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  1. 1. GÊNEROS LITERÁRIOS A LITERATURA É A ARTE QUE SE MANIFESTA PELA PALAVRA, SEJA ELA FALADA OU ESCRITA.
  2. 2. GÊNEROS LITERÁRIOS <ul><li>Na Antiguidade Clássica os textos literários dividiam em em três gêneros: </li></ul>
  3. 3. GÊNEROS LITERÁRIOS <ul><li>GÊNERO LÍRICO </li></ul><ul><li>GÊNERO DRAMÁTICO </li></ul><ul><li>GÊNERO ÉPICO </li></ul>
  4. 4. Gênero Lírico
  5. 5. Gênero Lírico <ul><li>Seu nome vem de lira, instrumento musical que acompanhava os cantos dos gregos. </li></ul><ul><li>Textos de caráter emocional, centrados na subjetividade dos sentimentos da alma. Tem a presença do “eu-lírico”, a voz que fala no poema . O emissor é personagem única desse tipo de mensagem, </li></ul>
  6. 6. GÊNERO LÍRICO <ul><li>Predominam as palavras e pontuações de 1a. pessoa. </li></ul><ul><li>Segundo Aristóteles, a palavra cantada. </li></ul>
  7. 7. <ul><li>É importante ressaltar que o “eu-lírico” </li></ul><ul><li>pode ser masculino </li></ul><ul><li>ou </li></ul><ul><li>feminino </li></ul><ul><li>independente do autor. </li></ul>
  8. 8. EU - LÍRICO <ul><li>Assim, podemos encontrar: </li></ul><ul><li>Autor masculino eu-lírico masculino </li></ul><ul><li>Autor masculino eu- lírico feminino </li></ul><ul><li>Autor feminino eu- lírico feminino </li></ul><ul><li>Autor feminino eu- lírico masculino </li></ul>
  9. 9. EXEMPLO DE GÊNERO LÍRICO Autor masculino – eu lírico masculino <ul><li>Trecho do poema “Ainda Uma Vez , Adeus”, de Gonçalves Dias, que escreveu este poema após encontrar-se pela última vez, em Portugal, com sua amada Ana Amélia, à qual renunciara por imposição da família da jovem, de diferente classe social,  destinada a casar-se com outro. </li></ul>
  10. 10. Ainda uma vez adeus... <ul><li>&quot; Enfim te vejo! - enfim posso, </li></ul><ul><li>Curvado a teus pés, dizer-te </li></ul><ul><li>Que não cessei de querer-te, </li></ul><ul><li>Pesar de quanto sofri. </li></ul><ul><li>Muito penei. Cruas âncias, </li></ul><ul><li>Dos teus olhos afastado, </li></ul><ul><li>Houveram-me acabrunhado </li></ul><ul><li>A não lembrar-me de ti! </li></ul><ul><li>(...) </li></ul>
  11. 11. <ul><li>Louco, aflito, a saciar-me </li></ul><ul><li>D'agravar minha ferida, </li></ul><ul><li>Tomou-me tédio da vida, </li></ul><ul><li>Passos da morte senti; </li></ul><ul><li>Mas quase no passo extremo, </li></ul><ul><li>No último arcar da esperança, </li></ul><ul><li>Tu me vieste à lembrança: </li></ul><ul><li>Quis viver mais e vivi! </li></ul>
  12. 12. <ul><li>Vivi; pois Deus me guardava </li></ul><ul><li>Para este lugar e hora! </li></ul><ul><li>Depois de tanto, senhora, </li></ul><ul><li>Ver-te e falar-te outra vez; </li></ul><ul><li>Rever-me em teu rosto amigo, </li></ul><ul><li>Pensar em quanto hei perdido, </li></ul><ul><li>E este pranto dolorido </li></ul><ul><li>Deixar correr a teus pés. </li></ul>
  13. 13. <ul><li>Mas que tens? Não me conheces? </li></ul><ul><li>De mim afastas teu rosto? </li></ul><ul><li>Pois tanto pôde o desgosto </li></ul><ul><li>Transformar o rosto meu? </li></ul><ul><li>Sei a aflição quanto pode, </li></ul><ul><li>Sei quanto ela desfigura, </li></ul><ul><li>E eu não vivi na ventura... </li></ul><ul><li>Olha-me bem, que sou eu! </li></ul>
