Alcoolismo no Brasil

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Alcoolismo no Brasil

  1. 1. CENTRO EDUCACIONAL SESI - 1093ºA – ENSINO MÉDIOLeonardo RonneTrabalho Destinado a Disciplina de QuímicaAlcoolismo no BrasilFranca, 26 de Setembro de 2012
  2. 2. Alcoolismo no Brasil1. IntroduçãoO uso de substâncias que modificam o estado psicológico temocorrido em todas as culturas conhecidas desde a Antiguidade,costumavam ser associadas a rituais tradicionais em várias culturas, porexemplo, na igreja católica que usa o vinho durante sua celebraçãoassociando-o com o sangue de Cristo. Porém essas bebidas naAntiguidade possuíam conteúdo alcoólico baixo.Apesar de o álcool possuir grande aceitação social e seuconsumo ser estimulado pela sociedade, ele é uma droga que atua nosistema nervoso central, podendo causar dependência e mudança nocomportamento, quando consumido em excesso, o álcool é visto comoum problema de saúde. O alcoolismo é uma doença que afeta a saúdefísica, o bem estar emocional e o comportamento do indivíduo.2. O ÁlcoolAs bebidas alcóolicas são elaboradas a partir da fermentação deprodutos naturais, como o vinho (fermentação da uva); cerveja(fermentação de grãos de cereais); outros (fermentação do mel, cana deaçúcar, mandioca, etc.) ou pela destilação de bebidas fermentadas,como a cachaça e o rum.O principal agente do álcool é o álcool etílico (etanol), em uísquee vodkas o teor alcoólico chega a 40%, em cervejas fica em 5% e emvinhos 11%.O álcool é um depressor do Sistema Nervoso Central e agediretamente em diversos órgãos, tais como o fígado, o coração, vasos ena parede do estômago. Em concentrações muito altas, ou seja, maiores
  3. 3. do que 0.35 gramas/100 mililitros de álcool o indivíduo pode ficar emcoma ou até mesmo morrer.Indivíduos que fazem uso crônico de grandes quantidades deálcool, com o passar do tempo, podem desenvolver complicações comogastrites, cirrose hepática, pancreatite, e até câncer.3. O AlcoolismoA dependência ocorre quando o consumo é compulsivo, ou seja,o comportamento do usuário está voltado para o impulso de ingerir oálcool, continuamente ou periodicamente, com a finalidade de obter umestado de alteração da consciência ou prazer.O alcoólatra tem grande dificuldade de parar de beber, estásujeito aos mesmos riscos do abuso de álcool mas, como não consegueabandonar a bebida, apresenta muitas vezes uma deterioração nasaúde, na família, no trabalho e no círculo de amizades.Em caso de suspensão do consumo, pode ocorrer também asíndrome da abstinência, caracterizada por confusão mental, visões,ansiedade, tremores e convulsões.3.1 O Alcoolismo no BrasilAtualmente o Brasil detém o primeiro lugar do mundo noconsumo de destilados. O que mais assusta é que os jovensestão começando a beber cada vez mais cedo, justamente nafaixa entre 25 e 45 anos.Há, porém, uma grande distância entre os que tomam umcopo de cerveja ou vinho de vez em quando, e os que bebemdoses maiores. Gira entre 12% e 15% o número de bebedorespesados. Isso significa que 30 milhões de brasileiros apresentamdificuldade em lidar com o álcool.
