autora. Tais como a falta de preocupação de professores em observar o cotidiano do educando, ou seja como estas crianças brincam, se comunicam e se relacionam. Sendo assim as atividades propostas no ambiente escolar não tem significado para estes educandos, pois não fazem parte da sua realidade.
  • 6. Segundo Lerner, a escolarização possibilita práticas sociais de leitura e escrita e assim os professores podem programar suas aulas para ensinar, deve se deixar muito claro a relação do projeto curricular entre os aspectos da prática ,ou seja aqueles que hoje em dia são disponíveis favorecido pelo estudo histórico antropológico ,sociolinguístico e psicolinguístico. Ao longo das observações no ambiente escolar acompanhamos as propostas didáticas,a fim de verificar se as instituições cumprem seu propósito comunicativo,que segundo a autora e fundamental para que o processo de escrita e leitura tenha sentido na vida deste educando e para que permita aos mesmos participar de diferentes situações práticas que contemplem a comunicação por meio da leitura e da escrita.
  • 7. Refletindo sobre o processo de escolarização com foco na escrita e leitura do educando e baseando-se na fala de Lerner observamos que toda prática requer mudanças, e essa escolarização imposta deve ser erradicada. Pois a escola sendo parte da vida social do indivíduo, requer que como futuros professores transformarmos o objetivo do ensino, fazendo com que a leitura seja significativa para os mesmos.
  • 8. CONSIDERAÇÕES FINAIS Em vista do exposto podemos observar enquanto professores em formação que teoria e prática deveriam caminhar juntas ao longo do processo de ensino e aprendizagem da escrita e leitura, porém não é o que encontramos na maioria dos ambientes educacionais. As situações boas não se constituem em situações perfeitas, elas apresentam erros que ao serem analisados enriquecem a prática docente (Lerner, 2002). Tal afirmação da autora nos remete as várias situações encontradas e observadas nas instituições de ensino nas quais atuamos. Percebemos que somente a formação continua dos professores, a seriedade de mecanismos de capacitação e a autonomia das instituições escolares contribuíram de forma plena e significativa no processo de ensino e aprendizagem da escrita e leitura dos educandos.
  • 9. REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS
    • LERNER. D. Ler e escrever na escola: o real, o possível e o necessário. Porto Alegre: Artmed, 2002.