  14. 14. <ul><li>Nenhuma voz me diriges!... </li></ul><ul><li>Julgas-te acaso ofendida? </li></ul><ul><li>Deste-me amor, e a vida </li></ul><ul><li>Que me darias — bem sei; </li></ul><ul><li>Mas lembrem-te aqueles feros </li></ul><ul><li>Corações que se meteram </li></ul><ul><li>Entre nós; e se venceram, </li></ul><ul><li>Mal sabes quanto lutei! </li></ul>
  15. 15. <ul><li>Tudo, tudo; e na miséria </li></ul><ul><li>Dum martírio prolongado, </li></ul><ul><li>Lento, cruel, disfarçado, </li></ul><ul><li>Que eu nem a ti confiei; </li></ul><ul><li>&quot;Ela é feliz (me dizia) </li></ul><ul><li>&quot;Seu descanso é obra minha. </li></ul><ul><li>&quot;Negou-me a sorte mesquinha... </li></ul><ul><li>Perdoa, que me enganei. </li></ul>
  16. 16. <ul><li>Dói-te de mim, que t'imploro </li></ul><ul><li>Perdão, a teus pés curvado; </li></ul><ul><li>Perdão!... de não ter ousado </li></ul><ul><li>Viver contente e feliz! </li></ul><ul><li>Perdão da minha miséria, </li></ul><ul><li>Da dor que me rala o peito, </li></ul><ul><li>E se do mal que te hei feito, </li></ul><ul><li>Também do mal que me fiz! </li></ul>
  17. 17. <ul><li>- Adeus qu'eu parto, senhora; </li></ul><ul><li>Negou-me o fado inimigo </li></ul><ul><li>Passar a vida contigo, </li></ul><ul><li>Ter sepultura entre os meus; </li></ul><ul><li>Negou-me nesta hora extrema, </li></ul><ul><li>Por extrema despedida, </li></ul><ul><li>Ouvir-te a voz comovida </li></ul><ul><li>Soluçar um breve Adeus! </li></ul>
  18. 18. <ul><li>Lerás porém algum dia </li></ul><ul><li>Meus versos d'alma arrancados, </li></ul><ul><li>D'amargo pranto banhados, </li></ul><ul><li>Com sangue escritos; </li></ul><ul><li>— e então Confio que te comovas, </li></ul><ul><li>Que a minha dor te apiade </li></ul><ul><li>Que chores, não de saudade, </li></ul><ul><li>Nem de amor, — de compaixão, </li></ul><ul><li>(Gonçalves Dias, Ainda uma vez adeus) </li></ul>
  19. 19. GÊNERO LÍRICO <ul><li>Como podemos observar, o gênero lírico é aquele que expressa um sentimento pessoal </li></ul><ul><li>Segundo Hegel, seu conteúdo &quot;é a maneira como a alma, com seus juízos subjetivos, alegrias e admirações, dores e sensações, toma consciência de si mesma no âmago deste conteúdo&quot; </li></ul>
  20. 20. GÊNERO LÍRICO <ul><li>VEJA A SEGUIR UM EXEMPLO DE OBRA LÍRICA CUJO AUTOR É MASCULINO E O EU- LÍRICO É FEMININO. </li></ul>
  21. 21. Com açúcar, com afeto Chico Buarque de Holanda <ul><li>Com açúcar, com afeto Fiz seu doce predileto Pra você parar em casa Qual o quê Com seu terno mais bonito Você sai, não acredito Quando diz que não se atrasa. </li></ul>
  22. 22. <ul><li>Você diz que é um operário, sai em busca do salário Pra poder me sustentar, qual o quê! No caminho da oficina, há um bar em cada esquina Pra você comemorar, sei lá o quê! </li></ul>
  23. 23. <ul><li>Sei que alguém vai sentar junto Você vai puxar assunto Discutindo futebol E ficar olhando as saias De quem vive pelas praias Coloridas pelo sol </li></ul>
  24. 24. <ul><li>Vem a noite e mais um copo, sei que alegre ma non troppo Você vai querer cantar Na caixinha um novo amigo vai bater um samba antigo Pra você rememorar </li></ul>
  25. 25. <ul><li>Quando a noite enfim lhe cansa, você vem feito criança Pra chorar o meu perdão, qual o quê! Diz pra eu não ficar sentida, diz que vai mudar de vida Pra agradar meu coração </li></ul>
  26. 26. <ul><li>E ao lhe ver assim cansado, maltrapilho e maltratado Como vou me aborrecer? Qual o quê! Logo vou esquentar seu prato, dou um beijo em seu retrato E abro os meus braços pra você. </li></ul>