  4. 4. A OMS (Organização Mundial de Saúde) estabelece que adoença está instalada quando a ingestão diária de álcool atinge60 gramas. Esse dado é relevante, mas não constitui a regra. Osgrandes bebedores dos finais de semana podem ou não seralcoólicos, apesar de se absterem da droga nos outros dias.4. TratamentoNão existe cura para o alcoolismo, como em qualquer outro casode dependência química, o que existe é tratamentos. Na grande maioriados casos, o próprio paciente não consegue perceber o quanto estáenvolvido com a bebida, tendendo a negar o uso ou mesmo a suadependência pela mesma.Nestes casos, pode-se começar o tratamento ajudando o pacientea reconhecer seu problema e a necessidade de tratar-se e de tentarabster-se do álcool. A indicação de internação, pelo menos como faseinicial de desintoxicação, costuma ser a regra.Depois de controlados os sintomas agudos da crise deabstinência, seja por meio de internação ou através de tratamentoambulatorial, os pacientes devem ser encaminhados para programas dereabilitação, cujo objetivo é ajudá-los a viver sem álcool na circulaçãosangüínea, como os grupos de auto-ajuda (Alcoólicos Anônimos). Épreciso lembrar que as recaídas são comuns nos pacientes alcoolatras.5. ConclusãoO alcoolismo foi e continua sendo um grande problema de saúdepública e como qualquer outra droga, o álcool provoca alterações no
  5. 5. sistema nervoso, modificando comportamentos, produzindo prazermomentâneo e tornando o usuário dependente.Quando deparamos com uma propaganda de Cerveja natelevisão, ficamos no mínimo atraídos, se não pelo produto em si maispelo trabalho visual, que enche os olhos de quem as vê.Para os adultos é menos impactante, enquanto para os jovensque ainda não tem uma opinião formada a cerca do assunto, se tornamalvos fáceis, e acabam entrando no mundo Álcool, que acabará levando-as em outros tipos de drogas. Intervenções educativas são necessárias,para minimizar ou interromper esse processo de “autodestruição”.6. Referências VARELLA, Dr. Drauzio; “Alcoolismo”. Acessado em: 25/05/2012;Disponível em: http://drauziovarella.com.br. GALVÃO, Dra. Ana Luiza; ABUCHAIM, Dr. Cláudio Moojen; SALGADO,Dr. Carlos Alberto Iglesias; “Alcoolismo”. Acessado em: 24/05/2012;Disponível em: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?16. UNIAD - Unidade de Pesquisa em álcool e Droga. Disponível em:http://www.uniad.org.br. Dados e estastícias retirados da adaptação de L. Chaloult peloDepartamento de Psicobiologia UNIFESP/EPM. Acessado em:25/05/2012 Disponível em:http://www.unifesp.br/dpsicobio/drogas/alcool.htm. SAPELLI, M.L.S. “Drogas violência e mídia: a culpabilização do usuário”.
  6. 6. sistema nervoso, modificando comportamentos, produzindo prazermomentâneo e tornando o usuário dependente.Quando deparamos com uma propaganda de Cerveja natelevisão, ficamos no mínimo atraídos, se não pelo produto em si maispelo trabalho visual, que enche os olhos de quem as vê.Para os adultos é menos impactante, enquanto para os jovensque ainda não tem uma opinião formada a cerca do assunto, se tornamalvos fáceis, e acabam entrando no mundo Álcool, que acabará levando-as em outros tipos de drogas. Intervenções educativas são necessárias,para minimizar ou interromper esse processo de “autodestruição”.6. Referências VARELLA, Dr. Drauzio; “Alcoolismo”. Acessado em: 25/05/2012;Disponível em: http://drauziovarella.com.br. GALVÃO, Dra. Ana Luiza; ABUCHAIM, Dr. Cláudio Moojen; SALGADO,Dr. Carlos Alberto Iglesias; “Alcoolismo”. Acessado em: 24/05/2012;Disponível em: http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?16. UNIAD - Unidade de Pesquisa em álcool e Droga. Disponível em:http://www.uniad.org.br. Dados e estastícias retirados da adaptação de L. Chaloult peloDepartamento de Psicobiologia UNIFESP/EPM. Acessado em:25/05/2012 Disponível em:http://www.unifesp.br/dpsicobio/drogas/alcool.htm. SAPELLI, M.L.S. “Drogas violência e mídia: a culpabilização do usuário”.

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