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Apresentação infarto
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  • 1. Alzheimer
  • 2. INTRODUÇÃO• Descrita pelo neurologista alemão Alois Alzheimer, em 1906, adoença de Alzheimer é caracterizada pela degeneração dosneurônios (células do cérebro), sobretudo nos idosos após 65anos de idade.• A doença ocorre de forma lenta e progressiva, normalmente emum grupo de células responsáveis pela memória. Com cerca de10 a 12 anos de evolução, a doença de Alzheimer comprometetodo o cérebro.
  • 3. CAUSAS• Apesar de as causas ainda serem desconhecidas, especialistasacreditam que a doença está relacionada com determinadasmudanças nas terminações nervosas e nas células cerebrais queinterferem nas funções cognitivas (percepção, atenção, memória elinguagem).
  • 4. CAUSASOutros fatores também podem contribuir para o surgimento dadoença de Alzheimer, como: Aspectos neuroquímicos (diminuição das substâncias quetransmitem o impulso nervoso entre os neurônios, como acetilcolina enoradrenalina) Aspectos ambientais (exposição ou intoxicação por alumínio emanganês) Aspectos infecciosos (no cérebro e/ou na medula espinhal) Predisposição genética.
  • 5. SINTOMAS• As manifestações dependem da região cerebral envolvida.• Normalmente, o primeiro sintoma é a perda da memória recente.Contudo, o paciente demonstra certa preservação de fatos maisantigos. O estágio mais evoluído da doença acomete ainda alinguagem, com dificuldade de encontrar palavras, nomes depessoas (inclusive de parentes) e de objetos.• É comum que os familiares percebam que o indivíduo repetesempre as mesmas perguntas e histórias e apresenta diminuiçãoda percepção temporal dos eventos e da capacidade de localizaçãogeográfica.
  • 6. De acordo com o estágio da doença, pode haver ocomprometimento do comportamento com:SINTOMASFrustraçãoIrritabilidadeAlucinações visuaise auditivasDepressãoAnsiedadeApatiaAgressividade
  • 7. SINTOMAS• Embora o IAM possa ocorrer sem sintomas (infarto domiocárdio silencioso), fato mais comum em idosos, na maioriadas vezes cursa com dor no peito, a qual pode se irradiar paracostas, mandíbula, pescoço, dorso e/ou braço esquerdo.• A sensação é caracterizada por aperto e queimação na regiãotorácica, de grau moderado a intenso. Em alguns casos, a dorpode ser semelhante a uma indigestão, úlcera, gastrite ou azia.
  • 8. SINTOMAS• Durante o IAM, o paciente pode apresentar:Sudorese excessivaPalidezTonturaDesmaioAgitação
  • 9. DIAGNÓSTICO• O diagnóstico do IAM é feito por história clínica, exame físico eexames complementares.• O eletrocardiograma (ECG) é o melhor teste diagnóstico inicialpor ser fácil, barato e sempre disponível.• A realização do exame de sangue é útil para medir o nível deenzimas cardíacas que são liberadas em grande quantidadedurante a isquemia do músculo cardíaco.
  • 10. DIAGNÓSTICO• O ECG registra a atividade elétrica do coração a fim dediagnosticar tanto o IAM quanto outras alterações cardíacas. Já oexame de sangue para monitorar as enzimas cardíacas costumaser solicitado a pacientes cujos sintomas o ECG e/ou outroelemento clínico levantem a suspeita de um IAM. Estas dosagenssão sempre solicitadas com o paciente internado.
  • 11. TRATAMENTO• Procurar um médico aos primeiros sinais da doença é fundamental paraa indicação do melhor tratamento para cada caso.• Somente o especialista poderá orientar o paciente em relação aosprocedimentos adequados e ao uso de remédios.• O tratamento tem como objetivo principal reduzir o tamanho doinfarto, além de diminuir também as complicações do IAM.
  • 12. TRATAMENTOO tratamento envolve:RepousoMonitorização intensiva da evolução da doençaUso de medicamentos para interromper o processo de infarto.
  • 13. TRATAMENTO• De acordo com o grau do infarto, são necessáriosprocedimentos mais invasivos, como angioplastia e/ou cirurgiacardíaca, na qual a safena, uma veia da perna, é transplantadapara o coração, no lugar da artéria coronária obstruída. Esteprocedimento também pode ser realizado com as artériasmamárias (do tórax).• Procurar um médico com regularidade e, principalmente, aosprimeiros sinais da doença é fundamental para que ele possaindicar o melhor tratamento para cada caso. Somente oespecialista deverá orientar o paciente em relação aosprocedimentos adequados e ao uso de remédios.
  • 14. PREVENÇÃOBaseia-se em maior controle e tratamento dos fatores de risco: Tabagismo: o cigarro é o maior fator de risco para morte cardíacasúbita; Colesterol: o colesterol ruim (LDL), quando em excesso, deposita-se no interior das artérias, levando à aterosclerose; Diabetes mellitus: a chance de ocorrência de infarto em diabéticosé duas a quatro vezes maior; Hipertensão arterial: metade das pessoas que infartam éhipertensa; Obesidade: especialmente a obesidade abdominal (acúmulo degordura na região da cintura) aumenta a chance de um IAM; Estresse e depressão: além de fatores de risco, quando nãotratados, pioram a evolução dos pacientes após o infarto.
  • 15. • Os fatores que não podem ser mudados estão relacionados com aidade e o histórico familiar.• Os riscos aumentam em:PREVENÇÃOHomensApós 45 anos de idadeMulheresApós 55 anos ou depois da menopausa.
  • 16. Adotar hábitos de vida saudáveis contribui para a prevenção dadoença. Algumas dicas são: Preferir uma dieta balanceada, rica em frutas, legumes everduras, composta de carnes magras, preferencialmente, peixes eaves, com baixa quantidade de gorduras e sal; Manter o peso ideal para o seu corpo; Praticar atividades físicas regularmente; Controlar o colesterol alto, a hipertensão arteriale o diabetes; Parar de fumar.PREVENÇÃO
  • 17. Consulte sempre o seu médico.Fontes:Sociedade Brasileira de Cardiologia. sociedades.cardiol.br/socerj.portaldocoracao.uol.com.br.www.drauziovarella.com.br/Sintomas/270/infarto.Editora médica: Dra. Anna Gabriela Fuks (615039-RJ)Jornalista responsável: Roberto Maggessi (31.250 RJ)