  27. 27. ASSIM, OBSERVE AS MARCAS DE 1ª PESSOA ... <ul><li>Quando a noite enfim lhe cansa, você vem feito criança Pra chorar o meu perdão, qual o quê! Diz pra eu não ficar sentida, diz que vai mudar de vida Pra agradar meu coração </li></ul>
  28. 28. <ul><li>AGORA VAMOS VER UM EXEMPLO DE OBRA LÍRICA CUJO AUTOR E EU- LÍRICO SÃO FEMININOS. </li></ul><ul><li>OBSERVE COMO HÁ MARCAS DE GÊNERO FEMININO EM VÁRIAS PARTES DO POEMA. </li></ul>
  29. 29. ANA CAROLINA - GARGANTA <ul><li>Minha garganta estranha </li></ul><ul><li>Quando não te vejo </li></ul><ul><li>Me vem um desejo </li></ul><ul><li>Doido de gritar </li></ul><ul><li>Minha garganta arranha </li></ul><ul><li>A tinta e os azulejos </li></ul><ul><li>Do teu quarto, da cozinha </li></ul><ul><li>Da sala de estar (2X) </li></ul>
  30. 30. <ul><li>Venho madrugada Perturbar teu sono Como um cão sem dono Me ponho a ladrar </li></ul><ul><li>Atravesso o travesseiro Te reviro pelo avesso Tua cabeça enlouqueço Faço ela rodar (2x) </li></ul>
  31. 31. <ul><li>Sei que não sou santa </li></ul><ul><li>Às vezes vou na cara dura </li></ul><ul><li>Às vezes ajo com candura </li></ul><ul><li>Pra te conquistar </li></ul><ul><li>Mas não sou beata </li></ul><ul><li>Me criei na rua </li></ul><ul><li>E não mudo minha postura </li></ul><ul><li>Só pra te agradar </li></ul>
  32. 32. <ul><li>Vim parar nessa cidade Por força da circunstância Sou assim desde criança Me criei meio sem lar </li></ul><ul><li>Aprendi a me virar sozinha E se eu tô te dando linha É pra depois te abandonar...(4x) </li></ul>
  33. 33. RETOMANDO... <ul><li>GÊNERO LÍRICO: </li></ul><ul><li>Tem a presença do eu lírico – que é a voz que fala no poema </li></ul><ul><li>Expressa os estados de alma, as emoções , os sentimentos vividos intensamente pelo eu lírico. </li></ul><ul><li>Predomínio da 1ª pessoa </li></ul>
  34. 34. GÊNERO DRAMÁTICO GÊNERO DRAMÁTICO
  35. 35. GÊNERO DRAMÁTICO <ul><li>Drama, em grego, significa &quot;ação&quot;. </li></ul><ul><li>Textos feitos para serem representados. </li></ul><ul><li>O Gênero Dramático se assenta em três eixos importantes: o ator , o texto e o público sem o que não há espetáculo teatral. </li></ul><ul><li>Segundo Aristóteles é a palavra representada </li></ul>
  36. 36. <ul><li>O Gênero Dramático compreende as seguintes modalidades: </li></ul><ul><li>Tragédia: É a representação de ações dolorosas da condição humana, no caso são  pessoas comuns. A ação visa provocar no espectador piedade e terror, terminando em geral de forma fatal. O objetivo era provocar a &quot;catarse&quot; ou purificação. Ex.&quot; Édipo Rei“ de Sófocles </li></ul>GÊNERO DRAMÁTICO
  37. 37. ÉDIPO REI – SÓFOCLES <ul><li>Oráculo de Delfos - </li></ul><ul><li>Morada do Deus Apolo </li></ul><ul><li>O Oráculo de Délfos (espécie de adivinho da antigüidade) previu que o filho de Laio (rei de Tebas) e Jocasta mataria o pai e se casaria com a mãe </li></ul>
  38. 38. ÉDIPO REI - SÓFOCLES <ul><li>Para evitar esse trágico destino: </li></ul><ul><li>Servo de Laio deveria matá-lo </li></ul><ul><li>abandona a criança </li></ul><ul><li>um pastor o encontra </li></ul><ul><li>leva-o ao rei de Corinto </li></ul><ul><li>este o adota como seu </li></ul><ul><li>filho </li></ul>
  39. 39. ÉDIPO REI - SÓFOCLES <ul><li>Já adulto, Édipo fica sabendo de tal maldição e, para não matar os seus pais, foge à Tebas. No caminho é maltratado por Laio, - que também estava de viagem e que acaba sendo morto por Édipo. </li></ul>
  40. 40. <ul><li>ÉDIPO ENCONTRA-SE COM A ESFINGE E CONSEGUE DECIFRÁ-LA. </li></ul>
  41. 41. Édipo Rei - Sófocles <ul><li>COM A MORTE DA ESFINGE, ÉDIPO É ACLAMADO PELA POPULAÇÃO, CASA-SE COM JOCASTA E TORNA-SE REI DE TEBAS. </li></ul>
  42. 42. <ul><li>Porém uma maldição recai sobre a cidade, os deuses enviam uma peste a cidade de Tebas, pois os homens estavam desobedecendo ao Oráculo. Édipo, preocupado com a situação envia seu cunhado, Creonte, ao Oráculo de Delfos para saber qual era a causa da peste que assolava a cidade de Tebas. </li></ul>
  43. 43. <ul><li>A resposta do Óráculo foi que a cidade estava naquela situação por causa da morte de Laio e que para solucionar o problema o assassino deveria ser descoberto e punido. </li></ul>
  44. 44. <ul><li>Édipo vai em busca de assassino de Laio. Ao longo da tragédia, Édipo descobre que Pólibo e Meréope não eram seus pais e que seu verdadeiro pai era Laio e sua verdadeira mãe era Jocasta. </li></ul>
  45. 45. <ul><li>Não suportando a verdade de ser o assassino de seu pai, Édipo fura os próprios olhos para não ver sua dura realidade, e Jocasta comete suicídio . </li></ul>
  46. 46. Complexo de Édipo - Freud <ul><li>Freud baseou-se na tragédia de Sófocles (496-406 a.C.), Édipo Rei , para formular o conceito do Complexo de Édipo , a preferência velada do filho pela mãe , acompanhada de uma aversão clara pelo pai . </li></ul>
  47. 47. <ul><li>O complexo de Édipo é muito importante porque caracteriza a diferenciação do sujeito em relação aos pais.. A figura do pai representa a inserção da criança na cultura, é a ordem cultural. A criança também começa a perceber que o pai pertence à mãe e por isso dirige sentimentos hostis a ele. </li></ul>
  48. 48. COMÉDIA <ul><li>De origem grega, apresentava originalmente personagens de caráter vicioso e vulgar, que protagonizavam atitudes ridículas. A comédia é uma sátira de comportamentos individuais e coletivos com o intuito moralizante. </li></ul>
  49. 49. COMÉDIA <ul><li>Atualmente a comédia representa aspectos da vida cotidiana como tema, provocando o riso. </li></ul><ul><li>Ex. &quot;As Aves&quot; de Aristófanes; &quot;Meno-Male!&quot; de Juca de Oliveira; &quot;O Juiz de Paz na Roça&quot; e &quot;O Noviço&quot; de Martins Pena.  </li></ul>
  50. 50. GÊNERO DRAMÁTICO <ul><li>Tragicomédia: modalidade em que se misturam elementos trágicos e cômicos. </li></ul><ul><li>Farsa: pequena peça teatral, de caráter ridículo e caricatural, que crítica a sociedade e seus costumes, visando provocar o riso. Ex. &quot;Farsa de Inês Pereira&quot; de Gil Vicente, </li></ul>
  51. 51. GÊNERO ÉPICO OU NARRATIVO
  52. 52. GÊNERO ÉPICO OU NARRATIVO <ul><li>A palavra &quot;epopéia&quot; vem do grego épos, ‘verso’+ poieô, ‘faço’ e se refere à narrativa em forma de versos, de um fato grandioso e maravilhoso que interessa a um povo. </li></ul>
  53. 53. <ul><li>O gênero épico: narrações de fatos grandiosos, centrados na figura de um herói. Tem a presença de um narrador </li></ul><ul><li>Segundo Aristóteles, a palavra narrada. </li></ul>O GÊNERO ÉPICO
  54. 54. <ul><li>é provavelmente a mais antiga das manifestações literárias. Ele surgiu quando os homens primitivos sentiram necessidade de relatar suas experiências, centradas na dura batalha de sobrevida num mundo caótico, hostil e ameaçador. </li></ul>
  55. 55. Os elementos essenciais ... <ul><li>Na estrutura épica temos: o narrador , o qual conta a história praticada por outros no passado; a história , a sucessão de acontecimentos; as personagens , em torno das quais giram os fatos; o tempo , o qual geralmente se apresenta no passado e o espaço , local onde se dá a ação das personagens. </li></ul>
  56. 56. <ul><li>Neste gênero, geralmente, há presença de figuras fantasiosas que ajudam ou atrapalham no curso dos acontecimentos. </li></ul><ul><li>Presença de mitologia greco-latina - contracenando heróis mitológicos e heróis humanos. </li></ul>
  57. 57. <ul><li>Quando as ações são narradas por versos, temos o poema épico ou Epopeia. Dentre as principais Epopeias, temos: Ilíada e Odisséia. </li></ul>
  58. 58. ILÍADA E ODISSÉIA <ul><li>As obras Ilíada e Odisséia são obras atribuídas ao poeta greco-romano Homero, o qual teria vivido por volta do século VIII a. C.. </li></ul>
  59. 59. <ul><li>A Ilíada se passa durante o décimo e último ano da guerra de Tróia e trata da ira do herói e semideus Aquiles, filho de Peleu e Tétis. A ira é causada por uma disputa entre Aquiles e Agamenom, comandante dos aqueus quando este resolve tomar a escrava Briseida de Aquiles . </li></ul>ILÍADA
  60. 60. <ul><li>Helena, a mais bela mulher do mundo era casada com Menelau, rei de Esparta e irmão de Agamenon. </li></ul><ul><li>Quando Páris, príncipe de Tróia, foi a Esparta em missão diplomática, se enamorou de Helena e ambos fugiram para Tróia, enfurecendo Menelau. </li></ul>
  61. 61. <ul><li>Os gregos, seguindo a estratégia proposta por Ulisses articularam um plano para resgatá-la por intermédio de um grande cavalo de madeira, chamado de Tróia, o qual é levado à cidade de mesmo nome como presente. </li></ul>
  62. 62. <ul><li>Durante a madrugada, os soldados gregos que estavam dentro da barriga daquele animal madeirado atacam a cidade e ganham a guerra. </li></ul>
  63. 63. CONCLUINDO... <ul><li>Assim, podemos entender que Ilíada é uma Epopeia pois: </li></ul><ul><li>É a narrativa de um fato histórico - A guerra de Tróia </li></ul><ul><li>Representado por um herói – Aquiles </li></ul><ul><li>Tem a presença do narrador </li></ul><ul><li>Tem a presença de deuses da mitologia intervindo em vários momentos </li></ul>
  64. 64. GÊNERO NARRATIVO <ul><li>O GÊNERO NARRATIVO é visto como uma variante do Gênero Épico, enquadrando, neste caso, as narrativas em prosa. </li></ul><ul><li>TIPOS DE NARRATIVA: </li></ul><ul><li>Romance </li></ul><ul><li>Novela </li></ul><ul><li>Conto </li></ul><ul><li>Fábula </li></ul>
  65. 65. EXERCÍCIOS <ul><li>VEJA OS TEXTOS ABAIXO E RELACIONE-OS AOS RESPECTIVOS GÊNEROS LITERÁRIOS .JUSTIFIQUE COM ELEMENTOS DO TEXTO. </li></ul>
  66. 66. MIL PERDÕES – CHICO BUARQUE <ul><li>Te perdôo Por fazeres mil perguntas Que em vidas que andam juntas Ninguém faz Te perdôo Por pedires perdão Por me amares demais </li></ul>
  67. 67. <ul><li>Te perdôo Te perdôo por ligares Pra todos os lugares De onde eu vim Te perdôo Por ergueres a mão Por bateres em mim </li></ul><ul><li>Te perdôo Quando anseio pelo instante de sair E rodar exuberante E me perder de ti Te perdôo Por quereres me ver Aprendendo a mentir (te mentir, te mentir) </li></ul>
  68. 68. <ul><li>Te perdôo Por contares minhas horas Nas minhas demoras por aí Te perdôo Te perdôo porque choras Quando eu choro de rir Te perdôo Por te trair </li></ul>

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